Profa Dra Rita de Cassia Gengo e Silva Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica EEUSP. AIF Processo de Enfermagem EEUSP, 2013 Rita Gengo

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1 Profa Dra Rita de Cassia Gengo e Silva Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica EEUSP

2 Queaofinaldaaulavocêsejacapazde: Discorrer sobre a definição e etapas do processo de enfermagem Descrever ações pertinentes a cada etapa do processo de enfermagem Reconhecer a avaliação de indivíduos e famílias como etapa do processo de enfermagem

3 Você já ouviu falar em processo de enfermagem? Qual a ideia que você tem sobre o que é o processo de enfermagem? Qual a ideia que você tem sobre para que serve o processo de enfermagem

4 (o que é?) É uma forma sistemática e dinâmica de prestar os cuidados de enfermagem Ajuda na promoção do cuidado humanizado e dirigido a resultados É um instrumento que auxilia na tomada de decisão sobre os cuidados de enfermagem (Kenney, 1995; Alfaro-LeFevre, 2005.)

5 Meio pelo qual as enfermeiras: (para que serve?) Obtém dados sobre a vida e a saúde de pessoas, famílias ou comunidades; Diagnosticam as respostas das pessoas, das famílias ou das comunidades aos problemas de saúde e aos processos de vida; Delineiam formas de auxiliar as pessoas, as famílias ou as comunidades a lidar com essas respostas; Implementam os cuidados necessários; Verificam a efetividade desses cuidados. (Cruz [diapositivo], 2011)

6 Obtém dados Identificam as respostas Delineiam formas de auxiliar Implementam os cuidados Verificam a efetividade dos cuidados Avaliação Diagnóstico Planejamento Intervenção Avaliação de resultados (Cruz [diapositivo], 2011)

7 Respostas da pessoa / família aos problemas de saúde Funcionais Resultado Disfuncionais ou em Risco Resultado Promoção Ações de enfermagem Prevenção, Recuperação, Reabilitação (Cruz [diapositivo], 2011)

8 1. Perguntar, investigar 5. No dia seguinte, perguntar como foi o sono dele 2. Determinar se ele tem dificuldade para dormir ou para manter o sono 4. Orientar o que o paciente deve fazer antes de dormir 3. Planejar o que e como fazer para ajudálo a dormir melhor (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

9 1. Avaliação 5. No dia seguinte, perguntar como foi o sono dele 2. Determinar se ele tem dificuldade para dormir ou para manter o sono 4. Orientar o que o paciente deve fazer antes de dormir 3. Planejar o que e como fazer para ajudálo a dormir melhor (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

10 1. Avaliação 5. No dia seguinte, perguntar como foi o sono dele 2. Diagnóstico de enfermagem 4. Orientar o que o paciente deve fazer antes de dormir 3. Planejar o que e como fazer para ajudálo a dormir melhor (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

11 1. Avaliação 5. No dia seguinte, perguntar como foi o sono dele 2. Diagnóstico de enfermagem 4. Orientar o que o paciente deve fazer antes de dormir 3. Planejamento (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

12 1. Avaliação 5. No dia seguinte, perguntar como foi o sono dele 2. Diagnóstico de enfermagem 4. Implementação 3. Planejamento (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

13 1. Avaliação 5. Avaliação de resultados 2. Diagnóstico de enfermagem 4. Implementação 3. Planejamento (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

14 1. Avaliação 5. Avaliação de resultados 2. Diagnóstico de enfermagem 4. Implementação 3. Planejamento (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

15 Avaliação -1ª etapa do PE Coleta de dados (informações) sobre o indivíduo, a família ou a comunidade Que informações coletar? Funcionamento anormal Fatores de risco Processos de vida Pontos fortes (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

16 Avaliação -1ª etapa do PE Como coletar essas informações? Entrevista Exame Físico Consulta ao Prontuário... De que outras formas são obtidos dados clínicos? (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

17 1. Avaliação Quais são as situações de saúde que as ações de enfermagem podem modificar? 5. Avaliação de resultados 2. Diagnóstico de enfermagem 4. Implementação 3. Planejamento (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

18 Diagnóstico -2ª etapa do PE Pensar sobre o significado dos dados coletados Fazer conclusões sobre como a pessoa/família está respondendo à sua condição de saúde ou a um processo de vida (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

19 Diagnóstico -2ª etapa do PE Como? Interpretar os dados clínicos obtidos Validade Relevância Agrupamento / Significado (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, (Cruz [diapositivo], 2011) 2007) Julgamento Partir dos dados e concluir com um diagnóstico

20 Diagnóstico -2ª etapa do PE Respostas da pessoa / família aos problemas de saúde Funcionais (pontos fortes) Disfuncionais ou em Risco (problemas reais; problemas potenciais) (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007) (Cruz[diapositivo], 2011)

21 1. Avaliação 5. Avaliação de resultados 4. Implementação 2. Diagnóstico de enfermagem 3. Planejamento Qual é a melhor situação que podemos atingir com os recursos existentes? Que cuidados devo realizar para alcançar essa melhor situação? (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

22 Planejamento -3ª etapa do PE Determinar quais são os diagnósticos prioritários Estabelecer os resultados esperados (metas) Contexto Expectativa do paciente/família Determinar o que enfermeira e pessoa/família precisam fazer para atingir os resultados estabelecidos Estabelecer o plano de cuidados (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

23 1. Avaliação 5. Avaliação de resultados 2. Diagnóstico de enfermagem Realizar o que foi planejado 4. Implementação 3. Planejamento (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

24 Implementação -4ª etapa do PE Colocar o plano em ação Continuar a pensar sobre o plano e sobre o que está sendo feito Situação atual da pessoa/família: Há novos problemas? Algo aconteceu que exige mudança imediata do plano? Respostas iniciais às intervenções: Qual é a resposta da pessoa/família às intervenções? É necessário mudar alguma coisa? Documentar o cuidado (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

25 Respostas da pessoa / família aos problemas de saúde Funcionais Disfuncionais ou em Risco Promoção Ações de enfermagem Prevenção, Recuperação, Reabilitação (Cruz [diapositivo], 2011)

26 1. Avaliação 5. Avaliação de resultados 2. Diagnóstico de enfermagem Atingimos os resultados esperados? Por quê? 4. Implementação 3. Planejamento (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

27 Avaliação de resultados -5ª etapa do PE Determinação do sucesso no alcance dos resultados e decisão quanto às mudanças a serem feitas Pensar e coletar informações sobre as respostas da pessoa/família depois que algum cuidado for realizado A pessoa/família consegue realizar o que é esperado? Em caso negativo, por quê? O que mudou? Alguma coisa não foi percebida? Há novas prioridades de cuidados? Verificar junto com a pessoa/família se os resultados esperados foram alcançados e quão bem eles foram alcançados (Alfaro-LeFevre, 2005; Carpenito-Moyet, 2007)

28 O Sr Martin tem 80 anos e mora sozinho. Deseja ser independente e manter a casa muito limpa. Hoje, entretanto, ele está resfriado e fraco e diz sentir-se muito cansado. A não ser por isso, sua saúde está igual. Você percebe que afadiga coloca o Sr Martin em risco de queda. Você reconhece que seu desejo de independência é um ponto forte, embora saiba que pode constituir uma fraqueza, uma vez queopacientepodenãopedirajuda.vocêconversacomosrmartin edizquegostariaqueeleobtivesseumaajudaexternaenquanto estivesse doente, pois está preocupada com o fato de a fraqueza vir a colocá-lo em risco de quedas, que podem causar sérias lesões. Você e o Sr Martin estabelecem que ele estará livre de lesões, com redução dos fatores de risco para quedas. Você pensa em alternativas para minimizar esse risco, como retirar os móveis do caminho, oferecer locais onde possa se apoiar, caso ele se desequilibre, e monitorar a pressão arterial, pois a pressão baixa aumenta o risco de cair. Você também pensa em como minimizar os efeitos do resfriado sobre o organismo do Sr Martin, como manter a nutrição e a hidratação adequadas. Você também investiga sobre alguma pessoa que possa vir ajudar o Sr Martin durante alguns dias. Você ajuda o Sr Martin a entrar em contato com sua sobrinha e pede para que ela faça companhia a ele, enquanto estiver doente. Você ajuda o Sr Martin e sua sobrinha sobre a modificação da disposição dos móveis da casa. Durante os dias que se seguem, você sistematicamente verifica se ela está vindo para ficar com ele. Como você conhece seu desejo de independência, você reforça a importância de aceitar ajuda neste momento. Você também faz visitas diárias para monitorar a pressão arterial do Sr Martin e para estimulá-lo a ingerir alimentos e líquidos. Em todas as visitas você verifica se o Sr Martin está livrede lesões e se os fatores derisco de quedas (fraqueza e fadiga) estão presentes. EnquantooSr Martin não se recupera, você reinvestiga o estado de saúde dele e decide se são necessárias modificações no plano de cuidados. Quando você nota que ele recuperou-se da fadiga, você o estimula a manter seu estilo de vida independente. (adaptado de Alfaro-LeFevre, 2005)

29 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO PLANEJAMENTO IMPLEMENTAÇÃO AVALIAÇÃO DE RESULTADOS (Alfaro-LeFevre, 2005)

30 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO AVALIAÇÃO DE RESULTADOS PLANEJAMENTO IMPLEMENTAÇÃO A interpretação dos dados se inicia antes mesmo da finalização da avaliação Conclusões utilizando dados incompletos e imprecisos levam a erros diagnósticos (Alfaro-LeFevre, 2005)

31 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO AVALIAÇÃO DE RESULTADOS PLANEJAMENTO IMPLEMENTAÇÃO Planejamento preciso exige diagnósticos precisos Determinar resultados esperados requer a definição, com exatidão, do que esperar quando os diagnósticos forem corrigidos ou melhorados Resultados esperados determinam a escolha das intervenções (Alfaro-LeFevre, 2005)

32 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO AVALIAÇÃO DE RESULTADOS PLANEJAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O plano de cuidados é colocado em prática Às vezes pode ser necessário retornar às etapas anteriores para verificar se as informações da avaliação e dos diagnósticos estão corretas (Alfaro-LeFevre, 2005)

33 AVALIAÇÃO É necessário refletir sobre as respostas do paciente/família às ações de enfermagem Verificar a necessidade de modificação do plano de cuidados A avaliação de resultados envolve o exame de todas as (Alfaro-LeFevre, 2005) outras etapas DIAGNÓSTICO AVALIAÇÃO DE RESULTADOS PLANEJAMENTO IMPLEMENTAÇÃO

34 Sistemático 5 etapas Iniciativas deliberadas Dinâmico Etapas são inter-relacionadas Humanizado O planejamento e a execução do cuidado deve levar em conta os interesses, os valores e os desejos do indivíduo/família Dirigido a resultados As etapas do PE são planejadas para manter o foco na determinação da obtenção de resultados da forma mais eficiente pelas pessoas que buscam atendimento de saúde

35 Usando termos que um leigo possa entender, explique as etapas do processo de enfermagem Explique os motivos pelos quais a exatidão de cada etapa do processo de enfermagem depende da precisão da etapa anterior (adaptado de Alfaro-LeFevre, 2005)

36 Alfaro-LeFevre R. Aplicação do processo de enfermagem: promoção do cuidado colaborativo. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed p Carpenito-Moyet LJ. Compreensão do processo de enfermagem: mapeamento de conceitos e planejamento do cuidado para estudantes. Porto Alegre: Artmed p

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