Uso Sustentável e Conservação dos Recursos Florestais da CAATINGA. Ministério do Meio Ambiente

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2 Ministério do Meio Ambiente Organizadores: Maria Auxiliadora Gariglio Everardo Valadares de Sá Barretto Sampaio Luis Antônio Cestaro Paulo Yoshio Kageyama Uso Sustentável e Conservação dos Recursos Florestais da CAATINGA Brasília/DF Serviço Florestal Brasileiro 2010

3 Ministério do Meio Ambiente Ministra: Izabella Teixeira Secretaria de Biodiversidade e Florestas Secretária: Maria Cecília Wey de Brito Serviço Florestal Brasileiro Diretor Geral: Antônio Carlos Hummel Unidade Regional do Serviço Florestal Brasileiro no Nordeste Chefe: Newton Duque Estrada Barcellos Projeto Conservação e Uso Sustentável da Caatinga (MMA/PNUD/GEF/BRA/02/G31) Coordenador Nacional: João Arthur Seyffarth Revisão Técnica: Everardo Valadares de Sá Barretto Sampaio, Luis Antônio Cestaro e Paulo Yoshio Kageyama Projeto Gráfico: Domingos Sávio Arte Final: Julio Salgado Neto Foto da Capa: Acervo APNE; Foto da Contra-capa: João Vital Revisão de Texto: Anette Maria de Araújo Leal Normalização: Liana Maria Nobre Teixeira U86 Uso sustentável e conservação dos recursos florestais da caatinga / Maria Auxiliadora Gariglio... [et al.], organizadores. _ Brasília: Serviço Florestal Brasileiro, p. : il. color.; 23 cm. Bibliografia ISBN Manejo florestal. 2. Recursos florestais. 3. Caatinga. 4. Biodiversidade. 5. Região Nordeste. I. Gariglio, Maria Auxiliadora. II. Sampaio, Everardo Valadares de Sá Barreto. III. Cestaro, Luiz Antônio. IV. Kageyama, Paulo Yoshio. V. Serviço Florestal Brasileiro. VI. Título. CDU (2.ed.) 630.3

4 Prefácio A questão da sustentabilidade para o uso dos recursos florestais é hoje fundamental, quando o assunto é o desenvolvimento responsável de uma região ou país. Nesse diapasão, este livro reúne e disponibiliza o conhecimento armazenado em mais de 25 anos de estudos e pesquisas sobre um dos principais biomas brasileiros a Caatinga e o seu potencial para o desenvolvimento da Região Nordeste do Brasil. Crucial para a sobrevivência do homem nordestino, as florestas da Caatinga foram sempre consideradas, pela falta de conhecimento, pouco diversas, quase sem utilidade e, em alguns casos, um empecilho ao desenvolvimento da Região. Os autores de cada um dos artigos que compõem esta publicação, por meio de informações relevantes e conclusivas, comprovam que essas considerações não são mais do que o reflexo de um grande desconhecimento sobre o bioma. Importante para a manutenção da economia do Nordeste, essas florestas são utilizadas tanto na geração de energia para indústrias e domicílios, quanto para a obtenção de produtos florestais não-madeireiros, a exemplo da forragem animal, mel, frutos, fibras e outros que se tornam alternativa de geração de renda para muitas famílias. Entretanto, a Caatinga vem sendo explorada de forma não sustentável, acelerando seu processo de degradação. Este livro é dirigido a um público tão amplo quanto diverso. Abrange desde técnicos de instituições governamentais e de organizações não-governamentais, interessados no tema do uso das florestas da Caatinga, estudantes no campo das ciências florestais e biológicas, até formuladores de políticas públicas, que utilizam o conhecimento como suporte para a elaboração de leis e normativas que sejam condizentes e reflitam a realidade de uma região, de um bioma ou de um ecossistema. Talvez a mais importante conclusão desta publicação seja a de que o manejo sustentável dos recursos florestais da Caatinga é uma possibilidade real. Tais recursos têm, portanto, um grande potencial para ser explorado, ampliando a sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social da Região Nordeste, não só por meio do fornecimento de energia, como também de outros bens e serviços fundamentais para a melhoria da qualidade de vida da população, sem prejuízo da sustentabilidade ambiental. Antônio Carlos Hummel Serviço Florestal Brasileiro Diretor Geral

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6 Sumário Prefácio... Apresentação... Organizadores... Autores... Lista de Siglas... Lista de Abreviaturas CARACTERIZAÇÃO DO BIOMA CAATINGA Características e Potencialidades... Conceitos e definições... Caracterização ambiental... Diversidade da vegetação... Considerações finais... Referências... Elementos da Estrutura Fundiária e Uso da Terra no Semi-Árido Brasileiro... Introdução... A exploração dos recursos florestais... Estrutura e concentração fundiária... Atualizações sobre a estrutura fundiária e uso da terra no semi-árido... Considerações finais... Referências... A Questão Energética... Introdução... Histórico e perspectivas da demanda energética na Região Nordeste... Relação entre demanda e oferta de energéticos florestais... Considerações finais... Referências... Unidades de Conservação no Bioma Caatinga... Introdução

7 Metodologia... Resultados... Conclusão... Referências... Reserva da Biosfera da Caatinga... Introdução... Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga... O que são as Reservas da Biosfera?... Gestão da Reserva da Biosfera da Caatinga... Ações do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga GESTÃO DOS RECURSOS FLORESTAIS DA CAATINGA Os Recursos Florestais Nativos e a sua Gestão no Estado de Pernambuco O Papel do Manejo Florestal Sustentável... Introdução... Objetivo... Coleta de dados... Resultados... Conclusão... Referências... Manejo Florestal Sustentável em Assentamentos Rurais na Caatinga Estudo de Caso na Paraíba e Pernambuco... Introdução... Estratégia de implementação da proposta... Avaliação da proposta... Conclusão... Referências PRODUÇÃO NÃO-MADEIREIRA NA CAATINGA 129 A Importância da Produção Não-Madeireira na Caatinga... Introdução... Coleta de dados... Resultados... Conclusão... Referências

8 Produção de Forragem de Espécies Herbáceas da Caatinga... Introdução... Caracterização da Caatinga... Potencial forrageiro da Caatinga... Alternativas de sistemas de exploração sustentável da Caatinga... Conclusão... Referências... Produção e Utilização da Forragem de Espécies Lenhosas da Caatinga... Introdução... Manejo da Caatinga para fins forrageiros... Colheita dos ramos de forrageiras arbóreas da Caatinga... Material e métodos... Resultados... Conclusão... Referências... Efeitos do Comércio para Fins Medicinais sobre o Manejo e a Conservação de Três Espécies Ameaçadas de Extinção, em Duas Áreas do Cariri Oriental Paraibano... Introdução... Metodologia... Resultados e discussão... Conclusão... Referências REDE DE MANEJO FLORESTAL DA CAATINGA 197 A Rede de Manejo Florestal da Caatinga... Introdução... Resultados... Referências... Unidade Experimental Fazenda Belo Horizonte, Mossoró/RN... Introdução... Metodologia... Resultados... Conclusão... Referências

9 Unidade Experimental Estação Ecológica do Seridó/RN... Introdução... Metodologia... Resultados... Conclusão... Referências... Dinâmica da Regeneração da Vegetação da Caatinga na Unidade Experimental PA Recanto III Lagoa Salgada/RN... Introdução... Metodologia... Resultados... Conclusão... Referências... Unidade Experimental Assentamento Venâncio Zacarias Macau/RN... Introdução... Metodologia... Resultados... Conclusão... Referências... O Manejo Florestal na Caatinga: Resultados da Experimentação... Introdução... Áreas de estudo... Resultados... Conclusão... Referências MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL E BIODIVERSIDADE - UM ESTUDO DE CASO 277 O Estudo de Caso nas Fazendas Maturi e Formosa Breve Contextualização... Introdução... Estratégia de viabilização da avaliação da sustentabilidade... Resultados... Conclusão... Referências

10 Influência do Manejo Florestal sobre as Características Físicas e Químicas do Solo... Introdução... Material e métodos... Resultados e discussão... Conclusão... Referências... Impactos do Manejo Florestal sobre a Flora Arbórea... Introdução... Metodologia... Resultados... Conclusão... Referências... Comunidade de Abelhas e Plantas como Indicadores Ambientais em Áreas de Manejo Florestal na Caatinga, Nordeste do Brasil... Introdução... Metodologia... Resultados... Discussão... Conclusão... Referências... Avaliação do Impacto do Manejo Florestal Sustentável na Herpetofauna de Duas Áreas de Caatinga no Estado do Ceará... Introdução... Metodologia... Resultados... Conclusões... Referências... Mastofauna de Duas Áreas Sob Manejo Florestal na Caatinga... Introdução... Metodologia... Resultados... Conclusão... Referências

11 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS 347 O Manejo Florestal como Ferramenta para o Uso Sustentável e Conservação da Caatinga... Introdução... Demandas atuais e ofertas potenciais de produtos florestais... As principais questões no manejo das matas secas... Resultados experimentais do manejo na Caatinga... Considerações finais... Referências

12 Apresentação A Ciência nos convida a acolher os fatos, mesmo quando eles não se ajustam às nossas preconcepções (Carl Sagan) O uso sustentável e a conservação dos recursos florestais do bioma Caatinga na Região Nordeste do Brasil passam obrigatoriamente por, pelo menos, duas questões fundamentais. A primeira diz respeito à sua importância para a manutenção da economia regional, seja para a geração de energia a partir da biomassa na forma de lenha, configurando-se na segunda fonte energética da região, seja na comercialização de produtos florestais madeireiros e não-madeireiros por famílias e comunidades, ou para o fornecimento de forragem para o gado criado de forma extensiva em todo o bioma. Cerca de 25% da energia consumida pelos setores industrial e comercial da Região Nordeste tem origem na biomassa florestal, gerando cerca de 900 mil empregos diretos e indiretos. A produção florestal não-madeireira é alternativa econômica de parcela considerável da população rural que habita o Semi-Árido, principalmente entre mulheres, chegando a ser, em alguns casos, a principal atividade da família. Entretanto, essas atividades, realizadas sem o manejo adequado, contribuem para o processo de degradação da Caatinga, potencializado pelo permanente uso do fogo. A segunda questão refere-se à informação gerada, organizada e disseminada sobre o uso sustentável desses recursos florestais. Considerando a importância da Caatinga, a informação existente ainda é escassa e pouco acessível aos mais diferentes públicos, desde os formuladores de políticas públicas até o pequeno produtor rural que tem, no recurso florestal, uma fonte alternativa de renda. É importante deixar claro que as informações disponíveis sobre o manejo florestal boa parte delas apresentadas neste livro apontam para uma possibilidade real de utilização sustentável desses recursos, sem perda representativa de biodiversidade e da capacidade produtiva. A preocupação com o uso da Caatinga e com medidas que evitem a sua degradação possui registros históricos, manifestada por autores de significativa importância, tanto na literatura quanto na pesquisa acadêmica. Nesse diapasão, destaca-se Euclides da Cunha que, em Os Sertões, já no início do século passado, apresentava o valor da biodiversidade do bioma e a diversidade das paisagens do Semi-Árido nordestino, ao mesmo tempo em que denunciava o criminoso trabalho de sua destruição pela sua grande ameaça: o homem e a sua ferramenta inseparável de conquista, o fogo. Em termos acadêmicos, sobressaem-se os estudos do professor Carlos Bastos Tigre e do pesquisador José Guimarães Duque, em torno da metade do século passado, que apresentaram alternativas de uso e enriquecimento da Caatinga, visando

13 o atendimento à demanda energética do Nordeste. Na mesma época, o professor Vasconcelos Sobrinho alertou, em suas obras, para o uso adequado da Caatinga mediante sábio manejo para suprir a necessidade energética. Por sua vez, o professor Sérgio Tavares, alguns anos mais tarde, definiu medidas para o manejo florestal sustentável e advertiu sobre o perigo de um superpastejo contribuindo para a degradação do bioma Caatinga, em que pese ser considerado, em alguns casos, sinônimo de desenvolvimento. A compilação e disponibilização de significativo volume de informações existentes para subsidiar o processo de formulação de políticas públicas que priorizem a realidade ambiental e socioeconômica do bioma Caatinga constituem o objeto da publicação deste livro. Esta iniciativa visa, assim, contribuir para o desenvolvimento da região e apontar caminhos para a pesquisa, a extensão e o ensino no que se refere à exploração sustentável dos recursos florestais do bioma. O livro, que ora se apresenta, foi concebido e organizado para mostrar o resultado de 25 anos de estudos e pesquisas sobre a floresta da Caatinga e sua influência sobre os meios de vida da população do Semi-Árido do Nordeste do Brasil. Divide-se nas seguintes Seções: 1 Caracterização do Bioma Caatinga, que apresenta os principais aspectos ecológicos, humanos, econômicos e suas potencialidades; 2 Gestão dos Recursos Florestais da Caatinga, que trata mais especificamente do potencial da atividade florestal para a sustentabilidade de projetos de assentamento da reforma agrária, implantados de maneira intensa no Semi-Árido; 3 Produção Florestal Não-Madeireira, que trata do potencial da Caatinga para gerar trabalho e renda a partir de outros produtos além da lenha e do carvão como, por exemplo, a produção de forragem para a criação de animais, uma das principais atividades econômicas do bioma; 4 Rede de Manejo Florestal da Caatinga, seção que contém os principais resultados do monitoramento de uma rede de parcelas permanentes instaladas em diferentes situações ambientais do bioma, algumas com mais de 25 anos de acompanhamento; e, Seção 5 Manejo Florestal Sustentável e Biodiversidade, um estudo de caso abordando o impacto do manejo florestal sustentável, em escala comercial, sobre os solos, sobre a diversidade de diferentes grupos de fauna e sobre a flora arbórea da Caatinga. Na Seção 6 são apresentadas algumas considerações finais importantes como indicadoras dos caminhos a seguir no futuro. A elaboração deste livro só foi possível graças à cooperação de técnicos, professores, pesquisadores e pessoal de campo das seguintes instituições: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Universidade Federal de Campina Grande, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Universidade Federal do Ceará, Universidade Federal de Pernambuco, Universidade Federal do Piauí, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal de Sergipe, Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luíz de Queiroz, Embrapa Semiárido, Embrapa Solos, Instituto Agronômico de Pernambuco, Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba, Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, Instituto de Meio Ambiente da Bahia, além da organização não-governamental Associação Plantas do Nordeste. Acreditamos que este trabalho deverá servir como referência técnica para

14 muitos especialistas e técnicos que atuam no campo do manejo e conservação dos recursos florestais, além de formuladores de políticas públicas. Não tendo a pretensão de esgotar o assunto nesse único volume, esperamos que o conteúdo aqui apresentado seja um catalisador de uma série de novos estudos relacionados ao tema, nos mais diferentes campos da pesquisa. Esperamos também que este livro contribua concretamente para reverter o processo de degradação da Caatinga, fazendo do recurso florestal um ativo, capaz de promover o desenvolvimento da Região Nordeste, com inclusão social e sustentabilidade ambiental. Os organizadores Maria Auxiliadora Gariglio Everardo Sampaio Luis Antônio Cestaro Paulo Kageyama

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16 Organizadores Maria Auxiliadora Gariglio Everardo Valadares de Sá Barretto Sampaio Luis Antônio Cestaro Paulo Yoshio Kageyama Engenheira Florestal, Mestrado em Administração Florestal Serviço Florestal Brasileiro - SFB Av. Alexandrino de Alencar, 1399 Tirol Natal RN Engenheiro Agrônomo, Pós-Doutorado em Fisiologia Vegetal Universidade Federal de Pernambuco Av. Prof. Luis Freire, Recife PE Ecólogo, Doutorado em Ecologia e Recursos Naturais Universidade Federal do Rio Grande do Norte Campus Universitário, BR Lagoa Nova Natal RN Caixa-Postal: 1528 Engenheiro Agrônomo, Doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas, pós-doutor pela NCSU. Raleigh. EUA Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luíz de Queiroz (ESALQ) Av. Pádua Dias, 11 Agronomia Piracicaba SP Caixa-Postal: 9

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18 Autores Alexandrina Saldanha Sobreira de Moura Bruno de Amorim Maciel Caroline Almeida Souza Débora Coelho Moura Advogada, Doutorado em Ciências Jurídicas, Presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Caatinga Fundação Joaquim Nabuco Universidade Federal de Pernambuco Rua Dois Irmãos, 92 - Apipucos Recife PE Engenheiro Civil, Mestrado em Desenvolvimento Sustentável Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília CDS/UnB AOS 4 Bloco A, apto Brasília DF Engenheira Florestal, Mestrado em Economia Ecológica. Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S/A IPT Centro de Tecnologia de Recursos Florestais CT-Floresta Av. Prof. Almeida Prado, 532 Cidade Universitária. Butantã São Paulo SP. Geógrafa, Doutorado em Biologia Vegetal e Ecologia de Abelhas. Universidade Federal de Campina Grande - UFCG R. Aprígio Velozo, 882. Cidade Universitária Campina Grande PB

19 Diva Maria Borges-Nojosa Elmo Clarck Gomes Eudmar da Silva Alves Enrique Mario Riegelhaupt Everardo Valadares de Sá Barretto Sampaio Flávia Michele Vasconcelos do Prado Frans Germain Corneel Pareyn Bióloga, Mestrado e Doutorado em Zoologia Universidade Federal do Ceará Núcleo Regional de Ofiologia da UFC (NUROF-UFC) Campus do Pici Bloco 905 Depto. Biologia Fortaleza CE Engenheiro Agrônomo Consultor independente Rua Baltazar Passos,500 ap 802, Boa Viagem Recife PE Engenheiro Florestal Consultor independente Rua Barreiros, 455, Janga Paulista PE Engenheiro Agrônomo Consultor independente Paraguay 14 1-A, Parana, Entre Rios, Argentina. CP 3100 Engenheiro Agrônomo, Pós-Doutorado em Fisiologia Vegetal Universidade Federal de Pernambuco Av. Prof. Luis Freire Recife PE Bióloga Universidade Federal do Ceará, Núcleo Regional de Ofiologia da UFC (NUROF-UFC) Campus do Pici Bloco 905 Depto. Biologia Fortaleza CE Engenheiro Florestal Associação Plantas do Nordeste - APNE Rua Dr. Nina Rodrigues, 265 Iputinga Recife PE

20 Ivonete Alves Bakke Janine Barreto Marques Farias José Morais Pereira Filho Josuel Arcanjo da Silva Julio Paupitz Kleber Costa de Lima Engenheira Florestal, Doutorado em Agronomia Universidade Federal de Campina Grande UFCG/CSTR-UAEF-PPG Ciências Florestais. Caixa Postal Patos PB Farmacêutica, Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Universidade Federal da Paraíba Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente Caixa Postal 5122 Cidade Universitária João Pessoa PB Médico Veterinário, Doutorado em Zootecnia Universidade Federal de Campina Grande UFCG/CSTR-UAMV-PPG Zootecnia Av. Universitária, s/n, Bairro Santa Cecília Caixa Postal 64, Patos PB Engenheiro Florestal, Mestrado e Doutorado em Ciências Florestais Universidade Federal de Campina Grande UFCG-CSTR-UAEF-Campus de Patos-PB Av. Universitária, S/N Bairro Santa Cecília Patos PB Engenheiro Florestal Coletivo Ingaetê Silvicultura e Ambiente Rua Irmão Ruperto Felix Curitiba PR Engenheiro Florestal Associação Plantas do Nordeste APNE Rua Dr. Nina Rodrigues, 265 Iputinga Recife PE

21 Lúcio Valério Coutinho de Araújo Maíza Araújo Cordão Maria Auxiliadora Gariglio Maria de Fátima Agra Maria Juliana Borges Leite Engenheiro Florestal, Mestrado em Ciências Florestais e Doutorado em Agronomia UFCG-CSTR-UAEF-Campus de Patos-PB Universidade Federal de Campina Grande Av. Universitária, S/N Bairro Santa Cecília Patos PB Médica Veterinária, Mestranda em Zootecnia Universidade Federal de Campina Grande UFCG/CSTR-PPG Zootecnia. Caixa Postal Patos PB Engenheira Florestal, Mestrado em Administração Florestal Serviço Florestal Brasileiro - SFB Av. Alexandrino de Alencar, 1399 Tirol Natal RN Farmacêutica, Mestrado em Botânica e Doutorado em Sistemática Vegetal Universidade Federal da Paraíba Laboratório de Tecnologia Farmacêutica Universidade Federal da Paraíba, CP 5009, João Pessoa PB Bióloga, Mestranda em Ecologia e Recursos Naturais UFC Aluna da Universidade Federal do Ceará Núcleo Regional de Ofiologia da UFC (NUROF-UFC) Campus do Pici Bloco 905 Depto. Biologia Fortaleza CE

22 Maria Regina de Vasconcellos Barbosa Mário Wanderley Campos da Fonseca Marques Newton Duque Estrada Barcellos Newton Mota Gurgel Filho Olaf Andreas Bakke Paola Alejandra Bacalini Engenheira Florestal, Mestrado em Botânica e Doutorado em Biologia Vegetal Universidade Federal da Paraíba Departamento de Sistemática e Ecologia Caixa Postal 5065, Cidade Universitária João Pessoa PB Engenheiro Agrônomo Associação Plantas do Nordeste - APNE Rua Dr. Nina Rodrigues, 265 Iputinga Recife PE Engenheiro Florestal, Mestrado em Desenvolvimento Rural Serviço Florestal Brasileiro Av. Alexandrino de Alencar 1399 Tirol Natal RN Biólogo, Mestrando em Ciências Biológicas -Zoologia UFPB Departamento de Sistemática e Ecologia - CCE Núcleo Regional de Ofiologia da UFC (NUROF-UFC) Campus do Pici Bloco 905 Depto. Biologia Fortaleza CE Engenheiro Agrônomo e Zootecnista, Doutorado em Botânica Universidade Federal de Campina Grande UFCG/CSTR-UAEF-PPG Ciências Florestais- PPG Zootecnia. Av. Universitária, s/n, Bairro Santa Cecília Caixa Postal Patos PB Bióloga, Doutorando em Biologia Facultad de Ciencias Exactas y Naturales, Universidad de Buenos Aires La Rioja Nº CP: 3378, Puerto Esperanza - Prov. Misiones, Argentina

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24 Lista de Siglas ANAMMA APA APNE BNB CEPAN CHESF CNIP CNP CONAMA CNRBC CobraMab CPATSA CPRH EMATER EMBRAPA EMEPA EMPARN ETENE ESEC FAO FLONA ITERPE GEF GTZ IBAMA IBDF IBGE ICMBio INCRA IDEMA INPE INTERPA IPEA Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente Área de Proteção Ambiental Associação Plantas do Nordeste Banco do Nordeste Centro Nacional de Pesquisas Ambientais do Nordeste Companhia Hidrelétrica do São Francisco Centro Nordestino de Informação sobre Plantas Conselho Nacional de Petróleo Conselho Nacional do Meio Ambiente Conselho Nacional de Reserva da Biosfera da Caatinga Conselho Brasileiro do Programa Man and Biosphere Embrapa Semi-Árido Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado de Pernambuco Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Empresa de Pesquisa Agropecuária da Paraíba Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste Estação Ecológica Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (sigla em inglês) Floresta Nacional Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco Fundo das Nações Unidas para o Meio Ambiente Global (sigla em inglês) Cooperação Alemã para o Desenvolvimento (sigla em alemão) Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Instituto Brasileiro do Desenvolvimento Florestal Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Norte Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Instituto de Terras e Planejamento Agrícola da Paraíba Instituto de Pesquisas Aplicadas

25 IUCN MDA MIN MMA OEMA PARNA PNF PNCF PNUD PNUMA PROBIO REBIO RMFC RPPN SEBRAE SBEF SECTMA SEMACE SEMARH SENAES SFC SIES SisPP SNIF SNUC SOS Sertão SUDEMA UFC UECE UFCG UFMG UFPB UFPE UFPI UFPR UFRPE UNIVASF UFS União Internacional para a Conservação da Natureza (sigla em inglês) Ministério de Desenvolvimento Agrário Ministério da Integração Nacional Ministério do Meio Ambiente Organização Estadual de Meio Ambiente Parque Nacional Programa Nacional de Florestas Programa Nacional de Crédito Fundiário Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Programa das Nações Unidas de Meio Ambiente Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Reserva Biológica Rede de Manejo Florestal da Caatinga Reserva Particular do Patrimônio Natural Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Estado de Pernambuco Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Estado do Ceará Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Secretaria Nacional de Economia Solidária Superintendência de Políticas Florestais, Conservação e Biodiversidade da Bahia Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária Sistema Nacional de Parcelas Permanentes Sistema Nacional de Informações Florestais Sistema Nacional de Unidades de Conservação Organização Sertaneja dos Amigos da Natureza Superintendência de Administração do Meio Ambiente da Paraíba Universidade Federal do Ceará Universidade Estadual do Ceará Universidade Federal de Campina Grande Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal da Paraíba Universidade Federal de Pernambuco Universidade Federal do Piauí Universidade Federal do Paraná Universidade Federal Rural de Pernambuco Universidade Federal do Vale do São Francisco Universidade Federal de Sergipe

26 Lista de Abreviaturas ABP Área Basal no Peito APP Área de Preservação Permanente ASD Áreas Suscetíveis à Desertificação ASVN Autorização de Supressão de Vegetação Nativa BPF Baixo Ponto de Fluidez CAP Circunferência à Altura do Peito CO2 Gás Carbônico CTC Capacidade de Troca de Cátions DAP Diâmetro à Altura do Peito DDF Desmatamento e Degradação Florestal DNB Diâmetro na Base DRP Diagnóstico Rural Participativo GEE Gases de Efeito Estufa GLP Gás Liquefeito de Petróleo GPS Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global) ha hectare IMA Incremento Médio Anual km Quilômetro km² Quilômetro quadrado m Metro Mg.ha -1 Megagrama por hectare m³ Metro cúbico mm Milímetro MS Matéria Seca ONG Organização Não Governamental PA Projetos de Assentamentos da Reforma Agrária PFNM Produtos Florestais Não-Madeireiros PIFI Plano Integrado Florestal Industrial PMFS Plano de Manejo Florestal Sustentável RL Reserva Legal st Esteres st/ha Esteres por hectare t/ha Tonelada por hectare UPA Unidade Produção Anual UC Unidade de Conservação TEP Tonelada Equivalente de Petróleo tms Tonelada de Matéria Seca ZEE Zoneamento Ecológico Econômico

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28 1 Foto: João Vital CARACTERIZAÇÃO DO BIOMA CAATINGA Características e Potencialidades Elementos da Estrutura Fundiária e Uso da Terra no Semi-Árido Brasileiro A Questão Energética Unidades de Conservação no Bioma Caatinga Reserva da Biosfera da Caatinga

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30 CARACTERÍSTICAS E POTENCIALIDADES Everardo Valadares de Sá Barretto Sampaio CONCEITOS E DEFINIÇÕES A Caatinga é considerada pelo Ministério do Meio Ambiente como um dos grandes biomas brasileiros, abrangendo 734 mil km 2 (SILVA, J. et al., 2004). Anteriormente, foi categorizada por Andrade-Lima (1981) como um domínio, com extensão de 835 mil km 2. Ele citou uma vasta literatura sobre aspectos da Caatinga, ora limitados à vegetação, ora estendendo a denominação à fauna e ao meio físico (clima, geomorfologia e solos). Depois do trabalho de Andrade-Lima (1981), muitos outros foram publicados, alguns revisando dados e sintetizando informações (SAMPAIO, 1995; LEAL; TABARELLI; SILVA, 2003; ARAÚJO; FERRAZ, 2003; CNRBC, 2004; ARAÚJO; RODAL; BARBOSA, 2005; QUEIROZ; RAPINI; GIULIETTI, 2006; GIULLIETI; CONCEIÇÃO; QUEIROZ, 2006). Apesar de todos estes escritos, falta uma definição de caatinga, adotada oficialmente ou pelo menos aceita pela maioria dos envolvidos com o tema (RODAL; SAMPAIO, 2002; SAMPAIO, 2003). Como consequência, falta a identificação de características básicas do bioma e a seleção das que são essenciais, para permitir o enquadramento de áreas e o estabelecimento de limites. Rodal e Sampaio (2002) analisaram as implicações das diferentes descrições e delimitações de caatinga e identificaram três características básicas, na maioria dos escritos: (i) a vegetação que cobre uma área grande e mais ou menos contínua, no Nordeste do Brasil, submetida a um clima semi-árido, bordejada por áreas de clima mais úmido; (ii) a vegetação desta área, com plantas que apresentam características relacionadas à adaptação à deficiência hídrica (caducifolia, herbáceas anuais, suculência, acúleos e espinhos, predominância de arbustos e árvores de pequeno porte, cobertura descontínua de copas); e (iii) a vegetação com algumas espécies endêmicas a esta área semi-árida e com algumas espécies que ocorrem nesta área e em outras áreas secas mais distantes, mas não nas áreas circunvizinhas. São, explicitamente, características da vegetação, mas referidas especificamente para a região de clima semi-árido do Nordeste. Se as três características fossem tomadas como essenciais à denominação de caatinga, a restrição imposta pela segunda característica levaria à caatinga típica ou stricto sensu. Excluiria toda a vegetação da área que não tivesse adaptações à deficiência hídrica, dos encraves de mata à vegetação aquática. O relaxamento desta imposição permitiria tratar a Caatinga como um domínio. Já a primeira característica excluiria vegetações em outras regiões, ainda que tivessem adaptações semelhantes e até algumas das mesmas espécies (OLIVEIRA FILHO; JARENKOV; RODAL, 2006). Caatinga seria um termo regional. Ademais, implicaria em uma sobreposição perfeita das áreas de caatinga e de semi-árido e remeteria o problema da delimitação ao conceito de semiárido. Este conceito não será discutido aqui, porque demandaria demasiado espaço. Caracterização do Bioma Caatinga 29

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

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