Avaliação e Monitoramento do PME. Professora Marcia Adriana de Carvalho

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1 Avaliação e Monitoramento do PME Professora Marcia Adriana de Carvalho

2 TEMAS 1 Por que avaliar e monitorar o PME 2 Qual a diferença entre avaliar e monitorar 3 4 Como definir plano de ações para o período set/15 dez/16 De que forma o CONVIVA contribui para o processo de avaliação e monitoramento do PME

3 TEMAS Gostaríamos de passar pelos seguintes temas: 1 Por que avaliar e monitorar o PME 2 Como o PME está estruturado no Conviva 3 Por que avaliar e monitorar o PME 4 Por que elaborar ações e trazer o PME para o Conviva

4 POR QUE AVALIAR E MONITORAR O PME? O Plano Municipal de Educação será uma política pública com o objetivo de assegurar o direito à educação; Dependerá do esforço dos três entes federados dentro de cada território (município) e da capacidade de articulação entre gestores, educadores e sociedade; Acompanhar a implementação das estratégias e ações previstas dentro de cada meta para assegurar o cumprimento do PME.

5 POR QUE AVALIAR E MONITORAR O PME? Razões que fundamentam o permanente acompanhamento do Plano Municipal de Educação: as mudanças anuais nos diagnósticos de demanda e oferta; a avaliação das ações previstas para o período; fatores externos que fogem ao controle do município.

6 TEMAS Gostaríamos de passar pelos seguintes temas: 1 Quais os referenciais para o Conviva 2 Qual a diferença entre avaliar e monitorar 3 Por que avaliar e monitorar o PME 4 Por que elaborar ações e trazer o PME para o Conviva

7 QUAL A DIFERENÇA ENTRE AVALIAR E MONITORAR AVALIAR Medir ou verificar (alcance de resultados) MONITORAR Acompanhar

8 QUAL A DIFERENÇA ENTRE AVALIAR E MONITORAR Medir ou verificar AVALIAR MONITORAR No PME a meta está relacionada ao objetivo a ser alcançado. Portanto, cada meta deve ser avaliada para medir ou verificar o que foi feito. Exemplo: Universalizar o acesso à pré-escola até 2016.

9 QUAL A DIFERENÇA ENTRE AVALIAR E MONITORAR Acompanhar AVALIAR MONITORAR O PME se concretiza com ESTRATÉGIAS e AÇÕES que devem ser acompanhadas de perto para potencializar o cumprimento das metas. O avanço das METAS também deve ser monitorado periodicamente como parte do processo de avaliação. Exemplo: - Estratégia: Garantir espaços físicos adequados nas unidades de Educação Infantil; - Ação: Realizar visita às unidades de Educação Infantil usando a ferramenta Pedagógica do Conviva.

10 TEMAS Gostaríamos de passar pelos seguintes temas: 1 Quais os referenciais para o Conviva 2 Como o PME está estruturado no Conviva 3 4 Como definir plano de ações para o período set/15 dez/16 Por que elaborar ações e trazer o PME para o Conviva

11 COMO O PME ESTÁ ESTRUTURADO NO CONVIVA Pautado na lei /2014 e nos esforços das Conferências Nacionais de Educação de 2010 e 2014; O Conviva apresenta suporte técnico e tecnológico para apoiar o trabalho realizado pelo Ministério da Educação através da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino e do esforço da Ação Educativa; Compreende e apoia a articulação da UNCME União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação.

12 COMO O PME ESTÁ ESTRUTURADO NO CONVIVA O Conviva estimula a instituição do Fórum Municipal de Educação (FME), por ser uma determinação da lei /2014. O FME é uma instância democrática para garantia do direito à educação; E nos territórios onde não houve tempo hábil para a instalação do FME, o Conviva recomenda que o processo seja feito na sequência à aprovação do PME;

13 AÇÕES PARA 2015 art.8º,caput Elaboração dos planos de educação de Estados, Municípios e DF. art. 10 Elaboração/aprovação do PPA Est.1.4 Estabelecimento de normas, procedimentos e prazos para definição de mecanismos de consulta pública da demanda das famílias por creches. Meta 7 Meta 9 Meta 15 Desempenho de alunos no IDEB. Elevação da taxa de alfabetização da população com 15 (quinze) anos ou mais para 93,5%. Política nacional de formação dos profissionais da educação, em regime de colaboração entre os entes federados, assegurado que todos os professores da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam. Est Implantação de política nacional de formação continuada para os profissionais da educação de outros segmentos que não os do magistério, construída em regime de colaboração entre os entes federados. Est.17.1 Fórum permanente, com representação de União, Estados, Municípios, DF e trabalhadores da educação, para acompanhamento da atualização progressiva do valor do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica.

14 AÇÕES PARA 2016 art. 5º, 2º Publicação de estudos pelo INEP para aferir a evolução das metas, com informações organizadas por ente federado e consolidadas em âmbito nacional. art. Aprovação de leis específicas disciplinando a gestão democrática da educação 9º,caput pública nos Estados, DF e Municípios. art. 13 Estabelecimento do Sistema Nacional de Educação em lei específica. Meta 1 Universalização da pré-escola para as crianças de 4 e 5 anos. Est. 1.6 Implantação da avaliação da educação infantil, a ser realizada a cada 2 anos, com base em parâmetros nacionais de qualidade. Est. 2.1 Elaboração pelo MEC, em articulação e colaboração com os entes federados e precedida por consulta pública nacional e posterior encaminhamento ao CNE, de proposta de direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para os alunos do ensino fundamental. Meta 3 Universalização do ensino médio para a população de 15 a 17 anos. Est.3.2 Elaboração pelo MEC, em articulação e colaboração com os entes federados e precedida por consulta pública nacional e posterior encaminhamento ao CNE, de proposta de direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para os alunos do ensino médio.

15 AÇÕES PARA 2016 Meta 4 Universalização do acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado para a população de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação (não há definição de prazo específico no PNE, mas deve ser observado o ano de 2016 definido pela Emenda Constitucional 59 para a "universalização da educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade". Est.4.14 Definição de indicadores de qualidade e de política de avaliação e supervisão para o funcionamento de instituições públicas e privadas que prestam atendimento a alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Est.7.21 Estabelecimento de parâmetros mínimos de qualidade dos serviços da educação básica, a serem utilizados como referência para infraestrutura das escolas, recursos pedagógicos, entre outros insumos relevantes, bem como instrumento para adoção de medidas para a melhoria da qualidade do ensino. A responsabilidade é da União, em regime de colaboração com os entes federado. Est Reestruturação dos procedimentos adotados na área de avaliação, regulação e supervisão, em relação aos processos de autorização de cursos e instituições, de reconhecimento ou renovação de reconhecimento de cursos superiores e de credenciamento ou recredenciamento de instituições, no âmbito do sistema federal de ensino.

16 Meta 18 Est Est.18.3 Est Meta 19 AÇÕES PARA 2016 Existência de planos de Carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional. Estruturação das redes públicas de educação básica de modo que 90%, no mínimo, dos respectivos profissionais do magistério e 50%, no mínimo, dos respectivos profissionais da educação não docentes sejam ocupantes de cargos de provimento efetivo e estejam em exercício nas redes escolares a que se encontrem vinculados. Realização de prova nacional para subsidiar os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, mediante adesão, na realização de concursos públicos de admissão de profissionais do magistério da educação básica pública. A iniciativa é do Ministério da Educação, a cada dois anos, a partir do segundo ano de vigência do PNE. Realização anual do censo dos profissionais da educação básica de outros segmentos que não os do magistério. A iniciativa é do Ministério da Educação, em regime de colaboração. (A partir do segundo ano de vigência do PNE.) Garantia de condições para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto.

17 AÇÕES PARA 2016 Est.20.6 Implantação do Custo Aluno-Qualidade inicial - CAQi, referenciado no conjunto de padrões mínimos estabelecidos na legislação educacional e cujo financiamento será calculado com base nos respectivos insumos indispensáveis ao processo de ensinoaprendizagem e será progressivamente reajustado até a implementação plena do Custo Aluno Qualidade CAQ. Est.20.9 Regulamentação, por lei complementar, do parágrafo único do art. 23 e o do art. 211 da Constituição Federal (Regime de Colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, em matéria educacional). Est Aprovação da Lei de Responsabilidade Educacional.

18 TEMAS Gostaríamos de passar pelos seguintes temas: 1 Quais os referenciais para o Conviva 2 Como o PME está estruturado no Conviva 3 Por que avaliar e monitorar o PME 4 De que forma o CONVIVA contribui para o processo de monitoramento e avaliação do PME

19 VISÃO GERAL DO CONVIVA EDUCAÇÃO Plataforma gratuita que contribui com os processos de gestão das Secretarias Municipais de Educação; Foi lançada em 2013 e é uma iniciativa da Undime com 11 institutos e fundações; Mais de municípios brasileiros estão cadastrados para uso do Conviva.

20 QUAIS OS REFERENCIAIS PARA O CONVIVA Legislação atuação do DME e sua equipe devem ser pautadas nos marcos legais; Nos Temas de Gestão enfoque em FORMAÇÃO, INFORMAÇÃO e disponibilização de Ferramentas de Gestão; Nas Ferramentas de Gestão potencializar o esforço dos gestores e suas equipes para melhor os processos e procedimentos das Secretarias Municipais de Educação.

21 POR QUE O CONVIVA ESTIMULA A ELABORAÇÃO DE AÇÕES? O PME como política pública precisará de ações efetivas para sua implementação. Como um Plano ele necessita: 1 especificar processos e procedimentos permanentes da gestão; 2 definir periodicidade de avaliação e monitoramento (exemplo: semanal, mensal etc); 3 estabelecer responsáveis pela execução de cada ação.

22 O QUE SEU MUNICÍPIO GANHA EM TRAZER O PME PARA O CONVIVA Ferramenta ágil para AVALIAR e MONITORAR as Metas, Estratégias e Ações; Facilidade de visualização do estágio de execução do PME do município; Democratização das informações nos processos de avaliação e monitoramento.

23 A AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO NO CONVIVA

24 Muito obrigada! 25 de setembro de 2015

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