WIFI na Rota do Românico do Vale do Sousa

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1 WIFI na Rota do Românico do Vale do Sousa

2 Pós Graduação Turismo, Ordenamento e Gestão do Território WIFI na Rota do Românico do Vale do Sousa Ana Paula Morais Salgado Março 2006

3 Sumário Introdução Enquadramento do trabalho na RRVS Área de Intervenção Expansão do estudo aos restantes concelhos 10 4 Difusão de Informação em ambiente WIFI Introdução Instalação de Pontos de Acesso / HotSpots Estudo para implementação Equipamentos Necessidades de cada HotSpot Acesso à Rede WiFi Objectivos Funcionalidades Plug n Play Linha de Atendimento Dinamização da utilização do Serviço WiFi Ítems adicionais importantes Arquitectura de Rede WiFi Arquitectura dos HotSpots WiFi Proposta de Cobertura Wireless 20 Conclusão. 21 Bibliografia Glossário.. 24 Anexos Anexo 1 - Ortofotomapas Anexo 2 Metodologia de Implementação Março 2006

4 Anexo 3- Tipologia HotSpot e Adesão ao serviço de Acesso ao Publico à Internet em banda larga sem fios da PT WIFI. Anexo 4 - Programa Operacional Sociedade do Conhecimento, medida 4.1 Reforçar as Infra-estruturas de Banda Larga Março 2006

5 Introdução As primeiras estratégias e iniciativas de Desenvolvimento Local centraram-se essencialmente no desenvolvimento económico do território, orientadas predominantemente para a implementação de iniciativas de criação de emprego. Estas iniciativas foram ampliando o seu campo de acção, com actuações cada vez mais relacionadas numa perspectiva integrada do desenvolvimento que vai para além do quadro puramente económico, para constituir um desenvolvimento "humano" e social, que implica a participação de todos os actores da sociedade civil e do tecido sócio-económico local como condição indispensável para a sustentabilidade do desenvolvimento. O Desenvolvimento Local torna-se assim num instrumento de concertação e diálogo social que coloca nas mãos dos seus beneficiários, os actores locais, a responsabilidade de desenhar e pôr em marcha estratégias sustentáveis de desenvolvimento. Nessas, a sociedade civil adquire protagonismo, com uma maior capacidade de negociação face às instituições políticas para a escolha de uma via de desenvolvimento participativa e sustentável. Um dos fundamentos do Desenvolvimento Local é a mobilização do potencial endógeno do território, os pontos fortes de cada meio local, para melhorar a qualidade de vida dos seus habitantes. (Delnet O desenvolvimento local: A visão do programa Delnet) Na actualidade, é cada vez mais frequente falar de desenvolvimento local baseado no turismo, e são muitos os territórios que protagonizam processos de recuperação e expansão económica, graças à extraordinária evolução que vive este sector. Historicamente, o turismo mostrou a sua grande flexibilidade e versatilidade, ocupou posições relevantes em economias locais e, soube satisfazer e adaptar-se às demandas do constante fluxo que o torna possível: o movimento das pessoas. Do ponto de vista do território, tanto em locais onde há tecido empresarial turístico consolidado, como em outros onde este ainda não existe, o planeamento estratégico é imprescindível, pois através dele será possível observar os aspectos territoriais, sócioeconómicos, culturais e populacionais necessários, para desenhar, prever e executar os objectivos que se pretendem alcançar, bem como ter em mente os factores de risco que são inerentes à actividade. Através de um plano estratégico pretende-se conseguir, em última instância, um contexto territorial definido que saiba aproveitar as suas oportunidades, neutralize as ameaças que Março 2006 Página 1

6 surjam no ambiente externo, utilizando seus pontos fortes e eliminando e/ou superando as debilidades internas. Torna-se, assim, importante analisar o significado do planeamento estratégico em turismo. Planeamento estratégico em turismo é sinónimo de visão integral, significando ir além da simples promoção, maximizar os recursos disponíveis, arbitrando mecanismos para que cada actor que faça parte da cadeia de valor, assuma as directrizes do enfoque integral para a criação, a promoção e comercialização do produto. Em primeira instância, para construir um destino turístico, torna-se importante ter uma boa visão estratégica e considerar uma ampla variedade de elementos que, inevitavelmente, devem ser analisados com o intuito de elaborar uma estratégia viável. Estes elementos afectam directamente a qualidade do destino turístico e, por tanto, a qualidade do produto que se pretende colocar no mercado. Ou seja, o turismo pode e deve iniciar a promoção do desenvolvimento, a integração e a coesão social considerando-se que, quando controlado e respeitando o meio ambiente e as comunidades locais, o turismo constitui uma das esperanças económicas, sociais e culturais de muitas regiões em desenvolvimento. A acessibilidade é uma das qualidades essenciais que um destino turístico deverá ter, e, que por sua vez, determinará se o destino turístico é ou não possível. A não realização de uma adequada avaliação dos recursos disponíveis no território, e a não adaptação do uso turístico dos mesmos, com a finalidade de conseguir uma melhor acessibilidade, condicionará a óbvia conclusão o destino turístico que não é acessível, não existe. Trata-se de um conceito muito amplo e que pode ser abordado de duas perspectivas: Em primeiro lugar, a acessibilidade externa, dado que esta permite que o visitante aceda ao destino turístico. Neste aspecto, mais que a distância, preza-se o factor tempo, ou seja, quantas horas há que gastar para chegar a um determinado território, dependendo dos meios de transporte e das infra-estruturas existentes. Em segundo lugar, mas não menos importante, a acessibilidade interna. A acessibilidade interna pretende facilitar ao visitante o acesso à oferta turística do território. Este tipo de acessibilidade relaciona-se intimamente com a optimização das Março 2006 Página 2

7 infra-estruturas existentes no território e a criação de outras novas que se tornem necessárias para o desenvolvimento turístico. Sendo um ponto central o tipo de informação que será disponibilizado ao potencial cliente acerca da acessibilidade, torna-se imprescindível a obtenção de informação sobre o tipo de turismo que o cliente pretende realizar e o meio de transporte que vai utilizar. Neste contexto, os seguintes elementos são considerados elementos chaves: - Informação - Adaptação dos recursos/serviços aos horários do turista - Viabilidade e redes de transporte público - Sinalização - Acesso aos recursos turísticos - Integração das TIC s para melhorar o acesso - Mobilidade Dos elementos chave acima referidos, é importante mencionar o papel das páginas Web das instituições que se encarregam da promoção e comercialização do destino turístico. Não só no sentido de que funcionem como uma boa agenda de eventos pelas quais o turista possa vir a interessar-se, mas também como um meio de informação interactivo. Desse modo, será possível, através de páginas turísticas on-line, a compra de entradas para eventos culturais ou desportivos, conhecer informação útil sobre o lugar, meios de transportes, clima, oferta de restauração mais próxima do local onde se encontra, etc. Ou seja, as antenas wireless poderão ser consideradas como antenas de boas-vindas nos principais pontos do destino turístico, permitindo dar a conhecer aos visitantes toda a informação relevante sobre o mesmo. Tal também poderá ser feito mediante a utilização de outras vertentes das Tecnologias da Informação e Comunicação (por exemplo envio de mensagens SMS aos telemóveis quando se entra em determinada área, etc...). Março 2006 Página 3

8 Breve abordagem à Rota do Românico do Vale do Sousa. A Rota Românico do Vale do Sousa tem como um dos seus objectivos estimular o desenvolvimento do potencial turístico do Vale do Sousa nas diversas vertentes da presença românica desta região patente, nos vários monumentos que constituem os eixos dominante e complementar: - Eixo Dominante - Igreja do Mosteiro de Pombeiro de Ribavizela (Felgueiras) - Igreja de S. Salvador de Unhão (Felgueiras) - Igreja de S. Vicente de Sousa (Felgueiras) - Igreja de Santa Maria de Meinedo (Lousada) - Torre de Vilar (Lousada) - Igreja de S. Pedro de Ferreira (Paços de Ferreira) - Igreja de S. Pedro de Cete (Paredes) - Igreja de S. Salvador de Paço de Sousa (Penafiel) - Igreja de S. Gens de Boelhe (Penafiel) - Igreja de S. Miguel de Gândara/ Cabeça Santa (Penafiel) - Igreja de S. Pedro de Abragão (Penafiel) - Eixo Complementar - Monumento Funerários do Sobrado (Marmoiral) (Castelo de Paiva) - Igreja de Santa Maria de Airães (Felgueiras) - Igreja Velha de S. Mamede de Vila Verde (Felgueiras) - Igreja do Salvador de Aveleda (Lousada) - Ponte de Vilela (Lousada) - Ponte de Espindo (Lousada) - Ermida de Nossa Senhora do Vale de Cete (Paredes) - Torre / Castelo de Aguiar de Sousa (Paredes) - Igreja de S. Miguel de Entre-os-Rios (Penafiel) - Memorial da Ermida, em Irivo (Penafiel) Integra um conjunto de locais dentro da Região associados à presença do românico, organizados e devidamente sinalizados, que possam suscitar um reconhecido interesse por parte do turista, através de uma oferta rigorosamente seleccionada e caracterizada. A RRVS, com passagem por alguns dos mais importantes monumentos do concelho, por paisagens de cortar a respiração, com o apoio de gastronomia e vinhos de elevada qualidade, merece uma visita pausada para se poderem apreciar estas "puras belezas". Dum modo geral, incumbe à Região a valorização turística da sua área geográfica, Março 2006 Página 4

9 visando o aproveitamento equilibrado das potencialidades turísticas do seu património histórico, cultural e natural. Para a valorização turística da sua área geográfica deverão ser objectivos constantes dos planos de actividades: Promoção interna e externa, com o objectivo de captar clientes/turistas a visitar e permanecer na Região. Aqui se inclui a produção de materiais promocionais, com o auxilio de TICs, e as acções promocionais. A animação turística visará acolher o turista/visitante, proporcionar-lhe uma agradável estada, fazer com que permaneça mais tempo na Região, e que divulgue, junto do seu círculo de familiares e amigos, esta Região onde foi bem recebido e que usufrui de serviços de qualidade. Considera-se como fundamental a Organização, Animação e Promoção da Rota: levantamento integrado, multidisciplinar e multisectorial de todos os pontos de interesse da rota, criação de pontos multimédia a instalar nas portas da rota, sinalização global do projecto, acções de divulgação e propagação de informação em formato digital, em toda a rota. Esta acção, para além da caracterização da Rota e do espaço onde ela se insere permitirá a elaboração de um espaço web que, simultaneamente, dê a conhecer a RRVS e oriente o visitante a partir da Rota. Pretender-se-á um site operacional que defina estratégias e acções, proporcionando a gradação das potencialidades e constrangimentos, a definição de complementaridades e prioridades e que revele a estruturação do espaço. Neste contexto, e sendo a RRVS um exemplo de Modelo de turismo qualitativo, caracterizado por um desenvolvimento respeitoso do meio ambiente e da cultura local e, por outro, a potenciação dos valores intrínsecos de cada sociedade, com a procura da singularidade do lugar turístico, obterá a sua complementaridade na difusão de informação. A RRVS tem, assim, as condições prévias necessárias para a sua acreditação como produto turístico, ou seja, ordenamento do território, preservação da oferta local e, por Março 2006 Página 5

10 último, planeamento de actividades que sejam viáveis e não agressivas para com o meio. O turismo local encontra-se muitas vezes isolado geograficamente e afastado dos principais canais de informação. Esta situação dificulta a disponibilidade de recursos humanos capacitados e o acesso a conhecimentos e informação especializada, requisitos fundamentais para impulsionar o desenvolvimento. (Delnet Turismo e desenvolvimento local sustentável: elementos para um debate) Março 2006 Página 6

11 1. Enquadramento do trabalho na RRVS A Rota do Românico do Vale do Sousa enfrenta vários tipos de factores críticos, dos quais depende o seu sucesso, quer enquanto produto cultural, quer na óptica da sua configuração como produto turístico. Destes pontos críticos, foram destacados como mais relevantes os que apresentamos nos seis eixos seguintes: 1. O desafio da conservação e recuperação do património, na óptica de uma valorização global dos elementos associados à arte e arquitectura românica no Vale do Sousa. 2. As condições de acesso aos vários objectos patrimoniais, no que respeita às estruturas viárias e especialmente aos horários possíveis de visita. 3. As características (favoráveis ou desfavoráveis) da envolvente cénica dos vários objectos patrimoniais integrados na Rota, em especial dos que classificamos num eixo dominante. 4. As carências de instrumentos de difusão de informação sobre o património românico deste território, da instalação de meios de interpretação, bem como da indispensável sinalética que deverá orientar os visitantes, são factores que determinarão parcialmente o sucesso ou insucesso da Rota do Românico do Vale do Sousa. A concretização das intervenções projectadas no Plano de Acção (Parte II) para estes domínios permitirá ultrapassar as actuais lacunas e garantir condições de sucesso da Rota, nos domínios da informação, orientação e interpretação dos objectos patrimoniais e do seu quadro histórico e territorial. 5. A dificuldade de captar o interesse dos Tour Operators para a preparação e comercialização de programas (produtos turísticos) sustentados na Rota do Românico do Vale do Sousa, quer sejam orientados para os mercados de proximidade (Portugal e Espanha), quer vocacionados para os mercados internacionais do Turismo Cultural e do Touring. 6. A viabilidade e eficácia do modelo de gestão da Rota do Românico do Vale do Sousa, de molde a garantir o desenvolvimento de iniciativas concertadas de lançamento, promoção e gestão desta, bem como o apoio a investimentos públicos e privados associados a este produto turístico e cultural. 1 O trabalho proposto nas próximas folhas pretenderá abordar, não só a ausência de acesso imediato a conhecimento e informação especializada sobre a RRVS, como apontar uma solução para um dos pontos críticos, o ponto 4, na vertente da difusão de 1 - I PARTE - (Relatório Final) ENQUADRAMENTO E ESTRUTURAÇÃO DA ROTA DO ROMÂNICO DO VALE DO SOUSA Tomo II - Diagnóstico e Caracterização do Vale do Sousa Março 2006 Página 7

12 informação sobre a mesma. Pressupondo a existência de um espaço web, vulgo site, estruturado e completo na vertente da informação útil ao turista, a propagação desta em qualquer ponto da rota permitirá uma mais fácil fruição da mesma pela independência de movimentos que permitirá aos turistas. Esta independência caracterizar-se-á por uma liberdade de escolha não só de percurso como de utilização de infra-estruturas de restauração, programas de animação e outros. O trabalho dos operadores turísticos tornar-se-á mais versátil na medida em que permitirá adequar os contornos da proposta turística às características do potencial cliente, ou seja, os circuitos de contornos rígidos em horário e percurso físico, serão complementados por circuitos à medida, em que a presença de um guia turístico será uma escolha e não uma necessidade. Adicionalmente, e considerando que o destino turístico que não é acessível, não existe, a disponibilização de informação permitirá atribuir um cunho personalizado à região identificando-a claramente como uma área info-privilegiada. Esta característica, em complemento da riqueza românica, permitirá a construção da identidade desta região. Como explanado na introdução deste trabalho, a projecção desta área turística, devidamente apoiada pelos requisitos inerentes à criação de um produto turístico, poderá ser considerada como um factor determinante para o desenvolvimento territorial. - Abordagem técnica Pretende-se apontar localizações prováveis para a instalação das infra-estruturas de comunicação wireless, considerando a localização geográfica dos monumentos e, de edifícios municipais ou sob tutela municipal. A avaliação das possibilidades de instalação efectuar-se-á em função da distância entre estes edifícios e a existência ou não de linha de vista entre eles. Sendo que os equipamentos indicados como exemplo, pressupõem distâncias de Março 2006 Página 8

13 propagação de cerca de 300 mts, sem linha de vista, para a Igreja Velha de S. Mamede de Vila Verde, a Igreja de S. Vicente de Sousa e Igreja de S. Salvador de Unhão será necessário ponderar a instalação de equipamentos repetidores em locais intermédios entre os dois pontos terminais. No ponto 5 do presente trabalho anexar-se-ão orto-fotomapas com identificação, não só dos monumentos como dos edifícios passíveis de colocação de equipamento wireless. Pelas características inerentes à instalação e manutenção deste género de infra-estrutura, especialmente a componente localizada no exterior, consequente dependência das condições climatéricas do meio ambiente, e associação a um operador de telecomunicações, esta solução é uma solução dispendiosa. Por este facto, será efectuado um estudo das medidas do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento do presente Quadro Comunitário de Apoio, para o provável financiamento. Março 2006 Página 9

14 2. Área de Intervenção Pelo facto de residir a cerca de 30 anos no concelho de Felgueiras, o trabalho que apresento irá focalizar-se nos monumentos do Eixo Dominante e Eixo Complementar da RRVS, existentes neste mesmo concelho, nomeadamente Eixo Dominante da RRVS - Igreja do Mosteiro de Pombeiro de Ribavizela (Felgueiras) - Igreja de S. Salvador de Unhão (Felgueiras) - Igreja de S. Vicente de Sousa (Felgueiras) Eixo Complementar da RRVS - Igreja de Santa Maria de Airães (Felgueiras) - Igreja Velha de S. Mamede de Vila Verde (Felgueiras) 3. Expansão do estudo aos restantes concelhos. A abordagem apresentada neste trabalho pressupõe a utilização da infra-estrutura de banda larga, electricidade, cablagem e estrutura física de edifícios municipais, ou sob tutela municipal, do concelho. Entre estes equipamentos destacam-se os estabelecimentos de ensino básico e as Juntas de Freguesia. As razões da selecção destes equipamentos como pontos a considerar para a instalação dos equipamentos para a WLAN centram-se no facto destes terem banda larga e serem edifícios municipais ou sob tutela municipal. A iniciativa da FCCN, em parceria com a Associação Nacional de Municípios, no sentido da informatização do ensino básico com acesso à Internet e posterior migração para banda larga em todo o país, assim como a CNE e os protocolos de Modernização Administrativa 2004 que permitiram dotar as Juntas de Freguesia de equipamento informático, infra-estruturas e banda larga, pressupõem as mesmas condições físicas de infra-estrutura não só em Felgueiras, como nos restantes concelhos que constituem o Vale do Sousa. Março 2006 Página 10

15 4. Difusão de Informação em ambiente WIFI Introdução O acesso público à Internet através de uma rede Wireless, também designado por Wireless LAN (WLAN) ou Wireless Fidelity (Wi-Fi) é uma tecnologia sem fios de curto alcance que permite o acesso em Banda Larga (54 Mbps) via rádio. As zonas de cobertura da rede Wi-Fi são implementadas através de pontos de acesso Wireless (Access Points), instalados em locais públicos (HotSpots) propriedade e geridos por operadores de telecomunicações ou entidades publicas / privadas. Nas zonas de cobertura, todos os potenciais utilizadores interessados no acesso público à Internet e no acesso específico aos serviços nela disponibilizados poderão aceder a esses serviços através de equipamento terminal compatível com esta tecnologia (PC s portáteis e/ou PDA s, desde que munidos da capacidade Wi-Fi). O negócio Wi-Fi pode ser considerada uma aposta estratégica no desenvolvimento da Sociedade de Informação e da Banda Larga em Portugal. Neste contexto pretende desenvolver serviços de acesso Internet sem fios, em banda larga, recorrendo a infraestruturas de rede Wireless Públicas instaladas nos locais mais adequados. A implementação dos serviços de acesso WLAN Pública, através da disponibilização de Acess Points em instalações propriedade ou geridas por autarquias, e sendo que os operadores existentes no mercado português têm já pontos de acesso, poderão posteriormente ser incluídos numa maior rede de pontos de acesso/ HotSpots do País Instalação de Pontos de Acesso / HotSpots Estudo para implementação Cada instalação, dada a particularidade da RRVS deverá ser estudada com cuidado, recomendando-se a realização um trabalho de avaliação e selecção dos locais mais adequados à cobertura Wi-Fi, de modo a que se determinem os meios técnicos mais apropriados a cada situação, sabendo que cada HotSpot tem sempre um formato, e Março 2006 Página 11

16 portanto um custo associado específicos e, mais importante, adequar a tecnologia ao meio envolvente, ou seja, o equipamento a instalar não deverá ter visibilidade do, e no, monumento encontrando-se escondido por forma a não se demarcar pela negativa. Recomenda-se, assim, que se proceda sempre previamente à avaliação e selecção dos locais de cobertura, considerando critérios como :. Volume de circulação de pessoas. Enquadramento na envolvente do monumento. Maximização da utilidade / utilização do equipamento.. Possibilidade de permanência de pessoas. Protecção das condições climatéricas. Iluminação adequada. Espaços para apoio ao utilizador (mesas, bancadas, cadeiras, bancos,.) Equipamentos No caso concreto, não sendo para já possível a avaliação real dos locais e zonas de cobertura, sabe-se que serão necessários dois tipos de HotSpots: HotSpot com Cobertura Exterior e HotSpot com Cobertura Interior. - HotSpot com Cobertura Exterior Esta estrutura contempla:. 1 Router ADSL. 1 Access Point s (Alcance entre 100 e 300 metros, dependente do meio/local de instalação). 1 Power Injector. Infra-estrutura Exterior de Suporte. Cablagem Categoria 5 Março 2006 Página 12

17 - HotSpot com Cobertura Interior Esta estrutura contempla:. 1 Router ADSL. 3 Access Point s (Alcance entre 100 e 300 metros, dependente do meio/local de instalação). 1 Power Injector Necessidades de cada HotSpot Cada HotSpot necessitará: 1. Realização de SiteSurvey s para avaliação e planeamento da cobertura do local onde será instalada a infra-estrutura 2. Equipamentos que compõem as infra-estruturas activas e passivas : Routers, Access Points, Power Injectors, cablagem Categoria 5 3. Instalação dos equipamentos 4. Existência/Instalação de acesso dedicado de Banda Larga ADSL (como exemplo 4 Mbps) 5. Instalação de conectividade Internet, permitindo o acesso ao serviço Wi-Fi a todos os utilizadores 6. Mão-de-obra necessária a estes trabalhos Como exemplo, abaixo se indica o equipamento possivel para a implementação física de um sistema WIFI : Router Cisco 837 ADSL Access Point s Cobertura Exterior : Modelo Cisco 1300 G Cobertura Interior : Modelo Cisco 1121 G Power Injector for 1100, 1200, 1300 Series Março 2006 Página 13

18 Notas : Infra-estrutura Exterior de Suporte (no caso de cobertura exterior) Cablagem Categoria 5 - Sendo que a selecção do equipamento mais adequado a cada instalação está condicionada à realização do SiteSurvey, que determinará a solução mais adequada à tipologia dos locais a cobrir.. Pressupõe-se que todos os edifícios e locais a cobrir com a infra-estrutura Wi-Fi possuem também cobertura viável de banda larga ADSL 4 Mbs. Serão de ressalvar as vantagens da existência, e/ou associação a um operador de telecomunicações que assegurará à Entidade Gestora da RRVS as condições necessárias à operacionalidade e manutenção de um projecto WIFI, nomeadamente: 1. Serviço de Apoio ao Utilizador Wi-Fi através das Linhas de Atendimento de chamadas gratuitas, orientadas para utilizadores nacionais e estrangeiros. 2. Disponibilização ao Utilizador da funcionalidade Plug & Play, que lhe permite o acesso à Internet de forma simples e intuitiva, sem necessidade de qualquer configuração no seu equipamento (seja PC portátil ou PDA). 3. Supervisão da rede. 4. Colocação, e reposição, de Material de Comunicação e de Sinalização identificando estes locais como Zonas de Acesso à Internet Sem Fios. 5. O eventual aluguer do equipamento com a associação a um ISP ou operador de telecomunicações permite não só a análise da viabilidade da infra-estrutura instalada, no decorre do tempo, como a sua actualização tecnológica e conectividade ADSL. 6. Realização de acções conjuntas para promoção e dinamização da utilização do acesso à Internet sem fios nos locais definidos para esse efeito. A parceria com um operador de telecomunicações necessitará de um projecto para implementação da rede WIFI. Como exemplo, será incluído em anexo (Anexo 2), uma proposta de metodologia para o sucesso dessa parceria. Março 2006 Página 14

19 4.2.2 Acesso à rede Wi-Fi Objectivos: O acesso à Rede Wi-Fi em qualquer um dos HotSpots deverá ser realizado através de contas de acesso, que deverão ser introduzidas numa área de autenticação, do site da RRVS ou de um ISP/operador de telecomunicações. Este acesso irá permitir a disponibilização ao utilizador de acesso gratuito ao seu serviço em horário a definir. Este acesso poderá ser efectuado através de uma conta única (constituída por um par Username + Password) que será distribuída pelos utilizadores, nos Centros de Informação da RRVS, de modo a que nestes HotSpots (e exclusivamente nestes), possam aceder à Internet nestas condições. Este modelo de conta única deverá ser alterado com uma periodicidade calculada em função do tempo médio necessário à realização dos percursos principal e complementar no concelho de Felgueiras. A informação que poderá ser mensalmente disponibilizada sobre a utilização desta rede considerará totais diários e acumulados mensais, e respeitará a : Número de Sessões Dias de Utilização Minutos de Tráfego realizados Número de Utilizadores Únicos Funcionalidade Plug n Play Os HotSpots deverão ter a funcionalidade Plug N Play que permite ao utilizador aceder ao serviço Wi-Fi de forma fácil e intuitiva, já que este ao abrir o Browser é imediatamente redireccionado para o site do operador seleccionado ou site oficial da RRVS, de modo que não necessita de alterar a configuração de rede do seu PC. Nesse site bastará ao utilizador introduzir os dados da sua conta de acesso para passar a aceder à Internet em banda larga sem fios. No entanto, no caso do Utilizador ter alguma dificuldade nesta operação, terá sempre à sua disposição uma Linha de Atendimento que o poderá auxiliar. Março 2006 Página 15

20 Linha de Atendimento Esta linha de atendimento dedicada ao serviço Wi-Fi assegurará todo o apoio técnico ao utilizador. Novamente uma parceria com um ISP ou operador de telecomunicações poderá ser de todo vantajosa não só na vertente de assistência técnica em reparação de avarias em HotSpots e tempo de reposição de serviço, como no horário de atendimento da linha de apoio ao utilizador Dinamização da Utilização do Serviço Wi-Fi A abordagem aos turistas deverá ser efectuada com o cuidado por forma a que ao entrarem na zona de cobertura, se possam aperceber que o serviço WLAN está disponível. Nesse sentido a promoção e divulgação do mesmo é um factor crítico de sucesso. - Material de Comunicação Sugere-se uma divulgação que deverá operar no sentido da produção e distribuição de materiais promocionais e de sinalética para os centros de Interpretação (totens, posters, folhetos explicativos, autocolantes,...) assim como sinalética adequada à envolvente dos monumentos, recorrendo a uma empresa de logística, ou à Entidade Gestora da RRVS que deverá procederá à colocação e reposição regular desses materiais; - Integração inicial, ou posterior, numa Rede de HotSpots do País Inicialmente, ou à posteriori, poderão ser analisadas as vantagens / desvantagens da intergração desta rede numa rede de dimensão nacional de um parceiro comercial como por exemplo, a PT WIFI ou a HOTSPOT Portugal com as vantagens de, pela sua dimensão e localização estratégica, dinamizar o mercado na utilização deste tipo de serviços. Março 2006 Página 16

21 Ítems adicionais importantes Permanente Monitorização da Rede Deverá ser assegurada a permanente monitorização de toda a rede, actuando-se proactivamente em caso de detecção de falha. Disponibilização de Formação no Serviço Wi-Fi Deverá ser prestada formação aos funcionários da Entidade Gestora da RRVS e das autarquias envolvidas, que irão assegurar a divulgação, e promoção do serviço junto dos utilizadores finais Arquitectura da Rede Wi-Fi A proposta de implementação de uma rede Wireless para acesso público à Internet e informação sobre a RRVS através do respectivo site assenta sobre conceitos gerais de redes. A figura 1 (abaixo) representa a arquitectura de rede comum, que irá suportar os Hot Spot x Cobertura x1 Cisco Service POP Works&WLSE NGIN - WiFi AP x1 SESM Router Acesso Cobertura xn SW Ethernet ADSL SSG SSG Internet AP xn Intranet Local Rede ADSL Backbone IP Redes Corporativas Rede Frame Relay Rede Móvel Hot Spot y Cobertura y Router Acesso FR Arquitectura de Rede AP y Fig.1 - Arquitectura de Rede vários sites, e que compreende os seguintes componentes: Acesso Access Points (APs) - localizados nas zonas de cobertura definidas. Todos os APs são interligados, via porta ethernet, à rede existente, de forma a garantir a comunicação com a infra-estrutura central. Março 2006 Página 17

22 VLAN para agregação dos diferentes APs. Access Serving Node (ASN) O ASN permite o controlo de acessos à rede pública de WLAN. Inclui funcionalidades de routing, servidor DHCP, servidor DNS, NAT (Network Address Translation), servidor Web e cliente RADIUS. Ligação em ADSL. Core (com o exemplo da Portugal Telecom) Ligação ao BackBone IP do nó central de Picoas da Portugal Telecom via rede ATM; Service Control System (SCS) O SCS suporta centralizadamente o ASN no processo de autenticação e autorização. Fornece ao ASN políticas de acesso. Funciona como portal de acesso a serviços centralizados. Permite páginas de entrada personalizadas à entidade gestora da RRVS baseadas na localização do utilizador; Customer Administration and Billing System (CABS) O sistema permite a configuração de perfis de acesso a serviços; Application Program Interface Server (APIS) Base de dados contendo as políticas de acesso e de taxação; Statiscs and Accounting System (SAS) O sistema tem funções de tarifação e de estatística. Agrega informação de tarifação proveniente dos diferentes ASNs, e permite determinar a carga do sistema; WLAN MGALPger - O sistema de gestão permitirá a configuração e o acesso a alarmistica de todos os componentes de rede; Rede de acesso à Internet. Março 2006 Página 18

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