ENGENHARIA, ORIGENS E EVOLUÇÃO

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1 ENGENHARIA, ORIGENS E EVOLUÇÃO Ana Júlia Ferreira Rocha - Gilberto Teixeira da Silva Ana Maria C. Babbini Marmo Magda Aparecida Salgueiro Duro - Leila Figueiredo de Miranda Yara Maria Botti Mendes de Oliveira Universidade Presbiteriana Mackenzie, Departamento de Engenharia de Materiais, Civil e Elétrica. Escola de Engenharia - Rua da Consolação, n o 896, Consolação - CEP São Paulo SP Resumo: Neste estudo é apresentada sucintamente a história do ensino de engenharia. Esta história teve início há milhões de anos, quando nossos ancestrais começaram a elaborar as suas primeiras armas e ferramentas, dando início ao desenvolvimento tecnológico. Conhecimentos e técnicas se acumularam e foram transmitidas de geração para geração e, com o advento da linguagem escrita, tais conhecimentos nas mãos certas, foram sendo aperfeiçoados. Sim, como as de Leonardo da Vinci, idealizador de diversos dispositivos muito à frente de seu tempo. Porém, se considerarmos a engenharia como um conjunto organizado de conhecimentos com base científica aplicado à construção em geral, esta é relativamente recente, datada aproximadamente no século XVIII. Já os primeiros engenheiros diplomados surgiram na França na École Nationale des Ponts et Chaussés, seguida pela Ècole Polytechnique. Em outros países também surgiram outras escolas de engenharia, como em Lisboa com a Academia Real de Artilharia, Fortificação e Desenho, nos Estados Unidos com a Academia de West Point, na Áustria com o Instituto Politécnico de Viena e no Brasil com a Academia Real de Artilharia, Fortificação e Desenho. No Brasil, o ensino de engenharia teve origem no ensino militar e só posteriormente aparece, pela primeira vez, a denominação Curso de Engenharia Civil. A seguir, no Brasil, foram criadas a Escola Politécnica de São Paulo, a Escola de Engenharia de Pernambuco, a Escola de Engenharia Mackenzie em São Paulo, e outras. Palavras-chave: Ensino de engenharia, Engenharia no Brasil. 1 INTRODUÇÃO Se procurarmos uma definição de Engenharia, encontraremos: Engenharia é a arte de aplicar conhecimentos científicos e empíricos e certas habilitações específicas à criação de estruturas, dispositivos e processos que se utilizam para converter recursos naturais em formas adequadas ao atendimento das necessidades humanas (FERREIRA, 1986). Dentro deste enfoque a Engenharia teve início a partir do instante em que o homem primitivo passou a 2P37-1

2 elaborar instrumentos que lhes permitiram suprir suas necessidades imediatas. No passado, muitos foram aqueles que se destacaram por projetos brilhantes no ramo da engenharia, como Leonardo da Vinci no Codex Atlanticus no qual muitas páginas são dedicadas a moinhos d água, diversos aparelhos hidráulicos, guinchos, escavadeira, roscas de Arquimedes, bombas d água e outros, conforme ilustram as Figuras 1 e 2. Figura 1 - Roda d Água com Taças 1503, esboço do Codex Atlanticus (DOESER, 1995). Figura 2 - Projeto para Roscas de Arquimedes e Bombas d Água esboço do Codex Atlanticus (DOESER, 1995). Segundo (TELLES, 1994), no seu livro História da Engenharia no Brasil, a engenharia quando considerada como arte de construir é evidentemente tão antiga quanto o homem, mas, quando considerada como um conjunto organizado de conhecimentos com base científica aplicado à construção em geral é relativamente recente, podendo-se dizer que data do século XVIII. Os primeiros engenheiros diplomados tiveram a sua formação acadêmica promovida pela ENPC - École Nationale des Ponts et Chausseés, estabelecimento de ensino que foi fundado em Paris, em 1747, por iniciativa de Daniel Trudaine (PARDAL, 1986). É a faculdade de engenharia mais antiga do mundo. Considerada por sua formação de engenheiros, ela vem se transformando ao longo dos anos em um estabelecimento de ensino superior de alto nível, 2P37-2

3 bem adequada às evoluções do mundo moderno, formando engenheiros dotados de uma competência dupla: técnica e gerencial. Em 1729, o engenheiro militar francês General Bernard Forrest Belidor publicou o primeiro livro que compilou o que havia até então na ciência do engenheiro (La Science dês Ingéniurs) e também foi pioneiro em fazer um estudo científico das estruturas de arcos e muros de arrimo, o que hoje é conhecimento aplicado na engenharia civil. Foi o engenheiro inglês John Smeaton, um dos descobridores do cimento Portland (século XVIII), que usou pela primeira vez o termo engenheiro civil como caracterização profissional, para distinguir dos engenheiros militares (TELLES, 1994). Em 1794, Gaspar Monge e Lazare Carnot fundaram a Ècole Polytechnique, que se tornou modelo de outras escolas de engenharia. A missão da Ècole Polytechnique consistia em oferecer a seus alunos uma formação adequada para desenhar e realizar projetos completos e inovadores do mais alto nível, fundamentada a uma sólida cultura multidisciplinar, e treinamento com o objetivo de desenvolver atitudes de liderança, visando no futuro à ocupação de cargos no âmbito administrativo, científico, tecnológico e pesquisa. Com professores renomados como Fourrier, Lagrange, Monge, conforme ilustra a Figura 3, Poisson, entre outros, o curso tinha a duração de três anos e eram ministradas disciplinas básicas de engenharia, para posteriormente os discentes complementarem seus conhecimentos em outras escolas especializadas: Ècole de Mines, Ponts et Chausseés, entre outras. Figura 3 - Gaspard Monge Fonte: (2005) 2P37-3

4 A Figura 4 vem ilustrar a importância da estrutura física do Laboratório de Pesquisa da Ecole Polytechnique. Figura 4 - O 1 o Laboratório de Pesquisa da Ecole Polytechnique, fundado por L. Leprince-Ringuet Fonte: (2005) É importante verificar que, a separação na estruturação curricular, entre as diversas ciências que participam na formação do engenheiro, colocando-se primeiramente (em bloco) as básicas, depois as fundamentais de engenharia e, por fim, as aplicadas de engenharia, remonta já às primeiras escolas (Bringuenti, 1993). Segundo (Telles, 1994), conforme a Tabela 1, de 1790 a 1821, foram criados os primeiros cursos regulares de engenharia, após a École Nationale des Ponts et Chausseés. Tabela 1 - Primeiros cursos regulares de engenharia, após a École Nationale des Ponts et Chausseés e em outros países (TELLES, 1994) Lisboa/Portugal Academia Real de Artilharia, Fortificação e Desenho 1792 Brasil Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho 1802 West Point/Estados Academia de West Point Unidos 1803 Espanha (sem informação de nome e local) 1815 Viena/Áustria Instituto Politécnico de Viena 1821 Berlim/Alemanha (sem informação de nome e local) 2 O PRIMEIRO CURSO DE ENGENHARIA DO BRASIL Foi criada por carta régia de 1699, com enfoque para o ensino militar a Aula de Fortificação, que promovia conhecimentos de engenharia e, posteriormente (1738), conhecida como Aula do terço de Artilharia. Não era um ensino regulamentado com programa de ensino, sabendo-se apenas que tinha a duração de cinco anos, conforme Pardal, Em 17 de dezembro de 1792, a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, na cidade do Rio de Janeiro foi pioneira em ter o curso formal de engenharia no Brasil, segundo 2P37-4

5 registros de (PARDAL, 1986) e (TELLES, 1994). Numa época em que poucos países, além da França, possuíam escolas para a formação regular de engenheiros, a criação da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho repercutiu muito e veio suceder a antiga Aula de Fortificação do Rio de Janeiro que tinha como característica o enfoque para o ensino militar, tendo já o caráter de um verdadeiro instituto de ensino superior, com organização comparável aos demais de sua época. Esta Academia foi também precursora em linha direta e contínua, da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, preparando oficiais para o exército. Conforme (TELLES, 1994), Os oficiais de infantaria e de cavalaria faziam apenas os três primeiros anos, os de artilharia os cinco primeiros, e os de engenharia o curso completo. O sexto ano era dedicado exclusivamente à engenharia civil. Da Casa do Trem (atualmente parte do Museu Histórico Nacional), a Academia Real Militar, criada pela lei de 04 de dezembro de 1810, foi a próxima escola com ensino regulamentado. O ensino nessa Escola abrangia um curso teórico de Ciências Matemáticas, Físicas e Naturais, um curso de Engenharia e Ciências Militares, e um curso de Engenharia Civil voltado para as técnicas de construção de estradas, pontes, canais e edifícios, ministrado aos não-militares, ou seja, aos civis que freqüentavam as aulas. A Academia Real Militar teve sua sede transferida, em 1812, para o Largo de São Francisco de Paula, ocupando o primeiro prédio construído no Brasil para abrigar uma escola hoje dita superior. A Escola situada no Largo de São Francisco é considerada o Berço da Engenharia Brasileira, funcionando ali até Atualmente, o prédio está ocupado pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. O curso de engenharia da Academia Militar, Figura 5, tinha duração de 7 anos. A Academia posteriormente recebeu às denominações de Escola Militar e, em 1858, de Escola Central. Figura 5 - A Academia Militar foi transformada em Escola Central, permitindo o estudo de civis e militares (1860). Fonte: (2005) Com a transferência do Ministério do Exército para o Ministério do Império em 1874, a Escola Central passou a ser denominada Escola Politécnica. A Escola Central promovia formação de bacharéis em ciências e, engenheiros civis e também foram criadas outras especialidades de engenharia. Seus programas de ensino se tornaram modelo para todas as escolas de engenharia brasileiras até o inicio do século XX e devido a sua fama educacional, muitas são denominadas, ainda hoje de Escola Politécnica, nome que agora nossa escola retoma. 2P37-5

6 Personagens ilustres da história brasileira tiveram a sua formação acadêmica em classes e salas da Escola Politécnica da UFRJ. Alguns deles tiveram uma projeção tão grande na vida nacional que até hoje são homenageados pela sociedade brasileira com os seus nomes em ruas, túneis, avenidas, monumentos. Logo abaixo a Tabela 2 ilustra a Evolução Histórica das Escolas de Engenharia do Brasil. Tabela 2 - Evolução Histórica das Escolas de Engenharia do Brasil. Fonte: Revista de Ensino de Engenharia (v 10, n 3, nov/1983) com correções baseadas em (PARDAL, 1986 e 1996) e (TELLES, 1994) Real Academia de Artilharia Fortificação e Desenho Subordinada ao Exército Formação de Engenheiros e de Oficiais do Exército * Academia Real Militar Academia Imperial Militar Academia Militar e de Marinha Academia Militar da Corte ( 1 ) Escola Militar da Corte Escola Central ( 2 ) Escola Militar e de Aplicação do Exército Escola Politécnica Independente do Exército Formação de Engenheiros 1896 Escola Politécnica do Rio de Janeiro Escola de Engenharia Militar Escola Nacional de Engenharia 1933 Escola Técnica do Exército 1965 Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto Militar de Engenharia (IME) P37-6

7 ( 1 ) Resultado da fusão da Academia Militar e de Guardas-Marinha que voltaram a separar-se em ( 2 ) Aparece pela primeira vez a denominação Curso de Engenharia Civil. Como se pode observar na obra dos autores consultados, pode se verificar que o ensino de engenharia teve origem no ensino militar com conhecimentos pertinentes à formação militar e aprendizado de técnicas próprias à construção com finalidades militares, como pontes, fortificações, calçamento, calçadas, entre outros, mas que também se usava na construção civil. A partir de 1874, começou a ser empregado no Brasil, a denominação engenharia civil com a desvinculação da Escola Central do Ministério da Guerra, passando a ser a Escola Politécnica. Conforme bibliografia consultada, o ensino de engenharia não militar, no Brasil, também se iniciou pela engenharia hoje conhecida como engenharia civil. Em 1835, foi fundado na Província de São Paulo, o Gabinete Topográfico. Este estabelecimento foi avaliado como o segundo em ensino de estabelecimento no Brasil e funcionou até 1838, reabriu em 1840 e fechou outra vez em O modelo para a maioria das escolas de engenharia do Brasil têm sido a Escola de Engenharia da UFRJ, logo, ao pesquisar a evolução do ensino de engenharia no país, quanto a estruturação, formação, métodos e recursos didáticos, teremos que colocar em destaque esta Escola que sempre serviu de referência para as outras. 3 ESCOLAS DE ENGENHARIA NO BRASIL DEPOIS DA UFRJ Foi o imperador D. Pedro II quem, com a sua vasta erudição e interessado pela riqueza do solo brasileiro que em 1874, contratou, por indicação do cientista francês Auguste Daubrée, o seu discípulo, o engenheiro Claude-Henri Gorceix ( ), que, na ocasião, estava na Grécia, realizando uma série de pesquisas geológicas. Gorceix retornou, não só aceitando o convite como, também, prontificando-se a ministrar o ensino da mineralogia e da geologia. E, então, em 1876, criava-se a Escola de Minas de Ouro Preto. Ainda no século XIX, foram fundadas mais 5 escolas de engenharia e entre 1910 e 1914, tivemos o registro de mais cinco. Até então 12 escolas de engenharias, sendo que quatro 4 estavam em Minas Gerais. Os Cursos de engenharia no Brasil até o meados do século XX tiveram o seu início a partir de1893. A seguir são apresentados em ordem cronológica e organizados pelos autores, baseados em (OLIVEIRA, 2000), as seguintes fundações: Fundação da Escola Politécnica de São Paulo, denominada hoje USP com os seguintes cursos iniciais em Civil e Industrial (período 2 anos), Agronômico e Mecânica (período 3 anos) e Agrimensor (período 2 anos); 1895 Fundação da Escola de Engenharia de Pernambuco, denominada hoje UFPE com os seguintes cursos iniciais em Agrimensor (período 2 anos) e Civil (período 5 anos); 1896 Fundação da Escola de Engenharia Mackenzie, denominada hoje UPM com o curso inicial em Civil (período 5 anos); 1896 Fundação da Escola de Engenharia de Porto Alegre, denominada hoje UFRG com o curso inicial em Civil; 2P37-7

8 Fundação da Escola Politécnica da Bahia, denominada hoje UFBA com os seguintes cursos iniciais em Geógrafo (período 4 anos) e Civil (período 5 anos); Fundação da Escola Livre de Engenharia, denominada hoje UFMG com os seguintes cursos iniciais em Civil (período 5 anos); Fundação da Faculdade de Engenharia do Paraná, denominada hoje UFPR com o curso inicial em Civil; Fundação da Escola Politécnica de Pernambuco, denominada hoje UFPE com os seguintes cursos iniciais em Civil e Química Industrial; Fundação do Instituto Eletrotécnico de Itajubá, denominado hoje EFEI com os seguintes cursos iniciais em Mecânica e Elétrica (período 3 anos); Fundação da Escola de Engenharia de Juiz de Fora, denominada hoje UFJF com o curso inicial em Civil Eletrotécnico (período 4 anos). A Primeira Escola de Engenharia particular do Brasil foi fundada em 1896, na cidade de São Paulo, apresentada pela Figura 6. Figura 6 Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, denominada hoje EE-UPM. Fonte: Centro Histórico da UPM Atualmente, verifica-se um número assustador de escolas de engenharia no Brasil. Muitas das quais, sem condições de oferecer cursos de qualidade, por não apresentar corpo doscente devidamente preparado e desprovidas de recursos tais como: laboratórios, oficinas, espaço físico, entre outros. 2P37-8

9 4 OS ENFOQUES PEDAGÓGICOS NOS CURSOS DE ENGENHARIA Com fundamentação nos principais fontes consultadas, publicações dos professores (PARDAL, 1986 e 1996) e (TELLES, 1994), verifica-se a consideração dispensada aos métodos e técnicas de ensino/aprendizagem nesses cursos de engenharia. Ë na Carta de Lei de 4 de dezembro de 1810, que criou a Academia Militar (considerada como a 1 a escola de engenharia do Brasil, até bem pouco tempo atrás), que apresenta de forma estruturada a organização de um curso de engenharia no Brasil. Alguns itens da estrutura deste curso podem ser denominados pedagógicos. Os termos ensinar, explicar e dar (o conteúdo), usados no cotidiano pedagógico, o destaque das disciplinas básicas e das aulas práticas e, ainda, a recomendação de que os professores deveriam escrever seus próprios compêndios (livros), são práticas muitas vezes usadas no ensino de hoje. Essas diretrizes contidas na Carta de Lei fundamentavam-se no que regia a Escola Politécnica de Paris. Algumas expressões de elogios eram comuns ao referir-se aos tópicos de disciplinas e aos seus autores de referência. Como exemplo, cita-se a recomendação de exercícios e aplicações para alunos em relação a Trigonometria: de que lhe mostrará suas vastas aplicações, trabalhando muito em exercitá-los nos diversos problemas e procurando desenvolver aquele espírito de invenção, que nas ciências matemáticas conduz à maiores descobertas. A Carta de Lei, estruturada em uma série de Capítulos ou Títulos, continha ainda outros aspectos pedagógicos, tanto em relação aos deveres e direitos dos alunos como às atribuições de seus mestres: dos exercícios diários e semanais; da obrigatoriedade dos alunos se dedicarem aos estudos da forma dos exames no final do ano letivo; das aulas predominantemente expositivas ; da responsabilidade dos estudantes em saber reproduzir o que o professor ensinava; da importância das aulas práticas. Ressalta-se que as recomendações citadas guardam muita semelhança com o praticado no ensino de engenharia da atualidade. Vale salientar um trecho do Título VIII da Carta de Lei que explica como ocorriam os exames: A forma de exame será também diferente e se fará sobre todo o compêndio que se explicará, escolhendo cada examinador o ponto que quiser e dando o livro ao candidato, para que leia ali e depois explique fechando o livro; pois que assim é que se pode ficar no conhecimento que o estudante sabe todo seu compêndio e está no caso de se servir dele em qualquer circunstância, que lhe seja necessário. Este formato de exame, vigorou em muitas escolas até a década de 60. Cobrança esta que foi utilizada como inspiração para as atuais provas, baseadas nas apostilas e listas de exercícios que o professor passa para os estudantes. Segundo (TELLES, 1994), o enfoque pedagógico do ensino superior no Brasil, durante décadas, enfocava a memória, paralisando o desenvolvimento da inteligência; ensinava o aluno a discorrer com acerto, mas não lhe ensinava a pensar e refletir. Severas críticas sobre a existência de poucas aulas práticas e sobre o fato de o curso de engenharia ser pouco prático atravessaram os séculos e chegaram aos dias atuais. Como se pode observar não se registra uma grande revolução nos métodos e técnicas de ensino/aprendizagem na engenharia. Os avanços tecnológicos permitem o uso de ferramentas 2P37-9

10 modernas, melhorando a qualidade de ensino. Porém, será que tais recursos não vêm sendo utilizados aplicando-se metodologias antigas? O ensino de engenharia tem sido objeto de discussões e reformulações numa escala sem precedentes. As razões de tal atenção são múltiplas e variadas, devendo-se destacar, no entanto, o impacto que um conhecimento tecnológico atual e dinâmico, que deve ser o objeto central do ensino de engenharia, pode exercer sobre a competitividade de empresas (ANDRADE, 1997). Uma mudança está ocorrendo, no sentido de que a didática e a pedagogia vêm ocupando o seu devido espaço na bagagem de conhecimento e de formação do professor de engenharia. Ao professor de engenharia não basta mais dominar o conhecimento científico e técnico dos conteúdos e os meios disponíveis para ministrar esse conteúdo. É necessário que o docente conheça e aplique métodos e técnicas de ensino/aprendizagem consistentes, que possam contribuir para a formação de profissionais em condições de atualizar-se e atender às demandas da sociedade (OLIVEIRA, 2000). 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Para que possamos avaliar a evolução ou o retrocesso do ensino de engenharia se faz necessário uma retrospectiva dos objetivos que nortearam a fundação das escolas de engenharia no Brasil e no mundo, no que tange ao conjunto organizado de conhecimentos com base científica aplicado à construção em geral. Atualmente, verifica-se uma tendência ao tecnicismo pragmático que reduz tudo ao conjunto de técnicas e regras sem o conveniente embasamento científico ocasionado pelo despreparo didático-pedagógico envolvidos no processo ensino-aprendizagem. Assim, alguns professores são formados na graduação e pós-graduação, como copiadores de conteúdos, sem que haja uma preocupação em se formar educadores com didática apropriada. Dessa maneira, a preocupação é quantitativa, de maneira que o conteúdo seja transmitido em sua totalidade, porém sem a preocupação de que ele seja assimilado e compreendido, paralisando o desenvolvimento da inteligência, oferecendo ao aprendiz a discorrer com acerto, mas não lhe ensinando a pensar e refletir. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABOUT EP - Uma história breve do Ecole Polytechnique. Disponível em: <www.polytechnique.edu> Acesso em 5 maio ANDRADE, E. de P; BRITO, G. S. X.; OLIVEIRA, M. L. A. Aspectos cognitivos do ensino de engenharia face às exigências da competitividade e da inovação tecnológica. In: XVII ENCONTRO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. Gramado. Anais do Congresso, Gramado: RS, BRINGUENTI, I. O ensino de engenharia na escola politécnica da USP: fundamentos para o ensino de engenharia. São Paulo EPUSP, DOESER, L. Vida e obra de Leonardo Da Vinci. Rio de Janeiro: Ediouro, FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, P37-10

11 NAVEIRO, R. M.; OLIVEIRA, V. F. O projeto de engenharia, arquitetura e desenho industrial. Juiz de Fora: Ed. UFJF, OLIVEIRA, V. F.. Uma proposta para melhoria do processo de ensino/aprendizagem nos cursos de engenharia. Rio de Janeiro, Tese (Doutorado) - COPPE/Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil. OLIVEIRA, V. F. Teoria, prática e contexto. In: VI ENCONTRO DE EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA. Itaipava. Anais do Congresso. Itaipava: RS, O Berço da Engenharia Brasileira. PARDAL, P & LEIZER, L. Revista de Ensino de Engenharia, n. 16, dezembro, p , PARDAL, P. 140 anos de doutorado e 75 de livre docência no ensino de engenharia no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, TELLES, P. C. S., História da engenharia no Brasil: século XX. Rio de Janeiro: Clavero, TELLES, P. C. S, História da engenharia no Brasil: séculos XVI a XIX. Rio de Janeiro: Clavero, VINCENTI, W. G., What engineers know and how they know it. Baltimore/London: Johns Hopkins University Press, ENGINEERING, ORIGINS AND EVOLUTION Abstract: In this study the history of the engineering education is presented succinctly. This history had begun millions of years, when our ancestral ones had started to elaborate the first weapons and tools, starting the technological development. Knowledge and techniques had accumulated and had been transmitted from generation to generation and, with the advent of the written language, such knowledge in the certain hands, they had been being perfected. Yes, in the certain hands, as Leonardo da Vinci s, idealizer of a sort of devices ahead of his time. However to consider engineering as an organized set of knowledge with applied scientific base to the construction in general, this is relatively recent, dated approximately in Century XVIII. The first certified engineers had appeared in France in the École Nationale DES Ponts et Chaussés, followed by the Ècole Polytechnique. In other countries other schools of engineering had also appeared, as in Lisbon with the Academia Real de Artilharia, Fortificação e Desenho, in the United States with the Academy of West Point, in Austria with the Polytechnical Institute of Vienna and in Brazil with the Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho. In Brazil, the engineering education had origin in military education and later it only appears, for the first time, the denomination Course of Civil Engineering. Then, in Brazil, it had been created the Polytechnical School of São Paulo, the School of Engineering of Pernambuco, the School of Engineering Mackenzie in São Paulo, and others. Key-words: Education of Engineering, Engineering in Brazil. 2P37-11

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