Reunião Técnica para Elaboração do Plano de Pesquisa e Desenvolvimento

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1 Reunião Técnica para Elaboração do Plano de Pesquisa e Desenvolvimento PPD IPEF 2020 PPD IPEF 2020 Campinas, 21 e

2 EQUIPE COORDENAÇÃO Robert Cardoso Sartório Aracruz COLABORADORES Alex G. B. Medeiros Cenibra Bianca Vique Fernandes V & M Carlos André Gaspar dos Santos Veracel Edival Zauza Suzano Edmilson Bitti Loureiro Aracruz Ernesto Norio Takahashi VCP José Eduardo Petrilli Mendes Duratex Reginaldo G. Mafia Aracruz

3 METODOLOGIA 1. Levantamento de linhas de pesquisa prioritárias (Visão ã das Empresas) ) a. Material base encaminhado aos colaboradores b. Contribuição recebida dos colaboradores 2. Agrupamento das principais idéias e sugestões 3. Seleção das linhas tecnológicas e produtos prioritários Critérios: Interesse e Exequibilidade 4. Proposta final para o PPD IPEF Desdobramento em Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (Etapa à ser conduzida pelo IPEF / PROTEF)

4 RESUMO FOCO PRAGAS & DOENÇAS INCÊNDIOS FLORESTAIS PLANTAS DANINHAS PROTEÇÃO FLORESTAL GERAL LINHAS TECNOLÓGICAS Modelos de Gestão de Riscos de Pragas e Doenças Mudanças climáticas e a ocorrência de P&D Controle alternativo de pragas e doenças Controle químico de pragas e doenças Manejo de formigas cortadeiras Manejo de cupins Prevenção e combate a incêndios florestais Gestão de risco e detecção de incêndios florestais Controle de plantas daninhas Sistema de monitoramento e de tomada de decisão Integração de sistemas de monitoramento Difusão tecnológica e parcerias estratégicas Biotecnologia aplicadaà proteçãoflorestal PRODUTOS ESPERADOS JUSTIFICATIVAS

5 PRINCIPAIS DIRECIONADORES Buscar soluções práticas por meio de projetos cooperativos de pesquisa e de desenvolvimento, racionalizando recursos e otimizando o uso de agrotóxicos, sob o conceito de silvicultura de precisão. Desenvolver, implementar e integrar sistemas de monitoramento e de controle, respeitando as particularidades locais, os aspectos técnicos, econômicos,socioambientaisedecertificação,adiversidadedepragas, doenças, ervas e situações ambientais existentes. Potencializar sinergias humanas e tecnológicas entre instituições de reconhecida competência técnica e científica. Buscar o financiamento de projetos junto aos órgãos e institutos nacionaise i internacionaisi i deapoio à pesquisa científica. Desenvolver atividades de difusão tecnológica, incluindo treinamento e troca deexperiências i entre empresas, como forma demelhoriacontínua da proteção florestal.

6 FOCO I : PRAGAS & DOENÇAS LINHA I Modelos de Gestão de Riscos de Pragas e Doenças PRODUTOS ESPERADOS: Gestão de risco de pragas e doenças de forma integrada entre as empresas, com elaboração de sistema de alerta e de avisos quarentenários para pragas e doenças (A1 e A2) Base de dados disponibilizado sobre as potenciais pragas e doenças florestais Técnicos das empresas florestais capacitados em análise de risco JUSTIFICATIVAS: A falta de um sistema integrado de gestão de risco para o setor florestal, as recentes ocorrências e os danos causados nos plantios e viveiros florestais são os principais motivadores para esse desenvolvimento. O conhecimento prévio auxilia o desenvolvimento de estratégias de controle podendo, até mesmo, impedir o estabelecimento dessas P&D no país. Introdução de novas pragas e adaptação de pragas recém introduzidas no país para diferentes espécies de eucalipto e dispersão para novas áreas.

7 Glycaspis brimblecombei TEMA: PROTEÇÃO FLORESTAL Gonipterus scutellatus Leptocybe invasa Thraumatocoris peregrinus Epichrysocharis burwelii Ralstonia solanacearum Quambalaria eucalypti Xanthomonas axonopodis Ceratocystis fimbriata

8 FOCO I : PRAGAS & DOENÇAS LINHA II Mudanças climáticas e a ocorrência de P&D PRODUTOS ESPERADOS: Potenciais impactos fitossanitários sobre os plantios associados às mudanças climáticas, considerando d ociclo il devida dos agentes daninhos e suas interrelações Valoração das potenciais perdas e avaliação das dificuldades de controle JUSTIFICATIVAS: Há expectativa de alterações na importância relativa das pragas e doenças em um futuro próximo devido às mudanças climáticas. Os impactos podem variar, dependendo do problema fitossanitário A análise prévia dos possíveis efeitos das mudanças climáticas sobre as pragas e doenças das florestas plantadas é fundamental para a adoção de estratégias e medidas mitigadoras visando evitar perdas de produção As mudanças climáticas podem resultar em alteração na eficiência dos métodos de controle

9 FOCO I : PRAGAS & DOENÇAS LINHA III Controle Alternativo de Pragas e Doenças PRODUTOS ESPERADOS: Prospecção sobre os agentes naturais de controle para as principais pragas e doenças florestais Tecnologia disponibilizada para a produção e aplicação operacional de agentes de controle biológico (inclui manuais técnicos e treinamento) Desenvolvimento de métodos físicos, semioquímicos i e mecânicos economicamente viáveis e aplicáveis em escala operacional Parcerias com instituições internacionais JUSTIFICATIVAS: Escassez de métodos alternativos de controle Necessidade de redução do consumo de agrotóxicos, considerando as exigências crescentes de certificadoras e de diferentes partes interessadas Rápida disseminação e adaptação das pragas recém introduzidas d Importação de agentes biológicos e adaptação de alternativas de controle

10 FOCO I : PRAGAS & DOENÇAS LINHA IV Controle químico de pragas e doenças PRODUTOS ESPERADOS: Tecnologia e novos princípios ativos disponibilizados Contribuir para o registro de produtos de interesse do setor florestal Disponibilizar de forma rápida recomendações de controle para as pragas recém introduzidas no país JUSTIFICATIVAS: Necessidade de alternativas de formulações e princípios ativos de baixa toxicidade, registrados Equipamentos "adaptados" de outras culturas não tem atingido os objetivos da área florestal, principalmente quanto à localização de alvo e uniformidade de aplicação O histórico de introdução, de dispersão e de perdas causadas por novas pragas no país

11 TEMA: PROTEÇÃO FLORESTAL Percevejo Bronzeado P j B d Vespa da Galha P ilíd d C h Psilídeo de Concha Lagartas Desfolhadoras Ci Crisomelídeos líd Buprestídeos

12 FOCO I : PRAGAS & DOENÇAS LINHA V Manejo de formigas cortadeiras PRODUTOS ESPERADOS: Novos princípios ativos e alternativas aos químicos Melhoria da qualidade das iscas formicidas (higroscopicidade) Novas ferramentas de avaliação de dano aplicáveis operacionalmente JUSTIFICATIVAS: As formigas cortadeiras tdi são as principais i i pragas das florestas plantadas no país devido a sua área de ocorrência, constância e danos que causam A mais de uma década não se tem gerado alternativas no controle de formigas cortadeiras, principalmente quanto aos PAs e métodos alternativos Restrições de controle com iscas formicidas em condições de alta umidade Análise de dano empírica e de baixa precisão

13 FOCO I : PRAGAS & DOENÇAS LINHA VI Manejo de cupins PRODUTOS ESPERADOS: Obtenção de novos princípios p ativos e alternativas aos químicos Sistema de avaliação e de tomada de decisão quanto a necessidade de controle JUSTIFICATIVAS: Custo elevado do controle preventivo e a toxicidade dos PAs disponibilizados até o momento O controle químico é, atualmente, a única forma técnica e operacional de controle deste grupo de pragas Alto custo envolvido com as práticas de monitoramento disponíveis. Baixa praticidade, precisão e aplicabilidade operacional

14 FOCO II: INCÊNDIOS FLORESTAIS LINHA I Prevenção e combate a incêndios florestais PRODUTOS ESPERADOS: Alternativas de produtos para combate aos incêndios florestais Alternativas de equipamentos para abertura de aceiros e combate aos incêndios Novas tecnologias para omanejoecontenção dosincêndios d florestais JUSTIFICATIVAS: Necessidade de reduzir os custos operacionais e as perdas causadas Pouca disponibilidade de produtos e baixo conhecimento sobre eficiência e tecnologia de aplicação, nas condições brasileiras Pouca agilidade e eficiência operacional dos equipamentos tradicionais Equipamentos não específico para o combate aos incêndios florestais

15 FOCO II : INCÊNDIOS FLORESTAIS

16 FOCO II: INCÊNDIOS FLORESTAIS LINHA II Gestão de risco e detecção de incêndios florestais PRODUTOS ESPERADOS: Desenvolvimentodenovosconceitosnomapeamentodeáreaseépocasde risco de incêndios, incluindo i modelagem dl para estudo dos ft fatores clima, material combustível e agente antrópico Sistema alternativo para detecção 24 horas e para dimensionamento dos recursos necessários para combate JUSTIFICATIVAS: Modelos atuais baseados em índices de baixa acertividade, considerando os incêndios criminosos Necessidade de dimensionamento e alocação das equipes de combate de forma otimizada para redução dos custos operacionais e perdas de madeira Aumento do risco de incêndios em função do aumento da base e conectividade florestal, u e to do sco de cê d os e u ção do au e to da base e co ect dade o esta, das mudanças climáticas globais e pressões sociais

17 FOCO II: INCÊNDIOS FLORESTAIS VANT Satélite Rastreamento "on line" Câmeras de vídeo

18 FOCO III: PLANTAS DANINHAS LINHA I Controle de plantas daninhas PRODUTOS ESPERADOS: Disponibilizar novas tecnologias para o controle de plantas daninhas Avaliar novos PAs, incluindo produtos seletivos e de maior efeito residual, bem como estudo de adjuvantes e de mistura de herbicidas, com registro para o setor florestal Estudar novos produtos, métodos e desenvolver equipamentos específicos para o controle de brotações do eucalipto JUSTIFICATIVAS: Redução de custos e necessidade de maximizar a eficiência das operações, incluindo a melhoria da transposição e translocação dos herbicidas Risco de seleção de espécies tolerantes e dificuldade de controle de folhas largas Alto custo e baixa eficiência de equipamentos "adaptados" de outras culturas, considerando as particularidades desta operação Principal agrotóxico utilizado pelo setor florestal e a oportunidade de avaliar outras alternativas tecnológicas (ex: controle biológico e eletrocussão)

19 FOCO III: PLANTAS DANINHAS LINHA VI Sistema de monitoramento e de tomada de decisão PRODUTOS ESPERADOS: Desenvolvimento de sistemas de monitoramento de plantas daninhas Sistema especialista simplificado para recomendação de manejo de matocompetição, considerando a necessidade de controle, a eficiência dos métodos e o custo das operações JUSTIFICATIVAS: Garantir a produtividade esperada, considerando a intervenção no momento mais adequado, otimizando custos e melhorando a eficiência de controle Rd Reduzir subjetividade id d na tomada de decisão quanto ao manejo de plantas daninhas Facilitar a gestão do manejo de plantas daninhas

20 FOCO IV : PROTEÇÃO FLORESTAL GERAL LINHA I Integração de sistemas de monitoramento PRODUTO ESPERADO: Modelo eficaz de detecção, caracterização e tomada de decisão, considerando anecessidade d de avaliar as diferentes ocorrências e a possibilidade d de integrar os projetos florestais das empresas JUSTIFICATIVAS: Necessidade de reduzir custos com as atividades de monitoramento e minimizar as perdas econômicas em função das diferentes ocorrências Disponibilidade de novas tecnologias de monitoramento que necessitam de avaliação paraascondições as florestais (satélite, infra vermelho, VANT, etc.) Necessidade de monitorar grandes áreas e as recentes introduções/dispersões de novas pragas e doenças

21 SISTEMAS DE MONITORAMENTO

22 FOCO IV : PROTEÇÃO FLORESTAL GERAL LINHA II Difusão tecnológica e parcerias estratégicas sobre proteção florestal PRODUTOS ESPERADOS: Divulgação e troca de experiência de projetos de pesquisapré competitivos entre as diferentes instituições e empresas florestais Estabelecimento sabeec e ode parcerias as com instituições uções nacionais a e internacionais aco as de pesquisa JUSTIFICATIVAS: Redução de custos e do tempo de desenvolvimento de novas tecnologias em proteção florestal Necessidade de importação de inimigos naturais ou de outros agentes de biocontrole para o manejo na proteção florestal Facilitar o intercâmbio de informações e de produtos

23 FOCO IV : PROTEÇÃO FLORESTAL GERAL LINHA III Biotecnologia aplicada à proteção florestal PRODUTOS ESPERADOS: Antenagem tecnológica quanto à aplicabilidade de diferentes biotecnologias no controle de pragas, doenças e de plantas daninhas Conhecimento da variabilidade genética de populações de pragas e patógenos para melhor direcionamento de projetos de seleção de clones resistentes, priorizando os agentes de maior dificuldade de controle Seleção de genes de resistência e estudos com OGM JUSTIFICATIVAS: Necessidade d de melhor direcionamento i de etapas do melhoramento genético tradicional Oportunidade de ganhos expressivos com o uso de OGM e outras técnicas de biotecnologia

24 PRIORIZAÇÃO DAS LINHAS TECNOLÓGICAS E DOS PRODUTOS ESPERADOS

25 METODOLOGIA LINHAS TECNOLÓGICAS LT PRODUTOS ESPERADOS Interesse IMP > 6 <= 9 A > 3 <= 6 M > 0 <= 3 B ES > 6 <= 9 A > 3 <= 6 M > 0 <= 3 B Impacto Variáveis Efeito Suporte Média Produto Linha. Tec. Exequibilidade PS > 6 <= 9 A > 3 <= 6 M > 0 <= 3 B CT > 6 <= 9 B > 3 <= 6 M > 0 <= 3 A Variáveis Prob. de sucesso Custo Produto Média Linha. Tec. Modelos de Gestão de Riscos de Pragas e Doenças 1 Gestão de risco de pragas e doenças de forma integrada entre as 1 empresas, com elaboração de sistema de alerta e de avisos quarentenários para pragas e doenças (A1 e A2) 7 7 7, ,4 2 Base de dados disponibilizado 6,9 1 sobre as potenciais pragas e doenças 6 7 6, ,6 florestais 6,8 1 3 Técnicos das empresas florestais capacitados em análise de risco 7 7 7, ,3 IMPACTO: Grau de inovação, necessidade/interesse, impactos positivos em retorno do investiento e/ou meio ambiente EFEITO SUPORTE : A relação de impacto de cada produto sobre os demais produtos ou linhas tecnológicas PROB.SUCESSO : É o grau de facilidade em obter o produto esperado. Deve considerar a disponbilidade de recursos técnicos e a agenda IPEF CUSTO : Nível de demanda de recursos financeiros, recursos humanos especializados e o potencial de financiamentos (quanto menor demanda, melhor a pontuação)

26 PRIORIZAÇÃO DAS LINHAS TECNOLÓGICAS dade Exequibili o Alto Baixo Médi LINHAS TECNOLÓGICAS PRIORIDADE Baixo Médio Alto Interesse Modelos de Gestão de Riscos de Pragas e Doenças Mudanças climáticas e a ocorrência de P&D Controle Alternativo de Pragas e Doenças Controle químico de pragas e doenças Manejo de formigas cortadeiras Manejo de cupins Prevenção e combate a incêndios florestais Gestão de risco e detecção de incêndios florestais Controle de plantas daninhas Sistema de monitoramento e de tomada de decisão Integração de sistemas de monitoramento Difusão tecnológica e parcerias estratégicas Biotecnologia aplicada à proteção florestal

27 PRIORIZAÇÃO DOS PRODUTOS idade Exequibil io Alto Baix xo Méd FOCO I: PRAGAS E DOENÇAS FLORESTAIS PRIORIDADE PRODUTOS Baixo Médio Alto Interesse 1 Gestão de riscos integrado 2 Base de dados potenciais pragas e doenças 3 Técnicos capacitados 1 Impactos fitossanitários das mudanças climáticas 2 Valoração das perdas potenciais 1 Prospecção agentes naturais de controle 2 Tecnologia de produçào e aplicação inimigos naturais 3 Métodos físicos, químicos, semioquímicos 4 Parcerias com instituições internacionais 1 Tecnologia e novos princípios 2 Registro de produtos 3 Recomendação de controle pragas novas 1 Novos princípios e alternativas de controle 2 Mlh Melhoria da qualidade d das iscas formicidas id 3 Novas ferramentas de avaliação de danos 1 Novos PAs e alternativas aos químicos 2 Sistema de avaliação e tomada de decisão

28 PRIORIZAÇÃO DOS PRODUTOS FOCO II : INCÊNDIOS FLORESTAIS PRIORIDADE PRODUTOS Exequibilid dade Alto Baixo Médio 1 Alternativas de produtos para combate aos incêndios 2 Alternativas para aceiros e combate 3 Alternativas para manejo e contenção dos incêndios 1 Novos conceitos no mapeamento e áreas de risco 2 Sistema alternativopara detecção 24 horas Baixo Médio Alto Interesse

29 PRIORIZAÇÃO DOS PRODUTOS FOCO III : PLANTAS DANINHAS PRIORIDADE PRODUTOS Exequibilid dade ixo Médio Alto Bai 1 Novas tecnologias para o controle de plantas daninhas 2 Avaliar novos PAs e adjuvantes 3 Prod, métodos e equip p/ contr da brotação 1 Sistemas de monitoramento de plantas daninhas 2 Sistema especialista p/ manejo da mato competição Baixo Médio Alto Interesse

30 PRIORIZAÇÃO DOS PRODUTOS FOCO IV : PROTEÇÃO FLORESTAL GERAL PRIORIDADE PRODUTOS ilidade Exequibi o Alto Baixo Médi 1 Modelo integrado eficaz de monitoramento 1 Divulg e troca de experiência de proj pré competitivos 2 Parcerias cominstituições nacionais e internacionais 1 Antenagem tecnológica em biotecnologia 2 Variab genética de populações pragas e patógenos 3 Genes de resistência e estudos com OGM Baixo Médio Alto Interesse

31 AGRADECEMOS A ATENÇÃO! Encontro equipe na Suzano - BA Alex G. B. Medeiros Cenibra Bianca Vique Fernandes V & M Florestal Carlos André Gaspar dos Santos Veracel Edival Zauza Suzano Edmilson Bitti Loureiro Aracruz Ernesto Norio Takahashi VCP José Eduardo Petrilli Mendes Duratex Reginaldo G. Mafia Aracruz Robert Cardoso Sartório Aracruz

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