Pº R. Co. 39/2005 DSJ-CT- Averbamento de mudança de sede para concelho limítrofe Título. DELIBERAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pº R. Co. 39/2005 DSJ-CT- Averbamento de mudança de sede para concelho limítrofe Título. DELIBERAÇÃO"

Transcrição

1 Pº R. Co. 39/2005 DSJ-CT- Averbamento de mudança de sede para concelho limítrofe Título. Recorrente:, Ldª. DELIBERAÇÃO Recorrida: Conservatória do Registo Comercial Registo a qualificar: Averbamento à matrícula nº 4296/ de mudança de sede para o concelho limítrofe de, requisitado pela Ap. 22, de 13 de Julho de Relatório: O registo foi peticionado com base em acta da reunião da gerência de 6 de Julho de 2005, na qual participaram os únicos gerentes da sociedade, que consta de documento particular avulso com data de 11 de Julho de 2005 e com duas assinaturas. Consta da acta que a proposta de mudança de sede para o concelho de foi aprovada por unanimidade. O art. 3º do pacto social dispõe que a sede social pode ser transferida dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe por deliberação unânime de todos os gerentes. O registo foi recusado nos termos do disposto no art. 48º, nº 1, b), do CRCom, porque as deliberações resoluções da administração não se podem provar por documento avulso (particular), como é o caso, mas outrossim têm de ser reduzidas a acta e lavradas no livro próprio conforme o prevê o artigo 37º do C. Comercial. Do despacho de qualificação foi interposta reclamação, mas esta foi desatendida, tudo nos termos que aqui se dão por integralmente reproduzidos. Do despacho de indeferimento da reclamação foi interposto o presente recurso hierárquico, no qual foram tiradas as seguintes conclusões: 1ª. A gerência instruiu a requisição de registo com um documento particular assinado pelos dois únicos gerentes, do qual consta a deliberação tomada por aquela, nos termos legais e estatutários, de mudança da sede; 2ª. O artigo 37º do Código Comercial não impõe a obrigatoriedade das deliberações da gerência constarem do livro de actas ou em folhas soltas, aliás tal obrigatoriedade apenas existe em relação às deliberações dos sócios e às deliberações do conselho de administração das sociedades anónimas, vide artigos 63º e 410º, nº 8, ambos do Código das Sociedades Comerciais; 3ª. Mesmo no que toca às deliberações dos sócios é permitido que as mesmas possam ser documentadas e provadas quer por escritura pública ou instrumento público avulso quer por documento particular (nas deliberações por escrito), vide artigo 63º, nº 1, do Código das Sociedades Comerciais; 4ª. Assim, por maioria de razão, também se deve aceitar que uma deliberação unânime, por escrito, da gerência possa ser documentada e provada pelo documento donde ela conste; 1

2 5ª. O documento particular faz prova plena quanto às declarações atribuídas ao seu autor, conforme preceitua o artigo 376º do Código Civil; 6ª. Para sustentar o despacho de recusa não são invocáveis razões de ordem probatória ou de publicidade, na medida em que a deliberação da gerência, para a mudança da sede, está sujeita a registo e consta de um documento assinado pelos dois únicos gerentes da sociedade e tal documento ficará arquivado na conservatória; 7ª. O despacho recorrido viola, designadamente, os artigos 47º e 48º, nº 1, alínea b) e 2 do Código do Registo Comercial. O processo é o próprio, as partes legítimas, o recurso tempestivo, a recorrente está devidamente representada, e inexistem questões prévias ou prejudiciais que obstem ao conhecimento do mérito. A posição deste Conselho vai expressa na seguinte Deliberação 1- O averbamento de mudança de sede de uma sociedade por quotas para concelho limítrofe pertencente à área de conservatória diversa daquela em que está registada, deliberada pelos gerentes ao abrigo de autorização estabelecida no contrato social, será efectuado em face do(s) documento(s) donde conste(m) a emissão da vontade dos gerentes exigida no pacto social ou a deliberação formada pela gerência funcionando colegialmente também de acordo com o estabelecido no contrato social De acordo com o art. 12º, nº 2, do CSC, «o contrato de sociedade pode autorizar a administração, com ou sem consentimento de outros órgãos, a deslocar a sede dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe». E o art. 261º, nº 1, do mesmo Código, diz-nos que «Quando haja vários gerentes e salvo cláusula do contrato de sociedade que disponha de modo diverso, os respectivos poderes serão exercidos conjuntamente, considerando-se válidas as deliberações que reúnam os votos da maioria e a sociedade vinculada pelos negócios jurídicos concluídos pela maioria dos gerentes ou por ela ratificados». Coloca-se nos autos a questão de saber como em sociedade por quotas em que haja vários gerentes deverão estes exercer os poderes que lhes foram conferidos no contrato social de mudar a sede social para concelho limítrofe. Portanto, coloca-se a questão do funcionamento da gerência plural. Como ensina Raul Ventura, in Sociedade por Quotas, Vol. III, pág. 189, no art. 261º, nº 1, do CSC distingue-se a administração ou gestão stricto sensu, a representação activa e a representação passiva. Para as duas primeiras é ressalvada a cláusula do contrato que disponha de modo diverso (a norma é, assim, supletiva). Cremos que a mudança de sede é um acto de administração ou gestão stricto sensu (não respeita à emissão de vontade em nome da sociedade, dirigida a terceiros, isto é, à representação activa). O art. 261º, nº 1, do CSC é expressamente dispositivo. O contrato social pode adoptar o método disjuntivo (cada um dos gerentes pode administrar e representar a sociedade, 2

3 não tendo que consultar previamente qualquer dos outros e não estando dependente de instruções ou consentimentos deles), o método colegial (a gerência é exercida por todos os gerentes, deliberando em conselho, por maioria de votos), ou adoptar formas especiais de gerência (cfr. Raul Ventura, ob. cit., págs. 197/200). Relativamente ao método que o citado art. 261º, nº 1, supletivamente consagra, Raul Ventura (ob. cit., págs. 189/191), perante dois sentidos possíveis no caso da administração stricto sensu (o método conjunto e o método colegial), interpreta a norma como consagrando o método conjunto, privilegiando a expressão os respectivos poderes são exercidos conjuntamente em detrimento das expressões deliberações e votos. No mesmo sentido Pedro Maia, Função e Funcionamento do Conselho de Administração da Sociedade Anónima, in STVDIA IVRIDICA 62, 2002, pág. 184, nota (247). Este Autor (ob. cit., pág. 190, nota 257) ensina que «A grande diferença entre o funcionamento colegial e o funcionamento conjunto de um órgão traduz-se no facto de, no primeiro, as decisões serem tomadas pelos seus membros (em colégio), ao passo que no segundo as decisões resultam do acordo (maioritário ou unânime) dos seus membros, acordo que se obtém sem recurso a uma reunião». E que «A principal diferença que o funcionamento conjunto por maioria apresenta relativamente à colegialidade reside no facto de esta, ao contrário daquele, requerer a reunião dos elementos que compõem o órgão para a tomada de qualquer decisão» (ob. cit., pág. 208). Se o método é conjunto, parece que as vontades dos gerentes não necessitam de ser emitidas simultaneamente. Neste sentido, cfr. Raul Ventura, ob. cit., pág. 191, a propósito da representação activa, e Soveral Martins, Os Poderes de Representação dos Administradores de Sociedades Anónimas, in STVDIA IURIDICA 34, pág. 119, igualmente a propósito da representação activa neste tipo de sociedades, que também é conjunta (ao contrário da administração ou gestão stricto sensu, onde vigora o funcionamento colegial), que escreveu: «A lei não exclui, porém, que possa ter lugar uma actuação sucessiva, um após outro, dos membros do conselho de administração, até que se atinja o número exigido por lei ou pelo contrato de sociedade». Se o método é colegial, parece que a maioria se forma pela emissão simultânea das vontades dos gerentes que formam essa maioria. O acto resultado (a deliberação) é a declaração juridicamente imputável à sociedade, formada mediante o concurso dos gerentes e moldada pela fusão das declarações individuais receptícias por eles emitidas (votos) que, no mínimo, integrem o núcleo mais numeroso de declarações de sentido idêntico (segundo o conceito de deliberação que nos é dado por Pinto Furtado, in Deliberações dos Sócios, 1993, pág. 49). Resulta do exposto que se o método de funcionamento da gerência plural for conjunto haverá que comprovar a emissão das declarações de vontade dos gerentes exigidas pela lei ou pelo contrato social. Se bem ajuizamos, inexiste na lei norma expressa que exija forma escrita para a declaração. Mas parece-nos evidente que não pode deixar de ser exigida esta forma. Ademais, o facto está sujeito a registo e este exige prova documental (cfr. art. 32º, nº 1, do CRCom). Resulta também do exposto que se o método de funcionamento da gerência plural for colegial haverá que comprovar a deliberação do órgão gerência. Julgamos úteis os ensinamentos de Pinto Furtado (ob. cit., págs. 76/79) sobre deliberações dos sócios 3

4 com e sem reunião de assembleia geral (distinção que prefere à de Brito Correia, in Direito Comercial, 3º Volume, Deliberações dos Sócios, 1990, págs. 68 e 248 funcionamento colegial e funcionamento conjunto). Segundo o Autor, a deliberação unânime por escrito pode ou não formar-se com reunião da assembleia, e sendo formada sem reunião da assembleia «a deliberação unânime por escrito deverá, em princípio, constar de um documento avulso que, de regra, será um escrito particular» (ob. cit. pág. 202). De resto, o Autor (ob. cit., pág. 753) propõe uma interpretação restritiva da 2ª parte do nº 1 do art. 63º do CSC, «a concluir que só as deliberações unânimes por escrito e não também as por voto escrito se provarão pelos documentos donde constem». Não vamos especular sobre a possibilidade de uma deliberação da gerência plural por voto escrito, à semelhança da deliberação dos sócios (de sociedade por quotas e de sociedades em nome colectivo) por voto escrito (cfr. art. 247º do CSC, caso em que Pinto Furtado ob. cit., pág. 753 entende que a mesma só pode provar-se por acta). Resta-nos, assim, apurar como se comprova a deliberação formada pela gerência plural em assembleia. O art. 31º do Cód. Comercial prescreve que às sociedades são indispensáveis outros livros ou folhas soltas para actas da assembleia geral. E o art. 37º do mesmo Código diz-nos que os livros ou as folhas das actas das sociedades servirão para neles se lançarem as actas das reuniões dos sócios, de administradores e dos órgãos sociais. No CSC exige-se a acta para documentar as deliberações dos sócios em assembleia (art. 63º,n º 1), as deliberações por voto escrito em sociedades por quotas e em nome colectivo (art. 247º, nº 6, e 189º, nº 1) e as deliberações do conselho de administração, do conselho fiscal e do conselho geral das sociedades anónimas (art.s 410º, nº 8, 423º, nº 4, e 445º, nº 2). Não se exige a acta para comprovar as deliberações da gerência plural das sociedades por quotas e das sociedades em nome colectivo formadas em assembleia. E não se pode retirar das citadas normas do Cód. Comercial que é obrigatório o livro ou folhas soltas de actas das reuniões da gerência (ainda que plural) das sociedades por quotas. Nem tão pouco que as deliberações da gerência só podem ser provadas pelas actas das reuniões (tal como o faz o art. 63º, nº 1, do CSC para as deliberações dos sócios). Assim sendo, somos de opinião de que também aqui a deliberação provar-se-á por documento avulso que, de regra, será um escrito particular. Apenas perante a adopção de método diverso expressamente consagrado no contrato social (e não em deliberação dos sócios ou em deliberação dos próprios gerentes, porque estas não estariam sujeitas a registo e publicação cfr. Raul Ventura, ob. cit., págs. 200/201), onde constasse a exigência de acta da reunião lavrada em livro próprio (ou em folhas soltas), seria a nosso ver pertinente a exigência deste meio de documentação da deliberação. 4

5 2- O documento particular avulso assinado pelos únicos gerentes de uma sociedade por quotas, que se apresenta como acta de uma reunião desses gerentes onde por unanimidade foi aprovada a mudança da sede da sociedade para concelho limítrofe, expressamente autorizada por cláusula do contrato social, é título suficiente para o averbamento da mudança de sede no registo comercial 2. Nos termos expostos, é entendimento deste Conselho que o recurso merece provimento. Esta deliberação foi homologada por despacho do Director-Geral de Em face da posição assumida na conclusão anterior, julgamos que não merecerá reparos o conteúdo desta conclusão. A nosso ver, o art. 3º do pacto social exige uma deliberação unânime por escrito dos gerentes para mudar a sede social dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe. É indiferente que a deliberação seja formada em assembleia convocada ou em assembleia espontânea. E também não importará o nome com que se designa o documento que reveste a forma dessa deliberação. O que importa é que dele constem as declarações individuais dos gerentes (votos) que concorrem para a formação da declaração juridicamente imputável à sociedade. E as assinaturas deles, obviamente. 5

P.º R. Co. 5/2008 DSJ-CT

P.º R. Co. 5/2008 DSJ-CT P.º R. Co. 5/2008 DSJ-CT Sumário: Deliberação sociais. Reflexos de eventuais vícios nos registos. Poderes de qualificação do conservador. Alteração do contrato social. Título para registo. Relatório: 1

Leia mais

Pº R.P. 71/2008 SJC-CT

Pº R.P. 71/2008 SJC-CT Pº R.P. 71/2008 SJC-CT Aditamento a alvará de loteamento Ampliação de área de lote por redução da área do domínio público municipal Título para registo. DELIBERAÇÃO Relatório: O Município de. requisitou

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Do despacho de recusa foi interposto recurso hierárquico, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos.

DELIBERAÇÃO. Do despacho de recusa foi interposto recurso hierárquico, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos. Pº R.P. 16/2008 SJC-CT- Registo de hipoteca legal nos termos do artº 195º do CPPT Título Suficiência Despacho do Chefe de Serviço de Finanças competente que a requerimento do executado autorize a substituição

Leia mais

P.º n.º R.P. 75/2011 SJC-CT Depósito electrónico de documento particular autenticado. Artigo 7.º da Portaria n.º 1535/2008 de 30 de Dezembro.

P.º n.º R.P. 75/2011 SJC-CT Depósito electrónico de documento particular autenticado. Artigo 7.º da Portaria n.º 1535/2008 de 30 de Dezembro. P.º n.º R.P. 75/2011 SJC-CT Depósito electrónico de documento particular autenticado. Artigo 7.º da Portaria n.º 1535/2008 de 30 de Dezembro. DELIBERAÇÃO A. O prédio da ficha nº...... prédio rústico inscrito

Leia mais

Pº C.Bm. 24/2009 SJC-CT.

Pº C.Bm. 24/2009 SJC-CT. Pº C.Bm. 24/2009 SJC-CT. Objecto da consulta: Pedido de registo automóvel online por comprador autenticado electronicamente com cartão de cidadão, com digitalização da declaração de compra e venda. Relatório:

Leia mais

REGIMENTO DA ASSEMBLEIA GERAL DA ASSOCIAÇAO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

REGIMENTO DA ASSEMBLEIA GERAL DA ASSOCIAÇAO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA REGIMENTO DA ASSEMBLEIA GERAL DA ASSOCIAÇAO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA CAPÍTULO I Da Assembleia Geral Artigo 1 Natureza A Assembleia Geral é constituída por todos os associados no pleno gozo dos seus

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Relatório:

DELIBERAÇÃO. Relatório: Pº R.P. 274/2007 DSJ-CT- Modificação do conteúdo do direito de propriedade horizontal Alteração do regime de uso de certa parte comum de edifício destinado a parqueamento automóvel Suficiência da verificação,

Leia mais

formalizada por escritura pública de compra e venda, de 28 de Novembro de, entre a 1.ª Ré e os 2ºs Réus;

formalizada por escritura pública de compra e venda, de 28 de Novembro de, entre a 1.ª Ré e os 2ºs Réus; 1 Pº R. P. 170/2008 SJC-CT: Registo de acção de preferência pedido de cancelamento do registo de aquisição a favor do comprador e do registo de aquisição a favor de terceiro adquirente. DELIBERAÇÃO 1.

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Relatório

DELIBERAÇÃO. Relatório Pº R.P. 241/2007 DSJ-CT- Consentimento do credor como título para cancelamento de hipoteca (artigo 56º do C.R.P.) Forma legal Reconhecimento de assinatura por advogado ou solicitador - Registo informático

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Relatório:

DELIBERAÇÃO. Relatório: P.º n.º R. P. 234/2007DSJ-CT:Contrato de arrendamento comercial incidente sobre parte de prédio urbano, com duração superior a seis anos - Sua registabilidade. DELIBERAÇÃO Relatório: 1 Em 28 de Setembro

Leia mais

EXTINÇÃO DAS SOCIEDADES: A REVISÃO E CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS.

EXTINÇÃO DAS SOCIEDADES: A REVISÃO E CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS. EXTINÇÃO DAS SOCIEDADES: a dissolução e liquidação das sociedades comerciais, interacções com o código de insolvência e recuperação de empresas, com o código de processo civil. A REVISÃO E CERTIFICAÇÃO

Leia mais

DELIBERAÇÃO. Assunto: Casamentos entre nubente português e nubente estrangeiro casamentos brancos procedimentos

DELIBERAÇÃO. Assunto: Casamentos entre nubente português e nubente estrangeiro casamentos brancos procedimentos DELIBERAÇÃO Pº CC 14/2011 SJC-CT Assunto: Casamentos entre nubente português e nubente estrangeiro casamentos brancos procedimentos As senhoras conservadoras de V e de A vêm solicitar tomada de posição

Leia mais

Deliberação. 1 Em especial, no âmbito dos P.ºs CP 83/2008 SJC-CT e R.P. 227/2009 SJC-CT.

Deliberação. 1 Em especial, no âmbito dos P.ºs CP 83/2008 SJC-CT e R.P. 227/2009 SJC-CT. P.º n.º R.P. 60/2010 SJC-CT Penhora. Cancelamento não oficioso. Eventual conexão com o registo de aquisição, conjuntamente requerido. Tributação emolumentar DELIBERAÇÃO 1 Os presentes autos respeitam à

Leia mais

Pº R.P. 154/2004 DSJ-CT.- Inscrição de servidão de gás Menções Efeitos Título para registo Trato sucessivo.

Pº R.P. 154/2004 DSJ-CT.- Inscrição de servidão de gás Menções Efeitos Título para registo Trato sucessivo. Pº R.P. 154/2004 DSJ-CT.- Inscrição de servidão de gás Menções Efeitos Título para registo Trato sucessivo. PARECER Recorrente:, S.A. Recorrida: 2ª Conservatória do Registo Predial de. Registo a qualificar:

Leia mais

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO CORAÇÃO AMARELO APROVADOS EM ASSEMBLEIA - GERAL DE 13.11.2009

ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO CORAÇÃO AMARELO APROVADOS EM ASSEMBLEIA - GERAL DE 13.11.2009 ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO CORAÇÃO AMARELO APROVADOS EM ASSEMBLEIA - GERAL DE 13.11.2009 Revistos conforme instruções da Procuradoria da República de Lisboa em Dezembro de 2010 ~~~~ ENTRADA EM VIGOR A 15

Leia mais

MANUAL JURÍDICO DA EMPRESA (4.ª EDIÇÃO) ADENDA

MANUAL JURÍDICO DA EMPRESA (4.ª EDIÇÃO) ADENDA MANUAL JURÍDICO DA EMPRESA (4.ª EDIÇÃO) ADENDA Manual Jurídico da Empresa 2 TÍTULO: MANUAL JURÍDICO DA EMPRESA Adenda à 4.ª Edição AUTORES: Maria Manuel Busto; Iva Carla Vieira EDITOR: LIVRARIA ALMEDINA

Leia mais

N/Referência: PROC.: R. P. 10/2014 STJ-CC Data de homologação: 14-04-2014 DELIBERAÇÃO

N/Referência: PROC.: R. P. 10/2014 STJ-CC Data de homologação: 14-04-2014 DELIBERAÇÃO N.º 24/ CC /2014 N/Referência: PROC.: R. P. 10/2014 STJ-CC Data de homologação: 14-04-2014 Recorrente: P. Proença V.., solicitadora. Recorrido: Conservatória do Registo Predial de Assunto: Documento particular

Leia mais

1ª. Se em caso de redução do capital social para cobertura de prejuízos fica afastada a aplicação do nº 1 do art. 95º do CSC;

1ª. Se em caso de redução do capital social para cobertura de prejuízos fica afastada a aplicação do nº 1 do art. 95º do CSC; Pº C. Co. 72/2009 SJC-CT. Consulente:. Instituto de Seguros de Portugal. Relatório: O. Instituto de Seguros de Portugal, considerando que é às respectivas conservatórias que compete em última instância,

Leia mais

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO Preâmbulo: O SIADAP visa contribuir para a melhoria do desempenho e qualidade de serviço da Administração Pública, para a coerência e harmonia da acção dos serviços, dirigentes e demais trabalhadores e

Leia mais

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE

ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE ESTATUTOS DA APBA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA BLONDE D AQUITAINE CAPÍTULO I ARTIGO PRIMEIRO (Constituição e denominação) Entre os bovinicultores fundadores da presente associação e os que queiram aderir aos

Leia mais

P.º R.P. 161/2006 DSJ-CT-

P.º R.P. 161/2006 DSJ-CT- P.º R.P. 161/2006 DSJ-CT- Compatibilização do regime legalmente previsto (D. L. n.º 68/04, de 25/03) que exige a certificação pelo notário na celebração de qualquer escritura pública que envolva a aquisição

Leia mais

P.º R. P. 189/2009 SJC-CT-

P.º R. P. 189/2009 SJC-CT- P.º R. P. 189/2009 SJC-CT- Pedido de rectificação de averbamento à descrição, ao abrigo do disposto no artigo 121.º do Código do Registo Predial Recusa Impugnação hierárquica Legitimidade da entidade ad

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. 13 de Outubro de 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)

Leia mais

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL Estatutos da Comissão Administrativa para a Coordenação dos Sistemas de Segurança

Leia mais

Assunto: Acção social de responsabilidade contra administrador Acção social ut universi e Acção social ut singuli Artigo 248º do Código Comercial

Assunto: Acção social de responsabilidade contra administrador Acção social ut universi e Acção social ut singuli Artigo 248º do Código Comercial Processo nº 407/2013 (Autos de recurso civil) Data: 11/Setembro/2014 Assunto: Acção social de responsabilidade contra administrador Acção social ut universi e Acção social ut singuli Artigo 248º do Código

Leia mais

Regimento da Assembleia Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa

Regimento da Assembleia Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa Regimento da Assembleia Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Natureza A Assembleia Geral é o órgão deliberativo máximo do Fórum Académico

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA

CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA CONTRATO DE SOCIEDADE DA TOMÁS TIMBANE E ASSOCIADOS ADVOGADOS SOCIEDADE UNIPESSOAL, LDA CAPÍTULO I FIRMA, OBJECTO SOCIAL E SEDE ARTIGO PRIMEIRO (Firma) Um) A Sociedade é constituída sob a forma de sociedade

Leia mais

ACÓRDÃO N.º 15/2004-1ªS/PL-15.Jul.2004

ACÓRDÃO N.º 15/2004-1ªS/PL-15.Jul.2004 ACÓRDÃO N.º 15/2004-1ªS/PL-15.Jul.2004 SUMÁRIO: 1. A celebração de um contrato de compra e venda de fogos destinados a fins de habitação social, entre um município e uma empresa municipal, com vista à

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL

REGULAMENTO ELEITORAL REGULAMENTO ELEITORAL I - PROCESSO ELEITORAL 1º 1. O processo eleitoral terá a duração máxima de 90 dias. 2. Em eleições regulares, realizadas trienalmente, iniciar- se- á no dia 1 de Outubro desse ano.

Leia mais

Pº RP 233/2009 SJC-CT

Pº RP 233/2009 SJC-CT 1 Pº RP 233/2009 SJC-CT -Documento particular autenticado distinção entre assinatura do termo, de um lado, e rubrica das respectivas folhas, do outro. Relevância da omissão de um ou outro dos requisitos

Leia mais

Sumário: Registo da propriedade de veículos ao abrigo do regime transitório especial consagrado no Decreto-Lei n.º 20/2008, de 31 de Janeiro.

Sumário: Registo da propriedade de veículos ao abrigo do regime transitório especial consagrado no Decreto-Lei n.º 20/2008, de 31 de Janeiro. P.º R. Bm. 4/2008 SJC-CT Sumário: Registo da propriedade de veículos ao abrigo do regime transitório especial consagrado no Decreto-Lei n.º 20/2008, de 31 de Janeiro. Recorrente: Manuel. Recorrida: Conservatória

Leia mais

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo

Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo PROCEDIMENTOS GERAIS PARA O REGISTO DE EMPRESAS EM PORTUGAL As sociedades estrangeiras podem praticar as suas actividades em Portugal através da constituição de uma representação permanente no território

Leia mais

A DISSOLUÇÃO DE SOCIEDADES CAUSAS DE DISSOLUÇÃO

A DISSOLUÇÃO DE SOCIEDADES CAUSAS DE DISSOLUÇÃO A DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO DE SOCIEDADES INDICE Causas de dissolução.. 2 Processo voluntário de dissolução... 3 Processo simplificado de dissolução.. 4 RJPADLEC - Dissolução... 5 RJPADLEC - Liquidação..

Leia mais

P.º R. P. 301/04 DSJ-CT

P.º R. P. 301/04 DSJ-CT P.º R. P. 301/04 DSJ-CT - Registo de hipoteca legal por dívidas à Segurança Social sobre bens dos gerentes da sociedade devedora. Documentos instrutórios : certidão comprovativa da dívida e cópia autenticada

Leia mais

Assim, ao abrigo do disposto no artigo 50.º do Decreto-Lei n.º 48547, de 27 de Agosto de 1968:

Assim, ao abrigo do disposto no artigo 50.º do Decreto-Lei n.º 48547, de 27 de Agosto de 1968: A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo da Portaria n.º 936-A/99, de 22 de Outubro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Portaria n.º 936-A/99 de 22 de Outubro

Leia mais

DOCUMENTO COMPLEMENTAR, elaborado nos termos do art.º 64.º n.º 2 do Código do Notariado, contendo os estatutos da associação denominada APIPSIQ - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INTERNOS DE PSIQUIATRIA. ESTATUTOS

Leia mais

Associação Desportiva e Recreativa Escolar Praiense

Associação Desportiva e Recreativa Escolar Praiense I DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS 2 II ARTIGOS EXPRESSOS NOS ESTATUTOS 2 III REGULAMENTAÇÃO INTERNA Símbolos Identificativos Quotização / Outros Encargos Gestão Económico-financeira Conta Bancária da Associação

Leia mais

PARECER. 1 Por decisão superior foi determinada a audição deste Conselho acerca da seguinte questão:

PARECER. 1 Por decisão superior foi determinada a audição deste Conselho acerca da seguinte questão: P.º n.º C.P. 34/2011 SJC-CT Procedimento especial de transmissão, oneração e registo imediato de imóveis. Digitalização do documento que titula o negócio jurídico no âmbito do referido procedimento. Possibilidade

Leia mais

REGULAMENTO DE RECRUTAMENTO DE PESSOAL

REGULAMENTO DE RECRUTAMENTO DE PESSOAL REGULAMENTO DE RECRUTAMENTO DE PESSOAL Artigo 1. o (Recrutamento e selecção) 1. O recrutamento de pessoal consiste no conjunto de acções destinadas a pôr à disposição da AMCM os meios humanos necessários

Leia mais

Regulamento Geral Interno Associação dos Amigos do Armazém das Artes RI AAAA

Regulamento Geral Interno Associação dos Amigos do Armazém das Artes RI AAAA RegulamentoGeralInterno AssociaçãodosAmigosdoArmazémdasArtes RI AAAA CAPÍTULOPRIMEIRO DisposiçõesGerais Artigo1.º Sede 1. Opresenteregulamentogeralinterno,aprovadoemAssembleia Geral,regula ofuncionamentodaassociação,comsedenaruaeng.duartepacheco,nº38,

Leia mais

REGULAMENTO DO REGISTO COMERCIAL. Portaria 657-A/2006, de 29 de Junho

REGULAMENTO DO REGISTO COMERCIAL. Portaria 657-A/2006, de 29 de Junho (Não dispensa a consulta do Diário da República) REGULAMENTO DO REGISTO COMERCIAL Portaria 657-A/2006, de 29 de Junho CAPÍTULO I Suporte e processo de registo SECÇÃO I Suportes de registo Artigo 1.º Instrumentos

Leia mais

Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo

Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo Acórdãos STA Processo: 0831/11 Data do Acordão: 16-11-2011 Tribunal: 2 SECÇÃO Relator: PEDRO DELGADO Descritores: Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo GRADUAÇÃO DE CRÉDITOS IRS IRC HIPOTECA PRIVILÉGIO

Leia mais

Pº R.P.16/2005 DSJ-CT Usufruto Alienação conjunta, gratuita ou onerosa, por nu proprietário e usufrutuário Eficácia real Efeitos tabulares.

Pº R.P.16/2005 DSJ-CT Usufruto Alienação conjunta, gratuita ou onerosa, por nu proprietário e usufrutuário Eficácia real Efeitos tabulares. Pº R.P.16/2005 DSJ-CT Usufruto Alienação conjunta, gratuita ou onerosa, por nu proprietário e usufrutuário Eficácia real Efeitos tabulares. PARECER Registo a qualificar: Aquisição da fracção autónoma U1

Leia mais

Nos termos da alínea a) do Nº 1 do artigo 198º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Nos termos da alínea a) do Nº 1 do artigo 198º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Das neue Gesetzesdekret über das Sofortunternehmen Decreto-Lei Nº 111/2005 de 8 de Julho O desenvolvimento da competitividade da economia portuguesa é uma prioridade fundamental do XVII Governo Constitucional.

Leia mais

Consulta: Como efectuar o registo comercial de transformação de sociedade civil em sociedade comercial ou em sociedade civil sob forma comercial?

Consulta: Como efectuar o registo comercial de transformação de sociedade civil em sociedade comercial ou em sociedade civil sob forma comercial? Pº C. Co. 101/2010 SJC-CT. Consulta: Como efectuar o registo comercial de transformação de sociedade civil em sociedade comercial ou em sociedade civil sob forma comercial?... solicitou ao IRN, I.P. que

Leia mais

P.º R. P. 22/2009 SJC-CT-

P.º R. P. 22/2009 SJC-CT- P.º R. P. 22/2009 SJC-CT- Averbamento de rectificação da descrição quanto à área, fundado em erro de medição. Enquadramento do respectivo pedido na previsão legal do artigo 28.º-C do CRP ou no processo

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO HÍPICA DE ALCOBAÇA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO HÍPICA DE ALCOBAÇA ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO HÍPICA DE ALCOBAÇA CAPITULO I ARTIGO 1 º É constituída uma Associação com a denominação ASSOCIAÇÃO HÍPICA DE ALCOBAÇA, com a sede em Av. dos Combatentes, nº. 27 1º E - apartado

Leia mais

6. Em despacho proferido ao abrigo do disposto no art. 142º-A do C.R.P. foi sustentada a qualificação.

6. Em despacho proferido ao abrigo do disposto no art. 142º-A do C.R.P. foi sustentada a qualificação. P.º n.º R.P. 212/2011 SJC-CT Aquisição em comum e sem determinação de parte ou direito. Averbamento de transmissão de posição. Provisoriedade por dúvidas. DELIBERAÇÃO 1. Por escritura de 2011/07/22, denominada

Leia mais

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social

APGC. Associação Portuguesa de Gestão Cultural. Pacto Social APGC Associação Portuguesa de Gestão Cultural Pacto Social Constituída por escritura pública a 09 de Novembro de 2001 Capítulo I Denominação, Natureza, Sede, Objecto, Missão e Objectivos Artigo 1.º - Denominação

Leia mais

Plano para recuperar ou liquidar a empresa

Plano para recuperar ou liquidar a empresa Plano para recuperar ou liquidar a empresa Os credores podem decidir se querem recuperar a empresa ou liquidála. Cabe aos credores de uma empresa decidirem se querem recuperá-la a empresa ou liquidá-la,

Leia mais

Pº R.P. 177/2008 SJC-CT-

Pº R.P. 177/2008 SJC-CT- Pº R.P. 177/2008 SJC-CT- Conversão de prédio ou fracção autónoma para sistema informático na pendência de pedidos de conversão e renovação Apresentação de petição de recurso hierárquico pela via da telecópia

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO PARTICULAR E COOPERATIVO - A.E.E.P.

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO PARTICULAR E COOPERATIVO - A.E.E.P. ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO PARTICULAR E COOPERATIVO - A.E.E.P. Com as alterações aprovadas em Assembleia Geral de 8 de Julho de 2003 CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE, NATUREZA

Leia mais

828 Diário da República, 1. a série N. o 20 29 de Janeiro de 2007 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

828 Diário da República, 1. a série N. o 20 29 de Janeiro de 2007 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES 828 Diário da República, 1. a série N. o 20 29 de Janeiro de 2007 MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Portaria n. o 138/2007 Manda o Governo, pelo Secretário de Estado Adjunto, das

Leia mais

P.º R.P. 67/2009 SJC-CT

P.º R.P. 67/2009 SJC-CT P.º R.P. 67/2009 SJC-CT Escritura pública versus documento particular autenticado e depositado electronicamente Compra e venda Documento particular outorgado e assinado pelas partes e por solicitador Recusa

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DA LUSA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DE PORTUGAL,S.A. CAPÍTULO PRIMEIRO. (Firma, Sede e objecto)

CONTRATO DE SOCIEDADE DA LUSA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DE PORTUGAL,S.A. CAPÍTULO PRIMEIRO. (Firma, Sede e objecto) CONTRATO DE SOCIEDADE DA LUSA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DE PORTUGAL,S.A. CAPÍTULO PRIMEIRO (Firma, Sede e objecto) Artigo Primeiro A sociedade adopta a firma LUSA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DE PORTUGAL, S.A.. Artigo

Leia mais

P.ºn.º R.P. 89/2010 SJC-CT Anexação. Hipoteca. Indivisibilidade. Cancelamento. Arredondamento de estremas de prédio confinante.

P.ºn.º R.P. 89/2010 SJC-CT Anexação. Hipoteca. Indivisibilidade. Cancelamento. Arredondamento de estremas de prédio confinante. P.ºn.º R.P. 89/2010 SJC-CT Anexação. Hipoteca. Indivisibilidade. Cancelamento. Arredondamento de estremas de prédio confinante. DELIBERAÇÃO 1. É a seguinte a situação registral dos dois prédios abrangidos

Leia mais

Pº R.P.135 136 /2009 SJC-CT-

Pº R.P.135 136 /2009 SJC-CT- Pº R.P.135 e 136 /2009 SJC-CT- (Im)possibilidade legal de incluir a cláusula de reversão dos bens doados em contrato de partilha em vida. DELIBERAçÃO Relatório 1. Os presentes recursos hierárquicos vêm

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE. Empresa Geral do Fomento, S.A. ARTIGO PRIMEIRO. Tipo e Firma

CONTRATO DE SOCIEDADE. Empresa Geral do Fomento, S.A. ARTIGO PRIMEIRO. Tipo e Firma CONTRATO DE SOCIEDADE de Empresa Geral do Fomento, S.A. ARTIGO PRIMEIRO Tipo e Firma A sociedade é constituída segundo o tipo de sociedade anónima e adopta a firma Empresa Geral do Fomento, S.A. ARTIGO

Leia mais

ESCOLA DE DIREITO REGULAMENTO DO DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS JURÍDICAS SEM CURSO DE DOUTORAMENTO

ESCOLA DE DIREITO REGULAMENTO DO DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS JURÍDICAS SEM CURSO DE DOUTORAMENTO ESCOLA DE DIREITO REGULAMENTO DO DOUTORAMENTO EM CIÊNCIAS JURÍDICAS SEM CURSO DE DOUTORAMENTO UNIVERSIDADE DO MINHO 2008 REGULAMENTO DO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE À OBTENÇÃO DO GRAU DE DOUTOR EM CIÊNCIAS

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO RANCHO FOLCLÓRICO SAMPAENSE

REGULAMENTO INTERNO RANCHO FOLCLÓRICO SAMPAENSE REGULAMENTO INTERNO RANCHO FOLCLÓRICO SAMPAENSE CAPITULO I ENQUADRAMENTO Artigo 1º. Denominação No âmbito das actividades e ao abrigo dos antigos estatutos sociais da S.R.L.S., foi fundado e organizado

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE DE FERREL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE DE FERREL ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE FERREL APROVADOS PELO DECRETO LEI N.º 119/ 83 DE 25 DE FEVEREIRO DE 2000 ALTERADOS PELO DECRETO LEI N.º 402/ 85 DE

Leia mais

FUNDAÇÃO ALENTEJO ESTATUTOS

FUNDAÇÃO ALENTEJO ESTATUTOS FUNDAÇÃO ALENTEJO ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE E OBJECTO SOCIAL ARTIGO PRIMEIRO (Denominação e Qualificação) A FUNDAÇÃO ALENTEJO adiante designada apenas por Fundação, é uma Pessoa Colectiva

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 163 24 de Agosto de 2007 5659 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 40/2007 de 24 de Agosto Aprova um regime especial de constituição imediata de associações e actualiza o

Leia mais

CÓDIGO COOPERATIVO - Quadro Comparativo

CÓDIGO COOPERATIVO - Quadro Comparativo CÓDIGO COOPERATIVO - Quadro Comparativo Nota Prévia: O presente quadro comparativo destina-se a facilitar uma leitura das alterações que novo Código Cooperativo (aprovado pela Lei n.º 119/2015 de 31 de

Leia mais

PROJECTO DE FUSÃO. Marinha Grande, 24 de Abril de 2007

PROJECTO DE FUSÃO. Marinha Grande, 24 de Abril de 2007 Este documento, apresentado como Modelo de Projecto de Fusão, resulta de um caso (processo de fusão) real. Na conjuntura actual, em que as entidades empresariais cada vez mais encaram processos de reorganização

Leia mais

PARECER R. Co. 52/2005 DSJ-CT

PARECER R. Co. 52/2005 DSJ-CT PARECER R. Co. 52/2005 DSJ-CT - Apresentação de impugnação através de telecópia. Rejeição da impugnação. Aumento de capital por incorporação de suprimentos. Exigência de Relatório de Revisor Oficial de

Leia mais

Registo a qualificar: Alteração parcial, requisitado pela Ap. 43, de..

Registo a qualificar: Alteração parcial, requisitado pela Ap. 43, de.. Pº R.Co. 15/2010 SJC-CT Recorrente: A, SGPS, S.A. Recorrida: Conservatória do Registo Comercial. Registo a qualificar: Alteração parcial, requisitado pela Ap. 43, de.. Relatório: A. Pela Ap. 43 de foi

Leia mais

A.F.S.D. ASSOCIAÇÃO DE FAMÍLIAS SOLIDÁRIAS COM A DEFICIÊNCIA ESTATUTOS. Capítulo I. Denominação, sede, âmbito de acção e afins. Artigo 1.

A.F.S.D. ASSOCIAÇÃO DE FAMÍLIAS SOLIDÁRIAS COM A DEFICIÊNCIA ESTATUTOS. Capítulo I. Denominação, sede, âmbito de acção e afins. Artigo 1. A.F.S.D. ASSOCIAÇÃO DE FAMÍLIAS SOLIDÁRIAS COM A DEFICIÊNCIA ESTATUTOS Capítulo I Denominação, sede, âmbito de acção e afins. Artigo 1.º 1. A.F.S.D. - Associação de Famílias Solidárias com a Deficiência,

Leia mais

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93)

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL (Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1.

Leia mais

ESTATUTO DA SOCIEDADE .. SOCIEDADE UNIPESOAL S.A.

ESTATUTO DA SOCIEDADE .. SOCIEDADE UNIPESOAL S.A. ESTATUTO DA SOCIEDADE.. SOCIEDADE UNIPESOAL S.A. CAPÍTULO I Da Firma, Tipo, Sede, Duração e Objecto Social ARTIGO 1.º (Natureza jurídica, denominação e duração) A sociedade adopta o tipo de sociedade anónima

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO REDE PROCURA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROTEÓMICA

REGULAMENTO INTERNO REDE PROCURA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROTEÓMICA REGULAMENTO INTERNO REDE PROCURA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE PROTEÓMICA CAPITULO I PREÂMBULO Artigo 1º Objeto 1. O presente Regulamento vem complementar e executar as normas estatutárias da Rede Procura Associação

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA NA ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM S. FRANCISCO DAS MISERICÓRDIAS TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º (Objecto e âmbito)

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO Reunião de Câmara: Reunião da Assembleia: Entrada em vigor: CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Lei Habilitante O presente

Leia mais

CONSEST, promoção imobiliária, S.A.

CONSEST, promoção imobiliária, S.A. CONSEST, promoção imobiliária, S.A. CAPITULO I Denominação, objecto e sede social Artigo 1º Denominação e sede 1. A Sociedade adopta a firma CONSEST Promoção Imobiliária, S.A., e tem sede na Av. Defensores

Leia mais

JUSTIFICAÇÃO- RECURSO CONTENCIOSO - DECISÃO JUDICIAL. Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal

JUSTIFICAÇÃO- RECURSO CONTENCIOSO - DECISÃO JUDICIAL. Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal JUSTIFICAÇÃO- RECURSO CONTENCIOSO - DECISÃO JUDICIAL I RELATÓRIO Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal Maria ( ) interpôs recurso da decisão proferida pelo Conservador da 1.ª Conservatória do Registo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE MAFRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. (Objecto)

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE MAFRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º. (Objecto) REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE MAFRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Objecto) O presente Regimento Interno tem por objectivo definir o funcionamento e organização do

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES Ao abrigo do disposto na alínea a) do n.º 2 do artigo 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei

Leia mais

Lei n.º 14/2002 de 19 de Fevereiro Publicado no DR 42, Série I-A de 2002-02-19

Lei n.º 14/2002 de 19 de Fevereiro Publicado no DR 42, Série I-A de 2002-02-19 Rectificada pela Declaração de Rectificação n.º 15/2002, de 26-3. ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 14/2002 de 19 de Fevereiro Publicado no DR 42, Série I-A de 2002-02-19 Regula o exercício da liberdade

Leia mais

RECOMENDAÇÃO Nº 5 /A/2007 (artigo 20º, nº1, alínea a), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril 1 ) I - ENUNCIADO -

RECOMENDAÇÃO Nº 5 /A/2007 (artigo 20º, nº1, alínea a), da Lei n.º 9/91, de 9 de Abril 1 ) I - ENUNCIADO - Número: 5/A/2007 Data: 26-04-2007 Entidade visada: Director-Geral dos Impostos Assunto: Sociedades de mediação de seguros. Prazo para apresentação da declaração de início de actividade. Processo: R-4816/05

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA EDP RENOVÁVEIS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA EDP RENOVÁVEIS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA EDP RENOVÁVEIS, S.A. ÍNDICE TÍTULO PRELIMINAR... 2 Artigo 1.-Objecto e Finalidade... 2 Artigo 2.- Interpretação... 2 Artigo 3.- Hierarquia e Supletividade... 2 Artigo

Leia mais

Código Cooperativo Lei Nº 51/96 de 7de Setembro

Código Cooperativo Lei Nº 51/96 de 7de Setembro Código Cooperativo Lei Nº 51/96 de 7de Setembro 1. Alterados os arts. 10º, 12º, 13º (este último na redacção do DL 108/2001 de 06-Abr), 76º, 77º (na redacção do DL 108/2001 de 06-Abr), 78º, 81º, 89º e

Leia mais

CAPÍTULO I. Da denominação, sede, âmbito da acção e fins. Artigo Primeiro. Artigo Segundo

CAPÍTULO I. Da denominação, sede, âmbito da acção e fins. Artigo Primeiro. Artigo Segundo CAPÍTULO I Da denominação, sede, âmbito da acção e fins Artigo Primeiro A Associação para o Desenvolvimento de Miragaia, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede na Rua do Clube,

Leia mais

Sumário: Constituição de sociedade civil sob forma comercial. Selo devido verba 26.1 da Tabela Geral do Imposto do Selo (TGIS).

Sumário: Constituição de sociedade civil sob forma comercial. Selo devido verba 26.1 da Tabela Geral do Imposto do Selo (TGIS). P.º C. Co. 15/2009 SJC-CT Sumário: Constituição de sociedade civil sob forma comercial. Selo devido verba 26.1 da Tabela Geral do Imposto do Selo (TGIS). 1 O Senhor Conservador dos Registos Predial e Comercial

Leia mais

REGULAMENTO DO TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS TRANSPORTE EM TÁXI DO CONCELHO DE VALPAÇOS.

REGULAMENTO DO TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS TRANSPORTE EM TÁXI DO CONCELHO DE VALPAÇOS. REGULAMENTO DO TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER DE VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS TRANSPORTE EM TÁXI DO CONCELHO DE VALPAÇOS. Preâmbulo Em 28 de Novembro de 1995, foi publicado o Decreto-Lei

Leia mais

ESTABELECIMENTO DE EMPRESAS EM MOÇAMBIQUE

ESTABELECIMENTO DE EMPRESAS EM MOÇAMBIQUE ESTABELECIMENTO DE EMPRESAS EM MOÇAMBIQUE Edição Online e coordenação técnica: Icep Portugal/Unidade Conhecimento de Mercado Actualização: Unidade Conhecimento de Mercado Data: Julho 2004 ÍNDICE 1. Princípios

Leia mais

CAMARJ CAIXA DE ASSISTÊNCIA AOS MEMBROS DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CONSELHO CONSULTIVO REGIMENTO INTERNO

CAMARJ CAIXA DE ASSISTÊNCIA AOS MEMBROS DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CONSELHO CONSULTIVO REGIMENTO INTERNO 1 CAMARJ CAIXA DE ASSISTÊNCIA AOS MEMBROS DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CONSELHO CONSULTIVO REGIMENTO INTERNO ARTIGO 1º Este regimento Interno dispõe sobre as atribuições e o funcionamento

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º DENOMINAÇÃO, NATUREZA E SEDE 1. A Associação para o Desenvolvimento da Medicina Tropical, adiante designada por ADMT é uma associação cientifica e tecnológica,

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DO PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DE SOCIEDADES COMERCIAIS EM ANGOLA

SIMPLIFICAÇÃO DO PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DE SOCIEDADES COMERCIAIS EM ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DO PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DE SOCIEDADES COMERCIAIS EM ANGOLA Sofia Vale Julho de 2015 No dia 17 de Junho de 2015 foi publicada no Diário da República a Lei da Simplificação do Processo

Leia mais

SUMÁRIO. - Ao abrigo do disposto no artigo 219º do Código. de Processo Civil, o pedido de apensação só pode ser

SUMÁRIO. - Ao abrigo do disposto no artigo 219º do Código. de Processo Civil, o pedido de apensação só pode ser Processo nº 646/2014 (Autos de recurso civil) Data: 14/Maio/2015 Assuntos: Apensação de acções SUMÁRIO - Ao abrigo do disposto no artigo 219º do Código de Processo Civil, o pedido de apensação só pode

Leia mais

Critérios para Avaliação do Desempenho

Critérios para Avaliação do Desempenho Critérios para Avaliação do Desempenho Índice AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO...5 INFORMAÇÃO...5 O QUE É A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO?...5 OBJECTIVOS DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO...5 A ENTREVISTA DE AVALIAÇÃO...6 OBJECTIVOS

Leia mais

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A.

Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. Estatutos da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. CAPÍTULO I Denominação, duração, sede e objecto Artigo 1º Denominação e duração 1 - A sociedade adopta a forma de sociedade anónima e a denominação

Leia mais

ESTATUTOS FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL

ESTATUTOS FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO ESCOLA PROFISSIONAL DE SETÚBAL Aprovados pelo CA em de 02-12-2008; pela CMS em 10.12.2008; pela AM em 29.12.2008 Escritura celebrada pelo Notário Privativo da CMS em 16.01.2009 Publicado

Leia mais

CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social

CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social ESTATUTOS DA PARPÚBLICA PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objeto social Artigo 1.º (Denominação) A sociedade adota a denominação PARPÚBLICA Participações Públicas

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA ESTATUTOS ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA ESTATUTOS Estatutos aprovados em Acta de fundação em 4 de Janeiro de 2012 Alterações estatutárias aprovadas em 28 de Fevereiro de 2012 Publicados e disponíveis no site publicacoes.mj.pt

Leia mais

GUIA PRÁTICO CONSTITUIÇÃO DE INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL

GUIA PRÁTICO CONSTITUIÇÃO DE INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL GUIA PRÁTICO CONSTITUIÇÃO DE INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/14 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Constituição

Leia mais

Acórdão nº 101/03 14.OUT.03 1ªS/SS

Acórdão nº 101/03 14.OUT.03 1ªS/SS Transitou em julgado em 03/11/03 Acórdão nº 101/03 14.OUT.03 1ªS/SS Processo nº 2274/03 A Câmara Municipal das Caldas da Rainha submeteu a fiscalização prévia um contrato celebrado com a Empresa Souto

Leia mais

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins

ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins CAPÍTULO I Da Denominação, Sede e Âmbito de Acção e Fins Artigo 1º A Associação Grãos de Gente Creche e Jardim-de-Infância do Campus da Quinta do Marquês é uma instituição particular de solidariedade social

Leia mais

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas. Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro

Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas. Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro Estatutos da Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas Capítulo I Fins, Sede e Ano Social Primeiro 1. A Sociedade Portuguesa de Ciências Farmacêuticas tem por objectivo promover, desenvolver e divulgar

Leia mais

P.º R. P. 122/2007 DSJ-CT:

P.º R. P. 122/2007 DSJ-CT: P.º R. P. 122/2007 DSJ-CT: Capacidade das sociedades comerciais para fazer doações, face ao disposto no artigo 6.º do Código das Sociedades Comerciais. DELIBERAÇÃO Em 15 de Março de 2007, sob a Ap. n.º89,

Leia mais

Extinção da empresa por vontade dos sócios

Extinção da empresa por vontade dos sócios Extinção da empresa por vontade dos sócios A dissolução de uma sociedade por deliberação dos sócios pode fazer-se de várias formas, designadamente de forma imediata, com liquidação simultânea, com partilha,

Leia mais