O FILME DE NOSSAS VIDAS. de Roberto Avila

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1 O FILME DE NOSSAS VIDAS de Roberto Avila Copyright 2006 by Roberto de Avila Zamoner Esta obra está registrada na Fundação Biblioteca Nacional. A publicação integral ou parcial desta obra sem devido consentimento acarretará crime contra a propriedade intelectual e estará sujeito a penas previstas por lei. Cel.: (11) Site:

2 Sobre o Autor Minha vida não seria uma história interessante, uma vida normal, monótona, maçante. Mas das escolhas que fiz, uma foi ser sonhador, um criador de histórias, e desejar ser um escritor. E deste desejo veio o trabalho e a luta, que a cada dia me enche de histórias pra contar. Os sonhos tornaram minha vida uma aventura e minha vida se tornou um sonho a se realizar. Sou professor de Língua Portuguesa e Literatura, formado em Letras no ano de Tornei-me mestre em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo em Leciono nas séries do ensino fundamental e médio há oito anos na rede estadual de ensino do estado de São Paulo. Anteriormente, atuei na área de jornalismo, designer gráfico e web-designer. Fui idealizador e diretor de um jornal dirigido aos alunos de minha faculdade, o Jornal Fafibe; e concomitantemente realizei o projeto Mural da Escola, constituído por um jornal e um site na internet dirigidos aos professores de Barretos e Região. Atualmente, além de minha atividade como professor, escrevo roteiros para cinema e teatro, livros, artigos críticos e outros textos, expostos em meu site. Para visualizar meu currículo completo e outras obras, acesse o site para entrar em contato, envie para Roberto Avila Professor e Escritor 2

3 Especificações 1. Temática e relevância Esta obra aborda a importância de se atribuir um significado à sua própria existência e estar constantemente avaliando suas atitudes e objetivos. Dando ao indivíduo a sugestão de imaginar sua vida como um filme sendo filmado no seu dia a dia, lançamos a proposta de que se haja uma auto avaliação sobre a vida que se leva e a vida que deseja viver. 2. Proposta da Narrativa A jornada de nosso protagonista é baseada no conflito entre seu passado e seu presente. O apoio de uma nova amiga nessa nova realidade marca o contraste entre o real e o ideal em seus objetivos, mostrando que suas atitudes não são condizentes com seus propósitos. 3. Descrição das personagens principais Douglas, nosso protagonista, é um jovem pretenso ator que busca uma oportunidade de seguir a carreira. É idealista quanto aos seus propósitos, no entanto é perseguido por uma série de desventuras que o assombram. Carla é uma garota de classe alta, muito carismática e disposta a ajudar Douglas em seus problemas. Estudante de filosofia, essa personagem é o elemento determinante para a conscientização e reação de Douglas a respeito de seus conflitos. As personagens secundárias não possuem caráter definidos, ficando a critério do ator a sua forma ideal de adaptação à obra. 4. Descrição de cenários Somente dois cenários são marcantes para o desenvolvimento da história: O apartamento de Carla e o teatro. O apartamento fica em um prédio bem localizado. Possui espaço amplo, sala integrada com a copa e um balcão dividindo a copa e a cozinha. Possui dois quartos grandes e uma área de serviço. O teatro possui instalações características de um grande teatro, sua estrutura não mostra ostentação, porém é evidente que é o teatro de uma grande cidade. No entanto aparenta ter sido abandonado e a falta de cuidados está evidente. Em seu interior há outros cômodos relevantes á história, como os bastidores e o almoxarifado. 5. Sinopse do roteiro Douglas fica sabendo que uma empresa está recrutando atores para uma peça de teatro e vai até o escritório se candidatar. Contudo, recebe a informação de que o trabalho não seria remunerado como esperava, no entanto 3

4 aceita fazer parte do projeto. Esta notícia não é bem aceita por Victor, seu companheiro de apartamento, e gera um conflito entre os dois. No ensaio da peça, Douglas conhece Carla, se tornam amigos e, após um teste, parceiros de cena como principais atores. Douglas recebe a notícia repentina que terá que dividir seu quarto com outro hóspede, se revolta e anuncia a Victor que deixará o apartamento. Ao saber do ocorrido, Carla se dispõe a ajudar o amigo e oferece um quarto em seu apartamento. A partir daí, Carla e Douglas se tornam muito íntimos e tem início à troca de influências um sobre o outro. Douglas tem problemas com sua família e não fala com seu pai há algum tempo, também tem um relacionamento mal resolvido com uma garota que vem se juntar a ele em um projeto de aulas de teatro para jovens. Carla tem sua vida financeira e emocional bem estabelecida, apesar da ausência de emoções fortes. A convivência com Douglas e o testemunho de suas frustrações desperta nela o desejo de intervir de maneira positiva, mesmo correndo o risco de errar em suas atitudes. Nos diálogos entre os dois, Douglas expõe sua teoria de ver sua vida como se fosse um filme sendo filmado diariamente e que seria exibido após a sua morte, tendo como platéia todas as pessoas com as quais conviveu e participaram de sua vida de alguma forma. Carla entra em contato com o irmão de Douglas e o convida para a estréia da peça, afim de que ele traga seu pai e haja a reconciliação de Douglas com a família. Juntamente com o fato ocorrido entre Douglas e sua ex-namorada e atual parceira de trabalho, fica evidente que Douglas foge de seus problemas, e a intromissão de Carla gera um atrito entre os amigos. Contudo, o rapaz reconhece que sua amiga quer lhe mostrar que há melhores caminhos a serem percorridos e aceita sua ajuda. A relação entre Douglas e sua ex-namorada torna-se uma amizade agradável deixando de existir os antigos remorsos. Carla consegue que a família de Douglas venha à estréia da peça. O evento é um sucesso e a atuação é comovente, no entanto o reencontro entre Douglas e seu pai não ocorre. Douglas e Carla começam um relacionamento amoroso que até então se mostrava latente, porém, inevitável. Na festa de comemoração pelo sucesso da estréia, Douglas é designado a buscar um aparelho na casa de um amigo e sofre um acidente fatal que o deixa em situação crítica no hospital. Nesta fase de desfecho, fica evidente o caráter efêmero de nossa existência e a fragilidade de nossas vidas. Novamente há a possibilidade da reconciliação entre Douglas e seu pai. Dá-se a impressão de que o que não ocorreu em circunstâncias ocasionais ocorrerá no infortúnio. Mas isso não acontece, e o jovem morre deixando para Carla mais que sua mensagem de amor, uma lição de vida. 4

5 Carla tem uma experiência extra-corpórea: um sonho em que está em um cinema onde será apresentado o filme da vida de Douglas. E descobre que esta experiência foi compartilhada com outras pessoas. O filme termina com Carla em uma livraria, autografando seu livro, chamado: O filme de nossas vidas. 6. Tópicos relevantes para desenvolvimento e análise Na trilha sonora do filme, a música Metal contra as nuvens do Legião Urbana é de fundamental importância, uma vez que alguns trechos vêm se encaixar adequadamente ao enredo. Segue abaixo alguns fragmentos com referência no roteiro. Metal contra as nuvens Fragmento 01 Não sou escravo de ninguém. Ninguém senhor do meu domínio. Sei o que devo defender. E por valor tenho e temo o que agora se desfaz. Viajamos sete léguas, por entre abismos e florestas. Por deus nunca me vi tão só. É a própria fé o que destrói. Este são dias desleais. Sou metal, raio, relâmpago e trovão. Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão. Sou metal, quem sabe o sopro do dragão. Reconheço o meu pesar, quando tudo é traição. O que venho encontrar é a virtude em outras mãos Fragmento 02 E a verdade o que assombra. O descaso o que condena. A estupidez o que destrói. Eu vejo tudo do que se foi e o que não existe mais. Tenho os sentidos já dormentes. O corpo quer, a alma entende. Esta é a terra de ninguém. Eu sei que devo resistir. Eu quero a espada em minhas mãos. 5

6 Sou metal, raio, relâmpago e trovão. Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão. Sou metal, quem sabe o sopro do dragão. Não me entrego sem lutar. Tenho ainda coração. Não aprendi a me render. Que caia o inimigo então Fragmento 03 Tudo passa, tudo passará. Tudo passa, tudo passará. Fragmento 04 E nossa história não ficará pelo avesso assim, sem final feliz. Teremos coisas bonitas pra contar. E até lá, vamos viver, temos muito ainda por fazer. Não olhe pra trás, apenas começamos. O mundo começa agora, apenas começamos. Outras músicas do mesmo álbum são pertinentes, inclusive O teatro dos vampiros, indicada para o momento em que Douglas faz o teste de violão. Esta música é tocada só com violão no álbum Música para acampamentos. O teatro dos Vampiros Sempre precisei de um pouco de atenção. Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto. E nesses dias tão estranhos, fica poeira se escondendo pelos cantos Esse é o nosso mundo, o que é demais nunca é o bastante. E a primeira vez é sempre a ultima chance. Ninguém vê onde chegamos. Os assassinos estão livres, nós não estamos. Vamos sair, mas não temos mais dinheiro. Os meus amigos todos estão procurando emprego. Voltamos a viver como há dez anos atrás. E a cada hora que passa envelhecemos dez semanas. Vamos lá, tudo bem, eu só quero me divertir. 6

7 Esquecer dessa noite, ter um lugar legal pra ir. Já entregamos o alvo e a artilharia Comparamos nossas vidas, esperamos que um dia nossas vidas possam se encontrar. Quando lhe vi, e tendo de viver, comigo apenas e com o mundo, você me veio como um sonho bom, e me assustei. Não sou perfeito. Eu não esqueço a riqueza que nós temos, ninguém consegue perceber. E de pensar nisso tudo, eu, homem feito, tive medo e não consegui dormir. Vamos sair, mas não temos mais dinheiro. Os meus amigos todos estão procurando emprego. Voltamos a viver como há dez anos atrás. E a cada hora que passa envelhecemos dez semanas. Vamos lá, tudo bem, eu só quero me divertir. Esquecer dessa noite, ter um lugar legal pra ir. Já entregamos o alvo e a artilharia Comparamos nossas vidas, E mesmo assim, não tenho pena de ninguém 7. Considerações finais Acima de tudo esta história fala sobre perdas e conquistas de uma vida comum, como a vida que pessoas reais levam. Mostra que jamais devemos pensar que levamos uma vida em vão, e que acreditar em algo maior que as vagas esperanças de um mundo ordinário nos torna infinitamente superiores à realidade que nos é imposta. 7

8 O FILME DE NOSSAS VIDAS FADE IN. CENA 01 - INT. EDIFÍCIO COMERCIAL / CORREDORES - DIA DOUGLAS é um jovem de classe média, recém-formado em um curso de teatro. Possui boa aparência e intelecto bem estruturado, personalidade marcante pela descrição e gentileza em seus atos. Douglas caminha pelo corredor. CÂMERA SEGUE sobre os ombros de Douglas enquanto caminha. De outro corredor a CÂMERA MOSTRA À DISTÂNCIA, Douglas pedindo informação. A funcionária da limpeza mostra o caminho com gestos. CENA 02 - INT. EDIFÍCIO COMERCIAL / SALA - DIA Rita está sentada atrás de uma mesa. Douglas entra. RITA: Pois não. O que deseja? Eu soube que estão precisando de jovens atores para uma peça de teatro. Gostaria de me inscrever. RITA: Esta informação não foi aberta ao público. Não estamos fazendo entrevistas. Os jovens que procuramos estão sendo convidados por pessoas que já os conhecem. - Como soube disso? Por um amigo. Ele me disse que seu primo foi convidado, mas não aceitou. Sabendo que tenho o curso de teatro, pensou que talvez eu pudesse substituí-lo. RITA: Este seu amigo não deve ter te falado sobre o cachê! Talvez tenha sido por isso que o primo dele recusou o convite. - Sente-se. (Ele se senta.) A empresa idealizou este programa com fins de caridade. Grande parte da renda vai para um orfanato, outra parte vai para os atores. Se o público for pequeno pode acontecer de receberem muito pouco pelo trabalho. Por isso estamos convidando somente conhecidos. Na maioria são parentes de pessoas que trabalham na própria empresa: filhos, sobrinhos, vizinhos... Alguns até abriram mão de sua parte, farão apenas por caridade. Douglas aparenta insatisfação RITA: (continuando) Não era o que você esperava! Mas se você quiser levar isso à diante, eu posso te recomendar a um dos organizadores. Pode ser que a peça seja um grande sucesso e vocês ganhem um bom dinheiro! Tudo bem; então pode recomendar. Quando poderei falar com esta pessoa? 7

9 RITA: (entregando um cartão de visitas) Me ligue amanhã. Terei uma resposta. Douglas se levanta saindo. RITA: Hei! Não me disse seu nome! Douglas. Douglas sai. CENA 03 - INT. TEATRO - DIA Douglas desce pelo corredor entre as poltronas, pergunta ao primeiro que encontra: Por favor, quem é o Sr. Sérgio Trompieri. CÂMERA FOCALIZA TROMPIERI próximo ao palco. Douglas desce até a primeira fila e encontra Trompieri. SÉRGIO TROMPIERI é um homem de meia idade com a fisionomia de um professor: óculos, cabelos quase grisalhos e vestuário social. Sr. Trompieri! Sim, sou eu. Sou Douglas. Apertam as mãos. Sim, claro. Estávamos à sua espera. A Rita me disse que você fez um curso de teatro. Está correto? Sim, senhor. Por favor, não me chame de senhor. Venha! (Conduzindo-o para uma sala) - Você já deve estar sabendo o que estamos fazendo aqui! Não é nenhum grande espetáculo. Mas esperamos poder ajudar muitas crianças com isso, e talvez até ganhem um bom dinheiro, vai depender muito de vocês mesmos. Sei disso. CENA 04 - INT. TEATRO / SALA - DIA No interior da salinha encontra-se uma mesa de centro e um conjunto estofado. 8

10 Sente-se. (ambos se sentam) Não temos nenhuma experiência no assunto, muitos aqui trabalharam em algumas peças, mas nada que merecesse destaque. A empresa lançou esta idéia; ainda não temos nenhuma garantia de que vai dar certo, portanto não podemos investir muito, e é por esta razão que estamos chamando pessoas que possam nos ajudar sem compromisso. Sua ajuda será muito bem vinda se quiser se juntar a nós. Talvez não receba a quantia que mereça por suas qualidades, mas devo lhe confessar que seria muito bom tê-lo conosco. Pode contar comigo. CENA 05 - INT. APARTAMENTO DE VICTOR / SALA - DIA O clima é bastante intenso. VICTOR é um jovem. O fator marcante desta personagem é sua demonstração de insatisfação e insegurança em relação a Douglas VICTOR: Você está doido cara! Não acredito que você aceitou esta proposta! - Não posso pagar o aluguel sozinho! Não se preocupe. Eu tenho dinheiro para os próximos dois meses. Até lá a peça vai estar totalmente pronta. VICTOR: Mas se não conseguir um bom público? Você sabe que está difícil arrumar um emprego. Estes dois meses seria o tempo de procurar outro trabalho. - Se não der certo nós estamos ferrados. Você está se precipitando. Além de ser um grande pessimista! Não se preocupe, vai dar certo! Você não vai precisar se mudar daqui. Se bem que eu acho o aluguel deste lugar meio caro. Douglas entra em seu quarto. Victor se mostra apreensivo. CENA 06 - INT. TEATRO - DIA FUNDO MUSICAL com o fragmento 01 da Metal contra as nuvens. Há um pequeno grupo encima do palco e outros nas poltronas. Douglas e Trompieri no palco. Atenção todos! Este é o mais novo integrante do nosso grupo. O nome dele é Douglas. Ele vai nos ajudar muito. Fez curso de teatro e pode nos orientar para que nossa peça seja um grande sucesso. "Oi, Douglas". A TURMA TODA: (toca no braço de Douglas) Venha. Vou te apresentar uma pessoa maravilhosa. 9

11 Vão até Carla, que está folheando seu roteiro junto ao grupo do palco. CARLA é uma garota atraente e muito carismática. Sua origem de classe alta só é evidente em sua aparência superficial, em vestuário e gestos. É, evidentemente, uma pessoa atenciosa e generosa. (para Carla) Carla, você pode colocar nosso astro à par de tudo? Claro. - Oi, sou Carla. Pode ficar comigo. Vamos nos sentar aqui. Carla e Douglas se sentam no palco e ela começa a explicar o roteiro. Somente alguns receberam o nome de seus personagens; assim como você, outros ainda estão apenas lendo o roteiro para se identificar com a história. E do que se trata? Calma que eu já te explico. (Folheia os papeis e separa algumas páginas) Esta é a primeira parte da história: fala sobre um garoto apaixonado pela música, um excelente rapaz, mas que, por influência das más companhias, se envolveu com drogas e passou a fazer parte de um grupo de risco. (Separa outras folhas) Aqui ele descobre que contraiu AIDS; conta que se contaminou ao praticar sexo sem proteção com uma das meninas do grupo. Ele fica muito abalado e compõe várias músicas a respeito do que estava sentindo. (E mostrando as folhas que sobrou...) Este é o final da história: depois de alguns anos ele apresenta uma pneumonia e pede aos parentes e amigos para que o deixem morrer em seu quarto de hotel. Ótimo. Quem a escreveu? Alguns de nós. Os primeiros a formar o grupo se reuniram e foram surgindo déias. Quando menos esperávamos já tínhamos a história, depois Trompieri montou o roteiro. Você falou sobre músicas. Vai haver música na peça? Vai. Mas somente quem representar o papel da personagem principal irá tocar e cantar. E este personagem já tem dono? Vai haver um teste de violão. Há três candidatos. Douglas fita-a discretamente. 10

12 Qual é o seu papel? Serei a melhor amiga deste personagem, a pessoa com quem ele procura ajuda e pede para ficar ao lado dele. Então vou fazer o teste. CENA 07 - INT. APARTAMENTO DE VICTOR / QUARTO DE DOUGLAS - NOITE Douglas está só em seu quarto, apreensivo e pensativo. Pega seu violão e dedilha alguns acordes da música O teatro dos vampiros. CENA 08 - INT. TEATRO - DIA Dia do teste. Há um banco no palco e um candidato tocando violão. Todos estão assistindo das poltronas. Douglas chega, vai até Carla em sua poltrona e senta-se ao seu lado. Oi. Como se sente? Bem. O candidato termina. Trompieri faz sinal para Carla Vamos ver como se sai. Já é sua vez. Carla conduz Douglas até o palco e vai se sentar ao lado de Trompieri. Douglas sobe ao palco e toca "O teatro dos vampiros, do Legião Urbana. Quando a música acaba, Carla vai até Douglas. Meus parabéns! Você conseguiu! Que bom! CENA 09 - INT. APARTAMENTO DE VICTOR / SALA - DIA Douglas chega e encontra algumas malas e outros objetos desconhecidos na sala. Victor! Victor entra vindo de seu quarto. O que são estas coisas? VICTOR: São do nosso novo companheiro de apartamento. Ele vai nos ajudar a pagar o aluguel. Onde ele vai ficar? VICTOR: 11

13 O seu quarto possui mais espaço que o meu. - Achei que não iria se importar! É claro que eu me importo! Gostaria pelo menos de ser consultado antes de dividir meu quarto com alguém. A única razão de ainda estar morando aqui é por ter privacidade em minhas horas de descanso. O pior de tudo isso é que você nem ao menos teve a grandeza de me comunicar esta sua decisão. Revoltado, vai para seu quarto. Victor o segue se explicando. VICTOR: Você não sabe se este seu trabalho vai garantir o dinheiro do aluguel. Com ele aqui você pode ficar mais tranquilo. CENA 10 - INT. APARTAMENTO DE VICTOR / QUARTO DE DOUGLAS - DIA Douglas entra irritado. Pouco depois Victor entra. O dinheiro do aluguel é problema meu. Se fosse preciso procurar alguém para dividir o meu quarto, que pelo menos fosse eu a fazer isso. VICTOR: Mas ele vem de família rica. Vai fazer faculdade e se propôs a pagar cinquenta por cento do valor do aluguel e mais o condomínio. É mais do que você paga, assim seria bom para nós três. Não pense que não sei o que deseja com isso. Não teve coragem para me dizer, então inventou esta desculpa de achar que o meu trabalho pode não dar certo. Eu sei que tudo isso é desculpa para colocar este cara aqui e achar uma forma de me tirar. (pausa) Não seria necessária toda esta encenação, bastava ter me dito que havia arranjado alguém disposto a pagar mais pela estadia. Assim eu teria tempo para retirar minhas coisas daqui. VICTOR: E para onde iria? Não conhece mais ninguém. (conduzindo Victor até a porta) Tenho certeza que não se importa muito com isso. Fique feliz em saber que este é o último dia que passo neste lugar. Amanhã o quarto vai estar livre para alugar para quem quiser. Douglas fecha a porta. CENA 11 - INT. TEATRO - DIA Douglas entra. Carla vem até ele no alto das poltronas. Douglas, você não sabe o que aconteceu. (Ele reage com indiferença) A empresa nos deu mais tempo para os ensaios. 12

14 Vão investir em publicidade e esperam que a arrecadação seja bem maior do que haviam previsto anteriormente. (desanimado) Legal! Isto significa que poderá receber bem mais. Fico feliz pelo grupo, mas esta notícia não é boa para mim. Descem o corredor. Imagem à distância. Ele conta sua história com a imagem muda. Impressão de passagem de tempo. Sentados nas poltronas. Você não tem para onde ir agora? Não. Minha família não é daqui. Eu não os vejo há muito tempo, desde que sai de casa para fazer o curso de teatro. Era contra a vontade de meu pai que eu o fizesse. Então vim para cá, arranjei um emprego e com o dinheiro que tinha economizado consegui concluir o curso. E por que não voltou? Minha mãe morreu meses depois que eu parti. Eu fui saber muito tempo depois, quando terminei o curso. Telefonei para preparar minha chegada e soube por um dos meus irmãos que meu pai não me perdoava por estar distante naqueles dias. Dizia que eu não era mais filho dele. (pausa) Eu conheço meu pai ele vai guardar este rancor até o fim de sua vida. Por que você não muda isto? Pode ir até ele e dar fim a este horrível sentimento! Ele nem mesmo concordaria em falar comigo. Minha família também tem seus problemas. Felizmente consegui o que tenho hoje de maneira mais tranquila. Decidi sair de casa para viver minha vida em paz. Parece que as relações entre eu e meus pais melhorou muito depois disso. Mas às vezes me sinto só em meu apartamento. (Pausa. Acanhada) Não interprete isto de maneira maliciosa: quero apenas ajudar um amigo. Meu apartamento possui um quarto vago. Pode ficar lá por uns tempos. O que sua família iria pensar disso? 13

15 Não se preocupe. Eles quase não aparecem em casa, e quando vão me avisam antes. Eu não sei se vou poder ajudá-la a pagar o aluguel. Não tenho muito dinheiro. Não estou te pedindo isso. Não estou procurando alguém para dividir o aluguel, mesmo porque eu não pago aluguel, quero apenas ajudar um amigo. Se não for lhe trazer nenhum incomodo... eu aceito! CENA 12 - INT. APARTAMENTO DE VICTOR / CORREDOR - NOITE Porta de saída. Carla está parada na porta. Douglas está retirando malas e caixas. Douglas retira uma chave do molho. Aqui está a chave do apartamento. VICTOR: Se mudar de idéia... pode voltar quando quiser. Douglas ignora Victor. Obrigada. CENA 13 - EXT. PRÉDIO DE VICTOR / RUA - NOITE Colocando as caixas no porta-malas. Tem certeza que não esqueceu nada. Tenho. Não iria querer voltar aqui de jeito nenhum. Então, vamos. Entram no carro e saem. CENA 14 - INT. APARTAMENTO / SALA - NOITE O APARTAMENTO fica em um prédio bem localizado. Possui espaço amplo, sala integrada com a copa e um balcão dividindo a copa e a cozinha. Possui dois quartos grandes e uma área de serviço. CÂMERA MOSTRA de dentro do apartamento a porta se abrindo. Os dois entram trazendo algumas caixas. Carla coloca a que trazia no sofá. Bem vindo à sua nova casa. 14

16 Ela pega sua mão. Nossa! Mesmo se eu quisesse, acho que não teria dinheiro para pagar sequer o condomínio deste prédio. Venha vou te mostrar seu quarto. Passam pelo corredor. CENA 15 - INT. APARTAMENTO / QUARTO DE DOUGLAS - NOITE Carla entra seguida por Douglas. Há uma cama de casal. Ele olha ao redor. Eu pretendia montar aqui uma sala de estudos, com biblioteca, computador e uma escrivaninha, mas o computador eu tive que colocar em um canto da sala para ligá-lo ao telefone e já me acostumei com ele lá... Vai demorar muito até que eu possa encher uma estante de livros e ainda não comprei a escrivaninha. Portanto ele está à sua disposição. (notando a cama) Quem dorme aqui? Ninguém. (rindo) Esta cama era minha. Eu comprei outra e a coloquei aqui, caso precisasse. Até nisso você deu sorte. Então, pegue suas coisas e traga para cá. Ainda temos que trazer o que está no carro. Impressão de passagem de tempo. O quarto está cheio das coisas de Douglas. Douglas avalia o ambiente e tenta colocar seus pertences em ordem. CENA 16 - INT. APARTAMENTO / QUARTO DE DOUGLAS - DIA Douglas se levanta e sai do quarto. CENA 17 - INT. APARTAMENTO / QUARTO DE CARLA - DIA Douglas vê que Carla não está no quarto e vai à sua procura. CENA 18 - INT. APARTAMENTO / SALA E COPA - DIA A sala está vazia e Douglas explora o ambiente. Minutos depois Carla entra trazendo uma sacola. Bom dia. Bom dia! Costuma acordar tão cedo? Ela segue para a copa e coloca a sacola sobre a mesa. 15

17 Não tão cedo! Em período de aulas na faculdade acordo sempre por volta das oito. Vou para a academia às nove. Agora, com essa greve dos professores universitários eu deito mais cedo e acordo mais cedo. E hoje tive que comprar algumas coisas para nosso café da manhã e não quero comer às pressas. Assim podemos conversar um pouco. Estou te dando trabalho. - Não precisa se preocupar comigo. Assim vou me sentir ainda mais inconveniente. Esvaziando a sacola sobre a mesa. Acredite... se estivesse sendo inconveniente não estaria aqui. CENA 19 - EXT. RUAS DA CIDADE - DIA Cenas de Douglas à procura de emprego. Entrando e saindo de várias lojas. CENA 20 - INT. APARTAMENTO / SALA - DIA Carla está sentada na poltrona quando ele chega. Onde esteve? Pensei que viesse almoçar. Não tive fome. Passei o tempo todo andando pelo centro e me esqueci das horas. Quando olhei no relógio vi que era tarde. Pensei que não ia voltar a tempo de ir com você ao ensaio. Então tome seu banho enquanto eu lhe preparo algo. Sairemos em seguida. Não se preocupe! Eu como um pãozinho daqueles do café. Não estou com fome. CENA 21 - INT. TEATRO - DIA Com o roteiro na mão, Douglas e Carla ensaiam as falas. Eu quero ficar ao seu lado. Ainda posso te ajudar. Saia daqui! Não quero te ver nem mais um minuto. Douglas interrompe a atuação e pergunta a Trompieri, que está sentado em uma poltrona: Por que ele a manda sair do quarto? É por que ele sabe que vai morrer. Então acha melhor que ela não veja sua morte. 16

18 Mas seria melhor se ela ficasse ao seu lado! Discretamente, Carla se mostra a favor dele. Podemos mudar. A cena é de vocês. Façam o que acharem melhor. - Vocês têm competência para isso. Cenas do ensaio em andamento. CENA 22 - INT. APARTAMENTO / SALA - NOITE Sentados no tapete e comendo uma pizza que está sobre a mesinha de centro. A TV está ligada. Espero que não se importe em comer pizza. Eu até que gosto! Que ótimo! Porque eu raramente faço janta. Quando eu não como fora é sempre uma pizza ou um lanche. Douglas às vezes lança olhares para a TV. Que tipo de filme você gosta? Diversos tipos. O que me importa é a história e como ela é contada. Não me importa se é romance, policial, ficção, aventura ou comédia, desde que seja um bom filme. Também sou assim! E há algum filme que te marcou? Um que nunca vai se esquecer! Todos temos. Eu gostei muito de um filme chamado "Em busca da terra do nunca". Fala sobre o autor de Peter Pan, os eventos que o inspiraram a criar a história. Assisti. Achei muito interessante. Por que te marcou? Porque me mostrou o quanto a vida pode ser interessante quando nos entregamos a um propósito, mesmo que seja uma simples tarefa de criar uma fantasia. (sorrindo) Que bonito isso! Vou anotar para usar depois. E você? Que filme te marcou? 17

19 Como você mesmo disse, há muitos. Mas aquele fascínio incomparável eu senti quando comecei assistir os filmes de - Eu não estava empolgada. Jamais pensei que o cinema mudo fosse tão agradável e emocionante. Pensava que seria difícil de entender a história e achava uma droga a imagem, em preto e branco e toda chuviscada. A partir daquele dia eu conheci Chaplin e soube porque ele é conhecido no mundo inteiro. É como dizem: Quem não conhece Chaplin não conhece o cinema. Seus trabalhos jamais serão esquecidos. - Tem um filme que fala sobre ele também. O silêncio prevalece por um instante. Douglas solta um sorriso acanhado. Por que está sorrindo? Esta conversa me fez lembrar de um pensamento que venho tendo ultimamente. - Desde que comecei a fazer o curso de teatro, passei a ver a vida de uma forma diferente. Mesmo passando pelas dificuldades e os problemas de família, sempre pensei que minha vida seria algo interessante. Pensava nas tristezas e alegrias pelas quais eu iria passar... e ainda penso em tudo isso. Mas, por mais estranho que pareça, também comecei a pensar como seria depois da vida... me perguntava se eu teria a chance de poder ver tudo que eu tinha feito. (Seu olhar se desvia com frequência, porém nota que a garota lhe dá total atenção) Nesta fase da minha vida eu só pensava em teatro, cinema, roteiro, atuação... então parece que tudo foi se misturando em minha cabeça... e com isso eu criei em minha mente uma forma agradável de ver como poderia ser a morte. Eu, heim! Morte agradável! Deixe eu explicar. - Eu imagino que este mundo seja um grande cenário, onde todos nós estamos encenando nossos próprios filmes. Um filme que conta a história de cada um, que falará sobre quem fomos e o que fizemos. Penso que este filme será apresentado logo que deixarmos este mundo, e do outro lado teremos um enorme cinema onde ele será exibido. A platéia será as almas de todos aqueles que fizeram parte de nossa vida: parentes, amigos, pessoas que não tiveram grande importância, mas estiveram presentes; até mesmo inimigos. Todos querendo ver a pessoa que você foi, o que fez, e a participação que tiveram em sua vida. - Nos últimos dias, com esta participação na peça, venho pensando muito nisso, então me espantei ao ver que estávamos falando de filmes que falam sobre a vida de duas pessoas reais, que tiveram o privilégio de terem o filme de suas vidas exibidos no neste mundo. É muito bonita esta sua forma de pensar. Eu adoraria que fosse mesmo assim! Seria uma bela forma de sermos julgados por nossos feitos. 18

20 Não penso que seria este o propósito deste filme, também seria um modo de conhecermos profundamente a nós mesmos. Sabermos a importância que tivemos na vida de outras pessoas e avaliarmos aquilo que nós construímos. Conhecer os erros e acertos que às vezes nos passam desapercebidos. Saber sobre os corações que magoamos e aqueles que levamos alegria. Coisas deste tipo. Se emocionar profundamente por tudo que passamos e fizemos: este seria o verdadeiro propósito do filme de nossas vidas. CENA 23 - INT. APARTAMENTO / QUARTO DE CARLA - DIA Douglas aparece na porta. Carla está deitada. Carla! Entre. Vai se atrasar para a academia. Não vou hoje. Aquele filme me deixou bastante cansada. Não estou acostumada a dormir tão tarde. (pausa) Sente-se. Ele se senta na poltrona. Pretende ficar o dia todo ai? Não. Estou apenas procurando uma razão para me levantar. (se levantando) Então já encontrou. Tome um bom banho e vamos passear. CENA 24 - EXT. RUAS - DIA Cenas de Douglas e Carla caminhando pelas ruas da cidade, em lojas e praças. CENA 25 - INT. MUSEU - DIA Estão apreciando as obras de arte. Em frente a um quadro de paisagem. O que acha disso? Bonito! Eu acho pintura uma arte interessante. O artista nos remete a um lugar particular em sua mente. Mesmo que este lugar seja real, este quadro é um retrato de um instante em seu pensamento. Não haverá outro instante igual a este, quando o artista se sentiu presente naquele lugar e foi inspirado a compartilhar este sentimento conosco. 19

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