EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

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1 ISSN Ano CXLVII N o Brasília - DF, segunda-feira, 1 de novembro de Sumário PÁGINA Presidência da República... 1 Ministério da Ciência e Tecnologia... 2 Ministério da Cultura... 3 Ministério da Defesa... 5 Ministério da Educação... 6 Ministério da Fazenda Ministério da Justiça Ministério da Previdência Social Ministério da Saúde Ministério das Comunicações Ministério das Relações Exteriores Ministério de Minas e Energia Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério do Trabalho e Emprego Tribunal de Contas da União Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais Presidência da República SECRETARIA DE PORTOS PORTARIA N o - 277, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 O MINISTRO DE ESTADO DA SECRETARIA DE PORTOS, DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o caput do art.24-a da Lei nº , de 28 de maio de 2003, acrescido pela Lei nº , de 5 de setembro de 2007, e tendo em vista o que dispõe os arts. 1º a 5º. da Lei nº , de 15 de junho de 2007, regulamentada pelo Decreto nº , de 3 de julho de 2007, com a redação dada pelo Decreto Nº , de 24 de julho de 2007, e pelo Decreto nº , de 28 de março de 2008, e tendo em vista o que consta da Portaria SEP/PR nº. 100, de 20 junho de 2008, e no processo administrativo SEP No / , resolve: EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Art. 1º Aprovar, com base na Nota Técnica Conclusiva nº. 033/2010, de 01 de outubro de 2010, às folhas 489/491 do processo referenciado, o enquadramento do projeto de "Construção de Píer de Atracação de Navios Graneleiros de Produtos Líquidos - Píer COPAPE" em Santos/SP, que consiste na execução de obras de construção de novo píer de atracação de navios graneleiros, possibilitando a movimentação de líquidos inflamáveis em Santos/SP, descrito no Anexo presente a Portaria, da empresa COPAPE - Terminais e Armazéns Gerais S/A, CNPJ No / , para os fins de adesão ao Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura - REIDI. Art. 2º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. PEDRO BRITO ANEXO Nome Píer COPAPE Ti p o Píer de Atracação de Navios Graneleiros para Produtos Líquidos Ato Autorizativo Licença de Instalação n , de 17/07/2009 emitida pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB do Governo do Estado de São Paulo Pessoa Jurídica Titular COPAPE - Terminais e Armazéns Gerais S/A CNPJ No / Localização Ilha Barnabé s/nº - Proaps 42 - Porto de Santos - Santos/SP Enquadramento na Portaria Aprovar o enquadramento do Projeto de investimento em Infraestrutura portuária da empresa COPAPE - Terminais e Armazéns Gerais SEP No. 100, de 20 de junho de 2008 S/A, CNPJ No / no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura - REIDI. Relação dos documentos apresentados pela empresa COPA- documentações: Requerimento para inclusão do projeto ao REIDI Em relação ao projeto enquadrado, foram apresentadas as seguintes PE - Terminais e Armazéns (fls. 01), Projeto Executivo do empreendimento (fls. 80/394), Plantas Gerais S/A, nos termos do art. Gerais do empreendimento (fls. 395/475), Memorial Descritivo - 7º, incisos I, II e II c/c o 8º do Descrição detalhada do projeto (fls. 485/488). art. 6º do Decreto nº , de Quanto aos aspectos jurídicos, foram apresentadas as seguintes documentações: 03 de julho de 2007 e art. 2º da Portaria SEP nº 100, de 20 de Estatuto Social da empresa COPAPE Terminais e Armazéns Gerais junho de 2008: S/A (fls. 02/09), Ata de Assembleia Geral Extraordinária realizada em 22 de julho de 2009 (fls. 10/11), Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral junto à Receita Federal da empresa COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A (fls. 12), Cópia das Carteiras de Identidade/CPF dos Diretores Titulares da empresa (fls. 13, 14, 16 e 18), Cópia dos Comprovantes de Residência dos Diretores Titulares da empresa (fls. 15, 17 e 19), Extrato de publicação no Diário Oficial da União de 03/04/2000 do Contrato de Arrendamento DP/ entre COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 20), Contrato de Arrendamento DP/ entre COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 21/52), Extrato de publicação no Diário Oficial da União de 05/02/2003 do Primeiro Aditamento do Contrato de Arrendamento DP/ entre COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 53), Primeiro Termo Aditivo do Contrato de Arrendamento DP/ entre COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 54/63), Extrato de publicação no Diário Oficial da União de 20/06/2007 de Ato Declaratório Executivo n.º 54 de 12/06/2007 da Secretaria da Receita Federal do Brasil (fls. 64/65), Extrato de publicação no Diário Oficial da União de 10/01/2008 do Segundo Aditamento do Contrato de Arrendamento DP/ entre COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 66), Segundo Termo Aditivo do Contrato de Arrendamento DP/ entre COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 67/68), Extrato de publicação no Diário Oficial da União de 17/03/2010 do Terceiro Aditamento do Contrato de Arrendamento DP/ entre COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 66), Terceiro Termo Aditivo do Contrato de Arrendamento DP/ entre CO- PAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 70/72), Extrato de publicação no Diário Oficial da União de 17/03/2010 do Quarto Aditamento do Contrato de Arrendamento DP/ entre COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 73), Quarto Termo Aditivo do Contrato de Arrendamento DP/ entre COPAPE Terminais e Armazéns Gerais S/A e Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP (fls. 74/75), Licença de Instalação n , de 17/07/2009 emitida pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB do Governo do Estado de São Paulo (fls. 76/78), Procuração instituindo representantes legais para requerer a habilitação do outorgante no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura - REIDI (fls. 79), Documento contendo Planilha de Custos da Obra considerando a suspensão concedida pelo REIDI, em atendimento às exigências contidas no Decreto 6.144, de 03 de Julho de 2007 (fls. 478/481), Certidões de Regularidade Fiscal junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil e Caixa Econômica Federal (fls. 482/484). Identificação do Processo Licença de Instalação n , de 17/07/2009 emitida pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB do Governo do Estado de São Paulo e SEP No / CIRCULOU EM 29/10/2010 A EDIÇÃO EXTRA Nº 208 -A Também disponível no endereço: - Publicações Especiais pelo código

2 2 ISSN Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de 2010 COMPANHIA DOCAS DO CEARÁ DELIBERAÇÃO N o - 1, DE 17 DE SETEMBRO DE 2010 O CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DO PORTO DE FORTALEZA, no uso das atribuições que lhe confere o art.30, item X da Lei nº 8.630, de 25 de fevereiro de 1993, em sua 206ª Reunião Ordinária, realizada nesta data, considerando o Relatório da Comissão instituída pelo CAP para este fim, delibera: I - Aprovar o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento - PDZ do Porto de Fortaleza, para o horizonte 2010/2030. II - Determinar que a Companhia Docas do Ceará - CDC, promova a publicação desta Deliberação no Diário Oficial da União - DOU. FABRIZIO PIERDOMÊNICO Presidente do Conselho COMPANHIA DOCAS DO ESPÍRITO SANTO DELIBERAÇÃO N o - 12, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Esclarece quanto à vigência permanente da norma de atracação O CONSELHO DE AUTORIDADE PORTUÁRIA DOS PORTOS DE VITÓRIA E BARRA DO RIACHO, no uso da atribuição que lhe é conferida pelos incisos IV, V, VII e XIII, do art. 30, da Lei nº , de 25 de fevereiro de 1993, e pelos incisos IX a XIII, art. 2º, de seu Regimento Interno. Considerando decisão proferida no item IV da ata da 198ª (Centésima Nonagésima Oitava) reunião Extraordinária do CAP, de 18 de dezembro de 2008, delibera: I - Esclarecer que a norma de atracação criada pela Deliberação CAP 006/2008, está vigente em caráter permanente desde a publicação da Deliberação 014/2008, de 20 de novembro de 2008, com as devidas adequações aprovadas nesta última. II - Determinar que a Companhia Docas do Espírito Santo - CODESA promova a publicação desta Deliberação no Diário Oficial do Estado do Espírito Santo, no prazo de 5 (cinco) dias úteis. III - A presente Deliberação entra em vigor nesta data. JOÃO LUIZ PASTE Presidente do Conselho pelo código Ministério da Ciência e Tecnologia GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL N o - 910, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 OS MINISTROS DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNO- LOGIA, DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR e DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhes confere o 2 o do art. 22 do Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, e considerando o que consta no processo MCT n o / , de 05/11/2009, resolvem: Art.1 o Habilitar a empresa Teikon Tecnologia Industrial S/A, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda - CNPJ sob o n o / , à fruição dos benefícios fiscais de que trata o Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, quando da fabricação dos seguintes bens: I - Aparelho para controle automático do sistema de resfriamento de transformadores de potência imersos em óleo e de reatores; II - Aparelho para controle automático de tensão para transformadores de potência; III - Aparelho para medida da capacitância e fator de potência (tangente delta) de buchas condensivas de transformadores de potência, reatores e disjuntores; IV - Aparelho para supervisão de eventos em transformadores de potência, reatores e disjuntores; V - Aparelho para aferição e processamento de sinais e dados de transformadores de potência e reatores; VI - Equipamento para coordenar a comunicação de aparelho de supervisão de paralelismo síncrono de transformadores de potência; VII - Aparelho para análise e medição do nível de umidade do óleo em transformadores de potência; VIII - Aparelho para análise e medição do volume de hidrogênio e do nível de umidade do óleo em transformadores de potência; IX - Aparelho de controle automático de supervisão de paralelismo síncrono e comando de "taps" de transformadores de potência; X - Aparelho de controle automático e comando de "taps" de transformadores de potência; XI - Aparelho para monitoração de temperatura, pressão e outras grandezas não elétricas, e comando de "taps" de transformadores de potência. 1 o Farão jus aos incentivos fiscais, nos termos desta Portaria, os acessórios, os sobressalentes, as ferramentas, os manuais de operação, os cabos para interconexão e de alimentação que, em quantidade normal, acompanhem os bens mencionados neste artigo, conforme consta no respectivo processo. 2 o Ficam asseguradas a manutenção e utilização do crédito do IPI relativo às matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização dos bens relacionados neste artigo. Art. 2 o Será cancelada a habilitação caso a empresa não atenda ao disposto no art. 2 o da Portaria Interministerial MCT/MDIC/MF n o 917, de 22 de dezembro de Art. 3 o As notas fiscais relativas à comercialização dos bens relacionados no art. 1 o deverão fazer expressa referência a esta Portaria. Parágrafo único. Os modelos dos produtos relacionados na nota fiscal devem constar do processo MCT n o / , de 05/11/2009. Art. 4 o Esta habilitação poderá ser suspensa ou cancelada, a qualquer tempo, sem prejuízo do ressarcimento previsto no art. 9 o da Lei n o 8.248, de 23 de outubro de 1991, caso a empresa beneficiária deixe de atender ou de cumprir qualquer das condições estabelecidas no Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de Art. 5 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia MIGUEL JORGE Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estado da Fazenda PORTARIA INTERMINISTERIAL N o 9 11, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 OS MINISTROS DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNO- LOGIA, DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR e DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhes confere o 2 o do art. 22 do Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, e considerando o que consta no processo MCT n o / , de 13/08/2009, resolvem: Art.1 o Habilitar a empresa K-MEX Indústria Eletrônica Ltda., inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda - CNPJ sob o n o / , à fruição dos benefícios fiscais de que trata o Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, quando da fabricação dos seguintes bens: I - Circuito impresso elétrico e eletrônico, montados, tipo placa-mãe ("motherboard"); II - Unidade de processamento digital, de pequena capacidade, baseada em microprocessador, com unidade de saída por vídeo incorporada; e III - Microcomputador portátil, de peso inferior a 3,5 kg, com teclado alfanumérico de no mínimo 70 teclas, e com uma tela de área superior a 140 cm 2 e inferior a 560 cm 2. 1 o Farão jus aos incentivos fiscais, nos termos desta Portaria, os acessórios, os sobressalentes, as ferramentas, os manuais de operação, os cabos para interconexão e de alimentação que, em quantidade normal, acompanhem os bens mencionados neste artigo, conforme consta no respectivo processo. 2 o Ficam asseguradas a manutenção e utilização do crédito do IPI relativo às matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização dos bens relacionados neste artigo. Art. 2 o Será cancelada a habilitação caso a empresa não atenda ao disposto no art. 2 o da Portaria Interministerial MCT/MDIC/MF n o 169, de 14 de março de Art. 3 o As notas fiscais relativas à comercialização dos bens relacionados no art. 1 o deverão fazer expressa referência a esta Portaria. Parágrafo único. Os modelos dos produtos relacionados na nota fiscal devem constar do processo MCT n o / , de 13/08/2009. Art. 4 o Esta habilitação poderá ser suspensa ou cancelada, a qualquer tempo, sem prejuízo do ressarcimento previsto no art. 9 o da Lei n o 8.248, de 23 de outubro de 1991, caso a empresa beneficiária deixe de atender ou de cumprir qualquer das condições estabelecidas no Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de Art. 5 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia MIGUEL JORGE Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estado da Fazenda PORTARIA INTERMINISTERIAL N o 912, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 OS MINISTROS DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNO- LOGIA, DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR e DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhes confere o 2 o do art. 22 do Decreto n o 5.906, de 216 de setembro de 2006, e considerando o que consta no processo MCT n o / , de 13/07/2009, resolvem: Art.1 o Habilitar a empresa Terra Comércio de Equipamentos Eletrônicos Ltda., inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda - CNPJ sob o n o / , à fruição dos benefícios fiscais de que trata o Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, quando da fabricação dos seguintes bens: I - Unidade de processamento digital, de pequena capacidade, baseada em microprocessador; II - Microcomputador portátil, de peso inferior a 3,5 kg, com teclado alfanumérico de no mínimo 70 teclas, e com uma tela de área igual ou superior a 560 cm²; e III - Microcomputador portátil, de peso inferior a 3,5 kg, com teclado alfanumérico de no mínimo 70 teclas, e com uma tela de área superior a 140 cm² e inferior a 560 cm². 1 o Farão jus aos incentivos fiscais, nos termos desta Portaria, os acessórios, os sobressalentes, as ferramentas, os manuais de operação e os cabos para interconexão e de alimentação que, em quantidade normal, acompanhem os bens mencionados neste artigo, conforme consta no respectivo processo. 2 o Ficam asseguradas a manutenção e utilização do crédito do IPI relativo às matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização dos bens relacionados neste artigo. Art. 2 o Será cancelada a habilitação caso a empresa não inicie a execução do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento por ela proposto, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da edição desta Portaria. Art. 3 o As notas fiscais relativas à comercialização dos bens relacionados no art. 1 o deverão fazer expressa referência a esta Portaria. Parágrafo único. Os modelos dos produtos relacionados na nota fiscal devem constar do processo MCT n o / , de 13/07/2009. Art. 4 o Esta habilitação poderá ser suspensa ou cancelada, a qualquer tempo, sem prejuízo do ressarcimento previsto no art. 9 o da Lei n o 8.248, de 23 de outubro de 1991, caso a empresa beneficiária deixe de atender ou de cumprir qualquer das condições estabelecidas no Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de Art. 5 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia MIGUEL JORGE Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estado da Fazenda

3 Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de ISSN PORTARIA INTERMINISTERIAL N o 913, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 OS MINISTROS DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR e DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhes confere o 2 o do art. 22 do Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, e considerando o que consta no processo MCT n o / , de 04/01/2010, resolvem: Art.1 o Habilitar a empresa Foxconn CMMSG Indústria de Eletrônicos Ltda., inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda - CNPJ sob o n o / , à fruição dos benefícios fiscais de que trata o Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, quando da fabricação do seguinte bem: - Unidade de processamento digital, de pequena capacidade, baseada em microprocessador. 1 o Farão jus aos incentivos fiscais, nos termos desta Portaria, os acessórios, os sobressalentes, as ferramentas, os manuais de operação, os cabos para interconexão e de alimentação que, em quantidade normal, acompanhem o bem mencionado neste artigo, conforme consta no respectivo processo. 2 o Ficam asseguradas a manutenção e utilização do crédito do IPI relativo às matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização do bem relacionado neste artigo. Art. 2 o Será cancelada a habilitação caso a empresa não atenda ao disposto no art. 2 o da Portaria Interministerial MCT/MDIC/MF n o 237, de 18 de abril de Art. 3 o As notas fiscais relativas à comercialização do bem relacionado no art. 1 o deverão fazer expressa referência a esta Portaria. Parágrafo único. Os modelos do produto relacionados na nota fiscal devem constar do processo MCT n o / , de 04/01/2010. Art. 4 o Esta habilitação poderá ser suspensa ou cancelada, a qualquer tempo, sem prejuízo do ressarcimento previsto no art. 9 o da Lei n o 8.248, de 23 de outubro de 1991, caso a empresa beneficiária deixe de atender ou de cumprir qualquer das condições estabelecidas no Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de Art. 5 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia MIGUEL JORGE Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estado da Fazenda PORTARIA INTERMINISTERIAL N o 914, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 OS MINISTROS DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNO- LOGIA, DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR e DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhes confere o 2 o do art. 22 do Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, e considerando o que consta no processo MCT n o / , de 13/04/2010, resolvem: Art.1 o Habilitar a empresa Foxconn CMMSG Indústria de Eletrônicos Ltda., inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda - CNPJ sob o n o / , à fruição dos benefícios fiscais de que trata o Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, quando da fabricação do seguinte bem: - Cartucho revelador para impressora a laser. 1 o Farão jus aos incentivos fiscais, nos termos desta Portaria, os acessórios, os sobressalentes, as ferramentas, os manuais de operação, os cabos para interconexão e de alimentação que, em quantidade normal, acompanhem o bem mencionado neste artigo, conforme consta no respectivo processo. 2 o Ficam asseguradas a manutenção e utilização do crédito do IPI relativo às matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização do bem relacionado neste artigo. Art. 2 o Será cancelada a habilitação caso a empresa não atenda ao disposto no art. 2 o da Portaria Interministerial MCT/MDIC/MF n o 645, de 3 de agosto de Art. 3 o As notas fiscais relativas à comercialização do bem relacionado no art. 1 o deverão fazer expressa referência a esta Portaria. Parágrafo único. Os modelos do produto relacionados na nota fiscal devem constar do processo MCT n o / , de 13/04/2010. Art. 4 o Esta habilitação poderá ser suspensa ou cancelada, a qualquer tempo, sem prejuízo do ressarcimento previsto no art. 9 o da Lei n o 8.248, de 23 de outubro de 1991, caso a empresa beneficiária deixe de atender ou de cumprir qualquer das condições estabelecidas no Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de Art. 5 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia MIGUEL JORGE Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estado da Fazenda PORTARIA INTERMINISTERIAL N o 915, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 OS MINISTROS DE ESTADO DA CIÊNCIA E TECNO- LOGIA, DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR e DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhes confere o 2 o do art. 22 do Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, e considerando o que consta no processo MCT n o / , de 16/12/2009, resolvem: Art. 1 o Habilitar a empresa Lacerda Sistemas de Energia Ltda., inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda - CNPJ sob o n o / , à fruição dos benefícios fiscais de que trata o Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de 2006, quando da fabricação do seguinte bem: - Estabilizador de Tensão microprocessado. 1 o Farão jus aos incentivos fiscais, nos termos desta Portaria, os acessórios, os sobressalentes, as ferramentas, os manuais de operação e os cabos para interconexão e de alimentação que, em quantidade normal, acompanhem o bem mencionado neste artigo, conforme consta no respectivo processo. 2 o Ficam asseguradas a manutenção e utilização do crédito do IPI relativo às matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização do bem relacionado neste artigo. Art. 2 o Será cancelada a habilitação caso a empresa não inicie a execução do Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento por ela proposto, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da edição desta Portaria. Art. 3 o As notas fiscais relativas à comercialização do bem relacionado no art. 1 o deverão fazer expressa referência a esta Portaria. Parágrafo único. Os modelos do produto relacionados na nota fiscal devem constar do processo MCT n o / , de 16/12/2009. Art. 4 o Esta habilitação poderá ser suspensa ou cancelada, a qualquer tempo, sem prejuízo do ressarcimento previsto no art. 9 o da Lei n o 8.248, de 23 de outubro de 1991, caso a empresa beneficiária deixe de atender ou de cumprir qualquer das condições estabelecidas no Decreto n o 5.906, de 26 de setembro de Art. 5 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL MIGUEL JORGE Ministro de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior GUIDO MANTEGA Ministro de Estado da Fazenda. AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA DELIBERAÇÃO N o - 204, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 O DIRETOR-PRESIDENTE da ANCINE, no uso das atribuições legais elencadas pela Resolução de Diretoria Colegiada nº. 22/2009, e em cumprimento ao disposto na Lei nº , de 23/12/1991, Lei nº , de 20/07/1993, Medida Provisória nº , de 06/09/2001, e Decreto nº , de 04/11/2002, resolve: Art. 1º Prorrogar o prazo de captação do projeto audiovisual abaixo relacionado, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos através da comercialização de certificados de investimento e mediante patrocínio nos termos dos arts. 1º e 1º-A da Lei nº /93, respectivamente Desenrola Processo: / Proponente: Raccord Produções Artísticas e Cinematográficas Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: / Aprovado na Reunião de Diretoria Colegiada nº. 374, realizada em 26/10/2010. Prazo de captação: até 31/12/2010 Art. 2º Aprovar o remanejamento das fontes de recursos e a revisão orçamentária do projeto audiovisual abaixo relacionado, para o qual a proponente fica autorizada a captar recursos mediante patrocínio nos termos do art. 1º-A da Lei nº /93, e fica autorizada a receber o investimento do Funcine BRJ, nos termos do art. 41 da MP nº / Éden Processo: / Proponente: TB Produções Ltda. Cidade/UF: Rio de Janeiro/RJ CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: de R$ ,17 para R$ ,40 Valor aprovado no artigo 1º da Lei nº /93: de R$ ,00 para R$ 0,00 Valor aprovado no artigo 1º-A da Lei nº /93: de R$ ,06 para R$ ,23 Banco: 001- agência: conta corrente: Valor aprovado no artigo 41 da MP nº /01: de R$ 0,00 para R$ ,00 Banco: 001- agência: conta corrente: Aprovado na Reunião de Diretoria Colegiada nº. 374, realizada em 26/10/2010. Prazo de captação: até 31/12/2010. Art. 3º Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. MANOEL RANGEL FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES RETIFICAÇÃO Na Portaria da Fundação Cultural Palmares nº 133, de 20 de outubro de 2010, publicado no DOU, em 21 de outubro de 2010, Seção 1, página 10. Onde se lê: Individual Selecionado PROPONENTE P R O J E TO AUTOR DO PROJETO Movimento Negro de Rondonópolis itinerante afro Caravana Nagô - retrato Antuterpio Dias Pereira Cidade/UF: Goiânia - GO Suplente Ministério da Cultura Associação Pérola Negra Descortinando as Áfricas no Brasil Cidade/UF: Rondonópolis - MT Marilena da Silva pelo código

4 4 ISSN Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de 2010 Entidade Selecionado: PROPONENTE P R O J E TO AUTOR DO PROJETO Organização Ponto de Equilíbrio Musical Palmares Valdemar dos Santos Carvalho Cidade/UF: Salvador - BA Leia-se: Individual Selecionado PROPONENTE P R O J E TO AUTOR DO PROJETO Movimento Negro de Rondonópolis itinerante afro Caravana Nagô - retrato Antuterpio Dias Pereira Cidade/UF: Rondonópolis - MT Suplente Associação Pérola Negra Cidade/UF: Goiânia - GO Entidade Selecionado: Descortinando as Áfricas no Brasil Marilena da Silva PROPONENTE P R O J E TO AUTOR DO PROJETO Organização Ponto de Equilíbrio Musical Palmares Valdemar dos Santos Carvalho Cidade/UF: Teresina - PI COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO MATERIAL E FISCALIZAÇÃO CENTRO NACIONAL DE ARQUEOLOGIA COORDENAÇÃO DE PESQUISA E LICENCIAMENTO ARQUEOLÓGICO PORTARIA N o - 30, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 O COORDENADOR DE PESQUISA E LICENCIAMENTO ARQUEOLÓGICO DO CENTRO NACIONAL DE ARQUEOLO- GIA DO DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO MATERIAL E FIS- CALIZAÇÃO DO INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL - IPHAN, nos termos da Portaria DE- PAM/IPHAN nº 2, de 29 de junho de 2009, publicado no D.O.U., Seção 2, de e de acordo com o disposto no inciso VIII do artigo 17, Anexo I do Decreto nº de , na Lei nº 3.924, de e na Portaria SPHAN nº 07, de e ainda do que consta dos processos administrativos relacionados nos anexos a esta Portaria, resolve: I -Expedir PERMISSÕES, sem prejuízo das demais licenças exigíveis por diferentes órgãos e entidades da Administração Pública, aos arqueólogos coordenadores dos projetos de pesquisa arqueológica relacionados no anexo I a esta Portaria. II -Expedir AUTORIZAÇÃO, sem prejuízo das demais licenças exigíveis por diferentes órgãos e entidades da Administração Pública, às instituições executoras dos projetos de pesquisa arqueológica relacionados no anexo II a esta Portaria. III -Determinar às Superintendências Regionais do IPHAN da área de abrangência dos projetos, o acompanhamento e a fiscalização da execução dos trabalhos, inclusive no que diz respeito à destinação e à guarda do material coletado, assim como das ações de preservação e valorização dos remanescentes. IV -Condicionar a eficácia das presentes permissões, autorizações e renovações de permissão à apresentação, por parte dos arqueólogos coordenadores, de relatórios parciais e finais ao término dos prazos fixados nos projetos de pesquisa anexos a esta Portaria, contendo todas as informações previstas nos artigos 11 e 12 da Portaria SPHAN nº 7, de V -Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ROGÉRIO JOSÉ DIAS ANEXO I 01 - Processo IPHAN nº / Projeto: Levantamento/Diagnóstico Prospectivo da PCH Canoas Arqueólogo Coordenador: Arkley Marques Bandeira Apoio Institucional: Laboratório de Arqueologia e Estudo da Paisagem da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Área de Abrangência: Município de São Gonçalo do Abaeté, no Estado de Minas Gerais. Prazo de Validade: 06 (seis) meses 02 - Processo IPHAN nº / Projeto: Levantamento Arqueológico Interventivo e Educação Patrimonial da Lavra de Calcário e Argila e Fábrica de Cimentos Arqueóloga Coordenadora: Eliete Pythagoras Britto Maximino Apoio Institucional: Museu Histórico Sorocabano Área de Abrangência: Municípios de Edéia, Edealina e Indiara, no Estado de Goiás. Prazo de Validade: 01 (um) mês 03 - Processo IPHAN nº / Projeto: Prospecção e Monitoramento Arqueológico da área a ser Impactada pela Obra de Construção da Barragem na Bacia do Arroio Pantanoso, Município de Canguçu/RS Arqueóloga Coordenadora: Vanderlise Machado Brandão Apoio Institucional: Instituto Anchietano de Pesquisas - Universidade do Vale do Rio dos Sinos Área de Abrangência: Município de Cangaçu, no Estado do Rio Grande do Sul. Prazo de Validade: 11 (onze) meses 04- Processo IPHAN nº / Projeto: Diagnóstico Arqueológico da Serra dos Albinos - Município de Pedra Lavrada/PB Arqueólogo Coordenador: Carlos Xavier de Azevedo Netto Apoio Institucional: Núcleo de Documentação e Informação Histórica Regional - Universidade Federal da Paraíba pelo código Área de Abrangência: Município de Pedra Lavrada, no Estado da Paraíba. Prazo de Validade: 01 (um) mês 05- Processo IPHAN nº / Projeto: Programa de Preservação, Prospecção, Resgate do Patrimônio Arqueológico e Educação Patrimonial da UHE Colíder Arqueóloga Coordenadora: Cláudia Inês Parellada Apoio Institucional: Museu de História Natural de Alta Floresta - Universidade Estadual do Mato Grosso Área de Abrangência: Municípios de Nova Canaã do Norte, Cláudia, Colíder e Itaúba, no Estado do Mato Grosso. Prazo de Validade: 16 (dezesseis) meses 06- Processo IPHAN nº / Projeto: Projeto de Resgate Arqueológico e Programa de Educação Patrimonial na Área da Pequena Central Hidrelétrica Santa Fé. Arqueólogo Coordenador: Celso Perota Apoio Institucional: Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Socioambiental - ECOS Área de Abrangência: Município de Alegre, no Estado do Espírito Santo. Prazo de Validade: 06 (seis) meses 07 - Processo IPHAN nº / Projeto: Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico, Histórico e Cultural (Etapa Diagnóstico) da Base Portuária do B&P - Porto de Ubu Arqueóloga Coordenadora: Erika Marion Robrahn-González Apoio Institucional: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Universidade do Estado do Rio de Janeiro Área de Abrangência: Município de Anchieta, no Estado do Espírito Santo. Prazo de Validade: 06 (seis) meses 08 - Processo IPHAN nº / Projeto: Resgate Arqueológico no Sítio Sr. Hiuton Arqueóloga Coordenadora: Christiane Lopes Machado Apoio Institucional: Superintendência do Espírito Santo - IPHAN Área de Abrangência: Município de Anchieta, no Estado do Espírito Santo. Prazo de Validade: 06 (seis) meses 09 - Processo IPHAN nº / Projeto: Plano de Arqueologia Preventiva da Implantação do Contorno Ferroviário de Camaçari Arqueóloga Coordenadora: Lúcia de Jesus Cardoso Oliveira Juliani Apoio Institucional: Museu Histórico Sorocabano Área de Abrangência: Municípios de Camaçari, Simões Filho e Candeias, no Estado da Bahia. Prazo de Validade: 24 (vinte e quatro) meses 10- Processo IPHAN nº / Projeto:Diagnóstico Prospectivo na Área de Construção das Estações de Degredo e Rio Ipiranga. Arqueólogo Coordenador: Celso Perota Apoio Institucional: Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Socioambiental - ECOS Área de Abrangência: Município de Linhares, no Estado do Espírito Santo. Prazo de Validade: 04 (quatro) meses ANEXO II 01 - Processo IPHAN nº / Projeto: Prospecção Arqueológica da área abrangida pela Subestação Natal III e Seccionamento LT 230KV Campina Grande - Natal II - SE Natal II Instituição Executora: Laboratório de Estudos e Pesquisas Arqueológicas - Universidade Federal de Santa Maria Arqueólogo Coordenador: Saul Eduardo Seiguer Milder Área de Abrangência: Município de Maracaíba, no Estado do Rio Grande do Norte. Prazo de Validade: 12 (doze) meses SECRETARIA DO AUDIOVISUAL PORTARIA Nº 155, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A SECRETÁRIA DO AUDIOVISUAL DO MINISTÉRIO DA CULTURA-SUBSTITUTA, no uso das atribuições legais que lhe confere o art. 1º da Portaria n 1.201, de 18 de dezembro de 2009, e em cumprimento ao disposto na Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991, Decreto nº 5.761, de 27 de abril de 2006, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 2001, alterada pela Lei nº de 13 de maio de 2002, resolve: Art. 1º Aprovar os projetos audiovisuais, relacionados no anexo I, para os quais os proponentes ficam autorizados a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, nos termos do Art. 18 da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, com a redação dada pelo Art. 53, alínea f, da Medida Provisória nº , de 06 de setembro de Art. 2º Aprovar o projeto audiovisual, relacionado no anexo II, para o qual o proponente fica autorizado a captar recursos, mediante doações ou patrocínios, nos termos do Art. 26 da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ANA PAULA DOURADO SANTANA ANEXO I Mira RM Produções Artísticas Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: ,48 Prazo de Captação: 20/10/2010 a 31/12/2010 Realização do curta-metragem com duração de 13 minutos, que explora as possibilidades de um cinema explicitamente subjetivo Morto Não Come Casa da Arte Multi Meios Ltda. CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 SP - Ribeirão Preto Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 20/10/2010 a 31/12/2010 Produção de um curta metragem, com 15 minutos, sobre 2 amigos que praticam um assalto mal sucedido Carbono e Metano na Amazônia Philippe Henry Multivisão e Vídeo (Jorge Felipe Henry) CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 20/10/2010 a 31/12/2010 Produção de um documentário de 40 minutos, para crianças e jovens entre 10 e 15 anos, sobre a riqueza múltipla da Amazônia Documentário FÁBRICA DE MÚSICA FLINT BRASIL PRODUÇÕES LTDA. CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 20/10/2010 a 31/12/2010 Realização de documentário de 40 minutos, que retratará o modus operanti da música em estúdios em São Paulo Documentário Piranha: o Carimbó no Ceará Via de Comunicação Ltda. CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 CE - Fortaleza Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 20/10/2010 a 31/12/2010 Produção de um documentário de 50 minutos para TV, sobre os mestres do Carimbó do Pará Uma fazenda inglesa no universo - Grape Fruit com Banana (título provisório) Editora Neotropica Ltda. - ME CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 20/10/2010 a 31/12/2010 Produção de um documentário de 50 minutos, sobre a face desconhecida da ocupação do litoral brasileiro Curtas de Animação 2011 Direção Cultura Produções e Eventos Ltda. CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 SP - Campinas Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 27/10/2010 a 31/12/2010 Produção de 10 curtas-metragens de animação, através do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas em escolas públicas pelo Brasil Cinetransformer Brasil II Edição - Etapa Nordeste CEPAR - Consultoria e Participações Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 SP - São Paulo Valor do Apoio R$: ,89 Prazo de Captação: 27/10/2010 a 31/12/2010 Realização da 2ª edição, dividido em duas etapas - Nordeste e Sul-Sudeste, de 01/03 a 15/06/ Com o Pandeiro na Mão e o Samba no Pé Berimbau Filmes Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 BA - Lauro de Freitas Valor do Apoio R$: ,50 Prazo de Captação: 27/10/2010 a 31/12/2010 Produção de um documentário de 15 minutos, que registrará variantes do samba-de-roda, com visitas pelo interior baiano conduzidas por um mestre no assunto RODA BRASIL 2010 No Escurinho do Cinema Produções Artisticas Ltda CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 27/10/2010 a 31/12/2010 Realização da 1ª edição, com exibição gratuita de títulos de cinema brasileiro, que serão apresentados em 04 cidades do interior de São Paulo, de 01/12/10 a 01/03/11. ANEXO II "Violas & Canções" Instituto Dominus de Artes, Ofícios e Cidadania CNPJ/CPF: / Processo: /20-10 RJ - Rio de Janeiro Valor do Apoio R$: ,00 Prazo de Captação: 20/10/2010 a 31/12/2010 Produção de um documentário em DVD com 60 minutos, que registra a vida e a carreira artística do Ex-Guitarrista e mentor do Cidade Negra, Da Ghama.

5 Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de ISSN Ministério da Defesa AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL DECISÃO Nº 146, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 Autoriza a operação de sociedade empresária de serviço aéreo especializado. A DIRETORA-PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício da prerrogativa de que trata o art. 6º do Regimento Interno aprovado pela Resolução nº 110, de 15 de setembro de 2009, com as alterações posteriores, tendo em vista o disposto na Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, e na Portaria nº 190/GC-5, de 20 de março de 2001, e considerando o que consta do processo nº / , decide, ad referendum da Diretoria: Art. 1º Autorizar, por 5 (cinco) anos, a sociedade empresária DPA AVIAÇÃO AGRÍCOLA LTDA., CNPJ nº / , com sede social no município de Cachoeira do Sul (RS), a explorar serviço aéreo especializado na modalidade aeroagrícola. Art. 2º A exploração do serviço autorizado somente poderá ser realizada por aeronave devidamente homologada. Art. 3º Esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação. SOLANGE PAIVA VIEIRA RETIFICAÇÃO Na tabela 2 constante do anexo à Instrução Normativa nº 50, de 27 de outubro de 2010, publicada no Diário Oficial da União nº 208, de 29 de outubro de 2010, Seção 1, página 65, onde se lê: " Relação entre taxa de acidentes apurada e o alcance da meta "reduzir e manter a taxa de Grau de alcance da meta acidentes abaixo de 0,61" (M1) M1 < 0, ,61 M1 < 0, ,92 M1 < 1,03 50 M1 ³ 1,03 0 ", leia-se: " Relação entre taxa de acidentes apurada e o alcance da meta "reduzir e manter a taxa de Grau de alcance da meta acidentes abaixo de 0,61" (M1) M1 < 0, ,61 Μ1 < 0, ,92 Μ1 < 1,03 50 M1 ³ 1,03 0 COMITÊ GESTOR DE CAPACITAÇÃO PORTARIA Nº 1.923/CGCAP, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 Estabelece os Projetos de Capacitação da ANAC e suas regras gerais de funcionamento. O COMITÊ GESTOR DE CAPACITAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso das atribuições que lhe confere a Instrução Normativa nº 32 da Agência Nacional de Aviação Civil, de 25 de novembro de 2009, resolve: Art. 1º Estabelecer os Projetos de Capacitação (PROCAPs) da Agência Nacional de Aviação Civil, que integrarão os seguintes Programas do Plano Anual de Capacitação dos Servidores da ANAC: I - Programa de Ambientação e Integração da ANAC; II - Programa de Qualificação Técnica em Aviação Civil; III - Programa de Formação e Desenvolvimento Gerencial; IV - Programa de Aperfeiçoamento Institucional. Art. 2º Os PROCAPs são grupos integrados de eventos de capacitação organizados com objetivos e critérios específicos para oferecer, em seu conjunto, uma ampla e adequada formação profissional aos servidores da ANAC, fortalecendo a política de capacitação da Agência de modo a contribuir para: I - o alcance das metas estratégicas anuais; II - o cumprimento das obrigações legais e regulatórias; III - o cumprimento das exigências do Decreto nº (23 de fevereiro de 2006) relacionadas à capacitação do servidor público. Art. 3º Cada PROCAP apresenta: I - objetivos gerais e específicos definidos, em função de problemas, necessidades, oportunidades ou interesses manifestados pelas Unidades Organizacionais (UORGs) da ANAC, com a finalidade de planejar e coordenar ações voltadas para a melhoria de processos e alcance de resultados em seus diferentes níveis e contextos. II - público-alvo definido. III - bases de conhecimentos necessárias. IV - regras próprias para sua realização, que deverão prever:. a) requisitos para o servidor completar o PROCAP, incluindo prazos e etapas, quando for o caso. b) pré-requisitos para participação em um ou mais eventos do PROCAP, quando houver. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código DECISÃO Nº 147, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 Renova a autorização operacional de sociedade empresária de serviço aéreo especializado. A DIRETORA-PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício da prerrogativa de que trata o art. 6º do Regimento Interno aprovado pela Resolução nº 110, de 15 de setembro de 2009, com as alterações posteriores, tendo em vista o disposto na Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, e na Portaria nº 190/GC-5, de 20 de março de 2001, e considerando o que consta do processo nº 07-01/4329/80, decide, ad referendum da Diretoria: Art. 1º Renovar, por 5 (cinco) anos, a autorização para exploração de serviço aéreo especializado na modalidade aeroagrícola outorgada à sociedade empresária VIAGRO VIDOTTI AGRO AÉ- REA LTDA., CNPJ nº / , com sede social na cidade de Londrina (PR). Art. 2º A exploração do serviço autorizado somente poderá ser realizada por aeronave devidamente homologada. Art. 3º Esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação. SOLANGE PAIVA VIEIRA Art. 4º As bases de conhecimento e os eventos de capacitação integrantes dos PROCAPs serão classificados em três eixos temáticos: I - Aviação Civil -foco no desenvolvimento e na atualização do servidor em conhecimentos, habilidades e atitudes inerentes às diversas áreas de atuação da ANAC no âmbito da Aviação Civil. II - Institucional -foco no desenvolvimento e na atualização do servidor em conhecimentos, habilidades e atitudes individuais e nas inerentes aos processos institucionais da Agência. III- Gerencial -foco nos conhecimentos, habilidades, e atitudes que propiciem o desenvolvimento e a atualização gerencial do servidor ocupante de cargo comissionado ou que apresente potencial para ocupá-lo. Art. 5º Os eventos integrantes dos PROCAPs poderão ser desenvolvidos internamente ou por meio de aquisição externa, nas formas previstas no Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, quais sejam: I - cursos presenciais. II - semipresenciais. III - à distância. IV - capacitação em serviço. V - grupos formais de estudos. VI - intercâmbios. VII - estágios. VIII - seminários, congressos, workshops e assemelhados. IX - oficinas de trabalho. Art. 6º Os PROCAPs serão gerenciados pela Superintendência de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas (SCD) e elaborados em conjunto com as respectivas UORGs beneficiárias dos Projetos, de acordo com os seguintes critérios: I - PROCAPs do Programa de Qualificação Técnica em Aviação Civil serão validados junto às UORGs que estejam mais diretamente relacionadas aos temas envolvidos; II - PROCAPs dos Programas de Formação e Desenvolvimento Gerencial e de Ambientação e Integração da ANAC serão validados junto à Superintendência de Planejamento Institucional (SPI); III - PROCAPs do Programa de Aperfeiçoamento Institucional serão validados junto às UORGs que estejam mais diretamente relacionadas aos temas envolvidos. Art. 7º A validação de cada PROCAP, incluindo seus eventos e suas regras específicas, será realizada pelo Comitê Gestor de Capacitação (CGCAP) e publicada através de portaria. Art. 8º A partir da data de publicação de um PROCAP, as UORGs interessadas deverão inscrever seus servidores, no prazo máximo de 15 dias corridos. Parágrafo único. O CGCAP deverá solicitar à Assessoria de Comunicação Social a ampla divulgação das portarias de PROCAP para todos os servidores da Agência. Art. 9º - A inscrição de servidor em PROCAP somente poderá ser efetivada mediante o atendimento dos seguintes pré-requisitos: I - pertencer ao público alvo definido para o PROCAP; II - não estar cedido a outro órgão III - não estar em gozo das seguintes licenças, durante período que inviabilize sua participação no Projeto: i. por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; ii. para atividade política; iii. para tratar de interesses particulares; iv. para desempenho de mandato classista. Art. 10º A inscrição de servidores em PROCAPs será formalizada através de memorando do titular da UORG interessada e encaminhado à SCD. Parágrafo único. A inscrição de servidores fora do prazo previsto poderá ser realizada mediante justificativa em memorando do titular da UORG interessada e estará condicionada à aprovação da SCD. Art. 11 A SCD poderá suspender temporariamente a participação de um servidor inscrito ou mesmo excluí-lo de um PRO- CAP quando deixar de atender os pré-requisitos listados no art 9º. 1º. As horas de capacitação em eventos do PROCAP cumpridas pelo servidor até a sua exclusão ou suspensão temporária do Projeto permanecerão válidas para contagem de tempo de capacitação. 2º. O servidor que voltar a participar de um PROCAP, após o período de suspensão temporária, e que não tiver condições de concluir o mesmo na data prevista para seu encerramento, poderá completá-lo nos 12 meses seguintes, cursando os eventos de capacitação necessários ou equivalentes, desde que os mesmos estejam disponíveis. Art. 12 O servidor inscrito em um PROCAP terá direito a realizar todos os eventos do respectivo Projeto de Capacitação, respeitadas eventuais exceções previstas nas regras específicas do mesmo. Art. 13 A SCD realizará o monitoramento e o controle informatizado da participação dos servidores em PROCAPs e alertará as UORGs, o Comitê Gestor de Capacitação e a GGEP/SAF sempre que detectar o não cumprimento, por algum servidor, do período mínimo de horas de capacitação anual previstos na Instrução Normativa nº 32, de 25 de novembro de Art. 14 O servidor inscrito que comprovar, junto à SCD, que já realizou um ou mais dos eventos previstos em um PROCAP terá o mesmo considerado como realizado, para efeitos de conclusão do Projeto de Capacitação. Parágrafo único. Se o servidor inscrito apresentar comprovação de conclusão de evento de capacitação cujo conteúdo programático seja equivalente ao de um evento integrante do PROCAP, a SCD deverá avaliar e decidir se aceita a equivalência proposta e, em caso positivo, encaminhar parecer ao CGCAP para subsidiar a validação da capacitação no respectivo evento para efeito de cumprimento do projeto Art. 15 O servidor que completar um PROCAP receberá certificado específico da SCD. Art. 16 Esta Portaria entra em vigor a partir da data de sua publicação em Diário Oficial da União. KÁTIA MARIA VARGAS ASSIS Presidente do Comitê e Membro da SCD no Comitê PORTARIA Nº 1.925/CGCAP, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 Aprova o Projeto de Capacitação - Ambientação de Novos Servidores da Agência Nacional de Aviação Civil e define as regras de seu funcionamento. O COMITÊ GESTOR DE CAPACITAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso das atribuições que lhe confere a Instrução Normativa nº 32 da Agência Nacional de Aviação Civil, de 25 de novembro de 2009, resolve: Art. 1º Aprovar o Projeto de Capacitação (PROCAP) - Ambientação de Novos Servidores da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) como parte integrante do Programa de Ambientação e Integração do Plano Anual de Capacitação da ANAC. Art. 2º O público-alvo do PROCAP - Ambientação de Novos Servidores da ANAC será composto pelos servidores que entrarem em exercício na ANAC durante o período de vigência deste PROCAP ou que não tenham participado de evento de ambientação oferecido pela ANAC anteriormente. Art. 3º O PROCAP - Ambientação de Novos Servidores da ANAC tem como objetivo geral proporcionar aos seus integrantes uma visão sistêmica da ANAC e do setor regulado, contribuindo para sua integração ao ambiente organizacional. Art. 4º Os eventos constantes no PROCAP - Ambientação de Novos Servidores da ANAC visam capacitar o público-alvo descrito no Art. 2º, contribuindo para que ao final deste projeto os servidores sejam capazes de atingir os seguintes objetivos específicos: I.Contextualizar a ANAC na estrutura da Administração Pública Federal;

6 6 ISSN II.Identificar a atuação dos órgãos reguladores e a função regulatória da ANAC; III.Identificar os principais conceitos referentes à Aviação Civil; IV.Distinguir os órgãos do Sistema de Aviação Civil e suas funções através de uma visão geral das entidades e sua atuação no mercado; V.Identificar as unidades organizacionais que compõem a estrutura organizacional da ANAC, especialmente as áreas fim e suas funções; VI.Reconhecer a missão, a visão e os valores da ANAC contribuindo para a construção de uma cultura organizacional alinhada aos princípios da governança corporativa da Agência. Art. 5º O PROCAP - Ambientação de Novos Servidores da ANAC contemplará, em seus eventos, as seguintes áreas de conhecimento: I.Visão Institucional; II.Governança Corporativa; III.Gestão Organizacional; IV.Gestão do Conhecimento; V.Desenvolvimento Individual; VI.Direito; VII.Regulação; VIII.Negócio da Aviação; IX.Segurança na Aviação; X.Operações de Voo; XI.Aeronavegabilidade; XII.Infraestrutura Aeroportuária. Art. 6º Compõe o PROCAP - Ambientação de Novos Servidores da ANAC um evento de ambientação que será oferecido quadrimestralmente ou sempre que for atingido o quórum mínimo de 20 participantes para formação de uma turma. Parágrafo único: A programação dos eventos de capacitação, suas eventuais atualizações e modificações posteriores, serão divulgadas pela Superintendência da Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas (SCD). Art. 7º Os servidores que entrarem em exercício nesta Agência durante o período de vigência do PROCAP - Ambientação de Novos Servidores da ANAC estarão automaticamente inscritos no projeto. Parágrafo único: A indicação dos novos servidores que participarão do PROCAP - Ambientação de Novos Servidores da ANAC será feita pela Gerência de Gestão de Pessoas (GGEP) da Superintendência de Administração e Finanças (SAF) à Superintendência de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas (SCD) no momento em que o servidor ingressar na agência e comunicada ao responsável pela unidade organizacional na qual o servidor for alocado. Art. 8º Todos os servidores indicados como público alvo no Artigo 2º desta Portaria deverão participar do evento de ambientação. Parágrafo único: A ambientação para servidores ingressantes no cargo de Especialista em Regulação ocorrerá somente após a realização do Curso de Formação e de forma customizada, de acordo com o conteúdo já trabalhado. Art. 9º O servidor concluirá o PROCAP - Ambientação de Novos Servidores da ANAC se obtiver frequência no evento conforme disposto na Instrução Normativa nº 26 de 16 de julho de Art. 10º A data limite para conclusão do PROCAP - Ambientação de Novos Servidores da ANAC será 31 de dezembro de Art. 11 Esta Portaria entra em vigor a partir da data de sua publicação em Diário Oficial da União. KÁTIA MARIA VARGAS ASSIS Presidente do Comitê e Membro da SCD no Comitê SUPERINTENDÊNCIA DE INFRAESTRUTURA A E R O P O RT U Á R I A PORTARIA ANAC N o 1.924/SIA, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 O SUPERINTENDENTE DE INFRAESTRUTURA AERO- PORTUÁRIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, no uso de suas atribuições outorgadas pelo Art. 41, letra "t" do inciso I da Resolução n o 110, de 15 de setembro de 2009, que aprovou o Regimento Interno da ANAC e nos termos da Resolução n o 49, de 02 de setembro de 2008 que instituiu o Atestado de Capacitação Operacional dos Serviços de Prevenção, Salvamento e Combate a Incêndio em Aeródromos Civis, no âmbito da competência da Agência Nacional de Aviação Civil e tendo em vista o que consta do Processo n o / , resolve: Art. 1º - Conceder o Atestado de Capacitação Operacional (ACOP) n o 011/2010/SBCF ao Serviço de Prevenção, Salvamento e Combate a Incêndio (SESCINC) do Aeroporto Internacional Tancredo Neves/Confins. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ALENCAR FILGUEIRAS VIEGAS Substituto COMANDO DA MARINHA ESTADO-MAIOR DA ARMADA PORTARIA N o - 258/EMA, DE 19 DE OUTUBRO DE 2010 O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DA ARMADA no uso da delegação de competência que lhe confere a Portaria n o 156/MB/2004, e de acordo com o disposto no art. 2 o do Decreto n o /1988, resolve: Art. 1 o Conceder autorização à embarcação francesa "TARA" para realizar trabalhos de investigação científica em AJB, obedecendo à derrota previamente apresentada à Marinha do Brasil (MB). Art. 2 o A investigação científica tem o propósito de analisar a biodiversidade e a atividade do plâncton, nas diversas amostragens dos ecossistemas oceânicos, por meio de análises da bio-informática que integra os dados físico-químicos, climáticos, de imagens, e de genomas, obtidas ao longo da expedição, a fim de avaliar sua evolução em face das mudanças climáticas. Será formada uma base de dados biooceanográfica multidimensional com acesso livre, que permitirá criar modelos preditivos da evolução espaço-temporal dos ecossistemas do plâncton. Art. 3 o A autorização a que se refere esta Portaria terá validade para o período de 31OUT2010 a 15NOV2010. Art. 4 o A embarcação de pesquisa mencionada no art. 1 o terá a bordo, no período supracitado, um representante da MB, ao qual deverão ser concedidas todas as facilidades, inclusive o acesso aos documentos relativos às pesquisas e a todos os compartimentos do navio, com a finalidade de permitir a fiscalização necessária dos serviços que serão executados. Parágrafo único - O representante tem autoridade para impedir, em AJB, a coleta de dados fora do propósito e dos períodos especificados nos art. 2 o e 3 o desta Portaria e a execução de pesquisa em derrota não prevista nos documentos previamente apresentados. Art. 5 o A instituição responsável pela pesquisa deverá fornecer à Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) todos os dados, informações e resultados obtidos pela pesquisa realizada, dentro dos prazos previstos no Decreto n o /1988, encaminhando para a rua Barão de Jaceguai, s/n o, Ponta da Armação, Ponta D'Areia, Niterói, RJ, CEP: Art. 6 o Para a remessa dos dados coletados, devem ser observados os aspectos técnicos e de documentação detalhados nas "ORIENTAÇÕES PARA A REMESSA DOS DADOS COLETA- DOS", que a esta acompanham, em anexo. Art. 7 o O não cumprimento, pelas entidades interessadas, do estabelecido nesta Portaria implicará no cancelamento automático da presente autorização, respondendo as referidas entidades pelos prejuízos causados e ficando sujeitas, a critério do Governo Brasileiro, a terem recusadas futuras solicitações de pesquisa em AJB. Art. 8 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Alte.-Esq. MARCUS VINICIUS OLIVEIRA DOS SANTOS 1. Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de 2010 Ministério da Educação FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO AMAZONAS PORTARIA N o , DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 A REITORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMA- ZONAS, usando de suas atribuições estatutárias, resolve: HOMOLOGAR o resultado do Concurso Público para provimento de cargos da Carreira do Magistério Superior da Fundação Universidade do Amazonas, objeto do Edital n. 032, de 07/05/2010, por Unidade, Área de Conhecimento, Classe/ Padrão, Carga Horária e ordem de classificação dos candidatos, conforme abaixo: INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS Área de Conhecimento: ENSINO DA LIBRAS Classe/Padrão: Assistente MS-B, nível I Carga Horária: Dedicação Exclusiva JOELMA REMÍGIO DE ARAÚJO Classe/Padrão: Auxiliar MS-A, nível I Carga Horária: Dedicação Exclusiva HAMILTON PEREIRA RODRIGUES DEBORA TEIXEIRA ARRUDA ESTABELECER o prazo de validade do concurso em 01 (um) ano, contado a partir da data de publicação da respectiva homologação, podendo ser prorrogado por igual período. MÁRCIA PERALES MENDES SILVA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC PORTARIA N o , DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 O VICE-REITOR DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FE- DERAL DO ABC - UFABC, nomeado pela Portaria UFABC nº 181, de 10 de fevereiro de 2010, publicada no Diário Oficial da União, Seção 2, página 11, de 11 de fevereiro de 2010, no uso de suas atribuições legais, retifica: No Edital nº 153, de 18 de outubro de 2010, publicado no Diário Oficial da União, de 19 de outubro de 2010, seção 3, página 31, referente ao Concurso Público para o Preenchimento de Cargos Vagos do Quadro de Servidores Técnicos Administrativos em Educação, no item 3, nível superior, cargo Jornalista, formação exigida: Onde se lê: "Graduação em Jornalismo ou Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo e Registro no Conselho Regional de Jornalismo - CRJ." Leia-se: " Graduação em Jornalismo ou Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo." GUSTAVO MARTINI DALPIAN FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PORTARIA Nº 1.631, DE 26 DE OUTUBRO DE 2010 A REITORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAM- PA, no uso da competência que lhe foi delegada pela Portaria nº 113, de 22 de janeiro de 2008, do Ministério da Educação, publicada no Diário Oficial da União do dia 23 de janeiro de CONSIDERANDO o disposto no item III, do artigo 37 da Constituição Federal; o Decreto Presidencial nº 4.175, de 27 de março de 2002, o Decreto Presidencial nº de 21 de agosto de 2009 e a Portaria nº 450, de 06 de novembro de 2002, do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão; e os termos dos Editais de inscrição de concurso nº 19/2009 de 29/04/2009, publicado no DOU de 30/04/2009, nº 26/2009 de 13/05/2009, publicado no DOU de 14/05/2009, nº 44/3009 de 17/07/2009, publicado no DOU de 20/07/2009, e dos Editais de homologação nº 70/2009 de 29/10/2009, publicado no DOU de 30/10/2009, nº 76/2009 de 16/11/2009, publicado no DOU de 17/11/2009, resolve: PRORROGAR, por igual período, a contar da data de término do período anterior, o prazo de validade do Concurso Público para provimento de Cargos da Carreira de Técnico Administrativo em Educação de Nível Superior e Intermediário da Fundação Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA. MARIA BEATRIZ LUCE COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE PORTARIA N o - 538, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO no uso das atribuições que lhe confere a Portaria nº 1.089, de 04 de abril de 2005, publicada no DOU de , seção 2, pág. 9, e tendo em vista o disposto no Decreto n.º 6.093, de 24 de abril de 2007, no art. 7º, 2º, da Lei nº , de 9 de junho de 2004, nos artigos 6º e 7º da Resolução CD/FNDE n.º 6, de 16 de abril de 2010, publicada no DOU de 19 de abril de 2010, resolve: Art. 1º - Divulgar a relação dos entes executores que tiveram seus Planos Plurianuais de Alfabetização validados pela SECAD/MEC, considerados aptos a receber recursos para execução de ações no âmbito do Programa Brasil Alfabetizado, no exercício de 2010, na forma do Anexo desta Portaria. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. ANDRÉ LUIZ DE FIGUEIREDO LÁZARO ANEXO UF ENTIDADE CNPJ VALOR CUS- DESEMBOLSO PA R C E L A VALOR PARCE- EXERCICIO TEIO(R$) LA(R$) BA PREF MUN DE CONDEUBA ago/10 1, SP PREF MUN DE BRODOSQUI set/10 1, PORTARIA Nº 539, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO no uso das atribuições que lhe confere a Portaria nº 1.089, de 04 de abril de 2005, publicada no DOU de , seção 2, pág. 9, e tendo em vista o disposto no Decreto n.º 6.093, de 24 de abril de 2007, no art. 7º, 2º, da Lei nº , de 9 de junho de 2004, nos artigos 6º e 7º da Resolução CD/FNDE n.º 6, de 16 de abril de 2010, publicada no DOU de 19 de abril de 2010, resolve: pelo código

7 Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de ISSN Art. 1º - Divulgar a relação dos entes executores que tiveram seus Planos Plurianuais de Alfabetização validados pela SECAD/MEC, considerados aptos a receber recursos para execução de ações no âmbito do Programa Brasil Alfabetizado, no exercício de 2010, na forma do Anexo desta Portaria. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. ANDRÉ LUIZ DE FIGUEIREDO LÁZARO ANEXO UF ENTIDADE CNPJ VALOR CUS- DESEMBOLSO PA R C E L A VALOR PARCE- EXERCICIO TEIO(R$) LA(R$) PE SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO jun/10 1, PORTARIA Nº 540, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO no uso das atribuições que lhe confere a Portaria nº 1.089, de 04 de abril de 2005, publicada no DOU de , seção 2, pág. 9, e tendo em vista o disposto no Decreto n.º 6.093, de 24 de abril de 2007, no art. 7º, 2º, da Lei nº , de 9 de junho de 2004, nos artigos 6º e 7º da Resolução CD/FNDE n.º 6, de 16 de abril de 2010, publicada no DOU de 19 de abril de 2010, resolve: Art. 1º - Divulgar a relação dos entes executores que tiveram seus Planos Plurianuais de Alfabetização validados pela SECAD/MEC, considerados aptos a receber recursos para execução de ações no âmbito do Programa Brasil Alfabetizado, no exercício de 2010, na forma do Anexo desta Portaria. Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código ANDRÉ LUIZ DE FIGUEIREDO LÁZARO ANEXO UF ENTIDADE CNPJ VALOR CUS- DESEMBOLSO PA R C E L A VALOR PARCE- EXERCICIO TEIO(R$) LA(R$) BA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO jul/10 1, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto nº 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Autorizar o curso de Sistema de Informação, bacharelado, com 120 (cento e vinte) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade Maurício de Nassau de Maceió, na Rua Professor Sandoval Arroxelas, n 239, bairro Ponta Verde, na cidade de Maceió, no Estado de Alagoas, mantida pela Associação de Desenvolvimento Educacional Avançado, com sede na cidade de Maceió, no Estado de Alagoas. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto nº 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Autorizar o curso de Jornalismo, bacharelado, com 120 (cento e vinte) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade Maurício de Nassau de Salvador, na Avenida Tamburugy, n o 88, bairro Patamares, na cidade de Salvador, no Estado da Bahia, mantida pela Associação Baiana de Ensino Superior, com sede na cidade de Salvador, no Estado da Bahia. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Autorizar o curso de Odontologia, bacharelado, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade de Ciências Aplicadas Doutor Leão Sampaio, na Avenida Leão Sampaio Km 3, s/n, bairro Lagoa Seca, na cidade de Juazeiro do Norte, no Estado do Ceará, mantida pelo Instituto Leão Sampaio de Ensino Universitário Ltda., com sede na cidade de Juazeiro do Norte, no Estado do Ceará. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Autorizar o curso de Farmácia, bacharelado com 180 (cento e oitenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade de Minas BH, na Avenida Cristiano Machado, nº , bairro Laranjeiras, na cidade de Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais, mantida pela Lael Varella Educação e Cultura Ltda., com sede na cidade de Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 09 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1o Autorizar o curso de Educação Física, bacharelado, com 180 (cento e oitenta) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade Unigran Capital, na Rua José Antonio, nº 1.941, bairro Monte Castelo, na cidade de Campo Grande, no Estado do Mato Grosso do Sul, mantida pela Sociedade Civil de Educação da Grande Dourados, com sede na cidade de Dourados, no Estado do Mato Grosso do Sul. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vista a Portaria Normativa n o 10, de 02 de julho de 2009, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Autorizar o curso de Ciências Biológicas, licenciatura, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pelas Faculdades Integradas de Três Lagoas, no âmbito do Instituto Superior de Educação, na Avenida Ponta Porã, n 2.750, bairro Distrito Industrial, na cidade de Três Lagoas, no Estado do Mato Grosso do Sul, mantida pela Associação de Ensino e Cultura de Mato Grosso do Sul, com sede na cidade de Três Lagoas, no Estado de Mato Grosso do Sul. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1o Autorizar o curso de Pedagogia, licenciatura, com 200 (duzentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade de Castanhal, no âmbito do Instituto Superior de Educação, na Rodovia BR 316 Km 60, s/n, bairro Apeú, na cidade de Castanhal, no Estado do Pará, mantida pelas Faculdades Integradas de Castanhal Ltda., com sede na cidade de Castanhal, no Estado do Pará. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Autorizar o curso de Administração, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade Damas da Instrução Cristã, na Avenida Rui Barbosa, n 1.426, bairro das Graças, na cidade de Recife, no Estado de Pernambuco, mantida pela Associação das Religiosas da Instrução Cristã, com sede na cidade de Recife, no Estado de Pernambuco. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vista a Portaria Normativa n o 10, de 02 de julho de 2009, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Autorizar o curso de Engenharia de Produção, bacharelado, com 50 (cinquenta) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade Padre João Bagozzi, na Rua Caetano Marchesini, n 952, bairro Portão, na cidade de Curitiba, no Estado do Paraná, mantida pela Congregação dos Oblatos de São José, com sede na cidade de Curitiba, no Estado do Paraná. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 09 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Autorizar o curso de Serviço Social, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto de Ensino Superior do Rio Grande do Norte, na Avenida Prudente de Moraes, n 4.890, bairro Lagoa Nova, na cidade de Natal, no Estado do Rio Grande do Norte, mantido pela Associação Unificada Paulista de Ensino Renovado Objetivo - ASSUPERO, com sede na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vista a Portaria Normativa n o 10, de 02 de julho de 2009, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve:

8 8 ISSN Art. 1º Autorizar o curso de Engenharia Mecânica, bacharelado, com 120 (cento e vinte) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pela Faculdade Anhanguera do Rio Grande, na Rua Aquidaban, nº 714, Centro, na cidade do Rio Grande, no Estado do Rio Grande do Sul, mantida pela Anhanguera Educacional S.A., com sede na cidade de Valinhos, no Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 09 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1o Autorizar o curso de Agronomia, bacharelado, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pela Faculdade Concórdia, na Rua Anita Garibaldi, nº 3.185, bairro Primavera, na cidade de Concórdia, no Estado de Santa Catarina, mantida pela Sociedade Educacional Concórdia, com sede na cidade de Concórdia, no Estado de Santa Catarina. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1o Autorizar o curso de Engenharia Mecânica, bacharelado com 100 (cem) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, a ser ministrado pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo, na unidade de ensino de Campinas, na Avenida Almeida Garret, nº 267, bairro Jardim Nossa Senhora Auxiliadora, na cidade de Campinas, no Estado de São Paulo, mantido pelo Liceu Coração de Jesus, com sede na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto nº 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto nº 6.303, de 12 de dezembro de 2007, conforme consta do Registro e-mec nº , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1º Indeferir o pedido de autorização do curso de Educação Física, bacharelado, pleiteado pela Faculdade do Estado do Maranhão, na Alameda D, nº 5, bairro Calhau, na cidade de São Luíz, no Estado do Maranhão, mantida pela Sociedade Objetivo de Ensino Superior, com sede na cidade de Goiânia, no Estado de Goiás. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vista o Relatório SESu/DESUP/COREG n o 355/2010, da Diretoria de Regulação e Supervisão da Educação Superior, conforme consta do Processo n o / , Registro SAPIEnS n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Reconhecer, para fins de expedição e registro de diploma dos alunos concluintes até o ano de 2010, o curso de Enfermagem, bacharelado, com 600 (seiscentas) vagas totais anuais, nos turnos diurno e noturno, ministrado pelo ABEU - Centro Universitário, na Rua Itaiara, nº 301, na cidade de Belford Roxo, no Estado do Rio de Janeiro, mantido pela Associação Brasileira de Ensino Universitário - ABEU, com sede na cidade de Belford Roxo, no Estado do Rio de Janeiro, nos termos do disposto no artigo 10 7º, do Decreto nº 5.773, de 9 de maio de Parágrafo único. O reconhecimento a que se refere esta Portaria é válido exclusivamente para o curso ministrado no endereço citado neste artigo. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 A Secretária de Educação Superior, usando da competência que lhe foi conferida pelo Decreto n o 5.773, de 9 de maio de 2006, alterado pelo Decreto n o 6.303, de 12 de dezembro de 2007, e tendo em vista o Relatório SESu/DESUP/COREG n o 384/2010, da Secretaria de Educação Superior, conforme consta do Processo n o / , Registro SAPIEnS n o , do Ministério da Educação, resolve: Art. 1 o Autorizar o curso de Letras - Português e Respectiva Literatura, licenciatura, com 100 (cem) vagas totais anuais, no turno noturno, a ser ministrado pelo Instituto Superior de Educação Franciscano Nossa Senhora de Fátima, na SGAS 906, W 5, Conjunto F, Módulos 11, 12 e 13, na Região Administrativa I, na cidade de Brasília, no Distrito Federal, mantido pela Sociedade Caritativa e Literária São Francisco de Assis - Zona Norte, com sede na cidade de Santa Maria, no Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2 o Tornar sem efeito o item 15, do Anexo da Portaria da Secretaria de Educação Superior n o 942, de 19 de novembro de 2007, publicada no Diário Oficial da União, em 20 de novembro de 2007, seção 1, página 49. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA PAULA DALLARI BUCCI COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS PORTARIA N o , DE 25 DE OUTUBRO DE 2010 A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomeada pela Portaria nº. 712, de 21 de outubro de 2008, publicada no Diário Oficial da União, de 22 de outubro de 2008, seção 02, página 02, no uso de suas atribuições legais e observado o disposto nos seguintes fundamentos legais: o Art. 214 da Constituição Federal, a Lei Complementar nº. 101, de 04 de maio de 2000, o Decreto nº , de 25 de julho de 2007 e alterações posteriores, a Lei nº , de 26 de janeiro de 2010, Portaria Interministerial nº. 127 e alterações posteriores, a Lei nº , de 12 de agosto de 2009, a Lei nº , de 3 de fevereiro de 2010 e a Lei nº , de 30 de março de 2010, resolve: Art. 1º - Descentralizar, por destaque, crédito orçamentário da ação 009E - Concessão de Benefícios a Estudantes Estrangeiros em Graduação no Brasil, com o objetivo de conceder auxílio financeiro para alunos estrangeiros participantes do Programa Milton Santos de Acesso ao Ensino Superior - PROMISAES/OUTUBRO, regularmente matriculados em cursos de graduação nas Instituições Federais de Ensino Superior, referente ao pagamento de Bolsa no exercício de 2009, de acordo com o Anexo desta Portaria, obedecendo à seguinte classificação orçamentária: Funcional Programática: E Concessão de Benefício a Estudantes Estrangeiros em Graduação no Brasil - Nacional Fonte: PTRES: Processo: / Art. 2º - A descentralização de crédito orçamentário será conforme Memorando nº. 0085/ CGRE/DIFES/SESu/MEC, de 10 de abril de 2010 e o recurso financeiro será liberado mediante a liquidação dos empenhos emitidos à conta do crédito descentralizado. Parágrafo Único - o saldo dos créditos orçamentários descentralizados e não empenhados, deverá ser devolvido a Secretaria de Educação Superior, no exercício financeiro de 2010, com base no Art. 27 do Decreto nº /86. Art. 3º - O monitoramento da execução, referente à ação 009E - Concessão de Benefício a Estudantes Estrangeiros em Graduação no Brasil, será realizado pela Coordenação Geral de Relações Estudantis - CGRE/DIFES/SESu/MEC. Art. 4º - Os créditos descentralizados por destaque integrarão as prestações de contas anuais das Instituições Federais de Ensino Superior, a serem apresentadas aos órgãos de controle interno e externo nos termos da legislação vigente. Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua assinatura. ANEXO PROMISAES - Concessão de Benefício a Estudantes Estrangeiros em Graduação no Brasil MARIA PAULA DALLARI BUCCI P T: E.0001 PTRES: BOLSA FONTE: ,00 P. I. F. S S 01. G N RUBRICA: OUTUBRO/2010 UG GESTÃO IFES NOME IFES Nº BOLSISTAS TO TA L NC CEFET-RJ CENTRO FED.DE EDUC.TECNOL.CELSO S.DA FONSECA , FURG UNIVERSIDADE DO RIO GRANDE - RS , U FA L UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS , U FA M UNIVERSIDADE DO AMAZONAS , UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA , UFC UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARA , UFCG UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE , UFES UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRITO SANTO , UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE , UFG UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIAS , UFJF UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA , UFLA UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS , UFMA UNIVERSIDADE DO MARANHAO , UFMG UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS , UFMS UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO G. SUL , UFMT UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO , UFOP UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO , U F PA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA , UFPB UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA , UFPE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO , UFPEL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS , pelo código

9 Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de ISSN UFPI UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI , UFPR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA , UFRA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZONIA , UFRGS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL , UFRJ UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO , UFRN UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE , UFRPE UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO , UFRRJ UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO , UFSE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE 1 510, UFSC UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA , UFSCAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO CARLOS , UFSJ UNIVERSIDADE FEDERAL DE S.J.DEL-REI , UFT UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS , UFTM UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIANGULO MINEIRO , UFU UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLANDIA , UFV UNIVERSIDADE FEDERAL DE VICOSA , UFVJM UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO JEQUITINHONHA E MUCURI 1 510, UNB UNIVERSIDADE DE BRASILIA , UNIFEI UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBA 1 510, UNIFESP UNIVERSIDADE FEDERAL DE SAO PAULO , UNIRIO UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO , TO TA L ,00 PORTARIA N o , DE 25 DE OUTUBRO DE 2010 A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomeada pela Portaria nº 712, de 21 de outubro de 2008, publicada no Diário Oficial da União de 22 de outubro de 2008, seção 02, página 02, no uso de suas atribuições legais e observado o disposto nos seguintes fundamentos legais: o Art. 214 da Constituição Federal, a Lei Complementar nº. 101, de 04 de maio de 2000, o Decreto nº , de 25 de julho de 2007 e alterações posteriores, a Lei nº , de 26 de janeiro de 2010, Portaria Interministerial nº. 127 e alterações posteriores, a Lei nº , de 12 de agosto de 2009, resolve: Art. 1º - Descentralizar, por destaque, crédito orçamentário da ação 2C68 - Fomento à Inclusão Social e Étnico-Racial na Educação Superior, para fins de apoio às instituições relacionadas no anexo I, obedecendo à seguinte classificação orçamentária: Funcional Programática: Funcional Programática: C Fomento à Inclusão Social e Étnico-Racial na Educação Superior - Nacional PTRES: Fonte: Art. 2º - A transferência orçamentária será efetuada em parcela única e o recurso financeiro repassado, de forma condicionada, no momento da transferência, à liquidação da despesa no SIAFI pela Instituição, de acordo com o estabelecido no Decreto nº , de 03 de fevereiro de 2010 e Decreto nº de 30 de março de Parágrafo Único - O saldo dos créditos orçamentários descentralizados e não empenhados, deverá ser devolvido a Secretaria de Educação Superior, no exercício financeiro de Art. 3º - O monitoramento da execução, referente à ação 2C68 - Fomento à Inclusão Social e Étnico-Racial na Educação Superior - Nacional - PROEXT/2009/2010, será realizado pela Diretoria de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior - DIFES/SESu. Art. 4º - Os créditos descentralizados por destaque integrarão as prestações de contas anuais da IFES, a serem apresentadas aos órgãos de controle interno e externo nos termos da legislação vigente. Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua assinatura. SESu/MEC ANEXO MARIA PAULA DALLARI BUCCI Crédito Orçamentário da Ação 2C68 - Fomento à Inclusão Social Étnico-Racial na Educação Superior Nacional - PROEXT/2009/2010 Unidade Processo nº Valor Total (R$) Fonte Nota de Crédito Universidade Federal da Bahia / , NC PORTARIA N o , DE 25 DE OUTUBRO DE 2010 A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomeada pela Portaria nº 712, de 21 de outubro de 2008, publicada no Diário Oficial da União de 22 de outubro de 2008, seção 02, página 02, no uso de suas atribuições legais e observado o disposto nos seguintes fundamentos legais: o Art. 214 da Constituição Federal, a Lei Complementar nº. 101, de 04 de maio de 2000, o Decreto nº , de 25 de julho de 2007 e alterações posteriores, a Lei nº , de 26 de janeiro de 2010, Portaria Interministerial nº. 127 e alterações posteriores, a Lei nº , de 12 de agosto de 2009, resolve: Art. 1º - Descentralizar, por destaque, crédito orçamentário proveniente de Emenda de Bancada nº para fins de apoio a Instituição abaixo relacionada, obedecendo à seguinte classificação orçamentária: I - Funcional Programática: Instrumental para Ensino e Pesquisa destinados a instituições federais de ensino superior e hospitais de ensino no Estado do Pará. Fonte: PTRES: Art. 2º - A descentralização de crédito orçamentário e financeiro observará as diretrizes estabelecidas nos Decretos nº 7.094, de 03 de fevereiro de 2010 e nº de 30 de março de Parágrafo Único - O saldo dos créditos orçamentários descentralizados e não empenhados, deverá ser devolvido a Secretaria de Educação Superior, no exercício financeiro de Art. 3º - O monitoramento da execução, referente à ação supracitada será realizado pela Diretoria de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior - DIFES/SESu Art. 4º - Os créditos descentralizados por destaque integrarão as prestações de contas anuais das Instituições Federais de Ensino Superior, a serem apresentadas aos órgãos de controle interno e externo nos termos da legislação vigente. Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua assinatura. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL SESu/MEC ANEXO MARIA PAULA DALLARI BUCCI Crédito Orçamentário da Ação Emenda de Bancada nº EMENDA Unidade Processo nº Valor Total (R$) Fonte Nota de Crédito Universidade Federal Rural da Amazônia / , NC Universidade Federal Rural da Amazônia / , NC Universidade Federal Rural da Amazônia / , NC Universidade Federal Rural da Amazônia / , NC Universidade Federal Rural da Amazônia / , NC Universidade Federal Rural da Amazônia / , NC Universidade Federal Rural da Amazônia / , NC Universidade Federal Rural da Amazônia / , NC PORTARIA N o , DE 25 DE OUTUBRO DE 2010 A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomeada pela Portaria nº 712, de 21 de outubro de 2008, publicada no Diário Oficial da União de 22 de outubro de 2008, seção 02, página 02, no uso de suas atribuições legais e observado o disposto nos seguintes fundamentos legais: o Art. 214 da Constituição Federal, a Lei Complementar nº. 101, de 04 de maio de 2000, o Decreto nº , de 25 de julho de 2007 e alterações posteriores, a Lei nº , de 26 de janeiro de 2010, Portaria Interministerial nº. 127 e alterações posteriores, a Lei nº , de 12 de agosto de 2009, resolve: Art. 1º - Descentralizar, por destaque, crédito orçamentário da ação Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - REUNI, conforme anexo, obedecendo à seguinte classificação orçamentária: Funcional Programática: Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - REUNI PTRES: pelo código

10 10 ISSN Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de 2010 Art. 2º - A transferência orçamentária será efetuada em parcela única e o recurso financeiro repassado, de forma condicionada, no momento da transferência, à liquidação da despesa no SIAFI pela Instituição, de acordo com o estabelecido no Decreto nº , de 03 de fevereiro de 2010 e Decreto nº de 30 de março de Parágrafo Único - O saldo dos créditos orçamentários descentralizados e não empenhados, deverá ser devolvido a Secretaria de Educação Superior, no exercício financeiro de Art. 3º - O monitoramento da execução, referente à ação Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - REUNI, será realizado pela Diretoria de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior - DIFES/SESu. Art. 4º - Os créditos descentralizados por destaque integrarão as prestações de contas anuais das IFES, a serem apresentadas aos órgãos de controle interno e externo nos termos da legislação vigente. Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua assinatura. ANEXO MARIA PAULA DALLARI BUCCI PORTARIA Nº. 1833, DE 25 DE OUTUMBRO DE ANEXO: Crédito Orçamentário da Ação Reestruturação e Expansão das Universidades Federais - REUNI Unidade Processo nº Valor Total (R$) Fonte Nota de Crédito Universidade Federal do Amazonas / , NC Universidade Federal do Ceará / , NC PORTARIA N o , DE 27 DE OUTUBRO DE 2010 A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomeada pela Portaria nº 712, de 21 de outubro de 2008, publicada no Diário Oficial da União de 22 de outubro de 2008, seção 02, página 02, no uso de suas atribuições legais e observado o disposto nos seguintes fundamentos legais: o Art. 214 da Constituição Federal, a Lei Complementar nº. 101, de 04 de maio de 2000, o Decreto nº , de 25 de julho de 2007 e alterações posteriores, a Lei nº , de 26 de janeiro de 2010, Portaria Interministerial nº. 127 e alterações posteriores, a Lei nº , de 12 de agosto de 2009, resolve: Art. 1º - Descentralizar, por destaque, crédito orçamentário da ação Apoio à Residência Multiprofissional, para fins de complementação de pagamento de bolsas dos residentes multiprofissionais das Instituições Federais de Ensinos Superiores, referente ao período de OUTUBRO de 2010, de acordo com o Anexo I desta Portaria, obedecendo à seguinte classificação orçamentária: I. Funcional Programática: Apoio à Residência Multiprofissional - Nacional II.Fonte: III.PTRES: IV. Elementos de despesa: Contratação por Tempo Determinado Obrigações Tributárias e Contributivas V. Processo: / Art. 2º - A transferência orçamentária será efetuada em parcela única e o recurso financeiro repassado, de forma condicionada, no momento da transferência, à liquidação da despesa no SIAFI pela Instituição, de acordo com o estabelecido no Decreto nº , de 03 de fevereiro de 2010 e Decreto nº de 30 de março de Parágrafo Único - o saldo dos créditos orçamentários descentralizados e não empenhados, deverá ser devolvido a Secretaria de Educação Superior, no exercício financeiro de Art. 3º - O monitoramento da execução, referente à ação Funcionamento da Residência Médica, será realizado pela Diretoria de Hospitais Universitários e Residências em Saúde - DHR/SESu. Art. 4º - Os créditos descentralizados por destaque integrarão as prestações de contas anuais das Instituições Federais de Ensino Superior, a serem apresentadas aos órgãos de controle interno e externo nos termos da legislação vigente. Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua assinatura. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ANEXO MARIA PAULA DALLARI BUCCI Programa de Trabalho: Apoio à Residência Multiprofissional - Nacional PTRES: BOLSA ENCARGOS TO TA L FONTE: ,45 383, ,74 P. I. Pagamento de bolsas residentes multiprofissionais FSS04O0600S Encargos patronais FSS04O0100S OUTUBRO / 2010 UG GESTÃO IFES HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS QTD TO TA L NC U FA L Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes , , , UFBA COMPLEXO HOSPITALAR DA UFBA , , , X Maternidade Climério de Oliveira(Passar pelo complexo) , , , UFCE Hospital Walter Cantídio , , , UFES Hospital Universitario C. Antonio Morais , , , UFGO Hospital das Clínicas , , , UFF Hospital Universitário Antonio Pedro , , , UFJF Hospital de Clínicas de Juiz de Fora , , , UFMG Hospital das Clínicas UFMG , , , U F PA Hospital João de Barros Barreto , , , UFPB Hospital Univ. Lauro Wanderley , , , UFPR Hospital das Clínicas do Paraná , , , UFPE Hospital das Clínicas - UFPE , , , UFRN COMPLEXO HOSPITALAR DA UFRN , , , UFRJ COMPLEXO HOSPITALAR DA UFRJ , , , UFSC Hospital Universitário da UFSC , , , UFSM Hospital Univ. de Santa Maria , , , UFTM Hospital de Clínicas da UFTM , , , UNIFESP Universidade Federal de São Paulo , , , FUAM Hospital Univ. Getúlio Vargas , , , UNB Hospital Universitário de Brasília , , , FUFMA Hospital Universitário Presidente Dutra , , , FUFUB Hospital de Clínicas da UFU , , , FUFMT Hospital Universitário Júlio Muller , , , FUFPEL Hospital Escola da UFPEL , , , FUFSE Hospital Universitário , , , FUFMS Hospital Univers. Maria Aparecida Pedrossian , , , H C PA Hospital de Clínicas de Porto Alegre , , , UFGD Hospital Universitário da UFGD , , , TO TA L , , ,94 PORTARIA N o , DE 27 DE OUTUBRO DE 2010 A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, nomeada pela Portaria nº 712, de 21 de outubro de 2008, publicada no Diário Oficial da União de 22 de outubro de 2008, seção 02, página 02, no uso de suas atribuições legais e observado o disposto nos seguintes fundamentos legais: o Art. 214 da Constituição Federal, a Lei Complementar nº. 101, de 04 de maio de 2000, o Decreto nº , de 25 de julho de 2007 e alterações posteriores, a Lei nº , de 26 de janeiro de 2010, Portaria Interministerial nº. 127 e alterações posteriores, a Lei nº , de 12 de agosto de 2009, resolve: Art. 1º - Descentralizar, por destaque, crédito orçamentário da ação Funcionamento da Residência Médica, para fins de pagamento de bolsas dos médicos residentes das Instituições Federais de Ensinos Superiores, referentes ao mês de OUTUBRO de 2010, de acordo com o Anexo I desta Portaria, obedecendo a seguinte classificação orçamentária: I. Funcional Programática: Funcionamento da Residência Médica - Nacional II. Fonte: III. PTRES: IV. Elementos de despesa: Contratação por Tempo Determinado Obrigações Tributárias e Contributivas V. Processo: / Art. 2º - A transferência orçamentária será efetuada em parcela única e o recurso financeiro repassado, de forma condicionada, no momento da transferência, à liquidação da despesa no SIAFI pela Instituição, de acordo com o estabelecido no Decreto nº , de 03 de fevereiro de 2010 e Decreto nº de 30 de março de Parágrafo Único - o saldo dos créditos orçamentários descentralizados e não empenhados, deverá ser devolvido a Secretaria de Educação Superior, no exercício financeiro de pelo código

11 Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de ISSN Art. 3º - O monitoramento da execução, referente à ação Funcionamento da Residência Médica, será realizado pela Diretoria de Hospitais Universitários e Residências em Saúde - DHR/SESu. Art. 4º - Os créditos descentralizados por destaque integrarão as prestações de contas anuais das Instituições Federais de Ensino Superior, a serem apresentadas aos órgãos de controle interno e externo nos termos da legislação vigente. Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua assinatura. MARIA PAULA DALLARI BUCCI ANEXO Programa de Trabalho: Apoio à Residência Médica - Nacional PTRES: BOLSA ENCARGOS TO TA L FONTE: ,45 383, ,74 P. I. Pagamento de bolsas a médicos residentes: FSS03O06RMS Encargos patronais: FSS03O01RMS OUTUBRO / 2010 UG GESTÃO IFES HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS QTD TO TA L NC U FA L Hospital Universitário Prof. Alberto Antunes , , , UFBA COMPLEXO HOSPITALAR DA UFBA , , , UFCE Hospital Walter Cantídio , , , UFCE Universidade Federal do Ceará X X X Unidade Sobral , , , X X X Unidade Barbalha , , , UFES Hospital Universitario C. Antonio Morais , , , UFGO Hospital das Clínicas , , , UFF Hospital Universitário Antonio Pedro , , , UFJF Hospital de Clínicas de Juiz de Fora , , , UFMG Hospital das Clínicas UFMG , , , U F PA Hospital Bettina Ferro de Souza , , , U F PA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARA X X X Santa Casa de Misericórdia do Pará , , , U F PA Hospital João de Barros Barreto , , , UFPB Hospital Univ. Lauro Wanderley , , , UFPR Hospital das Clínicas do Paraná , , , UFPE Hospital das Clínicas - UFPE , , , UFRN COMPLEXO HOSPITALAR DA UFRN , , , UFRJ COMPLEXO HOSPITALAR DA UFRJ , , , UFSC Hospital Universitário da UFSC , , , UFSM Hospital Univ. de Santa Maria , , , UFCG Hospital Alcides Carneiro , , , UFTM Hospital de Clínicas da UFTM , , , UNIFESP Universidade Federal de São Paulo , , , UNIRIO Hospital Univers. Gafreé Guinle , , , FUAM Hospital Univ. Getúlio Vargas , , , UNB Hospital Universitário de Brasília , , , FUFMA Hospital Universitário Presidente Dutra , , , FURG Hosp.Univ.Prof. Riet Correa Júnior , , , FUFUB Hospital de Clínicas da UFU , , , U FA C Universidade Federal do Acre , , , FUFMT Hospital Universitário Júlio Muller , , , FUFPEL Hospital Escola da UFPEL , , , FUFPI Universidade Federal do Piauí , , , FUFSE Hospital Universitário , , , FUFMS Hospital Univers. Maria Aparecida Pedrossian , , , U F C S PA Univ.Fed.Ciências da Saúde de P.Alegre , , , UFGD Hospital Universitário da UFGD , , , H C PA Hospital de Clínicas de Porto Alegre , , , U N I VA S F Universidade Federal do Vale do São Francisco , , , UFSCAR Fund. Universidade Federal São Carlos ,90 766, , TO TA L , , ,66 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PORTARIA Nº 1.299, DE 27 DE OUTUBRO DE 2010 O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE, usando da atribuição que lhe confere O ART. 39, XXI, DO REGIMENTO GERAL DA UFRN, Considerando o disposto no Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009; Considerando, ainda, o que estabelece o artigo 12 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990; Considerando, por fim, o Edital nº 19/2009; resolve: Prorrogar, por um ano, a validade do Concurso Público de Pessoal Técnico Administrativo, de que trata o Edital nº 19/2009- PRH, publicado no D.O.U. nº 81 de 30/04/2009, com homologação do resultado através do Provimento nº 58/2009, publicado no D.O.U. nº 216 de 12/11/2009, republicado no D.O.U. nº 40 de 02/03/2010 e retificado no D.O.U. nº 206 de 27/10/2010; e Resolução nº 042/2009- CONSAD de 19/11/2009, que homologou o Provimento nº 58/2009. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL JOSÉ IVONILDO DO RÊGO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO PORTARIA N o , DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 O Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições conferidas pelo Decreto Presidencial de 24 de junho de 2003, publicado no Diário Oficial da União Nº 120, de 25 de junho de 2003, resolve: Tornar público em ordem de classificação o nome dos candidatos aprovados em Concurso Público de Provas e Títulos, na categoria Adjunto, no Setor Restauração, da Escola de Belas Artes. O número do edital dos concursos é 4, de 15 de janeiro de 2008, publicado no DOU nº 11, de 16 de janeiro de º - Cláudio Valério Teixeira 2º - Maria Luisa Ramos de Oliveira Soares ALOISIO TEIXEIRA PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 O Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições, conferidas pelo Decreto Presidencial de 24 de junho de 2003, publicado no Diário Oficial da União Nº 120, de 25 de junho de 2003, torna público que não houve candidatos aprovados no Concurso Público de Provas e Títulos para provimento de 01 pelo código (uma) vaga de Professor Adjunto com Dedicação Exclusiva no Setor de Química de Produtos Naturais Marinhos, do Departamento de Química de Produtos Naturais, do Núcleo de Pesquisa de Produtos Naturais/NPPN, prevista no Edital de nº 27, de 24 de junho de 2010, DOU nº 120, de 25 de junho de 2010, Seção 3, páginas 72 a 75. ALOISIO TEIXEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA PORTARIA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBER- LÂNDIA, no exercício das atribuições que lhe confere o art. 22 do Estatuto, e tendo em vista o que dispõem os arts. 109 e 110 da Lei n 8.666, de 21 de junho de 1993, e CONSIDERANDO que foi instaurado procedimento administrativo, nos autos do Processo de Licitação n / , para declarar a rescisão unilateral do contrato n 065/2007, celebrado com a empresa Engepar Construtora Ltda; CONSIDERANDO que a referida empresa tem o direito ao contraditório e à ampla defesa, na forma do que dispõe o parágrafo único do art. 78 da Lei n 8.666, de 1993, resolve: Art. 1 Notificar a empresa ENGEPAR CONSTRUTORA LTDA dos termos da decisão preliminar de rescisão unilateral do contrato n 065/2007, celebrado em 14 de dezembro de 2007, proferida nos autos do Processo de Licitação n / , para que exerça o direito ao contraditório e à ampla defesa, na forma do que dispõe o parágrafo único do art. 78 da Lei n 8.666, de Parágrafo único. O prazo para apresentação de defesa escrita terá início a partir da publicação desta Portaria no Diário Oficial da União, contado na forma do que estabelecem os arts. 109 e 110 da Lei n 8.666, de Art. 2 Determinar à Diretoria de Compras e Licitações, desta Universidade, que dê vista do Processo de Licitação n / à ENGEPAR CONSTRUTORA LTDA a partir do dia 3 de novembro de 2010, para que possa ser exercido o direito ao contraditório e à ampla defesa a que tem direito, nos termos do parágrafo único de art. 78 da Lei n 8.666, de Art. 3 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. ALFREDO JULIO FERNANDES NETO. GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N o - 519, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 O MINISTRO DE ESTADO DA FAZENDA, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto no art. 8º, inciso II, alínea "a", do Decreto n o 7.094, de 3 de fevereiro de 2010, com redação alterada pelo Decreto n o 7.144, de 30 de março de 2010, resolve: Art. 1 o Remanejar os valores autorizados para pagamento de que trata o Anexo I da Portaria MF n o 339, de 31 de maio de 2010, na forma dos Anexos I e II desta Portaria. Art. 2 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. GUIDO MANTEGA ANEXO I ACRÉSCIMO DOS VALORES AUTORIZADOS PARA PAGAMENTO RELATIVOS A DOTAÇÕES CONSTANTES DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2010 E AOS RESTOS A PAGAR DE QUE TRATA O ANEXO I DA PORTARIA MF Nº 339, DE 31 DE MAIO DE 2010 ACRÉSCIMO R$ MIL Ministério da Fazenda ÓRGÃOS E/OU UNID. ORÇAMENTÁRIAS Até Nov Até Dez Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Educação Ministério do Esporte Ministério do Turismo Ministério das Cidades TO TA L Fontes: 100, 111, 112, 113, 115, 118, 120, 127, 129, 130, 131, 132, 133, 134, 135, 139, 140, 141, 142, 144, 148, 149, 151, 153, 155, 157, 158, 162, 164, 166, 172, 174, 175, 176, 178, 180, 186, 188, 249, 280, 293 e suas correspondentes, resultantes da incorporação de saldos de exercícios anteriores.

12 12 ISSN Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de 2010 ANEXO II REDUÇÃO DOS VALORES AUTORIZADOS PARA PAGAMENTO RELATIVOS A DOTAÇÕES CONSTANTES DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2010 E AOS RESTOS A PAGAR DE QUE TRATA O ANEXO I DA PORTARIA MF Nº 339, DE 31 DE MAIO DE 2010 REDUÇÃO R$ MIL ÓRGÃOS E/OU UNID. ORÇAMENTÁRIAS Até Nov Até Dez Ministério da Educação Fontes: 100, 111, 112, 113, 115, 118, 120, 127, 129, 130, 131, 132, 133, 134, 135, 139, 140, 141, 142, 144, 148, 149, 151, 153, 155, 157, 158, 162, 164, 166, 172, 174, 175, 176, 178, 180, 186, 188, 249, 280, 293 e suas correspondentes, resultantes da incorporação de saldos de exercícios anteriores. CONSELHO DE RECURSOS DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS ATA DA 319ª SESSÃO PÚBLICA DE JULGAMENTO, REALIZADA EM 5 DE OUTUBRO DE 2010 Pauta publicada no DIOU de , Seção 1, pags. 35 e 36, com divulgação nessas mesmas datas via Internet ( w w w. b c b. g o v. b r / c r s f n ). 1 - LOCAL E HORÁRIO: Auditório Octávio Gouvea de Bulhões, situado no 1º Subsolo, Torre 2, do Edifício-Sede do Banco Central do Brasil, Setor Bancário Sul (SBS), Quadra 3, Bloco B, em Brasília (DF), às 14h. 2 - Trabalhos - Abriu-se a sessão às 14h08 e os trabalhos foram encerrados às 20h52, sob condução do Conselheiro Marco Antonio Martins de Araújo Filho, Vice Presidente, no exercício da presidência, tendo como Secretário-Executivo, substituto, o Dr. João Osamir Cunha, e presentes os Procuradores representantes da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional Dr. Euler Barros Ferreira Lopes e Dr. Walter Henrique dos Santos. 3 - Quorum - Presentes os Conselheiros: Drs. Darwin Corrêa, Felisberto Bonfim Pereira, Johan Albino Ribeiro, Luiz Eduardo Martins Ferreira, Marco Antonio Martins de Araújo Filho, Margareth Noda, Rodrigo André de Castro Souza Rêgo e Waldir Quintiliano da Silva. 4 - Leitura e Aprovação da Ata - Foi lida e aprovada a Ata da 318ª. (trecentésima décima oitava) Sessão Pública de Julgamento, realizada nos dias 14 e 15 de setembro de Distribuição de Recursos Recursos a serem devolvidos à Secretaria Executiva - Foi distribuída relação dos Recursos que, em situação de análise, encontravam-se em poder dos Srs. Conselheiros e Srs.Procuradores º lote - Recursos sorteados para mesmo relator por tratar-se de assunto de mesma natureza (infração prevista no art. 1º da Lei nº 9.817/99, revogada pela Lei nº /03; incidência do art. 126 da Lei n /05). Recurso MI Recorrente: Patanal Linhas Aéreas S.A. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente/Recorrida: Plastek do Brasil Indústria e Comércio Ltda. Recorrnete/Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Ceva Saúde Animal Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Carel Sud América Instrumentação Eletrônica Ltda. Recorrido: Bacen. Relator: Darwin Corrêa º lote - Recursos sorteados para mesmo relator por tratar-se de assunto de mesma natureza (infração prevista no art. 1º da Lei nº 9.817/99, revogada pela Lei nº /03; incidência do art. 126 da Lei n /05). Recurso MI Recorrente: Laboratório Teuto Brasileiro S.A. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Sanchez Cano Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: TAM Linhas Aéreas S.A. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Jabil Circuit do Brasil Ltda. Recorrido: Bacen. Relator: Johan Albino Ribeiro º lote - Recursos sorteados para mesmo relator por tratar-se de assunto de mesma natureza (infração prevista no art. 1º da Lei nº 9.817/99, revogada pela Lei nº /03; incidência do art. 126 da Lei n /05). Recurso MI Recorrente: Júlia da Silva Santos. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Mahle Metal Leve Miba Sinterizados Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Acer do Brasil Ltda. Recurso MI Recorrente: Olin Reductone Produtos Químicos Ltda. Recorrido: Bacen. Relatora: Margareth Noda º lote - Recursos sorteados para mesmo relator por tratar-se de assunto de mesma natureza (infração prevista no art. 1º da Lei nº 9.817/99, revogada pela Lei nº /03; incidência do art. 126 da Lei n /05). Recurso MI Recorrente: Powerware Brasil Ltda.(incorporada por Saturnia Sistemas de Energia Ltda.). Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Nytek Soluções Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Ultramar Comércio Internacional Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Casa dos Cereais Madgal Ltda. Recorrido: Bacen. Relator: Luiz Eduardo Martins Ferreira. pelo código º lote - Recursos sorteados para mesmo relator por tratar-se de assunto de mesma natureza (infração prevista no art. 1º da Lei nº 9.817/99, revogada pela Lei nº /03; incidência do art. 126 da Lei n /05). Recurso MI Recorrente: Campbell Scientific do Brasil Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Mtrading Comércio Importação e Exportação Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Marconi Transmissão S.A. Recurso MI Recorrente: Flex Importação, Exportação, Indústria e Comércio de Máquinas e Motores Ltda. Recorrido: Bacen. Relator: Felisberto Bonfim Pereira º lote - Recursos sorteados para mesmo relator por tratar-se de assunto de mesma natureza (infração prevista no art. 1º da Lei nº 9.817/99, revogada pela Lei nº /03; incidência do art. 126 da Lei n /05). Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Worldway Mango Comércio e Serviços Ltda. Recurso MI Recorrente: Adancal Comércio Importação e Exportação Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Ulma Brasil Formas e Escoramentos Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Bompreço Bahia S.A. Relator: Waldir Quintiliano da Silva º lote - Recursos sorteados para mesmo relator por tratar-se de assunto de mesma natureza (infração prevista no art. 1º da Lei nº 9.817/99, revogada pela Lei nº /03; incidência do art. 126 da Lei n /05). Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Perlos Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Profertil Produtos Químicos e Fertilizantes S.A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Camera Agroalimentos S.A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Maximiliano Gaidzinski S.A. - Eliane S.A. - Revestimentos Cerâmicos. Relator: Marco Antonio Martins de Araújo Filho. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Moinho Taquariense Ltda. Relator: Waldir Quintiliano da Silva. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Caoa Montadora de Veículos S.A. Relator: Darwin Corrêa. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Cipan Comércio e Indústria de Produtos Alimentícios do Nordeste Ltda. Relatora: Margareth Noda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Máquinas Sazi Ltda. Relator: Johan Albino Ribeiro. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Multinova - Indústria de Embalagens Plásticas Ltda. Relator: Felisberto Bonfim Pereira Recursos sorteados para relator: Recurso Recorrente/Recorrida: Indústria e Comércio de Sementes Mangueirinha Ltda. Recorrente/Recorrido: Bacen. Relator: Luiz Eduardo Martins Ferreira. Recurso /04 - I - Recorrentes: Dramd Participações e Administração Ltda., Alexandre Randon, Astor Milton Schmitt, Daniel Raul Randon, Erino Tonon, Nilva Therezinha Randon e Raul Anselmo Randon. Recorrido: Bacen - II - Recorrente: Bacen. Recorrido: Joaquim José Vieira Baião Neto. Relator: Marco Antonio Martins de Araújo Filho. Recurso I - Recorrentes: Fábio Ribeiro Dias, Raulino Admiral de souza e Iomar Cunha dos Santos. Recorrido: Bacen - II Recorrente: Bacen. Recorridos: Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores do Sistema Findes-COOPERFIN- DES(em liquidação ordinária), Alberto Farias Gavini Filho, Sandra Orcione Ferreira e Tatiana Santos Barcello. Relator: Felisberto Bonfim Pereira Recurso sorteado para novo relator e revisor (pedido de revisão). Recurso Recorrente: CNH Latino Americana Ltda. Recorrido: Bacen. Relator: Luiz Eduardo Martins Ferreira. Revisor: Darwin Corrêa. 6 - Julgamento - Foi realizado o julgamento dos recursos constantes da respectiva Pauta, de início aludida, os quais tiveram a seguinte solução: Recurso Recorrente: Cesário Marine Service Importadora e Exportadora Ltda. Pedido de revisão provido parcialmente - Multas pecuniárias no valor total equivalente a US$ ,61. Base legal da(s) penalidade(s): Decreto /33, art. 6º. Recorrido: Bacen. Assunto: Câmbio - Sonegação de cobertura cambial. Recurso IA I - Recorrentes: Incontrade - Empreendimentos Participações Ltda. e Jorge Fernandes Bragança. Recurso improvido. Multa pecuniária individual no valor de R$ ,18. Base legal da(s) penalidade(s): Lei 6.385/76, art. 11, inciso II. Recorrida: CVM - II - Recorrente: CVM. Recorridos: Rural Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., Célia Maria Lima Bragança, Octavio Gomes de Oliveira e Ronaldo Dalvi. Recurso improvido. Arquivamento. Assunto: Mercado de valores mobiliários - Transferência irregular de ações de propriedade de diversas empresas - Falta de atualização de cadastro de clientes. Recurso Recorrente: Tropical Lumber Ltda. Recurso improvido. Multa pecuniária no valor equivalente a US$ ,37. Base legal da(s) penalidade(s): Lei 4.131/62, art. 23, 3º. Recorrido: Bacen. Assunto: Câmbio - Declarações falsas em contrato. Recurso RJ Recorrentes: Fábio de Andrade Ferreira Braga, José Vitor de Lima, Luiz Eduardo Fidalgo, Maria Cecília Barreto de Araújo, Raphael José de Oliveira Barreto Neto, Rosa Maria Annes Dias Barreto, Ruy Barreto Filho e Walney de Abreu Reis: Recursos improvidos. Advertência; Ruy Barreto: Multa pecuniária no valor de R$ 5.000,00. Base legal da(s) penalidade(s): Lei 6.385/76, art. 11, incisos I e II. Recorrida: CVM. Assunto: Mercado de valores mobiliários - Falta de convocação de assembléia geral ordinária dentro do prazo legal e não apresentação de demonstrações financeiras. Recurso RJ I - Recorrentes: Adriano Lunardon: Recurso provido parcialmente. Advertência; Carlos Eugênio Carneiro de Melo, Marcos Antônio de Abreu Pereira e Tayer Castro de Oliveira: Recurso provido. Arquivamento. Base legal da(s) penalidade(s): Lei 6.385/76, art. 11, inciso I. Recorrida: CVM - II - Recorrente: CVM. Recorridos: Curt Alfredo Reichenbach, João Bosco Ardisson, Francisco Gulherme Rosa Tatit e Antônio Carlos Feltrin. Recurso improvido. Arquivamento. Assunto: Mercado de valores mobiliários - Falta de manutenção de registro atualizado das companhias abertas - Não convocação de assembléia geral ordinária dentro do prazo legal e não apresentação de demonstrações financeiras. Recurso I - Recorrentes: Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores do Distrito Federal Ltda. - COOSERVCRED: Recurso improvido. Multas pecuniárias no valor total de R$ 5.000,00; Dione da Conceição Rodrigues Coelho, João Alcides Homar, Terezinha de Jesus Pantoja Henrique, Moisés de Oliveira Braga e Ivone Rodrigues dos Santos: Recursos providos parcialmente. Advertência; Humberto Danucci: Recurso provido parcialmente. Inabilitação por 1 ano para o exercício de cargos de direção na administração ou gerência em instituições na área de fiscalização do Banco Central do Brasil; e multa pecuniária no valor de R$ 1.500,00; Eustáquio José Ferreira Santos e Norma Ferreira Duarte: Recursos providos parcialmente. Inabilitação por 1 ano para o exercício de cargos de direção na administração ou gerência em instituições na área de fiscalização do Banco Central do Brasil; e multas pecuniárias individuais no valor de R$ 2.500,00. Base legal da(s) penalidade(s): Lei 4.595/64, art. 44, 1º, 2º e 4º. Recorrido: Bacen - II - Recorrente: Bacen. Recorridos: Humberto Danucci, Miguel Wilson de Souza e Pedro de Barros. Recurso improvido. Arquivamento. Assunto: Concessão de empréstimos com a incorporação de juros e encargos de transação anterior - Admissão de pessoas que não preenchem quesitos para se filiarem à cooperativa - Captação de recursos financeiros de não associados. Recurso Recorrente/Recorrida: Boski Importação e Exportação Ltda. Recurso provido parcialmente. Multa pecuniária no valor equivalente a US$ ,14. Base legal da(s) penalidade(s): Decreto /33, art. 6º. Teccorente/Recorrido: Bacen - Recurso de Ofício: Arquivamento. Assunto: Câmbio - Sonegação de cobertura cambial. Recurso Recorrente: DTS São Paulo S.A. Industrial de Aço. Recurso provido parcialmente. Multa pecuniária no valor equivalente a US$ ,80. Base legal da(s) penalidade(s): Decreto /33, art. 6º. Recorrido: Bacen. Assunto: Câmbio - Sonegação de cobertura cambial. 2. CÂMBIO - IMPORTAÇÃO - LEI /03 (com a redação dada pela Lei /05 e regulamentação pela Circular 3.308/06): I - RECURSO(S) DE OFÍCIO IMPROVIDO(S) - Irregularidades descaracterizadas - Arquivamento. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Companhia Paulista de Trens Metropolitanos - CPTM. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: CSB Serviços Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Entrelec Produtos Elétricos Ltda.(incorporada por ABB Ltda.). Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Companhia Siderúrgica Nacional. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Irga Lupércio Torres S/A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Cia. São Geraldo de Viação. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Comexport Cia. de Comércio Exterior e Simpress Comércio, Locação e Serviços S.A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Ferrero do Brasil Ind. Doceira e Alimentar Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Johnson & Johnson Industrial Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Indebrás Indústria Eletromecânica Brasileira Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Indústria de Plástico Caria Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Adar Indústria Comércio Importação e Exportação Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Acumuladores Moura S/A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Indústria e Comércio Santa Maria Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Eurofarma Laboratórios Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: GL Eletroeletrônicos Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Nextel Telecomunicações Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Voith Paper Máquinas e Equipamentos Ltda. e Veracel Celulose S.A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Dental Morelli Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Itapage S.A. Celulose Papéis e Artefatos. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Rio Segran Comércio de Mármore e Granito Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Dynamic Air Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Embraer-Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Enaplic Indústria e Comércio Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Radio SP-UM Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Sertrading (BR) Ltda. e Mineração Bacilândia S.A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Galaxy Brasil Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Oxiteno Nordeste S/A. Indústria e Comércio. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Vallee S/A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Moto Honda da Amazônia Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Transnordestina Logística S/A. Recurso MI -

13 Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de ISSN Recorrente: Bacen. Recorrida: GD do Brasil Máquinas de Embalar Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Adubos Goiás Ind. e Comércio Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Indústrias Alimentícias Marata Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Folhas Brancas Indústria e Comércio de Papéis Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Guerra S/A. Implementos Rodoviários. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Ipiranga Petroquímica S/A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Lazzari Móveis Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Actreg do Brasil Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Univen Refinaria de Petróleo Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Amcor Pet Packaging do Brasil Ltda.(atual denominação de Amcor Rigid Plastics do Brasil Ltda.). Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Greiner Bio One Brasil Produtos Médicos Hospitalares Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorridas: Vila Porto International Business S.A. e Mac-Len Comercial Importação e Exportação Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Usiminas Mecânica S.A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Moinho do Nordeste S.A. II - RECURSO(S) DE OFÍCIO IMPROVIDO(S) - descaracterização parcial das irregularidades - Multa paga: Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Philips do Brasil Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Votocel Filmes Flexíveis Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Fresenius Medical Care Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Cosmosplast Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Solectron Brasil Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Areva Transmissão e Distribuição de Energia Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: General Motors do Brasil Ltda. III - RECURSO(S) DE OFÍCIO IMPROVIDO(S) - Descaracterização parcial das irregularidades - Ausência de recurso voluntário: Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Comercial e Importadora Lopes Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Galvasud S/A. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: ULUG-Es do Brasil Comércio, Importação e Exportação Ltda. Recurso MI Recorrente: Bacen. Recorrida: Camargo Pace Logística Importação e Exportação Ltda. IV - RECURSO(S) VOLUNTÁRIO(S) E DE OFÍCIO IMPROVI- DO(S) - Irregularidades configuradas - Multa adequada à legislação vigente: Recurso MI Recorrente/Recorrida: Impex Indústria Comércio e Representações Ltda. Recorrente/Recorrido: Bacen. Multa pecuniária no valor de R$ 2.875,43. Recurso MI Recorrente/Recorrida: Thyssenkrupp Presta do Brasil Ltda. Recorrente/Recorrido: Bacen. Relatora: Margareth Noda. Multa pecuniária no valor de R$ 5.825,42. Recurso MI Recorrente/Recorrida: EMC Computer Systems Brasil Ltda. Recorrente/Recorrido: Bacen. Multa pecuniária no valor de R$ ,90. Recurso MI Recorrente/Recorrida: Paco Indústria Metalúrgica S/A. Recorrente/Recorrido: Bacen. Multa pecuniária no valor de R$ 4.061,12. V - RECURSO(S) VOLUNTÁRIO(S) IMPROVIDO(S) - Irregularidades configuradas - Multa adequada à legislação vigente: Recurso MI Recorrente: Asamaq Máquinas e Ferramentas Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Kaeser Compressores do Brasil Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Agrofarm Importadora e Exportadora de Produtos Veterinários Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Streparava Componentes Automotivos Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Valagro do Brasil Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Oscar Iskin e Cia. Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Pilão Amidos Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Sarmas do Brasil Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Vias de Telecomunicações da Amazônia Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Envision Indústria de Produtos Eletrônicos Ltda. Recorrido: Bacen. Recurso MI Recorrente: Globalgrain Comércio Importação e Exportação S/A. Recorrido: Bacen. VI - RECURSO(S) VOLUNTÁRIO(S) PROVIDO(S) - Razões de defesa acolhidas - Irregularidades não configuradas: Recurso MI Recorrente: Moinho Santa Lúcia Ltda. Recorrido: Bacen. VII - RECURSO(S) VOLUNTÁRIO(S) PROVIDO(S) E DE OFÍCIO IMPROVIDO - Razões de defesa acolhidas - Irregularidades não configuradas: Recurso MI Recorrente/Recorrida:Duratex Comercial Exportadora S/A. Recorrente/Recorrido: Bacen. Margareth Noda. 3. Foram retirados de pauta: a) por pedido de vista: a.1) da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional/CAF: Recurso RJ I - Recorrentes: Mauro Oliveira Dias, Tito Botelho Martins Júnior, Francisco Nuno Pontes Correia Neves e Jayme Nicolato Corrêa. Recorrida: CVM - II - Recorrente: CVM. Recorridos: Carlos Erbner Neto, Eustáquio Coelho Lott, José Augusto França Guimarães, Maurício da Rocha Wanderley, Said Helou Filho e Maria Isabel dos Santos Vieira. Relator: Waldir Quintiliano da Silva. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Recurso RJ Recorrente: Valayr Hélio Wosiack. Recorrida: CVM. Relator: Waldir Quintiliano da Silva. a.2) do Conselheiro Felisberto Bonfim Pereira: Recurso MI Recorrente: Molan Comercial Importadora e Exportadora Ltda. Recorrido: Bacen. Relatora: Margareth Noda. a.3) do Conselheiro Marco Antônio Martins de Araújo Filho: Recurso MI Recorrente: Multitrade S.A. Recorrido: Bacen. Relator: Felisberto Bonfim Pereira. b) por ausência do Conselheiro-Relator: Recurso Recorrente: Bacen. Recorrida: Tek Comm Comércio e Serviços Ltda. Relator: Osmar Roncolato Pinho. c) por conversão do julgamento em diligência: Recurso 9430-MI Recorrente: MCI Internacional Telecomunicações do Brasil Ltda. Recorrido: Bacen. Recorrente: Bacen. Recorrida: MCI Internacional Telecomunicações do Brasil Ltda. Relator: Waldir Quintiliano da Silva. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a 319ª (trecentésima décima nona) Sessão Pública de Julgamento, às 20h52, pelo Vice Presidente, no exercício da presidência, Dr. Marco Antonio Martins de Araújo Filho, que lavrou e assinou esta Ata, depois de lida e aprovada pelos integrantes deste Órgão Colegiado. Brasília, 5 de outubro de MARCO ANTONIO MARTINS DE ARAÚJO FILHO Presidente do Conselho Em exercício JOÃO OSAMIR CUNHA Secretário Executivo Substituto PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL PORTARIA N o , DE 26 DE OUTUBRO DE 2010 APROCURADORA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL, no uso dacompetência que lhe foi delegada pelaportaria MF nº 269 de 31 de outubro de 2007, publicada no D.O.U. de 05 de novembro de 2007, do Ministro de Estado da Fazenda, resolve: Art. 1ºAlterar a denominação da Procuradoria Seccional da Fazenda Nacional de São Pedro da Aldeia, instalada na cidade de Cabo Frio, Estado do Rio de Janeiro, para Procuradoria Seccional da Fazenda Nacional de Cabo Frio - RJ. Art. 2ºEsta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. ADRIANA QUEIROZ DE CARVALHO PROCURADORIA DA FAZENDA NACIONAL EM MINAS GERAIS PROCURADORIA SECCIONAL DA FAZENDA NACIONAL EM UBERLÂNDIA ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 25, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 Exclui pessoas físicas e jurídicas do Parcelamento Excepcional - PAEX, de que trata o art. 1º da Medida Provisória nº 303, de 29 de junho de O PROCURADOR SECCIONAL DA FAZENDA NACIO- NAL EM UBERLÂNDIA/MG, abaixo identificado, no uso da competência outorgada pelo art. 81 c/c art. 79 do Regimento Interno da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, aprovado pela Portaria nº 257, de 23 de junho de 2009, publicada no D.O.U. de 25 de junho de 2009, tendo em vista o disposto nos arts 1º e 7º da MP Nº 303, de 29 de junho de 2006, no art 12 da Lei , de 21 de dezembro de 2004, de que recebe supedâneo o parágrafo 4º, do art. 7º da Portaria Conjunta PGFN/SRF Nº 2, de 20 de julho de 2006, e inciso II do art 6º, da Portaria Conjunta PGFN/SRF Nº 001, de 03 de janeiro de 2007, declara: Art. 1º Ficam excluídos do Parcelamento Excepcional (PAEX) que trata o art.1º da Medida Provisória nº 303, de 29 de junho de 2006, de acordo com seu art 7º, as pessoas físicas e jurídicas relacionadas no Anexo Único a este Ato Declaratório Executivo (ADE), tendo em vista que foi constatada a ocorrência de dois meses consecutivos ou alternados sem recolhimento das parcelas do PAEX, ou que tenha sido efetuado em valor inferior ao fixado nos incisos I e II do parágrafo 2º, do art. 3º, da MP 303, de 29 de junho de Art. 2º O detalhamento do motivo da exclusão poderá ser obtido na página da Secretaria da Receita Federal do Brasil (SRFB) na Internet, no endereço com utilização da Senha Paex. Art. 3º É facultado ao sujeito passivo, no prazo de 10 (dez) dias, contado da data de publicação deste Ato Declaratório Executivo, apresentar recurso administrativo dirigido à Procuradoria-Seccional da Fazenda Nacional em Uberlândia, situada na Praça Tubal Vilela n 41, Centro, Uberlândia/MG. Art. 4º Não havendo apresentação de recurso no prazo previsto no art. 3º, a exclusão do PAEX será definitiva. Art. 5º Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação. PAULO GUEDES DE MOURA ANEXO ÚNICO Relação das pessoas excluídas do Parcelamento Excepcional ( PA E X ). Inadimplência de duas parcelas consecutivas ou alternadas sem recolhimento ou com recolhimento inferior ao fixado nos incisos I e II do parágrafo 2º, do art. 3º da MP 303, de 29 de junho de 2006, qualificadas por seus respectivos CPFs/CNPJs, com indicação dos correspondentes processos administrativos de rescisão/exclusão: CPF/CNPJ Nome/Razão Social Processo Administrativo / ADÉLIO PEREIRA COELHO / / ALISSON CARVALHO BARBOSA / / ALZENARA MARCIANA DOS / SANTOS ALVES / ANTÔNIO LELIS FERREIRA / / CLARIVAL BISPO DE OLIVEIRA / / COISAS DE LÁ LTDA / / EDNA FERREIRA FRANCO ALBERNAZ / / EDSON PEREIRA SANTANA / / ERNESTINA ELENI SILVA DA ROSA / / INSTITUTO EDUCACIONAL BON / TEMPO LTDA / JOSÉ GONÇALVES DA SILVA / / MARIA APARECIDA MOREIRA / DOS SANTOS / MARIA GERALDA DE MELO SOUZA / / MARIA LUIZ DE OLIVEIRA / / NILVÂNIA ROMUALDO TOSTA / DE ALMEIDA / OSMAR GONÇALVES PEREIRA / / PEDRO MÁRCIO DE OLIVEIRA / / ROBERTO CÉSAR DE ARAÚJO / / SANTANA FILHO E CIA LTDA / / VILLAGE HOTEL LTDA / / WALDEMAR LÚCIO DE ARAÚJO / SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA N o , DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 Dispõe sobre o Centro Virtual de Atendimento da Secretaria da Receita Federal do Brasil (e-cac). O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 261 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 125, de 4 de março de 2009, e tendo em vista o disposto no art. 7º da Lei nº 9.959, de 27 de janeiro de 2000, no art. 16 da Medida Provisória nº 2.189, de 23 de agosto de 2001, no art. 29 da Medida Provisória nº 2.158, de 24 de agosto de 2001, no art. 81 da Lei nº 8.981, de 20 de janeiro de 2005, e nos arts. 1º e 3º da Lei nº , de 27 de junho de 2006, resolve: capítulo I Das Opções de Atendimento Art. 1º O Centro Virtual de Atendimento (e-cac) tem como objetivo propiciar o atendimento de forma interativa, por intermédio da Internet, no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), no endereço <http://www.receita.fazenda.gov.br>. 1º O acesso ao e-cac será efetivado pelo próprio contribuinte, mediante a utilização de: I - certificados digitais válidos emitidos por Autoridades Certificadoras integrantes da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil): e-cpf, e-pf, e-cnpj ou e-pj, observado o disposto no art. 1º do Decreto nº 4.414, de 7 de outubro de 2002; e II - código de acesso gerado na página da RFB, na Internet, no endereço constante do caput deste artigo. 2º No caso de utilização de certificado digital, o acesso ao e-cac poderá ser feito, também: I - por procurador legalmente habilitado em procuração eletrônica outorgada pelo contribuinte; II - pelo representante da empresa responsável perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); III - pela matriz, no caso de filial; e IV - pela sucessora, no caso de sucedida. 3º O código de acesso poderá ser gerado por contribuintes que não estiverem obrigados a apresentar declarações ou demonstrativos com utilização de certificado digital, mediante a informação dos seguintes dados: I - pessoa física: a) número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF); b) data de nascimento; c) números dos recibos de entrega das declarações do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) dos 2 (dois) últimos exercícios ou o número do seu título de eleitor, caso não conste apresentação de nenhuma dessas declarações; II - pessoa jurídica: a) número de inscrição no CNPJ; e b) dados ou documentos do representante da empresa, responsável perante o CNPJ: 1. número do CPF; 2. data de nascimento;

14 14 ISSN Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de números dos recibos de entrega das declarações do IRPF dos 2 (dois) últimos exercícios ou o número do seu título de eleitor, caso não conste apresentação dessas declarações. 4º Não será permitida a utilização do e-cac se, no momento do acesso: I - os dados contidos no certificado digital ou utilizados para gerar o código de acesso forem divergentes dos dados existentes nos cadastros da RFB; II - a inscrição no CPF do contribuinte pessoa física ou do representante da pessoa jurídica, responsável perante o CNPJ, for inválida ou se encontrar na situação cadastral cancelada ou nula; ou III - a inscrição no CNPJ for inválida ou se encontrar na situação cadastral inapta, baixada, nula ou suspensa. Art. 2º No e-cac estão disponíveis as seguintes opções de acesso aos serviços: I - por meio de certificado digital ou código de acesso, os serviços elencados no Anexo I; II - exclusivamente por meio de certificado digital, os serviços elencados no Anexo II. capítulo II Das Definições Art. 3º O processo de certificação digital a que se refere o 1º do art. 1º fundamentar-se-á nos seguintes conceitos: I - documento eletrônico: aquele cujas informações são armazenadas exclusivamente em meios eletrônicos; II - certificados digitais e-cpf e e-cnpj: documentos eletrônicos de identidade emitidos por Autoridade Certificadora credenciada pela Autoridade Certificadora Raiz da ICP-Brasil (AC-Raiz) e habilitada pela Autoridade Certificadora da Secretaria da Receita Federal do Brasil (AC-RFB), que certificam a autenticidade dos emissores e destinatários dos documentos e dados que trafegam em uma rede de comunicação, bem como assegura sua privacidade e inviolabilidade; III - assinatura digital: processo eletrônico de assinatura, baseado em sistema criptográfico assimétrico, que permite ao usuário usar sua chave privada para declarar a autoria de documento eletrônico a ser entregue à RFB, garantindo a integridade de seu conteúdo; IV - Autoridade Certificadora da Secretaria da Receita Federal do Brasil (AC-RFB): entidade integrante da ICP-Brasil em nível imediatamente subsequente à AC-Raiz, responsável pela assinatura dos certificados das Autoridades Certificadoras Habilitadas; V - Autoridade Certificadora Habilitada: entidade integrante da ICP-Brasil em nível imediatamente subsequente ao da AC-RFB, habilitada pela Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação (Cotec), em nome da RFB, responsável pela emissão e administração dos certificados digitais e-cpf e e-cnpj; VI - Autoridade de Registro da Secretaria da Receita Federal do Brasil (AR-RFB): entidade operacionalmente vinculada à AC- RFB, responsável pela confirmação da identidade dos solicitantes de credenciamento e habilitação como Autoridades Certificadoras integrantes da ICP-Brasil, em nível imediatamente subsequente ao da AC-RFB; VII - Autoridades de Registro: entidades operacionalmente vinculadas a uma Autoridade Certificadora Habilitada, responsável pela confirmação da identidade dos solicitantes dos certificados e- CPF e e-cnpj; VIII - usuário: pessoa física ou jurídica, titular de certificado digital e-cpf ou e-cnpj, respectivamente, bem como de qualquer outro certificado digital emitido por Autoridade Certificadora nãohabilitada pela RFB e credenciada pela ICP-Brasil. Capítulo III Do Usuário Art. 4º Os usuários obterão os certificados e-cpf e e-cnpj junto a qualquer Autoridade Certificadora Habilitada, mediante solicitação realizada por intermédio da Internet. 1º A lista de Autoridades Certificadoras Habilitadas e seus respectivos endereços na Internet estarão disponíveis no sítio da RFB, no endereço constante do caput do art. 1º. 2º A identificação dos usuários é realizada mediante seu comparecimento a uma das Autoridades de Registro vinculadas à Autoridade Certificadora Habilitada escolhida para emissão do certificado. 3º O custo do processo de emissão do certificado é de responsabilidade do usuário. Art. 5º O titular do código de acesso ou do certificado e-cpf ou e-cnpj, bem como o seu procurador, é responsável por todos os atos praticados perante a RFB com a utilização do referido código ou do certificado e sua correspondente chave privada, devendo adotar as medidas necessárias para garantir a confidencialidade desse código e da chave, e requerer, imediatamente, ao emitente a revogação de seu código ou certificado, em caso de comprometimento de sua segurança. Parágrafo único. É obrigatório o uso de senha para proteção da chave privativa do titular do certificado e-cpf ou e-cnpj. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código Art. 6º Não poderão ser emitidos certificados: I - e-cpf, para as pessoas físicas cuja situação cadastral, perante o CPF, esteja enquadrada na condição de cancelada ou nula; II - e-cnpj, para as pessoas jurídicas cuja situação cadastral, perante o CNPJ, esteja enquadrada na condição de suspensa, inapta, baixada ou nula. 1º Deverão ser revogados os certificados e-cpf das pessoas físicas cuja situação cadastral, perante o CPF, seja alterada para a condição de cancelada ou nula. 2º Deverão ser revogados os certificados e-cnpj das pessoas jurídicas cuja situação cadastral, perante o CNPJ, seja alterada para a condição de inapta, baixada ou nula. 3º A Cotec pode celebrar, em nome da RFB, convênio com as autoridades certificadoras a serem habilitadas mediante o qual será verificado o atendimento às condições para emissão de certificados e- CPF e e-cnpj. Art. 7º Os usuários titulares de certificados e-cpf ou e- CNPJ terão, observado perfil pré-estabelecido, livre acesso ao e- CAC. 1º Os usuários titulares de outros certificados digitais, independentemente do seu reconhecimento, não poderão ter acesso ao e-cac nas hipóteses previstas nos incisos I e II do caput do art. 6º. 2º Para fins do disposto no 1º, a RFB procederá à prévia verificação da situação cadastral do usuário. capítulo IV Das Autoridades Certificadoras Habilitadas Art. 8º A RFB habilitará, por intermédio da AC-RFB, no âmbito da ICP-Brasil, as Autoridades Certificadoras que emitirão os certificados e-cpf e e-cnpj. Art. 9º Poderá ser autorizada a emitir os certificados digitais e-cpf e e-cnpj, na condição de Autoridade Certificadora Habilitada pela AC-RFB, a pessoa jurídica que: I - estiver inscrita no CNPJ na condição Ativa, nas hipóteses previstas na Instrução Normativa RFB nº 1.005, de 8 de fevereiro de 2010; II - atender a todos os requisitos estabelecidos para o credenciamento de Autoridades Certificadoras no âmbito da ICP-Brasil; III - implementar os procedimentos de validação dos dados fornecidos pelo usuário junto ao CPF e CNPJ. Parágrafo único. A documentação comprobatória do atendimento das condições para o credenciamento da Autoridade Certificadora junto à ICP-Brasil, e habilitação junto à RFB deve ser protocolizada na Cotec. Art. 10. São atribuições das Autoridades Certificadoras Habilitadas: I - emitir e revogar certificados e-cpf e e-cnpj; II - notificar, com antecedência mínima de 1 (um) mês, o vencimento dos certificados e-cpf e e-cnpj; III - adotar as medidas necessárias para garantir a confidencialidade de sua chave privativa, devendo solicitar imediatamente à AC-RFB a revogação do seu certificado, em caso de comprometimento de sua segurança; IV - manter, na Internet, de forma permanente, lista para acesso público contendo informação dos certificados e-cpf e e-cnpj revogados; V - disponibilizar para a RFB, com atualização diária, lista contendo os certificados emitidos e sua respectiva situação; VI - exigir dos usuários exclusivamente informações indispensáveis à efetivação do processo de certificação, vedada sua divulgação ou cessão, a qualquer título ou forma, a terceiros; VII - disponibilizar, na Internet, sua Declaração de Práticas de Certificação (DPC) e a Política de Certificados (PC) e-cpf e e- CNPJ implementada, aprovadas pela Cotec, observada a legislação aplicável; VIII - disponibilizar, na Internet, mecanismo que permita aos usuários verificar a correta instalação dos certificados em seus equipamentos; IX - contratar auditoria independente com a finalidade de verificar, a cada 12 (doze) meses, o correto exercício das atividades de Autoridade Certificadora Habilitada; X - informar, imediatamente, à RFB todas as revogações de certificados efetuadas. 1º O resultado da auditoria prevista no inciso IX do caput deverá ser encaminhado à Cotec. 2º Caso as obrigações previstas neste artigo não sejam cumpridas, a habilitação da Autoridade Certificadora será cancelada pela Cotec. Art. 11. A Autoridade Certificadora responderá por perdas e danos sofridos pelos usuários ou por terceiros, em consequência do não-cumprimento de suas obrigações ou da divulgação ou cessão de informações, bem como pelos prejuízos oriundos da emissão ou revogação indevidas, ou ainda da não-revogação, em prazo hábil, de certificados. Art. 12. Quando do encerramento das atividades ou do cancelamento da habilitação da Autoridade Certificadora, todos os certificados por ela emitidos perderão sua validade e não serão aceitos para acesso aos serviços disponibilizados pela RFB, devendo toda a documentação referente ao processo de emissão de e-cpf e e-cnpj ser imediatamente entregue à RFB. Parágrafo único. A RFB poderá autorizar nova emissão dos certificados referidos no caput por outra Autoridade Certificadora Habilitada, devendo, neste caso, ser transferida para esta toda a documentação referente à administração dos certificados e-cpf e e- CNPJ. capítulo V Da Autoridade Certificadora da RFB Art. 13. A RFB atuará como AC-RFB por intermédio da Cotec, a quem compete: I - gerenciar o processo de emissão e uso dos certificados digitais da RFB; II - analisar as solicitações de credenciamento e habilitação; III - autorizar as Autoridades Certificadoras a assinar os certificados e-cpf e e-cnpj por elas emitidos, no âmbito da ICP Brasil; IV - emitir certificados para as Autoridades Certificadoras credenciadas pela ICP-Brasil e habilitadas pela RFB; V - revogar os certificados das Autoridades Certificadoras credenciadas pela ICP-Brasil e habilitadas pela RFB que deixarem de cumprir os requisitos estabelecidos; VI - manter, na Internet, de forma permanente, lista para acesso público, assinada e atualizada, contendo informação de certificados emitidos e revogados de Autoridades Certificadoras Habilitadas; VII - elaborar toda a documentação técnica necessária à operação da AC-RFB; VIII - auditar, periodicamente, as atividades das Autoridades Certificadoras Habilitadas; IX - analisar os relatórios de auditorias executadas por empresas de auditoria independente nas Autoridades Certificadoras Habilitadas; X - notificar o vencimento do certificado da Autoridade Certificadora credenciada pela ICP-Brasil e habilitadas pela Cotec, com uma antecedência mínima de 13 (treze) meses; XI - identificar e registrar todas as ações executadas pela AC-RFB; XII - publicar os certificados emitidos para as autoridades certificadoras habilitadas no Diário Oficial da União; XIII - arquivar toda a documentação referente ao processo de credenciamento e habilitação de Autoridades Certificadoras, bem como as solicitações de emissão e revogação de certificados. capítulo VI Da Autoridade de Registro da RFB Art. 14. A RFB atuará como AR-RFB por intermédio da Cotec, a quem compete: I - receber, validar e encaminhar para AC-RFB as solicitações de emissão e revogação de certificados digitais para as Autoridades Certificadoras habilitadas; II - confirmar a identidade dos solicitantes de emissão e revogação de certificados digitais para as Autoridades Certificadoras habilitadas pela AC-RFB e armazenar a documentação de identificação recebida; III - informar aos solicitantes a emissão ou a revogação de seus certificados; IV - disponibilizar os certificados emitidos pela AC-RFB aos respectivos solicitantes; V - identificar e registrar todas as ações executadas pela AR- RFB. capítulo VII Das Disposições Finais Art. 15. No exercício da competência fixada nesta Instrução Normativa, a Cotec poderá expedir normas complementares. Art. 16. Na resolução de quaisquer questões judiciais entre as Autoridades Certificadoras Habilitadas pela RFB e os usuários dos certificados e-cpf e e-cnpj, fica estabelecido como foro a cidade brasileira onde se localiza a Autoridade Certificadora. Art. 17. A inclusão de novos serviços no e-cac, para acesso através de código de acesso, será efetivada mediante Ato Declaratório da Coordenação-Geral responsável pelo serviço. Parágrafo único. O Ato Declaratório de que trata o caput deve ser precedido de: I - consulta à Coordenação-Geral de Tributação (Cosit) sobre a classificação da informação, e II - parecer da Coordenação-Geral de Auditoria Interna (Audit) sobre a análise de riscos institucionais. Art. 18. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 19. Fica revogada a Instrução Normativa SRF nº 580, de 12 de dezembro de OTACÍLIO DANTAS CARTAXO

15 Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de ISSN ANEXO I APLICAÇÕES DO e-cac ACESSADAS POR CÓDIGO DE ACESSO OU CERTIFICADO D I G I TA L NOME DO SISTEMA Tipo de Contribuinte DESCRIÇÃO Agendamento de Atendimento PF e PJ Permite à pessoa física ou jurídica efetuar o agendamento de alguns serviços em diversas Unidades de Atendimento da RFB. Caixa Postal - Mensagens Informativas PF e PJ Possibilita o recebimento de mensagens enviadas pela RFB. As mensagens podem ser genéricas, cujo conteúdo é de interesse da RFB divulgar, ou pessoais, isto é, direcionadas diretamente ao detentor da Caixa Postal. Cadastro CPF - Comprovante de Inscrição PF Possibilita a impressão do Comprovante de Inscrição no CPF. no CPF Declarações IRPF - Extrato PF Possibilita ao contribuinte a verificação da situação de processamento do I R P F. Declarações IRPF- 2ª via do recibo de PF Possibilita ao contribuinte a emissão da 2ª (segunda) via do recibo de entrega entrega da declaração. Dívida Ativa da União - PGFN PF e PJ Permite a consulta de débitos inscritos na Dívida Ativa da União, emissão de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) para pagamento ou o parcelamento da dívida. Possibilita também requisitar a retirada do nome da Lista de Devedores e consultar histórico do andamento do requerimento. Opções da Lei nº /2009 PF e PJ Permite à pessoa física ou à pessoa jurídica que optou pelas modalidades de parcelamento e pagamento à vista da Lei nº , de 27 de maio de 2009, impressão de Darf para pagamentos das prestações no caso de parcelamento, acompanhar a situação dos pedidos, emitir recibos de adesão, consultar deferimento do requerimento de adesão. Situação Fiscal PF e PJ Este serviço possibilita ao contribuinte verificar sua situação fiscal perante a RFB e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Ao utilizar este serviço, o contribuinte pessoa física ou jurídica, poderá verificar detalhadamente sua situação fiscal, por meio da exibição de seus dados cadastrais e de suas obrigações acessórias, bem como as orientações de como efetuar a auto-regularização para sanar suas pendências apuradas nos sistemas de controle da RFB e da PGFN, caso existam. Empresa Cidadã - Adesão PJ Permite a adesão ao Programa Empresa Cidadã. ANEXO II APLICAÇÕES DO e-cac ACESSADAS EXCLUSIVAMENTE COM CERTIFICADO DIGITAL NOME DO SISTEMA Tipo de Contribuinte DESCRIÇÃO Cópia de Declaração PF e PJ Este serviço possibilita ao contribuinte certificado recuperar cópia do arquivo de declaração transmitida à RFB, via Receitanet, dos últimos anos dos impostos IRPF, IRRF, ITR e IRPJ e da DCTF. As pessoas físicas possuidoras de certificado digital poderão obter cópia de suas declarações de IRPF, Dirf e de ITR. As pessoas jurídicas poderão obter cópia de suas declarações de ITR, DIRF, DIPJ ou PJ Simplificada, e DCTF, conforme o caso. Pagamento - Consulta Comprovante de PF e PJ Este serviço possibilita ao contribuinte certificado solicitar a emissão de Arrecadação comprovantes de arrecadação de pagamentos, realizados através de Darf ou de Documento de Arrecadação do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte (Darf- Simples), e de depósitos realizados em Depósitos Judiciais ou Extrajudiciais à Ordem e à Disposição da Autoridade Judicial ou Administrativa Competente (DJE). Pagamento - Retificação de Documento PF e PJ Este serviço possibilita ao contribuinte certificado retificar erros cometidos de Arrecadação (Redarf) no preenchimento de Darf ou de Darf-Simples. Contribuinte Diferenciado PJ Opção restrita às pessoas jurídicas sujeitas ao Acompanhamento Econômico-Tributário Diferenciado, instituído pela RFB. Possibilita o cadastramento dos responsáveis pela prestação das informações que forem solicitadas pela RFB, no âmbito do referido acompanhamento Parcelamento de Débitos PF e PJ Permite ao contribuinte certificado realizar pedido de parcelamento pela Internet. Sistema de Medição de Vazão PJ Este serviço possibilita ao estabelecimento industrial envasador comunicar à RFB a interrupção da transmissão de dados do Sistema de Medição de Vazão - SMV. Sief Cobrança - Intimações PJ Possibilita a consulta às intimações relativas à DCTF e seus anexos com opção de impressão de Darf. Recob - Regime Especial de Apuração e PJ Aplicativo de opção pelo Regime Especial de Apuração e Pagamento da Pagamento da Contribuição para o Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre Combustíveis e PIS/PASEP e COFINS Bebidas (Recob), de que tratam o art. 52 da Lei nº10.833, de 2003, o art. 23 da Lei nº , de 2004, e o art. 4º da Lei nº , de Declarações - DIRPF PF Permite que o contribuinte visualize a relação de suas últimas declarações IRPF entregues. Declarações - DIRF PF e PJ Permite que o contribuinte visualize a relação de suas últimas declarações DIRF entregues. Declarações - DIPJ/PJ Simplificada PJ Permite que o contribuinte visualize a relação de suas últimas declarações DIPJ entregues. Declarações - DCTF PJ Permite que o contribuinte visualize a relação de suas últimas declarações DCTF entregues. Cadastro CPF - Consulta PF Possibilita às pessoas físicas consultar seus dados cadastrais, atualizar seu endereço e complementar dados que, porventura, estejam incompletos no C P F. Cadastro CPF - Complementar Dados PF Possibilita às pessoas físicas consultar seus dados cadastrais, atualizar seu endereço e complementar dados que, porventura, estejam incompletos no C P F. Cadastro CPF - Alterar Endereço PF Possibilita às pessoas físicas consultar seus dados cadastrais, atualizar seu endereço e complementar dados que, porventura, estejam incompletos no C P F. Declarações IRPF - Retificadora On Line PF Permite o preenchimento e a entrega da Declaração IRPF "Retificadora On Line". Cadastro CNPJ PJ Possibilita às pessoas jurídicas consultar e emitir o comprovante de inscrição e de situação cadastral de sua empresa. EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL pelo código Fontes Pagadoras PF e PJ Possibilita às pessoas físicas e jurídicas consultar e imprimir informações de rendimentos apresentadas por suas fontes pagadoras na e - DIRF. Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica PJ Permite o preenchimento da Declaração Simplificada da Pessoa Jurídica. - Inativas 2007 a 2010 PERD/COMP: Consulta Processamento, Despacho Decisório e Intimação PF e PJ Permite às pessoas físicas ou jurídicas visualizar via web o detalhamento, impressão de 2ª (segunda) via e detalhamento da compensação, valores devedores e emissão de Darf do despacho decisório. Consultar aos PER/DCOMP com intimação emitida eletronicamente, para emissão da 2ª via e informações complementares. Processos Digitais PF e PJ Permite ao contribuinte consultar seus processos administrativos criados EM MEIO DIGITAL na RFB, no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) e na PGFN. O inteiro teor dos processos digitalizados só podem ser acessados pelo contribuinte que tiver preenchido o Termo de Opção por Domicílio Tributário Eletrônico, disponível no link Caixa Postal, e por meio de certificado digital. Simples Nacional - PJ Permite o acompanhamento da solicitação de opção pelo SIMEI. Acompanhamento da Solicitação de Opção pelo SIMEI. Simples Nacional - Acompanhamento PJ Permite o acompanhamento da opção pelo Simples Nacional. Opção. Simples Nacional - Agendamento da opção PJ Permite o agendamento da opção pelo Simples Nacional. pelo Simples Nacional. Simples Nacional - Cancelamento da Solicitação PJ Permite o cancelamento da solicitação de opção pelo SIMEI. de Opção pelo SIMEI. Simples Nacional - Cancelamento da Solicitação PJ Permite o cancelamento da solicitação de opção pelo Simples. de Opção pelo Simples Simples Nacional - Cancelamento do PJ Permite o cancelamento do agendamento da opção pelo Simples Nacional. agendamento da opção pelo Simples Simples Nacional - Cancelar Migração PJ Permite o cancelamento da migração. Simples Nacional - Consulta de Declaração PJ Permite a consulta de declaração transmitida. Transmitida Simples Nacional - Consulta débitos após PJ Permite a consulta débitos após regularização. regularização Simples Nacional - Consulta Débitos Sivex PJ Permite a consulta Débitos Sivex. Simples Nacional - Consulta Migração PJ Permite a consulta a migração. Simples Nacional - Declaração Anual do PJ Permite o preenchimento da Declaração Anual do Simples Nacional. Simples Nacional Simples Nacional - Exclusão do Simples PJ Permite a exclusão do Simples Nacional. Nacional Simples Nacional - Gerador de Documento PJ Permite a geração do Documento de Arrecadação. de Arrecadação Simples Nacional - Opção pelo Regime PJ Permite a opção pelo Regime de Apuração de Receitas. de Apuração de Receitas Simples Nacional - Solicitação de Opção PJ Permite a Solicitação de Opção. Simples Nacional - Solicitação de Opção PJ Permite a Solicitação de Opção pelo SIMEI. pelo SIMEI Caixa Postal - Mensagens de Comunicado PF e PJ Possibilita o recebimento de mensagens enviadas pela RFB. As mensagens de Ato Oficial podem ser genéricas, cujo conteúdo é de interesse da RFB divulgar, ou pessoais, isto é, direcionadas diretamente ao detentor da Caixa Postal. Caixa Postal - Termo de Opção pelo Domicílio PF e PJ Este serviço possibilita optar pelo recebimento ou cancelamento de co- Tributário Eletrônico municações de atos oficiais por meio eletrônico através do sistema Caixa Postal. Procurações Eletrônicas PF e PJ Este serviço possibilita ao contribuinte delegar a terceiros a possibilidade de utilizar, por meio de certificado digital válido, alguns serviços eletrônicos disponibilizados pela RFB, mediante o estabelecimento prévio de procuração eletrônica. HSPED - Habilitação de Usuários no PF Aplicação exclusiva para entes conveniados. Permite habilitação de usuários SPED externos nos sistemas do SPED. Opção Convênio ITR PJ Este serviço permite aos Municípios e ao Distrito Federal manifestar a opção pela celebração de convênio com a União para exercer as atribuições de fiscalização, lançamento de ofício e cobrança do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), conforme disposto no art. 10 do Decreto nº6.433, de 15 de abril de Termo de Opção pelo Regime Especial PJ Aplicativo para opção pelo Regime Especial de Tributação das Bebidas de Tributação de Bebidas Frias - REFRI Frias (Refri) de que trata o art. 58-J da Lei nº , de 29 de dezembro de Opção pelo Recebimento de legislação PF e PJ Permite consultar os atos de interesse tributário federal publicados no diária do Sijut Diário Oficial da União a partir de 1990, podendo ser acessado no menu Legislação do sítio da RFB na Web. Infojud PF Permite a emissão de cópia de declaração. Aplicação disponível apenas para juízes. Consulta Download SPED PJ Permite ao contribuinte PJ certificado consultar os download dos arquivos SPED realizados pelos Auditores-Fiscais relativos as suas empresas. SUBSECRETARIA DE FISCALIZAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE FISCALIZAÇÃO ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO N o - 34, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 Aprova o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins (EFD-PIS/Cofins). O COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 290 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 125, de 04 de março de 2009, e tendo em vista o disposto no art. 9º da Instrução Normativa RFB nº 1.052, de 05 de julho de 2010, declara: Art. 1º. Fica aprovado o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) - (EFD-PIS/Cofins), nos termos do Anexo Único. Art. 2º. Fica revogado o Ato Declaratório Executivo Cofis nº 031, de 08 de julho de Art. 3º. Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação. ANEXO ÚNICO ANTONIO ZOMER Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins - EFD-PIS/Cofins. A P R E S E N TA Ç Ã O Este manual visa a orientar a geração do arquivo digital da escrituração fiscal da Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público - PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins. O leiaute está organizado em blocos que, por sua vez, estão organizados em registros que contém dados. O arquivo digital será gerado na seguinte forma:

16 16 ISSN Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de 2010 Registro abertura do arquivo Bloco 0 - Identificação e referências (registros de tabelas) Blocos de A, C, D, F, M - Informações fiscais (registros de dados) Bloco 1 - Complemento da Escrituração (registros de dados) Bloco 9 - Controle e encerramento do arquivo (registros de dados) Registro encerramento do arquivo ou ainda: Registro abertura do arquivo Registro abre o Bloco 0 Registros 0005 a 0450: informa os dados Registro encerra o Bloco 0... Registro abre o Bloco 9 Registro 9900: informa os dados Registro encerra o Bloco 9 Registro encerramento do arquivo Os registros de dados contidos nos blocos de informações do leiaute EFD - PIS/PASEP e COFINS estão organizados na forma hierárquica (PAI-FILHO). Registro abertura do arquivo Registro abre o Bloco 0 Registros 0005 a 0450: informa os dados (tabelas de referência) Registro encerra o Bloco 0... Registro A001 - abre o Bloco A Registros A010 - dados do identificação do estabelecimento (Registro PAI) Registros A100 - dados do documento 001 (Registro FI- LHO) Registros A110 - informação complementar do documento 001 (Registro FILHO do FILHO) Registros A120 - complemento do documento - Operações de Importação (Registro FILHO do FILHO) Registros A170- itens do documento 001 (Registro FILHO)... Registros A100 - dados do documento 00N (Registro PAI) Registros A170- itens do documento 00N (Registro FI- LHO) Registros A170- itens do documento 00N (Registro FI- LHO)... Registro A990 - encerra o Bloco A... Registro D001 - abre o Bloco D Registros D010 - dados de identificação do estabelecimento (Registro PAI) Registros D100 a D605: informa os dados Registro D990 - encerra o Bloco D... Registro abre o Bloco 9 Registro 9900: informa os dados Registro encerra o Bloco 9 Registro encerramento do arquivo Os registros de dados contidos nos blocos de informações do leiaute estão organizados na forma hierárquica (PAI-FILHO). APÊNDICE A - DAS INFORMAÇÕES DE REFERÊN- CIA 1- INFORMAÇÕES GERAIS 1.1- GERAÇÃO Sujeitam à obrigatoriedade de geração de arquivo da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins - EFD PIS/COFINS as pessoas jurídicas de direito privado em geral e as que lhes são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, que apuram a Contribuição para o PIS/Pasep e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins com base no faturamento mensal. O empresário, a sociedade empresária e demais pessoas jurídicas devem escriturar e prestar as informações referentes às suas operações, de natureza fiscal e/ou contábil, representativas de seu faturamento mensal, assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou classificação contábil, correspondente à receita bruta da venda de bens e serviços nas operações em conta própria ou alheia e todas as demais receitas auferidas pela pessoa jurídica. Bem como em relação às operações, de natureza fiscal e/ou contábil, representativas de aquisições de bens para revenda, bens e serviços utilizados como insumos e demais custos, despesas e encargos, sujeitas à incidência e apuração de créditos próprios do regime não-cumulativo, de créditos presumidos da agroindústria e de outros créditos previstos na legislação da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins. Devem também ser escriturados os valores retidos na fonte em cada período, outras deduções utilizadas e, em relação às sociedades cooperativas, no caso de sua incidência concomitante com a contribuição incidente sobre a receita bruta, a Contribuição para o PIS/Pasep sobre a Folha de Salários. A geração de arquivo da escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, sua validação de conteúdo, assinatura digital e transmissão será obrigatória em relação aos fatos geradores e contribuintes definidos nos termos, cronograma e condições estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB. COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS pelo código FORMA, LOCAL E PRAZO DE ENTREGA O contribuinte sujeito à Escrituração Fiscal Digital está obrigado a prestar informações fiscais em meio digital de acordo com as especificações deste manual O arquivo digital de escrituração da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins será gerado de forma centralizada pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica, em função do disposto no art. 15, da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, e submetido ao programa disponibilizado para validação de conteúdo, assinatura digital, transmissão e visualização O arquivo digital conterá as informações referentes às operações praticadas e incorridas em cada período de apuração mensal e será transmitido até o 5º (quinto) dia útil do 2º (segundo) mês subseqüente ao mês de referência da escrituração digital O arquivo não deverá conter fração de mês, exceto nos casos de abertura, extinção, cisão, fusão ou incorporação. Nos casos de cisão, fusão e incorporação as sociedades compreendidas nesses processos deverão apresentar arquivos, como segue: - sociedades que se extinguirem: arquivos que contemplem as operações até a data da ocorrência do evento; - sociedades novas: arquivos que contemplem as operações a partir da data de ocorrência do evento; - sociedades que continuarem a existir: arquivos que contemplem as operações até a data de ocorrência do evento e outros para o período posterior. A obrigatoriedade de geração de arquivo não se aplica à incorporadora, nos casos em que as pessoas jurídicas, incorporadora e incorporada, estiverem sob o mesmo controle societário desde o anocalendário anterior ao do evento O contribuinte poderá efetuar a remessa de arquivo em substituição ao arquivo anteriormente remetido, observando-se a permissão, as regras e prazos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil A substituição de arquivos entregues deverá ser feita na sua íntegra, não se aceitando arquivos complementares para o mesmo período informado A assinatura digital será verificada quanto a sua existência, prazo e validade para o contribuinte identificado na EFD, no início do processo de transmissão do arquivo digital. 2 - REFERÊNCIAS PARA O PREENCHIMENTO DO AR- QUIVO DADOS TÉCNICOS DE GERAÇÃO DO ARQUIVO Características do arquivo digital: a) Arquivo no formato texto, codificado em ASCII - ISO (Latin-1), não sendo aceitos campos compactados (packed decimal), zonados, binários, ponto flutuante (float point), etc., ou quaisquer outras codificações de texto, tais como EBCDIC; b) Arquivo com organização hierárquica, assim definida pela citação do nível hierárquico ao qual pertence cada registro; c) Os registros são sempre iniciados na primeira coluna (posição 1) e têm tamanho variável; d) A linha do arquivo digital deve conter os campos na exata ordem em que estão listados nos respectivos registros; e) Ao início do registro e ao final de cada campo deve ser inserido o caractere delimitador " " (Pipe ou Barra Vertical: caractere 124 da Tabela ASCII); f) O caractere delimitador " " (Pipe) não deve ser incluído como parte integrante do conteúdo de quaisquer campos numéricos ou alfanuméricos; g) Todos os registros devem conter no final de cada linha do arquivo digital, após o caractere delimitador Pipe acima mencionado, os caracteres "CR" (Carriage Return) e "LF" (Line Feed) correspondentes a "retorno do carro" e "salto de linha" (CR e LF: caracteres 13 e 10, respectivamente, da Tabela ASCII). Exemplo (campos do registro): 1º 2º 3º 4º REG; NOME; CNPJ; IE 1550 José Silva & Irmãos Ltda CRLF 1550 Maurício Portugal S.A CRLF 1550 Armando Silva e Cia CRLF h) Na ausência de informação, o campo vazio (campo sem conteúdo; nulo; null) deverá ser imediatamente encerrado com o caractere " " delimitador de campo. Exemplos (conteúdo do campo) Campo alfanumérico: José da Silva & Irmãos Ltda -> José da Silva & Irmãos Ltda Campo numérico: 1234,56 -> 1234,56 Campo numérico ou alfanumérico vazio -> Exemplo (campo vazio no meio da linha) 123, Exemplo (campo vazio em fim de linha) CRLF REGRAS GERAIS DE PREENCHIMENTO Esta seção apresenta as regras que devem ser respeitadas em todos os registros gerados, quando não excepcionadas por regra específica referente a um dado registro As informações referentes aos documentos e operações deverão ser prestadas sob o enfoque do informante do arquivo. No caso das operações relacionadas nos Blocos A, C, D e F, as informações devem ser prestadas sob o enfoque de cada estabelecimento da pessoa jurídica, que tenha realizado operações no período escriturado, com repercussão no campo de incidência das contribuições sociais, dos créditos, das retenções na fonte e/ou outras deduções. Exemplos (operação sob o ponto de vista do informante do arquivo): Código do item -> registrar com códigos próprios os itens das operações de aquisições de bens para revenda ou a serem utilizados como insumos, bem como das operações de vendas; Código da Situação Tributária - CST -> registrar, nas operações de aquisições, custos e despesas geradoras de créditos e em relação às receitas auferidas, os códigos de situação tributária de PIS/Pasep e Cofins próprios de cada operação, de conformidade com normas complementares expedidas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, indicando a modalidade de incidência própria do informante; Código Fiscal de Operação e Prestação - CFOP -> registrar, nas operações de entradas ou aquisições, os códigos de operação que correspondam ao tratamento tributário relativo à destinação do item. Os valores informados devem seguir o desdobramento do código, se h o u v e r O conteúdo do arquivo deve obedecer às regras deste manual e respeitar as normas tributárias da Secretaria da Receita Federal do Brasil aplicável aos documentos e informações fiscais de que trata a EFD-PIS/Cofins Formato dos campos: a) ALFANUMÉRICO: representados por "C" - todos os caracteres das posições da Tabela ASCII, excetuados os caracteres " " (Pipe ou Barra Vertical: caractere 124 da Tabela ASCII) e os nãoimprimíveis (caracteres 00 a 31 da Tabela ASCII); b) NUMÉRICO: representados por "N" - algarismos das posições de 48 a 57 da Tabela ASCII Regras de preenchimento dos campos com conteúdo alfanumérico (C): Todos os campos alfanuméricos terão tamanho máximo de 255 caracteres, exceto se houver indicação distinta. Exemplo: COD_INF C - TXT C Regras de preenchimento dos campos com conteúdo numérico nos quais há indicação de casas decimais: a) Deverão ser preenchidos sem os separadores de milhar, sinais ou quaisquer outros caracteres (tais como: "." "-" "%"), devendo a vírgula ser utilizada como separador decimal (Vírgula: caractere 44 da Tabela ASCII); b) Observar a quantidade máxima de casas decimais que constar no respectivo campo; c) Preencher os valores percentuais desprezando-se o símbolo (%), sem nenhuma convenção matemática. Exemplo (valores monetários, quantidades, percentuais, etc): $ , , , ,42 234, , , ou 10000,00 17,00 % 17,00 ou 17 18,50 % 18,5 ou 18, ,456 Kg 1123, 456 0,010 litros 0,010 0,00 0 ou 0, campo vazio Regras de preenchimento de campos numéricos (N) cujo conteúdo representa data: Devem ser informados conforme o padrão "diamêsano" (ddmmaaaa), excluindo-se quaisquer caracteres de separação (tais como: ".", "/", "-", etc); Exemplos (data): 01 de Janeiro de /08/ campo vazio

17 Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de ISSN Regras de preenchimento de campos numéricos (N) cujo conteúdo representa período: Devem ser informados conforme o padrão "mêsano" (mmaaaa), excluindo-se quaisquer caracteres de separação (tais como: ".", "/", "-", etc); Exemplos (período): Janeiro de / campo vazio Regras de preenchimento de campos numéricos (N) cujo conteúdo representa exercício: Devem ser informados conforme o padrão "ano" (aaaa); Exemplos (ano/exercício): campo vazio Regras de preenchimento de campos numéricos (N) cujo conteúdo representa hora: a) Devem ser informados conforme o padrão "horaminutosegundo" (hhmmss), formato 24 horas, excluindo-se quaisquer caracteres de separação (tais como: ".", ":", "-" " ", etc); Exemplos (hora): 09:13: :13: :00: :00: campo vazio 2.3- NÚMEROS, CARACTERES OU CÓDIGOS DE IDEN- TIFICAÇÃO Os campos com conteúdo numérico nos quais se faz necessário registrar números ou códigos de identificação (CNPJ, CPF, CEP, dentre outros) deverão seguir a regra de formação definida pelo respectivo órgão regulador. Estes campos deverão ser informados com todos os dígitos, inclusive os zeros (0) à esquerda. As máscaras (caracteres especiais de formatação, tais como: ".", "/", "-", etc) não devem ser informadas. a) Os campos numéricos com tamanho definido e com "*" (asterisco) deverão conter exatamente a quantidade de caracteres indicada."". Exemplo (campos numéricos com indicação de tamanho): CNPJ N 014* CPF N 011 * COD_MUN N 007* CEP N 008* Exemplo (campos numéricos com indicação de tamanho): CNPJ: / CNPJ: / CPF: CPF: campo vazio Os campos com conteúdo alfanumérico nos quais se faz necessário registrar números ou códigos de identificação (IE, IM, dentre outros) deverão seguir a regra de formação definida pelo respectivo órgão regulador. Estes campos deverão ser informados com todos os dígitos, incluindo os zeros (0) à esquerda, quando exigido pelo órgão. As máscaras (caracteres especiais de formatação, tais como: ".", "/", "-", etc) não devem ser informadas. a) Os campos que contiverem informações sobre números ou códigos de identificação com conteúdo alfanumérico devem obedecer à quantidade de caracteres estabelecida pelo respectivo órgão regulador. Exemplo (números ou códigos de identificação com conteúdo alfanumérico): EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL IE C - IM C - Exemplos (números ou códigos de identificação com conteúdo alfanumérico): IE: IE: IM: campo vazio Os campos nos quais se faz necessário registrar algarismos ou caracteres que identifiquem ou façam parte da identificação de documento ou equipamento fiscal (SER, SUB, ECF_FAB, etc) deverão ser informados com todos os dígitos válidos. As máscaras (caracteres especiais de formatação, tais como: ".", "/", "-", etc) não devem ser informadas. a) Os campos que contiverem informações com algarismos ou caracteres que façam parte da identificação de documento ou equipamento fiscal devem ter o mesmo tamanho em todos os registros que se refiram a documento ou equipamento, em todos os blocos de dados e em todos os arquivos do contribuinte, conforme dispõe a legislação específica. pelo código Exemplo (algarismos ou caracteres de identificação): SER C - SUB N - E C F _ FA B C - ECF_CX N - Exemplos (algarismos ou caracteres de identificação): Série (C): Série: 2 2 Série: C C Série: U U Série: BU BU Série: EU EU Série: U-2 U2 Subsérie (N): 1 1 Série/Subsérie (C)/(N): D-1 D 1 Série/Subsérie: D/ D Número de série do ECF (C): ZZD-8501/ ZZD Número do caixa do ECF (N): campo vazio Os campos nos quais se faz necessário registrar algarismos ou caracteres que identifiquem ou façam parte da identificação de objeto documento (NUM_DA, NUM_PROC, etc), excetuados os citados no item anterior, deverão seguir a regra de formação definida pelo respectivo órgão regulador, se houver. Estes campos deverão ser informados com todos os dígitos válidos, aí incluídos os caracteres especiais de formatação (tais como: ".", "/", "- ", etc). a) Os campos que contiverem informações com algarismos ou caracteres que identifiquem um documento devem ter a exata quantidade de caracteres indicada no objeto original. Exemplo (algarismos ou caracteres de identificação): NUM_DA C - NUM_PROC C - Exemplos (algarismos ou caracteres de identificação): Documento de arrecadação: Documento de arrecadação: A1B2C-34 A1B2C-34 Autenticação do documento de arrecadação -> / / Número do processo: 2002/ / campo vazio 2.4- CÓDIGOS EM DOCUMENTOS E OPERAÇÕES As operações e os documentos fiscais relacionados no arquivo da escrituração serão identificados através de códigos associados a tabelas externas oficiais previamente publicadas, a tabelas internas, a tabelas intrínsecas ao campo do registro informado e a tabelas elaboradas pela própria pessoa jurídica As tabelas externas criadas e mantidas por outros atos normativos e cujos códigos sejam necessários à elaboração do arquivo digital deverão seguir a codificação definida pelo respectivo órgão regulador. Exemplo (tabelas externas): Tabela de Código de Situação Tributária - CST Tabela de Código Fiscal da Operação e Prestação - CFOP; Tabela de Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM; Tabela de Municípios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE As tabelas intrínsecas ao campo do registro informado constam no leiaute e são o seu domínio (conteúdos válidos para o campo). a) As referências a estas tabelas seguirão a codificação definida no respectivo campo. Exemplo: IND_MOV TP_PROD Indicador de movimento: 0- Bloco com dados informados; 1- Bloco sem dados informados Tipo de produto: 0- Similar; 1- Genérico; 2- Ético ou de marca São tabelas elaboradas pela pessoa jurídica, na geração do arquivo da escrituração fiscal digital: Tabela de Cadastro de Participantes: O código referente ao cadastro do participante da operação será o mesmo em qualquer lançamento efetuado, observando-se que: a) Deverá ser informado com as informações utilizadas na última ocorrência do período, sendo que as alterações do cadastro ou de seu complemento devem ser informadas em registro dependente com sua respectiva data de alteração e suas alterações; b) O código a ser utilizado é de livre atribuição pelo contribuinte e tem validade apenas para o arquivo informado; c) Não pode ser duplicado, atribuído a participantes diferentes; d) A discriminação do código deve indicar precisamente o participante, sendo vedadas discriminações diferentes para o mesmo participante ou genéricas, a exemplo de "fornecedores", "clientes" e "consumidores"; e) A identificação da pessoa física ou jurídica participante da operação será informada nos documentos que possam suportar esta informação. Exemplo de registro de código do participante e alteração no período: FORNECE- DOR Rua Alfa 359 Santana CRLF R u a Ti m b i r a s C R L F C R L F Tabela de Identificação do Item (Produtos e Serviços) - A identificação do item (produto ou serviço) deverá receber o mesmo código em qualquer documento, lançamento efetuado ou arquivo informado observando-se que: a) O código utilizado não pode ser duplicado ou atribuído a itens (produto ou serviço) diferentes. Os produtos e serviços que sofrerem alterações em suas características básicas deverão ser identificados com códigos diferentes. Em caso de alteração de codificação, deverão ser informados o código e a descrição anteriores e as datas de validade inicial e final; b) Não é permitida a reutilização de código que tenha sido atribuído para qualquer produto anteriormente. c) A discriminação do item deve indicar precisamente o mesmo, sendo vedadas discriminações diferentes para o mesmo item ou discriminações genéricas (a exemplo de "diversas entradas", "diversas saídas", "mercadorias para revenda", etc), ressalvadas as operações abaixo:: 1- de aquisição de "materiais para uso/consumo" que não gerem direitos a créditos; 2- que discriminem por gênero a aquisição de bens para o "ativo imobilizado" (e sua baixa); 3- que contenham os registros consolidados relativos aos contribuintes com atividades econômicas de fornecimento de energia elétrica, de fornecimento de água canalizada, de fornecimento de gás canalizado, e de prestação de serviço de comunicação e telecomunicação que poderão utilizar registros consolidados por classe de consumo para representar suas saídas ou prestações O termo "item" é aplicado às operações fiscais que envolvam mercadorias, serviços, produtos ou quaisquer outros itens concernentes às transações fiscais (Exemplo: nota fiscal complementar) suportadas pelo documento Para efeito deste manual, os vocábulos "mercadoria" e "produto" referem-se indistintamente às operações que envolvam atividades do comércio atacadista, atividades do comércio varejista, atividades industriais ou de produtores (Convênio Sinief s/nº de 1970: "O vocábulo 'mercadorias', constante da Codificação de Entradas e Saídas de Mercadorias, compreende também os produtos acabados ou semi-acabados, matérias-primas, produtos intermediários, material de embalagem e de uso e consumo, inclusive os bens a serem integrados no ativo fixo, salvo se expressamente excepcionados") Tabela de Natureza da Operação/Prestação - Utilizada para codificar os textos das diferentes naturezas da operação/prestação discriminadas nos documentos fiscais Tabela de Informação Complementar do Documento Fiscal - Destina-se a consolidar as indicações da legislação pertinente, a descrição das situações específicas correspondentes a tratamentos tributários diferenciados, como no caso de vendas com suspensão, locais de entrega quando diverso do endereço do destinatário e outras situações exigidas na legislação para preenchimento no campo Informações Complementares na emissão de documento fiscal. Deverão ser informadas todas as Informações Complementares existentes nos documentos fiscais emitidos e nos documentos fiscais de entradas nos casos em que houver referência a um documento fiscal Tabela de Identificação das Unidades de Medidas - tem o objetivo de descrever as unidades de medidas utilizadas no arquivo digital Tabela Fatores de Conversão de Medidas - será usada para informar os fatores de conversão dos itens discriminados na Tabela de Identificação do Item (Produtos e Serviços) para a unidade utilizada na elaboração do inventário Os códigos constantes das tabelas elaboradas pelo informante deverão ser referenciados em pelo menos um dos registros do arquivo Para cada código utilizado em um dos registros do arquivo deve existir um correspondente na tabela elaborada pelo informante Regras de preenchimento de campos alfanuméricos (C) cujo conteúdo representa código: a) Informar o código próprio utilizado no sistema do contribuinte; b) Eventuais caracteres de formatação serão tratados como parte integrante do código que representam. Exemplo (código): código "3322CBA991" 3322CBA991 código " " código "1234 ABC/001" 1234 ABC/001 código "Paraf " Paraf código "Anel Borr " Anel Borr código "Fornecedor " Fornecedor BLOCOS DO ARQUIVO Entre o registro inicial e o registro final, o arquivo digital é constituído de blocos, referindo-se cada um deles a um agrupamento de documentos e outras informações.

18 18 ISSN Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de Tabela de Blocos Bloco Descrição 0 Abertura, Identificação e Referências A Documentos Fiscais - Serviços (ISS) C Documentos Fiscais I - Mercadorias (ICMS/IPI) D Documentos Fiscais II - Serviços (ICMS) F Demais Documentos e Operações M Apuração da Contribuição e Crédito de PIS/PASEP e da COFINS 1 Complemento da Escrituração - Controle de Saldos de Créditos e de Retenções, Operações Extemporâneas e Outras Informações 9 Controle e Encerramento do Arquivo Digital a) O arquivo digital é composto por blocos de informação, cada qual com um registro de abertura, com registros de dados e com um registro de encerramento; b) Após o Bloco "0", inicial, a ordem de apresentação dos demais blocos é a seqüência constante na Tabela de Blocos acima; c) Salvo quando houver especificação em contrário, todos os blocos são obrigatórios e o respectivo registro de abertura indicará a presença ou a ausência de dados informados REGISTROS DOS BLOCOS O arquivo digital pode ser composto com os registros abaixo descritos: Tabela de Registros e de obrigatoriedade de apresentação - EFD-PIS/Cofins Abertura do arquivo digital e Bloco 0 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do Registro 0 Abertura do Arquivo Digital e Identificação da Pessoa Jurídica O 0 Abertura do Bloco O 0 Dados do Contabilista V OC 0 Regimes de Apuração da Contribuição Social e de Apropriação O de Crédito 0 Tabela de Cadastro de Estabelecimento V O 0 Tabela de Cadastro do Participante :N OC 0 Identificação das Unidades de Medida :N OC 0 Tabela de Identificação do Item (Produtos e Serviços) :N OC 0 Alteração do Item :N OC 0 Código de Produto conforme Tabela ANP (Combustíveis) :1 OC 0 Código de Grupos por Marca Comercial - REFRI (Bebidas :1 OC Frias) 0 Tabela de Natureza da Operação/ Prestação :N OC 0 Tabela de Informação Complementar do Documento Fiscal :N OC 0 Plano de Contas Contábeis - Contas Informadas V OC 0 Centro de Custos V OC 0 Encerramento do Bloco O Bloco A Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do Escrituração Registro Contribuição Crédito Social A Abertura do Bloco A A O - - A Identificação do Estabelecimento A010 2 V O (se em A IND_MOV = 0) A Documento - Nota Fiscal de Serviço A :N OC S S A Complemento de Documento - Informação A :N OC S S Complementar da NF A Processo Referenciado A :N OC S S A Informação Complementar - Operações A :N OC N S de Importação A Complemento de Documento - Itens do A :N O (se existir A100) S S Documento A Encerramento do Bloco A A O Bloco C Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do Escrituração Registro Contribuição Crédito Social C Abertura do Bloco C C O - - C Identificação do Estabelecimento C010 2 V O (se em C IND_MOV = 01) C Documento - Nota Fiscal (código 01), C :N OC S S Nota Fiscal Avulsa (código 1B), Nota Fiscal de Produtor (código 04) e NF-e (código 55) C Complemento de Documento - Informação C :N OC S S Complementar da Nota Fiscal (có- digos 01, 1B, 04 e 55) C Processo Referenciado C :N OC S S C Complemento de Documento - Operações C :N O (se CFOP inicia- N S de Importação (código 01) do em 3, em C170) C Complemento de Documento - Itens do C :N O (se existir C100) S S Documento (códigos 01, 1B, 04 e 55) C Consolidação de Notas Fiscais Eletrônicas C :N OC S N Emitidas pela Pessoa Jurídica (Có- digo 55) - Operações de Vendas C Detalhamento da Consolidação - Operações C :N O (se existir C180) S N de Vendas - PIS/PASEP C Detalhamento da Consolidação - Operações C :N O (se existir C180) S N de Vendas - COFINS C Processo Referenciado C :N OC S N C Consolidação de Notas Fiscais Eletrônicas C :N OC N S (Código 55) - Operações de Aqui- sição com Direito a Crédito, e Operações de Devolução de Compras e Vendas. C Detalhamento da Consolidação - Operações C :N O (se existir C190) N S de Aquisição com Direito a Cré- dito, e Operações de Devolução de Compras e Vendas - PIS/PASEP C Detalhamento da Consolidação - Operações C :N O (se existir C190) N S de Aquisição com Direito a Cré- dito, e Operações de Devolução de Compras e Vendas - COFINS C Processo Referenciado C :N OC N S C Complemento de Documento - Operações de Importação (código 55) C Nota Fiscal de Venda a Consumidor (Código 02) - Consolidação de Documentos Emitidos C Detalhamento da Consolidação - P I S / PA S E P C Detalhamento da Consolidação - CO- FINS C Notas Fiscais de Venda a Consumidor (Códigos 02, 2D, 2E e 59) - Aquisições/Entradas com Crédito C Itens do Documento (Códigos 02, 2D, 2E e 59) - Aquisições/Entradas com Crédito C :N O (se CFOP iniciado em 3, em C191 e C195) N S C :N OC S N C :N O (se em C380, VL_DOC > 0) S N C :N O (se em C380, S N VL_DOC > 0) C :N OC N S C :N O (se existir C395) N S C Equipamento ECF (códigos 02 e 2D) C :N OC S N C Redução Z (códigos 02 e 2D) C :N O (se existir C400) S N C Resumo Diário de Documentos Emitidos C :N OC S N por ECF - PIS/PASEP (Códigos 02 e 2D) C Resumo Diário de Documentos Emitidos C :N OC S N por ECF - COFINS (Códigos 02 e 2D) C Processo Referenciado C :N OC S N C Consolidação de Documentos Emitidos C :N OC S N por ECF (Códigos 02, 2D e 59) C Detalhamento da Consolidação de Documentos C :N OC S N Emitidos por ECF (Códigos 02, 2D e 59) - PIS/PASEP C Detalhamento da Consolidação de Documentos C :N OC S N Emitidos por ECF (Códigos 02, 2D e 59) - COFINS C Processo Referenciado - Documentos C :N OC S N Emitidos Por ECF C Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica C :N OC N S (Código 06), Nota Fiscal/Conta de fornecimento D'água Canalizada (Código 29) e Nota Fiscal/Consumo Fornecimento de Gás (Código 28) - Documentos de Entrada / Aquisição com Crédito C Complemento da operação (Códigos 06, C :N O (Se existir N S 28 e 29) - PIS/PASEP C500) C Complemento da operação (Códigos 06, C :N O (Se existir N S 28 e 29) - COFINS C500) C Processo Referenciado C :N OC N S C Consolidação Diária de Notas Fiscais/Contas C :N OC S N de Energia Elétrica (Código 06), Nota Fiscal/Conta de Fornecimento d água (Código 29) e Nota Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás (Código 28) (Empresas Obrigadas ou Não Obrigadas Ao Convenio ICMS 115/03) - - Documentos de Saídas C Complemento da Consolidação Diária C :N O (Se existir S N (Códigos 06, 29 e 28) - Documentos de Saidas - PIS/PASEP C600) C Complemento da Consolidação Diária C :N O (Se existir S N (Códigos 06, 29 e 28) - Documentos de Saidas - COFINS C600) C Processo Referenciado C :N OC S N C Encerramento do Bloco C C O Bloco D Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do Escrituração Registro Contribuição Crédito Social D Abertura do Bloco D D O - - D Identificação do Estabelecimento D010 2 V OC - - D Aquisição de Serviços de Transportes D :N OC N S (Códigos 07, 08, 8B, 09, 10, 11, 26, 27 e 57). D Complemento do Documento de Transporte D :N OC N S - PIS/PASEP D Complemento do Documento de Transporte D :N OC N S - COFINS D Processo Referenciado D :N OC N S D Resumo da Escrituração Diária - Prestação D :N OC S N de Serviços de Transportes (Có- digos 07, 08, 8B, 09, 10, 11, 26, 27 e 57). D Totalização do Resumo Diário - PIS/PA- D :N OC S N SEP D Totalização do Resumo Diário - CO- D :N OC S N FINS D Processo Referenciado D :N OC S N D Resumo da Escrituração Diária (Códigos D :N OC S N 13, 14, 15 e 16). D Processo Referenciado D :N OC S N D Resumo Diário de Cupom Fiscal Emitido D :N OC S N por ECF (Códigos 2E, 13, 14, 15 e 16) D Processo Referenciado D :N OC S N D Nota Fiscal de Serviço de Comunicação D :N OC N S (Código 21) e Serviço de Telecomunicação (Código 22) - Operação de Aquisição com Direito a Crédito D Complemento da Operação (Código 21 e D :N OC N S 22) - PIS/PASEP D Complemento da Operação (Código 21 e D :N OC N S 22) - COFINS D Processo Referenciado D :N OC N S D Consolidação da Prestação de Serviços - Notas de Serviço de Comunicação (Código 21) e de Serviço de Telecomunicação (Código 22) D :N OC S N pelo código

19 Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de ISSN D Complemento da Consolidação da Prestação D :N OC S N de Serviços (Código 21 e 22) - P I S / PA S E P D Complemento da Consolidação da Prestação D :N OC S N de Serviços (Código 21 e 22) - COFINS D Processo Referenciado D :N OC S N D Encerramento do Bloco D D O Bloco F Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do Escrituração Registro Contribuição Crédito Social F Abertura do Bloco F F O - - F Identificação do Estabelecimento F010 2 V OC - - F Demais Documentos e Operações F :N OC S S Geradoras de Contribuição e Créditos F Processo Referenciado F :N OC S S F Bens Incorporados ao Ativo F :N OC N S Imobilizado - Operações Geradoras de Créditos com base nos Encargos de Depreciação/Amortização F Processo Referenciado F :N OC N S F Bens Incorporados ao Ativo F :N OC N S Imobilizado - Operações Geradoras de Créditos com base no Valor de Aquisição F Processo Referenciado F :N OC N S F Crédito Presumido sobre Estoque F :N OC N S de Abertura F Operações da Atividade Imobiliária F :N OC S S - Unidade Imobiliária Ve n d i d a Operações da Atividade Imobiliária F :1 OC N S - Custo Incorrido da Uni- dade Imobiliária F Operações da Atividade Imobiliária F :N OC N S - Custo Orçado da Uni- dade Imobiliária Vendida F Processo Referenciado F :N OC S S F Contribuição Retida na Fonte F :N OC S - F Deduções Diversas F :N OC S - F Créditos Decorrentes de Eventos F :N OC N S de Incorporação, Fusão e Ci- são F Encerramento do Bloco F F O Bloco M Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do Registro M Abertura do Bloco M M O M Crédito de PIS/PASEP Relativo ao Período M100 2 V OC M Detalhamento da Base de Cálculo do Crédito Apurado no Período M :N OC - PIS/PASEP M Ajustes do Crédito de PIS/PASEP Apurado M :N OC M Consolidação da Contribuição para o PIS/PASEP do Período M O M Detalhamento da Contribuição para o PIS/PASEP do Período M :N O M Sociedades Cooperativas - Composição da Base de Cálculo - P I S / PA S E P M :1 O (se IND_NAT_PJ do registro 0000 for igual a 01) M Ajustes da Contribuição para o PIS/PASEP Apurada M :N OC M Informações Adicionais de Diferimento M :N OC M Contribuição de PIS/PASEP Diferida em Períodos Anteriores - M300 2 V OC Valores a Pagar no Período M PIS/PASEP - Folha de Salários M OC M Receitas Isentas, Não Alcançadas pela Incidência da Contribuição, M400 2 V OC Sujeitas à Alíquota Zero ou de Vendas com Suspensão - PIS/PASEP M Detalhamento das Receitas Isentas, Não Alcançadas pela Incidência M :N O (se existir M400) da Contribuição, Sujeitas à Alíquota Zero ou de Ven- das com Suspensão - PIS/PASEP M Crédito de COFINS Relativo ao Período M500 2 V OC M Detalhamento da Base de Cálculo do Crédito Apurado no Período M :N OC - COFINS M Ajustes do Crédito de COFINS Apurado M :N OC M Consolidação da Contribuição para a Seguridade Social - CO- M O FINS do Período M Detalhamento da Contribuição para a Seguridade Social - CO- M :N O FINS do Período M Sociedades Cooperativas - Composição da Base de Cálculo - COFINS M :1 O (se IND_NAT_PJ do registro 0000 for igual a 01) M Ajustes da COFINS Apurada M :N OC M Informações Adicionais de Diferimento M :N OC M COFINS Diferida em Períodos Anteriores - Valores a Pagar no M700 2 V OC Período M Receitas Isentas, Não Alcançadas pela Incidência da Contribuição, M800 2 V OC Sujeitas à Alíquota Zero ou de Vendas com Suspensão - COFINS M Detalhamento das Receitas Isentas, Não Alcançadas pela Incidência M :N O (se existir M800) da Contribuição, Sujeitas à Alíquota Zero ou de Ven- das com Suspensão - COFINS M Encerramento do Bloco M M O EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Bloco 1 Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do Registro 1 Abertura do Bloco O 1 Processo Referenciado - Ação Judicial V OC 1 Processo Referenciado - Processo Administrativo V OC 1 Controle de Créditos Fiscais - PIS/PASEP V OC 1 Apuração de Crédito Extemporâneo - Documentos e Operações de Períodos Anteriores - PIS/PASEP 1 Detalhamento do Crédito Extemporâneo, Vinculado a mais de um Tipo de Receita - PIS/PASEP :N O (se VL_CRED_EXT_APU do registro 1100 > 0) :1 O (se CST_PIS do registro 1101 for igual a 53, 54, 55, 56, 63, 64, 65 ou 66) 1 Contribuição Social Extemporânea - PIS/PASEP V OC 1 Detalhamento da Contribuição Social Extemporânea :N O (se existir 1200) P I S / PA S E P 1 Demonstração do Crédito a Descontar da Contribuição :N OC Extemporânea - PIS/PASEP 1 Controle dos Valores Retidos na Fonte - PIS/PASEP V OC 1 Controle de Créditos Fiscais - COFINS V OC 1 Apuração de Crédito Extemporâneo - Documentos e Operações de Períodos Anteriores - COFINS :N O (se VL_CRED_EXT_APU do registro 1500 > 0) 1 Detalhamento do Crédito Extemporâneo, Vinculado a mais de um Tipo de Receita - COFINS :1 O (se CST_COFINS do registro 1501 for igual a 53, 54, 55, 56, 63, 64, 65 ou 66) 1 Contribuição Social Extemporânea - COFINS V OC 1 Detalhamento da Contribuição Social Extemporânea :N O (se existir 1600) COFINS 1 Demonstração do Crédito a Descontar da Contribuição :N OC Extemporânea - COFINS 1 Controle dos Valores Retidos na Fonte - COFINS V OC 1 Incorporação Imobiliária - RET V OC 1 Processo Referenciado :N OC 1 Encerramento do Bloco O Bloco 9 e Encerramento do arquivo digital Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade do Registro 9 Abertura do Bloco O 9 Registros do Arquivo V O 9 Encerramento do Bloco O 9 Encerramento do Arquivo Digital O Nas tabelas constam as seguintes notações: OBRIGATORIEDADE DO REGISTRO O = O registro é sempre obrigatório. OC = O registro é obrigatório, se houver informação a ser prestada. Ex. Registro C100 - só deverá ser apresentado se houver movimentação ou operações utilizando os documentos de códigos 01, 1B, 04 ou 55. O(...) = O registro é obrigatório se atendida a condição. Ex. Registro C191 - O (Se existir C190) - O registro é obrigatório sempre que houver o registro C190. N = O registro não deve ser informado. Ex. Registro C490 - se for informado o Registro C400. Ex. Registros de aberturas e de encerramentos de blocos são sempre obrigatórios e estão grafados na tabela acima como "O". Ex. Registros M200 e registro M210 (Obrigatoriedade = "O" - são sempre obrigatórios e o registro M220 (Obrigatoriedade = "OC") será obrigatório se houver ajuste na apuração da Contribuição Social a) A ordem de apresentação dos registros é seqüencial e ascendente; b) São obrigatórios os registros de abertura e de encerramento do arquivo e os registros de abertura e encerramento de cada um dos blocos que compuserem o arquivo digital, relacionado na Tabela Blocos; c) Também são exigidos os registros que trazem a indicação "Registro obrigatório"; d) Os registros que contiverem a indicação "Ocorrência - um (por arquivo)" devem figurar uma única vez no arquivo digital; e) Os registros que contiverem itens de tabelas, totalizações, documentos (dentre outros) podem ocorrer uma ou mais vezes no arquivo por determinado tipo de situação. Estes registros trazem a indicação "Ocorrência - vários (por arquivo)", "Ocorrência - um (por período)", "Ocorrência - vários (por período), etc.". f) Um registro "Registro Pai" pode ocorrer mais de uma vez no arquivo e traz a indicação "Ocorrência - vários por arquivo"; g) Um registro dependente ("Registro Filho") detalha o registro principal e traz a indicação: - "Ocorrência - 1:1", significando que somente deverá haver um único registro Filho para o respectivo registro Pai; - "" significa que poderá haver vários registros Filhos para o respectivo registro Pai. h) A geração do arquivo requer a existência de pelo menos um "Registro Pai" quando houver um "Registro Filho". Exemplo (dependência): Dependência Pai-Filho Ocorrência nível Registro Principal: um por documento (registro PAI) 1 3 Nota Fiscal Eletrônica FILHO - um por registro PAI 1:N 4 Informação complementar da nota fiscal FILHO - um por registro PAI 1:N 4 Operações de importação FILHO - vários por registro PAI 1:1 4 Itens do documento FILHO - vários por registro PAI 1:N 5 Operações com veiculos novos i) São mutuamente excludentes os registros referentes à representação do documento, na íntegra (e os respectivos registros dependentes), e os registros referentes a resumos do mesmo documento. Exemplo (Registro C180 - CONSOLIDAÇÃO DE NOTAS FISCAIS ELETRÔNICAS EMI- TIDAS - OPERAÇÕES DE VENDAS): Se for exigido o registro C180 representativo da consolidação de notas fiscais eletrônicas (Código 55) emitidas, referentes às operações vendas (receitas), não deve ser informado o registro C170 COMPLEMENTO DO DOCUMENTO - ITENS DO DOCUMENTO", referente aos documentos de vendas (Código 55), informados no registro C CAMPOS DOS REGISTROS Tabela Campos Item Descrição Nº Indica o número do campo em um dado registro Campo Indica o mnemônico do campo. Descrição Indica a descrição da informação requerida no campo respectivo. Deve-se atentar para as observações relativas ao preenchimento de cada campo, quando houver. Ti p o Indica o tipo de caractere com que o campo será preenchido, de acordo com as regras gerais já descritas. N - Numérico; C - Alfanumérico. Ta m Indica a quantidade de caracteres com que cada campo deve ser preenchido. A indicação de um algarismo após um campo (N) representa o seu tamanho máximo; A indicação "-" após um campo (N) significa que não há um número máximo de caracteres; A indicação de um algarismo após um campo (C) representa o seu tamanho máximo, no caso geral; A indicação "-" após um campo (C) representa que seu tamanho máximo é 255 caracteres, no caso geral; A indicação "65536" após um campo (C) representa que seu tamanho máximo é caracteres, excepcionalmente. O caractere "*" (asterisco) no tamanho de campo indica que o campo deverá ser preenchido exatamente com o número de caracteres informado. Dec Indica a quantidade de caracteres que devem constar como casas decimais, quando necessárias. A indicação de um algarismo representa a quantidade máxima de decimais do campo (N); A indicação "-" após um campo (N) significa que não deve haver representação de casas decimais. pelo código

20 20 ISSN Nº 209, segunda-feira, 1 de novembro de REFERÊNCIAS PARA O ARQUIVO DIGITAL 3.1- VERSÃO DO LEIAUTE DA EFD Tabela Versão do Leiaute Código Ve r s ã o Leiaute Instituído por Início ADE Cofis nº 31/ / 01 / ADE Cofis nº / / 01 / TABELAS EXTERNAS Órgãos mantenedores e endereços eletrônicos das tabelas externas. IBGE w w w. i b g e. g o v. b r Tabela de Municípios Banco Central do Brasil w w w. b c b. g o v. b r Tabela de Países Confaz w w w. f a z e n d a. g o v. b r / c o n f a z Código Fiscal de Operação e Prestação Código da Situação Tributária Secretaria da Receita Federal w w w. r e c e i t a. f a z e n d a. g o v. b r Códigos de Situação Tributária Nomenclatura Comum do Mercosul Campo EX_IPI - Tabela TIPI ECT - Correios h t t p : / / w w w. c o r r e i o s. c o m. b r Código de Endereçamento Postal Presidência da República h t t p : / / l e g i s l a c a o. p l a n a l t o. g o v. b r Lista de Serviços - Anexo I da Lei Complementar Federal nº 116/03 COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 4- REFERÊNCIAS PARA OS DOCUMENTOS FISCAIS 4.1- CODIFICAÇÃO DOS DOCUMENTOS Tabela Documentos Fiscais do ICMS Código Descrição modelo 01 Nota Fiscal 1/1A 1B Nota Fiscal Avulsa - 02 Nota Fiscal de Venda a Consumidor 2 2D Cupom Fiscal - 2E Cupom Fiscal Bilhete de Passagem - 04 Nota Fiscal de Produtor 4 06 Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica 6 07 Nota Fiscal de Serviço de Transporte 7 08 Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas 8 8B Conhecimento de Transporte de Cargas Avulso - 09 Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas 9 10 Conhecimento Aéreo Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Bilhete de Passagem Rodoviário Bilhete de Passagem Aquaviário Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem Despacho de Transporte Bilhete de Passagem Ferroviário Resumo de Movimento Diário Ordem de Coleta de Cargas Nota Fiscal de Serviço de Comunicação Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicação GNRE Autorização de Carregamento e Transporte Manifesto de Carga Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas Nota Fiscal De Transporte Ferroviário De Carga - 28 Nota Fiscal/Conta de Fornecimento de Gás Canalizado - 29 Nota Fiscal/Conta De Fornecimento D'água Canalizada - 55 Nota Fiscal Eletrônica 57 Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e - 59 Cupom Fiscal Eletrônico - CF-e Tabela Situação do Documento Código Descrição 00 Documento regular 01 Escrituração extemporânea de documento regular 02 Documento cancelado 03 Escrituração extemporânea de documento cancelado 04 NF-e ou CT-e - denegado 05 NF-e ou CT-e - Numeração inutilizada 06 Documento Fiscal Complementar 07 Escrituração extemporânea de documento complementar 08 Documento Fiscal emitido com base em Regime Especial ou Norma Específica 4.2- CODIFICAÇÃO DO GÊNERO DO ITEM E DA OPERAÇÃO Tabela Gênero do Item de Mercadoria/Serviço A tabela "Gênero do Item de Mercadoria/Serviço" corresponde à tabela de "Capítulos da NCM" acrescida do código "00 - Serviço". Código Descrição 00 Serviço 01 Animais vivos 02 Carnes e miudezas, comestíveis 03 Peixes e crustáceos, moluscos e os outros invertebrados aquáticos 04 Leite e laticínios; ovos de aves; mel natural; produtos comestíveis de origem animal, não especificados nem compreendidos em outros Capítulos da TIPI 05 Outros produtos de origem animal, não especificados nem compreendidos em outros Capítulos da TIPI 06 Plantas vivas e produtos de floricultura 07 Produtos hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestíveis 08 Frutas; cascas de cítricos e de melões 09 Café, chá, mate e especiarias 10 Cereais 11 Produtos da indústria de moagem; malte; amidos e féculas; inulina; glúten de trigo 12 Sementes e frutos oleaginosos; grãos, sementes e frutos diversos; plantas industriais ou medicinais; palha e forragem 13 Gomas, resinas e outros sucos e extratos vegetais 14 Matérias para entrançar e outros produtos de origem vegetal, não especificadas nem compreendidas em outros Capítulos da NCM 15 Gorduras e óleos animais ou vegetais; produtos da sua dissociação; gorduras alimentares elaboradas; ceras de origem animal ou vegetal 16 Preparações de carne, de peixes ou de crustáceos, de moluscos ou de outros invertebrados aquáticos pelo código Açúcares e produtos de confeitaria 18 Cacau e suas preparações 19 Preparações à base de cereais, farinhas, amidos, féculas ou de leite; produtos de pastelaria 20 Preparações de produtos hortícolas, de frutas ou de outras partes de plantas 21 Preparações alimentícias diversas 22 Bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres 23 Resíduos e desperdícios das indústrias alimentares; alimentos preparados para animais 24 Fumo (tabaco) e seus sucedâneos, manufaturados 25 Sal; enxofre; terras e pedras; gesso, cal e cimento 26 Minérios, escórias e cinzas 27 Combustíveis minerais, óleos minerais e produtos de sua destilação; matérias betuminosas; ceras minerais 28 Produtos químicos inorgânicos; compostos inorgânicos ou orgânicos de metais preciosos, de elementos radioativos, de metais das terras raras ou de isótopos 29 Produtos químicos orgânicos 30 Produtos farmacêuticos 31 Adubos ou fertilizantes 32 Extratos tanantes e tintoriais; taninos e seus derivados; pigmentos e outras matérias corantes, tintas e vernizes, mástiques; tintas de escrever 33 Óleos essenciais e resinóides; produtos de perfumaria ou de toucador preparados e preparações cosméticas 34 Sabões, agentes orgânicos de superfície, preparações para lavagem, preparações lubrificantes, ceras artificiais, ceras preparadas, produtos de conservação e limpeza, velas e artigos semelhantes, massas ou pastas para modelar, "ceras para dentistas" e composições para dentistas à base de gesso 35 Matérias albuminóides; produtos à base de amidos ou de féculas modificados; colas; enzimas 36 Pólvoras e explosivos; artigos de pirotecnia; fósforos; ligas pirofóricas; matérias inflamáveis 37 Produtos para fotografia e cinematografia 38 Produtos diversos das indústrias químicas 39 Plásticos e suas obras 40 Borracha e suas obras 41 Peles, exceto a peleteria (peles com pêlo*), e couros 42 Obras de couro; artigos de correeiro ou de seleiro; artigos de viagem, bolsas e artefatos semelhantes; obras de tripa 43 Peleteria (peles com pêlo*) e suas obras; peleteria (peles com pêlo*) artificial 44 Madeira, carvão vegetal e obras de madeira 45 Cortiça e suas obras 46 Obras de espartaria ou de cestaria 47 Pastas de madeira ou de outras matérias fibrosas celulósicas; papel ou cartão de reciclar (desperdícios e aparas) 48 Papel e cartão; obras de pasta de celulose, de papel ou de cartão 49 Livros, jornais, gravuras e outros produtos das indústrias gráficas; textos manuscritos ou datilografados, planos e plantas 50 Seda 51 Lã e pêlos finos ou grosseiros; fios e tecidos de crina 52 Algodão 53 Outras fibras têxteis vegetais; fios de papel e tecido de fios de papel 54 Filamentos sintéticos ou artificiais 55 Fibras sintéticas ou artificiais, descontínuas 56 Pastas ("ouates"), feltros e falsos tecidos; fios especiais; cordéis, cordas e cabos; artigos de cordoaria 57 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos, de matérias têxteis 58 Tecidos especiais; tecidos tufados; rendas; tapeçarias; passamanarias; bordados 59 Tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados; artigos para usos técnicos de matérias têxteis 60 Tecidos de malha 61 Vestuário e seus acessórios, de malha 62 Vestuário e seus acessórios, exceto de malha 63 Outros artefatos têxteis confeccionados; sortidos; artefatos de matérias têxteis, calçados, chapéus e artefatos de uso semelhante, usados; trapos 64 Calçados, polainas e artefatos semelhantes, e suas partes 65 Chapéus e artefatos de uso semelhante, e suas partes 66 Guarda-chuvas, sombrinhas, guarda-sóis, bengalas, bengalas-assentos, chicotes, e suas partes 67 Penas e penugem preparadas, e suas obras; flores artificiais; obras de cabelo 68 Obras de pedra, gesso, cimento, amianto, mica ou de matérias semelhantes 69 Produtos cerâmicos 70 Vidro e suas obras 71 Pérolas naturais ou cultivadas, pedras preciosas ou semipreciosas e semelhantes, metais preciosos, metais folheados ou chapeados de metais preciosos, e suas obras; bijuterias; moedas 72 Ferro fundido, ferro e aço 73 Obras de ferro fundido, ferro ou aço 74 Cobre e suas obras 75 Níquel e suas obras 76 Alumínio e suas obras 77 (Reservado para uma eventual utilização futura no SH) 78 Chumbo e suas obras 79 Zinco e suas obras 80 Estanho e suas obras 81 Outros metais comuns; ceramais ("cermets"); obras dessas matérias 82 Ferramentas, artefatos de cutelaria e talheres, e suas partes, de metais comuns 83 Obras diversas de metais comuns 84 Reatores nucleares, caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, e suas partes 85 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e suas partes; aparelhos de gravação ou de reprodução de som, aparelhos de gravação ou de reprodução de imagens e de som em televisão, e suas partes e acessórios 86 Veículos e material para vias férreas ou semelhantes, e suas partes; aparelhos mecânicos (incluídos os eletromecânicos) de sinalização para vias de comunicação 87 Veículos automóveis, tratores, ciclos e outros veículos terrestres, suas partes e acessórios 88 Aeronaves e aparelhos espaciais, e suas partes 89 Embarcações e estruturas flutuantes 90 Instrumentos e aparelhos de óptica, fotografia ou cinematografia, medida, controle ou de precisão; instrumentos e aparelhos médico-cirúrgicos; suas partes e acessórios 91 Aparelhos de relojoaria e suas partes 92 Instrumentos musicais, suas partes e acessórios 93 Armas e munições; suas partes e acessórios 94 Móveis, mobiliário médico-cirúrgico; colchões; iluminação e construção pré-fabricadas 95 Brinquedos, jogos, artigos para divertimento ou para esporte; suas partes e acessórios 96 Obras diversas 97 Objetos de arte, de coleção e antiguidades 98 (Reservado para usos especiais pelas Partes Contratantes) 99 Operações especiais (utilizado exclusivamente pelo Brasil para classificar operações especiais na exportação) Tabela Código Fiscal de Operação e Prestação - CFOP (ICMS): ver Item CODIFICAÇÃO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA Tabela Código da Situação Tributária - CST (ICMS): ver Item Tabela Código da Situação Tributária Referente ao IPI - CST-IPI: Tabela externa publicada pela RFB Tabela Código da Situação Tributária Referente ao PIS/Pasep - CST-PIS: Tabela externa publicada pela RFB e disponibilizada no Portal do SPED no sítio da RFB na Internet, no endereço < h t t p : / / w w w. r e c e i t a. f a z e n d a. g o v. b r / s p e d > ; Tabela Código da Situação Tributária Referente à Cofins - CST-COFINS: Tabela externa publicada pela RFB e disponibilizada no Portal do SPED no sítio da RFB na Internet, no endereço < h t t p : / / w w w. r e c e i t a. f a z e n d a. g o v. b r / s p e d > ; Tabela Código de Contribuição Social Apurada: A ser utilizada na codificação dos tipos de contribuição apurada no período, no caso de ser preenchido registro de apuração da contribuição, ou de ajustes, no Bloco M.

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