Introdução ao Certificado de Recebíveis Imobiliários & Fundos Imobiliários Abril, 2012

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1 Introdução ao Certificado de Recebíveis Imobiliários & Fundos Imobiliários Abril, 2012

2 A RB Capital

3 I. A RB Capital A Companhia Fundada em 1999, a RB Capital é uma companhia especializada em operações de Crédito Estruturado e Securitização e Investimentos Imobiliários, que se diferencia pela sua capacidade de desenvolver e financiar as operações para seus clientes; Imobiliário Comercial A RB Capital é uma das maiores empresas securitizadoras imobiliárias do mercado brasileiro, com cerca de R$ 6,7 bilhões em operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidas e colocadas junto a investidores, incluindo operações imobiliárias residenciais, comerciais e de shopping centers; Imobiliário Residencial Para atender aos investidores que desejam investir em produtos estruturados pela RB Capital, prezando pela diversificação de seus investimentos, passamos a atuar como gestora de um série de fundos e veículos de investimentos voltados para o setor imobiliário, que montam cerca de R$ 2,5 bilhões (1) ; A administração da Companhia é composta por profissionais experientes, com habilidades e conhecimentos complementares e cuja maioria atua em equipe no mercado financeiro há mais de 17 anos. Todos os Diretores participam diretamente da condução dos negócios, assegurando dedicação total aos clientes e respondendo diretamente pela qualidade dos serviços prestados e dos investimentos realizados. Gestão de Fundos

4 Linhas de Negócios: Crédito e Securitização A RB Capital possui competência na originação, estruturação, emissão e distribuição de séries de CRI, contando com mecanismos de comprovada eficiência na mitigação de riscos associados a operações estruturadas; A RB Capital possui uma equipe de distribuição própria que dá suporte aos mais variados canais de distribuição e investidores, desde os institucionais, como fundos de pensão, até family offices, private banks e asset managers independentes ou ligados a grandes instituições. Atualmente, a RB Capital possui cerca de R$ 6,7 bilhões de créditos securitizados. Destaques no Mercado de Securitização Evolução de Mercado de CRI Líder de mercado em 2009 (29% do volume total emitido), com operações que totalizam mais de R$ 1 bilhão em emissões de CRI, e crescimento de 52% no volume de emissão em 2010, com cerca de R$ 1,65 bilhão RB Capital Vol. Acum. R$ MM Mercado Vol. Acum. R$ MM Primeira operação de desimobilização de agências bancárias via CRI (HSBC R$ 136 milhões) Maior programa de financiamento imobiliário via securitização do mercado nacional (Petrobras R$ 2,5 bilhão) Líder em operações no setor de Shopping Centers (10 transações que somam cerca de R$ 453 milhões) RB Capital Mercado

5 Linhas de Negócios: Crédito e Securitização Operações de Crédito Securitizado Selecionadas Operações estruturadas de financiamento à construção de imóveis, terminais ferroviários e aquisição de locomotivas para uso da Vale R$ Operações de securitização de créditos imobiliários garantidos por recebíveis de Shopping Center e aquisição de Shopping Center R$ Operações de Build to Suit para financiamento imobiliário e Desimobilização via securitização R$ a e a 2011 Operação de financiamento à expansão de Shopping Center R$ Operação de securitização para financiamento de um Centro de Distribuição no Rio de Janeiro - RJ R$ Operação de securitização para financiamento de um Centro de Distribuição no Rio de Janeiro - RJ R$ a Operação de securitização para financiamento de um Centro de Distribuição em Itapevi - SP R$ Operação de securitização para financiamento de sede corporativa localizada em São Paulo - SP R$ Operações de Build to Suit para financiamento à construção de Lojas Comerciais R$ e

6 O Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI

7 II. CRI Características típicas da operação Título de renda fixa do mercado de capitais com registro e fiscalização na CVM e com custódia e liquidação financeira via CETIP/CBLC; Título com lastro em créditos imobiliários, em grande maioria atrelado a um índice de mercado adicionado a um cupom de juros (IGPM, IPCA, outros); O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) foi criado em 1997 com a introdução do Sistema Financeiro Imobiliário (Lei ); O CRI possui valor mínimo de emissão de R$ ,00 (1) ; Possui garantia imobiliária com segregação fiduciária de patrimônio através do Regime Fiduciário; Legislação pertinente: Lei 9.514/97, Lei /04 e Instrução Normativa CVM 414/04; Isenção tributária (IR) para pessoa física; CRI pode ser utilizado por instituições financeiras no enquadramento de exigibilidade de poupança; Desintermediação do sistema bancário, cujo custo de oportunidade é mais elevado; Investimento de Longo-Prazo. A demanda por Certificados de Recebíveis Imobiliários tem sido crescente, principalmente por investidores institucionais e qualificados e, mais recentemente, por pessoas físicas de alta renda. 7 (1) Operações com valores abaixo disso devem respeitar alguns pré-requisitos, como: o devedor precisa ter seus demonstrativos financeiros na CVM, o imóvel dado como garantia deve estar performado (construído) e devem ser realizadas trimestralmente avaliações de rating sobre o CRI.

8 II. CRI Evolução do Mercado O mercado de CRI já ultrapassou R$ 37 bilhões em volume de emissão, realizadas por 31 companhias securitizadoras atuantes neste mercado; Deste volume, a RB Capital foi responsável por cerca de 18% do volume emitido, destacando-se como a securitizadora líder em volume de CRIs emitidos e colocados junto ao mercado de capitais no ano de 2009, com aproximadamente 29% do mercado; A grande evolução do mercado brasileiro de CRI acompanha as fortes tendências mundiais. O volume de crédito imobiliário em relação ao PIB no Brasil é significativamente menor do que em outros países emergentes, como Chile e México. Um aumento de 1% nessa relação, considerando-se um PIB de R$ 3 trilhões, representaria R$ 30 bilhões de crédito imobiliário injetados no mercado; As fontes usuais de crédito imobiliário habitacional (grande bancos, através do direcionamento de 65% da poupança, por força da regulação) não deverão ser suficientes para suprir a demanda por esse tipo de crédito nos próximos anos. A securitização via emissão de CRI no mercado de capitais aparece como uma fonte alternativa adequada para suprir essa demanda crescente Fonte: BCB, Cetip e Bovespa Até março de Emissões CRIs (em MM) Valor Acumulado (em MM) ,00% 10,00% 8,00% 6,00% 4,00% 2,00% 0,00% Alto potencial de expansão de financiamento via 0,80% 1,20% 4,40% 3,60% 3,10% 6,50% 7,10% 9,10% 10,75% Estoque de CRI sobre recursos do SBPE direcionados a aplicações imobiliárias 8

9 II. CRI Estrutura de um CRI Os CRIs podem ser divididos em Pulverizados ou Corporativos, de acordo com os recebíveis que os lastreiam. Certificado de Recebíveis Imobiliários (de acordo com a concentração do risco) Estrutura Básica Originador Créditos Imobiliários Pulverizado Corporativo $$ Cessão de Créditos Securitização de contratos, na sua maioria residenciais, que possuem devedores pulverizados. Também pode ser securitizado o fluxo locatício de shoppings, que refletem uma base de risco pulverizado. Securitização de contratos imobiliários (compra e venda, locação, cessão de superfície...) que possuem uma empresa como principal devedor (pessoa jurídica) Securitizadora Termo de Securitização CRI Risco pulverizado, respaldado por mitigantes da operação. Desimobilização (Imóveis prontos) Construção Customizada (Construção de Imóveis) $$ Distribuição Risco na empresa devedora, respaldado por mitigantes da operação. Investidores 9

10 II. CRI Exemplos de Operação: Desimobilização (Sale & Lease-back) A BR Distribuidora detinha a propriedade de uma Fábrica da Lubrax, além de diversos postos de gasolina, terminais e bases e buscava otimizar sua base de capital; Operação de desimobilização Fábrica da Lubrax e de postos de gasolina, bases e terminais, através de Emissão de CRI: R$ AAA (bra) FitchRatings AAA LF Ratings A RB Capital atuou como estruturadora e emissora da série de CRI Outubro 2009 A RB Capital desenvolveu operação estruturada customizada para BR Distribuidora, visando captação de recursos com lastro em transação envolvendo imóveis de sua propriedade, captando, à vista, R$ 110 milhões através da colocação de Série de CRI no mercado de capitais; A estrutura da operação desenvolvida conta com um Fundo de Investimento Imobiliário controlado pela BR Distribuidora; A série de CRI emitida foi lastreada em promessas de compra e venda pagas anualmente com correção pelo IGP-M e tendo como devedor final o fundo controlado pela BR, cujas receitas advém da locação dos imóveis para a própria BR; A operação de desimobilizaçao dos postos foi classificada como AAA pela Fitch Ratings e pela Moodys, e a da Fábrica da Lubrax como AAA pela Fitch Ratings e pela SR Rating refletindo a qualidade de crédito da operação e da BR Distribuidora; Esta foi a primeira operação de desimobilização de postos de gasolina realizada no mercado brasileiro, tendo sido integralmente colocada junto ao mercado de capitais, incluindo pessoas físicas e fundos de pensão. 10

11 II. CRI Exemplos de Operação: Construção Customizada (Build-to-Suit) A Companhia Vale do Rio Doce necessitava de uma sede administrativa em Nova Lima, Minas Gerais e a Ferrovia Centro Atlântico, companhia subsidiária integral da Vale, necessitava da construção de uma malha ferroviária para suas operações logísticas; Operação de Construção Customizada para financiamento à construção de uma sede administrativa para a Vale e uma malha ferroviária para a FCA, através de Emissão de CRI: Aprox. R$ A RB Capital atuou como estruturadora e emissora da série de CRI Abril 2009, Janeiro 2011 e Abril 2012 A estrutura da operação desenvolvida pela RB Capital conta com uma empresa de propósito específico (na qualidade de locador), que foi contratada pela Vale para adquirir um terreno localizado na grande Belo Horizonte e ali construir uma sede administrativa, de acordo com as orientações específicas da própria Vale; A Vale se comprometeu a locar o imóvel pelo período mínimo de existência da operação, constituído através de um contrato atípico de locação, na modalidade Build to Suit. Os Créditos Imobiliários decorrentes do Contrato de Locação entre a Vale (na qualidade de locatária) e a empresa de propósito específico (na qualidade de locador) foram cedidos à RB Capital; A RB Capital colocou no mercado de capitais uma Série de CRI com rendimento de 9,29% + IPCA, prazo de 16 anos e risco corporativo da CVRD, e 7,25% + IPCA pelo prazo de 10 anos. Recentemente, a RB Capital fez uma nova emissão lastreada em um aditivo deste contrato, no total de aproximadamente R$ ,00, com rendimento aproximado de IPCA + 5,10%, pelo prazo de 9 anos 11

12 II. CRI Exemplos de Operação: Financiamento A Aliansce Shopping Centers estava desenvolvendo um novo Shopping Center de seu portfólio na cidade do Rio de Janeiro. O Shopping fora desenvolvido na região de Bangu, bairro carioca com enorme potencial de consumo voltado para as classes C e D; Operação de financiamento à construção e expansão do Bangu Shopping Centers. Emissão de CRI: R$ A RB Capital atuou como estruturadora e emissora da série de CRI A estrutura da operação desenvolvida pela RB CAPITAL considera o fluxo de recursos gerado pelo próprio ativo, Bangu Shopping Center, para pagamento do financiamento dado à sua construção e posteriormente à sua expansão; Os Créditos Imobiliários decorrentes do Contrato de Financiamento Imobiliário firmado entre a Aliansce e a empresa cia hipotecária foram cedidos à RB CAPITAL SEC; A RB CAPITAL SEC colocou no mercado de capitais duas Séries de CRI, risco corporativo da Aliansce respaldado por garantia real imobiliária e recebíveis do ativo lastro; O montante de recursos de R$ 180 milhões, captados junto a investidores no mercado, foi integralmente utilizado na construção e expansão do Bangu Shopping Center e

13 II. CRI CRI versus Debênture Vantagens e Desvantagens CRI Custo de estruturação menor, maior rentabilidade; Patrimônio em separado / regime fiduciário; Garantia real imobiliária; Indexados majoritariamente ao IPCA; Benefício fiscal para investidor pessoa física; Cessão definitiva dos recebíveis; Diversificação; Grande variedade de perfis de investimento; Risco específico, mitigado por uma estrutura de garantias; Baixa liquidez no mercado secundário. Debênture Custo elevado de estruturação para menores volumes; Patrimônio em separado; Fila por massa falida; Dívida subordinada; Risco institucional da empresa; Em geral, fundamentado apenas no crédito do emissor; Ausência de garantias reais; Indexadas majoritariamente ao CDI; Baixa liquidez no mercado secundário. 13

14 II. CRI Informações Adicionais Vantagens para o Investidor Titulo de renda fixa de crédito privado com remuneração acima dos papéis do Tesouro (NTNs); Operações executadas em ambiente de regime fiduciário (segregação do risco da securitizadora); Possível estruturação de garantias que mitigam os riscos associados; Risco de crédito de empresas de 1ª linha (CRI corporativos) ou pulverização de risco de crédito (CRI residenciais); Isenção de Imposto de Renda sobre os ganhos obtidos para as pessoas físicas que adquirirem CRI (Lei /04); Ativo mobiliário regulado pela CVM. Principais Investidores Os CRIs podem ser adquiridos por pessoas/entidades físicas ou jurídicas, financeiras ou não; Os principais investidores são: Sociedades Abertas e Fechadas de Previdência Privada Seguradoras Fundos de Investimento Pessoas físicas e jurídicas Tesourarias de Bancos 14

15 O Fundo de Investimento Imobiliário FII

16 III. FII Histórico O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) foi criado em 1993 com a introdução da Lei e da ICVM 205/94; Constituído na forma de condomínio fechado, o FII é um ativo mobiliário registrado na CVM, com o objeto de auferir ganhos mediante locação, arrendamento ou alienação das unidades do empreendimento adquirido pelo Fundo; A negociação das quotas do FII pode ser tanto privada quanto pública via mercados de balcão ou bolsas de valores; As cotas de FII podem ser adquiridas por pessoas/entidades físicas ou jurídicas, financeiras ou não. Data Histórico da Regulamentação Lei/Resolução /Instrução jun/93 Criação dos FII Lei jan/94 Criação da Instrução regulatória dos FII ICVM 205 nov/97 Instituição do SFI (institui os conceitos de alienação fiduciária e securitização de créditos) Lei nov/99 Estruturação do primeiro FII para investidores Pessoas Físicas (Pátio Higienópolis) - nov/05 Isenção de Imposto de Renda para Pessoa Física Lei out/08 FII tornam-se ferramentas mais flexíveis e ágeis (Ex.: podem adquirir valores mobiliários relacionados ao créd. imob.) ICVM 472 ago/09 É instituída Lei que confirma isenção sobre o rendimento dos valores mobiliários: CRI, LCI, Letras Hipotecárias e quotas de FII Lei set/09 Aumenta o limite de aplicação do patrimônios dos Fundos de Pensão em FII para 10% CMN A ICVM 472 surgiu como um dos principais marcos regulatórios que tornaram o FII um veículo formidável para se investir no mercado imobiliário, seja no desenvolvimento e/ou financiamento imobiliário, principalmente ao investidor Pessoa Física. 16

17 III. FII Características Básicas Ativo Mobiliário do mercado de capitais com registro e fiscalização na CVM; Constituído na forma de condomínio fechado, com prazo determinado ou não; Não há um valor mínimo definido de aplicação em um FII; Veículo que agrega vantagens do mercado de valores mobiliários ao investimento em imóveis, como a diversificação; Legislação pertinente: Lei 8.668/93 e Instrução Normativa CVM 205/94; Isenção tributária (IR) sobre os rendimentos do FII para pessoa física; Ganhos de capital auferidos na alienação de quotas sujeitam-se à incidência do imposto de renda à alíquota de 20%; Rendimentos indexados à inflação; Investimento de médio e longo-prazo. 17

18 R$ milhões III. FII Evolução do Mercado O Mercado de Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) é composto por 147 Fundos, com valor patrimonial total no fechamento de abril, 2012, de mais de R$ 22 bilhões, um crescimento de 140% em relação ao mesmo mês do ano anterior (Fonte: CVM); Todos os incentivos dados pelo Governo tornaram o FII ao mesmo tempo um veículo adequado para estruturar investimentos imobiliários e um investimento alternativo e atrativo aos investidores; A falta de liquidez no mercado secundário de quotas de FII vem deixando de ser uma barreira aos investidores, uma vez que o volume de negociação desses ativos tem aumentado ano a ano,. Volume Financeiro Negociado Número de Negócios E2012: R$ 1 bilhão Fev/ Média Histórica do período Fonte: BMF&Bovespa Estimativa: RB Capital A demanda por Fundos de Investimentos Imobiliários tem sido crescente, principalmente por pessoas físicas e investidores institucionais. 18

19 III. FII Vantagens Diversificação, tanto no nível da carteira do fundo (diversificação em vários projetos/ativos imobiliários), quanto do mercado (investidor diversifica sua carteira adquirindo cotas de diversos fundos); Acesso ao mercado imobiliário: Veículo que viabiliza o acesso de pequenos e médios investidores aos investimentos imobiliários. Ganhos de Escala: Custos da administração dos investimentos do Fundo são diluídos entre todos os quotistas; Pequenos investidores obtém condições semelhantes às oferecidas aos grandes investidores. Simplificação: O investidor não precisa se preocupar pessoalmente com procedimentos referentes a certidões, escrituras, recolhimento do ITBI, entre outras burocracias inerentes ao negócio. Tais procedimentos tornam-se responsabilidade do administrador do fundo. Possibilidade de fracionar o investimento: Caso o investidor necessite liquidar parte da posição, o mesmo pode simplesmente vender parte das quotas, não sendo necessário sair completamente do investimento. 19

20 III. FII Riscos Mercado Financeiro: De tempos em tempos, eventos podem afetar somente os Fundos Imobiliários que detêm determinados tipos de imóveis, ou imóveis localizados em região geográfica específica. Taxa de Ocupação Imobiliária: A retração do crescimento econômico pode ocasionar redução na ocupação dos imóveis. A redução da taxa de ocupação pode não só reduzir a receita de um fundo de investimento pela vacância de seus imóveis, mas também gerar redução nos valores dos aluguéis. Sendo assim, o empreendimento pode não vir a obter o sucesso pretendido, prejudicando o plano de rentabilidade estimado. Liquidez reduzida: Devido à falta de liquidez no mercado secundário e a característica de condomínio fechado, que impossibilita o investidor de resgatar seu investimento a qualquer momento, o investidor pode enfrentar dificuldades para se desfazer do seu investimento em cotas de Fundos Imobiliários; Os fundos com prazo determinado mitigam tal risco. 20

21 III. FII Estruturas mais comuns no mercado Fundo Imobiliário de CRI FII para a aquisição de CRI, com objetivo de fornecer uma renda ao quotista, de forma diversificada; Estrutura Básica Investidores Fundo Imobiliário de Renda FII para a aquisição de imóveis comerciais, especulativos ou não, com o objeto de auferir ganhos mediante locação, visando a geração de renda aos quotistas no tempo e,ao mesmo tempo, podendo gerar ganhos eventuais pela valorização do portfolio de imóveis; Fundo Imobiliário de Desenvolvimento Risco e Retorno Quotas FII $$ Integralização FII para a aquisição de quotas de projetos de desenvolvimento Aquisição ou Desenvolvimento $$ Alienação ou Renda imobiliário tanto residenciais quanto comerciais, com o objetivo de oferecer ganhos de capital aos quotistas, como uma forma indireta, organizada e profissional de exposição ao setor imobiliário. Imóveis 21

22 III. FII Exemplo de Estrutura RB Capital Renda I - FII: Fundo de R$ 132 MM que adquiriu sete ativos imobiliários comerciais, de uso estratégico-operacional, locados sob regime atípico para cinco empresas multinacionais (Ambev, Barry Callebaut, C&A, Danfoss e Saint-Gobain) e duas nacionais (Leader União de Lojas e Magazine Luiza). Detalhes da Transação Distribuição por Localização 13% 28% 13% Data de Integralização: Dez/2009; Rentabilidade esperada de IPCA + 9,35% a.a.; 28% 18% Investimento mínimo aproximado: R$ 5 mil; Primeiro FII multi-ativo, com perfil de renda para investidores pessoas físicas (1.171 em um total de investidores); Bahia Reg. Metr. Belo Horizonte Reg. Metr. Rio de Janeiro Reg. Metr. São Paulo Paraná Distribuição por Locatário Rendimento pré-fixado de longo-prazo: prazo médio de vencimento dos contratos de 10,1 anos (base 31/jul/2009); 22% 6% 13% Indexação de todos os contratos pela inflação: IPCA (7 ativos, equivalentes a 100% da renda total do fundo); Ativos adquiridos envolvem exclusivamente depósitos/centros de distribuição (4 ativos) 18% 15% 13% 14% e lojas de varejo (3 ativos). C&A Ambev Magazine Luiza Barry Callebaut Saint-Gobain (Telhanorte) Leader 22

23 III. FII Exemplo de Estrutura RB Capital Desenvolvimento Residencial II - FII: Fundo de R$ 130 MM que adquire participações em projetos de incorporação e desenvolvimento residencial de diversos incorporadores. Detalhes da Transação Estrutura Investidores Data de Integralização: Ago/2010; Rentabilidade esperada de INCC + 20% a.a.; Investimento mínimo aproximado: R$ 150 mil; Quotas $$ Integralização Prazo do Fundo: 5 anos (prazo médio de 3,5 anos); FII Rendimento de médio/longo-prazo, isento de imposto de renda; Indexação de todos os contratos pela inflação; Desenvolvimento $$ Alienação Período de Investimento do Fundo: 3 anos; O Fundo prevê, dentro de seus critérios de elegibilidade de projetos, diversificação regional, em 15 ou mais projetos residenciais; Sociedades de Propósito Específico 40% do capital subscrito pode ser reinvestido em novos projetos desde que dentro do prazo de 5 anos do fundo; Foco em empreendimentos com unidades de até R$ 500 mil, que se enquadram no SFH/poupança e acessam um maior nº de alternativas de financiamento. Projeto I Projeto II Projeto III 23

24 Linhas de Negócios: Gestão de Fundos Veículos e Fundos Sob Gestão Selecionados RB Capital Renda I - FII RB Capital Renda II - FII FIDC Caixa RB Capital Habitação RB Capital I Master FIM Crédito Privado R$ 132 MM (1) R$ 137 MM (1) R$ 450 MM (1) R$ 76 MM Veículo de Investimento Imobiliário Comercial Veículo de Investimento Imobiliário Comercial Fundo de Crédito Privado Fundo de Crédito Privado RB Capital Desenvolvimento Residencial I RB Capital Desenvolvimento Residencial II RB Capital FIRF Petros Crédito Privado RB Capital Blue FIRF Crédito Privado R$ 23 MM R$ 127 MM (1) R$ 100 MM (1) R$ 200 MM (1) Veículo de Investimento Imobiliário Residencial Veículo de Investimento Imobiliário Residencial Fundo de Crédito Privado Fundo de Crédito Privado RB Capital Agre - FII RB Capital Prime Realty - FII RB Capital II FIRF Crédito Privado Vitória Fundo de Investimento Renda Fixa R$ 68,75 MM (1) R$ 100 MM (1) R$ 303 MM R$ 54 MM Veículo de Investimento Imobiliário Residencial Veículo de Investimento Imobiliário Residencial Fundo de Renda Fixa Fundo de Renda Fixa

25 Rua Amauri, 255-5º andar São Paulo SP Brasil Tel: +55 (11) Fax: +55 (11) Adalbero Cavalcanti Bruno Boscolo Slavik Merkouloff Ariane Tavares

26 Disclaimer Esse material tem caráter meramente informativo. Nenhuma garantia, expressa ou implícita, pode ser fornecida com relação à exatidão, completude ou segurança dos materiais, inclusive em suas referências aos valores mobiliários e demais assuntos neles contidos. Os materiais disponibilizados nessa apresentação não devem ser considerados pelos receptores como substitutos ao exercício dos seus próprios julgamentos e não suprem a necessidade de consulta a profissionais devidamente qualificados, que deverão levar em consideração suas necessidades e objetivos específicos ao assessorá-los. Quaisquer dados, informações e/ou opiniões estão sujeitas a mudanças, sem necessidade de notificação prévia aos usuários, e podem diferir ou ser contrárias a opiniões expressadas por outras pessoas, áreas ou grupos dentro da própria RB Capital, como resultado de diferentes análises, critérios e interpretações. As informações contidas nessa apresentação são fornecidas somente a título de informação. Nenhuma das informações apresentadas na apresentação deve ser interpretada como proposta, oferta ou recomendação de compra ou venda de quaisquer produtos e/ou serviços de investimento, nem como a realização de qualquer ato jurídico, independentemente da sua natureza. Esta apresentação e todo o seu conteúdo deverá ser tratada pelo receptor como material estritamente confidencial, sendo destinado exclusivamente ao(s) seu(s) destinatário(s), não devendo ser transmitindo/encaminhado a terceiros sem a prévia e expressa concordância da RB Capital.

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