AS ESTRATÉGIAS DE FORTALECIMENTO DO GRUPO FOLCLÓRICO UCRANIANO KALENA SOB A VISÃO DO ESTUDO DA GEOGRAFIA CULTURAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AS ESTRATÉGIAS DE FORTALECIMENTO DO GRUPO FOLCLÓRICO UCRANIANO KALENA SOB A VISÃO DO ESTUDO DA GEOGRAFIA CULTURAL"

Transcrição

1 AS ESTRATÉGIAS DE FORTALECIMENTO DO GRUPO FOLCLÓRICO UCRANIANO KALENA SOB A VISÃO DO ESTUDO DA GEOGRAFIA CULTURAL Maricler Wollinger Kovalczuk Mestranda em Geografia - Universidade Estadual do Centro-Oeste Universidade Estadual do Paraná Campus Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras União da Vitória/PR Vínculo: professora Gilmara Zakrzevski Mestranda em Geografia - Universidade Estadual do Centro-Oeste Liamar Bonatti Zorzanello Mestranda em Geografia - Universidade Estadual do Centro-Oeste RESUMO A ciência geográfica tem ampliado significativamente seus estudos em campos de abrangência que incluem, não apenas o aspecto físico do espaço, mas as relações sociais, econômicas, políticas, históricas e culturais que neles ocorrem para compreender o todo em suas partes. Agrupadas em territórios, cada área apresenta e corresponde à representação de aspectos simbólicos como, por exemplo, culturais. Os diferentes grupos étnicos buscam manter e alimentar suas tradições a partir de manifestações culturais que lhes conferem identidade utilizando-se de inúmeras atividades como a dança e o ritmo, pelos quais explicitam características peculiares. E, para manter, preservar e fortalecer suas tradições disseminam seu cotidiano de grupo em festas e apresentações culturais imbuídos da conservação de seu patrimônio cultural e dos processos educativos que os mantêm ligados étnica e socialmente. Com base no exposto e articulando Geografia e Cultura, este estudo objetiva compreender as ações estratégicas que possibilitaram ao grupo Folclore Ucraniano Kalena sua sobrevivência e, principalmente, seu fortalecimento no decorrer dos quarenta e quatro anos de existência, em União da Vitória/PR. Reconhece a Geografia, não como uma ciência isolada que desconsidera o contexto, mas como uma ciência de interrelação com diferentes áreas e capaz de estabelecer vínculos dos quais têm obtido resultados de maior qualidade para estudos e pesquisas desenvolvidas, da mesma forma que a Geografia tem servido a outras ciências. Os resultados obtidos a partir da pesquisa bibliográfica, documental

2 e da entrevista, demonstram que um grupo étnico cultural pode manter viva suas tradições mesmo em território distante daquele de sua origem, formando um universo de convivência social e atividades diárias, práticas culturais e sociais encontradas nos referentes socioespaciais e que contribuem para enriquecer a pluralidade e a diversidade cultural de uma nação. Entre essas práticas está o investimento na educação e motivação das crianças para continuidade dos costumes e tradições comprovando-se as possibilidades de vivenciar/existir no território sem desprender-se das origens aplicando sua bagagem sociocultural sobre os lugares com arranjos de comunicação que revelam suas potencialidades. Palavras-chave: comunicação não verbal; formação socioespacial; valorização da cultura popular. 1. INTRODUÇÃO A preservação de aspectos simbólicos de âmbito político, econômico, cultural e ambiental confere benefícios aos grupos sociais pertencentes e inseridos em determinado território. Souza (2003) ao definir território considera a identidade e os atributos socioculturais. Enfatizando essa dimensão, é possível reconhecer na Geografia uma ciência com diferentes ramificações/divisões, embora interligadas como, por exemplo, a Geografia Cultural que embasa este trabalho. Nesse sentido é importante considerar na atual sociedade do século XXI, inserida num cenário de globalização, informatização, inclusão, pluralidade, heterogeneidade e alto nível de busca por conhecimentos, em pesquisa ou investigações da Geografia Cultural (e em todas as suas ramificações e ciências), a utilização do pensamento complexo 1, o qual tem se mostrado eficiente na produção de resultados mais concretos, objetivos significativos para a humanidade, pois implica nos diferentes elementos articulados em torno de um tema. Essa ótica, fundamentada na Geografia Cultural, encontra afinidade com a presente proposta, que tem por objeto de estudo o grupo de danças folclóricas ucranianas, Folclore Ucraniano Kalena, de União da Vitória/PR, sob o tema Cultura Ucraniana no Brasil e objetiva compreender as ações estratégicas que 1 Edgar Morin defende a necessidade de reagrupar saberes para buscar a compreensão do universo; o conhecimento encontra-se adormecido e precisa ser restituído a partir de ações que busquem reagrupar unidade e diversidade; os pesquisadores deveriam inscrever a competência especializada na globalidade, num contexto natural, propondo a hierarquização e a organização do pensamento contemporâneo; deve-se contextualizar cada acontecimento, tendo em vista que nada ocorre separadamente (MORIN, 2000).

3 possibilitaram ao grupo Kalena, não apenas a sobrevivência, mas principalmente, seu fortalecimento em sua existência, desde Para essa abordagem é relevante considerar aspectos da Geografia Cultural, processo de formação de União da Vitória e a concatenação desses com a constituição histórica e atual do Grupo Kalena, instituído a partir de suas características peculiares que representam a continuidade de um povo inserido num outro território 2, distante daquele de origem, mas atuando numa dinâmica de manutenção das tradições, usos e costumes. 2. MATERIAL E MÉTODOS O desenvolvimento deste estudo constou de pesquisa bibliográfica para embasamento teórico, constituída de consulta a material impresso e online; pesquisa documental realizada em documentos pertencentes ao acervo documental do Folclore Ucraniano Kalena. De abordagem exploratória buscou desenvolver e esclarecer conceitos a partir da formulação de questionamento para obtenção de respostas. E como instrumento de pesquisa foi empregado uma entrevista com o presidente do Grupo RESULTADOS 3.1 A EVOLUÇÃO DA GEOGRAFIA CULTURAL E SUA PRESENÇA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA No início do século XIX, a Geografia passou a ser concebida como ciência moderna e aproximou-se das ciências naturais com Alexander von Humboldt e Karl Ritter (Geografia Humana), percorrendo as ciências sociais e humanas mediante 2 Falar de território é fazer uma referência implícita à noção de limite que pode ou não ser traçado. É essencial compreender que o espaço é anterior ao território. O território se forma a partir do espaço, é o resultado de uma ação conduzida por um ator sintagmático (ator que realiza um programa) em qualquer nível. Ao se apropriar de um espaço, concreta ou abstratamente [...] o ator territorializa o espaço (RAFFESTIN, 1993, p.14). 3 Vilson José Kotviski Presidente na gestão 2009/2010 e 2013/2014.

4 estudos culturais e econômicos do espaço geográfico associada a outras ciências (SALES, 2010). Essa sintonia corresponde ao interesse pela relação entre espaço e cultura, tradição da ciência geográfica, cujos interesses estão voltados à descrição da superfície terrestre. Entretanto, somente em fins do século XIX as relações sociedade, cultura e natureza se constituíram em objeto principal da atenção de geógrafos como, Friedrich Ratzel ( ); Paul Vidal de La Blache ( ); Otto Schuter ( ), entre outros (ZANATTA, 2008). Em linhas gerais, com uma população superior a 170 milhões de pessoas distribuídas numa superfície de 8,5 milhões de km², a Geografia Cultural dispõe de um amplo espaço para o desenvolvimento de seus estudos e pesquisas. Nesse universo, o trabalho para a Geografia se amplia motivado pela rapidez e intensificação dos processos de transformação econômica, social e cultural modificadores da distribuição espacial da população, bem como dos hábitos, valores e crenças, paisagem cultural e significados conferidos à natureza e às formas produzidas socialmente (CORRÊA e ROSENDAHL, 2005). Desse modo, o estudo da cultura, a partir da expressão de diferentes grupos culturais e atividades específicas como, por exemplo, grupos de danças folclóricas, remete à geografia da pluralidade e diversidade cultural como conteúdo étnico na ocupação de diferentes espaços geográficos, neste caso o município de União da Vitória/PR 4, a partir da dinâmica das relações e processos entre a sociedade e o meio no qual estão inseridos. 3.2 IMIGRANTES NA FORMAÇÃO SOCIOESPACIAL DE UNIÃO DA VITÓRIA/PR: GRUPO KALENA O processo de formação e urbanização do município de União da Vitória/PR contou com a vinda de imigrantes de diferentes etnias, vindos em espaços e tempos diferenciados. Por volta de 1881, influenciados pelo Coronel Amazonas, chegou a então Freguesia de União da Vitória (União da Vitória, atualmente), a primeira leva 4 Fundado em 27 de março de 1890, o Município foi desmembrado de Palmas, em 13 de março de 1908; localiza-se a 238 km de Curitiba, Capital do Estado; sua área é de 720,005 km²; possui, aproximadamente, habitantes; densidade: 72,0 hab/km²; altitude: 752 metros e clima subtropical (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social - IPARDES, 2012).

5 de imigrantes alemães (vinte e quatro famílias); em 1892, desembarcam os primeiros imigrantes poloneses; em 1896, chegam os primeiros imigrantes ucranianos; em 1897 chegam os primeiros imigrantes italianos e, o ano de 1910, consta como data de desembarque dos primeiros imigrantes sírio-libaneses (SEBBEN, 1992). Esses imigrantes contribuíram para o desenvolvimento econômico, social, político e cultural do Município, não só enriquecendo a diversidade, mas mantendo viva a cultura de cada etnia. E, uma referência pontual desse exposto, é o Folclore Ucraniano Kalena, representado por meio da dança que reproduz e representa os costumes tradicionais do povo ucraniano. A data de sua fundação figura como marco histórico de União da Vitória/PR: 1969 fundado o Grupo Folclórico Ucraniano KALENA, sob a orientação do Padre Wolodymyr Barabacz (SEBBEN, 1992, p. 122). A entidade está vinculada ao Clube Ucraniano de União da Vitória PR e consta como Utilidade Pública Municipal de União da Vitória/PR, Lei n.º ; Utilidade Pública Estadual (Paraná), Lei n.º de 12/07/1999; Utilidade Pública Municipal de Porto União/SC, Lei n.º 2594 de 06/04/2001 (Folclore Ucraniano Kalena, 2013). Suas atividades tiveram origem no impulso natural dos jovens descendentes de ucranianos, ávidos por preservar a cultura trazida da longínqua terra de seus antepassados. Seu histórico constitui-se da contínua e ininterrupta busca de crescimento e aprimoramento por meio de cursos (nacionais e internacionais) de dança folclórica ucraniana. Atualmente, com 44 (quarenta e quatro) anos, o Grupo conta com mais de cem integrantes, distribuídos entre grupo infantil, juvenil, adulto, corpo coreográfico e diretoria (KOTVISKI, 2013). Suas danças sugerem as atividades de trabalho, vida em família e interação social, grupos de amizade e lazer do dia a dia do povo ucraniano. Entre as maiores conquistas do Grupo, destaca-se: Primeiro Lugar no Festival Internacional de Foz do Iguaçu; Primeiro Lugar no 17º Festival de Danças de Joinville (o maior evento do gênero na América Latina); premiado pelo Ministério da Cultura com o Prêmio Culturas Populares, em 2008.

6 O Grupo também realizou (e continua realizando) apresentações locais e regionais como, por exemplo, em Ponta Grossa, Londrina, Maringá, Curitiba, Foz do Iguaçu, Porto Alegre, Canoas, São Paulo, Florianópolis, Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Lages, Capinzal, São Bento do Sul, Rodeio, Indaial e outras; O Grupo Kalena, em 2010, realizou sua primeira turnê internacional pela Ucrânia e Estados Unidos da América. É primeiro grupo folclórico ucraniano do Brasil a se apresentar na Ucrânia, onde participou do 3º Festival Internacional de Folclore Etnovyr na cidade de Lviv, por ocasião das comemorações do 19º Aniversário da Independência da Ucrânia; apresentou-se também no Kultshytsi Fest (Sambir Oeste da Ucrânia) e nos Estados Unidos da América participou do 34º Baltimore Ukrainian Festival. O Kalena é considerado um dos mais importantes atrativos turísticos de Porto União-SC e União da Vitória-PR (KOTVISKI, 2013) (Cf. anexo 01 e anexo 02). No decorrer da pesquisa para a realização deste estudo, o qual constou de muitas leituras sobre material bibliográfico e documentos, reportagens do acervo cultural do Grupo em questão, participação em atividades (shows, ensaios, reuniões, palestras), observação, conversas informais com os componentes do grupo e familiares, público simpatizante e entrevista concedida por Kotviski (2013), Presidente atual do Grupo Kalena, foi possível alcançar o objetivo proposto. Ou seja, compreendeu-se que as ações estratégicas desenvolvidas pelo grupo garantindo sua continuidade através do tempo e fortalecimento da equipe, correspondem a inúmeros fatores associados, dos quais se destaca: Força de vontade de todos em manter viva a tradição; Demonstração de interesse nos ensaios e nas apresentações; Participação ativa em eventos (encontros, reuniões, congressos) diversos realizados pelo grupo ou dos quais é participante; Responsabilidade na busca e realização de cursos (dança, confecção de trajes); Participação em diferentes atividades, inclusive para angariar fundos destinados à manutenção do grupo; Respeito aos valores e aos princípios da comunidade ucraniana;

7 Lealdade e cooperação entre os integrantes da comunidade, e outros aspectos culturais e sociais. Embora os itens elencados sejam de significativa importância, os resultados dessa pesquisa demonstraram claramente que o fator de maior relevância na concepção da comunidade ucraniana, é o investimento na educação das crianças para que desenvolvam o gosto pelas tradições de seus antepassados e preservem sua cultura com respeito e valorização às tradições (Anexo 03: Show realizado dia 25 de outubro de 2013, às 20h30min, no Cine Teatro Luz em União da Vitória/PR). Para isso, muitas iniciativas podem ser consideradas fundamentais, porém, um dos caminhos encontrados revela que, além da presença da família, é vital o incentivo e o apoio para que participem dos grupos de dança infantil, crescendo e se desenvolvendo no interior das manifestações culturais dessa etnia, postergando sua participação no grupo na juventude e idade adulta, numa sequência de aprendizados e participação ativa nessa dinâmica cultural. As explicitações permitem inferir as múltiplas possibilidades de abordar a cultura de um povo sob diferentes âmbitos: território, espaço, temporalidade e ações para a preservação de tradições e peculiaridades que, no conjunto, enriquecem o meio no qual estão inseridos e reservam para si e para o contexto global a continuidade de seus costumes e o respeito pela diversidade presente e plural no Brasil. Observa-se no contexto da análise realizada que a ocupação de um território gera raízes e promove identidade, conforme observa Souza (2003, p. 84): [...] um grupo não pode ser mais compreendido sem o seu território, no sentido em que a identidade sociocultural das pessoas estaria inarredavelmente ligada aos atributos do espaço concreto (natureza, patrimônio, paisagem). E mais: os limites do território não seriam, é bem verdade, imutáveis [...] mas cada espaço, seria, enquanto território, território durante todo o tempo, pois apenas a durabilidade poderia, é claro, ser geradora de identidade socioespacial, identidade na verdade não apenas com o espaço físico, concreto, mas com o território, por tabela, como o poder controlador desse território. O estudo das culturas disseminadas em diferentes espaços evidenciam as características e a identidade de grupos e locais, tornando-se, efetivamente em relação à cultura, parte do patrimônio histórico da humanidade e objeto de estudo da

8 Geografia dado seu caráter de transformação e pluralidade/diversidade que imprimem aos espaços novas formas de coexistência, desenvolvimento e sociabilidade. CONSIDERAÇÕES Desde o início do desenvolvimento do presente estudo, o interesse se concentrou, no âmbito da Geografia, nos determinantes culturais, históricos e sociais no registro, pesquisa e análise das ações do Grupo Folclórico Ucraniano Kalena, não apenas como um atrativo turístico ou grupo de danças, mas como integrante da cultura dos povos presente em espaços e tempos históricos diferentes e diversos. Observa-se que o Brasil, um país de concentrada heterogenia, apresenta processos históricos que envolvem a sociedade e a natureza por excelência. Assim, dessa associação resulta um sistema cultural permeado por valores morais, éticos, hábitos e vivências com significados explicitados em sistemas simbólicos representativos, seja na dança, nos ritos ou na arte, na economia, política ou religião. Essa caracterização define o espaço e a forma como os indivíduos o constroem e dele participam, convivem e atuam. Portanto, o estudo proposto objetivando compreender as ações estratégicas que possibilitaram ao grupo Folclore Ucraniano Kalena sua sobrevivência e, principalmente, seu fortalecimento no decorrer dos quarenta e quatro anos de existência, em União da Vitória/PR, implicou no entendimento de que o caráter cultural para a Geografia induz ao espaço social como elemento constituído de noções subjetivas e culturais que reforçam valores e contribuem para a formação identidária dos povos como importante aspecto na manutenção do mosaico cultural brasileiro. REFERÊNCIAS CORRÊA, R. L.; ROSENDAHL, Z. R. J Geografia Cultural no Brasil. Disponível em: <http://www.anpege.org.br/downloads/revista2/geografia_brasileira.pdf>. Acesso em 20 set Anpege. (2):

9 FOLCLORE UCRANIANO KALENA Acervo documental. Lei n.º , Utilidade Pública Municipal de União da Vitória/PR; Lei n.º de 12/07/1999, Utilidade Pública Estadual (Paraná), e Lei n.º 2594 de 06/04/2001, Utilidade Pública Municipal de Porto União/SC. 38p. KOTVISKI, V. J Entrevista concedida a Maricler Wollinger Kovalczuk. União da Vitória, 20 set MORIN, E Da necessidade de um pensamento complexo. Trad. De Juremir Machado da Silva. (org.). Para navegar no século XXI. Porto Alegre: Sulinas, EDIPUCRS. 120p. PARANÁ Caderno Estatístico Município de União da Vitória. IPARDES Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e social Disponível em: <http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/file/cadernos_municipios/uniaod avitoria2012.pdf>. Acesso em: 10 mar p. RAFFESTIN, C Por uma geografia do poder. Tradução de Maria Cecilia França. São Paulo: Ática. 269p. SALES, E. J. C. G A teoria geográfica nos estudos do turismo: elementos teórico-metodológicos. In: GODOY, P. R. T. de. História do Pensamento Geográfico e Epistemologia em Geografia. São Paulo: Cultura Acadêmica SEBBEN, U. A. Um estudo da História de União da Vitória. 1. Ed. União da Vitória: Gráfica Uniporto, SOUZA, M. J. L. O território: sobre espaço e poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO, I. E. et al. (Org.). Geografia: conceitos e temas. 6. Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003, p ZANATTA, B. A A Abordagem Cultural na Geografia. Temporis(ação).(UEG), v. 1. p Disponível em: <http://www.nee.ueg.br/seer/index.php/temporisacao/article/view/28/45>. Acesso em: 30 set p.

10 ANEXOS Anexo 01: Grupo Kalena indicado como atração turística sugestão de roteiro Fonte: Gazeta do Povo, Fonte: GAZETA DO POVO. Sugestão de Roteiros por Internautas: Grupo Kalena. Disponível em: <http://www2.gazetadopovo.com.br/rotasedestinos/files/pic/b f1450f41e75f 54d802fb415.jpg>. Acesso em: 20 set

11 Anexo 02: Grupo Folclórico Ucraniano Kalena Fonte: Secretaria de Turismo de Porto União da Vitória, Fonte: SECRETARIA DE TURISMO DE PORTO UNIÃO DA VITÓRIA. Grupo Folclórico Ucraniano Kalena. Disponível em: <http://www.turismoportouniaodavitoria.com.br/portouniao/index.php/features/grupos -folcloricos/39-ucraniano-kalena>. Acesso em: 10 out

12 Anexo 03: Show do Grupo Folclórico Ucraniano Kalena em 25/10/2013 Fonte: Pesquisa, 2013.

13 Fonte: Pesquisa, Fonte: Pesquisa, 2013.

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio

América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio América Latina e geopolítica crítica: contribuições para o ensino de geografia no Ensino Médio Cláudio Roberto Ribeiro Martins claudiorrmartins@gmail.com FCT/UNESP - Presidente Prudente Palavras-chave:

Leia mais

DECLARAÇÃO DE QUÉBEC

DECLARAÇÃO DE QUÉBEC DECLARAÇÃO DE QUÉBEC Sobre a preservação do "Spiritu loci" Assumido em Québec, Canadá, em 4 de outubro de 2008 INTRODUÇÃO Reunião na histórica cidade de Québec (Canadá) de 29 de setembro a 4 de outubro,

Leia mais

Matriz de referência DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS AVALIE BA 2012 - ENSINO MÉDIO

Matriz de referência DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS AVALIE BA 2012 - ENSINO MÉDIO D01 (H) - Reconhecer a História como produto histórico, social e cultural e suas implicações na produção historiográfica. D02 (H) - Reconhecer o ofício do historiador como produtor do conhecimento histórico.

Leia mais

Palavras-chave: Historiografia; Paraná; Regime de Historicidade; História Regional

Palavras-chave: Historiografia; Paraná; Regime de Historicidade; História Regional Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1280 OS HISTORIADORES, SEUS LUGARES E SUAS REGIÕES: A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA DA UNICENTRO SOBRE A REGIÃO PARANAENSE Darlan Damasceno Universidade Estadual de Londrina Resumo.

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

O Cemitério Municipal São Jose: espacialidade, religiosidade e seus vários enfoques culturais

O Cemitério Municipal São Jose: espacialidade, religiosidade e seus vários enfoques culturais O Cemitério Municipal São Jose: espacialidade, religiosidade e seus vários enfoques culturais Fernando Michelis - fermichelis_@hotmail.com Resumo O Cemitério Municipal São Jose localizado na cidade de

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E CLASSES MULTISSERIADAS NO CAMPO SOB UM OLHAR IDENTITÁRIO E DE CONQUISTA

EDUCAÇÃO INFANTIL E CLASSES MULTISSERIADAS NO CAMPO SOB UM OLHAR IDENTITÁRIO E DE CONQUISTA EDUCAÇÃO INFANTIL E CLASSES MULTISSERIADAS NO CAMPO SOB UM OLHAR IDENTITÁRIO E DE CONQUISTA RESUMO DE LIMA,Claudia Barbosa 1 GONÇALVES, Danielle Balbino Souto 2 HERMENEGILDO, Raquel do Nascimento 3 LIMA,

Leia mais

Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural

Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural Festa de Nossa Senhora da Abadia no município de Jataí/GO: uma expressão cultural Marlene Flauzina OLIVEIRA Mestranda em Geografia - Programa de Pós-Graduação Campus Jataí/UFG mflauzina@hotmail.com Eguimar

Leia mais

TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA

TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA TRABALHANDO A CULTURA ALAGOANA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID DE PEDAGOGIA Pedro Henrique Santos da Silva - Bianca dos Santos Cristovão - Luciana Maria da Silva* - RESUMO O Programa Institucional

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular Vanessa Minuzzi Bidinoto 1 Viviane Dal-Souto Frescura 2 Aline Pegoraro 3 Resumo: O presente trabalho buscou provocar reflexões sobre a importância da

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

Doutoranda: Nadir Blatt

Doutoranda: Nadir Blatt Territórios de Identidade no Estado da Bahia: uma análise crítica da regionalização implantada pela estrutura governamental para definição de políticas públicas, a partir da perspectiva do desenvolvimento

Leia mais

A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE

A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE A Educação Ambiental no Ensino Fundamental de escolas municipais de Pesqueira-PE Autor(a): Josineide Braz de Miranda Coautor(es): Anderson Carlos Maia da Silva, Josefa Sandra de Almeida Silva, kelren Jane

Leia mais

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2012 DISCIPLINA: GEOGRAFIA - PROFESSOR: ADEMIR REMPEL SÉRIE: 8º

Leia mais

HABILIDADES. Compreender que cada pessoa é única e especial. Valorizar a identidade de cada um. Descobrir e conhecer a sua história de vida.

HABILIDADES. Compreender que cada pessoa é única e especial. Valorizar a identidade de cada um. Descobrir e conhecer a sua história de vida. Disciplina: História Trimestre: 1º PLANEJAMENTO ANUAL - 2012 Série: 2º ano Turma: 21, 22, 23 e 24 CONTEÚDOS HABILIDADES AVALIAÇÕES Unidade 1 Cada um tem um jeito de ser. Descobrindo a minha história. Eu

Leia mais

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS

PAIF. Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Programa de Atenção Integral à Família - PAIF CRAS PAIF IMPORTANTE INTERRELAÇÃO ENTRE PAIF E CRAS CRAS O

Leia mais

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano ** AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos

Leia mais

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil

Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil Boletim Goiano de Geografia E-ISSN: 1984-8501 boletimgoianogeo@yahoo.com.br Universidade Federal de Goiás Brasil Messias Bonjardim, Solimar Guindo GIL FILHO, Sylvio Fausto. Espaço sagrado: estudo em geografia

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA Karin Comerlatto da Rosa kcomerlattodarosa@yahoo.com.br Resumo: A história da Lapa está presente

Leia mais

São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições,

São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, A Constituição Federal de 1988 reconhece aos povos indígenas suas especificidades étnicas e culturais bem como estabelece seus direitos sociais. Dentre as inúmeras proteções conferidas aos povos indígenas

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

Puerta Joven. Juventud, Cultura y Desarrollo A.C.

Puerta Joven. Juventud, Cultura y Desarrollo A.C. Puerta Joven. Juventud, Cultura y Desarrollo A.C. Declaração de Princípios Quem Somos Somos uma organização não-governamental dedicada à promoção da liderança juvenil e da participação da cultura da juventude

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

A REINSERÇÃO DE NOVA ESPERANÇA NA REDE URBANA DE MARINGÁ: UMA PROPOSTA DE ESTUDO

A REINSERÇÃO DE NOVA ESPERANÇA NA REDE URBANA DE MARINGÁ: UMA PROPOSTA DE ESTUDO A REINSERÇÃO DE NOVA ESPERANÇA NA REDE URBANA DE MARINGÁ: UMA PROPOSTA DE ESTUDO 5 Amanda dos Santos Galeti Acadêmica de Geografia - UNESPAR/Paranavaí amanda_galeti@hotmail.com Kamily Alanis Montina Acadêmica

Leia mais

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL Bruna Maria de Oliveira (¹) ; Elcione Trojan de Aguiar (2) ;Beleni Salete Grando (3) 1.Acadêmica

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

Política Metropolitana de Proteção da Paisagem e Promoção da Diversidade Cultural

Política Metropolitana de Proteção da Paisagem e Promoção da Diversidade Cultural UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CURSO DE TURISMO Política Metropolitana de Proteção da Paisagem e Promoção da Diversidade Cultural Fabiana Bernardes

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO SUPERIOR: um estudo em uma instituição privada de ensino superior no interior de São Paulo.

RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO SUPERIOR: um estudo em uma instituição privada de ensino superior no interior de São Paulo. 467 RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO SUPERIOR: um estudo em uma instituição privada de ensino superior no interior de São Paulo. Gláucia Coutinho Bucioli Oliveira Orientador: Paulo de Tarso Oliveira I.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE LORENA

PREFEITURA MUNICIPAL DE LORENA PREFEITURA MUNICIPAL DE LORENA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROJETO JUDÔ NA ESCOLA: A SALA DE AULA E O TATAME Projeto: Domingos Sávio Aquino Fortes Professor da Rede Municipal de Lorena Semeie um pensamento,

Leia mais

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2012 DISCIPLINA : GEOGRAFIA - PROFESSOR: GERSON HUCHAK SÉRIE: 7ª

Leia mais

RESUMEN. Palavras-chave: turismo, projetos de extensão, aplicabilidade

RESUMEN. Palavras-chave: turismo, projetos de extensão, aplicabilidade TITULO: A importância da participação acadêmica em Projetos de Extensão EJE: Mesa de Trabajo 2. Incorporación Curricular de La Extension AUTORES: Ana Paula Cunha, Priscila Simon, Ana Flavia Schawb Dropa,

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE

Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE IV. CÂMARA TEMÁTICA DA EDUCACÃO, CULTURA E DESPORTOS Diretrizes: 1. Cumprir as metas do Compromisso Todos Pela Educação- TPE Meta 1 Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola; Meta 2 Até 2010, 80% e,

Leia mais

Projeto Meu Brasil Brasileiro

Projeto Meu Brasil Brasileiro 1 Projeto Meu Brasil Brasileiro 1.0 - APRESENTAÇÃO O presente projeto será realizado pelos estudantes da Escola Carpe Diem de forma transdisciplinar, sob a orientação do corpo docente como objeto de estudo

Leia mais

SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV

SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS SCFV SOCIOASSISTENCIAL X SOCIOEDUCATIVO SOCIOASSISTENCIAL apoio efetivo prestado a família, através da inclusão em programas de transferência de renda

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA REDAÇÃO CONCURSO PÚBLICO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PREFEITURA DE DUQUE DE CAXIAS/RJ PROFESSOR DE INFORMÁTICA EDUCATIVA

PADRÃO DE RESPOSTA REDAÇÃO CONCURSO PÚBLICO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PREFEITURA DE DUQUE DE CAXIAS/RJ PROFESSOR DE INFORMÁTICA EDUCATIVA PROFESSOR DE INFORMÁTICA EDUCATIVA 3. O tema: Capacitação e formação continuada como ingredientes indispensáveis ao sucesso do profissional da educação. A exposição e a defesa das ideias do autor do texto

Leia mais

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará

Planejamento Turístico para Promoção do Turismo de Base Comunitária: experiências no Amazonas e no Pará Capítulo do Livro: Série Integração, Transformação e Desenvolvimento: Áreas Protegidas e Biodiversidade Fundo Vale para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro. 2012. Planejamento Turístico para

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

O DVD DESENHO ANIMADO AMBIENTAL

O DVD DESENHO ANIMADO AMBIENTAL O DVD DESENHO ANIMADO AMBIENTAL Apoiado pela Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários PROEX, da Univille, o projeto Desenho Animado Ambiental (DAA) iniciou em 2005 com a produção de sete animações,

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org FSM 2009: ENCONTRO SEM FRONTEIRAS AMAPÁ/SURINAME/GUIANAS TEMA: MIGRAÇÕES HUMANAS & DIREITOS HUMANOS

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Teologia Linha Teologia e Sociedade

Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Teologia Linha Teologia e Sociedade Pontifícia Universidade Católica do Paraná Programa de Pós-Graduação em Teologia Linha Teologia e Sociedade PROJETO ESPAÇO SAGRADO: UMA PROPOSTA DE TURISMO EDUCACIONAL E UMA ESTRATÉGIA PARA CONHECER E

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS TURÍSTICOS

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS TURÍSTICOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS TURÍSTICOS Curitiba 2004 GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ Governador Roberto Requião Vice-governador Orlando Pessuti SECRETARIA DE ESTADO DO TURISMO Secretário

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER

MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER MOVIMENTO CASCAVEL ROSA - NA LUTA CONTRA O CÂNCER Área Temática: Saúde Adriane de Castro Martinez Martins 1 (Coordenadora) Claudecir Delfino Verli 2 Aline Maria de Almeida Lara 3 Modalidade: Comunicação

Leia mais

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (30 vagas) Monitores para acompanhamento de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (30 vagas) Monitores para acompanhamento de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Anexo II Termo de Referência CONSULTOR (30 vagas) Monitores para acompanhamento de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Projeto: a consultoria será realizada no âmbito do projeto BRA/15/003 Organização

Leia mais

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013 ,, ~ Politica Nacional de Humanizacao PNH 1ª edição 1ª reimpressão Brasília DF 2013 ,, O que e a Politica Nacional de ~ Humanizacao?, Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (5 vagas) Instrutores para formação de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas

Anexo II Termo de Referência. CONSULTOR (5 vagas) Instrutores para formação de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Anexo II Termo de Referência CONSULTOR (5 vagas) Instrutores para formação de voluntários dos I Jogos Mundiais Indígenas Projeto: a consultoria será realizada no âmbito do projeto BRA/15/003 Organização

Leia mais

WALDILÉIA DO SOCORRO CARDOSO PEREIRA

WALDILÉIA DO SOCORRO CARDOSO PEREIRA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO E ENSINO DE CIÊNCIAS NO AMAZONAS MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE CIÊNCIAS NO AMAZONAS WALDILÉIA DO SOCORRO CARDOSO PEREIRA PROPOSTAS

Leia mais

GESTÃO DE EMPRESA FAMILIAR: Um estudo de caso da HEBRON

GESTÃO DE EMPRESA FAMILIAR: Um estudo de caso da HEBRON GESTÃO DE EMPRESA FAMILIAR: Um estudo de caso da HEBRON Antonio Henrique Neto, Discente da Faculdade Integrada de Pernambuco - FACIPE Suzane Bezerra de França, - FACIPE, SEDUC/PE docente. suzyfranca@yahoo.com.br

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1245 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Maria Luiza de Sousa Pinha, José Camilo dos

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO

SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO MESTRADO SUGESTÕES PARA ARTICULAÇÃO ENTRE O MESTRADO EM DIREITO E A GRADUAÇÃO Justificativa A equipe do mestrado em Direito do UniCEUB articula-se com a graduação, notadamente, no âmbito dos cursos de

Leia mais

Introdução. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ASPECTOS QUANTITATIVOS DO 26º FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DA CANÇÃO FUC

Introdução. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ASPECTOS QUANTITATIVOS DO 26º FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DA CANÇÃO FUC 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO (X) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ASPECTOS QUANTITATIVOS

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAUJO NETO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAUJO NETO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAUJO NETO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO General Carneiro 2010 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO. O Ensino Religioso existiu num primeiro

Leia mais

A cidade mais alema do Brasil

A cidade mais alema do Brasil O Projeto de Iniciação Turística Escolar - Pomerode foi desenvolvido e é executado pela turismóloga Priscila Romig, formada em 2004 pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB). Projeto patrocinado

Leia mais

TURISMO. o futuro, uma viagem...

TURISMO. o futuro, uma viagem... TURISMO o futuro, uma viagem... PLANO NACIONAL DO TURISMO 2007-2010 OBJETIVOS Desenvolver o produto turístico brasileiro com qualidade, contemplando nossas diversidades regionais, culturais e naturais.

Leia mais

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL Márcio Henrique Laperuta 1 Rodrigo Santos2 Karina Fagundes2 Erika Rengel2 UEL- Gepef-Lapef-PIBID RESUMO

Leia mais

FORMAÇÃO PARA PAIS E DOCENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL

FORMAÇÃO PARA PAIS E DOCENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL FORMAÇÃO PARA PAIS E DOCENTES DA EDUCAÇÃO INFANTIL Área Temática: Educação Modalidade: Comunicação Oral. Rosangela Maria Boeno (Coordenadora da Ação de Extensão) 1 Rosangela Maria Boeno 2 Adrieli Signorati

Leia mais

GASTRONOMIA E PATRIMÔNIO CULTURAL LONDRINENSE

GASTRONOMIA E PATRIMÔNIO CULTURAL LONDRINENSE GASTRONOMIA E PATRIMÔNIO CULTURAL LONDRINENSE Evelyn Nunomura* Isadora Fernanda Rossi* Gilberto Hildebrando* Sonia Maria de Oliveira Dantas* Leandro Henrique Magalhães** Mirian Cristina Maretti** *Acadêmicos

Leia mais

EDITAL Nº 02/2014. Número de Vagas: 20 vagas Observação: a abertura de vagas não caracteriza obrigatoriedade de preenchimento das mesmas.

EDITAL Nº 02/2014. Número de Vagas: 20 vagas Observação: a abertura de vagas não caracteriza obrigatoriedade de preenchimento das mesmas. EDITAL Nº 02/2014 A Coordenação do PPGDR - Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade Regional de Blumenau FURB, no uso de suas atribuições, torna pública a abertura das inscrições

Leia mais

LEVANTAMENTO DEMOGRÁFICO E ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA COMO SUBSIDIO A GESTÃO TERRITORIAL EM FRANCISCO BELTRÃO ESTADO DO PARANÁ BRASIL

LEVANTAMENTO DEMOGRÁFICO E ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA COMO SUBSIDIO A GESTÃO TERRITORIAL EM FRANCISCO BELTRÃO ESTADO DO PARANÁ BRASIL LEVANTAMENTO DEMOGRÁFICO E ESTUDO DA QUALIDADE DE VIDA COMO SUBSIDIO A GESTÃO TERRITORIAL EM FRANCISCO BELTRÃO ESTADO DO PARANÁ BRASIL José Francisco de Gois 1 Vera Lúcia dos Santos 2 A presente pesquisa

Leia mais

Ensaio sobre o Conceito de Paisagem

Ensaio sobre o Conceito de Paisagem Ensaio sobre o Conceito de Paisagem Raphael Oliveira Site: http://oliraf.wordpress.com/ Venho, por este meio, deixar-vos um pequeno artigo sobre o conceito de Paisagem. Como sabem, a Paisagem é uma das

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Saúde Indígena no Brasil

Saúde Indígena no Brasil PAINEL I Particularidades genéticas das populações amazônicas e suas possíveis implicações Coordenação de Mesa: Wim Degrave. Saúde Indígena no Brasil Mário R. Castellani Abordarei um pouco do que estamos

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para realizar ações e organizar atividades

Leia mais

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB.

A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. A EDUCAÇÃO DO CAMPO E AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NAS ESCOLAS DO ASSENTAMENTO SÃO FRANCISCO III.SOLÂNEA/PB. Otaciana da Silva Romão (Aluna do curso de especialização em Fundamentos da Educação UEPB), Leandro

Leia mais

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local Cleonice Alexandre Le Bourlegat Complexidade sistêmica e globalização dos lugares A globalidade (conectividade em rede) do planeta e

Leia mais

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira.

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 1 PROJETO SETORIAL INTEGRADO BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 2 Introdução O Ministério da Cultura, sugeriu a Fundação

Leia mais

PROJETO MÚSICA NA ESCOLA

PROJETO MÚSICA NA ESCOLA Rede Salesiana de Escolas. Entusiasmo diante da vida. PROJETO MÚSICA NA ESCOLA Escola: Nossa Senhora Auxiliadora Níveis de Ensino: Fundamental II Coordenação Pedagógica: Maria das Graças L. N. Ferreira

Leia mais

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO

SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO SAÚDE MENTAL DO ENFERMEIRO E O SETOR DE EMERGÊNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE NO TRABALHO Valesca Boarim da Silva 1 Regina Célia Gollner Zeitoune 2 Introdução:Trata-se de nota prévia de estudo que tem como

Leia mais

O ESPAÇO PÚBLICO NA CIDADE CONTEMPORÂNEA: O COMPLEXO RECREATIVO CLUBE DO POVO DE CATALÃO (GO)

O ESPAÇO PÚBLICO NA CIDADE CONTEMPORÂNEA: O COMPLEXO RECREATIVO CLUBE DO POVO DE CATALÃO (GO) O ESPAÇO PÚBLICO NA CIDADE CONTEMPORÂNEA: O COMPLEXO RECREATIVO CLUBE DO POVO DE CATALÃO (GO) Palavras-chave: espaço público, cidade, capital. Patrícia Souza Rocha Marçal Universidade Federal de Goiás

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência Resumo expandido O Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São

Leia mais

Inclusão Social - mudanças K A T I A C A V A L C A N T E 2 0 1 4

Inclusão Social - mudanças K A T I A C A V A L C A N T E 2 0 1 4 Inclusão Social - mudanças K A T I A C A V A L C A N T E 2 0 1 4 Sumário Assistência Social Saúde Educação Infraestrutura - Comunicação e Energia Moradia Bolsa Família Bolsa Verde Direitos Culturais A

Leia mais

GEOGRAFIA. transformadas

GEOGRAFIA. transformadas GEOGRAFIA Disciplina A (currículo atual 2008) Disciplina B (currículos extintos) 1ª período 59480 Cartografia Geral 68 Geografia Cartografia B 136 37230 Geografia Contida Ementa: Aborda os fundamentos

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

2009, um ano de grandes realizações e conquistas

2009, um ano de grandes realizações e conquistas 2009, um ano de grandes realizações e conquistas 2009 foi um ano de grandes realizações e conquistas para o Serviço Social da Indústria (SESI), entidade que integra o Sistema Federação das Indústrias no

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES Maria Helena Machado de Moraes - FURG 1 Danilo Giroldo - FURG 2 Resumo: É visível a necessidade de expansão da Pós-Graduação no Brasil, assim

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA MINHA CIDADE É UM MORANGO

PROJETO DE PESQUISA MINHA CIDADE É UM MORANGO UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL Maria Rosane Flach Rosangela Beatriz Dienstmann

Leia mais

Faculdade de Direito Ipatinga Núcleo de Investigação Científica e Extensão NICE Coordenadoria de Extensão. Identificação da Ação Proposta

Faculdade de Direito Ipatinga Núcleo de Investigação Científica e Extensão NICE Coordenadoria de Extensão. Identificação da Ação Proposta Faculdade de Direito Ipatinga Núcleo de Investigação Científica e Extensão NICE Coordenadoria de Extensão Identificação da Ação Proposta Área do Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas Área Temática:

Leia mais

CIDADES EDUCADORAS DICIONÁRIO

CIDADES EDUCADORAS DICIONÁRIO CIDADES EDUCADORAS A expressão Cidade Educativa, referindo-se a um processo de compenetração íntima entre educação e vida cívica, aparece pela primeira vez no Relatório Edgar Faure, publicado em 1972,

Leia mais

PESQUISA DE DEMANDA E PLANEJAMENTO: UM ESTUDO DE CASO DA MÜNCHEN FEST PONTA GROSSA - PR

PESQUISA DE DEMANDA E PLANEJAMENTO: UM ESTUDO DE CASO DA MÜNCHEN FEST PONTA GROSSA - PR 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( x ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PESQUISA DE DEMANDA E PLANEJAMENTO:

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR GEOGRAFIA

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR GEOGRAFIA Fundamentos teóricos da disciplina PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR GEOGRAFIA O ensino da Geografia leva o educando a perceber que as relações sociais e as relações do homem com a natureza estão projetadas

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

A Importância da Extensão Empreendedora em Assentamentos Rurais no Município de Rosário Oeste MT

A Importância da Extensão Empreendedora em Assentamentos Rurais no Município de Rosário Oeste MT A Importância da Extensão Empreendedora em Assentamentos Rurais no Município de Rosário Oeste MT Flávia Cristina Solidade Nogueira Débora Fabiana Aparecida Tenutes Silva Sandro Ribeiro da Costa Universidade

Leia mais

Uso e Arborização dos Espaços Comuns nas Escolas Municipais de Canhotinho-PE

Uso e Arborização dos Espaços Comuns nas Escolas Municipais de Canhotinho-PE THAMYLLYS MYLLANNY PIMENTEL AZEVEDO(AUTORA) E-mail: thamyllysmyllanny@hotmail.com MARIA BETÂNIA MOREIRA AMADOR (COAUTORA) E-mail: betaniaamador@yahoo.com.br UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO-UPE/CAMPUS GARANHUNS

Leia mais

ESPAÇO E TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALTERNATIVAS DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS.

ESPAÇO E TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALTERNATIVAS DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS. ESPAÇO E TEMPO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ALTERNATIVAS DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS. Introdução: O presente artigo tem a pretensão de fazer uma sucinta exposição a respeito das noções de espaço e tempo trabalhados

Leia mais

O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é:

O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é: O trabalho voluntário é uma atitude, e esta, numa visão transdisciplinar é: a capacidade individual ou social para manter uma orientação constante, imutável, qualquer que seja a complexidade de uma situação

Leia mais