INTERNACIONAL Condições Gerais

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1 n) Prática profissional de desportos ou, ainda, as provas desportivas para amadores integradas em campeonatos, bem como os treinos respectivos; o) Acidentes ocorridos quando o veículo for conduzido por pessoa que não esteja legalmente habilitada para o efeito. INTERNACIONAL Condições Gerais Artigo Preliminar Entre a Companhia de Seguros Tranquilidade, S.A., adiante designada por Tranquilidade, e o Tomador do Seguro, mencionado nas Condições Particulares, é estabelecido um contrato de seguro que se regula pelas Condições Gerais, Especiais e Particulares constantes da presente Apólice. CAPÍTULO I - DEFINIÇÕES, OBJECTO DA GARANTIA E EXCLUSÕES Artigo 1º Definições Para efeitos do disposto no presente contrato, entende-se por: a) SEGURADORA: A Companhia de Seguros Tranquilidade, SA, adiante designada por Tranquilidade; b) TOMADOR DO SEGURO: A pessoa ou entidade que subscreve o presente contrato e é responsável pelo pagamento dos prémios; c) SEGURADO / PESSOA SEGURA: A pessoa no interesse da qual o contrato é celebrado, com residência permanente em Portugal, e que nos termos, condições e limites adiante definidos pode beneficiar das garantias indicadas nas Condições Particulares; d) AGREGADO FAMILIAR: O conjunto de pessoas constituídas pelo Segurado / Pessoa Segura, o seu cônjuge ou pessoa que com ele viva em união de facto, e os seus descendentes menores e solteiros (ou não sendo menores, até ao limites de 24 anos de idade, desde que sejam estudantes, incluindo adotados, tutelados e curatelados), que coabitem com o Segurado/ Pessoa Segura; e) BENEFICIÁRIO: A pessoa ou entidade a favor de quem revertem as garantias da Apólice; f) VIAGEM: A deslocação do Segurado / Pessoa Segura para fora do local da sua residência, através de um meio normal de transporte, seja em veículo automóvel, transporte ferroviário, aéreo, fluvial ou marítimo, e a respectiva estada, tal como estabelecido nas Condições Particulares; g) APÓLICE: O conjunto de documentos escritos que titulam o contrato de seguro, e que compreende as Condições Gerais, Especiais, se as houver, e Particulares; h) CONDIÇÕES GERAIS: As cláusulas que definem e regulamentam obrigações genéricas e comuns inerentes a um ramo ou modalidade de seguro; i) CONDIÇÕES ESPECIAIS: As cláusulas que visam esclarecer, completar ou especificar disposições das Condições Gerais; j) CONDIÇÕES PARTICULARES: O documento onde se encontram os elementos específicos e individuais de cada contrato, que o distinguem de todos os outros; k) SINISTRO: O evento ou série de eventos susceptíveis de fazer funcionar as garantias da Apólice; l) FRANQUIA: A importância que, em caso de sinistro, fica a cargo do Segurado / Pessoa Segura, e cujo montante está estipulado nas Condições Particulares. m) PRÉMIO: O valor pago pelo Tomador do Seguro à Tranquilidade como contrapartida pelas coberturas contratadas no âmbito do contrato de seguro. Artigo 2º Objecto do Contrato e Âmbito da Garantia O presente contrato garante ao Segurado / Pessoa Segura, de acordo com o estipulado nas respetivas coberturas e mediante convenção expressa nas Condições Particulares, o pagamento de capitais, subsídios e/ou indemnizações devidos por: a) Acidentes Pessoais; b) Responsabilidade Civil; c) Assistência a Pessoas. Artigo 3º Exclusões Aplicáveis ao Contrato 1. Para além das exclusões previstas nas coberturas contratadas, ficam expressamente excluídos das garantias do presente contrato os sinistros resultantes de: a) Acidentes resultantes de crimes e outros actos intencionais do Tomador do Seguro, do Segurado / Pessoa Segura e/ou do Beneficiário; b) Suicídio ou tentativa de suicídio; c) Acidentes devidos a actos ou omissões do Segurado / Pessoa Segura, quando originados por uso abusivo de álcool, constatado por uma taxa de alcoolemia igual ou superior à taxa legal à data do sinistro (acidente), da absorção de drogas ou de estupefacientes fora de prescrição médica; d) Guerra, declarada ou não, invasão, actos de inimigos estrangeiros, rebelião, revolução, insurreição, greves, lock-outs, distúrbios laborais, tumultos, alterações da ordem pública, actos de vandalismo, execução de lei marcial e usurpação de poder civil ou militar; e) Actos de terrorismo e / ou sabotagem, como tal tipificados na legislação penal portuguesa; f) Danos devidos, directa ou indirectamente, a explosão, libertação de calor ou radiação provenientes de desintegração ou fusão de átomos, aceleração artificial de partículas ou radioactividade; g) Acidentes resultantes de tremores de terra, erupções vulcânicas, inundações ou quaisquer outros cataclismos de natureza análogos nos seus efeitos; h) Acidentes causados por ou resultantes da utilização por parte do Segurado / Pessoa Segura de engenhos explosivos ou incendiários; i) Acidentes inerentes ao exercício de actividades profissionais consideradas de alto risco; j) Acidentes ocorridos no desempenho da actividade profissional de jornalismo ou actividades conexas; k) Acidentes ocorridos em países para os quais sejam formalmente desaconselhadas deslocações pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (www.mne.gov.pt); l) Acidentes resultantes da utilização de veículos motorizados de duas ou três rodas ou moto-quatro; m) Acidentes resultantes da utilização de veículos em todo o tipo de provas, particulares ou oficiais, competições, ralis, raides e respectivos treinos; 2. Salvo convenção expressa em contrário nas Condições Particulares e pagamento do respetivo sobreprémio, o presente contrato também não garante os riscos associados à prática de desportos de Inverno. CAPÍTULO II - FORMAÇÃO DO CONTRATO E SUAS ALTERAÇÕES Artigo 4º Formação do Contrato O presente contrato baseia-se nas declarações constantes da proposta, onde devem mencionar-se, com inteira veracidade, todos os factos ou circunstâncias que permitam a exacta apreciação do risco ou possam influir na aceitação do referido contrato ou na correcta determinação do prémio aplicável, mesmo as circunstâncias cuja declaração não seja expressamente solicitada em questionário eventualmente fornecido para o efeito pela Tranquilidade, sob pena de incorrer nas consequências previstas no artigo 7º e 8º. Artigo 5º Efeitos do Contrato As coberturas e riscos garantidos pelo presente contrato só produzem efeitos após o pagamento do prémio. Artigo 6º Consolidação do contrato Passados trinta (30) dias após a entrega da apólice por parte da Tranquilidade, ocorre a consolidação do contrato, não podendo o Tomador do Seguro, após essa data, invocar qualquer desconformidade entre o acordado e o conteúdo da apólice que não resulte de documento escrito ou de outro suporte duradouro prévio. Artigo 7º Omissões ou Inexactidões Dolosas do Tomador do Seguro / Pessoa Segura na Declaração Inicial do Risco 1. Caso se verifiquem omissões ou inexactidões dolosas na Declaração Inicial do Risco efectuada pelo Tomador do Seguro / Pessoa Segura, nos termos previstos no número 1 do artigo 4º, o contrato é anulado pela Tranquilidade mediante o envio de declaração nesse sentido ao Tomador do Seguro, no prazo de três (3) meses a contar do conhecimento do incumprimento. 2. Caso ocorram sinistros, quer antes da Tranquilidade ter tido conhecimento do incumprimento doloso, quer ainda no prazo referido no número anterior, os mesmos não ficam cobertos pelo contrato. 3. Sem prejuízo do disposto nos números anteriores, a Tranquilidade tem direito ao prémio devido até ao final do prazo referido no número 1, ou, nos casos em que o dolo do Tomador do Seguro / Pessoa Segura tenha o propósito de obter uma vantagem, até ao termo do contrato. Artigo 8º Omissões ou Inexactidões Negligentes do Tomador do Seguro / Pessoa Segura na Declaração Inicial do Risco 1. Caso se verifiquem omissões ou inexactidões negligentes na Declaração Inicial do Risco efectuada pelo Tomador do Seguro / Pessoa Segura, nos termos previstos no número 1 do artigo 4º, a Tranquilidade pode: a) Propor uma alteração ao contrato, fixando um prazo, não inferior a catorze (14) dias para o Tomador do Seguro / Pessoa Segura se pronunciar; b) Anular o contrato, caso se comprove que a Tranquilidade em caso algum teria celebrado o contrato se tivesse conhecido o facto omitido ou declarado inexactamente. 2. De acordo com o definido no número anterior, o contrato cessa os seus efeitos, vinte (20) dias após o envio da proposta de alteração por parte da Tranquilidade, se o Tomador do Seguro / Pessoa Segura não concordarem com a mesma, ou trinta (30) dias após o envio da declaração de cessação prevista na alínea b). 3. Ocorrendo a cessação do contrato, o prémio é devolvido tendo em conta o período de tempo ainda não decorrido até à data de vencimento, salvo quando tenha havido pagamento de prestações decorrente de sinistro pela Tranquilidade. 4. Em caso de sinistro ocorrido antes da cessação ou da alteração do contrato, cuja verificação ou consequências tenham sido influenciadas por facto relativamente ao qual tenha havido omissão ou inexactidão negligente, a Tranquilidade: a) Garante o sinistro na proporção da diferença entre o prémio pago e o prémio que seria devido, caso, aquando da celebração do contrato, tivesse conhecimento do facto omitido ou declarado inexactamente; b) Não garante o sinistro, demonstrando que em caso algum teria celebrado o contrato se tivesse conhecido o facto omitido ou declarado inexactamente. CAPÍTULO III - DURAÇÃO DO CONTRATO Artigo 9º - Duração do Contrato 1. O presente contrato de seguro considera-se celebrado pelo período de tempo estabelecido nas Condições Particulares, iniciando-se no dia e hora aí indicados, e cessando os seus efeitos com o termo da referida viagem. 2. O contrato cessa igualmente os seus efeitos logo que o Segurado / Pessoa Segura por antecipação do seu regresso - tenha terminado a viagem referida neste contrato antes de findar o período para a mesma fixado nas Condições Particulares. Artigo 10º - Prorrogação da Viagem 1. Quando, por motivos alheios à vontade da Pessoa Segura / Segurado, e devidamente justificados, se verificar demora, prolongamento ou adiamento da viagem, esta Apólice será automaticamente prorrogada sem prémio adicional. 2. O disposto no nº 1 não será aplicável, em caso algum, à Cobertura de Assistência a Pessoas, nem à Cobertura Complementar de Assistência ao Veículo quando contratada. Artigo 11º - Resolução do Contrato 1. O presente contrato de seguro pode ser resolvido por qualquer das partes havendo justa causa para o efeito, nos termos gerais. 2. Constitui justa causa, nomeadamente: a) Em relação ao Tomador do Seguro:

2 - O incumprimento das obrigações contratuais a cargo da Tranquilidade essenciais à manutenção do contrato nos termos em que ele foi aceite. b) Em relação à Tranquilidade: - A falta de pagamento do prémio, conforme previsto no artigo 19º; - A burla ou tentativa de burla do Tomador do Seguro e/ou da Pessoa Segura; - A omissão ou inexactidão dolosa ou negligente do Tomador do Seguro / Pessoa Segura na declaração inicial do risco; - O incumprimento das obrigações contratuais a cargo do Tomador do Seguro e/ou do Pessoa Segura essenciais à manutenção do contrato nos termos em que ele foi aceite. CAPÍTULO IV - CAPITAL SEGURO E PAGAMENTO DOS PRÉMIOS Artigo 12º - Capital Seguro A responsabilidade da Tranquilidade é sempre limitada à importância máxima fixada nas Condições Particulares para cada cobertura. Artigo 13º - Pagamento do prémio 1. O prémio não é fraccionável e é devido adiantadamente em relação a todo o período do seguro. 2. Em caso de falta de pagamento, aplicar-se-ão as disposições legais em vigor. CAPÍTULO V - DIREITOS E DEVERES DAS PARTES Artigo 14º - Participação do Sinistro 1. Sem prejuízo do estabelecido especificamente para cada uma das coberturas, respectivamente, no artigo 4º das Condições Especiais de Assistência a Pessoas, de Assistência ao Veículo e de Responsabilidade Civil e no artigo 5º das Condições Especiais de Acidentes Pessoais e de Bagagens, o Tomador do Seguro e / ou o Segurado / Pessoa Segura devem: a) Participar o sinistro à Tranquilidade com a maior brevidade possível, num prazo nunca superior a 8 (oito) dias a contar do dia da sua ocorrência ou da data em que dele tiveram conhecimento; b) Prestar à Tranquilidade, em tempo útil, para além da participação do sinistro, os esclarecimentos complementares sobre as prováveis causas, circunstâncias e consequências do sinistro que sejam do seu conhecimento, bem como fornecer à Tranquilidade todas as provas e documentos necessários à avaliação dos prejuízos e, em geral, todas as informações pedidas. 2. O incumprimento dos deveres consagrados no número anterior determina para o Tomador do Seguro e para o Segurado / Pessoa Segura a obrigação de responderem por perdas e danos. Artigo 15º - Dever de Limitação do Dano 1. O Tomador do Seguro e o Segurado / Pessoa Segura devem utilizar os meios idóneos ao seu alcance para eliminar ou minorar as consequências do sinistro. 2. As despesas derivadas do cumprimento de tal obrigação são da responsabilidade da Tranquilidade, ainda que os seus resultados se revelem ineficazes, sempre que sejam realizadas de forma razoável e proporcionada e, desde que, acrescidas à prestação a efectuar pela Tranquilidade, não ultrapassem o capital seguro. 3. O incumprimento da obrigação consagrada no nº 1 determina: a) A redução da prestação pela Tranquilidade atendendo ao dano que o incumprimento cause b) A perda de cobertura caso o incumprimento seja doloso e determine dano significativo para a Tranquilidade. Artigo 16º Indemnizações Sem prejuízo do especificamente estabelecido para cada cobertura, as indemnizações garantidas pela presente apólice ficam à disposição do Segurado / Pessoa Segura ou do Beneficiário, consoante o caso, logo que sejam determinadas as consequências definitivas do acidente. CAPÍTULO VI - DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 17º - Sub-rogação A Tranquilidade fica sub-rogada nos direitos do Segurado / Pessoa Segura, emergentes do presente contrato, contra terceiros, até à concorrência da indemnização paga, abstendo-se o Segurado / Pessoa Segura de praticar quaisquer actos ou omissões que possam prejudicar a sub-rogação, sob pena de responder por perdas e danos. Artigo 18º - Coexistência de Contratos 1. O Tomador do Seguro / Pessoa Segura deverão participar à Tranquilidade, sob pena de responder por perdas e danos, a existência de outros contratos de seguro garantindo o mesmo risco. 2. A omissão fraudulenta da informação referida no número anterior pode exonerar a Tranquilidade das respectivas prestações. 3. Existindo, à data do sinistro, mais de um contrato de seguro garantindo o mesmo risco, a presente Apólice funcionará nos termos da Lei. Artigo 19º - Comunicações e Notificações entre as Partes 1. As comunicações ou notificações previstas nesta Apólice devem revestir forma escrita ou ser prestadas por outro meio de que fique registo duradouro, para a última morada do Tomador do Seguro constante no contrato ou para a sede social da Tranquilidade. 2. Qualquer alteração à morada ou sede do Tomador do Seguro deverá ser comunicada à Tranquilidade, nos trinta (30) dias subsequentes à data em que se verifique, sob pena de as comunicações ou notificações que a Tranquilidade venha a efectuar para a morada desactualizada se terem por válidas e eficazes. Artigo 20º - Âmbito Territorial 1. As garantias do presente contrato são válidas nos países indicados na tabela anexa às Condições Gerais. 2. O local de destino da viagem e respectivos trajectos deverão constar sempre nas Condições Particulares. Artigo 21º Gestão de Reclamações 1. A Tranquilidade dispõe de uma unidade orgânica responsável pela gestão de reclamações à qual poderão ser dirigidas quaisquer questões relacionadas com o presente contrato. 2. Em caso de divergência com a Tranquilidade, o Tomador do Seguro e/ou Pessoa Segura podem também apresentar reclamação no respectivo Livro de Reclamações, bem como solicitar a intervenção do Instituto de Seguros de Portugal, sem prejuízo ainda da possibilidade do recurso à arbitragem ou aos tribunais, de acordo com as disposições legais em vigor. Artigo 22º - Legislação e Foro 1. O presente contrato rege-se pela Lei portuguesa. 2. Nos casos omissos no presente contrato, recorrer-se-á à legislação aplicável. 3. O foro competente para a resolução de qualquer litígio emergente deste contrato é o do domicílio do réu, podendo o credor optar pelo tribunal do lugar em que a obrigação deveria ser cumprida, quando o réu seja pessoa colectiva ou quando, situando-se o domicílio do credor na área metropolitana de Lisboa ou do Porto, o réu tenha domicílio na mesma área metropolitana. CONDIÇÕES ESPECIAIS Em complemento ao disposto nas Condições Gerais e desde que expressamente subscritos pelo Tomador do Seguro e previstos nas Condições Particulares, ao abrigo da presente apólice poderão ficar garantidos os riscos constantes das seguintes Condições Especiais. Quando as referidas Condições Especiais não forem subscritas pelo Tomador do Seguro, os riscos nelas previstos não ficarão em caso algum garantidos. ACIDENTES PESSOAIS Artigo 1º - Definições Para efeitos da presente cobertura, entende-se por: a) ACIDENTE: O acontecimento fortuito, súbito e anormal, devido à acção de uma causa exterior e estranha à vontade da Pessoa Segura; b) INVALIDEZ PERMANENTE: Diminuição total ou parcial da capacidade da Pessoa Segura exercer a sua profissão ou qualquer outra actividade lucrativa; Artigo 2º - Âmbito das Coberturas Ao abrigo da presente Condição Especial fica garantido o pagamento de indemnizações por Morte ou Invalidez Permanente em consequência de acidente sofrido pela Pessoa Segura durante e por ocasião da viagem referida nas Condições Particulares. 1. MORTE a) No caso de Morte da Pessoa Segura, ocorrida imediatamente ou no decurso de 2 anos a contar da data do acidente, a Tranquilidade pagará o correspondente capital seguro aos Beneficiários para o efeito expressamente designados nas Condições Particulares, ou, na sua falta, aos herdeiros legítimos da Pessoa Segura. b) A cobertura do risco de morte de crianças com idade inferior a 14 anos só será admitida se contratada por instituições escolares, desportivas ou de natureza análoga que dela não sejam beneficiárias, conforme previsto na Lei; c) Quando a Morte por acidente, devido a desaparecimento, queda de aeronave ou naufrágio da embarcação em que viajava a Pessoa Segura, não puder ser provada, presumir-se-á, para efeitos do pagamento da indemnização, decorrido que seja o prazo de um (1) ano sobre a data da ocorrência. d) Incumbe aos Beneficiários o envio da participação de sinistro à Tranquilidade, bem como da certidão de óbito da Pessoa Segura e, quando considerados necessários, outros documentos elucidativos do acidente e das suas consequências, bem como os comprovativos da sua qualidade de Beneficiários. 2. INVALIDEZ PERMANENTE a) No caso de Invalidez Permanente, clinicamente constatada e fixada através de relatório médico no decurso de dois (2) anos a contar da data do acidente garantido pela Apólice, a Tranquilidade pagará a parte do correspondente capital determinada pela tabela de desvalorização anexa ao presente contrato e que dele faz parte integrante. b) Quando a lesão verificada não se encontrar prevista na tabela de desvalorização anexa, a invalidez permanente a indemnizar pela Tranquilidade será determinada com base na Tabela Nacional de Incapacidades, sendo atribuída à Pessoa Segura 75% da incapacidade aí fixada para a lesão em questão. c) O pagamento do capital, na falta de indicação expressa em contrário nas Condições Particulares, será feito à Pessoa Segura. d) A profissão da Pessoa Segura não influi no grau de determinação da incapacidade. e) Quando a lesão consecutiva ao acidente for agravada por lesão ou doença anterior, a responsabilidade da Tranquilidade não pode exceder a que teria se o acidente tivesse ocorrido a uma pessoa saudável e normal. f) Os defeitos físicos de que a Pessoa Segura já era portadora serão tomados em consideração ao fixar-se o grau de desvalorização proveniente do acidente, que corresponderá à diferença entre a invalidez já existente à data do acidente e aquela que, após a ocorrência e como sequela deste, passar a existir. Artigo 3º Exclusões Para além das exclusões aplicáveis previstas no artigo 3º das Condições Gerais, ficam igualmente excluídos da cobertura de Acidentes Pessoais: a) Os acidentes e doenças devidos a gravidez ou parto; b) Hérnias, qualquer que seja a sua natureza. Artigo 4º - Capital Seguro 1. Salvo estipulação em contrário nas Condições Particulares, o capital seguro é estabelecido por Apólice e para o conjunto das Pessoas Seguras identificadas nas Condições Particulares. 2. Em caso de sinistro, o pagamento do capital far-se-á rateadamente pelas Pessoas Seguras sinistradas. 3. Os capitais por Morte e Invalidez Permanente não são cumuláveis, pelo que, se a Pessoa Segura falecer em consequência de acidente, e esse falecimento ocorrer no prazo de dois (2) anos a contar do acidente, ao capital por Morte será abatido o capital por Invalidez

3 Permanente que eventualmente lhe tenha sido atribuído ou pago relativamente ao mesmo acidente. Artigo 5º - Obrigações em caso de Sinistro 1. Em caso de sinistro garantido ao abrigo da presente cobertura e sem prejuízo do cumprimento dos deveres previstos nos artigos 14º e 15º das Condições Gerais, o Tomador do Seguro e / ou a Pessoa Segura deverão: a) Promover o envio, até oito (8) dias após a Pessoa Segura ter sido clinicamente assistida, de uma declaração do médico que a assistiu onde conste a natureza das lesões, o seu diagnóstico, os dias eventualmente previstos para Incapacidade Temporária, bem como a indicação da possível Invalidez Permanente; b) Comunicar, até oito (8) dias após a sua verificação, a cura das lesões, promovendo o envio de declaração médica onde conste, além da data da alta, o número de dias em que houve Incapacidade Temporária Absoluta e/ou Parcial e a percentagem de Invalidez Permanente eventualmente constatada; c) Autorizar o médico assistente a fornecer as informações solicitadas pela Tranquilidade e submeter-se a exame efectuado por médico por ela indicado com vista à definição ou confirmação da Invalidez; d) Cumprir todas as prescrições médicas; e) Facultar todos os documentos originais justificativos das despesas de tratamento efectuadas. 2. O não cumprimento dos deveres acima definidos implicará para o Tomador do Seguro / Pessoa Segura a obrigação de responderem por perdas e danos. 3. Em caso de morte da Pessoa Segura e se tal for necessários para o correcto esclarecimento das circunstâncias em que sobreveio a morte da mesma, não deverão os herdeiros ou beneficiários designados nas Condições Particulares oporem-se à que a Tranquilidade diligencie no sentido de que seja efectuada a exumação e autópsia do cadáver, sob pena de responderem por perdas e danos. Artigo 6º - Falta de Acordo sobre as Causas da Morte, Invalidez ou Incapacidade 1. Havendo falta de acordo sobre as causas da morte, da invalidez permanente ou da incapacidade temporária, sobre a percentagem a atribuir à invalidez permanente, sobre a duração da incapacidade temporária ou, ainda, sobre as condições de tratamento, a Pessoa Segura obriga-se a aceitar o recurso a uma junta médica constituída pelo médico por si indicado, pelo médico da Tranquilidade e por um terceiro médico escolhido por ambos, que decidirá sobre o diferendo. 2. No caso de divergência, poderá haver lugar a arbitragem tal como previsto no artigo 19º (Legislação e Arbitragem) das Condições Gerais. 3. Cada uma das partes pagará os honorários do médico que nomear e metade dos honorários do terceiro médico nomeado. TABELA PARA BASE DE CÁLCULO DAS INDEMNIZAÇÕES DEVIDAS POR INVALIDEZ PERMANENTE A - INVALIDEZ PERMANENTE TOTAL % - Perda total dos dois olhos ou da visão dos dois olhos: Perda completa do uso dos dois membros inferiores ou superiores: Alienação mental incurável e total, resultante directa e exclusivamente de um acidente: Perda completa das duas mãos ou dos dois pés: Perda completa de um braço e duma perna ou de uma mão e duma perna: Perda completa de um braço e de um pé ou de uma mão e de um pé: Hemiplegia ou paraplegia completa: 100 B - INVALIDEZ PERMANENTE PARCIAL Cabeça % - Perda completa de um olho ou redução a metade da visão biocular: 25 - Surdez total: 60 - Surdez completa dum ouvido: 15 - Síndroma pós-comocional dos traumatismos cranianos, sem sinal objectivo: 5 - Epilepsia generalizada pós-traumática, uma ou duas crises convulsivas por mês, com tratamento: 50 - Anosmia absoluta: 4 - Fractura dos ossos próprios do nariz ou do septo nasal com mal-estar respiratório: 3 - Estenose nasal total unilateral: 4 - Fractura não consolidada do maxilar inferior: 20 - Perda total ou quase total dos dentes: - com possibilidade de prótese: 10 - sem possibilidade de prótese: 35 - Ablação completa do maxilar inferior: 70 - Perda de substância do crânio interessando as duas tábuas e com um diâmetro máximo: - superior a 4 cm: 35 - superior a 2 e igual ou inferior a 4 cm: 25 - de 2 cm: 15 Membros Superiores e Espáduas % D E - Fractura da clavícula com sequela nítida: Rigidez do ombro, pouco acentuada: Rigidez do ombro, projecção para a frente e a abdução não atingindo 90º: Perda completa do movimento do ombro: Amputação do braço pelo terço superior ou perda completa do uso do braço: Perda completa do uso de uma mão: Fractura não consolidada de um braço: Pseudartrose dos dois ossos do antebraço: Perda completa do uso do movimento do cotovelo: Amputação do polegar: - Perdendo o metacarpo Conservando o metacarpo Amputação do indicador: Amputação do médio: Amputação do anelar: Amputação do dedo mínimo: Perda completa dos movimentos do punho: Pseudartrose dum só osso do antebraço: Fractura do primeiro metacarpo com sequelas que determinem incapacidade funcional: Fractura do 5º metacarpo com sequelas que determinem incapacidade funcional: 2 1 Membros Inferiores % - Desarticulação de um membro inferior pela articulação coxo-femural ou perda completa do uso de um membro inferior: 60 - Amputação da coxa pelo terço médio: 50 - Perda completa do uso de uma perna abaixo da articulação do joelho: 40 - Perda completa do pé: 40 - Fractura não consolidada da coxa: 45 - Fractura não consolidada de uma perna: 40 - Amputação parcial de um pé, compreendendo todos os dedos e uma parte do pé: 25 - Perda completa do movimento da anca: 35 - Perda completa do movimento do joelho: 25 - Anquilose completa do tornozelo em posição favorável: 12 - Encurtamento dum membro inferior em: - 5 cm ou mais: 20-3 a 5 cm: 15-2 a 3 cm: 10 - Amputação do dedo grande do pé com o seu metatarso: 10 - Perda completa de qualquer dedo do pé, com exclusão do dedo grande: 3 Raquis-Tórax % - Fractura da coluna vertebral cervical sem lesão medular: 10 - Fractura da coluna vertebral dorsal ou lombar: compressão com rigidez raquidiana nítida, sem sinais neurológicos: 10 - Cervicalgias com rigidez raquidiana nítida: 5 - Lombalgias com rigidez raquidiana nítida: 5 - Paraplegia fruste, marcha possível, espasmodicidade dominando a paralisia: 20 - Algias radiculares com irradiação (forma ligeira): 2 - Fractura isolada do esterno com sequelas pouco importantes: 3 - Fratura unicostal com sequelas pouco importantes: 1 - Fracturas múltiplas de costelas com sequelas importantes: 8 - Resíduos de derrame traumático com sinais radiológicos: 5 Abdómen % - Ablação do baço, com sequelas hematológicas, sem manifestações clínicas: 10 - Nefrectomia: 20 - Cicatriz abdominal de intervenção cirúrgica com eventração de 10 cm, não operável: 15 NOTA : De acordo com o estipulado na alínea b ) do n.º 2 do Artigo 2.º da Condição Especial de Acidentes Pessoais, quando a lesão da Pessoa Segura não constar da presente tabela e a aplicação de outras regras de desvalorização não tenham sido acordadas, a Tranquilidade procederá à determinação da invalidez permanente com base na Tabela Nacional de Incapacidades, considerando para o efeito 75% da incapacidade aí definida. RESPONSABILIDADE CIVIL Artigo 1º - Definição Para efeitos da presente cobertura, entende-se por: TERCEIRO - Aquele que, em consequência de um sinistro coberto por este contrato, sofra danos susceptíveis de, nos termos da lei e desta cobertura, serem reparados ou indemnizados. Artigo 2º - Âmbito da Cobertura Ao abrigo da presente Condição Especial e até ao limite definido nas Condições Particulares, fica garantida a Responsabilidade Civil Extracontratual do Segurado e do seu Agregado Familiar, pelos danos patrimoniais e não patrimoniais decorrentes de lesões corporais e / ou materiais causados a terceiros no local onde se encontre durante e por ocasião da viagem descrita nas Condições Particulares, abrangendo nomeadamente: a) Danos causados pelo Segurado e seu Agregado Familiar exclusivamente no âmbito da sua vida privada; b) Danos causados pelo Segurado e seu Agregado Familiar enquanto ocupantes de um determinado alojamento ou quarto de hotel; c) Danos causados pelas coisas ou animais domésticos à guarda do Segurado e seu Agregado Familiar, sem prejuízo do disposto nas alíneas j), k) e l) do artigo 3º; d) Danos resultantes da prática de qualquer desporto como amador. Artigo 3º. - Exclusões Para além das exclusões aplicáveis previstas no artigo 3º das Condições Gerais, ficam igualmente excluídas as seguintes situações: a) A responsabilidade civil contratual do Segurado e seu Agregado Familiar, em tudo o que exceda a sua responsabilidade enquanto ocupantes de um determinado alojamento ou quarto de hotel; b) Danos causados por acidentes de viação provocados por veículos que, nos termos da legislação em vigor, sejam obrigados a seguro; c) Danos causados por acidentes provocados por aeronaves, embarcações marítimas, lacustres ou fluviais; d) As indemnizações devidas nos termos da legislação de Acidentes de Trabalho e Doenças profissionais;

4 e) Resultantes do exercício de qualquer actividade profissional, mercantil, industrial, escolar ou política, ou de um cargo ou actividade em associações ou organizações de qualquer tipo, mesmo não remunerada; f) Os danos sofridos por quaisquer pessoas cuja responsabilidade esteja garantida por esta apólice, bem como ao cônjuge, ascendentes e descendentes do Segurado ou as pessoas que com estes coabitem ou vivam a seu cargo; g) Resultantes do uso, posse ou propriedade de armas de fogo, ainda que as mesmas se destinem a uso desportivo; h) Os danos causados às coisas e animais confiados ao Segurado e seu Agregado Familiar para guarda, trabalho, utilização ou outro fim; i) Os danos resultantes da alteração do meio-ambiente, em particular os emergentes, directa ou indirectamente, de poluição, contaminação do solo, das águas ou da atmosfera, assim como todos aqueles que forem devidos à acção de fumos, vapores, vibrações, ruídos, cheiros, temperaturas, humidade, corrente eléctrica ou substâncias nocivas; j) Causados por animais considerados perigosos ou potencialmente perigosos nos termos da legislação em vigor; k) Causados por cães considerados como cães de guarda, tais como, Boxer, Buldog, Doberman, Lobo de Alsácia, Mastim, Pastor Alemão ou Serra da Estrela, entre outros; l) Causados por animais utilizados ou detido temporariamente com finalidades lucrativas Artigo 4º - Obrigações em caso de Sinistro 1. Em caso de sinistro garantido ao abrigo da presente cobertura e sem prejuízo do cumprimento dos deveres previstos noa artigos 12º e 13º das Condições Gerais, o Tomador do Seguro e/ou o Segurado e seu Agregado Familiar, sob pena de responderem por perdas e danos, deverão conceder à Tranquilidade o direito de orientar e resolver os pleitos que deles possam resultar, outorgando, para o efeito, por documento bastante, os necessários poderes a quem a Tranquilidade indicar, bem como fornecer e facilitar todos os documentos, testemunhas, nomes e moradas e outros elementos de prova ao seu alcance que possam interessar para o efeito. 2. O Tomador do Seguro e/ou o Segurado e seu Agregado Familiar não deverão, ainda, sob pena de responderem por perdas e danos: a) Abonar extrajudicialmente a indemnização reclamada sem autorização escrita da Tranquilidade, formular ofertas, assumir compromissos ou praticar algum acto tendente a reconhecer a responsabilidade da Tranquilidade, a fixar a natureza e valor da indemnização ou que, de qualquer forma, estabeleça ou signifique a sua responsabilidade; b) Dar conselhos e assistência, adiantar dinheiro por conta, em nome ou sob a responsabilidade da Tranquilidade, sem sua expressa autorização; c) Ser responsável, por omissão ou negligência, a sentença favorável a terceiro, ou abster-se e dar conhecimento imediato à Tranquilidade de qualquer procedimento judicial fundado em sinistro garantido pela apólice. Artigo 5º - Capital Seguro e Indemnizações 1. Em caso de sinistro, e sempre que coexistirem vários lesados pelo mesmo sinistro e o valor dos danos exceder o capital seguro, a responsabilidade da Tranquilidade reduzir-se-á proporcionalmente em relação à importância dos danos sofridos por cada um, até à concorrência desse capital. 2. Se a Tranquilidade, de boa-fé e por desconhecimento da existência de outras pretensões, liquidar a um lesado uma indemnização de valor superior à que lhe competiria nos termos do número anterior, não fica obrigada para com os outros lesados senão até à concorrência da parte restante do capital seguro. ASSISTÊNCIA A PESSOAS Artigo 1º - Definições Para efeitos da presente cobertura, entende-se por: a) ASSISTÊNCIA: Serviço de ajuda imediata e permanente às Pessoas Seguras em consequência de acontecimentos fortuitos, sobrevindos no decurso da viagem referida nas Condições Particulares, incluindo prestações indemnizatórias complementares. b) SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA: A entidade que organiza e presta, por conta da Tranquilidade e a favor das Pessoas Seguras, as prestações pecuniárias ou de serviços previstas na apólice. c) ACIDENTE: O sinistro devido a causa fortuita, imprevista e independente da vontade da Pessoa Segura, que nela produza lesões físicas objectivamente constatáveis, incapacidade temporária ou permanente ou ainda a morte. d) DOENÇA: A alteração involuntária do estado de saúde, estranha à vontade da Pessoa Segura e não causada por acidente, que se revele por sinais manifestos e seja reconhecida e atestada por médico autorizado. e) BAGAGEM: Os objectos de uso pessoal habitualmente transportados em viagem e as respectivas embalagens, constituídas por malas, sacos e volumes do mesmo género, devidamente registados e declarados no momento de subscrição da apólice, propriedade do Segurado ou das pessoas que o acompanham e que fazem parte do seu Agregado familiar. f) DESPORTOS DE AVENTURA: O esqui, o surf, o bodyboard, o windsurf e o montanhismo (prática amadora). Artigo 2º - Âmbito da Cobertura Ao abrigo da presente Condição Especial e quando expressamente previsto nas Condições Particulares, em caso de acidente ou doença súbita e imprevisível ocorridos durante e por motivo da viagem nestas referida, fica garantido: 1. O PAGAMENTO DE DESPESAS MÉDICAS, CIRÚRGICAS, FARMACÊUTICAS E DE HOSPITALIZAÇÃO NO ESTRANGEIRO Se a Pessoa Segura necessitar de assistência médica, cirúrgica, farmacêutica ou hospitalar, a Tranquilidade garante até aos limites fixados: a. As despesas e honorários médicos e cirúrgicos; b. Os gastos farmacêuticos prescritos por médico; c. Os gastos de hospitalização. Em caso de hospitalização, a Pessoa Segura deve providenciar o aviso ao Serviço de Assistência no próprio dia, ou o mais tardar nas 48 horas seguintes, salvo demonstrada impossibilidade física. A partir do momento em que o repatriamento da Pessoa Segura seja clinicamente possível e aconselhável, a Tranquilidade deixa de garantir os gastos de hospitalização. A Tranquilidade suporta uma intervenção cirúrgica apenas nos casos em que não se possa aguardar pelo regresso da Pessoa Segura a Portugal, dado o carácter urgente e inadiável daquela intervenção. 2. O PAGAMENTO DE DESPESAS MÉDICAS EM PORTUGAL No seguimento de uma sua prestação de assistência médica no estrangeiro, a Tranquilidade garante, até ao limite fixado, o pagamento de despesas hospitalares, honorários médicos e gastos farmacêuticos prescritos por um médico, desde que relacionados com a ocorrência que motivou inicialmente o pedido de assistência. 3. O PAGAMENTO DE DESPESAS MÉDICAS, CIRÚRGICAS, FARMACÊUTICAS E DE HOSPITALIZAÇÃO EM CASO DE ACIDENTE OCORRIDO EM PORTUGAL Se ocorrer um acidente de viação que envolva um meio de transporte organizado pelo Subscritor e provoque lesões na Pessoa Segura, a Tranquilidade garantirá as despesas médicas, cirúrgicas, farmacêuticas e de hospitalização realizadas em Portugal, até aos limites fixados nas Condições Particulares. Esta garantia só poderá ser accionada se: - O acidente tiver ocorrido em território nacional num trajecto inicialmente previsto na viagem adquirida pela Pessoa Segura; - O destino final dessa viagem tiver sido desde o início um local fora do território nacional; - A Pessoa Segura providenciar o aviso ao Serviço de Assistência no próprio dia, ou o mais tardar nas 48 horas seguintes, salvo demonstrada impossibilidade física. 4. O REPATRIAMENTO OU TRANSPORTE SANITÁRIO DE FERIDOS OU DOENTES E VIGILÂNCIA MÉDICA a. Quando a situação clínica o justifique, a Tranquilidade garante, até aos limites fixados: i. As despesas de transporte em ambulância, ou outro meio considerado adequado, desde o local da ocorrência até à clínica ou hospital mais próximo; ii. As despesas de transporte numa eventual transferência da Pessoa Segura para outro centro hospitalar mais apropriado ou até ao seu domicílio em Portugal. b. A Tranquilidade garante ainda a vigilância por parte da sua equipa médica, em colaboração com o médico assistente da Pessoa Segura, para determinação das medidas convenientes ao melhor tratamento a seguir e do meio mais apropriado para eventual transferência. c. Qualquer transporte ou repatriamento sanitário, e eventual acompanhamento médico, deve respeitar as normas sanitárias em vigor e apenas efectuar-se com o prévio acordo entre o médico assistente da Pessoa Segura e a equipa médica do Serviço de Assistência. A declaração do médico assistente não é garantia bastante. d. As despesas de transporte serão suportadas pela Tranquilidade apenas nos casos em que o meio de transporte inicialmente previsto não puder ser utilizado ou não seja clinicamente aconselhável a sua utilização. e. O meio de transporte a utilizar será definido pela equipa médica do Serviço de Assistência. f. Quando o transporte e/ou repatriamento for motivado por doenças infecto-contagiosas que envolvam perigo para a saúde pública, o mesmo deverá obedecer às regras, procedimentos e orientações técnicas emanadas pela Organização Mundial de Saúde (O.M.S.), podendo, no limite, não ser autorizado o transporte e/ou repatriamento em causa. 5. O ACOMPANHAMENTO DA PESSOA SEGURA HOSPITALIZADA Se durante o decorrer da viagem se verificar a hospitalização súbita e imprevisível da Pessoa Segura, e se o seu estado não aconselhar o repatriamento ou regresso imediato, a Tranquilidade garante as despesas de alojamento em hotel, não inicialment e previstas, de um familiar ou pessoa por ela designada, que se encontre já no local, para a acompanhar até aos limites fixados. A Tranquilidade encarrega-se ainda do regresso deste acompanhante ao seu domicílio em Portugal, caso não possam ser utilizados os meios inicialmente previstos. Esta garantia está estritamente sujeita ao parecer da equipa médica do Serviço de Assistência. 6. O TRANSPORTE DE IDA E VOLTA PARA FAMILIAR E RESPECTIVA ESTADIA Se a Pessoa Segura viajar sem acompanhante, e o período de hospitalização se preveja de duração superior a 5 dias, a Tranquilidade garante os custos de transporte de ida e volta para um familiar, com partida de Portugal, de modo a que possa ficar junto dela. Neste caso, o Serviço de Assistência garante ainda as suas despesas de alojamento até aos limites fixados. 7. O PROLONGAMENTO DE ESTADIA EM HOTEL Se o estado de saúde da Pessoa Segura não justificar hospitalização ou transporte sanitário, e se o seu regresso não se puder efectuar na data inicialmente prevista, a Tranquilidade garante as despesas efectivamente realizadas com alojamento em hotel, desde que não inicialmente previstas, para esta e para uma pessoa que a fique a acompanhar até aos limites fixados. Quando o seu estado de saúde o permitir, a Tranquilidade encarrega-se do regresso da Pessoa Segura, bem como do seu eventual acompanhante, ao seu domicílio em Portugal, caso não possam ser utilizados os meios inicialmente previstos. Esta garantia está estritamente sujeita ao parecer da equipa médica do Serviço de Assistência. 8. O TRANSPORTE OU REPATRIAMENTO APÓS MORTE DA PESSOA SEGURA Em caso de falecimento da Pessoa Segura, por acidente ou doença súbita e imprevisível, a Tranquilidade garante as despesas com as formalidades a efectuar no local, incluindo as do transporte ou repatriamento do corpo até ao local de enterro em Portugal. Se, por motivos administrativos, for necessária localmente a inumação provisória ou definitiva, a Tranquilidade suporta as despesas de transporte de um familiar, se este não se encontrar já no local, para se deslocar desde o seu domicílio em Portugal até ao local da inumação, bem como as despesas do seu alojamento. 9. O TRANSPORTE OU REPATRIAMENTO DAS RESTANTES PESSOAS SEGURAS (aplicável apenas na Opção Exclusivo, "Golfe" e "Desportos Aventura ) Tendo havido repatriamento ou transporte de uma ou mais Pessoas Seguras por motivo de falecimento, regresso antecipado nos termos deste contrato, acidente ou doença súbita e imprevisível, e se por este facto não for possível o regresso das restantes pelos meios inicialmente previstos, a Tranquilidade garante o transporte das mesmas até ao seu domicílio em Portugal. 10. O REGRESSO ANTECIPADO DA PESSOA SEGURA (aplicável apenas nas Opções "Valor", "Exclusivo", "Golfe" e "Desportos Aventura") Se, no decurso de uma viagem, falecer em Portugal o cônjuge, ou pessoa com quem coabite em termos de permanência, um seu ascendente ou descendente até ao 2º grau, adoptados, irmãos, sogros ou cunhados da Pessoa Segura, e no caso do meio utilizado para a sua viagem ou bilhete adquirido não lhe permitir a antecipação do regresso, a Tranquilidade suporta as despesas com o transporte de regresso, desde o local de estadia até ao domicílio ou até ao local de inumação em Portugal. Esta garantia está prevista ainda no caso de um daqueles membros da família da Pessoa Segura sofrer de acidente ou doença súbita e imprevisível em Portugal, cuja gravidade, a confirmar pelo médico do Serviço de Assistência depois de contacto com o médico assistente, exija a sua presença urgente e imperiosa.

5 11. O TRANSPORTE DE BAGAGENS PESSOAIS Na sequência de furto, roubo, extravio ou repatriamento da Pessoa Segura, a Tranquilidade/Serviço de Assistência organiza e suporta o custo do transporte das suas bagagens pessoais até ao local onde aquele se encontre ou até ao seu domicílio em Portugal, desde que se encontrem devidamente embaladas e em condições de transporte. O peso máximo das bagagens fica sujeito ao limite imposto pelas diversas companhias áreas ou rodoviárias, excepto se a Pessoa Segura já suportou de antemão o custo do respectivo excesso. 12. O ADIANTAMENTO DE FUNDOS NO ESTRANGEIRO Em caso de roubo participado às autoridades, ou extravio de bagagem e valores monetários, não recuperados no prazo de 24 horas, a Tranquilidade adianta as verbas necessárias para substituição dos bens desaparecidos, mediante depósito prévio ou cheque visado de idêntico valor. Também em caso de internamento hospitalar prolongado no estrangeiro, na sequência de acidente ou doença súbita e imprevisível, e se o limite previsto neste contrato para garantia de despesas médicas e hospitalares se esgotar, a Tranquilidade efectua o adiantamento das verbas necessárias a Pessoa Segura, até ao limite fixado, mediante depósito prévio ou cheque visado de idêntico valor. 13. A LOCALIZAÇÃO E ENVIO DE MEDICAMENTOS DE URGÊNCIA PARA O ESTRANGEIRO A Tranquilidade encarrega-se do envio de medicamentos indispensáveis prescritos por médico, de uso habitual da Pessoa Segura, sempre que não seja possível obtê-los localmente ou não sejam substituíveis por similares ou sucedâneos. Ficará a cargo da Pessoa Segura o custo dos medicamentos. 14. A SUPERVISÃO DE CRIANÇAS NO ESTRANGEIRO (aplicável apenas nas Opções "Exclusivo", "Golfe" e "Desportos Aventura") Se a Pessoa Segura que tenha a seu cargo a guarda de um menor com idade inferior a 16 anos falecer ou for hospitalizada, na sequência de acidente ou doença súbita e imprevisível, a Tranquilidade garante os custos de transporte de ida e volta para um familiar em Portugal que possa ocupar-se do regresso daquele menor ao domicílio em Portugal, suportando também este regresso se não puder ser realizado pelos meios inicialmente previstos. 15. O ACONSELHAMENTO MÉDICO (aplicável apenas na Opção "Exclusivo", "Golfe" e "Desportos Aventura") Mediante solicitação, a equipa de médicos do Serviço de Assistência prestará orientação médica, por telefone, à Pessoa Segura, nas condições que sejam compatíveis com as regras da profissão. As respostas emitidas baseiam-se nos elementos facultados pela Pessoa Segura, não sendo o Serviço de Assistência responsável por interpretações dessas respostas. O apoio médico solicitado e prestado telefonicamente implica, única e exclusivamente, a responsabilidade própria decorrente deste tipo de intervenção, dentro da conjuntura em que é praticada. Este aconselhamento médico não substitui o recurso aos serviços de urgência hospitalar nem constitui em si uma consulta médica. 16. O PAGAMENTO DE DESPESAS DE COMUNICAÇÃO A Tranquilidade garante a transmissão de mensagens urgentes nacionais ou internacionais para familiares, desde que relacionadas com um sinistro coberto pelas presentes garantias. Suporta ainda, mediante comprovativo, os custos de comunicações com os seus serviços, desde que estas sejam efectuadas pela Pessoa Segura. 17. A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS INFORMATIVOS A Tranquilidade presta informações relacionadas com: 1. Vistos e vacinas necessárias para viagens ao estrangeiro; 2. Clínicas, hospitais e médicos particularmente equipados ou indicados para o tratamento de doenças ou lesões específicas; 3. Moradas e contactos das embaixadas e consulados de Portugal no estrangeiro. 18. O CANCELAMENTO ANTECIPADO DE VIAGEM Caso a Pessoa Segura, por motivo de força maior, se veja obrigada a cancelar uma viagem, antes da mesma se ter iniciado, a Tranquilidade assegurará o reembolso dos gastos irrecuperáveis de alojamento e transporte mediante comprovativo de liquidação anterior, total ou parcial, e até ao limite fixado nas Condições Particulares. No que respeita ainda aos gastos de transporte, a Pessoa Segura obriga-se a tomar as providências necessárias no sentido de recuperar, no todo ou em parte, as verbas já liquidadas, cabendo à Tranquilidade a comparticipação na medida em que aqueles gastos sejam irrecuperáveis junto da agência de viagens respectiva. Entende-se, para este efeito, como motivo de força maior: - O falecimento, em Portugal, da própria Pessoa Segura, do cônjuge ou pessoa que com ele coabite em situação equiparada à de cônjuge, bem como dos seus ascendentes e descendentes até ao 1º grau, enteados, noras, genros, irmãos, cunhados e sogros; - Ocorrência médica súbita e imprevisível ou acidente grave, de que resulte internamento hospitalar superior a 2 dias consecutivos, confirmado conjuntamente pelo médico assistente e pela equipa médica do Serviço de Assistência, e de que seja vitima, em Portugal, a própria Pessoa Segura, o cônjuge ou pessoa que com ele coabite em situação equiparada à de cônjuge, bem como os seus ascendentes e descendentes até ao 1º grau, enteados, noras, genros, irmãos, cunhados e sogros; - Acidente grave que resulte em incapacidade de locomoção, clinicamente comprovada, à data de início de viagem; - A destruição da habitação permanente da Pessoa Segura, ou do seu local de trabalho caso seja trabalhador por conta própria, seu cônjuge ou Pessoa que com ele coabite em situação em situação equiparada à de cônjuge, desde que seja feita prova da ocorrência e o sinistro ocorra nos 30 dias anteriores à data prevista de partida (danos superiores a 50% do imóvel); - O desemprego involuntário da Pessoa Segura, do cônjuge ou da pessoa que com ele coabite em situação equiparada à de cônjuge, desde que o mesmo tome lugar nos 30 dias anteriores à data prevista da partida. Em nenhum caso será abrangido o fim do contrato de trabalho, a renúncia voluntária ou o fim de um período experimental (Este ponto não é aplicável na Opção 75 Anos, não sendo, portanto considerado como motivo de força maior). 19. O CANCELAMENTO ANTECIPADO DE VIAGEM VIP (aplicável apenas na opção "Valor", "Exclusivo", "Golfe" e "Desportos Aventura") Caso a Pessoa Segura, por motivo de força maior, se veja obrigado a cancelar uma viagem, antes da mesma se ter iniciado, a Tranquilidade assegurará o reembolso dos gastos irrecuperáveis de alojamento e transporte mediante comprovativo de liquidação anterior, total ou parcial, e até ao limite fixado nas Condições Particulares. No que respeita ainda aos gastos de transporte, a Pessoa Segura obriga-se a tomar as providências necessárias no sentido de recuperar, no todo ou em parte, as verbas já liquidadas, cabendo à Tranquilidade a comparticipação na medida em que aqueles gastos sejam irrecuperáveis junto da agência de viagens respectiva. Entende-se, para este efeito, como motivo de força maior: - O falecimento, em Portugal, do própria Pessoa Segura, do cônjuge ou pessoa que com ele coabite em situação equiparada à de cônjuge, bem como dos seus ascendentes e descendentes até ao 1º grau, enteados, noras, genros, irmãos, cunhados e sogros; - Ocorrência médica súbita e imprevisível ou acidente grave, de que resulte internamento hospitalar superior a 2 dias consecutivos, confirmado conjuntamente pelo médico assistente e pela equipa médica do Serviço de Assistência, e de que seja vitima, em Portugal, a própria Pessoa Segura, o cônjuge ou pessoa que com ele coabite em situação equiparada à de cônjuge, bem como os seus ascendentes e descendentes até ao 1º grau, enteados, noras, genros, irmãos, cunhados e sogros; - Acidente grave que resulte em incapacidade de locomoção, clinicamente comprovada, à data de início de viagem; - Doença de filho com idade igual ou inferior a 2 anos que impeça a realização da viagem e a necessidade da presença urgente e imperiosa da Pessoa Segura, mediante factos clinicamente comprovados; - A destruição da habitação permanente da Pessoa Segura, ou do seu local de trabalho caso seja trabalhador por conta própria, seu cônjuge ou Pessoa que com ele coabite em situação em situação equiparada à de cônjuge, desde que seja feita prova da ocorrência e o sinistro ocorra nos 30 dias anteriores à data prevista de partida (danos superiores a 50% do imóvel); - O desemprego involuntário da Pessoa Segura, do cônjuge ou da pessoa que com ele coabite em situação equiparada à de cônjuge, desde que o mesmo tome lugar nos 30 dias anteriores à data prevista da partida. Em nenhum caso será abrangido o fim do contrato de trabalho, a renúncia voluntária ou o fim de um período experimental; - Citação para comparecer como parte, testemunha ou jurado num processo judicial que tenha lugar durante a duração da viagem, desde que a citação ocorra posteriormente à data de subscrição do seguro; - A quarentena obrigatória; - A declaração de zona de catástrofe aplicada ao local de residência da Pessoa Segura; - A convocatória como membro de uma mesa eleitoral que obrigue a assistir em dia que coincida com o período da viagem, desde que essa convocatória tenha ocorrido em data posterior à subscrição do seguro; - Recepção de uma criança em adopção que impeça o início da viagem ou que coincida com a data prevista da mesma, desde que notificada após a subscrição do seguro; - Deslocação geográfica do posto de trabalho, sempre que implicar uma mudança de concelho do domicílio da Pessoa Segura, durante a data prevista da viagem e tratar-se de trabalhador por conta de outrem. A deslocação deverá ter sido notificada à Pessoa Segura em data posterior à subscrição do seguro; - A requisição urgente para incorporação nas forças armadas, corpos de polícia ou de bombeiros; - A celebração de um novo contrato de trabalho, em empresa diferente e desde que a duração seja superior a um ano e desde que tal contrato seja celebrado posteriormente à data de subscrição do seguro; - Contra-indicação médica para viajar por complicações ocorridas apenas durante os dois primeiros trimestres de gravidez; - Uma intervenção cirúrgica para a qual não existia data prevista de realização no momento da aquisição da viagem ou consequências de intervenção cirúrgica prévia que desaconselhem, segundo critérios médicos, a partida; - A anulação da cerimónia de casamento da Pessoa Segura em Portugal, desde que tenha sido marcada em data anterior à da aquisição da viagem, sempre que documentalmente comprovado pela entidade oficial competente, com indicação expressa no documento das datas de marcação e cancelamento. - Sinistro automóvel grave de que resultem danos corporais graves a terceiros produzidos pela Pessoa Segura, desde que a impossibilitem de iniciar a viagem e o sinistro ocorra nas 48 horas anteriores à data de início da viagem; Roubo de veículo em propriedade da Pessoa Segura, desde que ocorrido nas 48 horas anteriores à data início da viagem e devidamente comprovado por participação policial desde que este constitua o meio de transporte previsto para a realização da viagem; - A anulação de viagem por parte do acompanhante da Pessoa Segura, em virtude deste último ter cancelado antecipadamente a sua própria viagem por um dos motivos acima descritos, e que, devido a isso, a Pessoa Segura tenha de viajar sozinha. Mudança do período de férias imposta unilateralmente pela empresa, comunicada à Pessoa Segura em data posterior à subscrição do seguro e que coincida com o período da viagem. A Pessoa Segura deverá anexar documento comprovativo da sua empresa que justifique tal mudança. Ficam excluídos os casos em que a Pessoa Segura seja proprietária, co-proprietária ou sócia da empresa ou que mantenha vínculos familiares com estes; Citação/notificação do Ministério das Finanças que obrigue a presença pessoal da Pessoa Segura em dia que coincida com o período da viagem, desde que ocorra em data posterior à subscrição do seguro; Apresentação em exames de concursos oficiais convocados através de organismo público em data posterior à subscrição do seguro e que coincida com a data da viagem. 20. A INTERRUPÇÃO DA VIAGEM (aplicável apenas na opção "Valor", "Exclusivo", "Golfe" e "Desportos Aventura") Em caso de interrupção, por motivo de força maior, da viagem iniciada, a Tranquilidade garantirá, até ao limite fixado nas Condições Particulares, o reembolso dos gastos irrecuperáveis de transporte, alojamento ou outro serviço facturado pela agência de viagens, desde que devidamente justificado o regresso antecipado da Pessoa Segura. Entende-se, para este efeito, como motivo de força maior: - O falecimento, em Portugal, do cônjuge da Pessoa Segura ou pessoa que com ele coabite em situação equiparada à de cônjuge, bem como dos seus ascendentes e descendentes até ao 1º grau, enteados, noras, genros, irmãos, cunhados e sogros; - Ocorrência médica súbita e imprevisível ou acidente grave, de que resulte internamento hospitalar superior a 2 dias consecutivos, confirmado conjuntamente pelo médico assistente e pela equipa médica do Serviço de Assistência, e de que seja vitima, em Portugal, o cônjuge da Pessoa Segura ou pessoa que com ele coabite em situação equiparada à de cônjuge, bem como os seus ascendentes e descendentes até ao 1º grau; enteados, noras, genros, irmãos, cunhados e sogros; - A destruição da habitação permanente da Pessoa Segura, ou do seu local de trabalho caso seja trabalhador por conta própria, desde que seja feita prova da ocorrência, o sinistro ocorra durante a viagem e exija inevitavelmente a sua presença; (danos superiores a 50% do imóvel); - Doença de filho com idade igual ou inferior a 2 anos que impeça a continuação da viagem e a necessidade da presença urgente e imperiosa da Pessoa Segura, mediante factos clinicamente comprovados; - Citação para comparecer como parte, testemunha ou jurado num processo judicial que tenha lugar durante a duração da viagem, desde que a citação ocorra posteriormente à data de subscrição do seguro e início da viagem;

6 - A convocatória como membro de uma mesa eleitoral que obrigue a assistir em dia que coincida com o período da viagem, desde que essa convocatória tenha ocorrido em data posterior à subscrição do seguro e início da viagem; - Recepção de uma criança em adopção que impeça a continuação da viagem ou que coincida com a data prevista da mesma, desde que notificada após a subscrição do seguro e inicio da viagem; - A requisição urgente para incorporação nas forças armadas, corpos de polícia ou de bombeiros; - Uma intervenção cirúrgica para a qual não existia data prevista de realização no momento da aquisição da viagem ou consequências de intervenção cirúrgica prévia que desaconselhem, segundo critérios médicos, a continuação da viagem; Citação/notificação do Ministério das Finanças que obrigue a presença pessoal da Pessoa Segura em dia que coincida com o período da viagem, desde que ocorra em data posterior à subscrição do seguro e inicio da viagem; Apresentação em exames de concursos oficiais convocados através de organismo público em data posterior à subscrição do seguro e que coincida com a data da viagem. 21. A PERDA DE LIGAÇÕES AÉREAS Se a Pessoa Segura perder uma ligação entre dois voos devido a atrasos na chegada do avião, a Tranquilidade suportará, até limite fixado nas Condições Particulares, o transporte até ao hotel mais próximo do aeroporto e respectivo alojamento. O usufruto desta garantia é possível apenas nos casos em que: - Seja assegurado um intervalo mínimo de 2 horas entre os voos; - O alojamento se destine a aguardar o próximo voo para igual destino; - O próximo voo não se realize no próprio dia, - Não haja lugar à intervenção da companhia aérea no âmbito das regulamentações legais em vigor. 22. AS DESPESAS POR ATRASO NO VOO Caso se verifique um atraso superior a 12 horas na partida de um voo, e desde que não haja lugar à intervenção da companhia aérea no âmbito das regulamentações legais em vigor, a Tranquilidade suportará os custos de alojamento e transporte até ao próximo voo para igual destino, respeitando o limite fixado nas Condições Particulares. 23. O ATRASO NA RECEPÇÃO DA BAGAGEM Se, na sequência de um voo, ocorrer um atraso superior a 24 horas na chegada da bagagem da Pessoa Segura ao destino da viagem, a Tranquilidade reembolsará o mesmo, até ao limite fixado nas Condições Particulares, dos custos tidos com a reposição de artigos de primeira necessidade. Para efeitos desta garantia, consideram-se artigos de primeira necessidade, aqueles que sirvam para garantir as necessidades primárias de higiene pessoal e de vestuário. Para tal é indispensável a apresentação dos recibos que comprovem o valor dos gastos de aquisição, bem como os comprovativos da reclamação e da entrega posterior da bagagem emitidos pela companhia aérea. Excluem-se desta garantia os atrasos que possam ocorrer na chegada das bagagens ao aeroporto da zona de residência da Pessoa Segura. 24. A PERDA, DANO, OU ROUBO DE BAGAGEM A Tranquilidade indemnizará a Pessoa Segura, até aos limites fixados nas Condições Particulares, dos prejuízos resultantes de perda, dano ou roubo da sua bagagem, nos montantes que ainda subsistam depois de uma eventual indemnização devida pela empresa transportadora. Em nenhum caso a indemnização poderá exceder o prejuízo sofrido. Em caso de roubo, a Pessoa Segura deverá participar a ocorrência às autoridades nas 24 horas imediatamente seguintes para poder usufruir desta garantia. Sem prejuízo de outras exclusões previstas neste contrato, esta garantia não poderá ser accionada face aos seguintes bens: a) Relógios, jóias e outros objectos em cuja composição entrem metais ou pedras preciosas; b) Dinheiro, cheques, cartões de crédito ou qualquer outro meio de pagamento; c) Documentos de qualquer espécie, bilhetes de viagem, bilhetes de lotaria acções ou quaisquer outros títulos de crédito ou similares; d) Obras de arte; e) Casacos de pele; f) Telemóveis, computadores portáteis, consolas de jogos, leitores de MP3, máquinas fotográficas, máquinas de filmar, calculadoras e qualquer outro equipamento audiovisual, informático ou electrónico; g) Equipamento de ski, snowboard e qualquer outro tipo de equipamento desportivo; h) Próteses de qualquer espécie, nomeadamente dentárias, óculos e lentes de contacto; i) Bens frágeis ou quebradiços; j) Material de cosmética. Ficam ainda excluídos os danos: a) Causados pelo desgaste decorrente do uso dos bens; b) Devidos a apreensão ou confiscação pelas autoridades policiais ou aduaneiras; c) Em bens que se encontrem guardados em quarto de hotel; d) Que, em caso de furto ou roubo, não tenham sido participados às autoridades competentes no prazo de 24 horas. 25. A PERDA OU ROUBO DE GREEN FEES (aplicável apenas na opção Golfe ) A Tranquilidade indemnizará a Pessoa Segura, até ao valor fixado nas Condições Particulares, quando ocorra a perda ou roubo de Green Fees. Para tal, será necessária a apresentação dos seguintes comprovativos: - Comprovativo anterior de compra; - Comprovativo original de compra do novo Green Fee. 26. O TRANSPORTE DE OBJECTOS ESQUECIDOS (aplicável apenas na opção "Exclusivo", "Golfe" e "Desportos Aventura") A Tranquilidade organizará, a pedido da Pessoa Segura, o transporte de objectos pessoais de difícil substituição ou de valor elevado que tenham sido deixados por esquecimento no local de estadia anterior, até ao novo local de estadia ou até ao domicílio da Pessoa Segura em Portugal, desde que se encontrem em condições de transporte. O peso máximo dos objectos a transportar fica sujeito ao limite imposto pelas diversas companhias áreas ou rodoviárias e o custo do serviço será inteiramente suportado pela Pessoa Segura. 27. AS DESPESAS DE SOCORRO EM PISTA (aplicável apenas nas opções Neve Essencial e Desportos de Aventura quando a viagem se insira num programa de neve) Em caso de acidente ocorrido em pista de esqui devidamente balizada e aberta aos esquiadores no momento do acidente, a Tranquilidade suportará os gastos com meios de socorro, disponibilizados pela estância respectiva, e o transporte da Pessoa Segura sinistrado até ao centro hospitalar mais próximo. Também será posteriormente garantido o regresso da Pessoa Segura à estância para prossecução da estadia, se não existir indicação médica em contrário. 28. AS DESPESAS DE BUSCA E SALVAMENTO EM ESTÂNCIA DE ESQUI (aplicável apenas nas opções Neve Essencial e Desportos Aventura quando a viagem se insira num programa de neve) A Tranquilidade reembolsará os gastos de procura, socorro e salvamento resultantes de operações de equipas de salvamento especializadas, organizadas no seguimento do desaparecimento ou acidente corporal da Pessoa Segura e no sentido de a localizar. Esta garantia só poderá ser accionada se o desaparecimento se der em consequência da prática de esqui ocorrida em pista devidamente balizada e aberta aos esquiadores no momento do acidente. Artigo 3º - Exclusões 1. Para além das exclusões aplicáveis previstas no artigo 3º das Condições Gerais, ficam igualmente excluídos da presente cobertura as prestações ou encargos relacionados com: a) Doença crónica ou pré-existente, distúrbio psiquiátrico e recaídas de doenças anteriormente diagnosticadas; b) Lesões resultantes de intervenções cirúrgicas ou outros actos médicos não motivados por sinistro garantido pelo contrato; c) Próteses, bengalas, muletas (canadianas) e qualquer outro tipo de material ortopédico, óculos, lentes de contacto, implantes e similares; d) Assistência médica do foro da estomatologia, salvo tratamento provisório de traumatologia oral; e) Sinistros ocorridos durante ou em consequência da prática de desporto profissional e de actividades de alto risco, tais como motonáutica, pára-quedismo, alpinismo, montanhismo, artes marciais, espeleologia e mergulho, excepto se alguma delas tiver sido especificamente contratada; f) Sinistros ocorridos durante ou em consequência da prática de desportos motorizados e da prática de competição em geral, quer na competição em si, quer em treinos, apostas e desafios; g) Sinistros ocorridos durante ou em consequência da prática de esqui de neve, se esta cobertura não estiver explicitamente contratada e se o sinistro ocorrer fora de pista devidamente balizada e aberta aos esquiadores no momento do acidente; h) Acidentes causados por tremores de terra, erupções vulcânicas, inundações ou quaisquer outros cataclismos; i) Assistência médica ligada à gravidez e ao parto, salvo a requerida durante o 1º trimestre na sequência de complicações imprevisíveis da gravidez; j) Fisioterapia não urgente, curas termais, de repouso, tratamentos estéticos e checkups; k) Despesas de medicina preventiva, vacinas ou similares; l) Despesas de medicina alternativa ou curas tradicionais; m) Despesas médicas relativas a tratamento iniciados no país de residência ou de nacionalidade; n) Despesas médicas, cirúrgicas e de hospitalização em Portugal que não se encontrem claramente abrangidas na garantia respectiva; o) Alojamento inicialmente previsto e alimentação; p) Recusa ou incumprimento dos tratamentos prescritos; q) Bagagem que não respeite os requisitos acima estipulados; r) Furto ou roubo que não tenham sido participados às autoridades no prazo de 24 horas e confirmados por escrito. s) Atrasos ou negligência imputáveis à Pessoa Segura no recurso à assistência médica; t) Intervenções cirúrgicas não urgentes; u) Relativamente às despesas de funeral, excluem-se as despesas com anúncios, flores, despesas com igrejas, missas e embalsamamentos não obrigatórios. 2. De igual modo não ficam garantidas ao abrigo da presente cobertura as prestações que não tenham sido previamente solicitadas à Tranquilidade / Serviço de Assistência e/ou que não tenham sido efectuadas com o seu acordo, com excepção dos casos de força maior ou de impossibilidade material demonstrada. Art. 4º. - Procedimentos a adoptar em caso de sinistro Em caso de sinistro garantido ao abrigo da presente Condição Especial e sem prejuízo do cumprimento dos deveres previstos nos artigos 14º e 15º das Condições Gerais, a Pessoa Segura deverá, sob pena das garantias não produzirem quaisquer efeitos: a) Contactar imediatamente a Tranquilidade / Serviço de Assistência caracterizando a ocorrência e fornecendo todas as informações necessárias para a prestação da assistência solicitada. Para o efeito deverão ser utilizados os seguintes contactos: Números de Telefone: - De Portugal: Do estrangeiro: Número de Fax: precedido de a partir do estrangeiro b) Observar as instruções da Tranquilidade / Serviço de Assistência; c) Obter o acordo da Tranquilidade / Serviço de Assistência antes de assumir qualquer decisão ou despesa, nomeadamente uma despesa que seja posteriormente reclamada ao abrigo das garantias contratuais; d) Satisfazer, em qualquer altura, os pedidos de informação solicitados pela Tranquilidade / Serviço de Assistência, remetendo-lhe todos os avisos, convocações ou citações que receber; e) Recolher e facultar à Tranquilidade / Serviço de Assistência os elementos relevantes para a efectivação da responsabilidade de terceiros, quando for o caso. Artigo 5º Sub-rogação Após o pagamento ou prestação dos serviços, a Tranquilidade fica sub-rogada nos correspondentes direitos do Tomador do Seguro, Segurado / Pessoa Segura, contra quaisquer terceiros responsáveis. Artigo 6º Duração Sem prejuízo do disposto nas Condições Gerais, as garantias da presente cobertura caducarão automaticamente na data em que: a. Terminar a viagem; b. A Pessoa Segura deixar de ter residência habitual e fiscal em Portugal; c. A Pessoa Segura completar 75 anos de idade (salvo nas situações em que tenha sido contratada a opção +75 anos ). Artigo 7º Âmbito Territorial

7 As garantias previstas no presente contrato são válidas em todos os Países do Mundo à exceção de Portugal e daqueles territórios em que por conflitos internos, situações de guerra ou outros motivos de força maior não imputáveis ao Segurador/Serviço de Assistência, se tornar neles impossível garantir uma prestação de serviços segura e eficaz. Artigo 8º - Disposições diversas 1. A Tranquilidade / Serviço de Assistência não se pode responsabilizar por atrasos ou incumprimentos devidos a cataclismos da natureza ou outros motivos de força maior ou a condicionantes de natureza administrativa ou política do país em que ocorra o sinistro. 2. Pelos mesmos motivos acima referidos, e desde que não seja possível à Tranquilidade / Serviço de Assistência proporcionar a assistência garantida, a mesma reembolsará as Pessoas Seguras das despesas que tenham efetuado e que estejam compreendidas no âmbito das garantias Em todas as garantias que envolvam uma prestação médica, a equipa médica do Serviço de Assistência terá sempre um papel de coordenação e decisão final relativamente aos procedimentos a adoptar na sequência de um sinistro.

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