Revista de Saúde Pública ISSN: Universidade de São Paulo Brasil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Revista de Saúde Pública ISSN: 0034-8910 revsp@usp.br Universidade de São Paulo Brasil"

Transcrição

1 Revista de Saúde Pública ISSN: Universidade de São Paulo Brasil dos Santos Palazzo, Lílian; Carlotto, Mary Sandra; Rangel Ganzo de Castro Aerts, Denise Síndrome de Burnout: estudo de base populacional com servidores do setor público Revista de Saúde Pública, vol. 46, núm. 6, diciembre, 2012, pp Universidade de São Paulo São Paulo, Brasil Disponível em: Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto

2 Artigos Originais Lílian dos Santos Palazzo I Mary Sandra Carlotto II Denise Rangel Ganzo de Castro Aerts I Síndrome de Burnout: estudo de base populacional com servidores do setor público Burnout Syndrome: population-based study on public servants RESUMO I Faculdade de Medicina. Universidade Luterana do Brasil. Canoas, Rio Grande do Sul, RS, Brasil II Faculdade de Psicologia. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, Rio Grande do Sul (RS), Brasil Correspondência Correspondence: Lílian dos Santos Palazzo Av. Farrrapos, 8001, Prédio 14, sala 228, São José Canoas, RS, Brasil OBJETIVO: Identificar preditores da síndrome de Burnout em trabalhadores do setor público. MÉTODOS: Estudo transversal com amostra representativa de 879 servidores públicos municipais de uma cidade da região metropolitana de Porto Alegre, RS. Utilizou-se um questionário elaborado para a coleta de variáveis demográficas e relacionadas às características do trabalho. A percepção sobre o ambiente laboral foi analisada a partir da Work Atmosphere Scale; para avaliar a síndrome de Burnout, utilizou-se o Maslach Burnout Inventory. Foram realizadas três análises de regressão linear múltipla pelo método stepwise em que cada dimensão da síndrome foi considerada como desfecho, enquanto as demais variáveis foram estimadas como preditoras e controladas por sexo e idade. RESULTADOS: As variáveis relacionadas à percepção do ambiente de trabalho foram as que mais contribuíram para a ocorrência de burnout. A percepção do trabalho como estressante e a presença de pessoas que atrapalham o ambiente laboral participaram do modelo explicativo das três dimensões. Nove variáveis compuseram o modelo preditor, que explicou 43% da ocorrência da Exaustão Emocional. Perceber o trabalho como estressante apresentou maior poder explicativo. Na Despersonalização, oito variáveis compuseram o modelo em 25%; perceber o trabalho como estressante foi, mais uma vez, a variável de maior poder explicativo. A Baixa Realização Profissional mostrou um conjunto de variáveis com poder explicativo de 20%; ambiente de trabalho considerado bom apresentou maior peso, associando-se inversamente. CONCLUSÕES: A percepção dos servidores públicos sobre seu ambiente de trabalho tem importante papel como preditor da síndrome de Burnout. Avaliar o trabalho como estressante e presença de pessoas que atrapalham o ambiente mostraram-se como elementos de maior relevância. DESCRITORES: Burnout, Esgotamento Profissional, epidemiologia. Administração Pública. Satisfação no trabalho. Condições de Trabalho. Saúde do Trabalhador. Recebido: 19/8/2011 Aprovado: 8/5/2012 Artigo disponível em português e inglês em:

3 1067 ABSTRACT OBJECTIVE: To identify predictors of burnout syndrome among workers in the public sector. METHODS: Cross-sectional study with a representative sample consisting of 879 municipal civil servants in a city of the metropolitan region of Porto Alegre, Southern Brazil. In order to measure the demographic variables and related characteristics of work we used a questionnaire developed for this purpose.the perception of the work environment was measured by the Work Atmosphere Scale. The Maslach Burnout Inventory was used to assess burnout syndrome. Three multiple stepwise linear regression tests were performed, in which each dimension of the syndrome was considered outcome while the other variables were estimated as predictors, adjusted for gender and age. RESULTS: The variables related to perceptions of work environment were the ones which most contributed to the occurrence of burnout. Perceiving work as stressful and the presence of people who negatively affect the work environment contributed to the explanatory model of the three dimensions. There were nine variables which comprised a predictive model which explained 43% of Emotional Exhaustion. The variable perceives how stressful the job appeared to be had the highest explanatory power. In Despersonalization, eight variables comprised 25% of the model and, once again, perceives how stressful the job appeared to be was the variable with the highest explanatory power. Low Professional Fulfillment revealed a set of variables with an explanatory power of 20%; a working environment considered to be good showed a higher weighting, showing it to be inversely associated. CONCLUSIONS: Public servants perceptions of their work environment play an important role as a predictor of burnout. Viewing work as stressful and the presence of people who negatively affect the environment proved to be the elements of greatest importance. DESCRIPTORS: Burnout, Professional, epidemiology. Public Administration. Job Satisfaction. Working Conditions. Occupational Health. INTRODUÇÃO A importância do gerenciamento de pessoal no serviço público cresce à medida que as instituições são confrontadas com demandas por melhorias na qualidade dos serviços prestados em um contexto de escassez de recursos. As organizações públicas brasileiras sofrem com a carência de instrumentos de gestão adequados, centralização da tomada de decisões com pouca margem de ação para a administração local, paternalismo e importante influência política na gestão de pessoal. 18 Esses fatores, aliados à precariedade das condições de trabalho, podem colocar servidores públicos em risco para a síndrome de Burnout (SB). A SB é um fenômeno psicossocial que surge como resposta aos estressores interpessoais crônicos presentes no trabalho. É constituído de três dimensões: Exaustão Emocional (EE) falta ou carência de energia, entusiasmo e sentimento de esgotamento de recursos psíquicos próprios; Despersonalização (DE) o trabalhador passa a tratar os clientes, colegas e a própria organização de forma impessoal, distanciando-se deles; e Baixa Realização Profissional (BRP) o trabalhador tende a se autoavaliar negativamente, passando a se sentir infeliz e insatisfeito com seu desenvolvimento profissional. 11,13 Estudos pioneiros sobre o assunto ocorreram na década de 1970 e basearam-se na experiência de trabalhadores cuja tarefa compreendia o cuidado de pessoas e a provisão de suas necessidades, como professores e trabalhadores da área da saúde. Eram estudos centrados na díade provedor-receptor. Porém, o trabalho também ocorre dentro de organizações com hierarquias, funções, papéis, recursos e relações

4 1068 Síndrome de Burnout em servidores do setor público Palazzo LS et al interpessoais (colegas, chefias, público), e o contexto em que a atividade se realiza deve ser levado em conta. 11 A SB resulta do estresse crônico, típico do cotidiano do trabalho, principalmente quando existe excessiva pressão, conflitos, poucas recompensas emocionais e reconhecimento. 11 Um dos principais aspectos da sua ocorrência é a escassez de um senso de comunidade nas organizações, i.e., falta de qualidade nas interações interpessoais, presença constante de conflitos, falta de suporte, grupos fechados e dificuldades no trabalho em equipe. 13 Os índices de burnout podem diferir segundo variáveis individuais, 16 contexto laboral, 11 organização do trabalho 17 e país. 24 A SB associa-se com sensação de exaustão, insônia, cefaleia, fadiga crônica, tensão muscular, 11 problemas cardiovasculares, 22 depressão, ansiedade e aumento do consumo de tranquilizantes e antidepressivos. 1 Também está altamente associada a sentimentos de desvalia dos trabalhadores, absenteísmo, rotatividade de pessoal, 15,17 resultados organizacionais negativos e baixos níveis de comprometimento no trabalho. 20 Ainda que a SB seja reconhecida como importante problema no campo da saúde do trabalhador, há poucos estudos populacionais com servidores públicos. Varhama & Bjorkqvist 23 encontraram 29% de indivíduos com burnout e 50% de testemunhas da ocorrência da síndrome em colegas em um município finlandês. No Brasil, o pouco conhecimento dos profissionais da saúde dificulta uma melhor identificação do problema. 5 A fim de contribuir para o avanço do conhecimento sobre o problema e embasar a elaboração de medidas preventivas, o presente estudo tem como objetivo identificar fatores preditores da SB em servidores públicos. MÉTODOS Os dados analisados são parte de uma investigação mais ampla, intitulada Mobbing, gênero e cultura. a Foi utilizado delineamento transversal com amostra representativa de 879 funcionários públicos municipais de uma cidade de porte médio do Rio Grande do Sul entre 2006 e A população alvo foi constituída de servidores ativos nos quadros municipais em janeiro de Foram utilizados como parâmetros para o cálculo do tamanho da amostra prevalência estimada de 50%, erro de 3 e nível de 95% de confiança, perfazendo 833 sujeitos. A esses foram acrescidos 10% para repor as prováveis perdas, totalizando 925 participantes. A seleção dos sujeitos foi realizada no programa Excel por sorteio simples pelo número de matrícula dos funcionários ativos fornecido pela Secretaria Municipal de Administração. Foram contatados 927 trabalhadores e estudados 879, sendo: 48 (5,2%) contabilizados como perdas: 17 (1,8%) recusaram-se a responder; 10 (1,1%) não foram encontrados; 20 (2,2%) estavam afastados por licença-saúde; e um (0,1%), por ser surdo, mudo e analfabeto funcional. Para a coleta dos dados, utilizou-se o instrumento autoaplicável composto de quatro blocos: 1) variáveis demográficas: sexo, idade (em anos) e situação conjugal (com e sem companheiro); 2) características do trabalho: tempo de trabalho na instituição (em anos); posição hierárquica na instituição (funcionário; supervisor; coordenador; diretor); carga horária semanal; trabalhar em sala sozinho ou com colegas; atividade de atendimento ao público (sim, não); presença no local de trabalho de supervisor, coordenador ou chefe (sim, não); conflitos interpessoais (sim, não); e risco físico (não, baixo e alto); 3) percepção do trabalho: perceber o trabalho como estressante, ambiente de trabalho considerado bom; ser valorizado como acha que merece; presença de grosserias; ambiente considerado democrático (participativo); presença de colegas pouco amigáveis; presença de colegas que cobram tarefas, mesmo que não seja sua função; presença de pessoas que atrapalham o ambiente de trabalho; existência de grupos fechados; presença de calúnias e fofocas; colegas que se queixam sem razão; possibilidade de influir na tomada de decisões e trabalhar com pessoas que não cooperam; e 4) Maslach Burnout Inventory (MBI). O bloco sobre percepção no trabalho foi elaborado com base na Work Atmosphere Scale (WAS), 2 composta por 13 questões com respostas do tipo Likert, variando de 0 a 4 (0 = nunca, 1 = raramente, 2 = ocasionalmente, 3 = frequentemente e 4 = muito frequentemente). Essa escala foi traduzida e adaptada para o português para esta pesquisa, apresentando consistência interna moderada ( = 0,67). O MBI, traduzido e adaptado para utilização em amostras multifuncionais, 4 foi utilizado para avaliar a SB. É composto de 22 itens e se refere a três dimensões de Burnout: EE ( = 0,90), DP ( = 0,66) e BRP ( = 0,78). O sistema de pontuação de 1 a 5 foi utilizado (1 = nunca; 2 = raramente; 3 = algumas vezes; 4 = com frequência; e 5 = sempre). Estudo piloto foi realizado com 49 sujeitos para analisar a adequação do questionário e da logística do levantamento das informações. Cada servidor sorteado foi localizado e convidado a participar. Os dados foram coletados por uma equipe de alunos de pós-graduação e graduação da área da saúde da Universidade Luterana do Brasil, previamente capacitados, a fim de se resguardarem os procedimentos de padronização na aplicação. A capacitação ocorreu em quatro semanas, a Estudo desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Luterana do Brasil, de 2005 a 2008.

5 1069 com o auxílio do manual de instruções. A equipe se reuniu semanalmente durante a coleta para entrega e conferência dos questionários preenchidos e discussão das dificuldades. O banco de dados foi digitado e analisado com o auxílio do pacote estatístico SPSS, versão Realizou-se regressão linear múltipla pelo método stepwise para cada um dos desfechos, controlados por sexo e idade. As demais variáveis foram consideradas preditoras. As variáveis idade e tempo de serviço na instituição foram utilizadas na forma contínua para análise multivariada. Considerou-se como estatisticamente significativo p < 0,05. Este estudo, após a obtenção do consentimento da Secretaria Municipal de Administração, foi aprovado pelo Comitê de Ética da Universidade Luterana do Brasil (protocolo nº H). Os participantes da pesquisa preencheram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Para garantir o anonimato dos participantes, o questionário respondido era colocado em um envelope, lacrado e por ele depositado em uma urna. RESULTADOS Os participantes eram predominantemente do sexo feminino (69,2%), na faixa etária entre 40 e 49 anos (41,6%) e viviam com companheiro (64,0%). Os trabalhadores tinham principalmente entre um e 11 anos de trabalho na instituição (37,4%); a maioria se situava na categoria de funcionário (87,5%), cumpria carga horária de 40 horas semanais (52,3%), trabalhava em sala com colegas (94,2%), desempenhava funções de atendimento ao público (89,3%); tinham em seu local de trabalho a presença de um supervisor, coordenador ou chefe (82,4%) e percebiam baixo risco físico em suas atividades (48,4%) (Tabela 1). Em relação à pontuação das dimensões, a EE apresentou a média (M) mais elevada (M: 2,23; DP: 0,91), seguida da BRP i (M: 1,76; DP: 0,72). A menor média alcançada foi a da DP (M: 1,53 DP: 0,65). Observou-se um modelo preditor composto de nove variáveis na EE, que explicaram 43,0% de sua ocorrência; perceber o trabalho como estressante apresentou maior poder explicativo. As variáveis sexo feminino, presença de grosserias e pessoas que atrapalham o ambiente de trabalho participaram do modelo de forma direta. Já idade, ambiente de trabalho considerado bom, ambiente democrático, trabalhar em sala com colegas e possibilidade de influir na tomada de decisões relacionaram-se à EE de forma inversa. Ou seja, quando a idade foi inferior, a percepção do ambiente foi pior, o trabalho aconteceu em uma sala isolada e a possibilidade de participar das decisões da instituição foi menor, maior foi o índice nessa dimensão (Tabela 2). Tabela 1. Características demográficas e laborais dos servidores municipais. Rio Grande do Sul, Brasil, 2006 a 2007 (n = 879). Variável n % Sexo Masculino ,8 Feminino ,2 Faixa etária (anos) 20 a ,2 40 a ,6 > ,3 Situação conjugal Sem companheiro ,0 Com companheiro ,0 Tempo de serviço na instituição (anos) 0 5 0,6 1 a ,4 12 a ,8 > ,3 Posição hierárquica Funcionário ,5 Supervisor 39 4,5 Coordenador 31 3,6 Diretor 39 4,5 Carga horária semanal (horas) , , ,2 Trabalhar em sala Sozinho 50 5,8 Com colegas ,2 Atendimento ao público Não 93 10,7 Sim ,3 Presença no local de trabalho de supervisor, coordenador ou chefe Nunca/raramente ,6 Frequentemente ,4 Presença de risco físico Não ,3 Baixo ,4 Alto ,0 Os totais variam em função de dados ignorados. Oito fatores explicaram 25% do modelo relativo à DE; percepção do trabalho como estressante apresentou-se com maior poder explicativo. Essa variável e presença de calúnias, fofocas, grosserias, conflitos interpessoais e pessoas que atrapalham o ambiente de trabalho contribuíram diretamente para a ocorrência dessa dimensão. Idade, atendimento ao público e percepção do ambiente

6 1070 Síndrome de Burnout em servidores do setor público Palazzo LS et al Tabela 2. Regressão linear múltipla entre as três dimensões da síndrome de Burnout, variáveis laborais e fatores do ambiente de trabalho, controladas por sexo e idade de servidores municipais. Rio Grande do Sul, Brasil, 2006 a Variáveis R R 2 Beta t p Exaustão emocional Sexo 0,20 0,04 0,12 3,99 0,00 Idade 0,30 0,09-0,14-4,88 0,00 Trabalho estressante 0,60 0,36 0,42 13,32 0,00 Bom ambiente de trabalho 0,62 0,39-0,10-3,14 0,00 Ambiente democrático 0,64 0,41-0,06-1,91 0,05 Trabalhar em sala sozinho/com colegas 0,65 0,42-0,09-3,35 0,00 Presença de grosserias 0,65 0,43 0,08 2,64 0,01 Pessoas que atrapalham o ambiente de trabalho 0,66 0,43 0,11 3,27 0,00 Influir na tomada de decisões 0,66 0,43-0,08-2,48 0,01 Despersonalização Idade 0,16 0,03-0,07-2,24 0,03 Trabalho estressante 0,39 0,15 0,22 6,06 0,00 Calúnias, fofocas 0,45 0,20 0,12 2,94 0,00 Grosserias 0,47 0,22 0,11 2,88 0,00 Atendimento ao público 0,48 0,23-0,11-3,37 0,00 Conflitos interpessoais 0,49 0,24 0,09 2,24 0,03 Ambiente democrático 0,49 0,25-0,08-2,18 0,03 Pessoas que atrapalham o ambiente de trabalho 0,50 0,25 0,09 2,16 0,03 Baixa realização profissional Sexo 0,07 0,00-0,07-2,12 0,03 Bom ambiente de trabalho 0,34 0,12-0,19-5,02 0,00 Influir na tomada de decisões 0,40 0,16-0,19-5,12 0,00 Pessoas que atrapalham o ambiente de trabalho 0,42 0,17 0,12 3,09 0,00 Atendimento ao público 0,43 0,18-0,10-2,90 0,00 Trabalho estressante 0,44 0,19 0,11 2,99 0,00 Ambiente democrático 0,45 0,20-0,08-2,01 0,04 de trabalho como democrático associaram-se inversamente, i.e., quanto mais jovem, menor contato com o público e menor a percepção de ambiente democrático, maiores foram os índices nessa dimensão. A BRP mostrou um conjunto de variáveis com poder explicativo de 20%. Ambiente de trabalho bom e possibilidade de influir na tomada de decisões foram as que apresentaram maior peso. Essas variáveis e sexo, atendimento ao público e percepção de ambiente democrático associaram-se inversamente, i.e., a percepção de um bom ambiente de trabalho, a possibilidade de o servidor influir nas decisões da organização, ser do sexo masculino, ter contato com o público e perceber o ambiente como democrático diminuem a ocorrência da baixa realização profissional. Por outro lado, a presença de pessoas que atrapalham o ambiente e a percepção de que o trabalho é estressante favorecem o aparecimento da BRP. DISCUSSÃO A percepção dos trabalhadores sobre seu trabalho é fundamental no surgimento da SB, principalmente quando a atividade é vista como estressante ou como envolvendo pessoas que atrapalham o ambiente, conforme observado no presente estudo e corroborado por outros autores. 7,9,16 Isso possivelmente ocorre porque a SB resulta da qualidade das relações entre o sujeito e seu ambiente de trabalho, 11 entendido como a forma de interação entre as pessoas, o tipo de gestão e valores institucionais. 11,18 A interferência política externa, a descontinuidade da gestão e de projetos e os privilégios que contornam normas formalmente instituídas predominam em muitas instituições públicas, o que gera pressões e estresse. 18 Quanto maior é a incongruência entre os valores, expectativas e objetivos do trabalhador e o seu trabalho, maior é a probabilidade de ocorrer burnout. 13 As características do contexto laboral têm importância que perpassa as profissões e as características

7 1071 do cargo. 13 Isso está de acordo com os resultados encontrados, pois as variáveis relacionadas com as características da tarefa praticamente não se configuraram como preditoras, com exceção de atendimento ao público e presença de conflitos, ambas relacionadas com a forma com que ocorrem as relações interpessoais. O relacionamento entre as pessoas que fazem parte da organização é um dos fatores mais importantes para a ocorrência de estresse e SB, não somente quanto à clientela atendida, mas principalmente quanto à qualidade da interação com colegas 13,21 e chefias. 6 Os achados do presente estudo apontam que trabalhar com público esteve relacionado a menores escores da síndrome. O estado marital não participou do modelo explicativo da síndrome; o sexo participou de diferentes maneiras na EE e na BRP, e a idade não entrou no modelo explicativo da BRP na amostra analisada. Isso sugere que as características do ambiente laboral estão mais fortemente associadas à SB que variáveis sociodemográficas. 11,19 Na EE, o sentimento de desgaste elevou-se à medida que aumentou a percepção de que o trabalho era estressante, havia presença de grosserias e de pessoas que atrapalhavam o ambiente de trabalho; trabalhava-se em uma sala sozinho, sem colegas. Porém, diminuiu conforme o ambiente era percebido como bom e quando o servidor sentia que podia participar das decisões institucionais, o que corrobora o observado em outros estudos. 6,10 Trabalhar sozinho em uma sala pode indicar a falta de suporte social, situação frequentemente associada ao burnout. 11,13 Quando persiste a inabilidade para lidar com o estresse, ele se prolonga e desenvolve-se a síndrome. 8 Dividir as dificuldades com companheiros e supervisores auxilia o profissional e é um importante fator de proteção. 6,10 A possibilidade de influir na tomada de decisões fortalece o sentimento de valorização e engajamento no trabalho. 14,10 DP é a dimensão que melhor reflete o contexto interpessoal vigente no trabalho. Representa elemento fundamental da SB, pois é caracterizada por uma resposta negativa do trabalhador, indiferença ou distanciamento excessivo em relação às outras pessoas e a aspectos do trabalho. 12 Neste estudo, os índices de DE aumentaram à medida que o servidor percebia o trabalho como estressante, com a presença de calúnias e fofocas, grosserias, conflitos interpessoais e pessoas que atrapalhavam o ambiente de trabalho. Quando o trabalhador reconhece o ambiente como democrático e participativo, diminuem os níveis dessa dimensão. 3,23,24 Uma das características do serviço público brasileiro é sua composição em dois grupos de servidores: os permanentes (de carreira) e os não permanentes (que ingressam por meio político). Isso pode propiciar a existência de protecionismo, dificuldades na delimitação de funções e papéis e má qualidade das interações pessoais. Segundo Maslach, 12 há forte relação entre as dimensões EE e DP, pois relações interpessoais disfuncionais são geradoras de altos níveis de tensão e mais difíceis de lidar para os servidores jovens, como encontrado no presente estudo. Para a autora, certo distanciamento psicológico do trabalho pode ser visto como boa resposta individual às situações estressantes. No entanto, quando utilizado excessivamente pode ter consequências negativas na interação do trabalhador com clientes ou colegas, contribuindo para que o servidor deixe de se envolver com seu trabalho adequadamente. BRP é a dimensão que representa a autoavaliação negativa do trabalhador, com sentimentos de incompetência e de que o trabalho não é fonte de realização. 11 Essa dimensão parece ser mais complexa e surge em alguns ambientes como consequência das outras duas ou ocorre paralelamente a elas. 12 Quanto mais positiva é a percepção do ambiente de trabalho e quanto maior for a possibilidade de influir na tomada de decisões, maior é o sentimento de realização profissional, com menores índices de BRP. O contrário ocorre quando o servidor percebe o trabalho como estressante, convive com pessoas que atrapalham o ambiente laboral e não pode participar das resoluções da instituição. Os serviços públicos são mais vulneráveis a ingerências político-partidárias, algumas distantes dos objetivos institucionais. Isso torna mais difícil ao servidor controlar os recursos necessários à realização do trabalho, em um contexto em que a responsabilidade excede a autoridade e a autonomia. 18 Essas são situações que agem como fatores estressantes, possibilitam o surgimento de sentimentos de incompetência, principalmente em pessoas que se sentem responsáveis por produzir resultados, mas que a própria estrutura do trabalho não lhes oferece os recursos necessários para atingi-los. 11 O resultado pode ser o aparecimento de tensões oriundas do descontentamento e frustração em relação a projetos pessoais e profissionais dos servidores, colocando-os em risco para a síndrome. 12 Os níveis da BRP encontrados foram menores entre aqueles que entravam em contato com o público. É possível que alguns trabalhadores, para lidar com sentimentos negativos, priorizem os clientes, desenvolvendo com eles relacionamentos que suprem as carências do trabalho e das relações disfuncionais com colegas ou chefias. O sexo masculino aparece no modelo preditor relacionado à Baixa Realização Profissional. Os homens podem sentir-se mais afetados pelas frustrações no trabalho do que as mulheres por questões culturais relacionadas ao desejo de poder. A coleta de dados dentro da própria instituição é uma limitação deste estudo. Mesmo com anonimato enfatizado e providências para garanti-lo, é possível que alguns participantes tenham dado respostas mais positivas por medo de sua identidade ser revelada e acabar

8 1072 Síndrome de Burnout em servidores do setor público Palazzo LS et al sofrendo represálias, ou respostas mais negativas para chamar a atenção dos responsáveis. Por fim, há a situação peculiar de um estudo com delineamento transversal, pois aqueles afastados do trabalho, muitas vezes por licença de saúde, não participam da coleta, levando ao efeito do trabalhador sadio. 14 Isso pode subestimar o tamanho da contribuição de cada variável no modelo. Os resultados obtidos corroboram dados de outros estudos e reforçam a ideia de que identificar preditores é condição elementar para a realização de mudanças organizacionais, objetivando uma melhora na saúde do trabalhador e na qualidade dos serviços que prestam à população. A literatura brasileira sobre SB na população de servidores públicos é incipiente, o que dificulta a comparação com estudos nacionais. Carlotto & Câmara 5 colocam a necessidade de ampliação da pesquisa nacional sobre o assunto, já que é um campo pouco explorado e com importante repercussão social. Em muitas instituições públicas, impera a burocracia, a interferência político-partidária, a centralização das decisões, o paternalismo, a interrupção de projetos de longo prazo com conflitos de objetivos e gestão nem sempre profissionalizada. 18 Esse ambiente organizacional pode colocar muitos servidores em risco de desenvolver problemas de saúde, como a SB. Conforme Maslach, 12 as intervenções focalizadas no indivíduo são ineficazes, sendo necessária a realização de estratégias preventivas, que atuem diretamente na organização e no ambiente de trabalho.

9 1073 REFERÊNCIAS 1. Ahola K, Väänänen A, Koskinen A, Shirom A.Burnout as a predictor of all-cause mortality among industrial employees: a 10-year prospective registerlinkage study. J Psychosom Res. 2010;69(1):51-7. DOI: /j.jpsychores Bjorkqvist K, Österman K. Scales for research on Interpersonal Relations Faculty of Social and Caring Sciences. Turku: Åbo Academy University Printing House; (Pro Facultate, 4). 3. Borritz M, Rugulies R, Bjorner JB, Villadsen E, Mikkelsen OA, Kristensen TS. Burnout among employees in human service work: design and baseline fi ndings of the PUMA study. Scand J Public Health. 2006;34(1): DOI: / Carlotto MS, Câmara SG. Propriedades Psicométricas do Maslach Burnout Inventory em uma amostra multifuncional. Estud Psicol (Campinas). 2007;24(3): DOI: /S X Carlotto MS, Câmara SG. Análise da produção científica sobre a Síndrome de Burnout no Brasil. Psico-PUCRS. 2008;39(2): Escribà-Agüir V, Martín-Baena D, Pérez-Hoyos S. Psychosocial work environment and burnout among emergency medical and nursing staff. Int Arch Occup Environ Health. 2006;80(2): DOI: /s y 7. Fournel I, Pilleron S, Lémery B, Millot I, Gisselmann A. Psychosocial risks, perceived health status and working conditions of a local council s employees. Sante Publique. 2008;20(Suppl3): DOI: /spub Kokkinos CM. Job stressors, personality and burnout in primary school teachers. Br J Educ Psychol. 2007;77(pt 1): DOI: / X Laranjeira CA. O contexto organizacional e a experiência de estresse: uma perspectiva integrativa. Rev Salud Publica. 2009;11(1): DOI: /S Lindblom NS, Reuterwall C, Höög J, Lindahl B, Janlert U, Birgander LS. Burnout, working conditions and gender results from the Northern Sweden MONICA Study. BMC Public Health. 2010;10:326. DOI: / Maslach C, Schaufelli WB, Leiter MP. Job burnout. An Rev Psychol. 2001;52(1): DOI: /annurev.psych Maslach C. Job burnout: new directions in research and intervention. Curr Dir Psychol Sci. 2003;12(5): DOI: / Maslach C, Leiter MP. Early predictors of job burnout and engagement. J Appl Psychol. 2008;93(3): DOI: / Mc Michael AJ. Standardized mortality ratios and the healthy worker effect: scratching beneath the surface. J Occup Med. 1976;18(3): DOI: / Moreira DS, Magnago RF, Sakae TM, Magajewski FRL. Prevalência da Síndrome de Burnout em trabalhadores de enfermagem de um hospital de grande porte da região sul do Brasil. Cad Saude Publica. 2009;25(7): DOI: /S X Pavlakis A, Raftopoulos V, Theodorou M. Burnout syndrome in Cypriot physiotherapists: a national survey. BMC Health Serv Res. 2010;10:63. DOI: / Peterson U, Demerouti E, Bergström G, Åsberg M, Nygren Â. Work characteristics and sickness absence in burnout and nonburnout groups: a study of Swedish health care workers. Int J Stress Manage. 2008;15(2): DOI: / Pires JCS, Macedo KB. Cultura organizacional em organizações públicas no Brasil. Rev Admin Publica. 2006;40(1): DOI: /S Shirom A. Reflections on the study of burnout. Work Stress. 2005;19(3): DOI: / Su-fen C. Miao-Ching T. Relationships among Burnout, job involvement, and organizational citizenship behavior. J Psychol. 2006;140(6): DOI: /JRLP Tamayo M R. Burnout: Implicações das fontes organizacionais de desajuste indivíduotrabalho em profissionais da Enfermagem. Psicol Reflex Crit. 2009;22(3): DOI: /S Toppinen-Tanner S, Ojajärvi A, Väänänen A, Kalimo R, Jäppinen P. Burnout as a predictor of medically certified sick-leave absences and their diagnosed causes. Behav Med. 2005;31(1): DOI: /BMED Varhama LM, Bjorkqvist K. Conflicts, workplace bullying and burnout problems among municipal employees. Psychol Rep. 2004;94(3 Pt 2): DOI: /pms Varhama LM, Báguena MJ, Toldos MP, Beleña MA, Roldán MC, Díaz A. Dysfunctional workplace behavior among municipal employees in Spanish and Finnish cities: a cross-national comparison. Percept Mot Skills. 2010;110(2): DOI: /pms Os autores declaram não haver conflitos de interesse.

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL

TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AVALIAÇÃO DA SÍNDROME S DE BURNOUT EM TRABALHADORES DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO RIO GRANDE DO SUL AUTORES: KALINE LÍGIA F. CAUDURO VICTOR N. FONTANIVE PAULO V. N. FONTANIVE INTRODUÇÃO A saúde do trabalhador

Leia mais

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA ARAÚJO, Andréia 1 ; RODRIGUES, Hingridy Aparecida 2 ; FERRARI, Rogério 3 ; MAGALHÃES, Josiane 4 ; FRANÇA, Flávia Maria

Leia mais

FETEESUL AVALIAÇÃO DO ESTRESSE EM PROFESSORES DO ENSINO PRIVADO NO RIO GRANDE DO SUL

FETEESUL AVALIAÇÃO DO ESTRESSE EM PROFESSORES DO ENSINO PRIVADO NO RIO GRANDE DO SUL FETEESUL AVALIAÇÃO DO ESTRESSE EM PROFESSORES DO ENSINO PRIVADO NO RIO GRANDE DO SUL Coordenadora:Profa. Dra. Janine Kieling Monteiro - UNISINOS Colaboradora: Dra. Carolina Saraiva de Macedo Lisboa Mestranda:

Leia mais

1. Problema Geral de Investigação

1. Problema Geral de Investigação O CONTRIBUTO DO DISTRESS, BURNOUT E BEM-ESTAR PARA O ABSENTISMO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO COM TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM CONTEXTO UNIVERSITÁRIO Sónia Borges Índice 1. Enquadramento Geral da

Leia mais

Síndrome de Burnout em médicos e enfermeiros nos serviços de atenção básica em saúde

Síndrome de Burnout em médicos e enfermeiros nos serviços de atenção básica em saúde XII Salão de Iniciação Científica PUCRS Síndrome de Burnout em médicos e enfermeiros nos serviços de atenção básica em saúde Bruna Mello da Fonseca 1, Luanna da Silva Taborda, Rodrigo de Oliveira Machado

Leia mais

TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SÍNDROME DE BURNOUT VOLTADO À PROFISSIONAIS DO SETOR DE NEONATOLOGIA CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

SÍNDROME DE BURNOUT, A SÍNDROME DA ESTAFA PROFISSIONAL: UMA REVISÃO DA LITERATURA.

SÍNDROME DE BURNOUT, A SÍNDROME DA ESTAFA PROFISSIONAL: UMA REVISÃO DA LITERATURA. SÍNDROME DE BURNOUT, A SÍNDROME DA ESTAFA PROFISSIONAL: UMA REVISÃO DA LITERATURA. Vanessa Parizotto Ramos¹; Dayanne Cristina Ribeiro¹; Tamires Aparecida Camarini¹; Carina Bortolato Garcia². Resumo: A

Leia mais

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias

USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração. 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias USP/EACH Gestão Ambiental ACH 113 Princípios de Administração 2/2012. Profa. Dra. Sylmara Gonçalves Dias Evolução da Administração e as Escolas Clássicas Anteriormente XVIII XIX 1895-1911 1916 1930 Tempo

Leia mais

CORRELATOS PSICOLÓGICOS EM PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

CORRELATOS PSICOLÓGICOS EM PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL CORRELATOS PSICOLÓGICOS EM PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL LUÍS CARLOS PEREIRA MARTINS Orientadora: Professora Doutora Mariana Marques Coimbra, 2012 PRESSUPOSTOS Exigência

Leia mais

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Capítulo 3 Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Maria Inês Monteiro Mestre em Educação UNICAMP; Doutora em Enfermagem USP Professora Associada Depto. de Enfermagem

Leia mais

A SÍNDROME DE BURNOUT E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

A SÍNDROME DE BURNOUT E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO Autores: VIEIRA, L. T. J; RA: 404682 SILVA, V. K. A. A SÍNDROME DE BURNOUT E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM Resumo PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO A pesquisa será realizada com profissionais da educação infantil e ensino

Leia mais

ESTRESSE OCUPACIONAL E BURNOUT EM PROFISSIONAIS QUE ATUAM NAS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE ITAJAÍ

ESTRESSE OCUPACIONAL E BURNOUT EM PROFISSIONAIS QUE ATUAM NAS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE ITAJAÍ UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ - FRANCINE MILENE ROMÃO ESTRESSE OCUPACIONAL E BURNOUT EM PROFISSIONAIS QUE ATUAM NAS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE ITAJAÍ I t a j a í / SC 2009 FRANCINE MILENE

Leia mais

INCIDÊNCIA DA SÍNDROME DE BURNOUT EM PROFESSORES DA ÁREA DA SAÚDE DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ PR

INCIDÊNCIA DA SÍNDROME DE BURNOUT EM PROFESSORES DA ÁREA DA SAÚDE DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ PR 20 a 24 de outubro de 2008 INCIDÊNCIA DA SÍNDROME DE BURNOUT EM PROFESSORES DA ÁREA DA SAÚDE DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ PR Ilario Eing Granado 1 ; Fernanda Ferreti Vasconcelos¹; Joaquim Martins

Leia mais

PAF Programa de Acompanhamento Funcional

PAF Programa de Acompanhamento Funcional PAF Programa de Acompanhamento Funcional MINISTÉRIO PÚBLICO MILITAR Márcio de Moura Pereira Motivação do Projeto SITUAÇÃO PROBLEMA Necessidade de atender a demandas já existentes de servidores e membros

Leia mais

Burnout em profissionais de atendimento à vítima: uma abordagem qualitativa

Burnout em profissionais de atendimento à vítima: uma abordagem qualitativa Burnout em profissionais de atendimento à vítima: uma abordagem qualitativa Maria José Magalhães, Ana Castro Forte & Cristina Queirós Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do

Leia mais

A SÍNDROME DE BURNOUT NO TRABALHO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE: ESTUDO JUNTO AOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM HOSPITALAR 1

A SÍNDROME DE BURNOUT NO TRABALHO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE: ESTUDO JUNTO AOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM HOSPITALAR 1 A SÍNDROME DE BURNOUT NO TRABALHO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE: ESTUDO JUNTO AOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM HOSPITALAR 1 LANA, Letice Dalla 2 ; MÜLLER, Daniela Virote Kassick 3 ; SCHNEIDER, Rodolfo

Leia mais

Qualidade de vida no Trabalho

Qualidade de vida no Trabalho Qualidade de Vida no Trabalho Introdução É quase consenso que as empresas estejam cada vez mais apostando em modelos de gestão voltados para as pessoas, tentando tornar-se as empresas mais humanizadas,

Leia mais

Síndrome de burnout em técnicos de enfermagem de um hospital público do Estado de São Paulo

Síndrome de burnout em técnicos de enfermagem de um hospital público do Estado de São Paulo DOI: 10.1590/1980-5497201500010006 ARTIGO ORIGINAL / ORIGINAL ARTICLE Síndrome de burnout em técnicos de enfermagem de um hospital público do Estado de São Paulo Burnout syndrome in nursing assistants

Leia mais

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico

AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico AÇÕES EFETIVAS DE GERENCIAMENTO DO STRESS OCUPACIONAL: Desafio de Conciliar Embasamento Científico e Planejamento Estratégico Sâmia Simurro Novembro/2011 FATOS SOBRE O STRESS Inevitável Nível positivo?

Leia mais

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade.

Simon Schwartzman. A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. A educação de nível superior superior no Censo de 2010 Simon Schwartzman (julho de 2012) A evolução da educação superior no Brasil diferenças de nível, gênero e idade. Segundo os dados mais recentes, o

Leia mais

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO

AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE AUDITIVA SOB A PERSPECTIVA DO USUÁRIO: PROPOSTA DE INSTRUMENTO Armigliato ME; Prado DAG; Melo TM; Lopes AC; Martinez MANS; Amantini RCB; Bevilacqua MC. Palavras-chaves: Avaliação

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

Síndrome de Burnout e satisfação no trabalho em profissionais de uma instituição hospitalar

Síndrome de Burnout e satisfação no trabalho em profissionais de uma instituição hospitalar Síndrome de Burnout e satisfação no trabalho em profissionais de uma instituição hospitalar Cristiane da Rosa Mary Sandra Carlotto RESUMO O objetivo deste estudo foi verificar a existência de associação

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

ALERTA PARA OS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM SOBRE OS SINTOMAS DA SÍNDROME DE BURNOUT

ALERTA PARA OS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM SOBRE OS SINTOMAS DA SÍNDROME DE BURNOUT ALERTA PARA OS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM SOBRE OS SINTOMAS DA SÍNDROME DE BURNOUT CASTRO, Wagner Aparecido Oliveira Discente do curso de Enfermagem da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva.

Leia mais

Case 5 Diagnóstico sobre a percepção das mulheres na empresa no tema Conciliação entre Trabalho e Família. Líder em soluções de TI para governo

Case 5 Diagnóstico sobre a percepção das mulheres na empresa no tema Conciliação entre Trabalho e Família. Líder em soluções de TI para governo Case 5 Diagnóstico sobre a percepção das mulheres na empresa no tema Conciliação entre Trabalho e Família Líder em soluções de TI para governo MOTIVAÇÃO A ação constou do Plano de Ação da 5ª Edição do

Leia mais

Síndrome de Burnout e Resiliência na vida do Educador. João Eudes de Sousa Encontro de Educadores Centro Cultural Poveda 9 de Abril de 2011 1

Síndrome de Burnout e Resiliência na vida do Educador. João Eudes de Sousa Encontro de Educadores Centro Cultural Poveda 9 de Abril de 2011 1 Síndrome de Burnout e Resiliência na vida do Educador João Eudes de Sousa Encontro de Educadores Centro Cultural Poveda 9 de Abril de 2011 1 É freqüentemente referida por processos que explicam a superação

Leia mais

ESTRESSE OCUPACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

ESTRESSE OCUPACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ESTRESSE OCUPACIONAL DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Cristiane Luchtenberg 1 ; Rosangela Costa 1 ; Willian Augusto

Leia mais

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL

PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL PESQUISA DE CLIMA ORGANIZACIONAL UTILIZANDO O MÉTODO SURVEY, COM OS COLABORADORES DE UMA EMPRESA DO RAMO DA CONTRUÇÃO CIVIL Julia Ferreira de Moraes (EEL-USP) moraes.julia@hotmail.com Everton Azevedo Schirmer

Leia mais

VARIÁVEIS PREDITORAS DA AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA EM PESSOAS ACIMA DE 50 ANOS COM HIV/AIDS

VARIÁVEIS PREDITORAS DA AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA EM PESSOAS ACIMA DE 50 ANOS COM HIV/AIDS VARIÁVEIS PREDITORAS DA AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA EM PESSOAS ACIMA DE 50 ANOS COM HIV/AIDS Josevania da Silva UNIPÊ/UEPB josevaniasco@gmail.com Renata Pires Mendes da Nóbrega UNIPÊ - renata_pmn@hotmail.com

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE E SUA ASSOCIAÇÃO COM EXCESSO DE PESO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Sandra Fiorelli de Almeida Penteado Simeão e-mail: ssimeao@usc.br; Márcia Aparecida Nuevo Gatti e-mail:

Leia mais

Síndrome de Burnout. Astrid Guerra Barros Psicóloga pós-graduanda em Terapias Cognitivas Comportamentais

Síndrome de Burnout. Astrid Guerra Barros Psicóloga pós-graduanda em Terapias Cognitivas Comportamentais Síndrome de Burnout Astrid Guerra Barros Psicóloga pós-graduanda em Terapias Cognitivas Comportamentais Zelia Simone Sobrosa Psicóloga com pós-graduação em Neuropsicopedagogia 2013 Conceito Burnout é

Leia mais

HUMANIZAÇÃO NO TRABALHO. MARCIA REGINA DE ALMEIDA (MBA em marketing e gestão de pessoas)

HUMANIZAÇÃO NO TRABALHO. MARCIA REGINA DE ALMEIDA (MBA em marketing e gestão de pessoas) HUMANIZAÇÃO NO TRABALHO ANGELA MARIA RUIZ (MBA em marketing e gestão de pessoas) MARCIA REGINA DE ALMEIDA (MBA em marketing e gestão de pessoas) NILDA APARECIDA NUNES DOS REIS (MBA em marketing e gestão

Leia mais

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA?

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? Autores: ANA BÁRBARA DA CONCEIÇÃO SANTOS, AYSLAN MELO DE OLIVEIRA, SUSANA DE CARVALHO, INTRODUÇÃO No decorrer do desenvolvimento infantil,

Leia mais

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB Nívea Maria Izidro de Brito (UFPB). E-mail: niveabrito@hotmail.com Simone

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

29/5/2012 DIPOSICIONAL SITUACIONAL OTIMISMO DISPOSICIONAL INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA MÉTODOS FONTE DE DADOS PROJETO INSTRUMENTOS RESULTADOS

29/5/2012 DIPOSICIONAL SITUACIONAL OTIMISMO DISPOSICIONAL INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA MÉTODOS FONTE DE DADOS PROJETO INSTRUMENTOS RESULTADOS INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA MÉTODOS FONTE DE DADOS PROJETO INSTRUMENTOS RESULTADOS CARACTERÍSTICAS DA AMOSTRA DIFERENÇAS NAS PONTUAÇÕES DE OTIMISMO CORRELATOS DE OTIMISMO PREDITORES DE QVRS DISCUSSÃO

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA ESCOLA SUPERIOR DE ALTOS ESTUDOS

INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA ESCOLA SUPERIOR DE ALTOS ESTUDOS INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA ESCOLA SUPERIOR DE ALTOS ESTUDOS Envolvimento parental e nível sociocultural das famílias: Estudo comparativo num agrupamento escolar Marco Sérgio Gorgulho Rodrigues Dissertação

Leia mais

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes

Aula 9. Liderança e Gestão de Equipes Aula 9 Liderança e Gestão de Equipes Profa. Ms. Daniela Cartoni daniela.cartoni@veris.edu.br Trabalho em Equipe Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; Cada homem é parte do continente, parte do

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 Empregabilidade: uma análise das competências e habilidades pessoais e acadêmicas desenvolvidas pelos graduandos do IFMG - Campus Bambuí, necessárias ao ingresso no mercado de trabalho FRANCIELE CLÁUDIA

Leia mais

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S

A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO MULTI-CASOS COM OS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS DO SISTEMA S Marcos Henrique Pazini (Pós-Graduado da UNICENTRO), Sílvio Roberto Stefano (Orientador),

Leia mais

Resultados 62 Resultados 63 Resultados 64 Resultados 65 Resultados 66 Discussão 67 4. DISCUSSÂO Até a década de 70, os estudos e os modelos de tratamento eram estruturados e embasados nas características

Leia mais

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE E TRABALHO ENTRE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA - MT 1 TATIANA CORREA YAMACIRO DOS REIS 2 FRANCIANNE BARONI ZANDONADI 1 Bacharel

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA ou ADOLESCENTE Equipe LENAD: Ronaldo Laranjeira Clarice Sandi Madruga IlanaPinsky Maria Carmen Viana Divulgação: Maio de 2014. 1. Porque esse estudo é relevante? Segundo a Subsecretaria

Leia mais

Saúde psicológica na empresa

Saúde psicológica na empresa Saúde psicológica na empresa introdução Nos últimos tempos muito tem-se falado sobre qualidade de vida no trabalho, e até sobre felicidade no trabalho. Parece que esta discussão reflete a preocupação contemporânea

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física ATIVIDADE FÍSICA ASILAR Departamento de Psicologia e Educação Física 1. INTRODUÇÃO Compreensivelmente, à medida que envelhecemos podemos observar várias mudanças, tanto com relação aos nossos órgãos e

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA:

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR

CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR CLIMA ORGANIZACIONAL- O CASO DO POSTO DE COMBUSTÍVEIS BRASIL MASTER, GUARAPUAVA/PR Emanuel Rosetti (UNICENTRO), Aline Cionek (UNICENTRO), Roseli de Oliveira Machado (Orientadora), e-mail: roseli_machado@yahoo.com

Leia mais

PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT.

PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT. PESQUISA DO CLIMA ORGANIZACIONAL EM UMA EMPRESA DE MÁRMORES E GRANITOS DO MUNICÍPIO DE COLIDER - MT. 1 NATÁLIA SALVADEGO, 2 FRANCIANNE BARONI ZANDONADI 1 Bacharel em Engenheira Florestal (UNEMAT) e Estudante

Leia mais

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM

O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM O IMPACTO DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO E OS TRABALHADORES DE ENFERMAGEM Salete Beatriz Scheid 1 Neide Tiemi Murofuse 2 INTRODUÇÃO: Vivemos atualmente numa sociedade marcada pelas intensas e rápidas

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul.

Pesquisa. Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e. A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Pesquisa A mulher no setor privado de ensino em Caxias do Sul. Introdução Há 40 anos atrás nos encontrávamos discutindo mecanismos e políticas capazes de ampliar a inserção da mulher no mercado de trabalho.

Leia mais

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão.

Objetivo. Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. Liderança Objetivo Apresentar uma síntese das principais teorias sobre liderança e suas implicações para a gestão. 2 Introdução O que significa ser líder? Todo gestor é um líder? E o contrário? Liderança

Leia mais

CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL

CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL Nubia C. Freitas - UFV nubia.freitas@ufv.br Estela S. Fonseca UFV estela.fonseca@ufv.br Alessandra V. Almeida UFV

Leia mais

O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG

O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG O PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FURG Juliana Diniz Gutierres FURG Stephany Sieczka Ely FURG Maria Renata Alonso Mota FURG Suzane da Rocha Vieira FURG Resumo: Esse estudo apresenta parte dos

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA RELATÓRIO FINAL DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO DE PEDAGOGIADA CPA DA FACULDADE ARAGUAIA 2013/01 a 2013/02 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1. Diagnóstico geral

Leia mais

Em busca de caminhos que promovam a convivência respeitosa em sala de aula todos os dias

Em busca de caminhos que promovam a convivência respeitosa em sala de aula todos os dias Em busca de caminhos que promovam a convivência respeitosa em sala de aula todos os dias Coordenação: Dra. Telma Pileggi Vinha (FE- Unicamp) Dra. Alessandra de Morais (Fac. de Filosofia e Ciências UNESP/Marília)

Leia mais

PESQUISA SOBRE PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR SUMÁRIO EXECUTIVO

PESQUISA SOBRE PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR SUMÁRIO EXECUTIVO PESQUISA SOBRE PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR SUMÁRIO EXECUTIVO Visando subsidiar a formulação de políticas e estratégias de ação que promovam, a médio e longo prazos, a redução das desigualdades

Leia mais

JUVENTUDE E TRABALHO: DESAFIOS PARA AS POLITICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO

JUVENTUDE E TRABALHO: DESAFIOS PARA AS POLITICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO JUVENTUDE E TRABALHO: DESAFIOS PARA AS POLITICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO JONATHAN ROCHA GUIMARÃES Avaliar a Política de Trabalho e juventude torna-se de extrema importância na medida em que representa um

Leia mais

XVI SEMEAD Seminários em Administração

XVI SEMEAD Seminários em Administração XVI SEMEAD Seminários em Administração outubro de 2013 ISSN 2177-3866 MASLACH BURNOUT INVENTORY GENERAL SURVEY: APLICAÇÃO E VERIFICAÇÃO PSICOMÉTRICA NA REALIDADE BRASILEIRA MARCELO DA SILVA SCHUSTER UFSM

Leia mais

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde Tatiana Thiago Mendes Psicóloga Clínica e do Trabalho Pós-Graduação em Saúde e Trabalho pelo HC FM USP Perita Judicial em Saúde Mental Panorama da Saúde dos Trabalhadores

Leia mais

Dalva Lúcia Limeira Barreto da Silveira

Dalva Lúcia Limeira Barreto da Silveira CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde ASSISTÊNCIA AO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM NOS ASPECTOS PSICOSSOCIAS LABORAIS, NATAL/RN Dalva Lúcia Limeira Barreto

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ADMINISTRAÇÃO DE ENFERMAGEM AVALIANDO O QUE ESTUDAMOS 1. A Supervisão de Enfermagem é fundamental para o desenvolvimento dos recursos humanos, através da educação

Leia mais

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas

Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas Os Sistema de Administração de Gestão de Pessoas As pessoas devem ser tratadas como parceiros da organização. ( Como é isso?) Reconhecer o mais importante aporte para as organizações: A INTELIGÊNCIA. Pessoas:

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO. DIAS, Carla Regina Faustino Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais-FAEG carla@refrisaojose.com.

RECRUTAMENTO E SELEÇÃO. DIAS, Carla Regina Faustino Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais-FAEG carla@refrisaojose.com. RECRUTAMENTO E SELEÇÃO DIAS, Carla Regina Faustino Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais-FAEG carla@refrisaojose.com.br FERREIRA, Silvana Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas

Leia mais

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial Eliane Maria Monteiro da Fonte DCS / PPGS UFPE Recife PE - Brasil Pesquisa realizada pelo NUCEM,

Leia mais

humor : Como implantar um programa de qualidade de vida no trabalho no serviço público Profa. Dra. Ana Magnólia Mendes

humor : Como implantar um programa de qualidade de vida no trabalho no serviço público Profa. Dra. Ana Magnólia Mendes Universidade de Brasília -UnB Instituto de Psicologia - IP Departamento de Psicologia Social e do Trabalho - PST Só de Pensar em vir Trabalhar, jáj Fico de mau-humor humor : Como implantar um programa

Leia mais

Gestão Por Competências nas IFES

Gestão Por Competências nas IFES Goiânia 22 de Novembro de 2012 Gestão Por Competências nas IFES Anielson Barbosa da Silva anielson@uol.com.br A G E N D A 1 Desafios da Gestão de Pessoas nas IFES. 2 3 Bases Legais da Gestão de Pessoas

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL

ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL ALCOOLISMO ENTRE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM: UM ESTUDO TRANSVERSAL RESUMO Descritores: Alcoolismo. Drogas. Saúde Pública. Introdução Durante a adolescência, o indivíduo deixa de viver apenas com a família

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL

ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL ENVELHECIMENTO E A PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL O processo de envelhecimento e a velhice devem ser considerados como parte integrante do ciclo de vida. Ao longo dos tempos, o conceito de envelhecimento e as

Leia mais

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação Pesquisa Semesp 2009 Índice de Imagem e Reputação Uma ferramenta estratégica para a qualidade de mercado Desvendar qual é a real percepção de seus públicos estratégicos com relação à atuação das instituições

Leia mais

SÍNDROME DE BURNOUT E SATISFAÇÃO NO TRABALHO EM PROFISSIONAIS DA ÁREA DE ENFERMAGEM DO INTERIOR DO RS. Maione de Fátima Silva Ruviaro

SÍNDROME DE BURNOUT E SATISFAÇÃO NO TRABALHO EM PROFISSIONAIS DA ÁREA DE ENFERMAGEM DO INTERIOR DO RS. Maione de Fátima Silva Ruviaro 194 SÍNDROME DE BURNOUT E SATISFAÇÃO NO TRABALHO EM PROFISSIONAIS DA ÁREA DE ENFERMAGEM DO INTERIOR DO RS Maione de Fátima Silva Ruviaro Universidade Luterana do Brasil ULBRA Santa Maria Brasil Marucia

Leia mais

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Departamento de Orientação Profissional - EEUSP PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL VERA LUCIA MIRA GONÇALVES AVALIAÇÃO JUÍZO DE VALOR Avaliação de desempenho

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

PERCEPÇÃO DO CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES VOLTADAS À SAÚDE DO COLETIVO

PERCEPÇÃO DO CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES VOLTADAS À SAÚDE DO COLETIVO PERCEPÇÃO DO CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES VOLTADAS À SAÚDE DO COLETIVO Elidiane dos Santos CIRILO¹, Emilly Maria de Lima OLIVEIRA¹, Fábio José Targino

Leia mais

TÍTULO DA MESA: AVALIAÇÃO DE COMPORTAMENTOS CONTRAPRODUCENTES NO TRABALHO

TÍTULO DA MESA: AVALIAÇÃO DE COMPORTAMENTOS CONTRAPRODUCENTES NO TRABALHO TÍTULO DA MESA: AVALIAÇÃO DE COMPORTAMENTOS CONTRAPRODUCENTES NO TRABALHO COORDENADOR DA MESA: Elizabeth do Nascimento, bethdonascimento@gmail.com, (31)84633740, Universidade Federal de Minas Gerais TÍTULOS

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

INCIDÊNCIA DE BURNOUT EM COLABORADORES DA HIGIENIZAÇÃO: DISCUSSÕES SOBRE A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

INCIDÊNCIA DE BURNOUT EM COLABORADORES DA HIGIENIZAÇÃO: DISCUSSÕES SOBRE A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO INCIDÊNCIA DE BURNOUT EM COLABORADORES DA HIGIENIZAÇÃO: DISCUSSÕES SOBRE A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO Resumo MOSER, Ana PUCPR ana.moser@pucpr.br MOSER, Auristela Lima PUCPR auristela.lima@gmail.com

Leia mais

IDENTIFICAR A INCIDÊNCIA E TIPOS DE BULLYING MAIS FRENQUENTE NA ESCOLA

IDENTIFICAR A INCIDÊNCIA E TIPOS DE BULLYING MAIS FRENQUENTE NA ESCOLA IDENTIFICAR A INCIDÊNCIA E TIPOS DE BULLYING MAIS FRENQUENTE NA ESCOLA Resumo Daiane Voltoline 1 - PUCPR Paulo Cesar de Barros 2 - PUCPR Grupo de Trabalho Violência nas Escolas Agência Financiadora: não

Leia mais

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr

Análise de Regressão. Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho. Cleber Moura Edson Samuel Jr Análise de Regressão Tópicos Avançados em Avaliação de Desempenho Cleber Moura Edson Samuel Jr Agenda Introdução Passos para Realização da Análise Modelos para Análise de Regressão Regressão Linear Simples

Leia mais

BURNOUT: PREVALÊNCIA

BURNOUT: PREVALÊNCIA A SAÚDE DOS PROFISSIONAIS BURNOUT: PREVALÊNCIA Ana Joaquim Assistente hospitalar de Oncologia Médica Serviço de Oncologia Médica Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia / Espinho Diretor de Serviço: Dr.

Leia mais

PROJETO-PILOTO: GERENCIAMENTO DE ESTRESSE NA AGÊNCIA REGIONAL DE FLORIANÓPOLIS

PROJETO-PILOTO: GERENCIAMENTO DE ESTRESSE NA AGÊNCIA REGIONAL DE FLORIANÓPOLIS PROJETO-PILOTO: GERENCIAMENTO DE ESTRESSE NA AGÊNCIA REGIONAL DE FLORIANÓPOLIS Cibele Regina Willms 04/09/2013 Situação atual -> empregado Trabalho Individuo OBJETIVOS Disponibilizar técnicas psicológicas

Leia mais

PERFIL DE IDOSOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL ACOMPANHADOS EM UMA UNIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

PERFIL DE IDOSOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL ACOMPANHADOS EM UMA UNIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA PERFIL DE IDOSOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL ACOMPANHADOS EM UMA UNIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Iluska Pinto da Costa Universidade Federal de Campina Grande; email: lucosta.ufcg@gmail.com Janaíne Chiara

Leia mais

Programa de Ginástica Laboral

Programa de Ginástica Laboral Programa de Ginástica Laboral 1. IDENTIFICAÇÃO Nome: Programa de Ginástica Laboral (PGL) Promoção e Organização: Centro de Educação Física, Esportes e Recreação Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto.

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO FÓRUM CLÓVIS BEVILÁQUA

ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO FÓRUM CLÓVIS BEVILÁQUA ESTADO DO CEARÁ PODER JUDICIÁRIO FÓRUM CLÓVIS BEVILÁQUA APRESENTAÇÃO E-mail para contato: ctifor@tjce.jus.br Nome do trabalho: Projeto Qualidade de Vida: celebrando o equilíbrio mente/corpo no ambiente

Leia mais

UMA PESQUISA SOBRE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ

UMA PESQUISA SOBRE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ UMA PESQUISA SOBRE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO IFC-CÂMPUS CAMBORIÚ Autores: Jaqueline Lima PALOMBO (Bolsista PIBIC-EM/CNPq); Nadia Rocha VERIGUINE (Orientadora); Ângelo Augusto FROZZA (Co-orientador). Introdução

Leia mais

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil P e s q u i s a d a F u n d a ç ã o G e t u l i o V a r g a s I n s t i t u t o d e D e s e n v o l v i m e n t o E d u c a c i o n a l Conteúdo 1. Propósito

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

Diagnóstico sobre valores, conhecimento e cultura de acesso à informação pública no Poder Executivo Federal Brasileiro

Diagnóstico sobre valores, conhecimento e cultura de acesso à informação pública no Poder Executivo Federal Brasileiro Diagnóstico sobre valores, conhecimento e cultura de acesso à informação pública no Poder Executivo Federal Brasileiro Vânia Vieira Diretora de Prevenção da Corrupção Controladoria-Geral da União DADOS

Leia mais

Construindo pontes para uma adaptação bem sucedida ao ensino superior: implicações práticas de um estudo

Construindo pontes para uma adaptação bem sucedida ao ensino superior: implicações práticas de um estudo Construindo pontes para uma adaptação bem sucedida ao ensino superior: implicações práticas de um estudo Graça Seco - gseco@esel.ipleiria.pt Isabel Dias - mdias@esel.ipleiria.pt Isabel Pereira - ipereira@esel.ipleiria.pt

Leia mais

3 Metodologia. 3.1. Tipo de pesquisa

3 Metodologia. 3.1. Tipo de pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo apresenta-se a pesquisa realizada, abrangendo o tipo de pesquisa, os critérios para a seleção de sujeitos, o processo de coleta de dados e o tratamento de dados. 3.1. Tipo

Leia mais

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga 1. Por que este estudo é relevante? Segundo o relatório sobre a Carga Global das Doenças (Global

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais