Vieira entre o Poder Temporale e a Igreja Ad Aeternum : O V Império Josué Rodrigues Nogueira Junior RESUMO Palavras-Chave: ABSTRACT Keywords:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Vieira entre o Poder Temporale e a Igreja Ad Aeternum : O V Império Josué Rodrigues Nogueira Junior RESUMO Palavras-Chave: ABSTRACT Keywords:"

Transcrição

1 Vieira entre o Poder Temporale e a Igreja Ad Aeternum: O V Império Josué Rodrigues Nogueira Junior (Cnpq PIBIC-UGF) Orientação: Professor Doutor Arno Wehling RESUMO O V Império é grande fonte de indagações históricas. O Padre Antônio Vieira, ao utilizar-se do imaginário social português em discursos político-religiosos, idealizou um locus de legitimação do poder monárquico Bragantino através da construção do conceito de V Império, e através dessa idealização, Antônio Vieira alimentava o sonho daqueles que rejeitavam um novo jugo de Castela. Palavras-Chave: Padre Antônio Vieira; V Império; Imaginário. ABSTRACT The Fifth Empire is a great source for historical indagations. Father Antônio Vieira, through the utilization of the Portuguese social imaginary in his religious/political speeches, idealized a locus of legitimization of the Bragantino monarchic power through the creation of the concept of the Fifth Empire. Through that idealization Antônio Vieira was able to stimulate the hearts of those who couldn t bear to be subdued by Castela. Keywords: Father Antônio Vieira; The Fifth Empire; Imaginary. Os jesuítas como sujeitos do seu tempo posicionaram-se acerca dos acontecimentos que presenciavam. No século XVII, durante o domínio de Castela não mantiveram o grito sufocado, manifestaram-se em sermões e obras de forma incitativa. De certa forma, esperava-se que algo miraculoso acontecesse, mas não apenas aguardavam providencias dos céus, demonstravam a insatisfação por meio da palavra. Os Jesuítas faziam críticas aos Filipes. A Companhia de Jesus estabilizou-se como organismo cosmopolita, e em cada membro deveria impor uma regra de respeito à nacionalidade 1, porém, entre os jesuítas, o furor patriótico era claro e manifesto. Azevedo 2, afirma que, dentro da Companhia de Jesus o antagonismo das procedências, tem de coalhar em um sentimento comum de solidariedade. Os jesuítas como órgão cosmopolita, estavam sujeitos a regras. A utilização de uma língua não vernácula 1

2 deveria afastar os jesuítas de contendas e dos estados em que esteve missão. Essa atitude objetivava e, deveria afirmar que as constituições determinam que em nenhum caso os da ordem participem das contendas dos príncipes. 3 Mas em Portugal, o que percebemos, é um fato simples: nunca o preceito se teve em conta. Os jesuítas, manifestando-se contrários aos Filipes, faziam mais que intervir em contendas de príncipes; levantavam-se contra o mesmo poder estabelecido. 4 O poder dos sermões, era utilizado de forma incitativa contra Castela. Os jesuítas assumiram posicionamento político, rejeitando a nova dinastia. Desde o primeiro dia repudiaram abertamente o domínio de Castela. Do púlpito faziam campanha contra esse domínio, com inquietação do governo, que procedeu contra alguns, impondo-lhes desterros. 5 Durante todo o período do domínio Espanhol, sermões contra os Filipes foram proferidos pelos jesuítas, sendo a Companhia de Jesus atuante nessa questão. Mas como seria a ascensão do Primeiro Bragança ao Trono Português? O discurso Vieiriano é ideológico e de cunho nacionalista, visa à obtenção de resultados. Castela era a personificação da não realização problemática do planejamento Divino. Bragança era a Esperança. Vieira trabalha temas ligados à mentalidade da época em uma construção Político-religiosa ativa. Constrói trabalhando o conceito de Imaginário Social como bom orador e pregador que demonstra ser através de seus textos. Um verdadeiro Império Universal Cristão surgiria. Portugal era a nação fadada ao Sucesso. Política e Administrativamente Vieira sugeria um Imperador atuando em nome de Cristo, e esse homem era D. João IV. Antônio Vieira para o que discursa e nomeia como V Império, constrói um embasamento estruturado nas indagações, e nas respostas existentes em Portugal e na própria Igreja, evoca a mística da restauração, fundindo-a a novos elementos, medievais e modernos, que não se chocam, mas se completam. O jesuíta, que fez parte da corte bragantina de D. João IV transforma o Sebastianismo vigente, em Joanismo. Vieira incitava em sermões e escritos a restauração de um lócus ideal, um Império cujo todo o sentido, fosse verdadeiramente ligado ao catoliqué. Portugal tornase ambiciosamente na construção do seu discurso uma Nova-Roma, regida de forma temporal e atemporal. A Cidade de Deus de Santo Agostinho, surgiria, derrubando os simulacros da Cidade dos Homens. E eis que surgiria o V Império, que seria unido a Deus e concomitantemente, a Igreja ad aeternum, enquanto a ordem temporal seria 2

3 levada através de D.João IV. Duas ordens opostas viveriam, e a legitimação desse Império dava-se com profecias bíblicas e profecias messiânicas do Imaginário português. A construção do V Império Português, está inserida em um pensamento de caráter duplo, onde a idéia de dois corpos é a base do projeto, dessa forma, o futuro traria a culminância escatológica prometida, unindo Deus e Portugal. O Tempo Linear para Antônio Vieira do Gênesis ao Apocalipse é maior que o Tempo Cíclico, a História tem caráter sacro com tipologias Barrocas, com culto exagerado da forma, o que implica em suas metáforas, antíteses e hipérboles, existe um conflito estrutural entre Deus e humanidade que apenas pode ser resolvido com a legitimação do Poder Português. A História inicia-se com o pecado original, porém sempre existindo o ideário da soberania Portuguesa. O tempo de Antônio Vieira é bem outro. Em todos os níveis (teológico, ético ou político), o tempo barroco não é, como tendência a imaginar, fechado em si mesmo, quase atemporal, ancorado na confiança de Deus. Na realidade, esse tempo de aparencia tão una éum tempo intimamente dividido, inquieto, que é preciso saber reconduzir à sua fonte. Mas seu segredos erá bem guardado. A Fé, a nova Fé repousa sobre a vontade. Evidentemente, a Igreja Católica guarda em si todos os seus tempos. Mas a de Antônio Vieira, a igreja da Companhia de Jesus,, apresentou-se desde o seu início, uma igreja militante. Num sentido só ligeiramente metafórico, ela é como a muralha de uma Igreja amputada em luta consigo própria, e de uma Europa em parte perdida para ela. Graças a essa milícia por excelência, somente a providencia tinha o poder de remediar essas reveses, essa ferida que não dependia simplesmente do impotente espírito do mal, mas do próprio Deus, mestre do mundo e da História. 6 (LOURENÇO, 2001: 92) O Discurso de Vieira visa o sublime, visa um período de paz, com Portugal reinando soberana com alma dominante. É bom lembrar a realidade pela qual Portugal passara anteriormente. Vieira percebia o passado sob o que considerava um jugo Espanhol, e ansiava por um novo tempo, dessa forma, sair das amarras de Castela, e perceber-se como nação eleita, como povo escolhido é discurso legitimatório de sucesso, e para o sucesso. Nas palavras do próprio Vieira: Estilo foi este que sempre Deus usou com Portugal, receoso porventura de que uma nação tão amiga da honra e da glória lhe quisesse roubar a sua. 3

4 Quem considerar o Reino de Portugal no tempo passado, no presente e no futuro, no passado o verá vencido, no presente ressuscitado e no futuro glorioso; e em todas estas três diferenças de tempos e estilos lhe revelou e mandou primeiro interpretar o. favores e as mercês tão notáveis com que o determinava enobrecer: na primeira, fazendo-o, na segunda restituindo-o, na terceira, sublimando-o. 7 (VIEIRA, História do Futuro) A resposta de Daniel a Nabucodonosor 8 era a prova de uma nação soberana que viria a posteriori. Vieira interpreta o sonho, a luz Portuguesa. Politicamente dá aos Lusitanos um discurso motivador. Impulsiona o direito de Sonhar. E sonhar alto. O Historiador Holandês Besselaar o posiciona como realista e visionário em uma relação dialógica. A Antônio Vieira não se pode negar uma boa dose de realismo. Com seu bom senso era capaz de diagnosticar com perspicácia os males que seus país enfrentava. Tinha também coragem suficiente para receitar remédios que lhe pareciam apropriados, mas que, por contrariarem os interesses de grupos poderosos, quase nunca eram bem recebidos. No mesmo homem habitava também um sonhador que, propenso a se colocar acima das realidades terrestres, deleitava-se em meditar e interpretar as profecias relativas ao Quinto Império, cujo advento não cessava de anunciar aos compatriotas. O ambiente em que vivia sentia-se chocado tanto pelo realista como pelo visionário. O realista dizia verdades inoportunas, o visionário sustentava teses extravagantes. 9 (BESSELAAR, 2002: 92) No Sermão dos Anos Bons 10, Vieira fala acerca de D.Sebastião, podemos perceber que ele utiliza-se de um argumento entranhado no povo, o Mito de Ourique torna-se um equívoco, porém, um belo equívoco. Em sua construção textual, Vieira compara Portugal a Madalena buscando o seu morto santificado, faz analogias, e a partir desse momento, com utilização de técnicas sofísticas apropria-se de elementos Sebastianistas tranformando-os em uma Esperança, logo após fala de tempo, do tempo correto, da prudência e coerência de Deus. O que é esse tempo correto? Não seria o tempo de D.João IV? Com esse discurso constrói uma realidade favorável politicamente ao Monarca da Dinastia Bragança. Existe a data mais correta pra tudo, e Portugal fora antecipada julgando D.Sebastião o escolhido. 4

5 Jesus é utilizado como exemplo, afinal houve uma data prescrita e correta para sua circuncisão, logo existe um dia correto para a chegada daquele que seria o escolhido. Que não era D.Sebastião como se cria, mas o Restaurador, o verdadeiro Redentor era corretamente D.João IV! A intenção de Vieira, através do V Império era através do Imaginário Português, utilizando-se de elementos como a Bíblia, o que é coerente a um jesuíta, e de elementos como o Mito de Ourique mitificar D.João IV. Torná-lo um herói, um mito político. Mas o que seria um mito político? Para Raoul Girardet: Mito político é fabulação, deformação ou interpretação objetivamente recusável do real. Mas, narrativa legendária, é verdade que ele exerce também uma função explicativa, fornecendo certo número de chaves para a compreensão do presente, constituindo uma criptografia através da qual pode parecer ordenar-se o caos desconcertante dos fatos e dos acontecimentos. 11 (GIRARDET, 1987: 13) Para Pierre Rosanvallon 12, o político é o lugar onde se articulam o social e suas representações, sendo, a matriz simbólica na qual a experiência coletiva tem suas raízes e ao mesmo tempo reflete sobre si mesma. Dentro dessa circunscrição, delineia-se o conceito de Imaginário Político. O conceito de Imaginário ou Imaginação Social passou a ser objeto de estudo fundamental para a compreensão não somente das representações mentais estabelecidas por grupos sociais, mas também o equacionamento da lógica das práticas e dos comportamentos coletivos. O Imaginário enquanto construção de representações que raramente coincidem com o real, não é pura e simplesmente uma mistificação, atua habilidosamente como questionamento para as perguntas que Vieira deseja responder com seu V Império Português. Para isso constrói o Mito, o Mito é fator primordial político, é ele o forjador da identidade, o Mito traz coesão quando simbolizado na figura do Líder,é o fator unificador. Infunde Esperança, ambiciona resultados, alcança metas, tendo como papel principal o Futuro. O Mito restaura o Futuro, constrói um mundo melhor. Faz sonhar. Quando se retorna ao passado, recorrese a memória. O poder tem seus rituais com seus ritos, símbolos e mitos. O Imaginário não faz sentidos em as representações das práticas culturais. Dessa forma: A imaginação social, além de fator regulador e estabilizador, também é a faculdade que permite que os modos de sociabilidade existentes não sejam 5

6 considerados definitivos e como os únicos possíveis, e que possam ser concebidos outros modelos e outras fórmulas. 13 (BACKZO, 1985: 403) Nessa contextualização insere-se o imaginário social como a representação ou o conjunto de representações imagéticas de determinados aspectos ou fenômenos da vida social como anseios, temores, utopias, valores, crenças. Fatores utilizados politicamente a favor de D.João IV por Antônio Vieira, o Monarca Bragantino nessa construção surge como resposta prontamente ativa e solucionadora as questões problemáticas portuguesas. Na acepção usada aqui, cultura política só pode ser existir na duração como fenômeno estruturado e reproduzido ao longo do tempo. 14 (PATTO, 2009: 22) Cultura Política é, portanto, um processo de longa duração, perde-se a força do conceito se ligarmos o mesmo a algo efêmero, pois o mesmo apresenta-se em elementos arraigados na cultura de um grupo. Uma definição adequada para cultura política (...) poderia ser: conjunto de valores, tradições, práticas e representações políticas partilhado por determinado grupo humano, que expressa uma identidade coletiva e fornece leituras comuns do passado assim como fornece inspiração para projetos políticos direcionados Para o futuro. 15 (BACKZO, 1985: 403) A legitimação Bragantina fora construída pela obra de Vieiriana, tanto nas questões jurídicas, como simbólicas e religiosas. Definitivamente Política. A ação do político na sociedade engendra política nessa sociedade, e essa ação, fala de uma sociedade, a sociedade fala dessa ação. Qual o papel social, em uma ação? Interesses Políticos manifestam-se e apresentam-se no âmbito social. Não se separa o individuo do político, ele é figura geradora do social, da articulação e de sua representação. Funcionamos através de conceitos, sociedades produzem seus valores e crenças, e esses valores nos movem e nos impulsionam. O que percebe-se com o Padre Vieira é uma óbvia construção, Vieira utiliza-se de elementos sócio-culturais construindo uma realidade futura, o que ele faz é fazer política, utilizar-se de elementos da igreja é inerente ao homem de seu século, principalmente se atentarmos ao fato de ser parte da Companhia de Jesus, amarrar elementos construindo um futuro é fazer Política, é mexer com a o Imaginário. É fazer Política, nos diz Adriano Cerqueira que: 6

7 Provavelmente nesse campo de abordagens a discusão sobre cultura política adquire grande relevância temática. Já que, invariavelmente haverá a preocupação em se conhecer como a dinâmica interativa entre os agentes sociais de uma determinadas realidade promove a cristalização de valores, imagens e símbolos suficientemente significativos para a mobilização política. Nesse sentido, a utilização do tema cultura política adquire um papel de destaque na analise teórica, e será nesse contexto analítico que se promovera a discussão. 16 (CERQUEIRA, 1996: 76-82) Vieira desfaz o mito de Ourique, aplica a sua ideologia D.João IV, apropria-se de elementos Sebastianistas mutando-os, antes de Antônio Vieira não falava-se em Quinto Império, apenas no Retorno de Sebastião, o Jesuíta acrescenta a isso fortes elementos Bíblicos, na tentativa de viabilizar a imagem do Monarca D.João IV enquanto Restaurador e restituidor da Glória Portuguesa, Glória prevista por Deus. O V Império, pode ser considerado uma total construção conceitual do Padre Antônio Vieira. Argumentando politicamente aspectos religiosos, somando-os a Monarquia Bragantina, discursa baseado no caráter místico, fundindo-o ao filosófico, um novo tempo idealizado. Trata-se de um movimento de caráter profético, que com muitas formas atravessou séculos, antes do V Império de Vieira, esperava-se em Portugal o Desejado D. Sebastião. Vieira altera o discurso do Retorno. A questão da legitimidade da monarquia lusitana pode ser entendida como fator de unidade da obra Vieirense. Afirma incessantemente o Poder Monárquico vigente. A utilização de Vieira do caráter político funde-se ao caráter religioso. Através dos escritos de Aline Coutrot 17, percebemos que, tal apropriação e possibilidade tende a ser natural, e sempre fez parte da sistemática dos sermões da Igreja. A união poder e religião é fator agregatório, pode-se utilizar-se dela como fator legitimatório, e nesse caso, construir o outro como o desarticulador do bom em função do sucesso esperado. Assim a Espanha era desagregadora, o coerente risco eminente de acordo com Vieira, e seu discurso, ao V Império Português e ao plano de Deus. Enquanto se prega uma Esperança Portuguesa, prega-se a união, com dogmas a serem seguidos e prescritos legitimados pelas escrituras bíblicas e profecias historicamente conhecidas. O coletivo de Vieira é Português, Divino, Garantia de Sucesso. Salve D.João IV! Ele traria todos benefícios sonhados, e que após tantas 7

8 agruras por causa do Reino de Castela, Portugal afirmava merecidamente o crédito, e haviam planos de Deus para com Portugal. D.João IV era o escolhido por Deus, as profecias, a árvore genealógica do monarca comprovava! Assim cria Vieira. A religiosidade era operante na mentalidade do povo, atuava na cooperação de Símbolos, Mitos e Ritos. Construídos e Necessários. Hernani Cidade nos falando sobre Vieira e seu tempo diz que: Na sua época, a fé não precisava ser defendida nem fortificada, pois era muito para além das fronteiras, em países com que evitávamos todo o comércio intelectual, onde a heresia campeava ou ia se insinuando (...) Vieira, esse, além de apóstolo cristão, e freqüentemente, muito mais do que isso é orientador político íntimo conselheiro do Rei. 18 ( CIDADE, 1940 : 40.) Entendemos assim, o grande caráter Político dos Escritos de Antônio Vieira. Tudo que poderia acrescentar benefício ao trono oscilante era válido e acrescentado, assim percebemos na exegese de Antonio Vieira, uma transposição do sentido cultural e religioso que vivia sublinhando o religioso em uma afirmação sempre atuante do poder monárquico. A legitimidade da Dinastia lusitana é o fio condutor dos escritos de Antonio Vieira, no período que esteve mais ligado a corte isso torna-se mais visível, no período que esteve intimamente ligado a ela, de 1641 a Enquanto foi embaixador a serviço de El Rei na Europa e Pregador Régio. Joseph Von Den Besselaar nos lembra a coragem de Vieira para receitar os remédios que lhe pareciam apropriados. 19 (BESSELAAR, 2002: 34) Era necessário para o sucesso de Portugal, legimitar o escolhido encarnado na Casa de Bragança. Antônio Vieira sai do singular para o plural, quando torna Portugal a solução para o sucesso do mundo, aquele que traria não apenas o sucesso das Armas de Portugal 20, mas o V Império Bíblico. 1 AZEVEDO, João Lúcio de. História de Antonio Vieira, Tomo I- São Paulo;Alamaeda, O termo é de Azevedo, Biógrafo de Vieira. 2 João Lúcio de Azevedo ( ) é considerado o maior biógrafo de Vieira. 3 Idem 4 Idem 5 Idem 8

9 6 LOURENÇO, Eduardo. Vieira ou o Tempo do Barroco. Brasil e Portugal 500 Anos de Enlaces e Desenlaces- volume 2. Revista Convergência Lusíada, 18. Real Gabinete Português de Leitura, Pág. 92. (Tradução do Francês por Teresa Cristina Cerdeira, revista pelo autor.) 7 VIEIRA, Antônio. História do Futuro. Disponível On Line. 8 O livro bíblico do Profeta Daniel, capítulo 2, versículos 44 e 45 diz: Mas nos dias destes reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, e será estabelecido para sempre. Esse Reino é entendido por Vieira como sendo o Reino de Portugal. ALMEIDA, João Ferreira de. Bíblia Sagrada. Imprensa Bíblica Brasileira. 71 ª Impressão BESSELAAR, José van den. Antônio Vieira Profecia e Polêmica. EdUERJ, Pág VIEIRA, Antônio. Sermão dos Anos Bons. Disponível On Line. 11 GIRARDET, Raoul. Mitos e mitologias políticas. São Paulo: Cia. Das Letras, Pág ROSANVALLON, Pierre. Por uma história conceitual do político. In: História propostas e práticas. Revista Brasileira de letras, São Paulo, ANPUH/ Contexto, vol. 15, nº 30, BACZKO, Bronislaw. Imaginação Social. In: Enciclopédia Einaldi, s. 1. Lisboa: Imprensa Nacional/Casa da Moeda, Editora Portuguesa, 1985.Pág PATTO, Rodrigo. Culturas Políticas na história: NovosEstudos/ organização Rodrigo Patto Sá Motta- Belo horizonte, MG: Argvmentvm, 2009.Pág Ibdem. Pág CERQUEIRA, Adriano Sérgio Lopes da Gama. A Validade do Conceito de Cultura Política. In: LPH- Revista de História, Pág. 76 a Coutrot faz parte da nova Historiografia Política Francesa. 18 CIDADE, Hernani. Padre Antonio Vieira. Estudo Biográfico e Crítico.Volume I. Agencia Geral das Colônias- Lisboa. MCMXL.Pág BESSELAAR, José van den. Antônio Vieira Profecia e Polêmica. EdUERJ, Pág VIEIRA, Antônio. Sermão para o Bom Sucesso das Armas de Portugal. Disponível On Line 9

O QUINTO IMPÉRIO VIEIRENSE: ENTRE A UTOPIA, O CETICISMO E A INQUISIÇÃO PORTUGUESA Josué Rodrigues Nogueira Junior 1

O QUINTO IMPÉRIO VIEIRENSE: ENTRE A UTOPIA, O CETICISMO E A INQUISIÇÃO PORTUGUESA Josué Rodrigues Nogueira Junior 1 O QUINTO IMPÉRIO VIEIRENSE: ENTRE A UTOPIA, O CETICISMO E A INQUISIÇÃO PORTUGUESA Josué Rodrigues Nogueira Junior 1 É conclusão certa e de fé que este Quinto Império de que falamos, anunciado e prometido

Leia mais

A Busca. Capítulo 01 Uma Saga Entre Muitas Sagas. Não é interessante como nas inúmeras sagas que nos são apresentadas. encontrar uma trama em comum?

A Busca. Capítulo 01 Uma Saga Entre Muitas Sagas. Não é interessante como nas inúmeras sagas que nos são apresentadas. encontrar uma trama em comum? A Busca Capítulo 01 Uma Saga Entre Muitas Sagas Não é interessante como nas inúmeras sagas que nos são apresentadas em livros e filmes podemos encontrar uma trama em comum? Alguém, no passado, deixouse

Leia mais

INTRODUÇÃO A ANTROPOLOGIA RELIGIOSA

INTRODUÇÃO A ANTROPOLOGIA RELIGIOSA INTRODUÇÃO A ANTROPOLOGIA RELIGIOSA A Antropologia é o estudo do homem e seu mundo. Como ciência da humanidade, ela se preocupa em conhecer cientificamente o ser humano em sua totalidade. (MARCONI, Marina

Leia mais

18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado

18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado LIÇÃO 1 - EXISTE UM SÓ DEUS 18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado A Bíblia diz que existe um único Deus. Tiago 2:19, Ef. 4 1- O Deus que Criou Todas as coisas, e que conduz a sua criação e

Leia mais

IGREJA CRISTÃ MARANATA PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE EM EFÉSIOS 2.8 PAULO VINCULA A SALVAÇÃO À FÉ QUE VEM DE DEUS.

IGREJA CRISTÃ MARANATA PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE EM EFÉSIOS 2.8 PAULO VINCULA A SALVAÇÃO À FÉ QUE VEM DE DEUS. ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL 21-jun-2015 - TEMA: A FÉ Assunto: INTERFERÊNCIAS NO PROCESSO DA SALVAÇÃO Texto fundamental: JOÃO CAP. 9 EM EFÉSIOS 2.8 PAULO VINCULA A SALVAÇÃO À FÉ QUE VEM DE DEUS. COMENTAR OS

Leia mais

A Unidade de Deus. Jesus Cristo é o Único Deus. Pai Filho Espírito Santo. Quem é Jesus? Como os Apóstolos creram e ensinaram? O que a Bíblia diz?

A Unidade de Deus. Jesus Cristo é o Único Deus. Pai Filho Espírito Santo. Quem é Jesus? Como os Apóstolos creram e ensinaram? O que a Bíblia diz? A Unidade de Deus Quem é Jesus? Como os Apóstolos creram e ensinaram? O que a Bíblia diz? Vejamos a seguir alguns tópicos: Jesus Cristo é o Único Deus Pai Filho Espírito Santo ILUSTRAÇÃO Pai, Filho e Espírito

Leia mais

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5. Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.1-2 E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha

Leia mais

Aspetos inclusivos e exclusivos na fé nova-apostólica

Aspetos inclusivos e exclusivos na fé nova-apostólica Igreja Nova Apostólica Internacional Aspetos inclusivos e exclusivos na fé nova-apostólica Depois de, na última edição, termos abordado os aspetos inclusivos e exclusivos no Antigo e no Novo Testamento,

Leia mais

Caracterização Cronológica

Caracterização Cronológica Caracterização Cronológica Filosofia Medieval Século V ao XV Ano 0 (zero) Nascimento do Cristo Plotino (204-270) Neoplatônicos Patrística: Os grandes padres da igreja Santo Agostinho ( 354-430) Escolástica:

Leia mais

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto.

MITO. De MÝEIN se fez a palavra MÝSTES, iniciado nos mistérios, de onde derivou MYSTÉRION, doutrina secreta, arcano, culto secreto. MITO Mito vem do Grego MYTHÓS, que tinha um grande número de significados dentro de uma idéia básica: discurso, mensagem palavra, assunto, invenção, lenda, relato imaginário. Modernamente está fixada nestes

Leia mais

LIÇÃO 3 S DANIEL 2:1-49

LIÇÃO 3 S DANIEL 2:1-49 Reinos Vindouros LIÇÃO 3 S DANIEL 2:1-49 II. Daniel Interpreta o Sonho de Nabucodonosor sobre os Reinos Vindouros, 2:1-49 A. O sonho e o decreto de Nabucodonosor, 2:1-16 1. Nabucodonosor pede aos sábios

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

ITAICI Revista de Espiritualidade Inaciana

ITAICI Revista de Espiritualidade Inaciana ITAICI Revista de Espiritualidade Inaciana 93 ISSN - 1517-7807 9!BLF@FB:VWOOUWoYdZh outubro 2013 Que a saúde se difunda sobre a terra Escatologia e Exercícios Espirituais Pedro Arrupe, homem de Deus 1

Leia mais

5. Autoconsciência e conhecimento humano de Jesus

5. Autoconsciência e conhecimento humano de Jesus 5. Autoconsciência e conhecimento humano de Jesus Através do estudo dos evangelhos é possível captar elementos importantes da psicologia de Jesus. É possível conjeturar como Jesus se autocompreendia. Especialmente

Leia mais

Fundamentos, conceitos e paradigmas da evangelização

Fundamentos, conceitos e paradigmas da evangelização Curso: Teologia Prof. Nicanor Lopes Fundamentos, conceitos e paradigmas da evangelização OBJETIVOS DA AULA Oferecer aos estudantes a construção de um conhecimento consistente e crítico sobre Evangelização,

Leia mais

Mosaicos #2 Um Novo e superior Testamento Hb 1:1-3 Introdução: Se desejamos compreender o hoje, muitas vezes precisaremos percorrer o passado.

Mosaicos #2 Um Novo e superior Testamento Hb 1:1-3 Introdução: Se desejamos compreender o hoje, muitas vezes precisaremos percorrer o passado. 1 Mosaicos #2 Um Novo e superior Testamento Hb 1:1-3 Introdução: Se desejamos compreender o hoje, muitas vezes precisaremos percorrer o passado. Neste sentido a Carta aos Hebreus é uma releitura da lei,

Leia mais

Plano de salvação e História de salvação

Plano de salvação e História de salvação Igreja Nova Apostólica Internacional Plano de salvação e História de salvação O artigo que se segue aborda a questão de como a salvação de Deus se evidencia na realidade histórica. A origem do pensamento

Leia mais

Introdução à 26/05/2011 A doutrina de Cristo segundo as escrituras Divindade de Cristo O que a história da igreja fala sobre o assunto? A Igreja Primitiva No início do século II, o cristianismo era uma

Leia mais

Daniel fazia parte de uma grupo seleto de homens de Deus. Ele é citado pelo profeta Ezequiel e por Jesus.

Daniel fazia parte de uma grupo seleto de homens de Deus. Ele é citado pelo profeta Ezequiel e por Jesus. Profeta Daniel Daniel fazia parte de uma grupo seleto de homens de Deus. Ele é citado pelo profeta Ezequiel e por Jesus. O livro de Daniel liga-se ao livro do Apocalipse do Novo Testamento, ambos contêm

Leia mais

IIIDomingo Tempo Pascal- ANO A «..Ficai connosco, Senhor, porque o dia está a terminar e vem caindo a noite

IIIDomingo Tempo Pascal- ANO A «..Ficai connosco, Senhor, porque o dia está a terminar e vem caindo a noite Ambiente: Os comentadores destacaram, muitas vezes, a intenção teológica deste relato. Que é que isto significa? Significa que não estamos diante de uma reportagem jornalística de uma viagem geográfica,

Leia mais

Estes capítulos introduzem a última série de visões de Ezequiel, nas quais ele vê

Estes capítulos introduzem a última série de visões de Ezequiel, nas quais ele vê Lição 14 Ezequiel Mede o Templo Restaurado (Ezequiel 40:1-42:20) Estes capítulos introduzem a última série de visões de Ezequiel, nas quais ele vê o templo restaurado. Nesta lição, vamos considerar alguns

Leia mais

www.linkchurch.net É o que vamos fazer rapidamente sem nos atermos muito a datas e nomes de pessoas.

www.linkchurch.net É o que vamos fazer rapidamente sem nos atermos muito a datas e nomes de pessoas. www.linkchurch.net Todo estudo deste Periodo tem e será fundamentado em fatos históricos. Não ha registro na Biblia deste periodo, muitas literaturas sacras surgiram neste periodo mas foram consideradas

Leia mais

Pérola de Grande Valor é um volume de escrituras

Pérola de Grande Valor é um volume de escrituras C A P Í T U L O 3 8 Pérola de Grande Valor Pérola de Grande Valor é um volume de escrituras escrito por profetas. Há cinco partes em Pérola de Grande Valor: o livro de Moisés, o livro de Abraão, Joseph

Leia mais

SEMINÁRIO TEOLÓGICO ESBOÇO ESTRUTURAL DO CURSO

SEMINÁRIO TEOLÓGICO ESBOÇO ESTRUTURAL DO CURSO SEMINÁRIO TEOLÓGICO Prof. Herbert A. Pereira ESBOÇO ESTRUTURAL DO CURSO LOCAL Igreja Evangélica Deus Todo Poderoso Rua Schoroeder, 410 Jardim Santa Maria Guarulhos - SP. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS PROLEGÔMENOS

Leia mais

A Palavra de Deus. - É na Palavra de Deus que o homem encontra o conhecimento a respeito da Vida, de onde viemos e onde vamos viver a eternidade.

A Palavra de Deus. - É na Palavra de Deus que o homem encontra o conhecimento a respeito da Vida, de onde viemos e onde vamos viver a eternidade. A Palavra de Deus 2 Timóteo 3:16-17 Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. 17 E isso

Leia mais

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS 1 LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS Lc 19 1 Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade. 2 Morava ali um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores

Leia mais

sincretismo A visão segundo a qual não existe na história nenhuma revelação única; ela diz que existem várias e diferentes maneiras de se alcançar a realidade divina, que todas as formulações de verdade

Leia mais

Lição 01 O propósito eterno de Deus

Lição 01 O propósito eterno de Deus Lição 01 O propósito eterno de Deus LEITURA BÍBLICA Romanos 8:28,29 Gênesis 1:27,28 Efésios 1:4,5 e 11 VERDADE CENTRAL Deus tem um propósito original e eterno para minha vida! OBJETIVO DA LIÇÃO Que eu

Leia mais

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO 1 - INTRODUÇÃO Séc. XIX consolidação da burguesia: ascensão do proletariado urbano (classe operária) avanço do liberalismo.

Leia mais

CARTA DE PRINCÍPIOS, CRENÇAS E VALORES 1 ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA Aliança Evangélica. A unidade na fé a caminho da missão

CARTA DE PRINCÍPIOS, CRENÇAS E VALORES 1 ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA Aliança Evangélica. A unidade na fé a caminho da missão CARTA DE PRINCÍPIOS, CRENÇAS E VALORES 1 ALIANÇA CRISTÃ EVANGÉLICA BRASILEIRA Aliança Evangélica A unidade na fé a caminho da missão Nossa Visão Manifestar a unidade da igreja por meio do testemunho visível

Leia mais

Estudos bíblicos sobre liderança Tearfund*

Estudos bíblicos sobre liderança Tearfund* 1 Estudos bíblicos sobre liderança Tearfund* 1. Suporte para lideranças Discuta que ajuda os líderes podem necessitar para efetuar o seu papel efetivamente. Os seguintes podem fornecer lhe algumas idéias:

Leia mais

O SER DE DEUS E A TRINDADE

O SER DE DEUS E A TRINDADE O SER DE DEUS E A TRINDADE INTRODUÇÃO 1. O que é a disciplina? É o estudo sobre a Pessoa de Deus como é revelada na Bíblia e na Revelação Geral. 2. Importância: - Conhecer quem é Deus é fundamental para

Leia mais

O Deus testemunhado por Jesus Cristo o Pai. Objetivos 12/4/2012. Identidade e relevância da cristologia. Cláudio Ribeiro

O Deus testemunhado por Jesus Cristo o Pai. Objetivos 12/4/2012. Identidade e relevância da cristologia. Cláudio Ribeiro O Deus testemunhado por Jesus Cristo o Pai Cláudio Ribeiro Objetivos Avaliar a doutrina de Trindade suas raízes, premissas fundamentais, ênfases e mudanças no contexto global da história da Igreja e as

Leia mais

Lição 9 Completar com Alegria

Lição 9 Completar com Alegria Lição 9 Completar com Alegria A igreja estava cheia. Era a época da colheita. Todos tinham trazido algo das suas hortas, para repartir com os outros. Havia muita alegria enquanto as pessoas cantavam louvores

Leia mais

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo.

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Sonhos Pessoas Para a grande maioria das pessoas, LIBERDADE é poder fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Trecho da música: Ilegal,

Leia mais

TRADIÇÃO. Patriarcado de Lisboa JUAN AMBROSIO / PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO 2013 2014 1. TRADIÇÃO E TRADIÇÕES 2.

TRADIÇÃO. Patriarcado de Lisboa JUAN AMBROSIO / PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO 2013 2014 1. TRADIÇÃO E TRADIÇÕES 2. TRADIÇÃO JUAN AMBROSIO / PAULO PAIVA 2º SEMESTRE ANO LETIVO 2013 2014 1. TRADIÇÃO E TRADIÇÕES 2. A TRANSMISSÃO DO TESTEMUNHO APOSTÓLICO 3. TRADIÇÃO, A ESCRITURA NA IGREJA Revelação TRADIÇÃO Fé Teologia

Leia mais

O CÂNON Sagrado compreende 46 Livros no ANTIGO TESTAMENTO e 27 Livros no NOVO TESTAMENTO.

O CÂNON Sagrado compreende 46 Livros no ANTIGO TESTAMENTO e 27 Livros no NOVO TESTAMENTO. Ao contrário do que parece à primeira vista, a Bíblia não é um livro único e independente, mas uma coleção de 73 livros, uma mini biblioteca que destaca o a aliança e plano de salvação de Deus para com

Leia mais

Estudo 17 Testemunhar a Cristo: um desafio diário. Em Marcha, 2015.1 IGREJA METODISTA ASA NORTE 406

Estudo 17 Testemunhar a Cristo: um desafio diário. Em Marcha, 2015.1 IGREJA METODISTA ASA NORTE 406 Estudo 17 Testemunhar a Cristo: um desafio diário Em Marcha, 2015.1 IGREJA METODISTA ASA NORTE 406 Roteiro 1- Introdução 2- Fundamento Bíblico 3- Conclusão 1. Introdução Voce entende por que é importante

Leia mais

FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36

FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36 FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36 Tendo, pois, Davi servido ao propósito de Deus em sua geração, adormeceu, foi sepultado com os seus antepassados e seu corpo se decompôs. Não são todos que têm o privilégio

Leia mais

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior

Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL. Prof. José Junior Unidade II FUNDAMENTOS HISTÓRICOS, TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO SERVIÇO SOCIAL Prof. José Junior O surgimento do Serviço Social O serviço social surgiu da divisão social e técnica do trabalho, afirmando-se

Leia mais

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS Pr. Cristiano Nickel Junior O propósito é que a Igreja seja um exército com bandeiras Martyn Lloyd-Jones No princípio era aquele

Leia mais

Capitulo 3 ESPIRITUALIDADE DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Capitulo 3 ESPIRITUALIDADE DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA Capitulo 3 ESPIRITUALIDADE DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA Deus nos alerta pela profecia de Oséias de que o Povo dele se perde por falta de conhecimento. Cf. Os 4,6 1ª Tm 4,14 Porque meu povo se perde

Leia mais

Nº 8 - Mar/15. PRESTA atenção RELIGIÃO BÍBLIA SAGRADA

Nº 8 - Mar/15. PRESTA atenção RELIGIÃO BÍBLIA SAGRADA SAGRADA Nº 8 - Mar/15 PRESTA atenção RELIGIÃO! BÍBLIA Apresentação Esta nova edição da Coleção Presta Atenção! vai tratar de um assunto muito importante: Religião. A fé é uma questão muito pessoal e cada

Leia mais

ESCOLA DE PASTORAL CATEQUÉTICA ESPAC

ESCOLA DE PASTORAL CATEQUÉTICA ESPAC ESCOLA DE PASTORAL CATEQUÉTICA ESPAC 1. ESPAC O QUE É? A ESPAC é uma Instituição da Arquidiocese de Fortaleza, criada em 1970, que oferece uma formação sistemática aos Agentes de Pastoral Catequética e

Leia mais

O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO

O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO Vós ouviste o que vos disse: Vou e retorno a vós. Se me amásseis, ficaríeis alegres por eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que eu. João

Leia mais

MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Por que pensar em Mística e Construção?

MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Por que pensar em Mística e Construção? MÍSTICA E CONSTRUÇÃO Espiritualidade e profecia são duas palavras inseparáveis. Só os que se deixam possuir pelo espírito de Deus são capazes de plantar sementes do amanhã e renovar a face da terra. Todo

Leia mais

LIÇÃO TRIMESTRE 2015 ISRAEL OS ÚLTIMOS5REIS. Preparado por: Pr. Wellington Almeida

LIÇÃO TRIMESTRE 2015 ISRAEL OS ÚLTIMOS5REIS. Preparado por: Pr. Wellington Almeida OS ÚLTIMOS5REIS DE ISRAEL 0 IV TRIMESTRE 2015 Preparado por: Pr. Wellington Almeida OS ÚLTIMOS CINCO REIS DE ISRAEL INTRODUÇÃO Nunca tinha sido intenção de Deus dar um rei a Israel. Um após outro, esses

Leia mais

O Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO (Prona- SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, manifestamos o especial

O Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO (Prona- SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, manifestamos o especial O Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO (Prona- SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, manifestamos o especial sentimento de ocupar a tribuna para tecermos comentários

Leia mais

QUEM ANUNCIA AS BOAS NOVAS COOPERA COM O CRESCIMENTO DA IGREJA. II Reunião Executiva 01 de Maio de 2015 São Luís - MA

QUEM ANUNCIA AS BOAS NOVAS COOPERA COM O CRESCIMENTO DA IGREJA. II Reunião Executiva 01 de Maio de 2015 São Luís - MA QUEM ANUNCIA AS BOAS NOVAS COOPERA COM O CRESCIMENTO DA IGREJA II Reunião Executiva 01 de Maio de 2015 São Luís - MA At 9.31 A igreja, na verdade, tinha paz por toda Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se

Leia mais

8º Capítulo. Petros Os Dons Pilares 1ª Parte

8º Capítulo. Petros Os Dons Pilares 1ª Parte 8º Capítulo Petros Os Dons Pilares 1ª Parte O texto de I Co 12:7-11 fala sobre os dons espirituais, aqui chamados de carismáticos; O texto de Ef 4:11 fala sobre os dons ministeriais, aqui chamados de dons

Leia mais

José Eduardo Borges de Pinho. Ecumenismo: Situação e perspectivas

José Eduardo Borges de Pinho. Ecumenismo: Situação e perspectivas José Eduardo Borges de Pinho Ecumenismo: Situação e perspectivas U n i v e r s i d a d e C a t ó l i c a E d i t o r a L I S B O A 2 0 1 1 Índice Introdução 11 Capítulo Um O que é o ecumenismo? 15 Sentido

Leia mais

BARROCO O que foi? O barroco foi uma manifestação que caracterizava-se pelo movimento, dramatismo e exagero. Uma época de conflitos espirituais e religiosos, o estilo barroco traduz a tentativa angustiante

Leia mais

Jesus, o Filho de Deus

Jesus, o Filho de Deus JESUS, O FILHO DE DEUS 43 4 Jesus, o Filho de Deus No coração do cristianismo reside a verdade de que Jesus o Cristo é o Filho de Deus. Cristo é o centro da nossa religião. Ele é a fundação da nossa fé

Leia mais

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução 1 4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval Introdução O último período da Filosofia Grega é o Helenístico (Sec. III a.c.-vi d.c.). É um período

Leia mais

Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do mundo nos são ditas através deste Livro.

Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do mundo nos são ditas através deste Livro. A importância do estudo bíblico para a vida cristã 2 Pedro 1.12-2121 Pr. Fernando Fernandes Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do mundo

Leia mais

O SUJEITO EM FOUCAULT

O SUJEITO EM FOUCAULT O SUJEITO EM FOUCAULT Maria Fernanda Guita Murad Foucault é bastante contundente ao afirmar que é contrário à ideia de se fazer previamente uma teoria do sujeito, uma teoria a priori do sujeito, como se

Leia mais

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Educação Moral e Religiosa Católica. Ano Letivo 2015/2016 3º Ciclo 7º Ano Unidade Letiva: 1 - As Origens Período: 1º 1. Questionar a origem, o destino e o sentido do universo e do ser humano. As origens na perspetiva científica L. Estabelecer um diálogo entre a cultura e a fé.

Leia mais

Teologia e Prática da Espiritualidade. Unidade 01: Espiritualidade e espiritualidades. Introdução

Teologia e Prática da Espiritualidade. Unidade 01: Espiritualidade e espiritualidades. Introdução Teologia e Prática da Espiritualidade Unidade 01: Espiritualidade e espiritualidades Introdução Esta primeira unidade se trata de uma tentativa de encontrar definições possíveis para a espiritualidade,

Leia mais

www.projeto-timoteo.org 2ª edição Como Viver a Plenitude de Deus Projeto Timóteo Apostila do Aluno

www.projeto-timoteo.org 2ª edição Como Viver a Plenitude de Deus Projeto Timóteo Apostila do Aluno Como Viver a Plenitude de Deus Projeto Timóteo 1 Apostila do Aluno Como Viver a Plenitude de Deus Projeto Timóteo Coordenador do Projeto Dr. John Barry Dyer Equipe Pedagógica Marivete Zanoni Kunz Tereza

Leia mais

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

Pluralidade dos Mundos Habitados. Paulo Roberto de Mattos Pereira Centro Espírita Casa do Caminho - DF

Pluralidade dos Mundos Habitados. Paulo Roberto de Mattos Pereira Centro Espírita Casa do Caminho - DF Habitados Paulo Roberto de Mattos Pereira Centro Espírita Casa do Caminho - DF Jesus referiu-se em algum momento de suas pregações à existência de outros mundos habitados? Qualquer pessoa que pensa, ao

Leia mais

Virgindade perpétua de Maria Santíssima

Virgindade perpétua de Maria Santíssima Virgindade perpétua de Maria Santíssima Maternidade e virgindade são alternativas da mulher, que se excluem por natureza, que Deus quer reunir milagrosamente na sua Mãe. Os textos mais antigos chamam a

Leia mais

#93r. 11.7 O Apocalipse X Mateus 24

#93r. 11.7 O Apocalipse X Mateus 24 11.7 O Apocalipse X Mateus 24 #93r Há uma grande semelhança entre a sequência dos acontecimentos do período da Tribulação, descritos no livro do Apocalipse, com relação a Mateus 24. Vamos hoje, analisar

Leia mais

A Igreja é uma santa sociedade cristã para santa comunhão ordinária e ajuda mútua no culto público a Deus e no santo viver.

A Igreja é uma santa sociedade cristã para santa comunhão ordinária e ajuda mútua no culto público a Deus e no santo viver. A Igreja é uma santa sociedade cristã para santa comunhão ordinária e ajuda mútua no culto público a Deus e no santo viver. Richard Baxter Contexto: Os puritanos surgiram para apoiar e desejar a reforma

Leia mais

Antonio Manzatto J. Décio Passos José Flávio Monnerat. a força dos pequenos. teologia do Espírito Santo

Antonio Manzatto J. Décio Passos José Flávio Monnerat. a força dos pequenos. teologia do Espírito Santo Antonio Manzatto J. Décio Passos José Flávio Monnerat a força dos pequenos teologia do Espírito Santo Direção editorial: Claudiano Avelino dos Santos Assistente editorial: Jacqueline Mendes Fontes Revisão:

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA A IMPORTÂNCIA DAS OBRAS DE FÉ William Soto Santiago Cayey Porto Rico 16 de Março de 2011 Reverendo William Soto Santiago, Ph. D. CENTRO DE DIVULGAÇÃO DO EVANGELHO DO REINO http://www.cder.com.br E-mail:

Leia mais

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL INTRODUÇÃO O conceito de ação social está presente em diversas fontes, porém, no que se refere aos materiais desta disciplina o mesmo será esclarecido com base nas idéias

Leia mais

Curso de Discipulado

Curso de Discipulado cidadevoadora.com INTRODUÇÃO 2 Este curso é formado por duas partes sendo as quatro primeiras baseadas no evangelho de João e as quatro últimas em toda a bíblia, com assuntos específicos e muito relevantes

Leia mais

CONSELHOS EVANGÉLICOS

CONSELHOS EVANGÉLICOS CONSELHOS EVANGÉLICOS 1- RAZÃO TEOLÓGICA 1.1. Fato de Vida na Igreja A vivência da virgindade-pobreza-obediência de Jesus Cristo é fato de vida que existe na igreja desde suas origens. O estado religioso:

Leia mais

EXPANSÃO EUROPÉIA E CONQUISTA DA AMÉRICA

EXPANSÃO EUROPÉIA E CONQUISTA DA AMÉRICA EXPANSÃO EUROPÉIA E CONQUISTA DA AMÉRICA EXPANSÃO EUROPEIA E CONQUISTA DA AMÉRICA Nos séculos XV e XVI, Portugal e Espanha tomaram a dianteira marítima e comercial europeia, figurando entre as grandes

Leia mais

Lembrança da Primeira Comunhão

Lembrança da Primeira Comunhão Lembrança da Primeira Comunhão Jesus, dai-nos sempre deste pão Meu nome:... Catequista:... Recebi a Primeira Comunhão em:... de... de... Local:... Pelas mãos do padre... 1 Lembrança da Primeira Comunhão

Leia mais

#101r. (Continuação) Apocalipse 13:1~10; a besta que subiu do mar.

#101r. (Continuação) Apocalipse 13:1~10; a besta que subiu do mar. (Continuação) Apocalipse 13:1~10; a besta que subiu do mar. #101r Na aula passada, iniciamos o estudo do cap13 de Apocalipse, onde, como falamos de certa forma descreve o personagem mais importante da

Leia mais

UM HOMEM DESEJOSO DE SALVAÇÃO Mt 19:16-22

UM HOMEM DESEJOSO DE SALVAÇÃO Mt 19:16-22 UM HOMEM DESEJOSO DE SALVAÇÃO Mt 19:16-22 INTRODUÇÃO: O texto bíblico registrado no capítulo 19 do evangelho de São Mateus, relata o diálogo do Senhor Jesus e um homem desejoso de alcançar a salvação.

Leia mais

Semana Acadêmica na Faculdade Batista Pioneira 09 a 13 de março de 2015 Prof. Me Rui Osvaldo Teske rui@teske.com.br

Semana Acadêmica na Faculdade Batista Pioneira 09 a 13 de março de 2015 Prof. Me Rui Osvaldo Teske rui@teske.com.br Semana Acadêmica na Faculdade Batista Pioneira 09 a 13 de março de 2015 Prof. Me Rui Osvaldo Teske rui@teske.com.br O planejamento não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões

Leia mais

Lição 1 - Apresentando o Evangelho Texto Bíblico Romanos 1.16,17

Lição 1 - Apresentando o Evangelho Texto Bíblico Romanos 1.16,17 Lição 1 - Apresentando o Evangelho Texto Bíblico Romanos 1.16,17 Paulo escreveu uma carta à Igreja de Roma, mas não foi ele o instrumento que Deus usou para fazer acontecer uma Agência do Reino de Deus

Leia mais

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE É Preciso saber Viver Interpretando A vida na perspectiva da Espiritualidade Cristã Quem espera que a vida seja feita de ilusão Pode até ficar maluco ou morrer na solidão É

Leia mais

RESENHA. 1. Indentidade da Obra JUNG,C. G. Psicologia e religião oriental. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1991.

RESENHA. 1. Indentidade da Obra JUNG,C. G. Psicologia e religião oriental. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1991. RESENHA AGOSTINHO, Márcio Roberto Mestre em Ciências da Religião MACKENZIE SÃO PAULO/SP BRASIL Coordenador do Curso de Psicologia - FASU/ACEG GARÇA/SP BRASIL e-mail: casteloagostinho@yahoo.com.br 1. Indentidade

Leia mais

Sumário. Prefácio...3. 1. As evidências da ressurreição de Cristo...5. 2. Se Jesus está vivo, onde posso encontrá-lo?...15

Sumário. Prefácio...3. 1. As evidências da ressurreição de Cristo...5. 2. Se Jesus está vivo, onde posso encontrá-lo?...15 1 Sumário Prefácio...3 1. As evidências da ressurreição de Cristo...5 2. Se Jesus está vivo, onde posso encontrá-lo?...15 Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera Ministério de Grupos Pequenos Março

Leia mais

REFORMA E CONTRARREFORMA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros

REFORMA E CONTRARREFORMA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros REFORMA E CONTRARREFORMA Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros INTRODUÇÃO A Reforma Religiosa e o Renascimento ocorreram na mesma época e expressam a grande renovação de ideias

Leia mais

Estudo Dirigido - RECUPERAÇÃO FINAL

Estudo Dirigido - RECUPERAÇÃO FINAL Educador: Luciola Santos C. Curricular: História Data: / /2013 Estudante: 7 Ano Estudo Dirigido - RECUPERAÇÃO FINAL 7º Ano Cap 1e 2 Feudalismo e Francos Cap 6 Mudanças no feudalismo Cap 7 Fortalecimento

Leia mais

ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela *

ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela * ANÁLISE DAS CATEGORIAS SUBVERSÃO E RESISTÊNCIA A PARTIR DA RELAÇÃO IGREJA- ESTADO DURANTE A DITADURA MILITAR NO BRASIL Camila da Silva Portela * Este artigo traz indagações referentes a uma pesquisa mais

Leia mais

Deus criou o universo do nada! E o ponto de partida é:

Deus criou o universo do nada! E o ponto de partida é: Aula 1 18/02/2015 Deus criou o universo do nada! E o ponto de partida é: No principio, criou Deus os céus e a terra (Gn 1.1) O verbo hebraico bãrã, criou, denota o conceito de iniciar alguma coisa nova.

Leia mais

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 03/03/2013 PROFESSORA: A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Versículos para decorar: 1 - O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. (Jó 33:4)

Leia mais

Religião e Espiritualidade

Religião e Espiritualidade Religião e Espiritualidade Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha vossa vã filosofia. Shakespeare A Mudança de Modelos Mentais O que é Religião? O que é espiritualidade? O que é Meditação? Como

Leia mais

O DEMÔNIO DE CADA UM DE NÓS A QUESTÃO DO BEM E DO MAL -O DIABO EXISTE REALMENTE?-

O DEMÔNIO DE CADA UM DE NÓS A QUESTÃO DO BEM E DO MAL -O DIABO EXISTE REALMENTE?- O DEMÔNIO DE CADA UM DE NÓS A QUESTÃO DO BEM E DO MAL -O DIABO EXISTE REALMENTE?- 1 2 O DEMÔNIO DE CADA UM DE NÓS A QUESTÃO DO BEM E DO MAL -O DIABO EXISTE REALMENTE?- Hideraldo Montenegro 3 Hideraldo

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

Recomendação Inicial

Recomendação Inicial Recomendação Inicial Este estudo tem a ver com a primeira família da Terra, e que lições nós podemos tirar disto. Todos nós temos uma relação familiar, e todos pertencemos a uma família. E isto é o ponto

Leia mais

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750 John Locke (1632-1704) Biografia Estudou na Westminster School; Na Universidade de Oxford obteve o diploma de médico; Entre 1675 e 1679 esteve na França onde estudou Descartes (1596-1650); Na Holanda escreveu

Leia mais

Trabalho e educação. Vamos aos fatos

Trabalho e educação. Vamos aos fatos Trabalho e educação Vamos aos fatos O maior problema da educação brasileira é o povo brasileiro. Sinto muito, mas esta é a conclusão a que muitos de nossos educadores chegaram. Somos uma nação materialista,

Leia mais

O NASCIMENTO DO SALVADOR

O NASCIMENTO DO SALVADOR Mensagem pregada pelo Pr Luciano R. Peterlevitz no culto de natal na Igreja Batista Novo Coração, em 20 de dezembro de 2015. Evangelho de Lucas 2.8-20: 8 Havia pastores que estavam nos campos próximos

Leia mais

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 1 a Edição Editora Sumário Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9 Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15 Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 Santos, Hugo Moreira, 1976-7 Motivos para fazer

Leia mais

Todos Batizados em um Espírito

Todos Batizados em um Espírito 1 Todos Batizados em um Espírito Leandro Antonio de Lima Podemos ver os ensinos normativos a respeito do batismo com o Espírito Santo nos escritos do apóstolo Paulo, pois em muitas passagens ele trata

Leia mais

O Cemitério Municipal São Jose: espacialidade, religiosidade e seus vários enfoques culturais

O Cemitério Municipal São Jose: espacialidade, religiosidade e seus vários enfoques culturais O Cemitério Municipal São Jose: espacialidade, religiosidade e seus vários enfoques culturais Fernando Michelis - fermichelis_@hotmail.com Resumo O Cemitério Municipal São Jose localizado na cidade de

Leia mais

O PLANO CONTRA LÁZARO

O PLANO CONTRA LÁZARO João 12 Nesta Lição Estudará... Jesus em Betânia O Plano Contra Lázaro Jesus Entra em Jerusalém Alguns Gregos Vão Ver Jesus Anuncia a Sua Morte Os Judeus Não Crêem As Palavras de Jesus Como Juiz JESUS

Leia mais

"Aqui Também é Portugal"

Aqui Também é Portugal A 337669 "Aqui Também é Portugal" A Colónia Portuguesa do Brasil e o Salazarismo Heloísa Paulo Quarteto 2000 índice Prefácio 13 Introdução 17 Parte I A visão da emigração e do emigrante no ideário salazarista

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

para um estúdio terceirizado (Variety Artworks), responsável por todo o trabalho de arte. É por isso que os títulos não trazem créditos de roteirista

para um estúdio terceirizado (Variety Artworks), responsável por todo o trabalho de arte. É por isso que os títulos não trazem créditos de roteirista Clássicos adaptados em mangá Alexandre Boide* Com seus mais de cem títulos publicados, a coleção Manga de Dokuha (algo como Aprendendo em mangá ) é uma espécie de ponto fora da curva entre as coleções

Leia mais

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) -

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) - EXERCICÍOS DE FILOSOFIA I O QUE É FILOSOFIA, ETIMOLOGIA, ONDE SURGIU, QUANDO, PARA QUE SERVE.( 1º ASSUNTO ) Questão (1) - Analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA em relação ao significado

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais