Cientificou, XXIV CONGRESSO BRASILEIRO DE SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA CLÍNICA TEMA CENTRAL: MARCADORES TUMORAIS

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1 XXIV CONGRESSO BRASILEIRO DE TEMA CENTRAL: MARCADORES TUMORAIS Cientificou, SÃO PAULO CENTRO DE CONVENÇÕES REBOUÇAS DE 10 A 13 DE DEZEMBRO/90 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PATOLOGIA CLÍNICA

2 'Pnêmi* Th. Çoté N. 13 Proteína C e Cirurgia da Hipertensão Portal na esquistossomose. N 14 Marcadores virais (virus B e virus C) da hepatite em uma unidade de transplante renal. N 23 Avaliação de testes para anticorpos HIV-1 e HIV-2 Elisa em doadores de baixo risco com resultados positivos para anticorpos HIV-1 Elisa e/ou Western Blot indeterminados. N 38 Mycoplasma pneumoniae: avaliação da reação imunoenzimatica (Elisa) em pacientes com pneumopatia infecciosa. N 54 Diagnóstico laboratorial de glomerulopatias. Observação: Não entraram em julgamento os trabalhos fora das normas estipuladas. i

3 Dia: 10 de dezembro - 2 a feira Horário: 14:30 às h Local: Sala Verde Resumos: 01 ao 07 Secretário SBPC Dr. Caio Mareio F. Mendes SENSItILJDADI DE CE»AI DC calooaõatiew ISOLADA» Dl ferreira Tflho.H.i Lis». W.F.i M MK> Dl III), Hmnitim. CM.?,: Hossi. r. amwvmiman act 'tnfcaotar oalooaaetiona «itlo fr» - ctõnãdoíco» infeeço*» arava» d* difícil tr«t taaantoj estando entre as 10 «ais frequents* bacte'rls» isoladas» nosso servi co. Estudas»» to capa» da P.aer inoaa e 41 eipas da A.oalooagatie 7 isoladas a partir da heaocuituras, de diferentes paciente» inte rnãdõ» no Hospital das Clinicas da T»n, no ano d* 1»M. Analisas»* a seitsi bilidada destas capa» franta aos seguintes antimicrobianosi Carbani -' cllinalcm), CeftriaxonMCRO), CefotexiawHCTxl, Cefeperazore (CM), CeftatidiMlCAC), IsiipenealINI), Ge*tes>lclna(ani), Aaicacina (AMI) e NetiliaicinatNETI. AatisUoTObiaao «de amlaltna**) Id CM 4t,t7 12,12 CPt S7.14 2,It CAI I),J]»7,tt CM> S,tO 5,1) CTX J.33 I.*J 6EN t2,]0 St.Si AMI J7.H 4J, tf NIT 4>,lt 7),ti IMI. 10,00 tj,j3 Tendo eu vista a alta parcentaee» de resistência destas bactérias, aa liantas»» a iaportlncia de sua rápida e correta identificação, a quê a analise do espectro de sensibilidade destas bactérias seja periódica ante revisada cada instituiçio hospitalar, facilitando assim a as rolha Mnlrii» An «ntlmierantam.aimuanta a* aauarita o «ntthinaraiu. ~ SENSIBILIDADE AOS ANTINICROBIANOS DE lit CCPAS DC IUPfcYloOOCCU» «a»«o» RESISTENTES A OXACILINA. ISOLADAS DE HtMOCULTURAS Manda». C. M.r.; Ro»ai. r. i rarreira riliio. H.i Liiaa. H. Sfphviococctt» «acao». coco» gr poiitivo» d* Fanili» Nioroco - CMMt, a cieapoito de outras espécies isoladas do huaaai, caracterixaae pela produção de coagula»». Este agente ê responsável por diversas infecções, seja» coamr.itiri** ou hospitalares, incluindo infecçoe» da pele e tecido celular subcutãneo, septicestias, endocarditas, pneuan - nias, infecções ôsteo-articulares e outras. Infecçoes graves por 8. aureus vinha» aumentando, e» awrbidade e anrtalidade, até a deacoberta da: penicilinaa se»is«intêticas resistentes à penicilinaae. Recentoiaente té» «urgido cêpaa resistentes ã eatas penicilinas, trazendo grande proble»a terapêutico. De 320 cepas de S.aureua. isoladas d«he nculturas. no período de julho de 19» a junho de l»»0, na seção de Nicrobioloqia do Hospital das Clinicas da ntusp, 19B (61,17%) «o«tr«- ra»-»e resistentes à oxacilina. Analisaaos a sensibilidade destas l«l cepas, frente à 9 antivicrobianos: Vancoaicina(VAM), Hetilaicina(NET), GentaaicmalGEN). AaicacinalAMIl, clinda»icina(cli), Sulfa/Triawto - pri»(sxti. Cloranrenicol(CLO). Eritro»icina(ERI) e laipenemlimi). Os resultados e» ordem decrescente de sensibilidade (ora» os seguintes i VANIlOO.OOt). (ieti«l.l%), IMin.H). CLII12.lt), SXTI«,«%). CLO(%6%). AMI( EBIH.5») e GEN(O.St). O awaento de cepas de S.aureus resistentes ã oxacilina, te» causado grande preocupação no»eio «Sdico, cibendo.portanto, às comissões de controle de infecôes hospitalares, elaboração de nedidas que vise» a»enixar o problema, coa u» rigido controle de prescrição, pois é auito baixa a percentage» de aensibili dade destas cepas ã outros antixticrobianos, restando, na aaioria das veies, apenas a Var.coaicina para o trataaento de infeccão graves por este aúcroraanianm.

4 RELAÇÃO ENTRE CONSUMO DE ANTIBIÓTICO E PADRÃO DE RESISTÊNCIA DA Serratia irceaceni. Mendes, C.M.F.; Levin. A.S.S.; Caiaffa filho,h. H.; Moriani. CR.; Rossi. F. i Oplustil. C.P.T.; Lima. M.P..-ginto S. A Serratia marccscen» ê freqüentemente isolada em casos de infec ção hospitalar e, devida a resistência que este microrganismo vem desenvolvendo, ã diversos antimicrobianos, análises temporárias da rela ção entre o uso de determinadas drogas e padrão de resistência podem fornecer subsídios importarte» para se estabelecer um programa de con trole do uso de antimicrobiatios adequados. Os autores analisam o padrão de sensibilidade de 709 amostras de S.aarceacens, isoladas de d_i ferentes materiais clínicos, frente à 4 cefalosporinas no período de 1987 ao ao semestre de Das 709 amostras, verificamos os seguintes percentuais de sensibilidade: 1987(n=181) 1988<n=264) 1989(n»192) 1990(n-72) Cefalotina 3% 1% 68% 66% Cefoxitina 60% 72% 0% 4% Cefotaxime 63% 50» 47% 36% Ceftriaxona 63% 54% 50% 34% Como observamos, nos anos 1987/1988, a sensibilidade da S.mar - oemcen» à cefalotina era quase nula e, com a introdução das novas cefalosporinas, como a cefoxitina, e a seguir a cefotaximeea ceftriaxona no Hospital a partir de 1985, houve uma mudança importante no pa - irão de sensibilidade deste microrganismo. Concluímos que, para evitar o aumento de bactérias gram negativas produtoras de Beta-lactamase in juzidas, a monitorização destes dados e sua análise, devem ser periodicamente publicadas em cada instituição hospitalar. ESTUDO DE ENTBROCOCOS RESISTENTES A ALTOS NlVEIS DE MtINO GLICOStDEOS. Mendes. C.M.r.. Calaffa filho. H.H.i 11»». M.P. i Roaal. r. tntarococcu» app. fonulnanta claaaifiçado como Streptococcus app pertencente ao grupo D da Lancefleld, alo freqüentemente isolados em infecçõe» hospitalarea. Daa 11 aspiciea raconhacldas, o l.faecalia a o S.faaciua, alo as duaa aspécias maia «requente» a de maior importância clinica. Para o tratamento da infecçsea «rave» por entarococoa, onda a acio bactaricida aa fax necessária, o uao combinado da aminoglicosldeoa a panicllina é clissico. Deade 1910, cipaa da enterococo» resistentes a altoa nlvaia de aminogli coaldeoa tim lavado ao insucesso terapêutico(high Laval Resistance - HLR). Para ae detectar a incidtncia daataa enterococo» HLR(EHLR) em noaao hoapital, actudamo» 73 cipaa isoladaa da heawculturaa de diferentaa paciente». * detecçio dos EHLR para qentamicinalhlkgie a aatraptomicinalrlrs), foi realitada pelo método da diluiçio em agar com concentraçsea de S00 mcg/ml a mcq/ml, reapectiva - mente. Daa 73 cípaa aatudadaa (*1 «.faaoalla. 11. ctui II. raffinosus). obtivemo» os saguihtas resultadosi I.faaoalia ln-»l) l.faacjy (n-u) HLRG JOTSTTTVJ 4 ](,3tl HLRS 20(32.7%) 3(27,21) HLRG * HLRS 14122,9%) 3(27,21) Para o».rafflnoa.ua nlo ia obaervou altoa nivals da rasistincia aoa aminoglicosldeoa teatados. Devida a alta incidincia da ei paa HLR em noaao estudo, torna-ae de fundamental importância a aps cação deata metodologia no aatudo dos enterococo» isoladoa em in-

5 DETECÇÃO Si. ÜHTEROCOCOS RESISTENTES A ALTOS NÍVEIS DE AMINO - GLICOStDEOS POR MÉTODO DE DIFUSÃO DE DISCO EM AGAR. Mendes, C.M.F.; Caiaffa filho. H.H.; Rossi. F.; Lima, M.P. Infecçoes graves causadas por enterococos resistentes à altos naveis de aminoglicosideos (High Level Resistance) têm sido frequen temente relatadas. A detecção destas cepas é extremamente importante para a escolha da terapêutica, pois o uso clássico de aminoglico sideo e penicilina para o tratamento destas infecçoes não será efetivo nestes casos. Estudamos 61 cepas de B.faecali» isolados num Pe riodo de 9 meses a partir de he.-noculturas, utilizando discos de papel de filtro, especialmente preparados, contendo 120 racg de gentamicina e 300 mcg de estreptomicina, uma vez que os discos tradicionalmente empregados na realização do antibiograma por difusão mostraram-se inadequados na detecção destas cepas HLR. Comparou-se então estes resultados com o método da diluição em agar contendo 500 mcg/ml e mcg/ml de gentamicina e.estreptomicina, respectiva - mente, verificando-se a seguinte correlação: Difusão de disco Diluição em agar HLR gentamicina 19(31,1%) 20(32,7%) HLR estreptomicinâ 24(39,3%) 20(32,7%) HLR gentamicina * 16(26,2%) 14(22,9%) HLR estreptomicina Tendo em vista a similaridade dos resultados obtidos e a maior facilidade da aplicação desta metodologia pela grande maioria dos laboratórios de microbiologia, trata-se de teste que pode ser utili zado rotineiramente na detecção destas cepas. ~ TRIAGEM DE INFECÇlO URINARIA POR UN NOVO NÍ10D0 SEM-AUIONATIÍADO. AVALlAÇtO PARCIAL OC NOSSOS RESUL- TADOS. Bossi. F^ j Honda. R.T. ; Andreaiii ; Cohn. CA. ; Sonoda. IL : Vilnona. H.E.C. ; Coscina, A.t. Durante o ni de teteabro de 1990, as aaostras de urina (jato aádio ) enviadas para cultura ao nosso Laboratório, Fera* prtviaatntt tmtadas no 8ac-l-Scrten (Vitik Sisttas), aparelha itii-auto«ati>ada que detecta a presença de bactérias e/ou leucócitos diritaaento da urina oa curto «spite de teapo (? oinutos por aaostra). 0» resultados das triagens Feita por este aparelho fora* caiparadoi coa as respectivas cultural realizadas pelo Mtodo tradicional, isto «. plaqutaitnte dt 0,001 «1 dt «rio* heaeoenijada»a alie adequado. Foraa processadas 307 urinas, tendo sido realiiado duas análises diferentes, a prieiira eeniideranéese cultura positiva contagens aaioris ou iguais a ufc/al e a stgundt censidtrande cultura positiva contagens aaiores ou iguais a ufc/al. Os resultados; obtidos foraa reiptctivaatntt: a) Positivos vordadairos (59), (6J), b) Falsos positivai (70), (13) c) Negativos verdadeiros (225),(H6). d) Falsos Negativos (3), (12), tendo sido nalwida a seguinte analiso: NA10R OU ISUAL MAIOR OU IGUAL ufc/al ufc/al SENSISUIOAOC 95,I6t «*,IU ÍSPtCIFICIOAOC 91.83» 9t,)n VALOR PREOIIIVO NEGATIVO 98.6K 94.7JX VALOR PRE0IT1V0 POSITIVO 74,6J* IJ.54X Uia analise final cai ua aaior núaero de aaoslras taabai corrolacíonadt a kacttriotcápua (trá Oportunamente publicado.

6 V FREQÜÊNCIA DE INFECÇÔES URINARIAS EM MULHERES POR BACTÉRIAS GRAM POSITIVAS. Mendes» Caio M.F.; Siqueira, Luiz F.G. e Francisco, Waldemar. As bactérias Gram positivas são responsáveis por grande número de infecçôes e seu papel como causadoras de infecções urinãrias necessita ser melhor documentado en nosso meio. De um total de 3400 culturas positivas de urina provenientes de pacientes do sexo feminino, realizadas de janeiro a julho de 1990 no Laboratório Fleury, 599 (17,62) eram representadas por bactérias Graa-positivas. A população feminina estudada foi dividida de acordo con a faixa etária, em dois grupos: até 12 anos de idade (grupo I) e acima de 12 anos de idade (grupo II). A distribuição das bactérias mais freqüentemente isoladas nos dois grupos foi a seguinte: Grupo I (46 casos) Enterococcus faecalis (23) Staphylococcus epidermidis (13) Staphylococcus aureus (7) Staphylococcus saprophyticus (2) Streptococcus grupo virldans (1) Grupo II (553 casos) Staphylococcus saprophyticus (211) Enterococcus faecalis (155) Staphylococciis epideraidis (71) Streptococcus agalactiae (70) Staphylococcus aureus (30) Come podemos observar, o E.faecalis e o S.saprophvticus têm importante papel na patoginese das infecções urinãrias no sexo feminino, sendo que o S.saprophvticus foi também a bactéria mais freqüentemente isolada em mulheres jovens.

7 Dia: 10 de dezembro - 2 a feira Horário: 14:30 às 15:45 h Local: Sala Havana Resumos: 08 ao 14 Secretário SBPC Dr. Durval Rosa Borges CEA NAS DOENÇAS INFLAMATÒfilAS 1OTL3TINAIS. Manouklan. N.; Blutn. V.F.; A^TÍTÍ.,.!.:.; Oliveira. P.; Ambrogini, O.; Melo, R.M.P,; Mlszputen, S.J. As doenças inflamatórias intestinais, colite ulcerativa e doença de Crohn vêm aumentando em incidência no país e no mundo, Com o advento de exames endoseópieos de rotina uma das complicações temidas, o câncer coloretal diminuiu nas últimas duas décadas de 2OX para 1*. 0 CEA (antigeno carcinoentoriônico) não é utilizado / como marcador precoce da doença maligna nestes doentes. Neste trabalho, o CEA foi determinado no soro de 23 doentes, 9 assintomáticos e / 14 em atividades, Dos 23 doentes, 17 tinham colite ulcerativa e 6 doença de Crohn <*> colon. Foi nosso,objetivo verificar se existe diferença entre os doentes com ou sem atividade clinica e/ou bioquímica da doença; e se estes doentes apresentem níveis séricos de CEA semelhante aos observados em doentes com tumores coloretaiü Observamos que 22/23 doentes apresentaram CEA Eng/ml (valor de referência O-Cnj/ ml para não fumantes e até 5ng/ml para fumantes) e que apenas 1 doente apresentou CEA entre f> e 10ng/ml. Não observamos diferença estatisticamente significante entre o CEA na doença ativa (x = 1, ) ou inativa (x = 1,02-1,37). Podemos concluir que o CEA não serve como marcador de atividade inflamatórla mas que em conjunto com avaliações endoscopicas poderá servir como marcador tumoral / desde que determinado periodicfwente. CEA NOS TUMORES COLORLTAIS E GÁSTRICOS - Manoukian, N.; Blum. V.F. 8 No Brasil, excluídos os tumores de pele, os tumores do aparelho digestivo sào_os mais freqüentes no homem, sendo os de estômago e coloretais os de maior incidência. Como a resposta ao tratamento depende principalmente do diagnóstico precoce seria ideal faze-lo no início da doença. Através da técnica de produção de anticor pos monoclonals tomou-se possível determinar sericamente antígenos presentes nã célula tumoral. Neste trabalho determinamos o CEA (antigeno carcincentoriônico) em 34 doentes com adenocarclnomas do aparelho digestivo, sendo 25 tumores coloretais (TCR), 9 tumores gástricos (TG). Dos 25 coloretais, 1) apresentavam-se em estádio B ou C de Du- Ues e 14 no estádio D. Dos 9 tumores gástricos, S deles já apresentavam metastaees. Observamos que o CEA alterou-se em J9/25 dos TCR (valor de referência: 0-5ng/ml), principalmente nos estádios avançados (12/14) e em S/9 dos TG, sendo também mais freqüente nos estádios mais avançados (4/5). Os resultados mostram que a sensibili dade do CEA foi de 78* nos TCR e de SS* nos TC, incluindo os estádios avançados. ~ As médias observadas entre os grupos com doença nos estádios iniciais (EI) e avançados (EA) foram estatisticamente diferentes, tanto nos TCR como nos TG, EI EA ( x - s) (x Í s) t TCR TG 8.3±7 3Í5, ^179 61* 32 3,12» 3.38» Excluindo-se esses doentes, em fase Ja avançada, portanto Ja com tumor palpável, o CEA alterou-se em 63% dos TCR e em 44X dos TG. Esses resultados evidenciam que o CEA é um exame que deve ser realizado nos doentes com suspeita de tumor, mas que valores normais não afastam o seu diagnóstico.

8 10 ikiocaco M c«i'ios>omoiuii ca»aosr oe ftíes cmritots «o I.«8OIÓ«IO oc paroiocu CL ÍKICA DO HOSMTtl ISMEUM «Mil fusici». «ossi. ^ ; Honda.»Jf. : «ndrmti. OJj. ; Conn. C.i. ; Swda. «^ ; >il»t»a.».{.c. ; C»»cin». «.t. Cript*»ptridiost hwana vta stdo dtscrita dtsdt 197ft, atingindo principalatntt pacitntts iaunodtpri- 9/M sa tafacta* eaa a crtptasaaritfua a^rtitntaa taisadias agudas, ^tralatatt auituaitados dt 4iarr«ia itaalaaatts a Quadros dt aâ aasorfão, sta auc* tu sangtit. ftajalisaaas at rasaltadai das ptsa.uisai tsptcificas para Criptosptridiua, nas ftjts, atravts do attodo «a «yniw-utdincado, durautt U atsts (01/19 a 06/90) tn»iadas ao nosso laboratório.» distribuição tat 176 aaostras. 4a diftrtntts pacitntts foi ftita dt acorda caa a prtctdtncia do ptdido: ClfalC» ««OSIRIS t«vl»o»s UOSTMS KSIIIIIS ( rtcodtocia) K> 76) cvmuits in stun. VII -» MOUtHU SKIM. HTCIM» s? 30 Ot 2* (««.I») It (53,3X1 0) 07,»)?t (53.3*) 17 (<.?.2X) 36 0 ptrcmtual d«pa>iti>idadt foi n Mdia.9.On. 4 ptrfiatria 5«cia2 rtfltt* uaa ««ptilafã* d«crianfai dt ttiao fl!»tj tcontaico co* altos niutis dt 4t»utri(ão. A idadt atdia dal crianças toa rtsultad* ptsitivo fti dt 0? anos. O grupo rtfvrtntt a CnF*r Uri«incluiu pacitnttt dt «arias clinicas. A ocor-rtncia dt cripttsperidiost dtntro do aibttntr aotpitalar dt»t sir constanttitntt aonitoriiada uaa >ti qut tstt prttoioirio aostra-st titrttattntt rtsisfetntt aos dtsinfttantts aais ctauatntt utilizados. 11 ENTEROPARAS ITOS ES EM PACIENTES COM SÍNDROME DE UÍU7ÍODEPICIÊNCIA ADQUIRIDA (SIDA/AXDS) PACIULLO.E.M.P.A.A. ;SILVA,R.S.C. jcastiiho.v.l.p. ;AHDRI0L0.A, ;SUI2ELI' WI.E. ;HASCIMSrfTO,E.«..TOKUÍI.S.M. ;SAHT0,D.V.E.; JORGE,R.E. ;faria.v,a. Foram levantados exames parasitológicos de fezes realizados na Seção de Paxasitologia do laboratório Central do Hospital das Clínicas da faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em julho,agosto e 3etembro de 1990 pelos métodoa de Faust e cols., Rugai e Hoffman,Pons e Janer.De8tes,l87(l,6#) eram de pacientes com SIDA. A coloração de Kinyoun para pesquisa de Cryptoaporidium e Isospora foi realizada em 59 amostras. Das 187 amostras,66(35,2#) foram positivas,sendo que 144(77,05») eram pacientes do sexo-masculino e 38(20,3^) do 3exo feminino.os pacientes menores que dez anos perfizeram um total de 7(3»7#) e os maiores que dez anos 167(89,-3#). Os enteroparasitas mais encontrados foram:ascari3 lumbricoides 4(2,1 ^);Anciloatomídeos 5(2.7#);Trichocephalua trichiurus 5(2,7g) Schistosoma mansoni 5(g,7? (, T s )THymenolepis nana l(0.5^);enterobius venaicularib l(0.5 ):Strongyloidea ) atercoralia ( lamblia 5(2.7^)iEntamoeba nietolytica 5(2,7^)iEntaaoeba coli 16(8,6^ hendolimax nana 22(11.8^);Iodamoeba bfltschlii 2(l.l^)ilao8pora 4( 2,1!?);Cryptoapoi-idiua 9(4,8^). 10

9 ,GT NA HEPATOPATIA ESQUISTOSSOMOTICA: TESTE DO ETANOL. R.D.MARTINS; D.R.BORGES Esquistossomose e alcoolismo, de alta prevalência no Brasil, são causas de elevação da gama-glutamiltransferase sirica (,GT). Com o objetivo de estudar o mecanismo desta elevação na hepatopatia esquistossomõtica a enzima foi dosada em 76 adultos do sexo masculino, não fumantes, não alcoólatras, não portadores do HBV e que nào faziam uso de drogas: 30 voluntários sadios (grupo controle) e 46 portadores da forma hepato-intestinal da parasitose (grupo Hl). A YGT foi < 25 U/L nos 30 volgntiriose em 35 dos doentes. Teste de estimulo com etanol (dosagem da YGT antes e 24 h apôs ingestão de lg/kg de etanol, com controle da etanolemia) foi realizado em 7 doentes HI com YGT normal (< 25 U/L) e em 7 com YGT elevada (> 25 U/L). A Tabela mostra que a enzima não se elevou a?õs o estimulo em nenhum destes dois sub-grupos, contrariamente ao que ocorre na hepatopatia alcóolica. Este resultado sugere que são diferentes os mecanismos responsáveis pela elevação da YGT sérica na esquistossomose e no alcoolismo. \^T(UA) basal após etanol 11 1" pareado grupo HTV^ YGT normal YGT elevada P > C.05 P > 0,05 13 PROTEÍNA C e CIRURGIA DA HIPERTENSÃO PORTAL NA ESQUISTOSSOMOSE D.R.BORGES; C.F.TOLEDO; M.KOUYOUHOJIAN A proteína C (PC), do sistema plasmático da anticoagulacão, pode estar diminuída em portadores da forma hepatoesplênica da esquistossomose (EHE), o que constitui fator de risco trombõtico. Para avaliar o efeito de cirurgia da hipertensão portal (HP) sobre a PC determinamo-la (teste imunoenzimãtico, Boehringer Mannheim Diagnostica) em 9 portadores da EHE antes e, em 5 deles, 6 dias após cirurgia de Uarren (que inclui a esplenectomia). Como controle estudamos 11 doadores sadios de sangue e 8 indivíduos eletivamente submetidos ã colecistectomía. Os 28 indivíduos estudados eram HBsAg-negativos, não alcoólatras e não transfundidos. A concentração pi asmati ca média da PC nos sadios ( U/ml) não diferiu das médias obtidas no pré (1.W0.1 U/ml) e no 69 dia pos-operatõrio ( U/ml) dos colecistectomizados. Por outro lado» média do grupo EHE ( U7ml) foi inferior (p<0.01) ã dos grupos-controle. Em nenhum dos 19 controles a PC foi inferior a 0.6 U/ml, o que ocorreu em 33% dos EHE, diminuição esta acompanhada de hipoalbuminemia. Assim como a colecistectomía, a cirurgia de HP nao alterou a PC; doentes do grupo EHE COM PC diminuída (<0.6 U/ml) no pré-operatõrio não a tiveram normalizada no pós-operatório. Os resultados evidenciam que atos cirúrgicos, per se, nio modificam a concentração plasmãtica da PC e sugerem que nível plasmático diminuído desta proteína reflete síntese hepática insuficiente e não consumo crônico. Consumo crônico, como no caso da protrombina, pode, na EHE, ser corrigido pela esplenectomia.

10 ía MARCADORES VIRAIS (VlRUS B E VIRUS C) UA HEPATITE EM UMA UNIDADE DE TRANSPLANTE RENAL. J.A. Sturm, C.F.A. Pereira, J.H.R. Suassuna, J.F. Nogueira-Neto, V.I. Lobão, Claudia J.B.P. Coelho, C. Laurla. Lab. Central e Lab. Imunologia, DPL, Serviço de Nefrologia, DMI. HUPE-FCM-UERJ. Estudamos os marcadores virais para o vírus B e o vírus C (anti-hcv) em 81 pacientes transplantados renais (HBsAg) e 63 indivíduos da equipe de saúde (anti- -HBcAg). Dos 81 pacientes, 42 (51,8Z) tiveram ou têm hepatite a vírus (HBsAg+- 9_(21,4X); anti-hcv (45,2%); ambos - 2 (4,8*); anti-hcvl - 1 (2,41)), 30 não apresentaram sinais clínicos e laboratoriais de hepatite (anti-hcv+ 1 (3,32); anti-hcvl 2 (6.7X)) e nove não puderam ser classificados clínica ou laboratorialmente quanto a hepatite (anti-hcv+» 2 (22,2Z); anti-hcvl - 2 (22,2Z)). A presença de hepatite e de seus marcadores (HBsAg e anti-hcv) corr lacionou-se positivamente com o tempo de Ucmodiálise e o número de transfusões. O anti-hcv foi capas de classificar 19 (61,3Z) dos 31 pacientes com hepatite NANB e pelo menos 2(22,22) dos pacientes não classificados quanto a hepatite. 0 anti-hcv foi mais freqllente nos pacientes com hepatite em atividade do que os com hepatite resolvida, e nos com hepatite crônica do que os com hepatite aguda. Dos 63 indivíduos da equipe de saúde, 17 (27Z) foraa positivos para anti-hbcag e nenhum para anti-hcv. A idade e principalmente o tempo de trabalho correlacionaram-se positivamente com a presença do anti-hbcag. Um indivíduo da equipe de saúde, portador de uma hepatite NANB aguda, foi incor-luslvo (anti-hcvl) para hepatite C. 12

11 Dia 11 de dezembro - 3 a feira Horário: 14:30 às 15:45 h Local: Sala Verde Resumos: 15 ao 21 Secretário SBPC Tânia L R. Martinez 16 "ESTUDO DO TMGUCBRIDU t AC IDO 0RICO Dl! ) IDOSOS* Candoroolg.H.S. /Wartinai.T.I..». i»lwti»,l.i.s. inalo».* ill arcfc.l.f.i careta.j.t. i>rataa.a.»»antoa.r.ll.o. il».isuatovlck.p"â. Noa aatudoa da FraalnghM, 'o nival aérieo «lavado da ácido úrieo aprt antou correlaçio coa conhaeidoa fatores da risco cardiovaaru'.ares ' coaoi Hipartancio Arterial,Obesidade a alterações dos liplder *las»eticos.aas nío conatitui fator da riaco independente.head 11*721. Yeno 1 (1*72)«deaonstraraa qua a aasociacio da hiperuriceaia ceai aataa fatora i casual.talves ralacionad» a idada.da fato AkitukiU>l2)deaons trou alta prevalancia da hiperuriceaia a* idosoa.coai objattvo da avaliar ralaçlo antra hiperuriceaia hipertriglicerideaia fora* anali aadoa o ácido úrico a trigllceridee plaeaiticos aa 2(1 idosos coa sadia da *S+/-7 anos. TB triglicéride* ácido úrico lérlcof fora» dosados per técnicas anil mtfticas ap6s Khoraa da jajum.a «adia da icido úrico ancontrada foi T S.0-v/-l,7i»9/dl fm hoaana a 5,J+/-1,li»j/dl as anilhara*.apanaa St doa individugs aprasantava» trigliciridas superioras a 2$awg/dl s«sdo qua 5»% daataa* t«mba» apraaantarau hiparuricamla. Ho grupo da indlviduoa ' cosi hipertriglicaridaaia a hiparurleamia a aidia da icido úrico plaa' itico daa «ulhara* foi da «,* /-l,7»9/dl a a dos hoaans foi da í,0* /-Ü7i»a/dl. Somanta a madia da icido úrico das Milhara* aostrou-sa alavada tomn' do COMO normais os valoras da 5,Sag/dl para aulharaa a. 7,0 ag/dl para hoaana. Esta trabalho aati aando coaplatado coa inclusão da aais ita f$ tor na analisa da aasociaçoas para cálculo* de risco, qua i o da con ca,nt'racao, no aesao grupo populacional, da HDL colestarol. 15 "ESTUDO DO PERFIL LIPIDICO, COLESTEROL h GORDURA SATURADA DA DIETA D a 19 IDOSOS". Cendoroqlo.M.S. ;Ma.rtine».T.L.R. ;Tudisco.E.S. :S«nches,A. ;Naj,M.S.) Yto.W.A.R.;Prates.A.;Santo»,F.R.G.;Rioo».L.R. Com o intuito de avaliar a relação entre *m quantidade» de colesterol e de gordura saturada ingeridos na dieta e os níveis de trigliceri deos e colesterol sêricos, avaliamos 58 homens e 61 mulheres idosas com idade média de 67,8 +/- 6,3 anos. Os indivíduos foram selecionados da população geral de-idosos da cidade de São Paulo através do Censo. Foram dosados triglicérides, colesterol total e frações após 12 a 14 horas de jejum nor técnicas enzimáticas automatizadas. A avaliação nutricional inclui estudo da massa corpõrea e inquérito alimen tar de um dia. O teor de gordura saturada da dieta foi estimado pelo questionário de fatores de risco preconizado pe!t A.H.A. e o c-olt>ht<>rol através do inquérito alimentar nutricional. Os rc-aultadoa lnu«analisados por média, desvio padrão e mediana. Dos 1)9 idosos 29» - ram obesos e 22» apresentavam sobrepeso. A média de colesterol aérico encontrada foi de 245 +/- 53 mg/dl; X9\ dos idosos apresentaram triglicérides 200 mg/dl; 36% com LDL-col 160 mg/dl e 41% com HDL-col baixo. A mediana de colesterol da dieta foi de 161 mg/dl (7 a 1177mg/ dl); 24% dos indivíduos ingeriam mais que 300 mg/dl de colesterol/dia e 26% ingeriam quantidade de gordura saturada estimada como igual ou superior a 30C mg. Dos 65% de indivíduos que apresentaram colesterol sérico superior a 200 mg/dl, 14% ingeriram mais que 300 mg/dl de colesterol/dia e 16% mais qu» 300 mg de gordura «aturada por dia, sugerindo uma interpretação na linha de definição de grupo populacional je hábitos alimentar*» moderados quanto à ingestão d* gorduras. 13

12 7 PERFIL UFO E AFOPRDTE1COEM CRIANÇAS DA TRIBO TXUCNBMWE AZEVH». B.Al BARU2ZI. W.G. i BARBOS. S.B.H.; PINTO. l.e.s.a.; SILVA. R.C. I *KU>. R.S.; FEDES. H.C.; ÇAZZO- LATO. G. e MARTINEZ. T.L.R. Os autores estudara» o* valores de colesterol, triglicerióeos, apoproteina A, apoprotein* AI. apcproteina B e lipoprotein* lf>ia) aw 9 crianças da tribo txucarraiâe (Brasil Central). ca» idade «adia de 9,8 anos II anos 11 «esm - 13 anos 6 Mtses).' O colesterol c oa triglicerideos fora* linamirn por técnica ensisãtica rota»tiuda' no aparelho ABA VP, as apopxoteinas A.Al «B por iaunodifusão radial a 1*>UI por' nefeloaetria. Os resultados sadios (ng/dll, desvios-padràb e intervalos de variação respectivamente a cada variável, foro* : : OQUSISROL 11» I 22 ; 87-15» TRIGUCtRIDBS 114 I AfWRDTEHW A APOPKHEIW AI APOMOreiNA B : 220 : 114 I ; : 101 i J i LIFOWDTEINA Lp(a): 47; 23 ; Os [ni iliim : colesterol, triglicérides e apoproteinas não teu, até o mgnento, grupo de oiaparação para a» faixa etária, no nosso meio. Na literatura interra cional esses valores são conoordantes can os de alguma publicações isoladas anericanas, européias e japonesas. 0 fato que mi* chanu atenção foi o de que a lf>(al a preaentou valores aaioras i]ae SOBgAU.cajuo nossa população adulta «Htoulatorial, onde a sadia é de Os resultados sao avaliados o» terms de nível de avaliação de risco ateroginico. tanto para os lipidios com para» apoproteinas, ' quando "Tuprtrfrir aos valores de referencia epidaniologii.an.ntc recawndãveis. 18 EFEITO IX CAMPANHAS IS QXJCKCXO SOBHE HIPJDCO'ESTOCLIMIA NOS VALORf: OBTIDO? H>1 LABO RKI6R10 DE GRANDE PORTE. HMOTMEZ. T.L.R.; BltJWCK, Z.F.; BARBOSf., -^.A.; PINTO, L.E. 3.A.; SILVA, R.C: BONIFACIO, S.F ; PEREZ. M.C. e MMJJIAK, S. ~> sepoz de lápides do Laboratório Ccmtral, sede deste protocolo, realiza cerca de.i.ooo dosaqens mensais de colesterol total, trigl^cérídes e frações do colesterol. In ieressou-nos saber, nessa população que procurou atendimento nos últiraos b anos, dentro de que faixas de referência e de risco se encontram com relação aos diferentes pa rsmetros. As dosagens são todas feitas automatizadas no aparelho ABA-VP por métodos T Hv.unàticos, sendo o HDL dosado põe precipitação por sulfato de dextran e o LDL calcu iaito pela fórmula de Friedewald. Assim, encontramos respectivamente de 1986 a 1990, ~ paga o colesterol total (mo/dl) 46% e 401 com valores até 200; 621 e 581 até 220; 75%' a C9% até 240; 85% e 80% até 260 e 14% e 20% de resultados acima deste valor. Cem re- JLação aos trigliceridios (mg/dl), tivemos 55% e 34% até 150; 71% e 54% até 200; 8 U e 72% até'250; 88% e 861 até 300 e 12% acime deste valor. A fração LDL colesterol (mg/dl Tostrou 41.5% e 33% até 120; 60% e 52% atf 140; 72% e 71% até 160; US. e 811 até 180; e 17% acima deste resulcaóc. Já para o HD. colesterol - Homens : 17.5i a 19.5* até ' 25; 28% e 33% até 30; 47% t 40% até 35; 62i a 63% até 40; 76> e 80% até 45; 3% e 881 até 50 e 17% acura deste vaior. Mulheres : 10V e 12% até 25; 19 e 22% até 30; i6i e m até 35; '56% e 54% até 40; 69* e 67t até 45; 79* e 76t até 50 a 2\\ e 24V acune ' úerte vali r. A evolução dos perfis nestes cinco aiios apreser.cou terviêncis a discrimir~4ar valore^ Je maior risco para coronariopetia obstrutive, em oposiv^c às estatisti-' uas de diminuição por mortalidade cardiovascular, n* cidade de São fauic. A hipótese' aventada é a de que esteja havendo naior grau de conscientização, tanto na população' médica quanto na leiga, da iiifx>rcãrr:ia de se detectar os perfis lipiãicos, tsr> especiial nos porhaíores de história familiar ou outros íatores áe risce para a msr.b patc- loqia. 14

13 \. 1Q ANAUSE DA EFICIÊNCIA DE CONTROLE DA HIPEPCOU5TEHOLEMIA EM AMBULATÓRIO ESPECIALIZA- DO. MARTINEZ. T.L.B.; CENDORDGLO. M.S.; MELO. R.S.; BISMARCK. Z.F.; BARBOSA, L.A. e rmro. L.E.S.A. Os autores relata» sua experiência de dois anos em intervenção sobre hipercolestero- Isn* nós pacientes que sao encaminhados das diferentes clinicas para o ambulatório' de dislipidemias. Num primeiro memento é feita a.confirmação de valor de colesterol superior a 200 mg/dl, ban caio a investigação de causas secundárias. Una vez definida a hipercolesterolemia no indivíduo adulto, segundo as normas do último Consenso da Sociedade Americana de Cardiologia (MA), tem inicio a orientação. Esta se baseii na coreção dos fatores de risco, cano, por exemplo o hábito de fumar e a vida sedenti ria. enfatizando sobremaneira a dieta pobre em colesterol e em gorduras saturadas, "* também conforme tw.c inrtaiõt padronisadas no mesmo consenso. A populagão atendida nt referido ambulatório é adulta, sendo constituída por 37» de pacientes do sexo masculi no e «3% do femiiunu. 0= níveis de colesterol inicial de até 300 mg/dl ocorrem em ~* 70.5% dos pacientes, sendo, portanto, 2?.5» ou indivíduos et» colesterol superior a 300 mg/dl. A orientação dietetica respondeu por U M nocralisacão dos valores em 19% ' dos portadores ds njveis de até 300 «g/dl. Nos pacientes que reagiram ban a dieta e tingiram os níveis preconizados,a redução média foi de 19 «g/%, sendo que, nos que ' apresentara*'boa aderência e não normalizara» seu perfil, a mesma foi de 16 mg/t. A intervenção medicamentosa foi indicada, a par da dieta, cm 86,6% doa casos. Foram selecionados para este estudo, os que foram tratados com "fibratos" (bexafibrato ou ge» fibrottu ou inibidores da WQDoA redutase (lovastatina)j a correção para valores "ideais* foi ottida em 66.6% dos cuos, cem umm redução média de colesterol de 22 mg/%, partir de xm valor médio de colestenu de 340 mg/%. COR este esquema 57,6% (dos 86, 6% inicias) fora» equilibrados. Há ainda 29% de pacientes nos quais estão sendo tenta das medidas mais drásticas, COMO dieta vegetariana e combinação de mais que vn medica santo.* 20 CINETICA PLASHÀT1CA W. EMULSOES RICAS EM TRILXICERÍD1OS NO JCJUN E APÔS DIETA-TESTE EM INÜIVtOUOS NORMA- IS E ÜfSLlPIDÍWCOS. FERES. M.C.; VINAGRE. C.G.i GlANMHt. S.P. ; PIUECI, F.; CESAR. T.M.; MAHTINIZ, T. L.R. «HARAMHÂO. R.C. GRUPOS NORMAIS en jejun (n-5) HCO em jejum (n-3> H.H. «m jejum <n-}> q Taxa Fraclonal de remoção <«ln"') (TTR> EC 0,045 0,030 0,0*0 0,030 0, ,010 TC 0,200 «0,090* 0,070 0,050 0, ,0)0 NORMAIS apôs eheta-teste (n«l> 0,025 0,006 0,lS0 * 0,090* HCO após dleta-teste (n-fc> 0, ,003-0, H.H, misto tn-4) 0, t0O2* 0,010 0t00«* d If «rent a sitcnlflcante (mêtodü dos arranjos multiples oe DilNCAK) Apôs dleta-ieste, a leu dos HCO os H.H. misto apresentaram \mm remoção de qullomfcrons bem mais lenta quando «omparadas com.os Indivíduos normais tanto para EC quanto para os TC, Em jejum, os qullomfcrnns artificiais sao removidos da circulação de maneira eficiente nos HCO e H.H. misto,,em relação ao EC, mas remt>v«ram mala lentamente os ífi guando comparada com os NL, 15

14 2] ATIVIDADE DAS PROTEÍNAS DE TRANSFERENCIA DE LIPlDIOS, LIPASE LIPOPROTEICA E LECITI- NA COLESTEBOL ACIL-TRANSFERASE SOBRE EMULSOES RICAS EM TRIGLICERIDIOS "IN VITRO". SILVA, R.C.; GIANOTNI. S.D.; MARTINEZ. T.L.R. e MARANHÃO, R.C. Enulsões lipidicas constituídas de 69% de trioleina, 6% de colesterol oleato, 23% ' de colesterol, foram utilizados para medir "in vitro" a atividade de proteínas de ' transferência de lipidios(ptl), lipase lipoprotéica(llp) e lecitina colesterol aciltransf erase(lcat). Neste estudo foram utilizadas amostras de soro obtidas apôs jejun de 12 hs e antes, e 10' após administração de 750 IM. de heparina. As amostras foram incubadas can enulsões marcadas em fosfolipídios, ésteres de colesterol, triqliceridios e colesterol livre em períodos que variam de 15' ã 3 hs. A hidrólise ' dos trigliceridios das enulsões, nas incubações com soro prê-heparina aos 15* foi ' de 3,2% e apôs 3 hs de 3,5%. Nas incubações com amostras de soro pós-heparina alipó lise aos 15' foi de 17,5% atingindo 59,6% ao final das 3 hs. A esterificacão do colesterol livre das enulsões no incubato can soro pré-heparina foi de 2% aos 15' e ' 7,7% no final das 3 hs. Nas incubações can soro pós-heparina verificou-se que a esterificacão aos 15' foi de 3,7% atingindo 11,0% no tempo de 3 hs. A transferência ' trigliceridios das onulsões para as frações de LDL «= HDL plasmáticos foi cerca 7%, semelhante nqs tempos 15', 1 h e 2 hs. A transferência de ésteres de colesterol das smulsões para as frações LDL e HDL, não apresentou modificações apôs o tratamento ' dos participantes do estudo com heparina. A transferência de fosfolipídios, nas mes-.nas condições, apresentou-se aumentada para ambas as frações (LDL e HDD. Concluímos ser o modelo de enulsões artificiais ricas em trigliceridios perfeitamente apropriado para medir a atividade das lipase lipoprotéica, lecitina colesterol ' acil-transferase e proteína de transferência de fosfolipídios e ésteres de coleste- 16

15 Dia 11 de dezembro - 3 a feira Horário: 14:30 às 15:45 h Local: Saia Havana Resumos: 22 ao 28 Secretário SBPC Or. Mario E. Camargo 23 AVAiIAÇAO DE TESTES PARA ANTICORPOS HIV-1 E HIV-2 ELISA EM DOADORES 3E BAIXO RISCO COM RESULTADOS POSITIVOS PARA ANTICORPOS HIV-1 ELlSf E/OU WESTERN BLÜ1 INÜETERMINAOOS. G.ALBUQUERQUE, M.L.SILVEIRA, V.CAR- Í^-LÜP M'-Jlf^!-!l- 0 _ R 5í s ' M.G.MADUELL, M,5.FERNANOES, T.C.SRTRA" Analisamos 76 doadores para anticorpos HIV-1 e HIV-2 ELISA doí Laboratórios Pharmacia e Poche, com amostras selecionadas segundo c possibilidade de reações cruzadas com anticorpos HIV-1 atribuíveis a anticorpos ou outras retroviroses humanas inespeclficas, como HTL V-l ou HIV-2. Um grupo de baixo risco apra a infecçjío HIV constou de 3C (39,47fc) doadores com testes imunoenzimáticos lepetidamente positivos (Absorbance/cut-off > 1-3), dos quais, 13 com testes Western blot indeterminados. Outro de 16(21,06%) doadores, com a relação absorbance/cut-of f - 0,6 1, com resultados indeterminados nos testes Wes tern blot. Em ambos, os testes Western Blot Dupont apresentaram reatividade nas seguintes rrações:p24(7), gp4k2), p5kd, p55(d, gpl60(5), p24. gpl60(5), gpal. p51(o. p51. p55(2 > i,gp'2o. gp160{3). p17. p55. gpl60(l), P24. p55. gpi60.(2), p55. gp 120. gp 160.(1). Um terceiro grupo de 30(39,47*) doadores, alto risco, com testes positivos para anticorpos Hiv-1 e Western Blot. Os 46(60,53X) doadores de baixo risco tiveram os seguintes resultados para anticorpos HIV-1 e HIV-2: 46 negativos nos testes Pharmacia e 6 apresentando positividade nos testes Roche, sendo que 5 apresentaram reatividade somente para a fraçso p24 e 1 para p24.gpi60. Constatou-se positividade no testes para anticorpos HIV-1 e Hiv-2 em todos doadores de risco. 0 estudo demonstra?lta sensibilidade dos testes Abbott na população de baixo risco abo dada. CITONEGALOVlRUS: ISOLAMENTO DO AGENTE EM LEITE MATERNO E SOROLOGIA POR IMUNOFLUORESCtNCIA INDIRETA E ELISA, Vila» Boas, L.5. ; Pannuti, CS.; Sumita. L.W.; Fink, M.C.O.S. «Godoy, C.V.F. O citomeealovlrus (CMV) é transmitido por diversas vias, inclusi ve através do leite materno, de acordo con publicações recentes nõ" exterior. O objetivo do presente trabalho a coaprovação, em nosso meio. de transmissão deste agente por tal mecanismo, Para tanto foi pesquisada presença do vírus, por método de isolamento em culturas celulares de fibroblastos humanos, em S3 puerperas provenientes do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da USP. A pesquisa de CMV foi realizada em 57 amostras de leite e 26 de colostro. A presença de anticorpos séricos IgG foi verificada por RIFI e ELISA e anticorpos de classe IgM por RIFI. Em W/57 (29,RZ) das amostras de leite foi isolado CMV, sen deterçaõ de vírus no colostro.as dosagens de xnrieorpos específicos de classe IgG por RIFI e EITSA foram positivas respectivamente em 97,27 e 100?, com boa concordância pelas duas técnicas utilizadas. Em apenas 2 casos de pacientes com isolamentos positivos para vírus foi comprovada a presença de anticorpos séricos da classe IRM. Era concordância com a literatura internacional, foi comprovada, em nosso meio, presença do citomegalovírus no leite materno (29,81 das amostras estudadas). As reações sorolõgicas de IFI e ELISA _»- present aram-se satisfatórias quanto ã execução prática e concordincia de resultados.

16 24 REAÇÃO DE AGLUTINAÇÃO DE PARTÍCULAS DE GELATINA CCMD TESTE DE TRIAGEM PARA ANTICOR POS ANTI-MIV-1. COVAKAÇÍO CO» TESTES ELISA E «STERN BLOT Alves, F.C.T.; Takei, K.; Pinto R.M.C.; Baptista, M.A. O teste de aglutinação de partículas de gelatina (PA) (Fujlrebio Inc/AmcB Co.) foi avaliado como técnica alternativa para a triagem de anticorpos antl-vln» imunodcficiência hunana (HIV-l). Consiste em una técnica de aglutinação onde as a «ostras são colocadas cm presença de partículas de gelatina sensibilizadas com U~ itdo purificado de células infectadas por HIV-l. É realizado em uma única etapa, em placas de microtitu]ação, com leitura do resultado em 1 hora, sef ndo padrão de sedimrntaçào. Foram testados 537 soros de pacientes e doadores de sangue de Hospl tal do Servidor Público Estadual de São Paulo pelo PA e paralelamente por ELISA dê 1» geração (ELISA-1») (Inst.Behring) e por ELISA-2* geração <ELISA-2O0ttott L*.), Destes, 106 amostras foram também ensaiadas pelo teste Western Blot (WB) (Du Pont Co.) tomadas aqui como de referência, adotando-se como critério de interpretação e recomendado pela CDC (EVA). Os indices relativos de sensibilidade (sens.), especificidade (esp.), eficiência (rf.), valor preditivo de positivd(vp+) e de negativo (Vp-) c índices Kappa estão expressos na tabela abaixo: TESTES Sens. ESD. Ef. VD+ VD- IJ(a PÃ 1,0000( ,0000) 0,9803(0,8768-0,9965) 0,9906 0,9815 0,9804 0,5 ELISA 1» 0,9814(0,9023-0,9967) 0,9803( ,9965) 0,9900 0,9642 0,9615 0,9619 ELISA 2» 1,0000( ,0000) 0,9607( ,9892) C , O teste PA forneceu resultados concordantes ao ELISA-1* e ELISA-2* com Índices Kappa respectivamente de 0,9926 e 0,9888, considerados como quase perfeito. Os reaultacos por nos observados demonstraram ser o PA altamente eficiente na triagem de anticorpos anti-hiv-l, apresentando ainda vantagens de ser de fácil exe cução c pratico tanto para grandes rotinas como para ensaios individuals. ~ da 25 ANÁLISE DE SOROS DE PACIENTES COM LEISrMANIOSE CUTÂNEA FRENTE A LIPOPOLISSACÁRIDE (LPS) DE SUPERFÍCIE DE IIMMKBa* OUSEI. Goldberg. S.S. 1, SUva-Perelra, A.A. 2, Mlchallck, M.S.M. 3, Correa-OUvelra, R., Nunes, R.MTBJ 4, Cancarto. J.R. a. Departa mentos de Microbiologla 1, Bioquímica e Imunologla^ e Paras ltolofcla^tlcb-ufwg; Cen tro de Pesquisas René Rachou 4 (FIOCRUZ); Faculdade de Medicina, UFWG 5. Temos usado LPS de superfície de eplmastlgotas de cultura de cepa Y de T. CIUEI para detectar anticorpos específicos em soros chagasleos humanos pela técnl ca de ELISA. Mostramos que anticorpos anti-lps foram facilmente detectados em so^ ros de 41 pacientes, apresentando títulos máximos na diluição 1:1280 (XXII Congresso Brasileiro de Patologia Clínica, 1988). 0 objetivo deste trabalho foi verl^ ficar se LPS de T, enad. é reconhecido por anticorpos em soros de 30 pacientes com lelsnmanlose cutânea. Todos os soros foram previamente submetidos ao teste de Imunofluorescêncla indireta. A técnica de ELISA, usada para detectar reatlvldade cruzada entre anticorpos presentes nos soros humanos e LPS de T. oust, foi real_i zada com os soros na diluição 1:10. Não se conseguiu detectar níveis de antteor pos anti-lps de T. cnsi nos 30 pacientes com lelsnmanlose cutânea. Isso nos leva a concluir que LPS de T. enati é específico, uma vez que anticorpos contra Lei nla bmll iemls não reconheceram esse antígeno. Apoio: FINEP, CNPq 18

17 .js»t*s»ai " P R E V A L Ê N C I A D A S R E A Ç Õ E S S O R O L O & '. C A S E D D O A D O R E S D E S A N G U E C O K I I «H O 5 D E I J A O E " G u e r r a, C. C. C. ; R o s e n f e l d. L. G. W. ; C a v a g n o l i. K. S. ; K u a b a r a, R. A. ; l a» a ) a i a, R. I. ; R a a o s. W. V. A. ; l / a r a n d a s, H Os autores estudara» a p r e v a l ê n c i a d a s r e a ç õ e s sor i l t g i c a t p a r a S í f i tis. C h a g a s, Hepatit e 8 e A t O S ea r e c r u t a s c o a 18 >i n o s de i d a d e, provo ano de , coa ctdtitti de várias r e g i o e s da e s t j d o de S i o P a u l o parindo is coa os va l o r e s e n c o n t r a d o s na p o p u l a ç ã o g e r a l de d o a d o r e s, Fora» coletada? «.113 a a o s t r a s c o a!<. ( 0, 3 <. * ) c a s o s p o s i t i v o s p a r a Si fills. 8 (0,19*) par a C k i i j s,?7 í * ) p a r a h e p a t i t e e 10 p a r a A I D S O e s t e s, e a 17 fora* r e c o l h i d a s n o v a s a a o s t r a s c m r e s u l t a d o s r e p e t i d a ente p o s i t i v o s. Ei 10 c a s o s, h o u v e c o n f i r n a ç ã o pe Io Hester,, Blot, E a relação à SÍfilis e H e p a t i t e, o b s e r v a - s e p r c v a l e n c i a r e l a t i v a a e n t e b a i l a e foi i n t e r p r e t d d o c o a o a e n o r t e a p o de a t i v i d a d e s e i u a l. Nos ca s o s p o s i t i v o s p a r a C h a g a s, v e r i f i c o u - s e q u «7 e r a a p r o c e d e n t e s de z o na i n d c i i c a. A p e n a s ea ] c a s o a p r o c e d ê n c i a e r a d o E s t a d o de São P a u I o. E n t r e os c a s o s d e A n t i HIV p o s i t i v o s, a l a i o r i a era v i c i a d o eu d r o g a s. C o n c l u i a o s q u e a D o e t i d o de S ã o P a u l o e, l i s. H e p a t i t e «A I D S l e v a a uaa a e n o r p e r n ç a de C h a g a s e s t a p r a t i c a a e n t q u e a p r e v a l ê n c i a das d e a a i s e l u i t o e n o r n e s t e g r u p o d e d a d e s a n g u e c o i s o r o 1 o g i a p o s e e r r a d i c a d a no Cs d o e n ç a s c o a o S Í f i - d o a d o r e s. E s t e f a t o i t i v a, q u a n d o c o ã p a 27 AVALIAÇÃO DO TESTE IMUNOENZIMATICO bioelisacruzi, PARA O DIAGNÓSTICO SOROLÕGICO DA DOENÇA DE CHAGAS. A.W.Ferreira, Z.R.Belém, M.R.G.Moura e M.E.Caiiargo. A sensibilidade de bioelisacruzi foi avaliada em 0,9954.em amostra de 219 soros de chagásicos,e a especificidade em 0,9969 pela co-r>f>~ gatividade com o teste de imunofluorescência em 1292 soros e com o teste de hemaglutinação em 1294 soros. Em 1325 soros em que os três testes foram realizados observaram-se índices de concordância de 0,9947 com o teste de imunofluorescência e de 0,9970 com o de hemaglutinação. Em 104 pacientes com diferentes afecções, forar. vistos resultados positivos em 0/7 casor» de sifilis, 0/14 de mononucleose, 0/8 de toxoplasmose,0/9 de anti-estreptolisina 0 elevada,1/15 de artrite reumatõide, 1/12 de lupus eritematoso sistêmico, 5/15 de leishmaniose tegumentar, 1/24 de calazar.

18 AVIDES DE ANTICORPOS IgG ANTI-TOXOPLASMA COMO MARCADOR DE INFECÇAO RECENTE - M.E.Camargo e S.M.Silva A possibilidade de outros marcadores sorológicos de infecção reoeri te, além dos anticorpos IgM, é altamente desejável. Para esse fim estudou-se a avidês de anticorpos IgG, determinada como porcentagem de queda de títulos, no teste ELISA, resultante do deslocamento dos anticorpos de baixa avidês, pelo tratamento das placas com u - reia 6 M após a incubação dos soros. Foram estudados 69 soros, respectivamente, 23 de perfil I (toxoplasmose recente), 23 de perfil II, de transição, e 23 de perfil III (toxoplasmose crônica). Os valores médios mais 1 desvio padrão das porcentagens de queda de títu los foram: Perfil I - 34% - 12% ; Perfil II - 12% í 9% ; Perfil III 3% - 3%. Conclue-se que a baixa avidês de anticorpos IgG anti-toxoplasma pode ser utilizada como marcador de infecção recente. 20

19 Dia 12 de dezembro - 4 a feira Horário: 14:30 às 15:45 h Local: Sala Verde Resumos: 29 ao 35 Secretário SBPC Dr. Gilberto Eduardo Bassi 30 HIPERGAMAGLOBULINORRAQUIAS. APRESENTAÇÃO DE TRÊS CASOS POUCO FRE- QÜENTES. Bassi, G.E.; Rabello, G.D.; Santiago, M.F.; Pitta, M.T; Simas, 2.M.G. Os autores apresentam 3 casos de hipergamaglobulinorraquia em neurossífilis, panencefalite esclerosante subaguda e encefalite herpética. I 9 caso: V.G.O., 38 anos, masculino. Liquor com proteína de 136 mg/dl e 46,3$ de gama-globulina de aspecto policlonali RFC 1:64, VDRL 1:4, FTA-Ab3 fortemente reagente e HA 1: caso: 2.V.G.O., 29 anos, feminino. liquor com proteína de 76 mg/dl e gama-globulina de 49,4# de aspecto monoclonal. Reações ímunológicas para sarampo no LCR: RFC 1:64, IgG 1:256. IgM não-reagente; no soro: RFC 1:512, IgG 1:1280 e IgM não-reagente, 3 S caso: T.D., 14 anos, masculino. Proteinorraquia de 46 mg/dl com gama-globulina de 34,7? e reação imunoenzimática para herpes 1:1000. Paciente com 40 dias de evolução, sendo que inicialmente apresentava gama-globulma de 8,2$ e ELISA para herpes 1:1. 29 REVISÍO DA SÍNDROME LIQUÓRICA EM 85 CASOS DE NEUROSISTICERCOSE. Mtyazato, CA.; Bassi, G.E.; Santiago, M.F.; Simas, Z.M.G.; Silva, S. M. Foram analisadas 101 amostras de líquido cefalorraquiano (LCR) obtxdas de 85 pacientes com neurocistioercose (NC), com idades entre 2 e 67 anos, sendo 48 (56,572) do sexo feminino. A média e as variações dos parâmetros liquóncos foram: pressão imcial=16 (0-52) cm de água, células = 44 (0-912) por mm3, proteína total=56 (10-390) mg/dl, glicose = 57 (4-114) mg/dl e cloretos = 711 ( ) mg/dl. A hipotensão foi observada em 5,2$ dos casos, hipertensão em 13,47», hipercitose em 54,47, hiperproteinorraquia em 3/,6?S, hipoglicorraquia em 15,$7» e h ippelororraquia em 3,0$. Os eosmófilos estavam presentes em 59,2$ das amostras, os basófilos em 18,4$ e os pla3mócitos em 45,9$; as respectivas percentagens médias e variações foram de 3,0$ (1-28$), 1,1$ (1-2$) e 1,8$ (1-14$). Em 33,3$ das amostras com número normal de células e em 78,6$ das hipercitoses,apresentavam eosmof ílorraquia. 21

20 31 A REAÇXO IMUNOEÍIZIKÀTI CA (ELISA) PARA V';Í1ERC'JL03E IIO LIQUOR (LCR) E "O SORO DE DOADORES. Silva, S.M.; Bassi, G.E.; Camargo, I.I.E.; Ferre ira, A."/. A ELISA para tuberculose, empregando PPD como antígeno, foi realizada eai 148 amostras não diluídas de LCR e em 85 de soros de doadores, diluídas a 1:200. As médias das densidades ópticas (DO) da.reação foram, respectivamente, ml=o,o55 e ms=o,o68, fornecendo '.Ama relação ml/ms de 0,8l; 141 (95,3$) amostras de LCR e 81 (95,3/») de soro apresentaram DO inferiores a 0,250. Portanto, o limiar de reatividade pode ser considerado o mesmo tanto para o LCR como para o soro na referida diluição. 32 REAÇÕES DE IMUNOFLUORESCÊNCIA (IF) E HEMAGLUTINAÇXO (HA) PARA ESQUIS- TOSSOMOSE NO LÍQUIDO CEFALORRAQUIANO (LCR) EM RECIFE. INFORMAÇÕES PRELIMINARES. P.Travassos, P.Travassos, G.E.Bassi, S.M.Silva, 2.M.S. Simãs. As reações de IF e HA para esquistossomose foram realiza - das em 152 amostras de LCR, sando 56 com o dual citoproteico normal e 96 com elevação do número de células e/ou da concentração proteica No 19 grupo, 52 amostras (92,9$) foram não-reagentes, 2 apresentaram ambos os testes reagentea e nas duas restantes, HA reagente e IF não-reagente. Nas amostras alteradas, 54 (56,37») apresentaram IF e HA não-reagentes, 29 (30,2^) com ambas reagentes, 7 (7,3$) com IF não-reagente/ha reagente e 6 (6,3^) com IF reagente/ha não-reagente. Em 27 casos reagentes, foi feita a titulação da HA, cujos valores fo ram: 1:2 em 6, 1:4 em 5, 1:8 em 4, 1:16 em 5, 1:32 em 2, 1:64 em 3 ê 1:1?8 em 2. A maioria das amostras (20 ou 74,17») foi reagente até 1:16. 0 t'tulo máximo observado foi de 1:128, sendo que,um deles,per tencia ao grupo de "normais".

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