UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO AS NOVIDADES APRESENTADAS NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS PELA TÉCHNE REVISTA DE TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO Mestranda: Michele Fossati Professor: Luiz Fernando M. Heineck Orientador: Humberto Ramos Roman Florianópolis, abril de

2 1. INTRODUÇÃO O presente trabalho tem por objetivo atender a disciplina EPS Produtividade na Construção Civil, apresentando um resumo das novidades e tendências mostradas na Téchne Revista de Tecnologia da Construção, da Editora PINI, de janeiro de 2001 a dezembro de São apresentadas técnicas construtivas, novos materiais e produtos e as novidades das principais feiras de construção mundiais. Com isso, pretende-se obter uma fonte de estudo e material didático, bem como identificar a evolução ocorrida no Brasil neste período e compará-lo com o que é apresentado e utilizado no mercado externo. 1

3 2. DESENVOLVIMENTO 2.1. Ar condicionado A reportagem Condicionamento por baixo mostra que o ar pode ser insuflado pelo piso elevado a baixa velocidade e temperatura mais alta, com bom desempenho energético e conforto para os usuários. DIFUSORES CENTRAIS: são acomodados perfurando-se o piso, depois de pronto, com uma serra-copo. O espaço entre as saídas depende de dimensionamento de projeto. BARREIRA TÉRMICA: A maior vazão de ar dos difusores lineares, instalados próximos às paredes e janelas, oferece resistência às cargas térmicas provenientes da radiação solar Argamassa Armada A reportagem As mil utilidades do Microconcreto mostra a utilidade da argamassa armada que se diferencia do concreto por eliminar o agregado graúdo e permitir a execução de peças esbeltas, mas que por isso requer muito mais cuidados. 2

4 As obras do arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé, em Salvador, são construídas com argamassa armada. A liberdade arquitetônica possibilita formas com conforto térmico e ventilação pela face sul. À esquerda, passarelas de pedestres presentes em vários locais de Salvador e à direita um centro administrativo. A utilização de argamassa armada no mobiliário urbano proporciona maior beleza ao entorno pela sua leveza estrutural e pequenas espessuras. Podem ser construídos pontos de ônibus, lixeiras, bancos de praça e mobiliários rurais Construção Seca A edição nº 51 apresenta a 2 a fase de execução da Casa do Futuro, localizada no Morumbi, zona Sul de São Paulo. A residência modelo de 750m 2 baseia-se na filosofia da construção seca, empregando estrutura em perfis metálicos leves, fechamento externo com placas cimentícias, tubulações flexíveis, paredes de gesso acartonado e outros sistemas industrializados. 3

5 A matéria Industrialização máxima apresenta etapas de um hotel construído em Guarulhos que utilizou soluções que vão de lajes metálicas a painéis pré-moldados de fachada, do gesso acartonado a banheiros prontos tudo como prescreve a cartilha da construção seca. Vista da estrutura metálica. Neste período foi necessário o trabalho de 35 pessoas, que a cada dia montavam os pilares e vigas de um pavimento, com o auxílio de três gruas e dois guindastes, operando simultaneamente. Laje steel deck A montagem da laje era realizada logo que se terminava a fixação dos pilares, vigas e contraventamento da estrutura. A fachada pré-moldada foi colocada com o auxílio de guindastes e fixada na estrutura por meio de parafusos nos inserts que haviam sido previamente instalados. Esse serviço foi executado após a concretagem da laje steel deck e da aplicação da pintura de proteção contra incêndio da estrutura. Após seis meses de obra, a fachada frontal do hotel já estava com painéis instalados até o 5º pavimento e a laje do átrio curvo também concretada. Vista geral da fachada com as gruas em operação, ao mesmo tempo em que ocorria a montagem da estrutura da cobertura geral em telha de alumínio. 4

6 Durante a colocação dos banheiros foi preciso a montagem de andaimes nas laterais. Depois de içados pelas gruas, os banheiros eram acomodados em um carrinho manual desenvolvido para transportá-los e descarregá-los no local apropriado. Cada módulo era posicionado com o trabalho de cinco pessoas que, por dia, montavam dez banheiros. Na fase da instalação das paredes de gesso acartonado, uma equipe de 16 pessoas produziu em média m 2 de perfis por dia. Também nesse período foram locadas as instalações elétrica e hidráulica, quando então foram fixadas as placas de madeira em pontos da parede que receberiam maiores esforços. Verificou-se a necessidade da criação de um pavimento específico para a manutenção dos diversos sistemas instalados no hotel. A solução foi construir um piso técnico, onde é possível identificar as falhas de ponto do sistema, facilitando o trabalho dos operadores sem interferir na acomodação dos hóspedes. Acabamento: os corredores de circulação dos apartamentos plaqueados por gesso acartonado e com pintura executada, prontos para receber revestimento vinílico. As equipes formadas por 24 pessoas conseguiam executar aproximadamente três mil m 2 de parede por dia. Na seqüência foi apresentada a execução passo a passo dos trabalhos de transporte e fixação dos banheiros prontos. 5

7 Caixa de banho: Após a chegada na obra, imediatamente é feito o içamento do banheiro com toda a área ao redor isolada. Na seqüência, ocorre o fechamento dos vãos dos banheiros, com chapas metálicas para o transporte até o outro lado do pavimento. Em seguida, os profissionais responsáveis pela instalação preparam a entrada na plataforma, somente quando o banheiro estiver a aproximadamente 50 cm do carrinho. Momento em que o carrinho é posicionado com o banheiro em frente ao vão a ser colocado. 6

8 O banheiro é empurrado para cima do vão. Inicialmente, a descida do banheiro é feita por meio de macacos. Vista do banheiro pronto. Montado com base em tecnologia italiana, o contêiner de 5,5 t possui a vantagem de chegar com todas as instalações elétricas e hidráulicas prontas, inclusive com os revestimentos de piso e paredes, bem como louças e metais aplicados. A reportagem Pode molhar apresenta os chamados painéis verdes de gesso acartonado e os cimentícios que são utilizados em áreas molháveis ou com grande umidade, mostrando que vedar bem as juntas entre os painéis e no encontro com pisos e paredes é fundamental para garantir a estanqueidade. 7

9 JUNTAS DELICADAS: No fechamento com peças inteiriças, o principal ponto de entrada de umidade são as juntas. Os cuidados devem ser reforçados no encontro piso-parede. Nos painéis cimentícios, as juntas verticais são garantidas pela barreira de umidade, composta por película de polietileno. Essa mesma manta é empregada na impermeabilização do piso, impedindo a passagem de umidade para o interior do fechamento. ESTRUTURA REFORÇADA: Com peso próprio mais elevado (18 kg/m 2 ), a estrutura de montantes para placas cimentícias é mais robusta que para gesso acartonado. Os parafusos são fixados a cada 20 cm e os perfis são colocados com 40 cm de distância, permitindo curvas a partir de 3 m de raio. REVESTIMENTO: Os painéis pré-fabricados aceitam os tipos mais comuns de revestimento para áreas molháveis, como pedra, plásticos, tintas e cerâmica. Esse último é mais utilizado em setores críticos, como o boxe do banheiro, por ter desempenho mais adequado em relação à impermeabilização e por fazer parte da cultura construtiva brasileira. Além de mantas e revestimento, um ponto importante é a saída de tubulações da parede. A solução é simples, com a colocação de calafetador de silicone. 8

10 2.4. Construções Populares Na reportagem Popular com tecnologia é mostrado um condomínio de habitações populares em Curitiba com frames de madeira como estrutura e painéis OSB (Oriented strand board) nos fechamentos. A obra desmistifica o uso de materiais industrializados como coisa de rico. O suporte de laje do primeiro pavimento é feito com perfis I de madeira, com alma de compensado no módulo 1 e de OSB no módulo 2. O vigamento é biapoiado nas paredes externas estruturais e fixado de forma não-rígida, com 6 m de distância entre cada apoio. A estrutura da cobertura conta com tesouras montadas com conectores metálicos do tipo gang-nail; a cobertura é de telha asfáltica. As peças estruturais de compensado ou madeira maciça são ligadas com chapa metálica; as fibras orientadas empregam cola fenólica. As peças horizontais entre os pilares diminuem a velocidade de propagação das chamas e funcionam como barreira. O fogo rompe o gesso acartonado e ataca a parte de baixo da estrutura. Com as barreiras, todo oxigênio é consumido dentro da parede antes que o fogo danifique gravemente a estrutura. A edificação só corre risco de ruir quando o incêndio se alastrar por toda a casa, incluindo a parte de cima dos pilares. Além das aplicações em fechamentos e vigas secundárias, o OSB também está em testes para ser utilizado como fôrma para concreto. O material está sendo testado em cinco obras em São Paulo e os resultados serão aproveitados na elaboração de um manual de uso do OSB em fôrmas. 9

11 A reportagem Revolução industrial mostra que as casas pré-fabricadas que já fazem parte do mercado nacional. Há modelos norte-americanos de frame metálico ou madeira e modelos mais modestos, também metálicos, para construção popular. Alguns dos sistemas disponíveis são: CASAS ABCP: A ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) desenvolveu duas alternativas de habitação destinadas a famílias com renda de até três salários mínimos. Uma das casas é executada com fôrmas metálicas verticais que recebem concreto leve auto-adensável lançado por bombas. As instalações hidráulicas, elétricas, caixilhos e armaduras são previamente posicionados. O outro modelo é executado com alvenaria estrutural de blocos de concreto com projeto prévio de instalações, para evitar rasgos desnecessários das paredes. ELEMMOD: O sistema construtivo para habitação popular unifamiliar desenvolvido pelo arquiteto Carlos Eduardo Gomes Carneiro, na Fau-USP, utiliza como estrutura gabaritos e fôrmas de aço patinável, portantes e ativas, que recebem concreto. Baseado na técnica construtiva Elemmod, desenvolvido há mais de 30 anos por Ubertello Bulgarini, ex-professor da Fau-USP, o sistema de encaixe das estruturas dispensa soldas ou rebites. O fechamento é feito com alvenaria de blocos, e os caixilhos são de aço. O sistema pode ser adequado a declividades acentuadas. 10

12 STEEL FRAME: A construção tirou partido do conceito de casa seca. A estrutura é formada de perfis leves de aço galvanizado com divisórias internas de gesso acartonado. A laje de piso é estruturada com painéis de OSB, que também são empregados nos fechamentos. As instalações hidráulicas são de polietileno reticulado. O proprietário escolhe os revestimentos (siding de PVC, tijolos à vista ou argamassa armada com pintura), e no telhado são utilizadas telhas do tipo shingle. SISTEMA LOG: O sistema construtivo Log para casas de alto padrão é composto de elementos estruturais de madeira roliça reflorestada ligados por encaixes e conexões metálicas que podem ser integrados à alvenaria e concreto. As peças são desenhadas uma a uma, numeradas e detalhadas. Um impermeabilizante com função fungicida e hidrorrepelente é aplicado na superfície da madeira. As instalações hidráulicas podem ser aparentes, fixadas nos elementos de madeira, ou embutidas em paredes hidráulicas. SISTEMA USITETO (AÇO): O Sistema Usiteto, da Usiminas, contempla soluções para prédios semiindustrializados e industrializados e residências unifamiliares. A solução para residências é composta de fundação, estrutura principal e de cobertura metálica. As paredes, telhado e acabamentos dependem da escolha do proprietário. O kit metálico em aço USI-SAC 41, protegido contra a corrosão, permite a montagem das casas em módulos: o primeiro módulo possui quarto, cozinha e banheiro. A primeira expansão acrescenta uma sala e a segunda, um outro quarto. O peso total da estrutura de uma casa de 36 m 2 é de 540 kg e é fornecida com manual. Os sistemas hidráulico e elétrico dependem do tipo de parede. 11

13 NEOHAUS: O sistema construtivo de aço para residências de alto padrão da Neohaus é resultado de uma parceria entre fornecedores nacionais e segue o mesmo conceito das construções norteamericanas. A estrutura principal é de aço produzido na Cosipa, com alto teor de cobre, e as paredes internas são estruturadas com perfis de aço galvanizado leve, o steel frame, sobre radie. A composição permite a execução de vãos maiores e a liberdade de layout. A laje superior e de cobertura é constituída por pequena camada de concreto sobre pré-laje de concreto. No fechamento externo são utilizadas placas cimentícias e como divisórias internas, gesso acartonado. VIFRAN: A Vifran, desenvolve projetos residenciais de alto padrão com emprego de aço. As casas são montadas com pilares, vigas e tesouras em chapas de aço carbono de 2,6 mm. As peças são unidas no chão e içadas por guindaste para fixação sobre radier de concreto de 10 cm. As divisórias internas são estruturadas com perfis de aço galvanizado e gesso acartonado e no fechamento externo utilizam-se placas de fibras de madeira com resina impermeabilizante e anticupim. Após a instalação, as paredes recebem um feltro asfáltico e acabamentos (siding vinílico, tijolo à vista ou argamassa com pintura). CASAFORTE MEDABIL: O sistema Casaforte Medabil emprega paredes autoportantes formadas de perfis pré-fabricados de PVC unidos por sistema macho-fêmea ancorados por perfis de aço. As paredes-fôrmas são preenchidas de concreto leve auto-adensável. Durante a montagem, são colocadas as armaduras e tubulações para as instalações hidráulicas e elétricas. As esquadrias também são de PVC, assim como as portas, se o proprietário quiser. O telhado é formado por uma estrutura metálica que pode receber telhas cerâmicas. 12

14 CASA FÁCIL GERDAU: O kit fornecido pela Gerdau é composto de pilares, vigas e estrutura de cobertura de aço laminado. Dez modelos diferentes podem ser executados. A montagem é feita sobre radier de concreto, que incorpora insertes metálicos para fixação dos pilares e das tubulações hidráulicas. As paredes são erguidas com alvenaria de tijolos, e, para tanto, a estrutura é travada com tirantes provisórios. A amarração entre alvenaria e pilares é feita com vergalhões. Sobre a estrutura de cobertura metálica podem ser colocadas telhas do tipo romana, paulistinha ou similar. As instalações devem ser feitas de maneira convencional, embutidas nas paredes. LIGHT WOOD FRAME: o Light Wood Frame se baseia no uso das placas de fibras orientadas, o OSB (Oriented Strenght Board). A partir de um radier de concreto, são montados os frames de araucária com fechamentos externos de chapas de compensado de pinus e de OSB. Sidings de madeira revestem as fachadas. As divisórias internas são montadas com gesso acartonado, e as instalações hidráulicas e elétricas são embutidas. As peças de madeira são tratadas em autoclave com preservativo contra cupins e umidade Contensões A reportagem Métodos de Contenção apresenta utilizações em diversas situações de obra. 13

15 COLUNA DE SOLO-CIMENTO: o solo-cimento compactado é aplicado para resolver problemas de estabilização de taludes em que a terra constitui 90% do peso total. Deve-se, para isso, conhecer a curva granulométrica e os limites de liquidez e plasticidade e dimensionar o maciço a partir do peso específico, coesão e ângulo de atrito interno. O método funciona como proteção superficial quando não tem função estrutural. Por outro lado, se for utilizado como muro de arrimo, comporta-se por gravidade. Pode receber acabamento de vegetação. CORTINA ATIRANTADA: São muros delgados de concreto, com espessura entre 20 e 30 cm, contidos por tirantes protendidos verticais ou subverticais. Suportam grandes alturas e são empregados em quase todos os tipos de terreno. Os tirantes podem, ainda, ficar isolados no maciço. ROFORÇOS COM GEOTÊXTEIS: empregados quando se deseja executar aterros compactados com faces mais íngremes que o usual. O método consiste na utilização de vários níveis de geotêxteis com a resistência à tração, atrito com o solo e fluência conhecidos. Poliéster do geotêxtil é, em geral, insensível a problemas de fluência e possui elevada resistência à tração, além de poder receber um paramento vertical de concreto armado, prémoldado ou não. A face da contenção deve ser protegida quando a inclinação for superior a um ângulo de 60º contra vandalismo e intempéries. O abrigo pode ser executado com geogrelha e 14

16 revestimento vegetal ou malha metálica e concreto projetado. Quando a inclinação é inferior a 60º, a proteção da face é opcional. CORTINA DE PAINÉIS PRÉ-MOLDADOS DE CONCRETO: Utilizado junto a vias de alto tráfego, o sistema é composto por elementos padronizados uma viga contínua de base de concreto armado, micro estacas verticais e inclinadas e painéis de concreto protendido pré-moldados colocados sobre as vigas de base entre os perfis metálicos - o que permite ganho de tempo. São instalados tirantes protendidos nos perfis metálicos e as águas são captadas por geotêxtil ao longo da cortina e dissipadas por canaletas no pé da contenção. Paredes de apenas 2,5 m em alguns casos são capazes de conter 5m de espessura de aterro, reduzindo custos com tirantes e concreto. SOLO GRAMPEADO: Chamado de soil nailing, consiste na aplicação de uma tela metálica chumbada e ancorada no maciço e revestida por concreto projetado. Brocas perfuram o maciço e são ancoradas às barras de ferro, que dão resistência ao conjunto. GABIÃO: é um muro de gravidade que suporta o empuxo do maciço pela ação do próprio peso. O gabião é composto por rachão envolvido em tela metálica. A forma de arrumação das pedras pode alterar a densidade e a resistência da contenção. Tem boa permeabilidade e flexibilidade a deformações. 15

17 GRAMA ARMADA: Ideal para preservar o meio-ambiente, a solução é executada com a aplicação de uma tela PEAD (polietileno de alta densidade) que se entrelaça com revestimento vegetal, formando um tapete resistente. Grampos ou ancoragens profundas garantem uma inclinação superior a relação 1:1. Pode ser utilizado em conjunto com gabião plástico tubular e tradicional. PAREDE-DIAFRAGMA: São cortinas de concreto armado moldadas no solo e executadas em painéis sucessivos. Em geral tem a espessura de 40 cm a 1,20 m e painéis com comprimento mínimo de 2,50m. Atravessa diferentes tipos de solo, inclusive abaixo do nível do lençol freático, e trabalha como fundação quando contém tanto as pressões laterais quanto as cargas verticais. A solução pode ser empregada em balanço e a escavação é feita ao mesmo tempo em que se estabilize o solo com a lama bentonítica. A armadura é colocada posteriormente e lança-se concreto no fundo da cava com tubo tremonha (concretagem submersa), enquanto a lama - menos densa que o concreto é expulsa. CORTINA COM ELEMENTOS PRÉ-MOLDADOS DE ARGAMASSA ARMADA: A parede é formada por vigas horizontais pré-moldadas de argamassa armada, vigas verticais de apoio compostas por perfis metálicos a cada 2m, vigas-baldrame e fundações executadas com microestacas. A contenção é suportada por chumbadores envoltos em calda de cimento ancorados no maciço. 16

18 2.6. Controle de Fissuras A reportagem Controle de fissuras por retração plástica em pisos industriais de concreto apresenta alguns dos equipamentos utilizados para este fim: Detalhe do aparelho portátil de medida da velocidade do vento. Detalhe de alguns tipos de aparelhos portáteis para a determinação da umidade relativa do ar, temperatura interna e da superfície do concreto. Exemplo de extensão e proximidade das fissuras na superfície do concreto em estado fresco, oriundas da evaporação da água de constituição. Determinação da temperatura da superfície do concreto endurecido com 24 horas de idade, indicando 51ºC, exposto ao sol. Uso de aparelho portátil para medida da temperatura à base de radiação infravermelha. 17

19 2.7. Cortes em Concreto A reportagem Como fatiar o concreto apresenta as serras e perfuratrizes que fazem a demolição controlada. PERFURAÇÃO DIAMANTADA: feita com equipamento elétrico ou hidráulico ao qual se acopla a serra-copo. É possível executar furos que variam de 12 cm até cerca de 1,20 m de diâmetro com profundidades ilimitadas. O tempo médio para furar uma laje (100 mm de diâmetro x 20 cm de profundidade) é de dez minutos. Essa técnica é utilizada em casos que requerem ancoragens de chumbadores de grande dimensão, passagem de dutos, entre outros. PERFURAÇÃO PERCUSSIVA: para furos de pequenos diâmetros e profundidades. São utilizados equipamentos manuais retropercussivos com brocas de metal duro. CORTE DE PISOS E LAJES COM SERRA (flat sawing): são utilizadas máquinas sobre rodas impulsionadas por motores a combustão ou elétricos. A potência do equipamento e o diâmetro da serra são determinados em função da espessura da laje ou do piso a serem cortados. As máquinas para cortar espessuras maiores do que 15 ou 20 cm são autopropulsionadas. 18

20 CORTE DE PAREDE COM SERRA (wall sawing): esses equipamentos permitem o corte retilíneo de aberturas e rasgos em paredes verticais e inclinadas. Sobre um trilho fixado na superfície a ser cortada desliza um motor (geralmente hidráulico) que impulsiona uma serra circular com movimento de aprofundamento e translação. Pode cortar pisos, lajes e paredes com até 50 cm de profundidade. O tempo gasto para cortar uma laje de 20 cm de espessura é de cerca de dois minutos por metro. SERRAS PORTÁTEIS: são usadas para fazer pequenas aberturas, rasgos e cortes em paredes finas (5 a 10 cm de espessura). Possuem grande versatilidade para serviços em locais confinados ou de difícil acesso. CORTE DE ESPESSURA COM FIO DIAMANTADO (wire sawing): esses equipamentos realizam cortes em grandes estruturas de concreto, sem limite dimensional. Um cabo flexível, revestido de ferramentas cilíndricas diamantadas, desliza a alta velocidade sobre a superfície a ser cortada, mantendo uma pressão constante que provoca o avanço do corte. Rodas desviadoras permitem cortes em qualquer plano e em locais de difícil acesso. São utilizadas máquinas elétricas, hidráulicas ou a combustão, com potência proporcional à dimensão da superfície a ser cortada. Dependendo da geometria do corte, é necessária a execução de perfurações prévias para a passagem do fio diamantado. O tempo de corte de seção específica é de 2 m 2 /h. 19

21 HIDRODEMOLIÇÃO: corta as estruturas com jato d água a altíssima pressão. IMPLOSÃO COM ÁGUA: a técnica desenvolvida pelo engenheiro Hugo Takahashi é utilizada em estruturas onde não é possível perfurações, normalmente os viadutos e torres de caixa d água. A estrutura é preenchida com água e os explosivos são imersos no líquido. A detonação provoca uma propagação de ondas na água que geram efeitos de tração no concreto, o que fissura todo o material. A associação das forças de tração com a expansão da água leva ao total colapso da estrutura Eficiência Energética A reportagem Força domada: quilowatts de economia apresenta metodologias simples de projeto, soluções bioclimáticas e equipamentos certos, podendo tornar a edificação modelo na era do apagão, empregando tecnologias solares passivas e ativas. As tecnologias passivas referem-se de maneira direta a uma arquitetura bioclimática, cujos mandamentos são: forma da edificação; dimensionamento das aberturas; tratamento cromático das fachadas; envoltória (diz respeito aos materiais das paredes externas e das coberturas e ao tipo de revestimento das fachadas, sistema de proteção contra radiações, material e cor) e proteção térmica (especificação de vidros diferentes para fachadas diferentes e uso de protetores solares exteriores, ou brises). As tecnologias ativas são utilizadas se mesmo após a implantação das tecnologias passivas disponíveis ainda restar desconforto na edificação. Essas soluções englobam equipamentos e dispositivos necessários à utilização dos espaços, ao conforto do usuário e à operacionalidade das edificações. Essas tecnologias são utilizadas para otimizar a iluminação e climatização, com a utilização de aquecedores solares e painéis fotovoltaicos. 20

22 Estética eficiente: arquitetos da Europa passaram a elaboram projetos que incorporam os painéis fotovoltaicos como elementos estáticos de fachada, pois já são obtidas placas com gama variada de cores e tamanhos. A Alemanha, por conta de um plano estabelecido pela comunidade européia, subsidia a instalação de painéis fotovoltaicos em residências como forma de incentivar o consumo de energia de fontes renováveis Fachadas A reportagem Fachadas Nobres apresenta painéis metálicos como revestimento. Do alumínio composto ao aço, do cobre ao titânio, os painéis metálicos conquistam a paisagem urbana dando um ar futurista aos edifícios. A plasticidade e a versatilidade dos metais permitem a elaboração de desenhos e projetos arquitetônicos arrojados, cuja aplicação se estende de reformas de edifícios antigos (retrofit) ao revestimento e fechamento de construções, cada vez mais empregados em edifícios comerciais. Mas para usá-los, a fixação e a selagem das juntas requerem cuidados dobrados para evitar manchas e deformações dos painéis, corrosão e até a queda de componentes. 21

23 ACM (aluminium composite material) é o material mais empregado no Brasil: os painéis de alumínio composto são constituídos por duas chapas de metal unidas por uma camada de polietileno por meio de um processo termoquímico mecânico. Além disso, o produto permite arrojos como a execução de fachadas curvas, como no Edifício Plaza Centenário. FIXAÇÃO: Em geral, os painéis metálicos podem ser aparafusados, clicados, encaixados ou estruturados. No Brasil, o sistema mais utilizado é o aparafusado associado com juntas de silicone. PATOLOGIAS: as patologias referentes aos revestimentos metálicos para fachadas podem ser divididas em estruturais, de vedação ou problema de incompatibilidade de materiais (corrosão galvânica). VEDAÇÃO: Os sistemas de vedação dos revestimentos de fachadas metálicas podem apresentar junta de silicone ou gaxeta, uma guarnição de borracha extrudada. As juntas de silicone requerem mais cuidados em sua aplicação. ANCORA DE TITÂNIO: Museu Guggenheim em Bilbao, Espanha, apresenta manchas de silicone. A reportagem As fachadas perdem peso, mostram que os painéis de GFRC Glass Fiber Reinforced Cement denominando o composto de cimento reforçado com fibra de vidro, combinam facilidades do concreto e a leveza proporcionada pelas fibras de vidro para compor sistema de aplicação rápida e com opções de estampas em baixo e alto relevos. 22

24 EFEITO DECORATIVO: Por ser um material leve e de fácil molde, o GFRC pode apresentar formatos e tamanhos livremente definidos pelo projeto de arquitetura. Podem ser produzidas peças chanfradas, com alto e baixo relevos, utilizadas como detalhes de acabamento em edificações. ACABAMENTO: No Brasil, serão produzidos painéis com revestimentos diferenciados, obtidos com a aplicação de uma massa formada com granitilhas de diversos tamanhos e cores. A reportagem Cortina de Frente apresenta fachadas em vidro simples ou duplo, painéis préfabricados, placas de granito ou cerâmica, algumas opções de fachada muito utilizadas hoje. A escolha entre os sistemas deve ser condicionada pelo índice de luminosidade interno e pelo conforto ambiental em diferentes épocas do ano. 23

25 FACHADA DINÂMICA: Alguns detalhes arquitetônicos podem ser conseguidos sem realizar grandes alterações na estrutura: alterna-se a adição com a redução de volumes na fachada mudando apenas a distância da placa cerâmica do esqueleto do edifício com a utilização de insertes de fixação. Isso traz maior movimento e dinamismo ao prédio. FIXAÇÃO EM CERÂMICA: Tanto em cerâmica como em rocha, a fixação pode ser feita com cantoneiras de aço inox chumbadas na estrutura. Os parafusos são inseridos em furos oblongos que permitem a regulagem do prumo do revestimento e o afastamento necessário da estrutura. SISTEMA UNITIZADO: Para a execução desse tipo de fachada, adotada na nova sede do Bank Boston, em São Paulo, basta colocar as ancoragens nos andares e subir as peças por uma grua. A fachada consiste em uma peça única, pronta de fábrica, com a esquadria, o revestimento e o vidro na altura do piso a piso. Outra inovação é o vidro com tecnologia low-e a todo efeito, que deixa entrar apenas a luminosidade estipulada em projeto. 24

26 FACHADA VENTILADA: a fixação mecânica, pode ser realizada com insertes que envolvem as placas ou que se encaixam em sulcos nas suas bordas. Nem sempre é aconselhável a fixação exclusiva com silicone estrutural, pois um erro de dimensionamento ou execução pode causar a queda das peças em situações extremas. A Téchne nº 60 Março 2002 faz um comentário sobre as fachadas pré-fabricadas. Já existem no mercado brasileiro alguns processos alternativos para a construção de fachadas, incluindo reticulados metálicos para acoplamento de placas ou painéis, chapas de alumínio ( neobond, alucobond, etc), sistemas constituídos por painéis pré-fabricados de concreto, concreto celular autoclavado, placas cimentícias armadas com fibra de vidro (GFRC Glass Fiber Reinforced Cement) e, mais recentemente, chapas de fibras de madeira orientadas (OSB Oriented Strand Board) Fechamentos A seção Como Construir da Téchne nº 64 traz a reportagem Alvenaria de blocos de vidro, dando detalhes sobre as aplicações, projeto, resistência à tração, juntas de movimentação, espaçadores, argamassa e rejunte, execução, controle de qualidade, normas e manutenção. 25

27 A reportagem da Téchne 69 apresenta as algumas tendências em fechamentos. GESSO ACARTONADO: O consumo de gesso acartonado no Brasil ainda é pequeno quando comparado ao dos Estados Unidos e Europa, onde a tecnologia está totalmente consolidada. Mas os números brasileiros são promissores, provando ser uma solução moderna e eficaz para o mercado da construção civil no País. A tendência é que, cada vez mais, escritórios, hotéis, flats e shoppings centers tenham as paredes internas, revestimentos e forros executados com gesso acartonado. 26

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