Ninguém jamais poderá mensurar, nem mesmo os poetas, o quanto o coração pode conter. - Zelda Fitzgerald

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ninguém jamais poderá mensurar, nem mesmo os poetas, o quanto o coração pode conter. - Zelda Fitzgerald"

Transcrição

1

2

3

4 SINOPSE "Nós dois queremos tanto isso. Eu posso sentir essa energia entre nós como a força quente de nossa primeira atração, tangível e intensa." Depois de mentiras e traição quase destruirem o seu casamento, Dean e Olivia West reacendem sua paixão felizes. O professor de história medieval e sua adorável esposa estão determinados a corrigir seus erros, e a gravidez inesperada de Liv intensifica seu desejo de se apaixonar loucamente de novo. Então, uma crise de família força Dean a voltar e brigar com seus pais e irmãos, revelando-se mais um segredo de família doloroso. Dean luta para proteger Liv da hostilidade, mas, pela primeira vez, Liv resiste à defesa do seu cavaleiro branco. Seus conflitos precisam se resolvidos com a necessidade desesperada de Dean para protegê-la. Liv e Dean lutaram obstáculos juntos antes, mas os amargos conflitos familiares agora põem em perigo a sua intimidade frágil. E, quando a carreira de Dean é repentinamente ameaçada, ele e Liv devem lutar com os eventos que poderiam prejudicá-los de uma forma que nunca tinham imaginado.

5 Ninguém jamais poderá mensurar, nem mesmo os poetas, o quanto o coração pode conter. - Zelda Fitzgerald

6

7 OLIVIA 24 DE DEZEMBRO Estávamos nos beijando no armário de casacos. O armário de casacos. Estou encostada na parede do fundo, as mãos dele estão apoiadas em ambos os lados da minha cabeça, e sua boca está colada quente e profundamente na minha. Meu rabo de cavalo está escapando da presilha, meus dedos estão agarrando seus ombros e eu estou perdida na doce e dolorosa cascata de prazer. Dean empurra a perna entre as minhas, movendo-se para puxar para cima meu vestido na altura do joelho e envolve a parte de trás da minha coxa com a mão. Sua língua assola meu lábio inferior. Ondas de excitação precorrem entre nós, permitindo um alívio depois da tensão latente das últimas horas. Toda vez que o procurei em meio às festividades do feriado, encontrei-o me olhando. Toda vez que nossos olhos se encontravam, faíscas de eletricidade eram lançadas no ar. Toda vez que o via andar no meio da multidão, meu coração acelerava. Circulamos entre os outros como felinos enquanto passávamos através das luminosas salas da casa Langdon, uma mansão vitoriana histórica adornada com árvores de natal coloridas, guirlandas verdes frescas, e decorações antigas. Andamos entre os aglomerados de pessoas, todas as mulheres vestidas com vestidos brilhantes de festa, e os homens de terno e gravata caros. Entramos e saímos das conversas com outros convidados. Encontramo-nos outra vez e trocamos olhares aquecidos de promessa.

8 Até que ele me pegou no saguão ao lado da sala de casacos, envolvendo meu braço com sua mão enquanto ele me guiava para dentro e fechou a porta atrás de si. Meu pulso saltou quando ele veio na minha direção, me apoiou contra a parede e me prendeu em seus braços um instante antes de sua boca se apossar da minha. Não sei por quanto tempo ficamos aqui. Não me importo. Meu mundo foi reduzido a este espaço. Só existe a pressão do corpo dele, o volume sólido de seu peito, a mistura de nossas respirações. Os aromas de pinho, canela e maçãs estavam no ar. Uma estreita faixa de luz brilha por baixo da porta. Risadas e conversas emanam através das paredes. Passo minhas mãos pelos sulcos de seu torso. Sinto o calor queimando através de sua camisa. Ele move sua boca pelo meu rosto até o meu pescoço. Meu vestido está levantado até minha cintura. Dean aperta minhas coxas, que estão cobertas por meias calças. Ele rosna de frustração quando descobre a apertada calcinha de elastano. Ele levanta a cabeça, seu olhar colidindo com o meu, antes dele agarrar a frágil meia e a rasgar. Meu coração palpita. Tira isso. Ele puxa minha calcinha fazendo uma careta de impaciência. Ainda bem que ela não é de modelagem. Eu falei ofegante, empurrando o cós sobre meus quadris até o meio de minhas coxas. Que diabos é calcinha de modelagem? Ele coloca sua mão por baixo das minhas roupas íntimas de algodão e geme. Ah, foda-se. Não se importe. Seus dedos investigam mais fundo em minha fenda. Suspiro, segurando a frente de sua camisa, com a ansiedade fluindo em meu sangue. Ele desliza o dedo indicador para dentro de mim, esfregando a palma da mão no meu clitóris. Vamos lá, gracinha. Ele sussurra e sua respiração faz um caminho quente até o meu ouvido. Ele desliza os lábios na lateral pulsante do meu pescoço, em seguida, coloca outro dedo dentro do meu corpo para acariciar minha carne interna. Arqueio em direção a ele. Um grito de prazer se aloja em minha garganta, pronto para fugir, quando, de repente, Dean coloca sua mão sobre a minha boca. Ele me empurra para a direita, através de uma cortina de casacos de lã para a parede lateral. A luz inunda o armário um segundo depois de eu perceber o clique da maçaneta da porta abrindo.

9 Apertei meu abraço na camiseta de Dean. Ele tirou a mão da minha, nossas respirações pesadas felizmente abafadas pelo som de vozes incessantes. Você provou aqueles rolinhos de salmão? Uma das mulheres perguntou. Eles são novos no cardápio. Ah, sim. Muito leves e deliciosos. Acho que devemos contratar os mesmos fornecedores para o festival de primavera, você não acha? Eu conheço essas mulheres. São membros do conselho de administração da Sociedade Histórica, Florence e Ruth Wickham. São duas adoráveis senhoras que usavam ternos em tons pastéis e colares de pérolas e, sem dúvidas, ficariam chocadas ao me acharem meio vestida no fundo do armário de casacos. Você lembra onde eu coloquei meu casaco? Florence perguntou à irmã. Eu contei a você que o comprei numa liquidação numa pequena boutique na Rua Dandelion? Pelo de camelo puro. O ar é abafado aqui. Uma gola de pele de um dos casacos pendurados roça no meu pescoço. Eu o tiro com impaciência. Ainda estou palpitando, frustrada por ter a minha excitação interrompida. Então, Dean pressiona o joelho entre minhas pernas, abrindo minhas coxas. Olho-o em seus olhos cheios de luxúria. Um sorriso cruel aparece em sua boca, quando ele coloca a mão no meu sexo novamente. Agarro seu pulso, consciente das senhroas ainda estarem procurando seus casacos de pelo de camelo. Mas ele se livra da minha mão e esfrega seu polegar contra o meu clitóris. Eu forço uma respiração, me derretendo por dentro. Ele abaixa a boca na minha novamente, mantendo uma mão firme em minhas costas, e a outra trabalhando em mim com intenções deliberadas. Abro meus lábios tocando os dele e caio na tentação novamente. Seu toque se torna mais íntimo, deslizando profundamente em minha abertura, seu polegar girando, esfregando e... Não posso impedi-lo. Não quero. Já faz muito tempo... Este furtivo encontro apressado no meio de uma festa é como beber limonada gelada em um dia escaldante. Tento reprimir um gemido e deixo minha cabeça cair para trás contra a parede enquanto sua língua desliza pela minha. Mais um golpe de seus dedos, e explosões de êxtase fluem ao longo de meus nervos. Ele abafa meus gritos com a pressão de sua boca. Agarro-me em seus ombros, e minhas pernas enfraquecem com a força das vibrações me inundando da cabeça aos pés.

10 Recuo e o olho, meu sangue pulsando. Ele ainda está completamente vestido, sua pesada ereção pressionando contra a parte da frente da calça. Embora os casacos bloqueiem a luz do armário, posso ver o ardor de seus olhos. Seu cabelo escuro está uma bagunça, uma mecha grossa caindo sobre a testa, suas maçãs do rosto elegantemente coradas. Ainda estamos respirando com dificuldade, e nenhum de nós se move. "Ah, aqui está! Olhe, aquele não é o casaco de Shirley?" A voz de Florence fica distante, conforme ela se move em direção à porta. "Ela disse que era de pele de lince. Você pode imaginar? Céus, mas é macio, não é? Sinta." Ruth murmura concordando. Finalmente, a luz se apaga e a porta se fecha. "Nós deveríamos ir." Sussurro. "Eu vou primeiro." Dean toca minha bochecha. "Aviso quando o caminho estiver livre." Esperamos mais alguns minutos para nos dar tempo para nos recompor. Endireitamos nossas roupas, e procuramos minha bolsa e seu paletó, ambos caídos no chão. Retornei minhas meias de nylon em torno de meus quadris, escondendo o rasgão sob o meu vestido, e tirei o cabelo de Dean de sua testa. "Espere aqui." Ele me deu um beijo em meus lábios e saiu do armário. Um segundo depois, ouvi uma batida rápida na porta. Corro para fora, incapaz de evitar um sorriso, quando nossos olhares se encontram fugazmente no vestíbulo. Sinto como se fôssemos um casal de adolescentes com tesão, esgueirando-se por baixo das arquibancadas. É uma ótima sensação que já não tenha experimentado outras vezes. O prazer de um encontro furtivo, apalpadelas furtivas, beijos secretos, tudo é tão alegre agora, porque posso compartilhá-las novamente com o meu marido. Atravesso o hall de entrada até o banheiro e recomponho rapidamente minha aparência toda desgrenhada. Penteei meu cabelo comprido de volta em seu rabo de cavalo, respinguei água em meu rosto com a intenção de diminuir o rubor facial, reapliquei o batom, e tentei suavizar as rugas do meu vestido. Dean apareceu no hall de entrada no momento em que saí, provavelmente para lidar com sua própria aparência amarrotada. Fui para a mesa de refrescos, que foi colocada na sala, e peguei uma garrafa de água mineral. "Ah, aí está você, querida."

11 Eu me viro e me encontro cara a cara com Florence Wickham envolvida em seu casaco de pelo de camelo e calçando um par de luvas de couro. "Não queria ir embora sem dizer adeus e desejar-lhe um feliz natal, Olivia." Diz ela. "Apreciamos muito o seu trabalho voluntário no Museu Histórico e os preparativos para as festas." "Gostei muito de fazê-lo." Florence me olha com os olhos adornados com sombra bege e rímel. Rogo aos céus que meu rosto não esteja ainda excessivamente corado, ou que Dean não tenha deixado um chupão no meu pescoço. "Não se esqueça de tirar um presente da árvore na sala de visitas." Continua Florence. "Todos os presentes foram doados por comerciantes locais, e há alguns itens encantadores." Ela puxa os pulsos de suas luvas. "Onde está aquele belo cavalheiro que veio com você?" "Eu acho que ele está falando com alguém na cozinha." "Ele é o seu marido?" Florence arqueia a sobrancelha delicadamente depilada, seu olhar investigando a minha mão esquerda. "Sim." Eu estendo minha mão para lhe mostrar o camafeu antigo no meu dedo anelar esquerdo. "Foi o meu anel de noivado." Eu uso o camafeu ao lado de minha aliança de casamento apenas em ocasiões especiais, mas nenhum outro símbolo no mundo poderia servir como uma declaração mais significativa de que pertenço a um único homem. "Eu amo camafeus." Florença o encara. "É lindo." "Obrigada." "Sem quere me intrometer, Olivia..." Ela se inclina para mais perto e abaixa seu tom voz para um sussurro conspiratório. "Seu marido é bastante arrojado, mas seu espírito aventureiro é... bem, digo, simplesmente irresistível." "Eu... peço mil desculpas!" "Minha querida, eu tenho 73 anos de idade." Diz Florence. "E em 52 anos de casamento, gostaria que o meu marido tivesse ao menos uma vez transado comigo em um armário." Ela pisca para mim, então se vira e vai embora. Apesar do constrangimento, não posso deixar de sorrir. Eu me imagino com setenta e três, lembrando de todas as coisas sexys que Dean e eu tenhamos feito ao longo dos anos. Lembrando desse momento no armário, durante uma festa...?

12 Bem, nós ainda podemos estar caminhando para lá, pelo que eu sei. Certamente, temos tempo de sobra... Tenho quase trinta anos, ele tem trinta e oito... O que nos dá muitos anos pela frente. Desde que possamos corrigir tudo o que tenha acontecido nos últimos quatro meses. Arrepios de tensão me atravessam. Coloco a mão minha barriga. "Vamos para nossa casa." A voz profunda de Dean percorre toda a minha pele. Nossa casa. O lugar a que eu pertenço. Viro-me para olhar meu marido. Apesar de seu paletó amassado, ele parece sereno com seu cabelo brilhando sob as luzes, as sobrancelhas negras e grossos cílios enfatizando os ângulos de sua mandíbula. Seu habitual ar de autocontrole o circunda, como um terno feito sob medida apenas para seu corpo magro e musculoso. Quando nossos olhares se encontram, seus olhos se enchem de calor. Eu conheço esse olhar. Um novo arrepio de prazer faísca até meus dedos enquanto ele pega a minha mão e voltamos para o armário de casacos. Desta vez para realmente pegarmos nossos casacos. Eu pego um presente embrulhado da árvore de natal e nos despedimos dos vários membros da Sociedade Histórica antes de sairmos para o frio de fim de tarde. A cidade de Mirror Lake está envolta em uma camada fresca de neve. Anjinhos alegres, árvores de natal e felizes renas enfeitam as janelas das lojas do centro da cidade. Cordas de luzes multicoloridas brilham em torno de postes de iluminação, janelas e toldos. Há rajadas de vento do lago congelado, que se situa como um enorme prato de porcelana na base das montanhas cobertas de branco. Caminhamos em direção ao carro de Dean estacionado no meio-fio, e ele abre a porta do lado do passageiro para mim. Voltamos para casa, nosso apartamento de dois quartos acima de uma fileira de lojas em Avalon Street. Passamos por grupos de compradores de presentes de natal de última hora, crianças excitadas e vários vendedores de festas vendendo pipoca e castanhas assadas. Como eu antecedi Dean subindo as escadas para o nosso apartamento, ele se esticou para correr a mão sobre a curva de meu traseiro. Dei uma olhada por cima do ombro dele. "Deixei você mal e sozinho, não foi?" Pergunto, destrancando a porta. " De fato você deixou. Não que eu esteja reclamando." No instante em que ele fechou a porta atrás de nós, virei-me para encontrar seu beijo iminente. Desta vez, não há necessidade de pressa ou furtividade. Nós tiramos nossos casacos lentamente com nossas bocas ainda unidas, então ele me virou em direção ao quarto.

13 Já se passaram mais de três semanas de partir o coração, desde então nós sequer nos beijamos. Depois de nossos problemas conjugais dos últimos meses culminarem em uma briga feia, eu saí do nosso apartamento e fiquei hospedada na casa de nossa amiga Kelsey March. Somente ontem, Dean e eu começamos a dar passo nos processo de reconciliação. Eu sentia muita falta dele. Tudo a respeito dele: a carícia de sua respiração, o som de sua voz, a força de seu corpo musculoso. Isso me lembra o quão boas as coisas podem ser entre nós e o quanto ainda o amo. Ele pega a parte de trás do meu pescoço na mão, angulando a cabeça para aprofundar a pressão de seu beijo. Meus ossos enfraquecem, conforme o desejo se espalha a partir do fundo do meu ventre através das minhas veias. Coloco minhas mãos em torno de seus braços, mergulhando na beleza da nossa união. "Tire a roupa." Sussurra Dean. Ele levanta a cabeça, deslizando a palma da mão pela minha bochecha enquanto ele dá um passo para trás. Luxúria fermenta em seus olhos enquanto ele me assiste enganchando meus dedos no material elástico do meu vestido, puxando-o sobre minha cabeça. Puxo as minhas meias de nylon rasgadas, sentindo o olhar de Dean observando meu decote delimitado por meu sutiã de algodão. Um traço de nervosismo me toca. Parece que uma vida inteira se passou desde que fiquei nua pela última vez em frente de meu marido. Ele acena com a cabeça em direção ao meu sutiã. "Deixe-me ver." Meu coração martela. Giro o fecho frontal do meu sutiã e o tiro dos meus ombros. O ar frio toca a minha pele. A respiração de Dean escapa rápido, seu olhar acaricia meus seios fartos e mamilos tensos. Ele acena com um dedo para mim. Ando alguns passos em direção a ele, um formigamento me percorre, quando ele toma meus seios em suas mãos grandes e quentes. Eu amo isso. Adoro a forma como ele me toca, esfregando as mãos debaixo dos meus seios, e, em seguida, subindo novamente para girar meus mamilos suavemente entre os dedos. A excitação se alaga em mim, centralizando na minha parte inferior do corpo. "Você pensa em nós?" Pergunto enquanto ele desliza sua mão sobre minha barriga e sob minha calcinha para o emaranhado de cachos entre as pernas. "Todas as noites." Ele passa o dedo indicador em meu sexo. "Senti muito a sua falta. Pensei em você montando em mim, me sugando, em suas mãos e ajoelhada... Um tremor passa por mim, quando ele esfrega meu clitóris. "Eu... eu pensei em tudo isso também."

14 Imagens das fantasias que eu tinha sobre nós durante as longas semanas de nossa separação aparecem em flashes na minha mente. Fantasias ainda mais quentes do que as que eu tinha com ele quando nos conhecemos. Espalho a minha mão sobre a extensão rígida de sua ereção e me aproximo para tocá-lo com meus seios. Ele abaixa a cabeça, acariciando as mãos pelas minhas costas para agarrar meu traseiro e me prender contra ele. Nossos corpos estão juntos, esfregando o algodão de sua camisa em mim, sensibilizando ainda mais os meus mamilos. Depois de mais um longo e profundo beijo, eu me afasto e estendo os braços para puxar minha calcinha para baixo. Meu corpo já libera desejo novamente. Dean passa seus olhos sobre minha nudez, a queimação de seu olhar fazendo minha pele formigar com urgência. Eu me ajoelho na cama e gesticulo para ele se deitar ao meu lado. Ainda vestido, ele se deita. Eu monto em sua cintura, passando minhas mãos sobre o peito ainda com camisa, sentindo o calor do seu corpo através dela, e a batida forte de seu coração. Abrindo os botões, esfrego seu peito musculoso, os sulcos de seu abdômen, até o cós da calça. Desafivelo o cinto e deslizo o couro ruidosamente. A fivela de metal faz um barulho metálico, assim que as jogo ao chão. Sua ereção empurra a frente de suas calças, e eu rapidamente abro o zíper para alcançar seu bonito pau grosso. Minha respiração acelera. Eu me desloco para o lado para poder tirar sua calça e sua cueca boxer e deixá-las no chão. Ele está me observando, seu peito subindo e descendo com as suas respirações rápidas. Agarro sua ereção e abaixo a minha cabeça para levá-lo à minha boca. Ele emaranha os dedos no meu cabelo. O gosto dele me inunda. Fecho meus olhos e suspiro, apertando os dedos ao redor dele. Ele empurra seus quadris para cima. Pus uma das mãos sobre seus quadris para mantê-lo no lugar. Posso sentir sua tensão, sua vontade de empurrar. Ele quer transar com a minha boca, mas não vai. Ainda não. Depois de um momento de adaptação, deslizo minha boca sobre ele, acariciando a minha língua sobre a veia pulsando na parte inferior da sua ereção. Meu batimento cardíaco ressoa em meus ouvidos, a excitação renovada fluindo em mim. Envolvo meus dedos em torno de seu pênis e o bombeio, mantendo meus lábios selados em torno da ponta. Dean fecha sua mão no meu cabelo. Um gemido ressoa de seu peito. Serpentinas de tensão através de seus músculos. Eu novamente o engulo bem profundo, meu cabelo caindo sobre suas coxas e em seu estômago.

15 Percebo isso instintivamente, como o momento em que seu controle está na iminência de se desfazer. Eu me movo por cima dele, nossos olhares colidindo com perfeita sintonia. Ele agarra minha cintura e me rola de costas, empurrando minhas pernas com o joelho. Em um movimento, ele afunda dentro de mim, o comprimento duro e repentino de seu pênis, arrancando um grito da minha garganta. "Dean!" "Ah, merda, Liv..." Ele se move, murmurando outra maldição enquanto uma sensação de retenção o atravessa. Ele empurra as mãos sob minhas coxas. "Isso é tão bom." Eu me contorço debaixo dele, minha respiração escaldando meus pulmões enquanto eu o sinto em profundidade. O impacto de suas estocadas agitando meu corpo, os botões da camisa abertos deslizando deliciosamente sobre a minha pele úmida. Agarro seus ombros, buscando sua boca com a minha, envolvendo minhas pernas ao redor de seus quadris para deixar nossos corpos juntos. Passei a última semana desejando exatamente isto: a pressão do poderoso corpo do meu marido contra mim, todo o peso dele em cima de mim. Eu tenho ansiado por ele para me tomar, me recuperar, prometo que vou ser sempre dele. Eu estive desesperada para me render a ele novamente. Ele tira, empurra para frente, mais uma vez, mais uma vez, até que está puxando e empurrando em um ritmo estimulante, que é ao mesmo tempo familiar e gloriosamente novo. Eu aperto em torno de seu pênis, o atrito agita os meus nervos. Eu não preciso de outro estímulo, exceto o do meu homem em cima de mim, me acariciando por dentro. Um êxtase explode em uma colisão de estrelas no mesmo instante em que Dean empurra tão profundo, que eu o sinto em meus ossos. Seu gemido vibra contra a minha pele enquanto ele entra em mim, seus dedos segurando minhas coxas. "Cristo." Ele sai de cima de mim rolando e ficamos lá, ofegando, enquanto recuperamos o fôlego, ainda encapsulados na neblina de luxúria. Eu me apoio em um cotovelo, virando-me para encará-lo. Ele está lindo, saciado, com a camisa aberta e enrugada, sua pele úmida de suor. Ele tira a camisa e a joga no chão. "Venha aqui." Diz ele. Eu enrolo meu corpo contra o dele, deslizando minha mão em seu abdômen. Isto é fácil. Se pudéssemos corrigir tudo dando prazer um ao outro, já estaria tudo de volta em seu lugar, sem dúvidas nem desconfiança. Sem medo. Mas por mais que o sexo sempre tenha sido bom entre nós, sabemos que não é o suficiente. Eu não sei o que vai ser o suficiente.

16 "Dean..." "Vamos conversar amanhã, Liv." Ele aperta seu braço ao meu redor e passa sua boca contra minha têmpora. "Agora eu quero você nua encostada em mim. Eu quero acordar gelado, porque você monopolizou todos os cobertores. Eu quero sentir sua perna entre as minhas, seu cabelo no meu rosto, o braço atirado em meu peito. Quero encontrar-me na beirada da cama de manhã, porque você se esparramou por todo o colchão. Eu quero dormir com você." Eu me aproximo dele e guardo o meu rosto na junção entre o seu pescoço e ombro. Inspiro o aroma de sua pele. Sinto seu coração batendo contra a palma da minha mão. Esse, enfim, é exatamente o lugar ao qual nós dois pertencemos. Manhã de natal. Os lençóis são formam um casulo de maciez, o calor acolhedor do corpo do meu marido ao meu lado. Eu me viro para olhar para o relógio. Quatro da manhã. Raramente acordei cedo na manhã de natal. Quando era criança, quase não tive a chance de acreditar em Papai Noel. Tenho uma vaga lembrança de estar com cinco anos de idade, meu pai ainda estava vivo, e meus pais ainda estavam juntos. Essa foi, talvez, a última vez que dormi na véspera de natal animada com a expectativa de que haveria presentes embaixo da árvore na manhã seguinte. Agora estou acordada. Pressiono a mão em meu estômago. Escuto o som ritmado da respiração de Dean. Penso na minha mãe e me pergunto onde ela está. Chego mais perto de Dean e passo minha mão sobre seu peito, até o abdômen. Olho para o rosto dele, todos os traços masculinos e ângulos compensados por suas sobrancelhas escuras. Escovo meus dedos sobre os pelos ásperos que revestem o queixo. Ele se mexe, abrindo os olhos. Lindos olhos cor de chocolate e com pintas douradas, como tesouros escondidos. "Feliz Natal." Sussurro. Meu corpo inteiro relaxa com o conhecimento de como certo parece estar ao lado dele novamente. Como era completamente errada a nossa separação. "É bom acordar e ver você aqui." Diz ele. "É bom acordar e estar aqui." Eu ergo minha mão esquerda, com a palma para fora. "Lembra?" "Lembro." Ele coloca a palma da mão esquerda contra a minha. Nossas alianças de casamento fazem um clique suave quando se tocam, então deslizo minha mão para alinhar nossas palmas. Nós

17 entrelaçamos nossos dedos. Dean rola de costas e me puxa para seu lado, as nossas mãos ligadas descansando em seu peito. "Você já fez algum plano de viagem para as férias de inverno?" Pergunto. "Você falou sobre o desejo de fugir. Um lugar quente, talvez." "Eu não faria planos sem você. Mas temos tempo, se você quiser ir a algum lugar em especial. O semestre da primavera não começa até fevereiro." "Não." Eu esfrego meu rosto em seu ombro. "Eu só quero ficar aqui com você." Ele beija minha testa. "Ei, eu não tive a chance de contar a minha boa notícia." "Diga-me." "Você sabe aquela associação do Instituto de Pesquisa Histórica? Devido ao sucesso do programa de Estudos Medievais, a comissão de IHR me recomendou ao conselho de administração. Descobri na semana passada que me concedeu uma subvenção de cinco anos." Levanto minha cabeça para olhar para ele. Bolsistas do IHR são os mais respeitados estudiosos de renome em seu campo, dado o cobiçado prêmio por suas contribuições à pesquisa. Todo estudioso quer uma bolsa do IHR, mas apenas uns poucos são escolhidos excepcionalmente. "Oh, Dean." Minha voz trava. "Isso é maravilhoso." Ele parece satisfeito e um pouco envergonhado. "Sim, é um negócio muito grande." "Ninguém merece isso mais do que você." Dou-lhe um abraço apertado. "Estou muito orgulhosa de você." "Vem com uma bolsa muito boa, o que nunca é demais." "Com esse tipo de prêmio, a King é obrigada a lhe dar a posse em breve." Significa que a sua posição na Universidade King será permanente, e Mirror Lake realmente será... nossa casa. Não sei como me sinto sobre isso. Passei a maior parte da minha infância, a maior parte da minha vida antes de Dean, sentindo-me deslocada e instável. Nunca pensei que iria encontrar um lugar em que me sentiria em casa. Mesmo agora, a ideia de viver na mesma cidade para o futuro previsível, de chamar Mirror Lake de nossa casa, parece estranho. "Alguns professores recebem a posse depois de um curto período de tempo, mas eu só estive na King há poucos anos." Dean dá de ombros. "Ainda assim, a concessão é ótima para a minha carreira e do departamento." "E para nós." "Sempre, para nós."

18 Sorri feliz e não surpreendida pelos elogios intermináveis do meu marido. Afastei-me dele e empurrei as cobertas de lado. "Só por isso, eu mesma vou fazer o café esta manhã. Sinto o calor do seu olhar enquanto saio da cama. Sensibilidade desliza através de mim, tão bem-vinda após a tensão das últimas semanas. Avisto a camisa amarrotada de Dean no chão. Eu a puxo sobre meus ombros e escorrego meus braços nas mangas. Os aromas familiares de creme de barbear e Dean se agarraram a mim. Abotoo a camisa e arregaço as mangas, amando a sensação das dobras de algodão, é como uma lembrança de meu marido me envolvendo. Vou pegar uma calcinha na minha cômoda. Não. Dean ordena, observando as curvas de meus seios por baixo da camisa. A queimação nos olhos dele faz com que meus mamilos endureçam. Os lençóis estão emaranhados em torno de suas pernas, expondo seu peito musculoso e torso, a linha tentadora de cabelo desaparecendo sob a borda do lençol. Agora mais do que nunca, ele me tira o fôlego. Tremo consciente da umidade persistente em meu sexo, o pulsar no meu sangue. Eu ainda posso senti-lo entre as minhas pernas, um leve palpitar que me lembra cada passo de quão profundamente ele me fodeu. "Você me quer indecente?", pergunto. "Sim." Ele desliza o olhar para minhas pernas nuas. O desejo está desfraldando dentro de mim de novo, como uma serpentina de um roxo brilhante. Deixo cair a calcinha de volta na gaveta e vou escovar meus cabelos e dentes. Olho para mim mesma no espelho, satisfeita por ver que estou exatamente do jeito que eu havia de estar. Uma despenteada mulher bem satisfeita cujos olhos mantêm a expectativa de uma felicidade conjugal maior ainda. Depois de lavar meu rosto, caminho para a sala de estar. Ligo as luzes da árvore de natal, em seguida, vou fazer o café. É uma manhã fria. Giro o termostato e olho para fora da janela. Poças de luz derramam dos postes de luz da Avalon Street. Não há mais neve, mas a promessa dela se agarra ao ar. "Você procurou sob a árvore por um presente?" Dean está de pé na porta do quarto, com o peito nu e calças de pijama penduradas em seus quadris. "Sim, mas você não estava lá embaixo." Ele sorri. É o velho sorriso com uma pitada de maldade de Dean, que eu não vejo há muito tempo, e ele derrete qualquer desconfiança que ainda possa existir em meu coração. Vou

19 espreitar a árvore. Uma grande caixa embrulhada em papel azul e fita vermelha está empurrada para trás da árvore e escondida pelos galhos. Uma caixa menor está em cima dela. "Dean, o que..." "Não levante. Elas são pesadas." Ele acena com a cabeça em direção ao sofá para me sentar, em seguida, pega as caixas e coloca na mesa de café na minha frente. As grandes fitas vermelhas são perfeitamente amarradas. "Quando foi que você comprou isso?" Eu pergunto. "Cerca de uma semana atrás. Abra"... Eu puxo a fita da caixa maior e tiro. Lentamente rasgo o papel e olho para o conteúdo. É um conjunto de lindas panelas de aço inoxidável, top de linha. Duas frigideiras, uma panela de refogar, duas caçarolas e uma panela de sopa. "Isso... isso deve ter custado uma fortuna." "Se você vai cozinhar bem, você precisa do melhor equipamento." Lágrimas salpicam em meus olhos enquanto eu abro a caixa menor para revelar um conjunto de onze peças de excepcionais facas Shun. Panelas e facas culinárias. Talvez não seja romântico para ninguém, mas nenhum outro presente do meu marido poderia dizer mais. E ele comprou uma semana atrás, antes de nossa reconciliação ainda frágil. "Obrigada." Eu olho para ele. "Muito obrigada." Ele estende a mão para enfiar uma mecha de cabelo atrás da minha orelha. "Bem, se você cozinhar, eu como. Nós dois ganhamos." "Eu não dei um presente a você." "Sim, você deu." Ele se inclina para beijar minha testa. Ah, aconchego encantador. Envolvo meus braços ao redor de sua cintura e pressiono minha boca contra seu duro, torso malhado. Ele emaranha os dedos no meu cabelo e ri. "Cuidado." "Eu te amo." Aperto seu belo traseiro, e me afasto para recolher o papel de embrulho rasgado. "Obrigada." "Agora você tem que me fazer ovos e bacon no café da manhã." Abro a caixa de utensílios de cozinha para tirar uma frigideira brilhante. "Sim, senhor." "Senhor, não é?" Ele pisca para mim. "Agora estamos chegando em algum lugar." Leva uma hora para preparar o café, porque tenho que ler todas as instruções sobre como lavar e cuidar dos utensílios de cozinha e as facas. Uma vez que quase parece uma vergonha utilizar esse

Belo reparo. capítulo um. No Japão, eles têm o kintsugi a arte de remendar porcelanas. Hoje Nova York Apartamento de Cassandra Taylor

Belo reparo. capítulo um. No Japão, eles têm o kintsugi a arte de remendar porcelanas. Hoje Nova York Apartamento de Cassandra Taylor capítulo um Belo reparo Hoje Nova York Apartamento de Cassandra Taylor No Japão, eles têm o kintsugi a arte de remendar porcelanas preciosas com ouro. O resultado é uma peça que nitidamente foi quebrada,

Leia mais

A Última Carta. Sempre achamos que haverá mais tempo. E aí ele acaba. (The Walking Dead)

A Última Carta. Sempre achamos que haverá mais tempo. E aí ele acaba. (The Walking Dead) A Última Carta Sempre achamos que haverá mais tempo. E aí ele acaba. (The Walking Dead) E la foi a melhor coisa que já me aconteceu, não quero sentir falta disso. Desse momento. Dela. Ela é a única que

Leia mais

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar

1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar 1. Porque eu te amo nunca será suficiente 2. Porque a cada dia você me conquista mais e de um jeito novo 3. Porque a ciência não tem como explicar nosso amor 4. Porque a gente discute nossos problemas

Leia mais

Solidão PROCURA-SE MULHER PROCURA-SE MULHER

Solidão PROCURA-SE MULHER PROCURA-SE MULHER Edna estava caminhando pela rua com sua sacola de compras quando passou pelo carro. Havia um cartaz na janela lateral: Ela parou. Havia um grande pedaço de papelão grudado na janela com alguma substância.

Leia mais

L0NGE, atrás em monte, sol cair e céu ficar em fogo. Fraco, Eu

L0NGE, atrás em monte, sol cair e céu ficar em fogo. Fraco, Eu 5 L0NGE, atrás em monte, sol cair e céu ficar em fogo. Fraco, Eu subir monte, pés d Eu molhados em erva fria. Não haver erva em cima em monte. Só haver terra, em volta, monte como cabeça de homem sem cabelo.

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

MARK CARVALHO. Capítulo 1

MARK CARVALHO. Capítulo 1 MARK CARVALHO Capítulo 1 Mark era um menino com altura média, pele clara, pequenos olhos verdes, cabelos com a cor de avelãs. Um dia estava em casa vendo televisão, até que ouviu: Filho, venha aqui na

Leia mais

noite e dia marconne sousa

noite e dia marconne sousa noite e dia marconne sousa Mais uma noite na terra a terra é um lugar tão solitário cheio de pessoas, nada mais onde se esconderam os sentimentos? um dedo que aponta um dedo que desaponta um dedo que entra

Leia mais

O dia em que parei de mandar minha filha andar logo

O dia em que parei de mandar minha filha andar logo O dia em que parei de mandar minha filha andar logo Rachel Macy Stafford Quando se está vivendo uma vida distraída, dispersa, cada minuto precisa ser contabilizado. Você sente que precisa estar cumprindo

Leia mais

MARIANA: Fátima? Você tem certeza que seu pai vai gostar? Ele é meio careta, apesar de que é uma linda homenagem.

MARIANA: Fátima? Você tem certeza que seu pai vai gostar? Ele é meio careta, apesar de que é uma linda homenagem. Pais e filhos 1º cena: música ambiente (início da música pais e filhos legião urbana - duas pessoas entram com um mural e começam a confeccionar com frases para o aniversário do pai de uma delas (Fátima),

Leia mais

FUGA de Beatriz Berbert

FUGA de Beatriz Berbert FUGA de Beatriz Berbert Copyright Beatriz Berbert Todos os direitos reservados juventudecabofrio@gmail.com Os 13 Filmes 1 FUGA FADE IN: CENA 1 PISCINA DO CONDOMÍNIO ENTARDECER Menina caminha sobre a borda

Leia mais

Efêmera (título provisório) Por. Ana Julia Travia e Mari Brecht

Efêmera (título provisório) Por. Ana Julia Travia e Mari Brecht Efêmera (título provisório) Por Ana Julia Travia e Mari Brecht anaju.travia@gmail.com mari.brecht@gmail.com INT. SALA DE - DIA. VÍDEO DE Números no canto da tela: 00 horas Vídeo na TV., 22, com seus cabelos

Leia mais

PORQUE É QUE NÃO DANÇAM?

PORQUE É QUE NÃO DANÇAM? PORQUE É QUE NÃO DANÇAM? Na cozinha, ele serviu se de mais uma bebida e olhou para a mobília de quarto de cama que estava no pátio da frente. O colchão estava a descoberto e os lençóis às riscas estavam

Leia mais

A DOMÉSTICA (FILME CURTA) Final 2

A DOMÉSTICA (FILME CURTA) Final 2 A DOMÉSTICA (FILME CURTA) Final 2 Roteiro de Alcir Nicolau Pereira Versão de NOVEMBRO DE 2012. 1 A DOMÉSTICA (FILME-CURTA) --------------------------------------------------------------- PERSONAGENS Empregada

Leia mais

DIANA + 3. Roteiro de Henry Grazinoli

DIANA + 3. Roteiro de Henry Grazinoli DIANA + 3 Roteiro de Henry Grazinoli EXT. CALÇADA DO PORTINHO DIA Sombra de Pablo e Dino caminhando pela calçada do portinho de Cabo Frio. A calçada típica da cidade, com suas ondinhas e peixes desenhados.

Leia mais

- Você sabe que vai ter que falar comigo em algum momento, não sabe?

- Você sabe que vai ter que falar comigo em algum momento, não sabe? Trecho do romance Caleidoscópio Capítulo cinco. 05 de novembro de 2012. - Você sabe que vai ter que falar comigo em algum momento, não sabe? Caçulinha olha para mim e precisa fazer muita força para isso,

Leia mais

HISTÓRIA DE SÃO PAULO. Alunos: Tatiana Santos Ferreira, Joyce Cruvello Barroso, Jennifer Cristine Silva Torres dos Santos, Sabrina Cruz. 8ª série.

HISTÓRIA DE SÃO PAULO. Alunos: Tatiana Santos Ferreira, Joyce Cruvello Barroso, Jennifer Cristine Silva Torres dos Santos, Sabrina Cruz. 8ª série. EE Bento Pereira da Rocha HISTÓRIA DE SÃO PAULO Alunos: Tatiana Santos Ferreira, Joyce Cruvello Barroso, Jennifer Cristine Silva Torres dos Santos, Sabrina Cruz. 8ª série. História 1 CENA1 Mônica chega

Leia mais

Titulo - VENENO. Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas).

Titulo - VENENO. Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas). Titulo - VENENO Ext Capital de São Paulo Noite (Avista-se a cidade de cima, forrada de prédios, algumas luzes ainda acesas). Corta para dentro de um apartamento (O apartamento é bem mobiliado. Estofados

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

RECADO AOS PROFESSORES

RECADO AOS PROFESSORES RECADO AOS PROFESSORES Caro professor, As aulas deste caderno não têm ano definido. Cabe a você decidir qual ano pode assimilar cada aula. Elas são fáceis, simples e às vezes os assuntos podem ser banais

Leia mais

O porco é fisicamente incapaz de olhar o céu. ( 7 )

O porco é fisicamente incapaz de olhar o céu. ( 7 ) O porco é fisicamente incapaz de olhar o céu. Isso o Ricardo me disse quando a gente estava voltando do enterro do tio Ivan no carro da mãe, que dirigia de óculos escuros apesar de não fazer sol. Eu tinha

Leia mais

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação...

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação... Sumário Agradecimentos... 7 Introdução... 9 1 - Um menino fora do seu tempo... 13 2 - O bom atraso e o vestido rosa... 23 3 - O pequeno grande amigo... 35 4 - A vingança... 47 5 - O fim da dor... 55 6

Leia mais

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias Lucas Zanella Collin Carter & A Civilização Sem Memórias Sumário O primeiro aviso...5 Se você pensa que esse livro é uma obra de ficção como outra qualquer, você está enganado, isso não é uma ficção. Não

Leia mais

O Convite. Roteiro de Glausirée Dettman de Araujo e. Gisele Christine Cassini Silva

O Convite. Roteiro de Glausirée Dettman de Araujo e. Gisele Christine Cassini Silva O Convite Roteiro de Glausirée Dettman de Araujo e Gisele Christine Cassini Silva FADE OUT PARA: Int./Loja de sapatos/dia Uma loja de sapatos ampla, com vitrines bem elaboradas., UMA SENHORA DE MEIA IDADE,

Leia mais

INTERTÍTULO: DIANA + 1 FADE IN EXT. PRAIA/BEIRA MAR DIA

INTERTÍTULO: DIANA + 1 FADE IN EXT. PRAIA/BEIRA MAR DIA DIANA + 3 INTERTÍTULO: DIANA + 1 FADE IN EXT. PRAIA/BEIRA MAR DIA Pablo, rapaz gordinho, 20 anos, está sentado na areia da praia ao lado de Dino, magrinho, de óculos, 18 anos. Pablo tem um violão no colo.

Leia mais

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA LENDA DA COBRA GRANDE Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA CRUZEIRO DO SUL, ACRE, 30 DE ABRIL DE 2012. OUTLINE Cena 1 Externa;

Leia mais

PRIMEIRA EDIÇÃO MARINA MENEZES MINI GUIA DE RECEITAS SAUDÁVEIS PARA O NATAL

PRIMEIRA EDIÇÃO MARINA MENEZES MINI GUIA DE RECEITAS SAUDÁVEIS PARA O NATAL PRIMEIRA EDIÇÃO MARINA MENEZES MINI GUIA DE RECEITAS SAUDÁVEIS PARA O NATAL PRIMEIRA EDIÇÃO MARINA MENEZES MINI GUIA DE RECEITAS SAUDÁVEIS PARA O NATAL Introdução A busca para uma alimentação mais saudável

Leia mais

Aluno (a): Ana Paula Batista Pereira Série: 3º Ano do Ensino Médio Professora: Deysiane Maria Assis Zille. Água

Aluno (a): Ana Paula Batista Pereira Série: 3º Ano do Ensino Médio Professora: Deysiane Maria Assis Zille. Água Aluno (a): Ana Paula Batista Pereira Série: 3º Ano do Ensino Médio Professora: Deysiane Maria Assis Zille Água Tu és um milagre que Deus criou, e o povo todo glorificou. Obra divina do criador Recurso

Leia mais

Nesse prédio, o único som que consigo ouvir é o ranger dos nossos sapatos contra o chão. Não ouço mais o choro de Caleb, mas ele já não estava mesmo

Nesse prédio, o único som que consigo ouvir é o ranger dos nossos sapatos contra o chão. Não ouço mais o choro de Caleb, mas ele já não estava mesmo capítulo um Acordo com o nome dele na boca. Will. Antes de abrir os olhos, vejo o desabar sobre o asfalto novamente. Morto. Pelas minhas mãos. Tobias se agacha na minha frente, apoiando a mão sobre meu

Leia mais

Rosie. DE ACADEMIA A Charlie olhou para o letreiro e sorriu.

Rosie. DE ACADEMIA A Charlie olhou para o letreiro e sorriu. Rosie DANÇA DE ACADEMIA A Charlie olhou para o letreiro e sorriu. Estava finalmente numa verdadeira escola de dança. Acabaram as aulas de dança no gelado salão paroquial. Acabaram as banais aulas de ballet

Leia mais

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA DESENGANO FADE IN: CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA Celular modelo jovial e colorido, escovas, batons e objetos para prender os cabelos sobre móvel de madeira. A GAROTA tem 19 anos, magra, não

Leia mais

NA PIOR. L652-01(GALERA) CS5.indd 9 19/1/2012 18:09:12

NA PIOR. L652-01(GALERA) CS5.indd 9 19/1/2012 18:09:12 NA PIOR Moggle? sussurrou Aya. Você está acordada? Algo se moveu na escuridão. Uma pilha de uniformes de dormitório se mexeu como se houvesse um pequeno animal embaixo. Então uma silhueta saiu das dobras

Leia mais

Só consegui chegar agora e já são três e meia da tarde. Acho que essa

Só consegui chegar agora e já são três e meia da tarde. Acho que essa CAPÍTULO UM LORRAINE Só consegui chegar agora e já são três e meia da tarde. Acho que essa manhã a igreja demorou mais que o normal, e eu não vim direto para casa, como costumo fazer. Althea estava decidida

Leia mais

Era um peixe tão feio que nem parecia um peixe. Uma pedra

Era um peixe tão feio que nem parecia um peixe. Uma pedra Era um peixe tão feio que nem parecia um peixe. Uma pedra feita de carne fria musgosa e invasiva, salpicada de verde e branco. A princípio não o vi, mas depois encostei a cara ao vidro e tentei ficar mais

Leia mais

Olga, imigrante de leste, é empregada nessa casa. Está vestida com um uniforme de doméstica. Tem um ar atrapalhado e está nervosa.

Olga, imigrante de leste, é empregada nessa casa. Está vestida com um uniforme de doméstica. Tem um ar atrapalhado e está nervosa. A Criada Russa Sandra Pinheiro Interior. Noite. Uma sala de uma casa de família elegantemente decorada. Um sofá ao centro, virado para a boca de cena. Por detrás do sofá umas escadas que conduzem ao andar

Leia mais

ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE? um roteiro. Fábio da Silva. 15/03/2010 até 08/04/2010

ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE? um roteiro. Fábio da Silva. 15/03/2010 até 08/04/2010 ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE? um roteiro de Fábio da Silva 15/03/2010 até 08/04/2010 Copyright 2010 by Fábio da Silva Todos os direitos reservados silver_mota@yahoo.com.br 2. ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE?

Leia mais

MASTOLOGIA ORIENTAÇÕES FISIOTERÁPICAS: Coordenação DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COMITÊ DE PADRONIZAÇÕES

MASTOLOGIA ORIENTAÇÕES FISIOTERÁPICAS: Coordenação DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COMITÊ DE PADRONIZAÇÕES O R I E N T A Ç Õ E S AOS PACIENTES MINISTÉRIO DA SAÚDE INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER Coordenação DIVISÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COMITÊ DE PADRONIZAÇÕES Essas orientações são essencialmente para pacientes

Leia mais

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997.

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. 017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. Acordei hoje como sempre, antes do despertador tocar, já era rotina. Ao levantar pude sentir o peso de meu corpo, parecia uma pedra. Fui andando devagar até o banheiro.

Leia mais

MUDANÇA DE IMAGEM. Site Oficial: http://www.tfca.com.br E-mail: tfca@tfca.com.br

MUDANÇA DE IMAGEM. Site Oficial: http://www.tfca.com.br E-mail: tfca@tfca.com.br MUDANÇA DE IMAGEM Os dias que se seguiram não foram fáceis para mim. Isto porque eu não tinha a quem relatar o que me havia acontecido. Eu estava com medo de sair do meu corpo novamente, mas também não

Leia mais

Três Marias Teatro. Noite (Peça Curta) Autor: Harold Pinter

Três Marias Teatro. Noite (Peça Curta) Autor: Harold Pinter Distribuição digital, não-comercial. 1 Três Marias Teatro Noite (Peça Curta) Autor: Harold Pinter O uso comercial desta obra está sujeito a direitos autorais. Verifique com os detentores dos direitos da

Leia mais

Bernard. Gesinas. A sua vida Manga. GESINAS Publishing

Bernard. Gesinas. A sua vida Manga. GESINAS Publishing Bernard Gesinas A sua vida Manga GESINAS Publishing Bernard Gesinas A sua vida Manga Novela Copyright by GESINAS 1 Gorom-Gorom "Vamos, por favor, eu vou mostrar Gorom- Gorom", gritou o menino a um casal

Leia mais

ANTES DE OUVIR A VERDADE. Plano fechado em uma mão masculina segurando um revólver.

ANTES DE OUVIR A VERDADE. Plano fechado em uma mão masculina segurando um revólver. ANTES DE OUVIR A VERDADE FADE IN: CENA 01 - INT. SALA DE ESTAR NOITE Plano fechado em uma mão masculina segurando um revólver. Plano aberto revelando o revólver nas mãos de, um homem de 35 anos, pele clara

Leia mais

Ato Único (peça em um ato)

Ato Único (peça em um ato) A to Ú nico Gil V icente Tavares 1 Ato Único (peça em um ato) de Gil Vicente Tavares Salvador, 18 de agosto de 1997 A to Ú nico Gil V icente Tavares 2 Personagens: Mulher A Mulher B Minha loucura, outros

Leia mais

Meninas Nhe nhe. Eu Aff Chegando lá. Eu Gente estou com um mau pressentimento

Meninas Nhe nhe. Eu Aff Chegando lá. Eu Gente estou com um mau pressentimento Eu e umas amigas íamos viajar. Um dia antes dessa viagem convidei minhas amigas para dormir na minha casa. Nós íamos para uma floresta que aparentava ser a floresta do Slender-Man mas ninguém acreditava

Leia mais

Domingo. Acorda, seu dorminhoco, está na hora de levantar! De manhã? Meus pais esqueceram que os zumbis pegam fogo com a luz do sol?

Domingo. Acorda, seu dorminhoco, está na hora de levantar! De manhã? Meus pais esqueceram que os zumbis pegam fogo com a luz do sol? Domingo Cocoricóóó! Acorda, seu dorminhoco, está na hora de levantar! Urrggghhoquefoi? Eu disse que já é de manhã e está na hora de você sair da cama. De manhã? Meus pais esqueceram que os zumbis pegam

Leia mais

Super.indd 5 6/1/2010 17:05:16

Super.indd 5 6/1/2010 17:05:16 Super é o meu primeiro livro escrito inteiramente em São Paulo, minha nova cidade. A ela e às fantásticas pessoas que nela vivem, o meu enorme obrigado. E esse livro, como toda ficção, tem muito de realidade.

Leia mais

CLÁSSICOS PARA CRIANÇAS. Alice no País. das Maravilhas

CLÁSSICOS PARA CRIANÇAS. Alice no País. das Maravilhas CLÁSSICOS PARA CRIANÇAS Alice no País das Maravilhas Índice Capítulo Um Pela Toca do Coelho Abaixo 7 Capítulo Dois A Chave de Ouro 13 Capítulo Três O Mar de Lágrimas 19 Capítulo Quatro A História do Rato

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

Quem quer que tivesse organizado a festa de volta às aulas era um gênio. Ficava a quilômetros de distância dos pais preconceituosos, da escola na

Quem quer que tivesse organizado a festa de volta às aulas era um gênio. Ficava a quilômetros de distância dos pais preconceituosos, da escola na Prólogo O ritmo pulsante da música tomava seu corpo até os All Stars cor-de-rosa de cano alto. Ela queria usar as sandálias de salto alto que tinha comprado na última viagem a Atlanta, mas havia cometido

Leia mais

História Para as Crianças. A menina que caçoou

História Para as Crianças. A menina que caçoou História Para as Crianças A menina que caçoou Bom dia crianças, feliz sábado! Uma vez, do outro lado do mundo, em um lugar chamado Austrália vivia uma menina. Ela não era tão alta como algumas meninas

Leia mais

Sal, Pimenta, Alho e Noz Moscada.

Sal, Pimenta, Alho e Noz Moscada. Sal, Pimenta, Alho e Noz Moscada. Cláudia Barral (A sala é bastante comum, apenas um detalhe a difere de outras salas de apartamentos que se costuma ver ordinariamente: a presença de uma câmera de vídeo

Leia mais

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido.

Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Fim. Começo. Para nós, o tempo começou a ter um novo sentido. Assim que ela entrou, eu era qual um menino, tão alegre. bilhete, eu não estaria aqui. Demorei a vida toda para encontrá-lo. Se não fosse o

Leia mais

Fuga. v_06.02 (julho/2011) Por Laura Barile

Fuga. v_06.02 (julho/2011) Por Laura Barile Fuga v_06.02 (julho/2011) Por Laura Barile laurabarile@gmail.com CENA 1 - EXT. RUA - DIA DORA sai do carro, bate a porta. Usa um vestido sem mangas, de algodão, comprido e leve, o cabelo levemente desarrumado,

Leia mais

UM SOL ALARANJADO. Vemos de cima uma pequena vila de subúrbio com suas casas baixas. Amanhece, e pessoas começam a sair das casas.

UM SOL ALARANJADO. Vemos de cima uma pequena vila de subúrbio com suas casas baixas. Amanhece, e pessoas começam a sair das casas. SEQUÊNCIA 1 - EXTERIOR - DIA VILA UM SOL ALARANJADO Roteiro de Eduardo Valente, a partir de argumento e com a colaboração de Rubio Campos. Vemos de cima uma pequena vila de subúrbio com suas casas baixas.

Leia mais

PACIENTE DO OUTRO MUNDO

PACIENTE DO OUTRO MUNDO PACIENTE DO OUTRO MUNDO Os dois médicos conversavam e um queria ser mais importante que o outro. Diz o primeiro: O colega há de ouvir que eu sou realmente um grande cirurgião. Só pra você ter uma idéia,

Leia mais

Tenho um espelho mágico no porão e vou usá-lo.

Tenho um espelho mágico no porão e vou usá-lo. Capítulo um Meu espelho mágico deve estar quebrado Tenho um espelho mágico no porão e vou usá-lo. Jonah está com as mãos paradas em frente ao espelho. Está pronta? Ah, sim! Com certeza estou pronta. Faz

Leia mais

CHAVE DE ANTEROS. Adriano Henrique Cândido. Segundo Tratamento

CHAVE DE ANTEROS. Adriano Henrique Cândido. Segundo Tratamento CHAVE DE ANTEROS de Adriano Henrique Cândido Segundo Tratamento Copyright 2013 by Adriano Henrique Cândido. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. CENA 01 - INT. IGREJA - NOITE FADE IN., 20 e poucos anos, entra

Leia mais

Relógio D Água Editores Rua Sylvio Rebelo, n.º 15 1000 282 Lisboa tel.: 218 474 450 fax: 218 470 775 relogiodagua@relogiodagua.pt www.relogiodagua.

Relógio D Água Editores Rua Sylvio Rebelo, n.º 15 1000 282 Lisboa tel.: 218 474 450 fax: 218 470 775 relogiodagua@relogiodagua.pt www.relogiodagua. Aquário Relógio D Água Editores Rua Sylvio Rebelo, n.º 15 1000 282 Lisboa tel.: 218 474 450 fax: 218 470 775 relogiodagua@relogiodagua.pt www.relogiodagua.pt AQUARIUM 2015 by David Vann Título: Aquário

Leia mais

Eu disse para o meu pai que era ridículo. Onde já se viu

Eu disse para o meu pai que era ridículo. Onde já se viu Capítulo um Eu disse para o meu pai que era ridículo. Onde já se viu um homem levar a filha na lua de mel? Mas agora somos uma família insistiu papai. Eu, você, Vivian e Penny. É isso que famílias fazem.

Leia mais

NOVE SEGREDOS SOBRE A MANHÃ

NOVE SEGREDOS SOBRE A MANHÃ NOVE SEGREDOS SOBRE A MANHÃ 1 Prefácio A página está em branco e não é página digna do nome que lhe dou. É vidro. Écran. Tem luz baça e fere os olhos pretos. Eu tenho demasiado sono para escrever papel.

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

Page 1 of 7. Poética & Filosofia Cultural - Roberto Shinyashiki

Page 1 of 7. Poética & Filosofia Cultural - Roberto Shinyashiki Page 1 of 7 Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Filosofia Cultural Educador: João Nascimento Borges Filho Poética & Filosofia

Leia mais

ROTEIRO: O Homem que Trapaceou o Trapaceiro

ROTEIRO: O Homem que Trapaceou o Trapaceiro ROTEIRO: O Homem que Trapaceou o Trapaceiro Flashback (Tomada de SAWYER abrindo os olhos. Ele está em um quarto de motel barato. Levanta da cama com as mãos na cabeça indicando uma ressaca forte. Há duas

Leia mais

Ernest Hemingway Colinas como elefantes brancos

Ernest Hemingway Colinas como elefantes brancos Ernest Hemingway Colinas como elefantes brancos As colinas do outro lado do vale eram longas e brancas. Deste lado, não havia sombra nem árvores e a estação ficava entre duas linhas de trilhos sob o sol.

Leia mais

UM SOL ALARANJADO. Roteiro de Eduardo Valente, a partir de argumento e com a colaboração de Rubio Campos. SEQUÊNCIA 1 - INTERIOR - DIA QUARTO

UM SOL ALARANJADO. Roteiro de Eduardo Valente, a partir de argumento e com a colaboração de Rubio Campos. SEQUÊNCIA 1 - INTERIOR - DIA QUARTO SEQUÊNCIA 1 - INTERIOR - DIA UM SOL ALARANJADO Roteiro de Eduardo Valente, a partir de argumento e com a colaboração de Rubio Campos. Por uma janela, vemos o sol nascendo ao fundo de uma série de casas

Leia mais

Lygia Fagundes. A Disciplina do Amor. Memória e Ficção. Noemi Jaffe. Nova edição revista pela autora. posfácio de

Lygia Fagundes. A Disciplina do Amor. Memória e Ficção. Noemi Jaffe. Nova edição revista pela autora. posfácio de Lygia Fagundes Telles A Disciplina do Amor Memória e Ficção Nova edição revista pela autora posfácio de Noemi Jaffe Copyright 1980, 2010 by Lygia Fagundes Telles Grafia atualizada segundo o Acordo Ortográfico

Leia mais

O, cara, vai te foder.

O, cara, vai te foder. 1 Eu morava num conjunto de casas populares na Carlton Way, perto da Western. Tinha cinqüenta e oito anos e ainda tentava ser escritor profissional e vencer na vida apenas com a máquina de escrever. Iniciara

Leia mais

19º Plano de Aula. 1-Citação as Semana: 2-Meditação da Semana: 3-História da Semana: 4-Música da Semana: 5-Atividade Integrada da

19º Plano de Aula. 1-Citação as Semana: 2-Meditação da Semana: 3-História da Semana: 4-Música da Semana: 5-Atividade Integrada da 19º Plano de Aula 1-Citação as Semana: Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. 2-Meditação da Semana: Ajudar o próximo 5 47 3-História da Semana: Uma lição a aprender 4-Música da Semana:

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

INVERNO Um roteiro de Mikael Santiago 25/05/2009

INVERNO Um roteiro de Mikael Santiago 25/05/2009 INVERNO Um roteiro de Mikael Santiago 25/05/2009 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS COPYRIGHT MIKAEL SANTIAGO mikael@mvirtual.com.br RUA ITUVERAVA, 651/305 JACAREPAGUÁ RIO DE JANEIRO - RJ (21)9879-4890 (21)3186-5801

Leia mais

Rosana! Rosanaaa! Ô menina! Onde que cê se meteu, diacho de moleca!!

Rosana! Rosanaaa! Ô menina! Onde que cê se meteu, diacho de moleca!! A Promessa N.Lym Consegui um bom emprego em São Paulo! Não posso levar você comigo, mas você pode me esperar. Prometo que vou voltar, vamos nos casar e morar juntos, bem longe daqui! Rosana ficou a pensar

Leia mais

MERGULHO de Betina Toledo e Thuany Motta

MERGULHO de Betina Toledo e Thuany Motta MERGULHO de Betina Toledo e Thuany Motta Copyright Betina Toledo e Thuany Motta Todos os direitos reservados juventudecabofrio@gmail.com Os 13 Filmes 1 MERGULHO FADE IN: CENA 1 PRAIA DIA Fotografia de

Leia mais

Charles é um ser totalmente atrasado em relação à sociedade em que vive. Veio do interior e fica admirado com a imensidão da cidade grande.

Charles é um ser totalmente atrasado em relação à sociedade em que vive. Veio do interior e fica admirado com a imensidão da cidade grande. TEMPOS MODERNOS UM FILME DE Jeander Cristian, baseado na obra original de Charlie Chaplin. Pessoas apressadas andam pela cidade grande Tempo é dinheiro! Pessoas acessam informações em tempo recorde na

Leia mais

CURSO CASAMENTO FELIZ COMUNICANDO - SE ESBOÇO DA NOITE: O QUE É COMUNICAÇÃO? PALESTRA DE JORGE - LADO TEOLÓGICO O PODER DA PALAVRA CRIAÇÃO

CURSO CASAMENTO FELIZ COMUNICANDO - SE ESBOÇO DA NOITE: O QUE É COMUNICAÇÃO? PALESTRA DE JORGE - LADO TEOLÓGICO O PODER DA PALAVRA CRIAÇÃO CURSO CASAMENTO FELIZ COMUNICANDO - SE ESBOÇO DA NOITE: Contar as experiências com as surpresas Modelo de comunicação Palestra Jorge Palestra Judite Conversa Tarefa O QUE É COMUNICAÇÃO? Uma mensagem somente

Leia mais

Meena Harper sabia coisas, coisas que ninguém mais sabia... coisas

Meena Harper sabia coisas, coisas que ninguém mais sabia... coisas Capítulo 1 Meena Harper sabia coisas, coisas que ninguém mais sabia... coisas que ninguém mais podia saber. Uma delas era que o homem sentado ao seu lado no carro ia morrer. Também havia muitas coisas

Leia mais

Olhos de Mistério. São Paulo. Márcia Reis Grillo. Primeira Edição

Olhos de Mistério. São Paulo. Márcia Reis Grillo. Primeira Edição 1 Olhos de Mistério Márcia Reis Grillo Primeira Edição São Paulo 2013 1 2 Ao Olhos de Mistério, onde quer que ele esteja. 2 3 Prólogo P rocurei um lugar em meio à multidão de pessoas sentadas. A cerimônia

Leia mais

SARAMAU. Carolina Pereira Rodrigues e Milena da Silva

SARAMAU. Carolina Pereira Rodrigues e Milena da Silva SARAMAU Carolina Pereira Rodrigues e Milena da Silva CENA 1 Saramau entra no palco leve e com um ar de alegria e paz. ela acaba de compreender que ama de verdade José o seu marido. Ela entra chamando pelo

Leia mais

UM AMBIENTE FELIZ FAZ UM TRABALHO FELIZ (roteiro para animação) Augusto Ferreira

UM AMBIENTE FELIZ FAZ UM TRABALHO FELIZ (roteiro para animação) Augusto Ferreira UM AMBIENTE FELIZ FAZ UM TRABALHO FELIZ (roteiro para animação) By Augusto Ferreira 2015 by Augusto Ferreira Todos direitos reservados São Paulo, SP (11) 950352607 augusto.g.ferreira@live.com INT. AGÊNCIA

Leia mais

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque

Fantasmas da noite. Uma peça de Hayaldo Copque Fantasmas da noite Uma peça de Hayaldo Copque Peça encenada dentro de um automóvel na Praça Roosevelt, em São Paulo-SP, nos dias 11 e 12 de novembro de 2011, no projeto AutoPeças, das Satyrianas. Direção:

Leia mais

Criado por Mario Madureira

Criado por Mario Madureira Criado por Mario Madureira Ep. #: 108 Meninas Grandes Não Choram Escrito por Mario Madureira e Karina Bittencourt 28 de agosto de 2015 São Paulo, Brasil 1 ATO UM Anteriormente em Estrada das Lágrimas.

Leia mais

ENTRE FERAS CAPÍTULO 16 NOVELA DE: RÔMULO GUILHERME ESCRITA POR: RÔMULO GUILHERME

ENTRE FERAS CAPÍTULO 16 NOVELA DE: RÔMULO GUILHERME ESCRITA POR: RÔMULO GUILHERME ENTRE FERAS CAPÍTULO 16 NOVELA DE: RÔMULO GUILHERME ESCRITA POR: RÔMULO GUILHERME CENA 1. HOSPITAL. QUARTO DE. INTERIOR. NOITE Fernanda está dormindo. Seus pulsos estão enfaixados. Uma enfermeira entra,

Leia mais

- Mas eu, gosto. Feliz aniversário! Luis já estava com uma nova namorada, e Cecília já estava pensando em ir embora, quando encontrou Nilo.

- Mas eu, gosto. Feliz aniversário! Luis já estava com uma nova namorada, e Cecília já estava pensando em ir embora, quando encontrou Nilo. NILO Esta história que vou lhes contar é sobre paixões. A paixão acontece, não se sabe quando nem porquê, e não podemos escolher os protagonistas da história. Seria tão bom se mandássemos no coração! Mas

Leia mais

A DOMÉSTICA (FILME CURTA) Final 2

A DOMÉSTICA (FILME CURTA) Final 2 A DOMÉSTICA (FILME CURTA) Final 2 Roteiro de Alcir Nicolau Pereira Versão de OUTUBRO/2012. 1 A DOMÉSTICA (FILME-CURTA) ---------------------------------------------------------------- PERSONAGENS Empregada

Leia mais

Poder Invisível Use sua mente a seu favor!

Poder Invisível Use sua mente a seu favor! Poder Invisível Use sua mente a seu favor! Lucyana Mutarelli Poder Invisível Use sua mente a seu favor! 1 Edição Abril de 2013 "Concentre-se naquilo que tem na sua vida e terá sempre mais. Concentre-se

Leia mais

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Autora: Tell Aragão Personagens: Carol (faz só uma participação rápida no começo e no final da peça) Mãe - (só uma voz ela não aparece) Gigi personagem

Leia mais

Roteiro para curta-metragem. Nathália da Silva Santos 6º ano Escola Municipalizada Paineira TEMPESTADE NO COPO

Roteiro para curta-metragem. Nathália da Silva Santos 6º ano Escola Municipalizada Paineira TEMPESTADE NO COPO Roteiro para curta-metragem Nathália da Silva Santos 6º ano Escola Municipalizada Paineira TEMPESTADE NO COPO SINOPSE Sérgio e Gusthavo se tornam inimigos depois de um mal entendido entre eles. Sérgio

Leia mais

QUASE NADA Peça de Marcos Barbosa marcosbarbosa@hotmail.com

QUASE NADA Peça de Marcos Barbosa marcosbarbosa@hotmail.com QUASE NADA Peça de Marcos Barbosa marcosbarbosa@hotmail.com Antônio, Sara, Vânia e César. Sala da casa de Antônio e Sara. 1 Um longo silêncio. ANTÔNIO. Vai me deixar falando sozinho? Sara o fita e fica

Leia mais

O livro. Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia

O livro. Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia O livro Vanderney Lopes da Gama 1 Todos diziam que ele era um homem só e evasivo. Fugia de tudo e de todos. Vivia enfurnado em seu apartamento moderno na zona sul do Rio de Janeiro em busca de criar ou

Leia mais

All You Zombies. Baseado no conto original de Robert A. Heinlein, All You Zombies, 1959. Versão Portuguesa, Brasil. Wendel Coelho Mendes

All You Zombies. Baseado no conto original de Robert A. Heinlein, All You Zombies, 1959. Versão Portuguesa, Brasil. Wendel Coelho Mendes All You Zombies Wendel Coelho Mendes Versão Portuguesa, Brasil Baseado no conto original de Robert A. Heinlein, All You Zombies, 1959 Esse conto é minha versão sobre a verdadeira história de All You Zombies,

Leia mais

claudia houdelier - maternidade maternidade

claudia houdelier - maternidade maternidade claudia houdelier - maternidade maternidade dedicatória para alexandre, meu único filho. de fora para dentro Tudo começa no ventre materno com certeza, a nossa história começa aqui. Uma história de uma

Leia mais

UNIFORMES E ASPIRINAS

UNIFORMES E ASPIRINAS SER OU NÃO SER Sujeito desconfiava que estava sendo traído, mas não queria acreditar que pudesse ser verdade. Contratou um detetive para seguir a esposa suspeita. Dias depois, se encontrou com o profissional

Leia mais

Atividades Lição 5 ESCOLA É LUGAR DE APRENDER

Atividades Lição 5 ESCOLA É LUGAR DE APRENDER Atividades Lição 5 NOME: N º : CLASSE: ESCOLA É LUGAR DE APRENDER 1. CANTE A MÚSICA, IDENTIFICANDO AS PALAVRAS. A PALAVRA PIRULITO APARECE DUAS VEZES. ONDE ESTÃO? PINTE-AS.. PIRULITO QUE BATE BATE PIRULITO

Leia mais

O Que Os Homens Realmente Pensam E Não Tem Coragem De Falar

O Que Os Homens Realmente Pensam E Não Tem Coragem De Falar O Que Os Homens Realmente Pensam E Não Tem Coragem De Falar Pedimos perdão pela sinceridade mas o manifesto vai mostrar que você foi totalmente iludida sobre o que um homem procura em uma mulher. E digo

Leia mais

Sinopse. Teria sido uma noite como qualquer outra, se ele não tivesse aparecido. E se eu

Sinopse. Teria sido uma noite como qualquer outra, se ele não tivesse aparecido. E se eu 1 Sinopse Teria sido uma noite como qualquer outra, se ele não tivesse aparecido. E se eu não estivesse completamente sozinha. Com um estranho em um Penhasco e sem lembrar de como fui parar ali. Me assustei

Leia mais

92. EXT. ACAMPAMENTO AO MESMO TEMPO - ANOITECER 92

92. EXT. ACAMPAMENTO AO MESMO TEMPO - ANOITECER 92 POTTER E AS RELÍQUIAS... PT. 1 Rev. 11/06/10 73. 92. EXT. ACAMPAMENTO AO MESMO TEMPO - ANOITECER 92 Harry vira o CACO DE ESPELHO em seus dedos, então vê Hermione colher flores à distância. Ela está linda.

Leia mais

JANELA SOBRE O SONHO

JANELA SOBRE O SONHO JANELA SOBRE O SONHO um roteiro de Rodrigo Robleño Copyright by Rodrigo Robleño Todos os direitos reservados E-mail: rodrigo@robleno.eu PERSONAGENS (Por ordem de aparição) Alice (já idosa). Alice menina(com

Leia mais

início contos e poemas que não deveriam ser esquecidos na gaveta Mariana Pimenta

início contos e poemas que não deveriam ser esquecidos na gaveta Mariana Pimenta início contos e poemas que não deveriam ser esquecidos na gaveta Mariana Pimenta Início contos e poemas que não deveriam ser esquecidos na gaveta Mariana Pimenta Lagoa Santa, 2015 Mariana Pimenta 2015

Leia mais

Segmentos da Entrevista do Protocolo 5: Alunos do Pré-Escolar

Segmentos da Entrevista do Protocolo 5: Alunos do Pré-Escolar Segmentos da Entrevista do Protocolo 5: Alunos do Pré-Escolar CATEGORIAS OBJECTIVOS ESPECÍFICOS S. C. Sim, porque vou para a beira de um amigo, o Y. P5/E1/UR1 Vou jogar à bola, vou aprender coisas. E,

Leia mais

"ATIROU PARA MATAR" Um roteiro de. Nuno Balducci (6º TRATAMENTO)

ATIROU PARA MATAR Um roteiro de. Nuno Balducci (6º TRATAMENTO) "ATIROU PARA MATAR" Um roteiro de Nuno Balducci (6º TRATAMENTO) Copyright 2013 de Nuno Balducci Todos os direitos reservados. balducci.vu@gmail.com (82) 96669831 1 INT. DIA. LANCHONETE CHINESA Uma GAROTA

Leia mais

LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos

LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos Lição 3: Alegria LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos RESUMO BÍBLICO Gálatas 5:23; Gálatas 6:1; 2 Timóteo 2:25; Tito 3; 1 Pedro 3:16 Como seres humanos estamos sempre à mercê de situações sobre

Leia mais