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1 /2014 pt-br Os especialistas em fôrmas. Dokaflex Manual do usuário Instruções de montagem e utilização

2 Introdução Manual do usuário Dokaflex ção Introdu- by Doka Industrie GmbH, mstetten /2014

3 Introdução Índice 4 Introdução 4 Instruções básicas de segurança 7 Eurocodes na Doka 8 Serviços Doka 10 Descrição do produto 12 Sistema lógico para todas as lajes de até 30 cm de espessura 13 Instruções de montagem e utilização 20 daptabilidade 21 Componentes do sistema de Dokaflex também para lajes com mais de 30 cm de espessura 22 Fôrma da laje na região da borda 24 Soluções de suporte 25 Suporte de fixação de viga secundária 26 Fôrmas das bordas 28 Proteção contra queda na estrutura 30 Gravata de viga 31 Viga de periferia sem laje interna (isolada) 32 Viga de borda com laje interna 34 Combinações 35 Planejamento da fôrma com Tipos-Doka 36 Transporte, empilhamento e armazenagem 42 Escoras para reescoramento, tecnologia de concreto e desfôrma 44 Visão geral de componentes /2014 3

4 Introdução Manual do usuário Dokaflex Instruções básicas de segurança Introdução Grupos de usuários Este documento se dirige a todas as pessoas que trabalham com o produto/sistema Doka descrito e contém informações sobre o projeto padrão visando a montagem e utilização corretas do sistema descrito. Todas as pessoas que trabalhem com o respectivo produto devem estar familiarizadas com o conteúdo deste documento e as instruções de segurança nele contidas. O cliente deve instruir as pessoas que não saibam ler e não compreendam, completa ou parcialmente, este documento. O cliente deverá certificar-se de que as informações disponibilizadas pela Doka (por exemplo, manual do usuário, instruções de montagem e utilização, manuais de instruções de funcionamento, plantas, etc.) estão presentes e atualizadas, são do conhecimento das pessoas afins e estão à disposição dos usuários no local de utilização. Na presente documentação técnica e nas respectivas plantas de utilização de fôrmas, a Doka aponta medidas de segurança no trabalho visando a utilização dos produtos Doka nos casos de utilização apresentados. Em todo o caso, o usuário tem a obrigação de garantir o cumprimento das leis, normas e regulamentos nacionais de proteção ao trabalhador durante todo o projeto e, se necessário, tomar medidas adicionais ou alternativas em matéria de segurança no trabalho. valiação dos perigos O cliente é responsável pela montagem, documentação, implementação e revisão de uma avaliação dos perigos em cada obra. Este documento serve de base para uma avaliação específica dos perigos da obra e para as instruções visando a disponibilização e utilização do sistema pelo usuário. Porém, o mesmo não as substitui. Notas relativas a este documento Este documento pode servir de instruções de montagem e utilização de âmbito geral ou pode ser incorporado nas instruções de montagem e utilização específicas da obra. s ilustrações apresentadas neste documento correspondem, em parte, a etapas de montagem e, por isso, não estão sempre completas do ponto de vista da segurança. Os equipamentos de segurança eventualmente não apresentados nestas ilustrações devem, no entanto, ser utilizados pelo cliente de acordo com as normas em vigor. Outras instruções de segurança, especialmente avisos, serão encontradas nos diferentes capítulos! Planejamento Prever locais de trabalho seguros para utilização da fôrma (por exemplo: para os trabalhos de montagem e desmontagem, modificação, reposicionamento, etc.). Devem ser garantidos acessos seguros aos locais de trabalho! Desvios relativos às informações fornecidas neste documento ou aplicações diferentes das indicadas requerem uma análise separada da estática e instruções de montagem suplementares. Normas / segurança no trabalho Para uma aplicação e utilização segura dos nossos produtos devem ser respeitadas as leis, as normas e os regulamentos em vigor nos respectivos estados e países relativos à segurança no trabalho e outras normas de segurança aplicáveis. Se uma pessoa ou um objeto cair contra ou na proteção lateral ou qualquer um dos seus acessórios, o componente afetado só deve continuar a ser utilizado após ter sido inspecionado e liberado por um especialista /2014

5 Regras aplicáveis em todas as fases da utilização O cliente deve certificar-se de que a montagem, a desmontagem, o reposicionamento e a utilização correta do produto aconteçam de acordo com as leis, as normas e os regulamentos em vigor e sob supervisão de pessoas devidamente habilitadas. s faculdades físicas e mentais dessas pessoas não podem estar comprometidas pelo álcool, medicamentos ou drogas. Os produtos Doka são meios técnicos auxiliares destinados apenas ao uso industrial de acordo com o respectivo manual do usuário da Doka ou outra documentação técnica elaborada pela Doka. estabilidade de todos os componentes e unidades deve ser sempre garantida em todas as fases da construção! s instruções técnicas e funcionais, instruções de segurança e capacidades de carga devem ser rigorosamente observadas e respeitadas. O não cumprimento pode provocar acidentes e graves danos para a saúde (perigo de morte), bem como elevados danos materiais. Não são permitidas fontes de fogo na área da fôrma. Só são permitidos aparelhos de aquecimento se utilizados por pessoal especializado e a uma distância segura da fôrma. Os trabalhos devem ser ajustados às condições atmosféricas (por exemplo, perigo de escorregar). No caso de condições atmosféricas extremas devem ser tomadas medidas preventivas para segurança do equipamento e das áreas adjacentes, bem como para proteção dos trabalhadores. Todas as ligações devem ser verificadas regularmente quanto ao encaixe e funcionamento corretos. Em particular, as uniões aparafusadas e pinadas, independentemente do desenvolvimento dos trabalhos na obra e, especialmente, após acontecimentos excepcionais (por exemplo, após uma tempestade), devem ser verificadas e, eventualmente, reapertadas. É expressamente proibido soldar e aquecer produtos Doka, especialmente componentes de ancoragem, suspensão, conexão e fundição, etc. solda produz mudanças estruturais graves nos materiais desses componentes. Esta leva a uma redução dramática na carga de quebra, constituindo um alto risco para a segurança. Só podem ser soldados aqueles produtos expressamente identificados na documentação da Doka. Montagem Introdução O material/sistema deve ser inspecionado pelo cliente antes da sua utilização, para certificar-se de que está em bom estado. Componentes danificados, deformados ou enfraquecidos devido a desgaste, corrosão ou apodrecimento não devem ser utilizados. combinação dos nossos sistemas de fôrmas com sistemas de outros fabricantes acarreta riscos que podem gerar danos à saúde e danos materiais, requerendo, por isso, uma verificação cuidadosa. montagem deve ser realizada de acordo com as leis, as normas e os regulamentos em vigor por pessoas habilitadas nomeadas pelo cliente, devendo ser cumpridas eventuais obrigações de fiscalização. Não são permitidas alterações nos produtos da Doka, constituindo estas um risco para a segurança. Fôrma Os produtos/sistemas da Doka devem ser montados de maneira que todas as cargas exercidas sobre os mesmos sejam transferidas com segurança! Concretagem Respeitar as pressões admissíveis do concreto. Velocidades de concretagem demasiado elevadas provocam sobrecarga nas fôrmas, causam maiores deflexões e acarretam o risco de rompimento. Desfôrma Os trabalhos de desfôrma só devem ser realizados depois que o concreto atingir uma boa resistência e depois que a pessoa responsável solicitar a sua execução. Durante a desfôrma, não utilizar a grua para separar a fôrma. Devem ser utilizadas ferramentas adequadas, como por exemplo cunha de madeira, pé-decabra ou dispositivos do sistema, tais como canto de desfôrma Framax. Durante a desfôrma não deve ser prejudicada a estabilidade de qualquer parte da construção, andaime e fôrma! /2014 5

6 Introdução Manual do usuário Dokaflex Transporte, empilhamento e armazenagem Devem ser respeitadas todas as normas relativas ao transporte de fôrmas e andaimes. Devem ser, além disso, obrigatoriamente utilizados os dispositivos auxiliares de elevação da Doka. Remover as peças soltas ou protegê-las contra deslizamento e queda! Todos os componentes devem ser armazenados em local seguro, devendo para isso ser respeitadas as instruções especiais da Doka que se encontram nos respectivos capítulos deste documento! Manutenção Devem ser utilizadas exclusivamente peças genuínas Doka como peças sobressalentes. Reparos só devem ser realizados pelo fabricante ou por oficinas autorizadas. Particularidades Estão resguardadas alterações no âmbito do avanço técnico. Símbolos Neste documento são utilizados os seguintes símbolos: Nota importante O não cumprimento pode dar origem a falhas de funcionamento ou danos materiais. CUIDDO / VISO / PERIGO O não cumprimento pode causar danos materiais e graves danos à saúde (perigo de morte). Instrução Este símbolo indica que são necessárias ações por parte do usuário. Inspeção visual Indica que as ações realizadas devem ser controladas através de uma inspeção visual. Sugestão presenta dicas de aplicação úteis. Referência ponta para outros documentos /2014

7 Introdução Eurocodes na Doka Em 2007, foi criada na Europa um conjunto de normas uniformes para a construção civil, os chamados Eurocodes (EC). Estas normas servem de base aplicável a nível europeu para especificações de produtos, propostas de concorrência e processos de verificação matemática. Os EC representam a nível mundial as normas mais avançadas no setor da construção civil. No Grupo Doka, os EC são utilizados como norma desde Deste modo, as normas DIN deixam de ser utilizadas como padrão para o dimensionamento dos produtos. Com os EC, o generalizado "conceito admissível " (comparação das tensões existentes com as admissíveis) é substituído por um novo conceito de segurança. Os EC comparam a ação (carga) à resistência (capacidade de carga). O anterior fator de segurança nas tensões admissíveis é dividido em vários valores de segurança parciais. O nível de segurança mantém-se igual! E d R d E d F d F k F Valor de cálculo do efeito de uma ação (E... ação; d... cálculo) Forças internas de uma ação F d (V Ed, N Ed, M Ed ) Valor de cálculo de uma ação R d Valor de cálculo de resistência (R... resistência; d... cálculo) Capacidade de carga da seção transversal (V Rd, N Rd, M Rd ) ço: R d = R k Madeira: R d = k mod Rk F d = F F k M M (F... força) Valor característico de uma ação R k Valor característico de resistência "carga real", carga útil por exemplo, resistência do momento ao limite (k... característico) de escoamento por exemplo, peso próprio, carga útil, pressão do concreto, vento Coeficiente parcial de segurança relativo a ações (lado da carga; F... força) por exemplo, peso próprio, carga útil, pressão do concreto, vento Valores da EN M k mod Coeficiente parcial de segurança relativo às propriedades dos materiais (lado do material; M... material) por exemplo, aço ou madeira Valores da EN Fator de modificação (somente para madeira considerar a umidade e a duração da ação de carga) por exemplo, para as vigas Doka H20 Valores conforme EN e EN Comparação entre os conceitos de segurança (exemplo) Conceito admissível Conceito EC/DIN [kn] 60<70 [kn] 60 [kn] F cedência ~ 1.65 F admissível F actuante R [kn] k R 90<105 [kn] d M =1.1 E 90 [kn] d F = Os "valores admissíveis" comunicados na documentação da Doka (por exemplo: Q admissível = 70 kn) não correspondem aos valores de cálculo (por exemplo: V Rd = 105 kn)! Não confundir os valores! Na nossa documentação continuarão sendo indicados os valores admissíveis. Foram considerados os seguintes coeficientes parciais de segurança: F = 1,5 M, madeira = 1,3 M, aço = 1,1 k mod = 0,9 Desta maneira é possível determinar, a partir dos valores admissíveis, todos os valores de cálculo necessários para um cálculo EC. F atuante F admissível Fator de carga E d R d /2014 7

8 Introdução Manual do usuário Dokaflex Serviços Doka Suporte em todas as fases do projeto Doka oferece uma ampla variedade de serviços com um único objetivo: contribuir para o seu sucesso na obra. Cada projeto é único. No entanto, todos os projetos de construção têm algo em comum, ou seja, uma estrutura básica com cinco fases. Doka conhece as diferentes exigências dos seus clientes e apoia-os com serviços de consultoria, planejamento e outros visando garantir uma implementação eficaz da sua tarefa de fôrma com os nossos produtos em cada uma dessas fases Fase de desenvolvimento do projeto Fase de proposta Fase do projeto executivo Tomar decisões bem fundamentadas graças à consultoria profissional Otimizar o trabalho preliminar com a Doka como parceiro experiente plicação controlada da fôrma para uma maior eficiência através de conceitos de fôrma perfeitamente calculados Encontrar as melhores soluções relativas a fôrmas através de ajuda no processo de concorrência análise minuciosa da situação inicial avaliação objetiva dos riscos de planejamento, execução e tempo Redução substancial de: riscos econômicos durante a execução da obra riscos técnicos durante os trabalhos de fôrma tendo uma base ideal de cálculo do tempo Desde o início planejando custos com eficiência: propostas detalhadas determinação precisa das quantidades de materiais coordenação de logística e transporte /2014

9 Introdução Execução da obra (estrutura) 4 5 Conclusão da obra (estrutura) s suas vantagens com consultoria profissional: Economia de custos e ganhos de tempo Consultoria e suporte já desde o início ajudam na escolha certa e na aplicação planejada dos sistemas de fôrmas. Você atinge um aproveitamento ideal do material e um trabalho eficaz de fôrma através dos fluxos de trabalho corretos. Utilização otimizada dos recursos com a ajuda dos especialistas em fôrmas da Doka Otimização do fluxo de trabalho: planejamento exato da utilização técnicos de projeto com experiência internacional logística de transporte ajustada suporte no local Conclusão positiva com suporte profissional Os serviços da Doka são sinônimos de transparência e eficiência, oferecendo: devolução conjunta das fôrmas opção de desmontagem de fôrmas especiais por profissionais limpeza eficiente e recondicionamento com equipamento especial Maximização da segurança no trabalho Consultoria e suporte na aplicação correta e planejada garantem uma maior segurança no trabalho. Transparência Serviços e custos transparentes evitam a necessidade de improvisação durante o projeto e surpresas no final. Redução dos custos posteriores Uma consultoria profissional sobre a seleção, qualidade e aplicação correta evita defeitos do material e minimiza o desgaste /2014 9

10 Descrição do produto Dokaflex o sistema manual flexível para lajes Menos componentes do sistema - todos perfeitamente coordenados O sistema Dokaflex pode ser facilmente adaptado a qualquer geometria através do transpasse das vigas Doka H20 top. O dimensionamento dos materiais é realizado por régua de cálculo, permitindo reduzir significativamente os custos com o planejamento e a preparação dos trabalhos. sem necessidade de cálculos de dimensionamento, porque indica a distância máxima para uma espessura de laje até 30 cm basta olhar para saber se a montagem foi realizada corretamente Outras vantagens: regiões de arremate no sistema com fácil adaptação a paredes e pilares alturas de escoramento de até 5,50 m escolha livre da chapa sem necessidade de medições O sistema Dokaflex é especialmente adequado para espaços confinados, em que a superestrutura pode se apoiar nas paredes de todos os lados. s forças horizontais nas bordas expostas das lajes, vigas de borda e degraus em painéis de lajes devem ser contidas com tirantes de reforço ou suporte. B E C D F /2014

11 () Chapa ProFrame 1) revestimento especial para uma excelente qualidade da superfície do concreto utilizável de ambos os lados proteção das arestas em todo o entorno para uma longa vida útil segurança no trabalho otimizada devido ao risco reduzido de escorregar fácil limpeza com limpador de alta pressão economia de espaço na armazenagem e no transporte 1) Como alternativa podem ser utilizadas as chapas Doka 3-SO. Respeitar as instruções contidas no manual do usuário "Chapas"! (B) Viga Doka H20 top 3,90m e 2,65m vigas primárias (3,90 m) e secundárias (2,65 m) facilmente distinguíveis amortecedores integrados nas extremidades das vigas para reduzir danos e longa vida útil pontos de posicionamento predefinidos como marcas de referência para montagem e controle Respeitar as instruções contidas no manual do usuário "Vigas de fôrma de madeira"! (C) Cabeça múltipla H20 rebaixável função de abaixamento rápido integrada para uma desfôrma segura estabiliza as vigas primárias contra tombamento (E) Escoras Doka Eurex 20 top homologadas segundo Z escora conforme EN todas as extensões da classe D - até 3,50 m adicionalmente classe B - até 4,00 m adicionalmente classe C (para informações detalhadas, consulte Homologação ou Ensaio de tipo) elevada capacidade de carga - capacidade de carga admissível da Eurex 20 top: 20 kn furos de encaixe numerados para regulagem da altura graças à geometria especial da rosca, a escora pode ser facilmente solta, mesmo quando sujeita a uma carga elevada as alças de aperto curvas reduzem o perigo de acidentes e facilitam a operação Nota: s escoras podem ser prolongadas com a extensão de escora 0,50m (ter atenção a capacidade de carga reduzida). Respeitar as instruções contidas no manual do usuário "Escoras Eurex top"! Respeitar as instruções contidas no manual do usuário "Extensão de escora 0,50m"! escora Doka Eurex 20 top 700 só pode ser utilizada com extensão limitada. Respeitar as instruções contidas no manual do usuário "Escora Doka Eurex 20 top 700"! (D) Cabeça simples H20 DF (F) Tripé auxilia na montagem das escoras as pernas articuladas permitem uma montagem flexível mesmo em espaços apertados, tais como paredes ou cantos fácil montagem na escora para fixação das escoras intermediárias na viga primária /

12 Sistema lógico para todas as lajes de até 30 cm de espessura lógica simples do sistema Dokaflex permite eliminar a necessidade de planejamento e preparação do s trabalhos. determinação das quantidades é realizada por régua de cálculo de materiais B 4 D C Distâncias e posições dos componentes Quer as vigas estejam sobre, entre ou junto às marcas, as distâncias máximas estão sempre visíveis. montagem correta pode ser inspecionada através de um simples olhar e sem medições. x Escora Eurex + cabeça múltipla H20 rebaixável + tripé B Escora Eurex + cabeça simples H20 DF C Viga Doka H20 top 2,65m (viga secundária) D Viga Doka H20 top 3,90m (viga primária) Vigas primárias e secundárias x... 0,5 m Marca viga Doka H16 top com 3,90 m de comprimento é utilizada como viga primária e a viga com 2,65m de comprimento como viga secundária. direção das vigas primárias deve ser transversal em relação à direção de comprimento/largura ímpar de uma divisão (5 m, 7 m, 9 m,...). Isso garante um melhor aproveitamento do sistema. 1 marca = 0,5 m distância máxima entre vigas secundárias distância máxima da viga de borda distância mínima nos transpasses sobre as vigas primárias 2 marcas = 1,0 m distância máxima entre escoras Formato das chapas s chapas ProFrame nos formatos 200/50cm e 250/50cm (21 ou 27mm), devido às suas dimensões, encaixam perfeitamente na modulação do sistema Dokaflex. 4 marcas = 2,0 m distância máxima entre vigas primárias /2014

13 Instruções de montagem e utilização Nota importante: lém deste manual, respeitar obrigatoriamente as instruções contidas no capítulo "Escoras auxiliares, tecnologia de concreto e desfôrma". Fôrma Colocar o tripé rápido. Não aplicar óleo ou lubrificante nas uniões por cunha. Colocar a escora no tripé e fixar com a alavanca de fixação. fixação correta deve ser verificada novamente antes do início da montagem da fôrma. Montar as escoras ssentar as vigas primárias e secundárias na borda. s marcas na viga indicam as distâncias máximas: - 4 marcas para vigas primárias - 6 marcas para escoras com tripé justar a altura das escoras com grampo de aperto. Montagem nos cantos ou nas paredes Se não for possível abrir completamente os tripés nos cantos de edifícios, aberturas das lajes, etc., recomendamos a fixação do tripé em outra escora, de maneira que permita a abertura total das pernas do tripé numeração dos furos de encaixe facilita a regulagem da altura. CUIDDO No caso de reposicionamento das escoras com cabeças múltiplas rebaixáveis, estas devem ser protegidas contra queda com pinos com pinça 16mm. O mesmo se aplica no caso de transporte na posição horizontal. Colocar a cabeça múltipla H20 rebaixável na escora. Garantir a posição de rebaixamento (a)! Girar as cabeças múltiplas rebaixáveis na viga primária marginal, de modo que a cunha também possa ser aberta durante a desfôrma. a Espaço livre a entre a cunha e a placa de cabeça: 6 cm /

14 Posicionamento das vigas primárias Posicionar as vigas primárias com o auxílio dos garfos nas cabeças múltiplas rebaixáveis. Montagem das vigas secundárias Montar as vigas secundárias sobrepostas com o auxílio dos garfos s cabeças múltiplas rebaixáveis devem receber tanto vigas individuais (no caso de escoras de extremidade) como vigas duplas (no caso de transpasses). TENÇÃO Só é permitido colocar cargas sobre a fôrma da laje (por exemplo, vigas, painéis, armação) após a colocação das escoras intermediárias! Distância máxima entre as vigas secundárias: 1 marca Se a colocação das chapas for realizada a partir do solo, prever sempre o número necessário de vigas secundárias para colocar a chapa seguinte. Certificar-se de que existe uma viga (ou vigas duplas) por baixo de cada união da chapa prevista Nivelar as vigas primárias para a altura das lajes O grampo para contraventamento B permite fixar sarrafo, pranchão ou tubo de andaime como reforço (travamento) diagonal nas escoras. Para evitar a inclinação das vigas secundárias durante a colocação das chapas, pode ser utilizado o suporte de fixação de viga secundária /2014

15 Montar a fôrma de borda da laje e a proteção contra queda Utilizar equipamento de proteção individual (E.P.I's) contra queda durante os trabalhos na borda da laje desprotegida (por exemplo, equipamento de segurança Doka). Montar a fôrma de borda da laje. Montar a proteção contra queda na borda da laje. Colocar as escoras intermediárias Nota importante: Colocar as escoras intermediárias exercendo pressão. Não é permitido colocar escoras com uma altura superior! Montar a cabeça simples H20 DF no tubo interior da escora e fixar com alça de aço para molas integrada Colocar as escoras intermediárias. C Respeitar as instruções contidas no manual do usuário "Grampo de fechamento de laje Doka"! Cabeça simples H20 DF B Viga Doka H C Furo na cabeça simples (para fixação com parafuso para aglomerado 4x35) B Distância máxima entre as escoras: 2 marcas /

16 Montar as chapas ProFrame - variante de montagem a partir de baixo Nota importante: Colocar as chapas ProFrame a partir de baixo nas vigas secundárias sempre com o auxílio do andaime móvel DF, da plataforma inicial de escadas 0,97m ou de torres de andaimes móveis ou escadas com plataforma disponíveis no mercado. Montar as chapas ProFrame na transversal em relação às vigas secundárias. Montar as chapas ProFrame - variante de montagem a partir de cima De acordo com as normas locais ou como resultado de uma avaliação dos perigos realizada pelo montador, pode ser necessária a utilização de equipamento de proteção individual (EPI's) contra queda durante a montagem a partir de cima. Montar as chapas ProFrame na transversal em relação às vigas secundárias /2014

17 Pulverizar as chapas ProFrame com óleo desmoldante de concreto Proteção Se necessário (por exemplo, na área da borda), fixar a chapa com pregos. Comprimento recomendado dos pregos: Espessura da chapa 21 mm - aprox. 50 mm Espessura da chapa 27 mm - aprox. 60 mm contra o vento Em grandes áreas para aumentar a estabilidade, a montagem - vigas primárias / vigas secundárias / chapas - devem ser realizadas de modo progressivo, conforme a construção avança. Garantir um apoio adequado nas paredes ou escoras. Se existir risco de tombamento devido ao vento, as áreas livres não fechadas da laje devem ser protegidas durante as pausas no trabalho e no final do dia de trabalho. Concretagem Para a proteção da superfície da chapa recomendamos a utilização de um vibrador com capa protetora de borracha /

18 Desfôrma Respeitar o tempo para desfôrma. Retirar as escoras intermediárias Retirar as escoras intermediárias e colocar no palete de acondicionamento. Baixar a fôrma da laje Baixar a fôrma da laje batendo com um martelo na cunha da cabeça múltipla rebaixável pós a remoção das escoras intermediárias permanece apenas uma escora em uma distância de 2,0 m na direção da viga secundária e de 3,0 m na direção da viga primária. Isso permite espaço suficiente para a movimentação de andaimes móveis e paletes de acondicionamento sem impedimentos. Retirar os componentes soltos Virar as vigas secundárias, retirar e colocar no palete para empilhamento. Manter as vigas que estão por baixo de uma união de chapas no local O andaime móvel DF permite montagem e desfôrma seguras a média altura. Retirar as chapas ProFrame e colocar no palete de acondicionamento. andaime dobrável com rodas em liga leve altura de trabalho variável até 3,50 m (altura máx. da plataforma: 1,50 m) largura do andaime: 0,75 m Para alturas maiores, a torre de andaime móvel Z é particularmente adequada Retirar as restantes vigas secundárias e as vigas primárias e colocar no palete de acondicionamento /2014

19 Retirar as escoras 1) Segurar o tubo interior com uma mão. 2) brir o grampo de aperto para soltar o tubo interior. Guiá-lo com a mão e baixá-lo para dentro do tubo exterior. 1 Colocar as escoras auxiliares ntes de iniciar a concretagem da laje superior, colocar escoras de reescoramento. Para mais informações (número de escoras, etc.), consulte o capítulo "Escoras auxiliares, tecnologia de concreto e desfôrma" Colocar os tripés e as escoras no palete de acondicionamento. Separar, preferencialmente, as escoras e as cabeças múltiplas rebaixáveis (as escoras podem ser arrumadas de modo mais eficiente no palete de acondicionamento) /

20 daptabilidade rremates e ajustes s regiões de arremates são solucionadas no sistema - sem acessórios especiais. adaptação necessária é feita com o transpasse das vigas Doka e a inserção de tiras de chapa. Grelha e flexibilidade em um único sistema Dokaflex também se adapta a geometrias difíceis daptação na borda daptação na área dos pilares B B Chapa ProFrame B Tiras de chapa na região de arremate direção das fibras da camada de cobertura () deve ser na transversal em relação aos apoios (B) B /2014

21 Componentes do sistema de Dokaflex também para lajes com mais de 30 cm de espessura penas um sistema na obra Não há necessidade de cálculos no caso de lajes de até 30 cm de espessura. Porém também é possível calcular as quantidades exatas dos mesmos componentes do sistema - relativamente à respectiva espessura da laje. De acordo com a carga da laje é, então, aplicada a quantidade realmente necessária de material de fôrma. Na obra, a régua de cálculos simples é particularmente adequada para a determinação das distâncias admissíveis entre vigas primárias e escoras Vigas de madeira para fôrmas H20 Espessura da laje [cm] Carga da laje 1) [kn/m 2 ] 1) Em conformidade com a norma EN 12812, deve ser levada em conta uma carga móvel de 0,75 kn/m 2 e uma carga variável de 10% de uma laje de concreto maciça, no mínimo de 0,75 kn/m 2, porém não mais de 1,75 kn/m 2 (com uma densidade do concreto fresco de 25 kn/m 3 ). flexão a meio vão foi limitada a l/500. Em caso de lajes planas com espaços livres ocorrem cargas das lajes significativamente mais reduzidas. Distância entre vigas secundárias Distância máx. admissível entre vigas primárias [m] para distância entre vigas secundárias [m] de Distância máx. admissível entre escoras [m] para distância escolhida entre vigas primárias [m] de 0,500 0,625 0,667 0,750 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00 2,25 2,50 2,75 3,00 3, ,25 3,69 3,43 3,35 3,22 2,93 2,72 2,50 2,32 2,17 2,04 1,88 1,71 1,57 1, ,74 3,49 3,24 3,17 3,05 2,77 2,57 2,37 2,20 2,05 1,87 1,69 1,53 1, ,23 3,33 3,09 3,03 2,91 2,65 2,46 2,26 2,09 1,91 1,70 1,53 1,39 1, ,72 3,20 2,97 2,91 2,79 2,54 2,36 2,16 2,00 1,75 1,55 1,40 1,27 1, ,21 3,08 2,86 2,80 2,69 2,45 2,27 2,07 1,84 1,61 1,43 1,29 1, ,71 2,98 2,77 2,71 2,61 2,37 2,18 1,99 1,70 1,49 1,33 1,19 1, ,20 2,90 2,69 2,63 2,53 2,30 2,11 1,85 1,59 1,39 1,24 1,11 1, ,69 2,82 2,61 2,56 2,46 2,24 2,04 1,73 1,49 1,30 1,16 1,04 0, ,18 2,75 2,55 2,49 2,40 2,18 1,96 1,63 1,40 1,22 1,09 0, ,67 2,68 2,49 2,44 2,34 2,13 1,85 1,54 1,32 1,15 1,03 0, ,16 2,62 2,44 2,38 2,29 2,08 1,75 1,46 1,25 1,09 0,97 0, ,49 2,50 2,32 2,27 2,18 1,91 1,52 1,27 1,09 0,95 0, ,84 2,39 2,22 2,17 2,09 1,69 1,35 1,13 0,97 0,84 0, ,19 2,30 2,14 2,09 2,01 1,52 1,21 1,01 0,87 0,76 0, ,54 2,22 2,06 2,02 1,92 1,38 1,10 0,92 0,79 0,69 Espessura da laje [cm] Distância máx. entre vigas secundárias [m] com a chapa 3-SO 21mm 3-SO 27mm Dokaplex 18mm Dokaplex 21mm até 18 0,75 0,75 0,50 0,667 até 25 0,667 0,75 0,50 0,667 até 30 0,625 0,75 0,50 0,625 até 40 0,50 0,75-0,50 até 50 0,50 0,667-0, /

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