Indicadores de Desempenho Maio de 2014

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1 Alguns fatores contribuiram para acentuar a desaceleração da produção industrial, processo que teve início a partir de junho de 2013 como pode ser observado no gráfico nº 1. A Copa do Mundo contribuiu para a redução do número de dias trabalhados em junho na indústria, o que afetou negativamente a produção industrial; por sua vez, o evento também ajudou a manter elevado o nível de estoques da maioria dos setores da indústria de transformação, uma vez que houve redução das vendas no varejo; e, a crescente incerteza dos empresários quanto a política econômica em 2015 em virtude da indefinição do quadro eleitoral na disputa para a presidência da república, foram os grandes responsáveis para uma maior desaceleração da produção industrial. O ICEI da CNI, gráfico nº 2, vem apresentando, mês a mês, tendência acentuada de queda em função da crescente perda de competitividade da indústria brasileira, principalmente em um mundo onde a ainda débil recuperação da economia global tem acirrado a competição nos principais mercados. Do ponto de vista doméstico, além da indefinição do quadro eleitoral, a economia brasileira vem perdendo dinamismo ao tempo em que os custos das empresas continuam aumentando. Ademais, as oscilações da taxa de câmbio e a desaceleração das economias como a chinesa e Argentina, que tem um peso importante nas nossas exportações, tem prejudicado a retomada da indústria e da economia brasileira. Maio de 2014 PANORAMA CONJUNTURAL FIEA Copa e incerteza acentuam a desaceleração da produção industrial Informativo da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas 1

2 Inflação continua desacelerando Como pode ser visto no gráfico nº 3 abaixo, a inflação mensal corrente, medida pelo IPCA, continua desacelerando e os dois itens com peso importante neste índice, que são não duráveis e serviços, apresentaram deflação em julho. Como colocado no Panorama de maio, a maioria do mercado continua apostando em resultados negativos para o PIB brasileiro nos dois primeiros trimestres de 2014 e a expectativa para o crescimento do PIB em 2014 tem gradualmente ficado abaixo de 1%. Isto coloca a possibilidade, em função deste cenário para o PIB, que o comportamento do IPCA no segundo semestre de 2014 será diferente do observado em igual período em 2013, com uma tendência de menor crescimento mensal do nível geral de preços, contexto este desafiado pela ainda alta indexação da economia brasileira. Assim, o grande dilema do BC continua ser sustentar juros muito elevados, para levar a inflação para o centro da meta, em uma economia em queda livre em razão dos níveis baixos de confiança dos empresários e consumidores quanto ao futuro da economia, principalmente em um momento de disputa acirrada na corrida presidencial entre candidatos com programas de governos bastante distintos do ponto de vista da gestão da política macroeconômica. Esta não é tarefa fácil. Nos quinze anos de vigência do Regime de Metas de Inflação no Brasil, o IPCA, com exceção dos anos de 2006, 2007 e 2009 nos quais a inflação ficou abaixo do centro da meta de 4,5%aa, esteve acima dos 5%aa em seis anos, ultrapassou o teto em cinco anos e ficou no teto em um. Uma importante explicação para este comportamento da inflação está na ainda elevada indexação da economia. Desindexar a economia brasileira é um grande desafio a ser enfrentado a partir de 2015, principalmente em uma economia com frágil ritmo de crescimento, seja pelo atual governo ou por um de oposição. Ano 5 - nº 31 - Maio de

3 A produção Industrial Brasileira em junho de 2014 O desempenho da indústria brasileira em junho de 2014 apresentou na margem, no levantamento com ajuste sazonal, variação negativa de 1,4%. Na comparação com o mesmo mês em 2013 a indústria registrou queda de -6,9%. Na avaliação do IEDI, `o efeito Copa` foi importante e exacerbou a queda da indústria, porém esta foi também motivada por estoques acumulados e menor confiança de empresários e de consumidores. Aliás, esses são os fatores que prevalecem como explicação da evolução desfavorável (já não tão recente) da indústria brasileira ao lado, evidentemente, das dificuldades de competir nos mercados doméstico e internacionais de bens manufaturados. Acrescente a isto as maiores dificuldades que a Argentina atravessa, nosso principal destino de exportação de diversos produtos industriais. Ainda, segundo o IEDI, a utilização média da capacidade instalada de junho de 2014, com ajuste sazonal, medida pela FGV sofreu uma queda considerável, chegando a 83,5%, o nível mais baixo desde o final de O indicador da FGV dessazonalizado também registrou uma queda entre maio de 2014 (84,1%) e junho (83,3%). Tal redução se deu em três categorias de uso, exceto bens de consumo que ficaram com o uso da capacidade instalada estável em 82,5% em junho e maio de Dentre os setores, no mesmo período verificou- -se a retração em praticamente todos, exceto produtos alimentares e materiais elétricos e de comunicações. Ano 5 - nº 31 - Maiio de

4 Ano 5 - nº 31 - Maio de

5 Indicadores Conjunturais da Economia Brasileira Ano 5 - nº 31 - Maiio de

6 Ano 5 - nº 31 - Maio de

7 Maio de 2014 Fatos Relevantes Maio/2014 Vendas Industriais Variável apresenta recuo de (-8,42%), incluso o setor sucroenergético e (-24,23%) sem o setor sucroenergético. Custo das Operações Industriais Nível do COI é menor do que o mês anterior e apresenta a maior retração do ano com (-12,79%). RESUMO EXECUTIVO Embora a variável tenha apresentado recuo no mês de maio, o acumulado do ano apresenta variação positiva de 28,90%, resultado do avanço de alguns segmentos que apresentaram uma melhora no ano. Pessoal Empregado Indústria Mecânica é o segmento que registra o pior desempenho em maio com recuo na variável de (-44,74%). Remunerações Pagas A massa salarial apresenta em maio uma elevada redução, fruto dos desligamentos do setor açucareiro. Horas Trabalhadas Horas trabalhadas na produção no mês é maior à registrada no mês anterior, sendo a única variável positiva no mês de maio. Utilização da Capacidade Instalada A UCI aponta sinais de retração da atividade industrial do Estado em todas as bases de comparação. O comportamento da Indústria alagoana no mês de maio é o resultado do menor nível de atividade do setor produtivo, mesmo que com a diminuição do recuo de (-27,94%) em abril para (-8,42%) em maio. Nessa direção, a crise da indústria de transformação alagoana reflete, além do débil desempenho da economia doméstica e internacional, a perda da competitividade do segmento com maior participação na indústria, bem como uma redução da evolução decrescente da Formação Bruta de Capital Fixo, do consumo das famílias, das exportações e importações, que decresceram já a partir dois últimos trimestres de Mesmo em um cenário de novas indústrias, do estimulo a indústria por meio da desoneração fiscal e de salários ou a compra de conteúdo local, as estimativas de crescimento do PIB no ano para Alagoas serão baixas. Em maio de 2014, o índice de venda industrial diminuiu (-8,42%) face a abril de 2014, mas comparativamente a maio de 2013, a variação foi positiva na indústria em geral (+0.16%) e nula na indústria transformadora, sem os dados do setor sucronergético. Como tal, quando se compara o período explicitado com igual período de abril de 2014, a maioria das variáveis pesquisadas apresenta recuo expressivo, com destaque para a retração de Remunerações pagas (-18,63%) e (-12,79%) nos Custos de operações industriais. Por outro lado, as remunerações pagas recuaram, mas o movimento pode ser uma reversão à trajetória de alta dos salários ocorrida anteriormente, visto a adequação do aumento do mínimo e os reajustes acima da inflação obtidos pelos sindicatos. Logo, as empresas alagoanas parecem estar tentando evitar uma disparada nos gastos com salários que levaram ao aumento da variável já a partir de E mesmo com cortes de pessoal, a folha de pagamento da indústria não para de crescer. Com base nos resultados preliminares das estatísticas do comércio internacional pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, em maio de 2014, comparativamente a abril de 2014, as exportações recuaram (-55,8%) e as importações 65% (preços correntes). Frisa-se ainda, pelos dados disponibilizados que o Estado teve no mês uma primeira variação positiva no ano de (19%) em razão do valor de US$ 64,5 milhões exportados vis-à-vis a maio de Nesse sentido, Alagoas continua a ser o estado em que a pauta de exportações está mais concentrada no Nordeste, seguido do Piauí, Maranhão e Pernambuco, ou seja, quase 99% do volume configuram de açúcares e produtos de confeitaria, com 90%, e bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres, com 9%. De janeiro a maio de 2014, o Estado exportou US$ 365,5 milhões, representando um recuo de (-39%) Informativo da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas 7

8 sobre igual período de Segundo o Sindaçúcar-AL, após oito meses, a safra 13/14 em Alagoas foi encerrada em maio com apenas 22 usinas em operação das 24 unidades industriais existentes no Estado. Foram beneficiadas neste ciclo 21,9 milhões de toneladas de cana. Segundo levantamento do Sindaçúcar-AL, em comparação a safra 12/13, quando foram processadas 23,7 milhões de toneladas de cana, houve uma variação negativa de 7,6% Essas informações ilustram o período da entressafra açucareira e justificam de forma mais genérica o comportamento da safra alagoana. Ademais, no ciclo 13/14, foram produzidas 1,7 milhão de toneladas de açúcar (VHP, cristal e refinado). Ante a safra anterior, quando o setor contou com uma produção de 2,2 milhões de toneladas de açúcar, a variação foi de - 21,6%. Por outro lado, a entressafra do setor açucareiro afetou com maior intensidade a atividade industrial de alguns setores, principalmente, a dinâmica das cadeias produtivas devido aos setores dependentes da atividade para financiamento da produção, bem como para alavancagem de suas vendas junto ao mercado. Nessa direção, a Indústria Mecânica apresentou uma inadequada performance no mês de maio com o recuo de (-67,66%) nas vendas industriais. No tocante as novas indústrias, o estado de Alagoas foi agraciado no mês com o anúncio de três novas indústrias com investimentos de aproximadamente R$ 3,5 milhões no Estado e com geração de mais de 100 empregos diretos e indiretos. Entre as empresas, destacam-se a Fortemix Concreto com investimentos de R$ 2 milhões para a fabricação e comercialização de concreto industrializado e artefatos de concreto pré-moldados para uso na indústria de construção. Ademais, outro empreendimento será a indústria de alimentos Asa Branca com investimentos de R$ 1 milhão e com capacidade inicial de produção de 150 mil produtos por ano no mercado de conservas de peixes, crustáceos, moluscos, carnes e subprodutos do abate. Por fim, a indústria Casa Forte, especializada na fabricação e comercialização de massa de concreto, argamassa para construção, tintas, vernizes, esmaltes e lacas voltado para atender o mercado dos estados de Pernambuco, Paraíba e Sergipe estará sendo instalada em Alagoas. De acordo com os dados da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), apesar da melhora dos volumes de produção e de vendas internas de produtos químicos para uso industrial em maio, a base de comparação inclui os meses de fevereiro a abril, que tiveram desempenho ruim e puxaram as médias acumuladas de janeiro a maio de 2014 para patamares negativos, em relação ao mesmo período do ano passado. O índice de produção retraiu 7,07% e o de vendas internas caíram 2,60% no acumulado dos cinco primeiros meses do ano em relação a iguais meses de No contexto doméstico, a indústria química no mês apresentou recuo de (-19,47%) em seu faturamento interno e em termos de exportação. Todavia, no mês em questão, no acumulado de janeiro a maio, as vendas da maior empresa do setor tiveram alta de (10,66%). Em relação a maio de 2013, o crescimento foi de 0,02%. Ressalta-se que o setor também não está conseguindo vender seus produtos no mercado externo. Segundo os dados do CAGED, em maio de 2014 foram eliminados empregos celetistas, o que representou uma retração de 2,51% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Tal resultado decorreu da queda principalmente no setor da Indústria de Transformação (-7.527postos), devido à redução de postos na Indústria de Produtos Alimentícios decorrente das atividades fabricação de açúcar em bruto. O faturamento real da indústria alagoana registrou um recrudescimento de (-8,42%) em maio, na comparação com abril. O emprego industrial mostrou queda de (-0,01%), quando comparado a abril. A variável hora trabalhada registrou alta de (3,80%) frente a abril. O nível de UCI instalada recuou de 84% para 64% em maio. A massa salarial industrial apresentou uma queda de (-18,63%) no mês. Por fim, o COI recuou (-12,79%) frente a abril. Ano 5 - nº 31 - Maio de

9 Vendas Industriais Venda industrial apresenta retração no crescimento do semestre. O baixo desempenho da venda industrial observado desde abril é oriunda da sazonalidade sucroenergética, se deve à entressafra. Além disso, a análise dos outros setores destaca o rebatimento do real desvalorizado e do alto custo de se produzir no estado, impactando na competitividade da indústria. Mesmo com estoques em alta e a forte concorrência do importados, as perspectivas para a indústria alagoana, excluso setor sucroenergético, nos próximos meses são razoalvemente animadoras. Todavia, analistas apontam sinais de retração em razão do ritmo da economia brasileira decorrente das medidas que visam conter o consumo e, consequentemente, a inflação e do alto custo de produção no estado, bem como da influência do nível de confiança da indústria e dos consumidores, aliada em conjunto as elevadas taxas de juros e de inflação com consequente diminuição no ritmo de consumo e investimentos que impacta negativamente o desempenho da indústria. Em maio de 2014, o desempenho da variável venda retraiu (-8,42%), quando comparado com o mês anterior. Certamente, um dos fatores que explicam o fraco indicador no mês é a sazonalidade da indústria sucroenergética diante da entressafra à medida que os demais setores apresentam condição de estabilidade. Em outra base de comparação, os dados revelam um crescimento de 28,90% na variável, quando avaliado o acumulado do ano de Ano 5 - nº 31 - Maiio de

10 Nível de Emprego Industrial O emprego mostrou relativa estabilidade em relação a abril e recuou (-0,01%) na comparação com as demais bases de comparação. Os resultados negativos de maio mostram-se pontuais para o mês à medida que as demais bases de comparação apresentam significativa estabilidade para o emprego industrial. No mês apenas os setores de Têxtil, Vestuário e Calçados e Papel, Papelão e Celulose com 5,53%, respectivamente, apresentaram relativo crescimento. Somese a isso, ao desempenho da indústria diversa e mobiliário, que vinha sendo beneficiada por programas de governo voltados à habitação. Como tal, o dinamismo desse setor tem impulsionado a produção de insumos, como o segmento de minerais não metálicos, cuja base de comparação dos outros meses condiciona a elevação. Por sua vez, os dados quando exclusos à indústria do açúcar, apresentam o recuo de (-7,14%) contra abril. O que explica esse comportamento é a desaceleração da produção industrial, resultado do recuo de setores com magnitude no número de empregos na indústria. Mencione-se que uma queda no número de ocupados na indústria alagoana também foi registrada em abril ( 0,5%), ou seja, dois meses consecutivos de retração a taxas cada vez mais negativas. É importante destacar que as expectativas para o terceiro trimestre é de retração, exceto setor sucroenergético, considerando os efeitos da desaceleração do crédito, do consumo e do cenário de crise internacional. A análise da distribuição regional permite pontuar que o recuo do emprego em maio não foi um fenômeno generalizado em termos setoriais, pois a maioria absoluta dos setores não exerceu qualquer influência significativa no total, apresentando um cenário de acomodação. Ano 5 - nº 31 - Maio de

11 Horas Trabalhadas Nos primeiros cinco meses do ano, a variável recuou (-26,95) % ante mesmo período de Em maio as horas trabalhadas na produção elevaram-se em (3,80%) frente a abril. No entanto, a maior influência negativa nos primeiros cinco meses do ano foi registrada no setor de Indústria Mecânica, com (-77,29%). O setor Sucroenergético apresentou a maior queda e contribuição no indicador, de (-26,84%). A análise do valor de horas trabalhadas na comparação com o mesmo mês do ano anterior já reflete a moderação da atividade industrial de 2014, como aponta a tendência no gráfico ao lado, considerando os movimentos do setor sucroenergético. Tal comportamento acompanha o recuo ano indicador de utilização da capacidade instalada. Sendo evidente o nível de atividade, o indicador de horas trabalhadas na produção cresceu na comparação de maio com abril de 2014, sendo que só 07 dos setores pesquisados mostraram crescimento. Entre aqueles que mais contribuíram para a expansão são destaques os setores de Indústria Diversas e Mobiliário (28,90%) e Produtos Plásticos e Borracha (51,20%.). Em termos dessazonalizados, o indicador recuou 11,44%. Nessa direção, o desempenho mostra-se em conformidade com os condicionantes sazonais que envolvem a produção, e, por conseguinte as suas contratações. É importante, também, sublinhar o efeito calendário, visto que o mês de maio é, normalmente de menor aquecimento na indústria e apresentou dias úteis a menos que abril. No mês, os resultados apresentam sinais ambíguos em relação à tendência da variável em maio com a maioria dos setores em estabilidade e outros em expansão. Ano 5 - nº 31 - Maiio de

12 Remunerações Brutas No mês, a massa salarial recuou (-18,63%) ante abril. A trajetória do conjunto dos Indicadores Industriais demonstra um quadro de continuidade da tendência de estagnação. Como tal, os dados da Pesquisa de Desempenho revelaram que a massa salarial recuou (-18,63%) em maio, frente ao mês anterior. Assim, o resultado da variável adveio quase que exclusivamente da condição histórica do mês de maio, especificamente, da alta base de comparação de abril, ou seja, do crescimento anterior das remunerações vinculadas as verbas rescisórias do setor sucroenergético. Nesse contexto, a expectativa é de continuidade do ritmo bastante moderado para os setores, especificamente, em decorrência da maior inflação e da escassez de mão-de-obra. Da mesma forma, os componentes do índice corroboram o cenário desfavorável, e ao analisarmos o movimento de disseminação da atividade industrial, constata-se que seis, dos quinze gêneros pesquisados, apresentaram recuo nos salários em maio. A alta da inflação acumulada acima do teto da meta inflacionária afetou significativamente a massa salarial e o rendimento médio reais dos trabalhadores da indústria em maio. Sublinha-se que a maior retração na variável ocorreu no gênero Sucroenergético com (-30,40%). Cabe mencionar, conforme gráfico ao lado, que o índice desse mês delineou o pior de todos os meses de maio desde o início da série histórica da pesquisa, considerando um cenário de inflação. Ressalta-se que as contribuições mais positivas relevantes vieram das Indústrias Química com (13,95%) e Madeira com (4,38%). O aumento nas remunerações pagas por esses gêneros foi provocado pelo crescimento nas remunerações pagas aos trabalhadores, devido o aumento no número de postos de trabalho e de verbas rescisórias. Ano 5 - nº 31 - Maio de

13 Custo de Operações Industriais Em maio, o COI retraiu (-12,79%) frente a abril. Os custos industriais apresentaram queda em maio, sinalizando pressões decrescentes em decorrência da entresafra sucroenergética e também dos preços cobrados dos consumidores, segundo a Pesquisa de Indicadores Industriais. Os resultados do COI em maio, sem os dados do setor sucroenergético, apresentaram um recuo da ordem de (-14,37%) frente ao mês de abril. Já os dados da indústria alagoana com a influência da indústria sucroenergética registraram uma retração de (-12,79%) na variável Custos de Operações Industriais, em comparação com mês anterior. Da mesma forma, os componentes do índice corroboram o cenário desfavorável, especialmente, as compras, que caíram 4,5%. Todavia, a variável se destaca em alguns gêneros, entre eles: Produtos de Matérias Plásticas e Borracha com (13,10%), Metalurgicas e Siderugicas com expansão de (7,79%) e Papel, Papelão e Celulose com exapansão de (5,53%). Assim, o índice do nível de atividade do COI em relação ao usual recuou, mas apresenta forte desempenho em alguns setores. Diante do cenário de crise em eminência, alguns fatores são destaque, entre eles: elevada carga tributária, taxa de câmbio valorizada e alta taxa de juros. Sabe-se que a elevada carga tributária é destaque na elevação do componente custo. Outrossim, a desvalorização cambial aumenta a competição com importados. Assim, seguiram registrando recuo de dois dígitos as indústrias: Produtos Alimentares e Borracha com (-43,89%) e Madeira com (-100%). Cabe mencionar, a despeito da considerável incerteza inerente às previsões sobre a trajetória do consumo, espera-se que a variável aumente até final do semestre. Ano 5 - nº 31 - Maiio de

14 Capacitada Instalada Utilização da capacidade instalada recua em maio e sinaliza a formação de estoques. Os dados da pesquisa de indicadores de desempenho indicam que a utilização da capacidade instalada da indústria de Alagoas, incluso o setor sucroenergético, atingiu 64% em maio, ante 84,00% no mês anterior e 44,8% em maio do ano passado. O recuo no uso da capacidade aconteceu de forma mais suave frente a uma redução das horas trabalhadas. Por sua vez, os dados revelaram que a retracão de 1,00 p.p. na utilização da capacidade instalada, excluso o setor sucroenergético, foi mais intensa em relação a abril. Dos segmentos com maior grau de utilização no mês frente ao mês anterior, destacam-se: Indústrias Diversas e Mobiliário e Sucroenergético Em termos explicativos, o recuo na produção industrial de alguns setores no ano trouxe conseqüências para a variável na medida em que a sustentação do setor em 2014 está pautado em um ambiente de elevada confiança para novos investimentos e no controle por meio de medidas macroprudenciais pelo governo. De forma geral, a retração da UCI em maio é observada em, praticamente, a metade dos 5 setores pesquisados. O recuo maior foi observado nos setores atrelados a dinâmica açucareira e aqueles em que sofreram os primeiros impactos das importacões devido as atividades sob impacto direto da desvalorização cambial. Ano 5 - nº 31 - Maio de

15 Autorizada a reprodução desde que citada a fonte. Publicação mensal da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas - FIEA Federação das Indústrias do Estado de Alagoas - FIEA Presidente José Carlos Lyra de Andrade 1º Vice-presidente (supervisão) José da Silva Nogueira Filho Unidade Técnica UNITEC/FIEA Coordenador Helvio Vilas Boas Elaboração Núcleo de Pesquisas do IEL/AL Coordenadora Eliana Sá Informações Técnicas Reynaldo Rubem Ferreira Júnior l Luciana Santa Rita l Diagramação Unidade Corporativa de Relações com o Mercado - UCRM Coordenação de Publicidade Endereço: Av. Fernandes Lima, Farol Ed. Casa da Indústria Napoleão Barbosa 6º andar - CEP:

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