Gestão de conflitos. António Rosado

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de conflitos. António Rosado"

Transcrição

1 Gestão de conflitos António Rosado

2 Emergência de uma nova perspectiva sobre o conflito GESTÃO de CONFLITOS O conflito é o processo que começa quando uma parte percepciona que frustrou a outra ou está prestes a frustrar algo que lhe diz respeito. Kenneth Thomas Vantagens do Conflito Revela os problemas existentes; Gera ideias novas; Contribui para a redistribuição do poder e da influência; Facilita o desenvolvimento Desvantagens do Conflito Desvia a atenção dos objectivos; Gera ressentimentos entre os envolvidos; Contribui para a insatisfação O conflito gera ambivalência

3 Níveis de Conflito Intrapessoal Interpessoal (entre pessoas com interesses ou necessidades divergentes) Intragrupal (dentro de grupos, como as equipas) Intergrupais (entre dois ou mais grupos)

4 Efeitos dos conflitos Algumas funções úteis: Podem ter um potencial importante no desenvolvimento pessoal e social....na melhoria e evolução da relação... Nem sempre!

5 Funções e Disfunções do Conflito A visão negativa do conflito resulta de 1. Processos Competitivos (as partes competem entre si porque acreditam que os seus objectivos são opostos e que não os conseguem alcançar)

6 Funções e Disfunções do Conflito A visão negativa do conflito resulta da 2. Distorção da Percepção (com a intensificação do conflito a percepção torna-se distorcida, o pensamento estereotipado e enviesado).

7 Funções e Disfunções do Conflito A visão negativa do conflito resulta da 3. Emotividade (as emoções passam a dominar o pensamento).

8 Funções e Disfunções do Conflito A visão negativa do conflito resulta do 4. Decréscimo da comunicação (deixa-se de comunicar com aqueles que discordam e comunica-se mais com os que concordam).

9 Funções e Disfunções do Conflito A visão negativa do conflito resulta de 5.Resultados mal definidos (as partes acabam por não definir claramente como começou o conflito, sobre o que realmente se trata ou como será resolvido).

10 Funções e Disfunções do Conflito A visão negativa do conflito resulta de 6. Posições rígidas (as partes fixam-se nos seus pontos de vista)

11 Funções e Disfunções do Conflito A visão negativa do conflito resulta da 7. Maximização das diferenças e minimização das semelhanças

12 Funções e Disfunções do Conflito A visão negativa do conflito resulta da 8. Escalada do Conflito (cada parte mais fixada no seu ponto de vista, menos tolerante, mais defensiva, menos comunicativa e mais emotiva).

13 COMO resolver o CONFLITO? Importa entender que O conflito pode ser produtivo (evitar a estagnação, caminho para a mudança pessoal e social). Aprender a resolvê-lo é a melhor forma dos seus elementos destrutivos serem controlados.

14 Resolução de Conflitos 1. Procurar a identificação do terreno e dos interesses comuns 2. Focalização nos temas, evitando os ataques pessoais 3. Procurar entender o ponto de vista da outra parte; tentar sentir como seria estar do outro lado

15 Resolução de Conflitos 4. Trabalhar a partir das ideias dos outros e reconhecer o seu valor 5. Enfatizar os aspectos positivos da outra parte e explorar as possibilidades de uma resolução construtiva do conflito

16 Valores Básicos na resolução construtiva do Conflito Comunidade Partilhada (mútuo reconhecimento de fazer parte de uma larga comunidade que os membros desejam preservar, partilhando a comunidade alguns valores e normas-chave) Falibilidade (compreender que o nosso julgamento tal como o da outra parte é falível) Não-Violência (implica que tácticas coercivas, como violência física ou psicológica, como humilhação por exemplo, não sejam usadas)

17 Valores Básicos na resolução construtiva do Conflito Reciprocidade (tratar a outra parte com honestidade) Igualdade Humana (todos devem ter um tratamento justo e respeitoso com consideração pelas suas necessidades e liberdade de consciência, pensamento e expressão)

18 Resolução de Conflitos 1. Pelas partes envolvidas estratégias de competição estratégias de acomodação estratégias de colaboração estratégias de evitamento estratégias de concordância

19 Resolução de Conflitos 2. Por outras partes terceiras partes ou sistemas de resolução de conflitos 2.1 Terceiras partes: neutra e de confiança: ex.: mediação 2.2. Sistemas de resolução de conflitos: regulamentos internos, oficiais, sistema legal, etc. Com regras e procedimentos a cumprir.

20 COMO resolver o CONFLITO? A negociação é a melhor estratégia para a resolução produtiva dos conflitos (outras seriam, a Evasão, a Mediação, a Arbitragem, e a Luta e/ou Guerra).

21 Estratégia de Negociação Actividade Básica e genérica do ser humano Modo de resolução de conflitos se: 1. Há duas ou mais partes 2. Há um conflito de interesses

22 Estratégia de Negociação 3. As partes negoceiam porque pensam que podem usar alguma forma de influência para chegar a um melhor acordo 4. A negociação é um processo voluntário onde as partes preferem procurar um acordo a lutar abertamente 5. Espera-se dar e receber

23 Resolução de conflitos 1. Prontificar-se para reparar os malefícios, aceitar abertamente as responsabilidades e pedir sinceramente desculpas 2. Se a outra parte nos magoar devemos demonstrar disponibilidade para ultrapassar a situação.

24 Resolução de conflitos 4. Devemos demonstrar sensibilidade em relação às legítimas necessidades da outra parte 5. Honestidade 6. Em todos os momentos do conflito as partes devem ter tratamento digno e justo.

25 Resolução de Conflitos 6. Evitar e controlar a expressão dos nossos sentimentos negativos, restringindo-os à identificação de possíveis violações das normas 7. Assumir a responsabilidade pelas consequências negativas ou mesmo danosas, tanto intencionais como inesperadas, de tudo o que se diga ou faça

26 Mediação Bases da Mediação: Enfatizar o terreno comum Focalizar o futuro Implementar regras base de funcionamento Aconselhamento.

27 Mediação Processo de negociação conduzido por uma terceira parte que actua de forma neutral e assume a confidencialidade acerca dos conteúdos em conflito.

28 Mediação Pode ser formal ou informal O mediador tem de ser aceite por ambas as partes e tem que ser percebido como neutro, imparcial, experiente e útil.

29 Passos da Mediação 1. Estabelecer a relação com as partes em disputa. 2. Seleccionar a estratégia para a mediação. 3. Recolher e analisar a informação disponível. 4. Elaborar um plano detalhado para a mediação.

30 Passos da Mediação 5. Criar um clima de confiança e cooperação. 6. Iniciar a sessão de Mediação. 7. Definir os temas e organizar a agenda.

31 Passos da Mediação 9. Desenvolver opções possíveis de acordo. 10. Avaliar alternativas de acordo. 11. Fazer as partes confirmarem o seu entendimento quanto aos seus compromissos. 12. Alcançar um acordo formal.

32 Declaração de abertura Apresentações: do mediador e das partes A) Esclarecimento acerca do seu papel e das regras: 1. Neutralidade 2. Confidencialidade

33 Declaração de abertura 3. Regras: Não se interromperem, tirarem notas, tratarem-se com respeito, usarem comunicação honesta, esforçarem-se por encontrar uma solução Tempo: para cada uma das partes e total. Esclarecimento de dúvidas. Dar a palavra a uma das partes.

34 Declaração de abertura B) Identificar as necessidades e os temas 1. Ouvir cada uma das partes (uma de cada vez; as necessidades prioritárias; compreender posições; necessidades e sentimentos de cada um dos participantes)

35 Declaração de abertura 2. Neutralizar os ataques 3. Identificar, ordenar e reenquadrar os temas em negociação (verificar prioridades) 4. Ordenar as temáticas

36 Declaração de abertura 5. Identificar as razões do conflito e identificar áreas de potencial compromisso. 6. Encorajar a fazer algumas concessões para chegarem a acordo.

37 Declaração de abertura C) Facilitar a Resolução de Problemas 1. Em cada tema, ajudar cada uma das partes a entender a posição, as necessidades e sentimentos da outra parte. 2. Ajudar as partes a negociar directamente

38 Declaração de abertura C) Facilitar a Resolução de Problemas 3. Continua a reenquadrar Fazer o escrutínio dos Preconceitos 5. Facilitar o brainstorming (discussão aberta) das soluções alternativas.

39 Declaração de abertura D) Alcançar um acordo (escrever um acordo, se for adequado) 1. Ajudar as partes a avaliar as alternativas propostas e a escolher a melhor combinação 2. Fazer com que as partes confirmem o seu entendimento quanto aos compromissos futuros que assumiram perante a outra parte

40 Declaração de abertura 3. Preparar ou facilitar a concepção de um acordo escrito (se for adequado). 4. Fechar a Mediação

A Administração de Conflitos consiste exatamente na escolha e implementação das estratégias mais adequadas para se lidar com cada tipo de situação.

A Administração de Conflitos consiste exatamente na escolha e implementação das estratégias mais adequadas para se lidar com cada tipo de situação. Conceito A Administração de Conflitos consiste exatamente na escolha e implementação das estratégias mais adequadas para se lidar com cada tipo de situação. Lidar com o conflito consiste em trabalhar com

Leia mais

Profª Daniela Cartoni

Profª Daniela Cartoni Etapa da Negociação Planejamento, estratégias e táticas Profª Daniela Cartoni daniela_cartoni@yahoo.com.br Etapas da negociação Uma negociação é um processo de comunicação interativa que pode ocorrer quando

Leia mais

Relatório de Competências de Nataly Lopez (Perfil Natural) Autoconfiança. Autocontrole. Busca de Informação. Capacidade de Negociação.

Relatório de Competências de Nataly Lopez (Perfil Natural) Autoconfiança. Autocontrole. Busca de Informação. Capacidade de Negociação. IMPORTANTE: Em ótimas condições do ambiente, a grande maioria das pessoas pode ter a capacidade de desempenhar-se adequadamente em quaisquer das seguintes competências. Referimo-nos a "ótimas condições"

Leia mais

Administração de Conflitos

Administração de Conflitos Administração de Conflitos Profa. Dra. Ilíada de Castro 1 OBJETIVOS Fornecer estratégias para evitar, resolver ou conter conflitos. Destacar a importância da inteligência emocional. Valorizar o papel de

Leia mais

Animação comportamental. Controlo de grupos de objectos. Sistemas de partículas Comportamento de grupos (Flocks, Herds, Schools) Agentes autónomos

Animação comportamental. Controlo de grupos de objectos. Sistemas de partículas Comportamento de grupos (Flocks, Herds, Schools) Agentes autónomos Controlo de grupos de objectos Sistemas de partículas Comportamento de grupos (Flocks, Herds, Schools) Agentes autónomos Controlo de grupos de objectos Considera-se um número moderado de membros (muito

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E SOCIAIS

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E SOCIAIS PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E SOCIAIS Margarida Gaspar de Matos Celeste Simões csimoes@fmh.utl.pt PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS PESSOAIS E SOCIAIS... ajudar as crianças e adolescentes

Leia mais

Início, identificar uma necessidade ou oportunidade, o problema e sua solução, e a estimativa inicial dos custos e prazos;

Início, identificar uma necessidade ou oportunidade, o problema e sua solução, e a estimativa inicial dos custos e prazos; O projeto Os projetos estão sempre vinculados às organizações, são de caráter transitório e seu objetivo é satisfazer ou exceder as expectativas dos mercados ou das partes interessadas (stakeholders).

Leia mais

Administração. Gestão de Conflitos. Professor Rafael Ravazolo.

Administração. Gestão de Conflitos. Professor Rafael Ravazolo. Administração Gestão de Conflitos Professor Rafael Ravazolo www.acasadoconcurseiro.com.br Administração Aula XX GESTÃO DE CONFLITOS Sempre que existir uma diferença de prioridades ou objetivos, existirá

Leia mais

Unit 11: Mentoring PBL learners

Unit 11: Mentoring PBL learners Unit 11: Mentoring PBL learners Introdução Os objetivos desta unidade consistem em dar uma visão geral sobre que questões devem ser consideradas enquanto mentor/facilitador de formandos PBL. Lição 1: Conselhos

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com/ O que são? 2 Competências de vida Definição Potencialidades pessoais

Leia mais

ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe Gestão Pública Keyvila Menezes

ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe Gestão Pública Keyvila Menezes ATA Assistente Técnico Administrativo Trabalho em Equipe Gestão Pública Keyvila Menezes 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Evolução do trabalho em equipe Grupos

Leia mais

Estrututra Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH. Resolução de Conflitos

Estrututra Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH. Resolução de Conflitos Estrututra Legal e Regulatória para a Implementação da GIRH Resolução de Conflitos Meta e objetivos do capítulo Meta A meta deste capítulo é apresentar abordagens alternativas de solução de conflitos que

Leia mais

Cursos Recomendados TOPIC: COMMUNICATION SKILLS MANAGEMENT AND LEADERSHIP TIME MANAGEMENT

Cursos Recomendados TOPIC: COMMUNICATION SKILLS MANAGEMENT AND LEADERSHIP TIME MANAGEMENT Cursos Recomendados TOPICS: COMMUNICATION SKILLS MANAGEMENT AND LEADERSHIP TIME MANAGEMENT TOPIC: COMMUNICATION SKILLS Módulo: Competências relacionais do gestor M144 Duração 30 min. Adquirir as competências-base

Leia mais

A relação interpessoal: -Actuando Relações: Estratégias e Padrões Comunicativos

A relação interpessoal: -Actuando Relações: Estratégias e Padrões Comunicativos A relação interpessoal: -Actuando Relações: Estratégias e Padrões Comunicativos Características básicas A qualidade da relação Negociação da relações interpessoais Questões de base COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL

Leia mais

Gestão de Pessoas. Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar Prof. Joelma Kremer, Dra.

Gestão de Pessoas. Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar Prof. Joelma Kremer, Dra. Gestão de Pessoas Curso de Pós-Graduação em Gestão Escolar Prof. Joelma Kremer, Dra. Aula 6 Conflito e negociação Os objetivos desta aula são: Definir conflito. Diferenciar as visões tradicional, interacionista

Leia mais

Tomada de decisão na organização

Tomada de decisão na organização Tomada de decisão na organização Importância da tomada de decisão (POLC...) Tipos de problemas e de decisões Incerteza, risco e ambiguidade Elementos do processo de decisão Processo de decisão racional

Leia mais

2. As percepções de competência dos parceiros numa relação podem influenciar a forma como cada um responde aos comportamentos outro;

2. As percepções de competência dos parceiros numa relação podem influenciar a forma como cada um responde aos comportamentos outro; PSICOLOGIA DA COMUNICAÇÃO Ciências da Comunicação COMUNICAÇÃO EM ACÇÃO COMPETÊNCIA COMUNICATIVA Aspectos gerais Mitos sobre competência comunicativa Dimensões da competência comunicativa O comunicador

Leia mais

3. análise e negociação de requisitos

3. análise e negociação de requisitos 3. documento de requisitos identificação, descoberta de requisitos análise e negociação de requisitos documentação de requisitos problemas, necessidades, oportunidades,... validação dos requisitos 2 objectivos

Leia mais

01/08/2017 PROCESSO DE COMUNICAÇÃO. Conceitos básicos. Prof Dr Divane de Vargas Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo

01/08/2017 PROCESSO DE COMUNICAÇÃO. Conceitos básicos. Prof Dr Divane de Vargas Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo PROCESSO DE COMUNICAÇÃO Conceitos básicos Prof Dr Divane de Vargas Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo PROCESSO DE COMUNICAÇÃO A comunicação permeia toda a ação do enfermeiro PROCESSO DE COMUNICAÇÃO

Leia mais

PROCESSO DE COMUNICAÇÃO Conceitos básicos. Prof Dr Divane de Vargas Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo

PROCESSO DE COMUNICAÇÃO Conceitos básicos. Prof Dr Divane de Vargas Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo PROCESSO DE COMUNICAÇÃO Conceitos básicos Prof Dr Divane de Vargas Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo PROCESSO DE COMUNICAÇÃO A comunicação permeia toda a ação do enfermeiro PROCESSO DE COMUNICAÇÃO

Leia mais

Comunicação e Relacionamento Interpessoal

Comunicação e Relacionamento Interpessoal Comunicação e Relacionamento Interpessoal Prof. José Junio Lopes Prof. Roberto César Ferreira Comunicação e Relacionamento Interpessoal A beleza de um trabalho em equipe se dá através de um elemento muito

Leia mais

Código de Boas Práticas de Impacto REPORTE EXECUTIVO

Código de Boas Práticas de Impacto REPORTE EXECUTIVO Nota Prévia O Código de Boas Práticas de foi produzido pelo NCVO, membro do Inspiring Impact. O Inspiring Impact é um programa que visa alterar até 2022 a forma como o setor voluntário no Reino Unido se

Leia mais

Nove áreas temáticas do programa

Nove áreas temáticas do programa Nove áreas temáticas do programa Com base no Plano de Ação FLEGT da União Europeia, a gerência do programa estabeleceu nove áreas temáticas apoiadas pelo programa. Sob cada tema, há uma lista indicativa

Leia mais

CONFLITO. Processo onde as partes envolvidas percebe que a outra parte frustrou ou irá frustrar os seus interesses.

CONFLITO. Processo onde as partes envolvidas percebe que a outra parte frustrou ou irá frustrar os seus interesses. CONFLITO Conceito de Conflito Processo onde as partes envolvidas percebe que a outra parte frustrou ou irá frustrar os seus interesses. Fator inevitável seja na dinâmica pessoal ou organizacional. Existem

Leia mais

Inovação & A avaliação

Inovação & A avaliação INOVAÇÃO E ENSINO DA EXCELÊNCIA: AVALIAÇÃO NO AEB, PORQUÊ E COMO Inovação & A avaliação Impacto da avaliação formativa nas aprendizagens (workshop 1) Lisboa, 07 julho 2015 Anabela Serrão PORQUE AVALIAMOS?

Leia mais

Curso de Mediação e Conciliação- Resolução 125/2010 CNJ

Curso de Mediação e Conciliação- Resolução 125/2010 CNJ Curso de Mediação e Conciliação- Resolução 125/2010 CNJ ÉTICA NA MEDIAÇÃO SIGNIFICADO DAS PALAVRAS ÉTICA E MORAL A palavra ética vem do Grego ethos que significa modo de ser ou caráter. Já a palavra moral

Leia mais

Trabalho em Equipe. São unidades com duas ou mais pessoas que interagem e coordenam seu trabalho para conseguir atingir uma meta específica.

Trabalho em Equipe. São unidades com duas ou mais pessoas que interagem e coordenam seu trabalho para conseguir atingir uma meta específica. Equipe Trabalho em Equipe São unidades com duas ou mais pessoas que interagem e coordenam seu trabalho para conseguir atingir uma meta específica. Objetivo comum. Objetivos do grupo acima dos interesses

Leia mais

Por Constantino W. Nassel

Por Constantino W. Nassel NORMA ISO 9000 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001:2000 REQUISITOS E LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO Por Constantino W. Nassel CONTEÚDOS O que é a ISO? O que é a ISO 9000? Histórico Normas

Leia mais

Inquérito por Questionário - Professores

Inquérito por Questionário - Professores Inquérito por Questionário - Professores INSTRUÇÕES Este questionário destina-se a recolher informação para um projecto de investigação sobre "Gestão Cooperada do Currículo como mecanismo de desenvolvimento

Leia mais

COMO FUNDOS DE PRIVATE EQUITY PODEM CRIAR E CAPTURAR VALOR NAS SUAS PARTICIPAÇÕES EM EMPRESAS FAMILIARES

COMO FUNDOS DE PRIVATE EQUITY PODEM CRIAR E CAPTURAR VALOR NAS SUAS PARTICIPAÇÕES EM EMPRESAS FAMILIARES COMO FUNDOS DE PRIVATE EQUITY PODEM CRIAR E CAPTURAR VALOR NAS SUAS PARTICIPAÇÕES EM EMPRESAS FAMILIARES OU... AS ARMADILHAS DE DESTRUIÇÃO DE VALOR DO "DAY AFTER DA AQUISIÇÃO DA PARTICIPAÇÃO Domingos A

Leia mais

Soft-skills / Comportamental

Soft-skills / Comportamental Soft-skills / Comportamental Liderança e trabalho em equipa Comunicação, gestão de conflitos e negociação Técnicas de apresentação Gestão do tempo e Reuniões eficazes 1 Hire on attitude, Train the skills

Leia mais

Unidade II MODELOS DE LIDERANÇA. Prof. Gustavo Nascimento

Unidade II MODELOS DE LIDERANÇA. Prof. Gustavo Nascimento Unidade II MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento O líder como administrador de conflitos A dinâmica dos grupos organizacionais é marcada por diferentes conflitos, principalmente do tipo interpessoal,

Leia mais

CAPACITAÇÃO PARA CONCILIADORES E MEDIADORES

CAPACITAÇÃO PARA CONCILIADORES E MEDIADORES CAPACITAÇÃO PARA CONCILIADORES E MEDIADORES 1 COMPORTAMENTO HUMANO E COMUNICAÇÃO 2 A experiência mostra que os homens são governados por aquilo que costumam ver e fazer, a ponto de, mesmo as melhorias

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA FAÇOPAC Sociedade de Previdência Privada

CÓDIGO DE ÉTICA FAÇOPAC Sociedade de Previdência Privada INTRODUÇÃO Está entre os objetivos da mais representativos, manter a imagem de Entidade sólida e confiável. Nossa ação deve ser sempre marcada pela integridade, confiança e lealdade, bem como pelo respeito

Leia mais

Resolução de conflitos na ERS Mediação ou Conciliação

Resolução de conflitos na ERS Mediação ou Conciliação Resolução de conflitos na ERS Mediação ou Conciliação Outubro de 2015 O que é a mediação ou conciliação de conflitos? Trata-se de um meio alternativo (extrajudicial) de resolução de conflitos, em que as

Leia mais

Unidade IV MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino

Unidade IV MARKETING DE VAREJO E. Profa. Cláudia Palladino Unidade IV MARKETING DE VAREJO E NEGOCIAÇÃO Profa. Cláudia Palladino Técnicas de negociação Negociar: Prática antiga e comum; Negociamos muitas vezes: Tanto em casa como no trabalho; Desde crianças - não

Leia mais

Benefícios da Leitura

Benefícios da Leitura Ler a par Benefícios da Leitura Proporciona à criança informação e conhecimento sobre o mundo. Apresenta à criança situações e ideias novas Estimulando a curiosidade, o pensamento crítico, e ainda a consciência

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO O ISQ sendo hoje uma grande organização, com larga implantação nacional e uma presença estabelecida internacionalmente, é fundamental que caracterizemos

Leia mais

PLANO DE CURSO. Formação para Profissionais. PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL

PLANO DE CURSO. Formação para Profissionais.  PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL PLANO DE CURSO PORTUGAL ANGOLA MOÇAMBIQUE CABO VERDE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE BRASIL Formação para Profissionais + 2.000 Cursos Disponíveis A Melhor e Maior Oferta de Formação em Portugal + 1.300 Cursos na

Leia mais

Manual de Negociação

Manual de Negociação Disciplina: Processo Decisório Prof. Gustavo Nogueira Manual de Negociação Organizador: Gilberto Sarfati 1º Edição 2010 Denise Manfredi Denise Manfredi é mestre em Psicologia da Saúde pela Universidade

Leia mais

PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS SOCIAIS PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS SOCIAIS COMPETÊNCIA SOCIAL... COMPETÊNCIA SOCIAL... COMPETÊNCIA SOCIAL...

PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS SOCIAIS PROGRAMA DE COMPETÊNCIAS SOCIAIS COMPETÊNCIA SOCIAL... COMPETÊNCIA SOCIAL... COMPETÊNCIA SOCIAL... 5º CONGRESSO CERCILEI HUMANIZAR PARA INTEGRAR A IMPORTÂNCIA DA DIFERENÇA A NO PROJECTO SER PESSOA PROGRAMA DE SOCIAIS PROGRAMA DE SOCIAIS Celeste Simões DEER / FMH / UTL o O que é a competência social

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper consultor@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The

Leia mais

I Seminário Nacional RED Rendimento Escolar e Desenvolvimento

I Seminário Nacional RED Rendimento Escolar e Desenvolvimento Rendimento Escolar e Desenvolvimento Aferição do Questionário de Inteligência Emocional de Bar-On para estudantes do Ensino Básico Português Candeias, Diniz, Pires, Rebelo & Franco 17 novembro 2012 Universidade

Leia mais

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira Coren/SP

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Renata Loretti Ribeiro Enfermeira Coren/SP INTELIGÊNCIA EMOCIONAL Renata Loretti Ribeiro Enfermeira Coren/SP - 42883 Importância das Emoções o Por que as emoções são tão importantes para nós? Importância das Emoções o Sobrevivência: Nossas emoções

Leia mais

CARTA DE COMPORTAMENTOS

CARTA DE COMPORTAMENTOS STOP BULLYING! Uma abordagem baseada nos direitos humanos para combater o bullying e a discriminação CARTA DE COMPORTAMENTOS Projeto Co- Projeto Stop Bullying: Uma abordagem baseada nos direitos humanos

Leia mais

MBA GESTÃO COMERCIAL NEGOCIAÇÃO. Cultura

MBA GESTÃO COMERCIAL NEGOCIAÇÃO. Cultura Módulo 6 Negociação 2015 by Ibramerc. This work is licensed under the Creative Commons. If you want to use or share, you must give appropriate credit to Ibramerc. Cultura Os principais fatores culturais

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL DO TUTOR DE CURSOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PERFIL PROFISSIONAL DO TUTOR DE CURSOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PERFIL PROFISSIONAL DO TUTOR DE CURSOS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Área profissional: Educação Segmento tecnológico: Educação a Distância Qualificação profissional: Tutor de Cursos de Educação a Distância

Leia mais

Formação Pedagógica Inicial de Formadores Objetivos Gerais Este Curso, homologado pelo IEFP, visa dotar os participantes das técnicas, conhecimentos e competências necessárias á apresentação com sucesso

Leia mais

Você encara a negociação como uma disputa? A vitória está em como você lida com essa situação.

Você encara a negociação como uma disputa? A vitória está em como você lida com essa situação. www.agendor.com.br Você encara a negociação como uma disputa? A vitória está em como você lida com essa situação. www.agendor.com.br Jogue fora a ideia de que negociar significa baixar seus preços para

Leia mais

SISTEMA DE MEDIAÇÃO FAMILIAR

SISTEMA DE MEDIAÇÃO FAMILIAR SISTEMA DE MEDIAÇÃO FAMILIAR MEDIAÇÃO FAMILIAR EM MAIS LOCAIS, PARA RESOLVER MAIS CONFLITOS, DE FORMA MAIS SIMPLES E FLEXÍVEL 1. Que novidades são introduzidas em matéria de mediação familiar? São introduzidas

Leia mais

Grupo de Estudos - Gestão de RH no Varejo. Resolução de Conflitos

Grupo de Estudos - Gestão de RH no Varejo. Resolução de Conflitos Grupo de Estudos - Gestão de RH no Varejo Resolução de Conflitos 15/10/2014 Gestão de Conflitos Somos o resultado de experiências positivas e negativas provenientes das relações inter-pessoais e circunstanciais

Leia mais

Inquérito por Questionário Professores

Inquérito por Questionário Professores INSTRUÇÕES Inquérito por Questionário Professores Este questionário destina-se a recolher informação para um projecto de investigação sobre Gestão Cooperada do Currículo como mecanismo de desenvolvimento

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA QUESTIONÁRIO AOS TREINADORES DE FUTEBOL Este questionário faz parte de um estudo sobre a Análise do perfil de competências e das necessidades

Leia mais

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E ASSERTIVIDADE

COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E ASSERTIVIDADE 1 COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E ASSERTIVIDADE Desenvolvimento de Competências Pessoais e Académicas Workshop 17 de Abril de 2013 COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL E ASSERTIVIDADE 2 Comunicação Interpessoal Comunicar

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas)

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) DESTINATÁRIOS: O curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores da SALSUS destina-se a 14 formandos por grupo, sendo que deverá cumprir as seguintes

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE - ENQUADRAMENTO NA ORGANIZAÇÃO/EMPRESA OBJECTIVO

Leia mais

Organização, Sistemas e Métodos. Unidade 5

Organização, Sistemas e Métodos. Unidade 5 Organização, Sistemas e Métodos Unidade 5 Ferramentas da Qualidade Brainstorming / Brainswriting GUT Método para Priorização de Problemas Diagrama de Causa e Efeito Histograma Gráfico de Controle Ciclo

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A ESPECIALISTA EM TURISMO DE AR LIVRE

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A ESPECIALISTA EM TURISMO DE AR LIVRE PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A ESPECIALISTA EM TURISMO DE AR LIVRE Publicado no Boletim do Trabalho do Emprego (BTE) nº 4 de 29 de janeiro de 2013 com entrada em vigor a 29 de janeiro de 2013. Publicação

Leia mais

RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

RELACIONAMENTO INTERPESSOAL RELACIONAMENTO INTERPESSOAL Forma de interagir com outras pessoas RELACIONAMENTO Estabelecimento de um processo de comunicação onde o emissor e receptor tenham claro suas reais atribuições. Para existir

Leia mais

PROINTER Projeto Integrador aula 7 Prof. Me. Érico Pagotto

PROINTER Projeto Integrador aula 7 Prof. Me. Érico Pagotto PROINTER Projeto Integrador aula 7 Prof. Me. Érico Pagotto Gerenciamento de Riscos em Projetos Conceitos, ferramentas e técnicas para gerenciamento de ricos em projetos Utilização dos métodos propostos

Leia mais

EAD COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Gestão de Conflitos. Prof. Joel Dutra aula de

EAD COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Gestão de Conflitos. Prof. Joel Dutra aula de EAD 521 - COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Gestão de Conflitos Prof. Joel Dutra aula de 31.05.17 Objetivo Discutir as bases conceituais do conflito nas relações interpessoais e entre áreas organizacionais.

Leia mais

Capítulo 1 1ª Fase Objectivos e Conteúdos

Capítulo 1 1ª Fase Objectivos e Conteúdos Capítulo 1 1ª Fase Objectivos e Conteúdos 1.1 Objectivos Após a primeira fase do ICCLE (sigla inglesa para Curriculum Internacional para o Ensino da Língua Chinesa) os estudantes compreendem definições

Leia mais

Será Culpa ou Vergonha?

Será Culpa ou Vergonha? Será Culpa ou Vergonha? Aprenda a distinguir e a lidar com estas emoções! O que são? A vergonha e culpa são emoções auto-conscientes que fazem parte do sistema moral e motivacional de cada indivíduo. Estas

Leia mais

Código de Ética e de Conduta

Código de Ética e de Conduta Código de Ética e de Conduta Edição: 1 Maio - 2015 CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Art. 1º Finalidade O estabelecimento de princípios e regras gerais de ética e conduta que assegurem o cumprimento dos valores estabelecidos

Leia mais

NTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL=

NTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL= ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS E FUNDAÇÕES DEFESA DE TESE PROGRAMA DE DOUTORADO ENGENHARIA DE ESTRUTURAS 0313101 APRIMORAMENTO DE UM CURSO DE ENGENHARIA NTRODUÇÃO À

Leia mais

Construir confiança, comunicação e apoio

Construir confiança, comunicação e apoio Construir confiança, comunicação e apoio Unidade 2: Lição 1 Note que há textos e slides para apoiar esta apresentação disponíveis em www.archimedes2014.eu Esta lição irá ver como: 1) Tolerar os erros como

Leia mais

Métodos de Estudo & Investigação Científica. Elaborando um projeto de pesquisa

Métodos de Estudo & Investigação Científica. Elaborando um projeto de pesquisa Elaborando um projeto de pesquisa A pesquisa é a realização concreta de uma investigação planeada, desenvolvido e redigida de acordo com as normas das metodologias consagradas pela ciência; Requerida quando

Leia mais

NOÇÕES DE PSICOLOGIA DO RELACIONAMENTO

NOÇÕES DE PSICOLOGIA DO RELACIONAMENTO NOÇÕES DE PSICOLOGIA DO RELACIONAMENTO A INTELIGÊNCIA A inteligência tem significados diferentes para pessoas diferentes. É a capacidade de usar a experiência e o conhecimento que constitui o comportamento

Leia mais

Seminários - tomar apontamentos. Seminários de Engenharia Física 2008/9

Seminários - tomar apontamentos. Seminários de Engenharia Física 2008/9 Seminários - tomar apontamentos Seminários de Engenharia Física 2008/9 Engenharia e Comunicação Comunicar é também ouvir receber mensagens (informação) e compreender Responsabilidades dos dois lados A

Leia mais

O QUE É MENTORING... 3 O PROGRAMA... 3 OBJETIVOS DO PROGRAMA... 4 FASES DO PROGRAMA... 5 FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA... 5

O QUE É MENTORING... 3 O PROGRAMA... 3 OBJETIVOS DO PROGRAMA... 4 FASES DO PROGRAMA... 5 FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA... 5 Guia 2 ÍNDICE O QUE É MENTORING... 3 O PROGRAMA... 3 OBJETIVOS DO PROGRAMA... 4 FASES DO PROGRAMA... 5 FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA... 5 PAPÉIS E RESPONSABILIDADES... 6 BENEFÍCIOS QUE O MENTOR TRAZ PARA O

Leia mais

Protocolo de Parceria

Protocolo de Parceria Protocolo de Parceria O INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICAS (INE), órgão executivo central de produção e difusão das estatísticas oficiais no âmbito do Sistema Estatístico Nacional, sedeado Avenida Cidade

Leia mais

Tomada de decisão na organização

Tomada de decisão na organização Tomada de decisão na organização Importância da tomada de decisão (POLC...) Tipos de problemas e de decisões Incerteza, risco e ambiguidade Elementos do processo de decisão Processo de decisão racional

Leia mais

Feedback. Conceito de. Sumário. Conceito de Feedback. Escuta ativa. Obstáculos (dar / receber feedback) Feedback STAR

Feedback. Conceito de. Sumário. Conceito de Feedback. Escuta ativa. Obstáculos (dar / receber feedback) Feedback STAR Sumário Conceito de Feedback Escuta ativa Obstáculos (dar / receber feedback) Feedback STAR Recomendações para eficácia de sua sessão de feedback Conceito de Feedback Feedback é o retorno que alguém obtém

Leia mais

Gurus da Qualidade. Walter Shewhart

Gurus da Qualidade. Walter Shewhart Gurus da Qualidade João Noronha ESAC/IPC Walter Shewhart 1891-1967 Cartas de controlo Causas normais e causas especiais de variação Controlo estatístico do processo Ciclo PDCA Plan, Do, Check, Act Ciclo

Leia mais

VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS PROCESSOS JULGAMENTO POR TRIBUNAL, ARBITRAGEM E MEDIAÇÃO.

VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS PROCESSOS JULGAMENTO POR TRIBUNAL, ARBITRAGEM E MEDIAÇÃO. VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS PROCESSOS JULGAMENTO POR TRIBUNAL, ARBITRAGEM E MEDIAÇÃO. Carolina Marquez Castro e Silva Especialista em Meios Alternativos de Solução de Conflitos e Instrutora em mediação

Leia mais

19/02/2013. Mediação de Conflitos e Relações Interpessoais. O que é mediação de conflitos? Como entender as relações interpessoais?

19/02/2013. Mediação de Conflitos e Relações Interpessoais. O que é mediação de conflitos? Como entender as relações interpessoais? Mediação de Conflitos e Relações Interpessoais Mediação de Conflitos e Relações Interpessoais O que é mediação de conflitos? Como entender as relações interpessoais? Prof. Denilson A. Rossi Mediação de

Leia mais

PNV3100 Aula S3. Introdução Metodologia e desenvolvimento do projeto temático Aplicação da metodologia Informações adicionais sobre o tema do projeto

PNV3100 Aula S3. Introdução Metodologia e desenvolvimento do projeto temático Aplicação da metodologia Informações adicionais sobre o tema do projeto PNV3100 Aula S3 Introdução Metodologia e desenvolvimento do projeto temático Aplicação da metodologia Informações adicionais sobre o tema do projeto PNV3100 Aula S3 Introdução Metodologia e desenvolvimento

Leia mais

CONFLITO? O que vem à mente quando escuto essa palavra: Na família? Em casa? No trabalho? Em Tecnologia da Informação? Individualmente?

CONFLITO? O que vem à mente quando escuto essa palavra: Na família? Em casa? No trabalho? Em Tecnologia da Informação? Individualmente? CONFLITO? O que vem à mente quando escuto essa palavra: Na família? Em casa? No trabalho? Em Tecnologia da Informação? Individualmente? Conceitos: Quando as pessoas estão em desacordo e em oposição. (LUSSIER,

Leia mais

O QUE É A FORÇA EMOCIONAL?

O QUE É A FORÇA EMOCIONAL? FORÇA EMOCIONAL O QUE É A FORÇA EMOCIONAL? Na sua busca por essa resposta, você encontrará várias definições, mas podemos simplificar elucidando que, trata -se do: CONTROLE SOBRE SUAS RESPOSTAS INSTINTIVAS

Leia mais

Competência comunicativa e comunicação interpessoal

Competência comunicativa e comunicação interpessoal Competência comunicativa e comunicação interpessoal Competência Definição de competência comunicativa O comunicador competente A relação competente Melhorar a competência comunicativa COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL

Leia mais

Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006

Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 Curso e Learning Sistema de Gestão de Segurança da Informação Interpretação da norma NBR ISO/IEC 27001:2006 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste

Leia mais

Unidade de Recursos Humanos

Unidade de Recursos Humanos 2016 1 CODIGO DE ÉTICA E CONDUTA 2016 INTRODUÇÃO O presente tem como objectivo, não só estar em consonância com a alínea a) do ponto 3 da Recomendação do Conselho de Prevenção da Corrupção de 7 de Novembro

Leia mais

CURSO GESTÃO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Porquê a Gestão e o Desenvolvimento Pessoal. Programa do Curso Gestão e Desenvolvimento Pessoal

CURSO GESTÃO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Porquê a Gestão e o Desenvolvimento Pessoal. Programa do Curso Gestão e Desenvolvimento Pessoal CURSO GESTÃO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL Porquê a Gestão e o Desenvolvimento Pessoal A importância de uma boa gestão de pessoas e equipas é facilmente reconhecida no contexto organizacional da atualidade.

Leia mais

Mediação, conciliação e arbitragem

Mediação, conciliação e arbitragem Mediação, conciliação e arbitragem Métodos alternativos de Resolução de Conflitos Prof. Leandro Gobbo 1 Conciliação e sua definição Processo técnico (não intuitivo), desenvolvido pelo método consensual,

Leia mais

Curso de Liderança, Empowerment e Coaching

Curso de Liderança, Empowerment e Coaching Curso de Liderança, Empowerment e Coaching Referencial Pedagógico 1. Competências Globais e Específicas Desenvolver competências no âmbito da relação com as equipas de trabalho, identificando os vários

Leia mais

Mentoria é muito mais sobre fazer as perguntas certas do que ter as respostas certas."

Mentoria é muito mais sobre fazer as perguntas certas do que ter as respostas certas. Mentoria é muito mais sobre fazer as perguntas certas do que ter as respostas certas." Um empreendedor pode se beneficiar muito em ter alguém, um mentor, com um novo olhar para o seu negócio, para ques:onar

Leia mais

Desenvolvimento Comunitário Diferentes modos de realizar...

Desenvolvimento Comunitário Diferentes modos de realizar... D-2 Desenvolvimento Comunitário Diferentes modos de realizar... Cidadania é dever de povo! Só é cidadão ou cidadã quem conquista o seu lugar na perseverante luta do sonho de uma nação. É também obrigação:

Leia mais

10 DINÂMICA DOS ENCONTROS DE MEDIAÇÃO

10 DINÂMICA DOS ENCONTROS DE MEDIAÇÃO 10 DINÂMICA DOS ENCONTROS DE MEDIAÇÃO Cada família encaminhada a mediação é atendida uma vez por mês 41, os encontros de mediação acontecem uma vez por semana e duram em torno de duas horas. Normalmente

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA 2 ÍNDICE 3 1. OBJETIVO 2. ABRANGÊNCIA MISSÃO E VALORES 3.1. A Nossa Missão 3.2. Os Nossos Valores

CÓDIGO DE CONDUTA 2 ÍNDICE 3 1. OBJETIVO 2. ABRANGÊNCIA MISSÃO E VALORES 3.1. A Nossa Missão 3.2. Os Nossos Valores CÓDIGO DE CONDUTA 2 ÍNDICE 3 1. OBJETIVO 2. ABRANGÊNCIA 4 3. MISSÃO E VALORES 3.1. A Nossa Missão 3.2. Os Nossos Valores 5 4. RELAÇÃO COM OS CLIENTES 5. RELAÇÃO COM OS FORNECEDORES 6. RELAÇÃO COM OS CONCORRENTES

Leia mais

A negociação colectiva na resolução de conflitos de tribalho I. INTRODUÇÃO

A negociação colectiva na resolução de conflitos de tribalho I. INTRODUÇÃO I. INTRODUÇÃO A realidade dos conflitos colectivos de trabalho no país mostram que, para além do salário em atraso ou seu aumento, o desconhecimento da Lei do Trabalho ou seu incumprimento, a violação

Leia mais

Como fazer o projeto (usando os formulários fornecidos)

Como fazer o projeto (usando os formulários fornecidos) Projeto de Desenvolvimento Pessoal e Ministerial Propósito A partir do entendimento e aplicação dos conteúdos aprendidos no CTL, cada participante deverá elaborar um projeto pessoal para seu crescimento

Leia mais

Solteira, sem filhos, 22 anos, estudante e empresaria Estudante de Arquitetura e Urbanismo 2 anos 8 meses Entrei na Mk em Busca de uma renda extra,

Solteira, sem filhos, 22 anos, estudante e empresaria Estudante de Arquitetura e Urbanismo 2 anos 8 meses Entrei na Mk em Busca de uma renda extra, Solteira, sem filhos, 22 anos, estudante e empresaria Estudante de Arquitetura e Urbanismo 2 anos 8 meses Entrei na Mk em Busca de uma renda extra, já trabalhava com outras marcas, mas não tinha retorno!

Leia mais

PRÁCTICA PROCESSUAL CIVIL. Consulta Jurídica

PRÁCTICA PROCESSUAL CIVIL. Consulta Jurídica PRÁCTICA PROCESSUAL CIVIL Consulta Jurídica 1ª Sessão Carla de Sousa Advogada 1º Curso de Estágio 2011 1 Sumário I - A consulta jurídica 1.1 A Consulta ao Cliente 1.2 Tentativa de resolução amigável 1.3

Leia mais

EMPREENDEDORISMO PARTE 2. ISCTE Business School - Paulo Sousa Marques

EMPREENDEDORISMO PARTE 2. ISCTE Business School - Paulo Sousa Marques EMPREENDEDORISMO PARTE 2 EMPREENDEDORISMO SOCIAL Conceito O trabalho dos empreendedores sociais é ver onde a sociedade está estacionada e encontrar uma nova forma de resolver o problema. Eles não querem

Leia mais

ESBOÇO PARA UM CÓDIGO DE NORMAS DE CONDUTA DOS TRABALHADORES

ESBOÇO PARA UM CÓDIGO DE NORMAS DE CONDUTA DOS TRABALHADORES ESBOÇO PARA UM CÓDIGO DE NORMAS DE CONDUTA DOS TRABALHADORES Documento de trabalho para Discussão entre os trabalhadores, Conselho Técnico e Direcção 1 OBJECTIVO DO CÓDICO Organizar um quadro de referência

Leia mais

Curso de Mediaçã o de Conflitos

Curso de Mediaçã o de Conflitos Curso de Mediaçã o de Conflitos Objetivos Gerais/Competências visadas: Dotar os formandos de um conjunto de competências que permitam problematizar, analisar e refletir sobre situações práticas de gestão

Leia mais

OBJECTIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS DA EDUCAÇÃO AFECTIVO- SEXUAL

OBJECTIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS DA EDUCAÇÃO AFECTIVO- SEXUAL OBJECTIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS DA EDUCAÇÃO AFECTIVO- SEXUAL Numa perspectiva global pretende-se que no 2º ciclo os alunos Adquiram e aumentem conhecimentos: Sobre o conceito de sexualidade e as suas diferentes

Leia mais

Reflexão Estrutura e Comunicação Organizacional

Reflexão Estrutura e Comunicação Organizacional Reflexão Estrutura e Comunicação Organizacional O módulo de Estrutura e Comunicação Organizacional (ECO), leccionado pelo formador Carlos Pedro Alves Guedes, com total de cinquenta horas. Nesta UFCD abordamos

Leia mais

Auditoria DISC. Juan Prueba

Auditoria DISC. Juan Prueba Auditoria DISC Juan Prueba 26/03/2016 1 Introdução à metodologia D.I.S.C. Este relatório baseia-se na metodologia D.I.S.C. e o seu objectivo é o de ajudar aos processos de progressão e selecção. D.I.S.C.

Leia mais