Indicadores de competitividade, divergências e igualdades: uma observação sobre os relatórios internacionais.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Indicadores de competitividade, divergências e igualdades: uma observação sobre os relatórios internacionais."

Transcrição

1 Indicadores de competitividade, divergências e igualdades: uma observação sobre os relatórios internacionais. Resumo Diógenes Ramos da Silva1 Paulo César Ribeiro Quintairos O termo competitividade esta em voga atualmente, contudo não existe uma definição única dos indicadores que comprovem ou não a competitividade de uma nação, mesmo assim diversos grupos divulgam periodicamente seus índices de produtividades baseando-se em indicadores quantitativos ou qualitativos, para este artigo foram realizadas pesquisas bibliográficas e documentais a fim de tentar visualizar se existe uma concordância entre os relatórios Global Competitiveness Report, World Competitiveness Yearbook e Doing Business, ainda para este artigo foram demonstradas instituições responsáveis pelos relatórios e seus pilares finalizando com uma conclusão sobre os dados apresentados. Palavras-chave: competitividade, CGR, WCY, Doing Business Introdução O termo competitividade vem sendo utilizado cada vez mais pelo mercado como forma de medir a capacidade de uma empresa ou de um país atender as necessidades internas e extrenas frente aos seus concorrentes, apesar do não existir concenso sobre as quais são as melhores metricas para medir a competitividade vários estudos relacionam o termo com efeciencia ou desempenho, para (Ferraz, Kupfer e Haguenauer, 1995) competitividade é definida como a capacidade da empresa formular e implementar estratégias concorrenciais, que lhe permitam ampliar ou conservar, de forma douradoura, 1 Mestrando, Departamento de Gestão e Desenvolvimento Regional, Univesidade de Taubate, ³Orientador, Doutor PauloCésar Ribeiro Quintairos, Departamento de Gestão e Desenvolvimento Regional, Univesidade de Taubate,

2 uma posição sustentável no mercado, para Porter (1998, p44), o governo pode afetar a posição de uma industria através de regulamentações, subsídios e outros meios, seguindo estas idéias onde se tenta relacionar ação do governo afim de obter maior desempenho das empresas instaladas em seu território e ações para regulamentar o mercado este artigo propõem-se realizar a comparação de três diferentes relatórios de competitividade entre nações, sendo eles: - Global Competitiveness Report World Competitiveness Yearbook Doing Business Este artigo propõe lançar um olhar ainda que superficial sobre os indicadores utilizados em cada um destes relatórios especialmente sobre o Brasil a fim de avaliar se existem divergências no resultado final de cada relatório onde é informado se os países evoluíram ou não em relação ao período de medição anterior no que os autores de cada relatório definem como competitividade, devido às diversas variáveis e diferentes indicadores utilizados por cada entidade responsável pela emissão do relatório iremos realizar alguns comparativos apenas alguns dos indicadores onde o país mostrou uma melhora ou perceptiva queda, como pro exemplo em criação de infraestrutura. 2 Discussão Teórica Segundo o relatório Global Competitiveness Report (CGR), divulgado recentemente o Brasil evoluiu cinco posições em comparação ao ano anterior em indicadores de competitividade, contudo se faz necessário uma analise dos parâmetros utilizados para chegar nesta conclusão, para Porter (1986, p16) a estratégia competitiva é uma combinação entre os fins entendem-se metas que a empresa busca e os meios que são as políticas que são utilizadas para chegar onde se deseja.

3 Figura 1: A roda da estratégia competitiva Fonte: Porter (1986 p16) Seguindo este pensamento podemos identificar que diferentes focos são utilizados para identificar uma ação ou movimento neste caso além da nomenclatura utilizada faz-se necessário o conhecimento de quais são as metas que se deseja alcançar de tal modo possa ser definido algum indicador para medir a evolução em obtenção as metas definidas. Algumas empresas empregam termos como "missão" ou objetivo" ao invés de "metas", e outras empregam "tática" em lugar de "políticas funcionais" ou "operacionais", contudo, noção de estratégia é captada na distinção entre os fins e meios. Porter (1986,p16) Nos parágrafos seguintes iremos verificar qual a visão de competitividade e os pilares em que estão fundamentados os relatórios estudados neste artigo 2.1 Global Competitiveness Report (GCR). Publicado anualmente pelo World Economic Forum (WEF) desde 1975 o Global Competitiveness Report, conforme seus autores têm por objetivo oferecer ferramentas e estimular a discussão entre gestores e formuladores de políticas acerca de das melhores

4 estratégias a serem tomadas para superar os obstáculos ao avanço da competitividade, para o WEF ( ), a competitividade é definida como o conjunto de instituições, políticas e fatores que afetam o nível de produtividade de um país. Desde 2005 é utilizado como ferramenta o Global Competitiveness Index (GCI), este índice foi criado pela equipe da WEF em conjunto com o professor Xavier Sala-i-Martin da Columbia University, para este índice os dados são obtidos de duas maneiras: - Hard Data ou Secundários. Através de fontes publicas internacional, geralmente é referente ao ano anterior a publicação do relatório. - Soft Data Dados obtidos através de pesquisas de opinião realizada com executivos dos países estudados, estas pesquisas são conduzidas por entidades parceiras ao WEF, no Brasil esta pesquisa é conduzida pela fundação Dom Cabral e o Movimento Brasil Competitivo. Em 2011 a pesquisa foi realizada com mais de 14 mil executivos e 142 países, onde agruparam em doze pilares as mais de 100 variáveis analisadas, subdividindo estes pilares em três grupos: - Requisitos básicos - Propulsores de eficiência - Inovação e Sofisticação Industrial

5 Quadro1: Pilares de Competitividade WEF Fonte: Caderno de Idéias Alinhando os países a estes pilares podemos verificar as características dos mesmos em cada um dos Estágios: - Grupo no Estágio 01 - Fatores básicos: composto por países com economia baseada na venda de commodities e produtos básicos (não sofisticados), aproveitando-se de baixos salários e recursos naturais; - Grupo no Estágio 02 - Fatores propulsores da eficiência: composto por países de economia voltada para a produção mais eficiente e para a qualidade - Grupo no Estágio 03 Fatores de inovação e sofisticação: composto por países de economia de alto padrão competitivo voltadas para produtos e serviços com maior valor agregado. (Landim, 2007, p.88) 2.2 World Competitives Yearbook (WCY)

6 Publicado pelo International Institute for Management Development (IMD), escola de negócios da Suíça que desde 1989 divulga os dados anuais da análise competitiva internacional, para o relatório de 2012 foram pesquisadas 59 economias e no Brasil a Fundação Dom Cabral foi à responsável pela coleta dos dados. Para mensuração dos resultados são utilizados dois grupos de indicadores, e estes são divididos em quatro pilares competitivos: - Performance econômica. - Eficiência do governo. - Eficiência dos negócios. - Infra-estrutura. Quadro 2: Fatores e subfatores do modelo de competitividade do IMD Fonte: IMD, 2012 Assim como no relatório Global Competitiveness Report, o WCY utiliza a nomenclatura Hard para definirem os dados obtidos por indicadores econômicos referentes ao ano anterior, e Soft para os dados obtidos através de pesquisa realizada com executivos, a fim de medirem a percepção da competitividade pelos empresários, a pesquisa é realizada com executivos da alta e média gerência, e contempla os diferentes setores produtivos de cada região sendo:

7 - Primário - Industrial - Serviços Utiliza como referencial para amostragem a proporcionalidade ao PIB de tal forma que seja possível realizar uma representação estatística. 2.3 Doing Business Criado pelo International Finance Corporation (IFC) e pelo The World Bank O projeto Doing Business, lançado em 2002, possui a finalidade de fornecer medidas objetivas das regulamentações aplicáveis às empresas e seu cumprimento em 183 economias e cidades selecionadas no nível subnacional e regional. Examina pequenas e médias empresas nacionais e analisa as regulamentações aplicadas a elas durante seu ciclo de vida, segundo o Devan Janamitran vice-presidente e chefe de rede e desenvolvimento financeiro do grupo Banco Mundial o relatório abrangem regulamentações que afetam onze áreas do ciclo de vida de uma empresa, sendo elas: - Abertura de empresas - Obtenção de alvarás de construção - Obtenção de eletricidade - Registro de propriedades - Obtenção de credito - Proteção de investidores - Pagamento de impostos - Comércio entre as fronteiras - Execução de contratos - Resolução de insolvência (fechamento de um negocio, em relatórios anteriores) - Emprego de trabalhadores

8 Sendo uma premissa fundamental do Doing Business é que a atividade econômica exige regras mais solidas e o objetivo é que estas sejam eficientes, acessíveis a todos e de fácil implementação. Conforme descrito prefácio do relatório o mesmo possui limitações: Doing Business tem um escopo limitado. O relatório não busca medir os custos e benefícios de uma determinada lei ou regulamentação para a sociedade. Tampouco analisa todos os aspectos do ambiente de negócios que são importantes para as empresas e investidores ou que afetam a competitividade de uma economia. Seu objetivo é simplesmente proporcionar aos líderes empresariais e autoridades um banco de dados para a formulação de políticas públicas e oferecer dados abertos ao público para pesquisas sobre como a regulamentação das empresas e instituições afeta resultados econômicos como produtividade, investimento, informalidade, corrupção, desemprego e pobreza. (DEVAN, 2012) 3 Metodologia A elaboração deste artigo utilizou de pesquisa bibliográfica, Lima e Mioto (2007) afirmam que a pesquisa bibliográfica implica em um conjunto ordenado de procedimentos de busca por soluções, atento ao objeto de estudo, e que, por isso não pode ser aleatório; e documental dos relatórios, Global Competitiveness Report, World Competitives Yearbook e Doing Business, com estes dados foram realizados comparativos do desempenho do Brasil relacionando os dados destes relatorios com os dados recolhidos no ano anterior, e comprativos de evolução ou queda de posição entre os relatórios. 4.Discussão Conforme o relatório divulgado pelo Global Competitiveness Report, o Brasil evoluiu cinco posições em competitividade em relação ao relatório divulgado em 2011

9 Tabela1. Desempenho Competitivo Brasil GCR Fonte: Caderno de Idéias 2012 Esta evolução foi alavancada principalmente pelos índices: Instituições evolução 16 posições e eficiência do mercado de trabalho 13 posições, para entender esta evolução é necessário considerar que as características que compõem o pilar Infra-estrutura. Este pilar é formado por vinte e um indicadores onde dos quais apenas seis apresentaram subtração na evolução, contudo de todos os indicadores deste pilar apenas quatro não são oriundos de percepção empresarial.

10 Tabela 2. Pilar Instituições Indicadores GCR Fonte: Caderno de Idéias Curiosamente o indicador que apresentou a maior evolução foi o item 1.04, confiança nos políticos, isto se dá pois o período em que a pesquisa foi realizada tratavase do inicio do governo Dilma Russef onde as declarações do novo governo era a prioridade na manutenção da estabilidade econômica e foco no controle inflacionário e ajuste fiscal. Se verificarmos os Pilares onde o Brasil teve queda em desempenho é possível identificar a falta de capacidade do país em criar uma infra-estrutura adequada devido à

11 falta de melhor gerenciamento dos recursos e assim a divida do governo e a deficiência em inovação por conta da falta de mão-de-obra qualificada. Tabela 3: Pilar Infraestrutura - Indicadores - GCT Fonte: Caderno de Idéias Tabela 4: Pilar Estabilidade Macroeconômica - Indicadores - GCT Fonte: Caderno de Idéias

12 Tabela 5: Pilar Inovação - Indicadores - GCT Fonte: Caderno de Idéias Para o relatório World Competitiveness Yearbook 2012, o Brasil apresentou queda em seu desempenho geral, sendo que nos dois últimos anos o país acumulou queda em oito posições. Figura1: WCY Comportamento geral da economia brasileira Fonte: IMD-2012 Diferentemente do GCR o Brasil evoluiu seis posições no Pilar Infraestrutura para WCY, neste relatório o pilar infraestrutura avalia as condições humanas (saúde, meio ambiente e educação), tecnológicas, cientificas e de infraestrutura básica para as empresas.

13 Figura2: WCY Infraestrutura Fonte: IMD-2012 Segundo o relatório mesmo com ganho de seis posições o Brasil continua entre as economias menos competitivas, contudo as evoluções em seus subfatores demonstram que o país esta evoluindo corretamente. Tabela 6: Posição do Brasil nos subfatores de infraestrutura - WCY Fonte: IMD-2012 O relatório WCY ainda realiza um comparativo entre outros países da America latina onde aponta queda em quase todas as economias em exceção do México que foi o único país que conseguiu obter evolução em todos os indicadores.

14 Tabela 7: Desempenho da América Latina no ranking geral do WCY Fonte: IMD-2012 Para o Doing Business os indicadores estão relacionados às ações que cada país realizada para regulamentar o mercado, desta forma gerando maiores possibilidades de negócios, neste caso o relatório baseia-se em fatos diferentemente dos relatórios do GCR e WCY que consideram percepção dos empresários.

15 Figura 3: Porcentagem das economias em que ao menos uma "reforma Doing Business" facilitou os processos para fazer negócios (%) Fonte: Banco de dados Doing Business Devido a este critério onde são quantificadas as ações para estimular ou criar facilidades de negócios no ranking geral o Brasil perdeu seis posições em comparação ao ano de 2011 onde 2012 foi registrada apenas uma ação, conforme demonstra tabela 8 abaixo: Tabela 8: Fonte: (Adaptado do Banco de dados Doing Business 2012, Silva 2012)

16 5.Conclusão Como observado nos dados apresentados o Brasil é um país de grandes contradições e diferenças, pois apresenta um sentimento de que é possível evoluir conforme descrito nos relatórios GCR e WCY, Na visão dos empresários consultados, as relações de trabalho dentro das empresas têm se tornado mais cooperativas (GCR, 2012,p.19), por outro lado vemos que em todos os relatórios o detalhamento da falta de infraestrutura, profissionais capacitados (cientistas e engenheiros), causando a deficiência do país em inovar. Levando em consideração os próximos anos onde teremos grandes eventos esportivos a dúvida é se só a aparente melhora em relatórios de indicadores de competitividade nos trarão as mudanças necessárias para que o Brasil possa deslanchar entre os países competitivos ou a escolha de um ou outro índice vem ao encontro do governo em ocultar a deficiência do país em executar as reformas necessárias para atacar os pontos deficientes apontados nestes mesmos relatórios. Referências Porter, Michael E. Estratégia competitiva:técnicas para análise de indústrias e da concorrência, rio de janeiro, 1996 Global Competitiveness Report Disponível em Acesso em: 15.Setembro World Competitiveness Yearbook Disponível em Acesso em: 15.Setembro Doing Business Disponível em Acesso em: 15.Setembro MASCHIETO, ALEXANDRE JOSÉ. Contribuição para desenvolvimento de um modelo de competitividade fincanceira de empresas/alexandre José Maschieto; orientador Alberto Boprges Matias. Ribeirão preto, f.

17 Lima, Telma Cristiane Sasso; Mioto Regina Célia Tamaso. Procedimentos metodológicos ba construção do conhecimento cinetifico: a pesquisa bibliográfica, Santa Catarina v10 n.esp.p Landim, Alexandre Lacerda.Competitividade Brasil: Uma análise face as nações BRICS, p

BRASIL PERDE UMA POSIÇÃO NO RANKING GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2014 DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL

BRASIL PERDE UMA POSIÇÃO NO RANKING GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2014 DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL BRASIL PERDE UMA POSIÇÃO NO RANKING GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2014 DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL Ranking traz a Suíça em primeiro lugar, seguida de Cingapura e EUA O Brasil perdeu uma posição no Ranking Global

Leia mais

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Fernando Veloso IBRE/FGV Book Launch of Surmounting the Middle Income Trap: The Main Issues for Brazil (IBRE/FGV e ILAS/CASS) Beijing, 6 de Maio

Leia mais

Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas

Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas Fernando A. Veloso Ibmec/RJ XII Seminário Anual de Metas para a Inflação Maio de 2010 Crescimento da Renda per Capita Entre 1960 e 1980, a renda

Leia mais

MCH0187 INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL, O DESAFIO DO USO DE TIC COMO VANTAGEM COMPETITIVA

MCH0187 INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL, O DESAFIO DO USO DE TIC COMO VANTAGEM COMPETITIVA III Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento 20 a 22 de outubro de 2014 CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL MCH0187 INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL, O DESAFIO DO USO

Leia mais

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar AGENDA BAHIA Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar Além das reformas tributária e trabalhista, país precisa investir em infraestrutura eficaz, na redução do custo da energia

Leia mais

6º Congresso ANBIMA de Fundos de Investimento. Paulo Oliveira

6º Congresso ANBIMA de Fundos de Investimento. Paulo Oliveira 6º Congresso ANBIMA de Fundos de Investimento Paulo Oliveira A aspiração é tornar o Brasil um polo de uma rede regional interconectada, com conexões globais otimizadas Modelo relacional atual Estrutura

Leia mais

Desde o final da década de 1980, o Relatório de Competitividade Mundial (World. Como alcançar a China e a Índia?

Desde o final da década de 1980, o Relatório de Competitividade Mundial (World. Como alcançar a China e a Índia? PENSAMENTO NACIONAL Como alcançar a China e a Índia? Divulgação Apenas o Brasil, dos quatro países candidatos a potências mundiais reunidos na sigla BRIC, ainda não reencontrou o caminho da competitividade.

Leia mais

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras CI1306 Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras Raoni Pereira, Hérica Righi, Marina Loures, Tiara Bicalho, Janayna Bhering, Bárbara Xavier - Núcleo de Inovação A Introdução inovação configura-se

Leia mais

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 As 15 Melhores Práticas em Gestão de Pessoas no Pará VIII Edição 1 Pesquisa Prazer em Trabalhar Ano VI Parceria Gestor Consultoria e Caderno Negócios Diário do Pará A

Leia mais

Escalando a muralha de Zhõngguó

Escalando a muralha de Zhõngguó ASSUNTO em pauta Getty Images Escalando a muralha de Zhõngguó Competitividade, desafios sociais e futuros consumidores chineses. Por Marcelo Zorovich 11 R E V I S T A D A E S P M março / abril de 011 D

Leia mais

Análise do Relatório Doing Business 2016

Análise do Relatório Doing Business 2016 CTA-CONFEDERAÇÃO DASASSOCIAÇÕES ECONÓMICAS DE MOÇAMBIQUE Análise do Relatório Doing Business 2016 esengo@cta.org.mz Novembro, 2015 1 O Banco Mundial divulgou recentemente o relatório Doing Business 2016,

Leia mais

INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS PAÍSES DO BRICS

INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS PAÍSES DO BRICS INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS PAÍSES DO BRICS Luana Ferreira (Faculdades Integradas Vianna Júnior) - luanafer2@hotmail.com Clesiane de Oliveira Carvalho (Faculdades Integradas

Leia mais

A importância da IAA para o crescimento da economia Ambição 2020 na rota do crescimento

A importância da IAA para o crescimento da economia Ambição 2020 na rota do crescimento A importância da IAA para o crescimento da economia Ambição 2020 na rota do crescimento Nuno Netto nnetto@deloitte.pt 28 de Outubro 2014 Agenda 2014. Para informações, contacte Deloitte Consultores, S.A.

Leia mais

Na teoria e na vida, FDC

Na teoria e na vida, FDC C T E C E N T R O D E T E C N O L O G I A E M P R E S A R I A L C T E C o o p e r a ç ã o e n t r e e m p r e s a s d e g r a n d e p o r t e Na teoria e na vida, FDC AF - 05-006 - CTE02 R.indd 2 7/10/07

Leia mais

Os caminhos para o Brasil de 2022

Os caminhos para o Brasil de 2022 Os caminhos para o Brasil de 2022 GOVERNANÇA PARA A COMPETITIVIDADE Gustavo Morelli Sócio diretor da Macroplan Informação confidencial e proprietária da Macroplan Prospectiva Estratégia e Gestão. Não distribuir

Leia mais

Distance to frontier

Distance to frontier Boletim Informativo do Doing Business 2013: América Latina e Caribe Das 50 economias que desde 2005 mais tiveram melhorias regulamentares para facilitar a prática de fazer negócios para empresas locais,

Leia mais

FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO

FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO Educação Profissional e Tecnológica Sergio Moreira BRASIL ÍNDICE GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2013/2014 Ranking Global de Competitividade BRICS: 2006 a 2013 Brasil ficou em 56º

Leia mais

Núcleo de Inovação e Empreendedorismo Renovando e inovando o saber 2015. Apoio: Cooperação:

Núcleo de Inovação e Empreendedorismo Renovando e inovando o saber 2015. Apoio: Cooperação: Núcleo de Inovação e Empreendedorismo Renovando e inovando o saber 2015 Apoio: Cooperação: NÚCLEOS DE DESENVOLVIMENTO DE CONHECIMENTO Alinhada à sua missão e à estratégia de ser referência no desenvolvimento

Leia mais

Gestão Estratégica do Suprimento e o Impacto no Desempenho das Empresas Brasileiras

Gestão Estratégica do Suprimento e o Impacto no Desempenho das Empresas Brasileiras CI1105 Gestão Estratégica do Suprimento e o Impacto no Desempenho das Empresas Brasileiras WORLD COMPETITIVENESS YEARBOOK: ANÁLISE DE SEUS PRINCIPAIS RESULTADOS Carlos Arruda, Fabiana Madsen, Marina Araújo

Leia mais

COMPETITIVIDADE BRASIL

COMPETITIVIDADE BRASIL COMPETITIVIDADE BRASIL 2014 COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS COMPETITIVIDADE BRASIL 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Políticas e Estratégia

Leia mais

Perspectivas para o financiamento das PPPs

Perspectivas para o financiamento das PPPs Perspectivas para o financiamento das PPPs PPP Summit 2015 20 de maio de 2015 Frederico Estrella frederico@tendencias.com.br Histórico e perfil da Tendências 2 Histórico Fundada em 1996, a Tendências é

Leia mais

9 Fatos que notamos Relacionados à Regulação na América Latina

9 Fatos que notamos Relacionados à Regulação na América Latina 9 Fatos que notamos Relacionados à Regulação na América Latina O mercado financeiro da América Latina vem passando por diversas transformações, que buscam mais transparência e adequação aos novos tempos

Leia mais

IMPACTOS DO SISTEMA SIMPLES SOBRE A MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: um estudo sobre os empreendimentos no município de Castanhal, PA

IMPACTOS DO SISTEMA SIMPLES SOBRE A MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: um estudo sobre os empreendimentos no município de Castanhal, PA IMPACTOS DO SISTEMA SIMPLES SOBRE A MORTALIDADE DE MICROS E PEQUENAS EMPRESAS: um estudo sobre os empreendimentos no município de Castanhal, PA Rui Cidarta Araújo de Carvalho, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

Gestão de Pequenas Empresas no Brasil - Alguns Dados Importantes.

Gestão de Pequenas Empresas no Brasil - Alguns Dados Importantes. Gestão de Pequenas Empresas no Brasil - Alguns Dados Importantes. Por Palmira Santinni No Brasil, nos últimos anos, está ocorrendo um significativo aumento na criação de novas empresas e de optantes pelo

Leia mais

Ser grande não significa ser mais rico, e ter relevância em um dos indicadores não confere a cada país primazia em comparação a outro.

Ser grande não significa ser mais rico, e ter relevância em um dos indicadores não confere a cada país primazia em comparação a outro. ASSUNTO em pauta O BRIC em números P o r Sérgio Pio Bernardes Ser grande não significa ser mais rico, e ter relevância em um dos indicadores não confere a cada país primazia em comparação a outro. É Smuito

Leia mais

Desafios do Brasil contemporâneo Infraestrutura, produtividade, reformas e pacto federativo

Desafios do Brasil contemporâneo Infraestrutura, produtividade, reformas e pacto federativo Desafios do Brasil contemporâneo Infraestrutura, produtividade, reformas e pacto federativo A grande janela de oportunidades (O Brasil decola) A grande janela de oportunidades Linha do tempo das conquistas

Leia mais

27/09/2011. Integração Econômica da América do Sul: Perspectiva Empresarial

27/09/2011. Integração Econômica da América do Sul: Perspectiva Empresarial 27/09/2011 Integração Econômica da América do Sul: Perspectiva Empresarial Estrutura da apresentação Perspectiva empresarial Doing Business 2011 Investimentos Estrangeiros e Comércio Exterior Complementaridade

Leia mais

COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL

COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL 15/03/2012 Joésio D. P. Siqueira Vice-Presidente STCP 1/29 A STCP Conquistas recentes Clientes de 38 países das Américas, África, Europa, Ásia e Oceania 17 escritórios

Leia mais

Doingbusiness no Brasil. Jorge Lima Coordenador de Projetos Movimento Brasil Competitivo Curitiba 09 de novembro de 2006

Doingbusiness no Brasil. Jorge Lima Coordenador de Projetos Movimento Brasil Competitivo Curitiba 09 de novembro de 2006 1 Doingbusiness no Brasil Jorge Lima Coordenador de Projetos Movimento Brasil Competitivo Curitiba 09 de novembro de 2006 indicadores Doingbusiness 2006 2007 2008 Abertura de empresas Registro de propriedades

Leia mais

O Desafio do Aumento da Produtividade na Indústria para Conquistar um Mercado Global

O Desafio do Aumento da Produtividade na Indústria para Conquistar um Mercado Global O Desafio do Aumento da Produtividade na Indústria para Conquistar um Mercado Global Jorge A r bache U n i v e r s i d a d e d e B r a s í l i a S E M P E X 2 0 1 4 M a c e i ó, 2 2 / 5 / 2 0 1 4 0,45

Leia mais

Maxi Indicadores de Desempenho da Indústria de Produtos Plásticos do Estado de Santa Catarina Relatório do 4º Trimestre 2011 Análise Conjuntural

Maxi Indicadores de Desempenho da Indústria de Produtos Plásticos do Estado de Santa Catarina Relatório do 4º Trimestre 2011 Análise Conjuntural Maxi Indicadores de Desempenho da Indústria de Produtos Plásticos do Estado de Santa Catarina Relatório do 4º Trimestre 2011 Análise Conjuntural O ano de 2011 foi marcado pela alternância entre crescimento,

Leia mais

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE DE DESTINOS TURÍSTICOS. Novembro de 2014

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE DE DESTINOS TURÍSTICOS. Novembro de 2014 INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE DE DESTINOS TURÍSTICOS Novembro de 2014 1 Competitividade de Destinos Emergência nos estudos sobre estratégia empresarial Indústria, empresas, países, organizações Diferentes

Leia mais

Ponto de vista. Metodologia para um índice de confiança. E expectativas das seguradoras no Brasil

Ponto de vista. Metodologia para um índice de confiança. E expectativas das seguradoras no Brasil Ponto de vista 40 Metodologia para um índice de confiança E expectativas das seguradoras no Brasil Francisco Galiza Em 2012, no Brasil, algumas previsões econômicas não fizeram muito sucesso. Por exemplo,

Leia mais

COMPETITIVIDADE BRASIL

COMPETITIVIDADE BRASIL COMPETITIVIDADE BRASIL 2014 COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS COMPETITIVIDADE BRASIL 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Políticas e Estratégia

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA.

INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA. Conferência 6 de Outubro, FC Gulbenkian Lisboa INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA. MANUEL CALDEIRA CABRAL UNIVERSIDADE DO MINHO MANUEL CALDEIRA CABRAL DIAGNÓSTICO(S)

Leia mais

O setor hoteleiro do Brasil às portas da Copa do Mundo. Roberto Rotter 20 de setembro de 2013

O setor hoteleiro do Brasil às portas da Copa do Mundo. Roberto Rotter 20 de setembro de 2013 O setor hoteleiro do Brasil às portas da Copa do Mundo Roberto Rotter 20 de setembro de 2013 Panorama atual da hotelaria - Brasil Total de hotéis: 10 mil Total de UH s: 460 mil Fonte: Hotelaria em Números

Leia mais

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro Geraldo José Lombardi de Souza, Paulo César Ribeiro Quintairos, Jorge

Leia mais

COMO CONSTRUIR CENÁRIOS MACROECONÔMICOS. Autor: Gustavo P. Cerbasi(gcerbasi@mandic.com.br) ! O que é cenário macroeconômico?

COMO CONSTRUIR CENÁRIOS MACROECONÔMICOS. Autor: Gustavo P. Cerbasi(gcerbasi@mandic.com.br) ! O que é cenário macroeconômico? COMO CONSTRUIR CENÁRIOS! O que é cenário macroeconômico?! Quais os elementos necessários para construção de cenários?! Etapas para elaboração de cenários macroeconômicos! Análise do comportamento das variáveis

Leia mais

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas 26 de Abril de 2006 Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil A Base do Novo

Leia mais

A visita da presidente Dilma à China

A visita da presidente Dilma à China A visita da presidente Dilma à China Análise Ásia Déborah Silva do Monte 02 de Julho de 2011 A visita da presidente Dilma à China Análise Ásia Déborah Silva do Monte 02 de Julho de 2011 A presidente Dilma

Leia mais

Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira, segundo estudo feito pela Siemens e pela Fundação Dom Cabral

Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira, segundo estudo feito pela Siemens e pela Fundação Dom Cabral Imprensa São Paulo, 16 de junho de 2015 Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira, segundo estudo feito pela Siemens e pela Fundação Dom Cabral O estudo foi baseado em uma pesquisa realizada

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ECONOMIA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO NA EMPRESA COOPERATIVA DE CRÉDITO SICOOB NOROESTE 1

A IMPORTÂNCIA DA ECONOMIA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO NA EMPRESA COOPERATIVA DE CRÉDITO SICOOB NOROESTE 1 A IMPORTÂNCIA DA ECONOMIA COMO FERRAMENTA DE GESTÃO NA EMPRESA COOPERATIVA DE CRÉDITO SICOOB NOROESTE 1 CALDEIRA, Aldair Francisco² OLIVEIRA, Leticia Nascimento³ OYAMA, Denise Harue 4 GUALASSI, Rodrigo

Leia mais

O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE DO POLO INDUSTRIAL DE CUBATÃO. Marco Paulo Penna Cabral Effectio, associada a Fundação Dom Cabral na Baixada Santista

O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE DO POLO INDUSTRIAL DE CUBATÃO. Marco Paulo Penna Cabral Effectio, associada a Fundação Dom Cabral na Baixada Santista O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE DO POLO INDUSTRIAL DE CUBATÃO Marco Paulo Penna Cabral Effectio, associada a Fundação Dom Cabral na Baixada Santista NA BAIXADA SANTISTA E ALTO TIETÊ Conheça a Fundação Dom

Leia mais

UNIDADE 2 Empreendedorismo

UNIDADE 2 Empreendedorismo UNIDADE 2 Empreendedorismo O mundo tem sofrido inúmeras transformações em períodos de tempo cada vez mais curtos. Alguns conceitos relativos à administração predominaram em determinados momentos do século

Leia mais

COMPETITIVIDADE BRASIL COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS BRASÍLIA 2013

COMPETITIVIDADE BRASIL COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS BRASÍLIA 2013 COMPETITIVIDADE BRASIL 213 COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS BRASÍLIA 213 COMPETITIVIDADE BRASIL 213 COMPETITIVIDADE BRASIL 213 COMPARAÇÃO COM PAÍSES SELECIONADOS CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI

Leia mais

Há quase três décadas, o O PRAZER DO RECONHECIMENTO. inside

Há quase três décadas, o O PRAZER DO RECONHECIMENTO. inside O PRAZER DO RECONHECIMENTO Por Fabiane Abel Há quase três décadas, o Prêmio Anefac Profissional do Ano escolhe anualmente os melhores executivos das áreas de Finanças, Administração e Contabilidade, levando

Leia mais

Como o ambiente de negócios impacta os investimentos e a produtividade? 1

Como o ambiente de negócios impacta os investimentos e a produtividade? 1 Como o ambiente de negócios impacta os investimentos e a produtividade? 1 Luiz Ricardo Cavalcante 2 Ambiente de negócios é o nome genericamente atribuído às condições que circunscrevem, em um determinado

Leia mais

Perspetivas de colaboração Portugal China, Apoios à internacionalização e o papel da AICEP

Perspetivas de colaboração Portugal China, Apoios à internacionalização e o papel da AICEP Perspetivas de colaboração Portugal China, Apoios à internacionalização e o papel da AICEP AIMINHO Braga, 24 de Outubro, 2014 1 P a g e Distintas Entidades aqui presentes, Senhores Empresários, Minhas

Leia mais

Tópicos Abordados. Pesquisa de Mercado. Aula 1. Contextualização

Tópicos Abordados. Pesquisa de Mercado. Aula 1. Contextualização Pesquisa de Mercado Aula 1 Prof. Me. Ricieri Garbelini Tópicos Abordados 1. Identificação do problema ou situação 2. Construção de hipóteses ou determinação dos objetivos 3. Tipos de pesquisa 4. Métodos

Leia mais

A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos. Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011

A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos. Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011 A Mobilização Empresarial pela Inovação: Recursos Humanos Horácio Piva São Paulo - 17/6/2011 OBJETIVOS Consolidar a percepção de que a formação de recursos humanos qualificados é essencial para fortalecer

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas na Guatemala. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas na Guatemala. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas na Guatemala Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Na Guatemala, existem várias definições fornecidas por diferentes instituições

Leia mais

100% das empresas tem sua competitividade. 93% das empresas identificam o excesso de. 64% das empresas apontam o aumento no custo do

100% das empresas tem sua competitividade. 93% das empresas identificam o excesso de. 64% das empresas apontam o aumento no custo do 100% das empresas tem sua competitividade afetada pela burocracia. 93% das empresas identificam o excesso de obrigações legais como o principal problema. 64% das empresas apontam o aumento no custo do

Leia mais

7 Política de investimento direto no Brasil: a internacionalização da economia brasileira

7 Política de investimento direto no Brasil: a internacionalização da economia brasileira 7 Política de investimento direto no Brasil: a internacionalização da economia brasileira Alexandre Petry * A Apex foi criada em 2003, mas funcionava desde 1997 dentro da estrutura do Sebrae. Implementa

Leia mais

O Gerenciamento de Projetos na abordagem do

O Gerenciamento de Projetos na abordagem do Seminário de Desenvolvimento de Gestores de Programas e Projetos Fórum QPC O Gerenciamento de Projetos na abordagem do PMI - Project Management Institute Marco Antônio Kappel Ribeiro Presidente do PMI-RS

Leia mais

1 Introdu ç ão. 1.1. A questão de pesquisa

1 Introdu ç ão. 1.1. A questão de pesquisa 1 Introdu ç ão 1.1. A questão de pesquisa A temática estratégia é muito debatida no meio acadêmico e também possui destacado espaço nas discussões no meio empresarial. Organizações buscam continuamente

Leia mais

A melancolia das commodities: o investimento empresarial na América Latina Nicolás Magud

A melancolia das commodities: o investimento empresarial na América Latina Nicolás Magud A melancolia das commodities: o investimento empresarial na América Latina Nicolás Magud May 12, 2015 O investimento privado vem desacelerando em todos os mercados emergentes desde meados de 2011, e a

Leia mais

A QUEM SE DESTINA? COORDENADOR DO CURSO

A QUEM SE DESTINA? COORDENADOR DO CURSO CBA EM FINANÇAS CBA EM finanças O CBA em Finanças é um programa que proporciona aos participantes sólidos fundamentos em finanças e liderança. O programa tem o objetivo de preparar executivos para enfrentar

Leia mais

O Futuro da Economia Brasileira: baixa eficiência e baixo crescimento? Pedro Cavalcanti Ferreira Fundação Getulio Vargas

O Futuro da Economia Brasileira: baixa eficiência e baixo crescimento? Pedro Cavalcanti Ferreira Fundação Getulio Vargas O Futuro da Economia Brasileira: baixa eficiência e baixo crescimento? Pedro Cavalcanti Ferreira Fundação Getulio Vargas Pontos Principais Teorias e políticas de crescimento tradicionais enfatizaram o

Leia mais

Resolução 038/2001 CONSEPE

Resolução 038/2001 CONSEPE Resolução 038/2001 CONSEPE Aprova as normas de funcionamento do Curso de Administração do Centro de Ciências da Administração CCA/ESAG. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE

Leia mais

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 1 Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 Brasil: Fundamentos Macroeconômicos (1) Reservas International

Leia mais

Missão, Visão e Valores da Techint Engenharia e Construção. Código: FR-MA-MNG-001-01 R02

Missão, Visão e Valores da Techint Engenharia e Construção. Código: FR-MA-MNG-001-01 R02 da Techint Engenharia e Construção Código: FR-MA-MNG-001-01 R02 15 de Julho de 2008 Missão Nossa missão é agregar valor aos nossos acionistas e clientes através da prestação de serviços de Engenharia,

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

Tributação: entrave ou instrumento para o desenvolvimento. Roberto Abdenur Presidente-Executivo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial - ETCO

Tributação: entrave ou instrumento para o desenvolvimento. Roberto Abdenur Presidente-Executivo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial - ETCO ROBERTO ABDENUR DIPLOMATA DURANTE 44 ANOS, APOSENTADO; ATUA COMO CONSULTOR EM ASSUNTOS INTERNACIONAIS; FOI EMBAIXADOR DO BRASIL NO EQUADOR, NA CHINA, NA ALEMANHA NA ÁUSTRIA E PERANTE OS ORGANISMOS INTERNACIONAIS

Leia mais

TURISMO E COMPETITIVIDADE

TURISMO E COMPETITIVIDADE TURISMO E COMPETITIVIDADE Rui Vinhas da Silva Presidente da Comissão Diretiva Braga 15 de janeiro de 2015 Portugal 2020 DOMÍNIOS TEMÁTICOS COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO CAPITAL HUMANO INCLUSÃO

Leia mais

AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa. Informações gerais

AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa. Informações gerais AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa Informações gerais Produzido por BSD Brasil. Pode ser reproduzido desde que citada a fonte. Introdução Lançada em novembro de 1999, em versão

Leia mais

inovação & nas empresas 2020 competitividade

inovação & nas empresas 2020 competitividade inovação & nas empresas 2020 competitividade Integração de Doutorados nas Empresas Desafios e Oportunidades Portugal 2020 e Horizon 2020 IQTB Maio 2014 1 PT HOJE PhD nas Empresas: Desafios PhD nas Empresas:

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS São Paulo Presença nacional, reconhecimento mundial. Conheça a Fundação Dom Cabral Uma das melhores escolas de negócios do mundo, pelo ranking de educação executiva

Leia mais

Visão estratégica para compras

Visão estratégica para compras Visão estratégica para compras FogStock?Thinkstock 40 KPMG Business Magazine Mudanças de cenário exigem reposicionamento do setor de suprimentos O perfil do departamento de suprimentos das empresas não

Leia mais

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA

Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Prioridades e Recomendações (2011-2014) INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Documento de Trabalho SESSÃO TEMÁTICA INOVAÇÃO E PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA Indicador de importância das prioridades (Resultado

Leia mais

Governança, risco e. compliance Chega de redundâncias. 24 KPMG Business Magazine

Governança, risco e. compliance Chega de redundâncias. 24 KPMG Business Magazine Governança, risco e compliance Chega de redundâncias 24 KPMG Business Magazine Programa Risk University transmite aos executivos uma visão abrangente dos negócios A crise financeira de 2008 ensinou algumas

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

2.7 Financiamento. Por que Financiamento? Comparação Internacional. Visão 2022

2.7 Financiamento. Por que Financiamento? Comparação Internacional. Visão 2022 2.7 Financiamento Por que Financiamento? O ritmo de crescimento de uma economia e a competitividade da sua indústria dependem da disponibilidade de recursos para investimento e da capacidade do sistema

Leia mais

Nota da Reunião de 20 de Março de 2014. O cenário macroeconômico em 2014 desafio da renda média

Nota da Reunião de 20 de Março de 2014. O cenário macroeconômico em 2014 desafio da renda média 1 Nota da Reunião de 20 de Março de 2014 O cenário macroeconômico em 2014 desafio da renda média Introdução A reunião contou com a participação do economista chefe do Banco Santander, Maurício Molan, que

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade

Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo do MDIC Rio de Janeiro, Agosto de 2011 Introdução 1 Contexto

Leia mais

A locomotiva de concreto

A locomotiva de concreto A locomotiva de concreto 16 KPMG Business Magazine Construção civil supera período de estagnação, mas ainda há gargalos que podem comprometer o ritmo de investimentos A construção civil no Brasil não para

Leia mais

A competitividade das Micro e Pequenas Empresas. Bruno Quick

A competitividade das Micro e Pequenas Empresas. Bruno Quick A competitividade das Micro e Pequenas Empresas Bruno Quick Indicadores TOTAL ME e EPPs Empresas formais em operação (2005) Cenário Nacional Part.% ME e EPPs 5.134.934 5.083.585 99% Empregos formais (2005)

Leia mais

GESTÃo DE RISCO. Presença nacional, reconhecimento mundial.

GESTÃo DE RISCO. Presença nacional, reconhecimento mundial. GESTÃo DE RISCO CORPORATIVO Presença nacional, reconhecimento mundial. Conheça a Fundação Dom Cabral Uma das melhores escolas de negócios do mundo, pelo ranking de educação executiva do Financial Times

Leia mais

TIGRES BÁLTICOS SOBRE COMPETITIVIDADE?

TIGRES BÁLTICOS SOBRE COMPETITIVIDADE? CI 1502 O QUE PODEMOS APRENDER COM OS TIGRES BÁLTICOS SOBRE COMPETITIVIDADE? Ana Burcharth Fernanda Bedê Núcleo de Inovação e Empreendedorismo Fundação Dom Cabral M arcados por várias conturbações, invasões

Leia mais

HQN 27-06-2015 PLANOS REGIONAIS DE DINAMIZAÇÃO DA ECONOMIA SOCIAL. Ponte de Lima, 27 Junho 2015. www.hqnstrategyconsulting.com

HQN 27-06-2015 PLANOS REGIONAIS DE DINAMIZAÇÃO DA ECONOMIA SOCIAL. Ponte de Lima, 27 Junho 2015. www.hqnstrategyconsulting.com PLANOS REGIONAIS DE DINAMIZAÇÃO DA ECONOMIA SOCIAL Ponte de Lima, 27 Junho 2015 www.hqnstrategyconsulting.com 1 PLANO REGIONAL DE DINAMIZAÇÃO DA ECONOMIA SOCIAL O desenvolvimento de um Plano Regional para

Leia mais

Sem indústria não há Desenvolvimento

Sem indústria não há Desenvolvimento ESTUDOS E PESQUISAS Nº 622 Sem indústria não há Desenvolvimento Carlos Pastoriza * Fórum Nacional (Sessão Especial) O Brasil que Queremos Nova Grande Concepção: Sair da Crise e Enfrentar os Desafios do

Leia mais

A gestão de risco, no topo da agenda

A gestão de risco, no topo da agenda A gestão de risco, no topo da agenda 4 KPMG Business Magazine Ambiente de incertezas e estagnação econômica traz novos desafios em GRC O gerenciamento de riscos permanece no topo da agenda corporativa

Leia mais

METODOLOGIA DO ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL (ISE)

METODOLOGIA DO ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL (ISE) METODOLOGIA DO ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL (ISE) Abril/2015 [data] METODOLOGIA DO ÍNDICE DE O ISE é o resultado de uma carteira teórica de ativos, elaborada de acordo com os critérios estabelecidos

Leia mais

Gestão Estratégica do Suprimento e o Impacto no Desempenho das Empresas Brasileiras

Gestão Estratégica do Suprimento e o Impacto no Desempenho das Empresas Brasileiras CI1222 Gestão Estratégica do Suprimento e o Impacto no Desempenho das Empresas Brasileiras CRIANDO CONDIÇÕES PARA COMPETIR GLOBAL COMPETITIVENESS REPORT 2012-2013 Carlos Arruda, Fabiana Madsen e Daniel

Leia mais

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 04) O que é uma Norma Aquilo que se estabelece como base ou medida para a realização

Leia mais

A ti alinhada as estratégias empresariais e como insumo básico.

A ti alinhada as estratégias empresariais e como insumo básico. Resumo A ti alinhada as estratégias empresariais e como insumo básico. Edwin Aldrin Januário da Silva (UFRN) aldrin@sebraern.com.br Neste trabalho, iremos descrever sinteticamente o modelo de Porte sobre

Leia mais

Índice de Progresso Social 2015

Índice de Progresso Social 2015 Media Kit Índice de Progresso Social 2015 Neste documento: Resultados da edição 2015 do estudo (com ênfase para a América Latina e o Brasil) Principais destaques da nova edição Press release completo Conteúdo

Leia mais

A competitividade é um fenômeno dinâmico. Um recurso estratégico pode ficar obsoleto com o passar do tempo

A competitividade é um fenômeno dinâmico. Um recurso estratégico pode ficar obsoleto com o passar do tempo A competitividade é um fenômeno dinâmico. Um recurso estratégico pode ficar obsoleto com o passar do tempo Acompanhar o desenvolvimento dos destinos (série histórica) Reunir informações que subsidiem o

Leia mais

Especialização em Gestão de Negócios

Especialização em Gestão de Negócios Especialização em Gestão de Negócios e Projetos Rio de Janeiro Presença nacional, reconhecimento mundial. Conheça a Fundação Dom Cabral Uma das melhores escolas de negócios do mundo, pelo ranking de educação

Leia mais

Comentários ao Doing Business 2013 Moçambique

Comentários ao Doing Business 2013 Moçambique Support Program for Economic and Enterprise Development (SPEED) Comentários ao Doing Business 2013 Moçambique 23 de Outubro de 2012 Por: Rosário Marapusse A. Desempenho de Moçambique no Doing Business:

Leia mais

I Ao longo do último século o Brasil passou de um país mentalmente aberto para um país mentalmente fechado.

I Ao longo do último século o Brasil passou de um país mentalmente aberto para um país mentalmente fechado. I Ao longo do último século o Brasil passou de um país mentalmente aberto para um país mentalmente fechado. Em 1900, o País chegou a ter 7,3% da população composta por imigrantes; hoje, tem apenas 0,3%.

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

A importância do RH Uma análise da área de Gestão de Recursos Humanos nas

A importância do RH Uma análise da área de Gestão de Recursos Humanos nas FATOR HUMANO A importância do RH Uma análise da área de Gestão de Recursos Humanos nas empresas brasileiras revela uma heterogeneidade de conceitos e práticas. Essa heterogeneidade ocorre porque a área

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

Fundação SEADE. www.seade.gov.br

Fundação SEADE. www.seade.gov.br Outubro de 0 N o Monitoramento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODMs Consulte A Fundação Seade disponibilizará, anualmente, as séries históricas do conjunto de indicadores dos ODMs

Leia mais

Crescimento Econômico Brasileiro e o temor da Inflação

Crescimento Econômico Brasileiro e o temor da Inflação BRICS Monitor #4 V.1 n 4 Crescimento Econômico Brasileiro e o temor da Inflação Fevereiro de 2011 Núcleo de Análises de Economia e Política dos Países BRICS BRICS Policy Center / Centro de Estudos e Pesquisa

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

PMO ESTRATÉGICO DE ALTO IMPACTO

PMO ESTRATÉGICO DE ALTO IMPACTO PMO ESTRATÉGICO DE ALTO IMPACTO TOBIAS ALBUQUERQUE E LEONARDO AVELAR OUTUBRO DE 2015 I. INTRODUÇÃO O conceito de escritórios de projetos Project Management Office (PMO) vem evoluindo desde meados da década

Leia mais