Projecto: PubliSite. Desenvolvido por: Nuno Soares Orientador: Eng.º Paulo Ferreira. Data: Setembro Nuno Soares 2

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2 Projecto: Desenvolvido por: Nuno Soares Orientador: Eng.º Paulo Ferreira Data: Setembro 2003 Nuno Soares 2

3 PREFÁCIO A Tecninet.com Produções digitais, Lda., está essencialmente direccionada para a produção de conteúdos digitais On e Off-Line (Web sites, CD-Roms, design de aplicações, quiosques multimédia, jogos, E-Business, entre outros serviços). Este projecto foi idealizado e estruturado, por mim nesta empresa, com base nas necessidades que nos foram colocadas pelos responsáveis empresariais e na sua frequente busca pela autonomia na manutenção de conteúdos do seu próprio site. Nuno Soares 3

4 ÍNDICE ÍNDICE DE FIGURAS... 6 INTRODUÇÃO... 7 ANÁLISE DO PROBLEMA... 9 Perspectiva cliente... 9 Perspectiva Tecninet.com TECNOLOGIAS UTILIZADAS PHP REQUISITOS DO SISTEMA SOLUÇÔES ALTERNATIVAS ZOPE (Silva) Vs PUBLISITE Code4Design ContentXML SHAREPOINT PORTAL SERVER CONCLUSÃO Tabela de comparação entre os produtos estudados DESCRIÇÂO DA IMPLEMENTAÇÂO Dificuldades no desenvolvimento FUNÇÕES MAIS IMPORTANTES DESCRIÇÂO DO TRABALHO ELABORADO No ISCET (Escola Superior): No Security Team da IBS (Multi-Nacional de Informática): Na Doménicos (Agência de viagens): Na Pedroso e Osório (Empresa ligada às confecções texteis de luxo): CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA AGRADECIMENTOS Nuno Soares 4

5 ANEXO 1 arvore.js ANEXO 2 functions.js ANEXO 3 expand.js ANEXO 4 queijo.php ANEXO 3 sendmail.php ANEXO 6 Ficheiro de gestão do Nuno Soares 5

6 ÍNDICE DE FIGURAS Pág. Figura 1 Listagem de todos os ficheiros necessário para instalar o Silva 17 Figura 2 Ecrân inicial do Silva 19 Figura 3 - Interface do Code4Design 22 Figura 4 - Interface do ContentXML 25 Figura 5 - Algumas das alterações produzidas no explorer 27 Figura 6 - Interface gráfico do Dashboard Site 28 Figura 7 - Exemplo de um mail com promoções da Domenicos 37 Figura 8 - Gráfico dos vírus mensais 38 Figura 9 - Apresentação das promoções da Domenicos 44 Figura 10 - Criação de contas para professores 46 Figura 11 - Apresentação da lista dos contactos no projecto Domenicos 78 Nuno Soares 6

7 INTRODUÇÃO Com a globalização do uso da internet e com o aparecimento diário de novos sites, ou mesmo até só remodelação, por parte das empresas e outras entidades que vêm na internet a oportunidade de ter à distância de um click uma apresentação dos seus produtos e/ou serviços, da sua estrutura, entre outras informações, neste último ano têm surgido ferramentas de gestão que ajudam/facilitam a manutenção desses mesmos sites, ou espaços cibernáuticos, é sobre esse fenómeno que é baseado este projecto com maior incidência na ferramenta de gestão, elaborada por mim ao serviço da empresa Tecninet.com e que foi designada como sendo o. O projecto propôs-se ser a elaboração de uma ferramenta de gestão de conteúdos, de um site com o objectivo primordial que, qualquer um, mesmo alguém sem muitos conhecimentos de informática consegui-se utilizá-la, além de ser multi-plataforma visto que para usar só será necessário uma ligação à internet e um browser, não é necessária a instalação de software adicional, o que permite, que o responsável pela alteração de conteúdos, o possa fazer de qualquer ponto onde tenha reunidas as condições base. Sabemos da importância que é muitas vezes dada à actualização de conteúdos do site de uma entidade, entidade essa que cada vez mais quer ser independente, quando necessita de actualizar a informação, refiro mais concretamente ao processo de enviar notícias, ficheiros, imagens à empresa que administra o site, esperar que procedam às alterações que normalmente, nunca são instantâneas pelo simples facto de a mesma empresa, ter já os seus colaboradores em processos de desenvolvimento de outros projectos. Depois de colocados esses conteúdos, é preciso ter em conta os custos adicionais, que acarreta sejam em contratos anuais de manutenção/actualização, ou em custos pelo tempo despendido pelo técnico a proceder às alterações. Uma ferramenta que possibilita que a própria entidade em tempo real proceda às Nuno Soares 7

8 alterações e estas se reflitam logo no site, sem demoras, sem custos adicionais, e principalmente dependente apenas de si próprio, agrada aos responsáveis empresariais que cada vez mais investem neste tipo de produtos. Nuno Soares 8

9 ANÁLISE DO PROBLEMA A ideia de construir esta aplicação surgiu depois de no contacto com várias empresas aquando das apresentações da Tecninet.com para desenvolver o respectivo site, os responsáveis empresariais perguntavam como iriam depois fazer para actualizar o site sempre que necessitassem, no que respeita a notícias ou projectos que podessem surgir e também se desejassem mudar imagens ou alterar textos, principalmente o texto da história que gostariam de ter sempre com as últimas novidades. A única solução que a Tecninet.com tinha disponível para o problema que se colocava era através de contractos de horas, o cliente teria direito a actualizações das páginas envolvidas. O problema que se levantou depois de algum tempo a trabalhar neste sistema era que o cliente contactava a Tecninet.com para proceder à alteração de um conteúdo ou para acrescentar algo, por exemplo um novo projecto em que se tinham envolvido e queriam divulgar no protfólio, a Tecninet.com respondia indicando o tempo que demoraria a fazer a alteração, e quando pensavam começar a realizar o trabalho, pois teria sempre de coordenar com um técnico esse processo, não seria viável, um técnico estar envolvido no desenvolvimento de um outro projecto e ter de interromper para realizar o pretendido por cliente, o que de alguma forma iria atrasar os tempos calculados para a realização desse projecto e iria tirar concentração ao técnico que fizesse o serviço. Perspectiva cliente - as alterações nunca seriam tão rápidas como o desejado - tornava-os dependentes da Tecninet.com e dos seus tempos Nuno Soares 9

10 - por vezes chegavam à conclusão que o texto ou imagem não era bem a desejada e voltavam ao ínicio das burocracias - aumentavam os custos Perspectiva Tecninet.com - problemas de gestão uma vez ou o técnico põe de lado o que está a realizar para fazer as alterações e dar a melhor resposta ao cliente, ou o cliente esperava que um técnico estivesse livre o que poderia ser dias, ou mesmo até semanas, tornando-se inviável esta opção neste caso - ao nível da realização de proveitos, muitas vezes ficava mais caro ao cliente optar pelo contracto de horas, do que pelo, o que poderia numa primeira análise, levar a pensar ser melhor não apresentar a solução, mas não será melhor para uma empresa, neste caso a Tecninet.com, ganhar logo com a venda de um produto um valor, que de outra forma poderia escapar. Imaginemos que na empresa existe alguém, que sabe algo de html e como poderá mudar as imagens e os textos, algo que nos dias que correm é perfeitamente vulgar, a Tecninet.com iria perder os valores do contracto de horas pois só em casos muito específicos é que poderia ser contactada, não será então muito melhor potencializar esse indivíduo, e em vez de ser visto como inimigo, passar a ser um parceiro. Com o ele realizará as tarefas em muito menos tempo, e não necessitará vasculhar o código à procura do local para proceder às alterações. O ao contrário de outras ferramentas que veremos no capítulo das SOLUÇÔES ALTERNATIVAS, não desenha os sites, o design já foi realizado pela Tecninet.com, e essa estrutura não é modificada, o que o se propõe a fazer é permitir ao utilizador todo e qualquer acesso à informação que está contida no site. Ao ser este o seu modo de funcionamento, Nuno Soares 10

11 e embora nunca tenha sido utilizado desta forma, tem a possibilidade de ser adaptado a um outro site não desenvolvido pela Tecninet.com, o que aumenta consideravelmente a quota de mercado, que pretende abranger. Nuno Soares 11

12 TECNOLOGIAS UTILIZADAS As tecnologias empregues no desenvolvimento do foram o HTML, JavaScript, e o PHP que, actualmente são das mais utilizadas na construção da maioria das páginas da internet, farei uma breve descição do PHP dado as outras linguagens serem já sobejamente conhecidas. PHP PHP é uma linguagem que permite criar sites Web dinâmicos, possibilitando uma interação com o utilizador através de formulários, parâmetros de URL e links. A diferença do PHP em relação a linguagens semelhantes a JavaScript é que o código PHP é executado no servidor, sendo enviado para o cliente apenas html puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com a vantagem de não expor o código fonte para o cliente. Isso pode ser útil quando o programa esta a utilizar senhas ou qualquer outro tipo de informação confidencial. O que diferencia o PHP de um script CGI escrito em C ou Perl é que o código PHP fica embutido no próprio HTML, enquanto que nos outros casos é necessário que o script CGI faça a geração de todo o código HTML, ou leia de um outro arquivo. Basicamente, qualquer coisa que possa ser feita com um programa CGI pode ser feita também pelo PHP, como recolher dados de um formulário, gerar páginas dinamicamente ou enviar e receber cookies. O PHP também tem como uma das características mais importantes o suporte a um grande número de bases de dados, como o dbase, Interbase, msql, myslq, Oracle, Sybase, PostgreSQL e vários outros. Construir uma Nuno Soares 12

13 página baseada numa base de dados torna-se extermamente simples com PHP. Além disso, PHP tem suporte a outros serviços através de protocolos como IMAP, SNMP, NNTP, POP3, e, logicamente HTTP. Ainda é possível abrir sockets e interagir com outros protocolos. A linguagem PHP foi concebida durante o Outono de 1994 por Rasmus Lerdorf. As primeiras versões não foram disponibilizadas, tendo sido utilizadas na sua própria HomePage apenas para que ele podesse ter informações sobre as visitas que estavam sendo feitas. A primeira versão utilizada por outras pessoas foi disponibilizada em 1995, e ficou conhecida como Personal Home Tools (ferramentes para página pessoal). Era composta por um sistema bastante simples que interpretava algumas macros e alguns utilitários que estavam em background, por trás da HomePage: um livro de visitas, um contador e algumas outras coisas. Em meados de 1995 o interpretador foi reescrito, e ganhou o nome de PHP/FI, o FI veio de um outro pacote escrito por Rasmus que interpretava dados de formulários HTML (from Interpreter). Ele combinou os scripts vindos do Personal Home Tools com o FI e adicionou suporte a msql, nascendo assim o PHP/FI, que cresceu bastante, e as pessoas passaram a contribuir com o projecto. Estima-se que em 1996, o PHP/FI estava sendo utilizado por cerca de sites pelo mundo, e em meados de 1997 esse número tinha subido para mais de Nessa época houve uma mudança no desenvolvimento do PHP. Deixou de ser um projecto de Rasmus com contribuições de outras pessoas para ter uma equipa de desenvolvimento mais organizada. O interpretador foi reescrito por Zeev Suraski e Andi Gutmans, e esse novo interpretador foi a base para a versão 3. Nuno Soares 13

14 Sendo que neste momento encontra-se em desenvolvimento e já numa fase Beta o PHP 5. Nuno Soares 14

15 REQUISITOS DO SISTEMA Uma das maiores vantagens do, em relação a outros produtos do mesmo género, é este capítulo, e porquê? O servidor pode ser unix, ou windows, desde que interprete código PHP versão 4 ou superior. Não necessita de intalação de software adicional, tipo componentes específicos ou algo similar. Salvo alguns casos particulares como por exemplo o que demonstro no capítulo referente aos EXEMPLOS DA APLICAÇÃO, mais concretamente o utilizado no SecurityTeam da IBS, pois neste caso era necessária uma livraria que permitisse desenhar os gráficos, o que implicava que ou o servidor na configuração do php.ini arrancava desde o ínicio com a dll ou em tempo de execução permitiria que a própria fosse invocada. O fica alojado num directório perto do site para o qual foi configurado, e esse directório é protegido contra acessos não autorizados. Exemplo: Site: : Com estes requisitos as empresas fornecedoras de serviços web, e que não tenham um servidor ao seu cargo mas, apenas acesso a colocar conteúdos em um servidor externo, como é o caso da Tecninet.com, podem ter o pois não precisam configurar nada por forma a funcionar, assim se quisermos fazer uma comparação temos uma ferramenta PlugAndPlay, sistema que passou a ser usado nos PC s respeitante à adição de hardware. Nuno Soares 15

16 SOLUÇÔES ALTERNATIVAS Existem várias soluções alternativas no mercado, dentro das quais se destacam as seguintes: Silva, Code4Design, ContentXML, e o SharePoint Portal Server Antes de poder falar no Silva, tenho que dar a conhecer um pouco o que é o Zope, pois esta plataforma é o suporte da ferramenta. ZOPE (Silva) Vs PUBLISITE Zope é uma aplicação servidor de código fonte aberto, para a construção de gestores de conteúdos, intranets, portais e aplicações personalizadas. A comunidade Zope consiste em centenas de companias e milhares de programadores em todo mundo, trabalhando na construção da plataforma e aplicações Zope. Zope é escrito em Python, uma linguagem de programação orientada ao objecto e altamente produtiva. Logo à partida temos que o Zope e o PHP têm formas muito próprias de construção de aplicações Web. Enquanto que a filosofia do PHP é embutir uma linguagem de programação completa no meio de código HTML, de forma a conseguir-se que a página seja dinâmica, o Zope prima pela criação de objectos que permitem ao HTML incorporar elementos dinâmicos. Algo do género, do comando <dhtml-if>, que define uma condição que sendo satisfeita poderá exibir o dado específico, algo tipo se o utilizador tem permissão para aceder ao conteúdo da página ou se fica limitado a ver só o conteúdo público. Aqui é claramente uma vantagem do Zope pois para realizar esta tarefa no, e cito o caso prático do ISCET, foi necessário nos conteúdos dos Nuno Soares 16

17 professores que se encontram no site, definir os que são públicos e os que são privados (só acessiveis a professores e alunos depois de realizarem o login). No existe a possibilidade quando um professor insere um documento, ou outra informação, ter uma checkbox que lhe permite indicar ao se é um conteúdo público ou privado, sendo depois na página do professor no site necessário desenvolver código para verificar qual o tipo de acesso, para depois colocar os conteúdos referentes ao tipo de visitante. No Zope a implementação deste processo seria muito menos morosa. Existiam vários trabalhos realizados sobre a plataforma, e que contemplavam a administração de sites bem como do seu conteúdo, destaquei destes o Silva, pois pareceu-me ser o que melhores condições reunia para comparar com o. O Silva aplicação desenvolvida pela Infrae, é um sistema de publicação completamente baseado em browser, para a criação de publicações para a web, papel e outros tipos de média. O conteúdo é guardado num formato independente do layout e apresentação, servindo assim para o uso em múltiplos contextos. O seu interface permite aos utilizadores mais inexperientes, adicionar novos documentos bem como editar os já existentes, usando um simples browser. O formato usado pelo Silva para guardar os conteúdos é o XML o que lhe dá vantagens em relação ao neste aspecto, pois o mesmo conteúdo pode ser usado na web, em papel, em outro tipo de média, como por exemplo um cd, e pode mesmo ser aberto por um processador de texto, além de ser possível comprar filtros que permitem exportar o conteúdo para formato PDF, e MS Word. O não contempla de origem estas opções, mas no caso do ISCET, foi desenvolvido um módulo que exporta a base de dados para formato CSV, que pode ser integrada, tanto no MS Excel como no MS Access, pois existia a necessidade de manter em outro local, todas as contas que tinham sido criadas para os professores. Nuno Soares 17

18 Requisitos do Silva De todos que analisei, este definitivamente consegue estar quase ao nível do SharePoint Portal Server não pela dificuldade de instalação pois até existe um bom tutorial como o fazer num Windows 2K, mas sim pela quantidade de programas que são necessários instalar para funcionar correctamente. Antes de instalar o Silva num computador com Windows 2000 precisamos ter estes ficheiros no disco (fig. 1). Figura 1 Listagem de todos os ficheiros necessário para instalar o Silva Depois de instalar por esta ordem, o Python, PyXML, Zope, ParsedXML, XMLWidgets, Formulator, e o Silva. A seguir a instalar estes programas todos e estar tudo a correr como desejado, precisamos definir no Zope os utilizadores do Silva, sendo este aspecto o único ponto comum com o, pois também no é necessário configurar seja em unix, ou windows, os acessos ao directório onde se encontra a ferramenta. Nuno Soares 18

19 Ao finalizarmos todas as configurações e acedendo ao Silva este é o ecrân que encontramos (fig 2). Figura 2 Ecrân incial do Silva Como podemos reparar os tabs representados em cima são apresentados diversos campos onde se poderá depois actualizar o site e configurar conforme as nossas pretensões. De seguida apresentam-se as várias áreas da aplicação. Área de conteúdos lista documentos, pastas e publicações. Novo conteúdo é acrescentado aqui. Área de visualização dá-nos a hipótese de poder visualizar o documento editado antes de publica-lo. Nuno Soares 19

20 Área de meta-dados permite-nos aceder à identificação detalhada dos conteúdos nomeadamente comentários internos. Área de acessos configurar acessos a utilizadores bem como acessos variáveis aos conteúdos. conteúdos. Área de publicação para aprovação, publicação e exportação de Nuno Soares 20

21 Code4Design Code4Design Content Manager permite a qualquer utilizador com acesso internet a possibilidade de criar, actualizar conteúdo web de qualquer local. Os utilizadores podem criar um número ilimitado de páginas, secções, actualizar conteúdos existentes, fazer o upload de imagens ou ficheiros, controlar parâmetros de tempo para publicação, controlar acesso a utilizadores além de gerar mapas de sites. Principais funcionalidades: Actualização ou adicionar novas páginas e conteúdo Fazer pequenas alterações ou criar completamente novas páginas, que serão automáticamente adicionadas ao resto do site. Seleccionar o layout da página e formaçao necessária para manter consistente o aspecto global do site. Um prever premite antes de tornar pública a página analisar se está tudo correto. Upload de imagens e documentos fazer o upload de ficheiros directamente através do painel de controlo. Adicionar novas imagens ou modificar as que já se encontram, ou adicionar ficheiros para download tipo PDF. Time-Based para publicação o Time-Based de publicação permite definir quando as páginas deverão ser tornadas públicas. Tornar as alterações logo vistas no site ou editar uma data futura para automáticamente chegada essa altura serem publicados. Controlar acessos de utilizadores Criar um número ilimitado de utilizadores e permitir que só tenham acesso aos conteúdos para editar pelos quais são responsáveis. Obrigar também que seja feito o check-in e o checkout antes de actualizar o conteúdo para que não sejam perdidas as alteraçóes. Nuno Soares 21

22 Gerar um mapa do site será gerado um mapa do site automáticamente que poderá ser depois colocado no site, retirando a preocupação de ter o mapa do site sempre actualizado ou de lembrar de colocar on-line. Track Site update TO-DOs o content manager vem com uma simples lista de tarefas para fazer on de podem ser acrescentadas tarefas e liga-las a àreas da estrutura do site. Esta ferramenta oferece um forma de gerir o processo de alterações e adicionar tarefas aos diferentes reponsáveis pelos conteúdos. Esta solução globalmente mostrou ser a mais limitada de todas, apesar de ganhar em relação ao Silva na instalação e configuração, pois apenas precisa estar colocada em um servidor web que interprete PHP, tal e qual o, perde depois nas funcionalidades que oferece ao utilizador (fig 3). Figura 3 Interface do Code4Design Nuno Soares 22

23 Logo no ínicio deparamos com um interface pouco atractivo visualmente, sendo que depois de começar a operar, torna-se bastante confuso com o constante abrir de janelas, pois de cada vez que queremos alterar algo abre-se uma nova janela pedindo-nos esses dados, o que se não tivermos cuidado em fechar cada vez que fazemos a alteração, acabamos por já não saber a que janela corresponde o quê. Parece-me algo complicado para o utilizador comum, sem grandes conhecimentos, não necessitar de uma boa formação, porque para se chegar ao local por exemplo onde queremos mudar uma imagem, temos que dar muitos passos e por consequinte clicar muitas vezes, o que se torna exaustivo ao fim de um certo tempo se forem várias as alterações. Ao utilizador é dada a oportunidade de fazer o upload de imagens para locais por si escolhidos, mas quando se trata de alterar os textos à restrições nos campos de texto que nos impossibilitam de escrever em algumas situações uma descrição maior como poderíamos desejar, para isso é necessário fazer o upload da página completa, página essa que tem que ser desenvolvida numa aplicação à parte, podendo ser no MS WORD, MS FrontPage, ou até mesmo num Notepad. Tem a vantagem de gerar um mapa do site de forma automática, percorrendo os conteúdos existentes, não foi possível experimentar esta opção, por isso coloco algumas reticências se realmente funciona e que aspecto terá o mapa do site, será coerente com o resto do site?, a verdade é que não existe nenhuma forma de configurar os parâmetros de saída do mapa. Nuno Soares 23

24 ContentXML O ContentXML é o mais parecido com o no aspecto gráfico sendo que ao nível das funcionalidades existam depois bastantes diferenças, das quais eu destaco a possibilidade de haver autores e editores e da edição das stylesheets pois baseia-se em XML e XSL conseguindo assim a separação do conteúdo e do design. Principais características: Baseado em browser - dá-nos a possibilidade de poder aceder em qualquer lugar onde exista um computador com internet. Edição de dados estruturados edição de dados em campos prédefinidos escolhendo-se de diferentes tipos tais como notícias, colocação de empregos etc.. Indexação dos conteúdos para publicação o conteúdo pode ser indexado para aparecer no site sendo que os cinco mais recentes aparecem no site por ordem do último a ser criado para o mais antigo. Conteúdo versionado o conteúdo dentro do ContentXML é versionado por forma a no futuro ser possível ver os documentos feitos anteriormente. Além de serem organizados por data e hora de publicação, têm também a componente dos comentários para que desta forma, sejam melhor catalogadas as alterações ocorridas de documento para decomento. Nuno Soares 24

25 Figura 4 Interface do ContentXML Usa uma árvore idêntica ao para demonstrar os dados estruturados do site, o que o torna logo à partida uma cara conhecida para o utilizador, e sabemos o quanto isso é importante para estabelecer uma relação de confiança do utilizador com o produto. O interface tem um design gráfico atractivo e bem elaborado, tornandose fácil começar a trabalhar com o ContentXML, depois de clicarmos na àrvore qual o link correspondente ao nosso desejo, somos deparados na frame do lado direito com os respectivos conteúdos, bem como a meta-informação adjacente a eles, tipo o autor e a data da última alteração realizada. São nos apresentadas também as acções que podemos executar sobre esse documento, isso se tivermos direitos sobre ele. As alterações aos documentos Nuno Soares 25

26 são feitas enviando um novo documento para substituir o existente, tem a vantagem, e este é um promenor ao nível do SharePoint Portal Server, que é a integração com o MS Word, tornando-se muito mais fácil desta forma o envio dos documentos. Na minha opinião, os pontos fortes do produto são: - existência de versões que podem ser catalogadas com metadados para se aferir melhor as alterações realizadas - check-in e check-out e os caminhos de aprovação - existência de um conjunto de regras e definição de utilizadores - integração com o MS Word, facilitando muito a tarefa ao utilizador de um sistema windows estes pontos fortes tornam de facto o ContentXML, um produto bastante interessante para a gestão de conteúdos de um web site. Nuno Soares 26

27 SHAREPOINT PORTAL SERVER 2001 O Sharepoint Portal Server 2001 é uma solução de um portal flexível que integra procura e gestão documental, com as ferramentas que são usadas diariamente. A instalação do SharePoint Portal Server torna-se muito morosa, pois são instalados bastantes componentes apesar de ser uma instalação muito bem documentada e nada complicada de realizar. Apesar de poder funcionar sobre o cliente em modo web sem a instalação do SharePoint Client Version, não o é recomendado, pois assim não se tem as actualizações que são realizadas em quase todas as ferramentas da Microsoft instaladas no sistema, indo desde o Outlook, passando pelo Word e Excel, e acabando mesmo no Windows Explorer (fig. 5). Figura 5 Algumas das alterações produzidas no explorer Nuno Soares 27

28 No caso do Word, Excel e Outlook, passamos a ter no tab File opções de exportação directa para o nosso Workspace do SharePoint. No windows explorer além dessa opção, temos depois uma área onde estão os nossos documentos publicados e clicando no segundo botão temos acesso a fazer check-out do documento, altera-lo e fazer check-in. Se formos nós o ou um dos responsáveis pela aprovação do documento, essa opção também aparecerá. Nesta área os documentos ficam com icons sobre eles, dependendo se estão em fase de check-in, check-out, ou em aprovação. Os utilizadores podem criar, ver e publicar documentos num workspace utilizando para tal o Windows Explorer, aplicações de Office, tais como o Word, Excel, Outlook, ou através de um browser usando o Dashboard Site. DASHBOARD SITE (fig. 6): Figura 6 Interface gráfico do Dashboard Site Nuno Soares 28

29 Todo o dashboard é constituído por web parts que podem ser criadas e depois reutilizadas em diferentes dashboards, dependendo do utilizador que escolhe se quer ou não usar determinada web part e onde é que a quer colocar no dashboard. Uma web part pode ser denvolvida em HTML, XML, ou em alguma linguagem de SCRIPT, havendo também a possibilidade de usar as disponibilizadas pelo SharePoint em interligação, tais como colocar os contactos do seu mail, e apresentar as mensagens recebidas importando directamente do outlook express. Pode-se customizar o layout inicial através de XML, no que respeita a cores, podendo-se acrescentar imagens ou logos das entidades. Funcionalidades: Check-In e Check-Out - assegura que um documento é reservado para alteração por um utilizador de cada vez. Versões este sistema permite ter controlo sobre todas as vezes que o documento já foi alterado. Profile podemos defenir perfis que serão usados como metadata, que podem ser opcionais ou obrigatórios, do tipo identificar o autor, ou descrever o que mudou de uma versão para outra. Discusão o documento pode ter um link de discusão onde outros utilizadores após a visualização do mesmo podem deixar uma opinião ou comentário. Tipos de utilizadores Leitor, Autor, Coordenador Nuno Soares 29

30 O SharePoint Portal Server 2001, tornou-se para mim um flop, algo injustificavel quando falamos da maior empresa de software, mas não melhor como também sabemos, como é possível não se conseguir instalar o SharePoint num servidor que já contenha o Exchange, e estamos a falar de outro produto Microsoft, isto tudo porque aquando da instalação dá erro de dlls comuns. Outro erro impredoável é se formos definidos como autores pelo administrador isso deveria significar que poderíamos editar os nossos e só os nossos documentos, a verdade é que podemos editar os documentos que bem entendermos, mesmo se não formos o dono do documento. Se por acaso desejarmos alterar o layout da ferramenta a niveis mais profundos, como por exemplo, configurar por utilizador as opções disponiveis em vez de terem todos os mesmos direitos e acessos, não é de todo recomendável pois o produto não foi pensado dessa forma, tornando-se bastante exaustivo quando se procede a essas alterações. Nuno Soares 30

31 CONCLUSÃO Tabela de comparação entre os produtos estudados Instalação e configuração Interface gráfico Facilidade de utilização Utilizadores e regras Integração com o Word Adaptabilidade Know-How do utilizador Outras funcionalidades Preços Zope (Silva) S/ custos a licença base Code4Design Por projecto ContentXML SharePoint 4.800, 5 licenças Por projecto - Aspecto negativo - Aspecto positivo Nuno Soares 31

32 O ContentXML, é uma boa opção, tem um custo alto mas realmente faz um bom trabalho, dando a possibilidade de se proceder à alteração completa de um site de forma rápida e eficaz, mas será viável colocar em uma pessoa provavelmente sem noções de design, a possibilidade de alterar o aspecto das páginas, não corremos nós o risco de estarmos num site e de repente num click, aparece-nos uma página totalmente diferente da outra, seja no layout, seja na style-sheet, não ficaremos com a impressão que mudamos de site? Mas depois com mais atenção reparamos que estamos no mesmo, só que alguém se lembrou que agora o site ia ter fundo azul em vez de preto, e os links que apareciam à direita iam aparecer em cima ou em baixo, tornando-se uma situação confusa para o navegante, e inequivocamente levando-o a abandonar o site. Aqui é que o se demarca dos demais, porque dá a possibilidade de alterar todos e quaiquer conteúdos de uma forma versátil e extremamente dinâmica, sem tocar no design que foi previamente aceite pelo responsável do projecto na empresa, não esquecendo que o utilizador não precisa de mais nenhuma ferramenta para num processo muito célere acrescentar uma notícia, ou acrescentar fotografias a um link. Nuno Soares 32

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