Uso de extrato de nim no controle das pragas na cultura do tomate. Use of neem extract in the control of pests on tomato crop

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1 Uso de extrato de nim no controle das pragas na cultura do tomate Daniel Ardengue Gon 1, Luciana Cláudia Toscano 2, Gabriela Christal Catalani 3 e Pamella Mingotti Dias 4 1 Graduando em Agronomia, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade Universitária de Cassilândia (UEMS/UUC), Cassilândia-MS 2 Engenheira Agrônoma, Professora Doutora-Docente UEMS/UUC 3 Engenheira Agrônoma, Mestranda em Agronomia, Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira/Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FEIS/UNESP). Solteira-SP 4 Engenheira Agrônoma, Mestranda em Agronomia, UEMS/UUC Resumo - Objetivando-se avaliar o potencial do extrato de nim no controle das pragas de tomateiro (Lycopersicon esculentum Mill.) foram realizados dois ensaios, sendo um a campo em delineamento de blocos casualizados com quatro tratamentos: 0, 10, 20 e 30% de concentrações de nim. As aplicações foram realizadas semanalmente e as amostragens iniciaram aos 14 dias após o transplantio. No segundo ensaio, avaliou-se a preferência para oviposição de mosca-branca (população obtida através de criação massal) em testes com e sem chance de escolha. Em teste com chance de escolha, com quatro tratamentos (concentrações de nim) em quatro repetições (gaiolas), foram liberados 400 adultos no interior das gaiolas mantidas em casa-de-vegetação. As avaliações foram realizadas as 24 e 48 horas após infestação, contando-se o número de ovos na parte abaxial de um folíolo/planta. Em teste sem chance de escolha, cada planta foi coberta com uma gaiola de voil, onde foram liberados100 adultos de mosca-branca. Após 24 horas foram contados 20 ovos/planta, aplicando os tratamentos sobre os mesmos. A contagem de ninfas eclodidas foi aos sete dias após a aplicação. Concluí-se que todas as concentrações apresentaram eficiência no controle de pulgão e cochonilha em campo e influenciaram na preferência para oviposição de mosca-branca em casa-de-vegetação as 24 e 48 horas após a aplicação, sendo que o extrato de nim a 30% apresentou maior efeito ovicida. Palavras-chave: Extrato vegetal, inseticida botânico, oviposição, preferência. Use of neem extract in the control of pests on tomato crop Abstract - Aiming to evaluate the potential of neem extract in pest control tomato (Lycopersicon esculentum Mill.) were carried out two trials, one in the field in a randomized complete block design with four treatments: 0, 10, 20 and 30% concentrations of neem. Applications were made weekly and the samplings started at 14 days after transplanting. In the second trial, was evaluated the oviposition preference of whitefly in tests with and without choice. In free-choice test with four treatments (neem concentrations) in four replicates (cages), 400 adults were released inside the cages kept at home a greenhouse. The evaluations were performed 24 and 48 hours after infestation, with the counting the number of eggs in the abaxial portion of a foliole/plant. In no-choice test, each plant was covered with a cage of voile, where were released 100 adults of whitefly. After 24 hours were counted 20 eggs/plant, applying the treatments on them. The counting of hatched nymphs was to the seven days after application. It is concluded that all concentrations showed efficiency in controlling aphid and mealybug in field and influenced the oviposition preference of whitefly home a greenhouse, 24 and 48 hours after application, being that the neem extract 30% showed higher ovicidal effect. Keywords: Plant extract, botanical insecticide, oviposition, preference. Introdução O tomateiro é uma hortaliça de grande importância socioeconômica, pois proporciona incremento na receita do horticultor e na oferta de mão-de-obra no campo, devido a sua fácil adaptação ao cultivo e à grande estratificação de cultivares e mercado (Freitas et al., 2000). Dentro do manejo desta Solaneceae devem-se atentar as doenças ocasionado por o vírus, que é disseminado por organismos vetores, dentre esses, os insetos são os mais importantes, destacando-se os de hábitos sugadores, como o pulgão, o tripes, e a mosca-branca (Gallo et al., 2002). Segundo Colariccio (2014), o pulgão Myzus persicae pode ocasionar uma virose de ocorrência generalizada na cultura do tomateiro, o Potato virus Y (PVY), conhecido como risca ou mosaico; estudos realizados no Brasil, indicam que, dependendo da idade da planta na época da infecção e da estirpe de vírus, podem ocorrer perdas na produção da ordem de 20 a 70%. O vetor pode adquirir e transmitir o vírus após um curto período de alimentação, que varia de 5 a 30 segundos. Em relação ao gênero Bemisia sabe-se que nos últimos anos ocorreu um crescimento considerável no seu status de praga no Brasil, pois anteriormente a espécie Bemisia tabaci (Gennadius) era considerada apenas como um importante vetor de doença virótica para a cultura do Tecnol. & Ciên. Agropec., João Pessoa, v.8, n.5, p.67-72, dez

2 feijoeiro (Oliveira et al., 2000). Porém, de acordo com Brown et al. (1995), a relevância deste hemíptero tem sido associado à introdução e dispersão do biótipo B em vários países das Américas e da Europa. O biótipo B diferencia-se do biótipo A por apresentar maior fecundidade, maior número de hospedeiros, resistência a vários inseticidas e capacidade de induzir anomalias fisiológicas às plantas, tais como o prateamento-das-folhas de cucurbitáceas e o amadurecimento irregular de frutos do tomateiro, que são anomalias não causadas por nenhum outro biótipo (Brown et al., 1995). Diversos insetos pragas ocorrem em tomateiro, esporadicamente, encontra-se cochonilha, que infesta preferencialmente o caule e sugam a seiva, enfraquecendo a planta. Porém, informações sobre cochonilha na cultura do tomate são escassas na literatura. Diversas são as estratégias de controle visando à redução populacional dessas pragas, dentre essas destacam- se o uso de plantas com propriedades inseticidas (Roel, 2001; Gallo et al., 2002). Os derivados botânicos podem causar diversos efeitos sobre os insetos, tais como repelência, inibição de oviposição e da alimentação, alterações no sistema hormonal, causando distúrbios no desenvolvimento, deformações, infertilidade e mortalidade nas diversas fases Roel (2001). Quando comparado aos sintéticos possuem vantagens, inseticidas vegetais são de fácil acesso e com baixo custo de obtenção; são obtidos a partir de recursos renováveis, o que facilita a degradação pelo ambiente; promove uma resistência lenta dos insetos, e de baixo poder residual nos alimentos (Roel, 2001). Uma das espécies mais utilizadas para obtenção de extratos é o nim (Azadirachta indica A. Juss). Planta que constitui alguns compostos químicos, o principal é a azadiractina, presente em folhas e frutos (Martinez, 2002). Neste sentido estudos que ampliem a possibilidade de plantas com potencial inseticidas vem sendo bastante promissores e pode alavancar de vez o uso destas, como estratégia para manejar diversas pragas agrícolas. Assim, o objetivo do trabalho foi avaliar o potencial do extrato de nim no controle de pragas em tomateiro em ensaios a campo e em casa-de-vegetação. Material e Métodos O experimento foi conduzido no campo experimental da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade Universitária de Cassilândia, localizada na região Nordeste de Mato Grosso do Sul, no ano de Cassilândia - MS está posicionada à longitude 51º W, latitude 19º S, a uma altitude de 470 m. Segundo a classificação climática de Köppen o clima é Tropical Chuvoso (AW), com verão chuvoso, inverno seco com precipitação menor que 60 mm. Criação de mosca-branca A criação massal foi conduzida em casa-de-vegetação, com a utilização de gaiolas metálicas medindo 2,0 x 2,5 x 2,0 m, com teto coberto por plástico e sombite e as laterais revestidas com tela anti-afídeo. Para alimentação da criação, foram utilizados vasos contendo plantas de couve, soja e tomate. Os vasos foram monitorados semanalmente e as plantas substituídas em função da necessidade de reposição. Preparo dos extratos de nim Foram coletadas as folhas da árvore de nim, deixada à sombra por cerca de 20 dias para secagem. Encontrandose totalmente secas, estas foram submetidas a um processo de trituração para obtenção de um pó, com o auxilio de moinho de facas. Para obtenção das concentrações a serem testadas, todo o extrato foi realizado primeiramente na concentração de 30%, utilizando 300 gramas do pó das folhas de nim para 1 litro de solução de 30% de etanol, deixou em repouso por 24 horas, após esse período realizou a filtragem com auxilio de um tecido voil. Após obtenção da concentração de 30%, realizou o preparo das demais concentrações, apenas diluindo em água. Ensaio a campo Antes da instalação dos experimentos realizou análise de solo da área. Realizou uma calagem dois meses antes do transplantio das mudas, uma aração e duas gradagens, a fim de realizar o destorroamento e um nivelamento da área. A cultivar de tomate utilizada foi IAC Santa Clara. As mudas foram obtidas em bandeja de poliestireno expandido com substrato apropriado para a formação das mesmas. O transplantio das mudas para o campo ocorreu quando estavam com 25 dias após a emergência, apresentando cerca de 4 folhas por planta. A adubação de plantio foi realizada de acordo com a análise do solo, utilizando a formulação 4:30:10 de NPK. O ensaio foi instalado em delineamento de blocos casualizados, com 4 tratamentos: Nim na concentração 10%, Nim na concentração 20%, Nim na concentração 30% e testemunha (sem aplicação de nim), sendo aplicado 4 L de volume de calda para cada tratamento. As aplicações de nim foram realizadas semanalmente de forma preventiva, com o auxílio de um pulverizador costal a base de CO 2. As pulverizações tiveram inicio ainda no período em que as mudas se encontravam em bandejas, sendo realizadas duas aplicações, e após o transplantio eram realizadas semanalmente. As parcelas dimensionavam 4 x 4 m (16 m²), onde foram plantadas 8 fileiras com espaçamento de 1,20 m 68 Tecnol. & Ciên. Agropec., João Pessoa, v.8, n.5, p.67-72, dez. 2014

3 entre linhas, densidade de 2 plantas por metro, tendo um total nas linhas de 40 metros, com área total de experimento de 320 m 2. As amostragens iniciaram aos 14 dias após o transplantio (DAT), em campo com auxílio de uma lupa de bolso com aumento de 10x visualizando nas plantas os insetos presentes, como as plantas encontravam-se muito pequenas, retirar as folhas para análise em laboratório, poderia ocasionar danos à planta e prejudicar seu desenvolvimento. Aos 40 DAT retirou folhas de plantas para serem analisadas em laboratório com auxílio de microscópio estereoscópico com aumento de 40x. As amostragens foram realizadas semanalmente, coletando uma folha por planta, no total de duas plantas por parcela, realizando assim a contagem do número de insetos presentes. Preferência para oviposição de mosca-branca após aplicação dos extratos de nim, em casa-de-vegetação Em teste com chance de escolha, avaliou a preferência para oviposição de B. tabaci biótipo B em plantas de tomate pulverizadas com extratos de nim. A cultivar de tomate utilizada foi IAC Santa Clara. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos (concentrações de nim) e quatro repetições (gaiolas). As mudas foram obtidas em bandeja de poliestireno expandido, aos 28 dias após a emergência, as plântulas foram transplantadas para vasos de 2L de capacidade. Aos 12 DAT, realizou a pulverização com auxílio de borrifador manual, as plantas foram pulverizadas com um volume de calda de 200 ml para cada tratamento até o ponto de escorrimento. Posteriormente, os vasos com as plantas de tomate foram distribuídos de forma aleatória, em círculo cerca de 50 cm equidistante um do outro no interior de gaiolas de 4 m 2, construída com canos de PVC e coberta com voil. Em seguida, 100 adultos de moscabranca por planta foram liberados no centro das gaiolas, totalizando 400 insetos por gaiola. Após 24 horas, um folíolo de cada planta foi retirado, encaminhado para o laboratório, onde com o auxílio do microscópio estereoscópio contou o número de ovos na parte abaxial. A avaliação ocorreu da mesma forma 48 horas após a infestação. Efeito ovicida das concentrações de extrato de nim sobre ovos de mosca-branca, em casa-de-vegetação O ensaio foi conduzido da mesma maneira que o anterior, até a etapa do transplantio. Após o transplantio cada vaso foi coberto por uma gaiola com voil e liberada no seu interior 100 adultos de mosca-branca por planta. Após 24 horas que realizou a infestação, com o auxílio de uma lupa de mão com aumento de 10x, contou-se 20 ovos para aplicação descartando-se os demais com auxílio de estilete. Posteriormente, com um borrifador manual realizou a pulverização sobre os ovos com 200 ml de volume de calda para cada tratamento, até o ponto de escorrimento. A avaliação ocorreu 7 dias após a pulverização, contando o número de ninfas eclodidas. Experimento a campo Resultados e Discussão Não foram constatadas diferenças significativas entre os extratos aos 7 dias após a aplicação (DAA). No período de 14 dias DAA o extrato de nim 20% reduziu significativamente o número de pulgão em relação à testemunha, com 0,5 indivíduos/folha (Tabela 1). O extrato de nim 30% reduziu a população de pulgão aos 21 e 28 DAA (1,21 e 1,26 indivíduos/folha, respectivamente), diferindo significativamente da testemunha (1,83 e 1,57 indivíduos/folhas). Costa et al. (2010) utilizando extrato aquoso de semente de nim no controle de outro pulgão (Aphis cracciovora) na cultura feijão-de-corda, encontraram a eficiência de 44,80% como não sendo satisfatória comparada aos outros tratamentos com formulações comerciais de nim, mostrando eficiência de até 91,35%. Tabela 1. Número médio ± erro-padrão de pulgão na cultura do tomate em função dos dias após aplicação de extrato de nim. Tratamentos 7 DAA 14 DAA 21 DAA 28 DAA Testemunha 1,5 a ± 0,12 1,7 b ± 0,12 1,83 b ± 0,37 1,57 b ± 0,09 Extrato de nim 10% 0,8 a ± 0,24 1,3 ab ± 0,12 1,62 a ± 0,18 1,37 ab ± 0,19 Extrato de nim 20% 0,6 a ± 0,09 0,5 a ± 0,09 1,44 ab ± 0,15 1,29 a ± 0,09 Extrato de nim 30% 1,5 a ± 0,15 0,6 ab ±0,25 1,21 a ± 0,36 1,26 a ± 0,15 F 22,12 ns 10,9* 7,91* 6,43* CV (%) 1,15 9,64 13,62 9,04 Médias seguidas pela mesma letra na coluna, não diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Dados originais, para análise foram transformados em (x + 1,0) 1/2 Tecnol. & Ciên. Agropec., João Pessoa, v.8, n.5, p.67-72, dez

4 Para o controle da cochonilha, as avaliações aos 14, 21, 28, 42 e 49 DAA diferiram significativamente entre os tratamentos em relação à testemunha. Nos períodos de 7 e 34 dias após a aplicação do extrato de nim não houve diferenças significativas entre os tratamentos (Tabela 2). Souza & Vendramim (2005) verificaram em experimentos realizados em tomateiro para controle de outro hemíptero (mosca-branca), que houve aumento significativo na eficiência do tratamento com extrato de nim com o aumento da concentração que foi utilizado 0,5, 1 e 1,5%, sendo que em todos os casos, os valores diferiram significativamente dos encontrados nas respectivas testemunhas. Para o experimento realizado a campo não foram observados indivíduos de mosca-branca e tripes durante as avaliações no período de execução do experimento. Porém, não se sabe a explicação de tal fato, pois segundo Gallo et al. (2002), essas pragas são encontradas na cultura destacando como pragas principais. Especula-se que seja pela falta de plantas hospedeiras destes insetos ao redor da área implantada no período antecessor a introdução desta cultura a campo, no qual se encontravam pastagens o que pode ter dificultado o aparecimento dos mesmos. Tabela 2. Número médio ± erro-padrão de cochonilhas na cultura do tomate em função dos dias após aplicação de extrato de nim. Tratamentos 7 DAA 14 DAA 21 DAA 28 DAA 34 DAA 42 DAA 49 DAA Testemunha Extrato de nim 10% Extrato de nim 20% Extrato de nim 30% 0,6 a ± 0,18 0,4 a ± 0,12 0,2 a ± 0,09 0,1 a ± 0,18 1,6 b ± 0,12 0,7 a ± 0,12 0,3 a ± 0,12 0,2 a ± 0,24 1,8 b ± 0,12 0,8 a ± 0,12 0,5 a ± 0,00 0,2 a ± 0,25 1,7 b ± 0,18 0,4 a ± 0,12 0,3 a ± 0,12 0,3 a ± 0,33 1,4 a ± 0,29 1,4 a ± 0,37 0,7 a ± 0,12 0,8 a ± 0,09 3,0 b ± 0,12 1,2 a ± 0,18 1,3 a ± 0,12 0,8 a ± 0,35 3,0 b ± 0,29 1,8 a ± 0,18 1,4 a ± 0,15 1,0 a ± 0,41 F CV (%) 1,82 13,5 13,02* 11,26 21,54* 8,92 9,48* 13,81 1,84 16,07 Médias seguidas pela mesma letra na coluna, não diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade Dados originais, para análise foram transformados em (x + 1,0) 1/2 17,12* 16,07 21,70* 7,20 Outro fato que pode ter dificultado a infestação inicial destas pragas foi à precipitação ocorrente nos meses subsequentes a implantação do experimento (Figura 1), considerado elevado para insetos de pequeno porte. Às 48 HAA também foi observado uma redução no número de ovos em todos os tratamentos em relação à testemunha, sendo o extrato de nim 30 % foi que apresentou o menor número de ovos em relação às duas avaliações realizadas comparadas a testemunha (Tabela 3). Tabela 3. Número médio ± erro-padrão de ovos de mosca branca na cultura do tomate em função de horas após a aplicação de extrato de nim. Figura 1. Precipitação acumulada durante o ano de 2011, período de realização dos experimentos. Preferência para oviposição de mosca-branca após aplicação dos extratos de nim, em casa-de-vegetação As 24 e 48 horas após a aplicação (HAA) dos extratos de nim, observa-se que todas as concentrações estudadas reduziram significativamente o número de ovos de moscabranca em relação à testemunha. Às 24 HAA das concentrações de 10, 20 e 30% verificam-se 38, 16,5 e 20,5 ovos respectivamente, resultados significativamente inferiores aos encontrados na testemunha que foi de 95,25 ovos. Tratamentos 24 horas 48 horas Testemunha Extrato de nim 10% Extrato de nim 20% Extrato de nim 30% F CV (%) 95,25 b ± 23,71 38,00 a ± 6,05 16,50 a ± 1,84 20,50 a ± 8,25 10,47* 25,80 93,00 b ± 14,29 46,00 a ± 7,77 26,00 a ± 3,24 15,25 a ± 1,10 35,91* 12,81 Médias seguidas pela mesma letra na coluna, não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Dados originais foram transformados em (x + 0,5) 1/2 Na Figura 2, nota-se que no período de 24 HAA dos tratamentos o extrato de nim na concentração de 20% foi o que mostrou uma redução de 80% na oviposição. Já para o período de 48 HAA dos extratos a concentração de 30% foi a mais eficiente atingindo 82% de redução em relação à testemunha. 70 Tecnol. & Ciên. Agropec., João Pessoa, v.8, n.5, p.67-72, dez. 2014

5 Figura 2. Porcentagem de eficiência de concentrações de nim sobre oviposição de mosca-branca após aplicação dos extratos de nim em plantas de tomateiro. Quintela & Pinheiro (2009) utilizando extratos caseiros de folhas de nim e de arruda nas concentrações de 10, 20 e 30% relatam uma redução no número de ovos de moscabranca de 78,1 a 95,1% em relação à testemunha quando aplicados sobre folhas de feijoeiro. Resultados próximos aos encontrados no presente trabalho quando aplicado às mesmas concentrações possuiu uma redução superior a 80% nos períodos de 24 e 48 horas após a aplicação. Efeito ovicida das concentrações de extrato de nim sobre ovos de mosca-branca, em casa-de-vegetação Os extratos apresentaram efeito ovicida. O mais eficiente foi o tratamento com extrato de nim 30%, com uma média de 6,25 ninfas eclodidas em relação à testemunha, com média de 18 ninfas eclodidas (Tabela 4). Tabela 4. Número médio ± erro-padrão de ninfas eclodidas de mosca-branca por planta de tomateiro em função das concentrações do extrato de nim aplicadas. Tratamentos Ninfas Eclodidas Testemunha 18,00 c ± 1,414 Extrato de nim 10% 10,25 a ± 0,629 Extrato de nim 20% 7,75 ab ± 0,853 Extrato de nim 30% 6,25 b ± 0,629 F 36,89* CV (%) 7,58 Médias seguidas pela mesma letra na coluna, não diferem entre si pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Dados originais foram transformados em (x + 0,5) 1/2 Porcentagem de eficiência das concentrações do extrato de nim influenciou na incidência de ninfas eclodidas, no qual com o aumento da concentração dos extratos observa-se um aumento na eficiência de controle; sendo assim, o extrato na concentração de 30% obteve o melhor resultado, com uma redução de aproximadamente 70% em relação à testemunha (Figura 3). Figura 3. Porcentagem de eficiência de concentrações de nim sobre número de ninfas de mosca-branca eclodidas após aplicação em plantas de tomateiro Souza & Vendramim (2000) utilizando extrato de sementes de Azadirachta indica na concentração de 3% aplicado sobre ovos de mosca-branca, verificaram um efeito ovicida, com redução de 31,31% em relação à testemunha em tomateiro. No presente trabalho utilizou concentrações de 10, 20 e 30% de extrato de nim, concentrações superiores a concentrações utilizadas no trabalho citado, tendo um aumento significativo na redução de eclosão de ninfas, com o aumento da concentração obteve uma redução de aproximadamente 70% para a concentração de extrato de nim 30%, em relação à testemunha. Corroborando com o trabalho, Bezerra-Silva et al. (2010) que obtiveram resultados satisfatórios utilizando extrato aquoso de folhas de Azadirachta indica na mortalidade de ovos de B. tabaci biótipo B em tomateiro, apresentando 30,86% de mortalidade. Oliveira et al. (2013) avaliando a atividade inseticida do óleo de nim, relataram uma redução nos índices totais de eclosão de Diatraea saccharalis, observando 42,4% de eclosão. Conclusões 1. Todas as concentrações apresentaram eficiência no controle de pulgão e cochonilha. 2. Todas as concentrações influenciaram a preferência para oviposição de mosca-branca as 24 e 48 horas após a aplicação. 3. Extrato de nim a 30% apresentou maior efeito ovicida. Agradecimentos Ao PIBIC/CNPq pela bolsa de iniciação científica concedida ao primeiro autor Referências BEZERRA-SILVA, G.C.D.; VENDRAMIM, J.D.; SILVA, M.A.; DIAS, C.T.S. Efeito de extratos orgânicos Tecnol. & Ciên. Agropec., João Pessoa, v.8, n.5, p.67-72, dez

6 de meliaceae sobre Bemisia tabaci (GENNADIUS) biótipo B em tomateiro. Arquivos do Instituto Biológico, São Paulo, v.77, n.3, p , BROWN, J.K.; FROHLICH, D.R.; ROSELL, R.C. The sweetpotato or silverleaf whiteflies: Biotypes of Bemisia tabaci or a species complex. Annual Review of Entomology, Palo Alto, v.40, p , COLARICCIO, A. O impacto das viroses na cultura do tomateiro. Disponível em: <http://www.feagri.unicamp.br /tomates/pdfs/impacviros.pdf>. Acesso em: 21 maio COSTA, J.V.T.A.; BLEICHER, E.; CYSNE, A.Q.; GOMES, F.H.T. Óleo e extrato aquoso de sementes de nim, azadiractina e acefato no controle do pulgão-preto do feijão-de-corda. Pesquisa Agropecuária Tropical, Goiânia, v.40, n.2, p , FREITAS, J.A de; MALUF, W.R.; CARDOSO, M.G.; OLIVEIRA, A.C.B de. Seleção de plantas de tomateiro visando à resistência à artrópodes-praga mediada por zingibereno. Acta Scientiarum, Maringá, v.22, n.4, p , GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R.P.L.; DE BAPTISTA, G.C.; BERTI FILHO, E.; PARRA, J.R.P.; ZUCCHI, R.A.; ALVES, S.B.; VENDRAMIM, J.D.; MARCHINI, L.C.; LOPES, J.R.S.; OMOTO, C. Manual de Entomologia Agrícola. Piracicaba: Fealq, 2002, 920p. MARTINEZ, S.S. O NIM Azadirachta indica: natureza, usos múltiplos, produção. Londrina: IAPAR, 2002, 142p. OLIVEIRA, M.R.V.; Tigano, M.S.; Aljanabi, S. Molecular characterization of whitefly (Bemisia spp.) in Brazil. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.35, n.6, p , OLIVEIRA, H.N. DE; SANTANA, A.G.; ANTIGO, M.R. Atividade inseticida dos óleos de pinhão-manso (Jatropha curcas L.) e neem (Azadirachta indica A. Juss.) em ovos de Diatraea saccharalis (Fabr., 1794) (Lepidoptera: Crambidae). Arquivos do Instituto Biológico, São Paulo, v.80, n.2, p , QUINTELA, E.D.; PINHEIRO, P.V. Redução da oviposição de Bemisia tabaci (Genn.) biótipo B (Hemiptera: Aleyrodidae) em folhas de feijoeiro tratadas com extratos botânicos. BioAssay, Piracicaba, v.4, n.8, p.1-10, ROEL, A.R. Utilização de plantas com propriedades inseticidas: uma contribuição para o desenvolvimento rural sustentável. Revista Internacional de Desenvolvimento Local, Campo Grande, v.1, n.2, p.43-50, SOUZA, A.P.; VENDRAMIM, J.D. Efeito de extratos aquosos de meliáceas sobre Bemisia tabaci biótipo B em tomateiro. Bragantia, Campinas, v.59, n.2, p , SOUZA, A.P.; VENDRAMIM, J.D. Efeito translaminar, sistêmico e de contato de extrato aquoso de sementes de nim sobre Bemisia tabaci (Genn.) biótipo B em tomateiro. Neotropical Entomology, Londrina, v.34, n.1, p.83-87, Tecnol. & Ciên. Agropec., João Pessoa, v.8, n.5, p.67-72, dez. 2014

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