Estudo da Evolução dos Resultados Desportivos no Processo de Formação até ao Alto Rendimento em Corredores Brasileiros de Meio-Fundo

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1 ANDRIGO ZAAR STANKIEVICZ Estudo da Evolução dos Resultados Desportivos no Processo de Formação até ao Alto Rendimento em Corredores Brasileiros de Meio-Fundo UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO VILA REAL, 2011

2 ANDRIGO ZAAR STANKIEVICZ Estudo da Evolução dos Resultados Desportivos no Processo de Formação até ao Alto Rendimento em Corredores Brasileiros de Meio-Fundo Orientadores: Prof. Dr. Victor Machado Reis Prof. Dr. António José Silva UTAD Vila Real 2011 II

3 FICHA CATALOGRÁFICA Andrigo Zaar Stankievicz Estudo da Evolução dos Resultados Desportivos no Processo de Formação até ao Alto Rendimento em Corredores Brasileiros de Meio-Fundo / Andrigo Zaar Stankievicz. Vila Real: [s.n], Orientadores: Prof. Dr. Victor Manuel Machado Reis Prof. Dr. António José Silva Dissertação (Mestrado) Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. PALAVRAS-CHAVE: Atletismo; Meio-Fundo; Evolução da Performance III

4 Esta dissertação foi expressamente elaborada com vista à obtenção do grau de Mestre em Ciências do Desporto na área de especialização em Avaliação e Prescrição na Actividade Física, pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. IV

5 Aos meus Pais Pelo exemplo de constante humildade. Por, desde pequeno, me fazerem sentir e ensinar quais os valores essenciais a cultivar na vida. Porque sinto verdadeiro orgulho em ser vosso filho. Pela força que diariamente me deram para lutar. Foi sobretudo pensando em vós que consegui ultrapassar os momentos difíceis. Espero compensar-vos, pelas ausências forçadas, pelas brincadeiras não vividas, pelo afeto não partilhado. Obrigado pela compreensão, auxílio, amizade e, sobretudo, por me terem proporcionado um clima familiar de grande estabilidade e afeto. V

6 AGRADECIMENTOS Um trabalho desta natureza além de expressar um cunho e investimento pessoal do seu autor, espelha também um evoluir de contatos e contributos de diferentes individualidades, que merecem respeito, reconhecimento e gratidão. Na intenção de manifestar este sentimento que escrevo estas palavras, porém convicto que, em alguns casos, ficarão muito aquém daquilo que verdadeiramente vivemos e sentimos. Ao Dr. Victor Reis, orientador desta dissertação. Por ter de maneira competente e motivadora permitido que este trabalho obtivesse êxito. Pela influência que exerce como autor de referência e pelo respeito que merece. Agradeço o direcionamento das idéias, as muitas sugestões, a partilha da sua experiência, a disponibilidade total, o acompanhamento de perto mesmo tão distante, o apoio permanentemente sentido. Não esquecemos os seus ensinamentos e o exemplo de verticalidade, de rigor e de trabalho. Ao Dr. António Silva, que co-orientou este trabalho. Agradeço a sua disponibilidade, a sua crítica cirúrgica e ajuda em tornar simples aquilo que inicialmente parecia ser complicado. A colaboração direta no tratamento dos resultados e, sobretudo, na sua leitura. Ao colega e amigo Diogo Oliveira, pela disponibilidade e colaboração. Aos meus professores da UTAD que foram marco importante e merecem um carinho muito especial, Dr. Tiago Barbosa e Dr. Antônio Pereira. Aos treinadores de Atletismo, Marco De Lazari, Epitácio Vargas, Gilson Wiggers e Juliano Peçanha pela inspiração e pela transpiração. VI

7 Aos amigos, Mari Lúcia Sbardelotto, Mônica Silva, Andréia Reis, Fabiano Peçanha, Marcus Tartaruga, Diego Telles e Luciano Magnabosco pela colaboração, por vivermos de perto os mesmos problemas e angústias. Aos Drs. da UFRGS Álvaro Reischak de Oliveira, Dr. Carlos e Marcos Balbinotti e Dr. Luiz Fernando Martins Kruel pelo exemplo de caráter, competência e amizade. Um agradecimento especial ao grande obreiro da nossa universidade, Dr. Francisco Saavedra. Pelo comprometimento revelado através da qualidade de suas orientações. Não esqueçamos, no passado recente, a colaboração do amigo, treinador e Dr. Paulo Paixão. Que acolheu e partilhou suas preocupações e conhecimentos. À Dra. Paula Coelho pela amizade e apoio institucional. A Dra. Maria Helena Moreira, ao Dr. Jaime Sampaio e Dr. José Ferreirinha, pelas conversas de mútuo incentivo, pela partilha de idênticas preocupações. Aos nossos atletas e alunos que todos os anos nos obrigam a renovar e aprofundar os investimentos no Atletismo. Agradeço aos atletas que atingiram o nível internacional. São eles os verdadeiros embaixadores do Atletismo brasileiro e referência para os mais jovens. Uma palavra de especial agradecimento e incentivo aos treinadores dos jovens, pela sua disponibilidade e genuíno interesse pela modalidade. Porque os reconhecemos como locomotiva essencial para o desenvolvimento do Atletismo. O inabalável espírito missionário revelado face às dificuldades em termos de condições de treino foram uma referência de generosidade e de vontade que nos marcou profundamente, ajudando-nos e impelindo-nos para seguir em frente, sem vacilações. Um profundo agradecimento ao Dr. Victor Reis que, apesar de ter "fugido" do Gabinete de Atletismo, continua a contribuir imenso para o seu enriquecimento. VII

8 "Espreitando" o Atletismo na perspectiva da fisiologia do esforço, oferecendo-nos a sua lente com críticas e observações milimétricas, proporcionando-nos e confrontando-nos com seu olhar multidimensional das questões do treino com jovens. Pela completa disponibilidade, mesmo quando o tempo escasseava para as suas tarefas institucionais, pelo conhecimento partilhado e, sobretudo, pela amizade e empenho oferecido em todos os momentos da elaboração deste trabalho. VIII

9 ÍNDICE GERAL AGRADECIMENTOS... VI ÍNDICE GERAL... IX ÍNDICE DE QUADROS... X ÍNDICE DE FIGURAS... XI ÍNDICE DE EQUAÇÕES... XII LISTA DE ABREVIATURAS... XIII RESUMO... XIV ABSTRACT... XV 1. INTRODUÇÃO REVISÃO DA LITERATURA A Preparação Desportiva a Longo Prazo de Crianças e Jovens A Estrutura da Preparação Desportiva a Longo Prazo Modelos de Estruturação da Preparação Desportiva a Longo Prazo no Atletismo Modelos de Estruturação da Preparação a Longo Prazo nas Disciplinas de MF A Evolução da Performance dos Corredores de MF MÉTODOS Amostra Análise dos dados RESULTADOS DISCUSSÃO E CONCLUSÃO REFERÊNCIAS IX

10 ÍNDICE DE QUADROS Quadro 1: Zonas das idades limites dos resultados segundo Platonov (2004) Quadro 2: Intervalos de idade para as performances desportivas em diferentes disciplinas cíclicas segundo Platonov (1997) Quadro 3: Limites de idade dos atletas nas diferentes etapas do processo de preparação a longo prazo em diversas modalidades desportivas cíclicas e de acordo com o sexo segundo Platonov (2004) Quadro 4: Duração de cada etapa da PDLP nos diversos desportos segundo Platonov (2004) Quadro 5: Idade da iniciação, especialização e alta performance em diferentes provas do Atletismo segundo Bompa (2000) Quadro 6: Fases da carreira desportiva do atleta de MFF segundo Marques (1985) Quadro 7: Resumo das propostas de diversos autores para as etapas do processo de formação a longo prazo nas disciplinas de MFF Quadro 7: Agrupamento de idade utilizado na amostra do estudo Quadro 9: Resultados da análise dos rankings e aplicação do modelo matemático para os corredores de MF brasileiros Quadro 10: Resultados médios (segundos) da análise dos rankings e aplicação do modelo matemático por distância Quadro 11: Idade média de início do Atletismo dos 20 melhores atletas franceses de MFF no ano de 1994 (adaptado de Feuillepain, 1997) X

11 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1: Pressupostos para a definição do modelo de preparação a longo prazo segundo Zmarev e Leonenko (1982) Figura 2: Gráfico dos valores médios das idades em anos para obtenção das melhores marcas, por distância (metros) Figura 3: Modelação matemática e respectivos resíduos dos valores médios das taxas de crescimento dos resultados desportivos ao longo das idades e por agrupamento de distâncias de prova Figura 4: Gráfico dos valores médios das taxas de crescimento (anos) dos resultados desportivos ao longo das idades para os 800m Figura 5: Gráfico dos valores médios das taxas de crescimento (anos) dos resultados desportivos ao longo das idades para os 1.500m XI

12 ÍNDICE DE EQUAÇÕES Equação 1: C = * prova RNA 3 prova 3 Equação 2: PIC = C prova * TI XII

13 LISTA DE ABREVIATURAS AR CBAt C prova EEA EEI EPP IAAF MF MFF MMT PDLP PIC RNA TI Altos Resultados Confederação Brasileira de Atletismo Constante para o evento Etapa de Especialização Avançada Etapa de Especialização Inicial Etapa de Preparação Preliminar Federação Internacional de Atletismo Meio-Fundo Meio-Fundo e Fundo Meios e Métodos de Treino Preparação Desportiva a Longo Prazo Pontuação Individual Correspondente Recorde Nacional Absoluto Tempo Individual XIII

14 RESUMO O propósito deste estudo foi analisar a evolução da performance dos corredores de Meio-Fundo (MF) brasileiros com base na progressão dos resultados desportivos obtidos no processo de formação e no alto rendimento, bem como, demonstrar objetivamente a operacionalização do processo complexo que constitui a planificação, desenvolvimento e controle da performance desportiva, a definição de objetivos a longo e médio prazo (plano de carreira) e a curto prazo (ano da etapa de carreira e estrutura da prova). A amostra constituiu-se dos dez melhores tempos dos rankings nacionais de 2001 a 2010, alcançados pelos corredores nas provas de MF na faixa etária de idade de 15 a 19 anos do sexo masculino. Metodologicamente recorremos às técnicas de análise da função matemática, em duas etapas: i) cálculo da idade ótima de obtenção dos melhores resultados; ii) modelação das curvas de crescimento dos resultados desportivos, com o constrangimento fornecido pela idade ótima de obtenção dos resultados desportivos. Com base nos resultados obtidos, podemos verificar que no Brasil, os corredores de MF tendem a obter as suas melhores marcas mais cedo quanto maior for a distância da prova (prova de 800m, 22.69±0.42; nas provas de 1.500m, 22.29±0.34). Verificamos, também que a taxa de crescimento dos resultados desportivos, apresenta dois pontos de declínio da performance aos 15 e 19 anos. Partindo do pressuposto que a estruturação racional da preparação, durante a carreira desportiva, visando o alcance dos melhores resultados desportivos, mediar entre 8-12 anos podemos definir concretamente as idades de início do treino sistemático, no Brasil, entre os anos. Este fato, obriga: i) a uma necessidade de estruturar o processo de treino em estreita correspondência com as particularidades individuais dos corredores; ii) de refletir sobre a orientação dos conteúdos de treino e sua magnitude; iii) implementar medidas de promoção e enquadramento institucional particulares face à especificidade da preparação desportiva. Com base nesta estrutura é possível definir a performance prospectiva de acordo com o grau de crescimento, desenvolvimento e maturação dos corredores (assim como os desvios esperados), bem como a estrutura da prova decorrente da performance objetivo. Palavras chaves: Atletismo; Meio-Fundo; Evolução da Performance. XIV

15 ABSTRACT The aim of this study was to analyze the evolution of the performance of the middle distance runners (MDR) of Brazil. The analysis was done through the progressive sports results obtained in the training process and the high yield. This paper also aimed to demonstrate the operation of the complex process that constitutes the planning, development and control of sport performance, the definition of long and medium term objectives (career plan) and short-term ones (year of the career stage and structure of the competition). The sample consisted of the ten best times of the national rankings from 2001 to 2010, which were reached by the male runners in the middle distance competitions, age ranging from15 to 19 years old. In terms of methodology, we used two steps of the analysis techniques of the mathematical function: i) calculation of the optimum age for best results, ii) modeling of growth curves for sports performance, with the constraint provided by the optimum age for obtaining sports results. Based on the obtained results, we can see that in Brazil, the greater the distance of the race (race 800m, ± 0:42; the evidence at 1.500m, ± 0.34), the better the marks MD runners tend to get earlier are. We also verified that the rate of growth of sports results, presents two points of decline: 15 and 19 years old. Considering that the rational structuring of the preparation for the sports career with the aim of reaching the best performing sports should be between 8-12 years, we can concretely define the ages of systematic training in Brazil to be between years old. This fact requires: i) a need to structure the training process in close correspondence with the runners individual characteristics, ii) a reflection on the content of training and its magnitude, and iii) the implementation of measures of promotion and individual institutional framework towards the specificity of the sports preparation. Based on this structure, we can define the prospective performance according to the degree of growth, to the development and maturation of runners (and the expected deviations), as well as the structure of the competition, which results from the target performance. Keywords: Athletics; Middle Distance; Evolution of Performance. XV

16 ESTUDO DA EVOLUÇÃO DOS RESULTADOS DESPORTIVOS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO ATÉ AO ALTO RENDIMENTO EM CORREDORES BRASILEIROS DE MEIO-FUNDO INTRODUÇÃO

17 Introdução 1. INTRODUÇÃO Desde 1979, data dos primeiros grandes êxitos de Agberto Guimarães, até 2011, com as diversas medalhas conquistadas nos Jogos Mundiais Militares realizados no Rio de Janeiro, que o Meio-Fundo (MF) brasileiro não parou mais de acumular sucessos internacionais. Esta grande visibilidade tem atraído vários investigadores desejosos de vislumbrar e perscrutar, em diferentes vertentes, as possíveis respostas e justificações para tal fenômeno. Assim, a investigação nesta área do conhecimento (performance no Atletismo) tem sido enfatizada preferencialmente sobre o MF de alta competição e/ou elite, na tentativa de lhe transmitir mais estabilidade e segurança. Podemos citar como exemplos: (1) Borin et al., (2004) e Cafruni et al., (2006) no âmbito da metodologia do treino; (2) Caputo et al., (2009) sobre bioenergética da corrida (3) Hegg (1982); Guedes et al., (1997); Tartaruga et al., (2001, 2004); e Kruel et al., (2007); no âmbito da caracterização fisiológica, antropométrica e motora; (4) Gomes et al., (1995); Colaço (1999; 2000); sobre controle do treino; e (5) Miranda (2006; 2007) na vertente sócio-antropológica. Todavia, apesar de concordarmos ser necessário dar mais solidez aos fenômenos exteriormente mais relevantes, ao Atletismo de alta competição, é também coerente e oportuno pensar, que as razões para este contínuo acumular de êxitos do MF radicam, não só no estágio de plena realização das aptidões desportivas, mas também na profundidade, ou seja, em tudo aquilo que se localiza a montante do êxito, nomeadamente no trajeto ou percurso que decorre até que este seja efetivamente alcançado. Assim, a investigação nesta área do conhecimento (análise da performance) tem sido enfatizada considerando utilizando a modelação 2

18 Introdução matemática em diferentes modalidades. Podemos citar como exemplos: (1) Housh et al. (2001); Martin et al., (2006) e Underwood & Jermy (2010); no âmbito do Ciclismo; (2) Avalos et al. (2003) e Okičić et al. (2007); no desempenho de nadadores de alto nível; (3) Maryniak et al., (2009); na análise do lançamento do dardo; (4) P eronnet and Thibault (1989), Mureika (1998) e Jiang et al., (2007); na previsão dos resultados nas provas do Atletismo. Não obstante se manifesta a importância menos conhecida mas claramente mais numerosa do MF, o treino e a competição de crianças e jovens nestas disciplinas do Atletismo, não estão suficientemente avaliadas, estudadas e documentadas, em particular nas vertentes pedagógica e metodológica, havendo déficit na sua investigação no Brasil. Entre os principais estudos e publicações particularmente focalizados na área do treino de MF com jovem, destacam-se: Estudos conduzidos no âmbito de provas acadêmicas: (i) a caracterização metodológica do treino de MF nos escalões de formação (Neves, 2005; Colaço 2005); (ii) sobre caracterização fisiológica do esforço em Cross Country em jovens atletas (Rolim, 1991); sobre o processo de desenvolvimento de talentos no MF (Vieira, 1999). Estudos exploratórios: (i) conduzidos sob orientação de docentes de Departamentos de Atletismo por alunos da licenciatura: sobre a influência do fator maturacional no rendimento desportivo em jovens praticantes de 3

19 Introdução Atletismo (Colantino, 1999); sobre a formação dos treinadores de Atletismo (Nascimento, 1994); sobre a caracterização da carreira desportiva dos atletas jovens de MF (Brito et al., 2004); (ii) de diferentes autores: sobre a ética do treino de MF com jovens (Singer, 1991; Garcia e Rolim, 1995); sobre a caracterização do treino de resistência e de alguns parâmetros metodológicos do treino com jovens (Gambetta, 1993; Gomes et al. 1995). referência: Estudos de revisão bibliográfica e de opinião, publicados por autores de (i) sobre o treino e as etapas de preparação dos jovens atletas (Nabatnikova, et al., 1984; Proença, 1986; Grosser et al., 1989; Ascenção, 1996; Bompa, 2000; Gomes, 2002; Coelho, 2006; Neves, 1995ª; Rolim et al., 2003); (ii) sobre questões pedagógicas relativamente ao treino com jovens atletas de MF (Liguta et al., 1983; Gamboa, 1996; Lima, 1988; 2000; Marques, 2000; Neves, 2005). Nesse sentido, em função da importância adquirida pelo MF brasileiro e face ao reduzido número de estudos e publicações no Brasil, especialmente focalizadas sobre as questões metodológicas e pedagógicas do treino e competição de crianças e jovens no Atletismo em geral e particularmente no âmbito das disciplinas de MF, o presente estudo, encontra plena justificação. Neves, (1995a, 1995b, 2005) e Rolim (2003), aludindo a esse fato, afirmam que no conjunto de estudos produzidos sobre 4

20 Introdução treino desportivo é dada menor atenção ao desporto dos jovens que ao desporto dos adultos, apesar de algumas evidências reclamarem e exigirem outras atitudes. Associados aos motivos expostos, pela sua generalizada importância, também ocasionam maiores e sobretudo mais profundos investimentos no estudo do treino desportivo de crianças e jovens: - a pouca consistência do quadro conceitual do treino dos mais jovens, dado que a compreensão nesta área do conhecimento está muito dispersa e difusa; - o reduzido número de atletas jovens que chegam ao alto rendimento, apesar de manifestarem performances de qualidade em idades jovens (Harre, 1982; Grosser et al., 1989; Martin, et al., 2001); - a importância que a prática desportiva tem vindo a adquirir nos mais jovens, nomeadamente, pelo seu contributo para a saúde (Bar-Or, 1993; Treiber et al., 1989), melhoria da condição física (Pate et al., 1990; Wells, 1986; Zauner et al, 1989), promoção de valores educativos sólidos (Sanchez, 1995; Vargas, 1995), etc.; Assim, é nossa convicção que muitos aspectos do treino e competição de crianças e jovens necessitam ser caracterizados e profundamente analisados. Kirsch (1986) afirma, a este respeito, que o treino dos mais jovens constitui um novo ramo do treino desportivo, necessariamente distinto do treino do adulto. Os objetivos, os conteúdos, os procedimentos, as preocupações são específicas e diferentes das do desporto dos adultos, havendo necessidade de se enquadrar problemas e particularidades que, muitas das vezes vão além do próprio desporto. Para além das fortes motivações pessoais e das razões conferidas, outras há pela sua importância, nos impulsionaram para a realização deste estudo, nomeadamente: 5

21 Introdução - a nossa ligação e experiência no âmbito do Atletismo, designado, como atleta (escolar, federado e profissional) e como treinador; - a elevada população de jovens que praticam MF em comparação com as outras disciplinas do Atletismo; - a generalizada falta de formação específica dos treinadores de Atletismo (Nascimento, 1994); - a crescente importância dada pelas instituições e treinadores as etapas iniciais da Preparação Desportiva a Longo Prazo (PDLP) dos atletas jovens (Marques, 2004); - o efetivo desconhecimento de como se processa no Brasil as etapas iniciais da preparação; - o elevado número de abandonos da prática do Atletismo de MF, por parte de atletas jovens considerados como promissores (Garcia e Rolim, 1995); - o injustificado desajustamento do quadro competitivo do Atletismo jovem (Andrade, 1996); - os testemunhos de diferentes intervenientes na prática de crianças e jovens e, enfim, a pertinência e relevância do assunto. São muitos dos fundamentos que justificam um estudo aprofundado e nos legitimam para empreender o presente estudo, na intenção de dar resposta a este conjunto de preocupações. 6

22 Introdução As provas de MF podem ser entendidas como uma atividade que exige dos praticantes uma grande probidade de resistir ao estresse físico e emocional; que implica em capacidade de luta, tenacidade e, por vezes, sofrimento (Rolim, 1998). Mesmo considerando tais condições, que podem variar entre o prazer da autosuperação e o desgaste gerado pelo estresse físico e mental, as provas de MF são reconhecidamente um fenômeno cuja prática tem se multiplicado rapidamente, atraindo participantes de todas as idades e em todas as camadas sociais do mundo inteiro, tornando sua prática regular para um importante número de jovens e adultos (Rolim, 1998). Esta generalizada proliferação da prática desportiva, fez com que o desporto adquirisse grande relevância social. Em função disso, a crescente importância atribuída ao sucesso desportivo bem como o prestígio rapidamente conseguido no processo desportivo, tem levado um vasto número de crianças e jovens a aderir à prática desportiva, sendo submetidos por vezes, a programas de treino de elevada intensidade e duração, nem sempre compatíveis e ajustados às suas necessidades (Neves, 1995b). Nomeadamente nos jovens e em grande parte das modalidades desportivas, a tendência de, cada vez mais cedo, se processar a iniciação e especialização num determinado desporto, especialidade ou função, vem ganhando adeptos. São exemplos disso e "muito na moda", a multiplicação das chamadas "escolas de atletismo de tênis ou de natação", ou mais específico ainda, "as escolas de goleiros, no futebol, "as escolas de marchadores no atletismo", etc. Apesar da evolução da metodologia do treino desportivo estar consolidada, o desporto nos jovens parece continuar, ao que tudo indica, a enquadrar-se e a regerse segundo as práticas do desporto dos adultos, às vezes, com a introdução de ligeiras alterações e adaptações de alcance pedagógico muito duvidoso, como, por exemplo as alterações e adaptações para os jovens das regras do Atletismo adulto. 7

23 Introdução Globalmente, o treino de crianças e jovens no Atletismo parece acompanhar, na prática, as tendências do treino observada nos adultos, destacando-se: - extenso ciclo anual de treino; de prova; - especialização num único desporto e, no caso do Atletismo, num único tipo - acentuada especificidade do treino; - aumento do número de horas de treino por ano; - utilização compulsiva e exagerada de cargas de treino desajustadas; - participação competitiva especializada. Além do exagerado valor que o modelo desportivo do adulto tem desde sempre assumido na prática desportiva dos mais jovens, Berryman (1988) apresenta-nos outras evidências frequentemente encontradas e descritas: - intensificada orientação e supervisão por parte do adulto, nomeadamente exigências de rendimento colocadas por pais, treinadores, dirigentes, adeptos, etc; - ampla cobertura pelos órgãos de comunicação social; - proliferação de competições com exigências elevadas, etc. Apesar de não se conhecer com suficiente profundidade a situação do Atletismo jovem no Brasil, a informação decorrente de estudos exploratórios e tendo por base o nosso conhecimento fatual da realidade, permite-nos ter uma noção suficientemente balizada da dimensão dos problemas, parte deles também salientados por alguns autores noutros países (Austrália - Arens, 1986; Inglaterra - 8

24 Introdução Bunner, 1997; Estados Unidos - Sanderson, 1997; França - Vollmer, Portugal Garcia e Rolim, 1995), e que congregam em nós uma constante preocupação, destacando-se: (i) atribuição de prêmios em dinheiro aos escalões jovens (infantis a juniores) nas provas de estrada; (ii) incentivar financeiramente jovens "talentos", desde a categoria infantil e iniciado, para treinarem; (iii) transformar os jovens com aparente "talento" em autênticas vedetes; (iv) começar desde muito cedo a viver um Atletismo demasiado adulto, no plano dos objetivos, dos conteúdos e das práticas; (v) treinar e competir conjuntamente com os atletas adultos; (vi) abandonar a escola, o emprego, para se lançar numa dedicação integral ao Atletismo; (vii) adoção de metodologias de treino desajustadas e à imagem do adulto (especialização precoce, treino intensivo precoce); (viii) ausência de uma moralização das distâncias das provas de estrada, associada a uma exagerada e frequente participação em competições; (ix) reduzida formação específica dos treinadores; (x) aparecimento de muitos jovens com "talento", mas que jamais o confirmam como adultos; (xi) efêmero sucesso vivido pela quase totalidade dos atuais jovens atletas de MF que participam em campeonatos do Mundo ou da América de juvenis, muitas vezes resultado de uma lapidação prematura dos "diamantes" ou como afirma Nadori (1983), o querer colher as maçãs antes da sua plena maturação ; 9

25 Introdução (xii) ignorar de uma diferente estrutura de rendimento das disciplinas de MF e da importância assumida pela categoria sub-23 anos, particularmente nos homens; (xiii) na combinação de alguns destes fatores que, não raras vezes, deságuam no abandono da prática desportiva. Acrescentando a tudo isto, no Atletismo existe a convicção de uma desmedida e sobretudo inconsequente formação desportiva dos jovens com aparente "talento" para as disciplinas de MF, frequentemente salientada através de opiniões de vários intervenientes no fenômeno do Atletismo, como, treinadores, dirigentes, jornalistas, organizadores de provas, médicos, atletas e ex-atletas de alta competição, opiniões estas que, no essencial, se agregam em torno das questões já salientadas. Estas preocupações, tangíveis e latentes no dia-a-dia do Atletismo dos jovens, são frequentemente evidenciadas. Como no caso de A. R. C. (atleta júnior em 1992) (Abrantes, 1992, p ): - comecei a correr aos 12 anos e até vir para o Benfica só fiz provas de estrada; - fiz a minha primeira meia-maratona aos 15 anos; - o treino era sempre na estrada e durante 3 anos foi quase sempre o mesmo...; - no último ano corri mais pelos prêmios; - apesar de ser juvenil ia correr nos juniores, provas de 8Km, durante o ano com tudo somado, ganhei cerca de 300 euros, embora não tivesse corrido todos os fins-de-semana devido às provas do Benfica; 10

26 Introdução - muitas vezes cheguei a correr por outros clubes que me ofereciam prêmios em dinheiro para eu competir por eles; - conheço clubes que levam atletas a correr 2 provas de estrada no fim de semana; - eu próprio já fiz o mesmo, uma vez cheguei a correr 3 provas de S. Silvestre seguidas... Face ao panorama aqui desenhado e às muitas questões e problemas levantados e que carecem de resposta, constitui-se como propósito do nosso estudo analisar criticamente, à luz de um quadro conceitual de orientações pedagógicas, o treino e competição de MF atualmente decorrido pelos jovens, através da associação entre os resultados desportivos em corridas de MF obtidos nas categorias de formação e no alto rendimento na tentativa de contribuir para a elaboração de um "normativo" de treino para jovens, ou seja, investir para que o treino e a competição dos jovens sejam mais coerentes. Uma primeira abordagem à caracterização do processo de treino e competição no MF pode ser feita através do estudo da evolução global dos resultados desportivos. Assim, o problema a que o presente estudo pretende dar resposta: qual é a variação temporal dos resultados no MF brasileiro, desde a etapa de formação até o alto rendimento? Para responder à questão anterior, o objetivo do presente estudo será: Analisar a evolução da performance dos corredores de MF brasileiros com base na progressão dos resultados desportivos obtidos no processo de formação e no alto rendimento. 11

27 ESTUDO DA EVOLUÇÃO DOS RESULTADOS DESPORTIVOS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO ATÉ AO ALTO RENDIMENTO EM CORREDORES BRASILEIROS DE MEIO-FUNDO REVISÃO DA LITERATURA

28 Revisão da Literatura 2. REVISÃO DA LITERATURA 2.1. A Preparação Desportiva a Longo Prazo de Crianças e Jovens A melhoria crescente do nível econômico ocorrido na maioria dos países industrializados, a par de uma nova compreensão da importância da prática desportiva para a população em geral e para os jovens em particular, tem motivado as autoridades políticas e desportivas a investir e fomentar o desenvolvimento da prática desportiva nas suas diversas vertentes. No que tange os mais jovens, é possível afirmar que são relativamente raras as contra-indicações ao exercício físico. Pelo contrário, são múltiplos os benefícios promovidos da prática desportiva regular (Baissas, 1994). Neste sentido, a investigação, notadamente no desporto de rendimento, tem procurado estabelecer, para as diversas modalidades desportivas, um modelo normativo de preparação desportiva que se enquadre nas etapas formativas, possibilitando que a atividade possa ser realizada com maior segurança e sucesso desportivo. Atualmente reconhece-se que a preparação desportiva de crianças e jovens é um dos aspectos fundamentais para o prosseguimento da prática desportiva, apresentando por isso grande atualidade (Manno, 1992). Na intenção de conferir ao treino, nas suas diversas categorias, uma lógica de atuação mais consistente e uma estrutura evolutiva orientada para o longo prazo que surge e encontra plena justificação a preparação de prospectiva. Esta tem por objetivo promover um equilibrado desenvolvimento dos jovens e planejar o crescimento das suas capacidades motoras. Nesse sentido deve-se inicialmente utilizar os meios de caráter geral para criar uma base sobre a qual se alicerçará o 13

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