PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES DA FASE INICIAL DE OBRAS EM MEIO URBANO: PROBLEMAS AMBIENTAIS E SOLUÇÕES ADOTADAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES DA FASE INICIAL DE OBRAS EM MEIO URBANO: PROBLEMAS AMBIENTAIS E SOLUÇÕES ADOTADAS"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI IZILDINHA REGINA BORGES PÍCOLI PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES DA FASE INICIAL DE OBRAS EM MEIO URBANO: PROBLEMAS AMBIENTAIS E SOLUÇÕES ADOTADAS SÃO PAULO 2009

2 2 IZILDINHA REGINA BORGES PÍCOLI PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES DA FASE INICIAL DE OBRAS EM MEIO URBANO: PROBLEMAS AMBIENTAIS E SOLUÇÕES ADOTADAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Orientador: Professor Dr. Wilson Shoji Iyomasa SÃO PAULO 2009

3 3 IZILDINHA REGINA BORGES PÍCOLI PLANEJAMENTO DE ATIVIDADES DA FASE INICIAL DE OBRAS EM MEIO URBANO: PROBLEMAS AMBIENTAIS E SOLUÇÕES ADOTADAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho em: de de Professor Dr. Wilson Shoji Iyomasa Professora Me. Lecy Cirilo Orsi Comentários:

4 4 Dedico este trabalho primeiramente a Deus, pois sem ele não conseguiria chegar a lugar algum. Agradeço muito a minha família, ao meu marido Diego que me ajudou em tudo que precisei, meu companheiro para tudo em minha vida, que soube entender minhas ausências. À minha mãe, que sempre me apoiou e me incentivou a continuar na caminhada da realização do meu sonho. Agradeço também ao meu orientador do curso de engenharia Dr. Wilson Shoji Iyomasa, que sempre com muita dedicação me instruiu e me mostrou o caminho certo para que eu concluísse com êxito este trabalho.

5 5 RESUMO Essa pesquisa busca discutir os procedimentos necessários para reduzir possíveis degradações ao ambiente urbano em decorrência de execução de atividades de engenharia civil para a construção de canteiros de obras e das primeiras etapas de atividades de um condomínio vertical. A pesquisa está fundamentada em estudo de caso prático, onde foram inseridos procedimentos para reduzir ou evitar impactos ao meio físico e inclusive desconforto à comunidade que vive ou transita pelo local das obras. Além da discussão dessas medidas e das soluções adotadas para a redução dos impactos ao ambiente urbano na fase de construção do canteiro de obras, a pesquisa aborda também os cuidados tomados nas fases de operação dessa obra auxiliar, que inclui atividades de remoção e destinação dos materiais utilizados. Também se discute a importância do conhecimento das características do terreno e das obras executadas, bem como são abordadas as diretrizes relativas à preocupação com a segurança e saúde dos trabalhadores. No estudo de caso apresentam-se os procedimentos para a separação dos resíduos em locais apropriados e periodicamente removidos para reciclagem, seguindo as exigências dos órgãos ambientais, e compreender as conseqüências que estas medidas podem causar no andamento das obras, seja do canteiro de apoio ou nos primeiros serviços da edificação principal. A presente pesquisa procura contribuir para o desenvolvimento sustentável de construções de canteiros de obras civis em área urbana, buscando alternativas de conciliação entre o desenvolvimento e a preservação do meio ambiente, visando agregar objetivos econômicos e sociais. Palavras Chave: Canteiro de obras em área urbana; Impactos ambientais e obras civis; Planejamento de canteiro de obras.

6 6 ABSTRACT This monograph searchs to discuss the procedures necessary to prevent possible degradations to the urban environment in result of execution of civil engineering s activities for builds the seedbeds of workmanships and the first stage of vertical condominium s activities. The monograph is based on study of practical case, where they had been inserted procedures to reduce or to prevent impacts in the environment and including discomfort to the community that lives or transits for the place of the workmanships. Beyond the discuss of these measures and the solutions adopted for the reduction of the impacts in the urban environment in the stage of builds the seedbed of workmanships, the monograph also approaches the cares taken in the stages of operation of this workmanship auxiliary, that includes activities of removal and destination for used materials. Also discuss the importance of knowledge of the terrain s characteristics and of works carried, and including the guidelines relating to concerns about the safety and health of workers. In the case study searchs to present the procedures for the separation of the residues in appropriate places and periodically removed for recycling, being followed the requirements of the ambient agencies, and to understand the consequences that these measures can cause in the course of the workmanships, either of support s seedbed or in the first services of the main construction. The present monograph searchs to contribute for the sustainable development of builds the seedbed of civil workmanships in urban area, searching alternative of conciliation between the development and the preservation of the environment, order to add economic and social objectives. Key-words: Construction site in urban areas; environmental impacts and civil works; construction site s planning.

7 7 LISTA DE FIGURAS Figura 5.1 Depósito de resíduos provenientes das obras Figura 5.2 Canteiro da obras Figura 5.3 Grua Figura 5.4 Primeiras atividades em obra urbana na cidade de São Paulo Figura 6.1 Conservação da vegetação existente na obra Figura 6.2 Lava-rodas instalado em canteiro de obras na cidade de São Paulo Figura 6.3 Proteção provisória de taludes com lona para evitar a instalação de processo erosivo Figura 6.4 Caixa de retenção de partículas provenientes do lava-rodas Figura 6.5 Proteção dos dutos de ar condicionado contra poeiras, durante a fase de execução da obra Figura 6.6 Aviso de proibição de fumo nas dependências da obra Figura 6.7 Depósito de resíduos resultantes do canteiro de obras e atividades iniciais do empreendimento

8 8 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS BSI CIPA IT OHSAS PG SSMA SST SGSST British Standard Institution Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Instrução de Trabalho Occupational Health and Safety Assessment Series Programas de Gestão Segurança, Saúde e Meio Ambiente Segurança e Saúde no Trabalho Sistema de Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho

9 9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico MÉTODO DE TRABALHO JUSTIFICATIVAS PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE CANTEIROS DE OBRAS EM MEIO URBANO Planejamento do Canteiro e Análise de Projeto de Arquitetura Características do Terreno Normas Sistema de Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho Mapa de Riscos Plano de Responsabilidade Ambiental Plano de Limpeza e Remoção de Resíduos Construção do Canteiro de Obra Análise das Condições do local escolhido para o Canteiro de Obra Dimensionamento do Canteiro de Obra Estocagem e Manuseio de Materiais Análise do Tipo de Cliente a ser Atendido Escolha do Sistema de Transportes Início do Memorial Descritivo Software para Construção de Canteiros... 28

10 Desenvolvimento Sustentável O Meio Ambiente e a Constituição Brasileira SUSTENTABILIDADE EM CANTEIROS DE OBRAS Projeto e Aspectos Ambientais Planejamento da Obra e Construção Serviços Iniciais e Construção do Canteiro de Obras Gestão de Resíduos nos Canteiros de Obras Gestão dos materiais Gestão da Água Gestão de Energia Gestão de Informação e da Comunicação ANÁLISE DOS RESULTADOS Características Gerais do Empreendimento Análise quanto a Sustentabilidade CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES...54 REFERÊNCIAS...55

11 11 1 INTRODUÇÃO A construção civil no meio urbano cresceu vertiginosamente nos últimos anos devido à demanda elevada nas construções civis. São edificações residenciais, comerciais, industriais, fábricas que precisam ser construídas para acompanhar o avanço da modernização no país. Com isso há necessidade de crescimento nesse setor. Para atender essa crescente demanda exige-se maior planejamento e controle nas obras civis, e conseqüentemente buscam-se novas ferramentas tecnológicas para auxiliar nesse processo. Uma das ferramentas vastamente utilizada é o Microsoft Project, que possibilita organizar e elaborar o cronograma físico-financeiro de uma obra, englobando desde a entrega dos materiais até o controle do tempo para realização de cada tarefa entre outras. Assim se tem um melhor planejamento e uma melhor organização da obra. Atualmente o setor da construção civil está muito preocupado com a redução de impactos ambientais ao meio ambiente pela exigência de órgãos ambientais e por trazer benefício para a população. Por isso aumenta-se a preocupação com o planejamento antecipado das obras visando o menor impacto ao meio ambiente e o maior conforto para a população. Com estes aspectos realçados nos parágrafos anteriores, desenvolveu-se uma pesquisa sobre planejamento e construção de canteiros de obras civis em meio urbano. É importante frisar que, atualmente, a preocupação com o meio ambiente, no setor da construção civil, inicia-se nas pranchetas para organização e planejamento de canteiros de obras, buscando a sustentabilidade nas obras civis de apoio ao empreendimento principal. Como atividade prática dessa pesquisa, procurou-se estudar o método adotado na construção de obras, cuja preocupação principal foi a redução nos impactos ao meio físico, bem como a busca pela sustentabilidade ambiental em tipo de obras civis de apoio às grandes construções.

12 12 2 OBJETIVOS O estudo de planejamento de atividades da fase inicial de obras em meio urbano visa apontar problemas ambientais decorrentes das instalações de canteiros nas obras e soluções adotadas para minimizar o impacto gerado no período de construção, onde sua instalação seja executada. 2.1 Objetivo Geral Nas obras de grande porte realizadas na construção civil é imprescindível a construção de um ou mais canteiros de obras para o alojamento, refeições, higiene e escritórios dos funcionários, que fazem parte da construção. Esse estudo tem como objetivo geral apresentar diretrizes para o planejamento e instalações dos canteiros nas obras, onde as instalações são executadas, e quais os procedimentos adotados para evitar possíveis degradações ao ambiente, reduzindo o desconforto à população vizinha e aos transeuntes que circulam pelo local do empreendimento. 2.2 Objetivo Específico O objetivo específico da presente pesquisa é acompanhar na prática a inserção de medidas e ações para se evitar ou reduzir os impactos que a instalação de um canteiro de obras pode causar ao meio físico e à comunidade que vive ou transita pelo local das obras. Esse acompanhamento visa discutir os problemas decorrentes da adoção dessas medidas e as soluções encontradas para a redução dos impactos, tanto na fase de construção dos canteiros, como nas fases de operação, que inclui atividades de remoção e destinação dos materiais utilizados. Para atingir esse objetivo, a pesquisa foi fundamentada no estudo de casos práticos de um canteiro de obras em meio urbano. Neste estudo apontam-se procedimentos e práticas que foram adotados no decorrer do desenvolvimento de uma obra na cidade de São Paulo.

13 13 3 MÉTODO DE TRABALHO A presente pesquisa foi iniciada com levantamento bibliográfico disponível sobre a construção de canteiros de obras, os impactos que as construções civis causam ao meio ambiente, leis e normas que regem esse tipo de construção. Encerrada a etapa de coleta de documentos técnicos, esses foram organizados e analisados para dar subsídio teórico à pesquisa desenvolvida. A etapa seguinte da pesquisa envolveu a realização de uma entrevista com um engenheiro que atua há alguns anos em construções de canteiros de obras em área urbana, como fonte de informações técnicas. Procurou-se buscar, ainda, extrair mais dados técnicos por meio de relatos de outros profissionais de uma empresa tradicional que atua a três décadas na cidade de São Paulo. A etapa prática da pesquisa foi realizada por meio de acompanhamento técnico durante a construção do canteiro de obras de um empreendimento localizado em um bairro de classe média a alta, situado nas proximidades de importante via de acesso de São Paulo. De posse das informações teóricas e com os dados extraídos na construção do canteiro de obras, passou-se para a etapa de análise crítica dos procedimentos adotados para reduzir impactos ao meio ambiente e à população vizinha. A etapa final foi à elaboração do relato técnico para apresentar os resultados de procedimentos adotados e as conclusões extraídas da presente pesquisa.

14 14 4 JUSTIFICATIVAS Atualmente, no Brasil, as empresas de grande porte do mercado de construção civil se preocupam cada vez mais com o planejamento e construção do canteiro de obras, seja em área de proteção ambiental ou em área urbanizada. Essa preocupação e a adoção de soluções com recursos tecnológicos é, em parte, conseqüência da conscientização da população, que exige cuidados ao meio ambiente, e pelos resultados financeiros positivos provenientes de um canteiro de obras bem planejado, permitindo maior autonomia à obra, devido à criação de comandos independentes para cada setor. Não basta apenas se preocupar com o orçamento e com o cronograma físico da obra principal (empreendimento), apesar de serem de extrema importância, mas é necessário um planejamento bem elaborado do canteiro de obras, pois se inicia com esse planejamento é que o resultado final de todo o empreendimento se torna positivo, resultando em uma obra com o cliente satisfeito, com o prazo cumprido, um resultado satisfatório e, principalmente, com a degradação minimizada do meio ambiente. Verifica-se que nas novas construções de edificações há grande preocupação em reduzir os impactos ao meio ambiente por meio da redução de desperdícios dos materiais de construção, economia de energia, aproveitamento de águas de chuvas etc. É visível que está aumentando o número de pessoas que se preocupam com as questões ambientais e, portanto, requer oferta de edificações sustentáveis ou que tenham sido construídas reduzindo os impactos ao meio ambiente. Essa pesquisa visa contribuir para a redução de impactos ambientais e à população durante a construção de canteiros de obras em áreas urbanas. Trata-se de oportunidade em apresentar tecnologias adotadas nos canteiros de obras, desde a etapa de planejamento até a remoção e destinação dos materiais dos canteiros.

15 15 5 PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE CANTEIROS DE OBRAS EM MEIO URBANO O setor de planejamentos significa hoje o sucesso de qualquer empreendimento (GOLDMAN, 1997). O ato de planejar não é apenas decidir o que fazer, mas sim definir os processos, apurar e avaliar os dados e informações para que o procedimento se torne o mais viável possível, resultando em uma boa logística do canteiro de obras. 5.1 Planejamento do Canteiro e Análise de Projeto de Arquitetura Projeto é uma seqüência lógica e clara dos eventos, sempre com início, meio e fim, e não repetitivo, cujo intuito é atingir um objetivo claro e definido. Essa seqüência é elaborada por um responsável que conduz o projeto e verifica o tempo, o custo, os recursos e a qualidade, que são previamente definidos (VARGAS, 2003). Segundo Goldman (1997), a perfeita harmonia do projeto de arquitetura com os outros projetos, como o projeto de cálculo estrutura, instalações, entre outros, também é uma atribuição direta do planejamento de obras. Cabe ao setor de arquitetura e planejamento, em conjunto, a responsabilidade da procura de novos materiais e serviços aliados na economia de custos. De acordo com Dinsmore (2000), o projeto tem como finalidade criar um produto ou serviço único, diferente de todos os outros produtos e serviços, sendo um esforço temporário, com início e fim definidos, que utiliza recursos, dirigido por pessoas e sempre obedece aos parâmetros de tempo, custo e qualidade. A primeira influência exercida pelo setor de planejamentos que envolvem o setor de arquitetura é às escolhas das especificações que são adotadas nas obras (GOLDMAN, 1997).

16 16 O projeto tem que conter metas claras e definidas pela pessoa responsável por executálo, sempre obedecendo aos parâmetros de qualidade, tempo e custo. Segundo Dinsmore (2000), gerenciar um projeto significa aplicar as habilidades, conhecimentos, ferramentas e técnicas com a finalidade de satisfazer seus requisitos. Este passo consiste em uma análise inicial da planta do empreendimento, para verificar a logística da instalação dos canteiros a fim de prover uma melhor mobilidade dentro da obra. Para isso, são analisados os seguintes itens: Construir os canteiros em local de fácil acesso para os funcionários, facilitando a circulação dentro da obra e evitando acidentes; Não obstrução das entradas e saídas da obra e cuidado com as instalações de transportes verticais, permitindo a logística de transporte dentro da obra; Construir os canteiros próximos às instalações de elétrica e hidráulica, se existentes na obra. 5.2 Características do Terreno Ao elaborar um canteiro de obras é fundamental o conhecimento das características do terreno. Por isso deve ser feita uma visita ao local, onde são avaliados a morfologia do terreno, a composição do solo por meio de sondagens ou observações em costas, etc. Na planta topográfica do terreno é possível lançar o tipo de solo existente, sua composição, seu nível máximo e mínimo de declividade e as construções ao redor da obra, a fim de observar se existe outra edificação construída muito próxima ou se existe outra edificação que não esteja em bom estado de conservação.

17 Normas Análise da estadia e comodidade dos funcionários no canteiro de obras, conforme as normas NR 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho (MTE, 2008). Visando a segurança, condições de higiene e lazer dos funcionários, deve ser seguidas as seguintes diretrizes: Segurança, Saúde e Meio Ambiente SSMA: Unidade de serviço responsável pelas ações de Segurança e Saúde no Trabalho SST; Manual do Sistema de Gestão de SST - MN: Documento de caráter geral que estabelece os princípios adotados pela empresa para operacionalizar o seu sistema de gestão de SST; Procedimento do SST: Documento que determina o modo e responsabilidades para executar as atividades do sistema de gestão de SST; Programas de Gestão PG: Documento que assegura o cumprimento dos objetivos e metas do sistema de gestão de SST, estabelecendo normas específicas; Planos PL: Documento que tem por objetivo estabelecer procedimentos a serem adotados no sistema de gestão de SST; Instrução de Trabalho IT: Documento de caráter específico que estabelece um detalhamento do procedimento de SST; Relatórios RL: Documentos utilizados para o registro de informações, dados, ocorrências, indicadores, gráficos, atividades, ações produzidas, parâmetros relativos à avaliação do desempenho do sistema de SST; Occupational Health and Safety Assessment Series OHSAS; Segurança e Saúde no Trabalho SST; Orientações para certificações em sustentabilidade, tais como LEED Construction e AQUA.

18 Sistema de Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho Um fator muito importante e que se deve ser levado muito a sério é a segurança e saúde dos trabalhadores. Os acidentes são resultados de ambientes de trabalho onde estão presentes os riscos ocupacionais, que são os físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. Segundo Miranda (1995), a obtenção da qualidade está relativamente ligada à melhoria das condições de higiene e segurança do trabalho, já que é quase impossível que uma organização alcance o sucesso deixando de dar foco a qualidade de vida dos trabalhadores. Segundo BSI (1999), a OHSAS 18001, que entrou em vigor em abril de 1999, tem por objetivo introduzir às organizações os elementos de SGSST (Sistema de Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho), eficaz quando integrado com outros requisitos da gestão. Esses elementos podem ser aplicados tanto para grandes quanto para pequenas empresas, com baixos e altos riscos, proporcionando para a empresa a redução de acidentes de trabalho, pela prevenção, se aplicada corretamente. Deste sistema tem-se a Instrução de Trabalho para Implantação do Canteiro - IT-030 e a Ferramenta F-030 para estabelecer a logística, dimensionamento, layout, arranjo físico e área de vivência dos canteiros de obra. Este sistema estabelece um Plano Diretor de Resíduos Sólidos destinado às medidas de classificação, estocagem, acondicionamento, coleta, transporte e destinação final para os resíduos sólidos provenientes das frentes de serviço e canteiro de obras Mapa de Riscos Conforme Passarelli (2009), o mapa de riscos surgiu na Itália, no final da década de 60. Já na década de 70 o movimento sindicalista desenvolveu um modelo próprio de

19 19 investigação e controle das condições do trabalho pelos trabalhadores, chagando no Brasil na década de 80. O mapa de riscos refere-se a uma representação gráfica dos acidentes e riscos que possam acontecer a um trabalhador. Este mapa é de fácil visualização e compreensão, fixados em locais de fácil visualização, trazendo informações e orientações aos trabalhadores e para pessoas que transitem eventualmente no local do canteiro de obras. Segundo Passarelli (2009), a participação dos trabalhadores na construção do mapa de risco é muito importante, pois com isso, proporcionará a socialização do saber coletivo, obtendo assim, soluções para melhorar as condições de trabalho em que se encontram os trabalhadores. O mapa informa didaticamente aos trabalhadores com uso de círculos com cores diferentes os perigos de cada local, da seguinte forma: Cor Vermelha - Agentes químicos - Poeiras, fumos metálicos, névoas, gases, vapores, asfixiantes, anestésicas. Cor Verde - Agentes físicos - Ruídos, vibrações, calor, radiações ionizantes, frio. Cor Marrom - Agentes biológicos Vírus, bactérias, protozoários, fungos, bacilos, parasitas. Cor Amarela - Agentes ergonômicos Esforço físico, ritmos excessivos, monotonia, jornada prolongada. Cor Azul Riscos de acidentes Tecnologias impróprias, que colocam em risco a integridade física do trabalhador, como máquinas sem proteção, ligações elétricas deficientes, ferramentas defeituosas, entre outros. O Mapa de Riscos deve ser elaborado na empresa, pelos trabalhadores e representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA, após ouvir e entrevistar os trabalhadores (PASSARELLI, 2009).

20 20 É preciso o conhecimento de algumas informações, como as características dos trabalhadores: sexo, idade, jornada, instrumentos utilizados na obra, os riscos existentes no local analisado. Além disso, é necessário identificar as medidas preventivas e sua eficácia, bem como identificar as queixas mais freqüentes no ambiente de trabalho, como acidentes e doenças ocorridos com certa freqüência. Para identificar os riscos, é preciso analisar as medidas preventivas existentes no local de trabalho e sua eficácia, como o Controle médico (ASO), fornecimento de EPI, normas de segurança, treinamentos e inspeções regulares (PASSARELLI, 2009) Plano de Responsabilidade Ambiental O principal objetivo é minimizar ao máximo possível o impacto gerado no período de obras, há um foco para a preocupação com a natureza ao redor da obra, evitando-se instalar um canteiro em um local onde existam áreas verdes, e se for inevitável a instalação deste canteiro em local onde existam áreas verdes, tem-se que se toma providencias de preservação desta área para se evitar a degradação do mesmo. Este plano também deve abranger medidas para prevenção e controle da poluição do solo e do ar, inclusive em ambientes internos durante a construção. Ainda para a elaboração do projeto do canteiro de obras, considera-se a implantação de um Plano de Responsabilidade Ambiental a fim de minimizar o impacto gerado no período de obras. As instalações provisórias de água, luz e esgoto seguem o padrão estabelecido pelas concessionárias locais. Em geral, é utilizado de redes públicas para a alimentação do canteiro de obras seguindo diretrizes pré-estabelecidas e de acordo com as orientações da Gerenciadora. Toda a área de canteiro, inclusive as áreas externas reservadas para as calçadas, arruamentos internos, equipamentos do canteiro, devem ser mantidos limpos.

21 Plano de Limpeza e Remoção de Resíduos As instalações administrativas e de uso de pessoal do Canteiro de Obras são varridas diariamente e lavadas semanalmente, exceto sanitários que diariamente são lavados, conforme consta em diretrizes gerais adotadas em obras civis. As instalações de apoio à produção são mantidas limpas e arrumadas pelo seu próprio pessoal ao longo do turno de trabalho. De acordo com Sinduscon (2009), todo o resíduo acumulado no Canteiro de Obras, bem como na obra, é separado e depositado em locais apropriados e periodicamente removidos para reciclagem e/ou destinação final apropriada e indicada pela Gerenciadora ou definida pela própria empresa, seguindo as exigências dos órgãos ambientais (Figura 5.1). Figura 5.1 Depósito de resíduos provenientes das obras. Fonte: Transpetersen (2009) Segundo Sinduscon (2009), no documento referido, a implantação do SSMA estabelece um Plano Diretor de Resíduos Sólidos destinado às medidas de classificação, estocagem,

22 22 condicionamento, coleta, transporte e destinação final para os resíduos sólidos provenientes das frentes de serviço e canteiro de obras. 5.4 Construção do Canteiro de Obra Segundo Souza (2000), é a partir da definição básica que o tempo necessário para a execução da obra é definido, que influencia diretamente todo o processo da construção e execução do canteiro de obras. Quanto mais detalhado se apresentar o projeto, melhor será a informação para determinar o projeto do canteiro. Mesmo que o projeto se encontre na fase preliminar, já é suficiente para a definição do Canteiro, que geralmente, será instalado no próprio terreno que se vai executar a obra Análise das Condições do local escolhido para o Canteiro de Obra Para isso é verificada as seguintes condições: Se as vias de acesso ao local são compatíveis com o tráfego para a obra; Se há legislação municipal específica para construção do canteiro de obras; Existência de rede de abastecimento de água ou poço; Se o terreno dispõe de conexão com a rede de abastecimento de água; Existência de rede de esgoto; Se o terreno dispõe de saída para esgoto; Existência de rede de abastecimento de energia; Existência de rede de telefonia; Para estas informações serem levantadas, é feito um Check List para Projetos de Canteiro de Obras, onde são detalhadas todas estas informações para que se possa projetar um canteiro de obra compatível ao local a ser construído.

23 Dimensionamento do Canteiro de Obra Ao se analisar uma planta arquitetônica do local, onde se pretende construir um canteiro de obras, a verificação do local que se tem disponível para a instalação deste futuro canteiro é muito importante, pois é imprescindível atender a área mínima de canteiro para cada tipo de obra, que varia a sua dimensão, que depende, por exemplo, do número de trabalhadores que a obra exige para trabalhar naquele empreendimento (Figura 5.2). Figura 5.2 Canteiro da obras. Fonte: Canteiro (2009) Segundo NR24 (2009), as unidades de vivência são as seguintes: Refeitório: possui uma área proporcional a 1m² para cada trabalhador, sendo considerados três turnos para utilização do refeitório com paredes e piso laváveis. A abertura para ventilação é de 1/10 da área do piso e a relação de iluminação natural ou artificial é de 150 W/6m². A circulação principal é de 75cm de largura e entre os bancos essa circulação é de 55cm. Os bancos possuem largura de 30cm e altura de 55cm. No refeitório há bebedouro na proporção de um para cada 25 trabalhadores e lavatório. O pé-direito é de 2,6m e somente serão instalados em

24 24 pavimento térreo de ventilação privilegiada. É necessário prever sempre um espaço para aquecer as refeições. Instalações Sanitárias: Compostas de um conjunto de vasos, pia e mictório para cada 20 funcionários. O consumo de água estimado para abastecer o sanitário é da ordem de 60litros por trabalhador. As aberturas para ventilação correspondem à 1/8 da área do piso. A iluminação natural ou artificial é de 100 W/8m² - mínimo de 100lux. O ambiente tem pé-direito mínimo de 2,6m. Vestiários: A área é calculada seguindo a proporção de 1,5m² para cada funcionário. O pé-direito é de 2,6m. Abertura para ventilação é de 1/10 da área do piso e a iluminação natural e/ou artificial corresponde a 100 W/8m² - mínimo de 100lux. Os vestiários possuem armários individuais com fechadura e cadeado e há bancos disponíveis para os trabalhadores, com largura de 30cm. Escritórios: Providos de salas para abrigar toda a administração da obra. São providos de pé-direito mínimo de 2,6m. Ventilação e iluminação adequadas ao trabalho desempenhado nas salas (Engenheiros, Técnicos, Estagiários, Mestre - de Obras, Administrativos e Encarregados). Portaria: Localizada próxima à porta de acesso do pessoal e de veículos para controle dos acessos de pessoas e materiais e é provida de estoque de EPI s para visitantes (Rousselet, 1990). Almoxarifados: Localizados no 1º e 2º subsolos próximos às áreas dos elevadores para um melhor fluxo e controle dos materiais. Sala de Segurança do Trabalho - Quando houver, deve atender também o Assistente Social do Trabalho, Psicólogo, Técnico de Segurança do Trabalho, entre outros (Rousselet, 1990). Conforme Rousselet (1990), o almoxarifado deve ser preferencialmente construído, separado dos escritórios, e suas proximidades estejam de preferência limpos e organizados.

Segurança do Trabalho no Canteiro de Obras PARTE 2

Segurança do Trabalho no Canteiro de Obras PARTE 2 Segurança do Trabalho no Canteiro de Obras PARTE 2 Equipamento de Proteção Coletiva (EPC): 2 Áreas vazadas: Equipamento de Proteção Coletiva (EPC) 18.13.1. É obrigatória a instalação de proteção coletiva

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO PORTARIA N.º 25, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1994 (*) (DOU de 30/12/94 Seção 1 págs 21.280 a 21.282) (Republicada em 15/12/95 Seção

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA.

QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. O presente trabalho é resultado de um consenso estabelecido

Leia mais

CIPA GESTÃO 2013/2014

CIPA GESTÃO 2013/2014 HOSPITAL SÃO PAULO-SPDM Mapa de Risco da Empresa: Questionário auxiliar para elaboração do Mapa de Riscos Mapa de Risco é uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho,

Leia mais

TIPOS DE RISCOS. Riscos Físicos Riscos Químicos Riscos Biológicos Riscos Ergonómicos Riscos de Acidentes

TIPOS DE RISCOS. Riscos Físicos Riscos Químicos Riscos Biológicos Riscos Ergonómicos Riscos de Acidentes RISCO Consideram-se Risco de Trabalho todas as situações, reais ou potenciais, suscetíveis de a curto, médio ou longo prazo, causarem lesões aos trabalhadores ou à comunidade, em resultado do trabalho.

Leia mais

PORTARIA Nº 25, DE 29.12.94, DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO DOU DE 30.12.94, REPUBLICADA NO DE 15.02.95

PORTARIA Nº 25, DE 29.12.94, DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO DOU DE 30.12.94, REPUBLICADA NO DE 15.02.95 PORTARIA Nº 25, DE 29.12.94, DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO DOU DE 30.12.94, REPUBLICADA NO DE 15.02.95 Norma Regulamentadora NR 9 Riscos ambientais Nova redação Programa de Prevenção de

Leia mais

Técnico de Segurança do Trabalho

Técnico de Segurança do Trabalho SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos Concurso Público para Técnico-Administrativo em Educação 02

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS O canteiro de obras Introdução Sistema de produção Em muitos casos de obras de construção e montagem o canteiro de obras pode ser comparado a uma fábrica

Leia mais

EMISSÕES DE CO2 USO DE ENERGIA RESÍDUOS SÓLIDOS USO DE ÁGUA 24% - 50% 33% - 39% 40% 70%

EMISSÕES DE CO2 USO DE ENERGIA RESÍDUOS SÓLIDOS USO DE ÁGUA 24% - 50% 33% - 39% 40% 70% USO DE ENERGIA EMISSÕES DE CO2 USO DE ÁGUA RESÍDUOS SÓLIDOS 24% - 50% 33% - 39% 40% 70% Certificado Prata Ouro Platina Prevenção de Poluição nas Atividades de Construção: Escolha do terreno Densidade

Leia mais

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno

Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno PPRA MANUAL PRÁTICO PARA ELABORAÇÃO FORMULÁRIO PARA RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Material do curso PPRA EXPERT Apostila do aluno RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS Esse Formulário deve ser aplicado

Leia mais

O que é Canteiro de Obras?

O que é Canteiro de Obras? O que é Canteiro de Obras? Sistema complexo, com muitos riscos associados Análise prévia e criteriosa de sua implantação Qualidade Produtividade Segurança Cartão de visita da obra!!! O que é Canteiro

Leia mais

CANTEIRO DE OBRAS CARTÃO DE VISITA DA OBRA!!! 26/02/2015. Sistema complexo, com muitos riscos associados

CANTEIRO DE OBRAS CARTÃO DE VISITA DA OBRA!!! 26/02/2015. Sistema complexo, com muitos riscos associados CANTEIRO DE OBRAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I Sistema complexo, com muitos riscos associados Análise prévia e criteriosa de

Leia mais

Otimização do uso do solo

Otimização do uso do solo Otimização do uso do solo Criamos uma cidade compacta, adensada, próxima de meios de transporte de alta capacidade, paisagens e ecossistemas visualmente atraentes e que agregam valor à comunidade. Urbanização

Leia mais

Riscos Ambientais MAPA DE RISCOS

Riscos Ambientais MAPA DE RISCOS Riscos Ambientais MAPA DE RISCOS MAPA DE RISCOS Previsto na NR 5. 5.16 A CIPA terá por atribuição: a) identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior

Leia mais

Noções de Segurança e Higiene do Trabalho

Noções de Segurança e Higiene do Trabalho Noções de Segurança e Higiene do Trabalho Sinópse Generalidades. Antecedentes Históricos. Conceitos Básicos: - Acidente do Trabalho; - Atividades e Operações Insalúbres; - Riscos Ocupacionais; - Equipamentos

Leia mais

Professor: Dr. Gilberto Fernandes ESCOLA DE MINAS - UFOP

Professor: Dr. Gilberto Fernandes ESCOLA DE MINAS - UFOP Professor: Dr. Gilberto Fernandes ESCOLA DE MINAS - UFOP Obra de uma residência no bairro Bauxita Ouro Preto Características da edificação: Área do terreno: 360m²; Área a ser construída: 150m²; Obra de

Leia mais

Otimização do uso do solo

Otimização do uso do solo Otimização do uso do solo Criamos uma cidade compacta, adensada, próxima de meios de transporte de alta capacidade e de paisagens e ecossistemas visualmente atraentes que agregam valor à comunidade. Urbanização

Leia mais

Indústria da Construção: Canteiro de obras

Indústria da Construção: Canteiro de obras Indústria da Construção: Canteiro de obras Grupo de Materiais de Construção 1 INTRODUÇÃO: Definição: O Canteiro de obras é o conjunto de "áreas destinadas à execução e apoio dos trabalhos da indústria

Leia mais

Módulo 2. Elaboração do PPRA; Documento Base; Ferramentas para Elaboração; 1º, 2º e 3º Fases de elaboração.

Módulo 2. Elaboração do PPRA; Documento Base; Ferramentas para Elaboração; 1º, 2º e 3º Fases de elaboração. Módulo 2 Elaboração do PPRA; Documento Base; Ferramentas para Elaboração; 1º, 2º e 3º Fases de elaboração. Elaboração do PPRA Para iniciarmos a elaboração do PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

Leia mais

MAPA DE RISCOS COMSAT

MAPA DE RISCOS COMSAT MAPA DE RISCOS COMSAT Comissão de Saúde do Trabalhador 1 - Cores usadas no Mapa de Risco e Tabela de Gravidade GRUPO 1: VERDE GRUPO 2: VERMELHO GRUPO 3: MARROM GRUPO 4: AMARELO GRUPO 5: AZUL Riscos Físicos

Leia mais

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 18.4 Áreas de Vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; b) vestiário; c) alojamento; d)

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NR 1 - Disposições Gerais As Normas Regulamentadoras são de observância obrigatória por

Leia mais

A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO

A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por Resolução do Conselho 2002/C161/01 Nova Estratégia Comunitária de Saúde e Segurança (2002 2006) Redução dos Acidentes de Trabalho

Leia mais

18.4. Áreas de vivência

18.4. Áreas de vivência 18.4. Áreas de vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; (118.015-0 / I4) b) vestiário; (118.016-9 / I4) c) alojamento; (118.017-7 / I4) d) local de refeições;

Leia mais

NR 18 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (118.000-2)

NR 18 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (118.000-2) NR 18 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (118.000-2) Resumo da NR 18 para áreas de vivência 18.1. Objetivo e campo de aplicação. 18.1.1. Esta Norma Regulamentadora NR

Leia mais

Pontos consumo de vapor (economia linhas alta pressão) Almoxarifado Administração Unidade recreativa (gases de combustão) Caldeira

Pontos consumo de vapor (economia linhas alta pressão) Almoxarifado Administração Unidade recreativa (gases de combustão) Caldeira Interligação das Unidades O estudo do arranjo físico das edi cações de uma indústria gera a Planta de Locação, relacionando as várias unidades de produção entre si e vinculandoas demais unidades auxiliares,

Leia mais

Ecologicamente correto. Economicamente viável. Socialmente justo. Culturalmente aceito.

Ecologicamente correto. Economicamente viável. Socialmente justo. Culturalmente aceito. Ecologicamente correto Economicamente viável Socialmente justo Culturalmente aceito. ENERGIA SEGURANÇA ETE FIBRA-ÓTICA DADOS TELEFONIA PAVIMENTAÇÃO VIAS PROJETADAS GÁS ETA SINALIZAÇÃO EQUIP. URBANOS ACESSIBILIDADE

Leia mais

2.3 Os projetos somente serão liberados pelos técnicos se estiverem assinados e acompanhados das respectivas ARTs ou RRTs.

2.3 Os projetos somente serão liberados pelos técnicos se estiverem assinados e acompanhados das respectivas ARTs ou RRTs. INSTRUÇÃO TÉCNICA 11 COMUNICAÇÃO VISUAL E SINALIZAÇÃO Revisão 00 jan/2014 1 OBJETIVO 1.1 Estas Instruções Normativas de Projeto apresentam os procedimentos, critérios e padrões a serem adotados para elaboração

Leia mais

NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Transcrito pela Nutri Safety * O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO o disposto nos artigos 155

Leia mais

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3)

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) 9.1. Do objeto e campo de aplicação. 9.1.1. Esta Norma Regulamentadora

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES -

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - 1. LEGISLAÇÃO SANITÁRIA ESPECÍFICA - Lei Federal 6.360/76 e Decreto Estadual (DE) 23.430 de 24/10/1974 (http://www.al.rs.gov.br/legis/);

Leia mais

ASBEA GRUPO DE TRABALHO DE SUSTENTABILIDADE. RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA PROJETOS DE ARQUITETURA. INTRODUÇÃO

ASBEA GRUPO DE TRABALHO DE SUSTENTABILIDADE. RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA PROJETOS DE ARQUITETURA. INTRODUÇÃO ASBEA GRUPO DE TRABALHO DE SUSTENTABILIDADE. RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA PROJETOS DE ARQUITETURA. INTRODUÇÃO O Grupo de Trabalho de Sustentabilidade da AsBEA, às vésperas de completar seu primeiro ano de

Leia mais

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO 24.1 Instalações Sanitárias 24.1.1 Todo estabelecimento deve ser dotado de instalações sanitárias, constituídas por vasos sanitários,

Leia mais

SELO CASA AZUL CAIXA. Cases empresariais - SBCS10 São Paulo, 9/NOV/2010

SELO CASA AZUL CAIXA. Cases empresariais - SBCS10 São Paulo, 9/NOV/2010 Cases empresariais - SBCS10 São Paulo, 9/NOV/2010 SELO CASA AZUL CAIXA Sandra Cristina Bertoni Serna Quinto Arquiteta Gerência Nacional de Meio Ambiente SELO CASA AZUL CAIXA CATEGORIAS E CRITÉRIOS SELO

Leia mais

Gerenciamento de Obras. Coordenação Prof. Dr. João R. L. Simões

Gerenciamento de Obras. Coordenação Prof. Dr. João R. L. Simões Gerenciamento de Obras Prof. Dr. Ivan Xavier Coordenação Prof. Dr. João R. L. Simões Fases do Gerenciamento: 3. Operação e controle da obra. 3. Operação e controle da obra: Reunião de partida da obra;

Leia mais

Processo de seleção de materiais em uma construção sustentável em estrutura metálica - estudo de caso: a ampliação do Cenpes

Processo de seleção de materiais em uma construção sustentável em estrutura metálica - estudo de caso: a ampliação do Cenpes UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL - PROPEC Processo de seleção de materiais em uma construção sustentável em estrutura metálica

Leia mais

Edição 134 -Setembro/2012

Edição 134 -Setembro/2012 Edição 134 -Setembro/2012 Produção organizada Planejamento da obra requer projeto detalhado do canteiro e levantamento completo das informações acerca de equipamentos, materiais e perfil das equipes que

Leia mais

Segurança a e Saúde no Trabalho

Segurança a e Saúde no Trabalho Metodologia de inspeção nos locais de trabalho: Portaria No. 5 do DSST de 17/08/92 Portaria No. 25 da SSST de 29/12/1992 Etapas de planejamento 1o. Conhecer os trabalhos anteriores 2o. Levantar a Planta

Leia mais

Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil

Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil Conjunto de indicadores de sustentabilidade de empreendimentos - uma proposta para o Brasil Texto Preliminar Completo - Agosto 2011 INTRODUÇÃO Começam a existir no Brasil um bom número de edifícios com

Leia mais

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR 1 ESTUDO PRELIMINAR OBJETIVOS Analise e avaliação de todas as informações recebidas para seleção e recomendação do partido arquitetônico, podendo eventualmente, apresentar soluções alternativas. Tem como

Leia mais

Infinity Tower características de projeto e tecnologia de sistemas prediais para a sustentabilidade.

Infinity Tower características de projeto e tecnologia de sistemas prediais para a sustentabilidade. Realização: Parceiro: Infinity Tower características de projeto e tecnologia de sistemas prediais para a sustentabilidade. Cesar Ramos - Gerente de projetos da Yuny Incorporadora Daniel Gallo - Gerente

Leia mais

Aprovadas pela Portaria 3214 de 08/06/1978. Revogadas NR rurais em 15/04/2008

Aprovadas pela Portaria 3214 de 08/06/1978. Revogadas NR rurais em 15/04/2008 Ministério Trabalho e Emprego -CLT Aprovadas pela Portaria 3214 de 08/06/1978 36 NR (última( (19/04/2013 Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados) Revogadas

Leia mais

PPRA / NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

PPRA / NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA / NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS SETEMBRO / 2005 SANTA MARIA - RS Avenida. Medianeira 1900, Centro Santa Maria/ RS, CEP 97060-002- Fone (55) 3027 8911 Sumário 1 INTRODUÇÃO... 3 2

Leia mais

GESTÃO NO CANTEIRO DE OBRAS

GESTÃO NO CANTEIRO DE OBRAS 25/09/2012 GESTÃO NO CANTEIRO DE OBRAS ENG O. LEONARDO MENDES LEAL DA PAIXÃO AGENDA Definição. Fase de Planejamento. FasesOperacionais. a) Fase de Implantação; b) Fase Funcional; c) Fase de Desmontagems

Leia mais

ENGENHARIA DE SEGURANÇA

ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA DE SEGURANÇA P R O F ª K A R E N W R O B E L S T R A

Leia mais

Soluções sustentáveis para a vida.

Soluções sustentáveis para a vida. Soluções sustentáveis para a vida. A Ecoservice Uma empresa brasileira que está constantemente em busca de recursos e tecnologias sustentáveis para oferecer aos seus clientes, pessoas que têm como conceito

Leia mais

Eco Houses / Casas ecológicas. Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental

Eco Houses / Casas ecológicas. Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental Eco Houses / Casas ecológicas Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental IDHEA - INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DA HABITAÇÃO ECOLÓGICA Conceito:

Leia mais

Balanço Sustentável. Balanço Sustentável

Balanço Sustentável. Balanço Sustentável Balanço Sustentável ÍNDICE SUSTENTABILIDADE PARA A SONDA IT...03 PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS...05 CONHEÇA AS AÇÕES SUSTENTÁVEIS DA SEDE DA SONDA IT...06 DATA CENTER PRÓPRIO...13 ASPECTOS AMBIENTAIS...15 Sustentabilidade

Leia mais

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO UNESP-2014 DANIELLE VARGAS E-mail:danielle@franca.unesp.br COSTSA Grupo de Segurança e Sustentabilidade Ambiental -7 (sete) TST -1 engenheiro de Segurança -1 engenheiro eletricista

Leia mais

Relatório de Inspeção

Relatório de Inspeção Relatório de Inspeção Obra: Recuperação do sistema de bondes de Santa Teresa Local: Rua Joaquim Murtinho, Santa Teresa, Rio de Janeiro-RJ Executante: Consórcio Elmo-Azvi Gerente da Obra: Sr. Angel Técnico

Leia mais

Fórum Internacional de Arquitetura e Tecnologias para a Construção Sustentável

Fórum Internacional de Arquitetura e Tecnologias para a Construção Sustentável Fórum Internacional de Arquitetura e Tecnologias para a Construção Sustentável São Paulo Maio 2008 Fórum Internacional de Arquitetura e Tecnologias para a Construção Sustentável Sustentabilidade em Edificações

Leia mais

Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos S/A

Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos S/A Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos S/A Programa de Gestão Ambiental Agosto de 2009 Programa de Gestão Ambiental Agosto de 2009 1 1. O Programa de Gestão Ambiental O Programa de Gestão Ambiental da

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO INTRODUÇÃO Grupo: DESENVOLVIMENTO DO PROJETO Empresa: Setor da empresa: Produtos: I.Objetivos e metas do projeto: a) quais as razões para a elaboração do projeto (aumento de demanda, segurança, novos equipamentos,

Leia mais

Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas.

Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas. Incêndios e Explosões Baseado no original do Instituto Nacional de Seguridad e Higiene en el Trabajo - da Espanha) - www.mtas.es/insht/ INTRODUÇÃO Os incêndios e explosões, ainda que representem uma porcentagem

Leia mais

12 - GERENCIAMENTO DE RISCOS

12 - GERENCIAMENTO DE RISCOS Módulo II STH - SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 12 - GERENCIAMENTO DE RISCOS BASES TÉCNICAS PARA O CONTROLE DOS FATORES DE RISCO E A MELHORIA DOS AMBIENTES E CONDIÇÕES DE TRABALHO A eliminação ou a redução

Leia mais

AMBIENTE EFICIENTE Consultoria

AMBIENTE EFICIENTE Consultoria AMBIENTE EFICIENTE Consultoria ESCOPO DOS SERVIÇOS CERTIFICAÇÃO LEED A certificação LEED pode ser aplicada no Brasil em oito tipologias: Novas Construções (New Construction) Edifícios Existentes Operação

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009. Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana. Programas integrados de criação de Eco-Bairros

ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009. Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana. Programas integrados de criação de Eco-Bairros ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º3 /2009 Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana Programas integrados de criação de Eco-Bairros 1. ENQUADRAMENTO GERAL A Autoridade de Gestão do Programa Operacional

Leia mais

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos

Segurança com Pr P odutos o Q u Q ími m cos Segurança com Produtos Químicos Assuntos a serem Abordados 1. Conceitos e Definições; 2. Pré Avaliação do Produto Químico (Compra); 3. Armazenamento de Produto Químico; 4. Resíduo / Licença Ambiental;

Leia mais

Eco Dicas - Construir ou Reformar

Eco Dicas - Construir ou Reformar Eco Dicas - Construir ou Reformar São dicas de como preservar e economizar os recursos naturais quando se pensa em obras. Praticando-as, nosso bolso também agradece. É bom saber que: a fabricação de PVC

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MOBILIZAÇÃO, CONSTRUÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DO CANTEIRO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MOBILIZAÇÃO, CONSTRUÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DO CANTEIRO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MOBILIZAÇÃO, CONSTRUÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO DO CANTEIRO 1. VIA DE ACESSO 1.1 - GENERALIDADES Será utilizada como acesso às obras, durante a fase de construção, as vias já existentes

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,

Leia mais

Dados do Produto. Ar Condicionado: ponto dreno + carga elétrica (sala e dormitório)

Dados do Produto. Ar Condicionado: ponto dreno + carga elétrica (sala e dormitório) FICHA TÉCNICA Projeto Arquitetônico: Gkalili Arquitetura Design de Fachada: Triptyque Arquitetura Projeto Paisagístico: EKF Arquitetura paisagística Projeto Decoração: Triptyque Arquitetura Dados do Produto

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA EMPREITEIRAS E PRESTADORES DE SERVIÇOS NAS DEPÊNDENCIAS DA UDESC

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA EMPREITEIRAS E PRESTADORES DE SERVIÇOS NAS DEPÊNDENCIAS DA UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC CNPJ 83.891.283/0001-36 CONTATO (48)3321-8155 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA EMPREITEIRAS E PRESTADORES DE SERVIÇOS

Leia mais

INSPEÇÃO DE SEGURANÇA

INSPEÇÃO DE SEGURANÇA INSPEÇÃO DE SEGURANÇA Grupo 01 Riscos Físicos 01. Existe ruído constante no setor? 02. Existe ruído intermitente no setor? 03. Indique os equipamentos mais ruidosos: 04. Os funcionários utilizam Proteção

Leia mais

Empreendimentos Imobiliários Sustentáveis

Empreendimentos Imobiliários Sustentáveis Empreendimentos Imobiliários Sustentáveis Viabilidade, Projeto e Execução Análise de Investimento em Empreendimentos Imobiliários Sustentáveis São Paulo, 19 de agosto de 2008 Luiz Henrique Ceotto Tishman

Leia mais

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS

FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA ORGANIZAÇÃO DO ESTALEIRO 2 DESCRIÇÃO Face à legislação em vigor, estaleiros temporários ou móveis são os locais onde se efectuam trabalhos de

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS

NORMAS REGULAMENTADORAS NORMAS REGULAMENTADORAS As Normas Regulamentadoras estabelecem critérios e procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho, que devem ser seguidos por empresas de acordo com

Leia mais

PORTARIA Nº 23, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2015

PORTARIA Nº 23, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2015 PORTARIA Nº 23, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2015 Estabelece boas práticas de gestão e uso de Energia Elétrica e de Água nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira) PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira) Institui o Programa Nacional de Conservação, Uso Racional e Reaproveitamento das Águas. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A presente lei tem por

Leia mais

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO)

NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) NR 35 - GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROPOSTA DE TEXTO) Objeto, princípios e campo de aplicação 35.1 Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece princípios e requisitos para gestão da segurança

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE URBANIZAÇÃO SUMÁRIO 1.0 - OBJETIVO 2 0 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.0 - ESCOPO 3.1 - PROCEDIMENTOS FORMAIS

ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE URBANIZAÇÃO SUMÁRIO 1.0 - OBJETIVO 2 0 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.0 - ESCOPO 3.1 - PROCEDIMENTOS FORMAIS ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE URBANIZAÇÃO SUMÁRIO 1.0 - OBJETIVO 2 0 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.0 - ESCOPO 3.1 - PROCEDIMENTOS FORMAIS 3.2 - COMPONENTES ESPECÍFICOS 3.2.1 - Plano de Intervenção

Leia mais

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA

CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA CADERNO DE DESCRIÇÕES DE CARGOS FÁBRICA REVISÃO DOS DADOS 04 RELAÇÃO DE CARGOS Auxiliar de Montagem Montador Supervisor de Produção Técnico de Programação da Produção Coordenador de Produção IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

GREEN BUILDING COUNCIL BRASIL Building a Sustainable Future

GREEN BUILDING COUNCIL BRASIL Building a Sustainable Future GREEN BUILDING COUNCIL BRASIL Building a Sustainable Future "Desenvolver a indústria da construção sustentável no país, utilizando as forças Visão de mercado do GBC para conduzir Brasil a adoção (Sonho

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Exemplos de projetos e políticas públicas

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Exemplos de projetos e políticas públicas MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Exemplos de projetos e políticas públicas Pegada ecológica Imagem: Jornal Bahianorte Evolução da Pegada Ecológica Imagem: miriamsalles.info Nosso padrão de produção Imagem:

Leia mais

INTEGRAÇÃO - EHS MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

INTEGRAÇÃO - EHS MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO INTEGRAÇÃO - EHS MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Sustentabilidade Para garantir um futuro próspero às próximas gerações, nós fomentamos a Sustentabilidade como um pilar fundamental para o

Leia mais

RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I

RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I CONTRATO N.º ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO DO RESIDENCIAL SANTA MÔNICA A INFRAESTRUTURA DE IMPLANTAÇÃO DO LOTEAMENTO RESIDENCIAL SANTA MONICA OBEDECERÁ

Leia mais

VIMOS SOLICITAR A ANALISE DO PROJETO ARQUITETÔNICO TRATA-SE DE UM CONJUNTO RESIDENCIAL VERTICAL COM AS SEGUINTES CARACTERISTICAS:

VIMOS SOLICITAR A ANALISE DO PROJETO ARQUITETÔNICO TRATA-SE DE UM CONJUNTO RESIDENCIAL VERTICAL COM AS SEGUINTES CARACTERISTICAS: Á PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO EM ANEXO. VIMOS SOLICITAR A ANALISE DO PROJETO ARQUITETÔNICO TRATA-SE DE UM CONJUNTO RESIDENCIAL VERTICAL COM AS SEGUINTES CARACTERISTICAS: - 12 EDIFICIOS COM 10

Leia mais

CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES GT MATRIZ ENERGÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES GT MATRIZ ENERGÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL CDES GT MATRIZ ENERGÉTICA PARA O DESENVOLVIMENTO COM EQUIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL COLÓQUIO EMPREGOS VERDES E CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS 20.08.2009

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA Resolução nº 307, de 5 de Julho de 2002. Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil, disciplinando as ações

Leia mais

CAPÍTULO. Lixo. O efeito do lixo nas encostas 15. 1. Tipos de soluções para a coleta do lixo 15. 2

CAPÍTULO. Lixo. O efeito do lixo nas encostas 15. 1. Tipos de soluções para a coleta do lixo 15. 2 CAPÍTULO 15 Lixo O efeito do lixo nas encostas 15. 1 Tipos de soluções para a coleta do lixo 15. 2 259 15. 1 O efeito do lixo nas encostas LIXO na ENCOSTA DESLIZAMENTO CAUSADO por LIXO na ENCOSTA Adaptado

Leia mais

Riscos Ambientais. Riscos Ambientais

Riscos Ambientais. Riscos Ambientais Riscos Ambientais Riscos Ambientais São os agentes, elementos ou substâncias presentes nos locais de trabalho. A exposição dos trabalhadores a estes agentes pode causar acidentes com lesões ou danos à

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA

CÓPIA NÃO CONTROLADA 2/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. CONDIÇÕES GERAIS... 3 2.1. Campo de Aplicação... 3 2.2. Responsabilidades... 3 2.2.1. Diretor do Projeto... 3 2.2.2. Diretor de Construção... 3 2.2.3. Demais Diretores e

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção

Segurança e Higiene no Trabalho. Volume II Locais e Postos de trabalho. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume II Locais e Postos de trabalho um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

SGA. Introdução. Qualidade SGA ISO 14001. SGA por Níveis. Sistemas. Integrados. Sistemas. Sustentáveis. Casos. Prática SGA. Introdução.

SGA. Introdução. Qualidade SGA ISO 14001. SGA por Níveis. Sistemas. Integrados. Sistemas. Sustentáveis. Casos. Prática SGA. Introdução. por A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por Legislação aplicada no âmbito de S.H.S.T. Prescrições mínimas de segurança e saúde sobre os componentes materiais do Trabalho

Leia mais

mapa de risco como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos

mapa de risco como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos mapa de risco como ferramenta de prevenção de acidentes e minimização de riscos abordagens na prevenção de acidentes Retrospectivas Análise dos casos de acidentes já ocorridos Prospectivas Mapas de risco

Leia mais

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO Curso Técnico de Edificações Profª Engª Civil Alexandra Müller Barbosa EMENTA Estudos de procedimentos executivos: Estruturas portantes, Elementos vedantes, Coberturas, Impermeabilização,

Leia mais

Cartilha de acessibilidade e

Cartilha de acessibilidade e O melhor da vida de A a Z. Realização e Construção: Projeto arquitetônico: Collaço e Monteiro. Projeto paisagístico: Núcleo Arquitetura da Paisagem. Projeto de decoração das áreas comuns: Fernanda Marques.

Leia mais

TÉCNICOS. CURSO de TÉCNICAS DE GESTÃO DE ENERGIA

TÉCNICOS. CURSO de TÉCNICAS DE GESTÃO DE ENERGIA TÉCNICOS CURSO de TÉCNICAS DE GESTÃO DE ENERGIA A utilização racional de energia (URE) visa proporcionar o mesmo nível de produção de bens, serviços e níveis de conforto através de tecnologias que reduzem

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS INSTRUÇÃO TÉCNICA 06 PROJETOS DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, COMUNICAÇÃO E SISTEMAS DE PREVENÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS 1 OBJETIVO Revisão 00 fev/2014 1.1 Estas Instruções Normativas de Projeto apresentam

Leia mais

IT - 35 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS

IT - 35 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS IT - 35 SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES HISTÓRICAS SUMÁRIO 1 - Objetivo 7 - Exposição ao risco de incêndio 2 - Referências normativas 8 - Risco de incêndio 3 - Símbolos 9 - Fatores de segurança

Leia mais

A Engenharia Civil e as Construções Sustentáveis

A Engenharia Civil e as Construções Sustentáveis Engenharia A Engenharia Civil e as Construções Sustentáveis A construção sustentável é um novo conceito que está surgindo dentro da engenharia civil. A construção sustentável além de tornar a obra ecológica,

Leia mais

curitiba / pr Módulos a partir de 1.600m 2 Área bruta locável de 51.000m 2

curitiba / pr Módulos a partir de 1.600m 2 Área bruta locável de 51.000m 2 Perspectiva artística. curitiba / pr Módulos a partir de 1.600m 2 Área bruta locável de 51.000m 2 Commercial Properties HORTOLÂNDIA A LOG ComMercial Properties A LOG Commercial Properties, empresa do grupo

Leia mais

Segurança e Produtividade Marcelo Massaharu Yamane

Segurança e Produtividade Marcelo Massaharu Yamane Segurança e Produtividade Marcelo Massaharu Yamane Plataformas Tesoura Elétrica Características operacionais - Ideal para serviços que demandam maior espaço no deck de trabalho ou baixos níveis de ruído,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002)

RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002) RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002) Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Correlações: Alterada pela Resolução nº 469/15

Leia mais

QUALIVERDE. Legislação para Construções Verdes NOVEMBRO DE 2012

QUALIVERDE. Legislação para Construções Verdes NOVEMBRO DE 2012 QUALIVERDE Legislação para Construções Verdes NOVEMBRO DE 2012 Legislação para Construções Verdes Concessão de benefícios às construções verdes, de modo a promover o incentivo à adoção das ações e práticas

Leia mais

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes.

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes. SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S NR-1 DISPOSIÇÕES GERAIS O campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de segurança e medicina do trabalho urbano, bem como os direitos e obrigações do

Leia mais

Serviços e Projetos em Engenharia para todos os segmentos.

Serviços e Projetos em Engenharia para todos os segmentos. Apresentação da Empresa Sumário 02 Quem Somos 03 Urbanismo e Infraestrutura 04 Arquitetura e Paisagismo 05 Área de Estruturas 06 Proteção contra Incêndio 07 Área de Hidráulica 08 Instalações Elétricas

Leia mais

SELO CASA AZUL. Mara Luísa Alvim Motta Gerente Executiva Meio Ambiente

SELO CASA AZUL. Mara Luísa Alvim Motta Gerente Executiva Meio Ambiente SELO CASA AZUL Mara Luísa Alvim Motta Gerente Executiva Meio Ambiente SELO CASA AZUL CAIXA CATEGORIAS E CRITÉRIOS CATEGORIA CONSERVAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS Avalia o uso racional de materiais de construção

Leia mais