Pró-Reitoria de Graduação Curso de Enfermagem Trabalho de Conclusão de Curso

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1 Pró-Reitoria de Graduação Curso de Enfermagem Trabalho de Conclusão de Curso Perfil dos adolescentes com DST s no Centro de Saúde nº 03, no período de 2011 a Ceilândia, Distrito Federal Autor: Renata Rezende Aguiar Thaíla Cristina Nunes do Brasil Orientador: Prof. Dra. Maria do Socorro Nantua Evangelista Brasília DF

2 RENATA REZENDE AGUIAR THAÍLA CRISTINA NUNES DO BRASIL Perfil dos adolescentes com DST s no Centro de Saúde nº 03, no período de 2011 a Ceilândia, Distrito Federal Monografia apresentada ao curso de graduação em Enfermagem da Universidade Católica de Brasília, como requisito parcial para obtenção do Título de Enfermeiro Orientador: Prof. Dra. Maria do Socorro Nantua Evangelista Brasília

3 RENATA REZENDE AGUIAR THAÍLA CRISTINA NUNES DO BRASIL Perfil dos adolescentes com DST s no Centro de Saúde nº 03, no período de 2011 a Ceilândia, Distrito Federal Assinatura Renata Rezende Aguiar Assinatura Thaíla Cristina N. do Brasil Assinatura Mst. Dr. Maria do Socorro Nantua Evangelista 3

4 4

5 Dedicamos este trabalho às nossas famílias, que sempre nos apoiaram e estiveram presentes em todo momento. 5

6 AGRADECIMENTOS Agradecemos à Deus primeiramente, pelo dom da vida e pelas benções dadas. Agradecemos também à todas as instituições que nos ajudaram no decorrer da jornada, desde o ensino fundamental e médio, até o início e conclusão de nossa formação acadêmica, realizada na Universidade Católica de Brasília. Agradeço ainda a instituição Alto Nível, onde realizei curso na área da saúde- Enfermagem em

7 Resumo AGUIAR, Renata Rezende. BRASIL, Thaíla Nunes Cristina. Perfil dos adolescentes com DST s no Centro de Saúde nº 03, no período de 2011 a Ceilândia, Distrito Federal 2013, 56 fls. Curso de Enfermagem- Universidade Católica de Brasília- UCB, Brasília DF As DST s ainda hoje são um problema de saúde publica, principalmente na adolescência, pelo fato de ser uma fase da vida bem vulnerável, devido ao acontecimento das primeiras relações sexuais na maioria das vezes desprotegidas. Este estudo objetivou analisar o perfil epidemiológico dos adolescentes com DST s na faixa etária dos 10 aos 19 anos de idade, no Centro de Saúde 03, na Região Administrativa da Ceilândia, no Distrito Federal em 2011 a Estudo aprovado pelo comitê de ética com o parecer Nº Trata-se de um estudo transversal retrospectivo, tendo como variáveis, o sexo, DST e faixa etária dos pacientes. Foram analisados todos os casos de DST em adolescentes do sexo masculino e feminino de 10 à 19 anos de idade, nos anos de 2011, 2012 e até março de Foram usados como base de dados os prontuários eletrônicos de cada paciente, a fim de consultar qual doença que o mesmo foi acometido. No total foram analisados 32 prontuários de adolescentes do sexo masculino e feminino. Os resultados ressaltaram que ainda existe DST s em adolescente na faixa etária estudada. O sexo masculino foi o mais acometido com 54,8%, a faixa etária com maior número de registros foi 17 a 19 anos com 78,1 %, a DST mais acometida entre as mulheres foi o condiloma acuminado com 70% e a gonorreia para os homens com 66,6%. Palavras chaves: Adolescentes, DSTs, 7

8 Abstract AGUIAR, Renata Rezende. BRASIL, Thaíla Nunes Cristina. Perfil dos adolescentes com DST s no Centro de Saúde nº 03, no período de 2011 a Ceilândia, Distrito Federal 2013, 56 fls. Curso de Enfermagem- Universidade Católica de Brasília- UCB, Brasília DF Nowadays, STDs is a public health issue, especially among adolescents, who pass through a vulnerable phase of life when the occurrence of sexual relations, mostly unprotected, happens more frequently. This essay aims to analyze the epidemiology of STDs in adolescents aged 10 to 19 years old in Centro de Saúde 3, Ceilândia DF, in the period of In order to verify these data, a retrospective cross-sectional study was used, establishing as variables: genre, disease occurred and age of the patient. All cases of STDs were analyzed among 10 to 19-year-old adolescents, in the period of 2011 to March 2013, taking as database the virtual medical records of each patient in order to observe the incidence of diseases. In a nutshell, 30 records of men and women were analyzed and the results indicate that STDs still occurs in the group studied. Keywords: adolescents, STDs. 8

9 Sumário 1. Introdução... pág Justificativa... pág Objetivos... pág Referencial Teórico... pág Conceituando adolescência...pág A vulnerabilidade...pág Características fisiológicas e biológicas no crescimento do adolescente...pág Sexualidade...pág A adolescência e as DST s...pág Adolescentes e suas crenças sobre a sexualidade...pág Prevenção das DST s Os adolescentes e seu conhecimento sobre os métodos contraceptivos...pág Dados epidemiológicos de DST s...pág Dados epidemiológicos de DST s......pág Papel das escolas, educadores, enfermeiros e governo frente à sexualidade dos jovens...pág DST s mais prevalentes na adolescência...pág Conceituando as DST s...pág Uretrite gonocócica...pág Uretrite não gonocócica...pág Candidíase...pág Cancro Mole...pág Donovanose...pág Linfogranuloma Venéreo...pág Tricomoníase...pág Herpes Simples...pág Condiloma acuminado...pág Sífilis adquirida...pág Outras infecções HIV/Aids...pág Hepatites virais...pág Análise Laboratorial Uretrite Gonocócica...pág Uretrite não Gonocócica...pág Candidiase...pág Cancro Mole...pág Donovanose...pág Linfogranuloma Venéreo...pág Herpes...pág Condiloma Acuminado...pág Sífilis Adquirida...pág HIV/ Aids...pág Hepatites Virais...pág 35 9

10 5. Tratamento das Dst 5.1 Uretrite Gonocócica e Uretrite Não Gonocócica...pág Candidíase...pág Cancro Mole...pág Donovanose...pág Linfogranuloma Venéreo...pág Tricomoníase...pág Herpes Simples...pág Condiloma Acuminado...pág Sífilis Adquirida...pág HIV/Aids...pág Hepatites Virais...pág Quadro com o tratamento...pág Metodologia... pág Cronograma de Execução...pág Orçamento...pág Resultados...pág Discussão...pág Conclusões...pág 51 Recomendações...pág Anexos...pág Referências Bibliográficas...pág 53 10

11 1.0. Introdução Eistein (2005) conceitua a adolescência como um período de transição entre duas etapas da vida, a infância e a fase adulta. Esse período se caracteriza pelo desenvolvimento e amadurecimento biológico, psicológico e sexual, bem como é nele que se dá a formação do caráter e de personalidade. Eistein (2005) afirma que na adolescência iniciam-se as transformações causadas pela entrada da puberdade e este período termina quando o individuo torna-se progressivamente capaz de inserir-se na vida em sociedade. Beserra, et al (2008), referem que a adolescência é uma etapa do ciclo da vida com a qual deve-se ter uma atenção particular, uma vez que é o momento onde ocorre a transição entre a infância e a fase adulta, sendo o período em que há uma busca pela própria identidade e personalidade. A Organização Mundial da Saúde assim como o Ministério da Saúde circunscreve a adolescência dentro da segunda década da vida (de 10 a 19 anos) e considera que a juventude se estende dos 15 até os 24 anos. Ou seja, estes conceitos têm desdobramentos, identificando-se então adolescentes jovens (de 15 a 19 anos) e adultos jovens (de 20 a 24 anos). Brasil, (2005) Eistein(2005) assinala que os limites cronológicos da adolescência são definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) entre 15 e 24 anos (youth), critério este usado principalmente para fins estatísticos e políticos. Quanto à descoberta e a curiosidade pela sexualidade, Beserra, et al (2008) afirmam que elas se dão na adolescência, havendo portanto necessidade de ações educativas e preventivas em saúde para orientar os adolescentes sobre os riscos de doenças e gravidez, em função do inicio da vida sexual. Segundo estudo realizado por Taquete, et al (2004) as doenças sexualmente transmissíveis são mais incidentes na adolescência, ou seja, é nesse período que se torna mais propício a contrair as DST s, em função das primeiras relações sexuais, cada vez mais precoce. Também, a diversidade de parceiros associados ao não uso de preservativo e a utilização de drogas ilícitas são colocados como os principais fatores relacionados às doenças sexualmente transmissíveis. Além das complicações físicas das DST s, existem 11

12 os conceitos negativos que o termo traz. Falar sobre o tema se tornou importante também devido a implicação na contaminação pelo HIV. Santos et al (2011) afirmam que de acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), no país existem cerca de 12 milhões de casos de doenças sexualmente transmissíveis (DST) ao ano, sendo que essas enfermidades acometem pelos menos um terço dos indivíduos com menos de 25 anos. Este trabalho irá considerar o termo adolescência como a faixa etária dos 10 aos 19 anos de idade, tal como assinalam o Ministério da Saúde e a OMS. Existem relatos de que as DST s estão entre os principais problemas de saúde pública no mundo, e, causam grande preocupação devido às consequências que as mesmas trazem aos indivíduos. (Brasil,2006) Quando não tratadas adequadamente, algumas das consequências são a infertilidade feminina, a esterilidade masculina, a transmissão da mãe para o filho (o que pode causar o aborto espontâneo ou doenças congênitas), além do aumento do risco para a infecção do HIV.(Brasil, 2006) 12

13 2.0 - Justificativa Do ponto de vista científico, este estudo vai ampliar as publicações e as evidências das DST s junto aos adolescentes e subsidiar os profissionais a lidarem com esse problema no dia-a-dia na assistência do SUS, bem como espera-se melhorar a qualidade de vida dos jovens adultos. O estudo identificará as principais causas de vulnerabilidades dos adolescentes quanto às DST s, contribuindo para redução da incidência de infecção da DST. É importante para a população adolescente entender que a relação sexual sem proteção pode trazer muitas consequências indesejáveis futuras. Espera-se abranger o público alvo realizando esclarecimentos quanto aos temas abordados para que ocorra a redução das consequências maléficas da relação sexual sem proteção, entre elas a contaminação por DST s e a gravidez indesejada. 13

14 3.0 Objetivos 3.1. Geral Analisar o perfil epidemiológico dos adolescentes com DST s na faixa etária dos 10 aos 19 anos de idade, no Centro de Saúde Nº 3, na Região Administrativa da Ceilândia, em 2011 a Específicos Identificar o perfil epidemiológico das DST em adolescentes na Unidade de Centro de Saúde Nº 3 da Região Administrativa da Ceilândia. Analisar as DST s mais frequentes entre os adolescentes. 14

15 4.0 Referencial teórico 4.1. Conceituando adolescência Beserra, et al (2008) afirmam que a adolescência é um período marcado por inúmeras vulnerabilidades, dentre elas a susceptibilidade a diversas enfermidades, incluindo as DST s. Raquel et al (2011) assinalam que a juventude é o inicio da busca pela autonomia, da construção da identidade pessoal, frente à sociedade. Essa identidade é formada ao longo do tempo pelas experiências vividas, ou seja, a forma como cada um se vê, com vê o outro e a relação que se estabelece entre eles. Desde o nascimento, meninos e meninas são preparados para responderem às demandas da sociedade e devem corresponder às regras que a mesma dita, tais como o padrão de vida e as expectativas em relação ao papel que cada um deve exercer socialmente. Cole et al (2003) assinalam que a adolescência é um momento no qual ocorrem maior instabilidade e conflito emocional, sendo que parte dos problemas são causados pela maturação biológica. Segundo Hall (1904 apaud Cole,2003, p.623) A adolescência foi descrita como uma época de emotividade e estresse aumentados; irritações exacerbadas, depressões profundas e amor por excitação, sugestivos de algum antigo período de tumulto e estresse. Crespin et al (2007) assinalam que não existe uma definição que seja totalmente satisfatória e abrangente de adolescência e sim, vários critérios que caracterizam o termo, e que isso ocorre também, em relação à puberdade e à juventude. Os critérios mais conhecidos são os cronológicos, por exemplo, que definem que a adolescência é o período que se estende dos 10 aos 19 anos; os critérios de desenvolvimento físico, que afirmam ser a adolescência a etapa compreendida entre a puberdade e a idade viril; os critérios sociológicos, no qual se afirma que adolescência é o período em que o individuo não é visto mais na sociedade como criança, mas, ainda não assume o papel de adulto por completo; além dos critérios psicológicos, para os quais a adolescência é tida como um período de grandes transformações, incluindo a formação de personalidade que é resultado de mudança da fase infantil para a adulta. 15

16 Mielnik (1984) apresenta uma divisão no período de adolescência, para uma melhor compreensão: (1) Pré-adolescência, que inicia-se nos primeiros sinais de amadurecimento biológico e termina com o surgimento de pelos pubianos; (2) Adolescência, termina com os pelos completamente desenvolvidos; (3) Pós-Adolescência, parada gradual do crescimento e amadurecimento dos caracteres sexuais. Vitalle (2008) classifica a adolescência, dividindo-a em 3 períodos distintos: (1) Precoce, período que compreende dos 10 aos 14 anos e afirma que é o período onde o adolescente estabelece a separação dos pais/responsáveis e acostuma-se com as mudanças que o corpo sofreu; (2) Média, o período compreendido dos 15 aos 17 anos, onde começa a procura pela sua própria identidade e o período em que ele se insere na sociedade; (3) Tardia, trata do período entre os 17 anos e os 20 anos, onde surge a identidade real e estável, mostrando seus valores e comportamentos adultos, além de estreitar as relações afetivas e o relacionamento com o sexo oposto. Mielnik (1984) conceitua a puberdade como um conjunto de modificações físicas que ocorre na adolescência, que começa em torno dos 10 a 13 anos e termina entre 16 a 19 anos. Cole (2007), define puberdade como um componente somático das transformações que acontecem no começo da adolescência, e, afirma que ao contrário da adolescência, essa pode ser medida e acompanhada. A puberdade está ligada à pilosidade e faz parte do período da adolescência como evento fisiológico A vulnerabilidade Estudo realizado por Bertolozzi et al (2009) define o termo vulnerabilidade como a suscetibilidade das pessoas a contraírem problemas e/ou danos de saúde. Falar sobre vulnerabilidade em saúde é mencionar o risco que uma pessoa tem ao ser exposta a um fator de risco, e posteriormente adoecer, levando em consideração a intensidade da consequência e a magnitude de tal fato. Segundo Czeresnia (2003) vulnerabilidade é interligada por três eixos:(1) componente individual, que é o grau de informação que os indivíduos têm do problema, incorporar a problematização como algo do cotidiano e transformar tais problemas em práticas protetoras; (2) componente social, diz respeito à 16

17 obter informação, entendê-la e incorporar as mudanças práticas ao cotidiano, fato esse que não depende apenas dos individuos, mas também de outros componentes, como acesso à mídia, à escola, a recursos materiais, entre outros. Todos esses componentes interferem nas análises quanto ao termo vulnerabilidade; (3) componente programático que está relacionado ao acesso aos recursos e às programações que são utilizados para minimizar os riscos de um evento. Quanto à vulnerabilidade, Vitalle (2008) assinala que atualmente no Brasil cresceu consideravelmente a população de jovens e adolescentes e que os efeitos da globalização, com os apelos pelo consumo, as desigualdades sociais, a perda de alguns valores tradicionais, entre outros aspectos, torna a população jovem ainda mais vulnerável do que a adolescência já implica. Vitalle (2008) refere que a ideia de vulnerabilidade resume uma questão primordial para quem trabalha com adolescentes: o reconhecimento da diversidade humana e como tal a importância de reconhecer a diversidade que acomete a própria adolescência. No que se refere ao aspecto psicológico, a vulnerabilidade está ligada a uma predisposição individual para o desenvolvimento de distúrbios psicológicos ou de comportamento ineficazes em situações de crise. Estes distúrbios podem estar ligados a componentes que agem sobre o desenvolvimento e são tidos como fatores de risco. O profissional da saúde que atua com adolescentes, tem que analisar os fatores protetores e os riscos, para assim planejar estratégias e planos a serem abordados no atendimento do adolescente exposto a esses fatores. Segundo Santos et al (2011) os adolescentes são considerados vulneráveis em função do comportamento de risco e, podem adquirir doenças sexualmente transmissíveis pela pluralidade de parceiros sexuais, o uso de maneira inadequada do preservativo, a ingesta de bebidas alcoólicas e o consumo de drogas ilícitas. De maneira geral, os adolescentes se acham invulneráveis às infecções, e desta forma acabam se expondo a risco sem prever as consequências. Segundo Taquette et al (2004) os fatores biológicos, psíquicos e sociais podem interferir na vulnerabilidade dos adolescentes às DST s. No que referese aos fatores biológicos, por exemplo, o epitélio cilíndrico endocervical na adolescência se encontra mais vulnerável, tanto as clamídeas como os 17

18 gonococos têm predileção por este tecido. A baixa idade em relação ao inicio da menstruação pode levar a um início precoce da atividade sexual, aumentando a probabilidade de risco de uma gravidez Características fisiológicas e biológicas no crescimento do adolescente. No que diz respeito ao crescimento Vitalle (2008) afirma que é o aumento, seja ele no tamanho, número ou volume de células ou até mesmo órgãos e que ao mencionar crescimento linear refere-se à estatura, e, conceitua desenvolvimento como a obtenção de função. Vitalle (2008) assinala que a avaliação do crescimento e desenvolvimento no período da adolescência é um tema que deve ser realizado de forma individual, sistematizado e com atenção, para que se obtenha um conteúdo adequado de informações de modo a não tirar conclusões precipitadas, muitas vezes falsas, o que pode vir a comprometer o acompanhamento do adolescente. No que se refere ao desenvolvimento e às mudanças que o corpo sofre durante a adolescência, Crespin (2007) afirma que nas meninas,(1) de 9 a 10 anos de idade ocorre o crescimento dos ossos da pelve, a hiperemia e pigmentação da aréola; (2) de 10 a 11 anos surgem o botão mamário e os pelos pubianos e há uma aceleração do crescimento; (3) de 11 a 12 anos ocorre o crescimento da genitália interna e externa, alterações do esfregaço vaginal, crescimento adicional das mamas e pelos axilares; (4) de 12 a 13 anos acontece a pigmentação dos mamilos, com estirão de 8 a 10 cm por ano e a menarca; (5) de 13 a 14 anos inicia-se a ovulação seguida de uma desaceleração do crescimento; (6) de 16 a 17 anos ocorre o fim do crescimento. Crespin (2007) assinala que, quanto aos meninos, o desenvolvimento se dá na seguinte sequencia: (1) de 10 a 11 anos acontece o inicio do crescimento dos testículos; (2) de 11 a 12 anos ocorre a pigmentação da pele escrotal e crescimento do pênis ; (3) de 12 a 13 anos ocorre o aparecimento dos pelos pubianos, aceleração do crescimento; (4) de 13 a 14 anos ocorre o rápido crescimento dos genitais; (5) de 14 a 15 anos o crescimento dos pelos axilares, 18

19 bigode, mudança de voz e o estirão de 10 a 12 cm por ano; (6) de 15 a 16 anos a maturação dos espermatozoides; (7) de 16 a 17 anos surgimento dos pelos na face e no corpo; (8) de 18 a 21 é o período final do crescimento do esqueleto. Crespin et al (2007) descrevem que na puberdade são grandes as transformações na adolescência. Marshall e Tunner (1974 apaud Crespin et al 2007) afirmaram que as manifestações dos adolescentes são: (1) Crescimento rápido: é acelerado logo em seguida desacelerado o crescimento do esqueleto e órgãos internos; (2) Mudanças na composição corporal que é a junção da distribuição de gordura e crescimento muscular e o esquelético; (3) Desenvolvimento do sistema cardiorrespiratório e aumento da força e da resistência principalmente no menino. Segundo Crespin et al (2007) o crescimento físico é a associação entre o sistema endócrino e esquelético, e quem regula esse processo é o eixo hipotálamo-hipófise-gônadas. O processo inicia-se somente um tempo após as primeiras alterações hormonais. Quando as gonadotrofinas são produzidas, estas estimulam os testículos e os ovários a produzirem hormônios sexuais, que formam os espermatozoides e óvulos. Crespin et al (2007) assinalam que os hormônios gonadais na puberdade são: estradiol, testosterona, progesterona e andrógenos. Mielnik (1984) afirma que as extremidades crescem mais que o tronco, dando a característica de braços e pernas alongados, seguidos de um rápido crescimento dos órgãos genitais. Costa et al (2006) constatam que a maturação sexual é o amadurecimento dos órgão genitais na puberdade. A avaliação da maturação é dada por meio do desenvolvimento das mamas, no sexo feminino, e dos testículos, no sexo masculino, e, dos pelos pubianos em ambos os sexos. Costa et al (2006) assinalam que no sexo feminino o segundo sinal é a menarca, que é a primeira menstruação. No sexo masculino o segundo sinal é o aumento do pênis. Mas o evento mais importante na puberdade, no que se refere aos meninos é a ejaculação. Taquette et al (2004) assinalam que na esfera psíquica, na adolescência é uma fase em que a identidade sexual se dá por meio do ato de experimentar novas situações, como a variedade de parceiros, daí a elevação 19

20 dos riscos. Na esfera social, o baixo nível de escolaridade e socioeconômico estão associados às DST, devido à falta de informação e dificuldade de acesso aos serviços de saúde. No estudo de Camargo et al (2009) foi observado que os adolescentes preocupam-se em aprender e obter mais informações sobre o seu corpo, conhecer as mudanças e o seu funcionamento e do parceiro, principalmente no que diz respeito aos órgãos sexuais Sexualidade A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que a sexualidade é um aspecto central da experiência humana ao longo da vida e abrange sexo, identidades e papéis de gênero, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. A sexualidade é experimentada e expressa em pensamentos, fantasias, desejos, crenças, atitudes, valores, comportamentos, prática, papéis e relacionamentos. Enquanto a sexualidade é capaz de incluir todas estas dimensões, nem todas são sempre experimentadas ou expressas. A sexualidade é influenciada pela interação de fatores biológicos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos, culturais, étnicos, legais, históricos, religiosos e espirituais (Vitallle et al,2008). Vitalle et al (2008) assinalam que ao mencionar sexualidade deve-se ter alguns conceitos bem esclarecidos, como o que é sexo. Nessa definição se entende como um conjunto de características anatômicas e fisiológicas que determinam indivíduos, do gênero masculino ou feminino. Sexo seguro é caracterizado por todo exercício da sexualidade com responsabilidade, sem traumas, sem riscos de gravidez e de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis. Libido é a energia gerada pelo impulso sexual. E genitalidade é um fenômeno que refere-se à função dos órgãos que é acontecimento realizado para satisfazer o instinto humano Mielnik (1984) conceitua sexualidade como uma atração corporal. Essa maturidade sexual tem as seguintes manifestações nos adolescentes: o interesse pelo sexo oposto; sentimento afetivo maior pelo parceiro da mesma idade e sexo oposto, do que pelo pai ou mãe; diminuição da vontade de praticar o ato da masturbação; aceitação das mudanças fisiológicas e físicas ocorridas na adolescência e escolha de um único parceiro. 20

21 Segundo Mielnik (1984) existem duas modalidades de sexualidade, a latente, que é intensa e profunda, sendo fonte dos impulsos sexuais, e, a sexualidade manifesta, que são os impulsos sexuais sem censura. Vitalle et al (2008) assinala que na adolescência ocorre a identidade sexual que é definida e concretizada, como um dos principais elementos da identidade geral, e, possibilita o reconhecimento e a atuação como ser sexual e sexuado. Vitalle et al (2008) afirma que, quanto ao uso de substâncias psicoativas associadas à sexualidade, tais substâncias afetam de forma significativa a cognição, a capacidade de diferenciar o certo do errado, o humor e as relações interpessoais. Os jovens dependentes de tais substâncias acreditam no melhor desempenho frente à atividades sociais após a ingestão das mesmas, entretanto, os comportamentos de risco podem associar-se e tornam-se mais vulneráveis à abandonarem a prática de sexo seguro aumentando a possibilidade de uma gravidez indesejada e/ou à infecção por Doenças Sexualmente Transmissíveis A adolescência e as DST s De acordo com Martins et al (2006) as DST representam um agravo à saúde com sérias consequências na saúde dos adolescente, pois podem comprometer a vida reprodutiva, em função do câncer de colo de útero até à esterilidade masculina, além de interferir negativamente na autoestima. Romero et al ( 2007) discutem a existência de vários componentes que devem receber atenção, na saúde sexual e reprodutiva dos jovens, entre elas o problema de gravidez não planejada, as DST s, incluindo a infecção pelo HIV. os acidentes, a violência, os maus tratos, o uso de drogas e o abandono escolar. De acordo com Vitalle et al (2008) existem inúmeros fatores que contribuem para o aumento da incidência de DST entre eles estão a diminuição da idade média da menarca, o início precoce da vida sexual e o início mais tardio de um compromisso matrimonial ou com parceiros únicos. 21

22 4.6. Adolescentes e suas crenças sobre a sexualidade O estudo de Raquel et al (2011) mostrou que as principais crenças de adolescentes quanto à sexualidade e aos papéis que são atribuídos a homens e mulheres quanto ao sexo, estão relacionados de acordo com o que cada um pensa a respeito do assunto. A maioria dos adolescentes e jovens concordou que é melhor ter um relacionamento informal do que namorar e assumir um compromisso sério, fato relatado na percepção dos homens. As meninas se mostraram mais desfavoráveis a esta afirmativa. Por sua vez, a maioria dos meninos concordaram que não precisam ter um comprometimento afetivo ou envolvimento afetivo para a prática do sexo, e a maioria das meninas discordou. Ambos os sexos concordaram que a mulher pensa mais nas consequências desse relacionamento aberto, bem como sobre a necessidade do sexo. As mulheres concordaram que é importante casar virgem, pela demonstração de pureza e decência, enquanto os homens afirmam que o sexo antes do casamento é consequência do próprio relacionamento anterior como o namoro. Taquette et al (2005) assinalam que na sociedade, os homens têm maior autonomia e poder, fato esse, que impede a mulher de tentar a negociação do uso de preservativo nas relações sexuais, colocando-as mais em vulnerabilidade às DST/Aids. Ser mulher ainda carrega a submissão ao marido, papel de cuidadora e de temor em relação ao homem. Saldanha (2003) assinala que existe uma diferença significativa no que diz respeito às crenças entre os gêneros, as mulheres focam no ideal do amor romântico, encontrando no namoro um lugar de segurança para sua afirmação enquanto sujeito. Abramovay et. al, (2004) abordam que a família estimula o homem a iniciação da vida sexual enquanto para a mulheres isso está acompanhada de preconceitos e discriminações, daí a sua prática sexual deve se dar depois do casamento. Saldanha (2003) e Taquette et al (2004), concordam que a sociedade pressiona os homens quando se fala da masculinidade e virilidade em relação às atividades sexuais, mas por outro lado, existe um preconceito com as 22

23 mulheres, fazendo com que elas não tenham essa liberdade, e muitas vezes se tornem dependentes de um relacionamento. 4.7 Prevenção das DST s Crespin et al (2008) assinalam que as DST s e a aids são doenças que podem ser prevenidas, mas a falta de informação e cuidados em relação a prevenção são fatores que aumentam o número de novos casos notificados em todo o mundo. Crespin et al (2008) define prevenção primária como as informações oferecidas à família, escola e profissionais da saúde sobre educação sexual, prevenção e abuso das drogas que podem trazer entre,outras consequências, a infecção pelo HIV e hepatites virais. Considera-se prevenção secundária o uso correto do preservativo e não compartilhamento de seringas e agulhas durante o possível uso de droga, ressaltando que o uso de preservativo é essencial quando o adolescente tem uma vida sexual ativa. Ao mencionar o diagnóstico precoce das DST s e o tratamento adequado, estamos nos referindo à prevenção terciária. Segundo Crespin et al (2008) as altas taxas de gravidez indesejada e precoce juntamente com a de aborto, mostram a frequência com que a atividade sexual desprotegida ocorre na adolescência e demonstram a necessidade urgente de ser criada uma política de prevenção séria, assistida e compromissada com a resolução do problema. Santos et al (2011) constatam que as estratégias com o objetivo de diminuir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis em adolescentes precisam abranger intervenções em todos o locais que os jovens frequentem, assim como, escolas, comunidade e serviços de saúde. Crespin et al (2008) assinala que a prática de uma atividade sexual segura e protegida vem com o amadurecimento, que envolve alguns fatores como o entendimento quanto aos riscos, que deve ser suficiente para gerar curiosidade e incentivar a procura pela informação e,finalmente, a adoção e/ou mudança de comportamento visando proteção. Afirma ainda que esse processo pode ser lento ou mais rápido dependendo das características 23

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