Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais

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1 Boletim Temático sobre Tecnologias Sociais Tema 5 : Habitação Editorial Nº 5, Outubro de 2009 Estimados leitores. Milhões de pessoas em todo o mundo continuam sem abrigo ou a viver em habitações precárias sem o mínimo de condições. Este problema tem vindo a ser agravado devido ao fenómeno de urbanização acelerada das ultimas décadas. Em consequência, assistimos ao crescimento exponencial de bairros degradados ao redor de médias e grandes cidades onde as condições de vida de miséria, a falta de emprego e a ausência de políticas sociais em matéria de habitação agravam a situação de pobreza das famílias. Apesar de ser um problema cada vez mais urbano, também no meio rural a precariedade da habitação e dos problemas associados em particular falta de saneamento e ausência de água potável - compromete a segurança alimentar das poblações mais pobres. Neste Boletim exploramos estes problemas, analisamos a inter-relação entre habitação e pobreza e apresentamos alguns exemplos no campo das Tecnologias Sociais ao nível da habitação que contribuem para melhorar o nível de vida das famílias e comunidades. O Século Urbano A falta de habitação ou a deficiência das suas condições é uma triste realidade para milhões de pessoas em todo o mundo. A falta de abrigo ou condições adequadas para viver verifica-se tanto no meio rural como urbano. Contudo, é nas cidades que este problema tem surgido com mais intensidade devido ao crescimento exponencial das favelas que se tem verificado ao longo das últimas décadas. O fenómeno da urbanização acelerada levou as Nações Unidas a definirem este século como O Século Urbano. Urbanização: Factos e Números Em 1800 apenas 2% da população mundial vivia em cidades; Em 2007 a população urbana atingiu os 50%; Estima-se que em 2050 cerca de 70% da população viva em cidades. Em 1950 apenas uma cidade (Nova Iorque) tinha mais de 10 milhões de habitantes; Em 2015 estima-se que 23 cidades tenham mais de 10 milhões de habitantes; Dessas, 19 cidades encontram-se nos países em desenvolvimento. A taxa de urbanização é maior nos países em desenvolvimento que absorvem uma média de 5 milhões de novos residentes urbanos a cada mês, sendo responsáveis por 95% de toda a população urbana do globo. No bairro Mbare da capital Harare (Zimbabué) mais de 1300 pessoas partilham 1único toilet com apenas 6 latrinas. Estima-se que 1000 milhões de pessoas sejam pobres. Destes, 750 milhões vivem em áreas urbanas sem acesso a serviços básicos. De acordo com o UN-HABITAT, hoje a metade da população mundial vive nas cidades. O ano 2007 constitui o ponto de viragem pois pela primeira vez na história a população urbana igualou em número a população rural. As estimativas apontam para que nas próximas duas décadas a população urbana aumente para 60%. Este fenómeno de urbanização rápida ocorre, na maior parte dos casos, em contextos de desemprego crescente, baixa produtividade agrícola, estagnação do crescimento económico e ausência de planificação urbana. Principais características das favelas: - Inadequado acesso a água potável; - Inadequado acesso a condições de saneamento e outras infra-estruturas básicas; - Qualidade de construção das casas muito precária; - Sobrelotação; - Insegurança da condição de residentes; 1

2 Habitação e Pobreza Hoje um quinto da população do globo não tem habitação própria ou habita em casas completamente degradadas. Este cenário conforma uma situação de habitação na pobreza para a qual é necessário encontrar respostas urgentes. A falta de abrigo é vista tanto como uma consequência da pobreza, como uma das suas principais causas. O fenómeno da urbanização da pobreza potenciado pelas migrações rural-urbano em massa desde a década de 1950 sem duvida tem contribuído para agravar as precárias condições de habitação de muitas famílias. Principais causas da Habitação Inadequada: - Urbanização da pobreza - Desemprego e baixos rendimentos familiares - Falta de acesso a recursos, em particular à terra - Insegurança na titularidade das habitações - Deslocações de população em massa - Efeitos das alterações climáticas - Falta de políticas governamentais efectivas Para além desse factor, também os elevados níveis de desemprego ou os baixos rendimentos familiares contribuem para que as famílias não tenham capacidade para construir, arrendar ou comprar uma habitação condigna. Esta situação é ainda agravada pela dificuldade de acesso a recursos, designadamente à terra, bem como pelos elevados preços dos materiais de construção. Em muitos países as guerras e conflitos potenciaram migrações forçadas de milhões de pessoas. Também as alterações climáticas que se têm vindo a agravar são um factor que leva à deslocação em massa de muitas famílias. A Relatora Especial das Nações Unidas para a Habitação, Ms. Raquel Rolnik, produziu recentemente (Agosto, 2009) um relatório alertando para as consequências das alterações climáticas na realização do direito a uma habitação adequada. Outro factor que dificulta o acesso a condições mínimas de habitação é a insegurança na titularidade da habitação. A dificuldade que milhões de famílias têm em deter legalmente uma habitação própria dificulta o acesso a outras oportunidades económicas e sociais, como sejam crédito, emprego, serviços públicos, etc. A falta de políticas governamentais de inclusão social e promoção de acesso à habitação tem levado ao aumento iniquidade social entre ricos e pobres e, consequentemente, ao aumento do numero de famílias que vivem sem acesso aos serviços públicos nem condições de habitação mínimas. Devido a esta situação milhares de pessoas não dispõem de habitação fixa e por isso têm necessidade de improvisar abrigos que funcionam como a casa da família durante períodos de tempo limitados, mas que terminam por ser permanentes. Estes abrigos improvisados não dispõem de condições mínimas e são completamente vulneráveis às condições climáticas adversas (chuva, frio, vento, etc.). 2

3 Habitação e ODMs No âmbito dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODMs) a comunidade internacional comprometeu-se com a meta de melhorar significativamente a vida de pelo menos 100 milhões de habitantes de bairros degradados até 2020 (ODM 7). Trata-se de um objectivo directamente relacionado com a problemática da habitação. Contudo, a existência de uma habitação adequada relaciona-se directa e indirectamente com outras questões que importa levar em consideração, nomeadamente no âmbito da definição de programas e políticas de combate à fome e pobreza. Habitação e Segurança Alimentar A promoção da segurança alimentar das famílias está directamente relacionada com a existência de condições adequadas de habitação. Em primeiro lugar, a garantia de abastecimento de água potável e a existência de serviços de saneamento são duas necessidades básicas directamente relacionadas com a habitação com implicações na segurança alimentar. Os problemas ambientais e de saúde pública veiculados pela água imprópria para consumo e saneamento deficiente são importantes factores que afectam a segurança alimentar das famílias. Por esta razão, é necessário providenciar serviços mínimos tornar o espaço privado das famílias com garantias de higiene e salubridade. Muitas famílias constroem a sua própria habitação, por exemplo utilizando técnicas e materiais de baixo custo (terra, adobe, madeira, etc.). Contudo, é necessário verificar se a qualidade de construção garante condições adequadas de protecção das adversidades climáticas e segurança de perigos externos. O acesso a uma fonte de energia é indispensável para assegurar qualidade de vida e também segurança alimentar, pois dela depende, entre outros aspectos, a possibilidade de conservar e cozinhar os alimentos de forma adequada. O Direito a uma Habitação Adequada Dispor de uma habitação condigna é uma condição fundamental para a existência humana. Por este motivo, o direito à habitação constitui um direito humano fundamental reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), pelo Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais (1966) e diversas convenções e declarações adoptadas sob os auspícios das Nações Unidas. A importância da habitação para as pessoas revela-se tanto em termos físicos fornecendo segurança e abrigo como em termos psicológicos providenciando um espaço pessoal e familiar com privacidade. A habitação faz parte das condições básicas para as famílias e populações levarem uma vida segura, com qualidade e em paz. Em 1991 o Comité dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais da ONU emitiu o Comentário Geral Nº 4 no qual clarifica o conteúdo do Direito a uma Habitação Adequada. De acordo com essas orientações, esse direito define-se de acordo com os seguintes pressupostos: 3

4 Segurança legal da ocupação Disponibilidade de serviços, materiais e infra-estruturas Acessibilidade Habitabilidade Facilidade de acesso Localização Respeito do ambiente cultural Direito a uma Habitação Adequada Todas as pessoas têm direito a um certo grau de segurança que garanta a protecção legal contra as expulsões forçadas, a agressão e outras ameaças. Os Estados são obrigados a conferir esta segurança através de procedimentos legais. Todos os titulares do direito a uma habitação condigna devem ter acesso permanente aos recursos naturais e comuns, água potável, energia para cozinhar, aquecimento e iluminação, instalações sanitárias e de limpeza, meios de conservação de alimentos, sistemas de recolha e tratamento de lixo, esgotos e serviços de emergência. Os custos da habitação suportados pelas pessoas ou agregados familiares devem situar-se a um nível que não ameace ou comprometa a satisfação de outras necessidades essenciais. Uma habitação condigna deve propiciar o espaço adequado e proteger do frio, da humidade, do calor, da chuva, do vento ou outros perigos para a saúde, dos riscos devidos a problemas estruturais e de vectores de doença. A segurança física dos ocupantes deve ser igualmente garantida. Uma habitação condigna deve ser acessível aos que a ela têm direito. Os grupos desfavorecidos devem ter pleno acesso, permanentemente, aos recursos adequados, em matéria de habitação. A habitação deve situar-se num local onde existam possibilidades de emprego, serviços de saúde, escolas, centros de cuidados infantis e outras estruturas sociais. As habitações não devem ser construídas em lugares poluídos, nem na proximidade imediata de fontes de poluição que ameacem o direito à saúde dos seus ocupantes. A arquitectura, os materiais de construção utilizados e as políticas subjacentes devem permitir a expressão da identidade e diversidade culturais. Os Estados devem comprometer-se e agir por todos os meios que tenham ao seu alcance para garantir o direito à habitação a todas as pessoas. Têm a obrigação de reconhecer, respeitar, proteger e realizar esse direito em cada contexto nacional. A formulação de políticas públicas de apoio ao acesso à habitação para os grupos mais pobres e desfavorecidos deve ser uma prioridade dos governos a fim de assegurar a realização progressiva, mas efectiva, desse direito. A indivisibilidade e interdependência dos direitos humanos revela-se também no Direito à Habitação do qual dependem e se inter-relacionam outros direitos (água, alimentação, saúde, educação, trabalho, etc). Uma Habitação Adequada significa Intimidade suficiente, espaço adequado, segurança adequada, iluminação e ventilação suficientes, infra-estruturas básicas adequadas e localização adequada relativamente ao local de trabalho e aos serviços essenciais tudo isto a um custo razoável para os beneficiários. The Commission on Human Settlements' Global Strategy for Shelter to the Year

5 Tecnologias Sociais para a Habitação No campo das Tecnologias Sociais é possível encontrar algumas soluções simples, de baixo custo e facilmente adaptadas pelas comunidades através de recursos locais que podem contribuir para melhorar as suas condições de vida em matéria de habitação. Em seguida identificamos exemplos de inovações relacionados com técnicas de construção, práticas de saneamento, acesso a água e energia que podem resultar em benefícios nas habitações para a população mais vulnerável. Técnicas e materiais de construção: Construção Materiais (Adobe; Superadobe; Cob; Madeira; Ferrocimento); Técnicas (construções mais resistentes a inundações, terramotos e outras calamidades climáticas). Construção colectiva (cooperativas e arranjos organizacionais comunitários para construção de habitação); Melhorias nas habitações: Chaminés (sistemas simples de extracção de fumos das habitações); Fogões (diversos tipos de fogões simples que reduzem consumo de lenha); Janelas (sistemas de ventilação adaptados e protecção contra insectos). Saneamento Facilidades de Saneamento: (Ver também Boletim IEH Nº 2) Latrinas simples (balde; poço; suspensas sobre a água); Latrinas secas (sem utilização de água); Latrinas de compostagem (com sistema de tratamento biológico dos dejectos); Latrinas com separação de urina (facilita o manuseamento dos dejectos sólidos e líquidos). Água (Ver também Boletim IEH Nº 4) Captação e Armazenamento de Água: Água das chuvas (sistemas de captação da água nos telhados ou nos pátios e seu armazenamento em bidões, tanques ou cisternas); Água de Superfície (sistemas de aproveitamento da água que escorre superficialmente através de pequenas barragens, canais ou açudes); Água Subterrânea (sistemas de captação da água do solo para a superfície através de furos ou bombas manuais ou de pedal). Gestão e Uso da Água: Irrigação (melhorias nos sistemas de irrigação para melhor aproveitar a água disponível); Consumo (técnicas de tratamento para obter água potável). Energia Obtenção de energia: Vento (geradores eólicos de pequena escala); Biogás (aproveitamento de resíduos); Sol (painéis solares de baixo custo; sistema de aquecimento da água). Informação sobre estes e outros exemplos pode ser encontrada na Biblioteca Temática em 5

6 Notícias Dia Mundial da Habitação A ONU decretou a primeira segunda-feira de Outubro a cada ano como o Dia Mundial da Habitação. Este ano o tema escolhido foi Planeando o nosso Futuro Urbano no sentido de consciencializar para a necessidade de melhorar o planeamento urbano face aos novos desafios do século XXI. Tanto nos países desenvolvimento como nos países em desenvolvimento os assentamentos urbanos estão sendo influenciados pelos efeitos das alterações climáticas, delapidação de recursos, insegurança alimentar, crescimento populacional e instabilidade económica. (http://www.unhabitat.org/content.asp?cid=6598&catid=588&typeid=24&submenuid=0). World Urban Forum 5 (Rio de Janeiro, Brasil, Março, 2010). Vai ter lugar no Brasil a 5ª edição do World Urban Forum. Este evento reúne governos, representantes de cidades, sociedade civil, organizações comunitárias, profissionais e académicos para discutir as questões relacionadas com a habitação a nível mundial e definir prioridades e compromissos de actuação (www.unhabitat.org/wuf). Relator Especial da ONU lança relatório sobre o Direito à Habitação Adequada e a Crise Financeira Internacional. O ultimo Relatório elaborado pela Relatora Especial da ONU Ms. Raquel Rolnik foi divulgado em Agosto de 2009 e reflecte os impactos das alterações climáticas na realização do direito à habitação pelos países mais afectados. Esse e outros documentos podem ser consultados em Referências UN-HABITAT. State of the World s Cities 2008/2009. Harmonious Cities. UK and USA, Available at Report of the Special Rapporteur on adequate housing as a component of the right to an adequate standard of living, and on the right to nondiscrimination in this context. Submitted to the UN General Assembly on 06 August Available at Committee on Economic, Social and Cultural Rights, General Comment 4, The right to adequate housing (Sixth session, 1991), U.N. Doc. E/1992/23, annex III at 114 (1991). Available at O Direito Humano a uma Habitação Condigna. Ficha Informativa Nº 21.(www.gddc.pt/direitos-humanos/Ficha_Informativa_21.pdf). INSTITUTO DE ESTUDIOS DEL HAMBRE C/ Numancia 3, Madrid España URL: Projecto desenvolvido em parceira com: IFSN/ActionAid International Créditos de fotografias: Fotos 2009 IEH/Catarina Ribeiro/ Enrique De Loma 2009 Instituto de Estudios del Hambre. Podem reproduzir-se secções deste documento sem autorização prévia desde que citada a fonte. 6

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