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1 Os Irmãos Lumière 1 Irmãos Lumière Auguste ( ) Louis ( ) O Nascimento de uma nova Arte A 28 de Setembro de 1985, em Paris, o público esperava ansioso pela primeira exibição de um espectáculo que nunca havia sido visto antes. Tratava-se do cinematógrafo, uma sessão de imagens em movimento projectadas numa tela branca, através de uma máquina de madeira. Quem inventou o cinematógrafo? Ao longo da História, muitos artistas e cientistas inventaram objectos e máquinas para dar a ilusão de movimento. Mas ninguém teve tanto sucesso como os dois irmãos franceses, Auguste e Louis Lumière. Eles criaram uma máquina de projectar e organizaram sessões que maravilharam o público. O espanto era total a sala escura, a luz que vinha da misteriosa e mágica caixa de madeira colocada atrás das pessoas a magia das imagens a moverem-se perante os olhos das pessoas! O primeiro filme a ser exibido foi A Saída da Fábrica Lumière em Lyon. Os Lumière apresentaram dez filmes na sessão, que mostravam episódios da vida real. O sucesso espalhou-se pelo mundo, o cinematógrafo tornou-se a grande invenção do novo século!

2 Georges Méliès 2 Georges Méliès A Magia chega ao Cinema A assistir a uma das sessões dos irmãos Lumière estava alguém especial Em Paris, nos finais do século XIX, Georges Méliès fazia espectáculos de magia num velho teatro. Os seus truques fascinavam o público: mulheres que desapareciam misteriosamente, pessoas que mudavam subitamente de lugar, objectos que desapareciam e se transformavam noutros Sentado numa das cadeiras enquanto via os filmes dos Lumière, Méliès teve uma ideia que viria a mudar a sua vida: porque não utilizar uma câmara para mostrar toda essa magia ao público? Porque não fazer cinema, a invenção do novo século? Méliès nunca mais parou. Comprou uma câmara, construiu um estúdio em Paris e começou a filmar. Construía e pintava os cenários, escrevia os filmes e representava muitas vezes o papel principal! Ele inventou também os efeitos especiais. Agora era possível fazer todas aquelas coisas que mostrava nos números de magia, de uma forma ainda mais espectacular Que coisas mágicas viste nos filmes de Georges Méliès?

3 Imagina agora que vais numa expedição até à lua, como viste num dos filmes de Méliès. O que esperas encontrar lá? Cria a tua própria aventura!

4 O cinema de ficção 3 O Cinema de ficção / Filme biográfico O Cinema de Ficção em Imagem Real O filme Voando para Casa, filmado em imagem real, é uma história de ficção, ou seja, a narrativa e as personagens foram criados pelo argumentista e realizador. As personagens são interpretadas por atores e atrizes. Voando Para Casa Caroll Ballard, EUA, Sinopse Quando Amy, de 13 anos, salva um ninho de ovos de ganso e guarda-os numa gaveta até chocarem, não imaginava a aventura que iria viver. Após o crescimento dos gansos, ela precisa levá-los até ao sul, antes do verão; caso contrário morrem. Amy e o pai, um inventor de instrumentos, juntamse para resolver este problema e embarcam na maior aventura das suas vidas. Este filme mostra o esforço de uma jovem de 13 anos, em conjunto com o pai, em salvar uma família de gansos através de uma viagem a caminho do sul. A mensagem ecológica do filme é importante; desde a luta pela preservação dos parques naturais, à proteção das espécies selvagens. O filme ganhou o óscar de Melhor Fotografia em 1997.

5 O meu primeiro dicionário de cinema - 2: FILME BIOGRÁFICO / Biopic O cinema é útil para dar a conhecer histórias de pessoas importantes: pintores, escritores, políticos, mas também de pessoas comuns, como é o caso da Amy. Esta menina existiu mesmo e viveu a grande aventura que vimos no filme. O seu pai escreveu um livro onde relatou a história, e o realizador achou que seria uma história magnífica para ser contada...em filme! Os filmes biográficos são os únicos que misturam documentário (porque são histórias verdadeiras, baseadas em casos reais) e ficção (porque são atores a interpretar as personagens). FLASH-BACK Esta expressão inglesa quer dizer que há um flash (um salto no tempo) para trás back. Quando no filme o tempo volta para trás (por exemplo, quando um personagem se recorda de coisas passadas e vemos isso no ecrã), diz-se que houve um flash-back. No filme Voando para Casa aparecem algumas cenas em flash-back. Consegues recordar-te? PLANO GERAL DUPLO No cinema tudo é a fingir. O cinema é ilusão, é truque, é magia. Em muitas cenas não são os atores a representar; principalmente nas mais perigosas. É quando se filma uma paisagem, ou cenário, visto de longe. Normalmente utiliza-se para termos noção do espaço onde se passa a ação. Os duplos são os profissionais que fazem essas cenas. Neste filme, por exemplo, não foi a atriz Anna Paquim (Amy) que pilotou a avioneta. Na verdade, foi um duplo que a substituiu!

6 O cinema Mudo 4 O Cinema Mudo Charlie Chaplin Charlie Chaplin O cinema nasceu sem cor e sem som. Os espetadores fascinavam-se com as imagens silenciosas a preto e branco, como deves recordar-te nos filmes dos irmãos Lumière. Georges Méliès foi o primeiro a levar a magia e a fantasia para o cinema (se viste o recente filme Hugo 3D, conhecerás certamente a sua história). Mas no cinema mudo, é muito importante conhecer Charlie Chaplin e a sua personagem Charlot! Vais descobri-lo neste filme! O Garoto de Charlot Charlie Chaplin, EUA, Sinopse Charlot, enquanto vagabundeia pelas ruelas da cidade, encontra uma criança que foi abandonada. Após uma série de peripécias, resolve adotála. Charlot inicia assim uma grande aventura divertida, e dramática ao mesmo tempo. Cartazes de alguns filmes de Chaplin.

7 O meu primeiro dicionário de cinema - 3: CHARLIE CHAPLIN Charles Chaplin foi um dos principais atores do cinema mudo do início do século XX. O mundo estava em guerra. Chaplin fez rir toda a gente com uma personagem criada por ele e que se manteve viva até hoje: Charlot, um vagabundo de chapéu de coco, bigode, bengala e com um andar muito especial! Mesmo durante o aparecimento do som no cinema, Chaplin continuou a fazer filmes mudos. O Grande Ditador, em 1940, foi o seu primeiro filme sonoro, ao mesmo tempo que abandonou a personagem do vagabundo. GEORGES MÉLIÈS Méliès é também, tal como Chaplin, uma das principais figuras do cinema mudo. Antigo ilusionista, resolveu levar a magia e a fantasia para o cinema. Criou os efeitos especiais e o género de ficção científica. Descobre-o na internet, vais gostar!! INTERTÍTULOS Com a ausência de som, algumas informações ou diálogos apareciam nos filmes mudos a meio das imagens. São os chamados intertítulos.

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