REABILITAÇÃO AOS DEPENDENTES QUÍMICOS EM EMPRESA DE ECONONIA MISTA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REABILITAÇÃO AOS DEPENDENTES QUÍMICOS EM EMPRESA DE ECONONIA MISTA"

Transcrição

1 1 REABILITAÇÃO AOS DEPENDENTES QUÍMICOS EM EMPRESA DE ECONONIA MISTA Cláudia Cristina Augusto Currículo: Pedagogia pela - Pontifícia Universidade Católica de Campinas ( ); Pós-Graduação em Pedagogia Empresarial( ). Endereço: Avenida da Saudade, 500, Campinas - SP. Ponte Preta - Cep Telefone: FAX: PALAVRAS-CHAVE: DEPENDÊNCIA QUÍMICA.

2 2 1. INTRODUÇÃO Para evitar que os prejuízos causados pelo uso de drogas e álcool afetem o ambiente corporativo, é necessário o investimento das empresas. Geralmente elas ignoram este problema e simplesmente desligam o empregado, mas estudos revelam que empresários percebem que o mais vantajoso para elas é investir na prevenção e na recuperação de empregados dependentes, do que fazer de conta que o problema não é com elas. Para a vítima das drogas, é a chance de detectar e tratar o problema precocemente. Foi em oposição a estes preconceitos que foi desenvolvido este Programa de Reabilitação aos Dependentes Químicos. O Programa realiza técnicas especializadas abaixo descritas que propicia ao doente admitir sua realidade dando com isto o passo mais importante na recuperação de qualquer doente. O desenvolvimento do programa surgiu com o objetivo de obter resultados efetivos de reinclusão do portador da doença no seu contexto profissional, familiar e social, promovendo acesso à sociedade daqueles que são vistos como os excluídos. Programa este que contribui para que a empresa atue de forma ética, eficaz, voltada ao cliente e ao cidadão, possibilitando assim a transformação da sociedade numa sociedade mais justa e igualitária, através de seu papel de responsabilidade. Consideramos lidar com a dependência química, ser uma das questões mais delicadas dentro das empresas. Como já citado acima, geralmente elas ignoram este problema e simplesmente desligam o empregado. Foi em oposição a estes preconceitos que a Empresa criou o Programa de Reabilitação aos Dependentes Químicos. Alcoolismo é uma doença crônica de êxito fatal que leva o paciente usar mecanismo de defesa como negação, projeção e racionalização. O programa realiza técnicas especializadas abaixo descritas que propicia ao doente admitir sua realidade dando com isto o passo mais importante na recuperação de qualquer alcoólatra o abandono das técnicas de negação, projeção e racionalização. O desenvolvimento do programa surgiu com o objetivo de obter resultados efetivos de reinclusão dos alcoólatras no seu contexto profissional, familiar e social. Programa este que contribui para que a empresa atue de forma ética, eficaz, voltada ao cliente e ao cidadão. Foi pensando na doença que o Projeto Alcoolismo teve início em 29/11/1982 na Empresa. Em 1989, é realizado na Empresa uma divulgação sobre Alcoolismo ministrada por Donald Lazo, com o objetivo de proporcionar aos empregados uma visão correta da 3 ª doença que mias mata no mundo, onde a dispensa ou ausência só seria aceita com a ciência do Diretor da Área. Em Agosto de 1989 é elaborado e distribuído o manual da chefia, para que os objetivos do Programa fossem alcançados, seria necessário o apoio e a aceitação das chefias, visto tratarse de um programa a ser trabalhado em equipe: Serviço Social, Médico e Chefias até hoje. Em 1995 é decretada a Portaria onde se determina o funcionamento do Programa e as sanções administrativas. De 1995 até os dias de hoje, o Programa não mais deixou de existir, apenas durante este período o quadro de técnicos que coordenavam o Programa diminuiu. O Programa passou a ser referência em Dependência Química para outras empresas de Campinas e Região.

3 3 2. OBJETIVO O desenvolvimento do programa surgiu com o objetivo de obter resultados efetivos de reinclusão dos alcoólatras no seu contexto profissional, familiar e social. Programa este que contribui para que a empresa atue de forma ética, eficaz, voltada ao cliente e ao cidadão. Principais objetivos: Conscientizar e mobilizar os empregados da empresa, o portador da doença e seus familiares, sobre a dependência química; Propiciar tratamento para que o portador da doença busque sua recuperação; Ampliar os conhecimentos sobre a doença e criar novas alternativas para o desenvolvimento do Programa; Oferecer subsídios para que o empregado busque a recuperação para que este retorne a uma vida profissional, familiar e social satisfatória, através da abstinência química (bebida alcoólica e/ou drogas). 3. METODOLOGIA 1 PROCEDIMENTOS 1.1. Da participação no programa O empregado procurará por vontade própria, ou será encaminhado por familiares, gerentes/coordenadores ao Setor responsável pelo Programa, sempre que houver uma suspeita do uso abusivo de álcool, drogas, bem como de comportamento compulsivo. Passará por abordagem, sendo convidado a participar de oito reuniões no grupo de mútua ajuda. Concomitante, passará por abordagem com um dependente químico abstêmio. Na 4ª reunião passará por abordagem individual com o profissional responsável pelo Programa, com o intuito de verificar sua aceitação no tratamento. Após a oitava reunião, o empregado passará por abordagem com o profissional responsável pelo Programa, com o objetivo de avaliar sua integração no mesmo, com assinatura do Termo e, conforme necessidade, poderão também participar: gerentes, coordenadores, familiares, colegas de trabalho, etc., Após assinatura do Termo, serão oferecidos 06 meses de tratamento, sendo que o empregado deverá se empenhar na busca da abstinência. O empregado que tendo o período vencido e não alcançar a abstinência terá seu prazo prorrogado até mais 06 meses, desde que haja interesse e parecer favorável da equipe interprofissional. O empregado que tenha alcançado a abstinência, poderá continuar seu tratamento, através do grupo de mútua ajuda, por ser a recuperação um processo contínuo Desligamento

4 4 O empregado será desligado do Programa de Reabilitação aos Dependentes Químicos, quando não estiver correspondendo ao tratamento em qualquer uma de suas etapas. Quando o empregado solicitar o desligamento do Programa de Reabilitação aos Dependentes Químicos, assinará termo de responsabilidade, que constará a observação do profissional responsável pelo Programa. 1.3 Reintegração O empregado poderá ser reintegrado no Programa desde que haja interesse do mesmo e parecer favorável da equipe interprofissional. Serão oferecidos 03 meses de tratamento, sendo que o empregado deverá se empenhar na busca da abstinência. O empregado que tendo o período vencido e não alcançar a abstinência terá seu prazo prorrogado até mais 03 meses, desde que haja interesse e parecer favorável da equipe interprofissional. O empregado que tenha alcançado a abstinência, poderá continuar seu tratamento, através do grupo de mútua ajuda, por ser a recuperação um processo contínuo. O empregado que tiver usufruído da internação em Clínica Especializada, não poderá fazê-lo novamente, pois a Empresa dará direito a uma única internação. 1.4 Ferramentas Abordagem Podem ser classificadas: individuais, grupais, com abstêmio, familiares, gestores. A primeira abordagem será realizada pelo profissional responsável pelo Programa, empregado e a pessoa que o encaminhou (seja coordenador, família etc.) refletindo-se sobre a doença e informando sobre o Programa de Reabilitação aos Dependentes Químicos, ressaltando as ferramentas disponíveis para o tratamento Avaliação Médica Passará por avaliação clínica no Setor Médico da Empresa, após primeira abordagem com o responsável pelo Programa. Quando necessário, será encaminhado para tratamento especializado em dependência química (psicoterapia, internação), ou secundária (gastrite, diabetes, etc) através do convênio médico da Empresa ou em clínica especializada Internação em Clínica Especializada

5 5 Clínica contratada para o encaminhamento do empregado que desejar a internação deverá seguir os seguintes critérios: Ter pelo menos dois anos de efetivo trabalho na Empresa; A internação se dará em uma tentativa independentemente do número de dias utilizados; O período de internação será de no mínimo quatro meses; Ter passado por algum processo de tratamento e demonstrar interesse e disposição para a recuperação; Contribuir com o pagamento da internação, respeitando o acordo firmado; A família juntamente com o empregado passará por abordagem junto ao profissional responsável pelo Programa, para esclarecimento sobre o processo a ser realizado, referente a custo/benefício, pagamento, e comprometimento no tratamento proposto. A empresa assumirá com a clínica especializada o pagamento integral da internação e o empregado ressarcirá a empresa o que lhe é devido através da folha de pagamento. A Clínica contratada, só poderá efetuar a internação do empregado através do formulário próprio, encaminhado pelo profissional responsável pelo Programa na Empresa Grupo de mútua ajuda As reuniões do grupo de mútua ajuda serão realizadas às segundas-feiras, das 8h às 10h, tendo como programação: Roteiro Mensal 1ª semana Reunião de convidados 2ª semana Reunião de sentimentos ou Palestra 3ª semana Literatura 4ª semana Tema Livre As faltas nas reuniões serão justificadas mediante atestado médico, ou pelo responsável da área; Apresentar-se ao trabalho após a reunião do grupo como se nele tivesse participado normalmente, sofrerá sanções administrativas, conforme norma existente para este fim. 2 CABERÁ AO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELO PROGRAMA - Realizar as abordagens com os empregados, bem como com seus gestores e ou familiares, colegas de trabalho etc.;

6 6 - Orientar os familiares, gerente e coordenador, quanto ao Programa desenvolvido pela Empresa, bem como da importância de buscarem ajuda em grupos especializados (Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, etc.); - Encaminhar o empregado ao Setor Médico da Empresa para a realização da avaliação médica, que verificará sua condição física e/ ou mental; - Dar subsídios e orientações aos abstêmios, para manter o processo de recuperação; - Acompanhar e encaminhar para tratamento de desintoxicação (internação ou ambulatório), quando necessário. - Encaminhar para tratamentos psiquiátricos e/ou psicoterápicos, quando necessário; - Avaliar a participação do empregado e os resultados obtidos no processo de tratamento, através da análise: das ferramentas disponibilizadas ao empregado, abordagens individuais e grupais com o empregado, responsáveis e familiares; - Proporcionar aos familiares conhecimentos da doença e condições para melhoria na qualidade de vida, através de contato com AA, NA, Naranon e outros. - Participar juntamente com o Setor Médico da Empresa, de cursos, seminários e congressos sobre dependência química, com o objetivo de atualização, reciclagem e aprimoramento. - Planejar as atividades do grupo de mútua ajuda; - Elaborar escalas de apoio para a realização de atividades, como: organizar sala, controlar o tempo das reuniões, terapia do telefone, etc. envolvendo os participantes do grupo; - Informar os coordenadores e gerentes sobre a participação do empregado no grupo, desenvolvendo um trabalho de parceria com o mesmo; - Promover palestras sobre dependência química, nos vários setores da Empresa; - Planejar e organizar treinamentos sobre Dependência Química para gestores, facilitando a compreensão da doença e procedimentos necessários para o encaminhamento e tratamento da doença. 3 CABERÁ AO SETOR MÉDICO DA EMPRESA - Avaliar o empregado, em relação ao seu aspecto de saúde; - Encaminhar aos profissionais especializados os empregados que necessitarem de acompanhamento médico específico; - Realizar um trabalho de parceria com o profissional responsável pelo Programa, no sentido de encaminhar, acompanhar e avaliar o tratamento do empregado; - Acompanhar o profissional responsável pelo Programa em palestras e treinamentos.

7 7 4 CABERÁ ÁS GERÊNCIAS - Encaminhar os empregados ao profissional responsável pelo Programa quando houver suspeita de uso abusivo de álcool e/ou outras substâncias. - Aplicar sanções administrativas (advertências, suspensões) aos empregados, nos termos da Norma interna da empresa e encaminhar cópia do documento aos setores responsáveis, nos seguintes casos: a. Ingestão de álcool e/ou drogas durante o horário de trabalho; - Falta no grupo de apoio, não justificada, bem como apresentar-se ao trabalho após a reunião do grupo como se nele tivesse participado normalmente; - Observar e avaliar o comportamento e desempenho profissional do empregado, comunicando o profissional responsável pelo Programa. - Montar um dossiê funcional, relatando faltas injustificadas e justificadas, atrasos, faltas com atestado médico, aplicações de sanções administrativas, para uma possível reclamação trabalhista. 5 - CONSIDERANÇÕES GERAIS A gerência passará a acompanhar o empregado que está inserido no Programa, que se negar a participar do tratamento oferecido pela Empresa, bem como aquele que venha a ser desligado do Programa, observando seu desempenho profissional (ausências e atrasos constantes) justificados ou não, e demais atitudes que prejudiquem a equipe de trabalho, a produtividade e a Empresa, cabendo à Gerência tomar medidas administrativas; registrando todas as ocorrências para montar um dossiê funcional. O empregado estando afastado do serviço por motivos de doença ou em férias, poderá participar das reuniões do grupo de apoio, não gerando nenhuma espécie de obrigatoriedade por parte da Empresa. Os portadores do CID F 63.0, sobre comportamentos compulsivos, sendo doença comportamental, poderão fazer parte do Programa, considerando que o empregado utilizando-se destas ferramentas poderá obter resultados significativos. 4. CONCLUSÃO De acordo com estudos, o uso de álcool entre outras drogas é comum no ambiente de trabalho, mas costuma passar despercebido. Podemos dizer que isso é reflexo do uso na sociedade. A compreensão de que a dependência química é uma doença (e não um desvio de comportamento) é fundamental para que os empregadores passem a investir na recuperação dos empregados e na prevenção do problema.

8 8 Para evitar que os prejuízos causados pelo uso de drogas e álcool afetem o ambiente corporativo, é necessário o investimento das empresas. Além disso, empregados envolvidos com drogas e álcool faltam mais do que os que não são usuários, chegam mais atrasados, são menos produtivos e usam mais os serviços de saúde. O sucesso do Programa está na forma como esta questão é tratada. Na medida em que a empresa divulga o Programa, ocorre a educação de que a dependência química é uma doença (reconhecido pelo código Internacional de Doenças CID F-10. 2), e que a empresa pode contribuir para o tratamento e para minimização do problema, visando sua responsabilidade social. As pessoas passam a confiar e contribuir para os resultados do Programa. Todo programa deve ser encarado com seriedade e responsabilidade pelas empresas, gerentes, profissionais de RH e pelo próprio empregado. É a partir deste preceito é que chegamos à dignidade do dependente químico, proporcionando um bem estar bio-psico-social e profissional, mantendo-os produtivos, evitando a sua marginalização e ociosidade.

9 9 AGRADECIMENTOS Responsável pela área de desenvolvimento: Alexandre Leoni Silva Lima Responsável pela Gerência de Recursos Humanos: Mário Guerreiro

10 10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALCOHOLICS ANONYMOUS WORD SERVICES. 1962, 1953, O s Doze Passos e as doze tradições. Traduzido na Língua Portuguesa pela JUNAAB Junta de Serviços Gerais de Alcoólicos Anônimos do Brasil. Caixa Postal 3180 CEP São Paulo SP GOHN, Maria da Glória. Educação Não Formal e Cultura Política. Coleção Questões de Nossa Época. São Paulo. Cortez 1999.

REABILITAÇÃO PROFISSIONAL DOS EMPREGADOS EM EMPRESA DE ECONOMIA MISTA

REABILITAÇÃO PROFISSIONAL DOS EMPREGADOS EM EMPRESA DE ECONOMIA MISTA 1 REABILITAÇÃO PROFISSIONAL DOS EMPREGADOS EM EMPRESA DE ECONOMIA MISTA Cláudia Cristina Augusto Currículo: Pedagogia pela - Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1996-1999); Pós-Graduação em Pedagogia

Leia mais

P.A.R.E PROGRAMA DE APOIO E RECUPERAÇÃO DO EMPREGADO

P.A.R.E PROGRAMA DE APOIO E RECUPERAÇÃO DO EMPREGADO P.A.R.E PROGRAMA DE APOIO E RECUPERAÇÃO DO 1990 1989 HISTÓRICO EAP (Alcoa) Foco em Dependência Química (Alumar) Visita na Johnson Criação de Grupo Multidisciplinar de Coordenação Estágio na Clínica Vila

Leia mais

PROGRAMA VIDA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

PROGRAMA VIDA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS PROGRAMA VIDA PREVENÇÃO E TRATAMENTO AO USO E ABUSO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS JUSTIFICATIVA O uso de álcool e outras drogas é, atualmente, uma fonte te de preocupação mundial em todos os seguimentos da

Leia mais

Esse procedimento estabelece requisitos mínimos a serem observados para o desenvolvimento do programa nas unidades da Vale Fertilizantes.

Esse procedimento estabelece requisitos mínimos a serem observados para o desenvolvimento do programa nas unidades da Vale Fertilizantes. Nº: PGS-3209-46-58 Pág.: 1 de 11 Responsável Técnico: Andrea Maria Cardoso Manarte DIHB GESMA - GASHO Público-alvo: Empregados da Vale Fertilizantes e Contratados Código de Treinamento: NA Necessidade

Leia mais

Esse procedimento estabelece requisitos mínimos a serem observados para o desenvolvimento do programa nas unidades da Vale Fertilizantes.

Esse procedimento estabelece requisitos mínimos a serem observados para o desenvolvimento do programa nas unidades da Vale Fertilizantes. Responsável Técnico: Andrea Maria Cardoso Manarte DIHB GESMA - GASHO Público-alvo: Empregados da Vale Fertilizantes e Contratados 1. OBJETIVO Nº: PGS-3209-46-58 Pág.: 1 de 11 Código de Treinamento: NA

Leia mais

Tratamento da Dependência Química: Um Olhar Institucional.

Tratamento da Dependência Química: Um Olhar Institucional. A dependência química é uma síndrome de números superlativos e desconfortáveis; A OMS (Organização Mundial de Saúde) aponta que mais de 10% de qualquer segmento populacional apresenta predisposição à dependência

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária

II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária PROGRAMA PORTO SEGURO LIMPO EM TERRA E A BORDO Área de Abrangência Saúde Mental e Comportamental. Objetivo Prevenção,

Leia mais

MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO - PILATES NORMAS DISCIPLINARES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO - PILATES NORMAS DISCIPLINARES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO - PILATES O Estágio Supervisionado visa complementar a formação do aluno através do aprendizado teórico-prático e do desempenho das atividades, proporcionando uma experiência

Leia mais

MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Curso de Graduação Bacharelado em Musicoterapia

MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Curso de Graduação Bacharelado em Musicoterapia MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Curso de Graduação Bacharelado em Musicoterapia Faculdade Paulista de Artes Av Brigadeiro Luis Antônio, 1224. Bela Vista - São Paulo-SP Cep: 01318-001 Tel: (11) 3287-4455

Leia mais

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho.

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho. O que é Alcoolismo? Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer

Leia mais

PROGRAMA TERAPÊUTICO

PROGRAMA TERAPÊUTICO CENTRO DE RECUPERAÇÃO CAMINHO DA VIDA MARECHAL CÂNDIDO RONDON PARANÁ CNPJ: 03.507.934/0001-02 CEP. 85960-000 MARECHAL CÂNDIDO RONDON PR. VILA CURVADO PROGRAMA TERAPÊUTICO 1. INTRODUÇÃO O Programa Terapêutico

Leia mais

CARTILHA. Um dia de cada vez

CARTILHA. Um dia de cada vez CARTILHA Um dia de cada vez ÍNDICE APADEQ ESTRUTURA TRATAMENTO EM VILA ESPERANÇA SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA AMBULATORIAL PÚBLICO TIPOS DE ASSISTÊNCIA SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA RESIDENCIAL

Leia mais

NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi

NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR-7 PCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira OBJETO: Estabelece

Leia mais

ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA. Senhor Presidente,

ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA. Senhor Presidente, Discurso proferido pelo deputado GERALDO RESENDE (PMDB/MS), em sessão no dia 04/05/2011. ABUSO DO CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS, UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Leia mais

Guias do Al-Anon G-27

Guias do Al-Anon G-27 Guias do Al-Anon G-27 PARA UMA REUNIÃO ABERTA DE INFORMAÇÃO AO PÚBLICO Muitos Grupos realizam reuniões abertas de Informação ao Público para comemorar o aniversário do Grupo. Outros, realizam reuniões

Leia mais

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO 1. Aplicação Esta política aplica-se a todos os colaboradores Técnico-administrativos, sejam vínculo CLT ou contrato de estágio. 2. Objetivo Estabelecer critérios

Leia mais

1.2 EXAME MÉDICO MÓDULO 1 ADMISSÃO

1.2 EXAME MÉDICO MÓDULO 1 ADMISSÃO MÓDULO 1 ADMISSÃO 1.2 EXAME MÉDICO ESTE FASCÍCULO SUBSTITUI O DE IGUAL NÚMERO ENVIADO ANTERIORMENTE AOS NOSSOS ASSINANTES. RETIRE O FASCÍCULO SUBSTITUÍDO, ANTES DE ARQUIVAR O NOVO, PARA EVITAR A SUPERLOTAÇÃO

Leia mais

Sumário. Prefácio... 15 Introdução... 17

Sumário. Prefácio... 15 Introdução... 17 Sumário Prefácio... 15 Introdução... 17 1. QUÊS E PORQUÊS... 21 1) O que é droga?... 21 2) O que é vício?... 21 3) O que é dependência?... 22 4) O que é abuso?... 24 5) Que drogas levam a abuso ou dependência?...

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

DIRETRIZ DE PSICOLOGIA

DIRETRIZ DE PSICOLOGIA DIRETRIZ DE PSICOLOGIA O Presidente da ABEPOM no uso de suas atribuições estatutárias, considerando a necessidade de atualizar as normas gerais que disciplinam o Serviço de Psicologia da ABEPOM, resolve

Leia mais

Uso de SPA na Aviação Civil

Uso de SPA na Aviação Civil Uso de SPA na Aviação Civil Programa de Dependência Química em empresas aéreas Dr. Carlos Henrique Bergling Coordenador Médico da TAM 1. Qual é o problema no uso de drogas? 2. Quem usa drogas? 3. De quem

Leia mais

Suplementar após s 10 anos de regulamentação

Suplementar após s 10 anos de regulamentação Atenção à Saúde Mental na Saúde Suplementar após s 10 anos de regulamentação Kátia Audi Congresso Brasileiro de Epidemiologia Porto Alegre, 2008 Mercado de planos e seguros de saúde: cenários pré e pós-regulamentap

Leia mais

ALCOOLISMO, DOENÇA DA NEGAÇÃO - TRATAMENTO

ALCOOLISMO, DOENÇA DA NEGAÇÃO - TRATAMENTO ALCOOLISMO, DOENÇA DA NEGAÇÃO - TRATAMENTO COMO TRATAR uma doença que, durante séculos, foi alvo de preconceitos, teve etiologia errada e conseqüentemente tratamento desastroso? Ao longo de séculos o alcoólatra

Leia mais

Realização, Apoio e Colaboração: Sociedade Santos Mártires JARDIM ÂNGELA

Realização, Apoio e Colaboração: Sociedade Santos Mártires JARDIM ÂNGELA TÍTULO: UNIDADE COMUNITÁRIA DE ÁLCOOL E DROGAS JARDIM ÂNGELA NOVEMBRO 2002 AUTORES: Sérgio Luís Ferreira - Psicólogo Ronaldo Laranjeira INSTITUIÇÃO:Escola Paulista de Medicina UNIFESP Área Temática: Saúde

Leia mais

SEMINÁRIOS REGIONAIS DA CIDADE DE SÃO PAULO DEPENDÊNCIA QUÍMICA: A REALIDADE NAS SUBPREFEITURAS

SEMINÁRIOS REGIONAIS DA CIDADE DE SÃO PAULO DEPENDÊNCIA QUÍMICA: A REALIDADE NAS SUBPREFEITURAS SEMINÁRIOS REGIONAIS DA CIDADE DE SÃO PAULO DEPENDÊNCIA QUÍMICA: A REALIDADE NAS SUBPREFEITURAS TEMPO E FORTALECIMENTO DA RELAÇÃO COM A DROGA O USO DE DROGA X RELAÇÃO DEPENDENCIA Relações Familiares, trabalho,

Leia mais

PARA UMA REUNIÃO ABERTA DE INFORMAÇÃO AO PÚBLICO

PARA UMA REUNIÃO ABERTA DE INFORMAÇÃO AO PÚBLICO Guia do Al-Anon G-27 PARA UMA REUNIÃO ABERTA DE INFORMAÇÃO AO PÚBLICO Muitos Grupos realizam reuniões abertas de Informação ao Público para comemorar o aniversário do Grupo. Outros realizam reuniões abertas

Leia mais

Srs Diretores, Coordenadores Pedagógicos e Professores

Srs Diretores, Coordenadores Pedagógicos e Professores Srs Diretores, Coordenadores Pedagógicos e Professores A primeira classe hospitalar do Brasil foi inaugurada em 1950, no Hospital Jesus, levando na época ânimo, esperança e novas possibilidades para os

Leia mais

NORMAS PARA PARTICIPAÇÃO DOS SERVIDORES EM CURSOS DE CAPACITAÇÃO

NORMAS PARA PARTICIPAÇÃO DOS SERVIDORES EM CURSOS DE CAPACITAÇÃO NORMAS PARA PARTICIPAÇÃO DOS SERVIDORES EM CURSOS DE CAPACITAÇÃO 1. DOS CURSOS 1.1 Os cursos poderão ser presenciais ou à Distância. Para os técnico-administrativos, deverão ter correlação com o cargo

Leia mais

PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO

PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO 1 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO PORTARIA Nº 3.214 DE 08/06/78 - NR7 (com redação dada pela Portaria nº 24 de 29/12/94 e Portaria nº 8 de 08/05/96) DO OBJETO A Norma Regulamentadora

Leia mais

A Câmara Superior de Gestão Administrativo-Financeira, no uso das atribuições que lhe conferem o Estatuto e o Regimento Geral desta Instituição, e

A Câmara Superior de Gestão Administrativo-Financeira, no uso das atribuições que lhe conferem o Estatuto e o Regimento Geral desta Instituição, e SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE GESTÃO ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA RESOLUÇÃO N.º 05/2013 Regulamenta o sistema de registro eletrônico

Leia mais

A problemática do uso abusivo do álcool e outras drogas requer ações preventivas, curativas e reabilitadoras, pautadas em ações intersetoriais e

A problemática do uso abusivo do álcool e outras drogas requer ações preventivas, curativas e reabilitadoras, pautadas em ações intersetoriais e A problemática do uso abusivo do álcool e outras drogas requer ações preventivas, curativas e reabilitadoras, pautadas em ações intersetoriais e interdisciplinares, visando à melhoria da qualidade de vida

Leia mais

Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos

Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos INSTITUTO BAIRRAL DE PSIQUIATRIA Dr. Marcelo Ortiz de Souza Dependência Química no Brasil (CEBRID, 2005) População Geral: 2,9% já fizeram uso de cocaína

Leia mais

Como Prevenir e Tratar as Dependências Químicas nas Empresas?

Como Prevenir e Tratar as Dependências Químicas nas Empresas? Como Prevenir e Tratar as Dependências Químicas nas Empresas? Hewdy Lobo Ribeiro Psiquiatra Forense Ana Carolina S. Oliveira Psi. Esp. Dependência Química Importância Preocupação permanente de gestores

Leia mais

RBAC 120. Norma ANAC

RBAC 120. Norma ANAC RBAC 120 Norma ANAC A Norma RBAC 120 da ANAC...03 Quem deve implementar o Programa...04 Serviços de Assessoria e Consultoria...05 Rede de Tratamento Especializado...06 Capacitação de Multiplicadores...07

Leia mais

Guia de Tratamento para Dependentes Químicos. Tudo isso você vai saber agora neste Guia de Tratamento para Dependentes Químicos

Guia de Tratamento para Dependentes Químicos. Tudo isso você vai saber agora neste Guia de Tratamento para Dependentes Químicos Guia de para Dependentes Químicos O que fazer para ajudar um dependente químico? Qual é o melhor procedimento para um bom tratamento? Internação Voluntária ou Involuntária Como decidir? Como fazer? O que

Leia mais

O que os olho. a empresa sen. 28 JULHO/AGOSTO/SETEMBRO 2005 diga lá nº 44 ILUSTRAÇÃO ALÊ ABREU

O que os olho. a empresa sen. 28 JULHO/AGOSTO/SETEMBRO 2005 diga lá nº 44 ILUSTRAÇÃO ALÊ ABREU a empresa sen O que os olho ILUSTRAÇÃO ALÊ ABREU 28 JULHO/AGOSTO/SETEMBRO 2005 diga lá nº 44 Uma epidemia ainda invisível atinge a força de trabalho sem que a maior parte das empresas brasileiras perceba.

Leia mais

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal II JORNADA REGIONAL SOBRE DROGAS ABEAD/MPPE Recife, 9&10 Setembro Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria

Leia mais

Seja Bem Vindo! Comunidade Terapêutica: Como Começar com o Pé Direito?

Seja Bem Vindo! Comunidade Terapêutica: Como Começar com o Pé Direito? Seja Bem Vindo! Comunidade Terapêutica: Como Começar com o Pé Direito? Comunidade Terapêutica: Como Começar com o Pé Direito? Ana Carolina S. Oliveira Psicóloga Esp. Dependência Química CRP 06/99198 Hewdy

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE NUTRIÇÃO Dispõe sobre os princípios e diretrizes para disciplinar e regulamentar os procedimentos a serem adotados pelo Curso de Nutrição da Faculdade de

Leia mais

NOAD Núcleo de Orientação e Atendimento a Dependentes Químicos

NOAD Núcleo de Orientação e Atendimento a Dependentes Químicos NOAD: PRINCÍPIOS NORTEADORES, PLANOS E METAS Psicóloga Cléia de Oliveira Cunha Coordenadora do NOAD A concepção do Núcleo de Orientação e Atendimento a Dependentes Químicos NOAD é a relação entre o consumo

Leia mais

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Oficinas de tratamento Redes sociais Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Irma Rossa Médica Residência em Medicina Interna- HNSC Médica Clínica- CAPS ad HNSC Mestre em Clínica Médica- UFRGS

Leia mais

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2)

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) Página 1 de 6 NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional(107.000-2) 7.1. Do objeto. 7.1.1. Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte

Leia mais

Gestão de Pessoas. - Saúde do Servidor -

Gestão de Pessoas. - Saúde do Servidor - Gestão de Pessoas - Saúde do Servidor - Promoção de Saúde e Bem-Estar Desenvolve programas destinados à prevenção de doenças, à promoção de saúde e de qualidade de vida. Realiza campanhas, palestras e

Leia mais

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física 10 Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física Juliana Marin Orfei Especialista em Atividade Física: Treinamento Esportivo UNICASTELO Viviane Portela Tavares Especialista em Atividade

Leia mais

Instrumentos de Triagem para consumo de Bebidas Alcoólicas e Outras Drogas

Instrumentos de Triagem para consumo de Bebidas Alcoólicas e Outras Drogas Instrumentos de Triagem para consumo de Bebidas Alcoólicas e Outras Drogas DIFERENTES NÍVEIS DE CONSUMO ÁLCOOL ABSTINÊNCIA USO EXPERIMENTAL USO MODERADO ABUSO Leve DEPENDÊNCIA Moderada Grave Cerca de 10

Leia mais

DIREITOS DA PESSOA COM AUTISMO

DIREITOS DA PESSOA COM AUTISMO DIREITOS DA PESSOA COM AUTISMO CARTA DOS DIREITOS PARA AS PESSOAS COM AUTISMO 1. O DIREITO de as pessoas com autismo viverem uma vida independente e completa até ao limite das suas potencialidades. 2.

Leia mais

Abuso e dependência ao álcool e outras drogas e sua relação com o suicídio

Abuso e dependência ao álcool e outras drogas e sua relação com o suicídio Abuso e dependência ao álcool e outras drogas e sua relação com o suicídio Messiano Ladislau Nogueira de Sousa Médico Psiquiatra com aperfeiçoamento em terapia psicanalítica Abril, 2014 Sumário Conceitos

Leia mais

MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO MANUAL DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO O Estágio Supervisionado visa complementar a formação do aluno através do aprendizado teórico-prático e do desempenho das atividades, proporcionando uma experiência acadêmico-profissional

Leia mais

ESCOLA DO SERVIÇO DE SAÚDE MILITAR NEWSLETTER. Agosto de 2013

ESCOLA DO SERVIÇO DE SAÚDE MILITAR NEWSLETTER. Agosto de 2013 ARTIGO STEN TSN Carolina Rodrigues Psicóloga Clínica Chefe do Serviço de Psicologia e Aconselhamento da UTITA A Adição é uma doença e tem tratamento A adição não é uma fraqueza de caracter, nem um vício,

Leia mais

Diferentes Abordagens em Dependência Química: Quais os limites?

Diferentes Abordagens em Dependência Química: Quais os limites? Diferentes Abordagens em Dependência Química: Quais os limites? Cláudia Fabiana de Jesus Psicóloga e Mestre em Psicologia da Saúde Estimular a reflexão sobre os limites das abordagens Repensar sobre os

Leia mais

PROGRAMA DO PÓS-GRADUAÇÃO EM SEXOLOGIA CLÍNICA

PROGRAMA DO PÓS-GRADUAÇÃO EM SEXOLOGIA CLÍNICA PROGRAMA DO PÓS-GRADUAÇÃO EM SEXOLOGIA CLÍNICA 1. Nome do curso e Área(s) do Conhecimento - Pós-Graduação/Especialização em Sexologia Clínica - Área do conhecimento: Medicina - Forma de oferta: presencial

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 01/2005. A Comissão Estadual dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais do Estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais,

RESOLUÇÃO Nº 01/2005. A Comissão Estadual dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais do Estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais, RESOLUÇÃO Nº 01/2005 A Comissão Estadual dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais do Estado do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais, CONSIDERANDO que a Lei nº 9.099/95 é uma Lei de Princípios,

Leia mais

Escola de saúde Pública do Estado de Minas Gerais Diretor Geral : Damião Mendonça Vieira CREDENCIAMENTO DE DOCENTE ESP- MG Nº 094/2013

Escola de saúde Pública do Estado de Minas Gerais Diretor Geral : Damião Mendonça Vieira CREDENCIAMENTO DE DOCENTE ESP- MG Nº 094/2013 Escola de saúde Pública do Estado de Minas Gerais Diretor Geral : Damião Mendonça Vieira CREDENCIAMENTO DE DOCENTE ESP- MG Nº 094/2013 CARGO: DOCENTE DE DISPERSÃO (ESTÁGIO) CURSO TÉCNICO EM VIGILÂNCIA

Leia mais

TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA APLICADA ÁS FAMILIAS

TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA APLICADA ÁS FAMILIAS TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA APLICADA ÁS FAMILIAS XXI ABEAD - RECIFE ROBERTA PAYÁ ROBERTAPAYA@HOTMAIL.COM TERAPIA MOTIVACIONAL SISTÊMICA PARA O TRANSTORNO DO ABUSO DE SUBSTANCIAS Um Modelo Integrativo

Leia mais

ESTADO DO ACRE ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO DO ACRE REGULAMENTO PARA OS CURSOS DE CAPACITAÇÃO DA ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO

ESTADO DO ACRE ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO DO ACRE REGULAMENTO PARA OS CURSOS DE CAPACITAÇÃO DA ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO REGULAMENTO PARA OS CURSOS DE CAPACITAÇÃO DA ESCOLA DO SERVIDOR PÚBLICO CAPÍTULO I DA FINALIDADE E OBJETIVOS Dispõe sobre as normas para participação dos servidores públicos em Cursos de Capacitação promovidos

Leia mais

GUIA DO CANDIDATO INSPETORES DE PINTURA INDUSTRIAL

GUIA DO CANDIDATO INSPETORES DE PINTURA INDUSTRIAL 1 de 9 1 OBJETIVO Fornecer as informações necessárias para a qualificação e certificação de Inspetores de Pintura Industrial níveis 1 e 2, segundo os critérios estabelecidos na norma ABNT NBR 15218 e demais

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando a atuação de um psicólogo em equipe 57 O casal em psicoterapia deverá ser treinado a identificar seus multidisciplinar de saúde de um órgão público e as normas éticas

Leia mais

Código de Ética. Introdução

Código de Ética. Introdução Código de Ética Introdução A ÉTICA é o ideal de conduta humana, que define os princípios que devem orientar o trabalho e as relações na organização, e também a conduta ética que cada profissional desta

Leia mais

EDITAL 01/2015 CONCURSO PARA PROGRAMA DE APRIMORAMENTO EM MEDICINA VETERINÁRIA

EDITAL 01/2015 CONCURSO PARA PROGRAMA DE APRIMORAMENTO EM MEDICINA VETERINÁRIA UNIÃO METROPOLITANA PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO E CULTURA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA PROGRAMA DE APRIMORAMENTO EM MEDICINA VETERINÁRIA EDITAL 01/2015

Leia mais

Comorbidades Psiquiátricas na Dependência Química

Comorbidades Psiquiátricas na Dependência Química Comorbidades Psiquiátricas na Dependência Química Fernanda de Paula Ramos Psiquiatra Diretora da Villa Janus Especialista em Dependência Química UNIFESP Especialista em Psicoterapia pela UFRGS Coordenadora

Leia mais

Dependência Química - Classificação e Diagnóstico -

Dependência Química - Classificação e Diagnóstico - Dependência Química - Classificação e Diagnóstico - Alessandro Alves Toda vez que se pretende classificar algo, deve-se ter em mente que o que se vai fazer é procurar reduzir um fenômeno complexo que em

Leia mais

CENTRAL DE ESTÁGIO DO GOVERNO DECRETO Nº 8654-28/10/2010 Publicado no Diário Oficial Nº 8333 de 28/10/2010

CENTRAL DE ESTÁGIO DO GOVERNO DECRETO Nº 8654-28/10/2010 Publicado no Diário Oficial Nº 8333 de 28/10/2010 Súmula: Dispõe que os Órgãos e Entidades da Administração Pública Estadual Direta e Indireta, inclusive as Instituições Estaduais de Ensino Superior podem aceitar estagiários, na forma que especifica-seap...

Leia mais

CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA, LETRAS E ARTES COLEGIADO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM LETRAS

CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA, LETRAS E ARTES COLEGIADO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM LETRAS CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA, LETRAS E ARTES COLEGIADO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM LETRAS EDITAL Nº 04/2014 A Profa. Dra. Maria Thereza Veloso, Coordenadora

Leia mais

RH Saúde Ocupacional

RH Saúde Ocupacional Programa de Promoção da Saúde no Ambiente de Trabalho RH Saúde Ocupacional Objetivo Tem como principal objetivo propiciar ambiente de Tem como principal objetivo propiciar ambiente de trabalho e clima

Leia mais

CARTILHA DO USUÁRIO. Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe)

CARTILHA DO USUÁRIO. Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) CARTILHA DO USUÁRIO Centro Integrado de Assistência ao Servidor (CIAS) Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal (SIASS) Unidade CEFET-MG

Leia mais

ORIENTAÇÃO ÀS CHEFIAS NAS SITUAÇÕES DE FUNCIONÁRIOS COM PROBLEMAS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS. O PAPEL DA CHEFIA

ORIENTAÇÃO ÀS CHEFIAS NAS SITUAÇÕES DE FUNCIONÁRIOS COM PROBLEMAS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS. O PAPEL DA CHEFIA ORIENTAÇÃO ÀS CHEFIAS NAS SITUAÇÕES DE FUNCIONÁRIOS COM PROBLEMAS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS. O PAPEL DA CHEFIA Como chefe de alguém que apresenta problemas relacionados ao uso de álcool e/ou outras drogas,

Leia mais

A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL FRENTE AO TRATAMENTO DOS DEPENDENTES QUÍMICOS

A ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL FRENTE AO TRATAMENTO DOS DEPENDENTES QUÍMICOS 0. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( )

Leia mais

FACULDADE MONTES BELOS FISIOTERAPIA

FACULDADE MONTES BELOS FISIOTERAPIA FACULDADE MONTES BELOS FISIOTERAPIA PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DA LIGA ACADÊMICA DE REABILITAÇÃO EM ORTOPEDIA DA FACULDADE MONTES BELOS Francisco Dimitre Rodrigo Pereira Santos Marillia Pereira Cintra Sintia

Leia mais

SMES. Prevenção ao uso de álcool e outras drogas 07/07/2011. Audiência Pública no Senado Federal

SMES. Prevenção ao uso de álcool e outras drogas 07/07/2011. Audiência Pública no Senado Federal SMES Segurança, Meio Ambiente, Eficiência Energética e Saúde Prevenção ao uso de álcool e outras drogas 07/07/2011 Audiência Pública no Senado Federal CASDEP Comissão de Assuntos Sociais Premissas Se aplica

Leia mais

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE

SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO BÁSICA O VÍNCULO E O DIÁLOGO NECESSÁRIOS ÍNDICE MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS / DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE MENTAL COORDENAÇÃO DE GESTÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

Leia mais

Internação Gratuita para Dependente Químico

Internação Gratuita para Dependente Químico Guia Prático para Conseguir Tratamento Gratuito na Rede Pública de Saúde e em Clínica Particular Sumário Como conseguir em Clínica Particular Introdução O que você vai ler neste ebook Drogas: questão de

Leia mais

CIESP 23/05/2013. Como gerar valor e ser sustentável a partir da adoção de boas práticas trabalhistas

CIESP 23/05/2013. Como gerar valor e ser sustentável a partir da adoção de boas práticas trabalhistas CIESP 23/05/2013 Como gerar valor e ser sustentável a partir da adoção de boas práticas trabalhistas Sumário Valoração da empresa Boas Práticas Trabalhistas 1) Menor Aprendiz 2) Cotas de Deficientes/Reabilitados

Leia mais

Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência ao Empregado: para onde encaminhar. Ambulatório

Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência ao Empregado: para onde encaminhar. Ambulatório XXI Congresso Brasileiro da ABEAD Do Uso à Dependência: a integração das políticas públicas com a clínica 08 a 11 de setembro de 2011 - Recife/PE Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência

Leia mais

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Família Secretaria Municipal de Saúde CASC - Centro de Atenção a Saúde Coletiva Administração Municipal Horizontina RS Noroeste do Estado Distante 520 Km da

Leia mais

Opções de tratamento. Desintoxicação e acompanhamento no Posto de Saúde; Desintoxicação no Domicílio;

Opções de tratamento. Desintoxicação e acompanhamento no Posto de Saúde; Desintoxicação no Domicílio; Opções de tratamento Desintoxicação e acompanhamento no Posto de Saúde; Desintoxicação no Domicílio; Opções de tratamento Grupos de alcoolistas: Participar de grupos de apoio na US e/ou na comunidade onde

Leia mais

LEI N.º 966/2006. Prefeitura Municipal de Rubinéia, 01 de março de 2006. APARECIDO GOULART Prefeito Municipal

LEI N.º 966/2006. Prefeitura Municipal de Rubinéia, 01 de março de 2006. APARECIDO GOULART Prefeito Municipal LEI N.º 966/2006 Autoriza o Poder Executivo, através da Administração direta, indireta e fundacional, a celebrar Convênio com o Centro de Referência e Apoio à Criança e ao Adolescente - CRA, para implantação

Leia mais

REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL: CLÍNICA AMPLIADA E AUTONOMIA

REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL: CLÍNICA AMPLIADA E AUTONOMIA REABILITAÇÃO PSICOSSOCIAL: CLÍNICA AMPLIADA E AUTONOMIA Uma Estratégia de Tratamento e Reinserção Social em Dependentes de Crack REABILITAÇÃO LÍGIA DUAILIBI Terapeuta Ocupacional e Coordenadora do Grupo

Leia mais

Centro de Pesquisas Oncológicas - CEPON Serviço de Gestão de Pessoas - SGP ORIENTAÇÕES DO SERVIÇO DE GESTÃO DE PESSOAS AO NOVO COLABORADOR DO CEPON

Centro de Pesquisas Oncológicas - CEPON Serviço de Gestão de Pessoas - SGP ORIENTAÇÕES DO SERVIÇO DE GESTÃO DE PESSOAS AO NOVO COLABORADOR DO CEPON Centro de Pesquisas Oncológicas - CEPON Serviço de Gestão de Pessoas - SGP ORIENTAÇÕES DO SERVIÇO DE GESTÃO DE PESSOAS AO NOVO COLABORADOR DO CEPON ausência por motivo particular, durante o expediente;

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA Resolução Nº 01/2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE Regulamenta o Estágio Curricular - Internato obrigatório do Curso de Medicina do CCBS/UFCG. O Colegiado do Curso de Graduação em Medicina, no

Leia mais

Matriciamento em saúde Mental. Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde

Matriciamento em saúde Mental. Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde Matriciamento em saúde Mental Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde Matriciamento - conceito O suporte realizado por profissionais e diversas áreas especializadas dado

Leia mais

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.

GR ASSESSORIA LTDA. Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho. Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778. GR ASSESSORIA LTDA Engenharia de Segurança do Trabalho e Medicina do Trabalho Fones 3274.7841 / 3091.0306 / 3257.4685 / 87578392 / 8778.4561 PCMSO Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional PPRA Programa

Leia mais

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfretamento ao Crack e Outras Drogas

Leia mais

EDITAL Nº 01-PROEJA/2010

EDITAL Nº 01-PROEJA/2010 1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE ESNINO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E

Leia mais

TABAGISMO: COMO TRATAR

TABAGISMO: COMO TRATAR TABAGISMO: COMO TRATAR Ana Carolina S. Oliveira Psicóloga Esp. Dependência Química CRP 06/99198 Hewdy Lobo Ribeiro Psiquiatra Forense Psiquiatra ProMulher IPq-HC-FMUSP CREMESP 114681 Epidemiologia Brasil

Leia mais

PALAVRAS-CHAVES: Educação não formal, espaço de convivência e sobriedade.

PALAVRAS-CHAVES: Educação não formal, espaço de convivência e sobriedade. EDUCAÇÃO NÃO FORMAL UMA ESCOLA PARA A VIDA: VIVÊNCIAS NO ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA DA IRMANDADE BOM CONSELHO DOS ALCÓOLICOS ANONIMOS DA CIDADE DE AMARGOSA-BA Adélia Maia Sampaio. UFRB RESUMO O presente trabalho

Leia mais

FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE

FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE FATORES ASSOCIADOS À ADESÃO E ABANDONO DO TRATAMENTO DA TUBERCULOSE Arieli Rodrigues Nóbrega Videres¹- arieli.nobrega@hotmail.com Layz Dantas de Alencar²- layzalencar@gmail.com ¹ Professora mestre do curso

Leia mais

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte!

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte! Câmara Municipal de Barueri Conheça a Norma SA8000 Você faz parte! O que é a Norma SA 8000? A SA 8000 é uma norma internacional que visa aprimorar as condições do ambiente de trabalho e das relações da

Leia mais

Informática e Tecnologia Ltda. Diretoria de Recursos Humanos. Políticas de Recursos Humanos

Informática e Tecnologia Ltda. Diretoria de Recursos Humanos. Políticas de Recursos Humanos Informática e Tecnologia Ltda Diretoria de Recursos Humanos Políticas de Recursos Humanos 1 Políticas de Recursos Humanos - Provas de Certificação Estabelecer procedimentos, critérios e responsabilidades

Leia mais

Regulamento de Recursos Humanos

Regulamento de Recursos Humanos Diretoria de Administração e Planejamento Novembro de 2001 Este regulamento estabelece as diretrizes e normas a serem adotadas pela RNP na gestão dos seus recursos humanos, aprovado na 2ª Reunião Ordinária

Leia mais

PROMOTORIA DE JUSTIÇA DAS COMUNIDADES

PROMOTORIA DE JUSTIÇA DAS COMUNIDADES MPPR-0046.13.002014-5 ATA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA Aos 18 de abril de 2013, às 19h, na Rua da Cidadania da Regional Boa Vista, localizada na Av. Paraná, 3600, no Bairro Boa Vista, em Curitiba-PR, tiveram início

Leia mais

CURSO NACIONAL PARA VOLUNTÁRIOS E PAIS NA PREVENÇÃO COM AMOR-EXIGENTE. Dias 24, 25 e 26 de abril de 2015 Campinas - SP

CURSO NACIONAL PARA VOLUNTÁRIOS E PAIS NA PREVENÇÃO COM AMOR-EXIGENTE. Dias 24, 25 e 26 de abril de 2015 Campinas - SP CURSO NACIONAL PARA VOLUNTÁRIOS E PAIS NA PREVENÇÃO COM AMOR-EXIGENTE Dias 24, 25 e 26 de abril de 2015 Campinas - SP CURSO NACIONAL PARA VOLUNTÁRIOS E PAIS NA PREVENÇÃO COM AMOR-EXIGENTE Amigos e Amigas,

Leia mais

Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica UNIJUÍ

Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica UNIJUÍ PRÁTICA-CHAVE 2.2 AVALIAÇÃO ANEXO I Edital de Incubação EDITAL Nº 03/2014 DA CRIATEC - INCUBADORA DE EMPRESAS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA UNIJUI CAMPUS IJUÍ, PANAMBI E SANTA ROSA PARA SELEÇÃO DE PROJETOS

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO

FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO ABERTURA DE INSCRIÇÕES AO CONCURSO DE TÍTULOS E PROVAS PARA O PROVIMENTO DE 01 (UM) CARGO DE PROFESSOR DOUTOR, REFERÊNCIA MS-3, EM R.D.I.D.P., JUNTO AO DEPARTAMENTO

Leia mais

AS DIMENSÕES BÁSICAS DO ACONSELHAMENTO

AS DIMENSÕES BÁSICAS DO ACONSELHAMENTO AS DIMENSÕES BÁSICAS DO ACONSELHAMENTO Alessandro Alves Terapeuta leigo, Conselheiro, Aconselhador ou Consultor em Dependência Química Em muitas clinicas de tratamento para alcoolismo e dependência de

Leia mais

CONSULTA Nº 49.917/2013

CONSULTA Nº 49.917/2013 1 CONSULTA Nº 49.917/2013 Assunto: Sobre a revisão do manual de orientação para instalação e funcionamento das Comunidades Terapêuticas no Estado de São Paulo. Relator: Conselheiro Mauro Gomes Aranha de

Leia mais

Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina

Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina Deveres dos médicos com relação à saúde do trabalhador Versa sobre normas específicas para médicos que atendam o trabalhador Fonte: Diário Oficial da

Leia mais

Adendos do Curso de Zootecnia aos Regulamentos de Estágios da UFPel

Adendos do Curso de Zootecnia aos Regulamentos de Estágios da UFPel Adendos do Curso de Zootecnia aos Regulamentos de Estágios da UFPel MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS COLEGIADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ZOOTECNIA ADENDOS DO CURSO DE ZOOTECNIA AS

Leia mais