A ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PAULISTAS DA EXTINTA SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA ASPLAF, vem, pelo presente instrumento, apresentar

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PAULISTAS DA EXTINTA SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA ASPLAF, vem, pelo presente instrumento, apresentar"

Transcrição

1 ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PAULISTAS DA EXTINTA SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA Rua Francisco Glicério, º and.- conjunto 31 Centro, Campinas-SP. F: (19) CNPJ / A ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES PAULISTAS DA EXTINTA SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA ASPLAF, vem, pelo presente instrumento, apresentar NOTA DE REPÚDIO à famigerada NOTA COSIT-E Nº 94, de 31 de março de 2015 (posteriormente alterada pela Nota Cosit-E 108/2015), perpetrada pelo Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil Leonardo de Paula da Cunha e subscrita pelos Auditores-Fiscais Eduardo Gabriel de Góes V. F. Fogaça e Mirza Mendes Reis, destinada ao Gabinete da Secretaria da Receita Federal do Brasil e por ela acatada como entendimento oficial do órgão, conforme o exposto a seguir: A nota foi expedida em razão da incorporação de artigos ao Projeto de Lei 1/15 à Medida Provisória nº 660/2014, que visavam alterar a lei /02 e o regulamento aduaneiro. Mais especificamente, a nota se ateve à análise dos artigos 9, 10, 11 e 12, os quais foram incluídos ao projeto por meio de emendas parlamentares, isto é, seguindo e respeitando os devidos trâmites legais e as instituições democráticas. Os referidos artigos tinham por objeto alterações específicas nas atribuições dos diversos cargos que compõem a Secretaria da Receita Federal do Brasil. Os artigos 9, 10 e 11 compartilhavam atribuições entre os cargos de Auditor-Fiscal e Analista-Tributário. Já o artigo 12, o qual afeta diretamente os integrantes desta Associação, tratava de concluir a reestruturação dos cargos redistribuídos da extinta Secretaria da Receita Previdenciária para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, órgão este criado com a fusão da extinta Receita Previdenciária com a antiga Receita Federal. Avocando competência alheia às que lhe dizem respeito, a Cosit emitiu a nota com um, em tese, parecer jurídico, sustentando supostas irregularidades no Projeto de Lei, como por exemplo, inconstitucionalidade no trâmite legislativo, vício de iniciativa e violação ao princípio do concurso público, passando a apresentar uma série de meias verdades e mentiras inteiras. Portanto, destaca-se as arbitrariedades formais, isto é, abuso de poder e desvio de finalidade, haja vista que a competência da Coordenação-Geral de Tributação Cosit é restrita às matérias próprias da legislação tributária, conforme previsão expressa do Regimento Interno da Secretaria Da Receita Federal do Brasil, senão vejamos: Portaria MF nº 203, de 14 de maio de de 7

2 Art. 82. À Coordenação-Geral de Tributação Cosit compete: (Redação dada pelo(a) Portaria MF nº 512, de 02 de outubro de 2013) I gerenciar a elaboração, o aperfeiçoamento, a regulamentação, a consolidação, a simplificação e a disseminação da legislação tributária; II gerenciar, em colaboração com a Suari, a elaboração, o aperfeiçoamento, a regulamentação, a consolidação, a simplificação e a disseminação da legislação aduaneira e correlata; III analisar projetos de emenda à Constituição, projetos de lei e medidas provisórias, em todas as fases do processo legislativo, bem como minutas de decretos e outros atos complementares de iniciativa de órgãos do Poder Executivo, sem prejuízo da realização de idênticas atividades pelas demais Subsecretarias no que diz respeito às matérias de suas competências; IV analisar as proposições e estudos de natureza tributária, aduaneira e correlata apresentados por entidades governamentais, sociais e empresariais, sem prejuízo da realização de idênticas atividades pelas demais Subsecretarias no que diz respeito às matérias de suas competências; e V manifestar-se sobre proposta de atribuição de efeito vinculante à súmula Não há dúvidas de que a competência da Coordenação é restrita às matérias de legislação tributária, o que evidentemente não fora respeitado pela Nota Cosit-E nº 94, pois cuidou exclusivamente de questões próprias dos servidores públicos, como transformação e atribuições de cargos. Assim, fora perpetrado público e notório apoio ao pleito das entidades representativas dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, em total afronta aos limites legais, ou seja, com a utilização de instituições e recursos públicos para manifestar parecer jurídico avesso às competências da Coordenação Geral de Tributação. Nesse sentido, devemos ressaltar o contexto em que a famigerada Nota-Cosit fora premeditada, conforme conhecimento público e notório, inclusive com ampla divulgação em todos os sites das entidades representativas dos Auditores-Fiscais da Receita Federal, dentre os quais destacase a confissão disponível no site do SINDIFISCO NACIONAL: O presidente do Sindifisco Nacional, Cláudio Damasceno, se reuniu com secretário da Receita Federal do Brasil, Auditor-Fiscal Jorge Rachid, na tarde de segunda-feira (23/3), para levar a indignação da Classe com a trama que está em curso dentro do Congresso Nacional através da MP 660/14, cujas emendas 40 e 41, de autoria do ex-deputado Amauri Teixeira, preveem o compartilhamento de atribuições dos Auditores-Fiscais com cargo auxiliar do órgão. O objetivo da reunião foi debater com a Administração a necessidade de uma posição firme e avessa à redação das emendas. Ademais, evidenciou total desconhecimento quanto às atividades funcionais desempenhadas pelos servidores. E, por fim, a nota encerrou juízo de valor pessoal e degradante aos ocupantes de demais cargos coexistentes no órgão, como, por exemplo, na afirmativa que demais servidores da Receita Federal seriam menos capacitados que os auditores. Francamente! Lamentável! Inapropriado! Inadmissível! Insuportável! Assim, além de aviltante, a nota, cujo conteúdo não nos furtaremos de rebater, 2 de 7

3 caracteriza verdadeira desonestidade intelectual. Contudo, manteremos elevado nível de discussão e integridade de caráter, afinal, este é um atributo humano que quando se perde não se recupera e quando se degenera não se regenera. Vejamos. A nota é flagrante ao desvirtuar as atribuições e competências dos cargos redistribuídos da extinta Secretaria da Receita Previdenciária, sendo notório o intuito de prejudicar o reconhecido e merecido pleito dos servidores redistribuídos, haja vista várias inverdades afirmadas na referida nota, das quais destacam-se: 5.3 Ressalte-se, preliminarmente, que o artigo contém inconstitucionalidade formal por vício de iniciativa. A emenda trata de competências de servidores públicos da União, matéria que está intrinsecamente ligada ao regime jurídico dos referidos servidores, o que desrespeita a alínea c do inciso II do 1º do art. 61 da Constituição Federal de 1988, o qual dispõe, verbis: Art. 61. A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados, do Senado Federal ou do Congresso Nacional, ao Presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal, aos Tribunais Superiores, ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos, na forma e nos casos previstos nesta Constituição. 1º São de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que: II disponham sobre: ( ) c) servidores públicos da União e Territórios, seu regime jurídico, provimento de cargos, estabilidade e aposentadoria; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998 (Grifou-se) 8.6 Ocorre que as atribuições dos referidos cargos da Carreira do Seguro Social são diversas às afetas à Carreira de Auditoria da RFB, inclusive é vedado a tais cargos o exercício das competências privativas da Carreira da RFB, como se demonstrará adiante. (grifo nosso) Ademais, a Lei nº , de 2 de fevereiro de 2009, complementou o dispositivo previsto no citado art. 12 da Lei nº , de 2007, transpondo os cargos em referência para o Plano Especial de Cargos do Ministério da Fazenda (PECFAZ), nos termos de seu art. 256-A. Portanto, evidentemente induz à equivocada interpretação de que as atribuições dos cargos redistribuídos resumem-se àquelas de atividade-meio de órgão, como se fossem distantes das atribuições próprias dos demais cargos da carreira de auditoria, especialmente o cargo de Analista-Tributário. Contudo, apesar de terem sido erroneamente apresentados como se fossem fundamentos contrários à proposta de transformação dos cargos redistribuídos para o cargo de Analista-Tributário, a verdade é que os parágrafos 8.14 e 8.15 realmente corroboram a necessária transformação. Senão vejamos: 3 de 7

4 8.14 Os servidores redistribuídos para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, por força da Lei nº , de 2007, devem exercer atribuições correlatas com aquelas próprias de seus cargos, quando lotados na extinta Secretaria da Receita Previdenciária Convém salientar, por oportuno, que o art. 37, inciso III, da Lei nº 8.112, de 1990, prevê que um dos preceitos para a redistribuição é a manutenção da essência das atribuições do cargo. Pois, em que pese a dolosa omissão da nota sobre o exato alcance das atribuições dos cargos redistribuídos, é importante destacar que as atribuições de suporte e apoio técnico às atividades de competência do INSS, ANTES DA REDISTRIBUIÇÃO, significavam suporte e apoio técnico às atividades de arrecadar, fiscalizar, lançar e normatizar o recolhimento das contribuições sociais, conforme atribuições que originalmente pertenciam ao INSS. Nesse sentido, vide o texto da Lei /2005: Art. 1º Ao Ministério da Previdência Social compete arrecadar, fiscalizar, lançar e normatizar o recolhimento, em nome do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, das contribuições sociais previstas nas alíneas a, b e c do parágrafo único do art. 11 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, e das contribuições instituídas a título de substituição, bem como as demais atribuições correlatas e consequentes, inclusive as relativas ao contencioso administrativo fiscal, conforme disposto em regulamento. (Vide Medida Provisória nº 258, de 2005) (Vide Medida Provisória nº 359, de 2007) (Revogado pela Lei nº , de 2007) Assim, é fácil notar que as atribuições de suporte e apoio às atividades de arrecadação, fiscalização, lançamento e normatização das contribuições sociais são de NATUREZA TÉCNICA, isto é, ofício especializado com capacitação própria da atividade-fim do órgão, e não atividade-meio como erroneamente sugerido. Afinal, alguém pode concordar que gerar parcelamento, emitir/cancelar certidões, encerrar estabelecimentos, regularizar obra, ajustar GPS/DARF, regularizar CPF, exercer chefia de CAC, integrar Grupos de Trabalho para elaboração de normas técnicas e demais atividades correlatas são diversas às afetas à Carreira de Auditoria? Evidente que não! Talvez, o equívoco se dê pelos conceitos serem determinados em razão do cargo e não da atividade. Quando a atividade é realizada por alguém ocupante de cargo da carreira de auditoria, então é atividade-fim. Se for realizada por ocupante de cargos redistribuídos, então se trata de uma atividade-meio. Francamente! Devemos lembrar o óbvio: os cargos foram redistribuídos justamente para fins de acompanhar as atribuições da extinta Secretaria da Receita Previdenciária que migraram para o novo órgão resultante da fusão dos fiscos. Quanto ao suposto vício de iniciativa, a famigerada nota atenta contra a honestidade intelectual ao afirmar que os artigos cuidavam das competências dos servidores públicos e que por isso intrinsecamente ligado ao regime jurídico dos servidores, ou seja, matéria de iniciativa privada do presidente da república. 4 de 7

5 Verdadeiro equívoco! As matérias cuidavam das atribuições e competências dos cargos públicos e, mais especificamente, o artigo 12 tratava da transformação de cargo público, contudo, sem nenhuma influência no regime jurídico dos servidores, haja vista que todos continuariam igualmente regidos pela Lei E mais, conforme o texto constitucional (art. 61, 1º, 'c'), a lei que disponha sobre transformação de cargo público não é matéria privativa do Presidente da República, mas apenas aquelas que disponham sobre: servidores, regime jurídico, provimento de cargo, estabilidade e aposentadoria. Aliás, o texto constitucional é expressamente no sentido oposto daquilo que erroneamente fora afirmado na Nota-Cosit, senão vejamos: Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre: X criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas, observado o que estabelece o art. 84, VI, b Portanto, assevera-se que a transformação de cargos públicos é instituto previsto expressamente na constituição e não implica provimento de cargo público, sendo que a alegação de suposta violação ao princípio do concurso público trata-se de verdadeiro engodo. Pois, de fato, provimento é o preenchimento de cargo público, isto é, quando um cargo público passa a ser ocupado por um servidor público, o que realmente não ocorre com a simples alteração das atribuições e/ou nomenclatura. Assim, quando da criação da Secretaria da Receita Federal do Brasil, ninguém havia prestado concurso para os cargos de Analista-Tributário e Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil, mas houve sim transformação dos cargos de Auditores-Fiscais da antiga estrutura dos fiscos, bem como transformação dos cargos Técnicos da antiga Receita Federal. provimento: Nem mesmo a lei apresenta a transformação de cargo público como forma de Art. 8º São formas de provimento de cargo público: I nomeação; II promoção; III ascensão; IV transferência; V readaptação; VI reversão; VII aproveitamento; VIII reintegração; IX recondução Nem mesmo a alteração de nível médio para nível superior pode ser entendido como burla do princípio do concurso público, afinal, como visto, um cargo pode e deve ser transformado ao longo da vida administrativa. Como se sabe, a transformação de cargos públicos se dá em razão da evolução histórica de algumas profissões e de realidades sociais, pois, do contrário ficariam obsoletos na forma em que eles se encontravam: sua designação, suas atribuições e seus requisitos para ingresso. 5 de 7

6 Neste compasso, a Administração Pública precisa manejar soluções para atender à nova demanda apresentada com a unificação dos fiscos, adequando seu quadro funcional aos novos ditames jurídicos. Contudo, a autonomia administrativa e legislativa da Administração Pública possui limites constitucionais, que devem ser obedecidos rigorosamente, dos quais se destacam a supremacia do interesse público e o princípio da legalidade. Assim, devemos repisar os textos dos parágrafos 8.14 e 8.15: 8.14 Os servidores redistribuídos para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, por força da Lei nº , de 2007, devem exercer atribuições correlatas com aquelas próprias de seus cargos, quando lotados na extinta Secretaria da Receita Previdenciária Convém salientar, por oportuno, que o art. 37, inciso III, da Lei nº 8.112, de 1990, prevê que um dos preceitos para a redistribuição é a manutenção da essência das atribuições do cargo. A essência do cargo público está nas atribuições a serem desempenhadas, as quais permitem modificações, inclusive para adequação à evolução social e às novas necessidades, contudo sem alterar o que se pode chamar de núcleo duro, de modo a desfigurá-lo. No caso concreto, também devemos ressaltar o inciso XXII do artigo 37 da Constituição Federal, que determina que a administração tributária deva ser exercida por servidores de carreira específica. XXII as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, atividades essenciais ao funcionamento do Estado, exercidas por servidores de carreiras específicas, terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, na forma da lei ou convênio. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de ) Mais uma vez o texto constitucional corrobora o pleito dos servidores redistribuídos, sendo impossível admitir que os cargos redistribuídos da extinta Secretaria da Receita Previdenciária, com atribuições técnicas próprias da atividade-fim do órgão, não sejam incluídos na única carreira existente dentro do Quadro de Pessoas da Receita Federal, qual seja, Carreira de Auditoria Fiscal, especialmente com a transformação para o cargo de Analista- Tributário, conforme notória simetria entre as atribuições dos cargos originários (Técnico da Receita Federal do Brasil) Portanto, evidente que não caracteriza burla ao concurso público o fato de um cargo público, originalmente de nível médio, ao longo de suas atividades administrativas sofrer uma evolução natural de acordo com o interesse público e começar a desenvolver atividades de maior complexidade, a ponto de ser necessário exigir nível superior para que os novos servidores recém-contratados consigam aprender e desempenhar exatamente as mesmas atribuições. Pelo contrário, ao longo da vida funcional é natural que as atribuições dos cargos se tornem mais complexas justamente em cumprimento ao princípio da eficiência, pelo qual a administração pública deve manter um constante processo de evolução e aperfeiçoamento dos serviços prestados. 6 de 7

7 No entanto, se apenas os Técnicos da antiga Receita Federal tiveram os seus cargos transformados para Analista-Tributário, fica flagrante a afronta corporativista em prejuízo dos Técnicos e Analistas redistribuídos. Assim, devemos ressaltar aquilo que maldosamente fora omitido, isto é, informações concretas e objetivas sobre quanto a Secretaria da Receita Federal do Brasil já investiu e ainda investe em treinamentos para capacitar os servidores redistribuídos para desempenhar as mesmas funções que os analistas tributários e vice-versa. Senão vejamos notícias publicadas pela própria RFB: 1. Treinamento para servidores da SRP e SRF na área de atendimento Boletim da Transição nº 26, de 11/04/2007; 2. 9ª RF: DRF realização do repasse local do TREINAMENTO de ATENDIMENTO AO CONTRIBUINTE INTEGRAÇÃO RFB - Joaçaba/SC; 3. 1ª RF: Servidores da DRF Palmas/TO recebem treinamento em legislação previdenciária Brasília, 03 de setembro de 2007; 4. 8ªRF DRF em S.J.Rio Preto Capacitação de 60 servidores tema: GFIP (legislação e operacionalização) - Brasília, 19 de setembro de 2007; 5. 4ª RF: DRF Natal realiza capacitação integrada para servidores do atendimento e ARFs Brasília, 18 de setembro de A Delegacia de Natal, em continuidade ao processo de fusão, está promovendo a integração dos servidores lotados no CAC e nas Agências através de vários treinamentos para os servidores oriundos de ambas as casas. Os cursos visam, além da melhoria no atendimento, permitir que os servidores possam atender todos os serviços demandados pelos contribuintes. Com isso, também deve-se rechaçar a odiosa falácia sobre a transposição dos cargos redistribuídos para o Plano Especial de Cargos do Ministério da Fazenda (PECFAZ), nos termos de seu art. 256-A, haja vista que o referido plano de cargos não traduz carreira específica, o que contraria a exigência da Constituição Federal. Aliás, famigerada nota simplesmente omitiu a informação de que já houve sentença de mérito confirmatória da liminar que afastou o PECFAZ para os cargos redistribuídos. O descompasso da realidade e o disparate das ofensas gratuitas e desesperadas causou verdadeiro espanto para os gestores que efetivamente trabalham mais próximos da atividadefim do órgão e por isso conhecem a realidade que certamente é desconhecida pelos demais Auditores-Fiscais que trabalham lotados nos distantes gabinetes de Brasília. Portanto, com uma série de meias verdades e mentiras inteiras é que a odiosa Nota Cosit-E nº 94 perpetrou ato extremamente ofensivo e desrespeitoso, atentando contra a dignidade dos valorosos servidores redistribuídos da Extinta Secretaria da Receita Previdenciária, motivo pelo qual repudiamos com veemência. Assim, compartilhando do mesmo sentimento de repúdio, como forma de efetivo apoio e sentimento de solidariedade, esperamos que a presente seja compartilhada com todos os gestores da Secretaria da Receita Federal do Brasil, de modo que haja uma mudança radical quanto à valorização e reconhecimento dos servidores redistribuídos da extinta Secretaria da Receita Previdenciária. ASPLAF DIRETORIA EXECUTIVA 7 de 7

Subseção I Disposição Geral

Subseção I Disposição Geral Subseção I Disposição Geral Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de: I - emendas à Constituição; II - leis complementares; III - leis ordinárias; IV - leis delegadas; V - medidas provisórias;

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação. Art. 111. Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre:

Coordenação-Geral de Tributação. Art. 111. Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre: Fl. 27 Fls. 16 15 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 18 - Data 30 de julho de 2014 Origem DRF/DIVINOPÓLIS Assunto: Processo Administrativo Fiscal Ementa: Com base no art. 39

Leia mais

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Fls. 1 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Solução de Consulta Interna nº 1 Data 15 de junho de 2012 Origem DIFIS/SRRF01 (e processo nº 10166.725012/2012 53) Assunto: Contribuições

Leia mais

COMUNICADO LEGISLATIVO Nº 1/2013. Projetos de Lei e Trâmites 1ª quinzena de novembro/2013

COMUNICADO LEGISLATIVO Nº 1/2013. Projetos de Lei e Trâmites 1ª quinzena de novembro/2013 Matérias na Câmara PEC 185/2012 Acrescenta parágrafos ao art. 37 da Constituição Federal para estabelecer data certa para a revisão geral anual da remuneração dos servidores públicos e dá outras providências.

Leia mais

Objetivo das definições: conferir contornos à RFB, definindo o papel do órgão e a sua inserção na Administração Pública Federal.

Objetivo das definições: conferir contornos à RFB, definindo o papel do órgão e a sua inserção na Administração Pública Federal. LEI ORGÂNICA DA RFB Definição: Trata-se de projeto de lei com a finalidade de regulamentar o disposto no art. 50 da Lei nº 11.457, que criou a Receita Federal do Brasil, englobando as atividades da extinta

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social 1.4.7.3. Contribuições do art.195 CF Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social (previdência, saúde e assistência social), espécies de contribuições sociais, como

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS. CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX OUTROS Orientador Empresarial CAC-Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da SRF - e-cac INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF nº 580/2005

Leia mais

AS CARREIRAS DE ESTADO

AS CARREIRAS DE ESTADO AS CARREIRAS DE ESTADO Ultimamente, muito se tem falado sobre as Carreiras Típicas de Estado. Mas o que vem a ser exatamente uma Carreira Típica de Estado? Imaginemos um modelo mínimo de administração

Leia mais

Prezadas Senadoras, Prezados Senadores,

Prezadas Senadoras, Prezados Senadores, Carta 035/ 2015 Brasília, 12 de maio de 2015 Carta Aberta da Undime às Senadoras e aos Senadores integrantes da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal referente ao PLS 532/ 2009

Leia mais

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175 CONSTITUIÇÃO FEDERAL 88 DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.127 a art.130- A Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 368, de 2012, da Senadora Ana Amélia, que altera a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, para dispor

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fl. 35 Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 26 - Data 14 de novembro de 2014 Origem DELEGACIA ESPECIAL DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS EM SÃO PAULO ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE

Leia mais

PROVIMENTO Nº 34. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA em substituição, no uso de suas atribuições legais e constitucionais;

PROVIMENTO Nº 34. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA em substituição, no uso de suas atribuições legais e constitucionais; PROVIMENTO Nº 34 Disciplina a manutenção e escrituração de Livro Diário Auxiliar pelos titulares de delegações e pelos responsáveis interinamente por delegações vagas do serviço extrajudicial de notas

Leia mais

PARECER N, DE 2009. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO

PARECER N, DE 2009. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO PARECER N, DE 2009 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em decisão terminativa, sobre o PLS n 260, de 2003, de autoria do Senador Arthur Virgílio, que altera art. 13 da Lei nº 8.620, de 5

Leia mais

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA A 1 CNPJ 04.214.41910001-05 DECRETO N 3.091, DE 05 DE JANEIRO DE 2014. "Dispõe sobre a estrutura organizacional da Procuradoria Geral do Município ". O PREFEITO MUNICIPAL DE LUIS EDUARDO MAGALHÃES,, no

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Breves considerações tributárias quanto a atividade de empresário (antiga firma individual) na atividade de representação comercial Juliano César Borges de Vito* Um dos fatores preponderantes

Leia mais

Ministério Público de Contas do Estado de Rondônia Procuradoria-Geral de Contas

Ministério Público de Contas do Estado de Rondônia Procuradoria-Geral de Contas NOTIFICAÇÃO RECOMENDATÓRIA Nº 22/2012/PGMPC O MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA, por meio da, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, em especial as constantes no art. 129

Leia mais

A Carreira de Fiscal Tributário Municipal

A Carreira de Fiscal Tributário Municipal A Carreira de Fiscal Tributário Municipal Levando em conta o fato de que os Municípios receberam da Constituição Federal competência para instituir tributos, recebeu, em concomitância, o direito de criar

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 143 - Data 2 de junho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS ISENÇÃO. CERTIFICAÇÃO DA ENTIDADE

Leia mais

Direito Tributário Toque 1 Competência Tributária (1)

Direito Tributário Toque 1 Competência Tributária (1) É com grande satisfação que inicio minha jornada no site da Editora Ferreira. Neste espaço, iremos abordar o Direito Tributário com um único objetivo: obter, nesta disciplina, uma ótima pontuação em qualquer

Leia mais

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos

Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Remuneração de Dirigentes de Entidades Sem Fins Lucrativos Tomáz de Aquino Resende Promotor de Justiça. Coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Tutela de Fundações de Minas Gerais.

Leia mais

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta:

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N o, DE 2005 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a desburocratização dos processos de constituição, funcionamento e baixa das microempresas e empresas de pequeno porte, nos

Leia mais

PROVA DE NOÇÕES DE DIREITO

PROVA DE NOÇÕES DE DIREITO 12 PROVA DE NOÇÕES DE DIREITO QUESTÃO 41 NÃO está correta a seguinte definição: a) DIREITO POSITIVO: o ordenamento ideal, correspondente a uma justiça superior e intrinsecamente boa e legítima. b) DIREITO

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº Dispõe sobre a criação do Conselho de Ética Pública e estabelece medidas de transparência e controle de atos de agentes políticos, dirigentes, empregados e servidores públicos.

Leia mais

Diretrizes e Procedimentos de Auditoria do TCE-RS RESOLUÇÃO N. 987/2013

Diretrizes e Procedimentos de Auditoria do TCE-RS RESOLUÇÃO N. 987/2013 Diretrizes e Procedimentos de Auditoria do TCE-RS RESOLUÇÃO N. 987/2013 Dispõe sobre as diretrizes e os procedimentos de auditoria a serem adotados pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul,

Leia mais

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PORTARIA N.º 3 DE 22 /11 /2005 Dispõe sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 398, de 2012, do Senador Pedro Taques, que

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

Excelentíssimo Senhor Presidente da República, EM Interministerial nº 113/2006 - MF/MEC Brasília, 11 de outubro de 2006. Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Temos a honra de submeter à apreciação de Vossa Excelência o presente Projeto de

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 242 - Data 12 de setembro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF Assunto: Normas Gerais de Direito Tributário ISENÇÃO. ANALOGIA INAPLICABILIDADE.

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Direito tributário

Maratona Fiscal ISS Direito tributário Maratona Fiscal ISS Direito tributário 1. São tributos de competência municipal: (A) imposto sobre a transmissão causa mortis de bens imóveis, imposto sobre a prestação de serviço de comunicação e imposto

Leia mais

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011.

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Nota Técnica n 01/2011 Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Obrigatoriedade. 1. No dia 03.05.2011 o

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 24 23 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 228 - Data 21 de agosto de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS CPRB. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015.

LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. LEI MUNICIPAL Nº 1191/2015, de 28-04-2015. DISPÕE SOBRE O SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DO MUNICÍPIO DE MORMAÇO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUÍS CARLOS MACHADO PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio

Leia mais

RESPOSTA A QUESTÃO DE ORDEM SOBRE A INCLUSÃO DE MATÉRIA ESTRANHA À MEDIDA PROVISÓRIA EM PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO ENVIADO À APRECIAÇÃO DO SENADO

RESPOSTA A QUESTÃO DE ORDEM SOBRE A INCLUSÃO DE MATÉRIA ESTRANHA À MEDIDA PROVISÓRIA EM PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO ENVIADO À APRECIAÇÃO DO SENADO RESPOSTA A QUESTÃO DE ORDEM SOBRE A INCLUSÃO DE MATÉRIA ESTRANHA À MEDIDA PROVISÓRIA EM PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO ENVIADO À APRECIAÇÃO DO SENADO Em resposta à questão de ordem apresentada pelo Senador

Leia mais

Referido dispositivo é aplicado aos servidores públicos por força de previsão expressa do artigo 39, parágrafo 3º, o qual dispõe o seguinte:

Referido dispositivo é aplicado aos servidores públicos por força de previsão expressa do artigo 39, parágrafo 3º, o qual dispõe o seguinte: 1. Da legislação que prevê o direito às férias - previsão constitucional e infraconstitucional Preconiza o artigo 7º da Constituição Federal que o trabalhador possui direito a férias anuais, com um adicional

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 16/2014

NOTA TÉCNICA Nº 16/2014 NOTA TÉCNICA Nº 16/2014 Brasília, 11 de Julho de 2014. ÁREA: Finanças TÍTULO: Adesão do Imposto Territorial Rural. REFERÊNCIA(S): Portal Receita Federal do Brasil (RFB) Lei nº 11.250, de 27 de dezembro

Leia mais

PARECER Nº, DE 2009. RELATOR: Senador César Borges

PARECER Nº, DE 2009. RELATOR: Senador César Borges PARECER Nº, DE 2009 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em decisão terminativa, ao Projeto de Lei da Câmara nº 281, de 2009 (Projeto de Lei nº 5.245, de 2009, na origem), do Presidente da

Leia mais

Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania

Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania PROJETO DE LEI N o 6.332, DE 2005 Dá nova redação aos arts. 20 e 123 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, que dispõe sobre o Sistema Nacional

Leia mais

NOTA RESUMO SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE INSCRIÇÃO NO CNPJ DA SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO- SCP

NOTA RESUMO SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE INSCRIÇÃO NO CNPJ DA SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO- SCP NOTA RESUMO SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE INSCRIÇÃO NO CNPJ DA SOCIEDADE EM CONTA DE PARTICIPAÇÃO- SCP I INTRODUÇÃO 1. A Sociedade em Conta de Participação-SCP é um tipo societário existente há muitos anos,

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 22 - Data 21 de janeiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS CPRB. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera a Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios; autoriza a prorrogação de contratos temporários firmados com fundamento no art.

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DO EMPREGADO A LUZ DAS NORMAS DO REGIMENTO GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS

CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DO EMPREGADO A LUZ DAS NORMAS DO REGIMENTO GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS DO EMPREGADO A LUZ DAS NORMAS DO REGIMENTO GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RGPS Ricardo Benevenuti Santolini 1 Resumo: A norma jurídica possui como princípio basilar regulamentar a conduta

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA LEI Nº 2.054, DE 29 DE OUTUBRO DE 2015 (D.O.M. 29.10.2015 N. 3.763 Ano XVI) DISPÕE sobre a estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno Semef,

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. (Do Deputado Robério Negreiros) ~1.. ::J ".,,.",

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. (Do Deputado Robério Negreiros) ~1.. ::J .,,., CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL EMENDA N 1 /2015 (MODIFICATIVA) (Do Deputado Robério Negreiros) Ao Projeto de Lei no 145 de 2015 que "Dispõe sobre a publicação mensal, em diário oficial e outros

Leia mais

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO CONSULTORIA JURÍDICA DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO CONSULTORIA JURÍDICA DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO PARECER/MP/CONJUR/SMM/Nº 1653-3.5 / 2009 PROCESSO Nº: 03080.002850/2009-34 EMENTA: CONSULTA FORMULADA PELA SECRETARIA DE GESTÃO DESTE MINISTÉRIO ACERCA DA INTERPRETAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES CONTIDAS NO ARTIGO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL GABINETE DO GOVERNADOR PARECER Nº 14.072

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL GABINETE DO GOVERNADOR PARECER Nº 14.072 GABINETE DO GOVERNADOR PARECER Nº 14.072 Licenciatura curta. Pós-graduação lato sensu. Validade. Alteração de nível. Possibilidade. O Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Educação encaminha

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal RECURSO EXTRAORDINÁRIO 827.424 ALAGOAS RELATOR RECTE.(S) ADV.(A/S) RECDO.(A/S) PROC.(A/S)(ES) : MIN. LUIZ FUX : CARLO COELHO TAGLIALEGNA E OUTRO(A/S) :MARCOS ANTÔNIO DE ABREU :UNIÃO :ADVOGADO-GERAL DA

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

RACIONALIZAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE CARGOS (VIABILIDADE JURÍDICA) FASUBRA, 10 de junho de 2010 QUADRO ATUAL Cargos com atribuições desatualizadas; Cargos com denominações distintas para atribuições iguais

Leia mais

AVERBAÇÃO Salvador, Agosto/2010 1

AVERBAÇÃO Salvador, Agosto/2010 1 AVERBAÇÃO Salvador, Agosto/2010 1 I) AVERBAÇÃO. CONCEITO E NOÇÕES INTRODUTÓRIAS. Conceito: É o registro, nos assentamentos do servidor, de determinado tempo de serviço/contribuição. Noções genéricas, que

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 152 - Data 17 de junho de 2015 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA.

Leia mais

Certificado de Origem

Certificado de Origem Mercadores Certificado de Origem Coletânea (Versão Histórica) Versão 2.00 - Maio de 2010 Atualizada até: Instrução Normativa RFB nº 777, de 19 de outubro de 2007 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com www.mercadores.com.br

Leia mais

PIS/COFINS E NÃO-CUMULATIVIDADE: ABRANGÊNCIA DO TERMO INSUMOS E A POSSIBILIDADE DE CREDITAMENTO:

PIS/COFINS E NÃO-CUMULATIVIDADE: ABRANGÊNCIA DO TERMO INSUMOS E A POSSIBILIDADE DE CREDITAMENTO: PIS/COFINS E NÃO-CUMULATIVIDADE: ABRANGÊNCIA DO TERMO INSUMOS E A POSSIBILIDADE DE CREDITAMENTO: O PIS e a COFINS são contribuições sociais, cujo fato gerador é a obtenção de faturamento pela pessoa jurídica.

Leia mais

ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO

ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO ENTIDADE DE EDUCAÇÃO SEM FINALIDADE LUCRATIVA ISENÇÃO DA COFINS SOBRE RECEITAS PRÓPRIAS E RECOLHIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO DO PIS/PASEP MEDIANTE ALÍQUOTA DE 1% (UM POR CENTO) INCIDENTE SOBRE A FOLHA DE SALÁRIO

Leia mais

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013.

LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. LEI N. 1397/2013, de 03 de dezembro de 2013. REESTRUTURA O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO, O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE FAZENDA VILANOVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PEDRO ANTONIO DORNELLES, PREFEITO

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 18 17 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 137 - Data 2 de junho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS BASE DE CÁLCULO. FÉRIAS. INCIDÊNCIA.

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 30 - Data 29 de janeiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS - IPI IMPORTAÇÃO POR CONTA

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 27 26 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 35 - Data 3 de fevereiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS Reclamatória - Justiça Estadual

Leia mais

0emâe>6Ín& ;^- racámtfstfrúíe-jfcis6táijp&

0emâe>6Ín& ;^- racámtfstfrúíe-jfcis6táijp& r. 0emâe>6Ín& ;^- racámtfstfrúíe-jfcis6táijp& NOTA TÉCNICA N 15/2013 Assunto: Projeto de Lei n 02, de 2013-CN (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2014). O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE

Leia mais

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 O Plenário do Conselho de Previdência Social em sua 6ª Reunião Ordinária, realizada em 02/03/2005,

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO QUE PROMOVE A CÂMARA DE NEGOCIAÇÃO DEDESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

GRUPO DE TRABALHO QUE PROMOVE A CÂMARA DE NEGOCIAÇÃO DEDESENVOLVIMENTO ECONÔMICO GRUPO DE TRABALHO QUE PROMOVE A CÂMARA DE NEGOCIAÇÃO DEDESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL DESTINADA A DISCUTIR PROPOSTAS QUE INTERESSAM À CLASSE TRABALHADORA E AOS EMPRESÁRIOS EMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL

Leia mais

2.3 Solução de Consulta SRRF08/Disit nº 127, de 27 de abril de 2009:

2.3 Solução de Consulta SRRF08/Disit nº 127, de 27 de abril de 2009: ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL SIMPLES NACIONAL. MONITORAMENTO DE EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA. ENQUADRAMENTO. ANEXO IV. A atividade de monitoramento eletrônico de sistemas de segurança constitui serviço de vigilância.

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 31 30 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 191 - Data 27 de junho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: SIMPLES NACIONAL As gorjetas integram a Receita Bruta e não podem

Leia mais

ORIENTAÇÕES AO JUDICIÁRIO RELATIVAS À ARRECADAÇÃO DE RECEITAS DA UNIÃO

ORIENTAÇÕES AO JUDICIÁRIO RELATIVAS À ARRECADAÇÃO DE RECEITAS DA UNIÃO ORIENTAÇÕES AO JUDICIÁRIO RELATIVAS À ARRECADAÇÃO DE RECEITAS DA UNIÃO SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 2 1. Restituição ou retificação de recolhimentos efetuados por meio de Darf... 3 2. Restituição ou retificação

Leia mais

ADVOGADOS INGRESSO 2009. USP- Consultoria Jurídica amc

ADVOGADOS INGRESSO 2009. USP- Consultoria Jurídica amc ADVOGADOS INGRESSO 2009 USP- Consultoria Jurídica amc 1 RELAÇÕES DE TRABALHO NA UNIVERSIDADE 1 - Servidores Titulares de Cargos Efetivos DOCENTES a) Estatuto dos Funcionários Públicos P Estado de São Paulo

Leia mais

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

Direito Tributário. Aula 05. Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Direito Tributário Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos multimídia

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União DESPACHO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União DESPACHO Referência: 16853.000161/2013-25 Assunto: PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DESPACHO Recurso contra decisão proferida pelo Ministério da Fazenda - MF ao pedido de acesso à informação apresentado via e-sic pelo

Leia mais

Decreto nº 7.568, de 16 de setembro de 2011

Decreto nº 7.568, de 16 de setembro de 2011 Decreto nº 7.568, de 16 de setembro de 2011 Diário Oficial da União nº 180, de 19 de setembro de 2011 (segunda-feira) Seção 1 Págs. 3 / 4 Atos do Poder Executivo DECRETO Nº 7.568, DE 16 DE SETEMBRO DE

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO Art. 1º A Diretoria Executiva, subordinada ao Presidente da Fundação, é responsável pelas atividades

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 168 - Data 22 de junho de 2015 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS EFD-CONTRIBUIÇÕES. PESSOAS JURÍDICAS IMUNES E

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 7.645, DE 2014. Altera o art. 18 do Decreto-Lei nº 667, de 2 de julho de 1969, que extingue a pena de prisão disciplinar para as polícias

Leia mais

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria

I sob o enfoque contábil: Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Modelo de Projeto de Lei de Controle Interno Controladoria e Auditoria Dispõe sobre a organização e a atuação do Sistema de Controle Interno no Município e dá outras providências. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA

PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA PROJETO DE LEI DA CUT PARA A REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NAS EMPRESAS PRIVADAS E DE ECONOMIA MISTA O texto que se segue foi elaborado pela CUT, por meio do GT Terceirização, coordenado pela Secretaria

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RPPS

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RPPS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE RPPS 1 - O que vem a ser regime próprio de previdência social (RPPS)? R: É o sistema de previdência, estabelecido no âmbito de cada ente federativo, que assegure, por lei, ao

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 77 - Data 28 de março de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS PLANO DE SAÚDE DISPONIBILIZADO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1ª Fica instituído o Regimento Interno da da Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF, em conformidade com o Decreto nº. 6.029 de 1º de fevereiro

Leia mais

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. Institui o Plano de Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS decreto e eu sanciono

Leia mais

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 259, de 2010 Complementar, que altera a Lei Complementar nº 126, de 15 de janeiro de 2007, que dispõe sobre a

Leia mais

Constituição Federal

Constituição Federal Constituição Federal CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1 CONSTITUIÇÃO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL - 1988 COM A INCORPORAÇÃO DA EMENDA 14 Capítulo III Da Educação, da Cultura e do Desporto Seção I Da Educação

Leia mais

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria

Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Estado do Rio de Janeiro Procuradoria EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA CNJ A ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL SEÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, serviço público independente, dotado de personalidade jurídica e

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Gestão Pública Departamento de Normas e Procedimentos Judiciais de Pessoal Coordenação-Geral de Aplicação das Normas NOTA TÉCNICA Nº 140/2014/CGNOR/DENOP/SEGEP/MP

Leia mais

O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DO MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA

O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DO MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA O REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DO MUNICÍPIO DE TAQUARITINGA 1. INTRODUÇÃO A previdência social no Brasil pode ser divida em dois grandes segmentos, a saber: Regime Geral de Previdência Social (RGPS):

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIATUBA, Estado de Goiás, APROVA e eu, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO a seguinte lei

A CÂMARA MUNICIPAL DE GOIATUBA, Estado de Goiás, APROVA e eu, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO a seguinte lei PROJETO DE LEI N 0 1.971/06, de 21 de novembro de 2006. Cria cargos que especifica, fixa quantitativos, atribuições, vencimentos e regime jurídico, adequando-a a Emenda Constitucional Federal nº 51/06

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011 Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011 Regulamenta as normas para o relacionamento entre a Universidade Federal do Amapá e as Fundações de Apoio prevista na Lei n 8.958, de 20 de dezembro

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 284 - Data 14 de outubro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS Membro de Conselho Tutelar

Leia mais

LEI Nº 12.546/2011 (MP 540/2011) ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - DESONERAÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO TI/TIC

LEI Nº 12.546/2011 (MP 540/2011) ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - DESONERAÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO TI/TIC LEI Nº 12.546/2011 (MP 540/2011) ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - DESONERAÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO TI/TIC 1 INTRODUÇÃO Em 15 de dezembro de 2011 a Presidente da República SANCIONOU a Lei nº 12.546/2011 (decorrente

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI COMPLEMENTAR Nº 127, DE 14 DE AGOSTO DE 2007 Mensagem de veto Altera a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006. O PRESIDENTE

Leia mais

ANO XXII - 2011-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2011 TRIBUTOS FEDERAIS SIMPLES NACIONAL

ANO XXII - 2011-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2011 TRIBUTOS FEDERAIS SIMPLES NACIONAL ANO XXII - 2011-3ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 16/2011 TRIBUTOS FEDERAIS REGIME DE TRIBUTAÇÃO UNIFICADA (RTU) - HABILITAÇÃO E CREDENCIAMENTO DE INTERVENIENTES - NORMAS GERAIS Introdução

Leia mais

I - Técnico de Apoio Fazendário e Financeiro, integrando a categoria funcional de Profissional de Apoio Operacional;

I - Técnico de Apoio Fazendário e Financeiro, integrando a categoria funcional de Profissional de Apoio Operacional; (*) Os textos contidos nesta base de dados têm caráter meramente informativo. Somente os publicados no Diário Oficial estão aptos à produção de efeitos legais. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL DECRETO Nº 10.609,

Leia mais

FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS

FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS FUNDO SECRETARIA MUNICIPAL DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS

Leia mais

Egrégio Supremo Tribunal Federal,

Egrégio Supremo Tribunal Federal, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N º 4214 REQUERENTE: Procurador-Geral da República REQUERIDOS: Governador e Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins RELATOR: Exmo. Senhor Ministro Menezes Direito

Leia mais

PARECER JURÍDICO Sistema de Registro De Preços

PARECER JURÍDICO Sistema de Registro De Preços PARECER JURÍDICO Sistema de Registro De Preços PARECER JURIDICO ATA DE REGISTRO DE PREÇOS, LEGALIDADE, CARONA, ADESÃO, VIGÊNCIA, VALIDADE, CONSEQUENCIAS JURÍDICAS. RELATÓRIO Trata-se o expediente os seguintes

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS O PREFEITO DE MANAUS LEI DELEGADA N 10, DE 31 DE JULHO DE 2013 (D.O.M. 31.07.2013 N. 3221 Ano XIV) DISPÕE sobre a estrutura organizacional da SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Estatuto Federal Lei n o 8.112/1990

Estatuto Federal Lei n o 8.112/1990 C a p í t u l o 5 Estatuto Federal Lei n o 8.112/1990 5.1. Cargos Públicos, Provimento e Vacância Questão 1. Questão 2. (Cespe/Analista/Anac/2009) A readaptação, a reversão e a recondução são formas de

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 38 - Data 2 de dezembro de 2013 Processo Interessado CNPJ/CPF Assunto: Contribuições Sociais Previdenciárias Ementa: CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA

Leia mais

NOTA JURÍDICA N.º 001/2006 Cuiabá/MT, 04 de abril de 2006.

NOTA JURÍDICA N.º 001/2006 Cuiabá/MT, 04 de abril de 2006. NOTA JURÍDICA N.º 001/2006 Cuiabá/MT, 04 de abril de 2006. A MÉDIA ARITMÉTICA SIMPLES E O CÁLCULO DOS PROVENTOS DE APOSENTADORIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS FACE A EMENDA CONSTITUCIONAL N.º 41, DE 2003 1.

Leia mais

II - Fontes do Direito Tributário

II - Fontes do Direito Tributário II - Fontes do Direito Tributário 1 Fontes do Direito Tributário 1 Conceito 2 - Classificação 3 - Fontes formais 3.1 - principais 3.2 complementares 4 Doutrina e jurisprudência 2 1 - Conceito As fontes

Leia mais

DECRETO LEI 509 DECRETO-LEI Nº 509, DE 20 DE MARÇO DE 1969.

DECRETO LEI 509 DECRETO-LEI Nº 509, DE 20 DE MARÇO DE 1969. DECRETO LEI 509 DECRETO-LEI Nº 509, DE 20 DE MARÇO DE 1969. Dispõe sobre a transformação do Departamento dos Correios e Telégrafos em empresa pública, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

PARECER SOBRE O ENQUADRAMENTO DAS EMPRESAS DE CONTROLE DE PRAGAS URBANAS NO ANEXO III OU IV DA LEI COMPLEMENTAR N. 123/2006

PARECER SOBRE O ENQUADRAMENTO DAS EMPRESAS DE CONTROLE DE PRAGAS URBANAS NO ANEXO III OU IV DA LEI COMPLEMENTAR N. 123/2006 PARECER SOBRE O ENQUADRAMENTO DAS EMPRESAS DE CONTROLE DE PRAGAS URBANAS NO ANEXO III OU IV DA LEI COMPLEMENTAR N. 123/2006 Apesar do quanto informado pela Receita Federal no link "Perguntas e Respostas",

Leia mais