46 Estante KPMG Estudos e pesquisas produzidos pela KPMG

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3 Shutterstock/Diego Cervo 22 Capa Espírito empreendedor Conhecimento sobre o negócio não é garantia de sucesso mesmo em um país como o Brasil, que oferece tantas oportunidades para pequenos, médios e grandes empreendedores. Nesta reportagem, especialistas comentam o que os empresários bem-sucedidos têm em comum 4 Potencial latino-americano Oito países da América Latina estão na lista top 50 dos fornecedores de serviços de terceirização. E o mercado tende a crescer A KPMG Business Magazine é uma publicação trimestral da KPMG Auditores Independentes, coordenada pela equipe de Marketing: Elizabeth Fontanelli e Lucia Mesquita. Tel.: (11) Projeto gráfico e diagramação: Criaderia Agência de Comunicação Editora responsável: Kelly Carvalho MTB: Repórter: Ana Paula Bortoloni Fotos da capa: Empresários entrevistados no livro Todo Mundo Disse que Não Ia Dar Certo, produzido pela KPMG. Fotos: Henrique Tarricone; Fotos de arquivo pessoal: Alair Martins, Alexandre Costa (por Lailson Santos), Francisco Deusmar de Queiroz, Leandro Pinto (por Joaquim Oscar Fonseca Bustamante), Romero Rodrigues e Wanderley de Abreu Junior 10 Estratégia verde Brasil corre risco de sofrer uma crise energética e precisa atrair investimentos em matrizes renováveis para se tornar competitivo 14 Sinal de alerta Se a saúde financeira da empresa dá indícios de que vai mal, é hora de tomar providências imediatas para sua recuperação 18 Orçamento consciente Santos Brasil revê metodologias de controle de custos e gestão de recursos para melhorar seus processos e manter liderança no mercado 28 Hora da sinergia Estudo apresenta as estratégias de executivos de diversos setores da economia para manter o crescimento rentável de seus negócios 32 Desafios da consolidação Gestores têm o desafio de gerar valor para o negócio depois de um processo de integração entre empresas 36 Crescimento recorde Levantamento aponta uma evolução marcante da indústria de Private Equity e Venture Capital nos últimos anos 40 Siscoserv: dois anos depois, muitas incertezas Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços continua complexo mesmo após sua entrada em vigor 46 Estante KPMG Estudos e pesquisas produzidos pela KPMG 3

4 Shutterstock Mais que redução de custos, a terceirização torna-se estratégica como fator de inovação Potencial latino-americano Países da América Latina se destacam como prestadores de serviços de terceirização, apesar de problemas burocráticos e de infraestrutura que desafiam o maior crescimento do mercado 4

5 NEGÓCIOS Com a crise financeira de 2008, a América Latina surgiu como uma importante alternativa aos centros de terceirização da Índia, da China e da Malásia, e vem ganhando força desde então. A proximidade territorial e o fuso horário semelhante ao dos Estados Unidos, a afinidade cultural, os incentivos fiscais, a desvalorização de moedas, como o real brasileiro e o peso argentino, além do fato de a maioria dos países ter como segundo idioma o inglês, favorecem o aumento da demanda. O crescimento econômico da região, com uma série de fusões e aquisições de empresas e, consequentemente, a consolidação e a padronização de sistemas e processos, são outros fatores que impulsionam o mercado. Oito países da América Latina estão na lista top 50 dos fornecedores de serviços de Business Process Outsourcing (BPO) e Information Technology Outsourcing (ITO), segundo o relatório KPMG Outsourcing Report, divulgado em março de As nações que mais se destacam no mercado regional são México, Chile, Brasil, Costa Rica, Argentina, Panamá, Uruguai e Colômbia. A pesquisa mostra que o México, na sexta colocação, passou à frente do Chile e presta serviços não apenas para empresas mexicanas, como a consagrada fábrica de cimentos Cemex, mas aproveita a proximidade com os Estados Unidos para oferecer seu banco de talentos profissionais aos norte-americanos. Na décima posição, o Chile, apesar da perda de competitividade devido a um aumento de custos, destaca-se, com as empresas Sonda e Telefonica, na prestação de serviços de TI. Já o Brasil é o terceiro colocado na região, aparecendo na 12ª posição no ranking geral. É tido como um grande mercado, que conta com infraestrutura moderna, mas esbarra nos altos custos de mão de obra, nas altas taxas de importação e de serviços, além da particularidade do idioma, diz Fernando Aguirre, sócio de Management Consulting e coordenador do estudo. Os outros países citados no ranking são Costa Rica, na 19ª posição, e Panamá, na 34ª, que atraíram a atenção de empresas como a IBM e a HP, além da Argentina (30ª), do Uruguai (41ª) e da Colômbia (43ª). Com base em uma pesquisa da empresa de consultoria Gartner, o relatório desenvolvido pela KPMG estima potencial de crescimento de 10% desse mercado até 2017, muito acima dos 5,3% registrados em 2013, principalmente na Colômbia, no México e no Chile. Mais do que a prestação de serviços para empresas norte-americanas, a Gartner chamou a atenção para a demanda de clientes fixados na região. Isso porque os negócios por meio da terceirização têm atraído a atenção não apenas de multinacionais que desejam expandir suas operações, mas também das próprias empresas latino-americanas, que olham para esse serviço pela primeira vez como forma de melhorar sua eficiência. Busca por novos talentos O crescimento do mercado exige cada vez mais qualificação profissional, especialmente para serviços de BPO. Para driblar a dificuldade, as empresas estão investindo em parcerias com universidades e treinando os profissionais em potencial. É o caso da IBM, que trabalha em conjunto com a Cinde (Costa Rican Investment Promotion Agency), para ampliar a oferta de talentos. O objetivo é fornecer às universidades conhecimento e acesso à tecnologia e software especializado, fortalecendo sua grade curricular com programas de TI. As universidades têm se mostrado favoráveis a incluir essas habilidades em seus programas curriculares, o que também aumenta nossa força de trabalho, disse Alberto Mainieri, gerente da IBM Costa Rica Delivery Center. Assim como a IBM, a Dell é parceira de universidades locais. No Panamá, a empresa possui um centro que oferece suporte técnico e serviços compartilhados. O Panamá não é um lugar onde você pode implantar um centro e encontrar recursos humanos qualificados de um dia para o outro. Tem de ser um processo gradual, afirma Gustavo Ripoll, um argentino que administra o centro da Dell local. Enquanto isso, o relatório diz que o México não tem tanta dificuldade em contratar profissionais de TI, especialmente em cidades como Monterrey e Guadalajara, conforme informam as empresas Neoris e IBM. Com sede na Argentina, a Globant também relatou ter facilidade em recrutar talentos, principalmente em cidades que não são tão competitivas como Buenos Aires. A empresa abriu escritórios em La Plata, Córdoba e Rosário, além de filiais internacionais no Brasil, no México, na Colômbia, no Uruguai e nos Estados Unidos, entre outros países. A estratégia foi não só facilitar o acesso a novos talentos como também diversificar as operações da empresa em todo o País e na região, informa o chefe de Corporate Development, Martin Umaran. 5

6 NEGÓCIOS Shutterstock Computação em nuvem Para os provedores de serviços de TI, conexões de banda larga de alta velocidade e redes móveis são essenciais, principalmente na era da computação em nuvem e dos smartphones. O KPMG Outsourcing Report lembra que a demanda por aplicações de dados móveis é crescente, e os países que contam com infraestrutura de telecomunicações moderna levam vantagens, como é o caso de grande parte da região, exceto em alguns locais do Brasil e do Uruguai. O World Economic Forum s Networked Readiness Index 2013 colocou o Chile em primeiro lugar na América Latina e na 34ª posição entre 144 países do mundo, bem à frente do Uruguai (54ª), do Brasil (60ª) e do México (63ª). Ainda assim, ressalta a necessidade de mais investimentos em conexões banda larga na região para permitir que as empresas de TI desenvolvam soluções inovadoras baseadas em nuvens. Um dos desafios das empresas e dos governos é quanto à segurança da propriedade intelectual e de dados, incluindo patentes e direitos autorais. Segundo o relatório da KPMG, Costa Rica, Colômbia e Brasil têm melhorado significativamente seus sistemas para proteger a propriedade intelectual. Chile, Argentina e Venezuela, que até então não tinham essa preocupação, também fizeram melhorias recentes. Serviços compartilhados O modelo de negócios híbrido, em que funcionários de uma empresa trabalham em conjunto com profissionais terceirizados, está se tornando tendência mundial. Conhecida como Global Business Services, a prática é focada na otimização de custos e valor agregado, permitindo que os prestadores de serviços tenham escritórios em vários países ao mesmo tempo. Assim, podem oferecer mix de serviços onshore e nearshore, alavancando o seu acesso a talentos, incentivos fiscais e infraestrutura de locais diferentes. Tradicionais destinos de terceirização, China e Índia, país que lidera o Shared Services Outsourcing (SSO), já investem nesse modelo, mas o processo na América Latina por enquanto é mais lento, já que os países da região ainda estão mais focados no destino nearshore. Mesmo assim, Costa Rica, Panamá e Colômbia se destacam pelo compartilhamento dos serviços. Empresas como a Dell e Intel criaram centros de serviços compartilhados na América Central. No entanto, o relatório lembra que um centro de serviços também pode ser executado em conjunto com um provedor de terceirização não só para reduzir os custos, mas também para melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços. Principais tendências para a América Latina Forte crescimento dos serviços de Business Process Outsorcing, inclusive no mercado interno Ascensão do México entre os países latino-americanos prestadores de serviços Prestação de serviços com valor agregado, incluindo inovações e computação em nuvem Shutterstock Aumento do desenvolvimento de capital humano a partir da parceria com universidades privadas da América Latina Desenvolvimento de modelo híbrido de compartilhamento de serviços/centros de terceirização, especialmente na América Central 6

7 NEGÓCIOS Neoris: a conexão mexicana Acervo KPMG Empresa global de terceirização de TI, a Neoris foi fundada em 2000 como uma spin off da área de TI da mexicana fabricante de cimentos Cemex. Por isso mesmo, chama a atenção por ter se tornado um caso bem-sucedido de player independente no mercado. Em 2013, a Cemex anunciou que tinha chegado a uma parceria estratégica de vários anos com a Neoris para prestação de serviços de TI de longo prazo em todo o mundo. Como parte do acordo, a Neoris fornece serviços de TI como engenharia de software e desenvolvimento de aplicativos para vários projetos. É a maior consultoria de TI e integração de sistemas do México. Com sede em Miami, conta com operações nos Estados Unidos, na Europa, na América Latina, na África e no Oriente Médio. Cerca de 75% dos negócios nearshore da Neoris estão nos Estados Unidos. No México, a empresa possui escritórios em Monterrey, Culiacán e Cidade do México, e está iniciando operações em Querétaro. Além da localização favorável, a Neoris recebe apoio do governo e benefícios fiscais. Por exemplo, o programa do governo mexicano para o Desenvolvimento da Indústria de Software (Prosoft) oferece subsídios de até 50% da infraestrutura para empresas de TI. Sutherland: rightsourcing na América Latina Acervo KPMG O conceito de terceirização é normalmente dividido em três modelos de negócio: onshore, nearshore e offshore. Mas a Sutherland Global Services, uma empresa de terceirização sediada em Nova York, com operações em 15 países, criou seu próprio modelo, chamado rightsourcing, que permite que a empresa preste serviços de diferentes países, atendendo melhor às necessidades dos seus clientes. A Sutherland possui mais de 40 mil funcionários, sendo mais de 2 mil na América Latina. A empresa iniciou suas operações no México em 2006, prestando serviços para clientes nos Estados Unidos, como a AT&T. Depois, em 2010, abriu um escritório na Colômbia para atender aos norteamericanos, mas também aos latino-americanos. A empresa dá suporte a alguns clientes brasileiros diretamente da Colômbia, mas em 2013 abriu um escritório em São Paulo para se concentrar no mercado brasileiro. Em breve, abrirá um escritório em Porto Alegre para prestar apoio ao cliente e gestão de encomendas para a Dell. Nossa estratégia no curto prazo é abrir um ou dois centros para prestação de serviços do Brasil para o Brasil. Não podemos atender da Colômbia o resto da América Latina, afirma o vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Negócios da América Latina, Felix Massun. Segundo ele, uma das principais razões para a forte presença no Brasil, além da diferença do idioma, é que os serviços importados para o Brasil, seja da Colômbia ou de outro lugar, estão sujeitos a uma retenção na fonte e outros impostos não reembolsáveis, em média de 39%, o que aumenta consideravelmente os custos de se oferecer serviços de fora do país. Na América Latina, o desafio para a Sutherland e outras empresas é convencer os executivos a superarem seu medo. A empresa tem crescido em média 20% ao ano nos últimos cinco anos, mas o crescimento futuro da demanda deverá superar a média mundial da empresa. Segundo Massun, a demanda por serviços de nearshore na Colômbia e na América Central continuou a crescer, mas o aumento é cada vez mais impulsionado por empresas latinoamericanas. A diferença que eu vejo agora é que há mais demanda local. As empresas da região estão olhando para BPO como uma opção real. 7

8 NEGÓCIOS Polos de terceirização na América Latina México A indústria de terceirização mexicana tem se desenvolvido rapidamente desde 2009, aproveitando a proximidade com os Estados Unidos, o fuso horário e o Acordo de Livre Comércio, além da depreciação do peso. Essas vantagens tornaram o país atrativo para o nearshore. Embora tradicionalmente focada no fornecimento de serviços de TI para os bancos regionais, como Santander, HSBC e Bank of America, a indústria de terceirização do México evoluiu, e empresas como a Neoris começaram a prestar serviços a clientes globais em outros setores, incluindo varejo e manufatura. Costa Rica e Panamá Os dois países são destinos de terceirização populares para empresas multinacionais, em parte devido à proximidade com os Estados Unidos e por serem bilíngues. Ambos oferecem zonas francas, onde as empresas podem configurar as operações e os serviços de exportação que pagam pouco ou nenhum imposto de renda corporativo. Colômbia Embora ainda lute contra a percepção de alguns investidores de que é um país de risco, a Colômbia tem feito progressos importantes na última década, e agora é uma das democracias mais seguras e estáveis na região. De acordo com o World Bank s Doing Business Report 2014, a Colômbia é o segundo país com mais facilidade para se fazer negócios, perdendo apenas para o Chile. Não só oferece elevada qualidade de vida, como também talentos profissionais, boa infraestrutura e reputação de excelência na prestação de serviços aos clientes. Como resultado, empresas como a ADA e a Digitex escolheram o país como sua base para serviços de BPO na região. Chile O Chile tem emergido como uma plataforma de serviços importantes na América Latina, apesar da sua pequena extensão territorial e afastamento físico. Conta com excelente infraestrutura, estabilidade política e força de trabalho qualificada, e a capital, Santiago, oferece uma das qualidades de vida mais altas da região. Por meio do programa InvestChile, executado pelo Comitê de Investimentos Estrangeiros, a Agência de Desenvolvimento Econômico do Chile oferece vários incentivos para o investimento em áreas de alta tecnologia. 8

9 NEGÓCIOS Brasil Apesar da estagnação da economia, o Brasil lidera o mercado de BPO na América do Sul. O País tem a maior economia da região, estabilidade política e absorve muitas das maiores empresas de TI do mundo por possuir boa infraestrutura de telecomunicações e talentos profissionais. Conforme o relatório da KPMG, as empresas de terceirização se instalam no Brasil para atender ao mercado local e às operações de seus clientes de forma global. Os principais clientes do Brasil são os Estados Unidos, seguidos por países da América Latina e da Europa. De acordo com Fernando Aguirre, o setor de TI brasileiro tem desenvolvido a capacidade de criar soluções eficazes e inovadoras para uma variedade de indústrias, o que fez do País um dos mercados de tecnologia mais bem preparados, mais versáteis e sofisticados do mundo. Embora o cenário seja favorável, o Brasil tem perdido mercado em função do alto custo de mão de obra, da barreira do idioma já que o espanhol é a língua predominante na região latino-americana, além da legislação e da estrutura tributária complexas, sendo considerado o mercado mais caro da região para se fazer negócios. Ainda que o governo brasileiro ofereça vários incentivos para as empresas de TI, as taxas de impostos aqui são consideradas altas, podendo tornar o Brasil menos favorável para investimentos em relação aos seus vizinhos. Internamente, cidades como São Paulo e Rio de Janeiro oferecem incentivos fiscais para empresas de TI instalarem seus escritórios, mas, ainda assim, podem perder mercado para municípios menores, como Uberlândia e Porto Alegre, que cobram menos taxas de impostos municipais. O relatório aponta, ainda, o potencial de crescimento nas cidades do Norte e do Nordeste, como Manaus e Salvador, que possuem força de trabalho em grande parte inexplorada. Argentina A reputação da Argentina é de um país arbitrário, que muda as regras para os investidores. Por outro lado, oferece talentos profissionais e baixos custos, inclusive em função da recente desvalorização de sua moeda, com a consequente redução dos custos trabalhistas para as empresas de terceirização que recebem rendimentos em dólares. Além disso, o país oferece benefícios especiais para empresas de TI e software, como taxas de impostos reduzidas. Desafios para atrair clientes na América Latina Descentralização Modernização da infraestrutura de telecomunicações Redução da burocracia e dos impostos Reforço da proteção de propriedade intelectual Diminuição dos custos de energia Desenvolvimento do banco de talentos 9

10 ENERGIA Shutterstock/sellingpix Estratégia verde Sob risco de uma crise energética, Brasil tem o desafio de desenvolver política setorial consistente para atrair investimentos em matrizes renováveis Há uma forte pressão mundial para o desenvolvimento de matrizes energéticas mais limpas, e o Brasil pode ganhar destaque exponencial se concentrar esforços nessa causa, já que as condições naturais da região permitem a produção de energia renovável. 10 No entanto, embora haja a necessidade de desenvolvimento de outras soluções mais sustentáveis, que tragam respostas à pressão social e ambiental, há um impedimento de custo para essas aplicações, que ainda se encontram em um nível de competitividade muito distante, por exemplo, da energia hidrelétrica. O Brasil é quase autossuficiente na produção energética e se destaca por deter 75% de sua produção elétrica por meio de usinas hidrelétricas, uma das matrizes mais limpas do planeta. Ainda assim, o País não se encontra em uma posição confortável, já que corre um sério risco de estagnação em virtude da falta de uma coesa política de concessão e investimentos em novas tecnologias. A construção de novas usinas hidrelétricas, por exemplo, esbarra em sérios problemas de aprovação ambiental e está cada vez mais difícil obter licenciamento para essa finalidade. Além disso, o setor de energia elétrica, um dos mais estratégicos da matriz brasileira, vem passando por um período de insegurança quanto a novos investimentos em infraestrutura, em razão dos ajustes tarifários e das renovações dos contratos de concessões nas áreas de transmissão e geração. Confira, a seguir, breve panorama sobre as condições de outras matrizes energéticas renováveis no País:

11 Energia solar KPMG Business Magazine 32 ENERGIA Embora o Brasil seja um país de clima predominantemente tropical, com abundância de luz do sol, a produção de energia solar ainda é cara e menos competitiva que a eólica, principalmente por questões de escala de produção. Para Martiniano Lopes, sócio-líder de Energia e Recursos Naturais da KPMG na América Latina, assim como a energia eólica, que está passando por um processo de transformação, a energia solar requer planejamento e investimento em soluções tecnológicas e, acima de tudo, uma política de utilização de longo prazo, com subsídios para os usuários. Força dos biocombustíveis Os dois principais biocombustíveis utilizados no Brasil são o etanol e o biodiesel. Segundo a Petrobras Biocombustível, até 2018 estão previstos investimentos de US$ 2,3 bilhões para ampliar a produção desses combustíveis. imagens/shutterstock Força dos ventos A energia eólica é uma das fontes que mais cresce no Brasil. Especialistas estimam que, até 2018, sua participação na matriz brasileira deve saltar dos atuais 3% para 8%. Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), em seis anos a capacidade instalada dessa fonte deve crescer quase 300%. Mas ainda há muita caminhada pela frente. O Ministério de Minas e Energia estima capacidade instalada de energia eólica no País de apenas 2,2 GW, número muito baixo em comparação à produção da China, por exemplo, que é a maior geradora de energia pelo vento do mundo, com capacidade instalada de cerca de 75 GW e perspectivas de atingir 200 GW até 2020, maior que toda a produção dos países da União Europeia. A produção em escala chinesa ajuda na redução do preço e incentiva a inovação no setor. Por isso, o governo chinês enxerga as energias renováveis como estratégia prioritária, oferecendo vários subsídios para sua produção. Até porque há uma forte preocupação com os altos índices de poluição do ar, causada pelas termoelétricas a carvão. Para Martiniano Lopes, a exemplo da China, a produção em escala e o investimento em novas tecnologias são as saídas para a redução de custos da energia eólica no Brasil. Somos muito competitivos nesse assunto, mas precisamos de escala. Quanto mais volumetria, menor custo, diz. Também precisamos investir na introdução de tecnologia, o que já tem acontecido e, consequentemente, aumentado o nível de rendimento, completa. Por isso, Lopes acredita que o custo da energia eólica deve diminuir ainda mais pela aplicabilidade e pelas soluções tecnológicas que estão sendo introduzidas. No caso do biodiesel, a Petrobras afirma que as usinas próprias e parceiras possuem, juntas, capacidade de produção de 821 milhões de litros/ano. Desde 2010, todo o diesel comercializado no Brasil conta com 5% de biodiesel. O biodiesel pode ser produzido a partir de diferentes espécies oleaginosas, como a mamona, o dendê, a canola, o girassol, o amendoim, a soja e o algodão, além de matérias-primas de origem animal, como o sebo bovino e a gordura suína. Já o etanol, gerado a partir da cana-de-açúcar, tem o menor custo de produção e o maior rendimento em litros por hectare do produto. Na produção desse biocombustível, todos os subprodutos da cana são aproveitados e, com a queima do bagaço, há a cogeração de energia. Há, também, pesquisas para o uso comercial do etanol de segunda geração, o etanol do futuro, com o aproveitamento da celulose existente no bagaço. O desenvolvimento nessa área possibilitaria ampliar a capacidade de produção em até 40% sem aumentar as áreas plantadas de canavial, trazendo mais produtividade, eficiência e sustentabilidade no ciclo de produção. 11

12 ENERGIA Shutterstock/ Jason.Lee d13/shutterstock.com Energia do lixo Produzido a partir do lixo orgânico, o biogás começa a ganhar escala no Brasil. Em São Paulo, 24 geradores de alta potência queimam todo o gás do lixo. As máquinas transformam o biogás do aterro em energia elétrica suficiente para abastecer 35 mil domicílios da metrópole. Além da capital paulista, o município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, se destaca como o único fornecedor de biogás do mundo para uma refinaria de petróleo. Em maio deste ano, a Petrobras iniciou a substituição do gás natural consumido pela Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense, por biogás gerado a partir da decomposição do lixo captado no antigo Aterro Sanitário de Gramacho. A expectativa é de que, no primeiro ano de implantação do projeto, o consumo de gás natural seja reduzido em cerca de 10%. Popularização dos elétricos Considerado um dos principais vilões da geração de substâncias poluentes, os automóveis são alvo de pesquisa na busca de alternativas de energia mais sustentáveis, como a geração elétrica em substituição aos tradicionais combustíveis. O número de carros elétricos no Brasil ainda é pequeno. Em 2013, cerca de 500 veículos foram licenciados no País, contra 3,169 milhões de carros flex fuel e 189 mil movidos a gasolina. O preço é um dos principais fatores que impedem a popularização dos carros elétricos por aqui, consequência da elevada carga de impostos que incidem sobre o valor final. Dependendo da região, a tributação que incide sobre os carros elétricos pode ultrapassar 120%. O preço médio de um veículo desse tipo no Brasil chega a R$ 200 mil. No Japão, um carro elétrico com incentivo governamental custa o equivalente a R$ 53 mil, ainda assim mais caro que um modelo movido a gasolina, que sai por cerca de R$ 40 mil. Independentemente do preço do produto, o Brasil ainda carece de tecnologias e infraestrutura, como postos de abastecimento, para tornar os carros elétricos competitivos. Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) apontou que, se 10% dos carros brasileiros fossem elétricos, o consumo de energia para recarregar todas as baterias seria equivalente a 2,9% da energia produzida pela hidrelétrica de Itaipu. Para o setor ganhar escala e se tornar mais competitivo, Lopes aponta a necessidade de uma política pública. É preciso definir na matriz de transporte quais espaços devem ter a gasolina, o etanol e o elétrico. É necessário um planejamento de longo prazo para as empresas investirem, além de subsídios e de incentivo, afirma. Enquanto houver dificuldade de visibilidade sobre como a matriz energética do Brasil vai se comportar, mais difícil é seu planejamento e, consequentemente, seu investimento, avalia. Alguns poucos avanços começam a despontar nesse segmento. Em maio deste ano foi aprovado em São Paulo um incentivo para o crescimento da frota de elétricos e híbridos. A lei prevê que os donos desses automóveis receberão de volta o IPVA concernente ao governo municipal para veículos que custem até R$ 150 mil. Além disso, os carros elétricos poderão ser desobrigados de respeitar o rodízio municipal, em vigor desde Ainda assim, há muito trabalho pela frente. 12

13 Informe Publicitário KPMG Business Magazine 32 13

14 REESTRUTURAÇÃO Shutterstock/MonkeyBusiness Images Quanto mais rápido for diagnosticado o problema e tomadas as providências necessárias, mais chances a companhia tem de se recuperar Sinal de alerta Economia instável gera aumento de falências e processos de recuperação judicial. Especialistas recomendam atenção para os indícios de problemas nas empresas 14 Ao contrário do cenário de crescimento econômico favorável de cinco anos atrás, o momento agora é de atenção por parte dos gestores. Se no passado a inflação estava sob controle e o anúncio do Brasil como sede da Copa animava os investidores a injetar capital externo enquanto as potências da Europa e os Estados Unidos amargavam instabilidade, hoje a situação se inverteu. A economia global começou a se recuperar, e algumas características da realidade econômica e social brasileira, como elevadas taxas de juros e baixos níveis de investimento, tiraram do

15 REESTRUTURAÇÃO Cenário econômico em dois atos País não só um importante espaço no mercado, mas também a atratividade para investidores. Estamos em um período em que muitas empresas estão com alta alavancagem financeira. Muitas delas perderam rentabilidade e valor de mercado e enfrentam dificuldades para conseguir novos empréstimos a taxas competitivas. Vamos ter de compensar a falta de infraestrutura do País, inclusive com mais gastos das empresas, com uma inflação elevada e perspectiva de aumentos em tarifas e custos, como eletricidade, óleo e petróleo. Como vamos lidar com tudo isso? São situações que requerem atenção, consciência e soluções inovadoras e integradas, analisa André Schwartzman, sócio-líder da área de Restructuring da KPMG no Brasil. Para discutir e analisar o momento que o País atravessa, a KPMG reuniu, em São Paulo, importantes players de vários segmentos, como empresários, investidores, credores, advogados e consultores, incluindo lideranças internacionais. Eles participaram de palestras e mesas-redondas a fim de debater e buscar soluções para os problemas que atingem empresas de diferentes setores. Um dos dados mais alarmantes apresentados durante o encontro foi o alto número de falências e de companhias em processo de recuperação judicial no País. Em 2008, eram 312; o número mais que dobrou no ano seguinte e, em 2013, já chegava a 874. Crescimento anual ao redor de 5% Controle da inflação Antigas estatais sendo geridas de forma profissional e separada do governo Autossuficiente em petróleo, e o pré-sal podendo transformar o País em grande exportador Grande exportador de commodities; Disciplina fiscal Investment grade Grandes programas de investimento em andamento PAC, Petrobras, preparação para Copa e Jogos Olímpicos Na opinião de Francisco Clemente, diretor da área de Restructuring da KPMG no Brasil, um dos maiores exemplos da fragilidade da economia brasileira é o de que quatro das dez companhias que mais perderam valor de mercado no último ano no mundo são brasileiras. Se essas empresas, entre as maiores do Brasil, hoje sofrem com esse cenário de incerteza, imagina aquele mercado empreendedor, o pequeno empresário, ou mesmo aquelas empresas multimilionárias, mas que têm menos acesso a crédito e menos poder perante o mercado, pontua o especialista. Diante desse contexto, especialistas alertam para a necessidade de as empresas se preparar para evitar que uma crise se instale de maneira acentuada, de modo que não reste alternativa a não ser a recuperação judicial. Para isso, os gestores devem se manter alertas para alguns indícios de que a empresa pode não estar passando por uma situação confortável, como o alto nível de endividamento, a redução de rentabilidade, pressão no capital de giro e Economia estagnada, Estado inchado Protestos Infraestrutura: gasto de 1,5% do PIB, contra média mundial de 3,8%. O estoque de infraestrutura é de 16% do PIB, contra 71% em outras economias; Impostos de 36% do PIB líder dentre emergentes Novos gastos para saúde, educação e transporte precisam vir da reforma pública Gastos com previdência são tão elevados quanto na Europa, que tem 3 vezes mais idosos Principais desafios: reformas, competitividade e produtividade privada, reforma política baixa geração de caixa para os próximos meses. Clemente afirma que, quanto antes for feito o diagnóstico de problemas e tomadas as providências necessárias, mais chances a empresa tem de se reerguer. Ele explica que, durante um processo de reestruturação, o primeiro passo é a realização de um diagnóstico da situação da empresa, verificando, por exemplo, o histórico de receita, custos, despesas e endividamento, para entender os principais fatores da crise e as prioridades. Em seguida, é proposto um plano de estabilização e rentabilização de curto, médio e longo prazo, com direcionamento de ações. Paralelamente, é necessário analisar o relacionamento da empresa com todas as partes interessadas, como credores financeiros, fornecedores, Fisco e colaboradores. Todas essas ações podem ser realizadas dentro de um processo de recuperação judicial ou num processo multilateral, em que a empresa negocia com credores sem envolver a Corte, finaliza Clemente. 15

16 REESTRUTURAÇÃO O que é fundamental para um processo de reestruturação bem-sucedido: Acesso a crédito para financiamento de vendas e de produção Comunicação transparente e efetiva com os stakeholders envolvidos Eficiente sistema de gestão, em especial a financeira Profissionalização da gestão/melhor governança corporativa Preocupação empresarial A KPMG no Brasil reuniu um seleto grupo para debater os problemas que mais incomodam as companhias no País, formado essencialmente por profissionais de instituições financeiras/investidores (43%) e consultorias (18%), advogados (15%), representantes de empresas ou indústrias (10%) e de outros segmentos (14%). Eles participaram de uma votação interativa, que tinha o objetivo de traçar um panorama sobre suas percepções do mercado. Para a maioria dos entrevistados, não há perspectivas de melhorias no cenário econômico atual nos próximos dois anos. Do total, 43% disseram que a economia manterá patamares equivalentes ao atual a partir de Outros 34% acreditam em mudança, mas ainda assim com crescimento inferior a 5%. A pesquisa aponta, também, que os players têm consciência dos motivos mais frequentes que levam uma empresa a entrar em crise. Para 43% deles, a instabilidade é decorrente tanto de fatores externos quanto internos, e 42% acreditam que ela seja consequência de problemas gerados internamente, dentro do controle da administração. Entre os setores considerados mais vulneráveis e que eventualmente poderão sentir uma pressão mais significativa nos próximos anos, o Imobiliário e o de Construção Civil foram considerados os mais graves, com 28% das opiniões, seguidos pelo de Montadoras e Autopeças (24%) e de geração, transmissão e distribuição de Energia (16%). O Agronegócio aparece nos resultados com 13% dos votos. Para 41% dos entrevistados, a profissionalização da gestão e melhor governança corporativa são fundamentais para uma empresa em reestruturação ser bem-sucedida. Outros 34% apostam que a saída seja um sistema de gestão eficiente. Acervo KPMG Os pedidos de recuperação judicial vêm aumentando ano a ano. Em 2012 e 2013, o número de solicitações foi maior do que o registrado em 2009 (pós-crise mundial). Os maiores motivos desse aumento, na opinião dos entrevistados, foram: 41% 13% 22% 15% 3% 6% Amadurecimento e popularização da lei perante a sociedade empresarial Desaceleração da economia brasileira Aumento das taxas de juros e restrição de crédito para as empresas Intervenções do governo sobre setores da economia Fatores externos Outros 16

17 Informe Publicitário KPMG Business Magazine 32 17

18 CUSTOS Divulgação: Santos Brasil Orçamento consciente Operadora portuária e prestadora de serviços logísticos alinha metodologias de controle de custos e gestão de recursos para melhorar seus processos 18 Apesar da posição de liderança no mercado, a operadora portuária e prestadora de serviços logísticos para a cadeia de contêineres Santos Brasil reavaliou seus processos e gestão de custos para enfrentar a forte concorrência que chegava ao País. A partir daí, empreendeu um arrojado projeto para melhorar suas informações gerenciais, financeiras e de custeio: a aplicação do Orçamento Base Zero (OBZ) integrado ao desenvolvimento de um modelo conceitual de Custos Baseados em Atividades (ABC - Activity Based Costing) para visão contábilgerencial. Esse projeto era um desafio, tínhamos poucos cases de OBZ e

19 CUSTOS A Santos Brasil reavaliou suas atividades para manter boas margens de lucro frente à forte concorrência que se aproximava. Em 2013, a empresa faturou cerca de R$ 1 bilhão nenhum integrado ao ABC, mas as duas metodologias têm uma relação bastante interessante, afirma Marcos Fuzaro, diretor de Management Consulting da KPMG no Brasil. O conceito OBZ é baseado em uma previsão orçamentária projetada sem levar em consideração o que ocorreu nos anos anteriores. Seu objetivo principal é não estabelecer paradigmas e rever todo o processo do zero, incluindo até mesmo a revisão das premissas estratégicas, diz David Capezzutti, gerente sênior de Management Consulting da KPMG no Brasil. A metodologia descentraliza as operações e possibilita ao administrador um controle amplo de todos os gastos da empresa, tendo como principal objetivo questionar a estrutura das despesas e custos em busca de economias potenciais. O nosso orçamento era sempre baseado no passado, o que gerava um conforto muito perigoso aos nossos gestores. Outro problema é que não sabíamos quanto custava cada uma das atividades, afirma Alcino Therezo Júnior, diretor de Recursos Humanos e Gestão da Santos Brasil. O OBZ foi um projeto para a previsão de orçamento sem olhar o retrovisor. Colocamos numa folha em branco o que cada um precisava, e isso ajudou muito na realização de orçamento mais preciso. Já temos isso no sistema, e hoje é mais fácil alocar recursos e tomar decisões, completa. O diretor ressalta a importância da gestão de recursos em uma empresa do porte da Santos Brasil. Com quase 4 mil funcionários e faturamento anual de cerca de R$ 1 bi, a empresa conta atualmente com três terminais de contêineres geridos cada um por um gestor local, que são o Tecon Santos (Guarujá - SP), o Tecon Imbituba (Imbituba - SC) e o Tecon Vila do Conde (Barcarena - PA). O grupo também opera um terminal de exportação de veículos no Porto de Santos, além de unidades de logística portuária integrada em Santos (SP), no Guarujá (SP), em São Bernardo do Campo (SP) e em São Paulo, incluindo armazenagem alfandegada em porto seco, transporte rodoviário e centros de distribuição. Basicamente, a realização do OBZ consistiu na classificação e na separação das atividades em pacotes de decisão, para facilitar entendimento e aprovação de orçamento em cada unidade de negócio ou área corporativa, e na definição de níveis de serviço padrão 19

20 CUSTOS Divulgação: Santos Brasil Divulgação: Santos Brasil Todas as operações logísticas, comerciais e administrativas do grupo foram revistas para o alinhamento e a implementação das metodologias OBZ e ABC 20 Alcino Therezo Júnior, diretor de Recursos Humanos e Gestão da Santos Brasil, ressalta o aumento de expertise dos gestores no trato de questões financeiras depois das mudanças nos processos e de serviço com ganho de qualidade e/ou segurança para dimensionamento de utilização de recursos. Com o apoio do sistema de orçamento desenvolvido pela própria Santos Brasil, cada gestor responsável com acesso autorizado atribuiu valores para os recursos necessários e documentados na etapa anterior desse processo. Conforme as definições apresentadas, os números foram orçados em nível de serviço padrão ou em nível de serviço com ganho de qualidade e/ou segurança, o que permitiu cenários de aprovação de orçamento tanto pela classificação das atividades (limiares e incrementais) quanto pela dimensão de utilização de recursos (níveis de serviço). Custos Baseados em Atividades Já pensando na sinergia entre as duas frentes de trabalho (ABC e OBZ), David Capezzutti explica que o projeto de custos (ABC) auxiliou a empresa na identificação de todas as atividades exercidas pela Santos Brasil, sejam operacionais, comerciais ou administrativas. O plano incluiu a realização de um dicionário validado de atividades, com o rastreamento de todos os recursos necessários para a realização de cada atividade mapeada, incluindo pessoas, sistemas, materiais, entre outros gastos registrados na Contabilidade. O relacionamento entre recursos e atividades foi então estabelecido através de direcionadores de custos de 1º grau, conforme prevê a metodologia gerencial de custeio baseado em atividades, afirma Capezzutti. Ele ainda explica que, conforme a metodologia ABC, um dicionário de objetos de custos foi construído, e direcionadores de 2º grau foram definidos para alocar todos os custos das atividades às dimensões estabelecidas no caso, tanto os serviços prestados quanto os clientes. Um trabalho conjunto de quatro meses entre a equipe de consultores da KPMG, da Controladoria e da área de TI da Santos Brasil resultou na criação de um modelo conceitual de custeio baseado em atividades (ABC), abrangendo toda a organização. O modelo conceitual (ABC) foi implementado no 2º semestre de 2013 com a aquisição de um software para este método de custeio gerencial, assim como a elaboração do orçamento 2014 (OBZ). Segundo David, para o atendimento da legislação tributária vigente no Brasil, que não aceita o sistema de custeio baseado em atividades, a Santos Brasil conservou seu modelo de custeio

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