Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais"

Transcrição

1 Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Tema 5 : Habitação Editorial Nº 5, Outubro de 2009 Estimados leitores. Milhões de pessoas em todo o mundo continuam sem abrigo ou a viver em habitações precárias sem o mínimo de condições. Este problema tem vindo a ser agravado devido ao fenómeno de urbanização acelerada das ultimas décadas. Em consequência, assistimos ao crescimento exponencial de bairros degradados ao redor de médias e grandes cidades onde as condições de vida de miséria, a falta de emprego e a ausência de políticas sociais em matéria de habitação agravam a situação de pobreza das famílias. Apesar de ser um problema cada vez mais urbano, também no meio rural a precariedade da habitação e dos problemas associados em particular falta de saneamento e ausência de água potável - compromete a segurança alimentar das poblações mais pobres. Neste Boletim exploramos estes problemas, analisamos a inter-relação entre habitação e pobreza e apresentamos alguns exemplos no campo das Tecnologias Sociais ao nível da habitação que contribuem para melhorar o nível de vida das famílias e comunidades. O Século Urbano A falta de habitação ou a deficiência das suas condições é uma triste realidade para milhões de pessoas em todo o mundo. A falta de abrigo ou condições adequadas para viver verifica-se tanto no meio rural como urbano. Contudo, é nas cidades que este problema tem surgido com mais intensidade devido ao crescimento exponencial das favelas que se tem verificado ao longo das últimas décadas. O fenómeno da urbanização acelerada levou as Nações Unidas a definirem este século como O Século Urbano. Urbanização: Factos e Números Em 1800 apenas 2% da população mundial vivia em cidades; Em 2007 a população urbana atingiu os 50%; Estima-se que em 2050 cerca de 70% da população viva em cidades. Em 1950 apenas uma cidade (Nova Iorque) tinha mais de 10 milhões de habitantes; Em 2015 estima-se que 23 cidades tenham mais de 10 milhões de habitantes; Dessas, 19 cidades encontram-se nos países em desenvolvimento. A taxa de urbanização é maior nos países em desenvolvimento que absorvem uma média de 5 milhões de novos residentes urbanos a cada mês, sendo responsáveis por 95% de toda a população urbana do globo. No bairro Mbare da capital Harare (Zimbabué) mais de 1300 pessoas partilham 1único toilet com apenas 6 latrinas. Estima-se que 1000 milhões de pessoas sejam pobres. Destes, 750 milhões vivem em áreas urbanas sem acesso a serviços básicos. De acordo com o UN-HABITAT, hoje a metade da população mundial vive nas cidades. O ano 2007 constitui o ponto de viragem pois pela primeira vez na história a população urbana igualou em número a população rural. As estimativas apontam para que nas próximas duas décadas a população urbana aumente para 60%. Este fenómeno de urbanização rápida ocorre, na maior parte dos casos, em contextos de desemprego crescente, baixa produtividade agrícola, estagnação do crescimento económico e ausência de planificação urbana. Principais características das favelas: - Inadequado acesso a água potável; - Inadequado acesso a condições de saneamento e outras infra-estruturas básicas; - Qualidade de construção das casas muito precária; - Sobrelotação; - Insegurança da condição de residentes; 1

2 Habitação e Pobreza Hoje um quinto da população do globo não tem habitação própria ou habita em casas completamente degradadas. Este cenário conforma uma situação de habitação na pobreza para a qual é necessário encontrar respostas urgentes. A falta de abrigo é vista tanto como uma consequência da pobreza, como uma das suas principais causas. O fenómeno da urbanização da pobreza potenciado pelas migrações rural-urbano em massa desde a década de 1950 sem duvida tem contribuído para agravar as precárias condições de habitação de muitas famílias. Principais causas da Habitação Inadequada: - Urbanização da pobreza - Desemprego e baixos rendimentos familiares - Falta de acesso a recursos, em particular à terra - Insegurança na titularidade das habitações - Deslocações de população em massa - Efeitos das alterações climáticas - Falta de políticas governamentais efectivas Para além desse factor, também os elevados níveis de desemprego ou os baixos rendimentos familiares contribuem para que as famílias não tenham capacidade para construir, arrendar ou comprar uma habitação condigna. Esta situação é ainda agravada pela dificuldade de acesso a recursos, designadamente à terra, bem como pelos elevados preços dos materiais de construção. Em muitos países as guerras e conflitos potenciaram migrações forçadas de milhões de pessoas. Também as alterações climáticas que se têm vindo a agravar são um factor que leva à deslocação em massa de muitas famílias. A Relatora Especial das Nações Unidas para a Habitação, Ms. Raquel Rolnik, produziu recentemente (Agosto, 2009) um relatório alertando para as consequências das alterações climáticas na realização do direito a uma habitação adequada. Outro factor que dificulta o acesso a condições mínimas de habitação é a insegurança na titularidade da habitação. A dificuldade que milhões de famílias têm em deter legalmente uma habitação própria dificulta o acesso a outras oportunidades económicas e sociais, como sejam crédito, emprego, serviços públicos, etc. A falta de políticas governamentais de inclusão social e promoção de acesso à habitação tem levado ao aumento iniquidade social entre ricos e pobres e, consequentemente, ao aumento do numero de famílias que vivem sem acesso aos serviços públicos nem condições de habitação mínimas. Devido a esta situação milhares de pessoas não dispõem de habitação fixa e por isso têm necessidade de improvisar abrigos que funcionam como a casa da família durante períodos de tempo limitados, mas que terminam por ser permanentes. Estes abrigos improvisados não dispõem de condições mínimas e são completamente vulneráveis às condições climáticas adversas (chuva, frio, vento, etc.). 2

3 Habitação e ODMs No âmbito dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODMs) a comunidade internacional comprometeu-se com a meta de melhorar significativamente a vida de pelo menos 100 milhões de habitantes de bairros degradados até 2020 (ODM 7). Trata-se de um objectivo directamente relacionado com a problemática da habitação. Contudo, a existência de uma habitação adequada relaciona-se directa e indirectamente com outras questões que importa levar em consideração, nomeadamente no âmbito da definição de programas e políticas de combate à fome e pobreza. Habitação e Segurança Alimentar A promoção da segurança alimentar das famílias está directamente relacionada com a existência de condições adequadas de habitação. Em primeiro lugar, a garantia de abastecimento de água potável e a existência de serviços de saneamento são duas necessidades básicas directamente relacionadas com a habitação com implicações na segurança alimentar. Os problemas ambientais e de saúde pública veiculados pela água imprópria para consumo e saneamento deficiente são importantes factores que afectam a segurança alimentar das famílias. Por esta razão, é necessário providenciar serviços mínimos tornar o espaço privado das famílias com garantias de higiene e salubridade. Muitas famílias constroem a sua própria habitação, por exemplo utilizando técnicas e materiais de baixo custo (terra, adobe, madeira, etc.). Contudo, é necessário verificar se a qualidade de construção garante condições adequadas de protecção das adversidades climáticas e segurança de perigos externos. O acesso a uma fonte de energia é indispensável para assegurar qualidade de vida e também segurança alimentar, pois dela depende, entre outros aspectos, a possibilidade de conservar e cozinhar os alimentos de forma adequada. O Direito a uma Habitação Adequada Dispor de uma habitação condigna é uma condição fundamental para a existência humana. Por este motivo, o direito à habitação constitui um direito humano fundamental reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), pelo Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais (1966) e diversas convenções e declarações adoptadas sob os auspícios das Nações Unidas. A importância da habitação para as pessoas revela-se tanto em termos físicos fornecendo segurança e abrigo como em termos psicológicos providenciando um espaço pessoal e familiar com privacidade. A habitação faz parte das condições básicas para as famílias e populações levarem uma vida segura, com qualidade e em paz. Em 1991 o Comité dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais da ONU emitiu o Comentário Geral Nº 4 no qual clarifica o conteúdo do Direito a uma Habitação Adequada. De acordo com essas orientações, esse direito define-se de acordo com os seguintes pressupostos: 3

4 Segurança legal da ocupação Disponibilidade de serviços, materiais e infra-estruturas Acessibilidade Habitabilidade Facilidade de acesso Localização Respeito do ambiente cultural Direito a uma Habitação Adequada Todas as pessoas têm direito a um certo grau de segurança que garanta a protecção legal contra as expulsões forçadas, a agressão e outras ameaças. Os Estados são obrigados a conferir esta segurança através de procedimentos legais. Todos os titulares do direito a uma habitação condigna devem ter acesso permanente aos recursos naturais e comuns, água potável, energia para cozinhar, aquecimento e iluminação, instalações sanitárias e de limpeza, meios de conservação de alimentos, sistemas de recolha e tratamento de lixo, esgotos e serviços de emergência. Os custos da habitação suportados pelas pessoas ou agregados familiares devem situar-se a um nível que não ameace ou comprometa a satisfação de outras necessidades essenciais. Uma habitação condigna deve propiciar o espaço adequado e proteger do frio, da humidade, do calor, da chuva, do vento ou outros perigos para a saúde, dos riscos devidos a problemas estruturais e de vectores de doença. A segurança física dos ocupantes deve ser igualmente garantida. Uma habitação condigna deve ser acessível aos que a ela têm direito. Os grupos desfavorecidos devem ter pleno acesso, permanentemente, aos recursos adequados, em matéria de habitação. A habitação deve situar-se num local onde existam possibilidades de emprego, serviços de saúde, escolas, centros de cuidados infantis e outras estruturas sociais. As habitações não devem ser construídas em lugares poluídos, nem na proximidade imediata de fontes de poluição que ameacem o direito à saúde dos seus ocupantes. A arquitectura, os materiais de construção utilizados e as políticas subjacentes devem permitir a expressão da identidade e diversidade culturais. Os Estados devem comprometer-se e agir por todos os meios que tenham ao seu alcance para garantir o direito à habitação a todas as pessoas. Têm a obrigação de reconhecer, respeitar, proteger e realizar esse direito em cada contexto nacional. A formulação de políticas públicas de apoio ao acesso à habitação para os grupos mais pobres e desfavorecidos deve ser uma prioridade dos governos a fim de assegurar a realização progressiva, mas efectiva, desse direito. A indivisibilidade e interdependência dos direitos humanos revela-se também no Direito à Habitação do qual dependem e se inter-relacionam outros direitos (água, alimentação, saúde, educação, trabalho, etc). Uma Habitação Adequada significa Intimidade suficiente, espaço adequado, segurança adequada, iluminação e ventilação suficientes, infra-estruturas básicas adequadas e localização adequada relativamente ao local de trabalho e aos serviços essenciais tudo isto a um custo razoável para os beneficiários. The Commission on Human Settlements' Global Strategy for Shelter to the Year

5 Tecnologias Sociais para a Habitação No campo das Tecnologias Sociais é possível encontrar algumas soluções simples, de baixo custo e facilmente adaptadas pelas comunidades através de recursos locais que podem contribuir para melhorar as suas condições de vida em matéria de habitação. Em seguida identificamos exemplos de inovações relacionados com técnicas de construção, práticas de saneamento, acesso a água e energia que podem resultar em benefícios nas habitações para a população mais vulnerável. Técnicas e materiais de construção: Construção Materiais (Adobe; Superadobe; Cob; Madeira; Ferrocimento); Técnicas (construções mais resistentes a inundações, terramotos e outras calamidades climáticas). Construção colectiva (cooperativas e arranjos organizacionais comunitários para construção de habitação); Melhorias nas habitações: Chaminés (sistemas simples de extracção de fumos das habitações); Fogões (diversos tipos de fogões simples que reduzem consumo de lenha); Janelas (sistemas de ventilação adaptados e protecção contra insectos). Saneamento Facilidades de Saneamento: (Ver também Boletim IEH Nº 2) Latrinas simples (balde; poço; suspensas sobre a água); Latrinas secas (sem utilização de água); Latrinas de compostagem (com sistema de tratamento biológico dos dejectos); Latrinas com separação de urina (facilita o manuseamento dos dejectos sólidos e líquidos). Água (Ver também Boletim IEH Nº 4) Captação e Armazenamento de Água: Água das chuvas (sistemas de captação da água nos telhados ou nos pátios e seu armazenamento em bidões, tanques ou cisternas); Água de Superfície (sistemas de aproveitamento da água que escorre superficialmente através de pequenas barragens, canais ou açudes); Água Subterrânea (sistemas de captação da água do solo para a superfície através de furos ou bombas manuais ou de pedal). Gestão e Uso da Água: Irrigação (melhorias nos sistemas de irrigação para melhor aproveitar a água disponível); Consumo (técnicas de tratamento para obter água potável). Energia Obtenção de energia: Vento (geradores eólicos de pequena escala); Biogás (aproveitamento de resíduos); Sol (painéis solares de baixo custo; sistema de aquecimento da água). Informação sobre estes e outros exemplos pode ser encontrada na Biblioteca Temática em 5

6 Notícias Dia Mundial da Habitação A ONU decretou a primeira segunda-feira de Outubro a cada ano como o Dia Mundial da Habitação. Este ano o tema escolhido foi Planeando o nosso Futuro Urbano no sentido de consciencializar para a necessidade de melhorar o planeamento urbano face aos novos desafios do século XXI. Tanto nos países desenvolvimento como nos países em desenvolvimento os assentamentos urbanos estão sendo influenciados pelos efeitos das alterações climáticas, delapidação de recursos, insegurança alimentar, crescimento populacional e instabilidade económica. (http://www.unhabitat.org/content.asp?cid=6598&catid=588&typeid=24&submenuid=0). World Urban Forum 5 (Rio de Janeiro, Brasil, Março, 2010). Vai ter lugar no Brasil a 5ª edição do World Urban Forum. Este evento reúne governos, representantes de cidades, sociedade civil, organizações comunitárias, profissionais e académicos para discutir as questões relacionadas com a habitação a nível mundial e definir prioridades e compromissos de actuação (www.unhabitat.org/wuf). Relator Especial da ONU lança relatório sobre o Direito à Habitação Adequada e a Crise Financeira Internacional. O ultimo Relatório elaborado pela Relatora Especial da ONU Ms. Raquel Rolnik foi divulgado em Agosto de 2009 e reflecte os impactos das alterações climáticas na realização do direito à habitação pelos países mais afectados. Esse e outros documentos podem ser consultados em Referências UN-HABITAT. State of the World s Cities 2008/2009. Harmonious Cities. UK and USA, Available at Report of the Special Rapporteur on adequate housing as a component of the right to an adequate standard of living, and on the right to nondiscrimination in this context. Submitted to the UN General Assembly on 06 August Available at Committee on Economic, Social and Cultural Rights, General Comment 4, The right to adequate housing (Sixth session, 1991), U.N. Doc. E/1992/23, annex III at 114 (1991). Available at O Direito Humano a uma Habitação Condigna. Ficha Informativa Nº 21.(www.gddc.pt/direitos-humanos/Ficha_Informativa_21.pdf). INSTITUTO DE ESTUDIOS DEL HAMBRE C/ Numancia 3, Madrid España URL: Projecto desenvolvido em parceira com: IFSN/ActionAid International Créditos de fotografias: Fotos 2009 IEH/Catarina Ribeiro/ Enrique De Loma 2009 Instituto de Estudios del Hambre. Podem reproduzir-se secções deste documento sem autorização prévia desde que citada a fonte. 6

Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais

Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Tema 4: Água para Consumo Humano Nº 4, Junho de 2009 Editorial Estimados leitores. A água é um elemento essencial à vida e como tal de garantia da segurança alimentar.

Leia mais

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1

PRINCÍPIOS DO RIO. Princípio 1 PRINCÍPIOS DO RIO António Gonçalves Henriques Princípio 1 Os seres humanos são o centro das preocupações para o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia

Leia mais

Nota técnica Março/2014

Nota técnica Março/2014 Nota técnica Março/2014 Sistemas de Saneamento no Brasil - Desafios do Século XXI João Sergio Cordeiro O Brasil, no final do ano de 2013, possuía população de mais de 200 milhões de habitantes distribuídos

Leia mais

A WaterAid e as mudanças climáticas

A WaterAid e as mudanças climáticas A WaterAid e as mudanças climáticas Kajal Gautam, 16 anos, e a prima, Khushboo Gautam, 16 anos, regressando a casa depois de irem buscar água em Nihura Basti, Kanpur, na Índia. WaterAid/ Poulomi Basu Louise

Leia mais

O PROBLEMA MUNDIAL DA ÁGUA Você sabia que:

O PROBLEMA MUNDIAL DA ÁGUA Você sabia que: O PROBLEMA MUNDIAL DA ÁGUA Você sabia que: 1.1 bilhão de pessoas - uma em cada cinco - não tem água potável para consumirem 2.4 bilhões de pessoas - duas em cada cinco - vivem sem saneamento básico 3.4

Leia mais

Uma visão para WASH pós-2015

Uma visão para WASH pós-2015 Uma visão para WASH pós-2015 A visão da WaterAid para pós-2015 é uma estrutura de desenvolvimento nova e ambiciosa que unifica a erradicação da pobreza e os objectivos sustentáveis de desenvolvimento,

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Social

Programa de Desenvolvimento Social Programa de Desenvolvimento Social Introdução A Portucel Moçambique assumiu um compromisso com o governo moçambicano de investir 40 milhões de dólares norte-americanos para a melhoria das condições de

Leia mais

Restabelecer a Confiança Global

Restabelecer a Confiança Global Restabelecer a Confiança Global Os dois principais desafios à justiça global, as alterações climáticas e a pobreza, estão interligados. Temos que combatê-los simultaneamente; não podemos cuidar de um sem

Leia mais

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis

1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis CNCCD -PROPOSTA DE PROGRAMA DE ACÇÃO NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO 2011 / 2020 1. Promover a melhoria das condições de vida das população das áreas susceptíveis 1- Promover a melhoria das condições

Leia mais

SAÚDE AMBIENTAL, SALUBRIDADE E SANEAMENTO DO AMBIENTE. Conceitos

SAÚDE AMBIENTAL, SALUBRIDADE E SANEAMENTO DO AMBIENTE. Conceitos SAÚDE AMBIENTAL, SALUBRIDADE E SANEAMENTO DO AMBIENTE Conceitos SAÚDE AMBIENTAL, SALUBRIDADE E SANEAMENTO DO AMBIENTE Módulo de Saneamento Disciplina de Enfermagem em Saúde Comunitária III Curso de Licenciatura

Leia mais

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready!

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready! Parceiros: Câmara Municipal da Amadora Serviço Municipal de Protecção Civil Tel. +351 21 434 90 15 Tel. +351 21 494 86 38 Telm. +351 96 834 04 68 Fax. +351 21 494 64 51 www.cm-amadora.pt www.facebook.com/amadora.resiliente

Leia mais

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE

POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE POLÍTICA E ESTRATÉGIA DE HABITAÇÃO PARA MOÇAMBIQUE Apresentado por :Zefanias Chitsungo (Director Nacional de Habitação e Urbanismo) INTRODUÇÃO Moçambique tem mais de 20 milhões de habitantes; sendo que

Leia mais

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL PROMOÇÃO DA SAÚDE E AMBIENTES FAVORÁVEIS À SAÚDE 3ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Sundsvall, Suécia, 9 15 de Junho de 1991 Esta conferência sobre Promoção da

Leia mais

climáticas? Como a África pode adaptar-se às mudanças GREEN WORLD RECYCLING - SÉRIE DE INFO GAIA - No. 1

climáticas? Como a África pode adaptar-se às mudanças GREEN WORLD RECYCLING - SÉRIE DE INFO GAIA - No. 1 Como a África pode adaptar-se às mudanças climáticas? Os Clubes de Agricultores de HPP alcançam dezenas de milhares ensinando sobre práticas agrícolas sustentáveis e rentáveis e de como se adaptar a uma

Leia mais

Habitat Escolar. Salubridade. SalubridadeEscolar_FCS 1

Habitat Escolar. Salubridade. SalubridadeEscolar_FCS 1 Habitat Escolar Salubridade SalubridadeEscolar_FCS 1 Habitat Escolar Salubridade Módulo de Saneamento Disciplina de Enfermagem em Saúde Comunitária III Curso de Licenciatura em Enfermagem na Comunidade

Leia mais

Contribuição de Hidroeléctricas e Barragens para o Desenvolvimento Sustentável em África

Contribuição de Hidroeléctricas e Barragens para o Desenvolvimento Sustentável em África Contribuição de Hidroeléctricas e Barragens para o Desenvolvimento Sustentável em África Madalena Dray Consultora Socio-Ambiental Luanda, 24 a 27 de Setembro de 2013 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE ENERGIA

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 452/X RECOMENDA AO GOVERNO A REORIENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PÚBLICO

Partido Popular. CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 452/X RECOMENDA AO GOVERNO A REORIENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PÚBLICO Partido Popular CDS-PP Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO Nº 452/X RECOMENDA AO GOVERNO A REORIENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PÚBLICO A crise económica e social, quer a nível internacional quer a nível nacional,

Leia mais

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA ACQUALIVEEXPO Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA Lisboa, 22 de Março de 2012 1 1. Introdução A diplomacia económica é um

Leia mais

Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais

Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Tema 6 : Perdas e Desperdício de Alimentos Editorial Nº 6, Dezembro de 2009 Estimados leitores. Este é o ultimo Boletim do ano 2009. Infelizmente o ano terminou

Leia mais

WWDR4 Resumo histórico

WWDR4 Resumo histórico WWDR4 Resumo histórico Os recursos hídricos do planeta estão sob pressão do crescimento rápido das demandas por água e das mudanças climáticas, diz novo Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento

Leia mais

Concepção de instalações para o abastecimento de água

Concepção de instalações para o abastecimento de água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Concepção de instalações para o abastecimento de água Prof. Aníbal da Fonseca Santiago Universidade

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA 16 DE OUTUBRO DE 2013 1 CONTEXTO DE MOÇAMBIQUE Cerca de 23 milhões de

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISCIPLINAR GEOGRAFIA PLANIFICAÇÃO ANO: 9º ANO LECTIVO: 2008/2009 p.

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM GRUPO DISCIPLINAR GEOGRAFIA PLANIFICAÇÃO ANO: 9º ANO LECTIVO: 2008/2009 p. ANO: 9º ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/3 Tema 5: Contrastes de desenvolvimento 1.Diferentes níveis de desenvolvimento - Repartição da riqueza: a nível mundial e em cada país - Factores de desigualdade - Factores

Leia mais

RISCOS EMERGENTES NO SETOR DE SEGUROS NO CONTEXTO DA AGENDA DE DESENVOLVIMENTO PÓS-2015

RISCOS EMERGENTES NO SETOR DE SEGUROS NO CONTEXTO DA AGENDA DE DESENVOLVIMENTO PÓS-2015 RISCOS EMERGENTES NO SETOR DE SEGUROS NO CONTEXTO DA AGENDA DE DESENVOLVIMENTO PÓS-2015 Rio+20 (2012): O Futuro que Queremos Cúpula das Nações Unidas (setembro de 2015): Agenda de Desenvolvimento Pós-2015

Leia mais

O que é a adaptação às mudanças climáticas?

O que é a adaptação às mudanças climáticas? Síntese da CARE Internacional sobre Mudanças Climáticas O que é a adaptação às mudanças climáticas? As mudanças climáticas colocam uma ameaça sem precedentes a pessoas vivendo nos países em desenvolvimento

Leia mais

ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, KAY RALA XANANA GUSMÃO, NA TERCEIRA CONFERÊNCIA

ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, KAY RALA XANANA GUSMÃO, NA TERCEIRA CONFERÊNCIA ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, KAY RALA XANANA GUSMÃO, NA TERCEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE PEQUENOS ESTADOS-ILHA EM VIAS DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

ASSINATURA DA CARTA DE AALBORG

ASSINATURA DA CARTA DE AALBORG PROPOSTA ASSINATURA DA CARTA DE AALBORG Desde sempre, desde as sociedades primitivas, o Homem usou os recursos naturais para viver. Porém durante muito tempo, a exploração de recursos era diminuta e a

Leia mais

Chamada para Seleção de Artigos

Chamada para Seleção de Artigos Chamada para Seleção de Artigos 1. Contextualização: O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, responsável pelo monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, junto aos países membros

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA, IOLANDA CINTURA SEUANE, MINISTRA DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL DE MOÇAMBIQUE SOBRE O TEMA DESAFIOS DA PROTECÇÃO SOCIAL PARA ALCANÇAR A SEGURANÇA ALIMENTAR

Leia mais

Sobrevivência do Recém Nascido e da Criança

Sobrevivência do Recém Nascido e da Criança 2009 Sobrevivência do Recém Nascido e da Criança Resumo de Política Calcula-se que, todos os anos, 9,2 milhões de crianças morrem antes de atingirem o seu quinto aniversário quase uma criança a cada três

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

H A B I T A T Salubridade

H A B I T A T Salubridade H A B I T A T Salubridade 11 -Salubridade_FCS,2000 H A B I T A T Salubridade Módulo de Saneamento Disciplina de Enfermagem em Saúde Comunitária III Curso de Licenciatura em Enfermagem na Comunidade FCHUCP

Leia mais

José Saldanha Matos. Instituto Superior Técnico

José Saldanha Matos. Instituto Superior Técnico José Saldanha Matos Instituto Superior Técnico Água, saneamento e higiene para todos Água para a energia, energia para a água Água e alimento para pôr fim à pobreza Os múltiplos usos e funções dos serviços

Leia mais

RIO+10 E ERRADICAÇÃO DA POBREZA

RIO+10 E ERRADICAÇÃO DA POBREZA RIO+10 E ERRADICAÇÃO DA POBREZA SUELY MARA VAZ GUIMARÃES DE ARAÚJO Consultora Legislativo da Área XI Geografia, Desenvolvimento Regional, Ecologia e Direito Ambiental, Urbanismo, Habitação, Saneamento

Leia mais

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão

Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão MEMO/05/124 Bruxelas, 12 de Abril de 2005 Perguntas e Respostas: O Pacote ODM (Objectivos de Desenvolvimento do Milénio) da Comissão 1. Em que consiste este pacote? A Comissão aprovou hoje 3 comunicações

Leia mais

ODS 1 - Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.

ODS 1 - Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares. ODS 1 - Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares. 1.1 Até 2030, erradicar a pobreza extrema para todas as pessoas em todos os lugares, atualmente medida como pessoas vivendo com

Leia mais

1º SEMINÁRIO DESAFIOS DO SANEAMENTO ASSEMAE RS

1º SEMINÁRIO DESAFIOS DO SANEAMENTO ASSEMAE RS 1º SEMINÁRIO DESAFIOS DO SANEAMENTO ASSEMAE RS A sustentabilidade e a integração prática das diferentes modalidades do saneamento: água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos Porto Alegre, 01 de dezembro

Leia mais

TRATADO SOBRE AS ZONAS ÁRIDAS E SEMI-ÁRIDAS PREÂMBULO

TRATADO SOBRE AS ZONAS ÁRIDAS E SEMI-ÁRIDAS PREÂMBULO [30] TRATADO SOBRE AS ZONAS ÁRIDAS E SEMI-ÁRIDAS PREÂMBULO 1. As zonas áridas e semi-áridas constituem um conjunto de formações naturais complexas, dispersas em vários pontos do planeta e muito diferenciadas

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

CERSA. Centro de Referência em Segurança da Água. José Manuel Pereira Vieira Professor Catedrático da Universidade do Minho

CERSA. Centro de Referência em Segurança da Água. José Manuel Pereira Vieira Professor Catedrático da Universidade do Minho Brasília 16 a 18 de março de 2015 CERSA Centro de Referência em Segurança da Água José Manuel Pereira Vieira Professor Catedrático da Universidade do Minho CERSA Projecto de futuro ao serviço da saúde

Leia mais

Crise ambiental e saúde no planeta

Crise ambiental e saúde no planeta Crise ambiental e saúde no planeta Pensando o papel dos serviços de saúde a partir das questões da Rio+20 CESTEH-ENSP-FIOCRUZ 7 QUESTÕES CRÍTICAS NA RIO+20 1) Empregos 2) Energia 3) Cidades 4) Alimentos

Leia mais

CAF: Um banco de desenvolvimento ao serviço da água na América Latina

CAF: Um banco de desenvolvimento ao serviço da água na América Latina CAF: Um banco de desenvolvimento ao serviço da água na América Latina Apoio financeiro e técnico no setor água O CAF apoia os esforços que os países da região realizam para garantir que toda a população

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume II Locais e Postos de trabalho um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Principais Conferências Internacionais sobre o Meio Ambiente Prof. Claudimar Fontinele Em dois momentos a ONU reuniu nações para debater

Leia mais

nossa vida mundo mais vasto

nossa vida mundo mais vasto Mudar o Mundo Mudar o Mundo O mundo começa aqui, na nossa vida, na nossa experiência de vida. Propomos descobrir um mundo mais vasto, Propomos mudar o mundo com um projecto que criou outros projectos,

Leia mais

SANEAMENTO BÁSICO. Remoção e Tratamento de Resíduos - Dejectos

SANEAMENTO BÁSICO. Remoção e Tratamento de Resíduos - Dejectos SANEAMENTO BÁSICO Remoção e Tratamento de Resíduos - Dejectos SANEAMENTO BÁSICO Remoção e Tratamento de Resíduos = Dejectos = Módulo de Saneamento Disciplina de Enfermagem em Saúde Comunitária III Curso

Leia mais

ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO

ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO ESCOLA SECUNDÁRIA DE CANEÇAS ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO SEGURANÇA SOCIAL A DESPESA DA POBREZA Bruno Simões, nº 6 12º D David Figueira, nº 9-12º D Fábio Vilela, nº 13 12º D Professores: Ana Rita Castro

Leia mais

AGENDA 21: Imagine... FUTURO... AGENDA 21: 1. É o principal documento da Rio-92 (Conferência ONU: Meio Ambiente e desenvolvimento Humano); 2. É a proposta mais consistente que existe de como alcançar

Leia mais

Desenvolvimento sustentável

Desenvolvimento sustentável Desenvolvimento sustentável Sustentabilidade Até à década de 90: Desenvolvimento = Crescimento económico = PIB obscureceu o facto de o objectivo do desenvolvimento ser, em última instância, beneficiar

Leia mais

Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992)

Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992) Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992) A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e desenvolvimento, Tendo-se reunido no Rio de Janeiro, de 3 a 21 de junho de

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 51/2008. Institui a Política Estadual de Combate e Prevenção à Desertificação e dá outras providências.

PROJETO DE LEI Nº 51/2008. Institui a Política Estadual de Combate e Prevenção à Desertificação e dá outras providências. PROJETO DE LEI Nº 51/2008 Institui a Política Estadual de Combate e Prevenção à Desertificação e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO DECRETA: Art. 1º Esta lei institui

Leia mais

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social

Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Direcção-Geral da Solidariedade e Segurança Social Janeiro/2004 INTRODUÇÃO A experiência da acção social no âmbito da intervenção e acompanhamento das famílias em situação de grande vulnerabilidade social,

Leia mais

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Estratégias adoptadas As estratégias adoptadas e o desempenho da APFF nos três domínios da sustentabilidade encontram-se

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

A SECA NO BRASIL E AS DIFERENTES ABORDAGENS E POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O SEU ENFRENTAMENTO

A SECA NO BRASIL E AS DIFERENTES ABORDAGENS E POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O SEU ENFRENTAMENTO A SECA NO BRASIL E AS DIFERENTES ABORDAGENS E POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O SEU ENFRENTAMENTO Carlos Freitas, Aurea Pitta, Taís Alpino, Aderita Sena, André Monteiro, Marcel Pedroso, Christovam Barcellos, Carlos

Leia mais

Comissão reconhece a necessidade de um melhor acesso de elevado débito à Internet para revitalizar as zonas rurais na Europa

Comissão reconhece a necessidade de um melhor acesso de elevado débito à Internet para revitalizar as zonas rurais na Europa IP/09/343 Bruxelas, 3 de Março de 2009 Comissão reconhece a necessidade de um melhor acesso de elevado débito à Internet para revitalizar as zonas rurais na Europa A Comissão declarou hoje considerar prioritária

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

Regulamento. Sorriso Solidário

Regulamento. Sorriso Solidário Regulamento Sorriso Solidário 0 Introdução A Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, tem desenvolvido ao longo dos tempos, diversas iniciativas no sentido de criar condições que favoreçam o bem-estar

Leia mais

Ministério Público do Trabalho

Ministério Público do Trabalho Ministério Público do Trabalho Procuradoria Regional do Trabalho da Nona Região www.prt9.mpt.gov.br A realidade Fundamentos Jurídicos Declaração Universal dos Direitos do Homem, que diz que o reconhecimento

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ORGANIZAÇÃO DO ESTALEIRO 2 DESCRIÇÃO Face à legislação em vigor, estaleiros temporários ou móveis são os locais onde se efectuam trabalhos de

Leia mais

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA O ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM ÁREAS URBANAS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ, BRASIL

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA O ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM ÁREAS URBANAS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ, BRASIL INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA O ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM ÁREAS URBANAS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ, BRASIL Priscila da Silva Batista Instituto Tecnológico, Universidade

Leia mais

Agenda de. Desenvolvimento. Pós-2015

Agenda de. Desenvolvimento. Pós-2015 Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável O INÍCIO: ANO 2000 Combate a inimigos históricos da humanidade: Pobreza e fome Desigualdade de gênero Doenças transmissíveis

Leia mais

Tackling the challenge of feeding the World: A Family farming perspective

Tackling the challenge of feeding the World: A Family farming perspective Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura YEAR OF FAMILY FARMING Economic and Social Development Department Science for Poverty Erradication and Sustainable Development Tackling

Leia mais

2. Enquadramento metodológico

2. Enquadramento metodológico 1. A Agenda 21 LOCAL 1. Em 1992, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento (CNUAD) aprovou um Plano de Acção para o Século 21, intitulado Agenda 21. Realizada

Leia mais

Contribuição para uma nova política pública de resíduos sólidos

Contribuição para uma nova política pública de resíduos sólidos Introdução Projeto Gestão Participativa e Sustentável de Resíduos Sólidos Contribuição para uma nova política pública de resíduos sólidos Estamos vivendo sérios desafios sociais e ambientais que estão

Leia mais

Apresentação por José Fernandes Quelhas Manica Moçambique Junho, 2008

Apresentação por José Fernandes Quelhas Manica Moçambique Junho, 2008 MINISTÉRIO DA ENERGIA ` Apresentação por José Fernandes Quelhas Manica Moçambique Junho, 2008 1 Difinir Educacao DISCUSSAO... Relação Energia e Educação 2 Relação Energia e Educação ODM 2: Alcançar o Ensino

Leia mais

V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis. As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável. Montijo 14 de Novembro de 2014

V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis. As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável. Montijo 14 de Novembro de 2014 V Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis As Desigualdades em Saúde e o Planeamento Saudável Montijo 14 de Novembro de 2014 1. Saudação Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal do Montijo Exmo. Sr.

Leia mais

Ministério Público do Trabalho Procuradoria Regional do Trabalho da Nona Região. www.prt9.mpt.gov.br

Ministério Público do Trabalho Procuradoria Regional do Trabalho da Nona Região. www.prt9.mpt.gov.br Ministério Público do Trabalho Procuradoria Regional do Trabalho da Nona Região www.prt9.mpt.gov.br A realidade Fundamentos Jurídicos Declaração Universal dos Direitos do Homem, que diz que o reconhecimento

Leia mais

Dinamização das Zonas Rurais

Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais Dinamização das Zonas Rurais A Abordagem LEADER A Europa investe nas Zonas Rurais As zonas rurais caracterizam-se por condições naturais e estruturais que, na maioria dos

Leia mais

6º Fórum Mundial da Água

6º Fórum Mundial da Água 6º Fórum Mundial da Água A gestão integrada de recursos hídricos e de águas residuais em São Tomé e Príncipe como suporte da segurança alimentar, energética e ambiental Eng.ª Lígia Barros Directora Geral

Leia mais

A Igualdade dos Géneros como Boa Economia

A Igualdade dos Géneros como Boa Economia A Igualdade dos Géneros como Boa Economia Um Plano de Acção do Grupo Banco Mundial Banco Mundial o acesso à terra, ao trabalho, aos mercados financeiros e de produtos é crucial para se aumentar o rendimento

Leia mais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais (ENSP/FIOCRUZ) Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres (CEPEDES) Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) AS MUDANÇAS SOCIOAMBIENTAIS

Leia mais

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves. Fundos Comunitários geridos pela Comissão Europeia M. Patrão Neves Fundos comunitários: no passado Dependemos, de forma vital, dos fundos comunitários, sobretudo porque somos um dos países da coesão (e

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

Educação: a resposta certa contra o trabalho infantil

Educação: a resposta certa contra o trabalho infantil Educação: a resposta certa contra o trabalho infantil Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil 12 Junho 2008 Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil 12 de Junho de 2008 O Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho

Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XVI Armazenamento de Produtos Químicos Perigosos um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido

Leia mais

Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais

Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Tema 7: Hortas Comunitárias, Escolares e Familiares Nº 7, Julho de 2010 Editorial Estimados leitores. Neste edição do Boletim Temático dedicamos atenção às hortas

Leia mais

ANEXO 1 MODELO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE

ANEXO 1 MODELO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE ANEXO 1 MODELO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE Data: / / 20 Ao Projeto RN Sustentável Prezado Senhor(a) A Organização Social devidamente legalizada e abaixo identificada, representando a (as) comunidades

Leia mais

CARTA DAS ÁGUAS DO ACRE 2015

CARTA DAS ÁGUAS DO ACRE 2015 CARTA DAS ÁGUAS DO ACRE 2015 A Carta das Águas do Acre 2015 é o documento resultado do Seminário Água e Desenvolvimento Sustentável realizado pelo Governo do Estado do Acre, através da Secretaria de Estado

Leia mais

Participação da Febraban no Projeto Cisternas Programa de Formação e Mobilização para a Convivência com o Semi-Árido

Participação da Febraban no Projeto Cisternas Programa de Formação e Mobilização para a Convivência com o Semi-Árido Participação da Febraban no Projeto Cisternas Programa de Formação e Mobilização para a Convivência com o Semi-Árido Projeto para construção de cisternas, Mobilização e Capacitação de famílias parceria

Leia mais

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\ ATO DE SANÇÃO N.º 003/2010. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ACAUÃ, ESTADO DO PIAUÍ, no uso de suas atribuições legais, sanciona por meio do presente, o Projeto de Lei do Executivo de N.º 002/2010, Ementa: Dispõe

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO. SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO. SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SÍNTESE DA 15 a SESSÃO PLENÁRIA DO OBSERVATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO Maputo, Abril de 2014 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO... 3 II. TEMAS APRESENTADOS...

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento

Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, tendo se reunido no Rio de Janeiro, de 3 a 14 de junho de 1992, reafirmando

Leia mais

Regulamento Interno PREÂMBULO

Regulamento Interno PREÂMBULO Regulamento Interno PREÂMBULO O Município de Beja enquanto promotor local de políticas de protecção social, desempenha um papel preponderante na elaboração de estratégias de desenvolvimento social e na

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HONG KONG SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DAS CIDADES

DECLARAÇÃO DE HONG KONG SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DAS CIDADES DECLARAÇÃO DE HONG KONG SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DAS CIDADES 1. Nós, representantes dos governos nacionais e locais, grupos comunitários, comunidade científica, instituições profissionais, empresas,

Leia mais

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA

A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A PROMOÇÃO DA SAÚDE A CARTA DE OTTAWA A primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa em 21 de Novembro de 1986, aprovou a presente Carta, que contém as orientações para

Leia mais

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO

CARTA EUROPEIA DO DESPORTO CARTA EUROPEIA DO DESPORTO Objectivo da Carta... 3 Definição e âmbito de aplicação da Carta... 3 O movimento desportivo... 4 Instalações e actividades... 4 Lançar as bases... 4 Desenvolver a participação...

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. AUDIÊNCIA 3 3. VALOR DA INFORMAÇÃO 4 4. IMPORTÂNCIA DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 5 5. MODELO DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 6 6. RESPONSABILIDADES NA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 7 7. MANUTENÇÃO

Leia mais

À HABITAÇÃO DEGRADADA NO

À HABITAÇÃO DEGRADADA NO Praça Luis de Camões.2580-318 ALENQUER. Telel. 263730900. Fax 263711 504. e-mau: peral@cm-alenauer.ot i1 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO À HABITAÇÃO DEGRADADA NO MUNICÍPIO DE ALENQUER Proposta da Câmara

Leia mais

Fórum de Diálogo IBAS

Fórum de Diálogo IBAS Fórum de Diálogo IBAS, e do Sul Integração SUL-SUL Fórum de Mulheres FÓRUM De DIÁLOGO IBAS, e do Sul O Fórum IBAS é uma iniciativa trilateral entre, e do Sul, desenvolvida para promover a cooperação Sul-

Leia mais

[SELO ALIMENTO SEGURO]

[SELO ALIMENTO SEGURO] 1 Lista de Verificação Selo Alimento Seguro Lista de Verificação com a finalidade de examinar todos os aspectos relacionados com as instalações, equipamentos, ferramentas, instrumentos utilizados pelas

Leia mais

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS

ABASTECIMENTO DE ÁGUA SOLUÇÕES ALTERNATIVAS UFPR Ministério da Educação UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Setor de Ciências da Saúde Departamento de Saude Comunitária ABASTECIMENTO DE ÁGUA Profª. Eliane Carneiro Gomes Departamento de Saúde Comunitária

Leia mais

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011 ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE E O GOVERNO DA AUSTRÁLIA Novembro de 2011 Acordo de planeamento estratégico para o desenvolvimento Timor-Leste Austrália

Leia mais

Valorização Energética dos Resíduos Derivados do Sector Pecuário

Valorização Energética dos Resíduos Derivados do Sector Pecuário 1º ENCONTRO LUSO-ANGOLANO DE ECONOMIA, SOCIOLOGIA E DESENVOLVIMENTO RURAL Valorização Energética dos Resíduos Derivados do Sector Pecuário BIAVANGA GUEVARA ZIONE 16 a 18 de Outubro de 2008, Universidade

Leia mais

N.º 21 1995 2004 Ficha Informativa O Direito Humano a uma Habitação Condigna

N.º 21 1995 2004 Ficha Informativa O Direito Humano a uma Habitação Condigna N.º 21 Ficha Informativa Década das Nações Unidas para a Educação em matéria de Direitos Humanos 1995 2004 O Direito Humano a uma Habitação Condigna A colecção Fichas Informativas sobre Direitos Humanos

Leia mais

Sendo manifesto que estas incertezas e insegurança económica sentidas por. milhões de cidadãos Portugueses e Europeus são um sério bloqueio para o

Sendo manifesto que estas incertezas e insegurança económica sentidas por. milhões de cidadãos Portugueses e Europeus são um sério bloqueio para o equilíbrio das famílias, crianças e jovens Europeus e Portugueses. milhões de cidadãos Portugueses e Europeus são um sério bloqueio para o milhões de cidadãos Europeus e Portugueses, o receio quanto ao

Leia mais

POLÍTICA DE ÁGUAS (PROPOSTA)

POLÍTICA DE ÁGUAS (PROPOSTA) REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS E HABITAÇÃO DIRECÇÃO NACIONAL DE ÁGUAS POLÍTICA DE ÁGUAS (PROPOSTA) Junho de 2006 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 VISÃO, PRINCIPAIS OBJECTIVOS E POLÍTICAS

Leia mais

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo 22 de Fevereiro 2010 Índice Índice PARTE I SÍNTESE DO 2º FÓRUM PARTICIPATIVO (10 minutos) PARTE II SÍNTESE DA ESTRATÉGIA DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais