Uma co-edição do Banco Mundial, da Corporação Financeira Internacional e da Editora Nobel COMPARANDO A REGULAMENTAÇÃO EM 178 ECONOMIAS

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1 Uma co-edição do Banco Mundial, da Corporação Financeira Internacional e da Editora Nobel COMPARANDO A REGULAMENTAÇÃO EM 178 ECONOMIAS

2 Sumário Doing Business 2008 é o quinto de uma série de relatórios anuais que investigam os regulamentos que aumentam a atividade de negócios e aqueles que a restringem. Doing Business apresenta os indicadores quantitativos sobre regulamentos para os negócios e sobre a proteção dos direitos de propriedade que podem ser comparados por intermédio de 178 economias do Afeganistão até Zimbábue e no decorrer do tempo. São medidos os regulamentos que afetam 10 áreas do dia-a-dia dos negócios: abertura de empresas, obtenção de alvarás, contratação de funcionários, registro de propriedades, obtenção de crédito, proteção de investidores, pagamento de impostos, comércio exterior, cumprimento de contratos e fechamento de empresas. Os dados de Doing Business 2008 datam de 1º de junho de Os indicadores são utilizados para analisar resultados econômicos e identificar quais reformas funcionaram, onde e porquê. Doing Business tem limitações metodológicas. Outras áreas importantes para os negócios como a proximidade do país em relação a grandes mercados, a qualidade dos serviços de infra-estrutura (além dos serviços relacionados ao comércio exterior), a segurança das propriedades contra roubo e depredação, a transparência das compras governamentais, as condições macroeconômicas ou a força subjacente das instituições não são estudadas diretamente por Doing Business. Para tornar os dados comparáveis entre países, os indicadores se referem a um tipo específico de empresa geralmente uma sociedade de responsabilidade limitada, operando na maior cidade do país. A metodologia para três dos tópicos de Doing Business mudou nesta edição: obtenção de alvarás, contratação de funcionários e cumprimento de contratos. Veja as Notas sobre os dados. Três novos tópicos não pagar suborno, oportunidades para as mulheres e a infra-estrutura empresarial estão em desenvolvimento. A análise é descrita em "O que esperar". Visão Geral 1 Abertura de empresas 9 Obtenção de alvarás 14 Contratação de funcionários 19 Registro de propriedades 24 Obtenção de crédito 29 Proteção dos investidores 34 Pagamento de impostos 39 Comércio internacional 44 Cumprimento de contratos 49 Fechamento de empresas 54 O que esperar 59 Referências 63 Notas sobre os Dados 67 Facilidade para fazer negócios 82 Indicadores de Doing Business 87 Tabelas dos países 103 Agradecimentos 163

3 1 Visão Geral Este ano, os países da Europa Oriental e da antiga União Soviética ultrapassaram a Ásia Oriental na facilidade para fazer negócios (figura 1.1). Vários países da região foram ainda mais longe, ultrapassando muitas economias da Europa Ocidental. A Estônia, o país com maior facilidade para negócios do antigo bloco socialista, classificou-se em 17º lugar. e Letônia também estão entre os 25 melhores. O resultado é um boom na entrada de novas empresas. A tem hoje 15 empresas registradas por 100 habitantes (o mesmo número da Malásia), a República Checa e a Eslováquia possuem 13 (o mesmo que Cingapura), Estônia e Polônia têm 12 (o mesmo que Hong Kong, China). Alguns desses novos negócios se tornaram líderes globais em seus campos por exemplo, a empresa estoniana de software Skype e a montadora checa de carros Skoda. Como em anos anteriores, os países da Europa Oriental dominam a lista de maiores reformadores em 2006/2007, com FIGURA 1.1 Que região é mais favorável aos negócios em 2007? Classificação mediana em facilidade para fazer negócios (1-178) CLASSIFICAÇÃO MÉDIA OCDE alta renda Europa Oriental & Ásia Central Ásia Oriental & Pacífico América Latina & Caribe Oriente Médio & Norte da África Sul da Ásia África Subsaariana CADA LINHA MOSTRA A CLASSIFICAÇÃO DE UM PAÍS NA REGIÃO 136 Croácia, Macedônia, e Bulgária reformando mais. A Croácia está entre os maiores reformadores pelo segundo ano consecutivo; a, pelo terceiro. Muitos outros países também estão efetuando melhorias. Duzentas reformas em 98 economias foram introduzidas entre abril de 2006 e junho de Os reformadores simplificaram os regulamentos para negócios, fortaleceram os direitos de propriedade, reduziram o ônus fiscal, aumentaram o acesso ao crédito e reduziram o custo para exportar e importar. Entre todas as regiões, a Europa Oriental foi a que mais inovou, seguida pelo Sul da Ásia e pelos países ricos (figura 1.2). A América Latina foi a que menos reformou. No Sul da Ásia, a líder em reformas foi a Índia, que subiu 12 classificações em facilidade para se fazer negócios. A desaceleração na América Latina pode ter acontecido em razão do ano eleitoral: 13 países ganharam novos governos. Uma análise anterior sugere que a região poderá passar por uma onda de reformas no pró- FIGURA 1.2 Mais reformas na Europa Oriental e na Ásia Central de novo Países que realizaram pelo menos uma reforma positiva em 2006/2007 (%) Europa Oriental & Ásia Central 79 Sul da Ásia OCDE alta renda 63 Oriente Médio & Norte da África 59 África Subsaariana 52 Ásia Oriental & Pacífico 46 América Latina & Caribe 36 63

4 2 DOING BUSINESS 2008 TABELA 1.1 Os 10 maiores reformadores em 2006/2007 Abertura Obtenção Contratação de Registro de Obtenção Proteção Pagamento Comércio Cumprimento Fechamento Economia de empresas de alvarás funcionários propriedades de crédito ao investidor de impostos internacional de contratos de empresas Egito Croácia Gana Macedônia Colômbia Arábia Saudita Quênia China Bulgária Nota: As economias são classificadas pelo número de reformas e seu impacto. Primeiro Doing Business seleciona as economias que realizaram reformas em 3 ou mais dos seus tópicos. Segundo, classifica essas economias pelo aumento na classificação em facilidade de fazer negócios em relação ao ano anterior. Quanto maior a melhoria, mais alta a classificação como reformadora. ximo ano, uma vez que quase 85% das reformas têm lugar nos primeiros 15 meses de um novo governo 1. O Egito foi o maior reformador em 2006/2007, melhorando em 5 das 10 áreas estudadas por Doing Business (tabela 1.1). As reformas no Egito foram profundas. Tornaram mais fácil a abertura de empresas, reduzindo a exigência de capital mínimo de libras egípcias para e cortando à metade o tempo e o custo para iniciar as operações. O custo de registro de imóveis foi reduzido de 3% do valor do imóvel para uma taxa fixa. Com mais imóveis registrados e menos evasão, a receita com o registro de títulos cresceu 39% nos 6 meses subseqüentes à reforma. Novos guichês únicos foram abertos para os comerciantes nos portos, diminuindo o tempo para a importação em 7 dias e o tempo para exportar em 5. Estabeleceu-se o primeiro registro de credito privado, e agora as construtoras enfrentam menos burocracia para a obtenção de licenças para construir. A Croácia é a segunda colocada, com reformas em 4 áreas de Doing Business. Dois anos atrás, o registro de um imóvel na FIGURA 1.3 Tornando o comércio mais fácil na Índia Tempo para exportar (dias) Preparação de documentos reduzida de 11 para 9 dias Procedimentos Tempo reduzido de 27 para 18 dias Alfândega e inspeções reduzidas de 4 para 2 dias 2007 Croácia levava 956 dias. Hoje demora 174. A Croácia também acelerou a abertura de empresas em 2006, consolidando procedimentos no registro comercial através de um guichê único e permitindo o registro online na seguridade social e serviços de saúde. Dois procedimentos e 5 dias foram eliminados. O acesso ao crédito ficou mais fácil: foi aberto um novo registro de crédito privado e agora um registro unificado registra no mesmo lugar todas as cobranças contra bens móveis. Nos primeiros 2 meses, foi registrado 1,4 bilhão em créditos. Finalmente, emendas à lei de falências croata introduziram requisitos profissionais para curadores de massas falidas e prazos mais curtos. Grandes economias emergentes reformadoras rápidas China, Egito, Índia, Indonésia, Nigéria, Turquia e Vietnã melhoraram no item facilidade para fazer negócios. Na China, uma nova lei de propriedades colocou os direitos de propriedade privada em pé de igualdade com os direitos de propriedade do estado. A lei também ampliou a gama de ativos que podem ser usados como garantia, que passou a incluir estoques e contas a receber. A China também aprovou uma nova lei de falências. Ela permite a saída ordenada para as empresas privadas e dá aos credores com garantias prioridade de acesso aos rendimentos provenientes da venda dessas garantias. E edificar ficou mais fácil, com o processamento eletrônico de licenças para construção reduzindo os atrasos em 2 semanas. A Índia igualou este ritmo de reformas. Um novo sistema permite que os comerciantes apresentem declarações aduaneiras e paguem as taxas aduaneiras online, antes que a carga chegue ao porto. Hoje são necessários 18 dias para satisfazer todas as exigências administrativas para importar em 2006 eram necessários 27 (figura 1.3). As reformas também estimularam os mercados de crédito. A agência de crédito passou a incluir históricos de pagamentos de empresas, assim como de pessoas físicas. E os reformadores introduziram um cartório de registro

5 VISÃO GERAL 3 eletrônico de direitos a garantias concedidos pelas empresas. Outros importantes mercados emergentes também realizaram grandes reformas. A Rússia abriu uma nova agência de crédito. A Indonésia fortaleceu as proteções aos investidores e ampliou as informações de crédito, retirando o valor mínimo para empréstimo protegidos pela central de risco. O Vietnã também fortaleceu as proteções aos investidores, com uma nova lei de empresas e valores mobiliários. Um decreto sobre transações com garantias permite que as empresas utilizemse de uma gama mais ampla de ativos como garantia, facilitando o acesso ao crédito. A Nigéria introduziu procedimentos eletrônicos no registro de empresas e acelerou o início de operações em 9 dias, e reformas diminuíram o tempo para se obter licenças para construir de 90 para 30 dias. A Turquia reduziu seu imposto de renda para pessoas jurídicas de 30% para 20% e introduziu procedimentos aduaneiros eletrônicos, diminuindo o tempo para exportar em 6 dias e em 10 dias o prazo para importar. Os investidores estão atentos. Eles buscam potencial de crescimento e o encontram em economias que estão realizando reformas independentemente do ponto de partida. De fato, os retornos sobre capitais são os mais altos nos países que mais estão inovando (figura 1.4). Com os mercados emergentes melhorando agressivamente seus regulamentos sobre negócios, não houve época melhor para investir. Reformas na África irregulares Vários países da África têm realizado reformas, liderados por Gana e Quênia ambos países estão entre os 10 maiores reformadores. Alguns países no sul da África, também fizeram reformas, como Madagascar, Maurício e Moçambique na dianteira (figura 1.5). Agora Maurício está em 27º lugar em facilidade para se fazer negócios, a mais alta classificação entre países africanos. Porém, na África Ocidental e Central ocorreram poucas reformas fora de Burkina Faso e de Gana. FIGURA 1.4 Os acionistas se beneficiam com as reformas Retorno aos acionistas em 3 anos (%) Reformas Negativas Reformas Positivas Número de reformas, Fonte: Banco de dados de Doing Business, Morgan Stanley Capital Investiment. Facilitar a entrada de empresas a reforma mais popular As reformas para facilitar a entrada de novas empresas foram as mais populares (figura 1.6). Trinta e nove países tornaram a abertura mais simples, rápida ou barata. As segundas mais populares foram as reformas para cortar impostos e simplificar sua administração. Algumas reformas são mais difíceis, exigindo novas legislações e as concessões políticas que as acompanham. Somente 10 países revisaram suas leis de falências. E o menor número de reformas positivas teve lugar na área de contratar os trabalhadores. Oito países aumentaram a flexibilidade dos regulamentos trabalhistas; 4 tornaram-nos mais rígidos. As 3 reformas mais ousadas, que levaram às maiores elevações nos indicadores de Doing Business, foram: a facilitação da abertura de empresas pela Arábia Saudita; o aumento nas proteções aos investidores pela ; a abertura da nova agência de crédito pela Rússia. A Arábia Saudita abriu o caminho para os empresários em 2006/2007, eliminando etapas burocráticas que anteriormente faziam dela um dos lugares mais difíceis do mundo para se abrir uma empresa. As reformas eliminaram 6 procedimentos para a abertura de uma nova empresa acelerando processos no Ministério do Comércio, unificando exigências de publicação e permitindo o registro online na seguridade social. O tempo de abertura caiu de 39 para 15 dias. A reforma mais drástica, entretanto, foi a eliminação, pela Arábia Saudita, da exigência de capital mínimo. Os empresários sauditas precisavam anteriormente reservar US$ a quinta maior exigência de capital mínimo do mundo. Isto não é mais necessário. Agora os proprietários de novas empresas podem colocar esse capital para girar contratando pessoal, alugando espaço em escritórios e fazendo o marketing de novos produtos. FIGURA 1.5 Quem reformou mais na África em 2006/2007? Classificação em facilidade para se fazer negócios (de 2007 para 2008) (mais baixo) Quênia (de 82 para 72) Gana (de 109 para 87) Moçambique (de 140 para 134) Madagascar (de 160 para 149) Burkina Faso (de 165 para 161)

6 4 DOING BUSINESS 2008 FIGURA reformas facilitaram os negócios 27 dificultaram Reformas Positivas 39 Alemanha Arábia Saudita Austrália Azerbaijão Bélgica Bielo-Rússia Burkina Faso Butão Croácia Egito Estônia Finlândia Gana Guatemala Honduras Hungria Jordânia Laos Macedônia Madagascar Malásia Mali Maurício Mauritânia Moçambique Moldávia Níger Nigéria Paraguai Portugal Quênia Rep. Checa Rep. Dominicana Sri Lanka Tajiquistão Tanzânia Timor Leste Uzbequistão 15 Bulgária China Egito Guatemala Honduras Indonésia Kuwait Macedônia Marrocos Maurício Nigéria Quênia Rep. Checa Ruanda 8 Butão Espanha Holanda Letônia Paquistão Rep. Checa Suíça Uganda 27 Afeganistão Benin Burkina Faso Burundi Butão Croácia Djibuti Egito França Gana Guatemala Guiné-Bissau Haiti Honduras Hungria Lesoto Mali Maurício México Níger Polônia Portugal Quênia Rep. Dominicana Tunísia Uzbequistão 22 África do Sul Arábia Saudita Armênia China Croácia Egito França Gana Gaza e Cisjordânia Honduras Índia Indonésia Kuwait Micronésia Paquistão Quênia Romênia Rússia Trinidad e Tobago Tunísia Vietnã Abertura de empresas Obtenção de alvarás Contratação de funcionários Registro de propriedades Obtenção de crédito Reformas Negativas Bangladesh Indonésia Romênia Síria Rússia Zimbábue Eslovênia Moldávia Togo Venezuela Alemanha Marrocos Paraguai Rep. Quirguistão Vanuatu Zimbábue Eslovênia Sri Lanka A tornou mais seguro investir. As emendas à lei de valores mobiliários eliminaram brechas que permitiam a funcionários das empresas expropriar os investidores minoritários. Os reformadores aumentaram as necessidades de exposição de conflitos de interesses para membros de conselhos, detalharam-lhes deveres mais estritos e aumentaram as penalidades para transações irregulares. A primeira agência de crédito da Rússia iniciou suas operações em 2006 e até julho de 2007 havia ampliado sua cobertura para mais de 6 milhões de pessoas. Antes disso, os bancos não contavam com bancos centrais de dados para a investigação do cadastro de um cliente. Agora a nova agência protege pessoas físicas e jurídicas e recebe e distribui informações positivas e também negativas (por exemplo, o histórico de pagamentos e o número e a freqüência de pagamentos em atraso). Alguns países retrocederam. A Venezuela teve as maiores reformas negativas. Fazer negócios naquele país já era difícil, e em 2006/2007 ficou ainda mais. Agora os exportadores necessitam de uma licença separada para cada transação. Para obter a licença, eles precisam apresentar uma prova de identidade e de solvência documentos que carecem ser renovados freqüentemente. O prazo para exportar se estendeu para 45 dias, pouco mais rápido que em Burundi, que não tem acesso ao mar. Mas, os escriturários lentos não precisam se preocupar a respeito de perder o emprego: a Venezuela também ampliou a proibição de demissão para trabalhadores que ganhem menos de 3 salários mínimos. Cingapura mais uma vez a número 1 Pelo segundo ano consecutivo, Cingapura encabeça a lista sobre facilidade para fazer negócios (tabela 1.2). Nova Zelândia, Estados Unidos e Hong Kong (China) chegaram perto. A Dinamarca vem a seguir, demonstrando que os países podem facilitar os negócios ao mesmo tempo em que provêem fortes proteções sociais.

7 VISÃO GERAL Bielo-Rússia Colômbia Eslovênia Indonésia Islândia Moçambique Noruega Portugal Vietnã África do Sul Albânia Azerbaijão Bulgária Cazaquistão Colômbia Costa do Marfim Eslovênia Espanha Gaza e Cisjordânia Grécia Holanda Israel Lesoto Macedônia Malásia Maurício México Moldávia Mongólia Portugal Rep. do Quirquistão Romênia Seicheles Serra Leoa Síria Trinidad e Tobago Tunísia Turquia Uruguai Uzbequistão 24 Arábia Saudita Armênia Áustria Bósnia e Herzegovina Brasil Colômbia Costa Rica Djibuti Egito El Salvador Gâmbia Gana Guatemala Índia Laos Madagascar Marrocos Maurício Rep. Dominicana Ruanda Sri Lanka Tailândia Turquia Uganda 14 Brasil Bulgária Burkina Faso Fiji Gana Guatemala Malauí Mauritânia Moçambique Moldávia Polônia Portugal Rep. Dem. Congo Tonga 10 Armênia China Croácia Dinamarca Hungria Itália Mauricío Portugal Uzbequistão Proteção dos investidores Pagamento de impostos Comércio internacional Cumprimento de contratos Fechamento de empresas Bangladesh Hungria Rep. Dominicana Venezuela Zimbábue Argélia Venezuela Argentina Botsuana e Arábia Saudita entraram na lista dos 25 melhores. Muitos países com os regulamentos mais favoráveis aos negócios continuaram a reformar, como Austrália, Dinamarca, Holanda, Noruega e Suíça. Alguns pararam e caíram nas classificações. A mensagem: Se você não reformar, outro país irá ultrapassá-lo. As classificações sobre a facilidade de fazer negócios, contudo, não revelam toda a história. O indicador tem escopo limitado: abrange somente os regulamentos empresariais. Ele não leva em conta a proximidade do país a grandes mercados, a qualidade dos seus serviços de infra-estrutura (além daqueles ligados ao comércio exterior), a segurança das propriedades contra roubo, a transparência das compras governamentais, as condições macroeconômicas ou a força subjacente das instituições. Uma classificação alta na facilidade para fazer negócios, todavia, significa que o governo criou um ambiente regulador favorável à operação de empresas. Oportunidades para mulheres O retorno da reforma pode ser grande. As classificações mais altas sobre a facilidade para fazer negócios estão associadas a mais crescimento, mais empregos e uma parcela menor da economia no setor informal 2. Observe o caso do México, onde as reformas reduziram de 58 para 27 dias o tempo de abertura de uma empresa. Um estudo recente registra o retorno: o número de empresas registradas cresceu quase 6% e o de emprego aumentou 2,6% e os preços caíram 1% em virtude da concorrência das novas empresas 3. Os benefícios são especialmente grandes para as mulheres. Os países com pontuações mais altas em facilidade para fazer negócios possuem porcentagens maiores de mulheres no rol de empresários e também de trabalhadores (figura 1.7). Veja o caso de Uganda. Os complexos regulamentos em vigor no país propiciavam mais contato entre os empresários e os funcionários públicos e mais chances para suborno. As mulheres eram vistas como alvos fáceis: 43% das empresárias re-

8 6 DOING BUSINESS 2008 TABELA 1.2 Classificações em facilidade para se fazer negócios 2008 classificação Economia 2008 classificação Economia 2008 classificação Economia 1 Cingapura 61 Samoa 121 Honduras 2 Nova Zelândia 62 Vanuatu 122 Brasil 3 Estados Unidos 63 Jamaica 123 Indonésia 4 Hong Kong, China 64 São Cristóvão e Névis 124 Lesoto 5 Dinamarca 65 Panamá 125 Argélia 6 Reino Unido 66 Colômbia 126 Egito 7 Canadá 67 Trinidad e Tobago 127 Malauí 8 Irlanda 68 Emirados Árabes Unidos 128 Equador 9 Austrália 69 El Salvador 129 Marrocos 10 Islândia 70 Granada 130 Tanzânia 11 Noruega 71 Cazaquistão 131 Gâmbia 12 Japão 72 Quênia 132 Cabo Verde 13 Finlândia 73 Kiribati 133 Filipinas 14 Suécia 74 Polônia 134 Moçambique 15 Tailândia 75 Macedônia 135 Irã 16 Suíça 76 Paquistão 136 Albânia 17 Estônia 77 Dominica 137 Síria Brunei 138 Uzbequistão 19 Bélgica 79 Ilhas Salomão 139 Ucrânia 20 Alemanha 80 Jordânia 140 Bolívia 21 Holanda 81 Montenegro 141 Iraque 22 Letônia 82 Palau 142 Suriname 23 Arábia Saudita 83 China 143 Sudão 24 Malásia 84 Papua Nova Guiné 144 Gabão 25 Áustria 85 Líbano 145 Camboja 26 Lituânia 86 Sérvia 146 Djibuti 27 Maurício 87 Gana 147 Comores 28 Porto Rico 88 Tunísia 148 Haiti 29 Israel 89 Ilhas Marshall 149 Madagascar 30 Coréia 90 Seicheles 150 Ruanda 31 França 91 Vietnã 151 Benin 32 Eslováquia 92 Moldávia 152 Zimbábue 33 Chile 93 Nicarágua 153 Tadjiquistão 34 Santa Lúcia 94 República Quirguistão 154 Camarões 35 África do Sul 95 Suazilândia 155 Costa do Marfim 36 Fiji 96 Azerbaijão 156 Togo 37 Portugal 97 Croácia 157 Mauritânia 38 Espanha 98 Uruguai 158 Mali 39 Armênia 99 República Dominicana 159 Afeganistão 40 Kuwait 100 Grécia 160 Serra Leoa 41 Antígua e Barbuda 101 Sri Lanka 161 Burkina Faso 42 Luxemburgo 102 Etiópia 162 Senegal 43 Namíbia 103 Paraguai 163 São Tomé e Princípe 44 México 104 Guiana 164 Laos 45 Hungria 105 Bósnia-Herzegovina 165 Guiné Equatorial 46 Bulgária 106 Rússia 166 Guiné 47 Tonga 107 Bangladesh 167 Angola 48 Romênia 108 Nigéria 168 Timor-Leste 49 Omã 109 Argentina 169 Níger 50 Taiwan, China 110 Bielo-Rússia 170 Libéria 51 Botsuana 111 Nepal 171 Eritréia 52 Mongólia 112 Micronésia 172 Venezuela 53 Itália 113 Iêmen 173 Chade 54 São Vincente e Granadinas 114 Guatemala 174 Burundi 55 Eslovênia 115 Costa Rica 175 Congo 56 República Checa 116 Zâmbia 176 Guiné-Bissau 57 Turquia 117 Gaza e Cisjordânia 177 República Centro Africana 58 Peru 118 Uganda 178 República Democrática 59 Belize 119 Butão do Congo 60 Maldivas 120 Índia Nota: As classificações para todas as economias são medidas em relação a junho de 2007 e registradas nas tabelas de Países. As classificações em facilidade para se fazer negócios são a média das classificações do país nos 10 tópicos cobertos por Doing Business Veja detalhes em Facilidade para se fazer negócios.

9 VISÃO GERAL 7 FIGURA 1.7 Maior facilidade de se fazer negócios, mais mulheres como empresárias e como trabalhadoras Mulheres empresárias (% dos empresários que são mulheres) Desemprego feminino (em % do desemprego masculino) Mais mulheres Mais desemprego Menos difícil Mais difícil Países classificados por facilidade para se fazer negócios, quintil Menos difícil Mais difícil Países classificados por facilidade para se fazer negócios, quintil Nota: As relações são significativas no nível de 1% e assim permanecem quando controladas pela renda per capita. Fonte: Banco de dados de Doing Business; World Bank Enterprise Surveys, World Bank, banco de dados do World Development Indicators. gistravam molestamento por parte dos funcionários, ao passo que somente 25% dos empresários faziam-no. Quando os reformadores simplificaram a abertura de novas empresas, os pedidos de registro aumentaram. O número de pessoas que pela primeira vez tinham uma empresa foi 33% mais alto para as mulheres do que para os homens. Em alguns países, a discriminação explícita aumenta os efeitos de regulamentos complexos. Nos Emirados Árabes Unidos e no Iêmen, as mulheres são proibidas de trabalhar à noite. E agora também as mulheres do Kuwait, graças a uma lei aprovada em junho de No Zimbábue, as mulheres casadas precisam de permissão dos maridos para registrar imóveis. Na República Democrática do Congo, elas necessitam do consentimento do marido para abrir uma empresa. Naquele país as mulheres dirigem somente 18% das pequenas empresas. Na vizinha Ruanda, que não tem esses regulamentos, as mulheres dirigem mais de 41% dessas empresas 4. A idéia por trás de alguns desses regulamentos pode ser a de proteger as mulheres. Mas, eles são contraproducentes, pois tiram emprego de operárias prontas a trabalhar e oportunidades de negócios de empresárias dispostas a dirigir suas empresas. As mulheres acabam na economia informal: elas têm 3 vezes mais probabilidade que os homens de serem contratadas informalmente na maior parte dos países em desenvolvimento. Nesses empregos, elas não recebem nenhum benefício social. E se sofrem abusos por parte do empregador, dispõem de recursos legais limitados. Alguns países estão agindo. Lesoto aprovou em dezembro de 2006 uma lei permitindo que mulheres casadas transfiram imóveis sem a assinatura do marido. Antes da reforma as mulheres eram consideradas menores de idade. Aquilo que é medido é feito A publicação de dados comparativos sobre a facilidade para fazer negócios motiva os governos para reformas. Desde seu início em outubro de 2003, o projeto Doing Business estimulou 113 reformas em todo o mundo. Em 2006, a teve como meta subir à lista dos 25 melhores países e usou os indicadores de Doing Business como marcos de referência de seu progresso. Hoje ela se encontra entre os 18 melhores em facilidade para fazer negócios e o governo fixou uma meta ainda mais ambiciosa. Maurício e Arábia Saudita visaram a lista dos 10 melhores. Ambos fizeram progressos tremendos: a Arábia Saudita está hoje classificada em 23º lugar e Maurício em 27º. Moçambique está reformando vários aspectos do seu ambiente de negócios, visando atingir a posição no topo em termos da facilidade para fazer negócios no sul da África. O resultado: o país subiu 6 posições na classificação. As comparações entre cidades do mesmo país são motivadores ainda mais fortes para reformas. O prazo para se obter uma licença de construção na Índia varia de 159 dias em Bhubaneshwar até 522 em Ranchi. O prazo para se registrar imóveis, de 35 dias em Hyderabad até 155 em Calcutá. Uma cidade indiana hipotética, com desempenho máximo em cada um dos indicadores de Doing Business, seria classificada 55 posições acima de Mumbai em termos de facilidade para se fazer negócios. O governo indiano está agindo. Este ano, a Índia é a maior reformadora em termos de comércio exterior (tabela 1.3). As reformas vão além das providências que melhoram as classificações em Doing Business. Quando as Filipinas aprovaram um decreto para reduzir as taxas administrativas, cobriram todos os tipos de licenças e autorizações, não apenas as que são medidas em Doing Business. Em Malauí e Ruanda, os reformadores estão usando os indicadores para encorajar a simplificação em todas as agências governamentais. O Quênia está reformando todas as licenças para empresas. Para ajudar os reformadores, este ano o Doing Business publicou um livro com 11 estudos de casos de reformas bemsucedidas 5. Elas abrangem o globo de El Salvador à Sérvia,

10 8 DOING BUSINESS 2008 TABELA 1.3 Maiores reformadores em 2006/2007 por conjunto de indicadores Notas Abertura de empresas Obtenção de alvarás Contratação de funcionários Registro de propriedades Obtenção de crédito Proteção de investidores Pagamento de impostos Comércio internacional Cumprimento de contratos Fechamento de empresas Arábia Saudita República Checa Gana Croácia Bulgária Índia Tonga China 1. Banco Mundial (2006b, p. 5). 2. Djankov, McLiesh, Ramalho (2006), Banco Mundial (2005a). 3. Bruhn (2007). 4. As porcentagens de empresas dirigidas por mulheres são das World Bank Enterprise Surveys, disponíveis em <http://www.enterprisesurveys.org>. 5. Banco Mundial (2007a). 6. Para saber mais sobre os governantes reconhecidos como maiores reformadores, vá ao seguinte endereço: <http:// do Egito à Nigéria e mostram o que é preciso para ter sucesso. Em cooperação com a U. S. Agency for International Development (USAID), Doing Business também criou um prêmio para reconhecer os melhores reformadores. O primeiro foi para Zurab Nogaideli, primeiro ministro da 6. Desde então, vários governos reformistas por exemplo, Azerbaijão, Guatemala e Moçambique vêm estudando a experiência de reforma da em busca de idéias a respeito de como reformar.

11 9 Abertura de Empresas Abrir uma empresa na República Democrática do Congo não é fácil. São necessários 13 procedimentos e 155 dias e o custo equivale a 5 vezes a renda anual per capita. E é pior para as mulheres: elas precisam do consentimento do marido. Se for solteira, ou se casada, o marido se recusar a dar seu consentimento ou sofrer de uma doença mental, será o juiz quem decidirá se ela poderá se tornar uma empresária. Resultado: somente 18% das pequenas empresas são dirigidas por mulheres. No vizinho Ruanda, que não tem tais regulamentos, a porcentagem é de 41% 1. Trinta e nove países tornaram mais fácil para os empresários abrir uma nova empresa em 2006/2007. Dezoito deles reformaram pelo segundo ano consecutivo, inclusive Burkina Faso, Egito, Guatemala e Madagascar. Europa Oriental e Ásia Central realizaram 11 reformas. O mesmo se deu com a África, mantendo seu ritmo crescente de reformas. Maurício e entraram na lista dos 10 melhores em termos de facilidade para se abrir uma empresa (tabela 2.1). As reformas compensam. Em 2005 o México estava entre os maiores reformadores na simplificação da abertura de empresas. O tempo necessário à abertura de uma empresa foi reduzido de 58 para 27 dias. Um estudo recente relata os resultados: o número de empresas registradas aumentou quase 6%, o índice de emprego subiu 2,6% e os preços caíram 1% em razão da concorrência das novas empresas 2. Outro estudo estima que o tamanho do setor informal no Peru cairia de 60% para 37% da economia se os regulamentos de abertura fossem simples como os dos Estados Unidos 3. Ainda há muito a ser feito: abrir uma empresa leva menos de uma semana em Nova York e 72 dias em Lima. Procedimentos complicados para a abertura de empresas impedem que as pessoas saiam da pobreza. Alguns empre- TABELA 2.1 Onde é mais fácil abrir uma empresa e onde não é? Mais fácil Classificação Mais difícil Classificação Austrália 1 Síria 169 Canadá 2 Haiti 170 Nova Zelândia 3 Guiné 171 Estados Unidos 4 Guiné-Equatorial 172 Irlanda 5 Angola 173 Reino Unido 6 Eritréia 174 Porto Rico 7 Iêmen 175 Maurício 8 Togo 176 Cingapura 9 Chade Guiné-Bissau 178 Nota: As classificações acima representam a média das classificações do país em procedimentos, tempo, custo e capital mínimo para se abrir uma empresa. Veja detalhes nas Notas sobre dados. FIGURA 2.1 Mais aberturas depois de reformas Aumento na abertura de empresas depois de reformas (%) Depois da reforma Estônia 19 Antes da reforma Finlândia 22 Guatemala 23 Jordânia 24 Madagascar 26 Maurício 52 Arábia Saudita 81

12 10 DOING BUSINESS 2008 sários abrem empresas; mas, somente, informais. Sem acesso aos tribunais e a crédito, e com constante temor de inspeções, as empresas informais permanecem pequenas. Uma pesquisa em Guiné-Bissau constatou que, dependendo da indústria, as empresas formais contratam 4 vezes mais trabalhadores e produzem 4 vezes mais que as informais 4. É por isso que muitas empresas informais são as primeiras da fila quando uma reforma torna mais fácil legalizar as operações, resultando em aumento dos registros (figura 2.1). Quem está reformando? A Arábia Saudita foi a maior reformadora na abertura de empresas em 2006/2007 (figura 2.2). No ano passado, o país tinha a quinta maior exigência de capital mínimo do mundo, de US$ Em junho de 2007, o país eliminou esta exigência. Também unificou exigências de publicação, combinou vários procedimentos no Ministério do Comércio e lançou o registro online na seguridade social. Isto reduziu o número de procedimentos de 13 para 7, o tempo de 39 para 15 dias e o custo de 59% para 32% da renda per capita anual. Quatro entre os dez maiores reformadores estavam na Europa Oriental e na Ásia Central. A Macedônia, mais uma vez exibindo entre os maiores reformadores, aboliu a exigência de capital mínimo. A fez o mesmo. A Bielo-Rússia lançou um ponto de atendimento unificado que eliminou 6 procedimentos e 3 semanas do processo de abertura. A Estônia reduziu o tempo de abertura de 35 para 7 dias introduzindo artigospadrão de associação e os colocou no website do cartório de registro. Os notários hoje são opcionais e as taxas de registro são fixas em vez de uma porcentagem do capital. Essas mudanças reduziram à metade os custos de abertura de novas empresas. Outros 7 países da Europa Oriental e da Ásia Central introduziram reformas substanciais. A Hungria criou documentos FIGURA 2.2 Dez maiores reformadores em abertura de empresas Melhoria média % Procedimentos Tempo 56% Custo 37% 45% Capital integralizado mínimo 10 maiores reformadores Arábia Saudita Egito Madagascar Paraguai Estônia Bielo-Rússia Macedônia Bélgica Maurício E uma vez que um grande número de empresas informais legalize suas operações, a permanência na informalidade não é mais lucrativa 5. A maioria dos clientes irá exigir notas fiscais caso contrário irão perder o desconto sobre o valor agregado e outros benefícios fiscais. Em pouco tempo, a informalidade deixa de ser um problema. Hoje, na Eslováquia, menos de 2% das empresas vêem a concorrência informal como um problema. Em 1999, um terço. Desde então, a Eslováquia reduziu o número de dias para se abrir uma empresa de 103 para 25. padronizados. A Croácia facilitou processos no guichê único. O Tajiquistão simplificou as exigências para licenciamento, poupando aos empresários mais de 2 semanas. Desde o início de Doing Business em 2003, 24 dos 28 países da região facilitaram a abertura de empresas. Depois de 5 anos de reformas, o tempo médio necessário para se abrir uma empresa é hoje de 26 dias, próximo daquele dos países ricos da OCDE (figura 2.3). Alcançar os países ricos, entretanto, está cada vez mais difícil eles também estão realizando reformas. Em 2006/2007, Portugal eliminou formalidades ultrapassadas para a abertura de empresas, como o registro dos livros contábeis. A Bélgica mais uma vez entre os 10 maiores reformadores e a Alemanha tornaram eletrônicos o registro e a publicação. A Finlândia diminuiu em quase 70% a exigência de capital mínimo. A Austrália reduziu à metade as taxas de registro. Seu processo de abertura é o mais simples (tabela 2.2). Em sua maioria, os países africanos se concentraram em melhorar a tecnologia nos cartórios de registro de empresas. Maurício lançou um ponto de atendimento unificado virtual ligando o registro comercial e as autoridades fiscais e municipais por intermédio de um banco de dados eletrônico centralizado. Exigindo 6 procedimentos e 7 dias, a abertura de empresas em Maurício é tão FIGURA 2.3 Maiores melhorias na Europa Ocidental e Ásia Central Tempo para abrir uma empresa (dias) OCDE alta renda Sul da Ásia Europa Oriental & Ásia Central Oriente Médio & Norte da África Ásia Oriental & Pacífico África Subsaariana América Latina & Caribe

13 ABERTURA DE EMPRESAS 11 TABELA 2.2 Quem regula mais a abertura de empresas e quem regula menos Procedimentos (número) Menos Mais Austrália 2 Bolívia 15 Canadá 2 Montenegro 15 Nova Zelândia 2 Filipinas 15 Bélgica 3 Venezuela 16 Finlândia 3 Guiné-Bissau 17 Suécia 3 Brasil 18 Afeganistão 4 Brunei 18 Dinamarca 4 Uganda 18 Irlanda 4 Chade 19 Tonga 4 Guiné-Equatorial 20 Tempo (dias) Menos Mais Austrália 2 Brunei 116 Canadá 3 Angola 119 Bélgica 4 Guiné-Equatorial 136 Islândia 5 Venezuela 141 Cingapura 5 São Tomé e Príncipe 144 Dinamarca 6 Brasil 152 Turquia 6 Rep. Dem. do Congo 155 Estados Unidos 6 Haiti 202 França 7 Guiné-Bissau 233 Madagascar 7 Suriname 694 Custo (% da renda per capita anual) Menos Mais Dinamarca 0,0 Djibuti 206,6 Nova Zelândia 0,1 Togo 245,7 Irlanda 0,3 Burundi 251,0 Suécia 0,6 Guiné-Bissau 255,5 Estados Unidos 0,7 Gâmbia 279,0 Porto Rico 0,8 Gaza e Cisjordânia 280,4 Reino Unido 0,8 Angola 343,7 Cingapura 0,8 Rep. Dem. do Congo 487,2 Austrália 0,8 Libéria 493,3 Canadá 0,9 Serra Leoa 1.075,2 Capital mínimo realizado Mais % da renda per capita US$ Rep. Centro-Africana Omã Togo Timor-Leste Níger Jordânia Etiópia Guiné-Bissau Iêmen Síria Nota: Sessenta e cinco países não exigem capital mínimo realizado. TABELA 2.3 Guichês únicos a reforma mais popular em 2006/2007 Criaram ou melhoraram os guichês únicos Bielo-Rússia, Burkina Faso, Croácia, Egito, Guatemala, Jordânia, Madagascar, Maurício, Paraguai, Uzbequistão Aceleraram o registro através de reformas administrativas Arábia Saudita, Butão, Malásia, Mali, Moldávia, Moçambique, Nigéria, Rep. Dominicana, Sri Lanka, Timor-Leste Simplificaram ou eliminaram procedimentos de licenciamento Butão, Gana, Honduras, Laos, Maurício, Quênia, Tajiquistão, Tanzânia Simplificaram e padronizaram as exigências de documentos no cartório de registro Burkina Faso, Estônia, Finlândia, Hungria, Portugal, Uzbequistão Aboliram ou reduziram a exigência de capital mínimo realizado Arábia Saudita, Egito, Finlândia,, Macedônia Introduziram procedimentos online Alemanha, Bélgica, Estônia, Hungria, Maurício Aboliram ou simplificaram exigências de publicação Alemanha, Arábia Saudita, Egito, Moçambique, Portugal Reduziram os custos ou impostos Austrália, Mauritânia, Moçambique, Níger Reformaram a exigência de selos de empresas Azerbaijão, Sri Lanka, Tanzânia Impuseram limites de tempo estatutários para o registro Rep. Checa, Uzbequistão fácil quanto no Reino Unido. A Nigéria utilizou-se da computadorização para acelerar ainda mais a verificação e o registro dos nomes das empresas. A computadorização do cartório de registro de Gana está dinamizando pesquisas de nomes e processos de solicitação. Graças a isto e também a reformas no licenciamento, os atrasos caíram para 39 dias. A Tanzânia também está informatizando seu registro. O país também reduziu as taxas de abertura de 92% da renda anual para 47%. O Quênia reorganizou seu registro de empresas, poupando 10 dias para os empresários. Outros países africanos eliminaram procedimentos desnecessários. Burkina Faso simplificou as exigências de documentação. Madagascar, de novo um dos maiores reformadores, alterou as formalidades de publicação e eliminou o reconhecimento de firmas no gabinete do prefeito. Os procedimentos foram cortados de 10 para 5 e o tempo de 3 semanas para 1. Moçambique revisou seu Código Comercial de 1888 e reformou o registro comercial. Os empresários não precisam mais esperar 3 meses para publicar seus artigos de associação no Diário Oficial, porque o cartório publica resumos online. E o uso de tabeliães agora é opcional. O custo de abertura de uma empresa foi reduzido em dois terços e o tempo caiu de 113 para 29 dias. Mas, nem todas as notícias são boas para as empresas em Moçambique: a exigência de capital mínimo foi elevada dez vezes e hoje equivale à renda média anual. Na América Latina e no Caribe, República Dominicana, Guatemala e Honduras realizaram reformas pelo segundo ano consecutivo, bem como o Paraguai. Todavia é preciso mais. Os

14 12 DOING BUSINESS 2008 empresários americanos que abrem empresas enfrentam em média 10 procedimentos, comparados com 6 nos países ricos da OCDE. Mais da metade dos procedimentos ocorre depois que a empresa está registrada, inclusive licenças e inspeções municipais. Em 2006/2007 Honduras reformou as licenças municipais e reduziu o tempo de abertura em 3 semanas. O Paraguai adotou uma estratégia diferente: lançou um ponto de atendimento unificado, juntando procedimentos e reduzindo o tempo à metade para 35 dias. O Egito foi o segundo maior reformador do mundo. Reduziu a exigência de capital mínimo de libras egípcias para Hoje um guichê único processa o registro fiscal, a publicação e a inscrição na câmara de comércio. Essas reformas diminuíram o custo e o tempo para abertura em mais da metade, e reduziram os procedimentos de 10 para 7. Em outra parte do Oriente Médio, a Jordânia melhorou a operação de seu guichê único; mas, não reduziu a exigência de capital mínimo equivalente a 8 vezes a renda média anual, acessível para poucos jordanianos. Sri Lanka foi o país que fez mais progressos no Sul da Ásia. Uma nova lei para empresas eliminou aprovações onerosas e introduziu uma taxa única de registro. Os selos de empresas e tabeliães tornaram-se opcionais. Os procedimentos foram reduzidos de 8 para 5, e o tempo de abertura de 50 para 39 dias. O Butão aboliu 2 procedimentos e acelerou o registro. O Paquistão simplificou o registro fiscal. A Índia está implantando o registro eletrônico de documentos. A Ásia Oriental realizou menos reformas em 2006/2007. A Malásia acelerou a verificação de nomes e o registro, reduzindo os atrasos em uma semana. Timor-Leste eliminou as aprovações pelo Ministério de Terras. A Indonésia retrocedeu, acrescentando uma semana de atrasos com aprovações adicionais pelas prefeituras. Agora o país tem o maior tempo para abertura de empresas entre as economias asiáticas. O que reformar? Desde 2003, 93 países simplificaram a abertura de empresas mediante 146 reformas. Aqui estão as 5 reformas de maior sucesso: Corte da exigência de capital mínimo. Introdução de um guichê único. Padronização de documentos de incorporação. Eliminação de formalidades antiquadas. Possibilitar abertura online. Corte da exigência de capital mínimo A reforma mais fácil no processo de abertura de empresas como uma simples alteração legislativa é cortar a exigência de capital mínimo. Alguns países justificam essa exigência como proteção aos credores, proteção da empresa contra insolvência e proteção dos consumidores contra maus produtos. Mas, isto não faz muito sentido. Os credores baseiam suas decisões em riscos comerciais, não no fato de uma empresa cumprir uma exigência de capital imposta pelo governo. E em muitos países o capital mínimo pode ser integralizado com contribuições em produtos ou retirado imediatamente após o registro sendo de pouco valor em caso de insolvência. Os índices de recuperação em casos de falência não são mais altos nos países com exigências de capital do que naqueles sem elas. Em cerca de 20 economias, a exigência de capital ainda constitui um obstáculo importante à abertura de empresas. Nelas um empresário precisa reservar pelo menos 3 vezes a renda média anual para registrar sua empresa e, com freqüência, muito maior. Com exceção de Timor-Leste, todos estão na África e no Oriente Médio. A Síria tem a exigência mais alta, com capital mínimo equivalente a 37 vezes a renda per capita anual (veja a tabela 2.2). O Iêmen vem a seguir, exigindo 20 vezes a renda média anual. Poucos iemenitas podem se dar ao luxo de operar uma empresa legalmente. O resultado é a informalidade generalizada, a mais alta na região. Aqui está uma pergunta para os governos da Síria, Iêmen, Guiné-Bissau, Etiópia, Gaza e Cisjordânia, Jordânia, Níger, Timor-Leste, Togo, Omã, República Centro-Africana, Djibuti, Mauritânia, Eritréia, Mali, Burkina Faso, Chade, Benin, Madagascar e Emirados Árabes Unidos: se a exigência de um alto capital mínimo é benéfica, por que nenhum país rico tem uma? Introdução de um guichê único Os guichês únicos foram a reforma mais comum para a abertura de empresas 24 países criaram os seus desde Em média esta providência eliminou 5 procedimentos do processo de abertura e reduziram os atrasos a menos da metade. Estes guichês podem mostrar resultados rapidamente. Marrocos criou um em 6 meses; Cairo e Alexandria no Egito fizeram o mesmo em menos de 1 ano. Os reformadores têm escolhido maneiras diferentes para unificar procedimentos. Na Europa Oriental e na Ásia Central, a maior parte dos países inclusive Bielo-Rússia,, Hungria, Cazaquistão, Lituânia, Macedônia e Rússia delegaram formalidades como registros fiscais e estatísticos ao cartório de registro de empresas. Na América Latina, esses pontos reúnem funcionários de diferentes agências num único local como em El Salvador, Guatemala, Nicarágua e Paraguai. Esta disposição funciona quando os funcionários possuem poder de decisão. Isso nem sempre acontece: na Nicarágua um guichê único precisa encaminhar solicitações a

15 ABERTURA DE EMPRESAS 13 FIGURA 2.4 Grandes ganhos com documentos padronizados Redução no tempo para abrir uma empresa (dias) Antes da reforma Introduziu Documentos padronizados Depois da reforma 46 Portugal 47 dias outras agências e esperar sua aprovação. Os atrasos quase não foram reduzidos. Os reformadores podem usar esses pontos de atendimento a fim de criar impulso para reformas maiores. Portugal instituiu seu primeiro guichê único em 1998; mas, a maior redução no tempo veio somente em 2005, quando foram introduzidos documentos de incorporação padronizados (figura 2.4). Antes disso, o processamento de solicitações ainda demorava 3 semanas. Padronização de documentos de incorporação Em El Salvador, 70% das solicitações de registro de novas empresas são rejeitadas devido a erros no preenchimento de documentos ou por falta destes; no Cazaquistão, 65%. Em contraste, no Canadá o índice de rejeição é de somente 3%, no Reino Unido de 8% e de 10% em Maurício. Por que essa diferença? Documentos de incorporação padronizados. Com eles, os empresários garantem a legalidade sem visitar tabeliães e advogados. E a carga de trabalho é reduzida no cartório de registro, evitando erros e acelerando o processamento. Depois que a Estônia introduziu documentos padronizados, o tempo de processamento caiu de 15 dias para apenas 1. Os empresários pouparam mais duas semanas evitando o uso de tabeliães. Outros 64 países têm formulários padronizados entre eles China, Egito, Malásia, Omã, Eslováquia e África do Sul. Eliminação de formalidades antiquadas 35 Maurício 35 dias Eliminou o registro dos Livros das empresas Introduziu ponto de atendimento unificado Bélgica 30 dias Algumas exigências são restos de uma era passada e devem ser eliminadas. Um exemplo é a exigência de um selo da empresa ainda em vigor em 81 país. Em 7 deles, os empresários precisam de aprovação oficial para fazer um selo. Na PDR do Lao, o Ministério da Indústria e Comércio desenha o selo, enquanto o Ministério de Segurança Pública emite uma permissão para o empresário gravá-lo e registrá-lo Introduziu registro online Antigamente, um selo simbolizava a identidade legal de uma empresa e autenticava todos os seus contratos. Hoje, a maior parte dos documentos é enviada eletronicamente. Mais de 100 países têm regulamentos que permitem assinaturas eletrônicas. Elas não custam nada e são mais difíceis de falsificar. Possibilitar a abertura online Na Dinamarca, um empresário pode abrir uma empresa sem sair de casa. Usando a Internet, ele pode obter uma assinatura digital, registrar a empresa no cartório especializado e junto às autoridades fiscais e apresentar os documentos de incorporação. Todos os dados são validados automaticamente sem o envolvimento de nenhum funcionário público. O empresário recebe online o número de identificação da empresa e a notificação é publicada na web. Tornar o registro eletrônico é uma das maneiras mais eficazes para acelerar o início das operações. Desde 2003, 13 países introduziram o registro eletrônico, entre eles Bélgica, Irlanda, Maurício e Noruega. Isto reduziu de 40 para 17 dias o tempo médio para se abrir uma empresa nesses países. E não havendo contato entre o empresário e os funcionários públicos, não há possibilidade de suborno. A abertura online funciona melhor em países com alta penetração da Internet e com leis que permitem assinaturas eletrônicas. Para começar, eles podem introduzir a busca e publicação online de nomes ou computadorizar os arquivos de registro. Desde 2005, Alemanha, Macedônia, Moçambique e Sérvia tornaram eletrônica a notificação do estabelecimento de empresas, poupando até 3 meses em tempo de espera. A verificação de nomes online está agora disponível na Croácia, Moldávia, Nigéria e no Vietnã. Essas reformas podem custar pouco. Quando a Guatemala informatizou os arquivos de registro, gastou 5 meses para transferir quase 2 milhões de pastas, ao custo total de US$ Notas 1. As porcentagens de empresas dirigidas por mulheres são da 2006 World Bank Enterprise Surveys <http://www. enterprisesurveys.org>. 2. Bruhn (2007). 3. Antunes e Cavalcanti (2007). 4. Esses números são calculados com base nos dados de 2006 World Bank Enterprise Surveys para a África <http://www. enterprisesurveys.org>. 5. Masatliogu e Rigolini (2006).

16 14 Obtenção de alvarás Sextus Julius Frontinus, comissário da água de Roma em 97 dc, redigiu o primeiro regulamento para a manutenção do sistema de água da cidade. O regulamento começa assim: Qualquer um que queira extrair água para uso privado deverá fazer uma solicitação oficial e entregar pessoalmente ao comissário da água uma autorização por escrito do imperador. 1 Uma onda de perfurações nos aquedutos conexões ilegais de água provocaram o regulamento. Infelizmente, era impossível forçar seu cumprimento. Com mais de um milhão de cidadãos vivendo na Roma antiga, o imperador teria passado a maior parte do tempo revisando solicitações de água. As novas regras de inspeção para construções em Harare, Zimbábue, teriam deixado Frontinus orgulhoso. No esforço para coibir construções ilegais, hoje o inspetor chefe de edifícios ou seu vice-inspetor efetuam todas as inspeções. A desvantagem é um acúmulo crescente de inspeções não realizadas, TABELA 3.1 Onde é fácil obter alvarás e onde não é? Fácil Classificação Difícil Classificação São Vincente e Granadinas 1 Burkina Faso 169 Nova Zelândia 2 Tanzânia 170 Belize 3 Burundi 171 Ilhas Marshall 4 Zimbábue 172 Cingapura 5 Cazaquistão 173 Dinamarca 6 Ucrânia 174 São Cristóvão e Névis 7 China 175 Maldivas 8 Libéria 176 Quênia 9 Rússia 177 Micronésia 10 Eritréia 178 Nota: As classificações são a média das classificações do país em procedimentos, tempo e custo para cumprir as formalidades para se construir um armazém. Veja detalhes em Notas sobre dados. numa cidade onde já são necessários 952 dias e US$ para obter todas as aprovações para uma construção. O setor oficial de construção encolheu para 2% do PIB e o governo periodicamente manda demolir casas construídas ilegalmente para mostrar determinação. O Zimbábue ocupa o 172º lugar em facilidade para a obtenção de alvarás (tabela 3.1). A costumava ser como o Zimbábue. Há apenas 3 anos conseguir uma autorização para um armazém comercial em Tbilisi exigia 29 procedimentos diferentes. Antes de solicitar a autorização, um construtor precisava de permissões de agências tão diversas quanto o Centro de Arqueologia da Academia de Ciência e o Inspetor de Observação Sanitária. A atividade de construção ilegal era generalizada. Em 2004, menos de 45% das construções em andamento em Tbilisi tinham autorizações. As coisas mudaram. A foi um dos países que mais reformaram em termos de licenciamento de empresas FIGURA 3.1 Mais autorizações para construir emitidas na desde a reforma Número de autorizações para construir (milhares) 2, % Fonte: Bagaudinova, Omran e Shavurov (2007). +151%

17 OBTENÇÃO DE ALVARÁS 15 nos últimos 3 anos, reduzindo os tipos de atividades sujeitas a licenciamento de 909 a 159. Na indústria de construção (a qual Doing Business estuda como exemplo de licenciamento), a eliminou muitas das aprovações exigidas para a obtenção de uma autorização de construção e introduziu um centro unificado de licenciamento, uma regra de quem cala consente e limites de tempo estatutários mantendo os procedimentos necessários para regulamentação no interesse público. O número de procedimentos necessários para a construção de um armazém caiu para 12. O tempo necessário diminuiu quase 3 meses. O processo de aprovação para a construção de um armazém na é hoje mais eficiente que em todos os países da União Européia, com exceção da Dinamarca. Resultado: em 2006 o número de autorizações para construção emitidos na foi 151% mais alto que em 2005 e 370% mais alto que em 2004 (figura 3.1). O setor de construção cresceu de 6,4% da economia do país em 2003 para mais de 9% em A transição para a construção legalizada não se dá sem traumas. Em 20 de julho de 2007, os residentes da área central de Tbilisi acordaram com o som de sirenes. O corpo de bombeiros havia começado a demolir um edifício de 13 andares erigido antes da reforma e que estava em risco de desabar em razão de problemas de engenharia. O edifício não tinha planos de projeto, nem licença de funcionamento e nem mesmo aparecia no mapa da cidade. Contudo, ele se erguia sobre as casas que o cercavam, impedido de desabar por vigas de aço. Para evitar os muitos procedimentos de aprovação, a construtora simplesmente subornou o prefeito. Quem saiu perdendo? As pessoas que compraram apartamentos e agora precisam encontrar um novo lugar para viver 2. Quem está reformando? Quinze países facilitaram o cumprimento das exigências para construir em 2006/2007. A Europa Oriental realizou as maiores reformas na Bulgária, na República Checa, na e na Macedônia. A África veio logo atrás, com reformas no Quênia, Maurício, Nigéria e Ruanda. O Oriente Médio e norte da África vieram a seguir, com reformas no Egito, Kuwait e Marrocos. Três países, Guatemala e Quênia reformaram pelo segundo ano consecutivo. Alguns países revisaram todas as licenças exigidas para empresas e eliminaram as desnecessárias. O Cazaquistão reduziu o número de atividades licenciadas de 426 para 100. O Uzbequistão aumentou a duração mínima de uma licença para empresa de 1 para 5 anos. E hoje o país permite que 13 atividades empresariais inclusive turismo, auditoria, serviços de corretagem e operações no mercado de valores mobiliários tenham licenças vitalícias. O Quênia eliminou 110 licenças FIGURA 3.2 Reduzindo o tempo para obtenção de licenças Redução no tempo para se construir um armazém (dias) Antes da reforma Depois da reforma Quênia 3 30 Consolidou regras legais Eliminou revisão pelo comitê 15 Ruanda 8 Adicionou lugares para licenciamento e simplificou outras 8. O governo planeja eliminar 314 licenças e simplificar outras 599. Recebi recentemente um telefonema de prestação de contas da Câmara Municipal sobre planos que eu havia apresentado um fato completamente inédito, comenta um arquiteto queniano. Serviços como esse se tornaram mais comuns desde que o ministro da habitação e de terras lançou uma iniciativa de resposta rápida em novembro de A obtenção de uma autorização de construção costumava levar 80 dias. Eram necessárias liberações de 6 agências e uma revisão por um comitê ministerial. A nova iniciativa eliminou a revisão pelo comitê, reduzindo em 30 dias o tempo para se obter uma autorização (figura 3.2). A simplificação de procedimentos foi a reforma mais popular no licenciamento de construções em 2006/2007 (tabela 3.2). TABELA 3.2 Simplificar o licenciamento a reforma mais popular em 2006/2007 Simplificaram os procedimentos para licenciamento e inspeção Bulgária,, Guatemala, Indonésia, Maurício, Quênia, Rep. Checa, Ruanda Estabeleceram limites de tempo estatutários para emissão de licenças Macedônia, Maurício, Nigéria Introduziram processamento eletrônico de solicitações China, Honduras, Kuwait, Marrocos Adotaram novo código de construção Nigéria, Rep. Checa Introduziram procedimentos acelerados, Rep. Checa Introduziram inspeções privadas Rep. Checa Reduziu as taxas Egito

18 16 DOING BUSINESS 2008 TABELA 3.3 Quem regula menos a obtenção de alvarás e quem regula mais? Procedimentos (número) Menos Mais Dinamarca 6 Brunei 32 Nova Zelândia 7 Burkina Faso 32 Vanuatu 7 Guiné 32 Suécia 8 Tajiquistão 32 Chade 9 El Salvador 34 Granada 9 Rep. Checa 36 Maldivas 9 China 37 Santa Lucia 9 Cazaquistão 38 Jamaica 10 Serra Leoa 47 Quênia 10 Rússia 54 Tempo (dias) Menos Mais Coréia 34 Ucrânia 429 Finlândia 38 Suriname 431 Estados Unidos 40 Bósnia-Herzegovina 467 Vanuatu 51 Lesoto 601 Ilhas Marshall 55 Costa do Marfim 628 Ilhas Salomão 62 Irã 670 Nova Zelândia 65 Rússia 704 Belize 66 Camboja 709 Dinamarca 69 Zimbábue 952 São Cristóvão e Névis 72 Haiti Custo (% da renda per capita) Menos Mais Emirados Árabes Unidos 1,5 Cazaquistão Brunei 5,2 Tanzânia Trinidad e Tobago 5,9 Guiné-Bissau Palau 6,1 Sérvia São Vincente e Granadinas 9,2 Níger Malásia 10,0 Rússia Hungria 10,4 Burundi Tailândia 10,7 Zimbábue Austrália 13,2 Afeganistão Estados Unidos 13,4 Libéria Maurício combinou as permissões de projeto e construção em um procedimento só. A dupla permissão hoje é emitida em 2 semanas, reduzindo em 55 dias o tempo para a conclusão das formalidades. Na Guatemala, o Ministério do Meio Ambiente eliminou as duplicidades em procedimentos colocando seu pessoal em escritórios municipais e no Ministério da Saúde, reduzindo o tempo em 60 dias. A Rússia aboliu a notificação de permissão exigida para se iniciar uma construção (a qual era separada da autorização para construir), poupando 20 dias para os empresários. Mas, é preciso fazer mais em um país em que o processo de permissão ainda leva quase 2 anos. Outros países se concentraram na redução dos atrasos. A República Checa simplificou as provisões do seu código para novos edifícios, acelerando em 50 dias as aprovações de construções. Agora, os construtores podem solicitar 2 permissões ao mesmo tempo, e uma notificação simples substituiu a licença de ocupação (habite-se). A Indonésia introduziu um processo simplificado e novas licenças temporárias que permitem o início da construção enquanto a licença plena é aprovada, reduzindo de 49 para 21 dias o tempo de obtenção de uma autorização de construção. Na Macedônia, hoje, basta 1 dia para se obter a prova de propriedade do imóvel 59 dias a menos que em Ruanda acelerou a emissão de licenças para construir e de ocupação em 24 dias depois de transferir a jurisdição do licenciamento dos distritos para os municípios. A Nigéria transferiu a aprovação para as autoridades municipais e as equipou com computadores e treinamento, reduzindo o tempo para as autorizações de construção de 90 para 42 dias. Outra reforma popular foi a informatização dos processos. Honduras lançou o processamento eletrônico de solicitações para linhas de telefonia fixa, reduzindo de 2 para 1 semana o tempo de aprovação. O Kuwait instalou um novo sistema automatizado em todas as agências responsáveis pela emissão de aprovações técnicas. O tempo de obtenção da aprovação para uma linha telefônica caiu de 30 para 20 dias, para a ligação de eletricidade de 2 semanas para 1, e para a ligação de água de 14 para 5 dias. Na China, Pequim e Xangai, processam hoje eletronicamente as solicitações de autorizações de construção e permitem que as construtoras peçam online os certificados de segurança, reduzindo em 2 semanas a espera. Mas, ainda há muito a ser feito: para se obter uma autorização de construção na China ainda são necessários 37 procedimentos e 336 dias (tabela 3.3). Marrocos montou um guichê único para autorizações de construção no final de 2006, reduzindo o tempo de obtenção de uma autorização de 30 para 20 dias. Há mais a fazer. A comissão que emite as aprovações analisa os projetos por bairro. Duas semanas podem se passar à espera da vez do seu bairro na programação da comissão.

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