UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI GILMAR APARECIDO TELES DE AZEVEDO AVALIAÇÃO TÉCNICA PARA DEFINIÇÃO DE FÔRMAS NA CONTRUÇÃO CIVIL

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1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI GILMAR APARECIDO TELES DE AZEVEDO AVALIAÇÃO TÉCNICA PARA DEFINIÇÃO DE FÔRMAS NA CONTRUÇÃO CIVIL SÃO PAULO 2008

2 ii GILMAR APARECIDO TELES DE AZEVEDO AVALIAÇÃO TÉCNICA PARA DEFINIÇÃO DE FÔRMAS NA CONTRUÇÃO CIVIL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Orientador: Profº MSc Engº Fernando José Relvas SÃO PAULO 2008

3 iii GILMAR APARECIDO TELES DE AZEVEDO AVALIAÇÃO TÉCNICA PARA DEFINIÇÃO DE FÔRMAS NA CONTRUÇÃO CIVIL Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho em: 12 de novembro de Profº MSc Engº Fernando José Relvas Profº Nicholas Carbone Comentários:

4 iv Dedico este trabalho a todas as empresas e pessoas que de forma direta ou indiretamente, contribuíram para a elaboração deste TCC. E de forma especial a minha esposa Mônica e aos meus filhos, Lucas e Nicole.

5 v RESUMO Este trabalho de conclusão de curso tem como enfoque a Avaliação técnica para definição de fôrmas na construção civil. O trabalho trata dos materiais, métodos e procedimentos empregados para os diversos tipos de fôrmas existentes no mercado, com ênfase para o comparativo entre fôrma metálica e fôrma convencional de madeira. No comparativo são apresentados custos de mercado, correspondentes aos vários itens que compõem cada alternativa.

6 vi LISTA DE FIGURAS Figura :Componentes de uma fôrma e seu escoramento 12 Figura :Componentes de uma fôrma e seu escoramento 13 Figura :Componentes de uma fôrma e seu escoramento 14 Figura :Componentes de uma fôrma e seu escoramento 15 Figura :Aplicação de uma fôrma tipo Peri-Handset 22 Figura : Aplicação de uma fôrma tipo Mills SL Figura : Aplicação de uma fôrma tipo Rohr - Hand e Form 24 Figura : Aplicação de uma fôrma tipo Ulma - Comain 25 Figura : Aplicação de uma fôrma tipo Pesada 26 Figura : Detalhe construtivo de uma fôrma tipo Concreform SH 27 Figura : Conjunto de fôrmas deslizantes em fase de fabricação 30 Figura : Sistema de fôrmas mistas 32 Figura 6.1 : Reservatório escavado e locação das paredes 38 Figura 6.2 : Volume de terra escavado e bota-fora interno 38 Figura 6.3 : Detalhe de projeto primeira etapa de concretagem 39 Figura 6.4 : Detalhe de projeto segunda etapa de concretagem 40 Figura 6.5 : Início da escavação 43 Figura 6.6 : Início da fôrma e armação da fundação 44 Figura 6.7 : Concretagem do piso e armação das paredes 44 Figura 6.8 : Montagem dos painéis metálicos etapa I 45 Figura 6.9 : Montagem dos painéis metálicos etapa II 46 Figura 6.10 : Etapa final de concretagem 47

7 vii LISTA DE TABELAS Tabela Retirada de fôrmas Prazos mínimos 11 Tabela As características de cada sistema de fôrmas 34 Tabela Avaliação de etapas e índices de produtividade 39 Tabela Avaliação de prazos e número de homens 40 Tabela Comparativo de custo 41

8 viii LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS EPUSP Escola Politécnica da Universidade de São Paulo NB1 Norma Brasileira Nº. 1 SOBRATEMA SINDUSCON Sociedade Brasileira de Tecnologia para Equipamentos de Manutenção Sindicato da Indústria de Construção Civil do Estado de São Paulo

9 ix SUMÁRIO p. 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico MÉTODO DE TRABALHO JUSTIFICATIVA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Conceitos gerais sobre sistema de fôrma para estrutura de concreto Definição: fôrma e cimbramento Sistema de fôrma Importância da fôrma Influência da fôrma no prazo de execução da estrutura Influência da fôrma no custo total do empreendimento Dimensionamento das fôrmas Fôrmas de madeira para estruturas de concreto armado Conceitos gerais sobre fôrma metálica

10 x 5.4 Fôrmas deslizantes, e suas diversas características, finalidades e etapas de trabalho Descrição dos equipamentos e suas Finalidades Fôrmas trepantes, com enfoque para metodologia de execução, características principais e vantagens de utilização O Processo A metodologia Comparativos entre sistemas de fôrmas, de madeira e fôrmas metálicas ESTUDO DE CASO ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO A... 1

11 1. INTRODUÇÃO O estudo dos diversos tipos de fôrmas aplicados em construção civil vem mostrar a variedade de sistemas empregados de acordo com as finalidades a que se destinam. O uso adequado da fôrma está diretamente relacionado ao concreto a ser utilizado, como também da geometria da peça estrutural a ser concretada. Existem casos onde há até a necessidade de um projeto específico de fôrma, ou seja, material apropriado que irá resistir a determinadas cargas estruturais, vãos livres, pé direito etc. A metodologia que vem se empregando principalmente nas fôrmas convencionais de madeira, tem como objetivo otimizar custos, através da produtividade da mão de obra e do reaproveitamento das chapas de madeira. As fôrmas convencionais de madeira através do conjunto chamado fôrma e escoramento, permitiu o processo rápido de desforma, em média de 3 a 5 dias, agilizando assim prazos de execução e racionalização de custos, além de qualidade da obra. No mercado atual também já é muito freqüente a utilização de fôrmas metálicas. Este tipo de fôrma tornou-se atraente em função de serem reaproveitáveis e moduláveis e partindo desse pressuposto a economia e o custo benefício do uso da fôrma, dependem do prazo de execução e da repetitividade das peças estruturais. Este tipo de sistema reduz a mão de obra e precisa de pouca manutenção, apenas o custo final dependerá do planejamento da obra, pois tais fôrmas são normalmente alugadas e o custo está diretamente relacionado aos dias efetivamente utilizados. A fôrma metálica sempre será predominante para as grandes áreas de concretagem.

12 2. OBJETIVOS Mostrar métodos e procedimentos gerais para Avaliação técnica para definição de fôrmas na construção civil. 2.1 Objetivo Geral Mostrar métodos empregados para, avaliação técnica como também definição de utilização dos diversos tipos fôrmas na construção civil. Este trabalho também tem como meta, descrever os principais procedimentos de execução dentro das finalidades a que se destinam, comparando processos executivos, viabilidade econômica, características de material e prazo de execução. 2.2 Objetivo Específico Por meio de análise dos procedimentos de aplicação e utilização de fôrmas metálicas compará-las no aspecto de custo e prazo coma as fôrmas convencionais de chapa de madeira. Descrever o enfoque principal de aplicação das duas situações informadas, analisando custos de aquisição e locação, prazos de execução, índices de mão de obra, características técnicas, vantagens e desvantagens. Analisar o custo x benefício de uma forma metálica, quando do seu uso correto, em função da mão-de-obra qualificada e da agilidade do prazo de montagem e desmontagem e do acabamento final de uma estrutura de concreto armado. Para a avaliação do exposto acima foi utilizado o estudo de caso de um reservatório de água industrial cujo volume de armazenamento é de 257m³, sendo que foi construído na cidade de Guarulhos SP.

13 3 3. MÉTODO DE TRABALHO O método de trabalho empregado consistiu principalmente na pesquisa dos diversos tipos de fôrmas existentes, com enfoque principal para formas metálicas. Os fundamentos principais e a bibliografia principalmente utilizada, foram investigados em sites de empresas especializadas na fabricação e execução de fôrmas especiais. Para discorrer sobre a execução de fôrmas convencionais de madeira, foi utilizada literatura complementar e dados empíricos obtidos em obra. Foi utilizado o estudo de caso de uma obra industrial localizada no município de Guarulhos SP.

14 4 4 JUSTIFICATIVA O trabalho em questão foi elaborado com o intuito de obter dados reais sobre a aplicação de fôrmas na construção civil, principalmente analisando as suas adequadas aplicações em relação ao custo x benefício e ao prazo de execução. Entender e estar atualizado em relação aos mecanismos e procedimentos tecnológicos que estão sendo utilizados para reduzir custos e prazos é acelerar os mecanismos e processos de produção em obra.

15 5 5 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA São apresentados a seguir conceitos gerais sobre sistema de fôrma para estrutura de concreto, discorrendo sobre fôrmas de madeira, mostrando as dimensões das peças que compõem uma determinada estrutura projetada, como também a função de cada peça no contexto da referida estrutura. Também um enfoque para as fôrmas metálicas discorrendo sobre os tipos existentes, métodos executivos, índices de consumo de material e reaproveitamento. Também estão sendo apresentados dados gerais e conceitos superficiais sobre as fôrmas do tipo deslizante e trepantes. 5.1 Conceitos Gerais Sobre Sistema de Fôrma para Estrutura de Concreto. A tecnologia de fôrma, atualmente amplamente utilizada pela maioria das construtoras teve início nos canteiros de obra nos fins da década de 60, tendo o Eng. Toshio Ueno (EPUSP-58) como precursor. O desenvolvimento deu-se embasado nos conhecimentos da engenharia civil, complementado com as observações e experiências do dia-a-dia dos canteiros. O objetivo principal, na época, era a otimização dos custos através da melhoria da produtividade e do menor consumo de materiais com aumento do número de reaproveitamento dos mesmos. Uma das mudanças no processo produtivo de fôrma foi a da utilização de escoras estrategicamente distribuídas para permitir a retirada da maior parte das fôrmas (entre 80% a 90%) permanecendo uma pequena parte da fôrma, chamada de tiras de reescoramento, ainda com a estrutura em plena fase de cura, com idade entre 3 a 5 dias. Chamou-se, inicialmente, de reescoramento, pois as mesmas eram posicionadas 3 dias após concretagem das lajes e das vigas, antes do inicio do descimbramento. Atualmente, chamam-nas de escoras remanescentes, pois, a prática mostrou que é mais seguro quando as posicionamos antes ou durante a concretagem das vigas e lajes, conseguindo-se, desta maneira, melhor uniformidade de carregamento nas mesmas.

16 6 Os resultados obtidos com estas mudanças foram alem das expectativas iniciais, tendo-se o objetivo alcançado com louvor em poucos anos. Melhorou-se a produtividade pela redução do retrabalho na montagem e otimizou-se o uso dos materiais, reduzindo-os a apenas 1 jogo de fôrma (mais 3 ou 4 jogos complementares para escoras remanescentes) mesmo para ciclo de produção de 1 laje / semana, até então, comumente utilizados 3 jogos completos de fôrma Definição: fôrma e cimbramento De maneira sucinta, podemos dizer que a fôrma é um molde provisório que serve para dar ao concreto fresco a geometria e textura desejada, e de cimbramento, todos os elementos que servem para sustentá-lo até que atinja resistência suficiente para auto suportar os esforços que lhe são submetidos, conforme explica o Engº Paulo Assahi Sistema de fôrma Sistema é uma série de função ou atividade em um organismo que trabalha em conjunto em prol do objetivo do organismo. W. Edwards Deming. Podemos chamar de sistema de fôrma ao conjunto completo dos elementos que o compõem, incluindo-se: a própria fôrma, elementos de cimbramento, de escoramento remanescente, equipamentos de transporte, de apoio e de manutenção, etc. Podemos obtê-lo confeccionando-os totalmente ou parte dele no canteiro de obra mediante um projeto específico de produção de fôrma. Necessitamse, neste caso, dos insumos básicos como a chapa compensada, madeiras serradas e pregos, como também, dos equipamentos e ferramentas de carpintaria tais como: serra circular de bancada, serra manual, furadeiras, bancada de carpintaria, etc. O espaço para instalação da carpintaria é de, no mínimo 50m², sendo necessário outros 50m² para área de estoque dos insumos citados. A disponibilidade desses espaço sorna-se uma das pré-condições para escolha desta opção.a alternativa

17 7 quando não a tivere é a de aquisição ou locação do sistema já pronto, disponíveis no mercado. Entre vários sistemas de fôrma ofertados, a diferença reside principalmente no material utilizado nas suas partes, tanto na fôrma como no cimbramento, além das particularidades que personaliza cada sistema quanto à adequabilidade, praticidade, durabilidade e principalmente, ao preço, conforme explica o Engº Paulo Assahi Importância da fôrma A fôrma é um dos subsistemas dos muitos que compõem o sistema construtivo, todos trabalhando em prol das necessidades do empreendimento. Todos estes múltiplos subsistemas interdependem-se e contribuem para o resultado do todo. A fôrma, no entanto, tem uma particularidade única dentro deste contexto: é o que inicia todo o processo, e por isso, passa a ser referência para os demais, estabelecendo e padronizando o grau de excelência exigida para toda a obra. O desempenho do sistema de fôrma exerce forte influência na qualidade, prazo e custo do empreendimento, conforme explica o Engº Paulo Assahi Influência da fôrma no prazo de execução da estrutura No processo produtivo tradicional de edifícios (elementos estruturais moldados inloco ), a execução da estrutura sempre faz parte do caminho crítico na composição do cronograma físico. Desconsiderando-se alguns casos atípicos, a execução da estrutura consome, aproximadamente, 50% do prazo total de execução. Por sua vez, a fôrma é responsável por 60% deste, concluindo-se que ela consome 30 % do prazo total do empreendimento. Ou seja, as atividades de montagem da fôrma são responsáveis por, aproximadamente, 30% do caminho crítico do cronograma físico, elegendo-se uma das atividades de maior influencia no prazo de execução de qualquer empreendimento civil com estrutura em concreto armado ou protendido.

18 8 Ela é também a atividade iniciadora e cadenciadora dos demais subsistemas por ser a primeira, estabelecendo-se o ritmo de execução, marcado pelo seu ciclo e a sua freqüência, definindo o prazo total necessário do empreendimento, conforme explica o Engº Paulo Assahi Influência da fôrma no custo total do empreendimento O principal fator merecedor de cuidados é o seu potencial de gerar altos custos indiretos, tais como o de correção da estrutura, geralmente de valores significativos, ou o que induz custos adicionais a outros subsistemas pela falta de qualidade geométrica da estrutura originada pelo erro na escolha do sistema de fôrma ou pela má condução no gerenciamento de execução. Estes custos somados podem representar valores comparáveis ao da própria fôrma. Portanto, otimizar a fôrma deve significar otimizar a execução do empreendimento tendo-se como objetivo maior a qualidade da estrutura, condição fundamental para eliminação completa dos custos de desperdícios em todos os demais subsistemas, conforme explica o Engº Paulo Assahi Dimensionamento das fôrmas A fôrma é uma estrutura, portanto, deve ser dimensionada. O completo dimensionamento exige dois estudos distintos. O primeiro é o da fôrma e cimbramento, onde os cálculos são para proporcionar a rigidez e resistência necessária a cada um dos componentes do sistema, e o segundo, mais complexo, é a análise das ações construtivas que ocorrem sobre as estruturas moldadas, na maioria delas, ainda na fase prematura de cura do concreto. Para o primeiro estudo, o projetista utiliza-se dos conhecimentos técnicos de engenharia e também, o do comportamento dos materiais a serem utilizados, principalmente das madeiras serradas, diferenciadas para cada variedade existente no país. Estes, mesmo com a identificação da espécie, devem-se levar em consideração os fatores físicos

19 9 botânicos, tais como: idade da madeira, umidade, existência de nós e falhas, etc. A obtenção destas características físicas confiáveis é tarefa para instituições especializadas, impossíveis de realização no canteiro de obra, conforme explica o Engº Paulo Assahi. 5.2 Fôrmas de Madeira para Estruturas de Concreto Armado. A execução de estruturas de concreto armado exige a construção de fôrmas com dimensões internas correspondendo exatamente às das peças da estrutura projetada. A não ser em casos de peças de grande vãos e grandes alturas, cujas firmas exigem projetos e cálculos especiais. Não se calculam em geral as formas para edifícios comuns, as quais são executadas de acordo com a prática dos mestres de obras e superficialmente verificada pelos construtores. Essa circunstância tem ocasionado muita diversidade de critério na utilização do material, que em algumas obras é empregado em excesso, ao passo que em outras é deficiente, com evidente prejuízo, nesse último caso do aspecto exterior e a influência destes aspectos em relação à resistência das peças da estrutura, em conseqüência da deformação exagerada das fôrmas. A uniformização das espécies e dimensões das madeiras usadas, bem como da nomenclatura e dimensões das peças que compõe as fôrmas e tabelas de aplicação imediata, dignas de confiança, seriam extremamente vantajosa,não só por facilitarem a fiscalização do consumo de madeira nas obras e as relações dos construtores com os fornecedores e mestres carpinteiros, com, e sobretudo, por permitirem o planejamento rápido de fôrmas com a resistência necessária. Generalidades As fôrmas para concreto armado devem satisfazer aos requisitos de ordem geral enumeradas a seguir: Devem ser executadas rigorosamente de acordo com as dimensões indicadas no projeto e ter a resistência necessária para não se deformarem sensivelmente sob a ação dos esforços que vão suportar, isto é, sob a ação conjunta do peso próprio e

20 10 da pressão do concreto fresco, do peso das armaduras e das cargas acidentais. Devem ser praticamente estanques, condição essa de grande importância para que não haja perda de cimento arrastado pela água,para esse fim, é preciso que as tábuas sejam bem alinhadas, para que se justaponham o melhor possível e as fendas que aparecerem sejam calafetadas cuidadosamente com papel.deve merecer particular cuidado com a ligação das tábuas que formam ângulos(arestas de vigas e pilares, juntas de viga com lajes etc.). Devem ser construídas de uma forma que permita a retirada de seus diversos elementos com relativa facilidade e principalemnte sem choques. Para esse fim o seu escoramento deve apoiar-se sobre cunhas, caixas de areia ou outros dispositivos apropriados.devem ser projetadas e executadas de um modo que permita o maior número de reutilizações. Normalmente pode se admitir que as tábuas sejam utilizadas em média 2 a 3 vezes e pé-direito e pontaletes de 3 a 5 vezes.já as chapas de compensado plastificado consegue-se reaproveitar em médio 05 vezes. Devem ser feitas com madeira aparelhada ou compensados, nos casos em que o concreto deva constituir superfície aparente definitiva. Na execução dos trabalhos de concreto armado, deverão ser tomadas as seguintes precauções importantes, para que a estrutura não seja prejudicada tanto na resistência, quanto no aspecto exterior. Antes do lançamento do concreto as fôrmas devem ser limpas internamente; para esse fim devem ser deixadas aberturas, denominadas janelas, próximas ao fundo, nas fôrmas dos pilares, paredes e vigas estreitas e profundas;antes do lançamento do concreto as fôrmas devem ser molhadas até a saturação, para que não absorvam água necessária a pega do cimento; Na execução de estruturas localizadas abaixo do nível do solo ou contíguas a um parâmetro de terra, as fôrmas verticais (paredes, colunas e pilares) podem ser dispensadas desde que pela consistência do terreno, não haja a probabilidade de desmoronamentos;em caso contrário,devem ser feitos revestimentos de tijolos ou de concreto magro.

21 11 Quando se deseja evitar a ligação de muros ou pilares a construir, com outros já existentes, a face de contato deverá ser recoberta com papel, graxa, feltro ou simplesmente com pintura a cal.a retirada das fôrmas deve obedecer sempre à ordem aos prazos mínimos indicados a seguir, de acordo com o estipulado no artigo 71 da Norma Brasileira NB-1, conforme tabela Tabela Retirada de Fôrmas Prazos Mínimos (AZEREDO, 1977) Prazo de Retirada Usando se FÔRMAS APLICADAS EM Cimento Portland comum Cimento de alta resistência inicial Paredes, pilares e faces laterais de 03 dias 02 dias vigas Lajes de até 10cm de espessura 07 dias 03 dias Lajes de mais de 10cm de 21 dias 07dias espessura e faces inferiores de vigas de até 10m de vão Arcos e faces inferiores de vigas de mais de 10m de vão 28 dias 10 dias Fonte O edifício até a sua cobertura Azeredo,Hélio Alves de, Essa operação deve ser feita sem choques e, quando possível, por carpinteiro ou por operários experimentados, para que as fôrmas possam ser aproveitadas mais vezes. Denominações usuais As denominações dadas às diversas peças que compõem as fôrmas e seu escoramento são muito variadas e dependem em geral dos mestres e carpinteiros. Existem denominações variadas dadas às peças de madeira que compõem as fôrmas e seu escoramento entre as quais: Painéis São superfícies planas de dimensões variadas (Figuras a 5.2.4), formadas de tábuas de 2,5cm (1 ) de espessura,ligadas, geralmente, por sarrafos de

22 12 2,5cmx10,00cm(1 x4 ), de 2,5cmx15,0cm (1 x 6 ) ou por caibros de 7,5x 7,5cm(3 x3 ) ou 7,5x10cm(3 x4 ) ou ainda por placas de madeira compensada,ligadas como foi descrito anteriormente.os painéis formam os pisos das lajes e as faces das vigas,pilares,paredes e fundações. Travessas Peças de ligação das tábuas dos painéis de vigas, pilares,paredes e fundações(figuras e 5.2.5) são feitas de sarrafos de caibros de 7,5cmx10,0cm(3 x4 ).Como medida de economia;são elas em geral,utilizadas como elementos das gravatas,podendo ser pregadas de chato(deitadas)ou de cutelo(aprumadas, de espelho).a distância entre as travessas é geralmente constante no mesmo painel,de modo que a sua fixação pode ser feita com facilidade e rapidez,por meio de mesas previamente bitoladas. Figura Componentes de uma fôrma e seu escoramento: a) Painel, c) travessões, d) guias, k) pé-direito, o) tala, p) cunhos, q) calços (AZEREDO,1977). Travessões Peças de suporte empregados somente nos escoramentos dos painéis das lajes, (Figuras e 5.2.3) são em geral feitas de caibros de 7,5x7,5cm ou (3 x

23 13 3 ) ou 7,5x10,0cm(3 x4 ).As tábuas de 2,5x30cm(1 x12 ) podem também ser usadas como guias, trabalhando de cutelo,isto é, na direção da maior resistência. Figura Componentes de uma fôrma e seu escoramento: a) Painel,c) travessão,d) guia,e) face da viga,f) fundo da viga,g) travessa de apoio,i) gravatas, k) pé-direito, l) pontalete, o) talas (AZEREDO,1977).

24 14 Figura Componentes de uma fôrma e seu escoramento: a) Painel, d) guias, g) travessa de apoio, n) chapuzes, k) pé-direito, l) pontalete, o) tala (AZEREDO,1977). Faces (painéis) das vigas Painéis que formam os lados das fôrmas das vigas, cujas tábuas são ligadas por travessas verticais de 2,5x10,0cm(1 x4 ) ou de 2,5x15,com(1 x6 ) ou por caibros de 7,5x10,0cm(3 x4 ) em geral pregadas de cutelo. Fundos de vigas Painéis que constituem a parte inferior das fôrmas das vigas com travessas de 2,5x10cm(1 x6 ) geralmente pregadas de cutelo. Travessas de apoio Peças fixadas sobre as travessas verticais das faces da viga,destinadas a servir de apoio para as extremidades dos painéis das lajes e das respectivas peças de suporte.

25 15 Figura Componentes de uma fôrma e seu escoramento: a)painel, c)travessões, d) guias, e) faces das vigas, f) fundo da viga, g)travessa de apoio, i)gravatas, k)pé-direito, l)pontalete, o) tala (AZEREDO,1977). Cantoneiras(chanfrados ou meio fio) Pequenas peças triangulares pregadas nos ângulos internos das fôrmas destinadas a evitar as quinas vivas dos pilares,vigas,etc. Gravatas Peças que ligam os painéis das fôrmas dos pilares,colunas e vigas destinadas a reforçar essas fôrmas para que resistam aos esforços que nelas atuam na ocasião do lançamento do concreto. As gravatas, embora possam ser independentes das travessas dos painéis são em geral por medida de economia formadas por travessas,pregadas numa posição que permite que elas sejam ligadas pelas extremidades. Montantes Peças destinadas a reforçar as gravatas dos pilares feitas em geral de caibros de 7,5x7,5cm(3 x3 ) ou 7,5x10cm(3 x4 ) reforçam ao mesmo tempo várias gravatas.os montantes colocados em faces opostas de pilares,paredes e fundações,são ligados entre si por ferros redondos ou por tirantes. Pés direitos Suportes das fôrmas das lajes cujas cargas recebem por intermédio da guias.feitas usualmente de caibros de pinho, de 7,5x10,0cm(2 x4 ) ou de peroba,

26 16 de bitolas comuns,são geralmente de comprimento constante num mesmo pavimento. Pontaletes Suportes de fôrmas das vigas as quais sobre eles se apóiam por meio de caibros curtos de seção normalmente idêntica a do pontalete e independentes das travessas da fôrma.num mesmo pavimento o comprimento dos pontaletes varia,naturalmente, com altura das vigas.são como os pés-direitos,feitos comumente de caibros de pinho ou de perobas de bitolas comuns ou ainda de estacas de eucalipto quando o pé-direito é excessivo. Escoras Peças inclinadas,trabalhando à compressão empregadas freqüentemente para impedir o deslocamento dos painéis laterais das fôrmas das vigas,escadas,blocos de fundações,etc. Chapuzes Pequenas peças feitas de sarrafos de 2,5cm x 10,0cm de cerca de 15 a 20cm de comprimento,geralmente empregadas como suporte e reforço de pregação das peças de escoramento, ou como apoio dos extremos das escoras. Talas Peças idênticas aos chapuzes,destinadas á ligação e a emenda das peças de escoramento,são em geral,empregadas nas emendas dos pés-direitos e pontaletes e na ligação dessas peças com as guias e travessas. Cunhas Peças que são usadas aos pares com a dupla finalidade de forçar o contato íntimo entre os escoramentos e as fôrmas para que não haja deslocamento durante o lançamento do concreto e facilitar posteriormente, a retirada desses elementos.devem ser feitas de preferência de madeiras duras para que não se deformem ou se inutilizem facilmente. Calços Peças de madeira sobre os quais se apóiam os pontaletes e pés-direitos por intermédio das cunhas,são geralmente feitas de pedaços de tábuas de aproximadamente 30cm de lado.

27 17 Espaçadores Pequenas peças feitas de sarrafos ou caibros empregados nas formas de paredes e fundações e vigas para manter a distância interna entre os painéis á medida que se faz o enchimento das fôrmas, os espaçamentos vão sendo retirados e, para facilitar essa operação quando feitos de caibros,devem ser apertados com cunhas. Travamento Ligação tranversal das peças de escoramento que trabalham a flambagem (carga de topo),destinada a subdividir-lhes o comprimento e aumentarlhes a resistência. Contraventamento Ligação destinada a evitar qualquer deslocamento das fôrmas assegurando a indeformabilidade do conjunto. Consiste na ligação das fôrmas entre - si, por meio de sarrafos e caibros,formando triângulos,nas construções comuns o contraventamento em geral é feito somente em planos verticais destinando-se a impedir o desaprumo das fôrmas dos pilares e colunas,sendo desnecessário no plano horizontal, visto que as fôrmas dos pilares e colunas,sendo desnecessário no plano horizontal,visto que as fôrmas das lajes geralmente já impedem a deformação do conjunto, nesse plano. 5.3 Conceitos Gerais Sobre Fôrma Metálica. Reaproveitáveis e moduláveis, as fôrmas industrializadas ou metálicas incorporamse à linha de montagem da obra, sendo que um projeto adequado e a mão de obra treinada podem tornar esses equipamentos mais econômicos. A filosofia de transformar a construção em processo industrial tem relexos até em obras moldadas in loco.por isso, mesmo mantendo os princípios básicos de funcionamento, as fôrmas industrializadas, reaproveitáveis e com mecanismos de encaixe e montagem, já moldam praticamente 100% das estruturas dos edifícios. Como o preço médio é mais alto que o das fôrmas de madeira produzidas in loco, as industrializadas ou semi-industrializadas, ganham terreno na produção em escala, facilitando o reaproveitamento dos sistemas As obras de grande porte tem maior

28 18 repetitividade e é essa característica que dá a velocidade á obra e cria as condições de reaproveitamento, afirma Salvador Benevides, diretor da NBS Tech e um dos criadores do comitê técnico de Fôrmas do Sinduscon SP. Em obras menos avantajadas, ou mesmo no caso de construtoras de pequeno porte, a possibilidade de investir nesses equipamentos no médio ou longo prazo é menor. O metal só é viável com mais de 40 reutilizações, estima Kleber Sebatião Sadala, engenheiro da Andrade Gutierrez e membro da Sobratema (Sociedade Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção). Por isso, uma prática bastante comum, no Brasil é o aluguel desse tipo de Fôrma. Além da possibilidade de reaproveitamento, as fôrmas industrializadas, compostas por aço e alumínio,podem levar a um aumento de produtividade, por reduzir a mão de obra e necessitar de pouca manutenção, contribuindo ainda para a limpeza da obra; o índice de produtividade varia de acordo com as soluções e experiência de cada construtora, mas os fabricantes afirmam que pode atingir 50% a mais em comparação com as fôrmas convencionais. Em relação à segurança, a diminuição de procedimentos de corte de madeira reduz o risco potencial de acidentes.além disso escoramentos metálicos mais espaçados desobstruem os acessos as áreas de trabalho.as medidas para facilitar o reaproveitamento começam no projeto. A etapa mais importante nessa fase é o cálculo estrutural. Como uma das virtudes das fôrmas metálicas é possibilitar uma grande precisão geométrica é fundamental, e até lógico, que as peças estruturais tenham dimensões uniformes. "A uniformidade não é obrigatório, pois os equipamentos são adaptáveis, mas é melhor que haja integração entre o projeto estrutural e o sistema de fôrmas", diz Rubens Guelmam, Diretor da Peri. "Esse tipo de problema ainda é muito comum em obras residenciais, com porte relativamente pequeno e pouca repetitividade", acrescenta. Para evitar problemas, por vezes a escolha das fôrmas é feita antes da definição do desenho estrutural. "A fôrma pode determinar o tipo de modelo matemático da estrutura", explica o engenhero calculista Virgílio Ramos. Assim, se a construtora

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