Jogar pelo seguro? Ambiente. Responsabilidade Ambiental. TÉCNICA Filtros de partículas diesel Controlo de emissões

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1 94 setembro 2013 ANO IX 3 euros PUB Jornal independente da manutenção e reparação de veículos ligeiros e pesados Ambiente Responsabilidade Ambiental Jogar pelo seguro? A legislação sobre Responsabilidade Ambiental obriga as oficinas a constituírem, pelo menos, uma garantia financeira: apólices de seguro; garantias bancárias; fundos ambientais ou fundos próprios. Sendo este um tema sensível e complexo, o JORNAL DAS OFICINAS contactou várias entidades e especialista para saber quais as obrigações das oficinas e as vantagens de subscreverem uma apólice de seguro. Será melhor, mesmo, jogar pelo seguro? Uma coisa é certa: mais vale prevenir, para não ter de se remediar... Pág. 6 TÉCNICA Filtros de partículas diesel Controlo de emissões s filtros partículas Oprovidenciam gases de escape limpos e encontram-se atualmente instalados na maioria dos veículos diesel novos. Saiba como são constituídos e o modo de funcionamento. Pág. 70 PUB ELÉTRICOS E HÍBRIDOS Muita (A)Tensão! A segurança nas oficinas e nas operações de transporte em caso de acidente merece no caso de veículos eléctricos/híbridos alguns cuidados específicos. Recomenda-se por isso que os mecânicos tenham formação específica sobre este veículos. Pág. 84

2 02 EDITORIAL Baralhar e dar cartas Quer gostemos da ideia ou não, o processo de redefinição do pós- -venda automóvel já está em marcha e não vai parar, porque as oficinas do século 20 fecharam um ciclo e as oficinas do século 21 estão a iniciar o seu próprio ciclo. Não é apenas a profunda mudança da tecnologia automóvel, mas também a modificação do conceito de mobilidade, a redefinição da organização e gestão das empresas, assim como os novos padrões de sustentabilidade ambiental. A resposta para a atual fase de transição que o setor da reparação automóvel está a viver são os novos conceitos de oficinas em rede. Essa solução permite que o pós-venda passe a ser constituído por dois elos fortes e complementares (indústria e pós-venda) que beneficiam os negócios recíprocos e perspectivam o futuro imediato. Mas tal como na vida individual das pessoas, no mundo dos negócios não existem casamentos brancos ou nem sequer cinzentos, porque uniões fictícias não funcionam, nem geram descendência, limitando-se a resolver questões que nada têm que ver com o casamento. As pessoas têm que acreditar no parceiro ou parceira, têm que ter um projeto comum no qual se empenhem e têm que desejar e tudo fazer para se ajudarem mutuamente. Isto é válido do mesmo modo entre pessoas e entre empresas. Para que as grandes marcas do mercado se consigam vir a casar com os parceiros do sector de reparação e retalho, terá que haver de certo modo um período de namoro, através do qual os participantes descobrem afinidades, estabelecem afectos e finalmente começam a pensar em projetos de vida a dois. No decorrer desse processo há tanto de consciente e intencional, como de fortuito e gratuito, podendo ser comparado o resultado a uma ação de baralhar, partir e dar cartas, depois de terminado um jogo, para que outro jogo possa começar. De preferência, um jogo em que todos possam sair vitoriosos! setembro 2013 JORNAL DAS OFICINAS 02 MERCADO A mola real O empresário da reparação automóvel deve recorrer a um parceiro de negócio da área financeira, do mesmo modo que recorre a um técnico de contas ou a um consultor jurídico, para garantir o bom funcionamento do negócio N unca a questão do financiamento das oficinas de reparação automóvel esteve tanto em evidência. O papel crítico das novas tecnologias, tanto no plano da gestão e comunicação, como em termos de ferramentas técnicas, da contratação de pessoal qualificado, da certificação de qualidade, como ainda do importante sector da imagem de marca e ações de marketing, faz do investimento a pedra angular de qualquer projeto, porque se trata de ativos que não apresentam retorno imediato total, mas antes diferido no tempo. Como nenhum empresário é necessariamente um capitalista, nem os capitalistas são necessariamente empresários, embora ambos sejam indispensáveis em qualquer projeto ou iniciativa empresarial, a questão da parceria financeira mais acertada e conveniente é neste momento um ponto estratégico fundamental, ainda mais com as restrições de crédito e a Parcerias financeiras falta de liquidez que afecta a banca, devido ao engrossar do volume do crédito mal parado. A necessidade de financiamento é real para as novas empresas, para as oficinas que se queiram requalificar e até para as que pretendam aderir a um conceito de negócio em rede. Neste último caso, as entidades promotoras da rede podem oferecer ou não diversas linhas de financiamento, mas isso pode não incluir todos os aspectos vitais do negócio. Portanto, um parceiro de negócio é sempre um apoio estratégico fundamental. Além de proporcionar os meios financeiros em condições competitivas, esse parceiro de negócio deve proporcionar assessoria na área financeira e de gestão da empresa, principalmente no que respeita à rentabilidade e ao cumprimento de objectivos. Um bom assessor financeiro pode ajudar a transformar os sonhos em realidade, sem deixar que a oficina tire os pés do chão. Logicamente, tem que ser um pessoa muito competente na sua área e com princípios éticos acima de qualquer suspeita. Isso implicará provavelmente uma remuneração horária ou ao serviço compatível, além da taxa de juro normal sobre os empréstimos, caso seja o próprio a adiantar o dinheiro necessário ao projeto. Há casos em que o parceiro financeiro pode ser um sócio ou acionista da empresa, mas um elemento externo não significa menos empenho no desenvolvimento do negócio e menos competência profissional. Deve ser um pessoa também com bastante experiência do enquadramento legal e das políticas fiscais em curso. Em certas ocasiões, podemos encontrar técnicos de contas e empresas de contabilidade oficial que prestam igualmente serviços na área financeira. Tudo depende das condições de cada um e do grau de idoneidade e de confiança que possa inspirar. João Vieira APCOMUNICAÇÃo O SEU PARCEIRO DE NEGÓCIO DIRETOR: João Vieira - Redação: Bruno Castanheira - / Jorge Flores - Diretor Comercial: Mário Carmo - Arte e Multimédia: António Valente Serviços administrativos e contabilidade: Periodicidade: Mensal Assinaturas: COPYRIGHT: Nos termos legais em vigor é totalmente interdita a utilização ou a reprodução desta publicação, no seu todo ou em parte, sem a autorização prévia e por escrito do JORNAL DAS OFICINAS IMPRESSÃO: FIG, Indústrias Gráficas, SA Rua Adriano Lucas Coimbra Telef.: N.º de Registo no ERC: Depósito Legal nº: /03 TIRAGEM: exemplares AP COMUNICAÇÃO - PROPRIEDADE: João Vieira Publicações, Unipessoal, Lda. SEDE: Bela Vista Office, Sala Estrada de Paço de Arcos, 66-66A Cacém - Portugal Tel.: /4 - Fax: GPS: 38º N - 9º W.es Parceiro em Espanha

3 JORNAL DAS OFICINAS setembro Factos Pode demorar algum tempo a encontrar o parceiro financeiro ideal, mas vale a pena escolher criteriosamente e esperar o tempo que for preciso para isso. Uma boa parceria financeira é neste momento um ponto estratégico fundamental, ainda mais com as restrições de crédito e a falta de liquidez que afecta inclusivamente banca. Um bom assessor financeiro pode ajudar a transformar os sonhos em realidade, sem deixar que a oficina tire os pés do chão. Os parceiros de negócio com aptidões financeiras vêm todos os aspetos da atividade sob o prisma da rentabilidade e são orientados para objectivos concretos. O parceiro financeiro preocupa-se em manter a oficina totalmente operacional e com possibilidades de facturar o mais possível, dentro das possibilidades do mercado. Se o meu parceiro de negócio da área financeira é um investidor nato, que ganha dinheiro com todos os investimentos e negócios que faz, isso para mim é uma garantia de que também irei ter uma parte desse sucesso na minha empresa. PUB OBJETIVOS EM MENTE Ao contrário dos reparadores, que muitas vezes ficam satisfeitos com o emprego, isto é, com o facto de abrirem a porta da oficina e terem alguma coisa que fazer para estarem entretidos, os parceiros de negócio com aptidões financeiras vêm todos os aspetos da atividade sob o prisma da rentabilidade e são orientados para objectivos concretos. Quanto têm um investimento realizado, fazem todos os possíveis por amortizá-lo rapidamente e com o retorno previsto, para voltarem a investir e assim fazerem o novelo de lã volumoso com que um dia se hão-de agasalhar. Antes disso, fazem os possíveis por criar um fundo de maneio ou capital de rotação rápida, com o qual resolvem os problemas de liquidez da oficina e mantêm as contas dentro de um saudável prisma financeiro. De certo modo, está também a ensinar o empresário da oficina a fazer as suas poupanças, porque um dia terá que se reformar e tem que contar com algum dinheiro para isso. Ao contrário do reparador, que é capaz de ir à caixa buscar umas notas para fazer as compras ou para ir ao futebol e beber uma cerveja, o parceiro das finanças tem uma conta à ordem com um ordenado para cada um dos sócios e o dinheiro da caixa vai milimetricamente para o banco. Obviamente, um vale ocasional (para descontar no fim do mês ) poderá ser concedido a título excepcional, mas a regra é canalizar os meios financeiros para os seus destinos prioritários e finalmente ver o que fica para gastar ou para guardar. O bom gestor financeiro sabe que existem picos de atividade e pontos baixos, sendo necessário compensá-los financeiramente. Se eu gasto dinheiro num pico de atividade sem critério, quando chegar a um ponto baixo, posso já não ter dinheiro para ir comprar as peças. Na realidade, o parceiro financeiro preocupa-se em manter a oficina totalmente operacional e com possibilidades de facturar o mais possível, dentro das possibilidades do mercado. Ter muitos carros a entrar na oficina e clientes satisfeitos é um meio para ganhar algum dinheiro e não um fim em si. Se eu trabalhar muito e tiver muitos clientes, mas não pagar o que devo e não ficar com algum dinheiro, andei a trabalhar para o boneco. Essa é uma das grandes vantagens de ter um parceiro da área financeira, porque ele nunca deixaria que o negócio chegasse a um ponto desses. Para ele, o dinheiro é sempre sagrado e tem um dono a quem tem que ser entregue no momento certo. Essa visão é que falta muitas vezes aos empresários de reparação, que se deixam levar em muitos momentos por aquilo que realmente gostam de fazer: mexer nos carros! INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO Se eu estou a investir em equipamentos novos, a contratar técnicos que ganham mais (maior encargo fixo para a empresa) e a efetuar ações de marketing que me custam dinheiro, é para ter algum lucro e endireitar a minha vida! Se chegar ao fim do mês ou ao fim do ano e fizer as contas à taxa de rentabilidade, geralmente tenho entre 5 e 6% de lucro, o que é pouco. Isso paga-me um ordenado medíocre, mas não permite renovar o capital, que me há-de permitir investir novamente e manter o negócio na linha da frente da competitividade. Para ultrapassar este limiar sem perspectivas e provavelmente sem futuro, tenho que ter um plano financeiro e um plano de gestão para a minha oficina. Na maior parte dos casos, é provável que o empresário da reparação automóvel não tenha vocação, nem conhecimentos específicos para isso, devendo recorrer a um parceiro de negócio da área financeira, que garanta o bom funcionamento do negócio. Também é importante recorrer a pessoas que tenham sucesso na sua atividade. Se o meu parceiro de negócio da área financeira é um investidor nato, que ganha dinheiro com todos os investimentos e negócios que faz, isso para mim é uma garantia de que também irei ter uma parte desse sucesso na minha empresa. Para ficar como estava, obviamente não preciso de ninguém! Mas, também devo evitar ser avarento, ao ponto de não querer repartir os lucros com aqueles que me podem ajudar a ganhar a vida e a ter uma visão mais compensadora do negócio. Pode demorar algum tempo a encontrar o parceiro financeiro ideal, mas vale a pena escolher criteriosamente e esperar o tempo que for preciso para isso.

4 REDUÇÃO setembro 2013 JORNAL DAS OFICINAS 04 DE CUSTOS CAMPANHA 2013 NAS OFICINAS IX Capítulo Otimização dos Recursos Humanos CAMPANHA REDUÇÃO DE Nivelar por S e é verdade que em alguns casos esta consequência é inevitável, também é verdade, que em muitos outros dispensar um ativo importante da estrutura pode ser o princípio do fim. O negócio da reparação automóvel continua a ser um negócio de serviços técnicos e as pessoas continuam a fazer toda a diferença no ramo dos Serviços. As pessoas técnicas e as pessoas do atendimento, qualquer uma delas, têm uma posição de relevo no negócio oficinal. Há clientes que optam pela Oficina A porque são muito competentes tecnicamente, por outro lado, há clientes que preferem a Oficina B porque a(s) pessoa(s) do atendimento criaram uma relação de empatia e eficiência com eles. O anterior demonstra algo que é muitas vezes escamoteado no negócio oficinal. Diz-se: Quem não vende Mão- -De-Obra é um improdutivo ora, se conceptualmente até pode ser correta esta afirmação, a verdade é que: quem atende bem um cliente está a fazer um trabalho de VENDA e de FIDELI- ZAÇÃO desse cliente, o que nos dias de hoje é bem mais importante que reparar carros Mas o nosso tema hoje é redução de custos, e não as vendas, e a melhor forma de reduzir o custo de um ativo como os recursos humanos é fazer com que esse ativo produza mais e melhor, e este papel tem de ser encarado pelos gestores como determinante nas suas operações. Dito de outra forma, o gestor tem de conseguir que o seu pessoal produza Mais e Melhor. Nos manuais de gestão de RH existem várias opiniões, fórmulas, soluções, para que isso aconteça. No entanto, pela sua simplicidade, escolhemos 6 Pontos que nos parecem ser muito relevantes na Atitude de um Colaborador para com a sua entidade empregadora (Fig 1): Formação Informação Remuneração Reconhecimento Envolvimento Participação Opinião validada Os pontos anteriores, para além de influenciarem o desenvolvimento das capacidades técnicas de cada um, envolvem o colaborador nas decisões da empresa e potenciam a motivação. Tratar todos de igual forma é um argumento, por vezes defendido por alguns gestores, para não ferir suscetibilidades e aumentar o espírito de equipa. No entanto, salvo raríssimas exceções, esta opção de gestão fomenta tão-somente o imobilismo, inércia e até mesmo o individualismo. Numa equipa há sempre quem se esforce mais que outros e quem se esforça, se não lhe for reconhecido tal esforço, ao fim de algum tempo desiste e passa a fazer tanto como os outros que não se esforçavam. Quem perde é a organização que passa a nivelar por baixo. Todos estamos cientes que os resultados são muito importantes para qualquer negócio, e estes deverão ser medidos de forma regular, a fim de se definirem medidas corretivas em caso de necessidade. Se o ativo Recursos Humanos tem um papel importantíssimo nos resultados, é também necessário medir o esforço de cada colaborador para atingir os resultados. Ou seja, se medirmos e premiarmos apenas os resultados de um colaborador, sem termos em conta o esforço deste, comparado com outros, podemos estar a ser induzidos em erro e a cometer uma injustiça na atribuição do prémio e/ou do reconhecimento. Um dos 6 Pontos apresentados anteriormente é a Informação e este ponto é muitas vezes desvalorizado ou tratado como confidencial. A informação relativa à empresa no que diz respeito à sua saúde económica e financeira é importante ser partilhada com os colaboradores. A Informação relativa ao futuro da empresa e a visão que o empresário tem relativamente ao setor é também um enorme influenciador na atitude dos colaboradores. A Informação passa também muitas vezes por apresentar aos colaboradores os Indicadores Quantitativos da empresa, mas será importante também apresentar Indicadores Qualitativos. Exemplo desta diferença de Indicadores é o Técnico dos Caldinhos. Um técnico que faça muitas revisões tem normalmente rácios de rentabilidade elevados, enquanto o técnico que diagnostica avarias, tem rácios de rentabilidade mais baixos. Se olharmos só ao indicador rentabilidade, o Técnico dos Diagnósticos deveria ser banido da organização mas o trabalho deste, sendo de um grau de exigência técnica mais elevado e por isso normalmente mais oneroso, é também necessário para a credibilidade técnica da empresa. Mesmo os conceitos originais de Fast Fit (Serviços Rápidos) são hoje obrigados a serviços mais complexos do ponto de vista técnico, evitando ao máximo terem de informar o seu cliente, que não efetuam o Serviço X ou Z. Para otimizar o ativo recursos humanos é necessário melhorar os processos de gestão dos mesmos. Neste processo, identificamos 6 fases que devem ser tomadas em conta pelos gestores que queiram efetivamente melhorar a eficiência dos seus colaboradores. As 6 fases do Processo de Gestão de RH (Quadro I): 1º Recrutamento das Pessoas 2º Tarefas das Pessoas 3º Recompensar as Pessoas 4º Desenvolver Pessoas 5º Manter Pessoas 6º Monitorizar Pessoas

5 JORNAL DAS OFICINAS setembro CUSTOS NAS OFICINAS cima Normalmente, quando falamos em simultâneo de redução ao nível dos custos e dos recursos humanos, a conclusão imediata é, muitas vezes, redução de pessoal Por: Dário Afonso Patrocinadores Dos pontos anteriores, gostávamos de reforçar a importância de 2 deles na medida em que normalmente são os menos trabalhados pelos gestores. A saber: - Tarefas das Pessoas Definir claramente as tarefas e os objetivos das pessoas (assim como o seu grau de autonomia) é muito importante para que as pessoas saibam o que a empresa espera delas. - Manter as Pessoas Um dos maiores argumentos para não investir na formação das pessoas é que, após a formação, o colaborador poderá trabalhar em outras empresas, havendo um notório upgrade dos seus conhecimentos, tornando-se uma mais-valia para a própria empresa, mas também, para a concorrência. É necessário desenvolver uma política, ou uma estratégia, de manutenção dos ativos na empresa. Ao contrário de algumas opiniões, em que aos colaboradores só lhes interessa a remuneração e nada mais e, que a sua manutenção só depende da questão financeira, a verdade experimental (a prática corrente), diz-nos que se a remuneração é importante, não será seguramente exclusiva e, muito menos, o mais importante. Quando um colaborador não se sente bem com o que faz, ou não se identifica com a empresa, ou com a equipa de trabalho, muitas vezes está disposto a trocar por igual remuneração ou até mesmo no limite, por menor. Um dos maiores desafios que os gestores enfrentarão nos próximos tempos é a necessidade de Mudança. Se por vezes a dificuldade da Mudança começa pelo próprio gestor, ela torna-se mais difícil ainda, ou quase impossível, se os colaboradores de uma empresa não estiverem preparados para a mudança. Mudar não é uma opção mas sim uma necessidade de sobrevivência. Para aqueles que não gostam de ler, mas que gostam de saber mais sobre a gestão da mudança, sugiro um livrinho que não é novo mas que mantém a atualidade. O livro tem o nome O nosso iceberg está a derreter do autor John Kotter (editora: Ideias de Ler) e lê-se em modo de divertimento num par de horas. No final da leitura, duvido que não identifique algumas das personagens (que são pinguins) com algumas das personagens do seu quotidiano. Todos nós como consumidores mudamos a nossa forma de Comprar nos últimos anos. Se quem vende, continua a vender da forma que o fazia há 10 anos atrás só pode estar errado. Certo? Fig. 1 - Numa equipa há sempre quem se esforce mais que outros e quem se esforça, se não lhe for reconhecido tal esforço, ao fim de algum tempo desiste e passa a fazer tanto como os outros que não se esforçavam. Quadro I - Como melhorar a eficiência dos Recursos Humanos. Neste quadro identificamos 6 fases que devem ser tomadas em conta pelos gestores que queiram melhorar a eficiência dos seus colaboradores

6 setembro 2013 JORNAL DAS OFICINAS 06 AMBIENTE Responsabilidade ambiental Jogar pelo seguro? A legislação sobre responsabilidade ambiental obriga as oficinas a constituírem, pelo menos, uma garantia financeira: apólices de seguro; garantias bancárias; fundos ambientais; fundos próprios. Será melhor, mesmo, jogar pelo seguro? Uma coisa é certa: mais vale prevenir. Para não ter de se remediar Por: Bruno Castanheira A lei não obriga as oficinas a terem um seguro de responsabilidade ambiental. O que a lei as obriga a fazer é a constituir, pelo menos, uma garantia financeira que lhes permita assumir responsabilidade em caso de danos ambientais. E essas garantias podem ser constituídas, como mais adiante mencionaremos, através, também, da obtenção de garantias bancárias, da participação em fundos ambientais ou da constituição de fundos próprios. A vantagem de se subscrever uma apólice de seguro (no mercado existem seguradoras, como, por exemplo, a AIG, que são especialistas nesta área), reside precisamente na transferência quer do risco quer do prémio para a seguradora. Na AIG, que dispõe das apólices mais abrangentes do mercado neste domínio (EnviroPro), o capital subscrito prevê um mínimo de para danos ambientais, estando incluídas, entre outras, as coberturas de danos corporais e materiais a terceiros, custos de limpeza do próprio local de risco e de terceiros, custos de reposição e custos decorrentes da atividade de transporte. Contudo, as oficinas que optarem por efetuar uma apólice de seguro têm de ter consciência que os danos ambientais não estão quantificados na lei. Como tal, qual o capital que devem subscrever? Em cima da mesa estão planos para adaptar melhor os seguros de responsabilidade ambiental à dimensão das oficinas. Seja através de apólices individuais mais acessíveis, seja através de apólices feitas em grupo. Por exemplo, para de capital subscrito, pegando no exemplo comum à maior parte dos operadores, o prémio anual total ronda os E face ao elevado número de inspeções que têm sido efetuadas, a verdade é que este tipo de seguros registou um aumento desde Sobre este tema, o JORNAL DAS OFI- CINAS falou com João Patrício, do Gabinete Técnico da ANECRA (Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel), para saber qual a sua opinião. Começou por dizer- -nos que a responsabilidade ambiental surge pelo Decreto-Lei n. 147/2008, que passou a produzir efeitos a partir de 1 de Janeiro de Este decreto-lei, tanto quanto sei, nunca foi muito fiscalizado, o que não quer dizer que não passe a ser de um momento para o outro. E porquê? Porque este é um decreto-lei que está coxo, uma vez que prevê a publicação de uma série de portarias que acabaram por nunca aparecer. Define uma responsabilidade ambiental, mas não define como se quantificam os danos ambientais causados pelos operadores. Qual o valor atribuído, por exemplo, ao derrame de um litro de óleo num curso de água? Não sendo possível quantificar os danos nem sendo possível repor o estado ambiental inicial, estamos num beco sem saída.

7 JORNAL DAS OFICINAS setembro LEGISLAÇÃO DESAJUSTADA Questionado sobre os seguros que existem nesta área, João Patrício revelou- -nos que aparecem propostas de seguros para dar resposta a esta questão da responsabilidade ambiental, mas os operadores não sabem que capital contratar. Os primeiros seguros que apareceram foram em 2009/2010 e apresentaram aos nossos associados prémios de 3000 por ano. Porquê este valor se se desconhecia na altura, como hoje, o que cobria realmente o seguro, uma vez que os danos ambientais não estavam, como não estão agora, quantificados na lei? Alguns associados nossos abriram uma conta bancária com, por exemplo, 500 e chamaram-lhe responsabilidade ambiental. Se estão a cumprir? Como a lei exige que se faça uma garantia financeira, sendo esta uma delas, e como os danos ambientais não estão quantificados, se estes associados forem alvo de inspeção para saber se têm a garantia financeira, é óbvio que eles a têm. Se ela resolve o problema? Enquanto não tivermos a quantificação dos danos ambientais, não saberemos se esses 500 chegam para cobrir os danos causados. Quase a terminar, João Patrício deu-nos conta de quão desajustada está esta legislação para as oficinas: No setor automóvel temos um problema gravíssimo. Como muitas das nossas oficinas são estruturas pequenas, até cinco pessoas, quando falamos de obrigações ambientais, elas caem no saco das grandes indústrias. Esta legislação não está, claramente, vocacionada para as oficinas, mas sim para as centrais energéticas, por exemplo. O Manifesto da ANECRA vai no sentido de solicitar uma redução das coimas ambientais, adaptando-as à realidade das nossas empresas. Muitos dos nossos associados, se forem multados em por terem deixado uma bateria usada no chão, situações que já têm acontecido, fecham a porta no dia a seguir. O cumprimento das exigências ambientais é caro. Para se estar legal, é preciso gastar-se uma fortuna. Confrontado com a pergunta Qual foi a última grande mudança em termos de regras ambientais?, este responsável da ANECRA foi perentório: Foi ao nível da certificação dos técnicos de ar condicionado. Ocorreu no ano passado. Quem trabalhar com esses equipamentos tem de ter um curso que está acreditado pela Agência Portuguesa do Ambiente e quem tem uma duração mínima é de 13,5 horas. Este curso não ensina a trabalhar com ar condicionado quem ainda não saiba. Serve para sensibilizar os profissionais dessa área para os problemas Os resíduos produzidos pelas oficinas de reparação automóvel devem ser sempre colocados em recipientes próprios PUB

8 setembro 2013 JORNAL DAS OFICINAS 08 ambientais causados pelos gases refrigerantes. No final, é emitido um certificado e o técnico está legalmente apto a trabalhar com esse equipamento. DIRETIVA EUROPEIA O Decreto-Lei n. 147/2008, de 29 de Julho, transpôs para o direito português a Diretiva 35/2004/CE, de 21 de Abril, do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia, relativa à responsabilidade ambiental para a prevenção e reparação de danos ambientais. Esta Diretiva estabelece um regime de responsabilidade ambiental, comum aos restantes estados-membros, que assenta em vários princípios. Prevenir e só depois reparar o dano ambiental, é um deles. Outro, é o do poluidor-pagador, em que o operador que causar danos ambientais ou que representar ameaça iminente para esses danos, deve suportar as despesas inerentes às medidas de prevenção ou reparação necessárias. Matéria onde o Decreto-Lei n. 147/2008 é particularmente incisivo é na criação de responsabilidades: solidária (no caso de vários responsáveis e, quando o causador do dano for uma pessoa coletiva, as obrigações incidem, solidariamente, sobre os respetivos administradores, gerentes e diretores); objetiva (sem culpa) para operadores de certas atividades consideradas como mais suscetíveis de provocar danos ambientais; subjetiva (baseada na culpa) para outras atividades. Quando houver ameaça iminente para o meio ambiente, no que às responsabilidades diz respeito, quer objetiva quer subjetiva, exige-se que o operador tome medidas. Não há limites de valor para essas despesas. Serão as que forem consideradas necessárias, quer para prevenir, quer para (tentar) repor o ambiente no seu estado inicial. O conceito de dano ambiental abrange os danos causados às espécies e habitats naturais protegidos, os danos causados à água e os danos causados ao solo. A par da responsabilidade civil e da criação de responsabilidade administrativa pela prevenção e reparação dos danos ambientais, a lei é implementada através de poderes conferidos a entidades administrativas. No nosso país, a autoridade competente prevista na lei é a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que é responsável pela aplicação do regime e é quem deve ser notificada de imediato pelo operador em caso de dano ou ameaça de dano. É a APA quem pode, também, exigir ao operador uma série de comportamentos preventivos ou reparadores. GARANTIAS FINANCEIRAS Embora nunca mencione diretamente oficinas de reparação e/ou manutenção automóvel, o Decreto-Lei n. 147/2008, no Anexo III (a que se refere o artigo 7. ), define uma série de substâncias perigosas, publicadas, na íntegra, no Decreto- -Lei n. 98/2010, de 11 de Agosto, que muitos operadores, como as oficinas, produzem diariamente. Se não todas as substâncias, pelo menos a maior parte: «Explosivas»; «Comburentes»; «Extremamente inflamáveis»; «Facilmente inflamáveis»; «Inflamáveis»; «Muito tóxicas»; «Tóxicas»; «Nocivas»; «Corrosivas»; «Irritantes»; «Sensibilizantes»; «Cancerígenas»; «Mutagénicas»; «Tóxicas para a reprodução»; «Perigosas para o ambiente». Importa salientar que, nestes casos, a legislação não indica quantidades mínimas armazenadas. Questão igualmente fulcral é a das garantias financeiras, uma obrigatoriedade que se tornou efetiva a 1 de Janeiro de Os operadores sujeitos a responsabilidade objetiva, que exerçam atividades ocupacionais enumeradas no supracitado Anexo III, têm de constituir uma ou mais garantias financeiras próprias e autónomas, alternativas ou complementares entre si, que lhes permita assumir a responsabilidade ambiental inerente à atividade desenvolvida. As garantias financeiras podem constituir- -se através da subscrição de apólices de seguro, da obtenção de garantias bancárias, da participação em fundos ambientais ou da constituição de fundos próprios reservados para o efeito. Estas garantias obedecem ao princípio da exclusividade, não podendo ser desviadas para outro fim nem objeto de qualquer oneração, total ou parcial, originária ou superveniente. Apesar de o Decreto-Lei n. 147/2008 prever a fixação de limites mínimos para SIRAPA é obrigatório Registo eletrónico de resíduos As oficinas de reparação e/ou manutenção automóvel têm a obrigatoriedade de manter atualizados todos os registos relativos ao tipo e quantidade de resíduos produzidos, bem como os armazenados, transportados, tratados, valorizados ou eliminados. Este registo eletrónico online, que é feito anualmente, é mais conhecido por SIRAPA (Sistema Integrado de Registo da Agência Portuguesa do Ambiente), sendo da tutela da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Surge no DL n. 147/2008 como SIRER (Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos, quando começou no Instituto dos Resíduos e na Imprensa Nacional Casa da Moeda) e, hoje, assenta numa nova plataforma de licenciamento a constituição das garantias financeiras obrigatórias, mediante portaria a aprovar pelos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças, do ambiente e da economia, a verdade é que essas portarias nunca foram publicadas. Significa isto, portanto, que não está definido na lei o montante necessário para a constituição de uma garantia financeira. O que está escrito, preto no branco, é a coima aplicável pela não constituição dessa garantia, sendo, neste caso, considerada como uma contra-ordenação ambiental muito grave: de a 2,5 milhões. Complementarmente, podem ser aplicadas outras sanções: encerramento da oficina; suspensão ou cassação da licença. Quem fiscaliza se existe má gestão de resíduos, se a entrega do SIRAPA (Sistema Integrado de Registo da Agência Portuguesa do Ambiente) foi efetuada e se está constituída a garantia financeira, é a Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT). As autoridades policiais (SEPNA da GNR; BriPA da PSP) prestam toda a colaboração necessária aos serviços de fiscalização, que podem ser feitos, também, pela ASAE e até mesmo pelas Câmaras Municipais (esta última na parte das águas residuais). online, designada SILiAmb, cuja função é apenas receber os formulários. Através do SIRAPA, as oficinas devem indicar a origem dos resíduos, o destino e a identificação da operação efetuada. Em caso de fiscalização, quem não tiver feito este registo, sendo, neste caso, considerada como uma contra-ordenação ambiental grave, está sujeito ao pagamento de uma coima: 2000 se for Pessoa Singular; no caso de Pessoa Coletiva (por neglicência); 4000 se for Pessoa Singular; no caso de Pessoa Coletiva (por dolo). Através deste controlo estatístico, é possível verificar a legalidade e a conformidade dos fluxos de peças e produtos com impactos danosos para o ambiente, permitindo, assim, tomar medidas e definir políticas, para corrigir ou melhorar o desempenho das estruturas que estão no terreno. No entanto, para se obterem dados estatísticos e para se proceder ao seu correto processamento, é indispensável que os operadores do mercado implicados, ou, de alguma forma, envolvidos nesses fluxos de resíduos, declarem formalmente as quantidades processadas, através dos meios legalmente previstos.

9 JORNAL DAS OFICINAS setembro Principais resíduos produzidos Oficinas devem encaminhá-los Qualquer oficina de reparação e/ou manutenção automóvel produz diariamente resíduos que requerem uma correta gestão, de modo a minimizar o seu impacto no meio ambiente. Em termos legais, o abandono de resíduos não é permitido, bem como o seu transporte, armazenamento, valorização e eliminação por entidades não licenciadas ou unidades não autorizadas. Qualquer oficina, enquanto produtora de resíduos, é responsável pela sua separação e posterior encaminhamento apropriado. Eis os principais resíduos produzidos: Óleos usados Mistura de hidrocarbonetos Filtros de óleo/gasóleo Amortecedores Diluentes usados Lamas de destilação de solventes Lamas de pintura Aerossóis usados Embalagens várias Desperdícios contaminados Baterias Fluídos de refrigeração Pilhas várias Pára-brisas Catalisadores Pára-choques Pára-choques com propileno (sem metal) Pneus Madeira Sucata ferrosa e não ferrosa Papel/cartão Plásticos Calços de travão Todos os resíduos produzidos nas oficinas de reparação automóvel requerem uma correta gestão, de modo a minimizar o seu impacto no meio ambiente Os óleos usados devem ser recolhidos e armazenados em contentores próprios. A Sogilub é a entidade responsável pela gestão destes resíduos no nosso país Empresas de gestão de resíduos Parceiro inevitável do setor oficinal Depois de produzidos pelas oficinas, os resíduos requerem uma correta gestão, de modo a que seja minimizado o seu impacto no meio ambiente. É aqui que entram as empresas de gestão de resíduos, que encaram como inevitável a parceria com o setor oficinal. Depois da caracterização preliminar da realidade ambiental das oficinas, as empresas de gestão de resíduos apresentam a proposta técnica comercial adequada às necessidades de cada uma. Depois, tem lugar o fornecimento de acondicionamento adequado. Mais tarde, segue-se a recolha e transporte para, posteriormente, os resíduos serem tratados. As empresas de gestão de resíduos prestam também apoio técnico às oficinas: gestão de documentação; formação; sensibilização; acompanhamento. Divididos em duas grandes categorias, resíduos industriais perigosos e resíduos industriais não perigosos, todos eles são rececionados e segregados por tipo de tratamento a efetuar na unidade ou por destino autorizado para onde serão encaminhados. Para além do armazenamento e tratamento de óleos usados, as empresas de gestão de resíduos dispõem de unidades de pré- -tratamento de águas residuais industriais, de estações de estabilização/inertização de lamas e de laboratórios devidamente equipados, capazes de controlar por simulação as fases dos diversos tratamentos. As empresas de gestão de resíduos devem fazer-se acompanhar das respetivas guias sempre que recolhem e transportam os resíduos. As empresas de gestão de resíduos são parceiros imprescindíveis das oficinas de reparação

10 setembro 2013 JORNAL DAS OFICINAS 10 Saiba mais sobre responsabilidade ambiental Esclarecimentos e informações adicionais Sendo este um tema sensível e complexo, o JORNAL DAS OFICINAS deixa aqui os contactos de várias entidades e empresas para esclarecimentos adicionais que sejam necessários. Desde a Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (ANECRA) até seguradoras, passando, também, por entidades fiscalizadoras, como o IGAMAOT, a SEPNA, a BriPA e a ASAE. Sem esquecer, claro, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ANECRA Av.ª Almirante Gago Coutinho, n.º Lisboa Tel: Fax: Site: Agência Portuguesa do Ambiente (APA, I.P.) Rua da Murgueira, 9/9A, Zambujal, Apartado Amadora Tel: Fax: Site: Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) Rua de O Século, n. 51, Bairro Alto Lisboa Tel: Fax: Site: Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) Rua Rodrigo da Fonseca, n Lisboa Tel: Fax: Site: Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana (SEPNA da GNR) Largo do Carmo Lisboa Tel: /2 Fax: Site: Brigada de Proteção Ambiental da Polícia de Segurança Pública (BRiPA da PSP) Tel: Site: AIG Europe Limited Sucursal Portugal Av.ª da Liberdade, n. 131, Lisboa Tel: Fax: Site: MDS Consultores de Seguros e Risco Edifício Atrium Saldanha, Praça Duque de Saldanha, n. 1, 3. L Lisboa Tel: Fax: Site: Liberty Seguros Av.ª Fontes Pereira de Melo, n. 6, Lisboa Tel: Fax: Site: Fidelidade Tel: Site: Tranquilidade Apartado Lisboa Tel: Fax: Site: PUB

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12 setembro 2013 JORNAL DAS OFICINAS 12 INTERNACIONAL Inquérito às Oficinas Francesas Perspectivas e estratégias À margem da organização da EQUIP AUTO 2013, os responsáveis do evento promoveram um estudo de mercado ao sector de pós-venda francês, tendo por base uma amostra de 732 entidades de vários sectores diferentes O inquérito foi realizado online e incluiu oficinas de reparação mecânica (33%) oficinas de colisão (18%), oficinas autorizadas de marca (18%), concessões (16%), oficinas integradas em várias empresas e entidades públicas (8%), bem como oficinas de reparação rápida, pneus e vidros (7%). O aspecto mais curioso das respostas obtidas ao referido inquérito é o facto de considerarem o contexto sócio económico desfavorável e revelarem algum pessimismo em relação ao sector de pós-venda, ao mesmo tempo que apostam numa estratégia agressiva para 2013, traduzida em vários investimentos em diversas frentes. Essa aparente discrepância é dada por apenas 13% dos profissionais da reparação que consideram haver boas perspectivas de crescimento para a sua atividade, contra 72% que têm investimentos programados para este ano. De qualquer modo, 73% dos inquiridos consideram o impacto da crise económica irrelevante e que o decréscimo de matrículas está a compensar no sentido oposto os efeitos da quebra de consumo generalizada (Fig. 1). Especificamente sobre a quebra de vendas de carros novos, 31% acham que isso pode ser favorável para o seu negócio, enquanto que 42% pensam que isso é indiferente e 27% julgam que será desfavorável (Fig. 2). A respeito das perspectivas de crescimento ao longo dos próximos 12 meses, 46% acreditam que haverá uma diminuição do volume de negócios, ao passo que fig. 1 QUE IMPACTO ESTÁ A TER NO SEU NEGÓCIO A ATUAL DA CRISE ECONÓMICA fig. 2 1% Muito favorável 14% 7% 59% 41% preveem estabilidade nas vendas e apenas 13% acreditam ser possível crescer nesse período (Fig. 3). A propósito das perspectivas de investimento, a média geral é favorável (72%), embora certos sectores tenham intenções mais claras nesse sentido do que outros. Os mais optimistas e com mais possibilidades financeiras são as oficinas integradas (privadas), com 82% de intenções positivas. Auto Centros e Serviços Rápidos vêm a seguir (75%), logo seguidos do sector de colisão (71%) e das oficinas de mecânica (70%). Concessionários e oficinas autorizadas fecham o pelotão com 62% de intenções, o que pode ser interpretado de duas formas: são as oficinas mais apetrechadas para a sua atividade, 19% Favorável 23% Neutro Desfavorável ou são as que menor reforço da atividade esperam, ou até as duas coisas ao mesmo tempo (Fig. 4). Quanto às intenções de investimento específicas, as respostas mais frequentes dizem respeito a equipamentos avançados e produtos de reparação e manutenção, com 43% em qualquer dos casos, seguindo-se a formação (40%), software e produtos digitais (28%), produtos e pintura e carroçaria (21%) e sistemas e produtos de lavagem de veículos (13%). ESTRATÉGIAS POR SEGMENTOS DA OFERTA As estratégias para o futuro imediato das oficinas autorizadas e concessionários (Fig. 5) passa prioritariamente por QUE IMPACTO ESTÁ A TER NO SEU NEGÓCIO A QUEBRA DE VENDAS DE CARROS NOVOS? 2% 4% 42% 29% Muito favorável Favorável Neutro Desfavorável Muito desfavorável Subtotal favorável 8% Neutro 19% Subtotal desfavorável 73% Muito desfavorável Subtotal + 31% Neutro 42% Subtotal - 27%

13 JORNAL DAS OFICINAS setembro fig. 3 QUAIS AS PERSPECTIVAS DE EVOLUÇÃO DA SUA ATIVIDADE EMPRESARIAL NOS PRÓXIMOS 12 MESES? 1% 8% 12% Forte crescimento Crescimento Estável 38% Retração 41% Forte retração Estável Subtotal + 13% Neutro 41% Subtotal - 46% ALGUMAS CONCLUSÕES Sobre o papel da formação no desempenho, qualidade e sucesso das oficinas, uma grande parte dos inquiridos considerou-a um factor decisivo (52%) ou muito importante (42%). Apenas 6% das respostas não atribuem uma importância fundamental à formação. Apesar disso, continuam a surgir objeções (80%) contra a falta de tempo para a formação, impossibilidade de substituir o formando no trabalho e distância para o local de trabalho. Cerca de 19% consideram os custrabalhar as relações com os seus clientes (65%), reduzir os custos (59%) e melhorar a produtividade (organização e equipamentos 49%). Outras linhas estratégicas apontadas foram a diversificação da oferta (33%), aumento da competitividade (formação e recrutamento 27%), pôr o negócio à venda (6%), aumentar a oficina (3%) e nenhuma destas estratégias (1%). De referir ainda fig. 4 fig. 5 que estes profissionais consideram a chamada nova distribuição os principais concorrentes (68%), assim como as oficinas independentes (29%) e a auto reparação (36%). Na formação, os temas preferidos neste segmento de mercado são os sistemas electrónicos dos veículos (48%), a gestão oficinal (42%), comunicação e marketing (38%), ferramentas informáticas (34%) e tecnologias de % DE INQUIRIDOS COM UM OU MAIS PROJETOS DE INVESTIMENTO DE MÉDIO PRAZO: Oficinas integradas (privadas) Auto Centro e Reparações Rápidas Oficina de colisão Oficina de mecânica multimarca Reparador autorizado/concessionário 3% 1% 6% 27% propulsão eléctrica/híbrida (32%). Nas oficinas de mecânica independentes, a estratégia principal a curto prazo é a redução de custos (41%), diversificação da oferta (37%), trabalhar as relações com clientes (36%), melhorar a produtividade (36%) e aumentar a competitividade (31%). As restantes opções são residuais (Fig. 6). Os profissionais deste segmento consideram a nova reparação 33% 62% 71% 70% 75% 82% QUE TIPO(S) DE ESTRATÉGIA VAI USAR NO PRÓXIMO ANO (OFICINAS AUTORIZADAS E CONCESSIONÁRIOS)? Trabalhar as relações com os clientes Reduzir custos Aumentar a produtividade (organização, equipamentos) Diversificar a atividade Aumentar a competitividade (formação, recrutamento) Vender o negócio Aumentar a oficina Nenhuma das opções anteriores 49% 59% 65% (auto centros e reparações rápidas) os principais concorrentes (54%), seguidos da auto reparação (42%) e dos concessionários 24%. Aqui, as prioridades da formação vão claramente para os sistemas eletrónicos do veículo (65%), seguindo-se as tecnologias híbridas/ eléctricas (39%), ferramentas informáticas (34%), gestão oficinal (26%) e marketing e comunicação (20%). As principais estratégias no segmento da colisão (Fig. 7) são a diversificação da atividade e redução de custos (ambas com 47%), melhorar a produtividade (46%) e melhorar a relação com os clientes (45%). O aumento da competitividade só preocupa neste caso 25% dos inquiridos. Quanto aos concorrentes mais diretos, as concessões estão à frente (47%), seguindo- -se os serviços rápidos e auto centros (33%), sendo a bricolage menos grave neste segmento (27%). Um tanto surpreendente nestes profissionais é a prioridade da formação nas tecnologias de propulsão híbridas/eléctricas (39%), contra 36% nos sistemas electrónicos do veículo, 29% na gestão oficinal e nas ferramentas informáticas, ficando o marketing e a comunicação apenas com 27% das preferências. PUB

14 setembro 2013 JORNAL DAS OFICINAS 14 fig. 6 QUE TIPO(S) DE ESTRATÉGIA VAI USAR NO PRÓXIMO ANO (OFICINAS INDEPENDENTES)? Reduzir custos Diversificar a atividade Trabalhar as relações com os clientes Melhorar a produtividade (organização, equipamento) Aumentar a competitividade (formação, recrutamento) Aumentar a oficina 6% Vender o negócio 6% Nenhuma das opções anteriores 5% fig. 7 QUE TIPO(S) DE ESTRATÉGIA VAI USAR NO PRÓXIMO ANO (OFICINAS DE COLISÃO)? Diversificar atividade Reduzir custos Aumentar a produtividade (equipamentos, organização) Trabalhar as relações com os clientes Aumentar a competitividade (formação, recrutamento) 25% Nenhuma destas estratégias 4% Aumentar a oficina 3% Vender o negócio 2% 31% 41% 37% 36% 36% 47% 47% 46% 45% tos totais da formação elevados e 12% julgam que a oferta nesta área é escassa, muitos locais de formação ficam a longa distância e não existe muita informação sobre o assunto. Sobre padrões de qualidade e/ou certificação na reparação, 71% entendem que são indispensáveis no sector, mas 82% pensam que são um tanto difíceis de aplicar. Só 18% afirmam que padrões de qualidade são necessários e não há qualquer dificuldade em aplicá-los. Por segmentos, os que pensam que a falta de qualidade é um obstáculo ao desenvolvimento do sector são 9% na reparação rápida e auto centros, 13% nas oficinas integradas (privadas), 22% na colisão, 25% nos reparadores autorizados e 28% nas oficinas multimarca independentes. O facto da auto reparação aparecer com uma média relativamente elevada de 35% em todos os sectores de reparação, pode significar que a reparação ilegal está frequentemente por detrás de alguns casos considerados de auto reparação. A participação do profissional ilegal e/ou desempregado pode ocorrer a vários títulos (apoio a um amigo ou conhecido, formação, aconselhamento, etc.), podendo mesmo chegar a ser totalmente ativa. Em qualquer dos casos, a auto reparação é sempre um risco para a segurança rodoviária e para a conservação do meio ambiente, devendo ser combatida por todos os profissionais responsáveis do ponto de vista cívico e ético. PUB

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16 setembro 2013 JORNAL DAS OFICINAS 16 SALÃO 3ª Edição da Mecânica PUBLICAÇÃO OFICIAL da Mecânica 2013 Salão em crescimento A adesão das empresas ao próximo Salão Mecânica, que se realiza de 7 a 10 de novembro 2013, na ExpoSalão - Batalha, continua a crescer, havendo cada vez mais empresas interessadas em estar presente no único Salão nacional dedicado ao aftermarket S ão cada vez mais o número de empresas do setor aftermarket a confirmar a presença na 3ª edição da Mecânica Salão de Equipamento Oficinal, Peças, Mecânica, Componentes e Acessórios para Veículos Ligeiros e Pesados. Perspetiva-se por isso uma edição melhor do que a que se realizou em 2012, o que prova que apesar das dificuldades do mercado, existem empresas com vontade de investir e de mostrar aos muitos milhares de profissionais que vão visitar a Feira, as principais novidades das marcas que representam. Num certame em que o profissional da reparação automóvel é o visitante principal, a organização deste evento e o JORNAL DAS OFICINAS, publicação oficial da Mecânica 2013, esperam que cada vez mais empresas do ramo (peças, acessórios auto, redes oficinais, pneus, equipamentos, consumíveis, etc.) estejam presentes. A seguir divulgamos a opinião de mais algumas empresas que vão estar presentes como expositores no Salão Mecânica A opinião dos expositores PERGUNTAS: 1 - Quais as razões que levam a v/ empresa a estar presente na 3.ª edição da Mecânica? 2 - Quais os proveitos que a v/ empresa espera obter com a participação neste certame? 3 - O que deve ser feito pela organização para potenciar a presença de mais público profissional neste salão? 4 - Que novidades vai apresentar a v/ empresa e que ações vão desenvolver? Ficha técnica Salão Mecânica DATA 7 a 10 de Novembro 2013 HORÁRIO Dias 7 e 8 de Nov. ( 5.ª e 6.ª feira): 14h-23h Dia 9 de Nov. (Sábado): 14h-23h Dia 10 de Nov. (Domingo):14h-20h LOCAL EXPOSALÃO - Centro de Exposições, S.A. - Batalha - Portugal Tele.: Fax: Homepage: ÁREA DE OCUPAÇÃO m2 FECHO DAS INSCRIÇÕES 45 dias antes da abertura da feira 200 km/motorsport Paulo Guerra, Team Principal 1 - As razões que nos levaram a estar presentes, nesta altura, foi a divulgação da nossa empresa, assim como a divulgação das marcas por nós comercializadas. 2 - Os proveitos serão sempre, obviamente, o aumento do volume de vendas, mas, nesta altura de crise (e dado sermos uma empresa recente no mercado) pretendemos, acima de tudo, afirmar a nossa empresa como um potencial parceiro de negócios e passarmos a fazer parte das empresas a consultar para o fornecimento de material. 3 - Penso que a organização está no bom caminho, o problema da falta de público não está na melhor ou pior divulgação, mas sim numa ideia errada que existe na consciência do nosso povo de que somente o que vem de fora é bom e somente o que se faz lá fora é que tem aceitação. 4 - As novidades são as duas marcas de que somos representantes exclusivos para Portugal: a P1 - Raceware que fabrica fatos homologados FIA para a competição automóvel; e a HEL- -PERFORMANCE que tem uma gama de acessórios de travagem em INOX e com a tubagem de malha de aço às cores. Puncturesafe Portugal Paulo Garcia, Diretor Comercial 1- A principal razão que nos leva a estar presentes na 3ª. edição da Mecânica é a convicção de que é um evento conceituado e que seguramente atrairá profissionais de sectores interessantes para nós, o que nos ajudará a divulgar a nossa empresa. 2- Essencialmente a divulgação dos nossos produtos e contacto com potenciais clientes de várias zonas do país. 3- Divulgar a realização do Salão, das empresas presentes e qual o tipo de produto ou serviço que proporcionam, junto de vários sectores de atividade dos potenciais clientes: folheto informativo, divulgação nos meios de comunicação social Iremos apresentar a nossa gama completa de produtos que previnem a ocorrência de furos durante todo o tempo de vida dos pneus. Faremos várias ações de demonstração reais para que os clientes possam perceber como é que os produtos atuam. Lusoracks Alexandre Alves, Gerente 1- Esta é a primeira vez que participamos. Fazemo-lo porque vendemos tudo que está relacionado com estanteria para armazéns. Costumamos estar presentes na FIL, Exponorte e até em eventos em África. Desta vez apostamos na Exposalão, porque temos muitos clientes ligados à área dos

17 JORNAL DAS OFICINAS setembro AP Comunicação, editora do JORNAL DAS OFI- CINAS, está a organizar a 1ª Conferência da Indústria e do Pós-Venda de Veículos Comerciais, que se realiza no dia 9 de novembro de 2013, no Auditório da ExpoSalão, na Batalha. Novas Tecnologias da Indústria e do Pós-venda de Veículos Comerciais é o tema de fundo desta Conferência, coincidente com a apresentação no mercado nacional das primeiras gamas de camiões equipados com novas tecnologias que lhes permitem cumprir a rigorosa norma de emissões Euro 6. A norma ambiental Euro 6 vai ser obrigatória para todos os veículos pesados novos, camiões e autocarros, fabricados a partir de 1 de Janeiro de Comporta uma redução dos níveis de emissões de partículas para metade e de 77% nas emissões de óxidos de azoto, em relação aos atuais veículos pesados com motores Euro 5. Nesta Conferência terá oportunidade de ficar a saber que tecnologias propõem os fabricantes de pesados para tornar os motores dos veículos mais limpos do que nunca. Mas a tecnologia Euro 6 implica também um acréscimo substantivo de custo na aquisição dos equipamentos. Os painéis da tarde serão inteiramente dedicados ao pós-venda. De que forma se têm vindo a preparar as oficinas concessionadas e independentes para assistir veículos pesados equipados com as tecnologias mais recentes? Quais os investimentos em formação e equipamentos implicados? Serão comportáveis na situação muito difícil que atravessa atualmente a atividade da reparação e manutenção de veículos pesados? Debater e analisar os novos modelos de negócio que podem contribuir para potenciar e rentabilizar os investimentos efectuados, é o que propomos fazer com a apresentação dos painéis da AP Comunicação organiza 1ª Conferência de Veículos Comerciais parte da tarde. A Conferência vai decorrer em simultâneo com o Salão Expotransporte e a Mecânica, reunindo no mesmo espaço uma mostra dedicada à indústria de veículos e equipamentos de transporte rodoviário profissional e ao pós-venda automóvel. Esta será também uma oportunidade para todos os participantes ficarem a conhecer as últimas novidades em veículos comerciais, peças, equipamentos e serviços dos expositores presentes. Para ver o programa completo e inscrever- -se na Conferência, visite o site: transportes que devem marcar presença. 2- Vendemos material usado e recondicionado. Estamos a trabalhar bem, porque há muita procura de material a custo reduzido e que faça o mesmo efeito. O objectivo maior é dar a conhecer os nossos produtos. 3- Em relação a esta exposição, não posso adiantar muito mais, porque é a nossa primeira vez. Não sei como está a ser feita a divulgação. 4- Vamos apresentar material usado: empilhadoras, plataformas estantes. Estas são as nossas verdadeiras novidades, porque representam 80% da nossa faturação. Sparkes & Sparkes Diamantino Costa, Gerente 1 - É já um hábito a Sparkes & Sparkes estar presente neste salão, pelo que este ano não será exceção. Por outro lado, pensamos que é importante marcar presença para mostrar que continuamos ativos, com produtos de qualidade e a inovar. 2 - Pretendemos dar a conhecer, cada vez mais, a nossa empresa, que é única no género em Portugal, especializada na reconstrução de caixas de velocidades manuais para veículos ligeiros e comerciais ligeiros. Temos uma equipa altamente qualificada e experiente, que nos permite vender caixas de velocidades reconstruídas com garantia de qualidade. 3 - Nós gostaríamos que este salão tivesse a maior visibilidade possível, e pensamos que a organização está a fazer o melhor nesse sentido. A organização deve lutar para que este seja um salão bem organizado, agradável de visitar e que permita aos profissionais considerarem a visita como um tempo bem investido. 4 - Vamos continuar a dar visibilidade aos nossos kit s de reconstrução de caixas de velocidades, compostos por rolamentos e vedantes.

18 setembro 2013 JORNAL DAS OFICINAS 18 REVISTA TOP 50 Maiores Distribuidores Aftermarket O JORNAL DAS OFICINAS vai incluir como encarte, na edição de Outubro 2013, uma Revista sobre as 50 Maiores e Melhores Empresas de Distribuição de Peças Automóvel a operar em Portugal A Revista das 50 Maiores e Melhores empresas de Distribuição para o Aftermarket em Portugal toma o pulso a este setor da economia nacional, identificando as empresas que mais se destacaram no último ano T rata-se de um ranking elaborado pela Consultora IF4, empresa de estudos de mercado e braço da GIPA em Portugal. A Revista tem como objectivo divulgar novos conceitos e estratégias de distribuição de peças, numa altura em que a entrega das peças just in time é uma exigência das oficinas, mas tem custos logísticos enormes para os distribuidores e retalhistas. Acreditamos que a divulgação dos 50 maiores distribuidores e das suas boas práticas, numa só revista, é uma oportunidade de valorizar este sector e demonstrar que, apesar de todos os constrangimentos, há muitas empresas com sucesso. A publicação da listagem com os contactos e dados financeiros das empresas, torna esta revista num Guia para todos os profissionais do pós-venda automóvel, que procuram empresas de excelência na área da distribuição de peças. Para mais informações sobre a Revista TOP 50 Maiores Distribuidores Aftermarket, pode contactar diretamente o JORNAL DAS OFICINAS pelo telefone: ou SUMÁRIO Capa Introdução Logística just in time Novos conceitos logísticos A competitividade das empresas Financiamento das empresas Maiores Distribuidores de Peças Top 10 Melhores Distribuidores de Peças Listagem dos 50 Maiores e Melhores Distribuidores de Peças em Portugal CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Tiragem: exemplares Formato: A4 Número de Páginas: 48 + Capas Papel capa: couché mate 200 gr Papel interior: couché mate 90 gr Distribuição: Mailing direto via CTT para as moradas das empresas, como encarte do JORNAL DAS OFICINAS Nº 95 Edição Outubro 2013

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20 setembro 2013 NOTÍCIAS JORNAL DAS OFICINAS 20 Retificação Na edição nª 93 do Jornal das Oficinas, referente ao mês de agosto, foi referido no final do artigo sobre Baterias AGM (pág. 59) que a marca Exide é comercializada pela Johson Controls, o que está incorreto, pois a marca Exide é fabricada e comercializada pela Exide Technologies. Pela troca do nome da empresa pedimos desculpa à entidade visada. Liqui Moly lança produto limpeza de filtros partículas O produto de limpeza de filtros de partículas diesel Liqui Moly foi concebido como um serviço adicional para oficinas, com o objetivo destas poderem oferecer aos seus clientes uma alternativa económica à troca de um filtro de partículas diesel obstruído. Na sua aplicação não é necessário desmontar o filtro de partículas. Apenas o sensor de pressão ou o sensor de temperatura do sistema de escape precisa ser removido. A sonda é introduzida por meio do orifício é o líquido de limpeza é vaporizado diretamente dentro do filtro de partículas. As substâncias do produto dissolvem a fuligem acumulada. Após o produto de limpeza, num segundo passo, é vaporizado um líquido para a lavagem. Ele distribui a fuligem dissolvida no filtro, a fim de facilitar a queima posterior. Incluindo o tempo de ação do produto de limpeza, a operação demora no máximo meia hora até que o veículo possa descer novamente da plataforma de inspeção. Depois disto é necessário conduzir o veículo com alta rotação do motor, para ativar o ciclo de limpeza. Meyle lança escovas limpa pára-brisas Com a introdução de escovas limpa pára-brisas, a Meyle expande o seu portfólio de produtos. Graças a materiais de alta qualidade e uma excelente adaptabilidade aos vidros, as escovas Meyle limpam de modo eficaz, mesmo sob condições extremas de temperatura. Elas cobrem cerca de 90 por cento de todos os modelos de veículos e são fáceis de montar. As escovas podem ser encomendadas separadamente e estão disponíveis em intervalos de 25 milímetros, dos 300 aos 700 milímetros de comprimento. Para que as escovas sejam compatíveis com a grande maioria de braços limpa pára-brisas, cada embalagem contém vários adaptadores para diferentes veículos. PUB

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