ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU

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1 ESTRUTURAS BETONADAS IN SITU Autores: Arq.ª Rita Abreu e Eng.ª Márcia Martínez, Arq. Pedro Dias, Eng.º João S. Gomes, Eng.º Duarte Serrado, Arq.ª Susana Peneda Coordenação: Prof. F.A. Branco, Prof. Jorge de Brito, Eng.º Pedro Vaz Paulo e Eng.º João Ramôa Correia 1/227

2 ÍNDICE 1. ANTECEDENTES DA CONSTRUÇÃO 2. CLASSIFICAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE BETÃO 2.1. Tipologias 2.2. Estrutura pórtico 2.3. Estrutura mista 2.4. Estrutura laminar 3. MATERIAIS CONSTITUINTES 3.1. Betão 3.2. Armaduras 4. EQUIPAMENTO 5. SISTEMAS DE ESCORAMENTO E COFRAGEM 5.1. Sistemas de escoramento 5.2. Sistemas de cofragem 2/227

3 ÍNDICE 6. FASES CONSTRUTIVAS 6.1. Contenções e fundações 6.2. Estrutura pórtico 6.3 Estrutura mista 6.4. Estrutura laminar 7. EXECUÇÃO DE PILARES E PAREDES 8. EXECUÇÃO DE LAJES 9. EXECUÇÃO COM SISTEMA TÚNEL 10. EXECUÇÃO DE VIGAS 11. PORMENORES CONSTRUTIVOS 12. REFERÊNCIAS 3/227

4 1. ANTECEDENTES DA CONSTRUÇÃO 4/227

5 1. ANTECEDENTES DA CONSTRUÇÃO Concepção projecto Escolha do tipo de estrutura a utilizar 5/227

6 1. ANTECEDENTES DA CONSTRUÇÃO Objectivos do projecto de estabilidade: - garantir a segurança; - compatibilizar o processo construtivo com a solução estrutural; - conseguir estruturas regulares; - evitar erros de concepção global ou local. Critérios rios da concepção estrutural: - localização da construção - acções de cálculo, tipo de terreno, risco de incêndio ou de acidente, factores particulares; - utilização prevista - sobrecarga de utilização, vãos a adoptar, nível de segurança a adoptar dado o carácter vital do edifício; - condicionalismos arquitectónicos; - economia; - garantia de segurança (regulamentos) e comportamento estrutural - acção das cargas gravíticas, sismos, vento, neve. 6/227

7 1. ANTECEDENTES DA CONSTRUÇÃO Concepção das fundações: - função do estudo geológico / geotécnico que analisa: - tipo de terreno - formação geológica até uma profundidade abaixo do nível previsto a que a estrutura será fundada; - características mecânicas - coeficiente de atrito interno, coesão e módulo de deformabilidade dessas mesmas camadas de terreno; - posição do nível freático e previsão da sua evolução sazonal. 7/227

8 1. ANTECEDENTES DA CONSTRUÇÃO Soluções para fundações consoante o tipo de terreno e as sobrecargas - Sapatas isoladas ou contínuas (i) se o firme estiver até uma profundidade de 3-4 m abaixo do piso térreo, (ii) se os níveis de carga forem pequenos ou médios, (iii) se a superestrutura não tiver exigências especiais relativas a assentamentos diferenciais; (iv) cota do fundo da sapata a 1 a 1.2 m abaixo da cota do terreno natural; - ensoleiramento geral (i) se terreno ao nível da cota de soleira for de características médias a fracas e o firme se encontrar a grande profundidade, (ii) se o nível freático estiver acima ou muito próximo do piso térreo, (iii) se superestrutura for muito sensível a assentamentos diferenciais, (iv) se existirem cargas muito elevadas na totalidade ou parte significativa da planta do edifício, (v) quando a solução por sapatas ocupar mais de 50% da implantação do edifício; - pegões ou poços - em desuso; - estacas (i) se o firme estiver a uma profundidade superior a 8 metros do piso térreo ou (ii) se existirem situações claramente distintas na implantação do edifício. sapata ensoleiramento geral estaca 8/227

9 1. ANTECEDENTES DA CONSTRUÇÃO O projecto de estruturas vai pormenorizar: - a geometria dos elementos estruturais; - a disposição das armaduras; - a composição do betão; - o número n e localização das juntas estruturais / de dilatação (caso necessárias). A verificação de segurança a de cada um dos elementos estruturais acompanha as peças desenhadas e valida a solução estrutural. juntas estruturais de dilatação subdivisão da estrutura em troços independentes Razões que levam à sua adopção e localização ão: - efeitos da temperatura e retracção do betão - as juntas são em geral colocadas com afastamento da ordem dos 30 m; - comportamento sísmico s smico do edifício - as juntas são adoptadas para eliminar assimetrias e evitar grandes dimensões do edifício; - efeitos das vibrações dos equipamentos; - consideração da natureza do terreno da fundação - se um edifício está implantado em condições de fundação diferentes, a localização das juntas deve procurar definir corpos de edifícios fundados com condições semelhantes. 9/227

10 2. CLASSIFICAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO 10/227

11 Estrutura pórtico - pilar / viga 2. CLASSIFICAÇÃO 2.1. Tipologias Estrutura mista - pórticos e paredes Estrutura laminar - paredes (caso particular: estrutura túnel) 11/227

12 Comportamento estrutural Cargas verticais - as cargas verticais são transmitidas pelas lajes às vigas* e destas aos pilares que, por sua vez, descarregam nas fundações; existe uma ligação rígida entre pilares e vigas, pelo que os efeitos de flexão nestas, devidos às cargas verticais, também são absorvidos pelos pilares. Cargas horizontais - as cargas horizontais são suportadas exclusivamente pelas vigas e pilares; em relação às cargas horizontais, a estrutura vai sofrer esforços transversos e de torção. 2. CLASSIFICAÇÃO esforços de torção F esforços de compressão esforços de tracção esforços de compressão esforços de tracção comportamento estrutural no plano vertical F 2.2. Estrutura pórticop esforços transversos * Válido para lajes vigadas; no caso de lajes fungiformes, as cargas verticais são transmitidas directamente aos elementos verticais (pilares e paredes) e as lajes participam na resistência às acções horizontais. comportamento estrutural no plano horizontal 12/227

13 Vantagens - adaptação da estrutura à arquitectura; - estrutura leve. Desvantagens - torção da estrutura - maiores esforços nos pilares; - possibilidade de aparecimento de vigas ou pilares no meio de paredes de alvenaria; - deformação exagerada em edifícios de grande altura; -os elementos de canto vão ser muito solicitados. 2. CLASSIFICAÇÃO 2.2. Estrutura pórticop Aplicação - edifícios de pequeno e médio porte ou de maior porte em zonas não sísmicas. 13/227

14 Comportamento estrutural Cargas verticais - as cargas verticais são transmitidas pelas lajes às vigas* e destas aos pilares e paredes; existe uma ligação rígida entre pilares, paredes e vigas, pelo que os efeitos de flexão nas vigas, devidos às cargas verticais, também são absorvidos pelos pilares e paredes. Cargas horizontais - as cargas horizontais são suportadas exclusivamente pelas vigas, pilares e paredes; a introdução de paredes resistentes permite reduzir os efeitos de torção e os deslocamentos da estrutura. 2. CLASSIFICAÇÃO Paredes resistentes: elementos resistentes verticais constituídos por um ou mais troços cuja secção transversal tem uma das dimensões substancialmente superior à outra. parede resistente a b b > 2a esforços transversos esforços de torção F 2.3. Estrutura mista elemento rígido que concentra os esforços * Válido para lajes vigadas; no caso de lajes fungiformes, as cargas verticais são transmitidas directamente aos elementos verticais (pilares e paredes) e as lajes participam na resistência às acções horizontais. comportamento estrutural no plano horizontal 14/227

15 Vantagens - melhor resposta às forças horizontais através dos elementos parede (sobretudo com distribuição simétrica); - as paredes reduzem os efeitos de torção e os deslocamentos da estrutura; - podem-se realizar edifícios de grande altura. Desvantagens - maior dimensão dos elementos estruturais; - possibilidade de aparecimento de vigas ou pilares no meio de paredes de alvenaria; - aumento do custo da estrutura em relação ao pórtico. 2. CLASSIFICAÇÃO 2.3. Estrutura mista Aplicação - edifícios de médio e grande porte em zonas sísmicas. 15/227

16 Comportamento estrutural Cargas verticais - as cargas verticais são transmitidas pelas lajes às paredes; existe uma ligação rígida entre paredes e laje, pelo que os efeitos de flexão na laje, devidos às cargas verticais, também são absorvidos pelas paredes. Cargas horizontais - as cargas horizontais são suportadas exclusivamente pelas paredes; a estrutura é bastante rígida; no entanto, a disposição dos elementos estruturais vai influenciar o melhor ou pior controlo dos efeitos de torção e dos deslocamentos horizontais. 2. CLASSIFICAÇÃO F esforços de compressão esforços de tracção esforços de compressão esforços de tracção comportamento estrutural no plano vertical esforços transversos 2.4. Estrutura laminar esforços de torção comportamento estrutural no plano horizontal 16/227

17 2. CLASSIFICAÇÃO 2.4. Estrutura laminar Vantagens - melhor resposta às forças horizontais através dos elementos parede; - reduz os efeitos de torção e os deslocamentos da estrutura. Desvantagens - maior dimensão dos elementos estruturais; - aumento do custo da estrutura em relação aos pórticos; -a inserção das instalações na cofragem implica um projecto bastante cuidado de todas as especialidades; - menor liberdade arquitectónica; - aumento da intensidade da acção sísmica; - redução da ductilidade e da redundância; - maior transmissão dos sons de percussão. Aplicação - vários edifícios. 17/227

18 Variações da estrutura laminar 2. CLASSIFICAÇÃO 2.4. Estrutura laminar Elementos de parede e laje Sistema túnel - optimização da estrutura laminar (modularidade da estrutura) Paredes inseridas numa malha reticulada 18/227

19 Vantagens - repetição dos elementos estruturais; - optimização do uso da cofragem; - elevados rendimentos de obra. 2. CLASSIFICAÇÃO 2.4. Estrutura laminar sistema túnel Desvantagens - problemas de isolamento acústico; - não permite grandes vãos; -as cofragens são pesadas requerendo gruas de grande capacidade; - elevado peso da estrutura (mais que as estruturas pórtico e mista); -a execução de paredes adicionais reduz o rendimento; - alterações durante a construção vão encarecer o custo da obra; -a cofragem é cara; -o pé direito tem que ser constante; - condiciona a arquitectura; -a inserção das instalações na cofragem implica um projecto bastante cuidado de todas as especialidades. Aplicação - vários edifícios de habitação e outros onde se verifique um sistema modular, adequado ao uso deste tipo de estrutura. 19/227

20 3. MATERIAIS CONSTITUINTES 20/227

21 3. MATERIAIS CONSTITUINTES Elementos principais: Cimento 3.1. Betão Água Agregados (grossos e finos) 21/227

22 Requisitos do betão Especificação do betão 3. MATERIAIS CONSTITUINTES NP resistência à compressão; - compacidade; - trabalhabilidade compatível com geometria e condições de execução; - impermeabilidade ; - aderência às alvenarias; - manutenção do volume durante a presa e endurecimento; - permanência de resistência; - facilidade de moldagem; - economia. - classe de resistência à compressão; - máxima dimensão do agregado; - classe de consistência; 3.1. Betão - classes exposição ambiental e de teor de cloretos. Granulometria e relação água / cimento (em geral, ao cuidado do fabricante) 22/227

23 3. MATERIAIS CONSTITUINTES Processo de fabrico Características geométricas 3.2. Armaduras Características mecânicas Características de aderência ataque químico corrosão O transporte e o armazenamento devem evitar mossas ou entalhes perda de identificação 23/227

24 4. EQUIPAMENTO 24/227

25 4. EQUIPAMENTO 4.1. Armaduras estaleiro de ferro máquina de corte de armaduras máquina de moldagem de armaduras 25/227

26 4. EQUIPAMENTO 4.1. Armaduras estaleiro de ferro máquina de corte e moldagem de armaduras (v01) máquina de moldagem de armaduras (v02) 26/227

27 4. EQUIPAMENTO 4.1. Armaduras Cavalete para apoio de armaduras na fase de montagem Espaçadores em argamassa e PVC 27/227

28 4. EQUIPAMENTO 4.1. Armaduras Arame de atar para união ou rigidificação de varões Equipamento para aplicação de arame de atar (v03) Aplicação manual de arame de atar 28/227

29 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - fabrico Fabrico do betão: - em obra (misturado em betoneiras ou centrais de betão); - betão pronto (misturado em centrais de betão). Betoneiras: - betoneiras de eixo vertical; - betoneiras de eixo horizontal; - betoneiras de eixo com inclinação variável. Betoneira de eixo vertical Betoneira de eixo horizontal Betoneira de eixo com inclinação variável 29/227

30 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - fabrico Fabrico do betão: - em obra (misturado em betoneiras ou centrais de betão); - betão pronto (misturado em centrais de betão). Centrais de betão: - fixas; - móveis. Central de betão fixa Central de betão móvel 30/227

31 Equipamentos para transporte: 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - transporte - camiões sem / com agitação (auto-betoneiras); - carros de mão; - pequenos ou grandes carros basculantes; - baldes transportados pela grua, com ou sem tubos de queda livre (trémies); - Monorails; - calhas inclinadas; - tapetes rolantes; - bombas funcionamento contínuo / pneumático. Auto-betoneira Carro de mão Dumper 31/227

32 Equipamentos para transporte: 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - transporte - camiões sem / com agitação (auto-betoneiras); - carros de mão; - pequenos ou grandes carros basculantes; - baldes transportados pela grua, com ou sem tubos de queda livre (trémies); - Monorails; - calhas inclinadas; - tapetes rolantes; - bombas funcionamento contínuo / pneumático. Baldes transportados pela grua Gruas (móvel e torre) 32/227

33 Equipamentos para transporte: 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - transporte - camiões sem / com agitação (auto-betoneiras); - carros de mão; - pequenos ou grandes carros basculantes; - baldes transportados pela grua, com ou sem tubos de queda livre (trémies); Monorail - Monorails; - calhas inclinadas; - tapetes rolantes; - bombas funcionamento contínuo / pneumático. Calha inclinada Tapete rolante 33/227

34 Equipamentos para transporte: 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - transporte - camiões sem / com agitação (auto-betoneiras); - carros de mão; - pequenos ou grandes carros basculantes; - baldes transportados pela grua, com ou sem tubos de queda livre (trémies); - Monorails; - calhas inclinadas; - tapetes rolantes; - bombas funcionamento contínuo / pneumático. Bomba estacionária 34/227

35 Equipamentos para transporte: 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - transporte - camiões sem / com agitação (auto-betoneiras); - carros de mão; - pequenos ou grandes carros basculantes; - baldes transportados pela grua, com ou sem tubos de queda livre (trémies); - Monorails; - calhas inclinadas; - tapetes rolantes; - bombas funcionamento contínuo / pneumático. Auto-bomba Auto-bomba montada 35/227

36 Uma betonagem a sério 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - transporte 36/227

37 Processos mais artesanais 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - transporte v04 37/227

38 Processos mais artesanais 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - transporte v05 38/227

39 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - colocação Mangueiras de betão Balde com tubo de queda livre Pá de alisar Rodo para regularização e espalhamento do betão fresco Bitola (medição altura) 39/227

40 Vibradores - de agulha (vibração interna); - de cofragem (em contacto com a cofragem, vibração externa). 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - colocação Vibrador de agulha Aparelhos para vibração externa de cofragem 40/227

41 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - colocação Régua de nivelamento / alisamento Polidora Helicóptero para talochamento mecânico Helicóptero para talochamento mecânico (v06) 41/227

42 4. EQUIPAMENTO 4.2. Betão - trabalhos complementares Martelos pneumáticos para perfuração de uma laje Execução de furos numa laje por carotagem 42/227

43 5. SISTEMAS DE ESCORAMENTO E COFRAGEM 43/227

44 5.1. ESCORAMENTOS ESCORAMENTO O CONJUNTO DE CONSTRUÇÕES PROVISÓRIAS, EM GERAL CONSTITUÍDAS POR PEÇAS ACOPLADAS E DEPOIS DESMONTADAS, DESTINADAS A SUPORTAR O PESO DE UMA ESTRUTURA DURANTE SUA EXECUÇÃO, ATÉ QUE ESTA SE TORNE AUTOPORTANTE FUNÇÕES DOS ESCORAMENTOS Introdução - ABSORÇÃO DE CARGAS, DE EQUIPAMENTOS E PESO PRÓPRIO DE ESTRUTURAS NAS SUAS ETAPAS CONSTRUTIVAS; - APOIO PROVISÓRIO PARA MATERIAIS, PEÇAS ESTRUTURAIS OU EQUIPAMENTOS; - APOIAR AS ESTRUTURAS DE BETÃO, ATÉ QUE ESTAS ADQUIRAM RESISTÊNCIA SUFICIENTE. 44/227

45 a) ORIENTAÇÃO -VERTICAL - INCLINADO - HORIZONTAL 5.1. ESCORAMENTOS Tipologias ESCORAMENTO ENTIVAÇÃO 45/227

46 b) MATERIAL - TRADICIONAL (MADEIRA) - NÃO TRADICIONAL (METÁLICO) 5.1. ESCORAMENTOS Tipologias MADEIRA METÁLICO 46/227

47 c) NORMALIZAÇÃO - NÃO NORMALIZADO -NORMALIZADO 5.1. ESCORAMENTOS Tipologias NÃO NORMALIZADO NORMALIZADO 47/227

48 d) SUPORTE -AO SOLO -AÉREO 5.1. ESCORAMENTOS Tipologias CIMBRE AO SOLO (ESCORAMENTO) TubosVouga, IST 11/2007 CIMBRE AÉREO 48/227

49 e) RESISTÊNCIA -MENOR -MAIOR 5.1. ESCORAMENTOS Tipologias PRUMOS TORRES E VIGAS DE CIMBRES 49/227

50 5.1. ESCORAMENTOS ESCORAMENTO EM MADEIRA Tipologias - Prumos de eucaliptos jovens (secção circular) - Prumos em pinho bravo (secção rectangular: 0.10 x 0.07 m 2 ) 50/227

51 5.1. ESCORAMENTOS ESCORAMENTO EM MADEIRA Tipologias 51/227

52 5.1. ESCORAMENTOS Tipologias ESCORAMENTO EM MADEIRA PRINCIPAIS DESVANTAGENS: - DIFICULDADES DE ALINHAMENTO E APRUMO; - DIFICULDADES DE EMENDAS; -SOFRE ATAQUE DE INSECTOS XILÓFAGOS; - CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS VARIÁVEIS; - CAPACIDADE DE CARGA DESCONHECIDA; - MAIOR CUSTO COM MÃO-DE-OBRA; -MAIOR GASTO DE TEMPO. 52/227

53 5.1. ESCORAMENTOS Tipologias ESCORAMENTO METÁLICO - Componentes muito leves e de alta resistência; - reduzido número de componentes, montagem rápida e simples; - elevada segurança e estabilidade; - elevada rentabilidade; - redução de mão-de-obra e de tempos de montagem; - facilmente adaptável a diferentes alturas e larguras; - reutilização; - modularidade. 53/227

54 - Prumo tubular c/ ajuste telescópico 5.1. ESCORAMENTOS Tipologias ESCORAMENTO METÁLICO 54/227

55 - Torres BB20 (e similares) 5.1. ESCORAMENTOS Tipologias ESCORAMENTO METÁLICO TubosVouga, IST 11/ /227

56 - Vigas treliçadas 5.1. ESCORAMENTOS CIMBRES AÉREOS Tipologias TubosVouga, IST 11/ /227

57 5.1. ESCORAMENTOS Introdução FACTORES DE DECISÃO NA ESCOLHA DO ESCORAMENTO Localização da obra; acessos ao local da obra; extensão e repetitividade da obra; carga a escorar; alturade escoramento; relevo e características do terreno de assentamento do escoramento; condicionalismos de apoio ao solo; equipamentos disponíveis; custos. 57/227

58 5.1. ESCORAMENTOS Campo de aplicação MUITAS FASES DUMA OBRA PRECISAM DE ESCORAMENTOS: demolições; abertura de valas; cofragem dos elementos estruturais; etc. FUNDAÇÕES 58/227

59 MUROS DE SUPORTE 5.1. ESCORAMENTOS Campo de aplicação 59/227

60 5.1. ESCORAMENTOS Campo de aplicação PILARES O escoramento dos pilares deve garantir a dissipação dos esforços que ocorrem na cofragem durante a betonagem. 60/227

61 VIGAS 5.1. ESCORAMENTOS Campo de aplicação 61/227

62 5.1. ESCORAMENTOS LAJES MACIÇAS Campo de aplicação Montam-se as vigas apoiadas em prumos, cuja base de apoio deve ser regularizada. As vigas devem ser contínuas e devem ser evitadas emendas. 62/227

63 LAJES DE VIGOTAS 5.1. ESCORAMENTOS Campo de aplicação 63/227

64 ESCADAS 5.1. ESCORAMENTOS Campo de aplicação 64/227

65 5.1. ESCORAMENTOS Campo de aplicação COBERTURAS 65/227

66 PONTES 5.1. ESCORAMENTOS Campo de aplicação TubosVouga, IST 11/ /227

67 5.1. ESCORAMENTOS Exigências funcionais O ESCORAMENTO DEVE SER DIMENSIONADO DE FORMA A: (i) SUPORTAR O PESO DAS COFRAGENS, DAS ARMADURAS E DO BETÃO A SER APLICADO, BEM COMO DAS CARGAS QUE OCORRAM DURANTE A BETONAGEM (movimentação de pessoal, transporte do betão, etc.); (ii) IMPEDIR DEFORMAÇÕES QUE POSSAM ALTERAR AS DIMENSÕES DA PEÇA A BETONAR. A MONTAGEM DO ESCORAMENTO DEVE OBEDECER AO PROJECTO RESPECTIVO, DE MODO A GARANTIR-SE O CORRECTO FUNCIONAMENTO. 67/227

68 5.1. ESCORAMENTOS Exigências funcionais OS ESCORAMENTOS DEVEM OBEDECER AOS SEGUINTES REQUISITOS: ECONÓMICO; RESISTENTE; MODULAR; ADAPTÁVEL; AJUSTÁVEL; REUTILIZÁVEL; FÁCIL DE MONTAR; FÁCIL DE TRANSPORTAR. 68/227

69 5.1. ESCORAMENTOS Exigências funcionais AS ESCORAS DEVEM MANTER-SE DESEMPENADAS POIS QUALQUER IMPERFEIÇÃO PODE REDUZIR DE MANEIRA SIGNIFICATIVA A SUA RESISTÊNCIA. CASO SEJA NECESSÁRIO, DEVEM SER DIMENSIONADOS SISTEMAS DE TRAVAMENTO PARA PREVENIR FENÓMENOS DE INSTABILIDADE > FLECHA = < VERTICALIDADE 69/227

70 5.1. ESCORAMENTOS Exigências funcionais AS FUNDAÇÕES DAS ESCORAS SÃO PONTOS CRÍTICOS AS TÁBUAS UTILIZADAS COMO SAPATAS DEVEM ESTAR ASSENTES SOBRE O MESMO TIPO DE SOLO AO LONGO DO SEU PERÍMETRO AS ESCORAS DEVEM APOIAR-SE EM ELEMENTOS HORIZONTAIS DE DIMENSÃO SUFICIENTE PARA DISTRIBUIR E DIVIDIR AS CARGAS UNIFORMEMENTE 70/227

71 5.1. ESCORAMENTOS Exigências funcionais QUANDO AS ESCORAS ASSENTAM DIRECTAMENTE NO SOLO, ESTE DEVE SER DE BOA CONSISTÊNCIA E SEM SER SUSCEPTÍVEL À EROSÃO OU AO DESMORONAMENTO. OPÇÕES QUANDO O TERRENO NÃO TIVER CAPACIDADE RESISTENTE SUFICIENTE: (i) REGULARIZAÇÃO DO TERRENO COM BRITA; (ii) EXECUÇÃO DE SAPATAS EM BETÃO POBRE; (iii) EXECUÇÃO DE ESTACAS. 71/227

72 5.1. ESCORAMENTOS ESCORAMENTOS EM MADEIRA Ferramentas utilizadas: serrote; fita métrica; nível; martelo; fio-de-prumo Equipamentos 72/227

73 ESCORAMENTOS METÁLICOS 1- EXTREMIDADE EM U 2- EXTREMIDADE PLANA 5.1. ESCORAMENTOS Equipamentos 3- EXTREMIDADE PLANA 4- BASE EM RODA 5- FERRAMENTA DE APOIO 6- FERRAMENTA DE APOIO 7- EXTREMIDADE REFORÇADA 8- BASE AJUSTÁVEL 73/227

74 5.1. ESCORAMENTOS Técnicas T de execução AS TÉCNICAS DE EXECUÇÃO VARIAM CONFORME O TIPO DE ESCORAMENTO E O TIPO DE ELEMENTO A EXECUTAR OS ESCORAMENTOS ESTÃO INTIMAMENTE RELACIONADOS COM AS COFRAGENS E DEPENDEM DO TIPO DESTAS PARA SE DEFINIR O MODO DE EXECUÇÃO 74/227

75 5.1. ESCORAMENTOS Técnicas T de execução REGRAS GERAIS PARA A MONTAGEM DO ESCORAMENTO - TODAS AS ESCORAS E OUTROS ELEMENTOS DO ESCORAMENTO DEVEM SER APLICADOS COM OS ESPAÇAMENTOS CORRECTOS; - TODOS OS PRUMOS E ESCORAS DEVERÃO SER ALINHADOS COM O EIXO DAS CARGA, CONTRAVENTADOS E RIGIDAMENTE LIGADOS ENTRE SI DE MODO A TRABALHAREM EM CONJUNTO E NÃO ISOLADAMENTE; 75/227

76 5.1. ESCORAMENTOS Técnicas T de execução REGRAS GERAIS PARA A MONTAGEM DO ESCORAMENTO - TODOS OS ELEMENTOS VERTICAIS DE ESCORAMENTO DEVEM APOIAR-SE EM ELEMENTOS DE MAIOR DIMENSÃO (SE NECESSÁRIO, SAPATAS) A FIM DE DISTRIBUIR OS ESFORÇOS E GARANTIR A FIXAÇÃO DAS BASES. 76/227

77 5.1. ESCORAMENTOS Técnicas T de execução REMOÇÃO DO ESCORAMENTO A RETIRADA DO ESCORAMENTO DEVE SER EFECTUADA SEM CHOQUES, OBEDECENDO A UM PROGRAMA ELABORADO DE ACORDO COM O TIPO DE ESTRUTURA. 77/227

78 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Introdução DEFINIÇÃO As cofragens são moldes para dar forma aos elementos de betão armado, garantir o confinamento do betão fluido até ao seu endurecimento (cura do betão) e auto-sustentação. MATERIAIS Materiais mais utilizados na superfície de contacto com o betão: - madeira; - contraplacado; - aglomerados; - aço; - alumínio; - PVC; - fibra de vidro (FRP). 78/227

79 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Introdução CARACTERÍSTICAS EXIGIDAS ÀS COFRAGENS - Fácil betonagem e descofragem; - permitir que o betão preencha todos os espaços vazios; - permitir a correcta vibração do betão; - resistência às tensões provocadas pelo processo construtivo (betonagem, vibração e bombagem); - indeformabilidade e desempeno da superfície - manter o betão com a forma pretendida até ao seu endurecimento, garantindo a integridade do elemento estrutural; - estanqueidade - cofragem e juntas entre placas e painéis suficientemente estanques para impedir a perda dos finos; - tratamento da superfície adequado ao acabamento prescrito (em particular, para produzir superfícies de betão à vista); - reutilização com poucas reparações; - fácil limpeza dos moldes. 79/227

80 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Introdução ASPECTOS IMPORTANTES NA EVOLUÇÃO DAS COFRAGENS - Aumento da rapidez de execução das peças (fabrico, montagem e desmontagem); - redução da mão de obra envolvida nas operações; - aumento da durabilidade dos materiais e elementos dos sistemas de cofragem; - adaptação dos sistemas às necessidades de estaleiro (geométricas e resistência); - aumento da rotatividade do equipamento. 80/227

81 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Introdução QUALIDADE DO PRODUTO ACABADO A qualidade final do produto acabado (elementos de betão armado) é muito afectada pela melhor ou pior concepção e utilização dos recursos associados à cofragem: - cofragens propriamente ditas; - respectivos escoramentos; - agente descofrante; - elementos secundários; - tempo e processo de descofragem. 81/227

82 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Classificação geral Cofragens recuperáveis Cofragens perdidas Cofragens descartáveis Tradicionais Semi-racionalizadas ou tradicionais melhoradas Racionalizadas Especiais Estruturais ou colaborantes Não-estruturais ou não-colaborantes Ligeiras ou desmembráveis Semi-desmembráveis Pesadas ou monolíticas Vigas de lançamento Carro de avanço Pneumáticas Pré-lajes Pavimentos aligeirados Chapas de aço galvanizado Abobadilhas Blocos de material expandido Cofragem plásticas 82/227

83 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis tradicionais DEFINIÇÃO As cofragens tradicionais são executadas integralmente com barrotes e tábuas de madeira maciça, sem recurso a outros materiais, ainda que possam ser criadas assemblagens de tábuas e barrotes sob a forma de taipais e estrados e também possa existir alguma normalização ao nível das dimensões dos elementos. 83/227

84 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis tradicionais VANTAGENS - realização de peças com qualquer forma geométrica; - versatilidade, em obras em que a sua dimensão e/ou arquitectura não proporcionam grande facilidade para aplicação de sistemas racionalizados. DESVANTAGENS - pequeno número de reutilizações; - forte incidência de mão-de-obra; - elevados tempos de cofragem / descofragem; - dificuldade de limpeza dos moldes. 84/227

85 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis tradicionais PROPRIEDADES IMPORTANTES PARA O USO DA MADEIRA EM COFRAGENS TRADICIONAIS - Material abundante na natureza e praticamente apto a ser utilizado; - material com resistência significativa e leve, facilitando transporte e movimentação; - corte e ligações fáceis; - permite a obtenção de boas/razoáveis superfícies de acabamento; - material relativamente barato; - material com tradição em Portugal; - garante bom isolamento térmico ao betão fresco (Inverno). 85/227

86 UTILIZAÇÃO 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis tradicionais SAPATAS PILARES LAJES VIGAS 86/227

87 UTILIZAÇÃO 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis tradicionais MUROS E PAREDES ESCADAS 87/227

88 FERRAMENTAS 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis tradicionais 1 - serra de carpinteiro 2 - plaina manual 3 - rebarbadora 4 - pé-de-cabra 5 - régua de nível 6 - esquadro 88/227

89 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis tradicionais FERRAMENTAS 7 - serra eléctrica 8 - martelo 9 - mesa de corte de madeira 89/227

90 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis semi-racionalizadas DEFINIÇÃO Este sistema introduziu alguns elementos de natureza diferente dos que são utilizados nos sistemas tradicionais. PRUMOS METÁLICOS TUBULARES E RESPECTIVOS ACESSÓRIOS 90/227

91 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis semi-racionalizadas DEFINIÇÃO Este sistema introduziu alguns elementos de natureza diferente dos que são utilizados nos sistemas tradicionais. VIGA DE MADEIRA MACIÇA EM I VIGAS METÁLICAS EXTENSÍVEIS 91/227

92 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis semi-racionalizadas DEFINIÇÃO Este sistema introduziu alguns elementos de natureza diferente dos que são utilizados nos sistemas tradicionais. PAINÉIS DE CONTRAPLACADO 92/227

93 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis racionalizadas DEFINIÇÃO São constituídas por elementos normalizados, fabricados em materiais que admitem um elevado número de reutilizações, e entre si ligados de modo a permitirem uma fácil montagem e desmontagem. TIPOS De acordo com o peso/dimensão crescente das unidades elementares que constituem os sistemas e das respectivas ligações, ter-se-á: Ligeiras ou desmembráveis Semi-desmembráveis Pesadas ou monolíticas 93/227

94 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis racionalizadas LIGEIRAS OU DESMEMBRÁVEIS - SISTEMA EM PAINÉIS IS DEFINIÇÃO Estes sistemas são os que contemplam uma separação entre os elementos de suporte e os de cofragem, sendo que estes últimos são desmembrados em módulos. VANTAGENS RELATIVAMENTE AOS OUTROS SISTEMAS RACIONALIZADOS - maior versatilidade; - maior flexibilidade; - facilidade de transporte; - maior facilidade de adaptação a várias formas geométricas. TIPOS Dentro deste grupo de cofragens, destacam-se os seguintes subgrupos: Sistema em painéis para paredes, pilares e vigas; Sistema em painéis para lajes; 94/227

95 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis racionalizadas SISTEMA EM PAINÉIS IS PARA PAREDES, PILARES E VIGAS Existe uma vasta gama de medidas de painéis por forma a cobrir as diferentes necessidades impostas em obra. Execução de paredes Execução de vigas Execução de pilares 95/227

96 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis racionalizadas SISTEMA EM PAINÉIS IS PARA PAREDES, PILARES E VIGAS TIPOS Em função dos materiais utilizados no quadro de suporte e no seu revestimento, estes sistemas podem ser classificados em: 1. Sistema de contraplacado com quadro em aço galvanizado 2. Sistema de contraplacado com quadro em alumínio 96/227

97 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis racionalizadas SISTEMA EM PAINÉIS IS PARA PAREDES, PILARES E VIGAS TIPOS Em função dos materiais utilizados no quadro de suporte e no seu revestimento, estes sistemas podem ser classificados em: 3. Sistema de contraplacado com quadro em vigas de madeira 4. Sistema de quadro e revestimento metálico 97/227

98 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis racionalizadas SISTEMA EM PAINÉIS IS PARA PAREDES, PILARES E VIGAS A conexão entre painéis de parede pode ser feita com diversos acessórios. GRAMPOS DE FIXAÇÃO ESQUADROS EXTERIORES 98/227

99 5.2. SISTEMAS DE COFRAGEM Cofragens recuperáveis racionalizadas SISTEMA EM PAINÉIS IS PARA PAREDES, PILARES E VIGAS A conexão entre painéis de parede pode ser feita com diversos acessórios. ANCORAGENS VIGAS RIGIDIFICADORAS 99/227

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