ORIENTAÇÕES PARA A PASTORAL DO DÍZIMO

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1 ORIENTAÇÕES PARA A PASTORAL DO DÍZIMO

2 Sumário Introdução 1. A compreensão do dízimo 1.1 Os fundamentos do dízimo 1.2 O que é o dízimo? 1.3 As dimensões do dízimo 1.4 As finalidades do dízimo 2. Orientações para a Pastoral do Dízimo 2.1 Implantação do Dízimo 2.2 A organização e o funcionamento da Past do Díz 2.3 Os agentes da pastoral do dízimo 2.4 O dízimo na pastoral de conjunto 2.5 Motivação permanente 2.6 Reflexões sobre aspectos jurídicos Conclusão

3 Introdução - As presentes orientações propõem o dízimo como um dos elementos da conversão missionária e pastoral, pedida pela Conferência de Aparecida (2007) e animada pelo Papa: uma Igreja em saída...

4 Introdução - Princípios orientadores assumidos: 1. Indicar elementos bíblicos e teológicos fundamentais para a compreensão do dízimo; 2. Esclarecer conceitos e termos para favorecer a compreensão e superar eventuais equívocos; 3. Oferecer orientações gerais a respeito da Pastoral do Dízimo, em vista das escolhas a serem feitas localmente; 4. Empregar uma linguagem propositiva, respeitando a diversidade cultural e a identidade das Igrejas particulares.

5 Introdução - As orientações estruturam-se em duas partes: 1. SIGNIFICADO DO DÍZIMO (fundamentos, conceito, dimensões e finalidades); 2. ORIENTAÇÕES PARA A PASTORAL DO DÍZIMO (implantação, organização, agentes da Pastoral do Dízimo, dízimo na pastoral de conjunto e da motivação permanente dos dizimistas. Inclui também elementos para a reflexão sobre os aspectos jurídicos que envolvem essa contribuição dos fiéis à Igreja).

6 A compreensão do dízimo - O dízimo tem seu fundamento nas Sagradas Escrituras, AT e NT, e assume formas diversificadas ao longo da história. - Fundamentação inicial: a compreensão de que Deus é o Senhor de tudo, o proprietário da terra de onde provém o alimento e a fonte de toda bênção (Lv 25,23; Sl 24,1). Ao se entregar o dízimo a Deus, segundo a concepção bíblica, reconhece-se que tudo vem dele (1Cr 29,11.14) e, por reconhecimento e gratidão, o melhor devemos dar a Ele (1Sm 2,29; Ml 1,6-14). Quando o dízimo não é entregue, conforme as palavras do profeta Malaquias, o fiel engana a Deus (MI 3,8).

7 A compreensão do dízimo - Ciclo dos patriarcas: reconhecimento de Abrão a Deus por ter-lhe proporcionado vencer seus inimigos (Gn 14,20). - Moisés: dízimo passa a ser entregue não somente como reconhecimento, conforme se viu nos patriarcas, mas por tornar-se um preceito: todo dízimo do país tirado das sementes da terra e dos frutos das árvores pertence ao Senhor como coisa consagrada (Lv 27,30). - Profetas: releem o preceito do dízimo sob um prisma mais profundo: o da fidelidade à Aliança.

8 Evangelhos: À semelhança dos profetas, Jesus opõese ao comportamento dos fariseus e escribas por se preocuparem em dar o dízimo da hortelã, do endro e do cominho mas, por outro lado, negligenciarem a justiça, a misericórdia e a fé (Mt 23,23; Lc 11,42). Os evangelhos narram a experiência de pessoas que tiveram a graça de encontrar Jesus e decidiram entregar parte de seus bens para o Senhor. Entre os discípulos de Jesus havia uma bolsa comum (Jo 13,29), que mesmo não sendo formalmente chamada de dízimo, oferece um referencial muito importante para a sua compreensão.

9 A compreensão do dízimo - Primeiras Comunidades: As coletas praticadas são uma das formas que a partilha de bens assumiu e inspiram a dimensão caritativa do dízimo. - Escritos paulinos: O apóstolo ensina que cada fiel deve dar como dispôs seu coração. NB.: A interpretação do dízimo como teologia da prosperidade isola os textos bíblicos de seu contexto e do conjunto da Sagrada Escritura. O dízimo proposto com essa fundamentação falsifica o rosto paterno e amoroso de Deus revelado por Jesus Cristo, se distorce a relação com Ele, e se priva do dízimo seu autêntico significado.

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11 O que é o dízimo? O dízimo é uma contribuição sistemática e periódica dos fiéis, por meio da qual cada comunidade assume conjuntamente a própria sustentação e a da Igreja. 1. É sistemático, estável, periódico, compromisso permanente;

12 2. É um compromisso moral dos fiéis com sua comunidade e com a Igreja (A contribuição que os cristãos fazem por meio dele é uma manifestação autêntica e espontânea de sua fé em Deus e de sua comunhão e participação na vida da Igreja e em sua missão), 3. É fixado de acordo com a consciência retamente formada; 4. Seus fundamentos estão relacionados à experiência de Deus e com o amor fraterno.

13 Os fundamentos do dízimo mostram como ele está relacionado com a experiência de Deus que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós (Rm 8,32), Filho que, por amor, sendo rico se fez pobre para nos enriquecer (2Cor 9,9). Está também relacionado com o amor fraterno, pois manifesta a amizade que circula entre os membros da comunidade12. Ele traz à vida cristã os elementos de uma caridade ativa na prática mensal dessa experiência. Alguém se torna dizimista porque tem fé em Deus e confia nas suas promessas (Rm 4,18-25 e 2Cor 1,19-20).

14 DIMENSÕES DO DÍZIMO: religiosa, eclesial, missionária e caritativa. 1. Religiosa: reconhecimento de que tudo provém de Deus. A consciência do valor desses bens e, ao mesmo tempo, de sua transitoriedade, leva os fiéis, ao contribuírem com o dizimo, à experiência de usar os bens materiais com liberdade e sem apego, convidados que são pelo Senhor a buscar primeiro o Reino de Deus e a sua justiça (Mt 6,33).

15 DIMENSÕES DO DÍZIMO: religiosa, eclesial, missionária e caritativa. 2. Eclesial: o fiel vivencia sua consciência de ser membro da Igreja, corresponsável para que a comunidade disponha do necessário para a realização do culto divino e para o desenvolvimento de sua missão. Abre-se para as necessidades de toda a Igreja (comunidade local, paroquial e diocesana).

16 DIMENSÕES DO DÍZIMO: religiosa, eclesial, missionária e caritativa. 3. Missionária: partilha de recursos entre as paróquias de uma mesma Igreja particular e entre as Igrejas particulares, manifestando a comunhão que há entre elas. 4. Caritativa: cuidado da comunidade com os pobres e necessitados.

17 Orientações para a Pastoral do Dízimo 1. Implantação; 2. Organização e o funcionamento; 3. Os agentes da Pastoral do Dízimo; 4. O Dízimo na pastoral de conjunto; 5. A motivação permanente; 6. Aspectos jurídicos.

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