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1 Guia de Boas Práticas PARA A INTEGRAÇÃO PAISAGÍSTICA DE INFRAESTRUTURAS ELÉTRICAS VOL. 2 ANEXOS Medida 20 - Medida financiada no âmbito do Plano de Promoção de Desempenho Ambiental , aprovado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

2 Equipa Técnica Coordenação Maria José Curado Teresa Portela Marques Investigadores Alcide Gonçalves Jorge Barbosa Maria Fernanda Carvalho Gonçalo Andrade Consultores Teresa Andresen Paulo Farinha Marques Henrique Pereira dos Santos Dulce Gonçalves Isabel Silva

3 ÍNDICE VOLUME 1 Guia de Boas Práticas PARA A INTEGRAÇÃO PAISAGÍSTICA DE INFRAESTRUTURAS ELÉTRICAS 1 Introdução 2 Metodologia desenvolvida para a construção do Guia 3 Metodologia de identificação de tipologias de paisagem 4 Medidas de integração paisagística de infraestruturas elétricas 4.1 Considerações gerais para qualquer tipo de intervenção 4.2 Medidas específicas de integração paisagística Medidas de Prevenção - Planeamento e Projeto do traçado e localização das infraestruturas Medidas de Minimização - Projeto de Integração e Tratamento Paisagístico Medidas de Valorização Estratégias de intervenção para potenciação da paisagem proporcionadas pela instalação de infraestruturas 4.3 Ilustrações das Medidas de integração paisagística de infraestruturas elétricas Glossário VOLUME 2 Anexos Anexo A - Enquadramento do tema e apresentação das metodologias de estudo conducentes ao Volume 1 Anexo A1 - Caracterização das infraestruturas elétricas e tecnologias Anexo A2 - Identificação dos impactes paisagísticos Anexo A3 - Contributos dos casos de estudo internacionais Anexo B - Exemplos de Projetos de Integração e Tratamento Paisagístico dos Casos Piloto. Bibliografia 3

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5 ANEXO A ENQUADRAMENTO DO TEMA E APRESENTAÇÃO DAS METODOLOGIAS DE ESTUDO CONDUCENTES AO VOLUME 1 5

6 ANEXO A1 CARACTERIZAÇÃO DAS INFRAESTRUTURAS ELÉTRICAS E TECNOLOGIAS 1. Introdução Segundo o D.L. nº182/ 95 de 27 de julho, o Sistema Elétrico Nacional (SEN) organiza-se em dois Subsistemas: Sistema Elétrico de Serviço Público e Sistema Elétrico Independente (SEI). Interessa destacar que o SEP compreende: 1º A Rede Nacional de Transporte explorada em regime de concessão de serviço público em exclusividade pela Rede Elétrica Nacional, SA. (REN); 2º A Rede Nacional de Distribuição constituída pelas infraestruturas de Média e Alta tensão operada igualmente em regime de concessão de serviço público em exclusividade pela EDP Distribuição; 3º A Rede de Distribuição em Baixa Tensão operada por todas as entidades detentoras de licença vinculada; 4º O conjunto de instalações de produção explorado mediante um regime de licença vinculada ao SEP, sujeitos a regulação (CPPE, Companhia Portuguesa de Produção de Eletricidade, S.A.; Tejo Energia, Turbogas, produtora energética, S.A.; HDN Energia do Norte; Hidrocenel, Energia do Centro; Hidrotejo, Hidroelétrica do Tejo, S.A.). Relativamente ao SEI, este funciona sem obrigações de serviço público e compreende a produção, distribuição e comercialização não vinculada, isto é sem obrigações para com o Serviço Publico e onde as atividades satisfazem as necessidades próprias e ou de terceiros mas através de contratos que não são regulados (D.L.nº182/95, 27 de junho). No presente capítulo pretende-se fazer a descrição e caracterização dos processos e componentes que constituem o Sistema Elétrico Nacional, mais concretamente o SEP, o qual se organiza nas seguintes atividades principais que serão descritas mais à frente neste capítulo: Produção; Transmissão (Transporte e Distribuição) e, Comercialização. Contudo, considerando os objetivos deste trabalho, serão descritas com algum pormenor as características e componentes da Rede de Distribuição em Média e Alta Tensão e as condicionantes a ela associadas. Inclui-se também uma interpretação/síntese dos regulamentos de segurança decretados e outras questões não regulamentares, mas que são essenciais serem avaliadas para a compreensão da melhor forma de funcionamento e implementação de uma Linha de Média e Alta tensão. (térmicas e hídricas). A energia produzida nestas centrais, depois de elevada a tensão nas subestações associadas, é entregue às Redes de Transmissão (Transporte e Distribuição). Numa primeira fase a transmissão é feita pela Rede de Transporte, a qual integra o conjunto de Linhas (normalmente aéreas) de Muito Alta Tensão (feito em Portugal exclusivamente pela REN, sendo utilizadas tensões de 150, 220 e 400 kv). É esta Rede que transporta a eletricidade a grandes distâncias, desde os centros produtores até às grandes zonas consumidoras. Nas proximidades das zonas consumidoras, estão instaladas subestações nas quais a Energia Elétrica que vem em Muito Alta Tensão (Rede de Transporte, REN) é transformada em Alta Tensão. É neste ponto que se inicia a Rede de Distribuição gerida em exclusividade pela EDP Distribuição. Transformada a energia em Alta Tensão, consumível apenas pelas grandes industrias, existe a necessidade de uma nova transformação da Energia para Média Tensão (consumível pelas pequenas e médias industrias), em subestações apropriadas. Num momento seguinte, a energia em Média Tensão é transformada em Baixa Tensão (BT) com recurso a Postos de Transformação. É a Rede de Baixa Tensão que permite fazer chegar a Energia Elétrica ao consumidor final. A parte da Rede de Distribuição correspondente à Rede de Baixa Tensão é a única que não é concessionada exclusivamente á EDP Distribuição, apesar da maior parte da RBT do país ser concessionada à EDP Distribuição. A Rede de Distribuição pode ser aérea ou subterrânea e as tensões mais comuns no nosso país são as seguintes (in ): Baixa Tensão (abaixo de 1000V) _Como valores referência utilizam-se 230/400V Média Tensão (entre 1 e 45 kv) _ Utilizam-se em Portugal 10, 15 e 30 kv. Alta Tensão (entre 45 e 110kV) _ Utilizam-se em Portugal 60kV Ressalva-se que a atividade de produção de Energia não é confinada apenas às grandes centrais de produção mas também a outras (eólicas, mini-hídricas ), de menores dimensões, que, de forma geral, injetam a Energia produzida diretamente na Rede de Distribuição. Começando pela descrição geral da estrutura do sistema de energia elétrica, assinala-se que a Rede Elétrica tem como ponto de partida as grandes centrais produtoras de energia elétrica 6

7 (CIBIO/UP, 2009) A EDP Distribuição elabora um documento - Plano de Desenvolvimento e Investimento da Rede Distribuição (PDIRD) onde é feita a previsão a 3 anos dos principais desenvolvimentos a considerar para expansão da Rede Nacional de Distribuição de Eletricidade em alta e média tensão (RND). O PDIRD, atualmente em vigor, abrange o triénio de Este documento além de identificar, justificar e orçamentar as ações e projetos a desenvolver, faz também um ponto de situação dos anos anteriores, para melhor orientar as estratégias da empresa. Prevê também os consumos e pontas para o triénio em vigência. Trata-se de um documento orientador, que serve de base à elaboração do Plano e Orçamento (PO), documento este mais pormenorizado e objetivo. Os projetos mais importantes a realizar-se no período de , estão organizados segundo a sua principal finalidade (há projetos que incidem em mais do que um objetivo, contudo são integrados na temática que mais se relaciona), que variam entre: Ligação à Rede Nacional de Transporte (RNT) Rede de MAT/AT; Ligação aos centros electroprodutores Rede AT Ligação a instalações consumidoras; ligação AT ou ligação MT Reforço Interno da Rede Nacional de Distribuição (RND) Outros Projetos Relevantes; 7

8 2. Caracterização dos elementos constituintes da Rede de Distribuição 2.1 Linhas aéreas Alta, Média e Baixa Tensão As linhas aéreas de Alta, Média e Baixa Tensão são constituídas pelos seguintes elementos: condutores, apoios, isoladores. As Linhas de Alta e Média Tensão podem ainda ter cabos de guarda. Apresenta-se uma breve descrição de cada um deste elementos: Condutores são os elementos responsáveis pela condução da energia elétrica. Podem ser constituídos por um fio ou por um conjunto de fios que podem ser de cobre, alumínio, aço. Existem: Condutor isolado condutor que é revestido por uma ou varias camadas isolantes. Condutor nu condutor sem isolamento exterior Condutor multifilar condutor constituído por vários fios não isolados entre si Condutor unifilar condutor constituído por um só fio Apoios (Postes) elementos cuja função é suportar os fios condutores. Podem ser metálicos, betão armado ou, no caso das Linhas de Baixa Tensão, também de madeira. Normalmente os Postes de Baixa Tensão são em betão ou em madeira. A altura dos apoios é variável, conforme a topografia do terreno e os obstáculos que a linha tem que atravessar. Numa linha elétrica existem tipos de apoios diferentes com funções diferentes: Apoio de ângulo (c) apoio situado num ângulo de linha Apoio de derivação (b) apoio onde se estabelecem uma ou mais derivações de linha Apoio de fim de linha (d) Apoio capaz de suportar todo o esforço total dos condutores e cabos de guarda de um só lado da linha. Apoio de reforço Apoio que suporta esforços capaz de reduzir as consequências negativas em caso de rutura de um cabo ou condutor Apoio de travessia ou de cruzamento apoio que limita um vão ou cruzamento. Utilizados para fazerem cruzamentos de linhas (A) Apoio de Derivação (B) Apoio de Alinhamento (C) Apoio de Ângulo (D) Apoio de Fim de Linha Em geral, e segundo a Sociedade Portuguesa CAVAN, S.A, empresa fornecedora de apoios, as alturas dos apoios são as seguintes: Baixa Tensão: de 8 a 12 metros Média Tensão: de 14 a 26 metros Alta Tensão (60Kv): de 20 a 36 metros Cabo de guarda cabo colocado, em regra, acima dos condutores de uma linha aérea e ligado à terra nos apoios (circuito terra). (Decreto regulamentar n 1/ 92). Os cabos de guarda têm funções de proteção, ao permitirem transportar a maior parte da corrente em caso de contacto acidental, reduzindo a corrente escoada para o solo através do apoio. Isolador elemento que evita a passagem de corrente elétrica do condutor para o apoio. Para Linhas de media Tensão são utilizados 2 a 3 isoladores enquanto que para Linhas de Alta tensão são utilizados acima de 3 isoladores. As Linhas de Baixa Tensão é utilizado um isolador As Linhas Aéreas de Alta e Média Tensão podem ainda ser caracterizadas por: Linha de dois ternos, isto é, com dois grupos de três condutores montados nos mesmo apoios e ligados eletricamente formando um circuito trifásico. Linha dupla: linha aérea compreendendo dois circuitos eventualmente de tensões e frequências diferentes instalados no mesmo apoio Linha múltipla: linha compreendendo vários circuitos utilizando os mesmos apoios, eventualmente de tensões ou frequências diferentes 2.2 Linhas Subterrâneas de Alta, Média e Baixa Tensão Linha elétrica constituída por cabos isolados específicos para enterramento no solo. Podem também ser instaladas em galerias, túneis ou caleiras. Deverão ser enterrados a uma profundidade mínima de 1m. De uma forma geral, o enterramento de linhas elétricas é feito ao longo dos arruamentos sempre em espaço público e nunca em espaço privado, por questões de manutenção e sinalização. A instalação deste tipo de linhas é bastante mais cara que a instalação de linhas aéreas contudo, as linhas subterrâneas têm diversas vantagens associadas entre as quais: segurança, minimização de impactes visuais, minimização de custos de manutenção, maior tempo de vida dos cabos, menos perdas, valorização das propriedades, entre outras. A grande desvantagem mencionada mais frequente está relacionada com a hipótese de resoluções de avarias, uma vez que se tornam mais difíceis de localizar e acarretam mais mão de obra e custos mais elevados devido à necessidade de remover pavimentos. 8

9 2.3 Postos de Transformação Equipamento cuja função é reduzir a Média para Baixa Tensão utilizável pelo consumidor final doméstico, comercial ou pequeno industrial. Existem dois tipos de postos: aéreos e em cabine. Aéreos: quando ligados na rede aérea em média tensão, sendo o transformador instalado num apoio da linha de distribuição média tensão e o quadro geral de baixa tensão na base desse apoio, num armário dimensionado para o efeito. São usualmente utilizados em meio rural. Dentro dos PT aéreos existem dois tipos distintos: PT AS caixa pendurada; PT AI caixa pousada no solo. Os PT aéreos suportam no máximo uma potência de 250 kva. Superior a este valor tem que passar para PT de cabine. Em cabine: utilizados essencialmente em zonas urbanas. Todo o equipamento está instalado dentro de um edifício que pode assumir uma das seguintes variantes: * Cabine alta (torre); * Cabine baixa em edifício próprio; * Cabine baixa integrada em edifício; * Cabine metálica (monobloco; compactada); * Cabine pré-fabricada; * Cabine subterrânea. PT cabine alta (CIBIO/UP,2009) PT cabine baixa (CIBIO/UP,2009) PT aéreo(cibio/up,2009) 2.4 Postos de Seccionamento Instalação destinada a operar o seccionamento das linhas elétricas. Existem dois tipos de seccionadores: Seccionador Horizontal (colocado no topo do Apoio, conforme a figura); Seccionador Vertical (colocado lateralmente ao Apoio) Apoio com aparelhos de corte e seccionamento 2.5 Subestações Amplas estruturas que albergam múltiplos equipamentos que se destinam à transmissão, distribuição, proteção e controle de energia elétrica. Direcionam e controlam o fluxo energético, transformando os níveis de tensão: elevam a tensão da eletricidade produzida nas centrais para ser transportada em muito alta tensão para as zonas de consumo, ou, uma vez perto das zonas de consumo, baixam o nível de tensão para poder ser distribuída em alta e média tensão. A eletricidade, ao longo do seu percurso no Sistema, passa por diversas subestações, onde transformadores aumentam ou diminuem a sua tensão. Ao elevar a tensão elétrica no início da transmissão, é evitada a perda de energia ao longo do percurso; baixando a tensão elétrica, perto dos centros urbanos, é permitida a distribuição da energia até ao consumidor final. Contudo, apesar de a tensão se encontrar mais baixa, esta ainda não está adequada para o consumo doméstico. Os postes de transformação, tal como já foi referido, são as estruturas responsáveis pela redução da voltagem da energia, para Baixa Tensão, que se vai tornar consumível. Existem dois tipos de Subestação que diferem quanto à sua estrutura e tecnologia utilizada: Subestação de corte aberto é a subestação mais tradicional e comum cuja aparelhagem constituinte se encontra instalada ao ar livre. Subestação de corte fechado (hexafluoreto de enxofre SF6): a tecnologia SF6 permite compactar a subestação e encerrar toda a sua aparelhagem num edifício. 9

10 2.6 Armários urbanos Fazem parte integrante da Rede de Distribuição em Baixa Tensão. Fazem a redistribuição da Energia ou seja têm função de repartir as cargas. Para além disto têm funções de seccionamento, proteção e ligação à terra. Normalmente, cada armário possui cerca de seis circuitos de saída. Cada uma destas saídas alimenta um máximo de dez habitações. Estes armários podem ser encastrados nos muros ou eventualmente enterrados. Subestação corte aberto.condeixa-a-nova. (CIBIO/UP, 2009) Armário Urbano (CIBIO/UP, 2009) Subestação corte fechado. Macedo de Cavaleiros. (CIBIO/UP, 2009) 10

11 3.Condicionantes para os traçados/ construção de Linhas aéreas de Baixa Tensão 3.1 Distâncias Mínimas Vãos máximos (distâncias máximas entre dois apoios consecutivos Dentro das povoações ou aglomerados populacionais em zonas com consumidores não disperso Dentro de povoações ou aglomerados populacionais em zonas com consumidores dispersos Fora de povoações ou aglomerados populacionais Vãos de travessia aérea de autoestradas, estradas, ruas e caminhos Vãos de travessia aérea de caminho de ferro (D.R. nº90/84 de 26 de dezembro) Distância dos condutores ao solo Distância dos condutores ao solo (geral) Distância dos condutores ao solo quando em travessias por cima de estradas, ruas, caminhos Distância dos condutores ao solo quando em travessias por cima de autoestradas Distância ao solo dos ramais constituídos por condutores isolados em feixe, estabelecidos nas fachadas dos edifícios Distância ao solo dos ramais constituídos por cabos estabelecidos nas fachadas dos edifícios (D.R. nº90/84 de 26 de dezembro) Distância dos condutores a árvores, ramadas, latadas ou parreiras Árvores em que não esteja previsto o escalamento por necessidade de trabalhos inerentes às próprias árvores A arvores que não seja previsto o escalamento 50m 90m 90m 50 m 50 m 5m 6m 7m 2,25m 2m 1m 2m Distância dos condutores nus e isolados em feixe (torçada) aos edifícios Coberturas de inclinação até 45º Coberturas de inclinação superior a 45º Coberturas horizontais A paredes 0,20m A chaminés Beirais Janelas Varandas ou paredes de sacada 2m na vertical 1m na perpendicular ao telhado 3m acima do pavimento 1,20 na horizontal 2m acima da origem do telhado; 0,80m, na horizontal em relação à origem do telhado ou à platibanda; 0,15m abaixo do beira ou da cornija. 0,20m acima da verga; 1m de afastamento lateral em relação a cada ombreira; 1,20 de afastamento da parede até 0,80m abaixo do peitoril, seguido de 0,80m de afastamento até 2m abaixo do peitoril. 2,50m acima do pavimento; 1,20m de afastamento horizontal em qq direção até 0,80m abaixo do parapeito seguido de 0,80m de afastamento até 2m abaixo do parapeito; no caso de a varanda ou a janela da sacada ter grade, deverse-á manter o afastamento de 1,20m até 0,80m abaixo da soleira (D.R. nº90/84 de 26 de dezembro) Nota: Os condutores isolados em feixe e os cabos auto suportados ou suspensos de fiadores poderão ser estabelecidos com distâncias diferentes das fixadas. Distância dos condutores entre si Distancia que os condutores nus deverão manter entre si de modo a não poderem tocar-se Distâncias entre condutores isolados em feixe de canalizações distintas deverão ser tais que estes não possam tocar-se nas condições mais desfavoráveis Distância mínima entre condutores nus e condutores isolados em feixe ou cabos autossuportados ou suspensos de fiadores (D.R. nº90/84 de 26 de dezembro) 0,25m 0,05m 0,10m A ramadas A parreiras A latadas (D.R. nº90/84 de 26 de dezembro) 2m 2m 2m Distâncias mínimas entre apoios e infraestruturas viárias Distancia mínima dos apoios ao limite da zona 5 m da autoestrada atravessada Distância mínima dos apoios em relação ao 5 m limite da zona de caminho de ferro 11

12 3.2 Travessias e Cruzamentos de Linhas Nos cruzamentos da Linhas de Baixa Tensão com Linhas de Alta Tensão as de menor tensão deverão em regra passar inferiormente. Travessias e Cruzamentos de Linhas de Baixa Tensão com outros elementos Travessias aéreas de curso da água navegáveis rios ou canais Travessias aéreas de curso da água não navegáveis Travessias aéreas de caminhos de ferro não eletrificados Cruzamentos de linhas aéreas de caminhos de ferro eletrificados Cruzamentos de linhas aéreas de baixa tensão entre si Cruzamento de linhas de baixa tensão num apoio comum Cruzamentos de linhas aéreas de baixa tensão com linhas de alta tensão Cruzamento de linhas de baixa tensão com linhas de telecomunicação num apoio comum Cruzamentos de LBT e Linha de Telecomunicações em apoios diferentes Locais não cobertos de recintos escolares, desportivos, recreativos e similares e de parques de campismo (D.R. nº90/84 de 26 de dezembro) Distância mínima dos condutores ao curso de água: 6 m ou conforme o tipo de barcos que passam no local Distância mínima dos condutores ao curso de água: 3 m acima do mais alto nível das águas, mas mantendo a distancia de 5metros acima do nível de estiagem Distância mínima dos condutores à linha férrea: 7 m Permitido apenas recorrendo a condutores isolados em feixe (torçada) ou com cabos, estabelecidos em obras de arte Cruzamentos em que os apoios ou os condutores não possam atingir a instalação da linha de contacto em caso de derrube, rutura ou queda destes elementos Distância mínima entre os condutores nus: 1m Distância mínima entre os condutores isolados em feixe, em cabos auto suportados ou suspensos de fiadores entre si: 0,25m Distância mínima entre os condutores nus: 0,25m Distância mínima entre os condutores isolados ou em feixe: 0,10m Distância mínima entre os condutores: 2m Distância entre condutores nus e os de telecomunicação: 0,75m Distância entre condutores isolados em feixe e os telecomunicação: 0,25m Distância entre condutores nus e os de telecomunicação 1m Distância entre condutores isolados em feixe e os telecomunicação: 0,50m Nas travessias aéreas só será permitido o uso de condutores isolados em feixe, cabos auto suportados ou suspensos de fiadores. As distâncias ao solo não deverão ser inferiores às seguintes: Parques de campismo: 5m Outros locais: 7m Entre os condutores nus da RD e o bordo exterior da vedação dos recintos referidos devera observarse uma distância, em projeção horizontal não inferior a 2,5m. Ainda no que diz respeito às travessias aéreas de autoestradas, estradas, ruas e caminhos e, relativamente à implantação dos postes na proximidade das estradas o D.R. nº90/84 de 26 de dezembro diz o seguinte: 2 Os postes que limitam os vãos de travessia de estradas nacionais deverão ser implantados de forma a não prejudicar o trânsito ou o livre curso das águas, nem dificultar a arborização. No estabelecimento de redes de distribuição dentro da zona da estrada há que atender também ao seguinte: a. A implantação de postes de redes de distribuição de energia elétrica em baixa tensão não é permitida na plataforma ou valetas das estradas e, bem assim, na parte restante da zona da estrada e, bem assim, na parte restante da zona da estrada quando as linhas possam prejudicar ou impedir a sua conveniente arborização, salvo em casos especiais b. Os postes devem ser implantados exteriormente à plataforma e, sempre que possível, a 2m da faixa de rodagem. c. Quando os postes se destinam a suportar candeeiros de iluminação pública, a sua implantação na plataforma das estradas pode, excecionalmente, ser permitida, mas de modo que o trânsito não seja prejudicado d. Nos casos em que os postes tenham de marginar a estrada, a sua implantação é feita, em regra numa das margens, ficando a outra livre para a arborização. Em tais casos os postes são implantados: * Em estrada arborizada numa so margem, na margem desarborizada * Em estrada +/- arborizada em ambas as margens, na margem em que o sacrifício da arborização existente seja menor. * Em estradas desarborizadas, na margem de + difícil arborização ou na que menos interesse arborizar, que normalmente é a que fica voltada a nascente ou a norte para as estradas que correm, respetivamente nas direções norte-sul ou nascente-poente Dentro de centros populacionais com planos ou anteplanos de urbanização ou de alinhamento aprovados e nas estradas que constituem ruas de aglomerados populacionais podem os apoios ser colocados na plataforma, com autorização da Direção de estradas. Tratando-se de vias ou bermas com passeios estreitos, recomenda-se fixar os apoios e braços de candeeiros às paredes das edificações confinantes. 12

13 4. Condicionantes para os traçados / construção de linhas aéreas de Alta e Média Tensão 4.1 Distâncias mínimas Distancias mínimas entre os condutores e outros elementos LAMT LAAT Distância mínima dos condutores ao solo 6m 7 m Distância mínima dos condutores às árvores Distância mínima dos condutores aos edifícios Distância mínima dos condutores às autoestradas, estradas municipais e nacionais Distância mínima entre os condutores a obstáculos diversos (D.R. nº 1/92 de 18 de fevereiro; Distancias mínimas entre os apoios e infraestruturas viárias Distância mínima dos apoios à zona de auto estrada, itinerários principais e complementares Distância mínima dos apoios a outras vias de comunicação (D.R. nº 1/92 de 18 de fevereiro) 3m 5 m 4 m 4 m 7 m 7 m 3m 3 m 5m 3m Cruzamentos de linhas de alta e média tensão com outros elementos Travessias aéreas de cursos de água não navegáveis Travessias aéreas de cursos de água navegáveis Travessias aéreas de caminho de ferro Cruzamento com linhas de telecomunicações (D.R. nº1/92 de 18 de fevereiro) Distância mínima dos condutores ao mais alto nível das águas: 6 m Distância mínima dos condutores ao mais alto nível das águas calculada conforme o tipo de barcos que passam no local Distância mínima dos apoios à linhaférrea: 5m Distância mínima dos condutores aos carris 13,5 m Ângulo mínimo formado pelas linhas com o eixo da linha férrea: 15º O ângulo de cruzamento de linhas de AT e de telecomunicações não deverá ser inferior a 15º exceto se os condutores da linha de telecomunicação forem constituídos por cabo blindado ou de bainha metálica. Em casos especiais nomeadamente naqueles em que for grande a distância entre a linha de AT e a de telecomunicação, a DGE com parecer favorável das entidades exploradoras da linha de telecomunicação poderá autorizar cruzamentos segundo ângulos inferiores a 15º. Distâncias ideais entre apoios para implementação de uma linha Distância entre os apoios (metros) Dentro das povoações ou aglomerados populacionais em 50 zonas com consumidores não disperso Dentro de povoações ou 90 aglomerados populacionais em zonas com consumidores dispersos Fora de povoações ou aglomerados 90 populacionais (D.R. nº 1/92 de 18 de fevereiro) 4.2 Travessias e Cruzamentos de linhas Nos cruzamentos de linhas elétricas com outras linhas elétricas, as linhas de tensão mais elevada deverão passar superiormente. A distancia mínima entre duas linhas é de 2 metros. Fonte: Checa, Luís. Líneas de Transporte de Energia (1998) 13

14 4.3 Faixa de Serviço (Buffer de proteção da Linha) Segundo D.R. nº1/92 de 18 de fevereiro, deverá estabelecer-se ao longo das linhas uma faixa de serviço com uma largura de 5m, dividida ao meio pelo eixo da linha, na qual se efetuará o corte e decote de árvores necessários para tornar possível a sua montagem e conservação. Para além desta Faixa de Serviço considera-se a existência de uma Zona de proteção das Linhas Elétricas, com vista a garantir a segurança de exploração das linhas, onde se proceder-se-á ao corte e decote das árvores que for suficiente para garantir a distância mínima referida anteriormente (a largura máxima desta faixa pode variar entre 15 e 45 metro, dependendo do tipo de linha). Tipologia das Linhas elétricas Largura máxima (metros) Linhas de 2ªclasse, até 1500 V 15 Linhas de 3ª classe, = ou < 60kV 25 Linhas de 3ª classe, > 60kV 45 (D.R. nº1/92 de 18 de fevereiro) 4.4 Balizagem de Linhas elétricas aéreas Principais situações em que é necessária a balizagem de Linhas elétricas aéreas De acordo com o Documento Limitações em altura e balizagem de obstáculos artificiais à navegação aérea Circular de informação aeronáutica do Instituto Nacional de Aviação Civil e considerando as necessidades das aeronaves, descolagens, voos de baixa altitude da Força Aérea, operações de Busca e Salvamento, voos de Emergência Médica e operações de combate a incêndios florestais, todas a Linhas elétricas aéreas nas condições a seguir transcritas devem ser devidamente balizadas: Qualquer ponto de uma linha aérea que cruze vales ou cursos de água e que exceda a altura de 60 metros em relação às cotas da sua projeção horizontal sobre o terreno e se a largura média das depressões referidas exceder 80 metros. Linha aérea que atravesse albufeiras, lagos, lagoas ou quaisquer outros cursos de água com mais de 80 metros de largura; Elementos da linha aérea que se localizem nas áreas de servidão non aedificandi (faixas de terreno de 200m situadas em cada lado do eixo da estrada, bem como o solo situado num circulo de 1300 m de diâmetro centrado em cada nó de ligação) das autoestradas, itinerários principais ou itinerários complementares, nos termos em que se encontra definida no Decreto-Lei n.º 13/94, de 15 de janeiro, ou cruze essas vias rodoviárias, independentemente da sua altura em relação à rodovia. Excluem-se os casos em que o traçado da linha se desenvolva abaixo de uma linha já balizada. Os apoios das linhas que se localizem nas zonas non-aedificandi das rodovias. Deverão ser sempre balizados até pelo menos 6 metros do ponto de fixação inferior do apoio à cadeia. Devido à sua pequena envergadura, estão dispensados de balizagem diurna todas as linhas de tensão nominal inferior a 1 kv cujos apoios tenham dimensões inferiores a 10 metros e vãos até 25 metros. As balizagens das linhas aéreas são feitas conforme descrito: Uma linha aérea de energia é balizada por meio de bolas de balizagem (balizas), colocadas ao longo dos cabos (condutores), com as seguintes cores, dimensões e distâncias: Cada baliza deverá ser de uma só cor, branca, vermelha ou laranja, devendo ser escolhida a que apresente maior contraste com o meio ambiente. Cada conjunto de balizas instalado ao longo de um cabo deverá ser: * De uma só cor, preferencialmente vermelha salvo se não for contrastante, quando apenas forem necessárias quatro ou menos balizas; * De duas cores, quando forem necessárias cinco ou mais balizas. Neste caso, as balizas deverão ser alternadamente de duas cores a escolher entre a branca, a laranja e a vermelha. O espaçamento entre duas balizas consecutivas ou entre uma baliza e o apoio da linha aérea mais próximo deverá ser apropriado ao diâmetro da baliza. Esse espaçamento não deverá exceder em caso algum as seguintes distâncias: 30 metros quando o diâmetro da baliza for de 60 cm; 35 metros quando o diâmetro da baliza for de 80 cm; 40 metros quando o diâmetro da baliza for de pelo menos 130 cm; 12 metros, independentemente do diâmetro adotado, quando se localizem sob os canais de aproximação/descolagem. Fonte: RTE, França,

15 Nos casos em que existam múltiplos cabos, as balizas deverão ser colocadas no cabo mais elevado. Em casos excecionais, quando fatores como o peso das bolas ou a carga derivada do efeito da ação dos ventos inviabilizarem essa balizagem, as balizas poderão ser: Distribuídas pelos primeiro e segundo cabos mais elevados com espaçamentos até ao dobro das distâncias indicadas no ponto anterior; Colocadas no segundo cabo mais elevado; Quando houver mais do que um cabo a um mesmo segundo nível de altura, as balizas deverão ser distribuídas pelos cabos externos No caso concreto dos Apoios das linhas aéreas sujeitas a balizagem deverão ser balizados da seguinte forma: Os obstáculos que configuram estruturas reticuladas, com dimensões, horizontal ou vertical, superior a 1,5 metros, ou que se caracterizem pelo tipo de superfície contínua, com uma das dimensões acentuadamente superior à outra, deverão ser balizadas por intermédio de faixas perpendiculares à maior dessas dimensões. A largura das faixas deverá corresponder a 1/7 de dimensão maior ou 30 metros, com a adoção do mais baixo daqueles valores. As faixas serão pintadas alternadamente nas cores branca e laranja ou branca e vermelha. As faixas nos extremos deverão corresponder à cor mais escura. Concretamente: Os apoios que se localizam nas zonas non aedificandi das AE, IP e IC e estejam associados a vãos que não cruzam estas, deverão ter balizagem diurna pelo menos até 6 metros do ponto inferior de fixação da cadeia ao apoio. Os cabos dos vãos associados a esses apoios não necessitam de ter balizagem diurna. Os apoios que se localizem nas zonas non aedificandi das AE, IP e IC e estejam associados a vãos que cruzam aquelas vias, deverão ter balizagem diurna pelo menos até 6 metros do ponto inferior de fixação do apoio à cadeia. Os cabos desses vãos devem ser dotados de balizagem diurna. Os apoios que se localizam fora das zonas non aedificandi das AE, IP e IC e que estejam associados a vãos que cruzam estas, não carecem de balizagem diurna. Os cabos dos vãos associados a apoios e que cruzam aquelas vias necessitam de ter balizagem diurna. Os apoios que se localizam fora das zonas non aedificandi das AE, IP e IC mas cujos vãos não cruzam estas, não carecem de balizagem diurna. Os cabos dos vãos associados àqueles apoios não necessitam de ter balizagem diurna 15

16 5. Condicionantes para os traçados / construção de linhas subterrâneas Na Instalação de Linhas deve-se ter em atenção os seguintes aspetos: Os cabos devem assentar em fundo devidamente preparado. As valas devem ser abertas ao longo das vias públicas, nos passeios sempre que possível Os Cabos devem ser envolvidos em areia A Profundidade mínima de enterramento de uma LBT deve ser de 0,7 m A Profundidade mínima de enterramento de uma LAT ou LMT deve ser de 1 m (aquando cabos montados sob faixas de rodagem) e de 0,7 m (aquando cabos montados noutro qualquer local) Nas linhas de BT, na transição de uma linha subterrânea para uma linha aérea os condutores deverão ser dotados de uma proteção mecânica adequada até à altura de 2m acima do solo e 0,5m de profundidade. Nas linhas AT e MT, na junção de uma linha aérea com uma linha subterrânea, devem colocar-se descarregadores de sobretensões, a fim de evitar a transmissão de sobretensões. Nas travessias e cruzamentos de Linhas deve-se ter em atenção as seguintes distâncias: Travessias de auto estradas, estradas, ruas e caminhos Travessias sob cursos de água Travessias e cruzamentos subterrâneos com caminhos de ferro Cruzamentos e vizinhanças de redes de distribuição com linhas de alta tensão subterrâneas Cruzamentos e vizinhanças de redes de distribuição com cabos de telecomunicação, canalizações de gás, água e esgoto subterrâneas Profundidade mínima de enterramento: 1m Nota: as travessias deverão ser realizadas perpendicularmente ao eixo das vias. São empregados tubos apropriados de modo a não perturbarem a circulação de embarcações nem por em perigo a segurança das pessoas Profundidade igual ou superior a: 1,30m As linhas devem distar um mínimo de: 0,25m Distância mínima da BT deverá ser de: 0,20m Distância mínima da MT e AT deverá ser de: 0,25m (D.R. nº90/84 de 26 de dezembro) e (D.R. nº1/92 de 18 de fevereiro) 16

17 6. Novas tecnologias que contribuem para a minimização do impacto paisagístico das Infraestruturas elétricas 6.1 Spacer Cable System Trata-se de um sistema compacto com cabos cobertos da empresa Hendrix Wire & Cable (USA). Em Portugal foi implementado a título experimental, um Caso Piloto em Mangualde em que foi construída uma Rede de Média Tensão a 15kV com esta tecnologia. No entanto, esta tecnologia não se enquadra nas Recomendações para linhas aéreas de Alta Tensão até 30 kv (DGE) nem no atual Regulamento de Segurança de Linhas Elétricas de Alta Tensão. Algumas vantagens deste sistema são: Redução do corte de árvores Redução do numero de eletrocussão de aves Redução do campo eletromagnético Utilização dos apoios para várias linhas Utilização dos apoios para vários níveis de tensão Utilização dos apoios para Iluminação pública Utilização dos apoios para Linhas de telecomunicação Fonte: Figueiredo, 2009 Relativamente ao método construtivo, após implantação de apoios, passagem e regulação do cabo mensageiro, de acordo com o projeto, procede-se à passagem dos condutores pelo método de cortina, em que os mesmos são suportados por roldanas. 6.2 Tree Wire Cabo de transmissão elétrica protegido por camadas de polietileno protetoras capazes suportar melhor queda de ramos. Permite reduzir frequência de corte de ramos das árvores. 6.3 Cabo em torçada Média tensão Rede de média tensão em cabo isolado, utilizada pontualmente em redes aéreas, prevista no Regulamento de segurança de Linhas elétricas de Alta Tensão (RSLEAT). Fonte: Figueiredo, 2009 Fonte: Figueiredo, 2009 Após a implementação do Caso Piloto de Mangualde, os técnicos chegaram ainda às seguintes conclusões: Conjunto de materiais e equipamentos que podem ser adquiridos no mercado nacional Fácil execução Fiabilidade da rede Flexibilidade de exploração Facilidade de implantação, sem conflitos com proprietários 17

18 ANEXO A2 IMPACTES PAISAGÍSTICOS DAS INFRAESTRUTURAS ELÉTRICAS A2.1 INTRODUÇÃO Paisagem pode ser definida como uma área, tal e qual como é percecionada pelas populações, cujo caráter resulta da ação e interação de fatores naturais e/ou humanos. (Convenção Europeia da Paisagem, 2000). Ou seja, a paisagem é definida como a perceção da combinação de componentes biofísicos, como o relevo, a vegetação, o solo, a geologia, e componentes socioeconómicos e culturai,s como o uso e ocupação do solo, a edificação, o património, a história e cultura humanas, que determinam os elementos visuais (perceção e estética: cor, textura, forma, ordem, diversidade, integridade, emoções, memórias...) (Smardon, 1979). Nesta decomposição os fatores biofísicos, socioeconómicos e culturais são os elementos mais objetivos e fáceis de compreender e analisar face aos elementos visuais, mais subjetivos e complexos de avaliar. As alterações sofridas pela paisagem pela introdução de um novo objeto, determinam os impactes paisagísticos, os quais se podem considerar a dois níveis impacte territorial e impacte visual. O impacte territorial refere-se às alterações sofridas pelos elementos da paisagem, consequente caráter e valor, como resultado de uma qualquer atividade/introdução de infraestrutura. O impacte visual refere-se às alterações que acontecem nas componentes anteriormente referidas e que se traduzem na modificação de vistas e consequente reação no observador. De facto, os impactes visuais estão relacionados não só com os impactes nas componentes territoriais da paisagem, que por si só contribuem para a alteração do caráter da paisagem, mas também estão relacionados com a intrusão, obstrução que a estrutura introduz, interferindo na forma como são sentidas pelos observadores. Desta forma, considera-se que os impactes territoriais são indissociável dos impactes visuais. Segundo o Landscape Institute/ Institute of Environmental Managment & Assessment pode dizer-se que os impactes territoriais e visuais estão interrelacionados, já que o efeito dos impactes nos elementos biofísicos, socioeconómicos e culturais pode promover a sua descaracterização o que, por sua vez, levará à desqualificação dos elementos visuais. No entanto, em situações particulares, os impactes visuais podem também resultar apenas de alterações sofridas pelos elementos visuais, isto é, pode resultar apenas da obstrução visual produzida pela implantação de uma estrutura e, da mesma forma, podem existir impactes territoriais que não tenham visibilidade. A2.2 AVALIAÇÃO DO IMPACTE NOS RECURSOS TERRITORIAIS Para a avaliação do impacte nos recursos territoriais, designadamente no caso de impactes devidos à implantação das infraestruturas elétricas, é necessário, numa primeira fase, proceder à seleção da área de estudo, tendo em conta não só as características gerais da paisagem mas também as características da linha a implementar (extensão, tipo e tamanho de apoios). Seguidamente procede-se ao registo objetivo dos elementos da paisagem, através de mapeamentos (morfologia, festos e talvegues, declives, exposições solares, uso de solo), do seu caráter, assim como detalhes relativos ao seu estado de conservação. Sendo assim, nesta fase, pode dizer-se que existem dois pontos importantes na análise da paisagem: i) a descrição objetiva de todos os elementos que compõe a paisagem e o seu valor; ii) a análise da interação dos componentes da paisagem que permitem definir o caráter da paisagem. Este último ponto é crucial para o correto desenvolvimento de uma avaliação do impacte paisagístico e visual de uma linha elétrica. Em paralelo com esta análise territorial é também essencial estudar-se, de forma aprofundada, as características da linha a implementar na paisagem. Tendo em conta essas características podem prever-se os possíveis impactes nos elementos da paisagem e, consequentemente, no seu caráter e valor. Tendo em conta as características técnicas das infraestruturas elétricas, objeto deste Guia - (Linhas aéreas elétricas (apoios e condutores) Alta Tensão (AT), Média Tensão (MT) e Rede Aérea de Baixa Tensão (RABT), Postos de transformação (PT), Subestações (SE) e Armários de distribuição) e as condições e especificidades técnicas da sua implementação, para se poder avaliar e identificar os impactes na paisagem contribuindo para a variabilidade da magnitude e significado do impacte é necessário conhecer, nomeadamente: Voltagem da Linha elétrica Tipo de traçado da Linha elétrica tendo em conta o seu comprimento, largura, bem como a largura da faixa de proteção associada Tipo de condutor elétrico utilizado Desenho, material, quantidade e espaçamento dos apoios Quantidade, tipologia e localização de Postos de transformação Tamanho e tipologia da subestação a construir, bem como localização dos pontos e orientação do troço imediato de entrada/saída de linhas. Necessidade de construção de acessos temporários para a obra e acessos permanentes para manutenção das estruturas. 18

19 Dada a natureza intrusiva dos objetos de análise, a componente visual da paisagem é a mais afetada, destacando-se os impactes visuais do conjunto de impactes possíveis. Por este motivo o próximo capítulo apresenta algumas considerações sobre a avaliação do impacte visual. A2.3 AVALIAÇÃO DO IMPACTE VISUAL A avaliação do impacte visual é aqui definido como o processo através do qual se identificam, preveem e avaliam os efeitos visuais decorrentes da implementação de uma infraestrutura elétrica em determinada paisagem. O impacte pode resultar de alterações biofísicas e sócio-culturais introduzidas pela infraestrutura na paisagem, e que se traduzem na componente visual, ou pode incluir apenas uma alteração da qualidade estética da paisagem. Sendo assim, a avaliação do impacte visual, para além de incluir o resultado da avaliação do impacte nos recursos biofísicos da paisagem, seu caráter e valor, envolve também outros fatores, intangíveis, como questões de perceção visual. Na avaliação do impacte visual, para além do estudo dos recursos territoriais, é fundamental estudar a visibilidade, o que se pode fazer através da identificação de zonas de influência visual e da bacia visual, tendo em conta a localização dos principais pontos de observação (Landscape Institute/ Institute of Environmental Managment & Assessment, 2003), bem como avaliar a qualidade visual da paisagem, sensibilidade visual da paisagem e capacidade de absorção visual da paisagem (Alonso e Aguilo, 1986). A aplicação destes conceitos à área de estudo e a sua avaliação interrelacionada definem a magnitude do impacte, classificada em alta, média, baixa ou nula (Landscape Institute/ Institute of Environmental Managment & Assessment, 2003). Por bacia visual entende-se a superfície máxima de visibilidade da estrutura em condições atmosférica ótimas (Delgado Mateo, 2003). O mapa da bacia é gerado a partir da informação topográfica existente, através de processo manual ou utilizando um sistema de informação geográfica que, a partir das curvas de nível, consegue definir automaticamente as zonas visíveis e não visíveis a partir de determinado ponto de observação selecionado. Através deste processo fica facilitada a sistematização do território em unidades visuais, ferramenta fundamental de apoio à projeção do traçado de uma nova infraestrutura elétrica. A definição de zonas de influência visual (ZIF), é um outro processo, semelhante ao descrito anteriormente, normalmente utilizado para a determinação da visibilidade de um objeto na paisagem envolvente. É mais utilizado para estudos de infraestruturas que estão circunscritas a determinada área, quando já existe uma ideia definida da sua localização e, quando a paisagem se caracteriza por ter relevo mais aplanado. As ZIV são definidas recorrendo ao fator distância: quanto mais perto estão os observadores da infraestrutura, mais visível ela se torna. Sendo assim estipulam-se áreas circulares com intervalos de distância que definem os locais onde a visibilidade é máxima, média ou mínima. Estes intervalos dependem da altura e tipo de infraestrutura em estudo e, claro, do tipo de paisagem, sendo que o impacte da estrutura tem menor magnitude quanto maior a distância que separa a infraestrutura e o observador (Hull and Bishop, 1988). No entanto, vários autores têm-se debruçado sobre esta matéria e há valores que se considera constituírem uma referência. Segundo Bell (2001) o primeiro plano é o que se alcança até 0,5 Km, o plano intermédio entre 1 e 6 Km e o plano de fundo de 5 a 8 Km. Os elementos a introduzir na paisagem são mais visíveis no primeiro plano e plano intermédio. O impacte destes é acentuado quando constituem Ponto focal ou dominante, ou seja, associados a pontos de elevado interesse, pontos centrais, pontos de força na composição, pontos proeminentes, cotas altas e bacias visuais abertas com grande amplitude. O impacte é diminuído quando constituem Ponto não dominante, ou seja associados a pontos secundários, pontos não proeminentes, cotas baixas e bacias visuais fechadas de pequena escala. Os elementos são visíveis apenas no Plano de fundo nas situações de elevado contraste (p.ex: contraste com céu; cobertos vegetais, elementos naturais e artificiais com tonalidades contrastantes). A qualidade visual da paisagem, tal como já se referiu, deriva da interação entre os elementos biofísicos da paisagem e a perceção/juízo do observador. Sendo assim pode dizer-se que a qualidade visual de uma paisagem decorre da relação entre as propriedades da paisagem e o resultado da reflexão dos observadores (Daniel, 2001). As questões da avaliação da qualidade visual da paisagem têm sido objeto de variados estudos desde os finais dos anos 1960, inícios dos anos 1970, quando a bibliografia sobre o assunto se multiplica. Muitos autores referem como principal causa para esta preocupação a publicação do documento U.S. National Environmental Policy Act de 1969, que refere a necessidade de inclusão nos processos de decisão, a par com aspetos de natureza económica e técnica, de valores ambientais não quantificados até àquele momento, como por exemplo a paisagem. Em termos de metodologias para a avaliação da qualidade visual da paisagem, e de um modo geral, tem havido desde sempre uma competição próxima entre procedimentos baseados na avaliação por parte de especialistas e na avaliação com base na perceção do público (Daniel and Vining, 1983; Zube et al. 1982). Apesar de ambas as metodologias partilharem o mesmo conceito de qualidade visual da paisagem, diferenciam-se quanto à sua abordagem isto é, 19

20 no modo como os elementos da paisagem são representados e interpretados. A abordagem dos especialistas traduz os parâmetros biofísicos da paisagem em parâmetros de desenho (forma, linha, variedade e unidade), assumindo que estes são os principais elementos que contribuem para a avaliação da qualidade visual da paisagem derivados dos modelos de perceção humana e avaliação estética. A abordagem baseada na perceção do público trata os elementos biofísicos como estímulos que evocam respostas esteticamente relevantes através de processos sensoriais e percecionais imediatos e fatores cognitivos (Daniel, 2001). Ambas as abordagens apresentam vantagens e desvantagens que têm vindo a ser amplamente discutidas pelos especialistas na área. Reconhece-se que as duas abordagens constituem processos complementares. Na execução do presente Guia utilizou-se o método dos especialistas, onde os resultados derivam de princípios estéticos e técnicos que incluem a avaliação dos elementos e do caráter da paisagem. A Capacidade de absorção visual refere-se à capacidade biofísica da paisagem em absorver uma modificação mantendo o seu caráter e qualidade visual. (Anderson, Mosier et.al, 1979; Yoemans, 1979). A sua determinação é influenciada essencialmente por três grandes grupos de fatores: fatores biofísicos, fatores de perceção e fatores relativos ao tipo de alteração a introduzir. Os fatores biofísicos incluem a inclinação de taludes, padrão e diversidade da vegetação, capacidade de ocultação da vegetação e da sua recuperação, contraste do solo com a envolvente, variedade na forma do terreno, estabilidade do terreno, erodibilidade do solo. Os fatores de perceção incluem distância do observador, amplitude visual, inclinação do terreno relativamente ao observador, exposição relativa ao observador, número de visualizações, número de observadores, duração do visionamento, sensibilidade do ponto focal, época do ano, exposição solar. Os fatores relacionados com a proposta de alteração a introduzir: dimensão, configuração, duração, frequência. A análise particular destes fatores permite fazer uma avaliação da capacidade de uma determinada área ou paisagem para acolher uma determinada alteração. Uma maior capacidade de absorção permitirá a introdução de uma infraestrutura sem que ela entre em conflito visual com a evolvente, do mesmo modo, uma menor capacidade de absorção irá, se introduzida uma nova infraestrutura, interferir com o meio envolvente criando desequilíbrio visual. As paisagens com maior sensibilidade visual são aquelas cuja capacidade de absorção visual é menor e cuja qualidade visual da paisagem e visibilidade são maiores. (Betz, M, 1984). A implementação de uma infraestruturas será sempre mais impactante numa paisagem com nível de sensibilidade visual elevado. A quantificação da sensibilidade visual é um instrumento de síntese de todos os parâmetros de avaliação de impacte paisagístico e visual atrás referidos e caracterizados. Não se trata de um parâmetro afetável pela implementação da infraestrutura, é antes uma ferramenta (Escribano, 2000) que instrui o processo de projeção e construção de um novo traçado e também o estudo de medidas de mitigação para traçados já implementados no terreno. A2.4 IMPACTES PAISAGÍSTICOS Para a avaliação dos impactes paisagísticos que, tal como já referido, se podem considerar a dois níveis impacte territorial e impacte visual, e tendo em conta as características do objeto em estudo, consideram-se dois grupos de infraestruturas elétricas, tendo em conta a amplitude dos potenciais impactes assim como a escala que ocupam no território e na paisagem: Grupo A Grandes Infraestruturas: Linhas Aéreas elétricas LAT, MT, RABT; Subestações Grupo B Pequenas Infraestruturas Postos de Transformação Armários de distribuição Tal como já foi referido, os impactes paisagísticos podem ser divididos em territoriais e visuais, os quais são, por sua vez, interrelacionados e dependentes, salvo algumas situações pontuais. Assim, elenca-se de seguida um conjunto de impactes paisagísticos que têm consequências tanto do ponto de vista territorial como visual. GRUPO A Grandes Infraestruturas (Linhas Aéreas e Subestações) Este tipo de infraestruturas é responsável por impactes consideráveis ao nível do uso do solo, nomeadamente na sua configuração e arranjo espacial, que consequentemente traduzem alterações na forma, leitura e valor da Paisagem. Assumem-se como principais impactes: Alteração diversidade e estrutura dos ecossistemas; Perturbações e perda e fragmentação de habitats; Perda de indivíduos: Colisão e eletrocussão de aves (AT, MT, SE); Risco de incêndio; Abertura das faixas de manutenção que: * alteram a matriz da paisagem pela introdução de um elemento retilíneo seccionador; * promovem a fragmentação de manchas florestais ou eliminação de núcleos arbóreos com interesse paisagístico e ecológico (AT,MT); * potenciam áreas para o desenvolvimento de plantas invasoras e tornam algumas espécies de fauna e flora mais vulneráveis, 20

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