Indicadores de competitividade, divergências e igualdades: uma observação sobre os relatórios internacionais.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Indicadores de competitividade, divergências e igualdades: uma observação sobre os relatórios internacionais."

Transcrição

1 Indicadores de competitividade, divergências e igualdades: uma observação sobre os relatórios internacionais. Resumo Diógenes Ramos da Silva1 Paulo César Ribeiro Quintairos O termo competitividade esta em voga atualmente, contudo não existe uma definição única dos indicadores que comprovem ou não a competitividade de uma nação, mesmo assim diversos grupos divulgam periodicamente seus índices de produtividades baseando-se em indicadores quantitativos ou qualitativos, para este artigo foram realizadas pesquisas bibliográficas e documentais a fim de tentar visualizar se existe uma concordância entre os relatórios Global Competitiveness Report, World Competitiveness Yearbook e Doing Business, ainda para este artigo foram demonstradas instituições responsáveis pelos relatórios e seus pilares finalizando com uma conclusão sobre os dados apresentados. Palavras-chave: competitividade, CGR, WCY, Doing Business Introdução O termo competitividade vem sendo utilizado cada vez mais pelo mercado como forma de medir a capacidade de uma empresa ou de um país atender as necessidades internas e extrenas frente aos seus concorrentes, apesar do não existir concenso sobre as quais são as melhores metricas para medir a competitividade vários estudos relacionam o termo com efeciencia ou desempenho, para (Ferraz, Kupfer e Haguenauer, 1995) competitividade é definida como a capacidade da empresa formular e implementar estratégias concorrenciais, que lhe permitam ampliar ou conservar, de forma douradoura, 1 Mestrando, Departamento de Gestão e Desenvolvimento Regional, Univesidade de Taubate, ³Orientador, Doutor PauloCésar Ribeiro Quintairos, Departamento de Gestão e Desenvolvimento Regional, Univesidade de Taubate,

2 uma posição sustentável no mercado, para Porter (1998, p44), o governo pode afetar a posição de uma industria através de regulamentações, subsídios e outros meios, seguindo estas idéias onde se tenta relacionar ação do governo afim de obter maior desempenho das empresas instaladas em seu território e ações para regulamentar o mercado este artigo propõem-se realizar a comparação de três diferentes relatórios de competitividade entre nações, sendo eles: - Global Competitiveness Report World Competitiveness Yearbook Doing Business Este artigo propõe lançar um olhar ainda que superficial sobre os indicadores utilizados em cada um destes relatórios especialmente sobre o Brasil a fim de avaliar se existem divergências no resultado final de cada relatório onde é informado se os países evoluíram ou não em relação ao período de medição anterior no que os autores de cada relatório definem como competitividade, devido às diversas variáveis e diferentes indicadores utilizados por cada entidade responsável pela emissão do relatório iremos realizar alguns comparativos apenas alguns dos indicadores onde o país mostrou uma melhora ou perceptiva queda, como pro exemplo em criação de infraestrutura. 2 Discussão Teórica Segundo o relatório Global Competitiveness Report (CGR), divulgado recentemente o Brasil evoluiu cinco posições em comparação ao ano anterior em indicadores de competitividade, contudo se faz necessário uma analise dos parâmetros utilizados para chegar nesta conclusão, para Porter (1986, p16) a estratégia competitiva é uma combinação entre os fins entendem-se metas que a empresa busca e os meios que são as políticas que são utilizadas para chegar onde se deseja.

3 Figura 1: A roda da estratégia competitiva Fonte: Porter (1986 p16) Seguindo este pensamento podemos identificar que diferentes focos são utilizados para identificar uma ação ou movimento neste caso além da nomenclatura utilizada faz-se necessário o conhecimento de quais são as metas que se deseja alcançar de tal modo possa ser definido algum indicador para medir a evolução em obtenção as metas definidas. Algumas empresas empregam termos como "missão" ou objetivo" ao invés de "metas", e outras empregam "tática" em lugar de "políticas funcionais" ou "operacionais", contudo, noção de estratégia é captada na distinção entre os fins e meios. Porter (1986,p16) Nos parágrafos seguintes iremos verificar qual a visão de competitividade e os pilares em que estão fundamentados os relatórios estudados neste artigo 2.1 Global Competitiveness Report (GCR). Publicado anualmente pelo World Economic Forum (WEF) desde 1975 o Global Competitiveness Report, conforme seus autores têm por objetivo oferecer ferramentas e estimular a discussão entre gestores e formuladores de políticas acerca de das melhores

4 estratégias a serem tomadas para superar os obstáculos ao avanço da competitividade, para o WEF ( ), a competitividade é definida como o conjunto de instituições, políticas e fatores que afetam o nível de produtividade de um país. Desde 2005 é utilizado como ferramenta o Global Competitiveness Index (GCI), este índice foi criado pela equipe da WEF em conjunto com o professor Xavier Sala-i-Martin da Columbia University, para este índice os dados são obtidos de duas maneiras: - Hard Data ou Secundários. Através de fontes publicas internacional, geralmente é referente ao ano anterior a publicação do relatório. - Soft Data Dados obtidos através de pesquisas de opinião realizada com executivos dos países estudados, estas pesquisas são conduzidas por entidades parceiras ao WEF, no Brasil esta pesquisa é conduzida pela fundação Dom Cabral e o Movimento Brasil Competitivo. Em 2011 a pesquisa foi realizada com mais de 14 mil executivos e 142 países, onde agruparam em doze pilares as mais de 100 variáveis analisadas, subdividindo estes pilares em três grupos: - Requisitos básicos - Propulsores de eficiência - Inovação e Sofisticação Industrial

5 Quadro1: Pilares de Competitividade WEF Fonte: Caderno de Idéias Alinhando os países a estes pilares podemos verificar as características dos mesmos em cada um dos Estágios: - Grupo no Estágio 01 - Fatores básicos: composto por países com economia baseada na venda de commodities e produtos básicos (não sofisticados), aproveitando-se de baixos salários e recursos naturais; - Grupo no Estágio 02 - Fatores propulsores da eficiência: composto por países de economia voltada para a produção mais eficiente e para a qualidade - Grupo no Estágio 03 Fatores de inovação e sofisticação: composto por países de economia de alto padrão competitivo voltadas para produtos e serviços com maior valor agregado. (Landim, 2007, p.88) 2.2 World Competitives Yearbook (WCY)

6 Publicado pelo International Institute for Management Development (IMD), escola de negócios da Suíça que desde 1989 divulga os dados anuais da análise competitiva internacional, para o relatório de 2012 foram pesquisadas 59 economias e no Brasil a Fundação Dom Cabral foi à responsável pela coleta dos dados. Para mensuração dos resultados são utilizados dois grupos de indicadores, e estes são divididos em quatro pilares competitivos: - Performance econômica. - Eficiência do governo. - Eficiência dos negócios. - Infra-estrutura. Quadro 2: Fatores e subfatores do modelo de competitividade do IMD Fonte: IMD, 2012 Assim como no relatório Global Competitiveness Report, o WCY utiliza a nomenclatura Hard para definirem os dados obtidos por indicadores econômicos referentes ao ano anterior, e Soft para os dados obtidos através de pesquisa realizada com executivos, a fim de medirem a percepção da competitividade pelos empresários, a pesquisa é realizada com executivos da alta e média gerência, e contempla os diferentes setores produtivos de cada região sendo:

7 - Primário - Industrial - Serviços Utiliza como referencial para amostragem a proporcionalidade ao PIB de tal forma que seja possível realizar uma representação estatística. 2.3 Doing Business Criado pelo International Finance Corporation (IFC) e pelo The World Bank O projeto Doing Business, lançado em 2002, possui a finalidade de fornecer medidas objetivas das regulamentações aplicáveis às empresas e seu cumprimento em 183 economias e cidades selecionadas no nível subnacional e regional. Examina pequenas e médias empresas nacionais e analisa as regulamentações aplicadas a elas durante seu ciclo de vida, segundo o Devan Janamitran vice-presidente e chefe de rede e desenvolvimento financeiro do grupo Banco Mundial o relatório abrangem regulamentações que afetam onze áreas do ciclo de vida de uma empresa, sendo elas: - Abertura de empresas - Obtenção de alvarás de construção - Obtenção de eletricidade - Registro de propriedades - Obtenção de credito - Proteção de investidores - Pagamento de impostos - Comércio entre as fronteiras - Execução de contratos - Resolução de insolvência (fechamento de um negocio, em relatórios anteriores) - Emprego de trabalhadores

8 Sendo uma premissa fundamental do Doing Business é que a atividade econômica exige regras mais solidas e o objetivo é que estas sejam eficientes, acessíveis a todos e de fácil implementação. Conforme descrito prefácio do relatório o mesmo possui limitações: Doing Business tem um escopo limitado. O relatório não busca medir os custos e benefícios de uma determinada lei ou regulamentação para a sociedade. Tampouco analisa todos os aspectos do ambiente de negócios que são importantes para as empresas e investidores ou que afetam a competitividade de uma economia. Seu objetivo é simplesmente proporcionar aos líderes empresariais e autoridades um banco de dados para a formulação de políticas públicas e oferecer dados abertos ao público para pesquisas sobre como a regulamentação das empresas e instituições afeta resultados econômicos como produtividade, investimento, informalidade, corrupção, desemprego e pobreza. (DEVAN, 2012) 3 Metodologia A elaboração deste artigo utilizou de pesquisa bibliográfica, Lima e Mioto (2007) afirmam que a pesquisa bibliográfica implica em um conjunto ordenado de procedimentos de busca por soluções, atento ao objeto de estudo, e que, por isso não pode ser aleatório; e documental dos relatórios, Global Competitiveness Report, World Competitives Yearbook e Doing Business, com estes dados foram realizados comparativos do desempenho do Brasil relacionando os dados destes relatorios com os dados recolhidos no ano anterior, e comprativos de evolução ou queda de posição entre os relatórios. 4.Discussão Conforme o relatório divulgado pelo Global Competitiveness Report, o Brasil evoluiu cinco posições em competitividade em relação ao relatório divulgado em 2011

9 Tabela1. Desempenho Competitivo Brasil GCR Fonte: Caderno de Idéias 2012 Esta evolução foi alavancada principalmente pelos índices: Instituições evolução 16 posições e eficiência do mercado de trabalho 13 posições, para entender esta evolução é necessário considerar que as características que compõem o pilar Infra-estrutura. Este pilar é formado por vinte e um indicadores onde dos quais apenas seis apresentaram subtração na evolução, contudo de todos os indicadores deste pilar apenas quatro não são oriundos de percepção empresarial.

10 Tabela 2. Pilar Instituições Indicadores GCR Fonte: Caderno de Idéias Curiosamente o indicador que apresentou a maior evolução foi o item 1.04, confiança nos políticos, isto se dá pois o período em que a pesquisa foi realizada tratavase do inicio do governo Dilma Russef onde as declarações do novo governo era a prioridade na manutenção da estabilidade econômica e foco no controle inflacionário e ajuste fiscal. Se verificarmos os Pilares onde o Brasil teve queda em desempenho é possível identificar a falta de capacidade do país em criar uma infra-estrutura adequada devido à

11 falta de melhor gerenciamento dos recursos e assim a divida do governo e a deficiência em inovação por conta da falta de mão-de-obra qualificada. Tabela 3: Pilar Infraestrutura - Indicadores - GCT Fonte: Caderno de Idéias Tabela 4: Pilar Estabilidade Macroeconômica - Indicadores - GCT Fonte: Caderno de Idéias

12 Tabela 5: Pilar Inovação - Indicadores - GCT Fonte: Caderno de Idéias Para o relatório World Competitiveness Yearbook 2012, o Brasil apresentou queda em seu desempenho geral, sendo que nos dois últimos anos o país acumulou queda em oito posições. Figura1: WCY Comportamento geral da economia brasileira Fonte: IMD-2012 Diferentemente do GCR o Brasil evoluiu seis posições no Pilar Infraestrutura para WCY, neste relatório o pilar infraestrutura avalia as condições humanas (saúde, meio ambiente e educação), tecnológicas, cientificas e de infraestrutura básica para as empresas.

13 Figura2: WCY Infraestrutura Fonte: IMD-2012 Segundo o relatório mesmo com ganho de seis posições o Brasil continua entre as economias menos competitivas, contudo as evoluções em seus subfatores demonstram que o país esta evoluindo corretamente. Tabela 6: Posição do Brasil nos subfatores de infraestrutura - WCY Fonte: IMD-2012 O relatório WCY ainda realiza um comparativo entre outros países da America latina onde aponta queda em quase todas as economias em exceção do México que foi o único país que conseguiu obter evolução em todos os indicadores.

14 Tabela 7: Desempenho da América Latina no ranking geral do WCY Fonte: IMD-2012 Para o Doing Business os indicadores estão relacionados às ações que cada país realizada para regulamentar o mercado, desta forma gerando maiores possibilidades de negócios, neste caso o relatório baseia-se em fatos diferentemente dos relatórios do GCR e WCY que consideram percepção dos empresários.

15 Figura 3: Porcentagem das economias em que ao menos uma "reforma Doing Business" facilitou os processos para fazer negócios (%) Fonte: Banco de dados Doing Business Devido a este critério onde são quantificadas as ações para estimular ou criar facilidades de negócios no ranking geral o Brasil perdeu seis posições em comparação ao ano de 2011 onde 2012 foi registrada apenas uma ação, conforme demonstra tabela 8 abaixo: Tabela 8: Fonte: (Adaptado do Banco de dados Doing Business 2012, Silva 2012)

16 5.Conclusão Como observado nos dados apresentados o Brasil é um país de grandes contradições e diferenças, pois apresenta um sentimento de que é possível evoluir conforme descrito nos relatórios GCR e WCY, Na visão dos empresários consultados, as relações de trabalho dentro das empresas têm se tornado mais cooperativas (GCR, 2012,p.19), por outro lado vemos que em todos os relatórios o detalhamento da falta de infraestrutura, profissionais capacitados (cientistas e engenheiros), causando a deficiência do país em inovar. Levando em consideração os próximos anos onde teremos grandes eventos esportivos a dúvida é se só a aparente melhora em relatórios de indicadores de competitividade nos trarão as mudanças necessárias para que o Brasil possa deslanchar entre os países competitivos ou a escolha de um ou outro índice vem ao encontro do governo em ocultar a deficiência do país em executar as reformas necessárias para atacar os pontos deficientes apontados nestes mesmos relatórios. Referências Porter, Michael E. Estratégia competitiva:técnicas para análise de indústrias e da concorrência, rio de janeiro, 1996 Global Competitiveness Report Disponível em Acesso em: 15.Setembro World Competitiveness Yearbook Disponível em Acesso em: 15.Setembro Doing Business Disponível em Acesso em: 15.Setembro MASCHIETO, ALEXANDRE JOSÉ. Contribuição para desenvolvimento de um modelo de competitividade fincanceira de empresas/alexandre José Maschieto; orientador Alberto Boprges Matias. Ribeirão preto, f.

17 Lima, Telma Cristiane Sasso; Mioto Regina Célia Tamaso. Procedimentos metodológicos ba construção do conhecimento cinetifico: a pesquisa bibliográfica, Santa Catarina v10 n.esp.p Landim, Alexandre Lacerda.Competitividade Brasil: Uma análise face as nações BRICS, p

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil

Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Ambiente de Negócios e Reformas Institucionais no Brasil Fernando Veloso IBRE/FGV Book Launch of Surmounting the Middle Income Trap: The Main Issues for Brazil (IBRE/FGV e ILAS/CASS) Beijing, 6 de Maio

Leia mais

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 As 15 Melhores Práticas em Gestão de Pessoas no Pará VIII Edição 1 Pesquisa Prazer em Trabalhar Ano VI Parceria Gestor Consultoria e Caderno Negócios Diário do Pará A

Leia mais

BRASIL PERDE UMA POSIÇÃO NO RANKING GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2014 DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL

BRASIL PERDE UMA POSIÇÃO NO RANKING GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2014 DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL BRASIL PERDE UMA POSIÇÃO NO RANKING GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2014 DO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL Ranking traz a Suíça em primeiro lugar, seguida de Cingapura e EUA O Brasil perdeu uma posição no Ranking Global

Leia mais

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar AGENDA BAHIA Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar Além das reformas tributária e trabalhista, país precisa investir em infraestrutura eficaz, na redução do custo da energia

Leia mais

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 O IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social é uma organização da sociedade civil de interesse público, que tem como

Leia mais

FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO

FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO FORUM NACIONAL DE EDUCAÇÃO Educação Profissional e Tecnológica Sergio Moreira BRASIL ÍNDICE GLOBAL DE COMPETITIVIDADE 2013/2014 Ranking Global de Competitividade BRICS: 2006 a 2013 Brasil ficou em 56º

Leia mais

Na teoria e na vida, FDC

Na teoria e na vida, FDC C T E C E N T R O D E T E C N O L O G I A E M P R E S A R I A L C T E C o o p e r a ç ã o e n t r e e m p r e s a s d e g r a n d e p o r t e Na teoria e na vida, FDC AF - 05-006 - CTE02 R.indd 2 7/10/07

Leia mais

6º Congresso ANBIMA de Fundos de Investimento. Paulo Oliveira

6º Congresso ANBIMA de Fundos de Investimento. Paulo Oliveira 6º Congresso ANBIMA de Fundos de Investimento Paulo Oliveira A aspiração é tornar o Brasil um polo de uma rede regional interconectada, com conexões globais otimizadas Modelo relacional atual Estrutura

Leia mais

INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA.

INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA. Conferência 6 de Outubro, FC Gulbenkian Lisboa INOVAÇÃO, INVESTIGAÇÃO & DESENVOLVIMENTO E RELAÇÕES UNIVERSIDADE-EMPRESA. MANUEL CALDEIRA CABRAL UNIVERSIDADE DO MINHO MANUEL CALDEIRA CABRAL DIAGNÓSTICO(S)

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS São Paulo Presença nacional, reconhecimento mundial. Conheça a Fundação Dom Cabral Uma das melhores escolas de negócios do mundo, pelo ranking de educação executiva

Leia mais

Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira, segundo estudo feito pela Siemens e pela Fundação Dom Cabral

Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira, segundo estudo feito pela Siemens e pela Fundação Dom Cabral Imprensa São Paulo, 16 de junho de 2015 Digitalização pode impulsionar competitividade brasileira, segundo estudo feito pela Siemens e pela Fundação Dom Cabral O estudo foi baseado em uma pesquisa realizada

Leia mais

MCH0187 INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL, O DESAFIO DO USO DE TIC COMO VANTAGEM COMPETITIVA

MCH0187 INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL, O DESAFIO DO USO DE TIC COMO VANTAGEM COMPETITIVA III Congresso Internacional de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento 20 a 22 de outubro de 2014 CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL MCH0187 INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL, O DESAFIO DO USO

Leia mais

São Paulo, 25 de abril de 2013.

São Paulo, 25 de abril de 2013. São Paulo, 25 de abril de 2013. Discurso do diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania, Luiz Edson Feltrim, na SME Banking Conference 2013 1 Dirijo saudação especial a Sra. Ghada Teima, IFC Manager

Leia mais

A importância da IAA para o crescimento da economia Ambição 2020 na rota do crescimento

A importância da IAA para o crescimento da economia Ambição 2020 na rota do crescimento A importância da IAA para o crescimento da economia Ambição 2020 na rota do crescimento Nuno Netto nnetto@deloitte.pt 28 de Outubro 2014 Agenda 2014. Para informações, contacte Deloitte Consultores, S.A.

Leia mais

Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas

Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas Crescimento Econômico Brasileiro: Análise e Perspectivas Fernando A. Veloso Ibmec/RJ XII Seminário Anual de Metas para a Inflação Maio de 2010 Crescimento da Renda per Capita Entre 1960 e 1980, a renda

Leia mais

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE DE DESTINOS TURÍSTICOS. Novembro de 2014

INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE DE DESTINOS TURÍSTICOS. Novembro de 2014 INOVAÇÃO E COMPETITIVIDADE DE DESTINOS TURÍSTICOS Novembro de 2014 1 Competitividade de Destinos Emergência nos estudos sobre estratégia empresarial Indústria, empresas, países, organizações Diferentes

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS São Paulo

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE NEGÓCIOS São Paulo Av. Princesa Diana, 760 34000-000 Nova Lima MG Campus Aloysio Faria Av. Princesa Diana, 760 Alphaville Lagoa dos Ingleses 34000-000 Nova Lima MG Brasil Campus BH Rua Bernardo Guimarães, 3.071 Santo Agostinho

Leia mais

Governança, risco e. compliance Chega de redundâncias. 24 KPMG Business Magazine

Governança, risco e. compliance Chega de redundâncias. 24 KPMG Business Magazine Governança, risco e compliance Chega de redundâncias 24 KPMG Business Magazine Programa Risk University transmite aos executivos uma visão abrangente dos negócios A crise financeira de 2008 ensinou algumas

Leia mais

Empresas e as mudanças climáticas

Empresas e as mudanças climáticas Empresas e as mudanças climáticas O setor empresarial brasileiro, por meio de empresas inovadoras, vem se movimentando rumo à economia de baixo carbono, avaliando seus riscos e oportunidades e discutindo

Leia mais

O Fórum Económico de Marvila

O Fórum Económico de Marvila Agenda O Fórum Económico de Marvila A iniciativa Cidadania e voluntariado: um desafio para Marvila A Sair da Casca O voluntariado empresarial e as políticas de envolvimento com a comunidade Tipos de voluntariado

Leia mais

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO RESPEITAR PONTO DE VISTA. Material preparado e de responsabilidade de Júlio Sérgio de Lima

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO RESPEITAR PONTO DE VISTA. Material preparado e de responsabilidade de Júlio Sérgio de Lima INDICADORES DE RH E METAS ORGANIZACIONAIS JÚLIO SÉRGIO DE LIMA Blumenau SC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO E PERSPECTIVAS DE NEGOCIO, ARQUITETURA DE MEDIÇÃO DO DESEMPENHO E NIVEIS DOS

Leia mais

Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation.

Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation. Project and Portfolio Management [PPM] Sustainable value creation. O SoftExpert PPM Suite é a solução mais robusta, funcional e fácil para priorizar, planejar, gerenciar e executar projetos, portfólios

Leia mais

Visão global, especialização local Consultoria para a indústria financeira

Visão global, especialização local Consultoria para a indústria financeira Visão global, especialização local Consultoria para a indústria financeira Como uma das empresas líderes em serviços profissionais no Brasil, a Deloitte entende de maneira única os desafios enfrentados

Leia mais

Fundação SEADE. www.seade.gov.br

Fundação SEADE. www.seade.gov.br Outubro de 0 N o Monitoramento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODMs Consulte A Fundação Seade disponibilizará, anualmente, as séries históricas do conjunto de indicadores dos ODMs

Leia mais

Há quase três décadas, o O PRAZER DO RECONHECIMENTO. inside

Há quase três décadas, o O PRAZER DO RECONHECIMENTO. inside O PRAZER DO RECONHECIMENTO Por Fabiane Abel Há quase três décadas, o Prêmio Anefac Profissional do Ano escolhe anualmente os melhores executivos das áreas de Finanças, Administração e Contabilidade, levando

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

Distance to frontier

Distance to frontier Boletim Informativo do Doing Business 2013: América Latina e Caribe Das 50 economias que desde 2005 mais tiveram melhorias regulamentares para facilitar a prática de fazer negócios para empresas locais,

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas na Guatemala. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas na Guatemala. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas na Guatemala Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Na Guatemala, existem várias definições fornecidas por diferentes instituições

Leia mais

INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS PAÍSES DO BRICS

INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS PAÍSES DO BRICS INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE OS PAÍSES DO BRICS Luana Ferreira (Faculdades Integradas Vianna Júnior) - luanafer2@hotmail.com Clesiane de Oliveira Carvalho (Faculdades Integradas

Leia mais

Núcleo de Inovação e Empreendedorismo Renovando e inovando o saber 2015. Apoio: Cooperação:

Núcleo de Inovação e Empreendedorismo Renovando e inovando o saber 2015. Apoio: Cooperação: Núcleo de Inovação e Empreendedorismo Renovando e inovando o saber 2015 Apoio: Cooperação: NÚCLEOS DE DESENVOLVIMENTO DE CONHECIMENTO Alinhada à sua missão e à estratégia de ser referência no desenvolvimento

Leia mais

Desde o final da década de 1980, o Relatório de Competitividade Mundial (World. Como alcançar a China e a Índia?

Desde o final da década de 1980, o Relatório de Competitividade Mundial (World. Como alcançar a China e a Índia? PENSAMENTO NACIONAL Como alcançar a China e a Índia? Divulgação Apenas o Brasil, dos quatro países candidatos a potências mundiais reunidos na sigla BRIC, ainda não reencontrou o caminho da competitividade.

Leia mais

Balanced Scorecard. Da estratégia às ações do dia-a-dia

Balanced Scorecard. Da estratégia às ações do dia-a-dia Balanced Scorecard Da estratégia às ações do dia-a-dia Perspectivas Em se tratando de gerenciamento de desempenho, perspectivas são os grandes vetores debaixo dos quais são agrupados objetivos, indicadores

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

Especialização em Gestão de Negócios

Especialização em Gestão de Negócios Especialização em Gestão de Negócios e Projetos Rio de Janeiro Presença nacional, reconhecimento mundial. Conheça a Fundação Dom Cabral Uma das melhores escolas de negócios do mundo, pelo ranking de educação

Leia mais

DESENVOLVIMENTO HUMANO NA FRONTEIRA BRASIL/BOLÍVIA E BRASIL/PARAGUAI. Palavras-Chave: Fronteira, Desenvolvimento Humano, Indicadores.

DESENVOLVIMENTO HUMANO NA FRONTEIRA BRASIL/BOLÍVIA E BRASIL/PARAGUAI. Palavras-Chave: Fronteira, Desenvolvimento Humano, Indicadores. DESENVOLVIMENTO HUMANO NA FRONTEIRA BRASIL/BOLÍVIA E BRASIL/PARAGUAI Jeniffer Fonseca da Silva Jean Carlos da Silva Américo Tito Carlos Machado de Oliveira 1 Aluna do curso de ciências econômicas da UFMS,

Leia mais

PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL

PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL Políticas de Inovação para o Crescimento Inclusivo: Tendências, Políticas e Avaliação PRIORIDADES E DESAFIOS PARA POLÍTICAS EM NÍVEL SUB-NACIONAL Rafael Lucchesi Confederação Nacional da Indústria Rio

Leia mais

AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa. Informações gerais

AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa. Informações gerais AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa Informações gerais Produzido por BSD Brasil. Pode ser reproduzido desde que citada a fonte. Introdução Lançada em novembro de 1999, em versão

Leia mais

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação;

V - promover a cooperação internacional na área de ciência, tecnologia e inovação; DECRETO Nº 7.642, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2011 * Programa Ciência sem Fronteiras. * Institui o Programa Ciência sem Fronteiras. A Presidenta da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Os caminhos para o Brasil de 2022

Os caminhos para o Brasil de 2022 Os caminhos para o Brasil de 2022 GOVERNANÇA PARA A COMPETITIVIDADE Gustavo Morelli Sócio diretor da Macroplan Informação confidencial e proprietária da Macroplan Prospectiva Estratégia e Gestão. Não distribuir

Leia mais

Assessoria Consultoria Treinamento F I N A N C E I R A - E M P R E S A R I A L

Assessoria Consultoria Treinamento F I N A N C E I R A - E M P R E S A R I A L Assessoria Consultoria Treinamento F I N A N C E I R A - E M P R E S A R I A L Quem somos Bem vindo à Nord. Formada por profissionais oriundos do mercado financeiro, com formações multidisciplinares e

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Parceria de sucesso para sua empresa

Parceria de sucesso para sua empresa Parceria de sucesso para sua empresa A Empresa O Grupo Espaço Solução atua no mercado de assessoria e consultoria empresarial há 14 anos, sempre realizando trabalhos extremamente profissionais, pautados

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

Apresentação Institucional IEL/SC

Apresentação Institucional IEL/SC Apresentação Institucional IEL/SC Natalino Uggioni Joaçaba, 12 de Maio de 2014 IEL NO BRASIL O Sistema Indústria Presente nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, o Sistema Indústria é composto

Leia mais

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Maio de 2010 Conteúdo Introdução...4 Principais conclusões...5 Dados adicionais da pesquisa...14 Nossas ofertas de serviços em mídias sociais...21

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio CBA Comércio Internacional Comércio Internacional A intensidade das relações comerciais e produtivas das empresas no atual contexto econômico tem exigido das empresas um melhor entendimento da complexidade

Leia mais

COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL

COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL COMPETITIVIDADE NO SETOR FLORESTAL 15/03/2012 Joésio D. P. Siqueira Vice-Presidente STCP 1/29 A STCP Conquistas recentes Clientes de 38 países das Américas, África, Europa, Ásia e Oceania 17 escritórios

Leia mais

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio CBA Comércio Internacional Comércio Internacional A intensidade das relações comerciais e produtivas das empresas no atual contexto econômico tem exigido das empresas um melhor entendimento da complexidade

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

MBA em Gestão de Ativos.

MBA em Gestão de Ativos. /biinternational /biinternational MBA em Gestão de Ativos. Unidade WTC www.biinternational.com.br O B.I. International O B.I. International é uma escola de educação executiva que propõe um Modelo Único

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras

Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras CI1306 Pesquisa: Fomento para inovação nas Empresas Brasileiras Raoni Pereira, Hérica Righi, Marina Loures, Tiara Bicalho, Janayna Bhering, Bárbara Xavier - Núcleo de Inovação A Introdução inovação configura-se

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

A ASSOCIAÇÃO DAS NAÇÕES DO SUDESTE ASIÁTICO E SEU AMBIENTE DE NEGÓCIOS

A ASSOCIAÇÃO DAS NAÇÕES DO SUDESTE ASIÁTICO E SEU AMBIENTE DE NEGÓCIOS www.observatorioasiapacifico.org A ASSOCIAÇÃO DAS NAÇÕES DO SUDESTE ASIÁTICO E SEU AMBIENTE DE NEGÓCIOS Ignacio Bartesaghi 1 O debate na América Latina costuma focar-se no sucesso ou no fracasso dos processos

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

METODOLOGIA DO ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL (ISE)

METODOLOGIA DO ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL (ISE) METODOLOGIA DO ÍNDICE DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL (ISE) Abril/2015 [data] METODOLOGIA DO ÍNDICE DE O ISE é o resultado de uma carteira teórica de ativos, elaborada de acordo com os critérios estabelecidos

Leia mais

Módulo 2. Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios

Módulo 2. Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios Módulo 2 Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios Origem do BSC Cenário Competitivos CONCORRENTE A CONCORRENTE C VISÃO DE FUTURO ESTRATÉGIA

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Visão estratégica para compras

Visão estratégica para compras Visão estratégica para compras FogStock?Thinkstock 40 KPMG Business Magazine Mudanças de cenário exigem reposicionamento do setor de suprimentos O perfil do departamento de suprimentos das empresas não

Leia mais

Perspectivas para o financiamento das PPPs

Perspectivas para o financiamento das PPPs Perspectivas para o financiamento das PPPs PPP Summit 2015 20 de maio de 2015 Frederico Estrella frederico@tendencias.com.br Histórico e perfil da Tendências 2 Histórico Fundada em 1996, a Tendências é

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

Declaração do Capital Natural

Declaração do Capital Natural Declaração do Capital Natural Uma declaração do setor financeiro demonstrando nosso compromisso durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável [Rio +20 Earth Summit] em trabalhar

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

Tópicos Abordados. Pesquisa de Mercado. Aula 1. Contextualização

Tópicos Abordados. Pesquisa de Mercado. Aula 1. Contextualização Pesquisa de Mercado Aula 1 Prof. Me. Ricieri Garbelini Tópicos Abordados 1. Identificação do problema ou situação 2. Construção de hipóteses ou determinação dos objetivos 3. Tipos de pesquisa 4. Métodos

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

A gestão de risco, no topo da agenda

A gestão de risco, no topo da agenda A gestão de risco, no topo da agenda 4 KPMG Business Magazine Ambiente de incertezas e estagnação econômica traz novos desafios em GRC O gerenciamento de riscos permanece no topo da agenda corporativa

Leia mais

Comprometidos com o Futuro da Educação

Comprometidos com o Futuro da Educação Comprometidos com o Futuro da Educação Comprometidos com o Futuro da Educação Educação Assim se Constroem as Grandes Nações A educação é vital para criar uma cultura baseada na excelência. A demanda por

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES?

METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES? METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES? Os indicadores permitem avaliação do desempenho da instituição, segundo três aspectos relevantes: controle, comunicação e melhoria. (MARTINS & MARINI, 2010,

Leia mais

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Janeiro 2011 Exclusivamente para empresas de médio porte Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Relatório para o Brasil Panorama global: Pesquisa com 2.112 líderes do mercado de

Leia mais

Gestão de Pequenas Empresas no Brasil - Alguns Dados Importantes.

Gestão de Pequenas Empresas no Brasil - Alguns Dados Importantes. Gestão de Pequenas Empresas no Brasil - Alguns Dados Importantes. Por Palmira Santinni No Brasil, nos últimos anos, está ocorrendo um significativo aumento na criação de novas empresas e de optantes pelo

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO EMPRESARIAL INTERNACIONAL E DIPLOMACIA ECONÓMICA

PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO EMPRESARIAL INTERNACIONAL E DIPLOMACIA ECONÓMICA PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO EMPRESARIAL INTERNACIONAL E DIPLOMACIA ECONÓMICA Gestão Empresarial Internacional e Diplomacia Económica International Management and Economic Diplomacy 2 O aumento das exportações

Leia mais

Disponibilização de relatórios de acesso público. RB Capital DTVM

Disponibilização de relatórios de acesso público. RB Capital DTVM Disponibilização de relatórios de acesso público RB Capital DTVM Maio 2011 Objetivo Este documento tem como objetivo estabelecer um guia para a elaboração da descrição da estrutura de gestão de risco de

Leia mais

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro

O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro O PAPEL DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: um estudo de caso sobre o curso técnico em administração de cruzeiro Geraldo José Lombardi de Souza, Paulo César Ribeiro Quintairos, Jorge

Leia mais

Scitum reduz em 50% o tempo de produção de relatórios com CA Business Service Insight

Scitum reduz em 50% o tempo de produção de relatórios com CA Business Service Insight CUSTOMER SUCCESS STORY Scitum reduz em 50% o tempo de produção de relatórios com CA Business Service Insight PERFIL DO CLIENTE Indústria: Serviços de TI Empresa: Scitum Funcionários: 450+ EMPRESA Empresa

Leia mais

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Gestão e Tecnologia da Informação IFTI1402 T25 A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS Marcelo Eustáquio dos Santos

Leia mais

Organização. Como organizar e dirigir uma empresa para crescer? O que fazer para organizar e crescer?

Organização. Como organizar e dirigir uma empresa para crescer? O que fazer para organizar e crescer? Organização Como organizar e dirigir uma empresa para crescer? O que fazer para organizar e crescer? Quando um empreendedor começa um negócio, o que ele mais deseja é: crescer, contratar pessoas, ter instalações

Leia mais

CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS

CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS CBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS O CBA em Gestão de Negócios é um curso que proporciona aos participantes sólidos fundamentos em gestão e liderança. O programa tem o objetivo de formar

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS Asia Shipping Transportes Internacionais Ltda. como cópia não controlada P á g i n a 1 7 ÍNDICE NR TÓPICO PÁG. 1 Introdução & Política 2 Objetivo 3 Responsabilidade

Leia mais

Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência

Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência Perguntas Frequentes do Prêmio Catarinense de Excelência O que é o Modelo de Excelência da Gestão (MEG) e quais são seus objetivos? O Modelo de Excelência da Gestão reflete a experiência, o conhecimento

Leia mais

Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade

Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade Plano Brasil Maior e o Comércio Exterior Políticas para Desenvolver a Competitividade Alessandro Golombiewski Teixeira Secretário-Executivo do MDIC Rio de Janeiro, Agosto de 2011 Introdução 1 Contexto

Leia mais

Planejamento Estratégico do Setor de Florestas Plantadas -2012

Planejamento Estratégico do Setor de Florestas Plantadas -2012 CONTEXTO O setor de florestas plantadas no Brasil éum dos mais competitivos a nível mundial e vem desempenhando um importante papel no cenário socioeconômico do País, contribuindo com a produção de bens

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

27/09/2011. Integração Econômica da América do Sul: Perspectiva Empresarial

27/09/2011. Integração Econômica da América do Sul: Perspectiva Empresarial 27/09/2011 Integração Econômica da América do Sul: Perspectiva Empresarial Estrutura da apresentação Perspectiva empresarial Doing Business 2011 Investimentos Estrangeiros e Comércio Exterior Complementaridade

Leia mais

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo INTRODUÇÃO O Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia desenvolvida para traduzir, em termos operacionais, a Visão e a Estratégia das organizações

Leia mais

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC

Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina IEL/SC Uma estrutura de apoio à Inovação Eliza Coral, Dr. Eng., PMP Outubro, 2010 Diretrizes Organizacionais Missão Contribuir para o desenvolvimento sustentável

Leia mais

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil

Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas 26 de Abril de 2006 Um Novo Modelo de Desenvolvimento para o Brasil A Base do Novo

Leia mais

Escalando a muralha de Zhõngguó

Escalando a muralha de Zhõngguó ASSUNTO em pauta Getty Images Escalando a muralha de Zhõngguó Competitividade, desafios sociais e futuros consumidores chineses. Por Marcelo Zorovich 11 R E V I S T A D A E S P M março / abril de 011 D

Leia mais

8ª PESQUISA DE PRODUTIVIDADE APRENDIZADO DE IDIOMAS 2012

8ª PESQUISA DE PRODUTIVIDADE APRENDIZADO DE IDIOMAS 2012 8ª PESQUISA DE PRODUTIVIDADE APRENDIZADO DE IDIOMAS 2012 Tel. 55 11 3862 1421 Pesquisa revela panorama do aprendizado do idioma inglês no Brasil de 2003 a 2012 por Paulo P. Sanchez* A BIRD Gestão Estratégica

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

Informação de Imprensa

Informação de Imprensa Informação de Imprensa L Fundação Espaço ECO apresenta ferramentas de gestão que tornam possível a medição da sustentabilidade Com análise de dados científicos precisos, organização colabora para a melhor

Leia mais

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010

Metodologia. Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Público Alvo: Amostra: 500 entrevistas realizadas. Campo: 16 a 29 de Setembro de 2010 Metodologia Pesquisa Quantitativa Coleta de dados: Através de e-survey - via web Público Alvo: Executivos de empresas associadas e não associadas à AMCHAM Amostra: 500 entrevistas realizadas Campo: 16

Leia mais

Desafios do Brasil contemporâneo Infraestrutura, produtividade, reformas e pacto federativo

Desafios do Brasil contemporâneo Infraestrutura, produtividade, reformas e pacto federativo Desafios do Brasil contemporâneo Infraestrutura, produtividade, reformas e pacto federativo A grande janela de oportunidades (O Brasil decola) A grande janela de oportunidades Linha do tempo das conquistas

Leia mais