SISTEMA ESPECIALISTA DIRECIONADO A ACADÊMICOS DE DANÇA RECUPERADOS DE LESÕES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA ESPECIALISTA DIRECIONADO A ACADÊMICOS DE DANÇA RECUPERADOS DE LESÕES"

Transcrição

1 SISTEMA ESPECIALISTA DIRECIONADO A ACADÊMICOS DE DANÇA RECUPERADOS DE LESÕES Adriana Rebouças Carreira 1 Carmem Lúcia Meira Arce 2 RESUMO: Este trabalho mostra a implementação de um sistema especialista direcionado a acadêmicos de dança recuperados de lesões apresentadas nos membros inferiores. O sistema será desenvolvido a partir da organização do conhecimento de especialistas em prescrição de atividades de preparação e manutenção física e dança, sendo uma ferramenta com o princípio de facilitar e auxiliar o trabalho de maîtres, professores e coreógrafos, que lidam com bailarinos diariamente na preparação de aulas técnicas que favoreçam a readaptação articular ou muscular após a ocorrência de uma lesão. Palavras-chave: Sistema especialista prescrição de atividades físicas lesões - dança ABSTRACT: This work shows the implementation of a specialist system directed to academics of dance recovered from injuries presented in the inferior members. The system will be developed from the organization of the knowledge of specialists in lapsing of preparation and physical maintenance activities and dance, and will be a tool with the principle to facilitate and to assist maîtres, teachers and choreographers work, daily dealing with dancers in the preparation of technical lessons that favor the articulate or muscular readapting after the occurrence of an injury. Key-words: Special system lapsing of physical activities injuries dance 1 INTRODUÇÃO Ao longo dos anos observou-se a evolução da ciência ligada à informática. Com isso, muitas técnicas foram desenvolvidas para responder a necessidades específicas em trabalhos que requerem inteligência humana. Para tornar possível a tarefa de resolver problemas de maneira inteligente, os cientistas da Inteligência Artificial (IA) desenvolveram programas que detêm conhecimento sobre áreas bem específicas. Estes são os Sistemas Especialistas (SE). 1 Bacharel em Sistemas de Informação pela Universidade Luterana do Brasil, Centro Universitário Luterano de Manaus, cursando Especialização em Projeto e Administração de Banco de Dados pelo Centro Universitário do Norte, aluna de Graduação em Dança pela Universidade do Estado do Amazonas, Escola Superior de Artes e Turismo 2 Graduada em Licenciatura Plena em Educação física pela Universidade Federal do Amazonas, Especialização em Teoria e Metodologia de Prescrição de Atividade Física pela Universidade Federal do Amazonas, cursando Especialização em Educação na área de Psicomotricidade pela Universidade Gama Filho, Professora do curso de Dança da Universidade do Estado do Amazonas

2 Os SE, segundo Rich e Knight (1993), solucionam problemas que normalmente são elucidados por especialistas humanos, acessando uma Base de Conhecimentos (BC) do domínio da aplicação que precisa ser criada do modo mais eficiente possível. A proposta deste trabalho é a criação de um SE direcionado à prescrição de atividades físicas para manutenção de bailarinos que obtiveram lesões nos membros inferiores e encontram-se recuperados e aptos a executar atividades de dança. Porém, faz-se necessário consultar um especialista como o ortopedista ou fisioterapeuta, na ocorrência ou reincidência de uma lesão, para que estes especialistas acompanhem e orientem a melhor forma de tratamento para a lesão em questão. Outro ponto importante citado por Hall (1993) é a grande incidência de lesões que são ocasionadas devido ao emprego errôneo de técnicas de treinamento 3, principalmente porque os movimentos de dança trabalham rotações e posições que são antinaturais, e que alteram a biomecânica do corpo refletindo na estrutura corporal, podendo aumentar a predisposição às lesões características em bailarinos. O treinamento realizado sem orientação adequada de maîtres, professores e coreógrafos 4, pode ocasionar lesões que levarão o bailarino ao declínio ou até mesmo ao afastamento definitivo das suas atividades físicas. Portanto, se faz necessária à utilização de um SE que facilite e auxilie na preparação da prescrição de atividades técnicas a serem empregadas durante as aulas de dança. 2. A DANÇA Leal (1998) relata que desde os primórdios da evolução do mundo o ser humano necessita movimentar-se, movimento este que segundo Ferreira (2000) é uma série de atividades em prol de determinado fim. Ao fazer uma associação entre essas duas informações chegar-se-á a conclusão de que a dança assim como outras atividades essenciais para o homem são compostas de movimentos. Com esse preceito, Garcia e Haas (2003) conceituam dança como uma arte que significa expressão gestual e facial através de movimentos corporais, emoções sentidas a partir de determinado estado de espírito. Desde que o homem surgiu que, mesmo de forma rudimentar, ele dança. Seja para o seu deus, seja para atrair a chuva, para saudar o sol ou espantar os maus 3 Treinamento: No decorrer desse trabalho será chamado de treinamento toda e qualquer atividade física referente às aulas técnicas e ensaios coreográficos executado por acadêmicos de dança. 4 Os termos maîtres, professores e coreógrafos, em uma visão geral está relacionado aos ministrantes de atividades físicas (aulas e ensaios) assim como responsáveis de dirigir a dança como um todo.

3 fluidos: o homem dança. Dança e consegue satisfazer à necessidade de seu organismo, mesmo que não tenha consciência disso (LEAL, 1998, p.13). Batalha (2000, p. 5) também fala que a dança é uma manifestação associada à natureza do homem, presente em acontecimentos como: morte, guerra, paz, celebrações e rituais, e tem estabelecido íntima relação com as emoções e sentimentos humanos, antecedendo como forma de comunicação à própria linguagem. De acordo com Bertoni (1992) os primeiros registros desta forma de expressão, realizada pelo homem, datam do paleolítico superior, seu significado vem da palavra TAN, que em sânscrito significa tensão. 2.1 QUALIDADE FÍSICA NA DANÇA A qualidade física é um fator fundamental quando se fala de dança, pois está relacionada diretamente com o desempenho do bailarino, tornando os movimentos utilizados mais aprimorados. [...] o interesse do artista pelo seu próprio corpo e orientar os professores de Educação Física a trabalhar com esse profissional, formulando projetos de preparação física com objetivos de melhora de performance, [...] que prima pela qualidade de vida, seja para resultados atléticos, artísticos ou para manutenção da saúde, canalizando-se as energias positivamente, com prazer na realização das atividades diárias, realizando exercícios aeróbicos como toda a linha de trabalho e adquirindo condicionamento físico (LEAL, 1998, p. 14). A preparação física na dança é trabalhada durante as aulas técnicas, para desenvolvimento de força, flexibilidade, resistência física, entre outros, mas alguns alunos, com intuito de aprimorar seu condicionamento físico ou a técnica da dança, procuram por escolas e academias para treinamento extra-classe, fato que o equipara ao perfil de um atleta, com músculos mais definidos e um potencial físico mais elevado. Apesar de alunos possuírem uma carga horária de exercícios físicos muito intensos, podendo chegar a 8 horas diárias, algumas vezes até mais, é necessário muito cuidado com excesso de exercícios, pois essa prática, ao invés de ser benéfica, pode desencadear o desgaste físico e consecutivamente a predisposição a lesões, principalmente nos membros inferiores que são muito utilizados na dança, em movimentos de sustentação, impulsão e equilíbrio conforme cita Leal (1998, p.15).

4 2.2 O TRABALHO ANTINATURAL DA DANÇA O trabalho técnico da dança, principalmente na dança clássica, que é vista como base para execução de vários movimentos de outros tipos de dança, possui características próprias afim de uma perfeita execução do movimento desejado. Muitas vezes, por falta de conhecimento anatômico e cinesiológico, o bailarino acaba desenvolvendo hábitos que o prejudicam não só esteticamente, mas com o passar do tempo predispõe-se a traumatismos articulares e musculares. É importante que todo bailarino, que usa o corpo como instrumento de trabalho, tenha consciência do seu alinhamento esquelético e dos locais de assimetria, bem como das suas próprias restrições de movimento, a fim de que possa fazer o melhor proveito do seu físico, sem se exceder na tentativa de vencer obstáculos (SAMPAIO, 2001, p.32). Os diversos movimentos realizados por bailarinos originam-se de um movimento básico dos membros inferiores chamado de en dehors que significa para fora de acordo com Rosay (1980), Sampaio (2001, p. 47) descreve como uma rotação externa do fêmur na fossa do acetábulo, observando-se principalmente o alinhamento entre o quadril, joelho e pés rotacionados para fora. Os joelhos devem estar completamente estendidos e os pés firmes ao solo aplicando a mesma pressão no calcâneo, tarso, metatarso e falanges. A Figura 1 mostra como é visto o en dehors. Figura 1: En dehors. Fonte: Aula de dança clássica III Aluna da UEA Figura 2: Posição Anatômica En dedans. Fonte Aula de dança clássica III Aluna da UEA Conforme observado, o en dehors provoca diversas alterações nos membros inferiores, quando equiparadas à posição anatômica natural, também conhecidas na dança clássica como

5 en dedans que significa para dentro, de acordo com Rosay (1980) a principal diferença está justamente nos quadris, joelhos e pés, que na posição anatômica natural estão voltados para frente, já no en dehors estão voltados para as laterais. Como mostram as Figuras 1 e PRESCRIÇÃO DE ATIVIDADES FÍSICA Para prescrever atividades físicas de maneira adequada e segura é necessário inicialmente, conhecer as condições de saúde e do estado geral do cliente, os níveis de condicionamento físico inicial, idade, sexo, percentual de gordura, motivação, disponibilidade e objetivos são fatores determinantes para uma prescrição individualizada e intransferível (NOVAES e VIANNA, 1998, p. 34). É importante antes de prescrever atividades físicas ter à disposição informações médicas para assim avaliar de forma coerente o aluno, principalmente os que são recémrecuperados de uma lesão. É necessário nessa avaliação conhecer as qualidades físicas do aluno, assim como identificar as limitações que ele terá no reinício da prática da dança para que não ocorra reincidência lesionar, estabelecendo atividades progressivas de acordo com o avanço na readaptação corporal do mesmo. A avaliação física deve ser periódica e sucessiva, utilizando critérios rigorosos, para assim fornecer dados quantitativos e qualitativos que indiquem, através de análises e comparações, a real situação em que se encontra o avaliado, utilizando na dança a anamnese para coleta desses dados. A Dança, quando analisada sob o enfoque da atividade física, também requer que todos estes critérios sejam levados em consideração, pois o bailarino pode ser visto também como um praticante constante da atividade físico-corporal. Destarte, á muitos métodos de prescrição de atividades física que podem ser aplicados á dança que de acordo com o tipo de resultado desejado; conforme Hall (1993) estes são: a) Método Estático - Consiste na execução lenta e controlada do movimento até ao limite da amplitude; b) Método Balístico - Os exercícios executam-se de forma rápida, sendo sua velocidade que contribui para o estiramento; c) Método de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (FNP) - Este método utiliza os reflexos miotático (proprioceptivos) em nosso benefício, utilizando-os como facilitadores do desenvolvimento da flexibilidade. O reflexo miotático é ativado quando o músculo estende-se além do seu limite, contraindo o músculo, acarretando a diminuição da velocidade de execução pelo aumento do gasto energético.

6 Vantagens e Métodos Desvantagens Estático Balístico FNP Risco de Lesão * *** ** Disp.Energético - *** ** Aquecimento * *** ** Eficácia * * ** (***) Alta (**) Média (*) Baixa Figura 3: Vantagens e Desvantagens por Métodos Fonte: Hall (1993) Como pode ser observado na figura 3, Hall (1993) demonstra que o método estático possui um pequeno risco de lesão com ausência de disperdicio energético, justamente pela pequena quantidade de aquecimento, resultando em uma eficácia muito baixa. O método balístico tem um alto grau de predisposição à lesão, gasto muito alto de energia, e consecutivamente um alto grau de aquecimento muscular, resultando em uma eficácia baixa. O método FNP possui um risco mediano de lesões que ainda pode ser reduzido de acordo com os tipos de exercícios aplicados no aluno, tem um desperdício energético coerente ao aquecimento e resultando em uma boa eficácia. Portanto, este é o método mais adaptável à realidade de bailarinos lesionados. 2.4 LESÕES FREQÜENTES NA DANÇA Há diversos fatores que podem ocasionar lesões em bailarinos, sejam eles fatores do biótipo (características herdados + caracteres adquiridos), ou fatores como aplicação errônea da atividade física, a participação de exercícios com os músculos fadigados, o treinamento da flexibilidade sem um aquecimento muscular, entre outros. Nesse sentido, há diversos trabalhos que relatam os tipos de lesões mais freqüentes na dança. Arce (2003), por exemplo, descreveu as principais lesões nos membros inferiores adquiridos através da prática da dança, estas serão descritas abaixo: a) Estiramentos São lesões traumáticas que acontece quando o músculo é esticado ou alongado demais. Podem ocorrer também por violentas contrações, pelo uso excessivo do músculo, fadiga muscular, condições climáticas e a falta de aquecimento ou alongamento antes da prática de exercícios físicos; b) Distensão - Ocorre da mesma forma que o estiramento provocando dor e inchaço. A intensidade da dor e do inchaço varia de acordo com a gravidade da lesão. Pode ser causado por quedas, torções de membros, excesso de esforço e através da prática de exercícios estando lesionado.

7 c) Luxações É a perda da relação anatômica normal, ou seja, quando um osso sai do seu lugar, pode ser causado por torções violentas, saltos, movimentos balísticos, ou até mesmo em pessoas que possuem hipermobilidade (alto grau de mobilidade) ou hiperlasidão (alto grau de flexibilidade); d) Contusões Pancadas traumáticas sobre tecidos moles, ocorre por choque com outros bailarinos, queda ou colisão; e) Entorses É decorrente de movimentos bruscos que ultrapassam os limites normais da mobilidade articular. Ocorre pela perda de equilíbrio no uso da sapatilha de ponta, após a execução de giros no ar exatamente no momento em que volta ao solo ou devido à prática de exercícios em superfícies inadequadas. f) Hematomas - É o rompimento de vasos subcutâneos (logo abaixo da pele), O sangue, então, extravasa esse vaso rompido e aloja-se naquela região, dando uma coloração arroxeada à pele. Ocorre pela colisão do bailarino com o solo ou com outro bailarino e também pelo emprego errôneo de técnicas de dança. g) Tendinite É a inflamação nos tendões ou em toda sua estrutura envolvente, causada por esforços prolongados e repetitivos, sobrecarga, desequilíbrios musculares e fadiga, alterações nos exercícios ou rotinas funcionais, desidratação, alimentação incorreta, ou a combinação de vários desses fatores. h) Bursite Inflamação nas bursas ocorre por fricção excessiva, repetitiva ou traumatismos diretos causados pela fricção de sapatilhas, pela flexão excessiva do joelho ou pela contusão direta. i) Artrite - Lesão que resulta em pequenas fissuras e desgaste da articulação, ocorre pelo tratamento ou reabilitação inadequada de uma lesão, na descida ao solo após a execução de saltos. Além dos citados há neuromas, joanetes, calos, fraturas, osteítes, aneurismas, entre outros. A maioria das lesões pode apresentar-se em três níveis de gravidade: leve, moderado ou grave, tendo influência direta no período de afastamento do bailarino, na prática de atividades físicas e no tipo de exercício que o mesmo será submetido em seu retorno. Devido à necessidade de ferramentas que auxiliem e dinamizem o trabalho dos profissionais da área de dança que recebem bailarinos recém saídos de uma lesão em suas aulas, à criação de um software especialmente desenvolvido para o auxilio na prescrição de um programa de exercícios técnicos em dança, viria a facilitar e agilizar todo o processo de retorno do bailarino ás perfeitas condições físicas ideais para a continuação de seu trabalho.

8 Nesse artigo, todas as lesões supracitadas poderão ou não entrar na lista diagnóstica do software, mas para isto, deverão ser validadas através da aplicação de questionário, visto que a freqüência das mesmas pode ser alterada com o decorrer dos anos e com o tipo de treinamento aplicado na atualidade. 3 SISTEMAS ESPECIALISTAS (SE) A inteligência humana está aliada a sua capacidade de interagir com o meio através de habilidades não cognitivas (sentidos) e conotativas (ação), ou seja, se movimentar, reconhecer sons (fala) e imagens, se expressar, etc. Existe um esforço, principalmente no campo da robótica, no sentido de implementar essas habilidades nas máquinas inteligentes, de modo a propiciar uma maior interação com o meio e desenvolver padrões de inteligência envolvidos na aquisição do conhecimento, reconhecimento, aprendizado, etc (FERNANDES, 2003). De acordo com Bronzino (apud FERNANDES, 2003, p.12), na década de 70, houve uma revolução na era computacional dando início aos sistemas especialistas. A intenção era criar programas de computador que pudessem em alguns sentidos pensar, isto é, resolver problemas de maneira inteligente se fosse seguida pelo homem. Segundo Kandel (apud FERNANDES, 2003, p.11), os sistemas especialistas podem ser caracterizados como sistemas que reproduzem o conhecimento de um especialista adquirido ao longo de anos de trabalho, devendo ser construídos com o auxilio de um especialista humano, o qual fornecerá a base de informações através de seu conhecimento e experiências adquiridas que, conforme Fernandes (apud FERNANDES, 2003, p.11), tem a capacidade de resolver problemas difíceis, explicar os resultados obtidos, aprender, reestruturar o conhecimento e determinar as suas características relevantes. [...] é importante que os programas de computador solucionem problemas por formas que a maioria das pessoas não consiga entender. Este procedimento é adequado se o nível de interação entre o computador e seus usuários humanos é entra o problema, sai à solução. Mas estamos cada vez mais construindo programas que requerem uma interação intermediária com as pessoas, tanto para proporcionar informações adicionais ao programa quanto para proporcionar mais confiança ao usuário (RICH e KNIGHT, 1993, P. 64). Dessa forma, pode-se afirmar que os SE são ferramentas que facilitam o trabalho do especialista humano, visto que não há perda ou esquecimento de informações, o tempo de resposta é menor, a quantidade de erros diminui em razão da inferência de informações no

9 sistema oriundas do especialista que, por ser humano, podem estar equivocadas. Não há interferência de fatores orgânicos como: stress, ausência de atenção, problemas emocionais ou patológicos, entre outros, facilitando também o trabalho de pessoas da área específica do SE, dando suporte em tomadas de decisões. Pode-se dizer que os atributos fundamentais em um SE, segundo Castilho (apud FERNANDES, 2003, p.11), são: a) O sistema tem separado o conhecimento específico do especialista e a metodologia de solução de problemas; b) A transferência interativa de conhecimentos pode minimizar o tempo necessário para transferir o conhecimento do especialista para a base de conhecimento; c) A estratégia de controle pode ser simples e transparente ao usuário, isto é, o usuário capaz de compreender e prever os efeitos de adição, alteração, e exclusão de itens na base do conhecimento. Os SE, de acordo com Sabbatini (apud FERNANDES, 2003, p.11), possuem um conjunto facilidades que proporcionam maior flexibilidade e eficiência: a) Possibilidade para construção de regras; b) Tomada lógica de decisões sob imprecisão ou na ausência de informações. Basicamente em um programa tradicional, o método de busca é baseado no conhecimento anteriormente codificado no sistema. Quando surge novo conhecimento, é necessário reescrever o código. Já os sistemas especialistas podem manipular as regras e usálas sem modificar a estratégia da busca. Há também diversos benefícios na utilização de um SE: velocidade na determinação de problemas; a decisão está fundamentada em uma base de conhecimento; segurança exige pequeno número de pessoas para interagir com o sistema; estabilidade dependência decrescente de pessoas específicas; flexibilidade; integração de ferramentas; evita interpretação humana de regras operacionais (FERNANDES, 2003, p.12). Os SE são executados a partir da entrada de características de um problema, fazendo análises e comparações até chegar à solução mais viável para elucidá-lo. Essa manipulação da informação só é possível devido à arquitetura de desenvolvimento dos SE ser composta por uma base de conhecimento, construída a partir de informações oriundas de especialistas, além de conjuntos de métodos para manipulação deste conhecimento; e mecanismos de inferência, como as regras de produção, que produzem novos fatos a partir das regras da base de conhecimento.

10 4 O SISTEMA 4.1 METODOLOGIAS O processo de desenvolvimento de software requer diversas etapas fundamentais para dar maior credibilidade e consistência ao sistema a ser desenvolvido. Normalmente, a implementação de um sistema especialista passa pelas seguintes etapas: Extração e representação de conhecimentos; Projeto e desenvolvimento do sistema; Elaboração e teste de protótipo; Implementação e teste do sistema. Porém, o panorama de métodos da web engloba um conjunto de tarefas técnicas que habilitam um engenheiro web entender, caracterizar e então construir uma Web Application (WebApp) de alta qualidade. Seus métodos podem ser caracterizados da seguinte maneira de acordo com Pressman (2006): a) Métodos de Comunicação: Definem a abordagem usada para facilitar a comunicação entre os engenheiros web e todos os outros interessados na WebApp, por exemplo, usuários finais, clientes de negócio. As técnicas de comunicação são particularmente importantes durante a coleta de requisitos e sempre que um incremento precisa ser avaliado. Para formalizar essa coleta de requisitos, nesse trabalho foi utilizado o método científico e indutivo, fazendo uso de técnicas como: coleta de dados através de pesquisa de campo com aplicação de questionário contendo perguntas fechadas e de múltipla escolha, observação ativa e sistemática, levantamento bibliográfico e análise dos resultados. A amostragem foi realizada na Universidade do Estado do Amazonas (UEA). b) Métodos de análise de requisitos: Fornecem uma base para o entendimento do conteúdo a ser entregue por uma WebApp, a função a ser fornecida para a usuário final e os modos de interação que cada classe de usuários irá requerer à medida que a navegação pela WebApp ocorre. c) Métodos de projeto: Abrangem uma série de técnicas de projeto que cuidam do conteúdo, arquitetura da aplicação e da informação, projeto da interface e estrutura de navegação pela WebApp. d) Métodos de teste: Incorporam revisões técnicas formais do conteúdo e modelo de projeto e uma ampla variedade de técnicas de teste que tratam de tópicos no nível de

11 componente e arquitetural, teste de navegação, testes de usabilidade, testes de segurança e testes de configuração. Essa abordagem de desenvolvimento de SE fez uso da combinação de três ferramentas que é o Personal Home Page (PHP), Apache e MySQL, além do sistema operacional Windows, mais conhecidos como WAMP (Windows+Apache+MySQL+PHP) e ainda a utilização de conceitos da engenharia de software para entendimento do processo como um todo. Para isso, foi utilizado o modelo de ciclo de vida Interativo Incremental conforme a Figura 4. Incremento 1 Funcionalidade e características do software Comunicação Planejamen to Mod elagem (Análise, Pro jeto) Con strução (Cons trução, Teste) Implantação (Entrega, Feedback) Incremento N Entrega do 1º In cremen to Entrega d o Nº Incremento Temp o deco rrido do projeto Figura 4: Modelo de ciclo de vida Interativo Incremental O modelo incremental combina elementos do modelo em cascata aplicado de maneira interativa, de forma que o primeiro incremento chamado de núcleo do produto é entregue com as principais funcionalidades do sistema e progressivamente de acordo com a necessidade do cliente são desenvolvidas funcionalidades extras gerando novas versões do sistema. 4.2 ARQUITETURA WEBAPP A arquitetura WebApp descreve uma infra-estrutura que possibilita um sistema ou aplicação baseado na web atingir seus objetivos de negócio. Pressman (2006) sugere uma arquitetura em três camadas que desacopla a interface da navegação do comportamento da aplicação e argumenta que manter a interface, aplicação e navegação separadas simplifica a implementação e aumenta o reuso. Pressman (2006) cita a arquitetura Model-View-Controller (MVC) que é uma arquitetura básica com três camadas possivelmente abstratas: O modelo: contém todo o

12 conteúdo e lógica de processamento específicos da aplicação, incluindo todos os objetos de conteúdo, acesso a dados /fontes de informação externa, e toda funcionalidade de processamento especifica da aplicação. A visão contém todas as funções específicas da interface e permite a apresentaçao do conteúdo, acesso a dados/fontes de informação externos e toda a funcionalidade de processamento requerida pelo usuário final. O controlador gera o acesso ao modelo e a visão e coordena o fluxo de dados entre eles. Em uma WebApp, a visão é atualizada pelo controlador com dados do modelo baseado na entrada do usuário, uma representação esquemática da arquitetura MVC é mostrada na Figura 5. NAVEGADOR Cliente Requisição ou dados do usuário Controlador Gera requisições de usuário Seleciona comportamento do modelo Seleciona resposta de vis ão Seleção de Visão Modelo Encapsula funcionalidade Encapsula objetos de conteúdo Incorpora todos os estados da WebA pp Dados do modelo Solicitação de comportam ento (mudança de estado) Dados HTML Vis ão Prepara dados do modelo Requer atualizações do modelo Apresenta visão selecionada pelo controlador Solicitação de at ualização Figura 5: Arquitetura MVC Servidor 4.3 FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA ESPECIALISTA De acordo com Fedeli, Polloni e Peres (2003), as linguagens orientadas a objeto (OO) surgiram em razão da necessidade gerada pelas novas técnicas de análise apontadas pelos estudos da engenharia de software, com a finalidade de orientar e organizar processos. Ao desenvolver um SE a partir de uma linguagem de programação OO, há liberdade em desenvolver as diversas partes do sistema, como a interface com o usuário e o motor de inferência. Nesse caso, há uma velocidade final de execução maior em função da otimização do uso da máquina e do fato de se usar o mínimo de funções necessárias ao problema em questão. A desvantagem seria a dificuldade futura de manutenção, que dependeria da

13 qualidade do programador, assim como da documentação a ser gerada. (CAMPOS E SAITA, 2004). Atualmente o compartilhamento da informação, dado que o conhecimento é uma informação de alta relevância, as aplicações desenvolvidas para web têm diversas vantagens em relação às outras, como o maior alcance de conhecimento. Visando esse conceito, foram definidas para implementação do SE as ferramentas a seguir PHP Segundo Niederauer (2005), PHP é uma das linguagens de programação mais utilizadas na web para criação de páginas de dinâmicas. Suas principais características são: a) Gratuita e com código aberto: O arquivo de instalação pode ser encontrado gratuitamente na internet e seu código fonte é aberto; b) Embutido no HTML: O Hyper Text Markup Language (HTML) e o PHP podem ser misturados, podendo escrever um trecho em HTML e outro em PHP, assim como pode-se utilizar o Java Script; c) Baseado no servidor: Quando é acessada uma página PHP através do navegador, todo código é executado no servidor e o navegador exibe somente a página processada sem consumir recursos do computador; d) Banco de dados: diversos bancos de dados são suportados pelo PHP, ou seja, o PHP possui código que executa funções de cada um, entre eles temos o MySQL, PostgreSQL, SQLite, InterBase, Oracle, SQL Server, entre outros que oferecem suporte à linguagem Structured Query Language (SQL); e) Portabilidade: Pode se utilizar uma diversidade de plataformas tanto proprietária quanto livre como Windows, Linux, Unix JAVA SCRIPT A linguagem Javascript foi desenvolvida pela Netscape e originalmente se chamava LiveScript, e posteriormente chamada Javascript para mostrar a proximidade da linguagem como Java. Com a linguagem de script para construção de páginas da web utilizando recursos dinâmicos pode-se criar efeitos especiais, controlar os dados digitados em um formulário e criar algumas animações APACHE O Apache é um dos servidores mais conhecidos do mundo, tendo sua primeira versão oficial lançada em Possui diversas características que o impulsionou a ser um dos mais utilizados: é um software gratuito que pode ser estudado, alterado e utilizado tanto com

14 plataformas Windows como Linux, além de executar códigos de diversas linguagens como PHP, Shell, entre outros. Pode atuar como servidor File Transfer Protocol (FTP) e Hyper Text Transfer Protocol (HTTP) MYSQL De acordo com Niederauer (2005), O MySQL é um sistema de gerenciamento de Banco de Dados relacional que utiliza a linguagem padrão SQL, sendo largamente utilizada em aplicações para a internet, tornando-se o mais popular entre os Banco de Dados (BD) com código fonte aberto. Tem como destaque suas características de velocidade, escalabilidade, e confiabilidade. As vantagens do MySQL são: Número ilimitado de utilização por usuários simultâneos; capacidade de manipulação de tabelas com mais de de registros; alta velocidade de execução de comandos; fácil e eficiente controle de privilégios de usuários. Portanto, o MySQL forma com o PHP uma excelente dupla para desenvolvimento páginas web dinâmicas, tanto para websites pequenos como para grandes portais JUDE Jude é uma das melhores ferramentas cases Unified Modeling Language (UML) gratuitas, possui características encontradas apenas em ferramentas proprietárias. Além de um bom desempenho, possui opções de transformar o diagrama em código Java e essa característica facilita a interpretação do desenvolvedor para qualquer outro tipo de linguagem DBDESIGNER É uma ferramenta livre que serve para modelagem de dados, principalmente a criação do modelo de entidade e relacionamento, tendo ainda a vantagem de gerar a partir do modelo o código SQL SMARTDRAW É uma ferramenta proprietária mais foi utilizada no decorrer deste trabalho a versão Trial ou seja; uma versão para testes, esta ferramenta serve para fazer gráficos, diagramas, organogramas, fluxogramas, entre outros, possuindo uma infinidade de elementos gráficos bastante úteis para criação de modelos, arquiteturas e estruturas de softwares.

15 CONCLUSÃO O SE foi desenvolvido como uma ferramenta para apoio à tomada de decisão para prescrição de atividades de preparação e manutenção física de acadêmicos de dança que encontram-se recuperados de lesões nos membros inferiores. A utilização dos Sistemas Especialistas em áreas específicas elucida muitos problemas, como: o alto grau de bailarinos que praticam exercícios inadequados após a ocorrência de lesões; demora da aplicação da anamnese, que é um questionário para levantamento da situação atual do aluno; assim como a prescrição manual de atividades físicas, entre outros. Existem muitas maneiras de se desenvolver um sistema especialista, entre elas a utilização de linguagens declarativas apropriadas para calcular predicados como o Prolog, existindo ainda ambientes de SE como o Expert Sinta, onde o desenvolvedor cria somente a base de conhecimento e o Sinta cria todo o mecanismo de inferência, interface e tratamento dos dados da base de conhecimentos. A abordagem de desenvolvimento desse sistema especialista foi baseada na combinação WAMP (Windows+Apache+MySQL+PHP) e em conceitos da engenharia de software. Essa combinação é uma forma muito eficaz para se desenvolver sistemas direcionados para web. O desenvolvimento partiu do principio de utilização de formulários independentes que através de associações calculam uma atividade física, para chegar a essa maturidade do sistema foi necessário analisar por diversas vezes as interações acrescentando, modificando ou excluindo requisitos quando necessário. Para isso, foi de extrema avalia o uso do método interativo incremental, que gerou a primeira versão do SE aqui proposto. É importante salientar que o desenvolvimento de um sistema especialista sem o apoio de ferramentas direcionadas a esse fim ou ambientes já prontos para inserção de base de conhecimentos é bastante dificultoso, mas tem um resultado bastante gratificante não só pelo aprendizado, mas pelo resultado obtido. O SE desenvolvido ainda passará por uma fase de implantação e testes de aceitação dentro de uma instituição de ensino. Essa é uma etapa bastante importante e trará informações necessárias para geração de novas versões do sistema.

16 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARCE, Carmem Lúcia Meira. Lesões nos membros inferiores em bailarinos da cidade de Manaus. Manaus: UFAM, Dissertação de especialização em prescrição de atividades físicas, Universidade Federal do Amazonas, BATALHA, Celina. Competências definidoras do professor de dança. Rio de Janeiro: Papel Virtual, BERTONI, Íris Gomes. A dança e a evolução: O dança em seu contexto teórico, programação didática. São Paulo: Tanz do Brasil, CAMPOS, Mario Massa de; SAITO, Kaku. Sistemas inteligentes em controle e automação de processos. Rio de janeiro: editora ciência moderna, FEDELI, Ricardo Daniel; POLLONI, Enrico G. Franco; PERES, Fernando Eduardo. Introdução à ciência da computação. São Paulo: Thomson Learning, FERNANDES, Ana Maria da Rocha. Inteligência artificial: noções gerais. Santa Catarina: Visual Books, FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. O Minidicionário da língua portuguesa. 4 ed. Rio de Janeiro: Nova fronteira, GARCIA, Ângela.; HAAS, Aline Nogueira Ritmo e dança. Canoas: editora da ULBRA, HALL, Susan.J. Biomecânica básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, LEAL, Márcia. A preparação física na dança. Rio de Janeiro: Sprint, NIEDERAUER, Juliano. Integrando PHP 5 com MySQL: Guia de consulta rápida. São Paulo, Novatec editora NOVAES, Jefferson.; VIANNA, Jéferson M. Personal training e condicionamento físico em academia. Rio de Janeiro: Shape, PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software. Sesta edição. São Paulo: McGraw-Hill, RICH, Elaine.; KNIGHT, Kevin. Inteligência artificial. 2.ed. São Paulo: Makron Books, ROSAY, Madaleine. Dicionário de Dança. Rio de Janeiro: Editorial Nordica Ltda, SAMPAIO, Flávio. Ballet essencial. 3 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2001.

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.

Leia mais

Desenvolvendo Websites com PHP

Desenvolvendo Websites com PHP Desenvolvendo Websites com PHP 2ª Edição Juliano Niederauer Novatec Copyright 2009, 2011 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução

Leia mais

REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com

REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com Software Sequencia de Instruções a serem seguidas ou executadas Dados e rotinas desenvolvidos por computadores Programas

Leia mais

Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619

Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619 Tópicos em Engenharia de Software (Optativa III) AULA 2 Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com (81 )9801-6619 Engenharia de Software Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma revisão sobre o

Leia mais

APLICAÇÃO WEB PARA APOIO AO RECONHECIMENTO FOTOGRÁFICO DE SUSPEITOS DE CRIMES

APLICAÇÃO WEB PARA APOIO AO RECONHECIMENTO FOTOGRÁFICO DE SUSPEITOS DE CRIMES APLICAÇÃO WEB PARA APOIO AO RECONHECIMENTO FOTOGRÁFICO DE SUSPEITOS DE CRIMES Mateus Provesi 1 ; Reginaldo Rubens da Silva 2 ; Angelo Augusto Frozza 3 RESUMO Este projeto propõe o desenvolvimento de uma

Leia mais

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com)

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) ARQUITETURA DE SISTEMAS Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) Roteiro Definição Documento de arquitetura Modelos de representação da arquitetura Estilos arquiteturais Arquitetura de sistemas web Arquitetura

Leia mais

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Juarez Bachmann Orientador: Alexander Roberto Valdameri Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Conteúdo Programático de PHP

Conteúdo Programático de PHP Conteúdo Programático de PHP 1 Por que PHP? No mercado atual existem diversas tecnologias especializadas na integração de banco de dados com a WEB, sendo o PHP a linguagem que mais se desenvolve, tendo

Leia mais

Pós Graduação Engenharia de Software

Pós Graduação Engenharia de Software Pós Graduação Engenharia de Software Ana Candida Natali COPPE/UFRJ Programa de Engenharia de Sistemas e Computação FAPEC / FAT Estrutura do Módulo Parte 1 QUALIDADE DE SOFTWARE PROCESSO Introdução: desenvolvimento

Leia mais

Introdução à Engenharia de Software

Introdução à Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Imagem Clássica Objetivo da aula Depois desta aula você terá uma visão sobre o que é a engenharia

Leia mais

Engenharia de Software: conceitos e aplicações. Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc tiagodemelo@gmail.com

Engenharia de Software: conceitos e aplicações. Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc tiagodemelo@gmail.com Engenharia de Software: conceitos e aplicações Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc tiagodemelo@gmail.com 1 Objetivos da aula Apresentar os conceitos de Engenharia de Software e explicar a sua importância.

Leia mais

Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA

Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA QUESTÃO RESPOSTA ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008 3º PERÍODO - 5º MÓDULO AVALIAÇÃO MP1 DATA 05/03/2009 ENGENHARIA DE SOFTWARE Dados de identificação do Acadêmico: Nome: Login: CA: Cidade: UF CARTÃO RESPOSTA

Leia mais

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0

AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 AUTOR: DAVID DE MIRANDA RODRIGUES CONTATO: davidmr@ifce.edu.br CURSO FIC DE PROGRAMADOR WEB VERSÃO: 1.0 SUMÁRIO 1 Conceitos Básicos... 3 1.1 O que é Software?... 3 1.2 Situações Críticas no desenvolvimento

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre

Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Desenvolvendo um Ambiente de Aprendizagem a Distância Utilizando Software Livre Fabrício Viero de Araújo, Gilse A. Morgental Falkembach Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção - PPGEP Universidade

Leia mais

Prototipação de Software

Prototipação de Software UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Prototipação de Software Engenharia de Software 2o. Semestre de 2005

Leia mais

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Engenharia de Software Introdução Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Tópicos Apresentação da Disciplina A importância do Software Software Aplicações de Software Paradigmas

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Documento de Arquitetura

Documento de Arquitetura Documento de Arquitetura A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO #1 Pág. 1 de 11 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 28/10/2010 1 Elaboração do documento

Leia mais

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE ABORDAGEM DE FRAMEWORKS PARA JSF QUE AUXILIAM O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Amarildo Aparecido Ferreira Junior 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil aapfjr@gmail.com

Leia mais

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro

Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Boas Práticas de Desenvolvimento Seguro Julho / 2.012 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/07/2012 1.0 Versão inicial Ricardo Kiyoshi Página 2 de 11 Conteúdo 1. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado)

UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS CURSO DE CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO (Bacharelado) SISTEMA INTERNO INTEGRADO PARA CONTROLE DE TAREFAS INTERNAS DE UMA EMPRESA DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process)

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Diferentes projetos têm diferentes necessidades de processos. Fatores típicos ditam as necessidades de um processo mais formal ou ágil, como o tamanho da equipe

Leia mais

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí. Conteúdo do Curso. 40% de aula teórica 60% de aula prática. O que veremos neste semestre?

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí. Conteúdo do Curso. 40% de aula teórica 60% de aula prática. O que veremos neste semestre? Curso de PHP FATEC - Jundiaí Conteúdo do Curso 40% de aula teórica 60% de aula prática O que veremos neste semestre? Linguagem PHP Banco de Dados - PostgreSQL PHP - Introdução ao PHP - Estrutura de um

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

Professor: Curso: Disciplina:

Professor: Curso: Disciplina: Professor: Curso: Disciplina: Aula 1 Turma: Esp. Marcos Morais de Sousa Sistemas de informação Engenharia de Software I Dinâmica da disciplina, plano de curso e avaliação 03º semestre Prof. Esp. Marcos

Leia mais

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente:

Unidade IV ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS. Software livre se refere à liberdade dos usuários com relação ao software, mais precisamente: ADMINISTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS Unidade IV DEFINIR A MELHOR SOLUÇÃO DE BANCO DE DADOS PARA AS NECESSIDADES DA EMPRESA.1 O uso das tecnologias.1.1 O software livre 1 A tecnologia de banco de dados, assim

Leia mais

Sistema de Memorandos On-Line. (Projeto Arquitetural)

Sistema de Memorandos On-Line. (Projeto Arquitetural) Universidade Federal de Campina Grande Pb Departamento de Sistemas e Computação Disciplina: Projeto em Computação I 2111185 Professora: Francilene Procópio Garcia, P.Sc Alunos: Arnaldo de Sena Santos;

Leia mais

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião

INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS. Prof. Msc. Hélio Esperidião INTRODUÇÃO BANCO DE DADOS Prof. Msc. Hélio Esperidião BANCO DE DADOS Podemos entender por banco de dados qualquer sistema que reúna e mantenha organizada uma série de informações relacionadas a um determinado

Leia mais

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1 1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 5ª. Série Programação e Design para Web A atividade prática supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

Ferramenta Colaborativa para Groupware

Ferramenta Colaborativa para Groupware Ferramenta Colaborativa para Groupware Rodolpho Brock UFSC Universidade Federal de Santa Catarina INE Deparrtamento de Informática e Estatística Curso de Graduação em Sistema de Informação rbrock@inf.ufsc.br

Leia mais

Processo de Desenvolvimento Unificado

Processo de Desenvolvimento Unificado Processo de Desenvolvimento Unificado Processo de Desenvolvimento de Software? Conjunto de atividades bem definidas; com responsáveis; com artefatos de entrada e saída; com dependências entre as mesmas

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9

TERMO DE REFERÊNCIA TÍTULO: Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD. GECOQ Gerência de Controle e Qualidade 1/9 TÍTULO: ASSUNTO: GESTOR: TERMO DE REFERÊNCIA Termo de Referência para contratação de ferramenta case de AD DITEC/GECOQ Gerência de Controle e Qualidade ELABORAÇÃO: PERÍODO: GECOQ Gerência de Controle e

Leia mais

Processos de Desenvolvimento de Software

Processos de Desenvolvimento de Software Processos de Desenvolvimento de Software Gerenciamento de Projetos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e

Leia mais

MATERIAL DE APOIO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA VIA WEB

MATERIAL DE APOIO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA VIA WEB 1 MATERIAL DE APOIO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA VIA WEB Edna Aniceto de Magalhães Universidade de Ribeirão Preto UNAERP edna@odin.unaerp.br Priscila de Oliveira Universidade de Ribeirão Preto UNAERP priscila.oliver@odin.unaerp.br

Leia mais

Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software ECOFROTA TRIBUNAL THEMIS

Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software ECOFROTA TRIBUNAL THEMIS 1 Projeto Disciplinar de Infra-Estrutura de Software ECOFROTA TRIBUNAL THEMIS EDILBERTO SILVA 1, AQUILA ISRAEL (1316079) 2, CYNTHIA FERREIRA (1316079) 2, MARKO DE CASTRO (1316119) 2, RAFAELA ALMEIDA (1316189)

Leia mais

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho.

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. - DSI DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. Preocupação: Problema técnicos Mudança na natureza e conteúdo do trabalho

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP

O melhor do PHP. Por que PHP? CAPÍTULO 1. Uma Pequena História do PHP CAPÍTULO 1 O melhor do PHP Este livro levou bastante tempo para ser feito. Venho usando agora o PHP por muitos anos e o meu amor por ele aumenta cada vez mais por sua abordagem simplista, sua flexibilidade

Leia mais

ENG1000 Introdução à Engenharia

ENG1000 Introdução à Engenharia ENG1000 Introdução à Engenharia Aula 01 Processo de Desenvolvimento de Software Edirlei Soares de Lima Processo de Software O processo de software consiste em um conjunto estruturado

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo Prefeitura de Belo Horizonte Sistema de Controle de Protocolo Relatório apresentado para concorrer ao 2º Prêmio Inovar BH conforme Edital SMARH nº 001/2014 Belo Horizonte Julho de 2014 Resumo Sendo grande

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

Autores/Grupo: TULIO, LUIS, FRANCISCO e JULIANO. Curso: Gestão da Tecnologia da Informação. Professor: ITAIR PEREIRA DA SILVA GESTÃO DE PESSOAS

Autores/Grupo: TULIO, LUIS, FRANCISCO e JULIANO. Curso: Gestão da Tecnologia da Informação. Professor: ITAIR PEREIRA DA SILVA GESTÃO DE PESSOAS Autores/Grupo: TULIO, LUIS, FRANCISCO e JULIANO Curso: Gestão da Tecnologia da Informação Professor: ITAIR PEREIRA DA SILVA GESTÃO DE PESSOAS ORGANOGRAMA FUNCIANOGRAMA DESENHO DE CARGO E TAREFAS DO DESENVOLVEDOR

Leia mais

Guia do Nexus. O Guia Definitivo para o Nexus: O exoesqueleto do desenvolvimento Scrum escalado. Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Scrum.

Guia do Nexus. O Guia Definitivo para o Nexus: O exoesqueleto do desenvolvimento Scrum escalado. Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Scrum. Guia do Nexus O Guia Definitivo para o Nexus: O exoesqueleto do desenvolvimento Scrum escalado Desenvolvido e mantido por Ken Schwaber e Scrum.org Tabela de Conteúdo Visão Geral do Nexus... 2 O Propósito

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO CST ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo desde a

Leia mais

PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB)

PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB) RELATÓRIO DE ENTREGA DO PRODUTO 1 (CONSTRUÇÃO DE PORTAL WEB) PARA A ELABORAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PMGIRS PARA OS MUNICÍPIOS DE NOVO HORIZONTE, JUPIÁ, GALVÃO,

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (EAD) SISTEMAS PARA INTERNET INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo

Leia mais

Análise dos procedimentos adotados na integração do desenvolvimento de software com a Interação Humano-Computador em empresas

Análise dos procedimentos adotados na integração do desenvolvimento de software com a Interação Humano-Computador em empresas Análise dos procedimentos adotados na integração do desenvolvimento de software com a Interação Humano-Computador em empresas Cristiano Cortez da Rocha, Eduardo Spolaor Mazzanti, Matheus Anversa Viera

Leia mais

Engenharia de Software Software Requirements

Engenharia de Software Software Requirements Requisitos Engenharia de Software Software Requirements SWEBOK, Capítulo 2 Primeira Classificação de Requisito 1. Requisito do usuário: declarações sobre as funções que o sistema deve oferecer 2. Requisito

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 10 de Outubro de 2013. Revisão aula anterior Documento de Requisitos Estrutura Padrões Template Descoberta

Leia mais

Engenharia da WEB 16/08/2011. Vida moderna. Sistemas WEB

Engenharia da WEB 16/08/2011. Vida moderna. Sistemas WEB Engenharia da WEB Fernando Schütz Especialização 2010 UTFPR Vida moderna Sistemas WEB Início Arquivos hipertexto Hoje Bancos! Powell Sistemas WEB envolvem uma mistura de publicação impressa e desenvolvimento

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN José Agostinho Petry Filho 1 ; Rodrigo de Moraes 2 ; Silvio Regis da Silva Junior 3 ; Yuri Jean Fabris 4 ; Fernando Augusto

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA)

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) Alessandra Lubbe 1 Alexandre Evangelista 2 Jeandro Perceval 3 José Ramiro Pereira 4 Luiz Gustavo Mahlmann 5 RESUMO

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Aula 1 Ementa Fases do Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software, apresentando como os métodos, ferramentas e procedimentos da engenharia de software, podem

Leia mais

SOLUÇÃO EM DISPOSITIVO MÓVEL PARA ATENDIMENTO DE RESTAURANTES E LANCHONETES EM VIÇOSA-MG 1

SOLUÇÃO EM DISPOSITIVO MÓVEL PARA ATENDIMENTO DE RESTAURANTES E LANCHONETES EM VIÇOSA-MG 1 615 SOLUÇÃO EM DISPOSITIVO MÓVEL PARA ATENDIMENTO DE RESTAURANTES E LANCHONETES EM VIÇOSA-MG 1 Guilherme Paulo de Barros 2, Arthur Lemos 3, Heber Fernandes Amaral 4 Resumo: Nos dias atuais, com a popularização

Leia mais

Banco de Dados I. Apresentação (mini-currículo) Conceitos. Disciplina Banco de Dados. Cont... Cont... Edson Thizon (edson@esucri.com.

Banco de Dados I. Apresentação (mini-currículo) Conceitos. Disciplina Banco de Dados. Cont... Cont... Edson Thizon (edson@esucri.com. Sistemas da Informação Banco de Dados I Edson Thizon (edson@esucri.com.br) 2008 Apresentação (mini-currículo) Formação Acadêmica Mestrando em Ciência da Computação (UFSC/ ) Créditos Concluídos. Bacharel

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO

SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO SISTEMA DE GERENCIAMENTO E CONTROLE DE DOCUMENTOS DE TCC E ESTÁGIO Marcelo Karpinski Brambila 1, Luiz Gustavo Galves Mahlmann 2 1 Acadêmico do Curso de Sistemas de Informação da ULBRA Guaíba < mkbrambila@terra.com.br

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Reuso. Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior

Reuso. Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Reuso Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Reutilização de Software Na maioria das áreas de engenharia de software, sistemas são desenvolvidos

Leia mais

Apresentamos a divisão Portal Moveleiro Tecnologia, habilitada para o desenvolvimento de projetos alinhados a estratégias de e-business.

Apresentamos a divisão Portal Moveleiro Tecnologia, habilitada para o desenvolvimento de projetos alinhados a estratégias de e-business. SOLUÇÕES E-BUSINESS PERSONALIZADAS Apresentação Apresentamos a divisão Portal Moveleiro Tecnologia, habilitada para o desenvolvimento de projetos alinhados a estratégias de e-business. Atuando há 4 anos

Leia mais

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Engenharia de Software Introdução Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Tópicos Apresentação da Disciplina A importância do Software Software Aplicações de Software Paradigmas

Leia mais

Artur Petean Bove Júnior Tecnologia SJC

Artur Petean Bove Júnior Tecnologia SJC Artur Petean Bove Júnior Tecnologia SJC Objetivo O objetivo do projeto é especificar o desenvolvimento de um software livre com a finalidade de automatizar a criação de WEBSITES através do armazenamento

Leia mais

AULA 1 INTRODUÇÃO - ENGENHARIA DE SOFTWARE. Prof. Msc. Hélio Esperidião

AULA 1 INTRODUÇÃO - ENGENHARIA DE SOFTWARE. Prof. Msc. Hélio Esperidião AULA 1 INTRODUÇÃO - ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Msc. Hélio Esperidião O QUE É UM ALGORITMO? É qualquer procedimento computacional bem definido que informa algum valor ou conjunto de valores como entrada

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EMENTAS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 60 h 1º Evolução histórica dos computadores. Aspectos de hardware: conceitos básicos de CPU, memórias,

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. TURMA: 3º semestre EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. TURMA: 3º semestre EMENTA Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Informação e Comunicação CURSO: Sistemas de Informação FORMA/GRAU:( ) Integrado ( ) Subsequente ( ) Concomitante ( X ) Bacharelado ( ) Licenciatura ( ) Tecnólogo

Leia mais

METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE PROJETO DE SOFTWARE ORIENTADO A OBJETO COM PMBOK

METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE PROJETO DE SOFTWARE ORIENTADO A OBJETO COM PMBOK V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE PROJETO DE SOFTWARE ORIENTADO A OBJETO COM PMBOK Cleber Lecheta Franchini 1 Resumo:

Leia mais

O CONCEITO DE TDD NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

O CONCEITO DE TDD NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE O CONCEITO DE TDD NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Renan Leme Nazário, Ricardo Rufino Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR - Brasil renazariorln@gmail.com, ricardo@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Introdução à Computação A disciplina apresenta a área da Computação como um todo, desde a história e a evolução dos computadores

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRA/1123 FNDE -EDITAL Nº 01/2009 1. Perfil: Consultor ESPECIALISTA EM PLANO DE METAS ANALISTA PROGRAMADOR DELPHI - Código 1 - CGETI. 2. Nº de vagas:

Leia mais

DISCIPLINA ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 03 Processo Unificado e Desenvolvimento Ágil. Profª Esp.: Maysa de Moura Gonzaga

DISCIPLINA ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 03 Processo Unificado e Desenvolvimento Ágil. Profª Esp.: Maysa de Moura Gonzaga DISCIPLINA ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 03 Processo Unificado e Desenvolvimento Ágil Profª Esp.: Maysa de Moura Gonzaga 2º Semestre / 2011 O Processo Unificado dos autores Ivar Jacobson, Grady Booch e James

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: SIG Aula N : 11 Tema: Como desenvolver e

Leia mais

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

Profa. Celia Corigliano. Unidade IV GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI

Profa. Celia Corigliano. Unidade IV GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Profa. Celia Corigliano Unidade IV GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE TI Agenda da disciplina Unidade I Gestão de Projetos Unidade II Ferramentas para Gestão de Projetos Unidade III Gestão de Riscos em TI Unidade

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado B, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

Cargo Função Superior CBO. Tarefas / Responsabilidades T/R Como Faz

Cargo Função Superior CBO. Tarefas / Responsabilidades T/R Como Faz Especificação de FUNÇÃO Função: Analista Desenvolvedor Código: Cargo Função Superior CBO Analista de Informática Gerente de Projeto Missão da Função - Levantar e prover soluções para atender as necessidades

Leia mais

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos

Leia mais

Requisitos de Software

Requisitos de Software Requisitos de Software Prof. José Honorato F.N. Prof. José Honorato F.N. honoratonunes@gmail.com Requisitos de Software Software é o conjunto dos programas e dos meios não materiais que possibilitam o

Leia mais

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO SISTEMA DE INVENTÁRIO CACIC GOVERNO FEDERAL SOFTWARE PÚBLICO

MANUAL DE IMPLANTAÇÃO SISTEMA DE INVENTÁRIO CACIC GOVERNO FEDERAL SOFTWARE PÚBLICO MANUAL DE IMPLANTAÇÃO SISTEMA DE INVENTÁRIO CACIC Configurador Automático e Coletor de Informações Computacionais GOVERNO FEDERAL SOFTWARE PÚBLICO software livre desenvolvido pela Dataprev Sistema de Administração

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE

ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE ENGENHARIA DE SOFTWARE/ SISTEMAS DE SOFTWARE CMP1280/CMP1250 Prof. Me. Fábio Assunção Introdução à Engenharia de Software SOFTWARE Programa de computador acompanhado dos dados de documentação e configuração

Leia mais

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Resumo. Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Autor: Danilo Humberto Dias Santos Orientador: Walteno Martins Parreira Júnior Bacharelado em Engenharia da Computação

Leia mais

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico

BANCO DE DADOS. Introdução a Banco de Dados. Conceitos BásicosB. Engenharia da Computação UNIVASF. Aula 1. Breve Histórico Banco de Dados // 1 Banco de Dados // 2 Conceitos BásicosB Engenharia da Computação UNIVASF BANCO DE DADOS Aula 1 Introdução a Banco de Dados Campo representação informatizada de um dado real / menor unidade

Leia mais

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE RESUMO Fazer um bom levantamento e especificação de requisitos é algo primordial para quem trabalha com desenvolvimento de sistemas. Esse levantamento

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES

DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES DESENVOLVENDO APLICAÇÃO UTILIZANDO JAVA SERVER FACES Alexandre Egleilton Araújo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil araujo.ale01@gmail.com, jaime@unipar.br Resumo.

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O curso Técnico em Informática, em Nível Médio Subseqüente, será organizado de forma semestral, com aulas presenciais, compostos por disciplinas, com conteúdos estabelecidos, tendo

Leia mais

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software.

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software. Processos de Software Objetivos Apresentar os modelos de processo de software Conjunto coerente de atividades para especificar, projetar, implementar e testar s de software Descrever os diferentes modelos

Leia mais

Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots

Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots Diretrizes para criação de um padrão de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em cots Roosewelt Sanie Da Silva¹ 1 Ciência da Computação Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) Rodovia

Leia mais

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier Capítulo 11 Arquitetura do sistema Nada que é visto, é visto de uma vez e por completo. --EUCLIDES

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais