Engenharia de Controle e Automação

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO Engenharia de Controle e Automação Projeto Pedagógico de Curso de Graduação 2014 a 2019 Campus Universitário Várzea Grande 2014

2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação Comissão de elaboração Prof. Me. Gustavo Post Sabin (SIAPE ) Coordenador de Ensino de Graduação Téc. Me. Jefferson Leone e Silva (SIAPE ) Engenheiro de Controle e Automação do Instituto de Engenharia Prof. Me. Rodrigo Lopes Costa (SIAPE ) Professor do Instituto de Engenharia Prof. Dr. Thiago Miranda Tunes (SIAPE ) Professor do Instituto de Engenharia

3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 1 HISTÓRICO DO CURSO... 1 JUSTIFICATIVAS PARA A REELABORAÇÃO DO PPC... 3 I - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Contexto educacional, profissional, laboral Concepção do curso O curso e as políticas institucionais da UFMT Regime acadêmico Número de vagas e entrada Turno de funcionamento Formas de ingresso no curso Períodos mínimo e máximo de integralização do curso Dimensão das turmas Objetivos do curso Habilidades desejadas para o egresso Competências desejadas para o egresso Perfil do egresso Matriz curricular Fluxo curricular sugerido Metodologia de ensino e aprendizagem Ementário Operacionalização do curso Formas de nivelamento para o ingressante Concepção teórico-metodológica do trabalho acadêmico Estágio Curricular Supervisionado Práticas como atividades acadêmicas Atividades Complementares Detalhamento das Atividades Complementares Requerimento, aprovação e registro Relação com a pós-graduação Iniciação à pesquisa científica e programas de extensão I

4 Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Avaliação do ensino e da aprendizagem As TICs no processo de ensino-aprendizagem Apoio ao discente Atividades de tutoria Material didático instrucional Interação docentes-tutores-estudantes II - CORPO DOCENTE, ADMINISTRATIVO E TUTORIAL Corpo docente Quadro descritivo Plano de qualificação docente Corpo Técnico-administrativo Quadro descritivo Plano de capacitação Corpo tutorial III - INFRAESTRUTURA Salas de aula e de apoio Salas de trabalho para professor em tempo integral Sala de coordenação de curso e serviços acadêmicos Sala de professores Salas de aula Sala do centro acadêmico Outras salas Ambientes de convivência Biblioteca Biblioteca Central Biblioteca setorial Laboratórios Laboratório Didáticos de Ensino de Graduação Plataforma de suporte ao AVA Infraestrutura existente e demandada Infraestrutura física existente e recursos humanos existentes Demanda de recursos humanos Demanda de infraestrutura física Demanda de equipamentos II

5 3.5. Material didático IV - GESTÃO DO CURSO Órgãos colegiados e comitê de ética Núcleo Docente Estruturante Colegiado do Curso Núcleo de apoio pedagógico e experiência docente Comitê de ética Coordenação e avaliação do curso A coordenação do curso Avaliação interna e externa do curso Acompanhamento e avaliação do PPC Ordenamentos diversos Reunião de docentes Assembleia da comunidade acadêmica Apoio aos órgãos estudantis Mobilidade estudantil, nacional e internacional Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso V - DISPOSIÇÕES GERAIS Equivalência entre fluxo curricular a ser desativado e o proposto Termos de compromisso direção de unidades acadêmicas envolvidas com o curso Parcerias e convênios necessários ao desenvolvimento do curso Outras disposições APÊNDICE A EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS APÊNDICE B EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS APÊNDICE C REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO APÊNDICE D REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO APÊNDICE E EQUIVALÊNCIA PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES AC APÊNDICE F REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DIDÁTICOS III

6 APÊNDICE G CADASTRO INFORMATIVO DE EGRESSOS APÊNDICE H AVALIAÇÃO DE DOCENTES APÊNDICE I ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO ANEXO A MINUTA DE RESOLUÇÃO IV

7 INTRODUÇÃO HISTÓRICO DO CURSO O projeto do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande da Universidade Federal de Mato Grosso (CUVG-UFMT), começou a ser concebido em novembro de À época a Administração Superior da UFMT, em especial a Reitoria e a PROEG, apresentaram em seminário a proposta de criação de 5 (cinco) novos cursos para as futuras instalações físicas do campus, cujo projeto havia sido aprovado para a execução. Com a presença do Pró-reitor de Ensino de Graduação da UFABC foi apresentado um novo formato de estrutura de componentes curriculares para o projeto dos novos cursos. Os cursos seriam criados em conformidade com o Parecer CNE/CES de 12/12/2001 que iniciou a formalização das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia e a Resolução CNE/CES N o 11 de 11 de março de 2002 que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Para a consecução de todo o processo desde a definição dos cursos até a aprovação dos projetos pedagógicos dos cursos no Pleno do Consepe, diferentes atores participaram nas diversas atividades que podem ser elencadas por etapas. Na etapa de definição dos cursos a serem implantados, estabelecimento das linhas gerais do projeto pedagógico dos cursos de graduação (PPC) e acompanhamento das atividades, a PROEG instituiu a Comissão de Acompanhamento com os membros e atribuições definidos na Portaria 035/PROEG de 13 de março de Na etapa seguinte, a Portaria N o 034/PROEG de 13 de março de 2013, criou o Grupo de Trabalho de Elaboração do Projeto Pedagógico do curso de Engenharia de Controle e Automação. Deste grupo saiu o coordenador de Ensino de Graduação do novo curso a ser implantado. A Portaria N o 521/PROAD, de 20 de março de 2014 designou o Coordenador de Ensino de Graduação em Engenharia de Controle e Automação ficando a cargo do mesmo a reelaboração do PPC, a partir da definição 1

8 do núcleo básico pela Comissão de Acompanhamento, e entrega para análise e parecer do técnico de assuntos educacionais da PROEG. A criação do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação, do Campus Universitário de Várzea Grande foi aprovada no mérito pela Resolução Consepe N o 18, de 25 de fevereiro de 2013, a Resolução Consepe N o 131, de 29 de outubro de 2013, fixou, ad referendum, a oferta em 60 vagas, a Resolução Consepe N o 139, de 04 de novembro de 2013, aprovar, ad referendum, o Projeto Pedagógico do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação, a Resolução Consepe N o 144, de 02 de dezembro de 2013, homologou a Resolução Consepe N o 131, de 29 de outubro de 2013 e por fim a Resolução Consepe N o 152, de 02 de dezembro de 2013, homologou a Resolução Consepe N o 139, de 04 de novembro de 2013 que aprovou ad referendum o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. Considerando o CIRCULAR N o 017 de 19/05/2014, encaminhado pela Pró-Reitora de Ensino de Graduação/PROEG/UFMT aos Coordenadores dos cursos de Ensino de Graduação, a Coordenação de Ensino de Graduação do Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação detectou que alguns componentes curriculares na proposta inicial não se compatibilizavam com os componentes ofertados, nos cursos de graduação, melhores avaliados na área. Desta forma, Comissão de Acompanhamento formalizou a proposta de adesão de reformulação do PPC sugerido pela PROEG, por motivos específicos de cada curso. O acerto na decisão de reformulação do PPC do curso de Graduação do Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação foi ratificado com a publicação recente da Portaria Inep N o 251, de 02 de junho de 2014, na qual a Comissão Assessora de Área de Engenharia de Controle e Automação definiu os 2

9 conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares que servirão de base para a prova do ENADE 2014 que avaliará o desempenho dos estudantes destes cursos, embora as turmas ingressantes estejam dispensadas de realizarem este exame, no momento. O desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) constitui-se um dos indicadores de qualidade do curso, pois é parte integrante do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). A reformulação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação é de grande relevância para a UFMT, posto que, a avaliação da qualidade da instituição, no ensino de graduação do Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação, ocorrerá com a avaliação do desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), uma vez que, os ingressantes, desde a primeira turma do curso se encontram cadastrados no Inep. JUSTIFICATIVAS PARA A REELABORAÇÃO DO PPC A Lei No , de 14 de abril de 2004, instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES, que tem como uma de suas finalidades a melhoria da qualidade da educação superior ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de desempenho dos estudantes. A Portaria Normativa Nº 8, de 14 de março de 2014, publicada em 17 de março de 2014, consolidou a disposições sobre os indicadores de qualidade e o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes ENADE, como parte integrante do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Esta portaria determinou que no ano de 2014, seja aplicada a avaliação de desempenho dos estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel em Engenharia de Controle e Automação. A prova do ENADE 2014 será composta por componentes curriculares de Formação Geral, do Núcleo de Conteúdos Básicos e do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes. A Portaria Inep Nº 251, de 02 de junho de 2014, publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014, apresenta as definições estabelecidas pela Comissão Assessora de Área de Engenharia de Controle e Automação para a elaboração da prova do ENADE. 3

10 O ENADE tem por objetivo avaliar o desempenho dos estudantes destes cursos em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares, às habilidades e competências para a atualização permanente e aos conhecimentos sobre a realidade brasileira e mundial, bem como sobre outras áreas do conhecimento, conforme Art. 1o desta Portaria. A Comissão Assessora definiu que a prova do ENADE, com duração total de 4 (quatro) horas, terá a avaliação do componente de Formação Geral comum aos cursos de todas as áreas e dos componentes específicos da área de Engenharia de Controle e Automação. Os componentes curriculares de Formação Geral definidos pela Comissão Assessora de Área de Formação Geral estabelecidos na Portaria Inep No 255, de 02 de junho de 2014, publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014 versarão sobre seguintes temas: I - cultura e arte; II - avanços tecnológicos; III - ciência, tecnologia e sociedade; IV - democracia, ética e cidadania; V - ecologia; VI - globalização e política internacional; VII - políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa e desenvolvimento sustentável; VIII - relações de trabalho; IX - responsabilidade social: setor público, privado e terceiro setor; X - sociodiversidade e multiculturalismo: violência, tolerância/intolerância, inclusão/exclusão e relações de gênero; XI - tecnologias de informação e comunicação; XII - vida urbana e rural. Os componentes específicos serão compostos por Núcleo de Conteúdos Básicos e Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes. O Núcleo de Conteúdos Básicos terá como referencial a Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, e a Portaria Inep No 255 de 2014 da área de Engenharia Geral. Os componentes específicos da área de Engenharia de Controle e Automação terão como objetivo avaliar o desempenho dos estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel Engenharia de Controle e Automação. O Núcleo de Conteúdos Básicos terá como referencial os seguintes conteúdos: I- Administração e Economia; II- Ciências do Ambiente; III- Ciência e Tecnologia dos Materiais; IV- Eletricidade Aplicada; V- Expressão Gráfica; VI- Fenômenos de Transporte; VII- Física; VIII- Informática; IX- Matemática e Estatística; X- Mecânica dos Sólidos; XI- Metodologia Científica e Tecnológica; XII- Química. O Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes tomará como referencial os seguintes conteúdos: I - Circuitos elétricos e eletrônicos, analógicos e digitais; II - Instrumentação e sistemas de aquisição de dados; III - Microcontroladores, sistemas embarcados e sistemas em tempo real; IV - Acionamentos e máquinas elétricas; V - Acionamentos pneumáticos e hidráulicos; VI - Controle analógico e digital de equipamentos e processos; VII - Controlador proporcional-integral-derivativo; VIII - Identificação, modelagem, análise e simulação de sistemas dinâmicos; IX - Redes de comunicação para automação; X - Informática industrial: controladores lógico- 4

11 programáveis; sistemas supervisórios; Interfaces homem-máquina; Banco de dados; XI - sistemas integrados de manufatura; XII - princípios de Robótica. Pelo exposto, as alterações no Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação visam inserir na grade curricular do curso os componentes curriculares de formação dos estudantes para o bom desempenho na prova do ENADE que constitui-se um dos indicadores de qualidade do ensino de graduação na instituição. Além disto, as alterações propostas possibilitam a compatibilidade total da grade curricular do curso com as referidas Portarias da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e as mais recentes Portarias do Inep. A nomenclatura do curso de Engenharia de Automação e Controle foi alterada para Engenharia de Controle e Automação observando a portaria do MEC Nº 1694, de 05 de dezembro de 1994, que normatizou a habilitação em Engenharia de Controle e Automação e os REVERENCIAIS NACIONAIS DOS CURSOS DE ENGENHARIA 1 definidos pelo MEC. 1 Disponível em: Acessado em: 22 de agosto de

12 I - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 1.1. Contexto educacional, profissional, laboral. O Brasil precisa de aproximadamente 6 milhões de profissionais altamente qualificados que possam atender a demanda da economia brasileira, atualmente e nos próximos anos, segundo a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do governo federal. Muitos desses deverão ser estrangeiros, uma vez que não temos atualmente a capacidade de qualificar pessoas, na quantidade e tempo demandados. O problema não é recente, como bem se pode depreender do Plano Nacional de Educação, em elaboração, cuja meta 12 propõe a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior para cinquenta por cento e a taxa líquida para trinta e três por cento da população de dezoito a vinte e quatro anos. A realização da meta exigirá esforço gigantesco nos próximos dez anos, pois a taxa líquida de matrícula situa-se ao redor de 14% da população em idade universitária. Para se dimensionar o gap existente entre os países em desenvolvimento, os BRICs, percebe-se que enquanto o Brasil forma em torno de 40 mil engenheiros, número bem aquém da média de 600 mil formados pelos demais países do grupo. Segundo a Empresa Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o país tem hoje seis engenheiros para cada mil pessoas economicamente ativas nos EUA e no Japão, por exemplo, a proporção é de 25 engenheiros por mil trabalhadores, o que ocasiona o déficit atual de 150 mil profissionais projetado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Estima-se que, pelos investimentos que estão previstos para os próximos cinco anos, o Brasil precisaria de cerca de 300 mil profissionais de engenharia. Pela escassez existente, os que estão trabalhando na área aparecem entre os profissionais mais bem pagos do mercado e mesmo assim, apenas 10% dos universitários brasileiros cursam carreiras ligadas às engenharias. Por outro lado, dados da Confederação Nacional da Indústria revelam que a falta de trabalhadores qualificados ganhou significativa importância no último trimestre de 2012, sendo apontada por 31,8% das empresas pesquisadas como fator limitante de desenvolvimento, alcançando a terceira posição no ranking dos principais problemas enfrentados pelo setor. O Estado de Mato Grosso caracteriza-se por ser grande exportador de produtos primários como soja, milho e algodão, dentre outros. O Estado é uma das regiões de maior produtividade agrícola do Brasil. Contudo, há necessidade de industrialização para se agregar valor aos produtos, uma vez que o processo de industrialização mato-grossense é muito recente, com acentuado crescimento a 6

13 partir de Em 2011, apenas 20% da economia do Estado era formada pela indústria, o que representava pouco mais de 130 mil postos de trabalho. Ou seja, para aumentar o nível de competitividade há necessidade de desenvolvimento tecnológico em mecanização, automação, sistemas de informação, telecomunicações, logística, dentre outras. Nesse contexto, que não é exclusivo de Mato Grosso, a automatização tem importante colaboração nos resultados da indústria, pois melhora a eficiência dos processos produtivos, diminuindo custos decorrentes de erros e defeitos, aumenta a produtividade e protege o trabalhador de atividades de risco à sua saúde. Com a evolução das máquinas e robôs, outros setores da economia também, são beneficiados pela automação, como os de distribuição e agricultura. O Estado do Mato Grosso, em especial a região da Grande Cuiabá, que compreende o município de Várzea Grande, possuí apenas um curso de Engenharia de Controle e Automação Industrial, oferecido, em Cuiabá, pelo Instituto Federal de Educação de Mato Grosso. Seu último vestibular, obteve uma das maiores relações candidato/vaga, entre os cursos oferecidos. Na região conurbada de Várzea Grande e Cuiabá, segundo o Censo 2010, é residência de pouco mais de 800 mil pessoas, das quais pouco menos de 1/3 em Várzea Grande. As duas cidades, as maiores do Estado em número de habitantes, funcionam como centro gravitacional para toda a população estadual em diversos campos, entre os quais o da educação, especialmente a educação superior. De fato, há expressiva demanda não atendida por educação superior pública, tal como o exemplifica o processo seletivo/2013 da UFMT que contou com candidatos com para vagas. Em si, este possível desperdício de talentos já justificaria a ampliação das vagas públicas e a conjugação desta realidade com o contexto de desenvolvimento industrial, carente de mão-de-obra, fortalece a opção pela ampliação com cursos na área de engenharia, dentre os quais a Engenharia de Controle e Automação Concepção do curso O curso graduação de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação tem sua concepção fundada na Resolução CNE/CES N o 11, de 11 de março de 2002, para a qual, a formação do profissional em Engenharia, contempla: Art. 3º O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e 7

14 resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade O curso e as políticas institucionais da UFMT A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ocupa estratégica posição geopolítica em relação às Américas e é o centro da América do Sul e Portal da Amazônia. Com uma população de aproximadamente 2,5 milhões de habitantes e145 municípios, Mato Grosso é o terceiro estado brasileiro em dimensão territorial, com área de 901,4 mil km2, representando 10,55% do território nacional. A UFMT é uma das poucas universidades brasileiras que está situada em contexto geográfico que envolve três biomas distintos Pantanal, Cerrado e Amazônia e as mais importantes bacias hidrográficas do país: a do Paraguai, a do Amazonas e a do Araguaia-Tocantins. Outro aspecto da posição geográfica estratégica da UFMT é a sua importância na formação de professores para o ensino fundamental e médio e de profissionais de nível superior naqueles municípios mais distantes da capital, especialmente no contexto da região do Araguaia e do norte do Estado. Portanto, nestas regiões mais distantes, com precária infra-estrutura de acesso, a UFMT é um canal decisivo, senão o único, de formação universitária para expressiva parcela da população, especialmente aquela localizada em regiões distantes a mais de 500 km da capital. A diversidade de ecossistemas e o seu posicionamento geográfico abrem um leque de oportunidades de investimentos na agricultura, indústria metalmecânica, pecuária, agroindústria, turismo e infra-estrutura. A despeito do crescimento econômico e competitividade agrícola, a região central do país defrontase ainda com a necessidade premente de aumento da escolaridade média de sua população, de melhoria e consolidação da infra-estrutura de transportes e saneamento, de redução das desigualdades sociais e regionais e de preservação ambiental, sob pena de comprometer a auto-sustentabilidade econômico-social pretendida pela sociedade local Uma das preocupações fundamentais da Universidade Federal de Mato Grosso tem sido a de atender a demanda gerada pelo desenvolvimento do Estado onde está inserida. Sua ação, ao longo dos quarenta anos de existência, caracteriza-se pela adoção de iniciativas destinadas a contribuir para a busca de soluções dos problemas que dificultam o avanço socioeconômico-cultural do Estado de Mato Grosso. A missão da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, tem por objetivos essenciais: (a) ministrar educação geral 8

15 de nível superior, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e comprometidos com a busca democrática de soluções justas para os problemas nacionais e regionais; (b) preparar profissionais com competência científica, social, política e técnica, habilitados ao eficiente desempenho de suas funções. Formar cidadãos é, antes de tudo, o principal objetivo da instituição e o Curso de Engenharia de Controle e Automação seguirá esta orientação geral. A segunda grande missão da Universidade e também do Curso diz respeito à preparação profissional. Neste âmbito são elencados os seguintes objetivos específicos do Curso de Engenharia de Controle e Automação: Possibilitar ao aluno a formação nas habilitações e atribuições formais próprias da profissão enumeradas pelas resoluções que regem a profissão, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA); Propiciar conhecimentos técnicos e científicos que, associados às habilidades e competências várias, possam auxiliar na resolução de problemas do campo de atuação, trazendo conforto e bem-estar para as populações atendidas; Desenvolver habilidades relacionadas à otimização, à simulação, à modelagem estimulando a capacidade de criação, contrária à mera aceitação das tecnologias existentes; Estimular o senso crítico, a criatividade, o trabalho multidisciplinar, iniciativa e liderança, dentre outros, ao longo do curso, preparando para uma vida profissional na qual não somente o conhecimento técnico seja importante, mas também os aspectos sociais e políticos envolvidos; Propiciar a visão do aprender a aprender, evidenciando ao estudante que a vida profissional consiste num processo de educação continuada. Neste aspecto, o curso busca propiciar condições para uma formação que permita a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, no Brasil ou no exterior. Neste contexto, o curso de Engenharia de Controle e Automação visa formar profissionais que contribuam para o desenvolvimento social e econômico da região, 9

16 buscando a construção de uma sociedade igualitária. Visa, igualmente, produzir e disseminar conhecimento através do exercício indissociável entre ensino, pesquisa e extensão de modo a promover o desenvolvimento tecnológico e a preservação da vida de acordo com as políticas institucionais da Universidade Federal do Mato Grosso Regime acadêmico A Resolução Consepe N o 152, de 02 de dezembro de 2013 definiu o regime acadêmico crédito semestral como se lê na integra em seu Art. 1 o : Artigo 1 o. Homologar a Resolução Consepe N o 139, de 04 de novembro de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso) Número de vagas e entrada A Resolução Consepe N o 152, de 02 de dezembro de 2013 definiu o número de vagas e entrada com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, como se lê na integra em seu Art. 1 o : Artigo 1 o. Homologar a Resolução Consepe N o 139, de 04 de novembro de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de 10

17 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso) Turno de funcionamento A Resolução Consepe N o 152, de 02 de dezembro de 2013 definiu o turno de funcionamento do curso como sendo em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino), como se lê na integra em seu Art. 1 o : Artigo 1 o. Homologar a Resolução Consepe N o 139, de 04 de novembro de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso) Formas de ingresso no curso As formas de ingresso no curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação são as mesmas as formas de acesso para os cursos de graduação do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea 11

18 Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso, sem a exclusão de possíveis outras formas legais, enumera-se: Sistema de Seleção Unificada SiSU; Processo seletivo específico; Transferência compulsória; Transferência facultativa; Matrícula de graduado; Matrícula em disciplinas isoladas; Mobilidade nacional e internacional; Convênio, Intercâmbio e Acordos culturais; Cortesia, em decorrência de acordos diplomáticos no âmbito do Ministério das Relações Exteriores. O acesso ao curso mediante qualquer uma das formas mencionadas ou outras legalmente constituídas dar-se-á com estrito cumprimento da legislação em vigor, das normas que a regulamentam e dispositivos normativos da UFMT, de forma a assegurar a todos os candidatos, na forma da lei, igualdade de condições no âmbito da forma de acesso na qual se inscreveu e transparência na condução do processo e na efetivação da seleção dos candidatos. Convém ressaltar que a UFMT aderiu às políticas de ação afirmativa do governo federal para ingresso nos cursos ofertados pela instituição, particularmente expressas pela Lei nº /2012 (Lei de Cotas) Períodos mínimo e máximo de integralização do curso A Resolução Consepe N o 152, de 02 de dezembro de 2013 definiu os períodos de integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres, como se lê na integra em seu Art. 1 o : Artigo 1 o. Homologar a Resolução Consepe N o 139, de 04 de novembro de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de 12

19 Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso) Dimensão das turmas A Resolução Consepe N o 152, de 02 de dezembro de 2013 definiu a dimensão das turmas ingressantes com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, como se lê na integra em seu Art. 1 o : Artigo 1 o. Homologar a Resolução Consepe N o 139, de 04 de novembro de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso) As turmas têm dimensão de 30 vagas, no entanto, poderá haver um redimensionamento das turmas conforme estejam os discentes cursando as disciplinas do núcleo básico, profissionalizante ou específico visando otimizar a relação professor/discente. Por exemplo, a disciplina de Algoritmos e Programação do núcleo básico será ofertada em 3 turmas de 50 discentes ingressantes para todos os cursos de engenharia do Instituto. Além disto, em função das práticas em laboratório as turmas podem ser novamente redimensionadas devido à limitação de 13

20 espaço físico do laboratório ou devido à complexidade do conteúdo a ser ministrado de tal forma que exija a necessidade de acompanhamento pedagógico do discente pelo professor Objetivos do curso O curso de Engenharia de Controle e Automação tem como objetivo a formação de um engenheiro com habilidades e competências para concepção e manutenção de sistemas de controle e automação de processos industriais, aplicação crítica de métodos e ferramentas de engenharia no projeto, integração e dimensionamento de dispositivos de controle automático e células automatizadas de produção, gerenciamento e execução de projetos de automação de processos industriais, bem como desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica, apto a atuar tanto em indústrias usuárias de tecnologias de automação industrial e sistemas de controle automáticos como de produção de equipamentos e software para automação industrial, e em empresas de prestação de serviços em engenharia. Para desenvolver as habilidades e competências gerais descritas na Resolução CNE/CES N o 11, de 11 de março de 2002, e elencadas a seguir o curso deve propiciar ao estudante a possibilidade de envolvimento em projetos de pesquisa e extensão devidamente cadastrados e aprovados pela UFMT segundo normas internas, integração com a sociedade para divulgação da profissão, inclusão de gêneros e ações afirmativas e integração com a pós-graduação. Entre as definições de Houaiss (Houaiss eletrônico - versão monousuário 3.0 de julho de 2009.) para competência, em uma forma mais ampla e que pode ser correlacionada com a prática pedagógica de formação profissional pode-se extrair que é a capacidade que um indivíduo possui de expressar um juízo de valor sobre algo a respeito de que é versado, ou a soma de conhecimentos ou de habilidades ou ainda, indivíduo de grande autoridade num ramo do saber ou do fazer; notabilidade. Portanto, da própria definição do termo competência nota-se sua ligação com conhecimento e habilidade. Para o termo habilidade, Houaiss apresenta uma das definições como, qualidade ou característica de quem é hábil. E este termo, por sua vez é definido 14

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