~fase ativa do jogo de voleibol, no treino ou na competição. Entretanto,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "~fase ativa do jogo de voleibol, no treino ou na competição. Entretanto,"

Transcrição

1 ARTIGO IDENTIFICANDO OS MOTIVOS DAS LESÕES NO ATLETA PROFISSIONAL DO VOLEIBOL NA QUADRA Nelson Kautzner Marques Junior 1 Alex Kimura da Sílva2 RESUMO O objetivo deste estudo foi determinar os motivos da lesão no jogador de voleibol na quadra. Sabemos que as lesões ocorrem na ~fase ativa do jogo de voleibol, no treino ou na competição. Entretanto, Inão observamos referências sobre esse tema. Identificamos que as contusões acontecem por causa do tipo de treino e periodização. ITambém, o excesso de saltos, os movimentos uniarticulares do ombro e a bola batida nas mãos no bloqueio são responsáveis pela contusão no voleibolista. Conclui-se que os técnicos precisam se preocupar em elaborar e prescrever o treino dos voleibolistas. ~ Palavras-chave: voleibol, lesão, jogador de voleibol. Introdução O voleibol foi criado em 1895 pelo norte-americano William Morgan, na ACM, sendo difundido pelo Canadá e Europa durante a Primeira Guerra Mundial, chegando à Ásia e América do Sul (FIGUEIRA JÚNIOR, 1994). Atualmente a modalidade conta com aproximadamente praticantes em todo o mundo (CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLEIBOL, 2004). O voleibol profissional de quadra possui regras específicas, sendo jogado numa quadra de 18 x 9 m, tendo uma rede que divide as equipes com altura de 2,43 m no masculino e 2,24 m no feminino; em quadra, 6 jogadores atuam e 6 ficam na reserva, um é o capitão e o líbero 'Especialista em Fisiologia do Exercício e Avaliação Morfofuncional, em Musculação e Treinamento de Força e em Treinamento Desportivo pela UGF do RJ. 2Graduando em Fisioterapia no Centro Universitário Nilton Lins em Manaus, Amazonas. 68 R. Min. Educ. Fís.. Viçosa. v. 14. n. 2. p

2 substitui qualquer atleta na zona defensiva por várias vezes geralmente entra no lugar do central, porque possui pior defesa e não atua na recepção por não ter muita habilidade. Uma seleção ou time vence um set quando atinge 25 pontos com diferença de dois pontos sobre o oponente; caso o placar esteja 25 a 24, o vencedor terá que ter uma vantagem de dois pontos sobre o adversário. Para uma equipe vencer o jogo, será necessária conquista de 3 sets - uma partida tem no máximo 5 sets. O voleibol possui características específicas; nas suas ações, o metabolismo predominante é o creatinofosfato, porque as movimentações exigem esforços máximos por pouco tempo, aproximadamente 10 segundos (KÜNSTLlNGER et ai., 1987). Os maiores esforços são feitos nos saltos (MONTEIRO et alo, 1993), seguido dos deslocamentos defensivos (OLIVEIRA, 1997), porque estas ações proporcionam maior acúmulo de lactato (KOKUBUN, 1999). A movimentação do jogador é classificada como acíclica, sendo complexa por causa da dificuldade para o atleta realizar os fundamentos (SILVA et al, 2003). A fase ativa do voleibolista exige muito do preparo físico, técnico, tático e psicológico. Assim, ocorre uma freqüência cardíaca alta a moderada na rede ou na zona defensiva (STANGANELLI et ai., 1998). O período de bola viva no voleibol proporciona alta liberação de cortisol (FILAIRE et ai., 1998), apesar de a jogada durar poucos segundos (SMITH et ai., 1992), dependendo predominantemente da potência muscular das fibras de contração rápida (CASABONA et ai., 1995). A fase ativa no voleibol é o foco deste estudo, porque é quando ocorre a maioria das lesões do jogador profissional (BRINER JUNIOR; KACMAR, 1997; BRINER JUNIOR; BENJAMIN, 1999; MARQUES JUNIOR, 2004). Fator preocupante, as contusões no voleibolista vêm aumentando muito ao longo dos anos (CHIAPPA, 2001; SILVA et ai., 2003). Contudo, qual é o motivo dessas lesões? Quando recorremos á literatura especializada no voleibol, não encontramos as causas que levam á contusão desse desportista (AMERICAN VOLLEYBALL COACHES ASSOCIATION, 1997). Portanto, esta revisão torna-se importante porque irá apresentar os fatores que levam às lesões no voleibolista profissional que compete na quadra. R. Min. Educ. Fís.. Viçosa, v. 14, n. 2. p. 6R

3 o OOjetl\lo deste artigo foi Identificar os motivos das lesões no desportista profissional do voleibol na quadra. Algumas das causas das lesões nos jogadores do voleibol de quadra Segundo Marques Junior (2001), 50o/~ das lesões se devem à péssima elaboração do treinamento dos voleiboiistas. Um dos fatores que vém sendo muito criticados é o excesso de jogos e campeonatos ao longo do ano, proporcionando maior probabilidade de contusões nos Jogadores (MAROUES JUNIOR, 2002). O horário das disputas também vem sendo questionado, porque geralmente os dirigentes preferem o período de maior calor para as disputas do voleibol, prejudicando a qualidade do Jogo e a saúde dos competidores. Equipes de aito rendimento costumam treinar cinco vezes na semana, de manhã e à noite, com duração de quatro horas cada turno (McGOWN et ai., 1990). Para Gross e Marti (1999), essa característica do treinamento pode acarretar degeneração no tornozelo dos jogadores, por causa dos diversos saltos durante as sessões e campeonatos, tornando comprometedor para a saude do desportista. Entretanto, o que fazer'i Alguns pesquisadores portugueses informam que essa longa duração das sessões é proveniente da periodização adotada: a convencional (CARVALHAL, 2004; OLIVEIRA, 2004). Se os voleibolistas utilizassem a periodização tática, a duração de um treinamento seria no maximo a de uma partida (CARVALHAL, 2001 ): 1 hora e 30 minutos a 2 horas (CHIAPPA, 2001). O treinamento de força do voleibolista costuma ser de alta intensidade, como o salto em profundidade (VERKHOSAHANSKI, 1996) e a musculação balística (NEWTON et ai., 1999). Ambos os tipos de treinamento proporcionam alto risco de contusões para o Jogador, merecendo que o preparador físico realize uma adequada progressão das cargas de treino e prescreva os exercícios visando o máximo de segurança na execução. Por exemplo: uso de tapetes que amorteçam a queda do praticante do salto em profundidade (ZAKHAROV, 1992) e 3xercíclos mijitlarticulares (possibilitam menos cilance de lesão) na musculação balística (DELECLUSE et ai., 1995) com adequado acompanhamento do professor. para verificar a rea!lzaçao da atividade. lo(. \lin. LcJuc. Fls.. Vi~ ')S"L I. i"l li..2.)1 ();\. 77.,,'li()6

4 Apesar de esses ~reinaltlentos serem ;Jengosos para o jog::'idor, eles poderr. proteger o atleta de lesões :la articulação, musculatura e outros, provenientes do fortalecimento neuromuscular que ambas as sessões proporcionam (SCHNEIDER et ai., 20(4) No treino cardiorrespiratório do VOleibol, que é praticado pelo fartlek e pelo treino intervalado, o técnico merece ter a mesma pl'eocupação que dispõe da sessão técnica e de jogo, porque geralmente estas sessões são praticadas simulando um jogo, ou seja, o atleta fazendo os fundamentos. Um dos maiores problemas na atualidade do voleibol é o excesso de saltos (IGLESIAS. 1994), que pode comprometer o tornozelo, o joelho (GERBERICH et ai., 1987) e a coluna vertebral (BRINER JUNIOR; KACMAR, 1997). Os saltos dos voleibolistas correspondem a 63~/o das contusões desse desporto na quadra (BRINER JUNIOR: BENJAMIN, 1999). Embora essa atividade proporcione aumento da massa e densidade óssea (RITTWEGER et ai" 20(0). é excelente no combate à osteoporose.algumas das maneiras pelas quais. talvez. possamos amenizar as lesões decorrentes dos saltos são. a) Utilizar uma placa de borracha para amortecer o Impacto ela IJltima passada (NYLAND et ai., 1994) da cortada. do saque em suspensão e do bloqueio com balanceio dos braços Esse equipamento oevera se iocalizar na rede, na zona defensiva onde ocorre a cortada dos 3 m e na regii30 de saque. b) A placa de borracha, que é útil para amenizar o choque da fase ascendente do salto, também serve para o momemo descendente a queda ser mais suave (UGRINOWITSCH; BARBANTi, 1998). c) Ao longo da temporada, os técnicos devem periodizar a quantidade de saltos ao longo do macrociclo. Se possível, não prescrever todos os dias trabalho de saltos. d) Melhorar a biomecãnica de queda do jogador, para o desportista tocar o solo com ambos os pés (TILLMAN et ai., 2004). Outra implicação que os diversos saltos causam no voleibolista é um superfortalecimento do quadríceps, quando comparado com os isquiotibiais (MAGALHÃES et ai ), sendo necessário que o preparador físico faça um treino de flexibilidade para o quadríceps e de musculação para os isquiotibiais (,ACHOUR JUNIOR; GARCIA, 1996). O treino de musculação precisa ser de força máxima e/ou potência, R. Min. Ecluc. h".. Viçosa. \. I..L n. 2. p. 6'1\-77, 2()()6 71

5 porque ainda otimiza o salto do jogador (HÀKKINEN, 1989). Se tal preocupação não for tomada, ou seja, trabalho de força e flexibilidade para as coxas, o jogador de voleibol tem alta probabilidade de ter uma contusão no joelho. O jogador de voleibol realiza um trabalho unilateral na cortada e no saque (WANG et al, 2000); geralmente os melhores atacantes possuem melhor flexibilidade nos ombros (THISSEN-MILDER; MAYHEW, 1991). Esse trabalho único no ombro por longas horas pode desencadear problemas no manguito rotador (WANG; COCHRANE, 2001), overuse (MATSUDO, 1989), tendinite e outros. Com base na literatura, podemos indicar um treino que periodize a quantidade de ações unilaterais do ombro (CHIAPPA, 2001) e um trabalho de força (KRAEMER; HÀKKINEN, 2004) e flexibilidade (BRINER JUNIOR; BENJAMIN, 1999) para essa região anatõmica, com o intuito de tentar reduzir as chances de lesão. Outra contusão relevante no voleibol na quadra são as luxações e fraturas nos dedos no ato de bloquear (GHIROTOCC; GONÇALVES, 1997), que correspondem a 36% nos jogadores (BHAIRO et ai., 1992). A única maneira de reduzir as lesões nas mãos é o uso de uma luva, que diminua o impacto da bola no ato de bloquear, e também a periodização das sessões de bloqueio no decorrer do ano. Essa periodização objetiva que nem todo dia as mãos dos jogadores recebam constantes boladas. Apresentamos algumas causas das contusões nos voleíbolistas. almejando que essas informações despertem maior atenção dos envolvidos no voleibol. Conclusão o artigo apresentou para o leitor algumas das causas das lesões na fase ativa do voleibol, no treinamento ou no Jogo, embora mais estudos sejam necessários para descobrirmos meios de reduzir essas contusões. Esperamos que os técnicos e preparadores físicos tenham maior preocupação em elaborar e prescrever as suas sessões e, também, que os cientistas tentem descobrir as lesões mais comuns conforme a função tática (ex.: central) e específica (como joga o central, atua em 72 R. Min. Educ. Fís.. Viçosa. v, 14. n. 2. p

6 todos os fundamentos, exceto na recepção e na cortada dos 3 m) e de acordo com a categoria de aprendizagem (ex.: mirim, infantil e outros). ABSTRACT IDENTIFYING THE REASONS OF INJURIES IN VOLLEYBALL PROFESSIONAL ATHLETES ON COURT The objective of this study was to determine the reasons of injuries on volleyball players on court. It is known that injuries occur in the active stage of the game, training or competition. However, it wasn't observed any reference about this theme. It was identified that the injuries happen because the training type and serialization. The jumping excess, the single articulate movements of the shoulder and the ball hit in the block hands are toa responsible for the injury of the volleyball player. It concludes that the trainers have to take care on elaborating and prescribing the volleyball training. Keywords: volleyball, injury, volleyball player. REFERÊNCIAS ACHOU JUNIOR, A.; GARCIA, I. E. Aptidão muscular: força e flexibilidade. Revista Treinamento Desportivo, v. 1, n. 1, p. 194, 1996 AMERICAN VOLLEYBALL COACHES ASSOCIATION. Coaching volleyball. Chicago: Masters Press, BHAIRO, N. H.; NIJSTEN, N. W.: van DALEN, K. C.; DUIS, H. -J. Hand injuries in volleyball. International Journal of Sports Medicine, v. 13. n.4,p ,1992. BRINER JUNIOR, W.; KACMAR, L. Common injuries in volleyball. Sports Medicin, v. 24, n. 1, p ,1997. BRINER JUNIOR, W.; BENJAMIN, H. J. Volleyball injuries. Physician and Sportsmedicine. v. 27, n. 3, p. 1-8, Disponível em: < Acesso em: 30 jun 2002.

7 CARVALHAL, C. No treino de futebol de rendimento superior. A recuperação é... muitíssimo mais que "recuperar". Braga: Liminho, p CARVALHAL, C. Periodização tática: a coerência entre o exercício de treino e o modelo de jogo adaptado. Dissertação (Mestrado em Treino dealto Rendimento) - Faculdade de Motricidade Humana, Lisboa, CASABONA, A. et ai. Differences in H-reflex between athletes trained for explosive contractions and non trained subjects. European Journal of Applied Physiology, v. 61, n. 1-2, p , CHIAPPA, G. R. Fisioterapia nas lesões do voleibol. São Paulo: Robe, p , , CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLEIBOl. Regras oficiais de voleibol: Disponível em: <www.cbv.com.br/> Acesso em: 4 set DELCLUSE, C. et ai. Influence of high-resistance and high-velocity training on sprint performance. Medicine and Science in Sports and Exercise, v. 27, n. 8, p ,1995. FIGUEIRA JÚNIOR, A. J. Ciência do voleibol. São Caetano do Sul: CELAFISCS, p FILAIRE, E.; DUCHÉ, P.; LAC, G. Effects of training for two ball games on the saliva response of adrenocortical hormones exerci se in elite sportswomen. European Journal of Applied Physiology, v. 77, n. 5, p , GERBERICH, S. G.; LUHMANN, S.; FINKE, C.; PRIEST, J. D.; BEARD, B. J. Analysis of severe injuries associated with volleyball activities. Physician and Sportsmedicine, v. 15, n. 8, p , GHIROTOCC, F. M. S.; GONÇALVES, A. Lesões desportivas no voleibol. Revista da Educação Física/UEM, v. 8, n. 1, p , GROSS, P.; MARTI, B. Risk of degenerative ankle joint disease in volleyball players. International Journal of Sports Medicine, v. 20, n. 1, p , HÀKKINEN, K. Maximal force, explosive strength and speed in female volleyball and basketball players. Journal of Human Movement Studies, v. 16, n. -, p , R. Min. Educ. Fis.. Vil.;"osa. v. 14. n. 2. p. 6X ü6

8 IGLESIAS, F. Analisis dei esfuerzo en el voleibol. Stadium, v. 168, n. 28, p , KOKUBUN, E. Aspectos bioenergéticos do treinamento e da competição. In.: SILVA, F. M. (Org.). Treinamento desportivo: atualidade e perspectiva. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, p. 54 e 55. KRAEMER, W. J.; HÁKKINEN, K. Treinamento de força para o esporte. Porto Alegre: Artmed, p KÜNSTLlNGER, U.; LUDWIG, H. G.; STEGEMAI\IN, J. Metabolic changes during volleyball matches. International Journal of Sports Medicine, v. 8, n. 5, p , MAGALHÃES, J.; OLIVEIRA, J.; ASCENSÃO, A.; SOARES, J. M. C. Avaliação isocinética da força muscular de atletas em função do desporto praticado, idade, sexo e posição específica. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, v. 1, n. 2, p , MARQUES JUNIOR, N. K. Voleibol: biomecânica e musculação aplicadas. Rio de Janeiro: Grupo Palestra Sport, p. 13. MARQUES JUNIOR, N. K. Uma preparação desportiva para o voleibol. Revista Mineira de Educação Física, v. 10, n. 2, p , MARQUES JUNIOR, N. K. Principais lesões no atleta de voleibol. Revista Digital de Educación Física y Deportes, v. 10, n. 68, p. 1-8, Disponível: < Acesso em: 27 jan MATSUDO, V. K. R. Overuse-microtraumatismos. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, v. 3, n. 3, p. -, McGOWN, C. M. et ai. Gold medal volleyball. Research Quarterly for Exercise and Sport, v. 61, n. 2, p , MONTEIRO, J. C.; COSTA, A.; SILVA, R. G.; MOUTINHO, C. Quantificação e caracterização dos deslocamentos do jogador distribuidor presente no Campeonato do Mundo da Juventude em Voleibol, Portugal In. BENTO, J.; MARQUES, A. (Edits.). Aciência do desporto a cultura e o homem. Porto: Universidade do Porto, p NEWTON, R. U.; KRAEMER, W. J.; HÁKKINEN, K. Effects of ballistic training on preseason preparation of elite volleyball players. Medicine and Science in Sports and Exercise, v. 31, n. 2, p , R. Min. Educ. Fb.. Viçosa. v. 14. n. 2. p. 6X

9 NYLAND, M. A. et ai. Relationship of fatigued run and rapid stop to ground reaction forces, lower extremity kinematics, and muscle activations. JOSPT, v. 20, n. 3, p , OLIVEIRA, P. R Particularidades das ações motoras e caracterização metabólica dos esforços específicos do voleibol juvenil e infanto-juvenil feminino. Revista das Faculdades Claretianas, v. -, n. 6, p ,1997. OLIVEIRA, J. G. Uma concepção do treino: periodização tática. Dissertação (Mestrado de Treino de Alto Rendimento) - Faculdade de Motricidade Humana, Lisboa, RITTWEGER, J. et ai. Bone-muscle strength indices for the human lower leg. Bone, V. 27, n. 2, p , SCHI'JEIDER, P.; BENETTI, G.; MEYER, F. Força muscular de atletas de voleibol de 9 a 18 anos através da dinamometria computadorizada. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, V. 10,. 2, p , SILVA, L. R R.; BOHME, M. T. S.; UEZU, R.; MASSA, M. A. Utilização de variáveis cineantropométricas no processo de detecção, seleção e promoção de talentos no voleibol. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, V. 11, n. 1, p , SILVA, A. P. S. et ai. Estudo do treinamento físico e as principais lesões no voleibol sob o ponto de vista da fisioterapia. Revista Virtual EF Artigos. V. 1, n. 9, p Disponível em: < > Acesso em: 4 set SLEIVERT, G. G.; BACKUS, R D.; WENGER, H. A. Neuromuscular differences between volleyball players, middle distance runners and untrained controls. International Journal of Sports Medicine, V. 16, n.6,p ,1995. SMITH, D. J.; ROBERTS, D.; WATSON, B. Physicla, physiological and performance differences between Canadian national team and universiade volleyball players. Journal of Sports Science, V. 10, n. 2, p , STANGANELLI, L. C. R; COSTA, S. C.; SILVA, P. R B. Análise da freqüência cardíaca de jogo em atletas de voleibol em atletas de voleibol. Revista Treinamento Desportivo, V. 3, n. 2, p , R. Min. Educ. Fís.. Viçosa. V. \4. n. 2. p. ór ó

10 R. Min. Educ. Fís.. Viwsa. v. 14. n X THISSEN-MILDER, M.; MAYHEW, J. L. Selection and classification of high school volleyball players from performance tests. Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, v. 31, n. 3, p , TILLMAN. M. D.; HASS, C. J.; BRUNT, D.; BENNETT, G. R. Jumping landing techniques in elite womens's volleyball. Journal of Sports Science and Medicine, v. 3, n.-, p , Disponível em: < Acesso em: 4 mar UGRINOWITSCH, C.; BARBANTI, V. J. O ciclo de alongamento e encurtamento e a performance no salto vertical. Revista Paulista de Educação Física, v. 12, n. 1, p , VERKHOSAHANSKI, Y. V. Força: treinamento da potência muscular, 2. ed. Londrina: CID, p , 67-98, WANG, H. -K.; MacFARLANE, A.; COCHRANE, T.lsokinetic performance and shoulder mobility in elite volleyball athletes from the United Kingdon. British Journal of Sports Medicine, v. 34, n. 1, p , WANG, H. -K.; COCHRANE, T. Mobility impairment, muscle imbalance, muscle weakness, sca~ular asymimetry and shoulder injury in elite volleyball athletes. Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, v. 41, n. 3, p , ZAKHAROV, A. Ciência do treinamento desportivo. Rio de Janeiro: Grupo Palestra Sport, p Endereço para correspondência: Rua 34 - Quadra 75 - Lote 20 - Casa 2 Itaipu - Niterói - RJ CEP: Tel.: Oxx (21) Endereço para correspondência: Av. São Jorge, São Jorge Manaus - Amazonas CEP: Tel.: Oxx (92)

Principais lesões no atleta de voleibol

Principais lesões no atleta de voleibol Principais lesões no atleta de voleibol Especialista em Fisiologia do Exercício e Avaliação Morfofuncional Especializando em Musculação e Treino de Força UGF - RJ Nelson Kautzner Marques Junior nk-junior@uol.com.br

Leia mais

LESÕES NO VOLEIBOL E O TREINAMENTO TÉCNICO

LESÕES NO VOLEIBOL E O TREINAMENTO TÉCNICO PONTO DE VISTA LESÕES NO VOLEIBOL E O TREINAMENTO TÉCNICO Nelson Kautzner Marques Junior* O voleibol mundial evoluiu muito nesses últimos anos (GHIROTOCC e GONÇALVES, 1997). Estima-se que haja 200 milhões

Leia mais

INFLUENCIA DA FLEXIBILIDADE NO SALTO VERTICAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL MASCULINO

INFLUENCIA DA FLEXIBILIDADE NO SALTO VERTICAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL MASCULINO ROGER MARCHESE INFLUENCIA DA FLEXIBILIDADE NO SALTO VERTICAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL MASCULINO Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso em Especialização em Ciência do Treinamento Desportivo

Leia mais

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL.

DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Revista Hórus, volume 7, número 1 (Jan-Mar), 2013. 24 DESCRIÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ESFORÇO FRENTE ÀS MODIFICAÇÕES DE REGRAS EM JOGOS-TREINO NO BASQUETEBOL. Murilo José de Oliveira Bueno¹ e Felipe Arruda Moura

Leia mais

E Nas extremidades da rede existem duas antenas que delimitam o espaço aéreo de jogo.

E Nas extremidades da rede existem duas antenas que delimitam o espaço aéreo de jogo. V O L E I B O L A quadra de jogo A quadra de voleibol mede 18 x 9 metros e é demarcada por linhas de 5 centímetros de espessura. Possui uma linha central que divide a quadra em duas áreas com 9 x 9 metros.

Leia mais

Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013

Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013 Confederação Brasileira de Voleibol PREPARAÇÃO FÍSICA Prof. Rommel Milagres SAQUAREMA Dezembro 2013 CURRICULUM VITAE Chefe do Departamento e Preparação Física do Minas Tênis Clube desde 1978 Preparador

Leia mais

Força e Resistência Muscular

Força e Resistência Muscular Força e Resistência Muscular Prof. Sergio Gregorio da Silva, PhD Objetivos do Treinamento com Pesos Aumento da massa muscular Força Potência Velocidade Resistência Muscular Localizada Equilibro Coordenação

Leia mais

07/05/2013. VOLEIBOL 9ºAno. Profª SHEILA - Prof. DANIEL. Voleibol. Origem : William Morgan 1895 ACM s. Tênis Minonette

07/05/2013. VOLEIBOL 9ºAno. Profª SHEILA - Prof. DANIEL. Voleibol. Origem : William Morgan 1895 ACM s. Tênis Minonette VOLEIBOL 9ºAno Profª SHEILA - Prof. DANIEL Origem : William Morgan 1895 ACM s Tênis Minonette GRECO, 1998 1 Caracterização: O voleibol é um jogo coletivo desportivo, composto por duas equipes, cada uma

Leia mais

Palavras-chave: Controle Autonômico; Recuperação; Treinamento Esportivo; Esportes Coletivos.

Palavras-chave: Controle Autonômico; Recuperação; Treinamento Esportivo; Esportes Coletivos. RESUMO O futsal é um esporte intermitente com muitas substituições e pausas durante a partida, o que possibilita a recuperação de variáveis fisiológicas durante esses momentos, proporcionando ao jogador,

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS

CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS CARACTERIZAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE LESÕES ESPORTIVAS DURANTE OS 53º JOGOS REGIONAIS Beatriz de Vilas Boas de Oliveira 1, Keyleytonn Sthil Ribeiro 2 1 Faculdade de Pindamonhangaba, Curso de Fisioterapia, biavilasboas@yahoo.com.br

Leia mais

VOLLEYBALL Voleibol. Escola Dr. Costa Matos 2013/14. Ana Fernandes 8ºD

VOLLEYBALL Voleibol. Escola Dr. Costa Matos 2013/14. Ana Fernandes 8ºD VOLLEYBALL Voleibol Escola Dr. Costa Matos 2013/14 Ana Fernandes 8ºD REFERÊNCIAS HISTÓRICAS Origem REFERÊNCIAS HISTÓRICAS Origem Criado por William Morgan (Professor EF do Springfield College of the YMCA

Leia mais

É constituída por 12 jogadores: -6 jogadores efetivos -6 jogadores suplentes -Até 2 líberos

É constituída por 12 jogadores: -6 jogadores efetivos -6 jogadores suplentes -Até 2 líberos Regras básicas de vôlei Vôlei é um desporto praticado numa quadra dividida em duas partes por uma rede, possuindo duas equipes de seis jogadores em cada lado. O objetivo da modalidade é fazer passar a

Leia mais

Regras básicas e fudamentos do volei

Regras básicas e fudamentos do volei Regras básicas e fudamentos do volei História do volei O criador do voleibol foi o americano William George Morgan. Isto ocorreu em 9 de fevereiro de 1895. O volei foi criado com o intuito de ser um esporte

Leia mais

Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão

Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão Efeitos da Inactividade e Readaptação Física do Desportista após uma lesão por Mestre Francisco Batista Escola Superior de Educação de Almeida Garrett - Lic. Educação Física 1 Introdução Como sabemos uma

Leia mais

Velocidade no Futebol - Capacidade é complexa e precisa ser analisada de forma global

Velocidade no Futebol - Capacidade é complexa e precisa ser analisada de forma global Velocidade no Futebol - Capacidade é complexa e precisa ser analisada de forma global Marcio Faria CORREA Quando falamos em velocidade, uma capacidade neuro-motora tão importante para a maioria dos esportes,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO FUTEBOL

PLANO DE TRABALHO FUTEBOL PLANO DE TRABALHO FUTEBOL Telefone: (44) 3220-5750 E-mail: centrosesportivos@maringa.pr.gov.br EQUIPE ORGANIZADORA SECRETARIO MUNICIPAL DE ESPORTES E LAZER Francisco Favoto DIRETOR DE ESPORTES E LAZER

Leia mais

COLÉGIO TERESIANO BRAGA Ano Letivo 2011-2012 Educação Física 1º Período 7º Ano 1. ATLETISMO

COLÉGIO TERESIANO BRAGA Ano Letivo 2011-2012 Educação Física 1º Período 7º Ano 1. ATLETISMO COLÉGIO TERESIANO BRAGA Ano Letivo 2011-2012 Educação Física 1º Período 7º Ano 1. ATLETISMO Corridas Especialidades Velocidade Meio-Fundo Fundo Barreiras Estafetas Provas 60m, 100m, 200m, 400m 800m, 1500m,

Leia mais

Colunista da Revista W Run e colaborador das Revistas The Finisher e Revista O2

Colunista da Revista W Run e colaborador das Revistas The Finisher e Revista O2 CURRÍCULO HELENO FORTES RIBEIRO CREF:004375-GMG Diretor Técnico e Idealizador da HF Treinamento Esportivo Pós-Graduado em Treinamento Esportivo (lato sensu) UGF 2006 Graduado em Educação Física (Bacharel

Leia mais

1. História do Voleibol. 2. Caracterização do Voleibol. 2. Regras do Voleibol. Documento de Apoio de Voleibol VOLEIBOL

1. História do Voleibol. 2. Caracterização do Voleibol. 2. Regras do Voleibol. Documento de Apoio de Voleibol VOLEIBOL VOLEIBOL 1. História do Voleibol O Voleibol foi criado em 1885, em Massachussets, por William G. Morgan, responsável pela Educação Física no Colégio de Holyoke, no Estado de Massachussets, nos Estados

Leia mais

EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola

EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola EXERCÍCIOS RESISTIDOS : Uma visão dentro da Escola Professora Mestre em Ciências Escola de Educação Física e Esporte Universidade de São Paulo CONTEÚDO Conceitos básicos. Princípios biológicos do treinamento.

Leia mais

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência

Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Liga Desportiva de Taekwon-do do Estado de Minas Gerais - LDTEMG Mestre Ronaldo Avelino Xavier Os Benefícios do Taekwon-do na Infância e na Adolescência Belo Horizonte, 06 de Fevereiro de 2013. Mestre

Leia mais

A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos.

A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos. A influência da prática da capoeira na postura dos capoeiristas: aspectos biomecânicos e fisiológicos. Autores: Ft Mariana Machado Signoreti Profa. Msc. Evelyn Cristina Parolina A capoeira é uma manifestação

Leia mais

APOSTILA DE VOLEIBOL

APOSTILA DE VOLEIBOL APOSTILA DE VOLEIBOL O voleibol é praticado em uma quadra retangular dividida ao meio por uma rede que impede o contato corporal entre os adversários. A disputa é entre duas equipes compostas por seis

Leia mais

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt

EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt EFEITOS DE DIFERENTES INTERVALOS RECUPERATIVOS NO NÚMERO DE REPETIÇÕES NO EXERCICIO SUPINO RETO LIVRE Marcelo dos Santos Bitencourt Resumo O objetivo deste estudo foi analisar a realização de dois treinamentos

Leia mais

PREVALÊNCIA DE LESÕES EM ATLETAS DE VOLEIBOL FEMININO E POSSÍVEIS RELAÇÕES COM TREINAMENTO INADEQUADO E ESTRESSE

PREVALÊNCIA DE LESÕES EM ATLETAS DE VOLEIBOL FEMININO E POSSÍVEIS RELAÇÕES COM TREINAMENTO INADEQUADO E ESTRESSE Revista Hórus, volume 6, número 1 (Jan-Mar), 2012. 56 PREVALÊNCIA DE LESÕES EM ATLETAS DE VOLEIBOL FEMININO E POSSÍVEIS RELAÇÕES COM TREINAMENTO INADEQUADO E ESTRESSE Vinícius de Souza Antônio 1 e Marco

Leia mais

EXEMPLO: QUANTIFICAÇÃO DAS AÇÕES OFENSIVAS DO GOALBALL NOS JOGOS PARALÍMPICOS DE LONDRES

EXEMPLO: QUANTIFICAÇÃO DAS AÇÕES OFENSIVAS DO GOALBALL NOS JOGOS PARALÍMPICOS DE LONDRES EXEMPLO: QUANTIFICAÇÃO DAS AÇÕES OFENSIVAS DO GOALBALL NOS JOGOS PARALÍMPICOS DE LONDRES 2012 Thiago Magalhães / UNICAMP Otávio Luis Piva da Cunha Furtado / UNICAMP Márcio Pereira Morato / USP Diego Henrique

Leia mais

CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L

CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS E FATORES FISIOLÓGICOS DO TREINAMENTO DO VOLEIBOL DE ALTO N ~ L JOSÉ ALBERTO PINT~* LEONARDO RAPOSO ROCHA GOMES. 1 ' SUMO uma anáiise das características espedficas do voleiboi,

Leia mais

O VOLEIBOL COMO CONTEÚDO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA: TER OU NÃO SER Sonia Maria Soares Barbosa de Sousa Ana Maria da Silva Rodrigues

O VOLEIBOL COMO CONTEÚDO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA: TER OU NÃO SER Sonia Maria Soares Barbosa de Sousa Ana Maria da Silva Rodrigues O VOLEIBOL COMO CONTEÚDO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO FÍSICA: TER OU NÃO SER Sonia Maria Soares Barbosa de Sousa Ana Maria da Silva Rodrigues RESUMO: O conteúdo voleibol, enquanto prática desportiva nas escolas

Leia mais

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos

Leia mais

Rodolfo de Azevedo Raiol

Rodolfo de Azevedo Raiol Rodolfo de Azevedo Raiol Telefone: (91) 8170-7821 / (91) 8816-5098 / (91) 4141-5918 E-mail: rodolforaiol@gmail.com PERSONAL TRAINER FORMAÇÃO Mestrado em Educação Física (em conclusão). ULHT, Lisboa (Portugal).

Leia mais

Diminua seu tempo total de treino e queime mais gordura

Diminua seu tempo total de treino e queime mais gordura Diminua seu tempo total de treino e queime mais gordura Neste artigo vou mostrar o principal tipo de exercício para acelerar a queima de gordura sem se matar durante horas na academia. Vou mostrar e explicar

Leia mais

DA FINALIDADE: Homens só poderão substituir homens e mulheres só poderão substituir mulheres.

DA FINALIDADE: Homens só poderão substituir homens e mulheres só poderão substituir mulheres. DA FINALIDADE: Art. 1º - Os JOGOS DE VERÃO ARCO SPM 2013 MODALIDADE VOLEIBOL 4X4, tem como finalidade principal, promover o congraçamento das equipes e o aumento da adesão à prática de exercícios físicos

Leia mais

Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa)

Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) (CBCa) Palestra: Programação anual dos treinamentos na Canoagem Slalom. Os Ciclos de Treinamento Na Água Trabalho Intensidade Fisiológico Periodização de: Aeróbia Capacidade Continua Aeróbia Capacidade

Leia mais

Olimpíadas Especiais UBM/PMBM Regulamento Técnico 2014

Olimpíadas Especiais UBM/PMBM Regulamento Técnico 2014 Olimpíadas Especiais UBM/PMBM Regulamento Técnico 2014 I - DOS JOGOS Art.1 - A Olimpíada Especial UBM/PMBM tem por finalidade desenvolver o intercâmbio desportivo e social entre os atletas, professores

Leia mais

ANÁLISE DA QUALIDADE TÉCNICA DO SAQUE EM ATLETAS DE VOLEIBOL SENTADO

ANÁLISE DA QUALIDADE TÉCNICA DO SAQUE EM ATLETAS DE VOLEIBOL SENTADO ANÁLISE DA QUALIDADE TÉCNICA DO SAQUE EM ATLETAS DE VOLEIBOL SENTADO RESUMO MEIRA, A. N. BATISTA, G. R. OLIVEIRA, L. S. CAPPELLAZZO, E. S. Esse estudo teve como objetivo analisar a qualidade técnica do

Leia mais

TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL SISTEMAS TÁTICOS

TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL SISTEMAS TÁTICOS TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL TÁTICAS BÁSICAS DO VOLEIBOL SISTEMAS TÁTICOS Para o melhor entendimento técnico e tático das definições sobre os sistemas de jogo adotados no voleibol, é necessário, em primeiro

Leia mais

Voleibol. Professor:Pedro Engler Neto

Voleibol. Professor:Pedro Engler Neto Voleibol Professor:Pedro Engler Neto Histórico O voleibol foi criado por William G. Morgam em 09 de fevereiro de 1895. Na Associação Cristã de Moços,HoYolke Massachussets, Eua. E a intenção de Morgan era

Leia mais

ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO 25/08/2008

ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO 25/08/2008 ORIGENS DA PERIODIZAÇÃO DO TREINAMENTO FÍSICO Anos 30: PIHKALA (Finlândia) Variações no trabalho - recuperação: dias, semanas, meses e anos de treinamento; Diminuição progressiva do volume de treinamento,

Leia mais

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal

Fundamentos Teórico-Práticos do Aquecimento no Futsal futsalcoach.com la web para el técnico de fútbol sala C Copyright 2005, F U T S A L C O A C H, Spain Todos los derechos reservados Autor: Prof. João Carlos Romano Preparador Físico de la Selección Brasileña

Leia mais

QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA *

QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA * QUANTIFICAÇÃO FISIOLÓGICA DA CARGA DE TRABALHO EM ESPORTES AQUÁTICOS: EFICÁCIA PARA A VITÓRIA ESPORTIVA * Estélio H. M. Dantas * INTRODUÇÃO Graças à democratização e à abertura que ocorreu na Rússia com

Leia mais

Importância do planejamento de treinamento e das avaliações físicas

Importância do planejamento de treinamento e das avaliações físicas Importância do planejamento de treinamento e das avaliações físicas Definir a carga de treinamento é o primeiro passo para entender a complexidade do treinamento físico (Monteiro, Lopes, 2009). O entendimento

Leia mais

Comportamento da freqüência cardíaca em duas funções específicas no jogo de vole...

Comportamento da freqüência cardíaca em duas funções específicas no jogo de vole... Página 1 de 5 Comportamento da freqüência cardíaca em duas funções específicas no jogo de voleibol Comportamiento de la frecuencia cardiaca en dos funciones específicas en el juego del voleibol *Docente

Leia mais

MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FLEXIBILIDADE EM PRATICANTES DE GINÁSTICA RÍTMICA DO PARANÁ

MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FLEXIBILIDADE EM PRATICANTES DE GINÁSTICA RÍTMICA DO PARANÁ ESTUDOS E REFLEXÕES V 5 - Nº 9 PÁGS. 43 A 50 V Encontro de Pesquisa em Educação Física 1ª Parte RECEBIDO EM: 00-00-0000 ACEITO EM: 00-00-0000 ARTIGO ORIGINAL MÉTODOS DE TREINAMENTO DE FLEXIBILIDADE EM

Leia mais

PREPARAÇÃO FÍSICA ARBITRAGEM FPF Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

PREPARAÇÃO FÍSICA ARBITRAGEM FPF Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte PREPARAÇÃO FÍSICA ARBITRAGEM FPF Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Antonio Carlos Fedato Filho Guilherme Augusto de Melo Rodrigues O Futebol está em uma constante evolução. Quando falamos

Leia mais

Plano de preparação desportiva

Plano de preparação desportiva Plano de preparação desportiva COMPONENTES DO PLANO Técnico Tático Físico-fisiológico Psicológico Administrativo Socioeducacional Clínico Metas curto, médio, longo prazos Categorias de Base ABC-FC Departamento

Leia mais

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas.

salto em distância. Os resultados tiveram diferenças bem significativas. 1 Análise de comparação dos resultados dos alunos/atletas do Atletismo, categoria infanto, nos Jogos Escolares Brasiliense & Olimpíadas Escolares Brasileira. Autora: Betânia Pereira Feitosa Orientador:

Leia mais

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força

Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Variáveis Manipuláveis do Treino de Força Lucimere Bohn lucimerebohn@gmail.com Área de Formação: 813 Desporto. Curso: Musculação e Cardiofitness. Módulo: Bases Morfofisiológicas VARIÁVEIS MANIPULÁVEIS

Leia mais

HISTÓRIA DO VOLEIBOL

HISTÓRIA DO VOLEIBOL VOLEIBOL HISTÓRIA DO VOLEIBOL O voleibol foi criado em 9 de Fevereiro de 1895 pelo americano William George Morgan, diretor de educação física da Associação Cristã de Moços (ACM), na cidade de Holyoke,

Leia mais

INCIDÊNCIA DE LESÕES RELACIONADAS À EQUIPE DE BASQUETEBOL MASCULINA

INCIDÊNCIA DE LESÕES RELACIONADAS À EQUIPE DE BASQUETEBOL MASCULINA INCIDÊNCIA DE LESÕES RELACIONADAS À EQUIPE DE BASQUETEBOL MASCULINA Heloísa Vaz 1 Elisângela Cardoso 1 Tânia Escobar Gonzales 1 Márcia Amália Tanaka 1 Juliana Bassalobre Carvalho BORGES 2 José Roberto

Leia mais

Odontologia do Esporte e o atleta de elite

Odontologia do Esporte e o atleta de elite Odontologia do Esporte e o atleta de elite Um guia sobre a importância da boa saúde bucal para aprimorar o desempenho atlético Comissão Médica do COI Agosto 2000 Sempre preocupada com a saúde dos atletas,

Leia mais

OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO.

OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO. OS EFEITOS DO TREINAMENTO FORÇA SOBRE A POTÊNCIA E A VELOCIDADE EM ATLETAS DE FUTSAL DA CATEGORIA ADULTO MASCULINO. THE EFFECTS OF STRENGTH TRAINING ON THE POWER AND THE SPEED IN ATHLETES OF FUTSAL OF

Leia mais

TREINAMENTO FUNCIONAL PARA A NATAÇÃO *

TREINAMENTO FUNCIONAL PARA A NATAÇÃO * TREINAMENTO FUNCIONAL PARA A NATAÇÃO * Heahter Sumulong. Você está procurando alcançar uma margem competitiva sobre seus oponentes? O desenvolvimento de uma musculatura central forte junto com um treinamento

Leia mais

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível.

VALÊNCIAS FÍSICAS. 2. VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO: Tempo que é requerido para ir de um ponto a outro o mais rapidamente possível. VALÊNCIAS FÍSICAS RESISTÊNCIA AERÓBICA: Qualidade física que permite ao organismo executar uma atividade de baixa para média intensidade por um longo período de tempo. Depende basicamente do estado geral

Leia mais

FATORES RELEVANTES DO ÊXITO INTERNACIONAL DO VOLEIBOL BRASILEIRO MADE JÚNIOR MIRANDA UEG-ESEFFEGO/PUC-GO/FAPEG/Goiânia, Goiás, Brasil madejr@ig.com.

FATORES RELEVANTES DO ÊXITO INTERNACIONAL DO VOLEIBOL BRASILEIRO MADE JÚNIOR MIRANDA UEG-ESEFFEGO/PUC-GO/FAPEG/Goiânia, Goiás, Brasil madejr@ig.com. 1 FATORES RELEVANTES DO ÊXITO INTERNACIONAL DO VOLEIBOL BRASILEIRO MADE JÚNIOR MIRANDA UEG-ESEFFEGO/PUC-GO/FAPEG/Goiânia, Goiás, Brasil madejr@ig.com.br O êxito do voleibol brasileiro pode ser analisado

Leia mais

MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR

MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR MEDIDAS DA FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR Revisando conceitos... Músculo-esquelética Força Resistência Flexibilidade Motora Agilidade Equilíbrio Potência Velocidade Revisando conceitos... Isométricas (estática)

Leia mais

DANILO RAIMUNDO GONZAGA JOÃO BOSCO DA SILVA ALEXANDRE

DANILO RAIMUNDO GONZAGA JOÃO BOSCO DA SILVA ALEXANDRE DANILO RAIMUNDO GONZAGA JOÃO BOSCO DA SILVA ALEXANDRE CORRELAÇÃO DE VARIÁVEIS ISOCINÉTICAS DA ARTICULAÇÃO DO OMBRO DOMINANTE E O TESTE DE ARREMESSO MEDICINE BALL EM ATLETAS DE HANDEBOL Trabalho de Conclusão

Leia mais

Análise comparativa da posse de bola do F.C Barcelona x São Paulo FC x SC Internacional e as ações ofensivas geradas.

Análise comparativa da posse de bola do F.C Barcelona x São Paulo FC x SC Internacional e as ações ofensivas geradas. Análise comparativa da posse de bola do F.C Barcelona x São Paulo FC x SC Internacional e as ações ofensivas geradas. Comparação entre as principais escolas do futebol mundial mostra que a diferenças estão

Leia mais

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL

PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM VOLEIBOL Gabriel Weiss Maciel Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil Henrique Cabral Faraco Universidade do Estado de Santa Catarina,

Leia mais

VOLEIBOL 7ºano. Voleibol HISTÓRICO E REGRAS. Origem e Evolução: William Morgan 1895 ACM s Tênis Minonette 07/05/2013. Brasil 1915 Pernambuco

VOLEIBOL 7ºano. Voleibol HISTÓRICO E REGRAS. Origem e Evolução: William Morgan 1895 ACM s Tênis Minonette 07/05/2013. Brasil 1915 Pernambuco VOLEIBOL 7ºano. HISTÓRICO E REGRAS Profª SHEILA - Prof. DANIEL Origem e Evolução: William Morgan 1895 ACM s Tênis Minonette Brasil 1915 Pernambuco Colégio Marista ou ACM s São Paulo 1916 1954 CBV 1982

Leia mais

ANALYSIS OF MUSCULAR INJURIES INDICES IN SOCCER ATHLETES OF INTERNATIONAL SPORT CLUB IN SANTA MARIA/NOVO HORIZONTE - RS 1

ANALYSIS OF MUSCULAR INJURIES INDICES IN SOCCER ATHLETES OF INTERNATIONAL SPORT CLUB IN SANTA MARIA/NOVO HORIZONTE - RS 1 Disciplinarum Scientia. Série: Ciências da Saúde, Santa Maria, v. 6, n. 1, 2005. 81 ANÁLISE DOS ÍNDICES DE LESÕES MUSCULARES EM ATLETAS DE FUTEBOL DO ESPORTE CLUBE INTERNACIONAL DE SANTA MARIA / NOVO 1

Leia mais

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO

ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 259 ANÁLISE DOS TEMPOS E IDADES DO RANKING DA PROVA DOS 100 METROS MASCULINO Rogers Figueiredo Claro 1, Aguinaldo

Leia mais

POTÊNCIA ANAERÓBIA EM ATLETAS DE FUTEBOL DE CAMPO: DIFERENÇAS ENTRE CATEGORIAS.

POTÊNCIA ANAERÓBIA EM ATLETAS DE FUTEBOL DE CAMPO: DIFERENÇAS ENTRE CATEGORIAS. POTÊNCIA ANAERÓBIA EM ATLETAS DE FUTEBOL DE CAMPO: DIFERENÇAS ENTRE CATEGORIAS. Leandro Mateus Pagoto Spigolon 1, João Paulo Borin 1, Gerson dos Santos Leite 1, Carlos Roberto Pereira Padovani 2, Carlos

Leia mais

O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL

O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL O SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL PARA ATLETAS PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL Prof. MsC Cláudio Diehl Nogueira Professor Assistente do Curso de Educação Física da UCB Classificador Funcional Sênior

Leia mais

O essencial sobre Autor: Francisco Cubal

O essencial sobre Autor: Francisco Cubal O essencial sobre Autor: Francisco Cubal 1 Qual a história do Voleibol? Em 1895 o professor de Educação Física G. Morgan, nos Estados Unidos, criou uma modalidade desportiva que, devido ao seu toque no

Leia mais

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL.

ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. 1 ANÁLISE DE JOGO E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EVOLUÇÃO DO FUTEBOL. Bernardino Sogabe Priante Aluno concluinte do CEDF/UEPA bernardinosogabepriante@yahoo.com.br Carlos Dorneles Professor Mestre orientador

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

Universidade Estadual de Maringá CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE R E S O L U Ç Ã O Nº 031/2010-CI/CCS CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, neste Centro, no dia 15/07/2010. Aprovar alterações curriculares no projeto pedagógico

Leia mais

Profª. Esp. Maria Helena Carvalho

Profª. Esp. Maria Helena Carvalho Profª. Esp. Maria Helena Carvalho HISTÓRIA DO VOLEIBOL Criação nos EUA; Dia 09 de fevereiro de 1895; Pelo diretor de Educação Física da ACM William George Morgan; Era conhecido como mintonette. Obs.: Nessa

Leia mais

Check-up Performance

Check-up Performance A Saúde pelo Esporte é nosso lema maior. É o nosso ponto de partida e também nosso norteador. Dr. Felix Abuquerque Drummond Parceria REMOSUL O INSTITUTO O Instituto de Medicina do Esporte - IME é um centro

Leia mais

Histórico do Voleibol. Prof. Maick da Silveira Viana

Histórico do Voleibol. Prof. Maick da Silveira Viana Histórico do Voleibol Prof. Maick da Silveira Viana Quando começou? Conta a história que o voleibol foi criado na Associação Cristã de Moços (ACM) de Massachusetts pelo professor William Morgan em 1895.

Leia mais

VOLEIBOL. 11. O Jogador que executa o saque, deve estar em qual posição? 1) Em que ano foi criado o voleibol? a) 1997. a) posição número 6.

VOLEIBOL. 11. O Jogador que executa o saque, deve estar em qual posição? 1) Em que ano foi criado o voleibol? a) 1997. a) posição número 6. VOLEIBOL 1) Em que ano foi criado o voleibol? a) 1997 b) 2007 c) 1996 d) 1975 e)1895 2. Quem inventou o voleibol? a) William G. Morgan b) Pelé c) Roberto Carlos d) Ronaldinho Gaúcho e) Michael Jackson

Leia mais

Marcelo Vilhena Silva CURRICULUM VITAE

Marcelo Vilhena Silva CURRICULUM VITAE Marcelo Vilhena Silva CURRICULUM VITAE Curitiba 2014 1- DADOS PESSOAIS Nome: Marcelo Vilhena Silva Filiação: Fernando Antônio da Silva e Ivana Vilhena Silva Nascimento: 12/07/1975, Belo Horizonte/MG Brasil.

Leia mais

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL IDENTIFICAÇÃO Nome: Saulo Augusto Rocha Nascimento Sexo: Masculino Estado civil: Solteiro Data de Nascimento: 19/04/1985 Idade: 25 anos Endereço: Rua Nestor Soares de Melo, n 25, 202 Bairro: Palmares Cidade:

Leia mais

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza

Treinamento de Força e Diabetes. Ms. Sandro de Souza Treinamento de Força e Diabetes Ms. Sandro de Souza Taxa de prevalência de Diabetes Mellitus Período: 2009 Relevância Diagnóstico de DIABETES MELLITUS Diabetes Care. 2007;30:S4 41. Resistência a Insulina

Leia mais

Minas Olímpica/ Jogos de Minas 2015

Minas Olímpica/ Jogos de Minas 2015 Minas Olímpica/ Jogos de Minas 2015 Regulamento Específico Ciclismo Art. 1º - A competição de ciclismo do Minas Olímpica/Jogos de Minas obedecerá as regras da Confederação Brasileira de Ciclismo e Federação

Leia mais

Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação. Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015

Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação. Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015 Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015 O que iremos discutir.. Definições sobre o atleta e suas lesões Análise

Leia mais

OS INDICADORES TÉCNICOS DO JOGO E A CLASSIFICAÇÃO: UM ESTUDO SOBRE O 16º CAMPEONATO NACIONAL DE BASQUETEBOL MASCULINO.

OS INDICADORES TÉCNICOS DO JOGO E A CLASSIFICAÇÃO: UM ESTUDO SOBRE O 16º CAMPEONATO NACIONAL DE BASQUETEBOL MASCULINO. OS INDICADORES TÉCNICOS DO JOGO E A CLASSIFICAÇÃO: UM ESTUDO SOBRE O 16º CAMPEONATO NACIONAL DE BASQUETEBOL MASCULINO. Resumo *João Paulo Ferreira Dantas **José Carlos de B. V. Filho Os objetivos deste

Leia mais

1 Regras dos Esportes de Verao da Special Olympics Basketball BASQUETEBOL

1 Regras dos Esportes de Verao da Special Olympics Basketball BASQUETEBOL 1 BASQUETEBOL As Regras Oficiais da Special Olympics devem governar todas as competições de Basquete da Special Olympics. Como um programa de esportes internacional, a Special Olympics criou estas regras

Leia mais

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo

Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Bases Metodológicas do Treinamento Desportivo Unidade II Controle e Prescrição do Treinamento Prof. Esp. Jorge Duarte Prescrição de Atividades Físicas Condições de saúde; Estado geral do aluno (cliente);

Leia mais

Fundamentos do Treino de Jovens no Ténis: O Desenvolvimento Técnico

Fundamentos do Treino de Jovens no Ténis: O Desenvolvimento Técnico Fundamentos do Treino de Jovens no Ténis: O Desenvolvimento Técnico Pedro Felner 2012 Aspectos Decisivos para o Desenvolvimento de uma Técnica Eficiente FLUIDEZ NO MOVIMENTO Aproveitamento do Peso da Raquete:

Leia mais

Explore ao Máximo o Seu Potencial!

Explore ao Máximo o Seu Potencial! Explore ao Máximo o Seu Potencial! Esse E-book foi escrito por: Sobre o MenteMarcial.com Acreditamos que a mentalidade e controle emocional são determinantes para a superação dos limites e ganho de alta

Leia mais

EDUARDA CRISTINA ROQUE DE ARAÚJO ANDRADE

EDUARDA CRISTINA ROQUE DE ARAÚJO ANDRADE 1 EDUARDA CRISTINA ROQUE DE ARAÚJO ANDRADE ANÁLISE DO NÍVEL DE RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA ABDOMINAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL COM IDADE ENTRE 11 E 16 ANOS DO PROJETO AMIGOS DO VÔLEI DE TAGUATINGA-DF

Leia mais

Treinamento Concorrente

Treinamento Concorrente Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Educação Física Fisioterapia e Terapia Ocupacional Especialização em Treinamento de Força e Musculação Treinamento Concorrente Aluno: Marcelo Vidigal Coscarelli

Leia mais

EFEITOS DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM-TREINAMENTO NO DESEMPENHO DE HABILIDADES TÉCNICAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DA CATEGORIA SUB-13

EFEITOS DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM-TREINAMENTO NO DESEMPENHO DE HABILIDADES TÉCNICAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DA CATEGORIA SUB-13 EFEITOS DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM-TREINAMENTO NO DESEMPENHO DE HABILIDADES TÉCNICAS DE JOGADORES DE FUTEBOL DA CATEGORIA SUB-13 Pablo Vecchi Moreira/ NUPEF UFV Mariana Calábria Lopes/ NUPEF UFV

Leia mais

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Campus Sombrio Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Campus Sombrio Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio 1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Campus Sombrio Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio DISCIPLINA: Educação Física CARGA HORÁRIA: 40hs PROFESSOR(A):

Leia mais

Especialização precoce o vilão do futebol?

Especialização precoce o vilão do futebol? Especialização precoce o vilão do futebol? A aplicação do treinamento intensivo para jovens atletas pode acarretar em malefícios para a criança como, por exemplo, uma formação escolar deficiente João Baldoino

Leia mais

A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo

A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo A importância da alimentação no desempenho esportivo e competitivo A alimentação adequada e nutricionalmente equilibrada é um dos fatores importantes e essenciais para a otimização do desempenho, sendo

Leia mais

PROJETO E REGULAMENTO GERAL

PROJETO E REGULAMENTO GERAL OLIMPÍADAS DO INSTITUTO EDUCACIONAL NOVOS TEMPOS PROJETO E REGULAMENTO GERAL Ensino Fundamental II e Médio OUTUBRO DE 2015 APRESENTAÇÃO: As Olimpíadas do Instituto Educacional Novos Tempos (OLIENT), visam

Leia mais

O Volume Do Treinamento No Futsal

O Volume Do Treinamento No Futsal O Volume Do Treinamento No Futsal Quando se fala de volume de treino é importante primeiramente entender quais são as vias metabólicas predominantemente envolvidas no esporte a ser treinado, e, respeitar

Leia mais

Conteúdo do curso de massagem desportiva

Conteúdo do curso de massagem desportiva Conteúdo do curso de massagem desportiva Massagem desportiva Vamos fazer uma massagem desportiva na pratica. A massagem desportiva pode denotar dois tipos diferentes de tratamento. Pode ser utilizada como

Leia mais

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR Os textos são de responsabilidade de seus autores. ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA DE MENINOS PRATICANTES DE FUTSAL NA CATEGORIA SUB 12 13 DA CIDADE DE GUARAPUAVA PR RESUMO Daiane Grando 1 2 O propósito

Leia mais

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular

Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Object 1 Grau de hipertrofia muscular em resposta a três métodos de treinamento de força muscular Curso de Educação Física. Centro Universitário Toledo de Araçatuba - UNITOLEDO. (Brasil) Prof. Mário Henrique

Leia mais

Treino de Alongamento

Treino de Alongamento Treino de Alongamento Ft. Priscila Zanon Candido Avaliação Antes de iniciar qualquer tipo de exercício, considera-se importante que o indivíduo seja submetido a uma avaliação física e médica (Matsudo &

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PREPARAÇÃO FÍSICA NO FUTEBOL

A IMPORTÂNCIA DA PREPARAÇÃO FÍSICA NO FUTEBOL o Pró-Reitoria de Graduação Curso de Educação Física Trabalho de Conclusão de Curso A IMPORTÂNCIA DA PREPARAÇÃO FÍSICA NO FUTEBOL Autora: Fernanda Rosa de Lima Orientador: MSc. Areolino Afonso Ribeiro

Leia mais

1 Aluno Curso de Educação Física,UFPB 2 Professor Departamento de Educação Física, UFPB 3 Professor Departamento de Biofísica e Fisiologia, UFPI

1 Aluno Curso de Educação Física,UFPB 2 Professor Departamento de Educação Física, UFPB 3 Professor Departamento de Biofísica e Fisiologia, UFPI ATUALIZAÇÃO DE CARGAS EM TREINAMENTO DE HIPERTROFIA DE MULHERES PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO Pablo Rebouças Marcelino 1 Filipe Antonio de Barros Sousa 1 Anielle Chaves de Araujo 1 Alexandre Sérgio Silva 2

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE A FLEXIBILIDADE E A FORÇA DE MEMBROS INFERIORES EM ATLETAS DE FUTSAL MASCULINO

RELAÇÃO ENTRE A FLEXIBILIDADE E A FORÇA DE MEMBROS INFERIORES EM ATLETAS DE FUTSAL MASCULINO RELAÇÃO ENTRE A FLEXIBILIDADE E A FORÇA DE MEMBROS INFERIORES EM ATLETAS DE FUTSAL MASCULINO (RELATIONSHIP BETWEEN FLEXIBILITY AND STRENGTH OF LOWER LIMB IN MALE ATHLETES OF FUTSAL) Fauler Fernandes Pereira

Leia mais

Exercícios além da academia

Exercícios além da academia Exercícios além da academia Pilates É uma modalidade de atividade física realizada em aparelhos, bolas e no solo, que proporciona fortalecimento muscular, aumento da flexibilidade e correção da postura.

Leia mais

Treinar primeiro os grandes grupos musculares (tab. 1) Alternar os movimentos de flexão / extensão (tab. 2) Alternar tronco e m. superiores / m.

Treinar primeiro os grandes grupos musculares (tab. 1) Alternar os movimentos de flexão / extensão (tab. 2) Alternar tronco e m. superiores / m. CONSTRUÇÃO de PROGRAMAS de TREINO 8 Objectivos Selecção dos Exercicíos Organização dos exercicíos Frequência de Treino Selecção das Cargas Selecção do nº. de Repetições Selecção do nº. de Séries e Pausas

Leia mais

Luxação da Articulação Acrômio Clavicular

Luxação da Articulação Acrômio Clavicular Luxação da Articulação Acrômio Clavicular INTRODUÇÃO As Luxações do ombro são bem conhecidas especialmente durante a prática de alguns esportes. A maior incidencia de luxção do ombro são na verdade luxação

Leia mais

ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO

ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO Recebido em: 12/3/2010 Emitido parece em: 9/4/2010 Artigo original ANÁLISE DE UM CICLO DE TREINAMENTO (16 SEMANAS) DE ATLETAS DE FUTEBOL COM DESEMPENHO NA POSIÇÃO DE LATERAL E MEIO DE CAMPO Emerson Luiz

Leia mais

Tennis Elbow. Figura 1 - Músculos responsáveis pela extensão do punho e dos dedos.

Tennis Elbow. Figura 1 - Músculos responsáveis pela extensão do punho e dos dedos. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Tennis Elbow O que é Tennis Elbow? É uma inflamação dos tendões de alguns músculos responsáveis pela

Leia mais