II OFICINA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O AUTOCUIDADO EM DIABETES

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1 II OFICINA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O AUTOCUIDADO EM DIABETES Complicações Crônicas Como abordar Ana Helena Dias Moraes Maria da Conceição S. Barreto

2 PROPOSTA METODOLÓGICA Abordagem pedagógica centrada no sujeito (paciente), através da dinâmica grupal As experiências dos participantes do grupo são o ponto de partida do processo educativo; Os conteúdos informativos são trabalhados de forma integrada às vivências dos participantes do grupo No processo educativo são considerados os significados afetivos, as percepções e as crenças relacionadas ao tema.

3 FORMAS DE MEDIAÇÃO PARTE I Realização dos controles de glicemia e pressão arterial Acolhimento e preparação do grupo para início da sessão utilizando música de relaxamento

4 FORMAS DE MEDIAÇÃO PARTE II Introdução da dinâmica de sensibilização O Tempo e o Diabetes Refletir em grupo sobre o significado do tempo na vida de cada participante Refletir e cantar músicas temáticas, sobre a relação do homem com o tempo Traçar a Linha da Vida de cada participante e apresentá-la ao grupo Discutir o painel a Linha do Tempo do Diabetes (progressão da doença) Fechar a dinâmica cantando música temática

5 FORMAS DE MEDIAÇÃO PARTE III Depoimentos sobre a vivência com complicações crônicas pelos participantes do grupo Exposição dialogada e problematizadora sobre as complicações crônicas, formas de prevenção e tratamento Distribuição de material educativo Fechamento e Avaliação: Círculo da Comunicação

6 COMPLICAÇÕES CRÔNICAS DO DIABETES Como abordar Relato de experiência PROJETO DOCE CONVIVER

7 COMPLICAÇÕES CRÔNICAS DO DIABETES Como abordar Objetivos Sensibilizar sobre a progressão do diabetes e o aparecimento de complicações crônicas; Estimular a adesão ao tratamento como alternativa para evitar ou retardar as complicações do diabetes; Estimular a aceitação e o controle das complicações instaladas, buscando melhoria da qualidade de vida; Estimular o autoconhecimento e o autocuidado;

8 PROJETO DOCE CONVIVER METODOLOGIA OFICINAS EM DINÂMICA DE GRUPOS 4 grupos de pacientes 4 grupos de familiares 10 oficinas / uma ao mes 2 oficinas / quinzenais

9 DINÂMICA DA OFICINA DE GRUPO Associa a informação à experiência de cada participante; Combina a dimensão terapêutica (sem ser terapia), com a dimensão pedagógica (sem ser aula); Utiliza técnicas de animação, mobilização e comunicação em grupo; Utiliza o lúdico associado às questões de saúde trabalhadas.

10 OFICINA O TEMPO E O DIABETES COMPLICAÇÕES CRÔNICAS - DINÂMICA DE SENSIBILIZAÇÃO Momento 1 Refletir sobre o TEMPO O tempo passado O tempo presente O tempo futuro O tempo que corre O tempo que não passa O tempo bem vivido O tempo mal aproveitado O tempo sem controle

11 OFICINA O TEMPO E O DIABETES DINÂMICA DE SENSIBILIZAÇÃO Momento 2 Refletir e cantar músicas temáticas Tempo rei (Gilberto Gil) Tempo Rei! Oh Tempo Rei! Oh Tempo Rei! Transformai As velhas formas do viver Ensinai-me oh Pai! o que eu ainda não sei. Mãe Senhora do Perpétuo, Socorrei!

12 OFICINA O TEMPO E O DIABETES MOMENTO 3 LINHA DA VIDA

13 OFICINA O TEMPO E O DIABETES Momento 4 LINHA DO TEMPO DO DIABETES Progressão da doença

14 OFICINA O TEMPO E O DIABETES FECHAMENTO DA SENSIBILIZAÇÃO Paciência (Lenine) Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma; Até quando o corpo pede um pouco mais de alma; A vida não pára... Enquanto o tempo acelera e pede pressa; Eu me recuso, faço hora, Vou na valsa. A vida é tão rara...

15 OFICINA O TEMPO E O DIABETES DISCUSSÃO EM GRUPO SOBRE AS COMPLICAÇÕES CRÔNICAS O QUE SÃO COMPLICAÇÕES CRÔNICAS? São problemas de saúde que surgem com os anos do diabetes mal controlado

16 OFICINA O TEMPO E O DIABETES FATORES DE PREVENÇÃO O controle da glicemia, da pressão arterial, do colesterol e do peso, evitam ou retardam as complicações crônicas. E mesmo instaladas é possível controlar sua progressão.

17 OFICINA O TEMPO E O DIABETES IDENTIFICANDO AS COMPLICAÇÕES CRÔNICAS O QUE É NEUROPATIA O QUE É CARDIOPATIA O QUE É RETINOPATIA O QUE É NEFROPATIA

18 OFICINA O TEMPO E O DIABETES Avaliação : Círculo da Comunicação Relaxamento com música suave Depoimentos sobre a experiência vivenciada Levantamento de aspectos positivos e negativos Confirmação do compromisso assumido com o autocuidado

19 OUTRAS FERRAMENTAS EDUCATIVAS

20 Somente quem escuta paciente e criticamente o outro fala com ele (...), mesmo que em certas condições precise falar a ele (...). O educador que escuta aprende a difícil lição de transformar o seu discurso, as vezes necessário, em uma fala com ele. Paulo Freire

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