Comunicação apresentada no 54º Congresso Internacional de Americanistas (Viena, Áustria, 15 a 20 de julho de 2012).

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1 Comunicação apresentada no 54º Congresso Internacional de Americanistas (Viena, Áustria, 15 a 20 de julho de 2012). Missão Integral e responsabilidade social: notas a partir do Boletim Teológico (FTL-B). Eva L. Scheliga 1 1. Introdução A presente comunicação apresenta um primeiro esforço de sistematização e análise de uma série de periódicos editados no período de 1983 a 1997 pela Fraternidade Teológica Latino-americana - Setor Brasil (FTL-B). O objeto sobre o qual me debruço é um boletim de reflexão e análise teológicas que, por meio da publicação de artigos inéditos e de transcrições de palestras, debateu a especificidade da evangelização protestante em solo latino-americano e, notadamente, no Brasil. Sugiro ser possível identificar nos textos reunidos nas vinte e nove edições do Boletim Teológico algumas inflexões no entendimento a respeito da responsabilidade social das igrejas protestantes. As novas ênfases e eventuais mudanças de sentido atribuídas às práticas sociais da igreja protestante relacionam-se, por sua vez, ao desenvolvimento, em contexto brasileiro, de um pensamento teológico bastante singular, baseado na conciliação entre evangelização e ação social. Esta proposta alinha-se à perspectiva da Missão Integral, título conferido à teologia que ganhou visibilidade a partir do I Congresso de Evangelização Mundial (ocorrido em 1974). A análise dos contornos desta perspectiva teológica e do engendramento da noção de responsabilidade social neste contexto tem por objetivo último aprofundar o entendimento acerca das relações entre religião e esfera pública no Brasil contemporâneo, dando prosseguimento às investigações por mim efetuadas entre os anos de 2006 e Doutora em Antropologia pela Universidade de São Paulo (USP); pós-doutoranda junto a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP); pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP).

2 2. A Fraternidade Teológica Latino-americana Antes de passar às considerações sobre os boletins editados pela Fraternidade Teológica Latino-americana - Setor Brasil (FTL-B), é necessário retratar, ainda que em rápidas pinceladas, o contexto de surgimento da instituição mãe, a Fraternidade Teológica Latino-americana (FTL, também eventualmente chamada FTL Continental). Para estes fins retomo, portanto, alguns dados sobre o Congresso de Evangelização Mundial de 1974 (também conhecido como Lausanne I 2 ). O encontro, ocorrido na cidade suíça de Lausanne, foi convocado pelo pastor da Igreja Batista (filiada à Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos), Rev. Billy Graham, através da Associação Evangelística que leva seu nome (Billy Graham Evangelistic Association, doravante BGEA). Na ocasião reuniram-se dois mil e setecentos representantes religiosos provenientes de cento e cinquenta países (Cf. Pacto de Lausanne, 2003). A síntese dos debates sobre teologia, estratégias e métodos e evangelização está disponível no Pacto de Lausanne, como ficou conhecido o documento divulgado no término do encontro, após um longo processo de redação. Uma primeira versão, conforme narra John Stott, foi redigida cerca de três meses antes do encontro, tendo por referência os textos dos principais oradores do encontro, publicados com antecedência. Esta versão foi endereçada a diversos conselheiros, que puderam assim propor modificações. Uma comissão de redação foi formada durante o encontro e foi ela quem revisou o texto divulgado ao final do evento. Stott, Hudson Armerding e Samuel Escobar compuseram esta comissão. A presença de Escobar foi-me apontada durante minhas atividades de pesquisa junto a segmento protestante brasileiro 3 como diretamente responsável por imprimir ao Congresso de Evangelização Mundial, convocado para discutir a evangelização do mundo, um caráter social. Teria partido dos teólogos latinos, sendo Escobar e René Padilla os mais proeminentes dentre eles, a proposta de inclusão do tópico A responsabilidade social cristã como item do Pacto de Lausanne 4. 2 Em 1989 ocorreu o Lausanne II, na cidade de Manila, nas Filipinas e em outubro de 2010 o Lausanne III, na Cidade do Cabo, África do Sul.. 3 Desde 2007 venho acompanhando sistematicamente uma rede formada por protestantes que se identificam com os princípios da Missão Integral. Trata-se da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS), formada em 2003 com o intuito de promover o relacionamento entre as organizações evangélicas que atuam na área social. 4 Compõem o documento os seguintes tópicos: 1. O propósito de Deus; 2. A autoridade e o poder da Bíblia; 3. A unicidade e a universalidade de Cristo; 4. A natureza da evangelização; 5. A responsabilidade social cristã; 6. A igreja e a evangelização; 7. Cooperação na evangelização; 8. Esforço conjugado de igrejas na

3 A influência latina nas discussões sobre os rumos da evangelização em escala mundial não seria, contudo, propriamente uma novidade. Ao contrário, o que teria ocorrido em 1974 seria a expressão de um movimento que se constituiu progressivamente por meio de diversos outros encontros religiosos promovidos no continente americano. A este respeito, cabe observar que Billy Graham, anos antes de convocar o encontro de Lausanne, já havia organizado outro Congresso Mundial de Evangelização; este, sediado em Berlim no ano de 1966, também foi patrocinado pela revista Christianity Today, e teve por tema Uma raça, um evangelho, uma tarefa. Neste evento teria surgido a orientação de replicar localmente as discussões efetuadas em âmbito mundial; três anos mais tarde, a BGEA, junto com a Evangelical Fellowship of Mission Associates e a International Fellowship of Mission Associates, levaria adiante a proposta do Congresso Mundial de realizar encontros continentais nos quais as discussões iniciadas na Alemanha tivessem continuidade. No contexto latino-americano, deu-se então início aos Congressos Latino-americanos de Evangelização. O I Congresso Latino-americano de Evangelização (CLADE I, 1969), ocorrido na cidade de Bogotá, teve por título a Ação em Cristo para um continente em crise, refletindo o contexto da época, marcado pelas ditaduras e suas consequências para a supressão de direitos, bem como por uma quantidade considerável de desastres naturais que assolaram o continente latino-americano. Exatamente uma década depois ocorreu o CLADE II, na cidade de Lima, sob o lema Para que a América Latina ouça a voz de Deus. Em 1992 ocorreu o terceiro encontro, em Quito, no qual se debateu o tema Todo o evangelho a partir da América Latina para todos os povos. O CLADE IV, realizado em 2000 novamente na cidade de Quito, discutiu O testemunho evangélico para o Terceiro Milênio: palavra, espírito e missão. Neste ano de 2012, entre 09 e 13 de julho, foi promovido na cidade de São José, na Costa Rica, o quinto CLADE, sob o título Sigamos a Jesus em seu reino de vida. Guia-nos, Espírito Santo!. O CLADE (especialmente o primeiro) é considerado por alguns teólogos protestantes como o evento no qual se evidenciaram as divergências entre liberais, fundamentalistas e evangelicais. De acordo com Ruth Padilla, tratou-se da transposição para solo latino de um debate eminentemente norte-americano, pautado pelos organizadores que temiam a disseminação de ideais liberais e progressistas como os que teriam sido evangelização; 9. Urgência da tarefa evangelística; 10. Evangelização e cultura; 11. Educação e liderança; 12. Conflito espiritual; 13. Liberdade e perseguição; 14. O poder do Espírito Santo; 15. O retorno de Cristo.

4 debatidos, por exemplo, em outras reuniões evangélicas ocorridas na época - notadamente a Terceira Conferência Evangélica Latinoamericana (CELA III), ocorrida em 1969 sob o patrocínio do Conselho Mundial das Igrejas. Conforme Ruth Padilla, um dos pontos altos do encontro de Bogotá foi o debate em torno do livro Teología latinoamericana: Evangélica o Izquierdista?, de autoria de Peter Wagner. O livro, distribuído de forma gratuita aos novecentos delegados que participaram do encontro, oferecia uma espécie de catálogo dos movimentos cristãos, classificando-os em protestantes evangélicos conservadores, católicos conservadores, católicos e protestantes liberais, seculares e radicais de esquerda (Padilla DeBorst, s/d, p.2). A classificação proposta por Wagner foi objeto de polêmica, tendo havido tanto quem aderisse à tipologia quanto quem acusasse o autor de efetuar uma caricatura injusta, fruto de uma investigación irresponsable y [...] de un dualismo nocivo y polarizante (idem). Frente ao impasse diante das teologias forâneas, alheias ao contexto social e político da América Latina, esboçou-se a necessidade de constituir uma fraternidade dedicada ao estudo e à reflexão mais afinada com o contexto local, um ponto de encontro e um foco de reflexão que expresse a realidade evangélica do continente com a sua variedade e o seu pluralismo (Boletim Teológico nº 01). Pouco mais de um ano após a realização do CLADE I, formalizou-se a constituição da FTL, organização que agregava Samuel Escobar e René Padilla, além de Pedro Savage, Emilio Antonio Nuñez e Ricardo Sturtz. Este grupo, como já aludido acima, é reconhecido como tendo sido responsável por ventilar novos ares no Congresso de Lausanne, ou mais que isso, por pautar a questão da responsabilidade social das igrejas em uma agenda antes dominada pela discussão em torno da polarização entre fundamentalistas e liberais. Determinar o quanto a FTL foi efetivamente capaz de pautar o movimento de Lausanne exigiria um esforço de pesquisa que ultrapassa os objetivos deste paper. O que se pode apurar é que, ao menos na história dos CLADE s, a partir da sua segunda edição, esta instituição efetivamente ocupou lugar central. Foi a FTL que, em 1979, convocou o segundo encontro, tomando a si a responsabilidade outrora assumida por organizações estrangeiras. Tal mudança teve não só reflexos na composição das mesas e no financiamento do encontro - terse-ia limitado, por exemplo, em 10% a participação de norte-americanos e os recursos complementares para a realização do encontro foram levantados junto a igrejas amigas europeias (Padilla DeBorst, s/d, p.3) - como produziu alterações significativas no modo

5 como a programação foi elaborada e discutida, abandonando a ideia de prover os delegados de estratégias preestabelecidas a favor da construção coletiva das proyecciones estratégicas. O protagonismo da FTL na organização dos demais encontros continentais de orientação evangelical tornou-se possível graças ao apoio de núcleos regionais. Eles se tornaram responsáveis pela constituição de um calendário de eventos locais, nos quais temáticas pertinentes aos seus respectivos contextos fossem debatidas; a reflexão teológica produzida no âmbito da FTL passou, assim, a também ser sistematicamente alimentada pelos debates ocorridos em sintonia com as questões específicas de cada um dos núcleos 5, fortalecendo a agenda de debates continental. Neste contexto é que foi organizada a Fraternidade Teológica Latino-americana - Setor Brasil (FTL-B). 3. Evangelismo e ação social Replicando a dinâmica da FTL, o núcleo brasileiro, tão logo começou a se estruturar, conclamou um congresso, intitulado Congresso Brasileiro de Evangelização (CBE), e passou a editar o Boletim Teológico (doravante BT). Publicado no último trimestre de 1983, a primeira edição do BT ofereceu ao público leitor a explicitação teológica dos objetivos do CBE, além de apresentar os estatutos da FTL e publicar outros dois textos: a versão em português da Declaração de Seoul 6, antecedida pelo artigo intitulado Em Busca da Missão: Reflexões sobre Melbourne e Pataya, trazendo as considerações do teólogo sulafricano David Bosch sobre dois eventos protestantes ocorridos no ano de Um breve editorial e duas resenhas bibliográficas completaram a lista de textos publicados na edição inaugural. As demais edições do BT seguiram, de modo geral, a estrutura adotada no primeiro número. Variando entre quarenta e cinco e cento e setenta e uma páginas, os boletins veicularam tanto documentos (isto é, cartas, consultas, compromissos e declarações) relativos a eventos protestantes quanto estudos bíblicos e considerações teológicas sobre temas diversos (como relações de gênero, política, economia, saúde e família no contexto latinoamericano). Ao todo, foram publicados cento e trinta e cinco textos. 5 Atualmente a FTL está estruturada em quatro núcleos: Andina (que abrange Bolívia, Colômbia, Equador e Peru), Brasil, Conesul (que abrange Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai) e Mesoamérica (que inclui Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, República Dominicana, México e Venezuela). Além dos núcleos na América Latina, a FTL também possui um núcleo do qual fazem parte Estados Unidos e Canadá e outro, na Inglaterra. 6 Documento produzido ao final de uma conferência organizada pela Associação Teológica da Ásia, em conjunto com a FTL e a Comissão Teológica da Associação de Evangélicos na África e Madagascar.

6 Dentre este conjunto de textos, gostaria de me deter em três deles, que tratam da questão da responsabilidade social das igrejas protestantes. O primeiro deles é o já referido texto de Bosch, publicado em 1983 na primeira edição do BT; o segundo texto, de autoria de Valdir R. Steuernagel e publicado na segunda edição do BT (referente ao primeiro quadrimestre de 1984), intitula-se Congresso Brasileiro de Evangelização (BH 1983) - Considerações Pessoais e Artesanais ; o terceiro texto, também de autoria de Steuernagel, intitula-se Responsabilidade Social e Evangelização: A Trajetória do Movimento de Lausanne, tendo sido publicado na edição de nº 12, em agosto de Os dois primeiros textos têm em comum o fato de serem narrativas acerca da participação de seus autores em eventos religiosos. Bosch contrasta suas experiências de participação em dois encontros de âmbito mundial, a saber, no encontro da Comissão para Missão Mundial e Evangelismo (CMME), organizado pelo Concílio Mundial de Igrejas, em maio, na cidade de Melbourne, Austrália, e o Congresso Mundial sobre Evangelização (CME), organizado pelo Comitê de Lausanne para Evangelização Mundial, acontecido em Pattaya, na Tailândia, em junho. Steuernagel, por sua vez, avalia sua experiência como palestrante e articulador do Congresso Brasileiro de Evangelização. O terceiro dos textos aqui sob análise, ao contrário dos outros, não trata especificamente da experiência de participação de seu autor em um determinado evento; contudo, este texto assemelha-se aos demais no que diz respeito ao esforço de ponderar sobre os avanços e retrocessos na compreensão sobre a articulação entre evangelismo e ação social, tendo como ponto de partida o item A responsabilidade social cristã, incluída no Pacto de Lausanne. a) Pacto de Lausanne Retomo aqui o conteúdo do Pacto de Lausanne. Uma vez que especialmente nele se expressou o interesse pela justiça e se propôs a conciliação entre as práticas de evangelização e as de ação social, este documento serve de ponto de partida para os comentários dos três textos aqui em tela. Segue abaixo a íntegra do quinto item do documento de Lausanne: Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita á imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção

7 de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sociopolítico são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta. (Pacto de Lausanne, 2003). O tópico segue, em linhas gerais, o modelo de redação utilizado no restante do documento (modelo, por sua vez, igualmente presente em diversos outros manifestos protestantes brasileiros, como o Compromisso de Belo Horizonte): inicia-se com uma profissão de fé, marcada geralmente pela conjugação dos verbos afirmar ou crer - e sendo um documento coletivo, a primeira pessoa do plural é utilizada como flexão preferencial; seguese com a enumeração das consequências desta profissão ou de sua justificação; eventualmente admite-se publicamente - por meio dos verbos confessar, arrepender e reconhecer, algumas vezes adjetivados (por exemplo, Confessamos, envergonhados ) - que as ações não têm sido compatíveis com a profissão de fé declarada anteriormente; elencam-se, ao final, as atitudes consoantes à fé e a direção das ações, sinalizando-as por meio das variações em torno do verbo comprometer. Na edição comentada do Pacto - coeditada no Brasil pela Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB), através de sua editora, e pela organização não governamental de orientação evangélica Visão Mundial - Stott, sem citar nomes, chama a atenção do leitor para o fato de que a afirmação termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade mutuamente exclusivas reflete a opção dos participantes do congresso por uma confissão branda (Pacto de Lausanne, 2003, p. 46). Segundo o teólogo, um discipulado cristão radical exprimiu-se de maneira mais contundente: Devemos repudiar como demoníaca a tentativa de colocar uma cunha entre a evangelização e a ação social. (ibidem, p. 47).

8 b) Após Lausanne, Pattaya O texto de Bosch é particularmente elucidativo para compreendermos aquilo que Stott definiu como confissão branda acerca da relação entre evangelização e ação social no âmbito do evangelicalismo. Contrapondo dois eventos protestantes um deles, de orientação ecumênica, ocorrido em Melbourne, e outro, de orientação evangelical, ocorrido em Pattaya Bosch dá pistas sobre as disputas internas ao Comitê de Lausanne para Evangelização Mundial quanto ao entendimento sobre a responsabilidade social das igrejas. A certa altura de sua narrativa, destaca: Precisamente dentro do Comitê de Lausanne para a Evangelização Mundial há, sem dúvida, algo da luta poderosa entre aqueles que são partidários desta visão extensa de missão e evangelismo (onde evangelismo e ação social são mais ou menos sócios iguais, ainda que evangelismo retenha sua primazia) e o estreito ponto de vista, de acordo com o qual o envolvimento social é um adjunto, e não algo essencial e intrínseco ao caráter do Evangelho: em outras palavras, quando muito um fruto ou consequência do evangelismo. Neste ponto de vista, o Evangelho somente está preocupado em trazer as pessoas a uma correta relação com Deus. Quando isso acontece, instituições sociais corruptas e práticas injustas gradualmente se atrofiam por si mesmas, como sucedeu no caso da escravidão. (Bosch, 1983, p. 32/33). Durante o evento, dois grupos de discussão um deles, dedicado ao marxismo e outro, à pobreza urbana tomaram partido da primeira das frentes de argumentação e manifestaram a convicção de que não é possível separar o evangelismo da preocupação social. Este posicionamento, supostamente mais fiel ao espírito de Lausanne, não teria sido, contudo, hegemônico. O tom geral do congresso, pelo contrário, foi no sentido de dar clara preferência ao evangelismo em detrimento da ação social - preferência esta reafirmada em sucessivas declarações públicas, como bem destaca o teólogo. Como exemplo, Bosch recorda que em editorial publicado na revista Christianity Today, de 8 de agosto 1980, afirmou-se, por exemplo, que algumas pessoas tentaram transformar o congresso na Tailândia em uma conferência sobre preocupação social, porém a direção procurou, em sua maioria, conservar o grupo no trilho! (Bosch, 1983, p. 35). O polêmico teólogo Peter Wagner também teria se pronunciado a respeito, afirmando em uma de suas comunicações que uma voz minoritária na Conferência tentou desalojar o evangelismo de sua posição principal na missão da igreja... LCWE não somente disse 'não' à

9 posição do CMWE sobre a primazia do serviço social, como também o disse àqueles irmãos evangélicos que estão tentando utilizar a palavra evangelismo com significados que nunca teve. Caso eles tivessem prevalecido, uma nova palavra teria que ser inventada, porém LCWE deteve a linha neste ponto. (Bosch, 1983, p. 35). Segundo as lentes de Bosch o Congresso Mundial sobre Evangelização de 1980 poderia ser classificado, portanto, como um retrocesso em relação a Lausanne, que teria apresentado uma posição avançada em relação à responsabilidade social das igrejas (notadamente, na passagem onde se lê que a mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam ). O tom geral do encontro na Tailândia apontava, antes, para aquilo que o autor chama de divórcio entre a fé e a vida pública: Considerar o envolvimento e a ação social como um mero fruto do Evangelho é divorciar a fé da vida pública, assumir um ponto de vista de realidade apenas circunscrito a si mesmo (Bosch, 1983, p. 33). c) O espírito de Lausanne no Brasil A conciliação entre fé e vida pública, resultante da proposta de conjugação entre evangelização e ação social, também foi tematizada em congressos locais. No Brasil, um dos momentos privilegiados para se refletir sobre esta questão foi o Congresso Brasileiro de Evangelização. Sigo, neste momento, o relato produzido por Steuernagel, integrante dos quadros da FTL-Brasil e preletor no referido evento. Muito embora houvesse espaço, no programa do evento, para uma abordagem missiológica qualificada por Steuernagel como ampla e integral, alguns preletores sentiam necessidade de integrar a questão social nas suas abordagens o que seria desnecessário, segundo o autor, tendo em vista a concepção de ação social e evangelismo que se pretendia difundir ali, à luz do quinto item do Pacto de Lausanne. De todo modo, a despeito de eventuais descompassos entre a letra do documento e as reflexões teológicas produzidas quase dez anos após a publicação do documento final de Lausanne, os participantes do Congresso Brasileiro de Evangelização teriam assumido a observação do homem em sua realidade como uma necessidade da igreja, a fim de conciliar o ímpeto de divulgação da fé cristã com o

10 preceito de combater toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, como se lê no quinto item do documento. Deduz-se facilmente, portanto, que conhecer a realidade tornou-se um imperativo para os protestantes alinhados a esta perspectiva teológica. Ao longo da narrativa de Steuernagel sucedem-se os comentários a este respeito: teria havido um clamor da responsabilidade para com o homem todo no contexto do seu habitat (Steuernagel, 1984, p. 33), uma vez que já não se pode falar da evangelização do Brasil sem se levar em conta a sua gente e realidade (idem). Na opinião de Steuernagel, uma das grandes virtudes do CBE foi nos revelar o homem brasileiro e o lugar onde vive, e que este é essencialmente pobre. (idem). Infelizmente, porém, a narrativa de Steuernagel não apresentou mais detalhes sobre como teria sido produzido o conhecimento acerca da realidade do homem brasileiro, nem teceu considerações acerca do que era ser essencialmente pobre no contexto de redemocratização brasileira. O que se deduz da leitura do Compromisso de Belo Horizonte é que a realidade é permeada por atos relativos à violência, injustiça, desequilíbrio e depravação, assumidos como abundantes manifestações de pecado, ou ainda, como sinais de morte, frente aos quais não se deve manter-se indiferente (Compromisso..., p. 40); quanto aos pobres, a estes são associados o fraco, doente, pobre e necessitado (Compromisso..., p. 41), alvo preferencial das ações de quem, com a vocação de servos, seguindo o exemplo do Mestre vive uma vida humilde e simples, dedicada, em amor, a todos os homens (idem). A ideia de uma vida simples como norteadora de uma ética individual e, por consequência, também de uma ética social está intimamente relacionada às reflexões anteriores ao evento de Pattaya, como o próprio Steuernagel irá explorar no terceiro texto que elegi para esta breve análise. Passemos então às considerações sobre outros eventos que envolveram o movimento de Lausanne, a fim de melhor compreender em que medida eles foram decisivos na consolidação de certa compreensão acerca das relações entre ação social e evangelização. d) Evangelização e responsabilidade social

11 Logo nas primeiras páginas daquilo que poderíamos chamar de balanço do movimento de Lausanne Steuernagel afirma: O Congresso de Lausanne e o Pacto por ele produzido proveram, como já vimos, uma renovação na compreensão da tarefa missionária da igreja. Isto pode ser visto, de forma particular, na questão da inter-relação entre evangelização e responsabilidade social, à qual Lausanne, como um movimento evangelical, deu uma nova perspectiva. O pacto fala claramente de uma teologia de missão que abraça o envolvimento sócio-político. Foi até com um certo toque de surpresa que o congresso endossou a necessidade deste envolvimento sócio-político com tanta clareza, dizendo que a evangelização, para ser fiel e relevante, deve levar em conta o contexto onde ela acontece e deve ser capaz de evidenciar claramente a preocupação holística de Deus com todas as pessoas, bem como com a justiça. (Steuernagel, 1990, p.7). Já tivemos ocasião de antever, no entanto, que a proposta de conciliação entre ação social e evangelização, firmada no Pacto de Lausanne, não se tornou ponto pacífico entre os protestantes evangelicais. As discussões ocorridas em Pattaya, em junho de 1980, remontam a debates anteriores, que teriam se acirrado já cerca de um ano após o congresso na cidade suíça. Em reunião ocorrida no México, uma Comissão de continuidade buscou definir os rumos do movimento de Lausanne e, na ocasião, houve uma polarização entre as posições defendidas por Billy Graham e John Stott. Grahan teria defendido que os esforços protestantes se voltassem para a ampliação do número de missões e, portanto, enfatizassem a dimensão do evangelismo; Stott, por sua vez, teria se pronunciado a favor do reconhecimento de responsabilidades [...] mais amplas que o evangelismo (Steuernagel, 1990, p. 8). As indefinições em torno das dimensões estrita e ampla da evangelização, de acordo com Steuernagel, teriam aberto caminho para que, em março de 1980, houvesse uma Consulta internacional sobre estilo de vida simples, a fim de precisar os significados da expressão que articulava ação social e evangelismo, no parágrafo nono do pacto de Lausanne, intitulado urgência da tarefa evangelística 7. A Consulta, na verdade, foi o coroamento de 7 Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois terços da humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com seriedade pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O alvo deve ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de

12 um programa de estudos de dois anos, patrocinado pelo Grupo de Trabalho sobre Teologia e Educação da Comissão de Lausanne para a Evangelização Mundial, presidido por Stott, e o Grupo de Estudos sobre Ética e Sociedade da Comissão Teológica da Aliança Evangélica Mundial, presidido por Ronald Sider. Após sucessivas reuniões de grupos locais (em quinze países) e da realização de congressos regionais (realizados na Índia, na Irlanda e nos Estados Unidos), oitenta e cinco representantes de vinte e sete países participaram da referida Consulta Internacional sobre Estilo de vida Simples. As conclusões do grupo foram no sentido de afirmar que vida simples e evangelismo, ajuda social e justiça são dimensões que estão e precisam estar relacionadas. Embora afinado com o conteúdo do Pacto de Lausanne, o documento final desta Consulta causou, no entanto, reações adversas na ala que defendia a premência da evangelização sobre aquilo que eles compreenderam como sendo uma deliberada opção pela ação social em detrimento da ação missionária. A Consulta Internacional sobre Estilo de vida Simples, em virtude desta querela, chegou mesmo a ser taxada como um erro. O encontro de Pattaya ganha, assim, nova dimensão quando o avaliamos em relação à esta Consulta e, sobretudo, quando observamos que entre as duas temos um intervalo de apenas três meses. Como destaca Steuernagel, Ao final de 1980 a família evangelical estava mais dividida do que estivera no começo do ano. A Consulta sobre Estilo de Vida Simples havia sido interpretada como refletindo em demasia a linguagem dos "evangelicais radicais", enquanto a CEM foi criticada não apenas por haver excluído do seu programa a questão da responsabilidade social, mas também por estar abraçando uma definição e estratégia de evangelização que não levava suficientemente em conta uma compreensão mais ampla da missão da igreja, como expressa pelo Pacto de Lausanne. O ano de 1980 mostrou que a CLEM preferiu caminhar pela senda "mais garantida e segura" da ênfase na priorização do evangelismo, em vez de arriscar a caminhada pelo becos e campos dos "povos de Isiolo" de nossos dias, onde água e comida escasseiam, a pobreza cresce e os sinais de exploração, opressão e injustiça abundam. (Steuernagel, 1990, p. ). Em junho de 1982 a relação entre ação social e evangelização seria revisitada por ocasião da Consulta sobre a relação entre a evangelização e a responsabilidade social ouvir, de compreender e de receber as boas novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para aliviar os necessitados como para a evangelização deles. (Pacto de Lausanne, 2003, grifos meus).

13 (CRERS). Buscando evitar o tom radical da Consulta sobre Estilo de Vida Simples e sem aprofundar a discussão sobre a primazia da evangelização que marcou o Congresso de Pattaya, as formulações do documento final da CRERS pretendem ressaltar a complementaridade entre as ações, postulando que a ação social não apenas segue-se à evangelização, como seu objetivo e consequência, e a precede, servindo de ponte para ela, mas também a acompanha, como sua parceira (Steuernagel, 1990, p. 10). A solução adotada na redação do documento da CRERS seguramente não pôs um ponto final nas disputas em torno da imposição de significados sobre a relação entre ação social e evangelização. É inegável, contudo, que a introdução do termo parceria se prestou à atualização da formulação presente no Pacto de Lausanne, a saber, a evangelização e o envolvimento sociopolítico são ambos parte do nosso dever cristão. 4. Algumas considerações finais O teor de todos estes documentos chegou rapidamente ao público brasileiro. No ano do CBE, 1983, a ABUB editou a Série Lausanne, nas quais se inclui o livro Evangelização e Responsabilidade Social, Viva a simplicidade (respectivamente volumes dois e cinco) e os resultados de cinco grupos de trabalho do Congresso de Pattaya 8. Os dois primeiros livretos passaram a ser editados, a partir de 2004, em um mesmo volume, assim como outros da coleção 9. A junção destes dois documentos, de modo intencional ou não, parece resultar no estabelecimento de uma espécie de continuidade entre o debate promovido em 1980 e o de dois anos depois, assim como tende a diluir as tensões existentes em torno da definição da responsabilidade social das igrejas. Neste sentido, recorrer à leitura dos BT mostrou-se uma estratégia proveitosa para acompanhar a construção de significados aplicados a noções de ação social e evangelismo, neste contexto protestante específico. Os esforços para estabelecer distinções e aproximações entre as duas noções foi tomado como integrante de uma controvérsia que mobilizou e ainda hoje mobiliza uma ampla rede de agentes e instituições (faculdades teológicas e editoras, notadamente). Alimentada por eventos de âmbito local, regional e mundial, a controvérsia em torno do 8 O evangelho e o homem secularizado; O Evangelho e o marxista; O desafio das novas religiões; Chamam-se cristãos; Testemunho cristão junto aos muçulmanos. 9 Reuniu-se: O Evangelho e a cultura (documento relativo a Consulta de Willowbank, de 1978) e O evangelho e o homem secularizado; Chamam-se cristãos e Testemunho cristão junto aos muçulmanos.

14 binômio ação social/evangelismo constitui fronteiras, nem sempre rígidas, entre diversas igrejas e denominações religiosas e, como procurei demonstrar, também no interior de movimentos e instituições. Neste sentido, o mapeamento desta controvérsia, ainda em curso, pode oferecer uma contribuição efetiva para a compreensão do protestantismo brasileiro (quiçá latino-americano) como fenômeno plural, sem incorrer no frequente equívoco de tomar os protestantes como uma unidade homogênea e coesa. A controvérsia em torno das definições sobre ação social e evangelismo está, ademais, intimamente relacionada ao posicionamento deste segmento evangélico na esfera pública brasileira. Como demonstrei em trabalho anterior (Scheliga, 2010) as concepções sobre estas as noções de ação social e evangelismo articulam-se a um determinado conjunto de práticas de intervenção social e ação política. Estas práticas, por sua vez, produzem tanto a visibilidade quanto a legitimidade necessárias para que determinados agentes e instituições de orientação protestante pleiteiem, com algum êxito, voz e voto em conselhos da administração pública federal nos quais um conjunto de políticas públicas é esboçado. Defender que a evangelização e o envolvimento sociopolítico são ambos parte do nosso dever cristão, ou que a ação social é parceira da evangelização, ou ainda, que vida simples e evangelismo, ajuda social e justiça são dimensões integradas dizem respeito a importantes argumentos proferidos por agentes religiosos brasileiros. Eles permitem, por exemplo, posicionamentos contundentes em questões diversas, que incluem desde a prestação de socorro emergencial à vítimas de desastres naturais até a definição de critérios e métodos para o enfrentamento da vulnerabilidade social, transformadas em política de Estado. Referências bibliográficas BOSCH, David. Em Busca da Missão: Reflexões sobre Melbourne e Pataya. Boletim Teológico - Fraternidade Teológica Latino-americana, nº 01, p , out. dez COMPROMISSO DE BELO HORIZONTE. Boletim Teológico - Fraternidade Teológica Latino-americana, nº 02, p , jan. abr PACTO DE LAUSANNE comentado por John Stott. 2ª ed. ampliada. São Paulo: ABU/ Belo Horizonte: Visão Mundial, p. PADILLA DeBORST, Ruth. Congresos latinoamericanos de evangelización ( Los CLADE ) In: Fraternidade Teologica Latinoamericana. Disponivel em:

15 al.org/index.php?option=com_content&view=article&id=105&itemid=68. Acesso em: 01 abr SCHELIGA, Eva L. Educando sentidos, orientando uma práxis etnografia das práticas de assistência entre evangélicos brasileiros. Tese de Doutorado em Ciência Social (Antropologia Social), Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo STEUERNAGEL, Valdir. Congresso Brasileiro de Evangelização (BH 1983) - Considerações Pessoais e Artesanais. Boletim Teológico - Fraternidade Teológica Latino-americana, nº 02, p , jan. abr Responsabilidade social e evangelização: a trajetória do Movimento de Lausanne. Boletim Teológico - Fraternidade Teológica Latino-americana, nº 12, p. 5-14, ago

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