Mercado discute Embriaguez & Seguro

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1 Setembro/Outubro de Nº 390 Mercado discute Embriaguez & Seguro Foi esclarecedor o seminário Embriaguez & Seguro, promovido pelo Sindicato das Seguradoras no RS, Sincor-RS e Escola Nacional de Seguros Funenseg, no dia 18 de setembro de Corretores e funcionários de seguradoras lotaram o auditório da Funenseg dispostos a dirimir dúvidas sobre a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que determinou a perda de direito a indenização para beneficiário de uma apólice de vida, considerando a embriaguez do segurado ao volante quando da ocorrência do sinistro causador do falecimento. Foram debatedores o Juiz de Direito, Alexandre de Souza Costa Pacheco, o diretor regional da HDI Seguros e vice presidente do Sindesergs, Júlio César Rosa, o corretor de seguros e diretor do Sincor-RS, Breno Kor, o advogado e professor da Funenseg Juliano Ferrer e o psiquiatra Sérgio Cutin, com mediação do advogado e professor da Funenseg, Carlos Josias Menna de Oliveira. O juiz Alexandre Pacheco tranqüilizou a platéia ao garantir que a matéria não é nova e esclareceu detalhes do processo. Segundo ele, o segurado era um motorista de caminhão, que dirigia na estrada com 2,4 g/litro de álcool no sangue, resolveu ultrapassar um automóvel numa reta em declive, perdendo o controle e capotando. O motorista foi lançado para fora do veículo, que acabou passando por cima dele, causando o óbito. Todo material pericial foi apresentado e julgado nas primeiras instâncias, comprovado o "nexo causal". Ele destacou que houve a criação de um precedente, o que não impede o Tribunal de tomar medida diferente em outros casos. O vice-presidente do Sindicato das Seguradoras no RS, Júlio César Rosa, lembrou da importância da leitura da apólice de seguros, destacando que consta nos riscos excluídos "atos ilícitos e doloso praticado pelo proponente". Para ele, esse é um momento de reflexão do mercado segurador e alertou que 73% dos seguros são devolvidos à sociedade. Breno Kor, diretor do Sincor-RS, analisou o recurso judicial e ficou surpreso com o desconhecimento do ministro do STJ, já que citou no despacho que a cobertura para suicídio também não merecia o pagamento da apólice, quando esta está amparada em contrato. Para ele, a decisão foi tomada sob a lente da Lei Seca, uma vez que as sentenças de uma maneira geral sempre favoreceram o segurado. O psiquiatra Sérgio Cutin destacou Especialistas debatem decisão do STJ que o alcoolismo é uma doença com características estabelecidas, catalogada junto a Organização Mundial de Saúde, cujo principal sintoma é a negação. "Se ao adquirir um seguro a pessoa for questionada sobre uso de álcool ela vai negar", informou. Disse que normalmente as questões que envolvem doenças psíquicas são tratadas com preconceito, que geram julgamentos preconceituosos, que passam a ser perigosos quando se tornam lei. Segundo ele, o alcoolismo tem características individuais, assim como o suicídio ou a depressão. Cutin defende que os direitos individuais não sejam retirados pela falta de conhecimento científico ou por questões que não foram suficientemente discutidas. Cel. Mendes fala sobre furto e roubo de veículos Pág 03 Economista alerta sobre leitura atenta do contrato de seguro Pág 06 Acompanhe a nova coluna sobre Seguro de Pessoas Pág 05

2 2 EDITORIAL *Em Defesa dos Políticos Parte I No atacado defendo todos. No varejo me permito restrições a procedimentos de um ou de outro. A seqüência repetitiva das críticas aos políticos, ao longo do tempo, me tem levado a insistentes exercícios de meditação sobre o comportamento das pessoas, estas, em última análise, as usinas geradoras de tudo. Admito alguns desastres da natureza como não gerados pelo homem. No mais, temos que humildemente assumir nossas responsabilidades. Desde minha mocidade (décadas 40/50), ouço freqüentemente comentários azedos sobre política, como se fosse atividade condenada, verdadeira maldição social. Encontro no fato, um testemunho de alienação do cotidiano, pois cada qual a sua maneira, todos fazemos política diariamente. Confesso que na ânsia de encontrar explicações para os comportamentos, tenho meditado muito, mergulhando nos porquês das atitudes das pessoas, para analisar e entender a conduta de todo aquele que não é político profissional. Este, o político profissional, faz política de forma mais abrangente e se expondo muito mais, merecendo no mínimo, nossa compreensão. A democracia exige participação; sem esta, o resultado é fraco. Participação é a palavra chave da democracia. Infelizmente a herança histórica de tudo esperar dos dirigentes fomos desde muito cedo submissos comodamente ao fato tem castrado o verbo participar. Na verdade a maioria de nossos problemas é gerada, direta ou indiretamente, por cada um de nós, na esteira de ações e/ou omissões. Estou convencido de que é boa a maior parte das pessoas, mas elas são escandalosamente omissas. Omitimonos por comodismo, interesse, covardia ou por uma mescla de tais sentimentos. Um qualquer do povo, não se dá conta de que sua omissão, está convalidando um estado de coisas, com as quais, ele mesmo não está de acordo. A sociedade das pessoas continua se envenenando com a própria saliva. Esperar que os políticos ou qualquer governo, seja capaz de dar a volta por cima de toda a complexidade de problemas, resultantes direta ou indiretamente, de uma quase infinita gama de atitudes e comportamentos praticados no dia a dia de cada habitante desta terra, significa sonhar e fugir da realidade. Hospedamos em cada um de nós o germe da transferência de culpa. Se algo não vai bem, eu jamais tenho qualquer parcela de culpa. Há de ser o governo, os políticos, o poder econômico, etc., todos menos eu e por extensão nós (como se governo, políticos e poder econômico possuíssem expressão à margem de pessoas). O mal e o bem estão dentro de nós mesmos, que somos os agentes. Já disse alguém com muita propriedade: Pensando bem, o caminho que nós seguimos é o que nós merecemos. (Continua na próxima edição.) *Publicado no boletim Seguros RS n 289, de novembro/dezembro de 1985, reproduzido por sua atualidade. Miguel Junqueira Pereira Diretor Presidente do Sindicato das Seguradoras no RS Expediente Sindesergs - Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Capitalização, de Resseguros e de Previdência Complementar no Estado do Rio Grande do Sul Comitê Misto Rio-grandense, fundado em 1895 Avenida Otávio Rocha, 115, 7º andar, CEP: Porto Alegre Telefones: (51) Fax: (51) Home page: - Diretoria Executiva Diretor Presidente: Miguel Junqueira Pereira Diretor Vice-Presidente Substituto: Júlio César Rosa Diretor Vice-Presidente Secretário: Alberto Müller da Silva Diretores Vice-Presidentes: Luciano Vicente da Silveira, Sérgio Machado de Oliveira Diretores: César Luiz Salazar Saut, Claudir Couto, José Carlos Baistroch Tozzi, Conselho Fiscal: Presidente: Adriano de Oliveira Duarte, Rafael Seidl Alquati, Klaus Alexander Barretta Suplentes: Marcus Vinícius Sobrinho, Alfredo Carvalho Júnior, João Batista Fogaça, Delegados Representantes: Efetivos: Miguel Junqueira Pereira, Júlio César Rosa Suplentes: Alberto Müller da Silva, Luciano Vicente da Silveira, Sérgio Machado de Oliveira. EDIÇÃO: Rose Fonseca Scherer - jornalista (Reg. 6175) Fotos: Igor Pires Editoração: Cia Design Gráfico

3 SEGURANÇA Cel. Mendes critica situação de ferros-velho e fala do combate à violência no Estado POR ONDE ANDA José Figueiró 3 O Comandante da Brigada Militar foi o palestrante do almoço de outubro de 2008 O Comandante Geral da Brigada Militar, Cel. Paulo Roberto Mendes Rodrigues, foi o palestrante do encontro mensal do Sindicato das Seguradoras no RS, no dia 16 de outubro de Este foi o primeiro encontro do comandante Mendes com o setor de seguros, desde sua posse. Na ocasião ele apresentou números e um vídeo institucional da Brigada Militar, falando sobre as estratégias adotadas para a queda nos índices de furto e roubo de veículos no Estado. Segundo ele, a criminalidade hoje no país anda sobre rodas. Todas as ocorrências de delitos estão ligadas ao uso de veículo e por isso o alto índice de roubos de carros. A polícia centrou seu trabalho na abordagem constante de veículos nas cidades. Mendes informou que a média é de 87 veículos furtados ou roubados por dia no Estado e que a frota no RS é uma das maiores do Brasil. Citou como potencionalizadores de delitos o alto número de foragidos, além da circulação de drogas e armas. Os delinqüentes matam pela droga, salientou. Apesar do quadro, o Comandante da BM garante que hoje 65% dos veículos furtados e roubados são recuperados, fruto da estratégia de abordagem sistemática. Ele também criticou a situação dos ferros-velho que, em sua maioria, são irregulares e não há controle de estoques. Isso é uma vergonha. O Estado tinha que investir mais forte na regularização desses negócios, disparou. Para o comandante, o poder tem que ser exercido pelas autoridades, fazendo controle de limites. Ele concluiu informando que a ordem na polícia militar hoje é abordar, prender e apreender. O segurador José Figueiró começou no setor em 1970, na Cia. Internacional de Seguros, em Curitiba, Paraná. Logo despontou na empresa e em 1975 foi transferido para Porto Alegre, como gerente da sucursal. Dois anos depois foi para o Rio de Janeiro assumir o cargo de diretor adjunto da Companhia Internacional de Capitalização, empresa do mesmo grupo, onde permaneceu até Neste ano Figueiró voltou a Porto Alegre, só que na Cia. Paulista de Seguros. Depois passou pela Cia. de Seguros Cruzeiro do Sul S.A., pela Confiança Cia. de Seguros e pela MBM Cia. de Seguros, onde se aposentou em Atuou sempre em cargos diretivos, na área comercial, adquirindo grande experiência e conhecimento sobre seguros. Toda essa bagagem ele passou a diversas turmas de alunos, nos cursos para corretores que eram realizados no Sindicato das Seguradoras no RS, antes da chegada da Funenseg ao Estado. Ele também foi diretor do Sindicato das Seguradoras, de 1983 a Atualmente, aos 74 anos, José Figueiró mantém um escritório na avenida Getúlio Vargas, em Porto Alegre, onde oferece serviços de seguros de forma tranqüila e sem atropelos. Afinal, para essa extensa folha corrida, nada mais justo que um ritmo desacelerado.

4 4 LOGÍSTICA Professor Fábio Carbonari fala sobre Logística do Transporte O auditório da Escola Nacional de Seguros ficou lotado no último dia 27 de outubro para a palestra do professor de seguros Fábio Carbonari, sobre Logística do Transporte. De uma forma envolvente, o especialista destacou logo no início de sua apresentação a importância em conhecer a história do seguro para ganhar o segurado, mostrar a ele que conhece o negócio. O palestrante destacou que a logística veio para ajudar o mercado segurador. Transportar mercadorias garantindo a integridade da carga, no prazo combinado e a baixo custo exige o que se chama "logística de transporte". A movimentação dos produtos pode ser feita de vários modos: rodoviário, marítimo, ferroviário e aeroviário. A escolha depende do tipo de mercadoria a ser transportada, das características da carga, da pressa e, principalmente, dos custos. Em nosso país, o modo de transporte de carga mais utilizado é o rodoviário. Carbonari informou que a frota de caminhões no Brasil gira em torno de 9 milhões, sendo cerca de 3.2 milhões rodando diariamente nas estradas. Ele destacou os avanços tecnológicos desses veículos, contando com recursos de tecnologia de informação e monitoramento ultra modernos. Mas, segundo Carbonari, não existe nenhum tipo de treinamento para os motoristas rodoviários, traçando um paralelo com os pilotos de avião. Segundo ele, a Airbus produz em sua linha de montagem oito aviões por dia, em cinco continentes. O piloto, além Seguradoras indenizam vítimas do vendaval O Estado do Rio Grande do Sul foi atingido em setembro de 2008 por um forte vendaval, trazendo inúmeras conseqüências negativas para a comunidade, como pessoas desabrigadas, falta de energia elétrica e destelhamento de casas. Essas situações climáticas provocaram o aumento no volume de sinistro em todas as seguradoras, o que garante ao segurado a reconstituição de seu patrimônio. A Marítima Seguros S.A contabilizou nesse período 80 sinistros envolvendo o destelhamento de residências, o que representou um total de indenizações na ordem de R$ 360 mil. De acordo com o diretor da Marítima, Alberto Müller da Silva, a empresa levou cerca de 30 dias, em média, para efetuar os pagamentos das apólices aos segurados. Já a Mapfre Seguros S.A. registrou 153 sinistros no Estado, conforme informações de seu diretor Sérgio Machado de Oliveira. Para ele o mercado precisa melhorar seu gerenciamento e aproveitar as oportunidades de passar por um treinamento mínimo de 250 horas de vôo em simulador, percorre toda a linha de montagem da aeronave. Entregamos um caminhão com uma carga de R$ 5 milhões para um motorista despreparado e ainda se fala em diminuir a sinistralidade, alertou. Para Fábio Carbonari as seguradoras devem promover discussões internas sobre as oportunidades geradas com a logística, uma vez que, desde 2004, a partir de uma nova circular da Susep, as empresas estão livres para criar produtos, podendo melhorar o gerenciamento de sua carteira de transportes e aumentar as vendas. O jogo dentro do campo, se apresenta muito diferente do que parece nas arquibancadas. O diretor da Minas Brasil, Adriano Duarte, recepcionou seus convidados num coquetel de reinauguração

5 SEGURO DE PESSOAS Qual o valor do seguro de vida? 5 Constantemente nos deparamos com pessoas que super valorizam seus bens em detrimento a sua própria vida, não estamos afirmando que nosso patrimônio não é importante e sim fazendo um comparativo entre o grau de consciência da importância do seguro de bens versus o seguro de vida. Geralmente o consumidor sabe exatamente o capital segurado de seus bens, mas desconhece do seu seguro de vida, isto quando possui. E qual o valor de proteção quando o assunto é a sua vida? O ideal é o consumidor avaliar a sua realidade e o comportamento de sua família, pois alguns fatos acontecem: - Uma família leva de 24 a 36 meses para se adaptar a uma nova realidade, portanto, você deve multiplicar a sua renda atual x 36; - O custo de inventário chega a 30% do valor do seu patrimônio, portanto calcule este valor também; - Se há dependentes que estudam, uma boa dica é um plano de pensão, multiplique o valor da mensalidade escolar atual x nº de meses que restam para findar uma universidade, por exemplo; - Finalmente, revise suas dívidas e determine o valor para quitá-las. Somados, estes valores darão uma idéia de quanto é necessário para que sua família se reequilibre financeiramente. Outro ponto que não é avaliado são para aquelas pessoas previdentes, ou seja, possuem seguro de vida e também um plano previdenciário a fim de formar reserva para aposentadoria. Raramente é avaliado o valor do seguro versus a reserva já formada. Vamos supor que uma pessoa possua um capital segurado no seguro de vida de R$ ,00 e também possua um plano de acumulação (um PGBL, por exemplo), no caso de falecimento durante a formação de reserva, esta reserva é repassada aos beneficiários, então, de tempos em tempos é necessário avaliar o valor da reserva versus capital segurado, a medida que a reserva do PGBL aumenta o capital do seguro pode diminuir, no exemplo, de um seguro de vida cuja indenização monte em R$ ,00 quando a reserva do plano PGBL chegar a R$ ,00 ( Imposto de Renda de 27.5% sobre R$ ,00- valor líquido próximo de R$ ,00) o valor do seguro pode ser reduzido pela metade. Por Renato Feltes, integrante da Comissão de Seguro de Pessoas e Vida do Sindicato das Seguradoras no RS Minas Brasil e Tókio Marine mudam de endereço A sucursal da Minas Brasil em Porto Alegre está agora em novo endereço. As novas instalações são na Avenida Cristóvão Colombo, 2696 num ambiente com três pisos. O endereço foi escolhido para oferecer ao parceiros de negócios mais comodidade e conforto. Adriano Duarte, diretor da Minas Brasil em Porto Alegre, organizou um coquetel para marcar a reinauguração, que contou com as presenças de Celso Marine, presidente do Sincor-RS, Miguel Junqueira Pereira, diretor presidente do Sindicato das Seguradoras no RS, Roseli de Castro, presidente do Clube das Gurias, e Alberto Jr., presidente da Câmara dos Corretores de Seguros-RS, entre outros. A Tókio Marine Seguradora S.A. também está em novo endereço, atendendo desde o dia 29 de setembro de 2008 na avenida Protásio Alves, 3919, no bairro Petrópolis, em Porto Alegre. O telefone da Tókio Marine é (51) , fax (51)

6 6 PALESTRA Peculiaridades do Contrato de Seguro A economista carioca Fernanda Paes Leme Peyneau Rito, advogada e especialista na área de Previdência Social, esteve em Porto Alegre no dia 11 de setembro de 2008 para uma palestra sobre Peculiaridades do Contrato de Seguro. Fernanda destacou os aspectos relevantes na elaboração do contrato de seguro, peça fundamental na contratação do produto, que muitas vezes não é percebido pelo consumidor. A boa contratação de um seguro passa por uma leitura detalhada do contrato, onde estão estabelecidas as obrigações e os direitos do segurado e do segurador. O contrato de seguro envolve uma relação peculiar de consumo. O produto é adquirido na esperança de jamais ser utilizado. Por isso, é comum não se dar muita atenção a todos os itens que compõem o contrato, principalmente o que está e não está incluído na cobertura. Para ela, muitas dúvidas são geradas pelo hábito de não ler os documentos ou até pela dificuldade de compreender o texto. Fernanda garante que não há outra solução a não ser encarar o longo texto. Tem que ler tudo, afirma. Segundo a economista, em um contrato como o de seguro, definido como de adesão, as cláusulas são pré-dispostas e por isso a legislação confere uma proteção maior ao consumidor. Mas ainda assim o consumidor tem que ser leal com aquela seguradora. O segurado não pode achar que pode desleixar com determinados pontos, pois isso pode caracterizar uma má-fé e aí A economista Fernanda destacou a importância da leitura completa do texto ele vai perder, destaca. Ela lembra que a lealdade de ambas as partes precisa ser destacada. De acordo com Fernanda, vários artigos do Código Civil expressam a necessidade de atenção a boa-fé, não só da seguradora. Quando falamos de uma relação de seguro, sempre pensamos que o prestador de serviços é que deve tudo e o consumidor sempre é o pobrezinho, mas ele tem deveres também. Isso está bem especificado no novo Código, com dispositivos próprios, alerta. Para elas, as seguradoras devem prestar informações claras aos clientes, objetivas, que realmente expliquem. Fazer com que aquele que está contratando entenda as cláusulas para evitar problemas posteriores, diz. Basicamente, é ter lealdade em ambas as partes, com informações verdadeiras, não mascaradas, concluiu. Curtas Novos diretores O Sindicato das Seguradoras no RS está com seis novos diretores na composição da Diretoria Executiva. São eles Mauro da Silva Pinto, da Confiança Cia. de Seguros, Alberto Carlos Lohmann, da Bradesco Auto/RE Cia. de Seguros S.A., Guacir de Llano Bueno, da MBM Seguradora S.A., Rogério Schmalfuss, da Tókio Marine Seguradora S.A., Rodrigo Horta Albuquerque, da Unibanco Seguros & Previdência e Renato Feltes, da Mongeral Seguros e Previdência. Os novos diretores já estão integrados às comissões do Sindicato das Seguradoras, desenvolvendo planos e ações para o ano de Errata Por uma falha editorial, algumas informações que foram divulgadas na página 5 da edição n 389 do Seguros-RS estão incorretas. No texto da Gente Seguradora consta erroneamente que a empresa é a maior seguradora independente do mercado, com capital aberto. Na realidade, o diretor presidente Sérgio Wais disse que durante 12 anos ele administrou a Porto Seguro Cia de Seguros Gerais, que se tornou a maior seguradora independente do mercado. Em 1983 ele fundou a Gente Seguradora, uma companhia voltada a um atendimento regionalizado e personalizado. É uma organização atualizada com as novas tecnologias e métodos, oferecendo serviços de qualidade e economia de escala. A empresa, com sede em Porto Alegre, atua com foco no cliente, no ser humano e no cidadão. Campanha Solidária do Brinquedo 2008 Pelo segundo ano consecutivo, a Comissão de Responsabilidade Social do Sindicato das Seguradoras no RS realizou a Campanha Solidária do Brinquedo, com o tema Faça uma Criança Sorrir. A promoção arrecadou 600 brinquedos que foram doados na semana que antecedeu o dia 12 de outubro de 2008, Dia da Criança. Os presentes foram distribuídos a Instituição de Educação Infantil Maria de Nazaré, no bairro São Sebastião, a Associação Comunitária Jardim dos Coqueiros Creche Jerusalém, no Passo das Pedras, e a Casa da Sopa, localizada em Viamão, Região Metropolitana de Porto Alegre. Participaram da campanha as companhias ACE Seguradora, Bradesco Auto/RE Cia de Seguros, Generali do Brasil Cia. Nacional de Seguros, HDI Seguros, Liberty Seguros, Sabemi Seguradora e Unibanco Seguros e Previdência. Também contribuíram na ação o escritório Bing, Müller & Moreira BBM, o Clube das Gurias, e os profissionais do mercado Rubaiarte Amaro, Margareth Souza, Carine, Cátia Esteves, Fátima Bergamaschi e Terezinha Lamana. O Sindicato das Seguradoras no RS parabeniza e agracede a todos que se engajaram nessa campanha. Crianças da Creche Jerusalém receberam doações

7 ENCONTRO Seguradores conhecem propostas de quatro candidatos a prefeitura antes das eleições CVG-RS com nova diretoria 7 No dia 24 de setembro de 2008 foi homologada, por unanimidade, a nova composição da Diretoria Executiva do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul - CVG-RS para o biênio A nova Diretoria assumiu com o compromisso de manter a entidade forte e atuante no mercado gaúcho, com a realização de eventos, encontros técnicos, jornadas de trabalho e festividades. Nosso objetivo é buscar o aperfeiçoamento, a integração e o desenvolvimento do setor de seguros de pessoas e de benefícios no Rio Grande do Sul destaca o presidente Sérgio Rangel. Carlos Gomes, Fogaça, Marchezan e Onyx apresentaram seus planos no almoço de setembro de 2008 Os candidatos a prefeitura de Porto Alegre, José Fogaça, Onix Lorenzoni, Nelson Marchezan Jr e Carlos Gomes falaram durante a reunião almoço de setembro de 2008 aos executivos do setor, apresentando suas propostas. Cada candidato teve 10 minutos para falar sobre Segurança e Educação, mas todos preferiram expor suas idéias em linhas gerais, analisando e criticando os problemas da cidade. José Fogaça disse que assumiu a prefeitura deficitária, mas que a partir de 2005 conseguiu recuperar a capacidade de crédito, o que permitiu os recentes investimentos em obras e melhorias. Sobre segurança pública destacou que uma decisão do Tribunal de Justiça restringiu a atuação da Guarda Municipal, dirigindo-a a proteção de bens públicos e excluindo a atuação em ordem pública e proibindo o uso de armas. A declaração foi rebatida pelo candidato Onix Lorenzoni, que alegou não existir decisão judicial que proíba o patrulhamento preventivo. O deputado estadual Nelson Marchezan Jr. mostrou conhecimento dos problemas municipais, citando números e dados estatísticos principalmente na área da saúde, carro chefe de sua campanha. Para ele, as questões que envolvem a segurança passam por ações na saúde e educação, que devem ser trabalhadas juntas. "Os jovens infratores são geralmente filhos de mães solteiras, o que prova a falta de planejamento familiar". Já o candidato Carlos Gomes, destacou a importância de investimentos no Porto da Capital, atraindo o escoamento da produção de Santa Catarina e Paraná, com uma geração de empregos estimada em 60 mil postos de trabalho. Segundo ele, investimentos como esse são uma das formas de combater a violência urbana. Destacou ainda que existe uma dificuldade dos governos em gerar condições de trabalho para a comunidade e jovens que saem da idade escolar. A lei não tem palavras ociosas ou inúteis. Diretoria Executiva Presidente - Sergio Rangel Guimarães Vice-Presidente - Renato Feltes Diretoria Financeira - Fatima Bergamaschi Adjunto Financeiro - Rafael Seidl Alquati Diretor Secretário - Luiz Felipe Paradeda Diretoria de Seguros - Mari Ferandes Adjuntos de Seguros Cesar Saut, Eduardo Rocha da Rocha, Clodomiro Dorneles, Daniel Arena Diretoria de Planejamento e Comunicação - Eder Aguiar de Oliveira Adjuntos de Planejamento e Comunicação - Breno Kor, Luiz Osorio Silveira, Antonio Ruiz, Jane Manssur Diretoria Jurídica - Laura Agrifoglio Vianna Adjunto Jurídico - Carlos Josias Menna de Oliveira

8 8 Boa decisão ARTIGO *Sylvio Capanema de Souza A decisão do STJ que exonera a seguradora do pagamento de seguro de vida à viúva cujo marido morreu em acidente de carro quando dirigia embriagado é solidamente amparada em lei e atua como um seguro do seguro, preservando um sistema que interessa a todos. Afinal, dirigir embriagado é um agravamento tão intenso do risco segurado que o ato se aproxima de atitude quase dolosa de quem deseja causar um dano, retirando, portanto, do segurado o direito a indenização. Mutualismo e solidariedade são o alicerce em que se sustenta a técnica do seguro. Por esses princípios, pessoas submetidas aos mesmos riscos contribuem com pequena parcela de seu patrimônio para constituir um grande fundo, do qual se retirará o necessário para restaurar o patrimônio daquele que, escolhido pelo azar, venha a sofrer o sinistro. Conscientes de sua falibilidade, as pessoas procuram se proteger também contra as próprias condutas culposas, garantindo o ressarcimento daqueles a quem, por negligência, imprudência ou imperícia, tenham causado danos. Se o acidente de carro decorre de culpa do segurado, por ele confessada, ainda assim a seguradora terá que pagar os danos sofridos por ele e pelo terceiro, que foi vítima de sua conduta. Há situações, entretanto, em que a culpa do autor do dano é de tal maneira grave que se torna irmã siamesa do dolo, com ele se confundindo. É o que a doutrina penal chama de dolo eventual ou culpa consciente. Daí a razão de estabelecer o artigo 768 do Código Civil que o segurado perderá o direito à garantia se agravar intencionalmente o risco objeto do contrato. A boa-fé objetiva, que hoje inspira toda a teoria dos contratos, não toleraria que se pagasse a indenização, por exemplo, àquele que ateou fogo ao prédio que havia segurado contra incêndio. Se assim admitisse, o seguro convertese-ia em meio infalível de enriquecimento ilícito, com flagrante e injusto prejuízo aos demais participantes do fundo constituído pelos prêmios pagos pelos segurados. Como administradora do fundo do seguro, a seguradora tem o dever legal de recusar o pagamento de indenizações que não se refiram a riscos expressamente cobertos, ou de danos que decorram de atos dolosos do próprio segurado, ou com deliberado agravamento do risco declarado. Sem rigoroso controle dos sinistros que devam ser indenizados, a conseqüência inevitável e perigosa é a redução das reservas do fundo, que pode chegar a falta de recursos para cobrir indenizações devidas aos participantes. Outra conseqüência igualmente nociva é que o pagamento indiscriminado de indenizações provocará o aumento do valor dos prêmios, em razão dos reflexos nos cálculos atuariais, impossibilitando que todos tenham acesso aos sistema. No momento em que a sociedade assiste, perplexa e assustada, ao recrudescimento dos acidentes de trânsito, que ceifa mais vidas que muitas guerras, e quase sempre jovens e inocentes, com incalculável custo social e sofrimento, a lúcida decisão do STJ merece ser duplamente aplaudida. Além de sua densidade social, há de provocar um salutar reflexo no mercado segurador, fortalecendo o sistema e purificando-o eticamente. Daí a sua interpretação como uma espécie de seguro do próprio contrato de seguro, para evitar ruinosas distorções, decorrentes da indevida conduta de alguns dos segurados. *Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (Texto publicado no jornal O Globo Opinião - 06/10/08) Sindicato das Seguradoras no Rio Grande do Sul Av. Otávio Rocha, 115/7º Andar Porto Alegre - RS

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