UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Diego Camilo de Bittencourt A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS PROVEDORES DE CONTEÚDO NA INTERNET

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Diego Camilo de Bittencourt A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS PROVEDORES DE CONTEÚDO NA INTERNET CURITIBA 2010

2 A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS PROVEDORES DE CONTEÚDO NA INTERNET CURITIBA 2010

3 Diego Camilo de Bittencourt A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS PROVEDORES DE CONTEÚDO NA INTERNET Trabalho de Monografia, apresentado ao curso de Direito da Faculdade de Ciências Jurídicas da Universidade Tuiuti do Paraná, como requisito parcial para a obtenção do grau de Bacharel de Direito Orientador: Profº Antônio Cláudio de Figueiredo Demeterco. CURITIBA 2010

4 TERMO DE APROVAÇÃO Diego Camilo de Bittencourt A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS PROVEDORES DE CONTEÚDO NA INTERNET Esta monografia foi julgada e aprovada para a obtenção do grau de bacharel em Direito, no curso de Direito do Centro de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade Tuiuti do Paraná. Curitiba, de de Curso de Direito Universidade Tuiuti do Paraná Prof. Dr. Coordenador Eduardo de Oliveira Leite Curso de Direito Universidade Tuiuti do Paraná Orientador: Prof. Antônio Cláudio de Figueiredo Demeterco. Instituição e Departamento Prof. Instituição e Departamento Prof. Instituição e Departamento

5 DEDICATÓRIA Aos vermes que roeram as frias carnes do meu cadáver, dedico este trabalho para todas as bactérias, fungos e outros seres que após passarmos dessa para melhor (pelo menos é o que eu espero!) irão decompor nossos corpos esbranquiçados e inexpressivos. Em homenagem ao escritor Machado de Assis que em muito incentivou meu gosto pela literatura

6 AGRADECIMENTOS Em especial aos meus familiares, aos professores e amigos que de certa forma me incentivaram para a realização deste trabalho.

7 RESUMO O presente trabalho de conclusão de curso versa sobre a responsabilidade civil dos provedores de conteúdo. Inicialmente fez-se necessário enunciar um breve histórico do assunto, tratando da história da responsabilidade civil e da internet. Após, foi necessário a classificação dos provedores de internet, exemplificando cada um, para que fosse necessário entender o papel dos provedores de conteúdo. Em seguida foi abordado os tipos de responsabilidades. No próximo passo, foi abordado a responsabilidade dos provedores exemplificando cada caso. Por fim, a tentativa de demonstrar a possibilidade da aplicação da teoria do risco segundo o direito consumerista. Palavras-chave: Provedores de conteúdo, internet, responsabilidade objetiva, responsabilidade subjetiva, teoria do risco.

8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO BREVE HISTÓRICO HISTÓRIA DA INTERNET HISTÓRIA DA INTERNET NO BRASIL HISTÓRIA DA RESPONSABILIDADE CIVIL CLASSIFICAÇÃO DOS PROVEDORES DE SERVIÇOS NA INTERNET PROVEDORES BACKBONE PROVEDORES DE ACESSO PROVEDORES DE CORRÊIO ELETRÔNICO PROVEDORES DE HOSPEDAGEM PROVEDORES DE CONTEÚDO Comunidades Online Blog Fotolog Fóruns RESPONSABILIDADE CIVIL NA INTERNET RESPONSABILIDADE CONTRATUAL E EXTRACONTRATUAL RESPONSABILIDADE CIVIL SUBJETIVA E OBJETIVA RESPONSABILIZAÇÃO DIRETO E INDIRETA DO AGENTE RESPONSABILIDADE CIVIL NA INTERNET RESPONSABILIDADE CIVIL DOS PROVEDORES DE CONTEÚDO REDES SOCIAIS SITES DE NOTÍCIAS SALAS DE BATE-PAPO BLOG FOTOLOG FÓRUM PROJETOS DE LEI RELACIONADOS AOS PROVEDORES DE 53 CONTEÚDO RESPONSABILIDADE DOS PROPRIETÁRIOS E AUTORES DE 53 BLOGS E SISTEMAS SIMILARES OBRIGAÇÕES DOS SITES NA INTERNET... 55

9 7 APLICAÇÃO DA TEORIA DO RISCO NA ATIVIDADE DOS 57 PROVEDORES DE CONTEÚDO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

10 8 1. INTRODUÇÃO Há décadas o homem procura meios de facilitar a comunicação entre membros da sociedade, tentando alcançar o maior número possível de pessoas. Na década de 60, nos Estados Unidos, isso se tornou possível com a criação da internet, que com o decorrer dos anos tornar-se-ia o meio de comunicação mais utilizado do mundo. É visível a todos, ou até mesmo surpreendente, o crescimento desfreado da internet no País. Na última década a popularização dessa ferramenta trouxe inúmeras benfeitorias para a sociedade, junto com elas, em contra partida infelizmente, a urgente necessidade da regulamentação desse novo espaço. Ricardo L. Lorenzetti menciona sobre essa nova ferramenta: Esse novo espaço: o cibernético ( ciberespaço ), distinto do espaço físico, com uma arquitetura caracterizada por sua maleabilidade, posto que qualquer um pode redefinir códigos e interagir, o que o converte num objeto inacessível e refratário às regras legais que levam em conta este elemento para determinar inúmeros aspectos jurídicos. (2004, p. 30/31) Em consequência, devido as lacunas decorrentes do crescimento da internet, e da falta de regulamentação, ocorre o surgimento de novos ilícitos penais e cíveis. É impossível para a sociedade viver sem os computadores, da mesma maneira, que cada vez mais, e com mais intensidade, estes estão presentes em nossa rotina, em grande parte do tempo facilitando nossas tarefas, em alguns momentos deixando-nos vulneráveis aos perigos e abusos de criminosos e empresas.

11 9 Ao final de 2009, segundo estatísticas realizadas pelo ibope, o Brasil atingiu 67,5 milhões de internautas1, um crescimento de 1,2 milhões se comparado com a pesquisa realizada em setembro de 2009, ou seja, em apenas 3 meses o Brasil teve crescimento de 1,77%2 em novos usuários conectados a rede mundial de computadores. Ainda o acesso domiciliar no país cresceu em 132% nos últimos 5 anos. Mesmo sendo a Nação que mais fica conectada à rede, nosso País, em relação a legislação, quando comparado aos Países desenvolvidos, está imensamente atrasado, e infelizmente isso não parece que vai mudar no decorrer dos próximos anos. Uns dos principais problemas que temos hoje, e com certeza um dos que mais ocorre, são os crimes contra a honra e a pirataria, os quais, em grande parte ficam impunes. O importante é entender que a responsabilidade civil, nesses casos, não é apenas do indivíduo que os pratica, mas também das empresas que disponibilizam o meio para que isso ocorra. de Disponível em: Acesso em: 21 de julho de Disponível em: Acesso em: 21 de julho

12 10 2. BREVE HISTÓRICO 2.1 HISTÓRIA DA INTERNET A internet é uma imensa rede que liga outras diversas pequenas redes, sendo que com isso, permite que milhões de computadores estejam conectados entre si, com o objetivo de executar funções como envio de , comércio, ensino, ou seja, permitir a comunicação e outras atividades entre milhões de pessoas. (RESINA, 2006, P. 28). Não é absoluta a idéia dos reais motivos da criação da internet, logo que alguns profissionais da área descordam dos motivos usados e conhecidos pela sociedade como fundamento para a criação da rede mundial de computadores. Luli Radfaher, Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP, e também professor há mais de 15 anos pela própria instituição, é um dos profissionais que de maneira sutil e satírico indaga sobre os reais motivos da criação da internet pelos Estados Unidos 3. Porém, temos que grande parte da Doutrina, por entenderem ser a história mais correta, ou por apenas lerem e repassarem a idéia apresentada, colocam que o surgimento da Internet, ocorreu na década de 60, em plena Guerra Fria, quando a luta entre Estados Unidos e União Soviética pela monopolização do mundo era intensa, e junto com isso a concentração de todo poder e tecnologia existente na época. Assim, os Estados Unidos, começaram a temer por ataques nucleares em suas bases militares, e em decorrência disso, terem informações sigilosas e 3 Palestra ocorrida no 12º Encontro de Profissionais de Internet, em Curitiba-PR, no dia 06 de maio de 2010.

13 11 importantes perdidas ou liberadas a terceiros, que por conseqüência torná-losiam vulneráveis em plena Guerra. Ocorre que as bases centralizavam muitas informações, e a idéia para solucionar essa questão foi descentralizar esses dados, para isso começaram a realização de um projeto que permitia o compartilhamento de informações, assim caso uma unidade fosse atingida, os dados localizados ali não estariam perdidos, pois outra unidade teria cópias das mesmas informações. No final dos anos 60, foi criada a Rede que inicialmente interligava apenas as unidades da ARPA 4, esta que financiou a criação do sistema responsável pelo compartilhamento de informações. (RESINA, 2006, p. 29) Uma curiosidade sobre a história da Internet é que em 29 de Outubro de 1969, ocorreu à transmissão, do que se acredita ser o primeiro da história, e a pedido do Professor Leonard Kleinrock, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, solicitou que o texto contido na mensagem fosse LOGIN. Porém o computador que iria receber a mensagem, no Stanford Research Institute, parou de funcionar na letra O. 5 Na década de 70, com a situação menos tensa entre Estados Unidos e União Soviética, começa o crescimento das pesquisas em relação as redes. Fernando Antônio de Vasconcelos em seu livro menciona: Nem os pioneiros, que trabalhavam muitas vezes na base da improvisação, esperavam tamanha rapidez no desenvolvimento da rede. Em 1971, havia duas dúzias de junções de redes locais. Três anos depois, já chegavam a 62 e, em 1981, quando ocorreu de fato à introdução da internet, já somavam 200. (2006, p. 34) de A sigla significa em inglês: Advanced Research Projects Agency 5 Disponível em: Acessado em: 19 de julho

14 HISTÓRIA DA INTERNET NO BRASIL. O inicio da utilização da internet em nosso País foi em 1987 e 1988, quando a FAPESP 6 e o LNCC 7 conectaram-se a instituições nos EUA. Posteriormente ocorreu a necessidade de melhorar o sistema nacional, ou seja, as redes nacionais, criando uma maneira para interligar de uma forma mais eficiente as principais instituições do País. Em 1991, a internet era usada apenas por órgãos do governo e instituições de ensino, porém com esse projeto, previa-se a implementação de um backbone nacional, o qual ocorreu definitivamente em 1992 e O backbone nacional se liga com os backbones estrangeiros, criando uma grande rede, interligando todos os computadores como se fosse uma teia de aranha. Apenas para o entendimento do que é um backbone, temos os ensinamentos de Jane Resina: imagine estar em uma estrada que liga São Paulo-SP a Rondônia- RO. Dessa estrada, em linha reta ou não, saem diversas outras estradas que se ramificam e poderão chegar até outros Estados, cidades, bairros, ruas e, por fim, às casas e escritórios. Quando se fala em comunicação de dados o tronco principal é chamado de backbone. Cada empresa concessionária de serviços de telecomunicação desenvolve o seu, como, por exemplo, a Brasil Telecom, a Embratel e outras. (2006, p. 30) Nesse momento começa o crescimento surpreendente da Internet no País. Em 1994 inicia a divulgação para empresas e estudantes sobre os benefícios desse novo meio de comunicação implementado no Brasil. Ainda no mesmo ano, alunos da USP começaram a criar páginas de internet, chamados 6 Fundações de Pesquisa do Estado de São Paulo 7 Laboratório Nacional de Computação Científica 8 Disponível em: Acessado em: 19 de julho de 2010.

15 13 de Sites, estima-se que mais da metade dos sites existentes na época foram criados por esses alunos. Em 1995 foi aberta a exploração comercial da internet no País através da norma 004/95 9, porém foi em 1996 que ocorreu o verdadeiro crescimento da internet no País, com a criação de inúmeros provedores, e o aumento rápido de novos internautas HISTÓRIA DA RESPONSABILIDADE CIVIL. A idéia de que, quem causou o dano deve pagar, não é um luxo das sociedades modernas, a história nos mostra que há centenas de anos o dano é combatido com severidade pelas antigas sociedades. Muitas vezes esse dano ocasionado pelo terceiro, era pago com sua própria vida, ou a de um parente próximo a ele. De início nos parece totalmente absurdo ou injusto, mas é a partir dessas concepções que no decorrer de anos de evolução histórica, nasce a responsabilidade civil como conhecemos hoje. Com o surgimento de grupos sociais, ocorrem também as relações entre seus membros, e consequentemente os problemas derivados dessas relações. A reparação do dano nas sociedades primitivas era através de violência, qual seja, o grupo onde o causador do dano pertencia o atacava como um tipo de punição. Em um segundo momento, a idéia de vingança individual contra o responsável começa a surgir nas sociedades antigas, junto nasce o princípio 9 Disponível em: 04_95.htm?numeroPublicacao=10283&assuntoPublicacao=Norma%20MC%20n%BA%20004/1 995&caminhoRel=Cidadao-Biblioteca-Acervo%20Documental. Acessado em 19 de julho de Disponível em: Acessado em: 19 de julho de 2010.

16 14 fundamental, de que deve reparar o dano aquele que causá-lo. (STOCO, 1997, P. 50) As relações contratuais derivadas da vida em sociedade demonstram a necessidade de uma responsabilização e uma compensação, pelos danos ocasionados por aqueles que os praticaram ou foram responsáveis por isso. Começa ai a idéia de organização da sociedade, estabelecendo as raízes do que conhecemos hoje. Nesta esteira, têm-se as frases olho por olho, dente por dente e quem com ferro fere, com ferro será ferido da lei de Talião, os quais podem ser consideradas as frases mais famosas do marco da Responsabilidade Civil. A idéia de punir o responsável pelo dano como já observamos é antiga, e observa-se como principal referência o Código de Hamurábi 11, datado de A.C, que usou como base a Lei de Talião para sua criação. Tratavase de um conjunto de 281 Leis criadas pelo rei Hamurábi, e posteriormente talhadas em uma rocha, que regulamentavam regras e punições para os fatos cotidianos da sociedade da Mesopotâmia. Nessa época o Estado pouco intervia nos problemas e punições utilizadas pelos seus cidadãos. O código abrangia diversas áreas da sociedade, como as relações familiares, agricultura, construção civil, entre outras. As Leis ordenavam um determinado comportamento para a sociedade, e para cada ato praticado fora dos padrões determinados era punido com um castigo, que na época acreditava-se ser a altura da desobediência praticada. E como hoje, não existiam desculpas ou alegações de desconhecimento da Lei. 11 Tradução do Código de Hamurábi disponível em: Acessado em 22 de julho de 2010.

17 15 Com o passar do tempo, a sociedade começa a evoluir da punição física para a compensação monetária por parte do causador do prejuízo. Porém mesmo assim, ainda não existia a análise de culpa ou não do agente causador do dano, mas os benefícios dessa nova visão de punição eram bem mais vantajosas. Passando rapidamente por essa fase da história, analisa-se o Código de Manú 12, que impõe ao responsável pelo dano além do dever de reparar, uma multa e punição. Como o presente trabalho trata da responsabilidade civil dos provedores de conteúdo por atos ilícitos na internet, e no meio digital um dos crimes que mais tem ocorrências, são os contra a honra, verifica-se que na época do Código de Manú, existiam penalizações para quem cometesse injúrias, sempre analisando quem cometia e quem era prejudicado: Art. 264º - Um Ksatriya, por ter injuriado um Brâmane, merece uma multa de cem panas; um Vaisya, uma multa de cento e cinqüenta ou duzentos, um Sudra, uma pena corporal. Art. 265º - Um Brâmane será sujeito à multa de cinqüenta panas, por ter ultrajado um homem da classe militar; de vinte e cinco, por um homem de classe comercial; de doze, por um Sudra. Art. 266º - Por ter injuriado um homem da mesma classe que ele, um Dvija será condenado a doze panas de multa; por juízos infamantes, a pena em geral deve ser dobrada. Art. 267º - Um homem da última classe que insulta um Dvija por invectivas afrontosas, merece ter a língua cortada; porque ele foi produzido pela parte inferior de Brama. Art. 268º - Se ele os designa por seus nomes e por suas classes de uma maneira ultrajante, um estilete de ferro, de dez dedos de comprimento, será enterrado fervendo em sua boca. Art. 269º - Que o rei lhe faça derramar óleo fervendo na boca e na orelha se ele tiver a imprudência de dar conselhos aos brâmanes relativamente ao seu dever. Mesmo existindo punições físicas, o Código de Manú inicia a idéia da punição financeira, ocorrendo variações nos valores e sanções conforme a classe na sociedade. de Tradução do Código disponível em: Acessado em 22 de julho

18 16 Em outro estágio histórico, os romanos começam a distinguir a respeito dos delitos privados e públicos, e a partir dessa idéia, entendem a diferença entre pena e reparação. Assim, o Estado assume para si a função de punir os que desrespeitavam a regulamentação. (PAESANI, p. 77). Ainda, em um próximo momento o Código de Napoleão que desenvolve a noção de culpa em abstrato, e diferenciou a culpa delitual da culpa contratual. (PAESANI, p. 77). Desta feita, o importante é entender que o homem de vingativo passou à intermediador, diferenciando verdadeiros delitos de apenas problemas ocasionados por descumprimento contratual.

19 17 3. CLASSIFICAÇÃO DOS PROVEDORES DE SERVIÇOS NA INTERNET. Para o melhor estudo a respeito da responsabilidade civil dos provedores na internet, é necessário conceituar cada um, de maneira que seja possível identificar seus papéis. Porém inicialmente é preciso delimitar o que é um provedor e como são divididos em grupos. Provedores podem ser pessoas físicas ou jurídicas, que disponibilizam um serviço ligado a internet, sendo que em grande parte trata-se de pessoa jurídica. Não existe uma exata maneira de classificação dos tipos de provedores que prestam seus serviços na internet, nesse sentido já menciona a Rede Nacional de Pesquisa, em seu Guia do Usuário Internet/Brasil, versão 2.0, de abril de 1996, onde menciona que existem os provedores de serviços, e dentro desse grupo, ainda, existe muito espaço para o crescimento de outros tipos de provedores, e que para fins didáticos poderiam ser divididos em três grupos, quais sejam, backbone, acesso e informação. (1996, p. 06) Alguns autores classificam os provedores como de acesso ou de informação, tratando-os em um grupo só, como se não existisse distinção entre acesso e informação, mas pela Norma 004/95, aprovada pela Portaria do Ministério das Comunicações, nº 148, de 31 de maio de 1995, a classificação dos provedores é feita de forma distinta, diferenciando os dois grupos. Nesta esteira, temos o autor Antônio Lago Júnior, que explica, segundo a Norma, que provedor de acesso é diferente de provedor de informação, onde o Provedor de Serviço de Conexão à internet (PSCI), como o próprio nome já menciona, é aquele que tem como função principal o acesso do usuário a rede mundial de

20 18 computadores, ou seja, Serviço de Conexão à Internet (SCI). Já o Provedor de Serviço de Informação, é aquele que tem conteúdos de interesse de seus usuários e que disponibiliza esse conteúdo através do serviço do Provedor de Serviço de Conexão. Podemos colocar o último como quase todos os sites disponíveis na internet, até mesmo os dos provedores de conexão, logo que em seus sites, já que grande parte deles tem, e dentro deles trazem informações de seus serviços. (2001, p. 42) Para autores como Marcel Leonardi (2005, p. 20), a classificação dos provedores é diferente da norma 004/95, talvez até pelo fato da evolução rápida da internet nos últimos anos. Para ele, os provedores de serviços podem ser classificados em cinco tipos diversos, provedor backbone; provedor de acesso; provedor de correio eletrônico; provedor de hospedagem e provedor de conteúdo. Esta classificação é a melhor em questão de entendimento do que é cada um, logo que assim pode-se entender qual é a função de cada tipo provedor. Mas será que assim não existem dúvidas a respeito da classificação de um site como Orkut.com? 13, logo que preponderantemente é um provedor de conteúdo, mas hospeda milhares de fotos e imagens de seus usuários, e ainda contêm um sistema de interno, ou seja, poderia ser considerado um provedor de hospedagem de imagens e um provedor de correio eletrônico? Analises explicadas no decorrer do projeto. Por fim, mas não por último, já que muitos autores classificam os provedores de maneiras distintas, temos Carlos Affonso Pereira de Souza, que os classificam em três grupos, provedores de acesso; provedores de serviços e provedores de informações, também conhecidos, erroneamente, como de 13 Conhecido site de relacionamento criado pelo engenheiro Turco da Google, Orkut Büyükkokten, em 24 de janeiro de 2004.

21 19 conteúdo, essa classificação é muito utilizada, logo que para análise da responsabilidade civil é a maneira mais agradável de estudo. (2006, p. 646) Para descrever a função de cada provedor, utiliza-se a classificação do autor Marcel Leonardi, isto porque, a Rede Nacional de Pesquisa, em 1996 já diferenciava claramente o provedor backbone do provedor de acesso, como será demonstrado adiante juntamente com outros fundamentos para essa classificação. Logo, se um dos órgãos nacionais de maior respeito na área e detentor do primeiro backbone no País assim entende, parece o mais correto a seguir. 3.1 PROVEDORES BACKBONE. Primeiramente, Backbone ou espinha dorsal é basicamente a estrutura física da internet. Sem ela não seria possível a transferência de dados entre os computadores. Logo o Provedor Backbone é a pessoa jurídica que detém essas estruturas e disponibilizam serviços para outros provedores, como os de acesso e hospedagem, que serão conceituados posteriormente. Esses provedores são ligados a vários outros, criando uma imensa rede que liga todos os computadores do mundo, obviamente todos aqueles que têm acesso a rede mundial de computadores. Importante mencionar que esses provedores não atuam sozinhos, estes necessitam de linhas telefônicas, satélites e outros meios disponíveis no País para o funcionamento de sua estrutura. A RNP 14 foi a primeira a implementar um backbone no Brasil, posteriormente para um crescimento mais 14 Rede Nacional de Pesquisa

22 20 rápido, foi liberado pelo governo que entidades particulares criassem seus próprios provedores e se conectassem ao da RNP. 3.2 PROVEDORES DE ACESSO. Os provedores de acesso são pessoas jurídicas ou físicas que disponibilizam ao consumidor acesso a internet, em grande parte dos casos eles têm acesso aos backbones disponibilizados pelos provedores responsáveis, em outros têm sua própria infra-estrutura. Esses provedores estão entre os mais importantes tipos de prestadores de serviços na internet, logo que sem eles, pelo menos na maioria dos casos, o usuário não consegue ter acesso à Internet. A RNP descreve 15 os provedores de acesso como: aquele que se conecta a um provedor de backbone através de uma linha de boa qualidade e revende conectividade na sua área de atuação a outros provedores (usualmente menores), instituições e especialmente a usuários individuais, através de linhas dedicadas ou mesmo através de linhas telefônicas discadas. Para ser considerada uma empresa prestadora de serviço de acesso a internet, não é necessária que essa disponibilize aos usuários outros serviços, como correio eletrônico, hospedagem, informações, entre outras possibilidades de serviços disponíveis na Rede, sendo necessária a disposição apenas do serviço de acesso. Na atualidade, é raro encontrar empresas essencialmente prestadoras somente de serviço de acesso. 15 Guia do usuário Internet/Brasil, versão 2.0, abril de 1996, Pág. 7. Este guia está disponível no site da Rede Nacional de Pesquisa, pelo endereço eletrônico:

23 21 Nesse sentido, acertadamente, leciona o autor Carlos Affonso Pereira de Souza: É importante ressaltar que o provedor de acesso pode desempenhar outras atividades que não apenas a disponibilização dos meios técnicos para o usuário se conectar à rede mundial de computadores. Nessas circunstâncias, o provedor de acesso poderá atuar como um verdadeiro provedor e serviços ou de informações, inserindo-se nos seus regimes específicos de responsabilidade civil comentado mais adiante. (2006, p. 646) Em decorrência deste fato, existe a diferenciação entre provedor backbone e de acesso, pois como o nome mesmo já menciona, a última apenas libera o acesso ao usuário. 3.3 PROVEDORES DE CORRÊIO ELETRÔNICO. Grande parte dos provedores de acesso disponibiliza o serviço de e- mail, como exemplo Terra, UOL, IG, Ibest, entre outras, porém ainda existem muitas empresas que apenas disponibilizam o serviço de . Resumidamente, esse serviço consiste em permitir ao usuário que o contrata, mediante um endereço disponível a ele, como exemplo o recebimento e envio de mensagens eletrônicas, denominados s 16 ou correios eletrônicos. 3.4 PROVEDORES DE HOSPEDAGEM. São pessoas jurídicas que disponibilizam o serviço de armazenamento de dados ao usuário, podendo ser esse serviço disponibilizado a caráter oneroso ou gratuito. 16 A palavra significa Electronic mail, ou em português correio eletrônico.

24 22 Nesse sentido temos o ensinamento de Marcel Leonardi: Provedor de Hospedagem é a pessoa jurídica que fornece o serviço de armazenamento de dados em servidores próprios de acesso remoto, possibilitando o acesso de terceiros a esses dados, de acordo com as condições estabelecidas com o contratante de serviço. (2005, p. 26) Esses provedores são responsáveis por grande parte da pirataria mundial, não como um ponto negativo, mas sim pelo fato de praticamente todos os sites da internet se encontram em provedores de hospedagem. Cada vez mais normal a existência de empresas de hospedagem rápida, como o Rapidshare, 19º site mais visitado do mundo, o qual é responsável por grande parte da distribuição de pirataria. 3.5 PROVEDORES DE CONTEÚDO. O ponto principal desta monografia tem relação aos provedores de conteúdo, por isso devemos ter uma atenção redobrada neles. Grande parte dos ilícitos ocorre dentro destes, ou com apoio desse meio. Mesmo que muito comum entre a doutrina, provedor de conteúdo e de informação não são sinônimos. Autores como Marcel Leonardi e Fernando Antônio de Vasconcelos, descrevem essa diferença. Basicamente, e utilizando a idéia do livro Responsabilidade Civil dos Provedores de Serviços de Internet, provedor de informação é a pessoa física ou jurídica que cria as informações disponibilizadas na internet, ou seja, o autor da informação, já o de conteúdo, é aquele que disponibiliza as informações criadas pelos provedores de informação através de servidores de sua estrutura ou a de terceiros. (LEONARDI, 2005, p. 30).

25 23 A partir desse ponto já podemos entender o porquê existe confusão entre esses dois tipos, sendo que normalmente são classificados como sinônimos, já que à semelhança e a finalidade estão muito próximas. Comunidades on-line, blogs, fotologs, fóruns, entre outros são considerados preponderantemente provedores de conteúdo, já que são sistemas realizados para distribuir as informações criadas por outros usuários, ou seja, internautas 17 que se cadastram nesses sistemas para escrever pensamentos ou opiniões, divulgar imagens ou ainda interagir com outros membros do mesmo sistema. Antes, é favorável descrever o que são esses sistemas disponibilizados pelos provedores de conteúdo, logo que estes são os meios mais utilizados para o cometimento tanto de crimes contra a honra, hoje o mais corriqueiro nos tribunais do Brasil em relação a delitos cometidos na internet, e a pirataria, por onde os usuários divulgam endereços para o download de programas, músicas, arquivos sem o pagamento dos devidos direitos autorais. Não é possível descrever todos os mecanismos usados pelos usuários, porém é interessante colocar os mais importantes e utilizados pelos internautas, para posteriormente estudar separadamente a responsabilização de cada um Comunidades Online. No Brasil, com certeza, o Orkut se destaca entre as comunidades online, no país ele é o segundo site mais visitado 18 e 73º lugar no mundo, já 17 Usuários conectados a Rede Mundial de Computadores através de um provedor de acesso. 18 Estatística baseada no site Alexa,com, que classifica a posição de todos os sites do mundo. Dados disponível em:

26 24 seu concorrente Facebook 19 está na posição 15º no Brasil e segundo site mais visitado do mundo. Essas comunidades também são conhecidas como comunidades de relacionamento online, comunidades sociais, ou ainda, comunidades virtuais. Basicamente são pontos de encontro de pessoas com interesses em comum, em alguns casos não só um ponto, mas sim, diversos pontos de encontros localizados dentro de um sistema maior, como é o caso do Orkut e Facebook. Nessas comunidades podemos encontrar pessoas com interesses completamente opostos, mas que fazem parte da mesma comunidade (redes sociais), porém dentro desse sistema, existem diversas outras subcomunidades para que esses usuários com interesses em comum se encontrem, discutam, troquem experiências e informações. Nesse sentido foi à descrição adotada por Patricia Peck Pinheiro, que, além disso, menciona que: os recursos disponibilizados pelo até então site de relacionamento vão desde formas de contato online por mensagens chamadas scraps ou ainda testemunhos, interno, álbum de fotos compartilhado com os amigos, possibilidade de rastrear os amigos que estão ligados a outros amigos de seu circulo de conhecidos, e até mesmo participar de comunidades internas, que seriam subcomunidades dos mais diversos interesses. (2009, p. 254) Blog. Os Blogs são sistemas mais antigos do que as redes sociais, hoje são muito utilizados pelos internautas que realmente tem interesse em divulgar suas idéias, e não apenas com interesse de fazer novos amigos, ou em contra partida por usuários motivados em divulgar endereços eletrônicos para download de arquivos sem pagamento dos devidos direitos autorais, como 19 Facebook.com, comunidade online criada em 4 de fevereiro de 2004, por Mark Zuckerberg, um ex-estudante de Harvard, muito semelhante ao Orkut.com.

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