MUDANÇAS ESTRUTURAIS NO NORDESTE ENTRE 1997 E 2004: UMA ANÁLISE DE INSUMO-PRODUTO

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1 MUDANÇAS ESTRUTURAIS NO NORDESTE ENTRE 997 E 24: UMA ANÁISE DE INSUMO-PRODUTO Ignácio Tavares de Araújo Júnior UFPB Fernanda Braga Tavares PPGE/UFPB Resumo A década de 9, com a estabilidade monetária e abertura comercial, oi um período de consideráveis transormações na estrutura produtiva nacional. Avanços tecnológicos eliminaram postos de trabalho em diversas atividades, mudando a estrutura setorial do emprego em nível nacional e regional. Este trabalho avalia justamente como tais mudanças estruturais ocorridas na Região Nordeste entre 997 e 24, aetaram a os níveis de produção e emprego setoriais na região. Para tal, oi utilizada uma análise de decomposição estrutural empregado as matrizes de insumo-produto regionais do período em questão. Os resultados apontam para mudança considerável na estrutura do emprego na região no período analisado, havendo aumento da intensidade do ator trabalho em diversas atividades e queda em outras, como ocorreu com o setor agropecuário. Sem a contribuição da demanda inal, as mudanças nos coeicientes técnicos em conjunto com as mudanças nos coeicientes de emprego poderiam provocar uma queda no emprego na região na região, em vez do aumento registrado no período analisado. Palavras chave: insumo-produto; emprego; mudança estrutural; Nordeste. Abstract During the nineties, with monetary stability and trade liberalization, many considerable strucutural changes took place in the Brazilian economy. Technological advances have eliminated jobs in many activities, changing sectorial structure o employment in the national and regional levels. This study evaluates precisely how such structural changes, that occurred in the Northeast Region between 997 and 24, aected the levels o output and employment within the region. To reach this goal, it was used a structural decomposition analysis employing a eontie input- regional model. The results show a considerable change in the structure o employment in the region over this period. There was an increase o the intensity o labor in dierent activities and a decrease in others, like in the agricultural sector. Without the contribution o inal demand, the changes in technical coeicients in conjunction with changes in employment coeicients, a decline in employment in the region could have happened, instead o the increase recorded during the period. Key-Words: Input-output; employment; structural change; Northeast.

2 - Introdução Com o passar do tempo uma economia está sujeita a grandes transormações que podem inluenciar na sua estrutura produtiva. Muitas dessas transormações estruturais são vistas como importantes indutoras de crescimento na etensão em que resultam na criação de novas atividades, elevando os níveis de emprego e promovem a integração dos setores produtivos com a economia local, ou seja, ortalecem os linkages domésticos, como destacam Ocampo25 e United Nations26. Segundo os autores, o grau de integração da economia doméstica, além de inluenciar o tamanho do mercado doméstico, ao mesmo tempo determina em que medida o país pode se beneiciar do comércio internacional e dos investimentos estrangeiros. Nesse sentido, uma maior inserção na economia mundial pode gerar progresso tecnológico e crescimento econômico sustentado quando resulta ou é baseada em ortes linkages domésticos. Concomitantemente, a introdução de novas tecnologias e uma mudança estrutural na economia pode provocar desemprego caso não haja aumentos na produção, dado que serão empregados menos trabalhadores por unidade de produto. Se por um lado, os ganhos de produtividade podem ocorrer através de atores ligados a oerta, alguns autores, consideram ainda a possibilidade de ganhos de produtividade ocasionados por mudanças na estrutura de demanda. Dada uma sucessão de aumentos da renda per capita, considerando preerências não-homotéticas, haverá epansão na demanda de produtos de setores tradicionais e surgirão demandas nos setores recentemente constituídos mais intensivos em tecnologia e que apresentam maiores níveis de produtividade dos atores. O crescimento do emprego trabalho nesses setores contribui, portanto, para o aumento da produtividade da economia local. Desta orma, contribuições teóricas e empíricas reerentes às mudanças relacionadas à produtividade da mão-de-obra, impacto tecnológico, liberalização comercial e à própria mudança estrutural da economia esclarecem os potenciais impactos que tais transormações podem induzir, auiliando, assim a tomada de decisão por parte dos agentes públicos e privados. No caso do Brasil, as transormações ocorridas na década de noventa oram as grandes responsáveis pelas mudanças na estrutura produtiva do país. Abertura comercial, sobrevalorização e desvalorização cambial e estabilização monetária oram alguns dos atores que impulsionaram tais mudanças. As mudanças ocorridas na década de 99 aetaram também a dinâmica regional brasileira. Segundo Brandão e Oliveira 23, os estudiosos deste tema concordam que, devido a tais mudanças, dentre elas, a abertura comercial com a economia deparando-se com a concorrência eterna e a redução da participação do Estado, a caracterização dos movimentos regionais da atividade econômica em geral tornou-se mais complea. Viana 26 observa que apesar de ser uma das regiões mais pobres do Brasil, a integração comercial brasileira proporcionou algumas mudanças na região Nordeste, devido à possibilidade de ampliar seus mercados por meio do aumento das eportações e diversiicação tanto de seus produtos como de suas regiões de destino. No entanto, o Nordeste enrenta maiores diiculdades para se adaptar a essas mudanças do que outras regiões mais ricas do Brasil.

3 A análise das mudanças estruturais numa economia é comumente realizada estudando-se a evolução do emprego e sua distribuição setorial e regional. O método dierencial estrutural serve a esse propósito ao veriicar em que medida a evolução do emprego numa economia deve-se ao dinamismo interno eeito competitivo ou à transormações estruturais eeito estrutural. Outra abordagem, utilizando o modelo de insumo-produto de eontie, decompõe a evolução do emprego num componente de produtividade e num componente que representa o impacto no emprego provocado pela a variação real da demanda inal, e consquentemente da oerta. O método ainda possibilita o cálculo dos os eeitos sobre a evolução do emprego devido a mudanças nos coeicientes técnicos de produção, dado que leva em conta toda a estrutura de insumoproduto da economia. Para a economia brasileira, um bom eemplo de aplicação desse método pode ser visto em Sesso Filho et al. 2. Para Nordeste, não se conhece estudos que utilizem tal abordagem para investigar os eeitos de mudanças estruturais ocorridas sobre o emprego, em parte, devido à limitação de inormações estatísticas sobre a região. Recentemente, com a publicação do Banco do Nordeste sobre a Matriz de Insumo-Produto do Nordeste de 24, oi viabilizada a condução de um estudo dessa natureza, comparando-se a estrutura da economia do Nordeste presente na matriz de insumo-produto de 997 com os dados de 24. Portanto, o objetivo desse estudo é analisar as mudanças estruturais ocorridas no Nordeste nos últimos anos, investigando, inclusive, os determinantes da variação da produção, emprego setores de atividade econômica do Nordeste através de uma análise de decomposição estrutural entre os anos de 997 e 24. Além dessa introdução, este artigo possui mais três seções. Na segunda, será realizada uma revisão da literatura sobre as principais mudanças ocorridas na economia brasileira e regional na década de noventa e início dos anos 2. Em seguida, será descrita a metodologia proposta. Na quarta seção, os resultados serão discutidos e na última seção, serão apresentadas as conclusões do trabalho. 2 - Revisão da literatura Dois grandes choques competitivos que marcaram a década de 99 no Brasil. São eles a liberalização econômica e a estabilização monetária, Carvalho 28. As reormas que objetivavam a liberalização econômica buscaram a desregulação da economia; a liberalização do setor eterno, através da redução de barreiras tariárias e não tariárias e abertura da conta de capital; e a privatização das indústrias de transormação e dos serviços de utilidade pública. Tais medidas contribuíram para a indústria doméstica enrentar um ambiente marcado pela sobrevalorização cambial, pelas altas taas de juros e pela redução das barreiras à entrada de empresas internacionais. Segundo Sesso Filho et al. 2, as variações da demanda doméstica e o aumento do comércio internacional causaram mudanças tecnológicas e reestruturação produtiva da economia brasileira com importantes eeitos sobre a produção, renda e emprego. Os autores ainda destacam que o rápido processo de liberalização comercial ocorrido no período descrito acima e o ato de grande parcela da mão-de-obra brasileira

4 ser composta por trabalhadores com baia qualiicação levou alguns pesquisadores brasileiros a estudarem a inluência da abertura comercial sobre o emprego. Nesse mesmo sentido, Machado e Moreira 2, que analisaram os eeitos da abertura comercial sobre o mercado de trabalho indicou que a abertura causou signiicativas reduções na participação do emprego na economia brasileira. Em estudo que analisava a literatura empírica sobre os eeitos da globalização no emprego e salários dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, Raposo e Machado 22, apontaram que um resultado comum oi que a liberalização comercial levou a uma mudança na estrutura da demanda de trabalho que avorecia os trabalhadores qualiicados. Arbache e Corseuil 2 analisaram o processo de liberalização comercial da economia brasileira desde ins da década de 8. Os pesquisadores procuraram estudar como a abertura comercial aetou o emprego e os salários na indústria e os resultados mostraram que a abertura aetou signiicativamente a alocação dos atores e os preços. Dentre alguns resultados obtidos, constatou-se que as importações estão mais associadas às alterações nos empregos e as eportações às variações nos salários relativos e que os trabalhadores qualiicados e não-qualiicados são aetados dierentemente pela liberalização. Ferraz, Kuper e Iootty 24 avaliaram a inluência da liberalização sobre a produtividade da indústria brasileira. Para os pesquisadores, a indústria doméstica se adequou dierenciadamente às reormas da década de 99, e, em alguns casos, tornaram-se mais competitivas. Porém, os autores abordam também que uma parte da elevação da produtividade na indústria procedeu do aumento da importação de insumos e bens intermediários. Tal ato teria contribuído para a desestruturação da matriz industrial brasileira. Segundo Kuper 23, os eeitos da liberalização comercial proporcionaram um aumento na produtividade da indústria, porém, não conseguiram estimular o seu aumento sustentado. Estava havendo também um aumento do peso de produtos mais simples nas eportações e de produto mais soisticados nas importações. Markwald 2 airma que eiste uma gama de trabalhos empíricos que abordam sobre a evolução da produtividade na década de 99 no Brasil. O autor também diz que, apesar de eistirem algumas controvérsias, há um consenso de que em tal período a economia brasileira obteve ganhos de produtividade, os quais são resultado da abertura comercial. A im de azer uma análise quantitativa dos atores que colaboram para a mudança na ocupação da orça de trabalho, Kuper, Freitas e Young 24, desenvolveram uma metodologia de análise de decomposição estrutural SDA. Dentre outros resultados, os autores obtiveram que entre 99 e 2, a epansão da demanda doméstica respondeu por cerca de 2 milhões de empregos enquanto as eportações propiciaram a incorporação de 3,6 milhões de trabalhadores. Já a mudança tecnológica provocou a eliminação de,7 milhões de empregos e as importações provocaram a eliminação de,6 milhões de ocupações. No caso do avanço da tecnologia, o resultado obtido não é surpreendente, tendo em vista que a quantidade de mão-de-obra por unidade de produto tende a diminuir com o avanço tecnológico.

5 Já a análise eita por Carvalho e Kuper 28 sobre a trajetória da mudança estrutural da indústria brasileira, mostrou que quando comparada a outros países, a nossa especialização industrial se deu em níveis de renda per capita relativamente ineriores aos de outros países analisados. Desta orma, os autores consideraram a hipótese de que o processo de especialização da indústria está ocorrendo de orma precoce no Brasil por algum ator eógeno, e assim, oi realizada uma análise de decomposição estrutural SDA. Por meio da SDA e com base em três recortes temporais , e , analisou-se a contribuição da demanda doméstica, do comércio eterior e de mudanças tecnológicas na variação do emprego e do valor adicionado na indústria. Os resultados mostraram que não oi apenas um ator que direcionou a mudança estrutural da indústria brasileira nas últimas décadas. Na verdade, os resultados associaram o comportamento do processo de especialização a uma alta de dinamismo da demanda doméstica e a abertura comercial. Segundo Carvalho e Kuper 28 os resultados de seu trabalho evidenciam um duplo eeito da liberalização comercial. Em um primeiro momento, o crescimento ou a redução dierenciada entre os setores no caso do emprego parecem ser eplicados por um aumento no patamar da produtividade que pode ter sido consequência da competição dos produtos importados gerada pela abertura. Em um segundo momento, o eeito maior é sobre o comércio eterior, seja pelo lado das eportações, seja pelo lado da penetração das importações. Nesse sentido, parece evidente que, diante do baio dinamismo da demanda doméstica, os setores que crescem mais são aqueles que eportam mais e sorem menos com as importações. Nas regiões brasileiras, as dierenças nas estruturas econômicas são evidente eplicação para as dierenças regionais dos impactos das mudanças recentes ocorridas no Brasil. De acordo com Viana26, o processo da abertura comercial brasileira oi recebido pelas regiões como uma orma de epandir suas ronteiras de comércio, mesmo com o impacto negativo da ampliação das importações de produtos que competiam com os produtos nacionais, as regiões brasileiras elegeram a variável eportação como uma possível orma de obter crescimento econômico. Dada a histórica assimetria de crescimento e desenvolvimento regional, a integração econômica brasileira reletiu-se de orma distintas nas regiões. Brandão e Oliveira 23 ainda airmam que, no que se reere especiicamente a região Nordeste, houve aumento da compleidade de sua estrutura produtiva industrial gerando áreas de maior dinamismo relativo, e consequentemente, um melhor desempenho econômico regional. Segundo Viana 26, pode-se inerir que a região Nordeste enrenta problemas mais sérios para se adequar à nova ordem econômica do que as regiões mais ricas do país, por apresentar uma pauta pouco diversiicada, composta por produtos de baio conteúdo tecnológico e concentrar sua eportações em poucas regiões de destino. Se, para toda a economia brasileira, isto se constata como um grande desaio a ser enrentado, torna-se mais diícil quando esses problemas emergem em uma região que ainda passa por graves problemas estruturais, pois, em termos sociais, possui uma população ainda pouco qualiicada, um alto nível de concentração de renda, dentre outros. Já para Fontenele, Melo e Dantas 23 a Região Nordeste possui vantagens comparativas para a realização de comércio internacional. O ácil acesso marítimo e atividades eportadoras em alguns setores de demanda internacional dinâmica são duas dessas vantagens. Porém, seu Sistema de Inovação é imaturo, o que acaba impedindo

6 certos avanços. Como se sabe, a abertura comercial elevou a concorrência entre as empresas nacionais e estrangeiras. O elevado nível tecnológico e as práticas administrativas vindas do eterior empregam pouca mão-de-obra, implicando assim em desaios para o mercado de trabalho TAVARES, 27, p. 2. Em trabalho intitulado como A Estrutura do Emprego Industrial no Nordeste nos Anos Noventa, Matos e Melo 22, a partir de dados da RAIS para os anos de 99, 994, 998 e 2, analisaram como as transormações na economia brasileira abertura comercial, redução do papel do Estado como principal omentador de políticas de crescimento, privatização, desregulamentação do mercado de trabalho aetaram a estrutura do emprego industrial na região Nordeste do Brasil. Com isso, Matos e Melo 22 airmam que o Nordeste oi beneiciado a partir de uma maior abertura comercial. Os autores deendem que durante esse período as empresas tiveram que buscar ormas para se adaptar ao novo cenário econômico, principalmente após 994, com a implantação do Plano Real, quando oram epostas a orte concorrência de produtos estrangeiros. Em busca de reduzir custos produtivos, e atraídas também por grandes incentivos iscais, muitas delas procuraram novos espaços territoriais, causando o processo de relocalização das plantas industriais. A região Nordeste, grande oertadora de mão-de-obra barata e orte geradora de incentivos iscais, oi beneiciada por aquele processo. Os autores ainda airmam que, observando o comportamento do emprego na indústria da região Nordeste, houve um processo de desconcentração na década de 99, discordando de vários pesquisadores que assinalavam para um processo de reconcentração industrial. Além disso, os pesquisadores abordam que, enquanto no Brasil houve uma queda no emprego industrial, no Nordeste ele aumentou, tanto em termos absolutos como quando comprado ao Brasil como um todo. Os autores dizem ainda que o nível de emprego industrial cresceu principalmente nas micro, pequenas e médias empresas e oi obtido através da redução do número de uncionários ou através de investimento em novas tecnologias como máquinas e equipamentos. Além do mais, destacam que o baio custo da mão-de-obra oi um dos atores de atração de investimentos para a região. Já alguns resultados obtidos por Azoni et al 2, em documento que visava a construção de um Modelo Econométrico de Insumo-Produto para a região Nordeste e que considerava o período histórico de 97 a 998, mostram que entre 992 e 997 a economia da região passou por transormações estruturais. Um dos resultados revela que houve uma queda na intensidade de trocas das relações inter-setoriais na região Nordeste. Segundo os autores, este resultado está vinculado a vazamentos interregionais. Desta orma, nota-se como é vasta a literatura sobre as mudanças na estrutura produtiva e como diversos atores a aetam. Além disso, observa-se seus importantes eeitos sobre renda, produção, geração de emprego, entre outros. No entanto, é importante ressaltar que os resultados encontrados devem ser analisados com cautela devido a outros atores que podem ter inluência signiicativa sobre eles. Além disso, algumas controvérsias são geradas devido à dierentes metodologias e interpretações que envolvem o assunto. 3 - Metodologia

7 3. Análise de Decomposição Estrutural A participação de mudanças na demanda inal e nos coeicientes técnicos nas variações da produção, emprego e valor adicionado pode ser avaliada através da uma análise de decomposição estrutural, nos moldes propostos por Feldman et al 987, Dietzembacher,&. os 998, Hoekstra et al 23 e Miller & Blair 29. Em todos os casos citados, a base de inormação empregada é a matriz de insumo-produto. Quando há dois ou mais conjuntos de dados de insumo-produto para uma economia, é possível desagregar uma das variáveis produção, por eemplo nos seus vários componentes, tais como mudanças tecnológicas e na demanda inal durante o período. Numa próima etapa, a mudança na matriz de eontie pode ser desagregada em uma parcela associada a mudanças tecnológicas dentro do setor, devido a alterações nos requerimentos diretos de insumos e numa outra parcela devido a mudanças no mi de produtos dentro do setor. Já a demanda inal, pode ser desagregada num componente nível e noutro que indica mudanças em sua composição Miller & Blair 29. Esse processo de decomposição de uma variável em seus diversos componentes é denominado de Análise de Decomposição Estrutural ou SDA Structural Decomposition Analysis. O modelo de insumo-produto demonstra como os diversos setores da economia estão relacionados entre si. Ou seja, permite o conhecimento dos luos de bens e serviços produzidos pelas dierentes atividades econômicas, mostrando quais setores vendem bens e serviços para os demais setores e quais setores compram de quem, em um determinado período de tempo. As principais hipóteses do modelo são: i cada setor utiliza uma razão ia de insumos para produção do seu produto; ii que cada setor produza somente um produto, e que cada produto seja produzido somente por um setor; iii a produção de todos os setores estão sujeitos a retornos constantes de escala; iv preços ios; v equilíbrio geral na economia a um dado nível de preços. Um dos principais resultados do modelo de eontie é a representação do produto setorial em unção da demanda inal, na orma da equação XX. Onde: I A - I A - é chamada de matriz n n de Impacto de eontie, é um vetor n contendo a produção de todas as n atividades. é o vetor n de demanda inal de todas as n atividades A seguir, eibe-se como decompor a mudanças no produto,. Assumindo que há matrizes insumo-produto para dois períodos representados por subscritos e. t O produto no ano t é, Assim, para os dois períodos temos: e

8 Onde t é o vetor demanda inal no ano t ; e t t A I é a matriz de impacto de eontie no ano t. Dessa orma a mudança no produto é: 2 Rose e Miernyk 989 apud Wachmann 25 airmam que o método de decomposição estrutural envolve vários eercícios estáticos comparativos nos quais vários coeicientes são mudados, de tal orma que os níveis de atividade são comparados com um ponto de reerencial. Por eemplo, se considerarmos as equações: Substituirmos na equação 2, temos: 3 Essa simples manipulação algébrica ornece um orte resultado quanto à decomposição estrutural da variação na produção. A primeira parte da equação esta associada a mudança tecnológica, enquanto a segunda parte relete as mudanças na demanda inal. Há várias combinações possíveis, no entanto, Miller e Blair 29 consideram a decomposição na orma aditiva, assim os autores desenvolvem alguns desses eemplos, como se segue Todas as equações acima são possíveis, mas Dietzenbacher and os 998 constataram que a combinação da equação 5 com a 6 é a mais adequada. Essa combinação resulta na equação 7, que será usada no presente trabalho / 2 /. 7 O primeiro termo do lado direto representa a mudança no produto se houver uma mudança na tecnologia implica a mudança na inversa de eontie -, enquanto o segundo termo capta o eeito de mudanças da em X. Se então. 2 /

9 No entanto, ainda é possível decompor as duas partes da equação 7. Trata-se de uma análise mais prounda que desagrega os eeitos da variação na demanda inal, e da tecnologia,. Seja um vetor de coeicientes de emprego representando a quantidade do trabalho por unidade monetária de produção do setor i no período t, deinidos como produto no período t será Portanto, o vetor de emprego setorial associado ao nível de, e o vetor de mudanças no emprego será: Utilizando as mesmas relações empregadas na decomposição da produão, podese escrever a equação 8 da seguinte orma: 8 Na equação 9 o primeiro termo é a parcela da variação do emprego devido à mudanças no coeiciente de emprego setorial. O segundo termo representa a parcela da variação do emprego setorial devido à transormações tecnológicas que alteraram os requerimentos de insumos das atividades produtivas. O terceiro termo capta o eeito da variação da demanda inal no emprego setorial. 3.2 Dados Este estudo utilizou as matrizes de insumo-produto da região Nordeste para os anos de 997 e 24 disponibilizadas pelo Banco do Nordeste. As matrizes possuem dierentes níveis de desagregação de atividades econômicas. A matriz do ano de 997 conta com 35 setores e a de 24 possui. No conjunto de dados das matrizes, também é inormado o pessoal ocupado em cada uma das atividades nos respectivos anos. Para realizar a decomposição estrutural oi necessário inicialmente, compatibilizar as duas matrizes, deiando ambas com o mesmo número de atividades. As matrizes resultantes da compatibilização têm 3 atividades produtivas. Em seguida, os dados da matriz de 24 oram delacionados, deiando as inormações sobre valor da produção, consumo intermediário e demanda inal das atividades em valores de 997. Assim, serão levadas em conta apenas variações reais do produto e demanda inal. Para realizar tal procedimento, utilizaram-se os dados sobre evolução real do produto presente no sistema de contas regionais do IBGE. 4 - Resultados Inicialmente, serão eaminados os dados da evolução da produção em cada setor de atividade econômica no Nordeste entre 997 e 24. No total, a produção no

10 Nordeste no período analisado aumentou em 2,3%. Esse aumento oi orientado por uma variação na demanda inal da ordem de 29,42%. As mudanças tecnológicas que ocorreram na Região entre 997 e 24 tiveram eeito negativo na produção, como mostra a parcela da variação total da produção devido à mudanças nos requerimentos de insumos -9,3%. O setor agropecuário, teve um aumento de produção de 27,86%. Na composição desse aumento, o eeito demanda inal contribuiu com 39,72 pontos percentuais e a o eeito tecnológico com -,86 p.p. O setor de etrativa mineral incluindo etração de petróleo e gás e outras etrativas minerais tiveram redução na produção devido, eclusivamente, aos eeitos tecnológicos, dado que a demanda inal teve variação positiva no período. Nos setores industriais, em todos os setores houve aumento na produção. Os eeitos tecnológicos induziram aumentos na produção nas atividades de vestuários e acessórios, abate e preparação de animais, leite e laticínios, outras indústrias alimentares e saneamento e abastecimento d'água houve. O setor de construção civil teve um aumento discreto na produção de 4,54%, orientado pele demanda inal. No setor de serviços, chama a atenção o aumento na produção no setor de comunicações, da ordem de 87%, provocado pelo eeito tecnológico. Um releo do processo de privatização do setor ocorrido nos últimos anos da década de 9. Tabela : Decomposição da variação total do da produção dos setores de atividade econômica no Nordeste entre 997 e 24 Atividade Eeito Tecnológico Eeito Demanda inal TOTA -9,3 29,42 Agropecuária -,86 39,72 Etração de Petróleo e Gás -,6 98,76 Outras Etrativas Minerais -73,74 7,89 Minerais Não-Metálicos -63,3 6,8 Siderurgia -4,84 46,37 Metalúrgica e Mecânica -46,5 77,67 Elétrica e Eletrônica -46,89 78,42 Material de Transporte -,28 4,8 Madeira e Mobiliário -2,26 33,79 Papel e Papelão -48,37 79,9 Álcool -34,62 66,5 Reino de Petróleo -48,84 8,37 Petroquímica -32,93 64,46 Têtil -4,79 46,32 Vestuário e Acessórios,69 29,84 Calçados, Couros e Peles -9,63 4,6 Açúcar -7,44 38,97 Abate e Preparação de Animais 4,7 7,46 eite e aticínios,7 2,36 Outras Industrias Alimentares 5,37 26,6 Industrias Diversas -34,6 66,3 Prod. e Distr. de Energia Elétrica -55,79 78,85 Saneamento e Abast. de Água 2,2,94 Construção Civil -,34 4,85

11 Comércio -7,58 9,9 Alojamento e Alimentação 57,58-24,24 Transporte 23,98 5,3 Comunicação 87,8 -,79 Administração Pública -,6 8,7 Outros Serviços -2,63 35,66 De acordo com a tabela 2, onde estão reportados os dados de emprego setorial no período, houve um aumento de.27.9 no número de trabalhadores na região, um número equivalente a uma variação de 6,96%. No período em questão, dos trinta setores analisados, em dezessete houve redução no emprego. Nos treze setores restantes, o nível de emprego variou positivamente. As atividades que apresentaram um aumento de postos de trabalho oram: Outras Etrativas Minerais; Siderurgia; Petroquímica; Têtil; Vestuário e Acessórios; Calçados, Couros e Peles; Saneamento e Abastecimento de água; Construção Civil; Comércio; Alojamento e Alimentação; Transporte; Comunicação e Administração Pública. Já as atividades que apresentaram redução de postos de trabalho, oram: Agropecuária; Etração de Petróleo e Gás; Minerais Não-Metálicos; Metalúrgica e Mecânica; Elétrica e Eletrônica; Material e Transporte; Madeira e Mobiliário; Papel e Papelão; Álcool; Reino e Petróleo; Açúcar; Abate e Preparação de Animais; eite e aticínios; Outras Indústrias Alimentares; Indústrias Diversas, Produção e Distribuição de Energia Elétrica e Outros Serviços. Vale ressaltar que o setor que teve a maior redução no emprego oi o setor de Outros Serviços, em que o emprego teve uma variação negativa de empregos. Outro setor que apresentou uma redução signiicativa de postos de trabalho oi o setor Agropecuário, com um declínio de no número de trabalhadores. Além do mais, destaca-se a redução no emprego em setores industriais como Outras Indústrias Alimentares e Indústrias Diversas, com uma redução de e no estoque de trabalhadores, respectivamente. Ainda dentro dos setores industriais, os setores de Construção Civil e Vestuários e Calçados tiveram um aumento de 32.7 e no número de trabalhadores. Já o setor de Comércio, destaca-se como o setor no qual o emprego mais cresceu. Constatou-se que tal setor obteve uma variação de.3.93 de postos de trabalho durante o período analisado. Na última linha da tabela 2 está reportado índice de concentração de Hirschman- Herindahl índice HH, que oi calculado o com o intuído de analisar a concentração setorial do pessoal ocupado no Nordeste em 997 e 24. Os resultados apontam para uma queda na concentração do emprego período. O índice de Hirschman-Herindahl é calculado através da seguinte epressão: HHΣ 2, onde e a participação relativa do emprego no total. Ele varia de /n a, onde n indica o número de atividades. Quanto mais próimo de um, maior é o grau de concentração do emprego. Se HH/n, então o emprego é uniormemente distribuído entre os setores. Se HH, então apenas uma atividade concentra todo o emprego da economia.

12 Tabela 2: Pessoal ocupado em 997 e 24 nos setores de atividade econômica no Nordeste Pessoal Pessoal Particip. Variação Atividade ocupado Ocupado No total em 997 em % Particip no total 24 % Agropecuária ,25 3,45 Etração de Petróleo e Gás ,7,3 Outras Etrativas Minerais ,26,28 Minerais Não-Metálicos ,94,48 Siderurgia ,7,2 Metalúrgica e Mecânica ,48,6 Elétrica e Eletrônica ,9, Material de Transporte ,5,8 Madeira e Mobiliário ,32,25 Papel e Papelão ,39,8 Álcool ,2,6 Reino de Petróleo ,2, Petroquímica ,,33 Têtil ,,9 Vestuário e Acessórios ,2,64 Calçados. Couros e Peles ,6,53 Açúcar ,69,27 Abate e Preparação de Animais ,,9 eite e aticínios ,,4 Outras Industrias Alimentares ,78,85 Industrias Diversas ,4,8 Prod. e Distr. de Energia Elétrica ,48, Saneamento e Abast. de Água ,7,35 Construção Civil ,3 6,6 Comércio ,78 5,73 Alojamento e Alimentação ,27 6,8 Transporte , 3,85 Comunicação ,6,5 Administração Pública ,85 2,66 Outros Serviços , 6,46 TOTA Índice HH

13 A redução no emprego de alguns setores pode ser o resultado do aumento de produtividade do ator trabalho. em razão do processo de reestruturação produtiva pela qual passou a economia brasileira e suas regiões após abertura comercial. Quanto aos setores que apresentaram aumento no emprego e mais especiicamente em relação ao setor de Comércio. tal resultado pode ser associado à maior acilidade de entrada neste setor e a uma menor eigência de qualiicação do trabalhador. A Tabela 3 apresenta um resumo da evolução do emprego por macro-setores. Agropecuária; Etrativa Mineral; Indústria; Comércio e Serviços. De posse desses dados, ica evidente a mudança na composição do emprego por setor, havendo uma drástica redução no pessoal ocupado na agricultura e um epressivo aumento do emprego no setor de comércio. Quanto ao setor industrial, este manteve constante sua participação no emprego. Houve apenas mudanças na sua composição interna entre os setores industriais, como oi visto na tabela anterior. Na recomposição do emprego na indústria, houve um aumento na concentração do emprego, como sugere o crescimento do índice de concentração HH que aumentou de.98 para.274 no período no setor industrial. É interessante notar, também, que o setor de Serviços, a despeito do aumento no número de contratações , perdeu participação no volume regional de emprego em razão da queda na quantidade de ocupados no setor de Outros Serviços. Tabela 3: Pessoal ocupado em 997 e 24 nos macro-setores de atividade econômica no Nordeste Atividade Pessoal ocupado em 997 Pessoal Ocupado em 24 Variação Particip. No total 997 % Particip no total 24 % Dierença na particip. Setorial do emprego Agropecuária Etrativa Mineral Indústria Comércio Serviços TOTA Os resultados da decomposição estrutural são apresentados na tabela 4. De início, constata-se que o aumento no número total de contratações oi todo devido a um aumento real na demanda inal, pois os eeitos dos coeicientes diretos e tecnológicos oram responsáveis pela eliminação de mais 3,5 milhões de empregos na região. De ato, ecetuando o setor de alojamento e alimentação, as variações de demanda inal contribuíram positivamente para a geração de emprego em todos os demais setores. No setor agropecuário, a queda no emprego devido à mudanças tecnológicas e no coeiciente de emprego não oi compensada por um aumento do emprego via elevação da demanda inal, resultando numa queda de mais de 67 mil postos de trabalho. No setor de vestuário e acessórios, o aumento no emprego grande contribuição das mudanças nos coeicientes de emprego, sugerindo que a atividade tornou-se mais mãode-obra intensiva, ou que o emprego no setor aumentou numa taa maior do que o crescimento real da produção. Resultante, provavelmente, da vinda de empresas do

14 ramo para a região em busca de minimizar custos principalmente via redução das despesas com mão-de-obra. Concomitantemente, as mudanças nos coeicientes técnicos de produção induziram aumentos no pessoal ocupado nesse setor. Na atividade calçadista, o coeiciente direto também oi o principal responsável pelo aumento do emprego. O setor de Indústria Alimentares perdeu empregos. Como mostram os resultados, tal queda pode ser atribuída integralmente ao eeito coeiciente direto de emprego, pois a variação da demanda inal e as mudanças nos coeicientes técnicos de produção ocasionaram uma elevação no número de contratações. Na construção civil, onde oi observada a maior variação de emprego no setor industrial, a maior parte do incremento do pessoal ocupado oi causada pelo eeito do coeiciente direto, havendo também contribuição positiva da demanda inal. No setor de Comércio, Transporte, serviços, Alojamento e Alimentação, Administração Pública e Comunicação, o eeito coeiciente de emprego oi o grande responsável pelo aumento no número de contratações. Na atividade que engloba os outros serviços, houve um movimento em sentido contrário: o eeito coeiciente direto induziu uma queda no emprego. Tabela 4: Decomposição da variação total emprego dos setores de atividade econômica no Nordeste entre 997 e 24 Atividade Variação Total Eeito Coe. Direto Eeito Tecnológico Eeito Demanda inal TOTA Agropecuária Etração de Petróleo e Gás Outras Etrativas Minerais Minerais Não-Metálicos Siderurgia Metalúrgica e Mecânica Elétrica e Eletrônica Material de Transporte Madeira e Mobiliário Papel e Papelão Álcool Reino de Petróleo Petroquímica Têtil Vestuário e Acessórios Calçados. Couros e Peles Açúcar Abate e Preparação de Animais eite e aticínios Outras Industrias Alimentares Industrias Diversas

15 Prod. e Distr. de Energia Elétrica Saneamento e Abast. de Água Construção Civil Comércio Alojamento e Alimentação Transporte Comunicação Administração Pública Outros Serviços A tabela 5 eibe os mesmos resultados da tabela 4, porém por macro-setores. A decomposição da variação do emprego no setor agropecuário já oi eaminado anteriormente. Nos setores industriais e de etrativa mineral, o aumento real da demanda inal gerou postos de trabalho. As transormações nos coeicientes diretos de emprego e o eeito tecnológico eliminaram postos de trabalho, resultando num saldo positivo de novos postos de trabalho. No setor de comércio, o setor que registrou o maior aumento no número de empregos, chama a atenção o eeito do coeiciente direto de emprego, que oi responsável pela geração de mais de 83 mil empregos. Já as mudanças nos coeicientes técnicos, resultaram numa perda de 242 mil empregos. No setor de serviços, o aumento da demanda inal oi o grande responsável pela geração de emprego, dado que os eeitos tecnológicos e de mudanças no coeiciente de emprego eliminaram juntos postos de trabalho. Tabela 4: Decomposição da variação total emprego dos macro-setores de atividade econômica no Nordeste entre 997 e 24 Atividade Variação Total Eeito Coe. Direto Eeito Tecnológico Eeito Demanda inal Agropecuária Etrativa Mineral Indústria Comércio Serviços Conclusões O objetivo desse artigo oi estudar como mudanças na estrutura econômica do Nordeste aetaram a produção e o nível de emprego nos setores de atividade econômica da região entre 997 e 24. Para tal, oi realizada uma análise de decomposição estrutural do emprego e da produção utilizando a estrutura teórica do modelo de insumo-produto de eontie. A escolha do período considerado deveu-se a disponibilidade de dados, pois para esses dois anos o BNB disponibilizou matrizes de insumo-produto cujos dados alimentaram o modelo empregado.

16 Os resultados encontrados corroboram os achados de outros autores, que identiicaram um aumento no pessoal ocupado na região. Nota-se, no entanto, que houve uma considerável redistribuição do emprego entre os setores, notadamente do setor agropecuário para o setor serviços ocasionando uma desconcentração, como sugere a variação do índice de concentração calculado para997 e 24. O setor comércio oi o grande gerador de empregos na região. Analisando o papel das mudanças tecnológicas e do comportamento da demanda inal nesse processo de mudança no emprego, constata-se que, na ausência da epansão da demanda, haveria uma queda considerável no emprego na região, devido a mudanças na intensidade do ator trabalho na tecnologia, a despeito da vida para o Nordeste de vários empreendimentos intensivos em mão-de-obra, como no setor de vestuário e calçadista. Bibliograia ARBACHE. Jorge Saba; CORSEUI. Carlos Henrique 2. iberalização comercial e estruturas de emprego e salário.. Revista Brasileira de Economia AZONI. Carlos Roberto et al 2 Macroeconomia do Nordeste: Banco do Nordeste. Fortaleza. 2. BRANDÃO. Carlos Antônio; OIVEIRA. Hipólita Siqueira de 23 Mudanças nas Estruturas Produtivas Regionais no Brasil dos nos 9. VIII Encontro Nacional de Economia Política. Florianópolis - SC. CARVAHO. aura Barbosa de 28 Diversiicação ou especialização: uma análise do processo de mudança estrutural da indústria brasileira nas últimas décadas. Dissertação de mestrado Universidade Federal do Rio de Janeiro. 28. CARVAHO. aura e KUPFER. David 28 A transição estrutural da indústria brasileira: uma análise dos atores eplicativos pela ótica da demanda. Artigo submetido ao XXVI Encontro Nacional de Economia da ANPEC. DIETZEMBACHER. E. OS. B. Structural decomposition techniques: sense and sensitivit. Economic Systems Research. v.. n. 4. p FEDMAN. Stanley; McClain. David; PAMER. Karen. Sources o Structural change in the United States : an input-output Perspective. Review o Economics and Statistics FERRAZ. João Carlos; KUPFER. David; IOOTTY. Mariana. 24 Competitividad industrial em Brasil: años después da la liberalización. Revista de la CEPA 82. abril 24. FONTENEE. Ana Maria; MEO. Maria Cristina Pereira de; DANTAS. Antônio uiz Abreu 23 Abertura Comercial: Uma análise das potencialidades e dos limites

17 para o crescimento econômico do Estado do Ceará. VIII Encontro Nacional de Economia Política. Florianópolis - SC. HOEKSTRA. Rutger; van der BERGH. Jeroen. Comparing Structural and inde decomposition analysis. Energy Economics v KUPFER. David 23 Política Industrial. Econômica: revista da Pós-Graduação em Economia da UFF. Rio de Janeiro. v.5. n.2. p dez. 23. KUPFER. David; FREITAS. Fábio; YOUNG. Carlos Eduardo 24 Decomposição estrutural da variação do produto e do emprego entre 99 e 2 Uma análise a partir das matrizes insumo-produto. Relatório Parcial de Pesquisa. Janeiro de 24. MACHADO. Ana Flávo; MOREIRA. Maurício Mesquita 2. Os impactos da abertura comercial sobre a remuneração do trabalho no Brasil. XXVIII Encontro Nacional de Economia. Markwald. R. A. 2. O impacto da abertura comercial sobre a indústria brasileira: balanço de uma década.. Revista Brasileira de Comércio Eterior MATOS. Elmer Nascimento; MEO. Ricardo Oliveira acerda de 22 A Estrutura do Emprego Industrial no Nordeste nos Anos Noventa. Trabalho apresentado no XIII Encontro da Associação Brasileira de Estudos Populacionais. realizado em Ouro Preto. Minas Gerais. Brasil de 4 a 8 de novembro de 22. MIER. R.; BAIR. P. Input-Output Analsis: oundations and etensions. 29. OCAMPO. Jose Antonio. Beyond Reorms: Structural Dynamics and acroeconomic Vulnerability. ed. Palo Alto. Caliornia. and Washington. D.C.: Stanord Economics and Finance. Stanord University Press. and World Bank. 25. RAPOSO. Daniela Almeida; MACHADO. Ana Flávia 22. Abertura comercial e mercado de trabalho: uma resenha bibliográica. Technical report. CEDEPAR. SESSO FIHO et al 2 Decomposição estrutural da variação do emprego no Brasil Economia Aplicada. v. 4. n.. 2. pp TAVARES. Denisia Araújo Chagas 27 Construção Civil e Mercado de Trabalho: Uma Análise Sócio-econômica no Nordeste em Aracaju-SE. Revista da Fapese. v.3. n. 2. p. -6. jul./dez. 27 UNITED NATIONS. World Economic and Social Survey 26: Divergin Growth and Development. 26. VIANA. Francisca Diana Ferreira 26 Inserção eterna e competitividade da região Nordeste no período pós-abertura comercial: uma análise a partir do método shit-and-share e de indicadores de competitividade revelada. Dissertação de mestrado Universidade Federal de Uberlândia IE/UFU. Uberlândia. 26. WACHMANN. Ulrike. Mudanças no consumo de energia e nas emissões associadas de CO2 no Brasil entre 97 e 996 uma análise de decomposição estrutural. Tese de doutorado COPPE/UFRJ. 25.

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