Curso Técnico em Administração

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1 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS - CÂMPUS POUSO ALEGRE Informativo do IFSULDEMINAS - Campus Pouso Alegre, novembro de 2012 ano 01, edição 03 Curso Técnico em Administração A entrevista de emprego é uma das etapas mais importantes de um processo de seleção. No entanto, nessa hora surgem várias dúvidas de como se portar e se vestir frente ao entrevistador; por isso selecionamos algumas dicas dadas pelo Professor Diego Terra, Administrador e Mestre em Administração pela Universidade Federal de Lavras e Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Pouso Alegre. Leia mais nas páginas 08 a O9 Técnico em Agricultura Técnico em Edificações As escolhas dos métodos mais adequados para a irrigação, juntamente com a questão das perdas, traduzem num desafio relacionado às atividades empresariais do agronegócio e à assistência técnica para o setor. Portanto, o desafio é alcançar sem alterar a condições físicas e químicas do solo e com mínima interferência sobre os demais fatores necessários à produção cultural Saiba mais nas Paginas 12 a 13 Alvenarias são elementos da construção civil, resultantes da união de blocos sólidos, justapostos, unidos com argamassa ou não, destinados a suportar, principalmente, esforços de compressão. Porém a falta de projetos em algumas etapas da obra acaba elevando o custo da obra, mas o mercado da construção civil começa a perceber a importância de um planejamento prévio no resultado final da construção, para obter inclusive, melhor desempenho e economia no canteiro de obra.. Páginas 06 a 07 Técnico em Informática Técnico em Química Os aplicativos online são programas disponibilizados na internet que podem ser utilizados através deste ambiente sem que haja a necessidade de instalá-los em seu computador. Neste tipo de ferramenta todos os dados ficam armazenados no servidor que disponibiliza estes serviços, e desta forma, não ocupam espaço de armazenamento em seu computador, além de oferecer ao usuário a possibilidade de acessar suas informações através de qualquer outro dispositivo conectado à internet. Páginas 10 a 11 O objetivo da química forense é analisar amostras colhidas ou não no local do crime e decidir que tipo de análise será feita com o material disponível. Por isso, o profissional precisa manter-se permanentemente atualizado, uma vez que o químico forense lida com grande variedade de provas e amostras, e deve ter conhecimentos sólidos de várias áreas da química, principalmente da química orgânica e bioquímica. Páginas 04 a 05

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3 Fotografia: Puccini Fotocolor Editorial Fotofrafia do coordenador João Paulo Martins é Bacharel e Licenciado em Química pela Universidade Federal de Viçosa, Mestre e Doutor em Agroquímica pela Universidade Federal de Viçosa na área de concentração em Físico- Química. Tem experiência em Te r m o d i n â m i c a Q u í m i c a, Termodinâmica de soluções poliméricas, processos de separação, Q u í m i c a A n a l í t i c a e a t u a principalmente na investigação termodinâmica do comportamento de partição de biosolutos em sistemas aquosos bifásicos (SAB). Atuou com professor substituto na universidade federal de Viçosa UFV. Foi Professor na Universidade Presidente Antônio Carlos UNIPAC. Ocupou o cargo de Professor efetivo de Química no IFNMG/Campus Arinos onde atuou nos cursos Superiores e Técnicos. Foi Coordenador de Pesquisa do I F N M G / C a m p u s A r i n o s e a t u a l m e n t e é P r o f e s s o r n o IFSULDEMINAS Campus Pouso Alegre. CV - Lattes: Maria Cecília Rodrigues Simões é Bacharel em Química com Atribuições Tecnológicas pela Universidade Federal de Alfenas UNIFAL/MG (2010) atualmente é Mestranda pelo Programa de Pós Graduação em Química da Universidade Federal de Alfenas- UNIFAL/MG. Têm experiência nas áreas de Química Orgânica, Síntese Orgânica, Química Medicinal e Química de Produtos Naturais, atuando principalmente na busca de novos candidatos a fármacos. Atualmente é Professora de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais, Campus Pouso Alegre- MG. CV - Lattes: com imensa satisfação que chegamos à terceira edição do informativo, agora denominado Conexão IF. A proposta Éinicial deste era levar conhecimentos técnico-científicos nas áreas em que o IFSULDEMINAS- câmpus Pouso Alegre atua. Entretanto, a cada edição, observamos uma crescente participação dos discentes na leitura e proposta dos temas a serem abordados, mostrando assim a eficácia deste meio de comunicação como elemento integrador entre docentes, discentes e a comunidade como um todo. Outro fator relevante que observamos, é a evolução de nossos bolsistas no que diz respeito à escrita técnica, a busca por literatura acadêmica específica em periódicos da área e o mais importante: o desenvolvimento intelecto-cultural e a postura crítica diante dos temas trabalhados em cada matéria do Conexão IF. Estes fatores mostram a importância da realização de atividades que transcedam o espaço da sala de aula, ampliando a relação aluno-professor e oportunizando ao discente o desenvolvimento de suas habilidades e a visão sobre seu curso técnico vislumbrando as potencialidades de sua futura profissão. O Conexão IF para nós do curso técnico em Química, tem se mostrado como um espaço para discutir, desde os fundamentos mais básicos e cotidianos da Química até suas aplicações mais sofisticadas, fornecendo aos leitores subsídios para compreender de maneira correta as informações veiculadas na mídia, contribuindo para a desmistificação desta ciência, considerada por muitos como coisa de louco! Neste sentido, esperamos que os leitores sugiram cada vez mais, novas ideias para tornar a Química, e as demais áreas da ciência,mais acessíveis a todos os públicos. Expediente Informativo mensal do IFSULDEMINAS (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Pouso Alegre). Endereço do Campus Provisório de Pouso Alegre: Av. Dr. João Beraldo, Centro Pouso Alegre/MG. Contato: (35) Reitor do IFSULDEMINAS: Sérgio Pedini Diretor Geral Pró-Tempore - Campus Pouso Alegre: Marcelo Carvalho Bottazzini Coordenador-Geral e Responsável pelo Informativo: Professora Danielle Martins Duarte Costa/ Professores-Orientadores do Informativo:. Curso Técnico em Química: João Paulo Martins - Professor Orientador; Maria Cecília Rodrigues Simões - Professor Orientador. Boa leitura!. Curso Técnico em Edificações: Sandro Henrique de Faria - Professor Orientador.. Curso Técnico em Administração: Danielle Martins Duarte Costa (CRCMG ) - Professor Orientador. Agradecimentos Ao IFSULDEMINAS pelo apoio financeiro através do seu PIBIC/Jr. (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica Júnior). Ricardo Puccini pelo apoio em realizar as fotografias do editoral.. Curso Técnico em Informática: Luís Antônio Tavares - Professor Orientador; Ismael David de Oliveira Muro - Professor Orientador.. Curso Técnico em Agricultura: Ester Lambert Pereira ( CREAMG D) - Professor Orientador. Jornalista responsável e projeto gráfico: Júnior Carneiro

4 Técnico em Química A ciência forense Por Amanda Camila Alves Pereira e Daiana Caetano de Melo Bolsistas PIBIC/Jr. do Curso Técnico em Química or mais de 100 anos, a ciência forense tem fascinado muitas pessoas. O interesse popular nesta ciência começou no meio do século XIX com as histórias de detetive de Edgar Allan Poe e teve um maior impulso em 1887, quando Arthur Conan Doyle Ppublicou a primeira história de sua imensamente popular série Sherlock Holmes. Sua popularidade continuou a crescer através do século XX com a publicação de centenas de romances misteriosos por autores bestselling como Agatha Christie, entre outros. A ciência forense é multidisciplinar envolvendo toxicólogos, biólogos, botânicos, geólogos, químicos etc. A principal meta da ciência forense é apoiar cientificamente as investigações de danos, mortes e crimes inexplicados. A química forense trata de substâncias como tinturas, vidro, solos, metais, plásticos, explosivos etc. O profissional dessa área trabalha no laboratório analisando amostras colhidas por outros investigadores, e também nos locais de crimes e precisa ter conhecimento suficiente para decidir que tipo de análise será feita com o material disponível e quando é necessário buscar provas ou amostras adicionais. Por tudo isso, precisa manter-se permanentemente atualizado. O químico forense lida com grande variedade de provas e amostras, e deve ter conhecimentos sólidos de várias áreas da química, principalmente da química orgânica e bioquímica, já que deverá realizar análises de fluidos de origem biológica. Balística Análises químicas forenses Puxar o gatilho de uma arma de fogo carregada define uma cadeia de eventos em movimento. Ao produzir a combustão da pólvora, uma quantidade de gás muito quente é liberada que exerce uma elevada pressão empurrando o projétil para fora da arma através do cano. Esses gases expelidos são monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO ), vapor 2 de água, dióxido de enxofre (SO ), 2 e junto com esses gases são expelidos compostos inorgânicos como nitritos (NO ), nitratos (NO ), resíduos 2 3 sólidos como antimônio (Sb), bário (Ba) e chumbo (Pb), que são depositados na pele e na roupa do atirador, no alvo, na própria arma e em qualquer coisa por perto. As análises dos resíduos presentes em armas de fogo são parte essencial do trabalho de muitos laboratórios forenses. Um experimento relativamente simples, conhecido como residuográfico,pode indicar se um suspeito efetuou tiros com arma de fogo ou não. Os investigadores coletam uma amostra da palma, do dorso e da região palmar (pinça-palmar) e dorsal (pinça-dorsal) dos dedos polegar e indicador das mãos do suspeito (Figura 1) aplicando tiras de fita adesiva nas mesmas e imobilizam essas tiras em superfície de papel de filtro. Se as tiras, ao serem borrifadas com solução acidificadas de rodizonato de sódio, apresentarem um espalhamento de pontos de coloração avermelhada, indicam resultado positivo para o disparo. (Figura 1 Regiões da mão submetidas à coleta) Toxicologia A análise toxicologia é uma parte importante nos laboratórios forenses. A grande maioria dos testes forenses de drogas concentram-se nas drogas recreativas ao invés de drogas farmacêuticas. Drogas recreativas incluem aquelas tais como cocaína, metanfetamina, e heroína que têm pouco ou nenhum uso médico legítimo. Para identificá-las são necessários testes que rapidamente determinem a presença ou ausência destas substâncias controladas em uma amostra. Em um teste típico, uma pequena quantidade da amostra suspeita é transferida para uma placa e uma ou duas gotas de um reagente específico para a substância são adicionados. Se uma mudança específica de cor ocorre, presume-se que tal substância esteja presente na amostra, caso contrário, fica presumido que na amostra não se obteve a presença da substância para qual o teste foi realizado. Apesar de parecer muito simples, este teste é muitas vezes complicado, pois pode apresentar um falso positivo caso mais de uma substância presente na amostra interaja com o reagente do teste, sendo necessários testes mais específicos. 4

5 Técnico em Química Impressões digitais Infelizmente as digitais encontradas nas cenas criminais geralmente são parciais, quebradas, manchadas e por isso muitas vezes é impossível estabelecer uma comparação perfeita. Examinadores de impressões digitais usam pontos de comparação, também chamados de pontos de identificação, para comparar digitais desconhecidas com amostras conhecidas. Se os pontos de comparação existirem entre duas impressões digitais, é razoável deduzir que essas duas digitais foram produzidas pelo mesmo dedo, mesmo que a comparação não seja perfeita. Há dois tipos de impressões digitais, as que são visíveis a olho nu em luz comum (que podem originar por dedos que tocaram uma superfície depois de estarem em contato com tinta, graxa, fuligem, sangue, ou algo similar) e as ocultas, mas que podem ser reveladas por várias técnicas. Dentre as várias técnicas para obtenção de impressões digitais latentes estão o vapor de iodo, nitrato de prata, nihidrina e a técnica do pó. Esta última, a mais utilizada, está baseada nas características físicas e químicas de um pó específico aplicado, no tipo de instrumento, cuidado e habilidade do aplicador. As partículas de pó aplicadas se aderem à impressão digital quando esta é recente. Esta interação entre os compostos da impressão e o pó é de caráter elétrico, tipicamente forças de van der Waals e ligações de hidrogênio. São utilizados os pós de óxido de ferro (FeO), dióxido de manganês (MnO 2), negro-de-fumo, óxido de titânio (TiO 2), carbonato de chumbo (PbCO 3), entre outros. Manchas de sangue Detecção de sangue, no campo e no laboratório, é parte importante do trabalho forense. Entretanto, manchas de sangue normalmente são lavadas pelo criminoso, deixando apenas traços invisíveis. Se a cena do crime aparece em uma grande área, pode até não ser imediatamente óbvio por onde começar a procurar por manchas de sangue, mas depois de se obter as amostras de manchas de sangue ocultas, os técnicos forenses utilizam um, dois, ou todos os três métodos para "varrer" a cena do crime por possíveis manchas de sangue. Todos os três métodos são presuntivos. Um resultado positivo não estabelece a presença de sangue, mas proporciona uma razoável suposição de que o sangue possa estar presente. O luminol é uma das substâncias utilizadas para detecção de sangue. Uma solução aquosa ou alcoólica de luminol acrescida a um oxidante como peróxido de hidrogênio, são catalizados por Fe presente na hemoglobina do sangue, produzindo diânion do ácido 3-aminoftálico no estado excitado, que rapidamente volta ao seu estado f u n d a m e n t a l e m i t i n d o f ó t o n s d e luminescência azul fraca característica. Lavar ou pintat uma superfície manchada de sangue muitas vezes deixa vestígios suficientes para se obter um teste positivo com luminol. Infelizmente, essa alta sensibilidade é acompanhada por baixa seletividade. Muitos materiais diferentes de sangue incluindo cobre e outros metais fornecem testes positivos de luminol que são indistinguíveis dos resultados positivos causados por sangue real. Exame de DNA O Ácido Desoxirribonucléico (do inglês, DeoxyriboNucleic Acid DNA), juntamente com do RNA (RiboNucleic Acid Ácido Ribonucléico) e com ajuda de outras espécies bioquímicas, como enzimas, são responsáveis pela hereditariedade. A análise do DNA consiste no fato de que todo ser vivo é composto por células e todas contêm DNA de alguma forma. Uma exceção em seres humanos são os glóbulos vermelhos que não contêm DNA, uma vez que eles não apresentam núcleo. O DNA é único para cada indivíduo, e pode ser muito semelhante entre indivíduos e espécies diferentes, mas não idêntico. Assim, podemos utilizar como fonte de DNA qualquer tipo de tecido ou fluido biológico, já que são formados ou possuem células, sendo assim possível realizar o exame de DNA em pequenas manchas de sangue ou sêmen, células da mucosa bucal (presas a cigarros, por exemplo), fios de cabelo (com bulbo), fragmentos de pele etc, identificando desta forma uma pessoa responsável por um crime através das evidências deixadas no local. Para extração de DNA, são utilizadas técnicas que desnaturam as proteínas que o envolvem, por meio de espécies químicas tais como a mistura de clorofórmio (CHCl ), álcool 3 isoamílico (C H OH) e fenol (C H OH). Também é comumente utilizada a técnica chamada eletroforese em gel que é conceitualmente semelhante a cromatografia, mas com o objetivo um pouco diferente. Normalmente usamos cromatografia para separar compostos de uma mistura, já na eletroforese em gel, o objetivo é separar os fragmentos de DNA em diferentes tamanhos e massas. Estes são produzidas por tratamento de uma amostra com enzimas de restrição, que funcionam como pequenas tesouras, cortando o DNA em fragmentos. Esta amostra é submetida a uma corrente elétrica sendo os fragmentos de DNA carregados negativamente, atraídos para o eletrodo positivo, tornando-os visíveis devido à fluorescência do DNA quando exposto à luz UV. Referências: 1 THOMPSON, R.B., THOMPSON, B.F., Iillustrated Guide to Home Forensic Science Experiments: All Lab, No Lecture, 1ª ed. Canadá: O'Reilly Media, Inc., Acesso em 18 de setembro de Acesso em 15 de setembro de DO CURSO DE QUÍMICA E DOS PROFESSORES-ORIENTADORES Contato: (35) João Paulo Martins 4 Acesso em 28 de setembro de Maria Cecília Rodrigues Simões 5

6 Técnico em Edificações Alvenaria Por Juciana de Fátima Garcia e Luiz Fernando da Silva Alfenas Bolsistas PIBIC/Jr. do Curso Técnico em Edificações A lvenarias são elementos da construção civil, resultantes da união de blocos sólidos, justapostos, unidos com argamassa ou não, destinados a suportar, principalmente, esforços de compressão. Os blocos sólidos e resistentes que constituem as alvenarias podem ser simples blocos de pedra, obtidas pela extração de pedreiras graníticas ou outros tipo de rocha, como também podem ser fabricados especialmente para esse fim, como blocos cerâmicos, aglomerados com cimento, de gesso ou mesmo de vidro. A Alvenária é constituída por paredes executadas com blocos cerâmicos furados, que proporcionam paredes mais econômicas, por apresentarem custo inferior ao do maciço, bem como, sendo maiores e mais leves, propiciam maior rapidez de execução. Os blocos furados têm também um bom comportamento quanto ao isolamento térmico e acústico, devido ao ar que permanece aprisionado no interior dos seus furos. Porém a falta de projetos em algumas etapas da obra, acaba elevando o custo da obra, mas o mercado da construção civil começa a perceber a importância de um planejamento prévio no resultado final da construção, para obter inclusive, melhor desempenho e economia no canteiro de obra O projeto de alvenaria tem a função de coordenar e compatibilizar todos os sistemas envolvidos. Assumindo papel importante por definir parâmetros como: Escolha dos materiais e componentes que deverão ser empregados; Geometria das paredes evitando desperdícios e retrabalho; Reforços e detalhes adequados para o bom desempenho da alvenaria; Execução adequada aos padrões escolhidos; Compatibilidade da alvenaria às estruturas e instalações; Planejamento logístico; Tecnologias de produção mais adequadas incluindo equipamentos; Controle de qualidade também para serviços; Integração das soluções de todos os subsistemas.. Conheça os segredos da alvenaria estrutural) Disponível em: <http://casa.abril.com.br/materia/conhecaos-segredos-da-alvenaria-estrutural>. Acesso em: 11/09/12 Alvenaria estrutural A alvenaria estrutural é um processo em que as paredes atuam como a própria estrutura da edificação, não necessitando de concreto armado, e tem a função de resistir às cargas verticais, bem como as cargas laterais que se originam da ação do vento e/ou do desaprumo das paredes. Estas, quando submetidas a cargas laterais paralelas ou perpendiculares ao seu plano, podem se romper devido aos esforços de tração que possam aparecer tornando-se este o maior desafio para o engenheiro. Enquanto as cargas verticais são devidas ao peso próprio da estrutura e as cargas de ocupação. (ROMAN, et al, 2005). Construção - Alvenaria Estrutural: Disponível em: <http://www.construtoramodulo.com.br/blog/?p=319>. Acesso em: 15/09/12 Processo histórico Este foi o principal método de construção até o início do século XX e existem inúmeras obras, como por exemplo: as Construções Sumérias, Egípcias, Romanas, Catedrais dos séculos XII a XVII. O Monadnock Building é considerado um exemplo marcante desta técnica, foi construído em Chicago no final do século XIX com 16 andares, 65 m de altura e paredes de 1,80 m de espessura no térreo.. Catedral de Notre Dame e Monadnock Building PCC 2515 Alvenaria Estrutural Apresentações Escola Politécnica da USP Prof. Luiz Sérgio Franco,

7 Técnico em Edificações Vantagens e desvantagens Vantagens da alvenaria estrutural Desvantagens da alvenaria estrutural Excelente Flexibilidade e Versatilidade; Flexibilidade no planejamento de execução de obras; Facilidade de integração com os outros subsistemas. Condiciona a arquitetura; Inibe a destinação dos edifícios; Restringe a possibilidade de mudanças. Unidades de alvenaria estrutural As paredes precisam ser erguidas com blocos estruturais de cerâmica, sílico calcário ou concreto. Cerâmico: Leveza e boa capacidade de isolamento termo acústico estão entre as principais vantagens. Há também peças com formato especial, em U. Concreto: Boa resistência à compressão é o seu ponto alto. Há também modelos especiais. Silico-calcário: Fabricado com uma mistura de cal e areia prensadas, esse bloco tem boa resistência mecânica. Há ainda o tijolo ecológico que pode ser empregado em qualquer tipo de construção, sendo uma opção econômica e de preservação ambiental. Estrutura de alvenaria parcialmente armada Existe também um tipo de alvenaria estrutural que é parcialmente armada, nas quais são dispostas armaduras localizadas em certas regiões para resistir aos esforços calculados. É comum o uso do tijolo ecológico neste tipo de alvenaria para residências de até 2 pavimentos. Referências: 15x20x30cm e 20x20x40cm 15x40cm e 15x30cm 20x40cm e 12,50cm ABCP Associação Brasileira de Cimento Portland. Projeto aumenta o desempenho da alvenaria de vedação. Disponível em: <http://www.abcp.org.br/conteudo/imprensa/projeto-aumenta-o-desempenho-daalvenaria-de-vedacao>. Acesso em: 12/09/2012. Alvenaria de vedação A alvenaria de vedação é um sistema construtivo em que o bloco desempenha a função de fechamento de uma estrutura e também faz a função de divisão de ambientes. Os principais tipos de blocos usados na vedação do ambiente são: Blocos de concreto: bloco tem como inconveniente o peso, que dificulta o transporte na obra, e o desempenho térmico é inferior ao do bloco cerâmico. No entanto, seu isolamento acústico é bom, o consumo de argamassa é menor que o bloco cerâmico e seu tempo para assentamento é reduzido, além da possibilidade de poderem ficar aparentes, dispensando gastos com acabamento. Blocos cerâmicos vazado: As ranhuras do tijolo baiano facilitam a aderência da argamassa e os furos diminuem seu peso, além de contribuírem para o isolamento térmico da parede. Apesar de ser barato, a parede pode sair cara quando computados acabamentos e perdas. Bloco de gesso: fabricados em processo industrial, apresentam uma boa capacidade de resistência e aguentam pressão, é resistente ao fogo tem bom isolamento térmico e acústico, porém a poucos profissionais que realizam este tipo de trabalho. Com um planejamento/projeto bem estruturado de alvenaria é possível prever a quantidade exata de blocos a serem utilizados. O bloco de concreto possibilita ainda que a construção abrigue as instalações elétricas nos seus vazados, eliminando a etapa de rasgos nas paredes, processo comum na construção convencional, que conduz ao desperdício, ao retrabalho e ainda polui o planeta. Blocos de Concreto Celular Autoclavado: Também chamado de Bloco Sical, é um bloco de fácil manuseio por ser um bloco muito mais leve que os blocos convencionais e poder ser serrado e furado facilmente. Pode ser utilizado em alvenaria de vedação como também alvenaria estrutural. Lembrando que para todo e qualquer tipo de estrutura é necessário um Engenheiro Civil para realização dos cálculos estruturais e execução da obra. Arquitetando Oficinas de Projetos. Tipos de Tijolos e Blocos. Disponível em: <http://arquitetandooficinadeprojetos.blogspot.com/2009/02/tipos-de-tijolos-eblocos.html#ixzz26e5n04i3>. Acesso em: 12/09/2012. Casa de Gesso. Qualidades do gesso para construção civil. Disponível em: <http://www.casadegesso.com.br/materias/sobre-o-bloco-de-gesso.htm>. Acesso em: 13/09/2102. RODRIGUES, E. Execução de Alvenarias. Disponível em: <http://www.ufrrj.br/institutos/it/dau/profs/edmundo/cap%edtulo4-alvenaria.pdf.> Acesso em: 15/09/2012ROMAN, H. R., et al. Curso de alvenaria estrutural para funcionários das CAIXA. Santa Catarina: UFSC, apostila GRUPO ABRIL. Conheça os segredos da alvenaria estrutural. Disponível em: <http://casa.abril.com.br/materia/conheca-os-segredos-da-alvenaria-estrutural>. Acesso em: 11/09/12 FRANCO, L. S. PCC 2515 Alvenaria Estrutural. Notas de Aulas da Escola Politécnica da USP DO CURSO DE EDIFICAÇÕES: Contato: (35) PROFESSOR-ORIENTADOR Sandro Henrique de Faria 7

8 Técnico em Administração Como se comportar em uma entrevista de emprego Por Alisson Alves de Oliveira e Karlla Pessa Olivo Camargo Bolsistas PIBIC/Jr.do Curso Técnico em Administração Professor Diego Terra entrevista de emprego é a etapa mais importante de um processo de seleção. É o momento em que o recrutador consegue comprovar intuições e tirar todas as dúvidas possíveis. No Aentanto, na hora da entrevista sempre surgem várias dúvidas de como se portar em frente ao entrevistador, por isso, selecionamos algumas dicas dadas pelo Professor Diego Terra, Administrador e Mestre em Administração pela Universidade Federal de Lavras e Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais - Campus Pouso Alegre, para ajudá-lo na hora H. Mas lembrem-se, as dicas ajudam muito, mas não garantem a vaga! Informe-se: Mesmo que o anúncio da vaga responda a tudo que você gostaria de saber, pesquise mais sobre a organização que está contratando, sobre o mercado dela, oportunidades e concorrentes. Não se limite ao site da empresa, pesquise notícias e, se possível, recorra a algum contato que conheça a organização; Currículo: Revise e reveja seu currículo, tenha uma cópia dele consigo no momento da entrevista, e se alguma das suas respostas for divergir do que constava no currículo que você enviou à empresa, explique a razão, pois seus entrevistadores irão perceber, ainda que não falem nada a você na hora; Antecipe o mais difícil: Planeje boas respostas (mas sempre totalmente sinceras, um psicólogo poderá identificar mentiras) para perguntas potencialmente difíceis, como a lista de seus pontos fortes e fracos, ou a razão pela qual você deixou seu último emprego. Uma boa resposta para a questão dos pontos fracos começa com Eu percebi que não estou tão bem quanto gostaria no aspecto X, e por isto ultimamente tenho tentado corrigir isto fazendo Y. Mas só é boa se for verdade mesmo. Saiba o que perguntar: Tenha boas perguntas preparadas. Se o seu entrevistador abrir espaço para que você faça perguntas, e você não tiver nenhuma, isto pode passar uma imagem de desinteresse ou de desatenção. Este pode ser um bom momento para perguntar sobre o salário e benéficos que a empresa oferece, caso nada for dito pelo entrevistador. Evite emergências: Na véspera, durma bem e se alimente de forma segura; Chegue a tempo: Planeje sua rota para chegar uns 15 minutos mais cedo; Polidez: Seja educado e civilizado, tanto na sala de espera quanto na entrevista. Não masque chiclete, não fique olhando para o relógio, desligue o celular, não balance as pernas ou coma as unhas. Evite fumar, se te oferecerem algo aceite uma água, mas cuidado, não abuse do cafezinho, isso pode depor contra você. Fair play: Nunca fale mal de sua antiga empresa, empregadores, fornecedores ou clientes nem mesmo na sala de espera, e principalmente na entrevista. Pratique: Prepare uma lista de perguntas típicas de entrevistas de emprego no site: <http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/13-perguntas-maisclassicas-entrevista-emprego >. Chegue ao ponto em que você responde a qualquer uma das perguntas básicas sem parar para pensar mais do que alguns segundos nem dizer os típicos Ééééé, Ahhhhh, Bom. Evite dizer apenas sim, não, é, etc. Interaja, mostre que você tem conteúdo. Mas nunca exagere!? 8

9 Técnico em Administração Qual é a melhor roupa para uma entrevista de emprego? A primeira impressão é a que fica Ao entrarmos em uma sala de reuniões, de alguma forma somos notados. Nossas expressões, nosso andar tudo é observado. Desta forma, alguns figurinos podem garantir uma imediata impressão negativa do entrevistado, ofuscando todas as qualidades profissionais que poderiam ser relevadas na entrevista. Portanto, fique atento com cuidados básicos como, cabelos e unhas limpos, calçados apresentáveis e roupa de acordo com o estilo da empresa. Uma dica, segundo o professor Diego Terra, é perguntar a algum conhecido que trabalha nesta empresa como o seu futuro superior imediato se veste e busque trajar-se como ele. Na dúvida, seguem alguns pontos a serem seguidos por mulheres e homens. Para mulheres recomenda-se o uso de camisa social de cor clara sem expor o colo, calça social preta e sapato fechado de salto baixo à médio. Nos dias de frio, blazer ou casaco de cor discreta ajuda a compor o conjunto. Se optar por saia, cuidado com o comprimento deve estar quatro dedos abaixo do joelho. A maquiagem deve ser discreta em tons terrosos, cabelos escovados ou presos, acessórios discretos, mas com personalidade, bolsas clássicas e esmaltes de tons claros são os indicados. Evite as estampas, como listras estreitas e xadrez, pois podem cansar a vista do entrevistador. Os tecidos brilhantes e transparentes e os trajes muito decotados devem ser abolidos. Outra dica é evitar colocar a bolsa no colo, falar alto, rir demais, ficar mexendo no cabelo e trocando de posição na cadeira a todo o momento, essas atitudes pode demonstrar impaciência, desinteresse e nervosismo. Para homens o indicado são os ternos escuros e lisos, seguidos de camisas claras e gravatas discretas, de seda com listras diagonais e nó clássico. Em outros casos, o uso de camisa social de manga longa e calça social é suficiente. A bainha deve estar na medida certa, assim como o comprimento da gravata. Cabelos e barba devem estar aparados e cabelos longos devem ser presos. Evite ternos de tecido sintético, pastas de modelo antigo em cor destoante e sapato mocassim marrom com solado de borracha. Essas dicas são para que o profissional tenha um melhor desempenho ao ser entrevistado, mas Mas um conselho que deixo para você leitores. Depois de tudo que já disse anteriormente, só há uma resposta a está pergunta: Prepare-se com antecedência! A roupa diz muito sobre suas habilidades e jeito de ser Analise o estilo da empresa e vista-se de acordo com o cargo que vai disputar. Se é um emprego formal, seja elegante. Se for candidata a uma vaga de moda, mostre-se atualizada com as tendência (Glória Kalil) Referências: <http://www.brasilfront.com.br/gloria-kalil-consultora-de-moda-da-dicas-o-que-vestir-look-de-trabalho> <http://portaltudoaqui.com.br/l_noticias.php?cod_not=1491> DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO: Contato: (35) PROFESSOR-ORIENTADOR Danielle Martins Duarte Costa 9

10 Técnico em Informática Aplicativos On-line Por Caroline Jambasse e Jefferson Leon Pereira Bolsistas PIBIC/Jr. do Curso Técnico em Informática s aplicativos online são programas disponibilizados na internet que podem ser utilizados através deste ambiente sem que haja a necessidade de instalá-los em seu computador. Neste tipo de ferramenta todos os dados ficam armazenados no servidor que Odisponibiliza estes serviços, e desta forma, não ocupam espaço de armazenamento em seu computador, além de oferecer ao usuário a possibilidade de acessar suas informações através de qualquer outro dispositivo conectado à internet. Estes softwares são em sua maioria gratuitos e podem ser destinados a diversos tipos de usos. Alguns exemplos destes aplicativos são o Google Drive, Dropbox, SkyDrive, Box e o Mozy. Algumas características são comuns em alguns destes aplicativos como, por exemplo, Google Drive, SkyDrive e Box, são serviços gratuitos disponibilizados na web, que oferecem ferramentas de armazenamento, compartilhamento e edição de arquivos. Conheça alguns desses softwers: Google Drive Sky Drive Box Figura 2 Interface de acesso do SkyDrive Figura 3 Interface do aplicativo Box Figura 1 Interface de apresentação do Google Drive É basicamente a versão atualizada do google docs, onde você pode guardar documentos, fotos, músicas, vídeos, entre outros, tudo em um único local, ele sincroniza seus dispositivos móveis e seu computador, então quando houver alguma mudança ela surgirá automaticamente em todos os outros lugares. Ele também grava as alterações de modo que se você fizer uma edição e salvar é possível voltar a todas as revisões feitas nos últimos trinta dias. E conta com a pesquisa Google, com reconhecimento de imagens na navegação por fotos e algumas habilidades para detectar texto em figuras. Para ter acesso a este sistema, basta criar uma conta no Google. Esse aplicativo desenvolvido pela Microsoft oferece armazenamento gratuito de qualquer arquivo, disponível para computador ou celular. Você acessa os seus arquivos online, pelo site (skydrive.com), ou fazendo download dos mesmos. Os principais recursos são: Acesso automático à versão mais recente de seus arquivos onde estiver; Compartilhamento simples de arquivos ou fotos sem preocupação com tamanho ou software; Os arquivos tornamse disponíveis automaticamente no celular. Para utilizar este aplicativo é necessário ter uma conta na Microsoft e logar no site. O Box é um serviço de computação em nuvem, que possui uma rede de servidores, v o l t a d o a o a r m a z e n a m e n t o e compartilhamento de diversos tipos de documentos. Para isso ele oferece ferramentas com funções que permitem ao usuário compartilhar arquivos com outras pessoas, permitindo a todos que tenham acesso a estes dados fazer modificações, salvar e editar comentários que fiquem disponíveis aos demais integrantes deste compartilhamento. Outro mecanismo deste serviço é a busca integrada de documentos a qual facilita na tarefa de encontrar um arquivo específico, que seja necessário em um determinado momento. Este programa ainda funciona com d o c u m e n t o s d e t e x t o, p l a n i l h a s, apresentações de slides como as do Microsoft PowerPoint e ainda arquivos em PDF, além d i s s o, e l e d i s p o n i b i l i z a 5 G B d e armazenamento e limite de 100MB para cada arquivo compartilhado em sua versão gratuita. Para utilizar este serviço é necessário criar uma conta, cadastrando seu no site da Box (www.box.com). 10

11 Técnico em Informática Dropbox Os aplicativos abordados neste artigo criam facilidades para quem necessita compartilhar arquivos ou fazer cópias de segurança de seus dados, tudo isso de forma muito simples através da internet, eliminando a necessidade da instalação de diversos softwares ou utilização de mídias removíveis e evitando a perda acidental de dados ou o desperdício de espaço em seu computador. Além disso, há a possibilidade de acessar seus dados através de outros dispositivos conectados à internet. A popularização deste tipo de serviço também possibilita o surgimento de soluções ainda mais avançadas e práticas para diversas finalidades, visando sempre facilitar a vida das pessoas que utilizam a internet. Figura 4 Interface do Dropbox É um disco virtual com funções de armazenamento de arquivos e pastas on-line, a troca de arquivos entre os usuários acontece de maneira segura, pois a transferência de arquivos usa SSL. Sua utilização é fácil, tem uma interface simples e o usuário tem espaço de 2GB para guardar arquivos. Para usar o dropbox é necessário fazer o cadastro no site Mozy O Mozy é um programa que oferece serviços de backup pela internet, permitindo ao cliente copiar todos os seus arquivos em um servidor, eliminando a necessidade de mídias removíveis, que ocupam espaço e podem ser danificadas. Através desse aplicativo o usuário pode escolher os documentos que deseja copiar e também configurar o programa para realizar backups automáticos seguindo uma agenda, sem que haja a necessidade do cliente solicitar o serviço. Em sua guia principal são apresentados todos os últimos backups assim como as datas em que foram feitos, além das próximas cópias a serem realizadas. Este serviço ainda disponibiliza a recuperação de dados caso eles sejam apagados acidentalmente. Assim, se ocorrer algum problema com sua máquina, você não precisará se preocupar com uma eventual perda de dados, pois este conteúdo poderá ser acessado de qualquer computador que esteja conectado à internet. Para ter acesso a este serviço, basta cadastrar seu no plano gratuito MozyHome, através do site (https://mozy.com/registration/free). Depois de cadastrar-se você poderá instalar o cliente MozyHome. Referências: Microsoft. Microsoft SkyDrive. Disponível em: <http://windows.microsoft.com/pt-br/skydrive/home> Acesso em:27 de agosto de 2012 Google. Google Drive: Guarde tudo e compartilhe o que quiser. Disponível em: <http://www.google.com.br/apps/intl/pt-br/business/drive.html>acesso em 05/07/2012 G1. Conheça os principais serviços de armazenamento na internet. Disponível em: < Acesso em 05/07/2012 Baixaki. Mozy Remote Backup. Disponível em:< Acesso em 05/07/2012 DO CURSO DE INFORMÁTICA E DOS PROFESSORES-COORDENADORES: Contato: (35) Luis Antônio Tavares Ismael David de Oliveira Muro 11

12 Técnico em Agricultura Agricultura irrigada Por Bruno de Almeida Freitas e Patrícia de Almeida Freitas Bolsistas PIBIC/Jr. do Curso Técnico em Agricultura aplicação artificial de água ao solo, em quantidades adequadas, visando proporcionar a umidade necessária ao desenvolvimento das plantas nele cultivadas, a fim de suprir a falta ou a má distribuição das chuvas. Portanto, neste sentido a Aseleção do sistema de irrigação mais adequado é o resultado do ajuste entre as condições existentes e os diversos sistemas de irrigação disponíveis, levando-se em consideração outros interesses envolvidos. Sistemas de irrigação adequadamente selecionados possibilitam a redução dos riscos do empreendimento, além de uma potencial melhoria da produtividade e da qualidade ambiental. Objetivo da irrigação A escolha do método O que se pretende com a irrigação é satisfazer as necessidades hídricas das culturas, aplicando a água uniformemente e de forma eficiente, ou seja, que a maior quantidade de água aplicada seja armazenada na zona radicular e ficando à disposição da cultura. Este objetivo deve ser alcançado sem alterar a condições físicas e químicas do solo e com mínima interferência sobre os demais fatores necessários à produção cultural. As escolhas dos métodos mais adequados, juntamente com a questão das perdas, traduzem num desafio relacionado às atividades empresariais do agronegócio e à assistência técnica para o setor, que pouco a pouco vai sendo superado pela agricultura irrigada e pela eficácia no manejo, que deve ser adotada pelos agricultores. Em complemento, há o desafio associado à preservação da qualidade das águas de retorno pelos sistemas de drenagem agrícola, que devem ser isentas de teores de componentes prejudiciais ao meio ambiente e aos demais usuários à jusante, e o desafio de garantir a oferta qualitativa de água ao projeto, ao longo de sua vida útil.

13 Técnico em Agricultura Noções para a elaboração de um projeto de irrigação Área a ser irrigada; Espécie de cultura plantada ou a ser plantada e o espaçamento entre plantas e entre linhas; Tipo de solo: quanto à sua textura; quanto à sua capacidade de infiltração; Topografia do terreno; Precipitação esperada (dependente-provável); Jornada de trabalho diária; Desnível entre a superfície da água e o local de instalação da bomba Desnível entre o local de instalação da bomba e o ponto mais alto do terreno; Quantidade e qualidade da água disponível na estação seca: vazão ou volume armazenado; Tipo de acionamento para o motor: elétrico; combustão; etc. Sistema de irrigação a ser adotado; Ter disponibilidade de planta planialtimétrica; Dados climatológicos -> estimativa da ETc. Sistemas de irrigação Irrigação por superfície: compreende os métodos de irrigação nos quais a condução da água do sistema de distribuição (canais e tubulações) até qualquer ponto de infiltração, dentro da parcela a ser irrigada, é feita diretamente sobre a superfície do solo. Métodos de irrigação: sulcos, faixas, corrugação, inundação e subirrigação. Irrigação por aspersão: é o método de irrigação em que a água é aspergida sobre a superfície do terreno, assemelhando-se a uma chuva, em virtude da passagem da água sob pressão através de bocais, fracionando o jato d'água em gotas. Métodos de irrigação: convencional, autopropelido, pivô central, sistema linear. Irrigação localizada: é o método em que a água é aplicada diretamente sobre a região radicular, com baixa intensidade e alta frequência. Métodos de irrigação: gotejamento e microaspersão. Entre outros gá também o Sistemas não convencionais: xique-xique. Fig. 1. Irrigação por superfície na cultura do milho Fig. 2.Irrigação por aspersão convencional em área experimental de milho Fig. 3. Sistema de irrigação por deslocamento linear Fatores que influenciam na escolha do método Água: vazão; frequência de oferta; custo; e qualidade. Solo: textura; profundidade; e salinidade. Cultura: hábitos de crescimento; característica da parte comercial e susceptibilidade à doenças. Topografia; clima; mecanização e tratos culturais; mão-de-obra e aspectos econômicos. Referências: DO CURSO DE AGRICULTURA: Contato: (35) PROFESSOR-ORIENTADOR Ester Lambert Pereira 13

14 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS POUSO ALEGRE

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