JOSÉ ANTÔNIO TADEU FELISMINO Diretor de Inovação e Transferência de Tecnologia

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2 CARLOS ALBERTO RICHA Governador do Estado do Paraná NORBERTO ANACLETO ORTIGARA Secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANÁ - IAPAR FLORINDO DALBERTO Diretor-Presidente TIAGO PELLINI Diretor de Pesquisa ALTAIR SEBASTIÃO DORIGO Diretor de Administração e Finanças ADELAR ANTONIO MOTTER Diretor de Gestão de Pessoas JOSÉ ANTÔNIO TADEU FELISMINO Diretor de Inovação e Transferência de Tecnologia

3 BOLETIM TÉCNICO Nº 83 JANEIRO/2015 ISSN MARACUJÁ-AMARELO RECOMENDAÇÕES TÉCNICAS PARA CULTIVO NO PARANÁ Sergio Luiz Colucci de Carvalho Neusa Maria Colauto Stenzel Pedro Antonio Martins Auler INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANÁ Londrina 2015

4 INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANÁ Comitê Editorial (interino) Tiago Pellini José Antônio Tadeu Felismino Edmilson Gonçales Liberal Álisson Néri Editor Executivo Álisson Néri Revisão Carla M. P. Machado Diagramação Nelson M. Júnior Capa Terê Marques Distribuição Área de Difusão de Tecnologia - ADT (43) Tiragem: exemplares Crédito das imagens Sergio Luiz Colucci de Carvalho Figs. 4, 5, 7, 8, 10a, 14, 15, 16, 17a, 17b, 23a, 23b, 26, 27 e 29 Pedro Antonio Martins Auler Figs. 21 e 30 José Raimundo de Sá Figs. 6a, 12, 19a e 19b Edino Ferreira da Silva Figs. 2a, 2b, 2c, 2d, 3a, 3b, 6b, 9, 10b, 10c, 11, 13, 18a, 18b, 20, 22a, 22b, 24a, 24b, 25, 28a, 28b e capa Wilian da Silva Ricce Fig. 1 Terê Marques Figs. 5, 8 e 29 Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial, desde que citada a fonte. É proibida a reprodução total desta obra. Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP) C331m Carvalho, Sergio Luiz Colucci de. Maracujá-amarelo : recomendações técnicas para cultivo no Paraná / Sergio Luiz Colucci de Carvalho, Neusa Maria Colauto Stenzel, Pedro Antonio Martins Auler. Londrina : IAPAR, p. : il. ; 22 cm. (Boletim Técnico ; n. 83) Inclui bibliografia. ISSN Maracujá Cultivo Paraná. 2. Maracujá Doenças e pragas Paraná. I. Stenzel, Neusa Maria Colauto. II. Auler, Pedro Antonio Martins. III. Instituto Agronômico do Paraná. IV. Título. V. Série. CDU (816.2) Impresso no Brasil / Printed in Brazil 2015

5 AUTORES Sergio Luiz Colucci de Carvalho Engenheiro-agrônomo PhD em Fenologia de Plantas Pesquisador da Área de Fitotecnia IAPAR Londrina Neusa Maria Colauto Stenzel Engenheira-agrônoma Doutora em Agronomia Pesquisadora da Área de Fitotecnia IAPAR Londrina Pedro Antonio Martins Auler Engenheiro-agrônomo Doutor em Agronomia Pesquisador da Área de Fitotecnia IAPAR Paranavaí

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7 APRESENTAÇÃO O maracujá-amarelo é cultivado em todo território brasileiro. Apesar de ser uma planta nativa, somente na década de 1970 os estudos com esta fruteira foram intensificados, propiciando maior divulgação e segurança para a implantação de pomares comerciais e avanços na industrialização da polpa para confecção de refrescos e confeitos. Quando da implantação do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), praticamente não havia pomares comerciais de maracujá no Estado. O IAPAR, então, iniciou trabalhos com esta fruta no ano de 1976, com os primeiros pomares implantados na região Norte e litoral do Estado. Posteriormente, os estudos foram estendidos para praticamente todas as regiões aptas ao seu cultivo no Paraná. Por se tratar de fruteira de ciclo relativamente rápido e demandar práticas especializadas de cultivo, o maracujazeiro adaptou-se bem em pequenas propriedades, sendo hoje importante fator de renda para muitos agricultores familiares, com importância significativa na base da economia de alguns municípios do litoral e da região central do Paraná. Com a expansão da cultura, surgiram novos desafios. Houve maior ocorrência de pragas e doenças, problemas de condução de pomares, nutrição de plantas e entraves de ordem econômica, dentre outros. Esta publicação é fruto da experiência acumulada do IAPAR envolvendo pesquisadores e técnicos de diversas especialidades para definir tecnologias apropriadas a cada uma das situações enfrentadas pelo bravo homem do campo. Espera-se que esta obra contribua para a consolidação do agronegócio do maracujá, principalmente para o pequeno agricultor. A todos aqueles pesquisadores, técnicos, extensionistas, agricultores, industriais e instituições de financiamento e pesquisas que de alguma forma contribuíram para que esta publicação se tornasse realidade, nosso reconhecimento. Os autores.

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9 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...9 ATRIBUTOS DA FRUTA...9 ZONEAMENTO DA CULTURA...10 CULTIVARES...11 PROPAGAÇÃO...12 Obtenção e Armazenamento de Sementes...12 Formação de Mudas...14 IMPLANTAÇÃO DO POMAR...17 Escolha do Local...17 Quebra-vento...17 Correção do Solo...17 Preparo do Solo...18 Preparo das Covas...19 Sistemas de Condução...19 Espaçamento e Densidade...23 Plantio...23

10 TUTORAMENTO, DESBROTA E CONDUÇÃO...25 PODA...25 FLORESCIMENTO E POLINIZAÇÃO...27 FATORES QUE INFLUENCIAM A FRUTIFICAÇÃO...28 ADUBAÇÃO...29 MANEJO DO MATO E CULTIVO INTERCALAR...30 PRINCIPAIS DOENÇAS...32 Doenças da Parte Aérea Causadas por Bactérias e Fungos...32 Bacteriose...32 Antracnose...33 Verrugose...33 Manejo das doenças da parte aérea...35 Viroses...35 Vírus do endurecimento dos frutos do maracujazeiro...35 Vírus da pinta verde (PGSV)...37 Doenças Fúngicas de Solo...38

11 Murcha ou fusariose (Fusarium oxysporum f. sp. passiflorae) e podridão do colo (Phytophthora cinnamomi)...38 PRINCIPAIS PRAGAS...39 Lagartas (Dione juno juno e Agraulis vanillae vanillae)...39 Lagarta-dos-frutos...39 Percevejos (Diactor bilineatus, Holymenia clavigera e Leptoglossus gonagra)...40 Coleobroca (Philonis passiflorae)...41 Moscas-das-frutas (Anastrepha spp. e Ceratitits capitata)...41 Mosca-do-botão-floral (Protearomyia sp.)...41 Ácaro Vermelho (Tetranychus spp.)...41 Abelhas...43 Besouros...43 Outras Pragas...45 EQUIPAMENTOS PARA PULVERIZAÇÃO DE AGROQUÍMICOS...45 CICLO E PRODUÇÃO...46

12 COLHEITA E COMERCIALIZAÇÃO...47 CUSTOS E RECEITA...49 REFERÊNCIAS...51

13 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 9 INTRODUÇÃO Originário da América tropical, o maracujá-amarelo ou maracujá-azedo (Passiflora edulis Sims) é o mais cultivado e comercializado no Brasil, sendo seus frutos utilizados, principalmente, para a produção de suco. A exploração econômica do maracujazeiro no Brasil, e também no Paraná, tem experimentado oscilações na área de plantio devido à ocorrência de doenças e preços de mercado, fatores determinantes para a decisão de se cultivar essa fruteira, que apresenta ciclo de produção relativamente curto e boa rentabilidade por área, constituindo uma importante alternativa de renda, principalmente para os pequenos agricultores. Por ser espécie de clima tropical e subtropical, o maracujá-amarelo adapta-se bem às regiões livres de geadas severas, havendo, no Paraná, extensas áreas aptas ao seu cultivo. No Brasil, o plantio comercial teve início nos anos 1970 e, no Estado do Paraná, no final da mesma década. Sua expansão e comercialização ocorreram no início da década de 1980, principalmente na região litorânea do Estado, onde, ainda hoje, a cultura representa importante fonte de renda. Atualmente, a exploração do maracujá está distribuída em diferentes regiões do Paraná. ATRIBUTOS DA FRUTA Com sabor especial, o suco do maracujá está entre os mais apreciados pelos consumidores e sua polpa, também, é amplamente empregada no preparo de doces, geleias, néctares, refrescos, sorvetes e outros produtos culinários. A cor amarela ou alaranjada intensa do seu suco deve-se aos pigmentos carotenoides, que são precursores de vitamina A e atuam como antioxidantes na prevenção de doenças e processos de envelhecimento. A polpa também é fonte de vitaminas do complexo B, vitamina C e minerais.

14 10 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR A casca é rica em fibras solúveis, principalmente pectina, cuja utilização na forma de farinha pode auxiliar na redução do colesterol e da glicose no sangue e em dietas de emagrecimento. As sementes são consideradas boas fontes de ácidos graxos essenciais e possuem propriedade vermífuga, com possibilidade de uso na alimentação, cosméticos e fármacos. A substância denominada maracujina ou passiflorina, presente principalmente nas folhas do maracujá, tem propriedade sedativa e é amplamente empregada como calmante natural. ZONEAMENTO DA CULTURA As condições de relevo e a posição geográfica do Paraná condicionam climas distintos para o cultivo do maracujá. Assim, recomenda-se seu cultivo em áreas abaixo de 700 m, localizadas ao norte do Estado, no litoral, no Vale do Ribeira e em regiões com temperaturas mais elevadas e baixo risco de geada. De acordo com o zoneamento agrícola definido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), apenas as regiões destacadas em verde e amarelo são consideradas aptas ao cultivo do maracujá no Paraná (Figura 1). Os períodos de plantio nessas regiões foram determinados em função do risco de ocorrência de geada. Para regiões com risco inferior a 20%, o plantio é indicado para o período de agosto a março (área verde do mapa) e, para aquelas com risco entre 20% e 40%, o plantio é indicado para os meses de agosto a outubro (área amarela do mapa) 1. Informações sobre a relação de municípios recomendados para o plantio de maracujá no Paraná, assim como sobre os demais critérios adotados na definição do zoneamento agrícola dessa cultura, podem ser obtidas na Portaria do MAPA nº. 122, de 20/04/ Informações complementares sobre época de plantio estão detalhadas em Plantio (p. 23) e Ciclo e Produção (p. 46).

15 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 11 Figura 1. Zoneamento agrícola da cultura do maracujá-amarelo no Paraná. CULTIVARES Existem diversas cultivares de maracujá-amarelo registradas no Registro Nacional de Cultivares (RNC) do MAPA, mantidas por instituições públicas ou privadas, algumas com maior aptidão para a agroindústria e outras para o mercado in natura2. Informações sobre as características agronômicas de cada cultivar devem ser obtidas diretamente com os mantenedores das mesmas. É importante que a indicação de determinada cultivar ou seleção seja sempre antecedida de avaliações prévias do seu comportamento agronômico na região em que será cultivada. Informações disponíveis em: registro/registro-nacional-cultivares 2 4 Livro_Maracuja Amarelo indb 11 01/02/ :36:56

16 12 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR PROPAGAÇÃO Obtenção e Armazenamento de Sementes A propagação do maracujá-amarelo em escala comercial é feita por meio de sementes. Cada fruto contém, em média, 350 sementes, sendo que 1 grama contém aproximadamente 45 delas. Viveiros comerciais devem, obrigatoriamente, adquirir sementes de instituições que detém o registro ou a manutenção da cultivar. Para a produção de mudas com a finalidade de uso próprio, as sementes devem, preferencialmente, ser adquiridas de instituições mantenedoras de registro da cultivar. Porém, também é possível obtê-las no próprio pomar, quando o mesmo apresenta boas condições fitossanitárias. Nesse caso, devem ser selecionadas plantas produtivas, vigorosas, sadias e com as características da cultivar. Para a obtenção das sementes, deve-se selecionar frutos grandes, de coloração amarelo-canário, ovalados, com casca lisa e sem manchas. As sementes devem ser retiradas de, no mínimo, 20 frutos de diferentes plantas e misturadas. Antes da extração, deve-se fazer a assepsia dos frutos, lavando-os em uma solução contendo 1 litro de água sanitária dissolvido em 10 litros de água, por cinco minutos. Em seguida, após os frutos serem cortados e a polpa retirada, deve-se colocar as sementes em um recipiente de vidro ou saco plástico, para fermentar, por um período de 3-5 dias, o que facilita a separação das sementes da polpa (Figura 2a, b). Na sequência, as sementes devem ser colocadas em uma peneira, lavadas em água corrente e secas à sombra por aproximadamente 48 horas, em camadas finas, sobre folhas de papel (Figuras 2c, d). As sementes podem ser semeadas em seguida ou ficar armazenadas em sacos plásticos fechados, em câmara fria, à temperatura de 5-8 o C, por até um ano, sem perda significativa da germinação.

17 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 13 a b c d Figura 2. Etapas de extração das sementes de maracujá. a) frutos selecionados; b) fermentação da polpa em saco plástico fechado; c) lavagem das sementes em água corrente; d) secagem das sementes.

18 14 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR Formação de Mudas Dependendo da época de plantio, o preparo da muda apresenta tempo de formação e cuidados diferenciados, principalmente em função de diferenças na temperatura ambiente. Assim, mudas para plantio no final do inverno ou no início da primavera devem ser formadas em ambiente protegido do frio e semeadas com a maior antecedência da data prevista para o plantio, pois podem levar até 90 dias para atingir o desenvolvimento adequado para o plantio. Já as mudas para plantio no verão podem ser preparadas com menor antecedência, pois atingem desenvolvimento adequado em dias (Tabela 1). Os viveiros de produção de mudas devem ser protegidos com tela antiafídeos, que impede a entrada de pulgões, e as mudas devem ser produzidas à meia sombra (50% de sombreamento), em local com quebra-vento previamente estabelecido, livres da ocorrência de geada e distantes de pomares de maracujazeiro. Em regiões com ocorrência de viroses ou maior risco de geada, é possível o emprego de mudas mais desenvolvidas, com até 100 cm de altura, as quais deverão ser plantadas desde meados de agosto até setembro, em cultivo mais adensado, para produção de um único ciclo. Nesse caso, as mudas devem ser produzidas em recipientes com maior volume de substrato. Tabela 1. Fase Tempo para germinação das sementes e formação das mudas de maracujá-amarelo, de acordo com a época de plantio. Plantio de verão Plantio de inverno Tempo a partir da semeadura (dias) Início da germinação Muda pronta

19 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 15 As mudas podem ser preparadas em saco plástico preto (9,0 cm x 18,0 cm) ou tubete (3,5 cm x 14,0 cm) (Figura 3). Para a produção de mudas mais desenvolvidas, recomenda-se a utilização de sacos plásticos de 15 cm x 25 cm, com volume de aproximadamente 1,0-1,5 kg de substrato. Para enchimento dos recipientes utilizados na produção das mudas podem ser utilizados dois tipos de substrato: 1. Substrato à base de terra: consiste em três partes de terra para uma de esterco de curral curado. Para cada metro cúbico da mistura, adiciona-se 1,0 kg de susperfosfato simples e 2,0 kg de calcário dolomítico. Um metro cúbico permite encher sacos (9,0 cm x 18,0 cm). Para eliminar patógenos, após o preparo o substrato deve ser submetido a tratamento por calor (vapor) ou solarização; 2. Substrato comercial: produto normalmente preparado à base de casca de madeira, que tem a vantagem de ser esterilizado. É encontrado nas opções fertilizado ou não. Caso não seja fertilizado, deve ser previamente preparado com adubos minerais e orgânicos apropriados. Uma opção é a incorporação, na dose de 5,0 g/l, de fertilizante de liberação gradual da fórmula Para a formação de mudas em tubetes, recomenda-se somente o substrato comercial, especialmente para produção contínua e em grande escala. Em ambos os sistemas de produção de mudas, as sementes, em número de duas a três, devem ser colocadas a aproximadamente 1 cm de profundidade. Quando as plântulas estiverem com 3-5 cm de altura, deve-se realizar o desbaste, deixando somente a mais vigorosa, cortando o caule das outras rente ao substrato, para não danificar o sistema radicular da remanescente.

20 16 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR a b Figura 3. Mudas de maracujá-amarelo produzidas em saco plástico (a) e em tubete (b). Deficiências de nitrogênio e fósforo poderão ser corrigidas com a aplicação de ureia a 0,5% e de fosfato monoamônico (MAP) a 1,0%, diluídos em água e aplicados com regador. Para prevenir doenças, as mudas devem ser pulverizadas com calda bordalesa (0,6%) a cada 15 dias. Periodicamente, devem ser feitas inspeções no viveiro para verificar a ocorrência de pragas e doenças, e uma vez constatado o ataque, deve-se fazer a aplicação de inseticidas ou fungicidas específicos. As mudas estão prontas para o plantio quando alcançam cm de altura (Figura 3).

21 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 17 IMPLANTAÇÃO DO POMAR Escolha do Local Ao escolher o local para implantação do pomar, deve-se dar preferência às áreas planas, com proteção natural de ventos fortes, e evitar aquelas com histórico de doenças no cultivo de maracujá. Também devem ser evitadas áreas sujeitas a geadas, como baixadas e com face sul, com solos mal drenados e declividade acentuada, e áreas próximas de cultivos nos quais são utilizados herbicidas que apresentem risco de deriva, principalmente 2,4-D. Quebra-vento Nas condições climáticas do Paraná, recomenda-se a utilização de quebra-vento para minimizar a ação do vento e suas consequências, principalmente sobre a sanidade dos pomares. Não havendo disponibilidade de área com quebra-vento pré-estabelecido, sua implantação deve ser realizada com pelo menos seis meses de antecedência, de forma a oferecer proteção às mudas no momento em que forem plantadas, mantendo-se distância mínima de cinco metros da linha de plantio do maracujazeiro. O capim-elefante, cv. Cameroon (Figura 4), tem sido bastante utilizado e apresentado bons resultados. Correção do Solo O uso de corretivos deve ser definido com base no resultado da análise química do solo, coletado, preferencialmente, em duas profundidades (0-20 cm e cm). Quando a saturação por bases (V%) na camada de 0-20 cm for inferior a 60%, deve-se realizar calagem para elevá-la a 70%. De acordo com o resultado da análise química, deve-se optar por calcário dolomítico ou calcítico ou a composição de ambos, visando manter o equilíbrio entre cálcio e magnésio no solo. Na camada de cm, a presença de teores elevados de alumínio (saturação acima de 50%) e/ou muito baixos de cálcio indicam que o uso do gesso deve ser considerado, nesse caso aplicado associado à calagem. Os corretivos devem ser aplicados em área total antes do preparo do solo, no mínimo três meses antes do plantio.

22 18 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR Figura 4. Cultivo de maracujá-amarelo protegido com quebra-vento de capim-elefante, cv. Cameroon. Preparo do Solo Dependendo das condições químicas e físicas do solo, seu preparo poderá ser em área total ou mínimo, utilizando-se aração (20 cm de profundidade) e gradagem. Não havendo restrições químicas (teor elevado de alumínio e/ou baixa saturação por bases) e físicas (presença de compactação), o preparo poderá ocorrer em faixas, nas quais se revolve o solo apenas nas linhas de plantio, mantendo-se as entrelinhas vegetadas. Em áreas que já apresentam condições adequadas de fertilidade e sem problema de compactação, não é necessário revolver nem mesmo as linhas de plantio, fazendo-se, nesse caso, apenas um bom preparo da cova. O preparo mínimo é recomendado, especialmente, para solos arenosos, como os originários do Arenito Caiuá (Região Noroeste do Paraná), e também para áreas com declividade mais acentua-

23 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 19 da, como as do Vale do Ribeira, cujas condições são mais suscetíveis à erosão. Preparo das Covas A forma mais prática e econômica de preparar as covas é abrir com sulcador, em toda a extensão da linha de plantio, sulcos com cm de profundidade. Após a marcação dos pontos de plantio no sulco, deve-se aplicar e misturar os adubos com a terra e fechar as covas, aguardando o plantio das mudas. As covas também podem ser abertas individualmente, com a dimensão mínima de 30 cm de profundidade e 40 cm de largura. Na sua adubação, deve-se utilizar g de superfosfato simples (de acordo com o teor de fósforo no solo), 250 g de calcário dolomítico e 40 g de cloreto de potássio. É importante utilizar também adubo orgânico, cuja quantidade vai depender da fonte utilizada. No caso de esterco de bovino, deve-se utilizar em torno de 10 litros por cova, e de esterco de galinha ou cama de frango, em torno de 5 litros por cova. As covas devem ser preparadas pelo menos 20 dias antes do plantio das mudas, sendo importante que as mesmas recebam chuva ou sejam molhadas após o fechamento, possibilitando o assentamento da terra e a fermentação do adubo orgânico, caso este ainda não esteja bem curado. Sistemas de Condução O maracujazeiro necessita de condução por ser uma planta trepadeira e de crescimento rápido. O sistema de espaldeira vertical com um fio de arame é o mais utilizado, por ser mais barato e facilitar a polinização manual e os tratos culturais e fitossanitários (Figuras 5 e 6). O fio de arame liso deve passar pelos furos dos palanques a 1,90 m do solo e ser esticado com catraca. Os palanques das cabeceiras devem ter, aproximadamente, 3,0 m de altura

24 20 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR e 0,20 m de diâmetro e os intermediários 2,50 m de altura e 0,12 m de diâmetro, distanciados, no máximo, 12,0 m entre si. A cada 6,0 m é necessário utilizar palanques de apoio, como estacas de bambu gigante ou palanques de madeira. Tutores de bambu também podem ser utilizados como apoio e linhas muito extensas (máximo de 80,0 m) devem ser evitadas, pois dificultam o manejo das plantas e o escoamento da produção. Sempre que possível, a instalação da espaldeira deve seguir a orientação leste-oeste, que permite insolação mais homogênea dos dois lados da planta e evita a queimadura de frutos pela exposição frontal ao sol (Figura 7). Outro sistema de condução é em latada ou caramanchão (Figura 8), cuja utilização tem sido mais frequente em regiões com alta população de agentes polinizadores naturais, como o litoral paranaense. Nessa região, esse sistema é utilizado em sucessão à cultura do chuchu. a Palanque de cabeceira Palanque de apoio Palanque intermediário Catraca 0,20 m Tutor < 0,12 m 0,12 m 1,0 m 1,9 m 0,5 m Solo 12,0 m 6,0 m b Figura 5. Esquema do sistema de condução em espaldeira para maracujá-amarelo (a) e opções para instalação do palanque de cabeceira (b).

25 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 21 a b Figura 6. Maracujá-amarelo conduzido em espaldeira, com um fio de arame, em fase inicial de formação do pomar (a) e em produção (b).

26 22 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR Figura 7. Dano em fruto de maracujá-amarelo causado pela exposição ao sol. 2,0 m 4,0-6,0 m 4,0-6,0 m Figura 8. Esquema do sistema de condução em latada para maracujá-amarelo.

27 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 23 No Norte do Paraná, alguns produtores utilizam o sistema em latada na combinação de uva e maracujá, no qual este é cultivado por uma safra, durante o período de formação dos porta-enxertos da uva; porém, se sua rentabilidade estiver alta e o pomar apresentar boas condições fitossanitárias, atrasa-se a enxertia da uva, deixando o maracujá produzir por mais uma safra. Embora apresente maior produtividade do que outros sistemas de condução e menor custo com controle do mato, o sistema em latada tem como desvantagens: maior custo de instalação; dificuldade de polinização; maior incidência de doenças, diminuindo a longevidade do pomar; maior dificuldade no tratamento fitossanitário; e, maior dificuldade na colheita dos frutos, que ficam presos entre os ramos. Portanto, em áreas com histórico de doenças fúngicas e bacterianas, como também em regiões onde há necessidade de polinização manual, é imprescindível que o sistema de condução seja em espaldeira. Espaçamento e Densidade Entre plantas, na linha de plantio, recomenda-se o espaçamento de 2,0-3,0 m. Nas entrelinhas, deve-se utilizar o espaçamento de 2,5-3,0 m quando a pulverização é feita com pulverizador (atomizador) costal, podendo chegar a 4,0 m quando se utiliza trator associado a outros implementos. No menor espaçamento (2,0 m x 2,5 m) a densidade é de plantas por hectare e no maior (3,0 m x 4,0 m) é de 833 plantas por hectare. Contudo, o mais utilizado é o de 3,0 m x 3,0 m, cuja densidade é de plantas por hectare. Plantio Nas regiões de menor risco climático do Paraná (ver Figura 1), o maracujazeiro pode ser plantado no período de agosto a março. Entretanto, nessas regiões, a maior eficiência econômica do pomar é obtida com o plantio realizado nos meses de janeiro a março (plan-

28 24 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR tio de verão) ou em agosto/setembro (plantio de inverno). Embora indicado no zoneamento agrícola, o plantio de outubro a janeiro não é adequado, por não permitir produção economicamente viável de frutos no primeiro ciclo de cultivo, com aumento dos custos e baixa produtividade. Por sua vez, em regiões com maior risco de geada (ver Figura 1), o plantio deve se restringir apenas aos meses de agosto/setembro. Nos meses de abril a julho, o plantio não é recomendado, pois nesse período, que coincide com o outono/inverno, a planta apresenta baixo desenvolvimento vegetativo e fica suscetível a fatores adversos como ventos frios e geadas 3. Antes do plantio, as mudas devem ser expostas ao sol aos poucos, para aclimatação. No momento do plantio (Figura 9), deve-se retirar a muda da embalagem e após isso, para facilitar a irrigação até garantir o pegamento das mudas, recomenda-se o coroamento das covas. Figura 9. Muda de maracujá-amarelo com a embalagem removida antes do plantio. 3 Informações adicionais sobre a época de plantio encontram-se em Ciclo e Produção (p. 46).

29 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 25 TUTORAMENTO, DESBROTA E CONDUÇÃO O caule principal do maracujazeiro necessita ser conduzido em haste única, por meio de desbrotas dos ramos laterais, até alcançar o fio de arame. Na condução, utiliza-se um tutor, que pode ser um barbante fixado no chão e no fio de arame (Figura 10a) ou uma estaca de bambu, na qual o caule, à medida que cresce, vai sendo amarrado com fita plástica ou barbante (Figura 10b). Ao amarrar o caule do maracujazeiro na estaca de bambu, o laço deve ser preparado no formato do número oito (Figura 10c), para evitar o seu estrangulamento. Ao atingir o fio de arame, o caule principal deve ser conduzido para um dos lados, deixando-se uma brotação que será conduzida para o lado oposto (Figura 11a). A condução desses ramos deve ser feita pelo enrolamento dos mesmos no fio de arame (Figura 11b). Os ramos não devem ser amarrados, pois isso compromete o seu desenvolvimento. Nessa fase, é importante que a operação seja realizada com frequência de 2-3 vezes por semana. Cabe ressaltar que, como medida preventiva à ocorrência de doenças, o desponte de ramos, utilizado na formação inicial do maracujazeiro, não é mais recomendado. Depois que atinge o fio de arame, do caule ou haste principal originam-se os ramos secundários que, por sua vez, dão origem aos ramos terciários. Com o crescimento desses ramos é formada a cortina de ramos (ver Figura 6b), onde ocorre a produção de frutos. PODA A poda de produção não é aconselhada, por favorecer a entrada de doenças e o declínio da planta. Recomenda-se a poda de limpeza, que deve ser realizada no início da primavera e consiste em eliminar os ramos secos, doentes e os próximos ao solo.

30 26 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR a b c Figura 10. Condução do caule principal do maracujá-amarelo em haste única, em tutor de barbante (a), em tutor de bambu (b) e detalhe de como deve ser amarrado o barbante no bambu (c). a b Figura 11. Condução dos ramos secundários do maracujá-amarelo quando atingem o fio de arame (a) e detalhe do enrolamento do ramo no fio (b).

31 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 27 FLORESCIMENTO E POLINIZAÇÃO O maracujá-amarelo floresce sob influência de dias longos, necessitando, no mínimo, de 11 horas de luz por dia. Sua flor abre no início da tarde e fecha na noite do mesmo dia, não abrindo novamente. A mamangava (Xylocopa spp.) é o principal agente polinizador (Figura 12). As flores de uma mesma planta são auto-incompatíveis e a autofecundação raramente ocorre, motivo pelo qual a polinização deve ser cruzada com o pólen de flores de outras plantas de maracujá do pomar. No horário em que as flores estão abertas, no mínimo 70% delas devem ser fecundadas naturalmente, possibilitando, percentual equivalente de frutificação. Na ausência ou baixa população de mamangavas, deve-se recorrer à polinização manual, que é realizada mediante a transferência do pólen, que está presente nas cinco anteras, para a parte superior dos três estigmas da flor, utilizando-se os dedos (Figura 13). Para maior eficácia na fecundação da flor e consequente frutificação, a polinização manual deverá ser executada a partir de uma hora após a plena abertura das flores. Figura 12. Mamangavas polinizando a flor do maracujá-amarelo.

32 28 Instituto Agronômico do Paraná IAPAR Figura 13. Polinização manual da flor do maracujá-amarelo, mostrando o momento em que os dedos tocam os estigmas da flor para transferir o pólen. FATORES QUE INFLUENCIAM A FRUTIFICAÇÃO Pomares de maracujá-amarelo com bom nível de florescimento podem, em determinadas circunstâncias, apresentar baixa produção de frutos. Além da auto-incompatibilidade entre flores de uma mesma planta, outros fatores podem prejudicar a frutificação, como: Chuva: a chuva umedece os grãos de pólen, que se rompem, prejudicando a fecundação da flor e, consequentemente, diminuindo a frutificação; Temperatura: temperaturas elevadas, em torno de 35 o C, durante o período de florescimento podem causar o abortamento do botão floral; Seca: períodos de seca prolongada podem causar queda do botão floral;

33 MARACUJÁ-AMARELO: recomendações técnicas para cultivo no Paraná 29 Agente polinizador: ausência ou baixa população de mamangavas diminui a frutificação; Abelhas melíferas: as abelhas são prejudiciais ao maracujá, pois removem o grão de pólen e o néctar antes mesmo da flor se abrir, deixando-as menos atrativas para as mamangavas; Horário das pulverizações: pulverizações no período em que as flores estão abertas afetam a frutificação, pois diminuem a ação das mamangavas e prejudicam a viabilidade dos grãos de pólen, que se rompem ao se umedecer com a água; Outros fatores: doenças, pragas, deficiências nutricionais e tipo de flor também podem afetar a frutificação. ADUBAÇÃO Considerando-se um solo de fertilidade média, serão apresentadas sugestões de adubação para o período de formação das plantas (Tabela 2) e produção dos frutos (Tabela 3). O responsável técnico poderá ajustar as adubações de acordo com o resultado da análise do solo, a produção esperada, o desenvolvimento vegetativo das plantas e o adubo disponível. Tabela 2. Adubação de formação para o maracujazeiro, de acordo com a fase de desenvolvimento da planta, em um solo de fertilidade média. Fase de desenvolvimento N K 2 O (g/planta) Início da brotação da muda 12 - Haste principal com 2,0 m 18 - Formação dos ramos secundários Formação dos ramos terciários 30 30

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