uma forma de combater a criminalidade e a violência na contemporaneidade Álvaro Antônio Nicolau

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1 Cultura de Paz pelo Desenvolvimento Humano: uma forma de combater a criminalidade e a violência na contemporaneidade Álvaro Antônio Nicolau Não se conseguirá muita coisa se a integração entre pessoas e organizações, para uma Segurança Pública coerente e visionaria, permanecer míope ou se tornar míope. No final do século XX e início do século XXI, era comum ouvir e ler previsões para a chegada da nova era, a era da espiritualidade, do equilíbrio, da paz, da harmonia. Todavia, no Brasil, a violência, sobretudo a urbana, está na agenda do dia-a-dia e ocupa as manchetes dos jornais. Assim como a criminalidade, a violência é assunto de especiais para a televisão e, mais que tudo, assombra as consciências, sendo de tal forma ameaçadora, recorrente e geradora de um profundo sentimento de insegurança. Essa evolução é sintoma de uma desintegração social, de um mal-estar coletivo e de um desregramento das instituições públicas. Há um debate contemporâneo sobre a violência, mesmo porque hoje, mais que antes, ela é fato visto e sentido. Apesar dos inúmeros estudos sobre o assunto, alguns equívocos ainda estão presentes na interpretação do cotidiano social. Em geral, estes equívocos surgem a partir de uma atitude reducionista frente à questão da violência. Um dos exemplos que limitam a compreensão se refere ao fato de muitos situarem-na apenas no campo do crime. Os crimes, enquanto delitos cometidos contra a lei, concretamente revelam a existência da violência, uma vez que podem comprometer a vida de pessoas e de grupos, mas, por trás dos crimes, estão presentes outros tipos de violência que, necessariamente, não se articulam diretamente e que nem sempre são percebidos enquanto tais. Nos últimos anos, a violência, por causa de sua tendência ascendente, vem sendo apontada por diversos setores representativos da sociedade como sério e importante problema que aflige muitos paises, e o Brasil em especial. Nessa contemporaneidade, é lastimável o imperativo da insensatez. Mata-se na cotidianidade por quase nada: mata-se por um par de chinelos ou por alguns poucos trocados. O crime, a criminalidade e a violência imperam vitoriosos nos contextos sociais. Estudos diversos nos revelam que a sociedade está doente. As pessoas estão afetadas pela cotidianidade. Vivemos muitas enfermidades, sejam físicas, sejam psicológicas e, às vezes, algumas decorrentes de outras. Por isso mesmo, na pós-modernidade, é comum o ser humano fazer uma avaliação de si e do

2 mundo. Percebe-se que as pessoas buscam um sentido para a vida, mesmo porque a falta desse sentido está inserida num contexto de sintoma contemporâneo, presentes os diversos cenários contidos na relação entre desenvolvimento tecnológico capitalista contemporâneo e desenvolvimento humano, pois estão longe de andar lado a lado. O século XX, embora tenha sido um dos mais sangrentos e devastados pelas guerras em toda história, conforme dados da ONU (Organização das Nações Unidas), foi também aquele em que se obteve dramático progresso rumo ao estabelecimento de uma paz universal e duradoura. Tudo muito no nível do mundial. A mundialização como parte do contexto contemporâneo. De certo, o desenvolvimento humano é ponto importante da abordagem, tendo em vista buscar novas concepções para fazer o fortalecimento das pessoas e seus relacionamentos na estrutura social. É nessa concepção do desenvolvimento humano que as Organizações devem trabalhar, no sentido de tornarem-se cada vez mais democráticas e responsáveis na forma em que se organizam e operam, seja em nível local, regional, nacional ou internacional. Operar verdadeiramente e construtivamente na ressignificação do sentido de ser-no-mundo. Trabalhar para tornar real a harmonia social em nossas comunidades, fortalecendo o entendimento, o amor, a compaixão e o serviço ao próximo. Daí a necessária participação na mídia, na escola, no trabalho, na família e na esfera pública, que deve ser estimulada com o objetivo de fortalecer a concepção de uma paz social duradoura. Um apreço pela riqueza e importância da diversidade sociocultural e religiosa do mundo deve ser nutrido, pois contribui com a integração social, justiça e unidade. Existir na contemporaneidade é um grande desafio para as pessoas, por isso mesmo elas devem promover o encontro, ou fazer um encontro consigo mesmas para produzir o desenvolvimento humano Nossa visão é de um mundo centrado no ser humano e genuinamente democrático, onde as pessoas são participantes e determinam seus próprios destinos. Nessa situação, somos uma família humana, com toda sua diversidade, vivendo em um lar comum, com desejo de dividir um mundo justo, sustentável e pacífico, guiado por princípios de democracia, igualdade, inclusão, voluntarismo, não-discriminação e participação das pessoas, sejam homens ou mulheres, jovens ou adultos, independente de raça, credo, deficiências, orientação sexual, etnia ou nacionalidade. Esse é um mundo onde a paz e a segurança humana, como enfocadas nos princípios da Carta das Nações Unidas, tomam o lugar de armamentos, conflitos violentos e guerras, desencontros e divergências. É um mundo de pretensão, onde todos vivem em um ambiente decente com distribuição justa dos recursos da terra. Nesse sentido, nós, cidadãos do mundo, devemos incluir em nossa agenda um papel especial para acolher e ser sensibilizado, ou tocado, pelo dinamismo dos jovens e pela experiência dos idosos, além de reafirmar a universalidade, indivisibilidade e interdependência dos direitos humanos (civil, político, econômico, social e cultural). Mas, pode ser um sonho, permeado pela realidade das necessidades contemporâneas. Antes disso, estamos tratando de necessidades humanas e humanitárias. Mas a humanidade deve se encontrar com o humano como resultado das vivencias no dia-a-dia. Focar a existência. Existir na contemporaneidade é um grande desafio para as pessoas, por isso mesmo elas devem promover o encontro, ou fazer um encontro consigo mesmas para produzir o desenvolvimento humano. Tal desenvolvimento humano se encontra em uma conjuntura crítica na história, que clama por forte liderança moral e espiritual para ajudar a definir uma nova direção para a sociedade. É o caminho da ressignificação. Daí a necessidade dos operadores da Segurança Pública reconhecer a especial responsabilidade para o bem-estar da família humana e paz na Terra. Além disso, as lideranças políticas devem se expressar pela necessidade de guiar a humanidade, pelos contextos sociais, através da palavra

3 e ação em um compromisso renovado por valores éticos e espirituais, os quais incluem um profundo senso de respeito pela, e por toda a vida, como também pela dignidade inerente a cada pessoa. Reafirma-se, aqui, o direito de viver em um mundo livre de violência. Violência de toda ordem. Também, despertar nos indivíduos e comunidades um senso de responsabilidade compartilhada para o bem-estar da família como um todo, e o reconhecimento de que todos os seres humanos têm o direito à educação, além da oportunidade de alcançar uma forma de vida segura e sustentável. Devemos proporcionar mudanças nos conceitos que permeiam a sociedade. Sair de um contexto cartesiano por demais para um contexto de compartilhamento e envolvimento, de co-responsabilidade na transformação das pessoas. Praticar e promover em nossas comunidades os valores de verdadeira dimensão de paz, incluindo, especialmente, estudo, oração, meditação, um senso de sagrado, humildade, amor, compaixão, tolerância e espírito de serviço, que são fundamentais para a criação de uma sociedade pacífica. Por que não... São necessários novos valores. Valores que deverão ser traduzidos e compartilhados em ações com base em objetivos-chave. Estamos pensando e registrando questões como Paz, Segurança e Desarmamento, que devem receber atribuições especiais. Assegurar o controle de armas e o desarmamento, bem como uma legislação humanitária e de direitos humanos, deve ser ponto de registro em nossa agenda do dia. Reforçar o respeito pelo cumprimento da lei, em todos os sentidos é outro ponto de fundamentação. Penso que, nesse sentido, devemos tornar as Organizações mais eficientes na manutenção da paz e da segurança, dando a elas recursos e ferramentas para que elaborem adequadamente a prevenção de conflitos, resolução pacífica de disputas, pois a construção e a manutenção da paz devem ser fundamentos de ação. Aí talvez o maior desafio dos operadores de Segurança Pública na contemporaneidade. Mas, nada funcionará se não for reforçada a cooperação entre as organizações, quaisquer que sejam elas: publicas ou privadas. Que o Estado, por exemplo, fortaleça a integração das forças de Segurança. Isso não significa os partícipes das forças andarem de braços dados pelas ruas afora, muito menos o órgão máximo se perder nas ações do diaa-dia da estrutura de não-ação e emperrar a funcionalidade, se esquecendo de trabalhar o conceito estratégico da mobilização. Se aprofundarmos um pouco mais, podemos encontrar desde a incompetência da liderança em fazer o encontro, até mesmo da irracionalidade e da vaidade do exercício do poder pelo poder. Esse exercício do poder, pelo poder, é um erro estratégico dos piores e, aí se instalando, a Direção persevera na sua própria incompetência. Incompetência de fato, e de direito. Não se descura para o combate à criminalidade e à violência que, na contemporaneidade, não se conseguirá avanços sem o compartilhamento entre Estado e Município, com as lideranças fixando o apego às decisões. Há que se ter atitude. Não se conseguirá muita coisa se a integração entre pessoas e organizações, para uma Segurança Pública coerente e visionaria, permanecer míope ou se tornar míope. A Gestão Estratégica de Segurança passa, inexoravelmente, pelo envolvimento do Município, com forte apego às decisões. Falo aqui da contribuição e envolvimento do Estado, no caso de Minas Gerais, pelo envolvimento da Secretaria de Estado de Defesa Social, através da Polícia Militar principalmente, mas envolvendo o Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil, o Sistema Penitenciário, também o Ministério Público e o Judiciário, e os Municípios. É grande equivoco a mesquinhez de coibir a relação individualizada dos gestores de segurança em aplacar a angústia dos cidadãos. Em assim ocorrendo, ou seja, o afastar-se do Município levará automaticamente à fuga do ambiente onde ocorrem os problemas de Segurança Pública. Devemos levar em conta que os problemas de Segurança Pública são locais e localmente devem ser resolvidos. Ou seja, as táticas e técnicas de atuação de Polícia Ostensiva são adequadas às concepções locais. A Polícia Militar, especialmente a de Minas Gerais, entende e age magistralmente nesse contexto. Não há, portanto, sentido em fazer o afastamento do Município. E nem tem sentido buscar padrão de funcionalidade na Europa ou em um país qualquer das Américas, mesmo porque existem competências

4 suficientes no Brasil para dar vazão a tais atividades. Também não faz sentido a não-divulgação das estatísticas para que os estudiosos possam se debruçar nos números e oferecer uma análise independente e fugaz para corroborar atitudes por parte dos segmentos de polícia. O professor Sapori já alertou, em seu blog, sobre a não-divulgação das estatísticas por parte de quem tem o poder-dever de se pronunciar a respeito em Minas Gerais, e tomamos a liberdade para fazer coro nesse ponto de vista. Ressignificar faz sentido. Ser resiliente pode não dar o significado mais adequado. Destarte, é hora de redefinir o conceito de segurança de modo a abranger as necessidades humanas e as realidades ecológicas, afora o redirecionamento dos diversos fundos existentes, inclusive o de armamento, para segurança do ser humano e desenvolvimento sustentável. Isso não ocorrerá sem o compartilhamento entre as diversas forças do Sistema de Defesa Social e sem o envolvimento do Município, que levará à construção de uma nova ordem social, estimulando a segurança coletiva global. É hora de redefinir o conceito de segurança de modo a abranger as necessidades humanas e as realidades ecológicas Buscar e atingir uma cultura de paz que leve o cidadão a desenvolver uma consciência global, adquirir habilidades para resolver conflitos e lutar por justiça sem violência, além de viver por padrões internacionais de direitos humanos e igualdade, está no caminho do possível. Enfim, ter em mente e apreciar a diversidade cultural. Tal cultura só pode ser alcançada com a educação sistemática para a paz e a cidadania. Qualidades como amor, tolerância, paciência, mentalidade comunitária e não-agressão devem ser planejadas e aplicadas em todos os níveis. Mas, ao enfrentarmos as questões da criminalidade e da violência, como também seu avanço, percebemos que tal crescimento da violência urbana em suas múltiplas modalidades - crime comum, crime organizado, violência doméstica, violação de direitos humanos, corrupção e outros delitos - constitui-se uma das maiores preocupações da sociedade brasileira contemporânea nas duas últimas décadas. O sentimento de medo e insegurança diante do crime exacerbou-se entre os mais distintos grupos e classes sociais, como sugerem não poucas sondagens de opinião pública. Trata-se de um problema social que, por um ângulo, promove ampla mobilização da opinião pública, o que se pode observar nas pesquisas de opinião, na insistente atenção que lhe é conferida pela mídia impressa e eletrônica e pela multiplicação de fóruns locais, regionais e nacionais; por outro, vem promovendo impacto sobre o sistema de justiça criminal, influenciando a formulação e implementação de políticas públicas de segurança e justiça, também chamadas de políticas públicas penais. Nesse domínio, o sistema de justiça criminal se mostra completamente ineficaz na contenção da violência no contexto do estado democrático de direito. Problemas relacionados à lei e à ordem têm afetado a crença dos cidadãos nas instituições de justiça, estimulando não raro soluções privadas para conflitos nascidos nas relações sociais e nas relações intersubjetivas. É por isso que a Segurança Pública permeia as rodas de discussões. Se, por um lado, a criminalidade entra em nossos lares pelos meios de comunicação, é senso comum que o crime e a violência estão em níveis assustadores. Cada vez mais, a delinqüência está ao nosso lado. Somos vítimas da falta de políticas públicas efetivas e continuadas, com parâmetros de sustentação para o vir-a-ser. É como se o crescer-crescendo cedesse lugar à estagnação, ao desespero do homem para ter, que perdeu sentido, assim como o verdadeiro valor da vida, em face da morte iminente, logo ali na esquina, como possibilidade nesse mundo de faltas. O relatório da ONU, divulgado em 1º de outubro de 2007, destaca o aumento da violência no Brasil por ação de facções criminosas. Embora tenha 0,17% da população mundial, a cidade de São Paulo tem 1% dos homicídios de todo o mundo. Juntamente com o Rio de Janeiro, representa metade dos crimes violentos do Brasil, um país onde morrem 100 pessoas por dia. No Brasil, há o envolvimento de jovens de até 25 anos em 2/3 dos crimes, sendo que já se registra a

5 participação de crianças de seis anos em quadrilhas, como olheiros, mulas, enfim os condutores das drogas. Esse particular é bem real em Minas Gerais, principalmente na Guerra de Gangues em algumas vilas e favelas. Como resultado, o Brasil tem uma das maiores taxas de homicídios praticados por jovens, com 32,5 casos por 100 mil habitantes, sendo que a liderança ainda é da Colômbia, com 84 homicídios para cada 100 habitantes. O custo da insegurança no Brasil consome aproximadamente 11% do PIB. Nosso Estado de Minas Gerais não foge à regra. O crime e a violência ultrapassam os limites do considerado normal preconizado pelas autoridades. Nesse mister é comum a participação dos Especialistas em Segurança Pública, que passaram a ditar as soluções simplistas para uma questão tão complexa. Mas o que é normal em Segurança Pública? É difícil estabelecer até porque estará na subjetividade das pessoas o termômetro da avaliação, embora exista definição de índices de aceitação. Todavia, parece-nos adequada a afirmativa de que: os padrões dos crimes mudaram e as taxas de criminalidade parecem ter se elevado consideravelmente em Minas Gerais. O Estado de Minas Gerais apresenta bons exemplos de políticas públicas na área de Segurança Pública. Combater o crime e a criminalidade, e por derradeiro a violência, passou a ser ponto de consenso na estrutura das políticas estabelecidas pelo Governo do Estado. O caminho traçado, e em implantação, passa pela integração das atividades de Segurança Pública. Embora se resuma na integração entre as Polícias Militar e Civil, de forma tímida o Estado de Minas Gerais deu um passo importante, um pouco atrasado é verdade, já que ocorreu após diversos Estados Brasileiros terem experimentado a iniciativa. Em Minas Gerais, coube à Secretaria Estadual de Defesa Social sistematizar as mudanças no contexto da Segurança Pública, inicialmente pela integração das Polícias. Criada no Governo Aécio Neves, foi um dos marcos da ação em benefício dos cidadãos mineiros, mesmo não sendo algo novo, uma vez que já estava na agenda, principalmente da Polícia Militar, como pensamento estratégico. A defesa dessa iniciativa constava de pauta e discursos dos Comandantes-Gerais da ultima geração, principalmente porque não se podia mais viver o desconforto de se deslocar 30, 40 ou até 80 km para registrar uma ocorrência policial, pois as delegacias de alguns municípios não funcionavam nos finais de semana. Não era adequada, também, uma viatura da PM, empenhada em Venda Nova (bairro de Belo Horizonte), deslocar-se até a Gameleira (bairro de Belo Horizonte) para registrar uma ocorrência de drogas, deixando desguarnecido seu setor de trabalho. Quem perdia? Certamente o cidadão, e a PM tinha consciência disso. Não se debita aqui qualquer responsabilidade a Polícia Civil, mesmo porque trabalhava em estado de extrema carência e fazia o que podia para minorar a situação. Era uma questão de Estado. Era questão de Política Pública que não existia neste País, neste Estado e muito menos nos Municípios. Certamente que os descalabros eram muitos e fazia-se necessário ter atitude para estabelecer as mudanças no Sistema de Segurança Pública em Minas Gerais. E o Governo Aécio teve essa atitude. Ninguém pode negar isso. Para fazer a integração das ações de Polícia é necessário avançar no respeito da história de cada instituição que compõe o sistema de Defesa Social, perseverando na independência operacional, e deixar livres as ações pertinentes para o bom andamento da Polícia Ostensiva ou Investigativa, ou de Bombeiros ou..., tendo em vista um bom desempenho das Políticas de Segurança Pública, strictu sensu o que cada Instituição faz, que é diferente para o segmento que traça as estratégias da Integração, pois estabelece as Políticas Públicas de Segurança. Precisamos, em Minas Gerais, que se avance na inteligência policial, nas comunicações, em unir forças e competência para combater e, até mesmo, subjugar a criminalidade e a violência. Isso é bom para a sociedade, é bom para todos. Certamente que Políticas Públicas na área de Segurança implicam no maior envolvimento do Estado por meio de Programas e Projetos com foco definido. A referência internacional do Programa Fica Vivo é um bom exemplo para o Estado de como as coisas podem acontecer e aconteciam mesmo antes do próprio Estado acordar para a questão. Ouvi o ilustríssimo vice-governador dizer em uma palestra que o Programa Fica Vivo foi reconhecido pela ONU como exemplo de ação na área da Segurança Pública. É ótimo! Que bom que isto

6 tenha acontecido, pois o Fica Vivo e o Olho Vivo são programas nascidos dentro da Polícia Militar de Minas Gerais. O bom é que, de um lado, há o determinismo do Estado de Minas Gerais em combater o crime, a criminalidade e a violência, por ação de suas polícias com base nas políticas desenhadas. De outro, clama por uma integração que resulte em uma efetividade e compromisso com a comunidade. As notícias diárias de assaltos, roubos, furtos, homicídios, estelionatos e outros crimes agridem nossos olhos e ouvidos no cotidiano. Agridem mais ainda as notícias dos desvios praticados por deputados, senadores, prefeitos, vereadores: os sanguessugas, os cuecões, o escândalo das ambulâncias e tantos ouros crimes praticados pelos políticos, nossos representantes. Temos que nos indignar sim. Temos que nos manifestar, mas, sobretudo, devemos colocar na agenda do dia uma pauta que nos conduza nos propósitos de Associar-se para a Paz. Estar junto dos Órgãos de Defesa Social. Interagir. Manifestar apoio. Compor com as autoridades momentos mágicos para debelar essa síndrome que vasta o Brasil e, em especial, nosso Estado de Minas Gerais. Eis a questão. Também que os verdadeiros operadores de Segurança Pública, os mestres em Polícia Ostensiva, muitos deles fora da ativa de suas corporações, possam cooperar com o dia-a-dia operacional ofertando estudos, ofertando experiências, pois, de outra forma, os analistas de segurança, figuras que hoje viraram moda, continuarão apresentando soluções acadêmicas, muitas delas produzidas por nós mesmos, de nossos trabalhos, de nossos esforços, e devemos ser críticos quanto a isso. Até a reestruturação do Sistema de Segurança Pública em Minas Gerais, a Polícia Militar recebia uma carga de responsabilidade acima dos contextos próprios do sistema. A PMMG procurava resolver seus problemas, os da Segurança Pública e outros não pertinentes a ela, mas a sociedade era premida pela desorganização dos órgãos públicos. Havia o auspício da falácia de que era a única instituição que funcionava. E poderia ser mesmo! Um dos pontos significativos no desenvolvimento das ações da PM foi, sem dúvida, desvencilhar-se da maioria desses encargos, cujos responsáveis se eximiam deles. É muito importante que se separe Polícia Militar de Segurança Pública, mesmo porque esta está contida naquela e passa pelo fortalecimento da cidadania, pela participação ativa da sociedade na solução dos conflitos e pela correta percepção do papel das diversas instituições colocadas pelo Estado à sua disposição. Não obstante, precisamos estabelecer estratégias para uma redução significativa da violência e criminalidade em Minas Gerais. O mineiro está com medo. A violência está cada vez mais próxima de cada um de nós, temos medo de sermos as próximas vitimas e de não sabermos como reagir. Finalmente, podemos dizer que, embora o controle do crime e da violência seja estatístico, está demonstrado que o crime é um fenômeno causado por amplo número de fatores e estudos. As estatísticas disponíveis demonstram que a vitimização, com sua alta taxa, além da prevalência da sensação de insegurança como fonte alimentadora da violência social, favorece ainda ao inusitado aparecimento e apoio de soluções populistas e ineficazes, muitas delas apresentadas pelos Especialistas de Segurança Pública.

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