TRABALHO EM GRUPO VIRTUAL - ESTRATÉGIAS DE DESIGN INSTRUCIONAL REFLETIDAS DA PRÁTICA EM AVA

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1 TRABALHO EM GRUPO VIRTUAL - ESTRATÉGIAS DE DESIGN INSTRUCIONAL REFLETIDAS DA PRÁTICA EM AVA Dilma Bustamante Braga 1, Fernanda Paiva Furtado da Silveira 2, Lúcia Regina Horta Rodrigues Franco 3 1 Universidade Federal de Itajubá / Núcleo de Educação a Distância, 2 Universidade Federal de Itajubá / Núcleo de Educação a Distância, 3 Universidade Federal do ABC / CMCC/UFABC, Resumo Os recursos tecnológicos de um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) são inerentes à abordagem da aprendizagem colaborativa e cooperativa e possibilitam o desenvolvimento e aplicação de estratégias e técnicas pedagógicas que promovam, na prática, a interação entre grupos de alunos. Entretanto, existem algumas limitações que essa prática impõe e que devem ser previstas e consideradas pelo professor no desenvolvimento do plano ou design instrucional do curso virtual, para que seja possível a criação de estratégias especificamente focadas nas possibilidades de aplicação de atividades em grupo em AVA. A proposta deste trabalho é apresentar diretrizes de design instrucional virtual focadas nas estratégicas para o planejamento, desenvolvimento e aplicação de atividades em grupo específicas para AVA. Todas as técnicas, estratégias, dicas e sugestões apresentadas neste trabalho foram elaboradas a partir de experiências vivenciadas pelas autoras na prática de planejamento e oferecimento de cursos via web (AVA: TelEduc, Moodle e Tidia-Ae). Palavras-chave: trabalho em grupo virtual; aprendizagem colaborativa; ambiente virtual de aprendizagem; estratégias de design instrucional. Abstract The technological resources of a Virtual Learning Environment (VLE) are inherent in the approach of cooperative and collaborative learning and enable the development and implementation of strategies and teaching techniques that promote, in practice, the interaction between groups of students. However, there are some limitations to this practice and requires to be provided and considered by the teacher in developing the plan or instruction design online course to be able to develop strategies focused on the possibilities of application of group work in a VLE. The aim of this paper is to present design guidelines virtual instructional focus on strategic planning, development and implementation of group work specific to VLE. All the techniques, strategies, tips and suggestions presented in this paper were drawn from experiences of the authors in planning practice and offering courses via the web (VLE: TelEduc, Moodle and Tidia-Ae). Keywords: virtual group work; collaborative learning; virtual learning environment; instructional design strategies. 1

2 1. Diretrizes para o planejamento de trabalho em grupo para AVA Um curso virtual baseado na abordagem colaborativa é um curso no qual o professor deve estar atento aos vários ritmos e descobertas dos alunos. Faz parte de seu papel incentivar as constantes trocas de informações, articular e organizar as ideias (Clementino, 2008). Todos esses fatores devem ser previstos no planejamento do curso. Embora, todo professor já deva ter tido alguma experiência com trabalho em grupo presencial, e por mais que já tenha tido uma boa experiência conduzindo-o bem, não deve cair na tentação de supor que já saiba aplicar um trabalho em grupo virtual. Detalhes contornáveis num trabalho em grupo em sala de aula presencial, que muitas vezes não são levados em conta, não o são se num ambiente virtual não forem bem planejados, principalmente se aplicados pela primeira vez nessa turma. E isso, embora óbvio, tem diversas razões que devem ser ressaltadas, tais como: Um trabalho em grupo bem sucedido necessita da participação de todos com suas diferentes contribuições e de se saber fazer suas consequentes considerações em usar ou adaptar ou retirar o que cada um tiver apresentado sem magoar o autor da contribuição. As pessoas geralmente ainda não trabalharam juntas (presencialmente ou virtualmente) ou não se conhecem o suficiente ou não formaram, ainda, uma imagem bem definida do outro para compreenderem a opção de algum membro em não considerar alguma contribuição, e a distância pode criar mais obstáculos para se entenderem. O tempo de cada um costuma ser diferente e poderá prejudicar o resultado final se não for bem conduzido, pois geralmente ainda não há a consciência de como a sua atuação pode interferir na do(s) outro(s). O receio em se exporem, num primeiro trabalho realmente coletivo, pode deixar os alunos mais arredios, agressivos ou ausentes; a falta de visão de como começar pode gerar um stress desnecessário; os mais ansiosos tenderão a começar a fazer o trabalho sozinhos e a questionar a omissão dos demais. Desse modo, o foco principal do planejamento do trabalho em grupo virtual deve ser a construção do conhecimento coletivo harmonioso. Portanto, é necessário que os envolvidos em um curso virtual tenham comprometimento e consciência de que, durante o processo de diferenciar e comparar os respectivos pontos de vista sobre um determinado assunto, eles poderão aprender mais do que aquilo que aprenderiam sozinhos. Aqui já surge a necessidade da definição da primeira estratégia do professor ou designer instrucional: Antes da aplicação do trabalho em grupo virtual é importante conhecer o perfil da turma e, se for o caso, planejar uma atividade de conscientização sobre a importância da dedicação e comprometimento de cada um para uma efetiva aprendizagem colaborativa. A partir do comentado acima, pode-se concluir que o planejamento de uma atividade em grupo deve ser elaborado com todo cuidado e suportado por estratégias específicas de design instrucional de cursos via web, tais como as apresentadas resumidamente na Figura 1. 2

3 Figura 1 - Estratégias de design instrucional A seguir será apresentada uma análise mais detalhada sobre as estratégias de design instrucional listadas na Figura 1 acima Análise da viabilidade e possibilidades da atividade em grupo no AVA Essa análise representa, basicamente, a fase diagnóstica que envolve o planejamento de atividades dinâmicas em grupo no AVA, ou seja, a fase na qual o professor e o designer instrucional estudam os pontos determinantes para a viabilidade de aplicação e o sucesso da atividade em grupo. Os fatores a serem analisados estrategicamente nessa fase são: Perfil dos participantes - é necessário identificar o perfil dos alunos considerando: Faixa etária. Interesses e afinidades. Níveis educacionais e culturais. Conhecimentos e experiências anteriores. Familiaridade com as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC). Estilos de aprendizagem. A partir da análise desses dados será possível verificar a viabilidade da aplicação do trabalho em grupo e também obter parâmetros para elaboração de métodos de formação de 3

4 grupos de estudo que potencialize o processo de aprendizagem colaborativa e a dinâmica das atividades do grupo no AVA Práticas estratégicas para formação de grupos para atividades colaborativas no AVA Para uma equipe de EaD, O design instrucional pode se valer das potencialidades da internet para ir além dos modelos consagrados de ensino, contribuindo para incorporar às situações reais de instrução (Filatro, 2004). As orientações apresentadas a seguir foram elaboradas a partir das experiências vivenciadas na prática pelas autoras deste trabalho em equipe multidisciplinar de EaD do projeto Universidade Aberta do Brasil (UAB). Tais orientações para formação de grupo em AVA são mais indicadas para trabalho em grupo no qual a dinâmica imposta é mais complexa, ou seja, o trabalho é dividido em várias fases, necessita de feedback etc. Porém, são orientações que podem ser aplicadas para formação de grupos ou duplas para trabalhos que envolvam dinâmica e interações mais simples. Apesar dos recursos de um AVA colaborarem significativamente para a afetividade entre os participantes, o professor deve considerar no planejamento de uma atividade em grupo que só a aplicação da tecnologia não será o bastante. Em geral, o padrão de comportamento das pessoas é que estabelecerá o bom (ou não) relacionamento entre os mesmos. Portanto, para formação de grupos dessa natureza deve-se primeiro analisar os parâmetros do perfil do público-alvo, listados no subitem anterior, e a partir deles considerar a confiança e as diferentes expectativas dos alunos. O sentimento de confiança do grupo pode ser abalado por conter pessoas de diferentes locais, culturas, conhecimentos técnicos etc. Sem o ajuste de tais diferenças a produtividade e a vontade para o trabalho em conjunto podem ficar prejudicadas. Isso não quer dizer que não devam ter diferenças, mas apenas que devem ter diferenças que não assustem ou deixem inseguros os demais participantes do grupo. Pode-se concluir ainda, pelo exposto acima, que a análise do público-alvo é, também, fundamental para a definição de estratégias de formação do grupo virtual. Porém, baseados na prática em AVA, os autores desse trabalho podem afirmar que existem ainda outros fatores muito importantes, nesse contexto, que devem ser considerados no planejamento da atividade, tais como: A média de componentes por grupo não difere do método geralmente utilizado em uma sala de aula convencional, ou seja, 5 a 6 (no máximo) componentes por grupo. É preciso considerar que a formação de grupos no AVA demanda mais tempo do que em uma sala de aula convencional, uma vez que os alunos acessam o ambiente em diferentes horários. Geralmente, inadvertidamente, a solicitação de formação de grupo é feita na mesma aula em que é disponibilizada a proposta da atividade completa. Desse modo, cria-se um alvoroço desnecessário entre os alunos, principalmente se o curso for essencialmente a distância e for a primeira vez que 4

5 essa turma estiver fazendo uma atividade em grupo virtual. Se todas as orientações forem dadas juntas, o sucesso para realização do trabalho no prazo definido estará comprometido. A estratégia é, portanto, iniciar dando um prazo somente para a formação do grupo antes de se disponibilizar a atividade com a proposta e orientações para o início dos trabalhos. A primeira experiência de trabalho em grupo virtual tem que ser desenvolvida por passos bem definidos e de modo que a cada passo a turma se sinta segura com referência ao processo, para poder então se dedicar a tarefa propriamente dita. Para instigar as descobertas de afinidades e expectativas, melhor orientar os alunos a acessarem as informações da ferramenta Perfil e até sugerir que se comuniquem por mensagens, trocando comentários sobre o perfil de cada um. Sugere-se preparar os alunos para comportamentos colaborativos durante a fase de formação de grupos disponibilizar informações importantes para conscientizar cada aluno da importância do seu papel e de seu desempenho colaborativo durante a execução do trabalho do grupo. Preferencialmente, com alguma dinâmica de conscientização da necessidade da participação conforme o cronograma, para não atrapalhar as ações do grupo Estratégias para a elaboração da proposta, objetivos e critérios A proposta do trabalho deve ser cuidadosamente elaborada. Ela será o roteiro do aluno, e a falta de uma informação pode gerar um grande problema, pois, diferente de uma atividade individual virtual, nesse caso, além de estar distante do professor, o aluno estará distante também de seus colegas do grupo. Uma boa estratégia é elaborar a proposta a partir de modernos métodos de aprendizagem como a PBL (Problem Based Learning). Concordando com Fonseca (s. d.), esse método sugere uma análise reflexiva, na qual o aluno busca compreender, analisar e resolver um problema concreto. Nesse caso, o professor deve apresentar uma descrição neutra de um problema com o objetivo de suscitar o interesse do aluno e da discussão produtiva em grupo. Desse modo, a compreensão dos objetivos e da dinâmica do trabalho proposto dependerá de um estudo mais atento, criterioso, crítico e abrangente por parte dos alunos. A formulação dos objetivos de aprendizagem da atividade em grupo deve ser clara e coerente com o problema e a dinâmica proposta. Tais objetivos devem ser disponibilizados para os alunos, com destaque, logo no início da proposta da atividade. Isso permitirá o envolvimento imediato dos alunos sobre o tema gerador do problema. Os critérios da atividade são importantíssimos. A avaliação dos alunos será realizada baseada nesses critérios. Portanto, são informações essenciais tanto para os tutores como para os alunos compreenderem as exigências e a forma de avaliação aplicada. Vários AVA, como o TelEduc, Tidia-Ae e Moodle, por exemplo, possuem ferramentas que permitem o gerenciamento das avaliações e o sistema, geralmente, solicita esses critérios nos procedimentos de edição e criação da atividade avaliativa. 5

6 1.4. Estratégias focadas na execução do trabalho em grupo Fatores que flexibilizam o trabalho em grupo virtual Envolvem técnicas focadas na execução da dinâmica da atividade. O principal objetivo para a elaboração dessas estratégias é oferecer oportunidades iguais para os componentes participarem do trabalho em grupo. Para que isso seja possível é necessário tornar a dinâmica da atividade mais flexível, considerando os seguintes aspectos apresentados na Figura 2: Figura 2 - Fatores que flexibilizam o trabalho em grupo virtual Fatores que organizam e potencializam a colaboração e a aprendizagem no trabalho em grupo virtual Segundo Santos (2008), habilidades como saber se comunicar, negociar em grupo, apresentar as próprias ideias, discutir, ser curioso, saber ouvir, valorizar a opinião dos outros membros do grupo e perceber como a diversidade de visões sobre um mesmo problema enriquece uma discussão, são indispensáveis para o processo do trabalho em grupo. Além disso, concordando com as ideias de Franco et al. (2006), é importante que cada componente exerça um papel específico: é preciso um líder, cuja função é incentivar e organizar as ações de todos, gerindoas para que elas ocorram harmoniosamente e nos prazos certos; é preciso, pelo menos, um investigador buscando e ressaltando, nas sugestões dos outros participantes, os pontos relevantes; 6

7 é preciso um redator, cuja função é juntar ordenadamente todas as contribuições dos participantes e redigi-las para gerar o documento final. Entretanto, é fundamental que o professor possa contar com o apoio do tutor na condução e organização da distribuição das funções entre os participantes do grupo e que ainda apresente orientações detalhadas que norteiem os alunos sobre como trabalhar em grupo, tais como: O aluno deverá assumir o papel que achar mais adequado ao seu perfil, ou seja, cada um deve fazer aquilo que sabe fazer e listar no topo do documento a ser iniciado: função e nome. (Por exemplo: Líder - João; Redator - Mário; Investigador - Joaquim). Os argumentos devem ser sempre apresentados de maneira clara para que possam ser entendidos e discutidos pelas partes. Os membros do grupo devem saber lidar com os conflitos e administrá-los com firmeza e habilidade. Conflitos não devem significar brigas ou desavenças, mas, sim, diferentes pontos de vista de uma mesma questão. É preciso saber ceder e fazer concessões em nome do grupo e do prazo do trabalho. As críticas devem ser sempre construtivas e elaboradas com critérios. A cada contribuição o participante deve escrever seu nome no documento ou na parte do documento criado, ou utilizar um editor que a diferencie por cores, ou registre a sua edição diferenciando-a das dos demais autores. O líder deve conduzir os trabalhos para produzir o cronograma, com ações e respectivos prazos para cada uma delas (pode usar várias ferramentas para produzir tudo isso em conjunto e consenso: Bate-Papo, Correio, Portfólio de Grupo etc.). Quanto mais for participativo na definição dessa etapa, mais facilmente obterá participação dos demais em executar as etapas propostas restantes. Ele pode produzir algo como uma lista com atividades, iniciando com um brainstorm para estimular a criatividade e compartilhar o conhecimento inicial de cada um. A partir daí ele elabora as ações oriundas desse brainstorm e um cronograma de execução etc. O investigador deve então colocar as ações em execução, buscando um documento com os temas relacionados, os pontos mais importantes etc. Todos devem discutir os itens levantados pelo investigador para chegarem à conclusão do que deve ser abordado e gerado. Se o líder, ou qualquer membro, achar que falta alguma etapa, deve inseri-la nessa lista. O redator deve organizar as sugestões e criar o documento final para ser postado no Portfólio de Grupo e/ou ser postado para a avaliação. 7

8 1.5. Matriz de Design Instrucional - Estratégias focadas no planejamento da atividade dinâmica em grupo A tabela da Matriz, apresentada na Figura 3, é um recurso para o Design Instrucional para EaD virtual. Esse recurso pode ser utilizado pelo designer instrucional ou professores para a elaboração de um planejamento mais detalhado de aulas e atividades. Pode ser também um documento complementar, no qual são elaboradas informações mais detalhadas e definidas as estratégias para a aplicação de atividades, especificamente, com dinâmicas mais complexas, ou seja, aquelas que o aluno precisa interagir no ambiente e realizar várias ações para concluir a tarefa proposta pelo professor. Um exemplo desse tipo de atividade são os trabalhos em grupo no AVA. Figura 3 - Tabela da Matriz de Design Instrucional: detalhamento das atividades dinâmicas virtuais Para compreender melhor como utilizar estrategicamente esse recurso em um projeto de curso virtual serão apresentadas, a seguir, as informações básicas que cada campo da tabela (Matriz de DI) deve conter, conforme Franco et al. (2011): Identificação da Atividade - nesse campo deve ser identificada a aula e a atividade (ex: Aula 2, Atividade 5) Descrição/proposta da dinâmica - aqui deve ser colocado um comentário sobre como será a dinâmica da atividade. É interessante, também, nomear a dinâmica, por exemplo: Dinâmica - Falando através de imagens - os alunos deverão conversar no fórum sem usar palavras, somente imagens.. Obs.: a descrição colocada nessa coluna pode ser tanto de uma atividade mais simples, como um fórum de discussão, como de dinâmicas que envolvem trabalhos mais complexos (execução de vários passos ou etapas) e exijam intensas interações entre os alunos. 8

9 Objetivo(s) - devemos definir o(s) objetivo(s) de aprendizagem da atividade prática ou dinâmica virtual [... ]. Critérios/avaliação - [... ]. Será baseada nos critérios colocados nesse campo que a avaliação dos alunos será realizada. [... ]. Tipo de interação - se a atividade será em grupo, individual, em dupla, etc. Prazo - prazo definido para a conclusão e entrega da tarefa. Geralmente esses prazos são mais flexíveis (em torno de uma semana) no caso de atividades mais complexas, diferente de fóruns, exercícios, etc., que podem ser respondidos ou resolvidos no mesmo dia e, nesse caso, prevendo algum problema com Internet, servidores, energia, etc., o prazo geralmente é de 2 a 3 dias úteis. Ferramenta - devem ser indicadas as ferramentas que serão utilizadas pelo aluno para a realização da atividade prática. Nas atividades mais complexas os alunos utilizam sempre mais de uma (Portfólio, Correio, etc.). Conteúdos de apoio e complementares - indicar os conteúdos que o aluno precisará ler (no caso de um texto), ou assistir (no caso de um vídeo), etc. Deve ser indicado, também, onde estarão disponibilizados esses conteúdos [... ] [no AVA]. Produção dos alunos/avaliação - nesse campo deve ser colocado o que efetivamente será produzido pelo aluno. É o produto final ou o trabalho que será objeto de avaliação da aprendizagem do aluno para o professor. [... ]. Feedback - nesse campo deve ser colocado o prazo que os professores terão para avaliar e dar as notas e comentários para os alunos. [... ]. [Pode ser utilizado para definir ou propor regras de interações e feedbacks para nortear os componentes do grupo durante a execução do trabalho] Vantagens do uso estratégico desse recurso na elaboração de um projeto de curso virtual A Matriz de DI pode ser utilizada como um documento de comunicação que auxilia a conversa instrucional entre a equipe multidisciplinar de EaD (designer instrucional, tutores, coordenador, professor) e outros interessados (pesquisadores, clientes, alunos etc.). É um documento que auxilia o designer instrucional e professores na adaptação e transposição de atividades de cursos presenciais para cursos virtuais. - A Matriz surgiu para planejar e detalhar métodos e técnicas para a aplicação de atividade virtual dinâmica e motivadora. Isso se torna relevante se for considerado que a maior dificuldade dos profissionais de EaD está em criar possibilidades e estratégias para que uma atividade, que conta com o bom desempenho presencial do professor e a presença dos alunos, tenha o mesmo resultado num AVA com alunos e professores distantes. A Matriz auxilia na elaboração de objetivos de aprendizagem bem definidos e claros para a atividade. Independente da modalidade de ensino ser presencial ou a distância, é fundamental que o aluno compreenda a proposta da tarefa e os resultados esperados pelo professor no processo de ensino/aprendizagem. No caso de curso virtual, objetivos bem definidos ainda promovem a segurança dos alunos que, na maioria das vezes, estará sozinho e acessando a tarefa e as orientações no 9

10 AVA em momentos diferentes dos outros colegas. Não é fácil planejar e criar atividades dinâmicas virtuais em grupo, mas usando a Matriz o professor terá elementos para elaboração de procedimentos claros e estratégicos. Isso traz como resultado uma boa interação entre os colegas e a efetiva aprendizagem colaborativa. Considerações finais Este trabalho apresentou os principais fatores (Figura 4) que influenciam no sucesso do trabalho em grupo em um curso virtual e que a solução dos problemas está diretamente relacionada a um trabalho cuidadoso com o planejamento do curso, ou seja, com o desenvolvimento de estratégias específicas de design instrucional. Figura 4 - Fatores que influenciam no sucesso do trabalho em grupo virtual Desenvolver habilidades para criar, redigir e gerenciar tarefas e projetos de forma colaborativa tem se tornado cada vez mais importante no mundo coorporativo. Esse fato comprova a importância de estudos e pesquisas focados no desenvolvimento de técnicas e métodos para aplicação de trabalhos em grupo contextualizados, que possibilitem tanto a aplicação dos conceitos estudados em uma realidade prática, como o desenvolvimento de um espaço, nesse caso o AVA, organizado e bem estruturado que potencialize a discussão de ideias e posicionamentos dos aprendizes para a construção do conhecimento de forma realmente colaborativa. A aplicação das estratégias e do recurso Matriz de DI, apresentados aqui, para projetos de cursos virtuais, especificamente para atividades em grupo, tema central deste trabalho, aumenta significativamente a chance de compensar a ausência do professor e o dinamismo dos trabalhos do aluno com os colegas em uma sala de aula tradicional, pela motivação e comprometimento gerados em todos, resultantes de etapas colaborativas bem planejadas e nos 10

11 timmings adequados especificados em tais ferramentas. Todas as técnicas, estratégias, dicas e sugestões apresentadas neste trabalho foram elaboradas a partir de experiências vivenciadas pelas autoras na prática de planejamento e oferecimento de cursos via web (AVA: TelEduc, Moodle e Tidia-Ae). Referências CLEMENTINO, A. Didática intercomunicativa em cursos online colaborativos f. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde /pt-br.php>. Acesso em: 08 mar FILATRO, A. Design Instrucional Contextualizado: educação e tecnologia. São Paulo: Editora Senac, p. FILATRO, A. Design Instrucional na Prática. São Paulo: Pearson Education do Brasil, p. FONSECA, J. J. S. Aprendizagem baseada em problemas e a problematização na educação a distância. Disponível em: <https://sites.google.com/site/cursoavancadoemead/pbl-eproblematizacao-em-ead>. Acesso em: 17 abr FRANCO, L. R. H. R.; BENFATTI, E. de F. S. S.; BRAGA, D. B. Planejando as atividades virtuais respeitando os estilos de aprendizagem através das dinâmicas individuais e de grupo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTANCIA (ESUD), 4, 2006, Brasília. FRANCO, L. R. H. R.; BRAGA, D. B.; RODRIGUES, A. (2011). EaD Virtual: Entre Teoria e Prática. 2ª ed. Assis: Triunfal Gráfica e Editora, p. SANTOS, L. O trabalho em equipe como fator de qualidade Disponível em: <http://www.artigonal.com/recursos-humanos-artigos/trabalho-em-equipe-fator-daqualidade html>. Acesso em: 17 abr

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