A ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PAULISTAS DA EXTINTA SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA ASPLAF, vem, pelo presente instrumento, apresentar

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1 ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PAULISTAS DA EXTINTA SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA Rua Francisco Glicério, º and.- conjunto 31 Centro, Campinas-SP. F: (19) CNPJ / A ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PAULISTAS DA EXTINTA SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA ASPLAF, vem, pelo presente instrumento, apresentar NOTA DE REPÚDIO à famigerada NOTA COSIT-E Nº 94, de 31 de março de 2015 (posteriormente alterada pela Nota Cosit-E 108/2015), perpetrada pelo Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil Leonardo de Paula da Cunha e subscrita pelos Auditores-Fiscais Eduardo Gabriel de Góes V. F. Fogaça e Mirza Mendes Reis, destinada ao Gabinete da Secretaria da Receita Federal do Brasil e por ela acatada como entendimento oficial do órgão, conforme o exposto a seguir: A nota foi expedida em razão da incorporação de artigos ao Projeto de Lei 1/15 à Medida Provisória nº 660/2014, que visavam alterar a lei /02 e o regulamento aduaneiro. Mais especificamente, a nota se ateve à análise dos artigos 9, 10, 11 e 12, os quais foram incluídos ao projeto por meio de emendas parlamentares, isto é, seguindo e respeitando os devidos trâmites legais e as instituições democráticas. Os referidos artigos tinham por objeto alterações específicas nas atribuições dos diversos cargos que compõem a Secretaria da Receita Federal do Brasil. Os artigos 9, 10 e 11 compartilhavam atribuições entre os cargos de Auditor-Fiscal e Analista-Tributário. Já o artigo 12, o qual afeta diretamente os integrantes desta Associação, tratava de concluir a reestruturação dos cargos redistribuídos da extinta Secretaria da Receita Previdenciária para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, órgão este criado com a fusão da extinta Receita Previdenciária com a antiga Receita Federal. Avocando competência alheia às que lhe dizem respeito, a Cosit emitiu a nota com um, em tese, parecer jurídico, sustentando supostas irregularidades no Projeto de Lei, como por exemplo, inconstitucionalidade no trâmite legislativo, vício de iniciativa e violação ao princípio do concurso público, passando a apresentar uma série de meias verdades e mentiras inteiras. Portanto, destaca-se as arbitrariedades formais, isto é, abuso de poder e desvio de finalidade, haja vista que a competência da Coordenação-Geral de Tributação Cosit é restrita às matérias próprias da legislação tributária, conforme previsão expressa do Regimento Interno da Secretaria Da Receita Federal do Brasil, senão vejamos: Portaria MF nº 203, de 14 de maio de de 7

2 Art. 82. À Coordenação-Geral de Tributação Cosit compete: (Redação dada pelo(a) Portaria MF nº 512, de 02 de outubro de 2013) I gerenciar a elaboração, o aperfeiçoamento, a regulamentação, a consolidação, a simplificação e a disseminação da legislação tributária; II gerenciar, em colaboração com a Suari, a elaboração, o aperfeiçoamento, a regulamentação, a consolidação, a simplificação e a disseminação da legislação aduaneira e correlata; III analisar projetos de emenda à Constituição, projetos de lei e medidas provisórias, em todas as fases do processo legislativo, bem como minutas de decretos e outros atos complementares de iniciativa de órgãos do Poder Executivo, sem prejuízo da realização de idênticas atividades pelas demais Subsecretarias no que diz respeito às matérias de suas competências; IV analisar as proposições e estudos de natureza tributária, aduaneira e correlata apresentados por entidades governamentais, sociais e empresariais, sem prejuízo da realização de idênticas atividades pelas demais Subsecretarias no que diz respeito às matérias de suas competências; e V manifestar-se sobre proposta de atribuição de efeito vinculante à súmula Não há dúvidas de que a competência da Coordenação é restrita às matérias de legislação tributária, o que evidentemente não fora respeitado pela Nota Cosit-E nº 94, pois cuidou exclusivamente de questões próprias dos servidores públicos, como transformação e atribuições de cargos. Assim, fora perpetrado público e notório apoio ao pleito das entidades representativas dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, em total afronta aos limites legais, ou seja, com a utilização de instituições e recursos públicos para manifestar parecer jurídico avesso às competências da Coordenação Geral de Tributação. Nesse sentido, devemos ressaltar o contexto em que a famigerada Nota-Cosit fora premeditada, conforme conhecimento público e notório, inclusive com ampla divulgação em todos os sites das entidades representativas dos Auditores-Fiscais da Receita Federal, dentre os quais destacase a confissão disponível no site do SINDIFISCO NACIONAL: O presidente do Sindifisco Nacional, Cláudio Damasceno, se reuniu com secretário da Receita Federal do Brasil, Auditor-Fiscal Jorge Rachid, na tarde de segunda-feira (23/3), para levar a indignação da Classe com a trama que está em curso dentro do Congresso Nacional através da MP 660/14, cujas emendas 40 e 41, de autoria do ex-deputado Amauri Teixeira, preveem o compartilhamento de atribuições dos Auditores-Fiscais com cargo auxiliar do órgão. O objetivo da reunião foi debater com a Administração a necessidade de uma posição firme e avessa à redação das emendas. Ademais, evidenciou total desconhecimento quanto às atividades funcionais desempenhadas pelos servidores. E, por fim, a nota encerrou juízo de valor pessoal e degradante aos ocupantes de demais cargos coexistentes no órgão, como, por exemplo, na afirmativa que demais servidores da Receita Federal seriam menos capacitados que os auditores. Francamente! Lamentável! Inapropriado! Inadmissível! Insuportável! Assim, além de aviltante, a nota, cujo conteúdo não nos furtaremos de rebater, 2 de 7

3 caracteriza verdadeira desonestidade intelectual. Contudo, manteremos elevado nível de discussão e integridade de caráter, afinal, este é um atributo humano que quando se perde não se recupera e quando se degenera não se regenera. Vejamos. A nota é flagrante ao desvirtuar as atribuições e competências dos cargos redistribuídos da extinta Secretaria da Receita Previdenciária, sendo notório o intuito de prejudicar o reconhecido e merecido pleito dos servidores redistribuídos, haja vista várias inverdades afirmadas na referida nota, das quais destacam-se: 5.3 Ressalte-se, preliminarmente, que o artigo contém inconstitucionalidade formal por vício de iniciativa. A emenda trata de competências de servidores públicos da União, matéria que está intrinsecamente ligada ao regime jurídico dos referidos servidores, o que desrespeita a alínea c do inciso II do 1º do art. 61 da Constituição Federal de 1988, o qual dispõe, verbis: Art. 61. A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados, do Senado Federal ou do Congresso Nacional, ao Presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal, aos Tribunais Superiores, ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos, na forma e nos casos previstos nesta Constituição. 1º São de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que: II disponham sobre: ( ) c) servidores públicos da União e Territórios, seu regime jurídico, provimento de cargos, estabilidade e aposentadoria; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998 (Grifou-se) 8.6 Ocorre que as atribuições dos referidos cargos da Carreira do Seguro Social são diversas às afetas à Carreira de Auditoria da RFB, inclusive é vedado a tais cargos o exercício das competências privativas da Carreira da RFB, como se demonstrará adiante. (grifo nosso) Ademais, a Lei nº , de 2 de fevereiro de 2009, complementou o dispositivo previsto no citado art. 12 da Lei nº , de 2007, transpondo os cargos em referência para o Plano Especial de Cargos do Ministério da Fazenda (PECFAZ), nos termos de seu art. 256-A. Portanto, evidentemente induz à equivocada interpretação de que as atribuições dos cargos redistribuídos resumem-se àquelas de atividade-meio de órgão, como se fossem distantes das atribuições próprias dos demais cargos da carreira de auditoria, especialmente o cargo de Analista-Tributário. Contudo, apesar de terem sido erroneamente apresentados como se fossem fundamentos contrários à proposta de transformação dos cargos redistribuídos para o cargo de Analista-Tributário, a verdade é que os parágrafos 8.14 e 8.15 realmente corroboram a necessária transformação. Senão vejamos: 3 de 7

4 8.14 Os servidores redistribuídos para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, por força da Lei nº , de 2007, devem exercer atribuições correlatas com aquelas próprias de seus cargos, quando lotados na extinta Secretaria da Receita Previdenciária Convém salientar, por oportuno, que o art. 37, inciso III, da Lei nº 8.112, de 1990, prevê que um dos preceitos para a redistribuição é a manutenção da essência das atribuições do cargo. Pois, em que pese a dolosa omissão da nota sobre o exato alcance das atribuições dos cargos redistribuídos, é importante destacar que as atribuições de suporte e apoio técnico às atividades de competência do INSS, ANTES DA REDISTRIBUIÇÃO, significavam suporte e apoio técnico às atividades de arrecadar, fiscalizar, lançar e normatizar o recolhimento das contribuições sociais, conforme atribuições que originalmente pertenciam ao INSS. Nesse sentido, vide o texto da Lei /2005: Art. 1º Ao Ministério da Previdência Social compete arrecadar, fiscalizar, lançar e normatizar o recolhimento, em nome do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, das contribuições sociais previstas nas alíneas a, b e c do parágrafo único do art. 11 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, e das contribuições instituídas a título de substituição, bem como as demais atribuições correlatas e consequentes, inclusive as relativas ao contencioso administrativo fiscal, conforme disposto em regulamento. (Vide Medida Provisória nº 258, de 2005) (Vide Medida Provisória nº 359, de 2007) (Revogado pela Lei nº , de 2007) Assim, é fácil notar que as atribuições de suporte e apoio às atividades de arrecadação, fiscalização, lançamento e normatização das contribuições sociais são de NATUREZA TÉCNICA, isto é, ofício especializado com capacitação própria da atividade-fim do órgão, e não atividade-meio como erroneamente sugerido. Afinal, alguém pode concordar que gerar parcelamento, emitir/cancelar certidões, encerrar estabelecimentos, regularizar obra, ajustar GPS/DARF, regularizar CPF, exercer chefia de CAC, integrar Grupos de Trabalho para elaboração de normas técnicas e demais atividades correlatas são diversas às afetas à Carreira de Auditoria? Evidente que não! Talvez, o equívoco se dê pelos conceitos serem determinados em razão do cargo e não da atividade. Quando a atividade é realizada por alguém ocupante de cargo da carreira de auditoria, então é atividade-fim. Se for realizada por ocupante de cargos redistribuídos, então se trata de uma atividade-meio. Francamente! Devemos lembrar o óbvio: os cargos foram redistribuídos justamente para fins de acompanhar as atribuições da extinta Secretaria da Receita Previdenciária que migraram para o novo órgão resultante da fusão dos fiscos. Quanto ao suposto vício de iniciativa, a famigerada nota atenta contra a honestidade intelectual ao afirmar que os artigos cuidavam das competências dos servidores públicos e que por isso intrinsecamente ligado ao regime jurídico dos servidores, ou seja, matéria de iniciativa privada do presidente da república. 4 de 7

5 Verdadeiro equívoco! As matérias cuidavam das atribuições e competências dos cargos públicos e, mais especificamente, o artigo 12 tratava da transformação de cargo público, contudo, sem nenhuma influência no regime jurídico dos servidores, haja vista que todos continuariam igualmente regidos pela Lei E mais, conforme o texto constitucional (art. 61, 1º, 'c'), a lei que disponha sobre transformação de cargo público não é matéria privativa do Presidente da República, mas apenas aquelas que disponham sobre: servidores, regime jurídico, provimento de cargo, estabilidade e aposentadoria. Aliás, o texto constitucional é expressamente no sentido oposto daquilo que erroneamente fora afirmado na Nota-Cosit, senão vejamos: Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre: X criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas, observado o que estabelece o art. 84, VI, b Portanto, assevera-se que a transformação de cargos públicos é instituto previsto expressamente na constituição e não implica provimento de cargo público, sendo que a alegação de suposta violação ao princípio do concurso público trata-se de verdadeiro engodo. Pois, de fato, provimento é o preenchimento de cargo público, isto é, quando um cargo público passa a ser ocupado por um servidor público, o que realmente não ocorre com a simples alteração das atribuições e/ou nomenclatura. Assim, quando da criação da Secretaria da Receita Federal do Brasil, ninguém havia prestado concurso para os cargos de Analista-Tributário e Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil, mas houve sim transformação dos cargos de Auditores-Fiscais da antiga estrutura dos fiscos, bem como transformação dos cargos Técnicos da antiga Receita Federal. provimento: Nem mesmo a lei apresenta a transformação de cargo público como forma de Art. 8º São formas de provimento de cargo público: I nomeação; II promoção; III ascensão; IV transferência; V readaptação; VI reversão; VII aproveitamento; VIII reintegração; IX recondução Nem mesmo a alteração de nível médio para nível superior pode ser entendido como burla do princípio do concurso público, afinal, como visto, um cargo pode e deve ser transformado ao longo da vida administrativa. Como se sabe, a transformação de cargos públicos se dá em razão da evolução histórica de algumas profissões e de realidades sociais, pois, do contrário ficariam obsoletos na forma em que eles se encontravam: sua designação, suas atribuições e seus requisitos para ingresso. 5 de 7

6 Neste compasso, a Administração Pública precisa manejar soluções para atender à nova demanda apresentada com a unificação dos fiscos, adequando seu quadro funcional aos novos ditames jurídicos. Contudo, a autonomia administrativa e legislativa da Administração Pública possui limites constitucionais, que devem ser obedecidos rigorosamente, dos quais se destacam a supremacia do interesse público e o princípio da legalidade. Assim, devemos repisar os textos dos parágrafos 8.14 e 8.15: 8.14 Os servidores redistribuídos para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, por força da Lei nº , de 2007, devem exercer atribuições correlatas com aquelas próprias de seus cargos, quando lotados na extinta Secretaria da Receita Previdenciária Convém salientar, por oportuno, que o art. 37, inciso III, da Lei nº 8.112, de 1990, prevê que um dos preceitos para a redistribuição é a manutenção da essência das atribuições do cargo. A essência do cargo público está nas atribuições a serem desempenhadas, as quais permitem modificações, inclusive para adequação à evolução social e às novas necessidades, contudo sem alterar o que se pode chamar de núcleo duro, de modo a desfigurá-lo. No caso concreto, também devemos ressaltar o inciso XXII do artigo 37 da Constituição Federal, que determina que a administração tributária deva ser exercida por servidores de carreira específica. XXII as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, atividades essenciais ao funcionamento do Estado, exercidas por servidores de carreiras específicas, terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, na forma da lei ou convênio. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de ) Mais uma vez o texto constitucional corrobora o pleito dos servidores redistribuídos, sendo impossível admitir que os cargos redistribuídos da extinta Secretaria da Receita Previdenciária, com atribuições técnicas próprias da atividade-fim do órgão, não sejam incluídos na única carreira existente dentro do Quadro de Pessoas da Receita Federal, qual seja, Carreira de Auditoria Fiscal, especialmente com a transformação para o cargo de Analista- Tributário, conforme notória simetria entre as atribuições dos cargos originários (Técnico da Receita Federal do Brasil) Portanto, evidente que não caracteriza burla ao concurso público o fato de um cargo público, originalmente de nível médio, ao longo de suas atividades administrativas sofrer uma evolução natural de acordo com o interesse público e começar a desenvolver atividades de maior complexidade, a ponto de ser necessário exigir nível superior para que os novos servidores recém-contratados consigam aprender e desempenhar exatamente as mesmas atribuições. Pelo contrário, ao longo da vida funcional é natural que as atribuições dos cargos se tornem mais complexas justamente em cumprimento ao princípio da eficiência, pelo qual a administração pública deve manter um constante processo de evolução e aperfeiçoamento dos serviços prestados. 6 de 7

7 No entanto, se apenas os Técnicos da antiga Receita Federal tiveram os seus cargos transformados para Analista-Tributário, fica flagrante a afronta corporativista em prejuízo dos Técnicos e Analistas redistribuídos. Assim, devemos ressaltar aquilo que maldosamente fora omitido, isto é, informações concretas e objetivas sobre quanto a Secretaria da Receita Federal do Brasil já investiu e ainda investe em treinamentos para capacitar os servidores redistribuídos para desempenhar as mesmas funções que os analistas tributários e vice-versa. Senão vejamos notícias publicadas pela própria RFB: 1. Treinamento para servidores da SRP e SRF na área de atendimento Boletim da Transição nº 26, de 11/04/2007; 2. 9ª RF: DRF realização do repasse local do TREINAMENTO de ATENDIMENTO AO CONTRIBUINTE INTEGRAÇÃO RFB - Joaçaba/SC; 3. 1ª RF: Servidores da DRF Palmas/TO recebem treinamento em legislação previdenciária Brasília, 03 de setembro de 2007; 4. 8ªRF DRF em S.J.Rio Preto Capacitação de 60 servidores tema: GFIP (legislação e operacionalização) - Brasília, 19 de setembro de 2007; 5. 4ª RF: DRF Natal realiza capacitação integrada para servidores do atendimento e ARFs Brasília, 18 de setembro de A Delegacia de Natal, em continuidade ao processo de fusão, está promovendo a integração dos servidores lotados no CAC e nas Agências através de vários treinamentos para os servidores oriundos de ambas as casas. Os cursos visam, além da melhoria no atendimento, permitir que os servidores possam atender todos os serviços demandados pelos contribuintes. Com isso, também deve-se rechaçar a odiosa falácia sobre a transposição dos cargos redistribuídos para o Plano Especial de Cargos do Ministério da Fazenda (PECFAZ), nos termos de seu art. 256-A, haja vista que o referido plano de cargos não traduz carreira específica, o que contraria a exigência da Constituição Federal. Aliás, famigerada nota simplesmente omitiu a informação de que já houve sentença de mérito confirmatória da liminar que afastou o PECFAZ para os cargos redistribuídos. O descompasso da realidade e o disparate das ofensas gratuitas e desesperadas causou verdadeiro espanto para os gestores que efetivamente trabalham mais próximos da atividadefim do órgão e por isso conhecem a realidade que certamente é desconhecida pelos demais Auditores-Fiscais que trabalham lotados nos distantes gabinetes de Brasília. Portanto, com uma série de meias verdades e mentiras inteiras é que a odiosa Nota Cosit-E nº 94 perpetrou ato extremamente ofensivo e desrespeitoso, atentando contra a dignidade dos valorosos servidores redistribuídos da Extinta Secretaria da Receita Previdenciária, motivo pelo qual repudiamos com veemência. Assim, compartilhando do mesmo sentimento de repúdio, como forma de efetivo apoio e sentimento de solidariedade, esperamos que a presente seja compartilhada com todos os gestores da Secretaria da Receita Federal do Brasil, de modo que haja uma mudança radical quanto à valorização e reconhecimento dos servidores redistribuídos da extinta Secretaria da Receita Previdenciária. ASPLAF DIRETORIA EXECUTIVA 7 de 7

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