Fumo passivo nos locais públicos

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1 Fumo passivo nos locais públicos Ana Navas-Acien, MD, PhD, MPH Escola de Saúde Pública Bloomberg, Universidade Johns Hopkins (Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health) 2007 Escola de Saúde Pública Bloomberg, Universidade Johns Hopkins (Johns Hopkins Bloomberg School 2007 Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health of Public Health)

2 Seção A Ambientes livres de fumo 2007 Escola de Saúde Pública Bloomberg, Universidade Johns Hopkins (Johns Hopkins Bloomberg School 2007 Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health of Public Health)

3 Objetivos do aprendizado Discutir os principais benefícios diretos e indiretos dos ambientes livres de fumo Considerar a criação de ambientes livres de fumo como uma estratégia importante no controle do tabaco no mundo Descrever métodos relevantes das políticas para rastrear a exposição ao fumo passivo nos locais públicos e para avaliar as políticas de ambientes livres de fumo Fornecer exemplos federais e estaduais com políticas de locais públicos completamente livres de fumo 2007 Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 3

4 OMS - Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco Artigo 8: proteção contra a exposição à fumaça do tabaco As partes reconhecem que as evidências científicas estabeleceram que a exposição à fumaça do tabaco causa morte, doença e incapacidade Cada parte deve adaptar e implementar, nas áreas onde exista uma jurisdição racional na forma de lei nacional, e promover ativamente em outros níveis de jurisdição a adoção e a implementação de medidas eficientes, legislativas, administrativas e/ou outras que visem a proteção contra a fumaça do tabaco em locais de trabalho fechados; transportes públicos, locais públicos fechados, e quando pertinente, outros locais públicos Fonte: Organização Mundial da Saúde. (2005) Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 4

5 Por que os ambientes livres de fumo são importantes? Os ambientes livres de fumo evitam mortes e doenças Benefícios diretos para a saúde Protegem os não fumantes das consequências para a saúde da exposição involuntária à fumaça do tabaco Menos gente exposta à fumaça do tabaco menos doenças Benefícios indiretos para a saúde Motiva os fumantes a parar de fumar e reduz o consumo de tabaco Reduz o número de pessoas que começam a fumar Menos gente fumando menos doenças 2007 Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 5

6 Evidências que apoiam os locais de trabalho livres de fumo Revisão sistemática de 26 estudos constatou que os locais de trabalho livres de fumo estavam associados a: Redução na prevalência do tabagismo = 3.8% (95% IC*: 2.8%, 4.7%) Redução de cigarros por dia entre os fumantes = 3,1 (95% IC* = 2,4, 3,8) Limitação: evidências de estudos transversais *IC: intervalo de confiança Fonte: Fichtenberg e Glantz. (2002) Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 6

7 Evidências que apoiam os locais de trabalho livres de fumo Impacto das políticas de tabagismo nos locais de trabalho (três níveis) na cessação e quantidade consumida Cessação Quantidade consumida Política de fumo no local de trabalho ( ) No. de participantes Cessaram, % bruta OR (95% IC) Média CPD não ajustada No. de participantes peso (95% CI) Nível 1: mantiveram ou mudaram para fumo permitido em todos os lugares Nível 2: mantiveram ou mudaram para fumo em áreas designadas 93 20,1 Referência 21,8 88 Referência ,4 1,73 (0,96, 3,11) 19, ,82 ( 0,96, 1,21) Nível 3: mantiveram ou mudaram para proibição do fumo ,5 1,92* (1,11, 3,32) 16, ,57 ( 4,40, 0,59)* *P < 0,05; CPD = cigarros por dia Fonte: Bauer, et al. (2005) Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 7

8 Impacto positivo na saúde dos ambientes livres de fumo Fonte: Navas, A. (2007) Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 8

9 Impacto sobre a saúde cardiovascular Fonte: adaptado por CTLT de Bartecchi, et al. (2006) Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 9

10 Impacto sobre a saúde respiratória Sintomas e espirometria antes e depois da proibição do fumo entrar em vigor (N=77) Antes da proibição 1 mês depois da proibição Mudança da linha de base (95% IC) P Valor Sintomas, % (No.) Quaisquer 79,2 (61) 53,2 (41) 26 ( 13,8 a 38,1) <0,001 Respiratórios 62,3 (48) 41,5 (32) -20,8 ( 7,6 a -33,9) 0,005 Sensorial 71,4 (55) 40,3 (31) -31,2 ( 18,1 a -44,3) <0,001 No. de sintomas, mediana (IIQ) 2 (1 a 4) 1 (0 a 3) -1 ( 2 a 0) 0,001 VRF1, média (SE), % Coorte integral 96,6 (2,26) 104,8 (2,53) 8,2 (3,9 a 12,4) <,001 Sadios 98,7 (2,52) 104,4 (2,94) 5,7 (1,0 a 10,3) 0,04 Asma 90,3 (4,86) 106,1 (5,06) 15,7 (5,7 a 25,7) 0,008 IC=Intervalo de Confiança; VRF1= volume respiratório forçado no primeiro segundo; IIQ=Intervalo Interquartil Fonte: Menzies, et al. (2006) Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 10

11 Outros motivos para apoiar os ambientes livres de fumo Grande apoio popular para as legislações de ambientes livres de fumo Apoio aumenta quando uma legislação é aprovada Na Irlanda, o apoio à proibição total em locais de trabalho aumentou de 40% para 65% após a proibição entrar em vigor* Nenhum dano econômico para os negócios Estudos bem desenhados informam nenhum impacto ou impacto positivo das legislações de bares e restaurantes livres de fumo sobre as vendas ou o emprego Forte oposição da indústria do tabaco Fonte: *Fong, et al. (2006); Scollo, et al. (2003) Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 11

12 Desafio para as políticas de ambientes livres de fumo: táticas da indústria A indústria promove políticas ineficientes Acomodação Ventilação Influência na legislação Negação ou minimização dos efeitos na saúde Se fosse proibido fumar em nossos locais de trabalho, o consumo médio das indústrias diminuiria... e a taxa de cessação aumentaria... Não há dúvida de que é importante para a PM continuar a apoiar a acomodação dos fumantes no local de trabalho. - Philip Morris, 1992 Fonte da imagem: adaptado por CTLT do Tobacco Atlas 2a Edição. (2006); Fonte do texto: Ramsey S. (2002) Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 12

13 Desafio para as políticas de ambientes livres de fumo: táticas da indústria De acordo com a Organização Panamericana de Saúde, o relatório indica que as empresas de tabaco há muitos anos contratavam cientistas na América Latina e no Caribe para distorcer a ciência que liga o tabagismo passivo à doenças sérias, ao mesmo tempo que mantinham em segredo a conexão dos cientistas com a indústria do tabaco S. Ramsey, Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 13

14 Por que os ambientes livres de fumo são importantes Protegem os não fumantes Ajudam os fumantes a parar e reduzem o consumo Mostrar que o tabagismo não é o correto e nem o normal, para reduzir o número de jovens que começam a fumar Grande apoio da população às proibições do fumo Nenhum dano econômico para os negócios 2007 Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health 14

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